De acordo com o Variety, aAmazon está desenvolvendo a série ‘Narcos vs Zombies‘, que explorará os conflitos entre um cartel de drogas e militares americanos na fronteira do México e EUA durante uma epidemia de zumbis.
O elenco conta com Sergio Peris-Mencheta, Fátima Molina, Horacio García Rojas, Nery Arredondo e Adria Morales.
Na trama, o lendário chefão do narcotráfico Alonso Marroquín (Peris-Mencheta) escapa de uma prisão mexicana de alta segurança com seu filho Lucas (Arredondo), e encontra refúgio em Paradiso, uma instalação remota de reabilitação de drogas localizada no lado norte-americano da fronteira. Enquanto isso, os participantes de um experimento militar fracassado dos EUA – destinado a transformar soldados feridos em máquinas de matar – são deixados para morrer perto da fronteira, apenas para reviverem como zumbis mutantes mortais. Uma equipe da SWAT mexicana é infectada pela horda de zumbis, aumentando o exército dos mortos. Alertado sobre a ameaça, o Exército dos EUA embarca em uma missão para aniquilá-los.
A série foi criada e escrita por Nicolas Entel e Miguel Tejada Flores, e conta com Rigoberto Castañeda na direção.
A primeira temporada será 8 episódios estreará em 2020.
De acordo com o Cosmic Book News, as gravações do filme solo do ‘The Flash‘ serão adiadas mais uma vez, até que Ezra Miller termine suas gravações em ‘Animais Fantásticos 3’.
As gravações da adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘IT – Capítulo 2′) deveriam começar em janeiro do ano que vem, mas devem ser transferidas apenas para o final do ano.
Isso porque o início das filmagens de ‘Animais Fantásticos 3’ está previsto para o final de março de 2020, e considerando a grandiosidade da produção, é possível que Miller esteja com a agendada restrita por pelo menos seis meses.
Anunciado em 2014, ‘The Flash‘ sofreu atrasos por conta da perda de diversos diretores, como Seth Grahame-Smith, Rick Famuyiwa, e a duplaJohn Francis Daleye Jonathan Goldenstein, até que Muschietti assumiu o cargo em meados de 2019.
Apesar de não poder revelar nada sobre o projeto, ele falou:
“O filme não terá elementos de horror. O que me encantou no Flash é o drama humano nele. Os sentimentos e emoções humanas que fazem parte do drama disso. Vai ser muito divertido, também. Eu não posso prometer que terá elementos assustadores, mas terá uma bela história humana.”
Originalmente planejado como adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro sendo reescrito por Christina Hodson(‘Aves de Rapina’), e seguindo uma linha criativa diferente.
Durante uma entrevista para o The Tonight Show, Chris Evans falou sobre sua última encarnação como Steve Rogers em ‘Vingadores: Ultimato’ e relembrou os melhores momentos do filme.
Questionado se preferiu usar o escudo do Capitão América ou o martelo do Thor, Evans surpreendeu ao dizer:
“O Martelo. Sabe, o escudo foi destinado ao personagem. O martelo ele usou em um momento impactante, e foi muito legal. E os irmãos Russo realmente sabem como construir esses momentos. Então eu escolho o martelo.”
Confira a entrevista:
Muitos fãs questionaram como o Capitão América invoca raios no filme, já que foi dito em ‘Ragnarok‘ que os raios são poderes naturais de Thor, e não do Mjolnir.
Em entrevista para o Comic Book, Christopher Markus, um dos roteiristas de ‘Ultimato‘, foi questionado sobre isso e disse que:
“É claro que houve um debate sobre isso, porque Odin deixa claro em ‘Ragnarok‘ que Thor pode invocar raios sem o Mjolnir, e a gente vê isso no filme. Mesmo assim, o Capitão invoca raios com o martelo. Você vê essas coisas e pensa: ‘É incrível demais e não vamos deixar de fazer! Falamos sobre isso depois.”
Markus dá a entender que a cena foi mantida para satisfazer o publico, mas vale lembrar que Odin explica no primeiro ‘Thor’ (2011), que “aquele que empunhar o martelo, terá também os poderes de Thor.”
Apesar de alguns erros, ‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se um evento cinematográfico, conquistando o topo das maiores bilheterias de todos os tempos. E, como já era de se esperar, a Marvel Studios já está em a campanha para que o filme seja indicado na próxima edição do Oscar.
Nos cartazes divulgados, o estúdio sugere o longa a diversas categorias principais, incluindo Melhor Filme, Melhor Figurino, Melhor Edição de Som e Melhor Edição.
Entretanto, certos fãs podem se decepcionar ao ver que a Marvel não sugeriu Robert Downey Jr. para a categoria de Melhor Ator por sua performance como Homem de Ferro.
Confira:
Assista à nossa crítica sobre o filme:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Na trama, Spencer dará vida a Katherine Harlow, uma mulher que foi deixada para morrer, mas acaba sobrevivendo e passa a assumir uma nova personagem, chamada Dori Dearie. Após anos de calmaria, seu sobrinho é sequestrado pela mesma gangue que tentou matá-la, levando-na a uma missão de resgate permeada por um espírito bem vingativo.
Em uma recente coletiva de imprensa, Gerwig revelou que o novo projeto trouxe bastante inspiração do famoso trabalho de Julia Margaret Cameron, fotógrafa britânica do final do século XIX.
Ela tirava fotos principalmente de mulheres da década de 1860, mas elas pareciam ter sido tiradas ontem. Ela conseguia capturar o imediatismo e a realidade dessas mulheres, deixando claro que a fotografia também poderia ser vista como uma forma de arte.
Além disso, a cineasta aproveitou as expectativas para sua nova obra para falar sobre a presença de mulheres em produções cinematográficas:
Nunca houve um melhor momento para uma mulher que quer dirigir ou escrever [filmes]. Temos um longo caminho para trilhar, mas tenho apoio de diversos cineastas e atores. Estou animada para ver como serão os filmes da próxima geração comandados por mulheres.
Assista ao trailer:
Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.
A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.
A The CW divulgou as imagens do sexto episódio da 6ª temporada de ‘The Flash’, intitulado “License to Elongate”. A iteração será dirigida por Danielle Panabaker, que interpreta Killer Frost na série.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
‘Venom 2’ está ganhando forma e os fãs já estão animados para ver o icônico vilão Carnificina (Woody Harrelson) chegar às telonas.
Recentemente, o astro Tom Hardy, que vive Eddie Brock/Venom na franquia, postou em seu Instagram oficial uma imagem antecipando a grande batalha entre os dois personagens, utilizando um cômico símbolo teatral para falar desse conflito.
Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em
Além do retorno de Harrelson como o antagonista, Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
Tom Holland deve aparecer como Homem-Aranha, visto que a Sony Pictures e a Marvel estão em negociações para permitir que o personagem apareça.
As gravações começam nos primeiros meses de 2020, com estreia prevista para 01 de outubro de 2020 (ainda sem confirmação).
Andy Serkis comandará o projeto. Hardy e Michelle Williams reprisarão seus papéis como Eddie Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente.
Apesar das críticas negativas, ‘Venom‘ teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a sequência.
Segundo o site The Hollywood Reporter, o showrunner Jon Spaihts não irá mais trabalhar na nova série da HBO Max, ‘Dune: The Sisterhood’, continuação do longa-metragem ‘Duna’.
A matéria indica que a Legendary Pictures, responsável pela produção do spin-off, não estava contente com os rascunhos do roteiro e “optou por removê-lo” da equipe.
Enquanto a companhia já está em busca de outro nome para supervisionar a série, Dana Calvo permanece como showrunner.
Denis Villeneuve, diretor dos filmes originais, segue como o produtor executivo do projeto, assumindo também a direção do episódio piloto.
A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson. A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes.
Quase dois meses depois de contratar seu diretor, a adaptação cinematográfica de ‘Uncharted’ finalmente vai sair do papel.
Segundo o site DiscussingFilm, o longa, que será dirigido por Travis Knight (‘Bumblebee’), será rodado a partir de fevereiro de 2020. As filmagens devem acontecer em Berlim, Alemanha.
Vale lembrar que três diretores haviam previamente abandonado a produção, incluindo Dan Trachtenberg(‘Rua Cloverfield, 10‘), Shawn Levy (‘Gigantes de Aço‘) e Joe Carnahan (‘A Perseguição‘).
O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.
A Sony havia agendado a estreia para 18 de dezembro de 2020, mas o lançamento deve ser adiado.
O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.
Em 2007, Chris Weltz aventurava-se no controverso mundo da saga ‘Fronteiras do Universo’, de Philip Pullman, e entregava sua própria visão com o lançamento do longa-metragem ‘A Bússola de Ouro’. Entretanto, apesar do rico material que tinha em mãos – e um elenco que contava com Nicole Kidman e Daniel Craig -, o cineasta falhou em capturar a essência que desejávamos ver nas telonas e se valeu muito mais da beleza estética do que o purismo e a competência de uma narrativa bem estruturada. Dessa forma, os planos para uma sequência foram descartados e, como de praxe, levou um tempo até que a ideia para um reboot fosse abraçado por algum realizador do entretenimento.
Neste ano, a HBO anunciou que o retorno para o fantasioso mundo da saga retornaria para as telinhas na adaptação intitulada ‘His Dark Materials’, prometendo para o ávido público que as investidas artísticas não seriam o único ponto alto. Aqui, Jack Thorne resolveu tomar as rédeas do novo projeto e, no geral, deu vida a uma interessante história que ainda não atingiu seu potencial completo. É claro que, levando em conta que a série nos mostrou apenas seu o episódio piloto, é natural que o ritmo dos acontecimentos permaneça recuado até explodir em suas aguardadas catarses e respectivos clímaces. De qualquer forma, Thorne e Tom Hooper, que comanda a direção do primeiro capítulo, mesclam drama, ação e uma pitada de comédia para nos apresentar aos personagens principais – falhando em aspectos primordiais para garantir que o público se envolvesse do começo ao fim.
O pontapé inicial, intitulado “Lyra’s Jordan”, não é uma peça ruim – muito pelo contrário: nos primeiros minutos, guiados por uma inebriante e tétrica apresentação do panteão místico, a trama premeditada o trágico destino de uma jovem garota chamada Lyra Belacqua (Dafne Keen), a qual está destinada a algo muito maior do que espera. Percebemos que a distorção vitoriana promovida pela equipe visual é bombardeada com comedidas críticas à retórica religiosa defendida pelo grupo conhecido como o Magistério.
Tais ideologias mascaradas também nos introduzem a um cenário caótico, manchado por perigosas e assustadoras máquinas que levam um perturbado Asriel Belacqua (James McAvoy) a deixar Lyra, sua sobrinha, aos cuidados da Jordan College, em Oxford, enquanto retorna para suas pesquisas para desmistificar o imperialismo descomunal exercido por líderes maquiavélicos e hipócritas.
Como preâmbulo, o começo da obra funciona de forma impecável: percebemos as diferenças de personalidade que isolam Lyra e seu melhor amigo, Roger (Lewin Lloyd), em dois extremos bastante complexos e inebriantes, dentro de suas limitações – afinal, não podemos ter todas as respostas de uma vez só. Enquanto a esfera que engloba os dois personagens-mirins é propositalmente repetitiva, por assim dizer, temos outra perspectiva mais dura e mais amadurecida que envolve Asriel e o fato de ser taxado como herege por pesquisar acerca de uma misteriosa substância intitulada poeira (ou Partículas de Rusakov, como explanadas nos escritos de Pullman) e no multiverso que existe em paralelo àquele que vive. Tentando desconstruir a imagem imperialista do Magistério, ele é quase envenenado por seus colegas de profissão.
Assim como a trilogia escrita, percebe-se que Thorne trabalha arduamente para que a mitologia ganhe expressiva voz dentro do escopo seriado. Porém, é inegável dizer que os elementos fantasiosos e sobrenaturais são traduzidos de modo cru e impalpável demais, deixando de lado algumas explicações que não necessariamente precisariam estar explícitas, e sim escondidas com sutileza: temos os daemons, espíritos humanos reencarnados em formas animais que têm a habilidade de se transformar em outros até amadurecerem; temos a poeira, temida por parte dos humanos (mas sem motivação aparente); há, além disso, um grupo antagonista conhecido por Gobbles, um equivalente de bicho-papão da nossa cultura que faz parte de uma fábula cujo objetivo é assustar crianças – isso é, até que elas começam a desaparecer misteriosamente.
E isso não é tudo, visto que as tramas parecem se multiplicar nesse ainda breve pano de fundo. Além das mencionadas nos parágrafos acima, temos a excêntrica e um tanto quanto magnética personalidade de Marisa Coulter (Ruth Wilson), participante ativa da Jordan College que imediatamente se afeiçoa por Lyra. A priori, ela se mostra como uma paradoxal mulher que esconde segredos e é acompanhada por um amedrontador macaco-dourado cujo cruel instinto já é delineado nas primeiras cenas em que aparece, tendo deixado um gostinho agridoce que precisa ser mantido ou repaginado em um futuro próximo. Na verdade, para aqueles que se recordam dos livros, Marisa é uma das principais antagonistas cujo arco de redenção é um dos mais bem arquitetados de todo o universo literário – e esperamos que tais aspectos de sua persona sejam trazidos para a série.
O problema é que tais partes falam mais alto separadas do que em conjunto; quando justapostas em uma mesma linha narrativa, vê-se que nem o charme afetado de Hooper, nem as delineações pragmáticas de Thorne são o bastante para privar o episódio de deslizar mais do que deveria. De qualquer forma, ‘Fronteiras do Universo’ demonstra ter um delicioso potencial que pode e deve ser explorado ao seu máximo nas próximas semanas. Ou ao menos é isso que esperamos.
Quando um vírus ameaça acabar com a vida na Terra, uma poderosa híbrida (Morgan) deve ser unir a uma equipe de soldados de elite em uma missão para o mundo dos alienígenas para salvar o que restou da humanidade.
Apesar de ser um dos filmes mais icônicos de terror da história, ‘O Iluminado‘ é uma adaptação bastante polêmica. O autor do livro, Stephen King, revelou publicamente que odeia a versão cinematográfica dirigida por Stanley Kubrick em 1980.
“É um filme muito frio, que não traz nenhuma sensação de investimento emocional naquela família. O tratamento que Kubrick deu para a protagonista Shelley Duvall como Wendy é um insulto às mulheres. Ela só grita, e não tem senso nenhum de envolvimento na dinâmica daquela família”, afirmou em entrevista ao Paris Revie em 2006.
Agora, King afirmou que aprova a adaptação de ‘Doutor Sono‘, dirigida por Mike Flanagan.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Flanagan revelou quais são suas cenas preferidas de ‘O Iluminado‘: tanto do livro, quanto do filme.
Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.
O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin Donahue, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind e JacobTremblay.
O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 7 de novembro.
A adaptação do livro também serve como sequência para ‘O Iluminado‘… Mas é uma sequência do livro ou do filme? No vídeo abaixo, o diretor nos conta com EXCLUSIVIDADE.
Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.
O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin Donahue, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind e JacobTremblay.
O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 7 de novembro.
O longa é dirigido por Sebastien Landry e Laurence “Baz” Morais.
Na trama, um grupo de jovens começa a jogar um jogo de tabuleiro onde eles precisam matar para sobreviver. Matar ou morrer é a regra de ouro do jogo. Agora, a cabeça deles irá explodir caso eles não matem outro jogador. Eles se voltarão uns contra os outros para sobreviver ou eles farão de tudo para saírem intactos do jogo?
De acordo com o roteirista Mark Gatiss, o icônico vilão Drácula será bissexual na nova série da Netflix, que está sendo desenvolvida em parceria com a BBC, e se relacionará tanto com mulheres, quanto com homens.
“Ele tem gostos amplos, esse é o Drácula. Desta vez, não é apenas uma coleção de mulheres dos anos sessenta com sutiãs flexíveis. Drácula nunca foi discriminatório, na medida em que ele pode dizer a diferença entre os sexos. Ele procura a comida, mas também as pessoas que o interessam.”
No primeiro teaser da série, o vilão acaricia o rosto de um rapaz.
Confira:
A série é desenvolvida pela mesma equipe criativa da aclamada ‘Sherlock‘ e tem Claes Bang (‘Millennium: A Garota na Teia de Aranha‘) como o icônico vilão.
Os três primeiros episódios serão dirigidos por Jonny Campbell (‘Westworld‘), Damon Thomas (‘Killing Eve‘) e Paul McGuigan (‘Sherlock‘), respectivamente.
A primeira temporada terá três episódios de 90 minutos. A Netflix ficará responsável pela distribuição da série fora do Reino Unido.
O astro Ian Somerhalder está de volta ao gênero vampiresco com a série ‘V-Wars‘, que estreia na plataforma de streaming no dia 05 de dezembro.
Na trama, o Dr. Luther Swann entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.
Durante sua participação na DC Con, Jensen Ackles apresentou o painel de ‘Supernatural’ sozinho e debochou da prisão de Jared Padalecki após o astro ser acusado de agressão em um bar de Austin, Texas.
“Vou pedir para ele ficar em casa mais vezes, posso me acostumar a fazer isso sozinho. Podemos dedicar um painel só para mim no ano que vem?”, disse Ackles, segundo o Comic Book. “Estou brincando. Todos nós sentimos falta do nosso amigo grande e idiota. Ele teve um fim de semana ruim e está lidando com isso.”
Ackles também disse que a equipe da série criticou as atitudes de Padalecki quando ele retornou ao set, mas conseguiram deixar o ambiente descontraído.
“Quando Jared apareceu no set, eu fiz questão de trazê-lo algemado. Mas até que estamos nos divertindo com isso. A equipe queria usar macacões laranja também, mas não conseguimos arranjar a tempo. Acho que não foi uma má ideia, e ele está se recuperando.”
Através de seu Twitter, Padalecki se pronunciou pela primeira vez após sua prisão. Agradecido pelo apoio da família e os amigos, ele pediu desculpas aos fãs.
I want to sincerely thank my family and friends for all of your love and support. So sad to miss the #SPNFamily at #dccon but I hope to see y’all soon. ❤️
“Eu sinceramente quero agradecer a minha família e aos meus amigos por todo o amor e o apoio. Estou muito triste por não poder ir à DC Con, mas espero vê-los em breve.”
O ocorrido aconteceu no bar Stereotype, e testemunhas afirmaram que o ator estava visivelmente alcoolizado e avançou contra o bartender e contra o gerente do estabelecimento.
Mesmo assim, a produção da 15ª e última temporada de ‘Supernatural’ não será afetada pelo incidente, pelo menos por enquanto.
O calendário de filmagens segue mantido, mesmo com os problemas que o ator está enfrentando.
Enquanto ‘Supernatural‘ está acabando, Padalecki está prestes a estrelar e produzir a série ‘Walker‘, que continua em desenvolvimento na CW.
Assista:
Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.
Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…
Coringafoi o grande filme de outubro e um dos maiores do ano até agora. Sua pegada mais “pé no chão” para abordar o arqui-inimigo do Batman agradou muita gente ao redor do mundo, que descreveu sua experiência como um “soco no estômago”. Mas também teve um pessoal que se identificou com o personagem e abriu um debate enorme sobre o longa. Fato é que o drama chegou a 900 milhões de dólares em bilheteria – sem estrear na China – e ganha cada vez mais espaço na mídia. Em meio a essa discussão se o filme é ou não uma obra “incel”, ele faz uma grande piada com seu próprio espectador.
[ALERTA DE SPOILER] Caso você não tenha visto Coringa ainda, saiba que vamos falar de pontos importantes da trama nesse post. Siga por sua conta e risco.
Coringa está próximo do bilhão com classificação etária para maiores
Para começar, vamos esclarecer o que é incel, termo frequentemente usado nas críticas negativas acerca do filme que funciona como uma abreviação das palavras Involuntary Celibate (involuntariamente celibatários). Ele surge no final dos anos 90, na própria internet, e passa a ser usado em fóruns de discussão até chegar à grande mídia para falar sobre assassinatos e tiroteios.
Em um resumo bem raso, o Incelé aquele cara que condena os homens do mundo como “inferiores a ele” e mulheres como “piranhas”. Ele se auto-intitula um cara legal e acredita que isso deveria fazer com que as moças transassem com ele. Só que ser legal com objetivo de “se dar bem” não é ser legal, é ser babaca, então a estratégia caça-sexo não costuma funcionar.
Diante dessa frustração, o incel se sente injustiçado e passa a agir de forma agressiva, seja ofendendo gratuitamente as mulheres – conhecidas ou não-, seja fazendo tiroteios escolares para mostrar o quanto era legal e injustiçado pela sociedade.
Dentro do contexto do que é um incel, cabe a você decidir se Coringaé ou não uma ode a essa galera. O ponto é que há outra mensagem que está sendo pouco comentada, talvez por conta dos holofotes dados a questão incel, que é a maneira como Todd Phillips pega grandes símbolos da mitologia do Batman e os corrompe ante a visão realista proposta.
O filme veio para mudar mais uma vez a imagem do Coringa
Durante o desenrolar do filme, a equipe criativa pega elementos praticamente santificados na vida do Batman e quebra tudo. É um movimento iconoclasta na história do Morcegão de Gotham. Além de seu maior rival ser nada menos que um maluco frustrado, cai por terra a imagem boa e justa de seu pai, Thomas Wayne.
Comumente tratado como o homem de bem, um cavaleiro branco na luta pelo povo de Gotham, Thomas ganha uma representação mais coerente com sua (dis)função social. É praticamente impossível se tornar bilionário sem explorar trabalhadores, pagando salários dignos e proporcionando condições dignas a todos. A cabeça do empresário foca na multiplicação do lucro próprio e, nesse ideal do bilhão, a conta não fecha.
Então, é uma forçada de barra monstruosa vender a família Wayne como um exemplo a ser seguido. Veja bem: na Marvel, o Homem de Ferro é um bilionário, mas em momento algum esconde ser um babaca que faz o que faz por ego e pra tentar limpar sua própria consciência. É uma motivação egoísta, mas que ajuda os outros. Já Thomas Wayne, um médico bilionário, é candidato à Prefeitura de Gotham com a campanha de limpar a cidade. Sério, a DC ter forçado esse personagem como “Cara Legal” por décadas beira o ridículo. É mais fácil comprar a ideia de um órfão que se veste de morcego pra bater em bandido do que em um bilionário (e político) gente boa. Coringa entende isso e mostra a face oculta dos Wayne, com denúncias de traição, corrupção, eugenia e até mesmo loucura. A cena dele agredindo um doente mental confesso, que pode ou não ser seu filho, é emblemática. É iconoclastia pura mostrar que Thomas Wayne não era a solução para Gotham, apenas parte do problema.
A imagem de bom moço do patriarca Wayne enfim foi por água abaixo
Da mesma forma, o ponto de virada da vida de Bruce ganha um novo significado nesta versão. Era comum mostrar o assassinato dos Wayne como um reflexo da pobreza e vilania de Gotham. Todos já sabem de cor a cena em que Joe Chill tenta assaltar Thomas e Martha no beco, quando, num ato de bravura, Thomas reage ao assalto e Joe atira nos dois à sangue frio, deixando o pequeno Bruce Wayne desesperado e traumatizado para o resto da vida. No filme de 2019, o crime é cometido após Thomas Wayne dizer que as pessoas invejam os ricos por serem pobres e ridiculariza os problemas do povo de Gotham em rede nacional.
Em meio ao caos das ruas, Thomas é elevado ao causador das mazelas da cidade. Como disse anteriormente, ele é parte do problema, mas não é O problema em si. Sua morte é um ato político vazio e deturpado, e reflete num pequeno Bruce, que não se joga desesperado sobre seu corpo e nem ao menos chora. Sua reação é o mesmo olhar perdido e intrigado, como se buscasse uma motivação naquilo, que fez em seu primeiro encontro com Arthur Fleck. A piada do Coringa foi, indiretamente, ter aberto as portas da loucura para seu futuro nêmesis.
Bruce Wayne: justiceiro ou lunático? A linha é bem tênue
Mas talvez o maior caso dessa ideia iconoclasta de Phillips é o próprio Coringa. Quando Batman: O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas em 2008, o Coringa de Heath Ledgertrouxe uma versão anárquica do Palhaço do Crime para o imaginário popular. De 2008 até 2019, praticamente todos os países do mundo passaram por algum tipo de crise financeira e social, e tiveram que viver ou assistir ao caos rolando em seus jardins. Nesse contexto, aquele Coringa adentrou no imaginário popular como a grande ameaça ao Sistema, à corrupção e injustiças sociais, e o personagem passou a ser idolatrado por algumas pessoas. “Talvez ele não seja tão louco assim”.
A brilhante atuação de Heath Ledger elevou o personagem a um patamar ideológico
Desde então, passou a haver essa idolatria absurda acerca do personagem e ele passou a ser rodeado por um viés político (ou apolítico) muito forte e qualquer representação dele que fosse diferente era rapidamente rejeitada. O Coringa de Jared Leto sofreu um pouco com isso quando tentou retomar o lado gângster do Palhaço e deixou o viés revolucionário de lado – Digo que “sofreu um pouco” porque o resto das críticas é bastante coerente. Jared Leto e David Ayer fizeram um péssimo trabalho em Esquadrão Suicida (2016).
Houve um processo de iconografia pesado acerca do personagem e sua imagem virou um símbolo de subversão, um “sopro de lucidez num mundo insano”. Ele foi santificado.
Meu Deus, isso aqui realmente existiu ou foi alucinação coletiva?
O problema é que essa idolatria cai em um doente mental, sem escrúpulos, extremamente violento e fazendo o que quer sem dar satisfação a ninguém. A partir de 2008, a galera revoltada com as corrupções do dia a dia, como não dar seta no trânsito, não respeitar filas ou propriedade privada, passou a amar quem mais criticava. Ou você acha que o Coringa dá seta quando está dirigindo?
A representação da subversão é linda, enquanto a subversão em si é criticada à exaustão. É nesse ponto que Todd Phillips dá um tiro certeiro. EmCoringa, o personagem título passa por muitas situações ruins. Ele é um fracasso na vida e está cercado constantemente por suas próprias frustrações, até o momento em que ganha uma arma e começa a ter sensações de pequeno poder. Esses momentos de adrenalina somados ao fim de seus remédios revelam que seu sonho não era trazer alegria ou ser bem sucedido na vida. Ele só quer descontar suas frustrações em quem acredita serem os culpados por sua tragédia. Sua mãe, a vizinha, Thomas Wayne, Murray Franklin, os caras do metrô… enfim, ele tem, ao longo do filme, algumas oportunidades de dar a volta por cima na vida ou só acabar com ela e encerrar seu sofrimento existencial. Porém, em todas elas, ele opta por punir quem ele enxerga como culpado. Com isso, a face do Coringa se espalha por Gotham como um símbolo da guerra de classes, uma resposta ao sistema. De uma hora para outra, as pessoas que não suportavam as corrupções do dia a dia saíram às ruas incendiando lojas, assassinando pessoas e idolatrando um doente mental. Espera, onde foi que eu já vi isso mesmo? A grande sacada do filme é quebrar essa ideia do Palhaço badass e deixar claro que a galera estava cultuando um doente mental fracassado. Era desse tipo de gente que eles tiravam inspiração.
De forma bem sutil, a grande piada do filme é a própria plateia, formada por fãs de um louco.
Coringa está em cartaz nos cinemas de todo o país.
Os usuários de streaming que possuem uma SmarTV da Samsung, com aplicativo direto da Netflix, devem ficar atentos à mudanças em seu aparelho.
Segundo um anúncio feito pela empresa de eletroeletrônicos, o suporte oferecido para alguns aplicativos terceirizados dos televisores será cancelado em 01 de dezembro de 2019, incluindo o da Netflix. Conforme pontua o comunicado, a partir da data, alguns dos aparelhos mais velhos não mais serão compatíveis com alguns dos recursos mais novos da plataforma de streaming.
No entanto, aqueles cujos aparelhos forem impactados pela mudança não ficarão completamente órfãos e ainda poderão acessar a Netflix por meio de outras ferramentas, como os consoles de video game e players de streaming, como a AppleTV e o Chromecast.
“A Samsung informa que os modelos anunciados não foram comercializados no mercado brasileiro.”
Confira o anúncio completo:
“Embora nossas TVs mais velhas não mais tenham o suporte da Netflix diretamente, a partir de 01 de dezembro de 2019, muitos dos outros aparelhos que você possui conectados em sua TV ainda poderão lhe garantir esse suporte. Você pode encontrar uma lista de ferramentas compatíveis com a Netflix em seu site oficial, netflix.com/compatibledevices. Enquanto você tiver um desses dispositivos adequados, como um console de video game, um player de streaming ou até mesmo um box set-top, você conseguirá assistir à Netflix em sua TV”.