Site Página 5863

‘Malévola: Dona do Mal’: Michelle Pfeiffer e Angelina Jolie estampam nova imagem; Confira!

A aguardada sequência Malévola: Dona do Mal’ ganhou uma nova imagem oficial trazendo em foco um reencontro familiar bastante desconfortável.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência também traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning retornam. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

Reboot de ‘Mortal Kombat’ adiciona quatro nomes ao elenco

The Hollywood Reporter confirmou hoje (16) que o reboot de Mortal Kombat vai sair muito em breve do papel e, à medida que se aproxima do início das filmagens, vem aumentando seu elenco cada vez mais.

Mehcad Brooks (Supergirl) foi contratado para viver Jackson “Jax” Briggs na produção, enquanto Ludi Lin (Power Rangers) será o mocinho Liu Kang. Além disso, Sisi StringerTadanobu Asano também foram contratadas como Mileena e Raiden, respectivamente.

O grupo se junta ao previamente anunciado Joe Taslim, que foi elencado em meados deste ano como Sub-Zero. Todos os personagens em questão apareceram nos filmes originais.

Diferente do que todos pensam, o roteirista Greg Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam”.

Mortal Kombat‘ deve chegar aos cinemas em março de 2021, com produção de James Wan.

A New Line Cinema irá começar as filmagens na cidade de Adelaide, no sul da Austrália, com Simon McQuoid.

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. A crítica massacrou os dois filmes.

Mulher é assassinada enquanto ouve seu Walkman em comercial de ‘American Horror Story: 1984’

American Horror Story: 1984‘ ganhou um novo teaser, com o assassino atacando uma nova vítima ouvindo seu Walkman.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

Crítica | A Divisão – A série Tropa de Elite que a Globo nunca fez!

O streaming Globoplay dá uma abertura para os roteiristas e produtores colocaram o dedo na ferida e terem a oportunidade de contar uma história bem mais realista e violenta do que poderiam, se a série fosse transmitida na TV aberta. O brasileiro gosta desse tipo de produção, visto o sucesso de Tropa de Elite fez na época que foi lançado nos cinemas, e A Divisão acaba por ser isso, um produto para esse público, criado para o serviço de streaming da Rede Globo, o Globoplay, que deve abocanhar o espectador fã, que ganha o seriado baseado no filme que nunca viu a luz do dia naquela época.

Com direção geral de Vicente Amorim e direção de Rodrigo Monte, a trama de A Divisão se passa nos anos 90, numa época que principalmente o Rio de Janeiro era dominado por sequestros relâmpagos, onde a população vivia em total alerta, e onde ainda, em 2019, continua, por diversos outros motivos. A Divisão acerta em criar uma certeira ambientação de época, de um Rio de Janeiro marcado por uma extrema violência, pela malandragem, e onde a lei do mais esperto reina.

O streaming enviou os primeiros episódios para o CinePOP assistir, e podemos afirmar que o espectador pode esperar uma produção intensa, visceral e que não deixa a desejar em nada nas produções americanas de seriados policiais. A Divisão vem com uma sensação de desconforto super incomoda para contar uma história pesada – com 5 episódios, e já renovada para uma segunda temporada – baseada em figuras, acontecimentos e ações que realmente aconteceram. Diferente de outras produções que criam personagens fictícios para contar sua história, aqui na série nacional, grande parte dos protagonistas foram pessoas que realmente viveram as situações apresentadas pela série, na própria pele, sejam elas policiais, sequestradores, ou ainda, os próprios sequestrados.

Com promessa de virar filme nos próximos anos, e com um documentário à caminho, no Multishow, para contar os bastidores da série, A Divisão acerta em mostrar personagens complexos, com diferentes ideologias, e índoles, que vão trabalhar juntos numa recém criada divisão de anti-sequestro. Assim, o seriado mostra como eles criam alianças, às vezes inesperadas, para resolver os casos de sequestros em aberto.

No bate-papo com os atores em São Paulo, ficou claro a intenção dos produtores em criar uma produção sem estereótipos, bem além de ser apenas uma série onde vemos uma galera trocando tiros no morro, e ser propagandista de um polícia totalmente vilanesca ou totalmente boazinha. Claro, a produção que até toca nesses fatores, mas A Divisão se preocupa mais em levantar outras perguntas, sobre questões ainda maiores e mais complexas.

O seriado indaga, em diversos momentos, a questão de que será que vale a pena passar por cima das regras para resolver os problemas? No final, os fins justificam os meios? E muito do trabalho que a série levanta, se dá nas construções dos personagens, que o roteiro de A Divisão parece acertar em mostrar logo de cara para os espectadores que aqui não temos mocinhos e vilões clássicos, onde todos os personagens parecem que fazem o que fazem em prol daquilo que eles mesmos acreditam. Assim, o seriado irá mostrar como eles vão interagir entre si para resolver os casos, como vão lidar uns aos outros, e até que ponto eles vão influenciar o lado oposto ao longo da temporada. A Divisão faz um Esquadrão Suicida brasileiro, sem super-heróis e fantasias, onde temos a união de um grupo completamente diferente e polarizado entre si e que precisa se virar para resolver casos de sequestro, onde a trama se desenvolve após a filha de um deputado, interpretado pelo ator Dalton Vigh, desaparecer.

Assim, vemos o policial Mendonça (Silvio Guindane, ótimo), que representa o primeiro atira e depois faz perguntas, liderar uma força-tarefa numa divisão acostumada a resolver as coisas de outra forma. Junto à ele, temos um trio de detetives, liderados por Santiago (Erom Cordeiro) que atuavam nos morros cariocas de outra forma, onde o grupo criava laços com a comunidade de um jeito menos ortodoxo, em que sequestravam os traficantes por fora e cobravam resgate eles mesmos para complementar a renda. O que mais surpreende em A Divisão são as figuras conhecidas de novelas em papéis um pouco mais diferentes do que estamos acostumados, onde aqui, o destaque fica para Guindane que parece se entregar completamente e realmente dá o tom para A Divisão ter uma jeitão bem mais intenso do que parece ser, e claro, para Natália Lage, que rouba as cenas como uma detetive que parece não levar desaforo para casa. O grupo estratégico político, representado pelas figuras dos personagens de Marcos Palmeira e Rafaela Mandelli, parece também que irá movimentar a trama dos bastidores, por baixo dos panos, e com bastante politicagem envolvida, como quase tudo no Brasil, não é mesmo?

No final, A Divisão parece mostrar um grupo de personagens na busca por uma certa redenção, que querem resolver as situações de qualquer forma para salvar vidas, mas por vias tortas e com planos dos mais mirabolantes possíveis que deixariam Frank Underwood de House of Cards de cabelo em pé. Claro que ao longo dos episódios vemos que muitos deles tem uma agenda própria, mas talvez seja aí que fique o maior acerto da produção, conseguir trabalhar com sutileza essas pequenas nuanças entre os personagens e a trama, coisa que o formato de seriado ajuda ao conseguir se aprofundar e desenvolver certas questões. Uma série para se ficar de olho.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Pennywise ataca em novo comercial com cenas INÉDITAS; Assista!

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ ganhou um novo comercial com cenas inéditas.

Confira:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

20 Produções Dirigidas por Mulheres que Chegam ainda em 2019

Muito se fala em diversidade de gênero. O feminino ganha cada vez mais corpo na sociedade, como deve ser. Aos poucos, o espaço vai sendo mais e mais ocupado pela mulher e no cinema não podia ser diferente. Mesmo ainda existindo uma disparidade abissal, a mulher vem produzindo mais do que nunca à frente de obras.

Pensando nisso, como forma de incentivo para que cada vez mais mulheres assumam a cadeira de diretoras em longas, e para homenagear as que já estão fazendo isso, o CinePOP reuniu numa nova lista, 20 diretoras cujos trabalhos estreiam em nossos cinemas ainda em 2019. Vem conhecer e não esqueça de comentar.

As Panteras / Elizabeth Banks

A atriz Elizabeth Banks deu o pulo do gato e se tornou diretora de cinema, assim como muitos colegas fizeram. Seu primeiro filme na função foi A Escolha Perfeita 2 (2015) e agora estreia seu projeto mais ambicioso, o reboot de As Panteras, nova adaptação do clássico seriado da década de 1970. Além de dirigir, Banks também assina o roteiro, produz (ao lado da ex-Pantera Drew Barrymore) e atua no papel de Bosley – dividindo o personagem no filme com Patrick Stewart e Djimon Hounsou.

Minha Mãe é uma Peça 3 / Susana Garcia

Seguindo os passos de outra franquia de sucesso nacional, De Pernas pro Ar, o terceiro capítulo da série cinematográfica de comédia Minha Mãe é uma Peça resolve investir em uma diretora para comandar seu terceiro exemplar. Aqui, quem dirige é Susana Garcia, irmã da atriz Mônica Martelli, a quem comandou no sucesso Minha Vida em Marte (2018), vencedor de melhor comédia no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro deste ano. Confira abaixo nossa entrevista nos bastidores do filme.

‘Minha Mãe é Uma Peça 3′: Assista cenas dos bastidores e nossa entrevista com Paulo Gustavo

Adoráveis Mulheres / Greta Gerwig

Com o trailer divulgado recentemente, esta é a nova adaptação do clássico livro escrito por Louisa Mary Alcott, publicado em 1868. A primeira adaptação saiu logo na era muda, em 1917, mas a primeira versão renomada foi a de George Cuckor protagonizada por Katharine Hepburn, de 1933. As gerações mais atuais estão familiarizadas com a adaptação de 1994, com Winona Ryder e Susan Sarandon. E agora chega a mais recente, com Greta Gerwig no comando, quentíssima depois do sucesso de Lady Bird. É só aguardar a temporada de prêmios.

Frozen 2 / Jennifer Lee

Jennifer Lee é uma cineasta revolucionária e pioneira. Ela é a segunda mulher a comandar – mesmo que dividindo créditos com outro diretor – uma animação da Disney. A primeira foi Brenda Chapman, que codirigiu Valente (2012). Lee foi ainda mais bem sucedida à frente do fenômeno Frozen: Uma Aventura Congelante (2013). Este ano ela volta para a continuação Frozen 2, que estreia em dezembro.

A Beautiful Day in the Neighborhood / Marielle Heller

Por falar em época de premiações, este filme tem toda a cara de isca de Oscar. Protagonizado pelo ator de grande prestígio Tom Hanks, o longa tem direção da talentosa Marielle Heller, que emplacou este ano no Oscar com Poderia me Perdoar?. Na nova produção, Hanks interpreta o apresentador infantil Fred Rogers e o filme narra sua amizade da vida real com o jornalista Tom Junod.

Honey Boy / Alma Har’el

Outro filme cujo trailer estreou recentemente, esta é a biografia do ator Shia LaBeouf, criada a partir de um roteiro escrito pelo próprio, baseado em suas experiências na infância com o pai abusivo. O próprio ator interpreta o pai. Quem dirige a sessão de terapia é a cineasta israelense Alma Har’el, do documentário Bombay Beach (2011). Já assistimos ao longa no Festival de Sundance deste ano. Confira abaixo a crítica.

Crítica | Honey Boy: Shia LaBeouf reconta sua abusiva infância em cinebiografia emocionante

As Golpistas / Lorene Scafaria

O lugar da mulher é… em todo e qualquer lugar que ela deseja estar. No cinema, um filão que tem dado muito certo é o de grupo de mulheres golpistas ou infratoras, comandando redes de crime. E que venham mais filmes assim. No ano passado tivemos Oito Mulheres e um Segredo, e recentemente foram lançados As Trapaceiras e Rainhas do Crime. Agora é a vez de Jennifer Lopez comandar a ação com este As Golpistas, baseado numa história real sobre um grupo de strippers planejando um roubo contra seus clientes figurões de Wall Street. Na direção, a ótima Lorene Scafaria, de Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (2012) e A Intrometida (2015).

Black Christmas / Sophia Takal

Natal Sangrento (1974) pode ser considerado o precursor do gênero slasher, precedendo inclusive Halloween (1978). O filme já recebeu um remake em 2006, mas agora chega ainda uma nova adaptação. Aqui, pela primeira vez, escrito e dirigido por uma mulher, a jovem Sophia Takal, que também é atriz. A trama apresenta um grupo de jovens passando o Natal em sua casa de sororidade em uma universidade devido a uma nevasca, e sendo atacadas uma a uma por um maníaco escondido no local.

Queen & Slim / Melina Matsoukas

Drama racial que promete emplacar forte na época de premiações. Com a presença de Daniel Kaluuya, de Corra!, o filme apresenta um jovem casal negro em seu primeiro encontro, precisando lidar com a intolerância e racismo de um policial. Depois que as coisas saem errado, os dois precisam fugir e viver foragidos. Queen & Slim marca a estreia em longas da diretora Melina Matsoukas, conhecida por comandar clipes da Beyoncé e Rihanna, e episódios de séries como Master of None e Insecure.

Late Night / Nisha Ganatra

De um filme intenso, passamos para um entretenimento leve e despretensioso. Aqui, Emma Thompson vive uma apresentadora de talk show veterana que precisa se adaptar aos novos tempos. Para isso, seu canal contrata a personagem vivida por Mindy Kaling (que também assina o roteiro do filme) para salvar o programa do cancelamento. Quem dirige é Nisha Ganatra, conhecida por comandar episódios de séries como Brooklyn Nine-Nine e The Last Man on Earth. O filme foi exibido em Sundance este ano e nós já conferimos – leia a crítica abaixo.

Crítica | Late Night: Emma Thompson é a Miranda Priesley dos talks shows em comédia hilária com cheiro de Globo de Ouro

The Farewell / Lulu Wang

Outra produção que estreou em Sundance e está fazendo carreira em festivais rumo à época de premiações. Aqui, a cultura asiática é colocada em foco, com uma história sobre a despedida da idosa matriarca da família, diagnosticada com uma doença terminal sem que a própria saiba. Sua família inventa um casamento para ser seu último grande feito e envolvimento. A humorista Awkwafina é quem protagoniza em seu primeiro papel sério nas telonas. O filme é escrito e dirigido por Lulu Wang.

High Life / Claire Denis

Espólio do Festival de Toronto do ano passado, esta ficção científica de alto conceito ainda não estreou no Brasil e em grande parte do mundo – após fazer carreira em festivais. Robert Pattinson é quem protagoniza na pele de um pai precisando proteger sua filha das adversidades de morar no espaço. Quem dirige é a celebrada cineasta francesa Claire Denis, veterana com 32 créditos como diretora no currículo, que traz sua conterrânea Juliette Binoche – igualmente uma estrela prestigiada – para completar o elenco.

The Lodge / Veronika Franz

Já havíamos comentado sobre esta produção de suspense e terror aqui no CinePOP, na nossa lista de obras alternativas do gênero que serão lançadas ainda em 2019 – você confere a lista completa abaixo. Mas o que não havíamos comentado muito é que na direção temos a austríaca Veronika Franz. O terror frio sobre uma madrasta e seus dois pequenos enteados precisando lidar com o isolamento na neve e estranhos acontecimentos fora de sua cabana também debutou em Sundance e estreia no fim do ano.

13 Filmes de Terror Alternativos que Estreiam Ainda em 2019

The Last Thing He Wanted / Dee Rees

A diretora Dee Rees já havia comandado algumas produções, mas ano passado deu seu passo mais ambicioso e ficou mundialmente conhecida devido ao lançamento do drama racial de época Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi. Agora, Rees volta a alçar voos maiores com The Last Thing He Wanted, baseado no livro de Joan Didion, sobre uma jornalista trocando de área e se tornando negociante de armas para uma agência secreta do governo. Anne Hathaway vive a protagonista, e atua lado a lado com Ben Affleck pela primeira vez.

Harriet / Kasi Lemmons

Kasi Lemmons ganhou certa notoriedade na década de 1990 ao interpretar coadjuvantes de luxo em produções com O Silêncio dos Inocentes, O Mistério de Candyman e O Alvo. Em nova fase de sua carreira, a artista ressurge como diretora, tendo comandado alguns filmes e inclusive um episódio da série Luke Cage, da Marvel. Agora ela chega com sua produção mais ambiciosa, que pode emplacar em época de prêmios, a biografia histórica de Harriet Tubman, que se liberta da escravidão, se tornando uma das maiores heroínas dos EUA. Quem vive a figura lendária é Cynthia Erivo (As Viúvas), e o longa traz ainda a talentosa atriz e cantora Janelle Monáe no elenco.

Troop Zero / Bert & Bertie

Por falar em As Viúvas, aqui temos a protagonista do filme de Steve McQueen, Viola Davis, encabeçando o elenco mais uma vez. A vencedora do Oscar se une a outra ganhadora, Allison Janney, numa história sobre um grupo de meninas escoteiras, amizades e sobre realizar seus sonhos. Nesta comédia dramática para toda a família, quem comanda é a dupla de diretoras conhecida como Bert & Bertie.

Pedro / Laís Bodanzky

Por aqui também temos nossas próprias cineastas de peso. É o caso com Laís Bodanzky, uma das mais celebradas e talentosas cineastas (de todo e qualquer gênero) da atualidade em nosso país. Ela é responsável pela direção de filmes como Bicho de Sete Cabeças (2000), Chega de Saudade (2007), As Melhores Coisas do Mundo (2010) e o recente e elogiadíssimo Como Nossos Pais (2017). Agora chega a visão de Bodanzky sobre o proclamador de nossa independência, Dom Pedro I. No filme Pedro, o personagem histórico assume as formas de galã de Cauã Reymond, num filme dito intimista pela cineasta.

The Mustang / Laure de Clermont-Tonnere

Outro filme que estreou no Festival de Sundance, e que o CinePOP já conferiu – leia a crítica abaixo. Na trama, Matthias Schoenaerts interpreta um condenado violento, presidiário que recebe uma segunda chance num programa de terapia e reabilitação no tratamento de cavalos selvagens. A belíssima atriz francesa Laure de Clermont-Tonnere é quem comanda estreando na direção de longas.

Crítica | The Mustang: Atuações poderosas em drama inspirador sobre recomeços

Out of Blue / Carol Morley

Thriller policial de investigação ao assassinato de uma brilhante jovem astrofísica. Patricia Clarkson vive a protagonista, uma detetive da polícia que termina afetada de forma intensa por seu novo caso. Quem comanda a obra é a diretora Carol Morley, em sua terceira produção para o cinema. O elenco conta ainda com três outros indicados ao Oscar (além de Clarkson), Jacki Weaver, James Caan e Toby Jones.

The Rhythm Section / Reed Morano

Baseado no livro de Mark Burnell, com roteiro adaptado pelo próprio, este suspense é protagonizado por Blake Lively na pele de uma mulher buscando vingança contra as pessoas que orquestraram um acidente de avião, que terminou por tirar a vida de sua família. A direção fica por conta da jovem Reed Morano, que tem no currículo alguns episódios da série sensação The Handmaid´s Tale.

Bônus:

A Chefinha / Tina Gordon

Aqui temos o empoderamento feminino e racial numa história protagonizada por mulheres negras. É claro que para uma obra assim, a escolha de uma diretora negra é a mais adequada, e a bela Tina Gordon demonstra ser a mulher certa para a tarefa, exibindo todo seu talento. O filme entrou como bônus pelo fato de sua estreia nos cinemas de nosso país ainda ser uma incógnita – muito provavelmente recebendo um lançamento direto em vídeo, já que estreou em abril nos EUA e não teve nem sinal por aqui. Na história escrita pela própria diretora, uma chefe autoritária (papel de Regina Hall) volta a ser criança num passe de mágica. É Quero Ser Grande (1988) às avessas.

‘Godzilla 2’: Diretor divulga artes conceituais INCRÍVEIS do filme; Confira!

Através de seu Twitter, o diretor Michael Dougherty divulgou artes conceituais incríveis de ‘Godzilla 2: Rei dos Monstros‘.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

 

‘Krypton’ é CANCELADA após duas temporadas

De acordo com o THR, o canal Syfy cancelou oficialmente a série ‘Krypton‘ depois de apenas duas temporadas.

Além disso, o canal também decidiu não seguir em frente com o spin-off da série, que seria focado no anti-herói Lobo.

Criada por David Goyer (‘O Homem de Aço‘), a série é uma prequel para a conhecida história de origem do ‘Superman‘.

A trama, que se passa duas gerações antes da destruição do planeta natal de Superman, segue Seg-El (Cameron Cuffe), o lendário avô do Homem de Aço e cuja casa de foi condenada ao ostracismo e envergonhada. Com a liderança de Krypton em desordem, Seg-El encontra o viajante terrestre Adam Strange (Shaun Sipos), que adverte que está prestes a salvar seu mundo amado do caos. Lutando para redimir a honra de sua família e proteger os que ama, Seg também enfrenta um conflito de vida e morte: Salvar seu planeta natal ou deixá-lo ser destruído para restaurar o destino de seu futuro neto.

Blake RitsonPaula MalcomsonIan McElhinney, Elliot Cowan, Ann Ogbomo, Wallis Day e Aaron Pierre completam o elenco.

‘9-1-1’: Ronda Rousey viverá bombeira na 3ª temporada

De acordo com o Deadline, Ronda Rousey entrou para o elenco da 3ª temporada de ‘9-1-1‘.

Ela irá interpretar Lena, uma destemida bombeira. Sua personagem terá caráter recorrente.

Confira o trailer:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 23 de setembro.

‘9-1-1’: FOX barrou a participação da atriz Charisma Carpenter, de ‘Buffy’ 

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘The Resident’: Incêndio no hospital no trailer da 3ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de ‘The Resident‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 24 de setembro.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

Era uma Vez em… Hollywood é um presente para os apaixonados por Cinema

A Inebriante Sensação das Artes

Acima de qualquer outra coisa, o novo filme de Quentin Tarantino é sobre o ano de 1969. Sobre o fim da inocência do movimento hippie. O fim de um sonho. E por se tratar de um realizador cinéfilo, é claro que tudo viria encaixado numa moldura de pura ode à sétima arte.

Os filmes de Tarantino são pura homenagem ao cinema, mesmo quando não falam sobre cinema. Cada frame de suas produções exalam amor à forma, à narrativa, aos diálogos, aos roteiros, aos objetos de cena, aos cenários, às canções. E quando um profissional apaixonado e dedicado como ele surge em cena, gostando ou não de seu estilo, é preciso que apontemos e exaltemos.

É verdade que o cinema de Tarantino se tornou bem mais farsesco – digamos, desde Kill Bill (2003) -, em relação à crueza e realismo de Pulp Fiction (1994), por exemplo. Existe aí uma transição, mesmo que muitos não percebam e sigam enaltecendo seu reconhecível estilo (que diz mais respeito ao roteiro na verdade). O fato é curioso já que foi o “realismo de como as pessoas falam de verdade” de Pulp Fiction e Cães de Aluguel (1992) que levou o cineasta a ganhar notoriedade e fazer escola. Kill Bill, Bastardos Inglórios, Django Livre, Os Oito Odiados e agora Era uma Vez… (além de À Prova de Morte, é claro), adquiriram, por vários fatores, uma atmosfera mais teatral, espetaculosa e surreal. Mas não menos impressionante.

Chegando ao seu tão anunciado nono filme (contando os Kill Bill como um filme só), Tarantino foca sua atenção numa era específica perdida no tempo, a qual a maioria talvez não seja capaz de compreender. E não se trata apenas de uma época, mas de um lugar. Hollywood – a capital do cinema e do entretenimento. As mudanças sociais também mexiam com o cinema, e a onda revolucionária do cinema “verdade”, mais real, crível e menos cenográfico, chegava com tudo impulsionado por produções europeias, prontos a adentrar com os dois pés na porta da cidade dos sonhos.

No meio desta transição, gente como o fictício Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) ia perdendo seu status. Astro da TV em decadência, dono de seu próprio show, agora o sujeito precisa se contentar com participações especiais no programa dos outros, fazendo papeis de vilões, ou embarcar para a Itália e protagonizar faroestes espaguete – como fez o lendário Clint Eastwood. Os altos e baixos de sua carreira afetam diretamente seu parceiro profissional, seu dublê pessoal Cliff Booth (Brad Pitt), que devido à escassez de trabalhos foi relegado a faz tudo de luxo do ator.

Tarantino também enfatiza a dança das cadeiras que é este mundo de artistas, aqui provida pelas mudanças dos então ‘novos tempos’. Enquanto Dalton luta para manter a cabeça fora d’água e não se afogar, personalidades como Sharon Tate (Margot Robbie) e Roman Polanski (Rafal Zawierucha) surfam sua onda extrema de popularidade. É claro que se tratando de celebridades reais, já que o filme mistura ficção com fatos, o assunto fica mais delicado e Tarantino patina em gelo fino. Uma controvérsia em relação ao retrato do astro dos filmes marciais Bruce Lee, no filme vivido por Mike Moh, já estourou. Mas no que diz respeito a Tate, tudo era ainda mais sensível – afinal, a atriz foi assassinada grávida, aos 26 anos, justamente em tal ano. Tarantino a homenageia com sensibilidade e guarda a cena mais bela e poética do longa para ela. Mesmo sem muito o que dizer ou fazer na trama, Robbie consegue ser o espírito da obra: um longo entardecer radiante na cidade dos anjos.

“Um belo quadro, com bolor nos cantos. E esse mofo vai subindo e crescendo a ponto de consumir toda a linda imagem”. Foi assim que Tarantino descreveu a família Manson, andarilhos que doutrinados por seu guru Charles Manson (Damon Herriman) deturparam a filosofia hippie do “drogas, paz e amor” com “drogas, violência e assassinatos”. O culto serviu para mostrar o quão errado o movimento poderia dar, e deu. Tarantino frisa isso e faz questão de, mais uma vez, distribuir sua própria justiça particular – assim como em Bastardos Inglórios, Django Livre e Os Oito Odiados -, no único lugar aonde verdadeiramente pode: na magia de seus filmes.

Era uma vez em… Hollywood é uma das melhores produções cinematográficas de 2019. É cinema em toda a sua glória. Cinema de verdade. Longe do que a Hollywood atual se tornou – um rio de recicladas marcas registradas. O filme traz de volta a era dos astros e confia apenas no peso do nome dos envolvidos, e numa história original. Nada de super-heróis ou desenhos animados de “carne e osso”, e isso é refrescante. Ainda arriscaria dizer que Era uma Vez já é promessa para a próxima temporada de prêmios, em categorias como direção de arte, fotografia, atuação para DiCaprio e direção.

Tarantino é a velha Hollywood trazida de volta à tona, a celebração extrema de um cinema entretenimento criativo, pensante, questionador e sem ficar renegado a apreciadores intelectuais em seus clubinhos. O diretor prova que boas obras podem ser mainstream sim, e é um dos grandes (ou o maior) nomes atrás das câmeras a escancarar os moldes que separam os filmes populares dos filmes cult. Era uma vez em… Hollywood é uma obra sobre e apaixonada por cinema, assim como seu comandante. E ambos deixam transparecer esse amor a cada novo fôlego.

‘WandaVision’ terá Paul Bettany e será filmada ainda este ano

De acordo com o Production List, o início das gravações de ‘WandaVision‘ deve ocorrer em 21 de setembro deste ano, em Los Angeles.

Conhecido por publicar a agenda de diversas produções em Hollywood, o site também confirma o retorno de Paul Bettany como o Visão.

Confira:

Apesar de estrear somente em 2021, as gravações da série devem ter sido planejadas para dar tempo de Elizabeth Olsen se preparar para sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Lembrando que ‘WandaVision’ estará disponível no catálogo da Disney+.

Confira o logo:

Alguns fãs se perguntaram se a série iria se passar antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, já que o Visão foi morto durante o filme, após ter a Joia da Mente arrancada de sua cabeça.

Durante uma rápida entrevista para a Variety, Elizabeth Olsen disse que a série terá um tom divertido e será ambientada na década de 1950, mas não há nenhuma relação com o dispositivo de viagem no tempo visto em ‘Vingadores: Ultimato’ e sim resultado de uma ilusão criada por Wanda para viver com o Visão, que também será parte da ilusão.

 

Pode parecer estranho, mas é algo que combina com as ilusões criadas pela personagem em ‘Vingadores: Era de Ultron’, além de combinar com rumores anteriores de que a série iria se concentrar nos poderes de alteração da realidade de Wanda. Parece uma forma inteligente de mostrar como Wanda lida com a morte do Visão e também uma maneira de manter o peso de seu sacrifício.

‘The Walking Dead’: Personagens da série estarão no filme? O elenco responde!

Desde que foi anunciada a trilogia de filmes de ‘The Walking Dead‘, estrelada por Andrew Lincoln, os fãs têm se perguntado se os personagens da série farão uma participação nos longas.

Durante uma entrevista com o IGN, alguns membros do elenco concordaram que o filme precisa de uma reunião entre os personagens que marcaram a passagem de Rick Grimes na série.

“Eu acho que, se isso está nos planos, deve acontecer, sem dúvida. É um grupo tão familiar, e seria difícil não ter essa família como parte da dinâmica da história, entende o que quero dizer?”, disse Norman Reedus, o Daryl Dixon.

Jeffrey Dean Morgan apoiou Reedus, dizendo que o filme deve explorar as raízes do programa e incluir alguns rostos da antiga vida de Rick.

“Você espera que o filme esteja associado ao que já construímos com a série e com pelo menos um ou dois personagens, porque esse mundo é tão grande e vasto.”

A pequena Cailey Fleming, intérprete de Judith Grimes, também gostaria de aparecer no filme, afirmando que ‘seria legal conhecer seu pai’.

“Eu acho que ele estaria orgulhoso dela se eles se encontrassem.”, disse Fleming.

Por enquanto, a trama do filme ainda não foi divulgada, mas deve se concentrar no que aconteceu com Rick após ser separado da companhia de seus amigos e sua família.

Desde que The Walking Dead estreou, Rick Grimes (Andrew Lincoln) manteve-se intacto como um dos protagonistas. Logo, foi um choque para os fãs dar adeus a Rick em ‘What Comes After’, quando o 5º episódio da 9ª temporada foi ao ar, em novembro de 2018.

Assista ao teaser do filme:

 O filme, ainda sem título, tem estreia prevista para 2020.

Disney está preocupada com o fracasso de bilheteria dos filmes da Fox

A milionária compra da Fox, por parte da Disney, já está trazendo alguns dessabores para os executivos da Casa do Mickey. Em meio a tantos sucessos de bilheteria ao longo dos seis primeiros meses de 2019, a empresa está enfrentando sérios problemas com os lançamentos da sua nova aquisição, que estão fracassando nos cinemas.

Segundo a revista Variety, a Walt Disney Co. analisou os dados da Fox neste primeiro trimestre e foi dura em seu posicionamento diante de seus funcionários. Chamando a atenção de maneira pública dentro do estúdio, a empresa deixou claro que o péssimo resultados dos filmes da Fox nesta primeira metade do ano são um sinal de um problema adiante.

De acordo com a publicação, a repreensão pública foi tão severa, que os próprios funcionários da Fox ficaram ainda mais preocupados em relação ao seus respectivos futuros dentro da companhia. E durante o informe a respeito do faturamento do estúdio, feito no dia 06 de agosto, Bob Iger, presidente da Disney, disse que “a performance da Fox foi bem abaixo daquilo que havia sido e bem abaixo daquilo que esperávamos quando fizemos essa aquisição”.

E de acordo com as palavras de um produtor de Hollywood sobre a fatídica reunião, “eu nunca tinha visto um enforcamento público como esse”.

Iger externou a preocupação dos executivos da empresa e, segundo fontes próximas à situação, os chefes do Gabinete Criativo da Disney, Alan Horn e Alan Bergman, ambos estariam frustrados e aflitos pelo péssimo desempenho da Fox nas bilheterias, bem como em relação à viabilidade de vários projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.

Em se tratando de desempenho, a Fox não está tendo um ano de 2019 promissor. Seu maior sucesso foi o filme religioso ‘Superação: O Milagre da Fé‘, que chegou aos cinemas em abril. A produção faturou US$ 50 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento pequeno, de US$ 14 milhões.

Os outros longas da Fox lançados pela Disney não tiveram a mesma jornada de sucesso. ‘X-Men: Fênix Negra‘ , ‘Stuber‘ e ‘Meu Amigo Enzo‘ fracassaram nos cinemas. Este último teve um fim de semana de estreia bem magro, conquistando apenas US$ 8.1 milhão.

 

 

Os Filmes que Inspiraram Quentin Tarantino em ‘Era uma Vez em… Hollywood’

Quentin Tarantino é um dos maiores cinéfilos a já ter passado em Hollywood. O sujeito começou a vida trabalhando numa locadora de vídeo, onde pôde usufruir ainda mais de sua paixão por filmes, conversar horas a fio sobre as produções e ainda começar a escrever seus roteiros. Atualmente, um dos maiores diretores de cinema em atividade, Tarantino tem simplesmente um projetor e uma sala de cinema em sua casa, além de uma coleção de filmes em película, muitas no formato de 35mm que tanto ama.

Dá para imaginar que com uma enciclopédia cinematográfica ambulante como Tarantino, o acervo de influências seja grande. E assim como em todos os seus filmes, Era uma Vez em… Hollywood, apesar de uma ideia muito original do diretor, teve sua atmosfera, tom e performances inspiradas em outras obras do passado, em especial da época em que …Hollywood se passa, 1969. Como costuma fazer, Tarantino passou de lição de casa para seu elenco uma lista de filmes para assistirem e se inspirarem. Mas dessa vez ele foi mais generoso e os anunciou numa maratona ao longo de uma semana num canal de TV a cabo, de propriedade da Sony (produtora do filme), comentando sobre cada um deles.

Se você é fã de Tarantino, o CinePOP tem um presente especial para você. Vem conhecer os filmes que serviram de inspiração para o diretor em seu mais novo longa e não esqueça de comentar.

Bob, Carol, Ted e Alice (1969)

Dois casais formados por Natalie Wood (West Side Story) e Robert Culp (do seriado Super-Herói Americano), e Elliott Gould (Onze Homens e um Segredo) e Dyan Cannon (O Céu Pode Esperar) dividem amizade, intimidade e discutem relacionamento a dois. Um dos tópicos é a infidelidade e como lidar com ela. Este tipo de honestidade para assuntos considerados tabu foi uma das forças motriz que impulsionaram as produções da época. O filme foi indicado para quatro Oscar: melhores coadjuvantes para Gould e Cannon, fotografia e roteiro original para Larry Tucker e Paul Mazursky (também o diretor do filme).

Flor de Cacto (1969)

Baseado na peça de Abe Burrows e dirigido por Gene Saks (Um Estranho Casal), este filme marcou a estreia de Goldie Hawn nas telonas. E tal debute foi com o pé direito, já que a atriz, então desconhecida, saiu da experiência com a vitória no Oscar de coadjuvante. Na trama, Hawn interpreta uma jovem que tenta o suicídio por achar que o namorado nunca irá largar a esposa. Ela é salva pelo vizinho. Mal sabe ela que o namorado na verdade não é casado, e inventou a história justamente para evitar um compromisso maior com a moça. No papel do mentiroso, o veterano Walter Matthau. E o elenco ainda conta com a estrela Ingrid Bergman (Casablanca), no papel da secretária megera do dentista de Matthau.

Easy Rider – Sem Destino (1969)

Símbolo máximo da contracultura da época, Easy Rider foi um divisor de águas para o cinema igualmente. Na trama, dois amigos vividos por Dennis Hooper (também o diretor e roteirista) e Peter Fonda (também o roteirista) desbravam os EUA em uma aventura em suas motos. A cada novo lugar, conhecem pessoas, fazem amizades, como o personagem amalucado de Jack Nicholson, mas também se metem em confusões. Um filme belo, porém, visceral e surpreendente. O roteiro de Hopper, Fonda e Terry Southern recebeu indicação ao Oscar, assim como o desempenho coadjuvante de Nicholson.

O Segredo Íntimo de Lola (1969)

Escrito e dirigido pelo celebrado cineasta francês Jacques Demy (Os Guarda-Chuvas do Amor), o longa apresenta o jovem protagonista vivido por Gary Lockwood (o astronauta do clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick). Ele interpreta um sujeito infeliz, sem dinheiro, esperando somente seu recrutamento para a Guerra. Seu destino o coloca no caminho de Lola (Anouk Aimée), uma mulher francesa divorciada vivendo em Los Angeles, trabalhando como modelo fotográfico e tão infeliz quanto ele.

À Procura da Verdade (1970)

Baseado no livro de Ken Kolb, aqui temos outro filme protagonizado por Elliott Gould na lista. O filme, envolto em grande carga política antissistema, traz Gould no papel de um veterano da Guerra do Vietnã, e socialista radical, que se vê em conflito entre seu sonho de tornar-se professor e sua simpatia pelos intensos protestos de estudantes contra o estabelecimento. A obra é dirigida por Richard Rush (A Cor da Noite) e tem Candice Bergen (Do Jeito que Elas Querem) no elenco, além da participação de um então novato Harrison Ford em um de seus primeiros papeis no cinema.

Arma Secreta contra Matt Helm (1968)

Esse não poderia faltar! E, de fato, é tão especial que inclusive tem participação na trama de Era uma Vez em… Hollywood. Este foi o filme pelo qual a atriz Sharon Tate se sentiu realmente abraçada pelo público pela primeira vez. No filme de Tarantino ela é vivida por Margot Robbie, e numa cena consegue entrar num cinema para assistir ao longa junto ao público, enquanto se maravilha com as reações dos espectadores presentes. No filme verdadeiro, Tate interpreta a atrapalhada Freya Carlson.

Protagonizado pelo astro do cinema e da música Dean Martin, um dos membros do rat Pack, Matt Helm é um espião criado nos livros de Donald Hamilton, que seguia os passos de James Bond, mas de uma forma mais leve e divertida. The Wrecking Crew, como é conhecido em seu título original, trata-se da quarta e última aventura do personagem no cinema, depois de O Agente Secreto Matt Helm (The Silencers, 1966), Matt Helm Contra o Mundo do Crime (Murderer’s Row, 1996) e Emboscada para Matt Helm (The Ambushers, 1967) – todos protagonizados por Martin.

Encontro Fatal em Lisboa (1968)

Baseado no livro de James Mayo, este filme intitulado originalmente Hammerhead segue as façanhas de outro agente secreto, descobrindo o QG de uma organização criminosa com planos de destruição global. Nesta época, diversas produções seguiam a onda de sucesso de 007 – este mais voltado ao drama e suspense. Quem vive o espião é Vince Edwards. A direção é de David Miller.

‘Doutor Estranho 2’: Wanda pode usar uniforme inspirado nos quadrinhos; Veja foto!

Não há como negar que Wanda Maximoff ficou em segundo plano nos filmes do MCU, mas isso está prestes a mudar agora que a personagem terá sua própria série e foi confirmada em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Além disso, segundo o We Got This Covered, a personagem de Elizabeth Olsen terá um traje mais parecido com o dos quadrinhos na sequência de ‘Doutor Estranho‘.

A informação foi revelada pelo canal Lords of the Long Box, então considere como rumor até que novos detalhes sejam confirmados pelo estúdio.

E como é tradição nos filmes de heróis, há uma possibilidade da Feiticeira Escarlate ganhar um novo visual para o filme.

Lembrando que, nas artes conceituais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, a personagem utilizava sua tiara e um colete em referência ao visual clássico das hq’s.

Confira:

WandaVision’ estará disponível no catálogo da Disney+ em 2021.

Confira o logo:

Alguns fãs se perguntaram se a série iria se passar antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, já que o Visão foi morto durante o filme, após ter a Joia da Mente arrancada de sua cabeça.

Durante uma rápida entrevista para a Variety, Elizabeth Olsen disse que a série terá um tom divertido e será ambientada na década de 1950, mas não há nenhuma relação com o dispositivo de viagem no tempo visto em ‘Vingadores: Ultimato’ e sim resultado de uma ilusão criada por Wanda para viver com o Visão, que também será parte da ilusão.

 

Pode parecer estranho, mas é algo que combina com as ilusões criadas pela personagem em ‘Vingadores: Era de Ultron’, além de combinar com rumores anteriores de que a série iria se concentrar nos poderes de alteração da realidade de Wanda. Parece uma forma inteligente de mostrar como Wanda lida com a morte do Visão e também uma maneira de manter o peso de seu sacrifício.

Roteirista revela qual cantor ele originalmente queria em ‘Yesterday’; Assista!

A Universal Pictures divulgou o novo vídeo dos bastidores da comédia ‘Yesterday‘, com o roteirista Richard Curtis e o cantor Ed Sheeran.

Confira:

O longa tem o roteiro original de Richard Curtis, de ‘Quatro Casamentos e um Funeral‘, e direção do ganhador do Oscar Danny Boyle, de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘.

E se você fosse a única pessoa que se lembra dos Beatles? Em ‘Yesterday‘, um músico – interpretado por Himesh Patel – percebe que existe um estranhamento por partes de seus colegas de faculdade quando ele menciona nomes como Paul McCartney ou John Lennon. Além disso, uma simples procura na internet por ‘Beatles’ sem o resultado esperado também o impressiona.

O elenco inclui Lily James, Himesh Patel, Kate McKinnon, Ana de Armas e Ed Sheeran.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de agosto.

‘A Casa das Flores’: 2ª temporada ganha data de estreia

Netflix finalmente divulgou quando a 2ª temporada de ‘A Casa das Flores‘ irá estrear. O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 18 de outubro.

Confira o teaser:

A série foi criada por Manolo Caro.

A trama gira em torno de uma aparentemente bem-sucedida e idílica família de floricultores, cheia de segredos. Um dia, o patriarca descobre que sua amante de longo tempo morreu inesperadamente, e ele decide trazer os filhos dela para sua casa, para viverem junto à sua mulher e família, que não sabiam da existência deles.

O elenco inclui Aislinn Derbez, Cecilia Suárez, Verónica Castro, Dario Yazbek Bernal, Juan Pablo Medina e Verónica Langer.

‘Adulto’: Especial de comédia do Whindersson Nunes já está disponível na Netflix!

O especial de comédia do Whindersson Nunes, intitulado ‘Adulto‘, já está disponível na Netflix!

Confira o trailer:

Ao longo do stand-up, Whindersson relembra suas origens e fatos curiosos de sua vida, sempre fazendo graça com situações curiosas e inusitadas do dia a dia.

‘Star Wars’: Fãs estão surtando com o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi

Agora que foi confirmado o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi na vindoura série da Disney+, a notícia deve ser anunciada oficialmente na D23, o evento oficial da Disney, que trará as novidades sobre as próximas produções da TV e do cinema.

Após anos torcendo para que McGregor pudesse reprisar o icônico papel do mestre jedi, os fãs não estão conseguindo conter a euforia do momento. Confira:

Ewan McGregor está voltando para interpretar Obi-Wan!”

Ewan mCGregor de volta como Ob-Wan?

Ewan McGregor está de volta como Obi-Wan! Estou surtando!”

“Uma série! Ewan McGregor de volta como Obi-Wan” Estou tão feliz!”

“Eu depois de cada episódio dasérie do Obi-Wan.”