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Jack Black planeja se aposentar após ‘Jumanji: Próxima Fase’

Durante uma entrevista para o site Balance, o comediante Jack Black foi questionado sobre os próximos passos em sua carreira como ator e revelou que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ pode ser seu último, já que ele pretende se aposentar após a estreia da sequência.

“Venho pensando na aposentadoria há um bom tempo e estou me apegando à ideia. Eu já disse que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ pode ser meu último filme. Quem sabe? Talvez eu faça mais um, pelo menos. Eu não posso dizer com certeza, porque ainda é muito cedo. Mas estou pensando em encerrar a carreira de ator em breve.”

O astro disse que sua agenda já o impediu de aproveitar grandes momentos com sua família e esse foi o principal motivo que contribuiu para a decisão.

Sem perder o bom humor, Black brincou e admitiu que toparia voltar aos sets de filmagens se Quentin Tarantino o convidasse para o seu próximo filme.

“Eu não sou um cara que faz planos, sabe? Eu deixo a vida tomar seus próprios rumos… Se surgir alguma coisa legal, se o Tarantino bater na minha porta e me convidar para o seu próximo longa, eu não poderia recusar, não é?”

Para quem não sabe, Black estreou no cinema em 1992, fazendo uma participação no documentário ‘Bob Roberts‘, dirigido e estrelado por Tim Robbins.

Ao longo da carreira, o comediante se destacou em ‘Mulher Infernal’, ‘Correndo Atrás do Diploma’, ‘O Amor é Cego’, ‘Escola de Rock’, ‘Nacho Libre‘, e até investiu na dublagem em ‘Kung Fu Panda‘, dando voz ao protagonista Po.

Lembrando que Jumanji: Próxima Fase‘ estreia nos cinemas nacionais em 16 de janeiro de 2020.

Confira o trailer dublado e legendado:

Lembrando que Jake Kasdan retorna à direção da sequência.

A gangue está de volta, mas dessa vez, o jogo mudou. Enquanto retornam a Jumanji para resgatar um dos seus, eles descobrem que nada é o que parece. Os jogadores precisarão desbravar partes desconhecidas e inexploradas, dos desertos áridos às montanhas cheias de neve, tudo para escapar do jogo mais perigoso do mundo.

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

Teaser mostra que ‘Um Lugar Silencioso 2’ começa logo após o [SPOILER]

O primeiro teaser de ‘Um Lugar Silencioso 2 vazou ontem na internet após ser exibido nos cinemas dos EUA junto com as cópias de ‘Jumanji: Próxima Fase’ e ‘Natal Sangrento‘.

A prévia tem apenas 30 segundos, mas mostra que a sequência começa logo após os eventos do primeiro filme, com Evelyn Abbott (vivida por Emily Blunt) usando um curativo em seu pé após ter pisado em um prego no final do original.

Além de Blunt, o vídeo também mostra Millicent Simmonds e Noah Jupe – que interpretando os filhos da protagonista – andando por uma estrada e tentando fazer silêncio.

O curto teaser serve apenas como um lembrete de que o filme estreia no dia 19 de março de 2020.

Assista:

John Krasinski  retornará à direção da sequência e também é responsável pelo roteiro.

Anteriormente, o astro revelou ao Deadline o que o motivou a retornar para a sequência.

“Eu não gosto muito de sequências, mas essa história me deixou muito empolgado… Geralmente as sequências mostram o retorno de um herói ou vilão, e aqui é exatamente o oposto. Agora temos a oportunidade de explorar esse mundo tão rico e divertido. Estou curioso para ver tudo isso de outro ponto de vista.”

No entanto, detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Crítica de Álbum | ‘Fine Line’ é uma psicodélica viagem musical

Há alguns anos atrás, não havia uma pessoa que acompanhasse a indústria musical e desconhecesse o nome de Harry Styles; afinal, o cantor britânico era parte da famosa boyband One Direction e, ao lado de seus colegas, entregou ao público diversos hits memoráveis e que até hoje são relembrados por um público que anseia por uma onda tão sólida e estável quanto a de outrora. Entretanto, depois da separação do grupo, Styles decidiu seguir seu caminho e lançar seu primeiro álbum homônimo solo e logo nos deu um gostinho do que suas habilidades musicais nos preparavam; então, não seria as últimas semanas deste ano que o performer retornaria para a continuação de sua recém autorreclamada carreira, abrindo espaço para a estreia de Fine Line.

Dentro de uma esfera fonográfica que nos dias de hoje caminha em dois polos opostos – o da fabricação formulaica de canções feitas para serem vendidas ou então uma experimentação que quebra com quaisquer construções canônicas que conhecemos -, Harry teria um grande trabalho pela frente, dependendo de qual fosse sua linha narrativa. Na verdade, a obra funciona como uma declaração psicodélica, inebriante e inesperada de amor a si mesmo e ao que o transformou no que é hoje (mesmo que isso faça menções nada sutis a tabus sexuais e deliciosas estórias fabulosas que nos mantém conectados com a sonoridade do começo ao fim). E, entre uma mistura surpreendente de vários gêneros, ele encontra uma contraditória coesão sensorial que é alcançada pela total e completa despreocupação.

Se em novembro de 2019 Styles admitiu ter utilizado drogas sintéticas e alucinógenas para dar vida à sua mais nova rendição artística, essa escolha inusitada foi traduzida com perfeição para as novas primeiras tracks; temos, como abertura dessa narcótica jornada, a nostálgica e vibrante “Golden”, cujo próprio título nos arremessa de volta para meados dos anos 1980, pela sutileza dos sintetizadores e até mesmo pelo arranjo instrumental que acompanha os aplaudíveis vocais, transformando o que poderia ser mais uma mera música em uma ode soft-rock e pop enérgica, por todos os humildes elementos que aglutina dentro de três minutos e meio.

Apesar das claras raízes que influenciam o artista, é visível que ele recusa a se deixar perder no tocante à identidade estética – coisa que vemos com urgência na dançante “Watermelon Sugar”, que se desvencilha das caixinhas pré-programadas sem deixar que se caia dentro do esquecimento. Inclusive, sua comercialidade é tão original e saudosista que é impossível não se apaixonar; e essa viciante envolvência é também fruto do conhecido auxílio de Kid Harpoon (que aproveitou trabalhos anteriores ao lado de Portugal. The Man e Florence + The Machine para dar vida a essa rendição). A faixa inclusive se estende para o primeiro single promocional do CD, “Lights Up”, cujo lançamento precoce não o impediu de reconquistar seu lugar como um sinestésico pop.

Como era de se esperar, Harry destina um considerável espaço para declamatórios solilóquios de amor. A triste “Falling” pode até soar familiar para qualquer um que já tenha ouvido uma ballad romântica; porém, é a potente tecedura que nos ajudam a prosseguir nessa complicada e intrincada travessia, guiados por um impecável e metafórico liricismo que se ramifica para outras tracks. A consecutiva “To Be So Lonely”, por exemplo, serve como uma reflexão coming-of-age que nos apresenta um escopo totalmente diferente, unindo em uma competente fusão os acordes do ukulele, da guitarra e do orquestral violino (uma profusão de espectros que passa longe de ser arrogante).

Ao longo do álbum, Styles se propõe a explorar um estilo que não tinha experimentado antes (não com a mesma força, pelo menos). “She” e “Sunflower, Vol. 6” buscam desconstruir os cânones musicais dos quais se nutrem e brincam das formas variadas – um pouco chocantes no começo, mas que depois se provam saborosamente bem articuladas. Já “Canyon Moon” nos chama a atenção por se afastar daquilo a que estávamos nos acostumando, respaldando-se numa sonoridade country-gospel que traz tanto o melódico violão quanto o acompanhamento de um coro e a resolução característica desse suis-generis.

A obra sabe como discorrer acerca de seus altos e baixos – e não digo apenas em relação ao ritmo escolhido para cada faixa, e sim a capacidade de nos prender. É interessante observar como as canções expandem-se em longas narrativas, contraem-se em dinâmicas crônicas e, mesmo dentro de infinitas opções, obrigam a si mesmas a se restringirem para uma determinada perspectiva (motivo pelo qual os ápices se encontram nos lugares certos). E, conforme esse intimista estudo promovido pelo performer e por uma equipe honrável de produtores e compositores, a iteração-titular é polida com perfeição para encerrá-lo.

Fine Line atua em duas extremidades a princípio intocáveis, mas que conseguem convergir para uma única linha de pensamento. Auxiliado por uma abertura bem-vinda para arquiteturas inesperadas e envolventes, Harry Styles mostra que finalmente encontrou sua voz – e está pronto para compartilhá-la com o mundo.

Nota por faixa:

  • Golden – 4,5/5
  • Watermelon Sugar – 5/5
  • Adore You – 4/5
  • Lights Up – 4,5/5
  • Cherry – 3,5/5
  • Falling – 4,5/5
  • To Be So Lonely – 4/5
  • She – 3,5/5
  • Sunflower, Vol. 6 – 4/5
  • Canyon Moon – 4/5
  • Treat People with Kindness – 3/5
  • Fine Line – 5/5

‘Vingadores: Ultimato’: Tony Stark era mesmo adotado? Roteiristas respondem!

Em ‘Vingadores: Ultimato‘, os fãs tiveram a oportunidade de ver o personagem Tony Stark fazendo uma viagem no tempo a fim de encontrar uma das joias do infinito.

Em sua jornada, o personagem vivido por Robert Downey Jr. acaba tendo um reencontro com uma versão mais jovem de seu pai, chegando até mesmo a trocar algumas dicas sobre paternidade.

O simples diálogo acabou aguçando a curiosidade dos fãs a respeito da possibilidade de Tony ser de fato adotado. A teoria surgiu a partir do instante em que Howard Stark revela que sua esposa estaria grávida e que ele estaria ansioso pela chegada da criança. Para os leitores assíduos dos quadrinhos, não é novidade que Maria Stark sofrera um aborto de seu primeiro filho, Arno. Em virtude da perda, o casal veio a adotar Tony.

Mas será que a mesma narrativa se repetiu na adaptação para os cinemas? Nos comentários do longa, presentes na versão em Blu-ray de ‘Ultimato’, os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely responderam o questionamento de maneira quase involuntária.

Comentando o inesperado encontro entre pai e filho, a dupla salienta o quão peculiar é ver Howard recebendo conselhos de paternidade do mesmo filho cuja chegada ele aguardava com tanta ansiedade e entusiasmo. A observação deixa claro que, na trama cinematográfica, Tony é filho biológico do casal Stark.

 

Lembrando que a Marvel Studios divulgou uma lista indicando os nomes dos atores e atrizes que serão submetidos à categoria de Melhor Ator Coadjuvante no Oscar 2020 .

Infelizmente, nenhum membro do elenco está sendo cogitado para o prêmio de Melhor Ator, nem mesmo Robert Downey Jr.

Confira a lista:

Melhor ator coadjuvante:
Robert Downey Jr.
Chris Evans
Mark Ruffalo
Chris Hemsworth
Jeremy Renner
Josh Brolin
Paul Rudd
Don Cheadle

Melhor atriz coadjuvante:
Scarlett Johansson
Gwyneth Paltrow
Zoe Saldana
Karen Gillan
Brie Larson

Além dos astros, o estúdio sugere o longa em diversas categorias principais, incluindo Melhor FilmeMelhor FigurinoMelhor Edição de SomMelhor Edição.

Entretanto, certos fãs podem se decepcionar ao ver que a Marvel não sugeriu Robert Downey Jr. para a categoria de Melhor Ator por sua performance como Homem de Ferro.

Confira:

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘O Escândalo’ desaponta e abre com 61% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O Escândalo prometia ser um dos grandes longas-metragens do começo do ano que vem, mas parece que o drama baseado em fatos reais não fez tanto barulho assim entre a crítica especializada.

O filme abriu com apenas 61% de aprovação, com nota 6,68/10 baseada em 90 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, a produção “se beneficia por um elenco admirável e uma matéria interessante, mas seu impacto é abafado por uma frustrante inabilidade de ir além da superfície sensacionalista”.

Confira as principais críticas:

“O tom começa como uma sátira conhecida e termina com uma nota não merecida de seriedade inspirada” – Vulture.

“[O filme] tem alguns momentos fortes, cortesia principalmente de [Margot] Robbie, mas é tanto decepcionante quanto sobrecarregado, estruturado sem qualquer elegância e deixando de lado algo fundamental” – NPR.

“Uma coisa sobre sexismo: ele não discrimina. É uma oportunidade de igual perjúrio que atravessa a história, com afiliação cultural e política. O Escândalo consegue capturar isso” – New York Times.

“Mesmo com profundidade variada, o elenco do filme é sua melhor força” – The Filtered Lens.

“Uma abordagem superficial para um assunto complicado que atenua toda a controvérsia de suas âncoras femininas e as trata como heroínas feministas” – SlashFilm.

Dirigido por Jay Roach, o longa é baseado no escândalo norte-americano Bombshell, deflagrado em 2016.

Um olhar revelador dentro do mais poderoso e controverso império de mídia norte-americano, com a história pulsante das mulheres que afrontaram o infame homem à frente deste império, ao o acusarem de assédio sexual.

O elenco conta com Margot Robbie, Charlize Theron, Nicole Kidman, Kate McKinnon, Allison Janney e John Lithgow.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de Janeiro de 2020.

Ryan Reynolds convida Rubinho Barrichello para participar do ‘Esquadrão 6’; Assista ao vídeo!

A Netflix divulgou um divertido vídeo que traz o piloto Rubinho Barrichello apagando o seu passado após ser convidado a se juntar ao ‘Esquadrão 6‘ (6 Underground) de Ryan Reynolds.

Assista:

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros do novo filme da Netflix, que revelam se topariam voltar para uma sequência da superprodução que custou mais de US$ 170 milhões.

“Nós voltaríamos para uma sequência, porque nos amamos. Esse elenco genuinamente se ama, então será divertido se acontecer”, afirmou Ryan Reynolds.

Confira:

Esquadrão 6 já está disponível na Netflix e reúne ação, adrenalina, humor e diversas referências cinematográficas do início ao fim. Tudo isso graças à presença de Ryan Reynolds, Mélanie Laurent, Corey Hawkins, e Ben Hardy.

Por conta disso, a produção dirigida por Michael Bay está fazendo um grande sucesso entre os assinantes da Netflix, que foram às redes sociais para elogiar o longa.

Confira:

Dirigido por Michael Bay (‘Transformers‘), o orçamento do longa ficou na casa dos US$ 170 milhões, sendo essa a produção mais ambiciosa da história do serviço de streaming.

Na trama, seis bilionários forjam suas mortes e formam um esquadrão de elite para derrubar criminosos notórios.

O elenco ainda conta com Ben Hardy, Mélanie Laurent, Adria Arjona, Dave Franco e Payman Maadi.

A produção já está disponível na Netflix.

‘Corra!’: Elogiado suspense já está disponível na Netflix

Lançado em 2017, Corra!’  é considerado um dos filmes de suspense mais inteligentes e surpreendentes da década.

E quem ainda não teve a chance de assisti-lo nos cinemas, agora pode conferir a produção na Netflix. O filme foi adicionado ao catálogo do streaming neste domingo, dia 15.

Corra!’ se tornou um fenômeno nas bilheterias e está arrasou nas principais premiações do cinema. Disputou o Globo de Ouro na categoria de Melhor Comédia ou Musical, concorreu ao Oscar 2018 de Melhor Filme, foi eleito o melhor filme de 2017 pelos críticos de Washington D.C., e Jordan Peele foi indicado duas vezes ao DGA Awards.

Em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘A Morte te dá Parabéns‘, o produtor Jason Blum falou sobre a possibilidade de ‘Corra! 2‘.

Confira:

Corra!‘ ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou um fenômeno nas bilheterias: custou US$ 4,5 milhões e arrecadou US$ 255 milhões – não é de se espantar que uma continuação seja realizada.

E aí, vocês gostariam de ver uma continuação para o filme?

‘The Walking Dead’: Atriz fala sobre a saída da Danai Gurira e o retorno da Maggie

Através de uma sessão de perguntas e respostas no Instagram, a atriz Cailey Fleming, que interpreta a pequena Judith em ‘The Walking Dead‘, falou sobre a saída da Danai Gurira (Michonne) e o retorno da Maggie (Lauren Cohan) à trama.

“É triste ver a Danai [Gurira] sair da série. Ela está presente há tanto tempo e eu pude me conectar muito com ela [durante a gravação da 9ª temporada]. Sou muito grata  por isso e muito feliz pela relação que eu construí com ela. Ela é incrível e eu amo trabalhar ao seu lado. Ela trabalha duro e é muito esforçada, sempre faz o seu melhor. Então, é triste vê-la sair. Mas não importa o que ela fará a seguir, ela será incrível e eu sei que seguirá os seus sonhos. Ela seguirá o seu próprio caminho, sabe? Será incrível e eu estou muito feliz por ela.”

Ela completa, “Sobre o retorno da Maggie, eu estou muito animada. Quero muito que você possam conferir logo. Será incrível… isso é tudo o que eu posso dizer.”

A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de fevereiro de 2020.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Rey e Kylo Ren duelam em novo cartaz ÉPICO

O aguardado ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker ganhou um novo cartaz épico, voltado para o mercado internacional.

Confira:

Lembrando que o filme estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Fisher aparecerá como a General Leia através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Mr. Robot’: Prévia do ÚLTIMO episódio promete que ‘a verdade será revelada’; Assista!

O último episódio da série ‘Mr. Robot‘ ganhou uma prévia intensa, que promete que a verdade será revelada.

Confira:

O último episódio será duplo e irá ao ar no dia 22 de dezembro.

Exibido pelo canal USA, o aclamado drama foi criado por Sam Esmail.

Na série, “Elliot é um jovem programador que sofre de uma desordem mental que o torna antissocial. Ele trabalha como técnico de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder de um misterioso grupo de hackers o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, mesmo tendo noção do expressivo controle que essa corporação exerce sobre a sociedade mundial ele tenta resistir à oportunidade de destruir os CEOs dessa multinacional.”

O elenco inclui Rami Malek, Christian Slater, Grace Gummer, B. D. Wong, Bobby Cannavale, Craig Robinson, Dipierro, Carly Chaikin e Portia Doubleday.

‘Good Trouble’: Trailer da segunda metade da 2ª temporada traz novos conflitos

O canal Freeform divulgou o trailer da segunda metade da 2ª temporada de ‘Good Trouble‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 15 de janeiro.

Criada por Joanna JohnsonBradley BredewegPeter Paige, a série é um spin-off de ‘The Fosters‘.

A trama acompanha a história das irmãs Callie e Mariana, que embarcam para Los Angeles, na Califórnia, para começarem a vida após a faculdade.

Maia Mitchell e Cierra Ramirez estrelam. Zuri Ade, Sherry Cola, Tommy Martinez, Roger Bart, Emma Hunton e Josh Pence completam o elenco.

‘Natal Sangrento’: Diretora do terror critica ‘Natal Negro’, remake de 2006

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a diretora do remake ‘Natal Sangrento‘, Sophia Takal, falou sobre o primeiro remake de ‘Noite do Terror‘, lançado em 2006 e intitulado ‘Natal Negro‘, revelando o que diferencia sua visão da releitura anterior.

“Eu sinto que o tom do meu filme é diferente. Até mesmo a trama é diferente. Tem muito mais em comum com o filme original do que a versão de 2006. Apesar de ser divertido, o remake de 2006 não investe em suas personagens como o filme original. A violência no filme de 2006 faz parecer que os corpos das mulheres são descartáveis. As personagens não parecem pessoas reais. Elas parecem mais com esteriótipos de universitárias que vemos nos filmes e o relacionamento entre elas é muito superficial.

Ela completa, “Nós queríamos fazer algo inovador [com esse novo remake].”

Vale lembrar que o novo remake fracassou nas bilheterias! Com um resultado muito abaixo das projeções, o longa arrecadou apenas US$ 4.4 milhões nos EUA.

No mercado internacional, a produção não se saiu muito melhor, arrecadando apenas US$ 3.1 milhões através de 37 países, totalizando uma estreia global de fracos US$ 7.5 milhões.

Além de ter sido massacrado pelos críticos, o longa também desagradou os espectadores, recebendo uma nota D+ do público. Considerando todos esses pontos, espera-se que a trajetória da produção nas telonas tenha vida curta. Provavelmente não será um fracasso financeiro devido ao seu baixo orçamento de US$ 5 milhões, mas definitivamente ficará marcado como um dos piores fracassos do catálogo da Blumhouse.

O longa será lançado no Brasil no formato home video, em data ainda a ser anunciada.

Confira o trailer completo:

Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.

As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.

O elenco inclui Imogen Poots (‘Sala Verde‘), Aleyse Shannon (‘Charmed‘), Brittany O’Grady (‘Star‘), Lily Donoghue (‘The Goldbergs‘), Cary Elwes (‘Jogos Mortais‘) e Caleb Eberhardt (‘O Coro da Broadway‘).

Depois de ‘Troia’, Brad Pitt quase abandonou a carreira de ator

Durante uma entrevista para a The New York Times, Brad Pitt revelou que passou por uma grande mudança em sua carreira depois de atuar em ‘Troia‘, o épico histórico dirigido por Wolfgang Petersen em 2004.

Aclamado este ano por conta de suas atuações em ‘Era uma vez em Hollywood’, de Quentin Tarantino, e Ad Astra‘, de James Gray, Pitt admitiu que sua atuação como Aquilles não foi uma das melhores.

“Eu fui meio que obrigado a atuar em ‘Troia‘ porque (acho que posso dizer tudo isso agora) eu tinha abandonado um outro filme da Warner Bros então fui escalado em ‘Troia‘. Não foi doloroso, mas percebi que a maneira como o filme estava sendo feito não era como eu queria que fosse. Eu cometi meus próprios erros durante a produção. O que estou tentando dizer é que foi um sofrimento passar meses trabalhando no filme e isso estava me deixando louco… Eu fiquei tão inseguro, que quase abandonei a carreira de ator.”

O astro disse que seu único pensamento foi escolher a dedo os próximos filmes em que iria atuar para não passar pela mesma situação de novo.

“Acho que fiquei mimado trabalhando com David Fincher. Não que Wolfgang Petersen seja ruim, mas não havia mistério no roteiro, não havia desafios. Ele transformou ‘Troia‘ em uma história de herói sem profundidade. Depois disso, tomei a decisão de investir apenas em histórias de qualidade, o bom é que me fez perceber que eu precisava de uma mudança drástica pela próxima década da minha carreira.”

Depois disso, Pitt estrelou duas sequências de ‘Onze Homens e Um Segredo‘ entre 2004 e 2007, e atuou no aclamado Babel (2006), de Alejandro González Iñárritu.

Pitt também se destacou nos elogiados O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford’, ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’, ‘Queime Depois de Ler’, ‘Bastardos Inglórios’, eA Árvore da Vida’.

Lembrando que o astro foi premiado como melhor ator coadvante pelo National Board of Review por sua atuação em ‘Era uma vez em Hollywood‘, e recebeu indicações na mesma categoria no Globo de Ouro e no Critics Choice Awards.

Alienígenas invadem a Terra no trailer ÉPICO da ficção ‘Invasion’; Assista!

A ficção científica russa ‘Invasion‘ ganhou um novo trailer sensacional.

Confira:

Dirigido por Fedor Bondarchuk, a trama mostra um objeto voador não identificado que vem do espaço e promete mudar a visão da humanidade sobre a vida em outros planetas. Quando os alienígenas desembarcam na terra, a destruição é documentada pelos moradores de um bairro residencial de Moscovo, que precisam sobreviver enquanto começam a questionar as motivações dos alienígenas.

O filme foi lançado ano passado na Rússia, e chegará aos cinemas dos EUA em 1º de janeiro.

‘O Grito’: Kayako espreita em novo cartaz sinistro do reboot

O reboot de ‘O Grito‘ (The Grudge) ganhou um novo cartaz sinistro.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2728743793823653?sfns=mo

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passará no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

Depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.

Andrea Riseborough será a protagonista, uma detetive e jovem mãe solteira. O elenco ainda conta com Demián Bichir, John Cho, Betty Gilpin com Lin Shaye e Jacki Weaver.

Crítica | O Caso Richard Jewell – Grande elenco é o destaque em novo filme de Clint Eastwood

Um dos maiores diretores da história, Clint Eastwood já viveu dias melhores. Desde que conquistou o Oscar de Melhor Filme com seu Menina de Ouro, vem mesclando grandes obras (Cartas de Iwo Jima e Snipper Americano) com outras bem problemáticas (A Troca e Além da Vida). Nos últimos anos, a situação ficou ainda pior com a realização apressada dos fracos A Mula e 15h17 – Trem para Paris.

O Caso Richard Jewell segue essa atual tendência de obras menos ambiciosas, com tramas mais intimistas, embora envolva um acontecimento grandioso. É verdade ainda que o longa é mais bem acabado que os projetos mais recentes do cineasta, que aqui conta com um elenco incrível para contar sua história.

O filme conta a história real de Richard Jewell (Paul Walter Hauser), um homem que sonha em ser policial e que ganha a vida aceitando pequenos trabalhos como segurança. Enquanto trabalhava nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, ele encontrou uma bomba em um parque local e logo foi alçado a um herói nacional. Com o passar dos dias, no entanto, Jewell passou a ser visto como um dos possíveis suspeitos do atentado, sendo acompanhado de perto pelo FBI e pela mídia.

Eastwood e o roteirista Billy Ray fazem a opção de contar a história através de Jewell, não investindo muito no debate se ele era ou não culpado. O interesse aqui está mais no drama do protagonista do que no suspense de uma eventual investigação.  

Sam Rockwell surge com destaque na pele do advogado Watson Bryant, que tentará ajudar Jewell, o que nem sempre é fácil, uma vez que a admiração deste último pelos agentes da lei muitas vezes faz com que seja solícito demais com que busca incriminá-lo. Hauser e Rockwell entregam atuações excelentes no longa, mas o destaque vai mesmo para a veterana Kathy Bates, que vive Bobi, mãe de Richard. Orgulhosa e super protetora com o filho, ela é uma das pessoas que mais sofre com a presença constante dos holofotes da imprensa e da política.

Jon Hamm, Olivia Wilde e Nina Arianda completam o elenco principal da produção. O trio está bem em cena, embora a personagem de Wilde seja um dos problemas mais claros do filme. Ela vive a jornalista que dá o furo de reportagem de que o FBI está investigando Jewell. A partir daí, toda a imprensa passa a olhar para o sujeito e a força policial se esforça para provar que ele é culpado. A jornalista é retratada de forma fútil, exagerada e nada ética. Em determinado momento, vemos a mesma oferecendo sexo em troca de uma informação. A situação fica ainda pior diante do fato da personagem real, Kathy Scruggs, não estar mais viva para se defender.

O Caso Richard Jewell é uma obra irregular, mas com muitos méritos. O principal é justamente prender a atenção do espectador por seus 129 minutos de duração. Para isso, conta com belos trabalhos de montagem (Joel Cox) e trilha sonora (Arturo Sandoval). Clint Eastwood segue sendo um diretor muito talentoso, mas, em alguns momentos, parece distorcer a história para encaixar suas visões pessoais de vida. A saga do homem simples que é engolido pelo Governo e pela Mídia é de fácil identificação. E o material que tinha em mãos era de fato valoroso, o que torna os exageros ainda mais incômodos.

É um filme sobre o jogo do poder, mas que vale mesmo pela vulnerabilidade do homem comum.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

Brincando com Fogo e os filmes Família para o Feriado de fim de ano

Dezembro. Natal. Réveillon. Época de reunir a família e os amigos para celebrar o fim de mais um ano. A data comemorativa é a época ideal para refletirmos e agradecermos, procurando sempre melhorar como seres humanos. E nada melhor do que fazer isso no feriado ao lado de entes queridos.

É inevitável também que acabemos em frente a uma televisão e entre uma conversa e outra passemos o olho no que está na tela. Ou simplesmente reunamos toda a patota para um filme. E com o lançamento do family friendly Brincando com Fogo nos cinemas nesta temporada, filme que traz John Cena à frente do elenco (às voltas com um trio de crianças sapecas), o CinePOP aproveita o gancho para recomendar alguns dos filmes mais propícios para você sentar a criançada, a vovó e a titia juntos e celebrar com uma produção que é puro entretenimento. Vem conhecer.

Brincando com Fogo (2019)

O primeiro item da lista estreou no último fim de semana nos cinemas brasileiros, e serve para os que querem tirar as crianças de casa. Na trama, o grandalhão John Cena interpreta um bombeiro florestal à frente de uma das melhores equipes da área. Tudo muda quando o rígido profissional encontra três crianças numa cabana e precisa cuidar delas em sua base durante uma nevasca. Esse será seu trabalho mais difícil.

Esqueceram de Mim (1990)

Como não incluir este clássico imortal que para muitos é a DEFINIÇÃO do Natal? Até mesmo a nova série documental da Netflix, Filmes que Marcaram Época (The Movies that Made Us), tratou de incluir esta produção escrita por John Hughes e dirigida por Chris Columbus em um de seus episódios. De fato, Esqueceram de Mim foi uma das maiores surpresas do cinema de todos os tempos, um filme inofensivo que se tornou um verdadeiro fenômeno. E gerou uma continuação direta que basicamente replica o original sem dó nem piedade (decidimos ignorar todas as outras continuações).

Na trama, se você viveu debaixo de uma rocha, o menino Kevin (Maculay Culkin) é esquecido em casa pela família e precisa combater uma dupla de ladrões (Joe Pesci e Daniel Stern) que está roubando as casas vazias da vizinhança.

Uma Babá Quase Perfeita (1993)

Novamente o cineasta Chris Columbus se via no comando de uma produção voltada para toda a família, depois de comandar os dois primeiros Esqueceram de Mim. Aqui, o saudoso Robin Williams interpreta um pai de família irresponsável e desempregado, que vê a guarda dos filhos escorrer por seus dedos após a separação com a mulher. Sua saída desesperada é se disfarçar como uma idosa senhora e arrumar emprego como a babá das crianças. De quebra, ele consegue um trabalho como apresentador de um programa de TV.

Um Duende em Nova York (2003)

Primeiro blockbuster dirigido pelo ator Jon Favreau (Homem de Ferro), este filme também serviu para transformar o humorista Will Ferrell (saído do Saturday Night Live) num astro da comédia. Na trama nonsense e hilária, Ferrell interpreta um homem criado como um duende no Polo Norte pelo Papai Noel. Depois que descobre ser um humano, ele viaja até Nova York, a fim de encontrar sua verdadeira família.

O Mentiroso (1997)

Outro filme emotivo que pode ser apreciado perfeitamente na época de fim de ano. Além de ser tocante, este veículo de Jim Carrey o colocou no topo da cadeia alimentar de Hollywood e é simplesmente hilário. Com suas caras e bocas, no auge na época, Carrey vive um advogado que vive de mentir, no processo deixando seu pequeno filho sempre em segundo plano. O menino então faz um desejo em seu aniversário para o que pai não minta apenas por um dia.

Um Herói de Brinquedo (1996)

Antes de John Cena, outro grandalhão do cinema patenteou esta subversão dos heróis de ação transformados em protagonistas de filmes para a família. Arnold Schwarzenegger, rei dos anos 1980 e 1990, já havia feito outras comédias em sua carreira, mas nenhuma outra grita “filme família para o natal” tão alto quanto este filme. Na trama, o musculoso vive um pai workaholic desesperado atrás de um boneco popular para seu filho no Natal, como forma de compensar seus constantes furos com o menino. E essa será uma das tarefas mais difíceis de sua vida.

Treinando o Papai (2007)

Por falar em grandalhões estrelando filmes infantis, este longa protagonizado por Dwayne ‘The Rock’ Johnson (o maior astro de Hollywood na atualidade) é dirigido pelo mesmo Andy Fickman de Brincando com Fogo. Esperamos que o diretor faça o mesmo com a carreira de John Cena. Na trama, um astro egocêntrico do futebol americano descobre uma filha vinda de uma relação do passado e precisa cuidar dela. O filme se garante muito no carisma da pequena (hoje não tão pequena mais) Madison Pettis e sua química com o ator musculoso.

Ninguém Segura Esse Bebê (1994)

Se John Hughes havia escrito um roteiro simples no passado, que viveu para se tornar um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema (com Esqueceram de Mim), por que a fórmula não poderia se repetir? Um garoto esquecido em casa pela família, combatendo ladrões na vizinha – essa é a premissa do filme protagonizado por Maculay Culkin. Assim, novamente para a FOX, Hughes escreveu a história de um bebê que foge de seus sequestradores, e fica solto, passando por grandes “finos” pela cidade de Nova York.

Três Solteirões e um Bebê (1987)

Baseado numa comédia francesa de sucesso, lançado dois anos antes, a versão americana trouxe Tom Selleck, Steve Guttenberg e Ted Danson como três amigos, solteiros convictos, que precisam lidar com um bebê que aparece em sua porta num belo dia. Assim, os marinheiros de primeira viagem precisam aprender a se tornar papais num curso intensivo. A direção é do eterno Sr. Spock, Leonard Nimoy, e o longa gerou uma continuação: Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990).

Meu Papai é Noel (1994)

Um dos maiores sucessos da Disney nos anos 1990, este longa se tornou uma pedida indispensável na época das festas de fim de ano. E como prova do sucesso, ele gerou duas sequências, uma em 2002 e outra em 2006. Tim Allen protagoniza na pele de um pai de família precisando assumir o posto de Papai Noel após um acidente tirar o verdadeiro de jogada.

Bônus:

Titio Noel (2007)

O que aconteceria se o irmão mais velho do Papai Noel fosse um sujeito debochado e farrista? É o que esta comédia propõe trazendo à tona Fred Claus, interpretado por Vince Vaughn. Na história, Paul Giamatti vive o bom velhinho, que recebe em sua casa no Polo Norte seu errático irmão mais velho, Fred. Assim, logo está instalado o caos, quando o sujeito decide inserir no local típico de paz e harmonia, seu jeito transloucado de ser.

Netflix divulga vídeo com algumas das cenas mais marcantes do cinema; Assista!

Em seu canal do YouTube, a Netflix divulgou um vídeo nostálgico com 17 minutos apresentando nove cenas de alguns filmes que mais marcaram a história do cinema.

Entre os longas apresentados, há trechos de grandes clássicos da década de 1980 e 1990, como ‘Curtindo a Vida Adoidado’ (1986), ‘Sociedade dos Poetas Mortos’ (1989), ‘Ghost: Do Outro Lado da Vida’ (1990), ‘O Profissional’ (1994), ‘Um Sonho de Liberdade’ (1995), e ‘Pulp Fiction’ (1995).

O vídeo termina com cenas de ‘Pulp Fiction’ (1995), ‘Garota Interrompida’ (1999), ‘Requiem For a Dream’ (2000), e ’12 Anos de Escravidão’ (2013).

Lembrando que todos os filmes mencionados estão disponíveis no catálogo da plataforma.

Assista:

10 Filmes IMPERDÍVEIS do Festival do Rio 2019

Começou nesta segunda-feira, 09 de dezembro, a 21ª edição do Festival do Rio, um dos mais tradicionais eventos cinematográficos do calendário nacional. O evento tem seu pontapé inicial após estar ameaçado de cancelamento pela falta de apoio, o que gerou uma campanha de financiamento coletivo com mais de 2 mil colaboradores.

A programação reúne cerca de 200 filmes, entre nacionais e estrangeiros, de diversos gêneros e formatos. Diante de tanta opção, o CinePOP tratou de facilitar um pouco a vida dos cinéfilos e selecionou 10 dos longas imperdíveis do festival.

Vem ver a nossa lista!

 

ADORÁVEIS MULHERES

Aguardado novo filme da diretora Greta Gerwig (Lady Bird: A Hora de Voar), Adoráveis Mulheres é uma das apostas para o Oscar 2020. O longa é uma adaptação do clássico livro “Mulherzinhas”, de Louisa May Alcott, e tem como principal destaque o grande elenco com as presenças de Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh, Meryl Streep, Laura Dern, Timothée Chalamet e Louis Garrel. Indicado em duas categorias no Globo de Ouro: Melhor Atriz Drama (Ronan) e Melhor Trilha Sonora Original.

 

O FAROL

Após o impactante terror A Bruxa, o diretor Robert Eggers chega com seu mais novo trabalho: O Farol. Após exibição na Mostra de São Paulo, o longa estrelado por Robert Pattinson e Willem Dafoe passará no Rio de Janeiro. A história de dois guardas de farol em uma ilha remota de New England é produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira e conquistou o prêmio de Melhor Filme da FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2019. O filme está bem contato para o Oscar 2020 e recebeu cinco indicações para o Independent Spirit Awards. Leia a nossa crítica do filme.

 

O ESCÂNDALO

Nicole Kidman, Margot Robbie e Charlize Theron. Só esse trio de protagonistas já é motivo mais do que suficiente para ver O Escândalo, um dos filmes bem cotados para o Oscar 2020. Dirigido por Jay Roach (Trumbo – Lista Negra), o longa conta a história real dos casos de assédio envolvendo o todo-poderoso da Fox News Roger Ailes, vivido por John Lithgow. O elenco conta ainda com as presenças de Allison Janney, Alice Eve, Jennifer Morrison e D’Arcy Carden. A produção recebeu duas indicações ao Globo de Ouro: Melhor Atriz Drama (Theron) e Melhor Atriz Coadjuvante (Robbie).

 

RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e premiado como Melhor Roteiro na mostra competitiva do Festival de Cannes, Retrato de Uma Jovem em Chamas é outro destaque do evento. Dirigido por Céline Sciamma, o longa acompanha uma jovem pintora na França do século XVIII. Ela recebe a missão de pintar em segredo um retrato de uma mulher prestes a se casar. As duas acabam desenvolvendo uma relação cada vez mais próxima, que as levam a questionar suas possibilidades e o que o mundo espera de cada uma delas. Um belo trabalho das atrizes Noémie Merlant e Adèle Haenel.  

 

OS MISERÁVEIS

 

Apesar do reconhecimento internacional, Retrato de Uma Jovem em Chamas não tem chances de ser indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional de 2020. E o motivo é justamente Os Miseráveis, escolhido como representante da França para a premiação. Vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes (dividido com Bacurau), o longa, apesar do nome, não é mais uma adaptação do clássico de Victor Hugo, embora o título esteja diretamente relacionado ao mesmo. A trama se passa nos subúrbios de Paris, justamente na região em que acontece o romance. Aqui, membros do Esquadrão Anti-Crime se veem diante de uma disputa de gangues e de mobilizações sociais pela cidade.

 

O CASO RICHARD JEWELL

O Caso Richard Jewell é o mais novo trabalho do cultuado diretor Clint Eastwood, e é uma das apostas para o Oscar 2020. O filme conta a história real de um segurança que impede um atentado durante as Olimpíadas de Atlanta, em 1996. Após se tornar um herói, ele passa a suspeito principal do crime, mas sempre jura sua inocência. O elenco conta com Paul Walter Hauser, Sam Rockwell, Kathy Bates, Jon Hamm e Olivia Wilde. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Bates).

 

JOJO RABBIT

Mais novo filme do diretor Taika Waititi (Thor: Ragnarok), Jojo Robbit também é aposta certa na temporada de premiações do ano. Vencedor do Festival de Toronto 2019, o longa se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha a história de um jovem garoto nacionalista que descobre que sua mãe está abrigando uma garota judia em seu sótão. Em meio a tudo isso, o menino ainda tem que lidar com seu amigo imaginário, Adolf Hitler. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme – Comédia/Musical e Melhor Ator – Comédia/Musical (Roman Griffin Davis). O elenco conta ainda com Scarlett Johansson e Sam Rockwell.

 

A FEBRE

Um dos filmes brasileiros mais premiados do ano. A Febre acaba de sair do Festival de Brasília com os troféus de Melhor Filme, Melhor Direção (Maya Da-Rin) e Melhor Ator (Regis Myrupu). Antes disso, já havia levado prêmios em Locarno, Biarritz, Pingyao e Chicago. A trama acompanha Justino (Myrupu), um indígena de meia idade que trabalha como segurança no porto de Manaus. Adaptado há anos na vida urbana, ele começa a sentir cada vez mais falta de sua aldeia. Enquanto lida com a perda recente da esposa e com o fato dos dois filhos terem crescido e seguido caminhos próprios, ele descobre uma febre constante.

 

UMA VIDA OCULTA

O diretor Terrence Malick não é para todo mundo. Muita gente considera seus filmes lentos e com problemas de ritmo. No entanto, é inegável que seu cinema produziu preciosidades como Cinzas no Paraíso, Além da Linha Vermelha e A Árvore da Vida. Se você acha chato tudo que ele faz, talvez Uma Vida Oculta não seja uma boa escolha. Agora, se você se envolve com o estilo e com o conteúdo da autor, aqui está uma boa oportunidade de conferir seu mais novo projeto. Matthias Schoenaerts, Michael Nyqvist, August Diehl e Bruno Ganz formam o elenco principal.

 

FIM DE FESTA 

Outra aposta do cinema nacional no Festival do Rio é Fim de Festa, mais novo trabalho do diretor Hilton Lacerda, o primeiro desde o incrível Tatuagem. Todo passado durante um carnaval no Recife, o longa acompanha um policial que antecipa o fim de suas férias para investigar o assassinato de uma jovem turista francesa na cidade. Durante a investigação do caso, o policial acaba se deparando com semelhanças com sua própria história. O elenco conta com Irandhir Santos, Suzy Lopes, Gustavo Patriota e Hermila Guedes

‘O Homem de Aço 2’: Henry Cavill revela o que gostaria que o Superman fizesse na sequência

Henry Cavill interpretou o icônico Superman em apenas dois filmes do panteão DCHomem de AçoLiga da Justiça e, apesar de boatos indicarem que ele não voltará a viver o personagem nas telonas, o ator já deixou claro que isso não é verdade.

Mesmo que Cavill esteja focado em outros grandes projetos, ele ainda tem algumas ideias de como a franquia focada em seu personagem pode seguir, principalmente se tiver chance de estrelar na sequência do filme-solo.

“Em Homem de Aço, particularmente, paramos no momento em que [o protagonista] encontrou seu lugar, ou estava tentando encontrar seu lugar, mas descobriu, no final das contas, que tinha se comprometido a algo que considerava horrendo: matar o último membro de sua espécie. Esse é um lugar para o qual gostaria de viajar com o personagem. Ele explorando o lado positivo de ser quem é”, ele comentou em uma recente coletiva de imprensa. “Não necessariamente a versão ‘caixa de chocolate’, mas passando por isso. O personagem que se torna um ícone de esperança e aproveitando essa experiência”.

Enquanto a continuação não ganha sinal verde da DC ou da Warner Bros., Cavill será o protagonista Geralt de Rivia em The Witcher, nova série da Netflix.

A 1ª temporada tem estreia marcada para o dia 20 de dezembro.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.