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Jamie Lee Curtis ensanguentada nas primeiras cenas da nova sequência de ‘Halloween’

Em comemoração ao Halloween, a atriz Jamie Lee Curtis divulgou um vídeo cheio de cenas inéditas dos bastidores da sequência de ‘Halloween‘, que mostra Laurie Strode totalmente ensanguentada.

As duas novas sequências, intituladas ‘Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘, estão sendo filmadas simultaneamente e estrearão no dia 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.

Assista:

A nova sequência trará diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards, Anthony Michael Hall, Judy Greer e Andi Matichak.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Por que [SPOILER!] não aparece em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’?

O texto abaixo contém SPOILERS! que podem estragar sua experiência em assistir ao filme.

Não prossiga!

O retorno de Edward Furlong como John Connor em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ pegou os fãs de surpresa, já que ele foi afastado das sequências desde sua primeira e única aparição, em ‘O Julgamento Final’ (1991).

No entanto, parece que o astro foi creditado no novo filme apenas como uma homenagem, já que o personagem é interpretado por Jude Collie e dublado por Aaron Kunitz, segundo o Comic Book Movie.

Logo no início do filme, há uma cena que se passa em 1998, quando John e Sarah Connor são emboscados por um novo modelo T-800, que cumpre sua missão e mata o garoto, impedindo-o de se tornar o líder da resistência contra a Skynet.

Esta é a única cena em que o personagem aparece, o que vai desagradar muitos fãs, que esperavam vê-lo como parte essencial da narrativa.

O curioso é que Furlong disse em uma entrevista o quanto esse retorno seria significante para sua carreira.

“Foi como uma bênção. Eu estava muito animado, sabe? Eu realmente estava tentando mudar minha vida quando me ligaram, então isso foi um incentivo. Foi como um presente, porque eu deveria fazer outro [filme da franquia], mas eu acabei estragando tudo, então eu estou orgulhoso.”, disse ele ao The Terminator Fans. 

Devido aos problemas com a lei e ao abuso de drogas, Furlong acabou sendo substituído por Nick Stahl em ‘O Exterminador do Futuro: A Rebelião das Máquinas‘ (2003).

Depois disso, Connor foi interpretado por Christian Bale e Jason Clarker em ‘O Exterminador do Futuro: Salvação’ (2009) e ‘O Exterminador do Futuro: Genesis’ (2015), respectivamente.

Lembrando queO Exterminador do Futuro: Destino Sombrioserá lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira as imagens promocionais:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

Saiba qual filme da Marvel deve trazer a primeira aparição dos ‘X-Men’

Segundo o WGTC, o icônico time de super-heróis conhecido como X-Men já tem data para fazer seu debut no Universo Cinemático Marvel

Os mutantes devem aparecer pela primeira vez em Os Eternos.

O filme terá uma cena pós-créditos ainda não detalhada que irá preparar o terreno para os novos personagens entrarem para o panteão, visto que os Eternos criaram o Gene-X e, dessa forma, permitiram a insurgência dos mutantes.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 6 de novembro de 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Especial Halloween | 10 Estrelas que Começaram a Carreira em Filmes de TERROR!

Quem disse que o terror não abre portas? Além do gênero fazer a carreira de diversos diretores, produtores, roteiristas e atores, também serve como escada para grandes astros darem seus primeiros passos.

Aproveitando o gancho do mês que mais gostamos (como bons fãs de terror), o CinePOP resolveu criar uma nova lista para o Dia das Bruxas, com algumas das maiores estrelas de Hollywood que começaram suas carreiras em filmes de terror – alguns bons e outros de qualidade duvidosa (afinal, quem nunca?). Vem conhecer, não esqueça de comentar e também confira abaixo nossa primeira lista – com os 10 atores que começaram as carreiras no terror.

Especial Halloween | 10 Astros que Começaram a Carreira em Filmes de TERROR!

Jennifer Aniston

Na vibe da comemoração dos 25 anos do lançamento da cultuada série cômica Friends, começamos a lista com ninguém menos que Jennifer Aniston, a Rachel em pessoa. Antes de protagonizar o icônico seriado da Warner, no entanto, a atriz teve um desafio maior do que fazer rir: gritar! Seu primeiro filme no cinema foi nada menos que O Duende (1993), longa que apresenta um antagonista tão ameaçador quanto Chucky, o Brinquedo Assassino, ao menos em sua estatura. Aqui, um Duende sádico e demoníaco inicia um banho de sangue em busca de seu amado pote de ouro.

Amy Adams

São nada menos do que seis indicações ao Oscar! Mas tamanho prestígio não impediu Amy Adams de começar a carreira num filme de terror de baixo orçamento. Uma curiosidade sobre a atriz é que pode ser dito que ela começou sua carreira tarde, em 1999,  quando já tinha 25 anos. E obviamente, demorou até se tornar uma protagonista reconhecida. Seu segunda longa foi o terror Horror na Praia Psicodélica (2000). A ideia aqui é até criativa, e brinca com um tipo de filme muito produzido na década de 1960, obras sobre festas na praia e surfe. O filme mistura este artifício com o gênero slasher, criando uma obra incomum do “terrir”.

Charlize Theron

Em cartaz como a voz de Morticia na nova animação A Família Addams, a vencedora do Oscar Charlize Theron é uma das atrizes mais quentes de Hollywood na atualidade. E ela pode voltar ao radar das premiações no ano que vem, já que lança em breve O Escândalo, drama que ela mesmo produziu e aborda um polêmico caso de abuso dentro de uma grande emissora norte-americana, com Nicole Kidman e Margot Robbie também no elenco. Voltando para 1995, em seu primeiro trabalho como atriz no cinema, Theron participou do trash Colheita Maldita 3: A Colheita Urbana. A boa notícia é que Charlize sequer possuía nome no filme, listada apenas como “Seguidora de Eli”, e não foi creditada pelo trabalho. Mas o que ela deve querer mesmo é o longa apagado de sua ficha.

Scarlett Johansson

Pronta para lançar dois filmes super elogiados que podem colocá-la na corrida por seu primeiro Oscar (História de um Casamento e Jojo Rabbit), a musa Scarlett Johansson teve um ano muito satisfatório em 2019. Fora do prestígio de produções de prêmios, ela marcou presença em Vingadores: Ultimato, filme que se tornou a maior bilheteria de todos os tempos, e se “despediu” de forma emocionante. E quando digo “despediu” é porque ano que vem ela lançará o primeiro filme solo da personagem Viúva Negra. Scarlett começou a carreira ainda bem miúda, e quando fazia a transição para se tornar uma bela mulher, na adolescência, participou do divertido Malditas Aranhas (2002), sobre, bem, aranhas gigantes atacando uma cidadezinha. Ela interpreta a filha da xerife, e sua cena se vingando do namorado é uma das melhores do filme.

Kristen Stewart

Musa teen devido ao sucesso da franquia Crepúsculo, Kristen Stewart deu a volta por cima, participando de projetos mais alternativos, mirados ao circuito cult. Trabalhou com cineastas europeus e ganhou até prêmios. Este ano ela volta ao cinemão pipoca entretenimento com As Panteras, reboot da franquia baseada no seriado 70s.  Fora isso, no início de 2020 a atriz estreia Ameaça Profunda, terror sobre uma equipe de pesquisadores numa base subaquática que após um terremoto se deparam com algo nas profundezas.

Stewart não é estranha ao gênero, e ainda na adolescência, aos 13 anos ,em seu terceiro trabalho creditado (no ano seguinte de O Quarto do Pânico), participou de Garganta do Diabo (2003), filme sobre uma família em uma casa que esconde segredos terríveis – ela interpreta a filha de Sharon Stone e Dennis Quaid. Mais velha, aos 17, agora protagonizando, ela estrelou Os Mensageiros (2007), igualmente sobre presenças malignas em uma grande casa para onde uma família se muda.

Julia Louis-Dreyfus

Imortalizada como a Elaine do seriado Seinfeld (1990-1998), Julia Louis-Dreyfus recuperou o sucesso nesta nova fase de sua carreira, conseguindo emplacar numa nova série como protagonista. Trata-se do sucesso Vice (2012-2019), uma das produções televisivas mais elogiadas e premiadas dos últimos anos. Na trama, ela vive uma senadora que vai escalando na vida política e tornar-se vice-presidente, e até mesmo presidente dos EUA ao longo das sete temporadas. Como nem tudo no cinema e TV é glamour, antes de estrelar Vice e até mesmo antes de Seinfeld, Louis-Dreyfus dava seus primeiros passos como atriz e para isso escolheu um longa para o cinema. E não apenas isso, um terror que viria a se tornar cult – em especial devido a sua sequência considerada um dos piores filmes já feitos. Dreyfus, no entanto, esteve presente no primeiro, Troll – O Mundo do Espanto (1986). Sua sequência foi lançada em 1990.

Angela Bassett

Uma das atrizes mais belas e representativas que já passaram por Hollywood, Angela Bassett tem uma história importante, abrindo portas para atrizes negras nos EUA. Sua carreira começou ainda na década de 1980, e em 1994, ela foi indicada ao Oscar por interpretar a icônica Tina Turner na biografia Tina – filme que lhe rendeu o Globo de Ouro no mesmo ano. Mas como muitos atores de Hollywood, a veterana Angela Bassett iniciou sua carreira em um filme de terror.

Em nossa lista dos astros que começaram a carreira em terror, falamos sobre Leonardo DiCaprio ainda na adolescência protagonizando Criaturas 3. Pois bem, Angela Bassett já havia feito inúmeras participações em séries de TV e filmes feitos para a TV, mas no cinema, seu quinto trabalho foi em Criaturas 4 (1992), a continuação do filme de DiCaprio que ninguém pediu. E não apenas isso, antes de Jason X, os produtores desta franquia decidiram levar as criaturas peludas e mortíferas para o espaço, dando uma de Alien, e Bassett estava lá como parte da equipe da nave.

Renée Zellweger

Esquecida dos holofotes por um bom tempo, e acusada de excesso de plásticas, Renée Zellweger foi aos poucos recobrando seu espaço até chegar novamente na boca da grande mídia. Depois de sumir do cinema e TV por seis anos, ela lançou O Bebê de Bridget Jones em 2016, e este ano voltou com tudo, protagonizando a série melodramática Dilema (que chamou bastante atenção), da Netflix, e está no radar de premiações com Judy, biografia da lendária Judy Garland. Mas antes de explodir e se tornar uma estrela com Jerry Maguire – A Grande Virada (1996), filme indicado ao Oscar, Zellweger esteve numa produção de horror que lhe deu muita dor de cabeça.

Na outra matéria eu havia comentado que o filme O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno (1994), quarto filme da franquia, tentou capitalizar em cima do recém adquirido sucesso de Matthew McConaughey em Tempo de Matar (1996). Pois bem, o mesmo aconteceu com Zellweger, presente no mesmo filme, no papel da mocinha atormentada pelo vencedor do Oscar. Assim como o ator, os advogados da estrela impediram o relançamento do longa. Vale lembrar que Renée também é uma atriz vencedora do Oscar (por Cold Mountain, 2004).

Naomi Watts

Indicada duas vezes ao Oscar (21 Gramas e O Impossível), Naomi Watts já trabalhou com diretores como Peter Jackson, Woody Allen, Noah Baumbach, e deu vida inclusiva à Princesa Diana no cinema. Em breve, a estrela encabeçará o elenco de uma série derivada de Game of Thrones, ainda sem título oficial. Em seu início de carreira, no entanto, ela não escapou do terror em seu currículo. Assim como outra loira mega prestigiada, Charlize Theron, Watts foi batizada pela franquia trash Colheita Maldita, participando do episódio seguinte ao de Theron, a parte 4, subtitulada O Encontro (1996) – este lançado direto em vídeo. Mas ao contrário da colega (que sequer foi creditada no seu), Watts deu azar e foi a protagonista aqui. Uma curiosidade é que anos depois, justamente um filme de terror seria o responsável por transformá-la numa estrela, o remake americano de O Chamado (2002).

Rooney Mara

Atriz mais jovem da lista, e com o currículo menos extenso, o feito de Rooney Mara não deixa de ser impressionante, afinal quantas atrizes podem ser consideradas estrelas com uma filmografia de 34 créditos, iniciada em 2005. Bem, Mara pode, e já tem inclusive duas indicações ao Oscar (Os Homens que Não Amavam as Mulheres e Carol). No mesmo ano em que chamou atenção de David Fincher e terminou descolando um papel em A Rede Social (2010), Rooney Mara foi a protagonista Nancy do remake do clássico slasher A Hora do Pesadelo. O filme não emplacou como deveria, mas antes disso, Mara havia estreado numa participação em outra franquia conhecida do terror. Em Lenda Urbana 3: A Vingança de Mary (2005), protagonizado por sua irmã Kate Mara e lançado direto em vídeo, Rooney participou como uma figurante na sala de aula, ainda creditada com seu nome de batismo, Patricia Mara.

‘Os Parças 2’: Simone solta a voz em novo clipe da sequência; Assista!

A Paris Filmes divulgou um novo clipe da sequência ‘Os Parças 2‘, com a cantora Simone, da dupla Simone & Simaria.

Confira:

Cris D’Amato (‘S.O.S. Mulheres ao Mar‘) assina a direção.

Fugindo de problemas, um locutor de loja de varejo, dois trambiqueiros e um técnico de informática atrapalhado são obrigados a participar de um golpe. Eles são chantageados por Mário, um vigarista que se aproveita da boa-fé alheia para ganhar dinheiro. O desafio é nada mais nada menos do que montar uma firma de casamento para produzir a festa da filha do maior contrabandista da Rua 25 de Março, o temido Vacário.

O elenco conta com Whindersson Nunes, Tom Cavalcante, Bruno de Luca e Tirullipa.

A comédia nacional será lançada nos cinemas no dia 14 de novembro.

Crítica | Os Parças – Quando tudo dá errado (Nota: 2.0)

 

 

INÉDITO! Jaime Foxx dança fantasiado de Michael Myers nos bastidores de ‘Em Ritmo de Fuga’

Para celebrar o Halloween, o diretor Edgar Wright divulgou um novo vídeo divertido dos bastidores do longa ‘Em Ritmo de Fuga‘, com o ator Jamie Foxx dançando fantasiado como o icônico Michael Myers.

Confira:

Sucesso nas bilheterias, ‘Em Ritmo de Fuga‘ arrecadou ótimos US$ 226.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 34 milhões.

A sequência já recebeu sinal verde e o diretor revelou que o novo filme trará novos personagens além dos já conhecidos.

Crítica | O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio – Um filme de ação de tirar o fôlego

O Exterminador Mexicano

O México sempre figurou nas mais diversas produções Hollywoodianas. Mas após as polêmicas na administração de Donald Trump, o país vizinho dos EUA ganhou nova conotação. Agora, é impossível olharmos para qualquer produção que dê foco ao país com os mesmos olhos – afinal, uma obra cinematográfica é um atestado artístico e passa uma mensagem, mesmo que de forma não tão explícita ao grande público.

Recentemente, por exemplo, tivemos uma controvérsia cercando o novo Rambo – Até o Fim (em cartaz nos cinemas pelo mundo), onde na trama, o veterano de guerra vivido por Sylvester Stallone parte para se vingar de bandidos mexicanos que fizeram sua sobrinha de escrava sexual, sequestrando-a. Não tenho certeza se a polêmica é justificada, uma vez que sua sobrinha Gabrielle (papel da bela jovem Yvette Monreal), sua companheira (Adriana Barraza) e uma jornalista (Paz Vega) estão presentes para contradizer a afirmação de que todos os mexicanos são bandidos esterotipados. Bem, o mesmo argumento pode ser feito pelos detratores em relação a Os 3 Infernais, novo terror em que Rob Zombie leva seus psicopatas americanos para um confronto com criminosos mexicanos.

Com o novo O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, o grande foco da trama é também o México. É no país que a bela (e extremamente sarada) Grace – a nova exterminadora parte humana -, vivida por Mackenzie Davis, cai. No local, ela precisa encontrar e proteger Daniella Ramos (a colombiana Natalia Reyes), uma jovem mexicana. Dani é a Sarah Connor da vez, isto é, futura mãe do líder da resistência contra as máquinas. Até mesmo o exterminador inimigo aqui é mexicano, papel do americano de descendência mexicana Gabriel Luna.

Além desta forte representatividade racial, o novo Exterminador aposta na diversidade feminina, colocando nos holofotes três protagonistas mulheres guiando esta superprodução Hollywoodiana. Este é, sem dúvidas, um dos aspectos mais satisfatórios do blockbuster – subverter uma franquia essencialmente masculina, dando ênfase a personagens tão fortes quanto.

E para os que acharam que o último exemplar, Gênesis (2015), caprichou na nostalgia, o novo Destino Sombrio segue pelo mesmo caminho – mas de forma muito mais bem inserida na trama. Temos, por exemplo, a volta de uma jovem caçada por motivo de uma vindoura maternidade, como no primeiro filme de 1984. E para protegê-la de um vilão que não pode ser parado, uma personagem que é, em partes, humana. Do segundo filme temos o vilão, dando um passo além do T-1000 (Robert Patrick) em questão estética, conceito bacana e ameaça (acredite!). O novo longa funciona como terceira parte da franquia, esquecendo os três títulos anteriores (A Rebelião das Máquinas, de 2003; Salvação, de 2009, e o citado Gênesis).

Sendo assim, a participação de Linda Hamilton é irretocável, dando continuidade à durona que amamos de O Julgamento Final (1991). Sarah Connor é quem deveria ser, a evolução de sua personagem é criada de forma muito orgânica. O lance é que agora, Connor se torna coadjuvante de luxo da história, criando um apelo muito mais afetivo do que de fato possui importância na trama. Nada que afete o impacto de termos novamente Linda Hamilton saindo do ostracismo para chutar traseiros. Já Arnold Schwarzenegger mostra que seu T-800 se transformou mesmo em arroz de festa, precisando constar na franquia, sem adicionar muito além de alívio cômico.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio conta pela sexta vez a mesma história, e em matéria de roteiro não é inovador. Mesmo assim, funciona como terceira parte, realmente se mostrando a melhor continuação depois do segundo filme. Mas, se peca numa trama reciclada, acerta em algumas das melhores cenas de ação do cinema entretenimento dos últimos anos. Há muito tempo não víamos  a confecção de cenas que misturam harmoniosamente tensão, ameaça, empolgação, com a adrenalina de um domínio completo do cenário da ação. Ponto para Tim Miller, diretor de Deadpool, que mostra que não foi fogo de palha em seu primeiro longa.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio é um dos melhores filmes de ação, se formos avaliar apenas este quesito, dos últimos anos. As cenas são grandiosas e nos remetem ao cinema entretenimento em seus primórdios, em que os acontecimentos tinham peso e sentíamos pelos personagens, nos importando com o que vemos na tela. Em seu saldo final, o novo longa faz mais bem do que mal, e devido a suas inúmeras boas intenções se torna uma das melhores pedidas no terreno do cinema pipoca para este fim de 2019. E que o girl power be back!

É Halloween! Assista nossa matéria em uma Loja de Fantasias dos EUA

O editor-chefe Renato Marafon te leva para conhecer a maior Loja de Fantasias de Halloween de Hollywood, chamada ‘Hollywood Toys & Costumes‘.

Assista a matéria:

Entre as mais vendidas desse ano, está a fantasia sexy do palhaço Pennywise, de ‘It: A Coisa‘, para o Halloween. Mirou no Pennywise, acertou na Arlequina.

Você gostou?

 

 

 

Visitamos o hotel MAL-ASSOMBRADO que inspirou ‘O Iluminado’; Assista a experiência!

A Warner Bros. Pictures convidou o CinePOP para uma experiência pra lá de assustadora: ficar quatro noites hospedado no infame Stanley Hotel, local mal-assombrado que inspirou Stephen King a escrever ‘O Iluminado‘…

A experiência teve direito a aparições estranhas e coisas sinistras, que você pode conferir no vídeo abaixo:

Em 1903, o inventor de carros a vapor Freelan Oscar Stanley foi atingido por um ressurgimento da tuberculose com risco de vida. O tratamento mais recomendado na época era respirar o ar fresco e seco de uma altitude considerável. Ele subiu nas Montanhas Rochosas da cidade de Estes Park, a 2500 metros acima do mar. 

Em 1907, Stanley havia se recuperado completamente. Ele então decidiu transformar sua rústica casa nas montanhas em um Hotel, mesmo sabendo que o lugar havia sido construído em cima de um cemitério indígena.

Mesmo percebendo várias atividades paranormais no lugar, ele inaugurou o Stanley Hotel em 1910, na esperança de atrair consumidores milionários que buscavam um clima saudável. 

O Stanley Hotel abrigou as mais ricas personalidades da época, até que as atividades paranormais se intensificaram nos anos 70… e o local sofreu uma crise sem precedentes com a falta de hóspedes.

Se você procurar imagens do hotel na internet, encontrará inúmeras fotos com espíritos e entidades sinistras.

Foi em 1974 que o autor Stephen King ficou sabendo da tenebrosa história do hotel e decidiu se hospedar lá em plena temporada de inverno, quando o hotel fecha para hospedes.

Vale lembrar que o aguardado terror ‘Doutor Sono‘, sequência do clássico ‘O Iluminado‘, chega dia 7 de Novembro nos cinemas.

12 Filmes com Bruxas para o Halloween

Hoje é Halloween, popularmente conhecido como O Dia das Bruxas no Brasil. Aproveitando este gancho, a Disney acaba de lançar nos cinemas pelo mundo o mais novo filme em live-action com uma das bruxas mais famosas da história do cinema: Malévola. Novamente em carne e osso nas formas de Angelina Jolie, Malévola: Dona do Mal é a continuação do sucesso Malévola (2014), que adapta em versão com atores reais o longa animado A Bela Adormecida (1959).

Crítica | Malévola 2: Dona do Mal – Angelina Jolie poderosa em fantasia deslumbrante

Unindo o útil ao agradável, o CinePOP resolve pegar ambos os ganchos do lançamento de Malévola: Dona do Mal e o dia das bruxas, para homenagear estas mulheres que adoram fazer feitiços (mas nem sempre são más), com uma lista de doze filmes do gênero que você precisa assistir nesta época. Vem conhecer.

Crítica 2 | Malévola: Dona do Mal – A Bela acorda e o público adormece

O Mágico de Oz (1939)

Começando com um clássico dos clássicos, que se por acaso você ainda não tiver assistido, pare de tudo e vá procurar uma forma de ver esta obra lendária. Um dos mais importantes longas de fantasia da história do cinema, O Mágico de Oz é até hoje um verdadeiro fenômeno da cultura pop, indicado para seis Oscar – incluindo melhor filme – e vencedor de dois.

Judy Garland – que ganhou uma biografia este ano (filme que pode chegar até o Oscar do ano que vem) – estrela como Dorothy, uma jovem infeliz com sua rotina, que após um tornado em sua fazenda no Kansas vai parar no incrível mundo de Oz, onde conhece um Espantalho que precisa de cérebro, um Homem de Lata que precisa de um coração e um Leão que precisa de coragem. A antagonista aqui é a Bruxa Má do Oeste (Margaret Hamilton) – contando com a caracterização típica: pele esverdeada, chapéu pontiagudo e uma vassoura para voar.

Em 2013, o clássico ganhou uma pré-sequência, narrando como o Mágico de Oz foi parar em OZ e como Theodora viria a se transformar na Bruxa Má do Oeste. Oz: Mágico e Poderoso contou com direção de Sam Raimi, e James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz e Michelle Williams no elenco.

Suspiria (1977)

Filme quintessencial do mestre do horror Giallo, Dario Argento, Suspiria é o primeiro capítulo de sua chamada “trilogia das mães”, que explora diferentes covis de bruxas pelo mundo. O filme, no entanto, funciona perfeitamente bem sozinho, sem necessitar das continuações (inferiores). Aqui, é onde o cineasta atinge seu ápice artístico, brincando com psicodelia, cores e eleva a forma “assombrada” de seu cinema a outro patamar.

Na trama, uma jovem chega para estudar numa das mais renomadas escolas de dança clássica do mundo, situada na Alemanha. No local, estranhos acontecimentos vão escalando, testando a sanidade da protagonista. Aos poucos, ela vai descobrindo que a famosa escola é na realidade a fachada para um covil de bruxas. O longa de Argento foi refilmado em 2018 por seu conterrâneo, o igualmente talentoso Luca Guadagnino, e trouxe Dakota Johnson, Chloe Grace Moretz e Tilda Swinton à frente do elenco.

As Bruxas de Eastwick (1987)

Cult da década de 1980, As Bruxas de Eastwick reúne um timaço na frente das câmeras. E a direção não fica por menos, com a mão firme de George Miller – criador da franquia Mad Max. Na trama, três mulheres solitárias de uma pequena cidade, sonham com a chegada de um homem misterioso e sedutor, para lhes arrebatar. Seu desejo é atendido, e no local aparece Daryl Van Horne, a personificação do diabo em pessoa, interpretado por ninguém menos que Jack Nicholson.

As mulheres, uma morena (Cher), uma ruiva (Susan Sarandon) e uma loira (Michelle Pfeiffer) vivem em êxtase ao lado do sujeito, mas esta forma livre de amor logo é mal vista pelos conservadores habitantes do local, e elas começam a ser taxadas como “bruxas pecaminosas”. O filme funciona bem como crítica social, e fala como a hipocrisia e o falso moralismo podem ditar regras de vivência. Aqui, as bruxas são as protagonistas, e uma das mensagens é “muito cuidado com o que você deseja”.

Convenção das Bruxas (1990)

Clássico das tardes no SBT, este longa intitulado somente The Witches no original (“As Bruxas”) é baseado no livro de Roald Dahl – o mesmo autor de A Fantástica Fábrica de Chocolate. Aqui, as bruxas voltam a ser as vilãs da história, neste filme que mesmo sem ser de terror, assustou toda uma geração na infância. A trama mostra um covil de bruxas numa convenção secreta num hotel remoto, chefiadas pela Senhorita Ernst (papel de uma Anjelica Huston pré Morticia Addams).

De forma desavisada, um menino cruza seu caminho com as bruxas e descobre suas identidades, somente para ser transformado num ratinho. Ele precisará da ajuda de sua avó para desmascarar as mulheres demoníacas, voltar à forma humana e derrotá-las. A obra é dirigida por Nicolas Roeg, mais conhecido por comandar produções intensas do gênero, como Inverno de Sangue em Veneza (1973).

Um remake do longa está saindo do forno, a ser lançado ano que vem. A refilmagem trará Anne Hathaway no papel que foi de Huston (como a Bruxa principal), e Octavia Spencer, Stanley Tucci e Chris Rock no elenco. A direção é de Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro).

Abracadabra (1993)

Alguns filmes viram cult após seu lançamento. Este é o caso com Abracadabra (Hocus Pocus), longa juvenil da Disney que virou item obrigatório em todo Halloween. Os fãs pedem exaustivamente uma sequência, que poderia muito bem sair do papel, já que o trio de bruxas principal ainda está na ativa.

Na trama, as irmãs vividas por Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy são acusadas de bruxaria e executadas no Século XVII. Nos dias atuais (ou atuais em 1993), um trio de jovens curiosos desperta as bruxas acidentalmente, trazendo-as de volta à vida. Elas cantam, dançam, fazem piadas e, claro, voam em suas vassouras.

Jovens Bruxas (1996)

Com uma pegada mais dramática e de suspense/ terror, este longa moderniza a lenda de bruxas para os anos 1990. Assim, podemos esperar toda vibe da época presente no longa. Jovens Bruxas virou sucesso cult, e conta a história de três amigas excluídas socialmente, que sofrem bullying de diferentes formas e são apelidadas de bruxas pelos colegas de escola. Rochelle (Rachel True) sofre preconceito por ser negra; Bonnie (Neve Campbell) por suas cicatrizes nas costas; e Nancy (Fairuza Balk) por ser exótica. O trio acolhe a menina nova do colégio, Sarah (Robin Tunney), e formam um culto.

Logo, o quarteto está testando seus encantos – que tem muito a ver com a Deusa da Natureza Manon – para se vingar daqueles que as atormentam. Mas as coisas começam a sair do controle. Jovens Bruxas inspirou o seriado Charmed, transformando as amigas em irmãs. Seriado este que ganhou recentemente um reboot.

Da Magia à Sedução (1998)

Voltando a um terreno mais light, aqui temos uma comédia romântica despretensiosa, cujo maior mérito na época foi juntar as estrelas Sandra Bullock e Nicole Kidman, ambas na crista da onda. O que não impediu este longa leve como uma pluma de ter sua legião de fãs. No filme, Kidman e Bullock vivem irmãs bem diferentes, adeptas de tal “religião”. Elas vêm de uma linhagem de bruxas e moram com as tias, que passaram seus ensinamentos na área para as sobrinhas.

Enquanto Bullock é uma mãe solteira responsável, Kidman é a “porra louca” da família, sempre se metendo em encrenca com namorados abusivos. O último caso da personagem, chega para puxar toda a família, em especial Bullock, numa enrascada com ela, após a morte acidental do sujeito. O longa é baseado num livro.

A Bruxa de Blair (1999)

Este é o filme que deu o pontapé inicial, ou quem sabe popularizou, o subgênero found footage no cinema. O estilo é aquele quando o que vemos em tela é o que um dos personagens filmou com uma câmera amadora. Na trama, um trio de amigos documentaristas, dois rapazes e uma moça, saem pelo interior dos EUA a fim de descobrir a verdadeira lenda por trás da Bruxa de Blair. E o que eles encontram é simplesmente assustador.

Muitos jovens de hoje não conseguem entender o impacto que esta obra teve, numa época em que a internet ainda estava em seus primórdios. A história foi vendida como real, e muitos foram assistir ao longa comprando tal ideia. E justamente por isso, ele é criado na forma mais crua possível. A maior parte do filme mostra os pseudo cineastas investigando sobre a lenda e aprendendo sobre os fatos aterradores, mas é no final onde a coisa pega fogo, deixando tudo para a nossa imaginação e nada de forma explícita.

A Feiticeira (2005)

Voltamos para o terreno do humor, num filme novamente protagonizado por Nicole Kidman, alguns anos depois de viver uma bruxa em Da Magia à Sedução. Aqui ela dá vida ao clássico programa de TV A Feiticeira (1964-1972), um dos mais famosos de todos os tempos, que ajudou a popularizar com força a televisão. A ideia por trás do longa, no entanto, foi bem ousada, o que talvez tenha afastado os fãs do programa icônico.

Aqui, ao invés de simplesmente adaptar o seriado, a trama mostra produtores e um ator em decadência criando um revival da série. E para isso, buscam a pessoa perfeita para interpretar a protagonista Samantha, imortalizada por Elizabeth Montgomery. Terminam por achar Isabel (Kidman), uma bruxa de verdade, que também possui sua própria família disfuncional.

As Senhoras de Salem (2013)

Melhor e mais assustador trabalho da carreira do cineasta Rob Zombie (que lança em breve seu mais novo filme nos cinemas, Os 3 Infernais), este é o único em seu currículo onde ele utiliza elementos sobrenaturais, deixando seus costumeiros psicopatas e palhaços descansarem.

O que Zombie cria é uma obra muito barra pesada, com momentos para lá de macabros, que te fará dormir de luz acesa por um bom tempo. Na trama, uma DJ em uma rádio (papel da esposa do diretor, Sheri Moon Zombie) recebe uma estranha encomenda, um disco antigo com gravações de cantigas ancestrais. Ela resolve tocar a gravação no programa, despertando assim um mal inenarrável, junto com um covil de bruxas em seu prédio.

As Bruxas de Zugarramurdi (2013)

Mistura de terror e comédia, esta é uma produção espanhola em clima de filme Hollywoodiano. Comandado pelo criativo Álex de la Iglesia (O Bar), a trama é uma espécie de Um Drink no Inferno (1996) com bruxas. Na história, um grupo de assaltantes armados está em fuga após seu último roubo a um banco. Buscando refúgio, eles encontram abrigo numa antiga casa, recebidos por algumas mulheres. O que eles não desconfiam é se tratar de uma família de bruxas, em vias que iniciar um ritual milenar.

Frenético e completamente insano, o filme conta com a veterana Carmen Maura e a estonteante Carolina Bang, esposa do cineasta, no elenco.

A Bruxa (2015)

Unanimidade entre os fãs de terror, A Bruxa é considerado por muitos o filme mais assustador, e o melhor do gênero na década. Na trama, uma família isolada numa área rural de New England, em 1600, sofre com possíveis forças de bruxaria, magia negra e possessão. No meio de tudo está a filha mais velha da família, Thomasin – papel divisor de águas para a jovem talentosa Anya Taylor-Joy.

O diretor aqui é outro chamariz. Robert Eggers se tornou um dos nomes mais proeminentes do gênero na atualidade, e seu novo trabalho O Farol (The Lighthouse) é aguardado com entusiasmo, após fazer sucesso em festivais pelo mundo.

Bônus:

The Love Witch (2016)

O filme mais desconhecido da lista, e que ainda não foi lançado no Brasil, o longa fala sobre uma bruxa moderna que usa feitiços e magia para fazer os homens se apaixonarem por ela. É claro que as bruxarias terão consequências mortais. The Love Witch foi escrito e dirigido pela cineasta Anna Biller, e ter uma mulher por trás desta história faz toda a diferença.

Protagonizado pela estonteante Samantha Robinson, a graça do filme está em sua estética e narrativa – toda apresentada como se saída diretamente da década de 1970, seja pela fotografia, edição, figurinos ou direção de arte.

13 Filmes para Assistir Neste Halloween

O Halloween finalmente chegou e, além das diversas tradições que até mesmo nossa cultura abraçou como própria, é de praxe que comecemos a pensar em algumas obras audiovisuais para assistirmos (ou reassistirmos) durante o feriado mais místico do ano.

Como já dizia a cultura celta – e as vertentes da bruxaria moderna -, a época do Dia das Bruxas, também conhecida como Samhain, é o momento do ano em que a linha divisória entre o mundo terreno e o mundo espiritual torna-se mais frágil e permite que haja uma interação muito maior que nos outros meses.

Acreditando ou não na mitologia wicca, é inegável dizer que o período entre os últimos dias de outubro e os primeiros de novembro clamam por histórias de terror, fantasias bem elaboradas, gostosuras e travessuras e um bom e velho filme.

Para isso, separamos uma eclética lista com treze longas-metragens imperdíveis para as próximas semanas. Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu filme de Halloween favorito!

PARANORMAN (2012)

A produtora conhecida como Laika tem uma habilidade inegável e automaticamente reconhecível de transformar as histórias mais simples em grandiosas aventuras coming-of-age lideradas por personagens complexos e nem um pouco convencionais. E é claro que isso não seria diferente com a divertida animação ParaNorman.

O filme não traz em um mesmo cenário um grupo de criaturas fantásticas e que até hoje permeiam o imaginário popular, e sim zumbis, fantasmas e bruxas. A trama gira em torno do jovem médium Norman Babcock, que se torna o único que pode salvar a condenável cidadezinha de Blithe Hollow de perecer nas garras da temida bruxa Aggie Prenderghatst.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

É claro que essa preciosidade da Laika também não poderia ficar de fora da nossa lista: o longa animado Coraline e o Mundo Secreto caiu no gosto popular instantaneamente e tornou-se um clássico atemporal que, mesmo dez anos depois, continua revolucionário e tirando o sono dos espectadores mais assustados.

A tenebrosa jornada de Coraline Jones convida o público a visitar um mundo paralelo habitado por pessoas com botões substituindo olhos, uma versão interessante e aparentemente convidativa da realidade que conhecemos. Entretanto, à medida que a heroína vai descobrindo os segredos daquele místico lugar, ela percebe que está sendo atraída para uma mortal armadilha.

BATTLE ROYALE (2000)

Muito antes de Jogos Vorazes, o diretor Kinji Fukasaku já nos apresentava a uma terrível distopia intitulada Battle Royale. O longa japonês, baseado no romance homônimo assinado por Koushun Takami, foi banido de diversos países por sua controversa temática e suas explícitas cenas de violência – levando a equipe a receber um processo que nunca foi seguiu em frente.

A obra gira em torno de um grupo de adolescentes que é levado a uma longínqua ilha e é forçado a lutar até a morte por uma emenda intitulada “BR-ACT”, que visa controlar a rebelde juventude da sociedade atual. Dessa forma, apenas um poderá sobreviver, e pior: dentro de apenas três dias, ou o totalitário governo responsável pela emenda irá eliminar as vítimas restantes.

UM LUGAR SILENCIOSO (2018)

A princípio, Um Lugar Silencioso tinha tudo para se tornar um longa-metragem vazio e completamente sem nexo – isso sem falar em uma cópia de qualquer futuro pós-apocalíptico levado para as telonas. Felizmente, o diretor e ator John Krasinski se utilizou do minimalismo cênico para entregar uma das melhores produções do ano passado, que inclusive o colocou em um promissor patamar como cineasta.

A trama segue uma família do Meio-Oeste dos Estados Unidos que é perseguida por uma entidade alienígena atraída pelo mais sutil dos sons. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto e a qualquer custo – mesmo que isso signifique um isolamento total.

HALLOWEEN (1978-2018)

A saga Halloween possui uma das maiores fanbases da história do cinema e não é por menos: o nome Michael Myers tornou-se conhecido desde sua primeira aparição no longa original de 1978, dirigido por John Carpenter, e já foi trazido tantas vezes de volta à vida que é impossível contar quantas vezes Laurie Strode e sua família já tentou destruí-lo de uma vez por todas.

O longa é focado em Michael, uma problemática criança que assassinou sua família inteira e desde então permaneceu trancado em um manicômio. Isso é, até conseguir escapar para reiniciar seu reino de terror. A franquia teve inúmeras sequências, sendo rebootada por Rob Zombie em 2007 e retomada desde o princípio no ano passado (com duas sequências já confirmadas).

PÂNICO (1996-2011)

Qual o seu filme de terror favorito?

Wes Craven é um dos nomes mais conhecidos e mais revolucionários do gênero slasher, não apenas por criar personagens icônicos (leia-se Freddy Krueger e Ghostface), mas também por reinventar a si mesmo das formas mais inesperadas possíveis.

É partindo dessa concepção que Craven criou Pânico, uma das primeiras sagas cinematográficas que usou e abusou da metalinguagem narrativa para arquitetar uma narrativa sanguinolenta e movida pela pura sociopatia. É claro que, em quinze anos de existência, Craven deslizou aqui e ali – mas, no geral, revitalizou os contos de terror com uma deliciosa irreverência estética.

ABRACADABRA (1993)

Apesar de não ter feito muito sucesso à época do lançamento, são poucas as pessoas que ainda não assistiram à Abracadabra. A aventura de baixo orçamento comandada por Kenny Ortega é revisitada sempre que possível e não pode ser deixada de lado nas listas de Halloween – seja por suas icônicas sequências, seja por sua envolvente atmosfera sobrenatural.

Aqui, três irmãs outrora enforcadas por bruxaria são trazidas de volta à vida no Halloween para mais uma noite de caos. Elas têm apenas algumas horas para encontrar uma criança e sugar sua energia para se tornarem imortais, mas tem como principal obstáculo um grupo de jovens e um gato falante que farão de tudo para impedi-las.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

É estranho olhar para Halloweentown e não compreender como Tim Burton não tomou as rédeas de O Estranho Mundo de Jack uma só vez. É claro que ele co-escreveu o roteiro ao lado de Caroline Thompson, mas foi Henry Selick quem conseguiu capturar a derradeira e infinita magia desse mundo para trazê-lo a vida.

O operístico musical gira em torno de conhecidos personagens das histórias sobrenaturais, mais precisamente de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que sente que algo falta em sua vida para que ela fique completa. Ao descobrir uma passagem secreta para a Cidade do Natal, ele descobre as maravilhas desse espirituoso feriado e rapta Papai Noel para que os habitantes de seu vilarejo possam comemorar o evento de uma forma inesperada – e arrepiante.

A FAMÍLIA ADDAMS (1991, 1993)

Não temos como falar de Halloween sem ao menos mencionar A Família Addams; mas como uma simples menção não faz jus ao legado desse filme, precisávamos colocá-lo dentro de nossa lista – e, do mesmo jeito que Abracadabra, a obra não fez o sucesso prometido quando lançado há vários anos.

Dirigido por Barry Sonnenfeld, o longa se inicia quando um homem dizendo ser Funério, o irmão desaparecido de Gomez Addams, chega à casa da família trazendo uma nova alegria para o clã. Entretanto, Morticia começa a suspeitar que ele é uma fraude, visto que não se lembra detalhes de sua vida – e as coisas ficam ainda mais complicadas quando o suposto Funério consegue despejar os Addams da histórica mansão.

A NOIVA CADÁVER (2003)

Já ficou bem claro que a Laika é aficionada por narrativas distorcidas e obscuras que brincam com a tênue linha entre comédia, terror e drama. A Noiva Cadáver, também dirigido por Burton, não ficaria de fora dessa miscelânea que tangenciou a perfeição – elevando-se a um patamar de adoração generalizada em pouquíssimo tempo.

Ambientado na Inglaterra vitoriana, As famílias de Victor e Victoria estão arranjando seu casamento. Nervoso com a cerimônia, Victor vai sozinho à floresta para ensaiar seus votos. No entanto, o que ele pensava ser um tronco de árvore na verdade é o braço esquelético de Emily, uma noiva que foi assassinada depois de fugir com seu amor. Convencida que Victor acabara de lhe pedir a mão em casamento, Emily o leva para o mundo dos mortos, mas ele precisa retornar rapidamente antes que Victoria se case com o malvado Lorde Barkis.

INVOCAÇÃO DO MAL (2013, 2016)

Invocação do Mal é uma franquia ainda em expansão que poderia ceder às ruínas de um completo fracasso por apresentar uma narrativa excessivamente explorada por diversos filmmakers ao longo do anos – e desde os primórdios do cinema. Felizmente, a jornada de Ed e Lorraine Warren ganhou uma perspectiva nova com a incrível estética do diretor James Wan.

Talvez funcionando como uma reparação das tristes investidas do famoso caso de Amityville, a história é focada nos dois famosos demonologistas que viajam para o interior dos Estados Unidos para ajudar uma família aterrorizada por uma entidade demoníaca em sua fazenda, cuja backstory é mais trágica do que parece.

HARRY POTTER (2001-2011)

Quando pensamos em Halloween, imediatamente nos lembramos das bruxas: as lendárias e milenares criaturas humanas que se renderam às forças das trevas ganham ano após ano mais histórias cinematográficas, mas foi a saga Harry Potter que ofereceu uma das perspectivas mais interessantes e mais aventurescas da indústria audiovisual contemporânea.

Criada por J.K. Rowling, a jornada do bruxinho mais famoso de todos os tempos é ambientada na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e serve como metáfora para diversas análises raciais. Mas principalmente, esse mágico tour-de-force, do começo ao fim, iniciou com a constante batalha de Harry, Rony e Hermione contra o maligno Lord Voldemort e seus perigosos asseclas.

CONTOS DO DIA DAS BRUXAS (2007)

Parece óbvio deixar esse filme com maior destaque, mas são poucas as pessoas que realmente já ouviram falar de ou já assistiram a esse longa-metragem.

Dirigido por Michael Dougherty, a obra funciona como uma antologia centrada no mesmo universo – ou seja, numa pequena cidade norte-americana palco para diversos eventos sobrenaturais que ganham vida na noite do Dia das Bruxas. O interessante aqui é a forma como o roteiro, também assinado por Dougherty, funde tradição e modernizado em um mesmo pano de fundo, buscando referências clássicas da bruxaria e dos compilados celtas e trazendo-as para um thriller de tirar o fôlego.

Nostálgico e surpreendente, Contos do Dia das Bruxas talvez seja um dos melhores filmes de Halloween das últimas décadas e, ainda que imperceptivelmente, carrega consigo um maravilhoso legado que deveria ser melhor explorado. E talvez o mais interessante seja o entusiasmo com o qual cada membro da equipe técnica e performática trabalha com o que lhes é entregue, encontrando-se num beco sem saída a não ser para se render a uma incrível e apavorante história.

10 Grandes Filmes de Terror Nacionais Recentes

Aqui no CinePOP simplesmente adoramos filmes de terror. E como bons anfitriões, conhecemos bem nosso público e sabemos que vocês também são apaixonados por este tipo de filme que causa calafrios na espinha. Afinal não existe nada mais divertido do que sentir medo no escurinho do cinema.

Em comemoração ao Halloween, o CinePOP resolveu criar uma nova lista – tendo em vista a constante de produções nacionais recentes de qualidade que decidiram investir no terror e que vêm agradando crítica e público. Portanto, se você não conhece algum destes filmes, é hora de procurá-los para dar aquela força ao nosso cinema – assim permitindo que mais produções do gênero possam ser lançadas. Vem conhecer.

O Clube dos Canibais

Escrito e dirigido por Guto Parente, o longa tem estreia programada para este quinta-feira nos cinemas brasileiros. Exibido em Festivais Internacionais, como Rotterdam, na Holanda, e em Buenos Aires, o filme possui alto nível sexual e de violência. Na trama, um casal da alta sociedade brasileira possui um estranhíssimo hobby: eles fazem parte de um grupo secreto de canibais, e realizam jogos macabros que envolvem sexo e assassinatos. O filme funciona como crítica social. Já conferimos a obra e você pode conferir nossa crítica abaixo.

Crítica | O Clube dos Canibais – Macabro Filme de Terror Dialoga com ‘Bacurau’

Morto Não Fala

Protagonizado pelo ótimo Daniel de Oliveira (Aos Teus Olhos), o ator interpreta um funcionário de necrotério que possui o dom sobrenatural de se comunicar com os mortos. Em seu expediente na madrugada, ele ouve as histórias dos mortos que chegam ao local – a maioria vítima da violência urbana. Porém, o protagonista irá se deparar com uma informação sobre sua própria vida, e o perigo começa a rondar perto dele e de sua família. Igualmente exibido em Festivais do cinema fantástico e de terror pelo mundo, o filme estreia no próximo dia 10. Também já pudemos conferir a obra e a crítica você confere abaixo.

Crítica em Vídeo | Morto Não Fala – O Terror nacional que me fez VOMITAR…

As Boas Maneiras

Fortes representantes do gênero terror no Brasil, os diretores Marco Dutra e Juliana Rojas conseguiram atingir um patamar mainstream, fazendo com que cada vez um público maior tenha acesso aos seus filmes. Em partes, isso se deve ao resultado extremamente positivo que suas obras conquistam junto aos críticos. As Boas Maneiras é seu maior e mais ambicioso projeto, e também sua obra-prima. Esta é uma história de lobisomem diferente – dividida em dois atos, e que fala muito sobre maternidade e o que é ser mãe de verdade. Na primeira parte, com a personagem de Marjorie Estiano ainda grávida, o filme se concentra na amizade da mulher com a babá de seu futuro filho (vivida por Isabél Zuaa). Na segunda parte, é Clara (Zuaa) quem ganha os holofotes, criando o pequeno Joel (Miguel Lobo).

Festival do Rio | As Boas Maneiras – Terror sobre lobisomem vencedor do Festival do Rio

O Animal Cordial

Outra estrela do terror brasileiro atende pelo nome Gabriela Amaral – uma aficionada pelo gênero, sempre acrescentando muitos elementos sociais tipicamente brasileiros na mistura, para dar o peso, respaldo e seriedade necessários para que seus filmes possuam algo a dizer – e não é sempre melhor assim? Já entrevistamos a diretora e sua paixão pela arte e pelo gênero é inegável. Aqui, ela aposta num thriller de alto conceito, caprichando no gore, para realizar uma luta de classes dentro de um restaurante chique. Quando criminosos fazem todos no local de reféns, o dono, seus funcionários e os clientes se preparam para embarcar numa madrugada insana, regada a muito sangue e gore.

Crítica | O Animal Cordial – Terror nacional com muito gore e classificação de 18 anos

O Segredo de Davi

Elogidíssimo filme nacional, que conseguiu conquistar tanto crítica e (principalmente) público – embora infelizmente talvez não tenha feito o sucesso que merecia, ou sequer seja tão conhecido. Quem se destaca é o jovem Nicolas Prattes na pele do protagonista Davi, um jovem tímido, estudante de cinema, que devido a um trauma do passado reaceso, se torna um meticuloso serial killer e começa a fazer muito sucesso online.

Crítica | O Segredo de Davi – Um suspense poderoso que não foi feito para o grande público

Quando Eu Era Vivo

Aqui temos no elenco o que é provavelmente o nome mais inusitado do Brasil quando pensamos em um filme de terror: Sandy! Sim, isso mesmo, a irmã de Junior, da famosa dupla musical. Mas calma, é só percebermos os nomes envolvidos para darmos toda a credibilidade possível e imaginável. Com roteiro de Gabriela Amaral e direção de Marco Dutra, este filme é um assustador conto sobrenatural, que fala sobre perdas e traumas. Marat Descartes estrela como o um sujeito pra lá de depressivo, numa fase ruim da vida – tendo perdido o emprego e a esposa, e precisando voltar a morar com o pai, com quem não tem a mínima afinidade (papel do grande Antônio Fagundes). No local, o pai está alugando um quarto para a jovem estudante Bruna (Sandy). O protagonista então descobre objetos de sua falecida mãe e começa a adentrar o mundo da magia negra.

Gata Velha Ainda Mia

Escrito e dirigido pelo jovem Rafael Primot (também ator, e que deveria fazer mais filmes no estilo), o longa traz uma inspiradíssima Regina Duarte (uma de nossas grandes damas das artes) no papel de Gloria Polk, uma amargurada e decadente escritora veterana. Duarte é puro estado de glória (com o perdão do trocadilho) em um de seus melhores desempenhos nesta nova fase da carreira. Ela decide finalmente dar entrevista para uma jovem jornalista (papel de Bárbara Paz), que vive no mesmo prédio. Durante a entrevista, cujo foco é a decisão da autora em voltar a escrever após um longo hiato, a tensão começa a tomar conta do apartamento, fazendo as mulheres colidirem em um assustador jogo de gato e rato que irá tomar proporções cada vez maiores e descontroladas.

O Nó do Diabo

Um dos temas mais incômodos e ainda latentes em nosso país é a desigualdade social – que retrocede à época dos escravos. Este é o tema que mistura passado e presente numa fazenda de cana, local onde atrocidades contra os negros escravizados foram cometidas no passado e que marcaram tanto que continuam manchados no terreno do local. A tragédia ecoa até os dias de hoje, quando os moradores atuais presenciam estranhos acontecimentos. Criado na forma de antologia, o filme é dividido em cinco segmentos – todos utilizando a mesma temática.

Crítica | O Nó do Diabo – Uma história de horror brasileira

Sinfonia da Necrópole

Juliana Rojas, usual colaboradora de Marco Dutra, ficou de fora do projeto de Quando Eu era Vivo. Mas aqui a diretora vem sozinha, por conta própria, para entregar uma verdadeira pérola. Misturando terror, comédia e… musical (acredite!), a cineasta consegue criar um dos filmes mais verdadeiramente únicos de nosso cinema. Na trama, a vida de um coveiro muda radicalmente com a chegada de uma nova funcionária no cemitério, por quem ele se apaixona. Juntos, os dois trabalham remarcando túmulos abandonados, mas logo estarão presenciando estranhos e assustadores eventos – que são amenizados pelo uso de muita música e elementos de humor que deixam tudo bem divertido, mas sem esquecer o uso de temas sobrenaturais e do terror.

A Sombra do Pai

Menos explícito do que seu trabalho anterior, a diretora Gabriela Amaral novamente aposta numa crítica social e fala sobre como o trabalhador comum pode ser consumido por seu dia a dia robótico, realizando funções de forma mecânica, se tornando praticamente um zumbi sem tempo para ter emoções. E sim, esta é uma das maiores inspirações da diretora (que conversou com o CinePOP na época do lançamento do longa). Fanática por produções do tipo, principalmente os filmes do grande e saudoso George Romero, Amaral cria sua própria versão dos filmes de zumbi – contando a história de uma pequena menina, que perda a mãe e precisa ser criada pelo pai, cada vez mais distante e fora de si. Ao longo do filme, ganhamos referências aos clássicos do gênero.

Crítica | A Sombra do Pai – Mistura o terror do abandono e a fuga para o místico

10 Filmes de TERROR para você assistir na Netflix neste Halloween

O Halloween é comemorado mundialmente neste dia 31 de Outubro, e o CinePOP separou uma lista de filmes de terror para você assistir no aconchego da sua casa na telinha da Netflix.

Confira:

Verônica

O longa do diretor Paco Plaza, conhecido pela memorável franquia ‘[REC]’, tem uma trama bem genérica até, inspirada em um relatório real da polícia de Madri sobre um caso paranormal ocorrido em 1991: uma jovem brinca com magia oculta em um tabuleiro de Ouija, visando se comunicar com seu falecido pai, porém faz contato com um espirito demoníaco de plantão e acaba trazendo-o para sua casa, tendo então que proteger seus irmãos da terrível entidade. ‘Verónica’ não chega a ser um “pós-horror cabeça”, mas satisfaz com a simplicidade. Na escola de James Wan, o diretor Paco Plaza fez até o dever de casa.

Ouija – A Origem do Mal

Quando um filme de terror faz sucesso, a sequência é sempre uma certeza. E não seria diferente com ‘Ouija – O Jogo dos Espíritos‘, que foi lançado em 2014 e arrecadou US$ 103,5 milhões mundialmente. Como o primeiro filme não agradou a crítica, o estúdio teve uma sábia decisão de realizar uma pré-sequência que não tem conexão nenhuma com a história do anterior, tendo como único link a casa em que o primeiro filme se passa. E pasmem: ‘Ouija – Origem do Mal’ (Ouija: Origin of Evil) é um filme de terror divertidíssimo e repleto de bons sustos e cenas sinistras.

O principal acerto desse novo filme está em seu diretor. Enquanto o primeiro filme foi dirigido pelo inexperiente Stiles White em seu primeiro trabalho, esse é comandado pelo ótimo Mike Flanagan, que tem conquistado Hollywood com elogiados filmes como ‘O Sono da Morte’, ‘Hush: A Morte Ouve’ e ‘O Espelho’.

Um Drink no Inferno

Ano que vem o diretor Quentin Tarantino lança mais um filme: Era uma Vez em Hollywood. Quem quiser conhecer mais a fundo sua carreira, deve assistir a este filme único, que aborda a temática de vampiros de uma forma diferente. Escrito por Tarantino (que também protagoniza o longa ao lado de George Clooney) e dirigido por Robert Rodriguez, Um Drink no Inferno começa como road movie de sequestro e termina como um banho de sangue num bar.

Mama

O palhaço Pennywise atualmente está nos cinemas com a sequência de It: A Coisa. Então que tal um filme marcando a primeira parceria do diretor Andy Muschietti com sua estrela Jessica Chastain? Aqui, a atriz, portando uma peruca de madeixas curtas e pretas, vive uma roqueira que precisa tomar conta de duas meninas órfãs. A pegadinha é que as meninas chegam com um presente à tira colo: a entidade conhecida como Mama.

Terror em  Silent Hill

Uma das melhores adaptações de game para os cinemas. Terror em Silent Hill é um filme de terror psicológico dirigido por Christophe Gans, que conta a história de uma misteriosa doença de uma criança, uma mãe desesperada e uma cidade sinistra e deserta, envolvida em névoa, contaminada por segredos. O filme ganhou uma sequência extremamente inferior ao original, que passou batido nos cinemas.

Cam

Cam (Cam) é um surpreendente suspense que nos remete a alguns episódios do seriado inglês Black Mirror (2011-). A analogia é possível porque o filme, escrito por Isa Mazzei, aborda o trabalho de garotas se expondo na internet em busca de admiradores e contribuintes do seu show particular online, uma mistura de strip-tease e salas de bate-papo. O grande trunfo deste suspense é o roteiro bem coordenado e surpreendente, estimulador de um pensamento crítico sobre os próximos passos da humanidade em relação à internet. Além disso, Cam deve sua ousada narrativa à interpretação fabulosa da jovem Madeline Brewer.

Brinquedo Assassino 2

Voltar aos clássicos de tempos em tempos é necessário, por mais que a plataforma ofereça cada vez mais novas produções de qualidade do gênero. Brinquedo Assassino (1988) foi um enorme sucesso, justamente por subverter a fórmula dos filmes slasher ao apresentar um serial killer aprisionado através de magia negra dentro de uma figura inofensiva, um boneco sensação que todas as crianças almejavam ganhar na época. Com o sucesso, é claro que o sinal verde foi dado para a continuação. Desta vez, a história coloca o menino Andy, sobrevivente do primeiro, na casa de pais adotivos para um segundo round com o brinquedo Chucky. Quem rouba a cena aqui é Christine Elise na pele da rebelde Kyle, a irmã adotiva de Andy. O final na fábrica de bonecos é inesquecível.

O Bar

Voltando para obras mais recentes, o espanhol Álex de la Iglesia é um diretor que você precisa conhecer. Suas produções são tão bem trabalhadas, ao ponto de não ficarem devendo nada para as hollywoodianas. O cineasta foi responsável, por exemplo, por Balada de Amor e Ódio (2010) e As Bruxas de Zugarramurdi (parte do acervo Netflix por muito tempo). No criativo O Bar, tido como um dos melhores lançamentos da plataforma no ano passado, um grupo de desconhecidos bem diferentes fica preso dentro de um bar em Madrid. Iglesia também está em cartaz na Netflix com a comédia Perfectos Desconocidos, sobre um grupo de amigos num jantar descobrindo coisas uns dos outros das quais nunca imaginaram.

Corrente do Mal

Todo elogio é pouco para esta obra, e toda chance que tivermos de enfiar este terror numa lista, pode ter certeza de que o faremos. Uma das melhores coisas a acontecer no gênero nos últimos anos, Corrente do Mal é a inspirada criação de David Robert Mitchell que brinca e homenageia produções da década de 1970 e 1980, como Halloween de John Carpenter, enquanto dá seu recado mais que direto sobre o medo trazido pelas DST – a analogia é muito bem traçada. Corrente do Mal, no entanto, não é apenas brincadeiras e homenagens e sobressai como filme próprio de gelar a espinha. Uma noite romântica se transforma num pesadelo e Maika Monroe, a protagonista, brilha.

Creep

Se você prefere um terror mais intimista misturado com suspense gélido de um thriller, todo filmado no estilo de um documentário, a série Creep é a pedida. O primeiro filme, de 2014, apresenta um cinegrafista arrumando trabalho nos classificados, no qual precisa seguir e filmar um sujeito por um dia numa casa nas montanhas. Ao chegar no local, começa a perceber que seu contratante não é exatamente como ele pensava. Creep 2, de 2017, também faz parte do acervo Netflix.

Procurando o que ver no Halloween? James Gunn indica seus 50 filmes favoritos de terror

O divertido diretor por trás de Guardiões da Galáxia 1 e 2‘, James Gunn é também fã de carteirinha dos filmes de terror, tendo produzido e roteirizado alguns, como The Belko Experiment. Em sua página do Facebook, Gunn fez uma lista com os seus 50 filmes favoritos para assistir no Halloween:

No caso de você estar procurando por alguns filmes de terror para assistir nesta temporada do Dia das Bruxas, aqui estão alguns dos meus favoritos, em uma ordem de preferência. São filmes que você deve, obviamente, assistir primeiro. E devo notar, como de costume, esta é a MINHA lista de FAVORITOS. Isso não significa que estes são os melhores filmes do gênero. Eles são simplesmente os filmes de terror que tiraram o máximo de mim pessoalmente.

Confira a lista completa:

  1. Tubarão – Spielberg, 1975
    2. Audition – Miike, 1999
    3. Os Invasores de Corpos – Kaufman, 1978
    4. O Hospedeiro – Bong Joon-ho, 2006
    5. O Enigma de Outro Mundo– Carpenter, 1982
    6. Green Room – Saulnier, 2016
    7. Os Filhos do Medo – Cronenberg, 1979
    8. O Bebê de Rosemary – Polanski, 1968
    9. Medo – Kim Jee-woon, 2004
    10. Os Pássaros – Hitchcock, 1963
    11. Extermínio – Boyle, 2003
    12. Invasão Zumbi – Sang-ho Yeon, 2016
    13. House – Obayashi, 1977
    14. Jogos Mortais – Wan, 2004
    15. Vampiros de Almas – Siegel, 1956
    16. A Noite dos Mortos Vivos – Romero, 1968
    17. Eles Vivem – Carpenter, 1988
    18. Cloverfield – Reeves, 2008
    19. Cronos – Del Toro, 1993
    20. Piranha 3D – Aja, 2010
    21. A Tortura do Medo – Powell, 1960
    22. Mensageiro do Diabo – Laughton, 1955
    23. O Nevoeiro – Darabont, 2007
    24. Fome Animal – Jackson, 1992
    25. Todo Mundo Quase Morto – Wright, 2004
    26. Violência Gratuita – Haneke, 1997
    27. Troll Hunter – Ovredal, 2011
    28. Evil Dead II – Raimi, 1987
    29. O Iluminado – Kubrick, 1980
    30. O Abismo do Medo – Marshall, 2005
    31. Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos – Christensen, 1929
    32. O Sexto Sentido – Shyamalan, 1999
    33. Aliens – Cameron, 1986
    34. A Noiva de Frankenstein – Whale, 1935
    35. Martin – Romero, 1977
    36. Quando Chega a Escuridão – Bigelow, 1987
    37. Às Voltas Com Fantasmas – Barton, 1948
    38. Suspiria – Argento, 1977
    39. Zumbilândia – Fleisher, 2009
    40. King Kong – Shoedsack, Cooper, 1933
    41. Corra! – Peele, 2017
    42. Pânico – Craven, 1996
    43. Cemetery Man – Soavi, 1996
    44. Calafrios – Cronenberg, 1975
    45. Carrie, A Estranha – DePalma, 1976
    46. Basket Case – Henenlotter, 1982
    47. A Bolha Assassina – Russell, 1988
    48. Alien – Scott, 1979
    49. A Mosca – Cronenberg, 1986
    50. Prova Final – Rodgriquez, 1998

E aí, o que acharam dessa lista do Gunn? Comentem seus filmes favoritos para assistir no Halloween!

Atualmente o diretor anunciou a produção de Guardiões da Galáxia Vol. 3’, ainda sem data de lançamento definida, porém, só deve acontecer após ‘Os Vingadores 4’.

‘Jack Ryan’: 2ª temporada já está disponível na Amazon!

Para celebrar o Halloween, a segunda temporada de ‘Jack Ryan‘ foi lançada um dia antes do programado. Todos os episódios do segundo ano já estão disponíveis na plataforma do serviço de streaming.

“Feliz Halloween! Para celebrar, eu quis dar aos fãs de ‘Jack Ryan’ um pequeno presente! Quando vocês vão poder assistir a nova temporada? Que tal… agora!!! A segunda temporada foi lançada um dia antes.”

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

Série de terror belga ACLAMADA por Stephen King ganhará remake

De acordo com o Deadline, a Sky está desenvolvendo um remake da série de terror belga ‘Hotel Beau Séjour‘.

Recentemente, Stephen King aclamou a produção no Twitter: “Excêntrica, brilhante e estranhamente comovente. É uma série sobrenatural que irá agradar até mesmo aqueles que não gostam do tema.”

A trama conta a história da adolescente belga, Kato Hoeven. Na pequena vila de Lanklaar, em Limburg, perto da fronteira holandesa da Bélgica, Hoeven acorda no Hotel Beau Séjour e encontra um cadáver ensanguentado na banheira – o dela. Ela não tem lembrança do dia anterior à sua morte ou por que ela estava lá. Mas logo descobre que cinco pessoas são capazes de vê-la e se comunicar enquanto ela tenta desesperadamente descobrir quem foi o responsável por seu assassinato e por que a mataram.

Assista ao trailer:

Lynn Van Royen estrelou a produção original.

Novas informações sobre a adaptação devem ser divulgadas em breve.

‘The Witcher’: Após trailer, adaptação da Netflix ganha data de estreia

A Netflix finalmente divulgou quando a série ‘The Witcher‘, produção épica estrelada por Henry Cavill, irá estrear. A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 20 de dezembro.

Confira o novo trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Luke Cage pode ser resgatado em filme da Marvel, mas Mike Colter será reescalado

Há algumas semanas, rumores indicaram que a Marvel Studios pretende resgatar o Demolidor, Jessica Jones, e o Justiceiro para introduzi-los ao MCU.

Além disso, seus respectivos intérpretes: Charlie Cox, Krysten Ritter, e Jon Bernthal podem retornar aos seus papéis de origem.

E, de acordo com o We Got This Covered, Luke Cage também deve ser resgatado, mas Mike Colter, intérprete do personagem na série da Netflix, não foi convidado para reprisar o papel.

Ainda não se sabe qual será a importância do personagem no futuro do MCU, mas vale lembrar que ele já foi membro dos ‘Thunderbolts‘, e há grandes chances da equipe ser apresentada no filme da ‘Viúva Negra’.

Nos quadrinhos, os ‘Thunderbolts‘ são uma equipe de vilões reformados servindo ao governo em busca de redenção, assim como o ‘Esquadrão Suicida‘. Entre seus principais membros estão o Hulk Vermelho, Soldado Invernal, Motoqueiro Fantasma, e Barão Zemo.

Por enquanto, ainda não há nada confirmado, já que a Marvel não pode usar os personagens da Netflix por pelo menos mais dois anos, por conta de questões contratuais.

Enquanto isso, os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.

 

 

‘Frozen 2’ deve se tornar a maior abertura da história de uma animação da Disney nos EUA

De acordo com o The Wrap, ‘Frozen 2‘ pode arrecadar mais de US$ 100 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA, tornando-se a animação da Walt Disney Animation com a abertura mais lucrativa da história do país.

Até o momento, o recorde é de ‘Zootopia‘ (2016), também da Walt Disney Animation, que registrou US$ 75 milhões no mercado interno em seu primeiro fim de semana.

Lembrando que ‘Toy Story 4’ teve uma abertura de US$ 120 milhões na bilheteria doméstica, mas a Disney é apenas a distribuidora, já que o filme foi desenvolvido pela Pixar Animation.

Em 2013, o primeiro ‘Frozen‘ conseguiu a marca de US$ 67,4 milhões em sua abertura. Em apenas cinco dias de exibição, a animação faturou US$ 93,6 milhões.

Lembrando que, ao total, ‘Frozen‘ registrou US$ 1,27 bilhão nas bilheterias mundiais, e é a animação com a maior bilheteria da história.

Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.

Confira o teaser:

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘The Witcher’: Netflix divulga novo trailer SENSACIONAL da série com Henry Cavill

Como prometido, a Netflix divulgou hoje (31) o novo trailer de The Witcher‘, série protagonizada por Henry Cavill e baseada na famosa saga literária escrita por Andrzej Sapkowski.

Além disso, foram reveladas novas imagens dos principais personagens e dos bastidores da produção.

Assista ao trailer e as imagens:

Assista ao primeiro trailer:

A trama acompanha Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

The Witcherchega à Netflix em 20 de dezembro.

Além de Cavill, o elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Durante uma entrevista ao site Entertainment Weekly, a showrunner Lauren Hissrich se abriu para revelar alguns detalhes.

Quando questionada sobre a classificação indicativa da produção, ela comentou que “tenho revisto diariamente [os episódios] e minhas crianças não têm permissão para olhar para a tela e ver algo que não deveriam e ficar assustadas”.

“É uma série muito adulta”, Hissrich acrescentou. “Vou dizer que era importante que cada cena de sexo ou de violência tivesse importância para a história e não simplesmente estivesse ali para chocar o público. Acho que os telespectadores são bem espertos no tocante a saber o que está ali apenas para chocar e o que realmente move a história”.