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‘The Batman’: Nicki Minaj está pronta para viver Mulher-Gato no filme

Depois de Aubrey PlazaVanessa KirbyAna de Armas estarem interessadas ou cotadas para viver Mulher-Gato no vindouro projeto The Batman, um nome não muito recorrente na indústria cinematográfica também expressou desejo de viver a icônica femme fatale.

Nicki Minaj, um dos grandes nomes do rap mundial, recentemente interagiu com um de seus fãs no Twitter, o qual comentou que adoraria vê-la no papel de Selina Kyle. Em uma resposta – que poderia muito bem ser uma brincadeira -, Minaj escreveu: “estou pronta!”.

Até o momento, apenas Robert Pattinson foi confirmado, mas rumores vêm surgindo a todo momento em torno da trama, dos personagens e do elenco. O site Batman On Film, por exemplo, afirma que Andy Serkis pode estar no filme interpretando um dos vilões, embora não tenha sido revelado qual. A maior aposta entre os fãs é que ele possa interpretar o Pinguim.

É bom deixar claro que isso não significa que o rumor esteja confirmado, mas dada a estreita relação de trabalho entre Serkis e o diretor Matt Reeves, não é difícil acreditar que o ator possa estar envolvido com o projeto.

Anteriormente, foi dito que The Batman‘ terá seis antagonistas: Pinguim, Mulher-Gato, Charada, Vagalume, Duas Caras e o Chapeleiro Louco.

The Batman‘ estreia em 25 de Junho de 2021.

 

‘Freaks’: Terror sobrenatural ganha trailer arrepiante; Assista!

O terror sobrenatural ‘Freaks‘ ganhou seu primeiro trailer completo.

Assista:

O filme é por Zach Lipovsky e Adam B Stein.

Emile Hirsch, Bruce Dern, Amanda Crew Lexy Kolker estrelam.

“Neste mistério investigativo, um pai perturbado (Hirsch) tranca sua filha de sete anos em uma casa, alertando-a sobre os perigos de sair. Porém, o misterioso Sr. Snowcone (Dern) convence a garota a escapar com ele em uma misteriosa busca pela família, liberdade e vingança.”

Com estreia anunciada no dia 23 de agosto de 2019, ainda não data confirmada no Brasil.

Tubarões atacam no novo trailer LEGENDADO do terror ‘Medo Profundo 2’; Assista!

O terror ‘Medo Profundo – O Segundo Ataque‘ ganhou um novo trailer tenso.

Confira legendado:

Johannes Roberts (‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna‘), que também comandou o filme original, retorna à direção.

A trama segue quatro adolescentes mergulhando em uma cidade submersa arruinada em Recife, No Brasil, que rapidamente se vêem em um inferno aquático quando sua aventura se transforma em horror. Eles descobrem que não estão sozinhas nas cavernas submersas. Enquanto nadam mais fundo no labirinto claustrofóbico de cavernas, eles entram no território das mais mortíferas espécies de tubarões no oceano.

Apesar de se passar no Brasil, a produção foi filmada na República Dominicana.

O elenco conta com John Corbett, Nia Long, Sophie Nelisse, Corinne Foxx, Sistine Stallone, Brianne Tju, Davi Santos e Khylin Rhambo.

A Paris Filmes lançará o filme nos cinemas nacionais no dia 7 de Novembro.

 

‘Toy Story 4’: Disney faz recall de Garfinho de pelúcia por apresentar ‘perigo’ à crianças

A cada novo filme, a Pixar sempre lança uma série de novos brinquedos e colecionáveis que rapidamente são adquiridos por pais e fãs.

Mas seu novo brinquedo de ‘Toy Story 4‘, Garfinho, se tornou alvo de uma polêmica e de muito prejuízo para a divisão da Disney. Segundo a Casa do Mickey e a Comissão Norte-americana de Segurança de Produtos para Consumidores, uma leva de bichinhos de pelúcia do personagem em questão teve que ser retirada das lojas dos Estados Unidos e Canadá, por apresentar “perigo” às crianças.

A agência federal constatou que “os olhos de plástico do brinquedo poderiam se desprender, se transformando em uma ameaça à saúde e segurança de crianças”.

De acordo com o órgão, “os consumidores devem, imediatamente, retirar os brinquedos de perto das crianças, retornando-os para uma loja da Disney, para garantir seu reembolso total do produto”.

Cerca de 80.650 mil pelúcias do Garfinho haviam sido vendidos só nos Estados Unidos e no Canadá. Nenhum incidente grave foi relatado até o momento.

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Velozes e Furiosos’ no espaço? Roteirista responde se ainda é possível

Há alguns anos, o diretor de ‘Velozes e Furiosos 8′, F. Gary Gray, disse ao Screen Rant que uma seqüência no espaço não estaria fora de questão para a franquia.

E numa entrevista ao Polygon, o roteirista Chris Morgan foi questionado sobre a ideia de levar Dominic Toretto e sua equipe ao espaço, ao que ele respondeu:

“Nada está fora de questão. Absolutamente nada. Só tem que ser legal e tem que ser bom. Você sabe, essa é a ideia.”

Presente na franquia desde Desafio em Tóquio‘, Morgan também comentou sobre as cenas de ação que desafiam as leis da física:

“Eu tenho um regulador interno e sou um grande fã de ação, e eu também amo física, a propósito. Eu acho que o limitador para mim é que vamos nos curvar à física e nunca quebrá-la completamente. Quando há uma sequência de ação, acontece algo tão fisicamente impossível ou absurdo que quebra a fé do público. Isso já aconteceu em ‘Velozes e Furiosos 6‘, quando Dom agarra Letty voando pelo ar depois dela ter sido arremessada de um tanque de guerra. Mas, aparentemente, isso não impediu os fãs de continuarem amando os filmes.”

Depois dessa declaração, parece que uma sequência no espaço não seria assim tão drástica para a franquia.

Enquanto isso,  o spin-off ‘Hobbs & Shaw’ estreia no dia 1º de agosto, uma semana após a estreia nos EUA.

‘Big Little Lies’ terá uma 3ª temporada? Nicole Kidman responde!

A 2ª temporada de ‘Big Little Lies‘ se encerrou de maneira bem clara, mas deixou uma brecha para um possível retorno das personagens.

No entanto, a realização de uma terceira temporada é algo incerto, considerando algumas variáveis, como a tumultuada rotina das atrizes, bem como a própria narrativa em si, que se estendeu para muito além do livro original, no qual a produção é baseada.

E durante uma entrevista à revista EW, a atriz Nicole Kidman falou sobre a possibilidade das atrizes se unirem para mais um ciclo sobre as cinco mulheres de Monterey. Respondendo à uma fala feita por Casey Bloys, chefe da programação da HBO, ela revelou que decidir retornar ou não para ‘Big Little Lies‘ é uma escolha que será feita por todas as protagonistas juntas.

Disse:

“Isso é uma colaboração. Nós somos incrivelmente unidas. Conversamos umas com as outras e estamos do lado umas das outras. Então, nós vamos decidir isso juntas, como um grupo. Nós ouvimos à forma como as pessoas reagem, porque sabemos que muito da televisão é uma resposta imediata. E cada pessoa que trabalhou nesse projeto já disse que essa série é maior que qualquer uma de nós”.

 

Na entrevista feita ao TVLine, Casey Bloys jogou um banho de água fria nos fãs, ao revelar que uma terceira temporada não parecia viável.

“Eu amo esse grupo de pessoas – eu faria qualquer coisa com elas. Mas a realidade é que elas são algumas das atrizes mais ativas que trabalham em Hollywood. Nós temos contrato com algumas delas — Nicole está fazendo sua próxima série [The Undoing] conosco. Olha, se todas elas vieram até mim e disseram: Nós temos tempo livre! Com certeza faríamos… mas sejamos realistas”, afirmou.

 

Você gostaria que a série ganhasse uma terceira temporada?

Crítica | Big Little Lies – Temporada 2: Um final previsível que vale cada segundo do seu tempo

Na 2ª temporada, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fará parte do elenco da 2ª temporada.

 

 

 

 

‘Raio Negro’: Estreia da 3ª temporada é adiantada em duas semanas

Inicialmente prevista para estrear no final de outubro, a CW confirmou que a 3ª temporada de ‘Raio Negro‘ (Black Lightning) será lançada duas semanas antes, no dia 7 de outubro.

Criada por Salim Akil, a série não faz parte oficialmente do Arrowverse, mas a possibilidade de um futuro crossover não foi descartada.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Jovens Bruxas’ é lançado na Netflix e a internet está AMANDO; Confira as reações!

Jovens Bruxas‘, terror clássico dos anos 90, estreou recentemente na Netflix, e os internautas estão amando revisitar a produção – além de ganhar vários novos admirados que não a conheciam.

Confira as reações:

Vale lembrar que o reboot já está sendo desenvolvido, e a atriz Cailee Spaeny foi contratada para estrelar a produção.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Novo crossover do ‘Arrowverse’ ganha data de estreia

A CW finalmente divulgou quando o novo crossover do universo Arrowverse, intitulado ‘Crise nas Infinitas Terras‘, será lançado. O crossover será dividido em cinco partes, que estreará dia 8 de dezembro e será concluído no dia 14 de janeiro de 2020.

Confira o calendário em detalhes:

Parte 1: Supergirl – 8 de dezembro (Domingo)

Parte 2: Batwoman – 9 de dezembro (Segunda)

Parte 3: The Flash – 10 de dezembro (Terça)

Parte 4: Arrow – 14 de janeiro de 2020 (Terça)

Parte 5: Legends of Tomorrow – 14 de janeiro de 2020 (Terça)

O próximo crossover terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

‘The 100’: 7ª temporada será a ÚLTIMA da série!

Através de seu Twitter, Jason Rothenberg, criador de ‘The 100‘, confirmou que a 7ª temporada será a ÚLTIMA da série.

“Com a sexta temporada de ‘The 100’ terminando, eu tenho uma notícia para compartilhar: A sétima temporada será nossa última. Somos eternamente gratos à WB e CW por nos permitir contar nossa história como queríamos e por nos deixar encerrar a série em nossos próprios termos. Foi uma jornada incrível!”

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

Assassinos mascarados atacam no trailer VIOLENTO do terror ‘The Furies’; Confira!

O terror ‘The Furies‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por Tony D’Aquino, o longa é inspirado nos slashers dos anos 70 e alegadamente não terá nenhum CGI, apenas efeitos práticos.

Na trama, uma jovem deve enfrentar os seus medos mais sombrios com outras sete participantes involuntárias em um jogo mortal.

O longa será lançado direto em VOD no dia 7 de novembro.

‘Descendentes 3’: Trilha sonora completa da sequência é divulgada; Confira!

A Disney divulgou a trilha sonora completa da sequência ‘Descendentes 3‘.

Confira:

Kenny Ortega, que dirigiu os dois primeiros filmes, retorna à direção.

Mal, Evie, Carlos e Jay – retornam à Ilha dos Perdidos com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança do local, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos VK’s salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas.

O elenco inclui Dove Cameron, Booboo Stewart, Cameron Boyce, Sofia Carson, Mitchell Hope e China Anne McClain.

O longa será lançado no Brasil no dia 9 de agosto, no canal Disney Channel.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ ganha seu primeiro comercial

O mega aguardado ‘IT: Capítulo Dois‘ ganhou seu primeiro comercial de TV.

Assista:

O diretor Andy Muschietti confirmou que a sequência terá 2 horas e 45 minutos.

“O filme tem 2 horas e 45 minutos, mas o ritmo é muito bom. Ninguém que assistiu ao filme teve alguma reclamação.”, afirmou.

O primeiro filme foi lançado em 2017 e teve uma duração de 2 horas e 15 minutos, meia hora a menos que a sequência.

Além disso, a produtora Barbara Muschietti revelou que o filme ganhará uma versão do diretor for lançada – possivelmente direto nos formatos Blu-ray, digital e DVD.

“Nós faremos uma versão do diretor porque dessa vez é necessário. Temos algumas cenas incríveis que não permaneceram no filme. Você tem que fazer escolhas e às vezes algumas coisas não podem ficar na versão que vai para os cinemas. Mas ainda assim, essas cenas merecem ser vistas pelo público no futuro”.

O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.

Empolgados?

Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.

Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.

Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:

Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.

Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.

Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.

A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez. 

O elenco conta com o retorno de Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

 

Cinebiografia de Elvis Presley ganha data de estreia

Segundo o site The Hollywood Reporter, a cinebiografia de Elvis Presley ganhou data de estreia: o filme dirigido por Baz Luhrmann chegará aos cinemas no dia 01 de outubro de 2021.

Ainda sem nome oficial, Austin Butler dará vida ao personagem titular. A cantora Lana Del Rey demonstrou recente interesse em interpretar a esposa de Elvis, Priscilla Presley, mas nenhuma confirmação foi feita ainda.

O longa vai acompanhar a evolução do Rei do Rock até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks. A trama também vai abordar o contraste do estrelato de Elvis e a inocência perdida na América.

O início das gravações está agendado para o ano que vem, em Queensland, na Austrália, e a distribuição será através da Warner Bros.

O roteiro foi escrito por LuhrmannCraig Pearce, seu parceiro em filmes como ‘Moulin Rouge’, ‘Romeu + Julieta’, e ‘O Grande Gatsby’.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Rede de cinemas vai fazer sessões especiais apenas para palhaços

A rede de cinemas Alamo Drafthouse vai realizar uma série de sessões especiais de ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘, destinada apenas para palhaços. A informação foi compartilhada pela revista EW.

Para participar das exibições não precisa ser um palhaço profissional, basta estar vestido como um. Segundo a descrição feita pela própria empresa, é necessário ir à sessão trajando “uma peruca, maquiagem, calças largas com suspensórios e aquela maquiagem vermelho-sangue”. As sessões acontecerão em 17 locais, espalhados por lugares como o estado do Texas e a cidade de Los Angeles.

Essa não é a primeira vez que a Alamo realiza um evento dessa natureza. A mesma coisa aconteceu na época da estreia do primeiro ‘It‘. Além disso, a empresa ainda fez uma série de exibições especiais destinadas apenas para mulheres, do filme ‘Mulher-Maravilha‘.

Confira os novos cartazes do filme:

O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.

Empolgados?

Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.

Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.

Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:

Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.

Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.

Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.

A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez. 

O elenco conta com o retorno de Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

 

Cate Blanchett pode se juntar a Bradley Cooper em ‘O Beco das Almas Perdidas’

De acordo com o The Wrap, Cate Blachett está em negociações para estrelar a nova adaptação de ‘O Beco das Almas Perdidas‘ (Nightmare Alley), que será produzida pelo Guillermo del Toro.

Detalhes sobre seu possível papel não foram divulgados.

Por enquanto, apenas Bradley Cooper está confirmado no projeto.

Além de produzir, del Toro também irá coescrever o roteiro ao lado de Kim Morgan.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘Queen & Slim’: Trailer do novo suspense racial com o astro de ‘Corra!’

O novo filme de suspense estrelado pelo astro Daniel Kaluuya, intitulado ‘Queen & Slim‘, ganhou um novo e intenso trailer, que explora o racismo e a perseguição de policiais brancos.

Assista:

Baseado em uma ideia criada pelo autor James Frey e roteirizado pela vencedora do Emmy, Lena Waithe, qa produção conta a história de dois conhecidos que, inesperadamente, são forçados a fugir juntos após uma simples parada no semáforo resultar na morte de um policial, morto em legítimo defesa.

Rapidamente as coisas mudam de figura, escalonado em uma narrativa a la ‘Bonnie & Clyde‘, onde algo inesperado se transforma “em um símbolo de terror, tristeza e dor para pessoas ao redor do país”.

Queen & Slim‘ traz também Jodie Turner-Smith (‘Nightflyers‘), Bokeem Woodbine (‘Operação Overlord‘) e Chloë Sevigny (‘The Act‘) no elenco.

O suspense é dirigido pela estreante Melina Matsoukas, que já dirigiu episódios de ‘Insecure‘, além de ser a diretora do clipe “Formation”, da Beyoncé.

O longa estreia no dia 27 de novembro nos Estados Unidos e ainda não possui data de lançamento para o Brasil.

 

 

 

Franquia Velozes e Furiosos | Do Pior ao Melhor – Incluindo ‘Hobbs & Shaw’

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw já aqueceu os motores e chegou acelerando aos cinemas na quinta, dia 1º de agosto. O filme promete ser um dos maiores sucessos desta segunda metade de ano e também de 2019.

Ano que vem, seremos brindados ainda com o nono exemplar da franquia – é sério!

Já são oito filmes e mais este derivado ao todo, e pensando nisso, o CinePOP resolveu homenagear a série mais envenenada do cinema, colocando em ordem todos os episódios, do pior ao melhor. Então, aperte o cinto e prepare-se para altas velocidades. Não esqueça de deixar seu comentário, listando você também em ordem de preferência os filmes Velozes e Furiosos.

Leia também nossa crítica de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw

Crítica | Velozes e Furiosos 8 é diversão e adrenalina pura (Nota: 8.0)

Crítica 2 | Velozes e Furiosos 8 – Franquia megalomaníaca só faz crescer (Nota: 8.0)

 

9. + Velozes + Furiosos (2003)

Motor: com o sucesso do primeiro filme, uma sequência (desnecessária) foi logo criada. Dois roteiros foram escritos, um com e outro sem a presença do personagem de Vin Diesel. Dá para perceber qual foi usado. Soando como continuação caça-níquel, o que de fato era, o filme perdeu parte de seu charme e público.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), agora do outro lado da lei, é capturado por seus ex-companheiros, e forçado a se infiltrar numa gangue em Miami. Para a tarefa, ele recorre ao seu velho amigo Roman Pearce (Tyrese Gibson) – aonde se encaixaria Diesel na trama.

Velocidade: logo no começo, temos um racha com um carro pulando por cima de outro em uma ponte. Em outra cena, numa corrida, caminhões se mostram obstáculos nada agradáveis. No final, temos um carro decolando voo e aterrissando em um iate.

Arranque: Roman e Tej (Ludacris) foram introduzidos neste filme, mas o grande chamariz é a presença de Eva Mendes, como a policial infiltrada Monica Fuentes. Esperamos ansiosamente o retorno da cubana à série.

Trava Roda: o vilão aqui é Carter Verone (Cole Hauser), que tem como hobby colocar ratos na barriga de desafetos e atiçá-los para que cavem um buraco.

Piloto: John Singleton, de Os Donos da Rua (1991).

 

8. Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006)

Motor: se no filme anterior, Vin Diesel estava fora, neste nem Paul Walker retorna. Aqui, foi quando todos achavam que a franquia estava morta e enterrada. Hoje, olhando para trás, não é o pior episódio da série, e até possui certo charme ao se desassociar totalmente da proposta dos anteriores.

Chassi: movendo a ação para Tóquio, Japão, e com o objetivo de ser um animal totalmente novo, sem qualquer elo com os anteriores, Desafio em Tóquio não é sobre corridas, mas sim sobre drift, aquelas derrapadas em curva. Outra remodelada é por um filme mais jovem, com protagonistas colegiais, o que faz do filme uma espécie de Karate Kid sobre rodas.

Velocidade: as cenas das famosas derrapadas nas rampas em curva, os chamados drift, são bem legais. A cena que abre o filme, se tornando o motivo do protagonista Sean Boswell (Lucas Black) ser enviado para o Japão, também é recheada de adrenalina.

Arranque: nenhum dos personagens deste filme foi reutilizado ao longo da série, tirando Han (Kang) – apesar de Sean (Black) ter feito uma ponta no sétimo episódio. Nesta história reciclada de filmes colegiais do aluno recém-chegado, temos a mocinha em quem ele fica interessado (Nathalie Kelley) e o antagonista valentão que surge como terceira parte no triângulo amoroso (Brian Tee). O rapper mirim Bow Wow, hoje usando o nome Shad Moss, interpretou o melhor amigo do protagonista.

Trava Roda: D.K. (Tee) era a peste do colégio, mas o maior vilão do filme era mesmo o tio do rapaz, o mafioso Kamata, papel do lendário Sonny Chiba.

Piloto: o asiático Justin Lin, de Annapolis (2006) – que fazia uso de dois veteranos da franquia, Jordana Brewster e Tyrese Gibson – realizava seu quarto longa-metragem com Desafio em Tóquio.

 

7. Velozes e Furiosos 4 (2009)

Motor: “novo modelo, peças originais”, era o que anunciava o slogan do filme. Parte continuação, parte reboot, o quarto filme da franquia trouxe de volta o elenco original – Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster. Justamente por isso, precisava ser um filme melhor, decepcionando por não honrar o retorno dos envolvidos.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), novamente trabalhando para o FBI (decida-se, certo?), precisa se infiltrar nas operações de um grande traficante mexicano. Para o feito, ele recorre ao velho conhecido Toretto (Diesel), e termina reencontrando a paixão Mia (Brewster), irmã do careca.

Velocidade: a cena de abertura, com Dom e Letty (Rodriguez) roubando combustível de um caminhão tanque é a melhor do filme. De resto, ganhamos um filme abaixo do esperado, sem a adrenalina dos anteriores e uma sequência final dentro de túneis em uma caverna muito escura, que não funciona.

Arranque: além da volta do time original, somos introduzidos a Gisele (Gal Gadot), criminosa, braço direito do vilão, com formas de modelo. Han (Sung Kang) também dá as caras, após sua “morte” no terceiro filme – quebrando a cronologia.

Trava Roda: Campos é o vilão deste grande retorno da trupe, interpretado pelo ótimo John Ortiz. Ele se mostra um adversário mais sério e ameaçador, voltando em uma participação no sexto filme, em uma cena na cadeia. O principal capanga do traficante é Fenix, papel do musculoso Laz Alonso, o assassino de Letty. O filme, infelizmente, não nos dá uma pancadaria entre ele e Dom, como esperado.

Piloto: o diretor aqui é o taiwanês Justin Lin, que havia entrado na série no comando do filme anterior.

 

6. Velozes & Furiosos 5: Operação Rio (2011)

Motor: o episódio mais cultuado pelos fãs, Operação Rio (como ficou conhecido no Brasil) trouxe a franquia para terras tupiniquins e para nossas favelas – mesmo que nem tudo esteja geograficamente correto. Foi aqui que a série verdadeiramente recuperou seu fôlego e atingiu o status gigantesco e megalômano em que se encontra hoje.

Chassi: Toretto e sua equipe planejam um roubo audacioso, transformando a série totalmente, de corridas de carros para a ação de grandes assaltos ousados. A missão impossível no Brasil não será tão fácil, já que em seu encalço, Vin Disel e cia. possuem o braço mais forte da lei, Luke Hobbs (The Rock).

Velocidade: aqui foi quando a série começou a tomar proporções homéricas. Temos por exemplo a perseguição a um trem e o voo de uma ponte, que liga o Rio a São Paulo. Ou não. Carros arrastando um cofre não é algo que se vê todos os dias. Mas a pancadaria entre os brutamontes Diesel e Johnson definitivamente é um dos pontos altos aqui.

Arranque: como gostava de anunciar na época, Dwayne ‘The Rock’ Johnson afirmava ser o Viagra das franquias. Dito e feito, uma das decisões mais acertadas dos produtores para a série foi introduzir o carismático gigante na pele do policial Luke Hobbs, confeccionando assim um verdadeiro duelo de titãs com o Dom de Vin Diesel, no lado oposto da lei. Além disso, enquanto o quarto filme trouxe de volta as partes originais, o quinto trouxe todos os opcionais, vide Roman (Gibson), Han (Sang), Vince (Matt Schulze), Gisele (Gadot) e Tej (Ludacris). A policial brasileira Elena (Elsa Pataky), importante para a trama da franquia, faz seu debute.

Trava Roda: apesar dos bandidos serem os mocinhos e o antagonista, o agente da lei Hobbs, existe sim um vilão declarado no quinto longa da franquia. O português Joaquim de Almeida vive o criminoso brasileiro Reyes, que tem fortes laços com políticos, empresários e policiais corruptos. E o que mais? Como diz Toretto a certa altura do filme, “This is Brazil!”. Sim, definitivamente é.

Piloto: mais uma chance é dada para Justin Lin, que desta vez pôde conhecer o que era o sucesso absoluto em um filme da franquia.

 

05. Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (2019)

Motor: há algum tempo vinham sendo prometidos derivados da franquia Velozes e Furiosos, e o primeiro acontece com Hobbs & Shaw. Seja por qual motivo tenha ocorrido (as más línguas não cansam de citar a desavença entre The Rock e Vin Diesel), o fato é: Hobbs (The Rock) e Shaw (Jason Statham) se tornaram tão populares em suas picuinhas e na afirmação de “dois bicudos não se beijam”, que ganharam um filme inteiro só para isso. Ah, e mais um filme, com toda a turma, vem aí ano que vem.

Chassi: a trama aqui é o que menos interessa, e é vendida por dois motes: a família dos protagonistas (o lema da série) e suas personalidades conflitantes para fazer graça. Hobbs é o americano troglodita. E Shaw, o britânico cool. Mas já que temos que ter uma história, ela é reciclada do filme de espionagem B mais canastrão, com um super soldado renegado atrás de um vírus que pode dizimar a humanidade, e somente nossos heróis para salvar o dia e derrotar o vilão.

Velocidade: esse é o problema com franquias que querem ser cada vez maiores e absurdas em suas cenas de ação: em algum momento acabam recaindo de vez para o cartunesco. Isso ocorreu com o 007 de Pierce Brosnan, e acontece o mesmo aqui. Hobbs & Shaw é basicamente um filme de super-heróis ou um desenho animado – com direito a vilão ciborgue, motos que andam sozinhas, manobras impossíveis e até mesmo Hobbs segurando um motoqueiro com um braço só (que colocou para fora do carro vindo no sentido oposto). Existe muita ação, mas ela é quase toda genérica e nada memorável. O humor conta mais alto aqui.

Arranque: Hobbs e Shaw ganham os holofotes aqui em seu primeiro filme solo. Como a família sempre foi o núcleo desta franquia, é claro que em algum momento conheceríamos os parentes dos durões. Quem sai na frente no núcleo familiar é Shaw, já que sua irmã Hattie (Vanessa Kirby) é primordial para a trama e a terceira em importância no filme atrás somente da dupla. Kirby dá um show. Helen Mirren também retorna como a mãe deles. Já Hobbs vai encontrar com sua família no final do filme, e a para a grande revelação de seu irmão, o papel havia sido planejado para Jason Momoa, que não pôde participar por motivo de agenda, e o personagem acabou ficando com Cliff Curtis. Dois atores bem conhecidos aparecem aqui em participações especiais, mas acho que ainda não vale a pena revelar quem são…

Trava Roda: depois de Charlize Theron, a franquia segue demonstrando que consegue escalar grandes nomes para seus antagonistas, com a contratação de Idris Elba para viver Brixton. Quero ver quem eles irão chamar agora. O antagonista é um ex-parceiro do serviço secreto de Shaw, um fantasma de seu passado, que o protagonista vê ressurgir bem em sua frente. Deixado para morrer, ele retorna numa versão com upgrade, com implantes e literalmente partes cibernéticas e de metal. O sujeito é uma mistura do Exterminador do Futuro, mas se autointitula o Superman Negro. Não está errado. Infelizmente, o personagem é somente o típico vilão de HQ, sem qualquer personalidade ou profundidade, e extremamente bidimensional. Uma pena.

Piloto: David Leitch é quem assume o primeiro derivado da franquia. Especializado em lutas, coreografias e cenas intensas, o sujeito não deixa a peteca cair aqui no quesito, mas em matéria de cenas de ação grandiosas, o longa fica abaixo dos demais exemplares da franquia. O ex-dublê e lutador marcial tem no currículo as direções de filmes como De Volta ao Jogo (John Wick), Atômica e Deadpool 2.

 

4. Velozes e Furiosos 8 (2017)

Motor: após a morte de Paul Walker e da despedida no sétimo filme, a franquia poderia ter encerrado. Mas aí a Universal perderia sua galinha dos ovos de ouro. Então um novo filme saiu do papel, e não será o último. O grande mote aqui é a traição de Diesel, o pilar da família Velozes, e a chegada da vilã definitiva.

Chassi: é o fim dos tempos quando Toretto precisa se voltar contra o que mais considera importante no mundo, sua família. O motivo? O grandalhão careca é chantageado por Cipher, terrorista cibernética temida mundialmente, que planeja roubar ogivas nucleares e fazer governos de refém. E o que mais?

Velocidade: se o quinto filme abriu portas, o sexto foi o que atingiu níveia de Missão: Impossível, 007, ou qualquer arrasa-quarteirão megalomaníaco. Aqui, seguimos a máxima de superar cada feito anterior, e temos carros guiados por controle remoto, chuva de carros e até mesmo uma corrida no gelo com um enorme submarino. Mas o que choca mesmo é o beijo de Charlize Theron em Vin Diesel.

Arranque: a musa Charlize Theron é a melhor adição do elenco no oitavo filme da franquia. Todos (ou a maioria) dos “jogadores” retornam. Além da loira, temos aqui a veterana Helen Mirren num papel hilário, e o novato Scott Eastwood como um agente federal tentando ocupar a vaga do saudoso Paul Walker como o galã da franquia.

Trava Roda: a vilã definitiva é Cipher, Charlize Theron, uma hacker terrorista superinteligente, que faz da trupe suas marionetes. É revelado que a criminosa estava por trás de acontecimentos datando do sexto filme, ou seja, Dom e sua turma eram uma pedra antiga em seu sapato, que ela tratará de retirar.

Piloto: F. Gary Gray, do sucesso Straight Outta Compton (2015), é o terceiro americano a comandar um filme da franquia.

 

3. Velozes e Furiosos (2001)

Motor: onde tudo começou. O primeiro Velozes e Furiosos se comporta demais como uma refilmagem não declarada de Caçadores de Emoção (1991), de Katheryn Bigelow.

Chassi: um agente do FBI (Paul Walker) precisa se infiltrar no submundo de corridas clandestinas para descobrir a gangue que anda assaltando caminhões de mercadorias nas estradas.

Velocidade: as cenas de corridas são todas muito bem orquestradas. A cena que mais marca o filme, no entanto, é o duelo final entre Diesel, Walker e um trem. Além disso, este filme ainda tinha um pé em nosso mundo, e cria um clima de mistério e certo suspense interessante para um blockbuster descerebrado.

Arranque: na época, o elenco se resumia a um grupo de desconhecidos. Seu status cult veio com o lançamento do longa no mercado de vídeo.

Trava Roda: o primeiro filme trata de assuntos mais relevantes, como confiança, do que o combate a um vilão. Mas eles não deixam de existir aqui, e o principal é Johnny Tran, o corredor com laços mafiosos, vivido por Rick Yune.

Piloto: Rob Cohen (Daylight) dirigiu o primeiro filme e voltaria a trabalhar com Vin Diesel em XxX (2002).

2. Velozes e Furiosos 6 (2013)

Motor: aqui foi onde a série deu o pulo para a estratosfera, embora muitos tenham creditado ao episódio anterior. O orçamento mais inflado, proporcionou a franquia Velozes e Furiosos adentrar no território dos filmes mais caros da atualidade e o resultado é percebido nas telas. Sem dúvida um dos mais divertidos de todos.

Chassi: na trama, Letty (Rodriguez) está viva! Mas não se lembra de nada, devido a uma amnésia (ridículo? Ei, não esqueça que estamos falando de Velozes e Furiosos). Além de viva, ela faz parte de um novo grupo de criminosos, que vem tocando o terror por Londres. Hobbs pede a ajuda de Toretto e seus amigos mais uma vez, em uma missão mais pessoal impossível para a “família”.

Velocidade: as cenas de ação aqui atingiram níveis inacreditáveis. Temos, por exemplo, uma perseguição em uma ponte com um tanque de guerra. Além dessa, as ruas de Londres se tornam o palco de uma batalha entre a equipe de Toretto e a nova família de Letty, que usa os infames “carros rampa”. O final traz o que acontece quando carros combatem um avião jumbo!

Arranque: Michelle Rodriguez é trazida de volta para a série e sua Letty, de volta à vida (ninguém morre de verdade aqui). Hobbs volta, assim como toda a trupe, mas alguns encontrarão um trágico destino.  Fora isso, Gina Carano, a então musa do MMA feminino e atriz nas horas vagas, reforça o elenco na pele da parceira do grandalhão The Rock, com direito a um “cat fight” com Rodriguez.

Trava Roda: o vilão da vez é Shaw (Luke Evans), um anarquista que planeja uma série de ataques e tem na manga a lealdade de Letty, por ter salvado sua vida – ao final do quarto filme. A gangue de Shaw é quase como uma versão “bizarra” de nossos heróis, com cada um dos membros encontrando sua contraparte.

Piloto: quarto e último filme da franquia comandado por Justin Lin, que decidiu alçar voos maiores, com Star Trek – Sem Fronteiras (2016).

 

1. Velozes e Furiosos 7 (2015)

Motor: adiado por um ano, o sétimo Velozes e Furiosos foi marcado pela tragédia, quando o astro da franquia Paul Walker faleceu em um acidente automobilístico (na máxima das cruéis ironias) e não pôde completar sua participação, sendo substituído por dublês, efeitos e seus irmãos da vida real. A arte imita a vida, e Velozes 7 serviu de despedida para Walker e seu Brian O´Connor, usando a metalinguagem de forma mais que emocionante. Impossível evitar as lágrimas e o nó na garganta ao final.

Chassi: um grande problema decide ir atrás de nossos heróis, eliminando-os um a um. A caça vira o caçador quando a equipe decide combater tal ameaça, para isso precisando da ajuda de antigos aliados e de novos, como o agente do governo Sr. Ninguém (papel do veterano Kurt Russell).

Velocidade: se no sexto filme tivemos um avião jumbo e um tanque de guerra, no sétimo temos carros caindo de paraquedas de um avião, descendo ribanceiras, comboios militares extremamente armados, a demolição de um estacionamento, drones e, é claro, carros atravessando os prédios mais altos do mundo, em Abu Dhabi.

Arranque: a despedida de Paul Walker chama atenção no sétimo episódio, mas temos também a entrada de Kurt Russell na série na pele do enigmático Sr. Ninguém, o agente federal que dá respaldo na caçada ao terrorista Deckard Shaw. Além disso, a série também ganha mais uma presença feminina de respeito, com a hacker Ramsey, papel da belíssima Nathalie Emmanuel (Game of Thrones).

Trava Roda: até então, a maior ameaça da série, tida como definitiva, era “o irmão mais velho e malvado”, vivido por Jason Statham. Escolha acertadíssima para um elenco de brucutus, Statham é outro herói de ação que se junta ao filme como o vilão. É claro que a chance de um embate entre ele e The Rock e depois com Vin Diesel não seria perdida. Além disso, a lutadora Ronda Rousey faz uma participação e trava seu próprio embate com Michelle Rodriguez. Os atores Djimon Hounsou e Tony Jaa também dão as caras como vilões.

Piloto: sai o taiwanês Justin Lin, e entra malaio James Wan (Invocação do Mal), que não faz feio. Nem perto disso.

Crítica | Desenfreado – Filme Medieval Épico Sul-Coreano com Zumbis!

Um filme medieval, épico, sul-coreano e… com zumbis! Parece completamente contraditório, mas esse filme existe e se chama ‘Desenfreado’ – um dos lançamentos da Dona Netflix essa semana. E surpreende!

A superprodução de 2018 tem como título original ‘Chang-gwol’ e chegou a estrear nos cinemas da Coreia do Sul, arrecadando cerca de U$12 milhões em bilheteria. A trama, porém, é um pouco complicadinha de entender, mas vamos lá: tudo começa quando o Ministro de Guerra, Kim Ja-Joon (o sério Jang Dong-Gun), entra em um navio cargueiro gringo (provavelmente inglês, mas não é definido), que contém um zumbi. O gringo pede ajuda com pólvora para queimar a carga, porém, Kim decide que aquela poderia ser sua grande arma para depor o poder do rei Lee Jo (Kim Eui-Sung). É assim que a província de Joseon é infestada por uma horda de “demônios” – que são, na verdade, zumbis. Para cuidar da situação, o príncipe herdeiro boa pinta e malandrão, Lee Chung (Hyung-Bin) é convocado, juntamente com seu escudeiro e alívio cômico Hak-Soo (o hilário Jeong Man-Sik, numa atuação a la David do Brasil). Enquanto enfrenta a ameaça zumbi, Lee Chung ainda tem que lidar com traições dentro do governo.

É importante explicar essa sinopse mais alongada por duas razões: primeiro, porque nada disso fica muito claro até quase o fim do primeiro terço, o que gera bastante confusão pro espectador; segundo, porque o longa-metragem parece não ter continuidade, intercalando sequências de cenas que parecem não ter ligação uma com a outra. Essa questão fica mais evidente no primeiro arco do filme, porém, também ocorre nas outras partes, pedindo certa boa vontade de nós, como uma cena que começa ao anoitecer e de repente já está de manhã, mas quando os personagens voltam ao ponto original, está de noite novamente.

Desenfreado’ é uma megaprodução com requintes na ambientação de época, na caracterização e no figurino. Tem cenários belíssimos, trajes que contrastam esteticamente com o horror no qual se passa a trama e até mesmo apresentações artísticas, que são pura poesia. O filme se leva a sério, os atores são dramáticos ao extremo, beirando uma novela mexicana. Seria apenas um drama medieval épico, não fossem os zumbis.

Preparem-se para o que eu vou falar: este é o primeiro filme em que é bonito ver o zumbi. Sério. Imaginem aqueles coreanos vestidos com aquelas roupas que parecem vindas direto do mangá, com aquela pele de porcelana e enfeites dos cabelos. Agora imaginem esses caras se contorcendo, quebrando os ossos, se requebrando, ganhando veias azuis que saltam do pescoço, andando que nem a menina do ‘Exorcista’. Acrescente a esses mesmos indivíduos sangue escorrendo pelos lábios, coloque-os curvados sobre as vítimas. E os zumbis não são bestas não! Eles não são lerdos e não perdem partes do corpo pelo meio do caminho, ao contrário, são uma ameaça real.

Desenfreado’ desperta sentimentos dicotômicos na gente, porque torna essa transformação do zumbi em algo belo, poético. Em algum grau, isso deve ser errado, não? Independentemente, é um entretenimento bem bacanudo, e que pode abrir as portas do cinema sul-coreano de gênero para o nosso público.

Crônicas de San Francisco | A ordem correta para assistir e mais alguns detalhes

Durante o mês de junho deste ano a Netflix estreou a série Crônicas de San Francisco na sua plataforma. Desenvolvida por Lauren Morelli (Orange Is The New Black) e baseada nos livros de Armistead Maupin, a produção não te conta a princípio que já existiram outras crônicas de San Francisco, ou melhor dizendo, outras Tales of the City. Provavelmente, parte do público e fãs dos livros conhecem as histórias, mas uma parcela de espectadores mais jovens sequer ouviram falar. Portanto, antes de trazer a crítica da temporada atual, vamos dizer a ordem correta para conferir a nova e tratar alguns pontos para ficar atentos.

Crônicas de San Francisco (1993)

Tudo começou em 1993, ou melhor, em 1978, quando Armistead Maupin publicou seu primeiro livro chamado Tales of the City, que viria a ser o mesmo nome da produção desenvolvida para a TV baseada na sua obra.

A jovem Mary Ann Singleton (Laura Linney), num rompante, desembarca em San Francisco, em pleno ano de 1976, e decide por lá ficar. Após passar alguns dias como de hóspede na casa da amiga Connie Bradshaw (Parker Posey), ela decide procurar um lugar para si e eis que o telespectador conhece, pela primeira vez, 28 Barbary Lane, com sua misteriosa e encantadora dona, Anna Madrigal (Olympia Dukakis). Vivendo nos apartamentos do local estão Brian Hawkins (Paul Gross, que também interpreta o mesmo na versão atual) e Mona Ramsey (Chloe Webb).

Não tarda muito para que Michael Tolliver (Marcus D’Amico) entre finalmente em cena, desta vez pra valer, e não em um pequeno momento no supermercado. Na primeira temporada, se é que podemos assim chamar, é possível conhecer quem são esses personagens, um pouco do passado deles antes da chegada a Barbary Lane, seus desejos e ambições, e uma San Francisco à frente do seu tempo. Aqui Mary Ann descobre seu dom natural para o mistério.

Alguns nomes para se guardar: Connie Bradshaw, DeDe Halcyon Day (Barbara Garrick) e Mona Ramsay.

Mais Crônicas de San Francisco (1998)

Cinco anos se passaram desde a exibição da primeira temporada e aqui os roteiristas optam por avançar um período também. Agora o público está familiarizado com os personagens e é fácil ansiar por mais histórias. Importante citar que muitos atores foram mudados e três dos principais são vividos por pessoas diferentes: Paul Hopkins é Michael Tolliver, Whip Hubley é Brian Hawkins e Nina Siemaszko é Mona Ramsey. Mas não se preocupe, pois Mary Ann Singleton e Anna Madrigal permanecem como Laura Linney e Olympia Dukakis, respectivamente.

Mary Ann e Michael se tornaram melhores amigos e partem em um cruzeiro juntos, enquanto Mona, sentindo-se sozinha, vai em uma busca de uma nova aventura que resultará numa descoberta sobre seu passado envolvendo Anna Madrigal. Por mais que a maior parte das histórias estejam interligadas, algumas passam despercebidas aos olhos do espectador e também não farão tanta diferença no futuro. O principal é se atentar ao crescimento de Mary Ann e como a mesma está sempre propensa ao desdobramento dos mistérios que a cercam.

Dois pontos que também não podem passar despercebidos é a revelação do grau de parentesco entre Mona e Anna Madrigal, assim como a amizade que surge entre DeDe Day e D’orothea Wilson (Françoise Robertson), ex-affair de Mona na temporada passada –  que era interpretada por Cynda Williams.

Outras Crônicas de San Francisco (2001)

A terceira e última etapa, antes do retorno agora em 2019, teve início três anos depois da exibição de Mais Crônicas de San Francisco e aqui o espaço de tempo entre as temporadas é um pouco maior.

A história já inicia mostrando Mary Ann e Brian (ainda sendo interpretado por Whip Hubley) juntos, em uma espécie de amizade colorida por parte dela, enquanto ele, claramente, está apaixonado pela protagonista. Enquanto Michael (permanece Paul Hopkins) está ficando com a cidade inteira após o término com o Dr. Jon Fielding (Billy Campbell). Aqui não é possível ver Mona, afinal, logo de início é dito que a mesma se encontra vivendo em Seattle.

Enquanto a personagem de Laura Linney busca seu lugar na carreira de apresentadora de TV, precisa lidar com Bambi Kanetaka (Sandra Oh), a estrela e queridinha do chefe, e também com seus sentimentos por Brian; Anna Madrigal se envolve em um novo mistério que a levará à descoberta sobre suas raízes. DeDe retorna – dos mortos – com uma informação que pode levar Mary Ann ao furo que precisava para crescer na carreira.

É interessante falar da personagem de Barbara Garrick aqui, pois sua evolução é algo incrível. Afinal, se formos comparar essa DeDe com a que conhecemos nas temporadas anteriores é como se somente agora ela realmente tivesse aprendido como o mundo funciona. Aparentemente, o relacionamento com D’or e o nascimento dos filhos lhe fizeram muito bem.

Dois pontos para se lembrar: ao final da temporada tem o casamento de Brian e Mary Ann, e também a rápida aparição de Connie Bradshaw durante um dos episódios, grávida.

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É necessário deixar esclarecido a importância de se assistir a todas essas temporadas antes de conferir a de 2019, pois aqui é possível criar elo com os personagens, descobrir suas raízes e vê-los crescer juntamente a Anna Madrigal. Sem contar a aparição de pessoas chave para a trama atual. Espero que esta matéria tenha contribuído para seu entendimento e que te convença a juntar-se a 28 Barbary Lane, afinal, esta é uma maratona que dar gosto de fazer.