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‘Titãs’: Imagem de bastidores revela novo visual de Columba para a segunda temporada; Confira!

A segunda temporada de ‘Titãs’ chegará em breve na Netflix e as produções estão a todo vapor!

Recentemente, Minka Kelly compartilhou uma novo foto de bastidores trazendo um visual diferente para Dawn Granger, heroína conhecida como Columba.

Confira:

New BTS of Minka Kelly (Dawn Granger/ Dove) from r/TitansTV

Foi revelado ao CinePOP durante o evento da CinemaCon que o novo ano da série estreia nos EUA no outono norte-americano, que acontece entre 23 de Setembro e 21 de Dezembro.

No Brasil, a série é exibida pela Netflix.

Chella Man e Iain Glen também foram elencados na nova temporada como Jericó e Batman respectivamente. Esai Morales será o vilão Exterminador.

Ao que tudo indica, Devastadora também irá aparecer no próximo ano.

‘Titãs’ é estrelada pro Brenton ThwaitesAnna DiopTeagan CroftRyan Potter

‘Vingadores: Ultimato’: Roteiristas comentam porque ignoraram romance entre Hulk e Natasha

O romance entre Bruce Banner e Natasha Romanoff é um ponto bem controverso no MCU e foi tachado como forçado e sem química por alguns fãs. Pensando nisso, os roteiristas de ‘Vingadores; Ultimato’ contaram porque não levaram o romance adiante no filme.

Durante uma conversa no podcast da Empire, Christopher Markus e Stephen McFeely revelaram que algumas cenas entre Nat e Bruce foram escritas e até mesmo filmadas durante ‘Guerra Infinita‘, mas a maioria foi cortada da versão final.

“Nós tentamos. Em ‘Guerra Infinita’, temos cenas [não utilizadas]… escrevemos: ‘Você se foi, eu mudei’ – esse tipo de coisa.”, disse Markus.

Antes de ‘Guerra Infinita’, uma breve aparição de Scarlett Johansson em ‘Thor: Ragnarok’ foi a única referência ao romance depois de ‘Era de Ultron’, por isso alguns fãs esperavam que os dois personagens resolvessem essa questão ao se encontrarem novamente.

Voltando ao ‘Ultimato’, McFeely contou porque os dois personagens mal interagiram antes da viagem no tempo:

“Ele se tornou o Professor Hulk neste filme, e parecia um pouco estranho no meio do luto de todos eles estarem namorando. Nós achamos que seria mais elegante não resolver isso.”

Enfim, é claro que a morte de Natasha teve um grande efeito sobre o Hulk, que admite que tentou trazê-la de volta com o estalo. Pode não ser muito, mas é um final adequado para os arcos de ambos os personagens.

‘Vingadores: Ultimato‘ continua em exibição nos cinemas. Confira nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Lost’: Evangeline Lilly não quer um reboot da série

Embora a emissora ABC tenha confirmado, no início do ano, que estaria cogitando um reboot da popular série Lost’, uma das principais protagonistas não está interessada no projeto.

Durante sua participação no SiriusXM Studios, para o novo programa de rádio da revista EW, intitulado EW Live, a atriz Evangeline Lilly falou sobre a possibilidade de um reboot, pontuando que espera que o projeto não vá adiante.

Disse:

“Minha resposta honesta é que eu espero que não haja um reboot. Eu realmente sou aquela pessoa que sente que nós poderíamos deixar essas franquias em paz. E eu sou uma fã de carteirinha dos filmes originais de ‘Star Wars‘ e, sabe, às vezes acho que esse tipo de coisa desvaloriza o conteúdo original. Eu creio que isso pode acontecer e eu odiaria ver isso acontecendo com ‘Lost‘. Recentemente eu li uma frase que diz o seguinte: ‘Eu nunca fiz uma adaptação porque o livro é bom o bastante do jeito que está'”.

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Lost teve 118 episódios e foi originalmente transmitida entre 2004 e 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.

‘X-Men: Fênix Negra’: Sophie Turner responde perguntas dos fãs cercada por cachorrinhos

A atriz Sophie Turner falou sobre seu novo longa, ‘X-Men: Fênix Negra‘, de maneira bem inusitada. Respondendo à algumas perguntas de seus fãs, ela concedeu uma entrevista bem à vontade ao Buzzfeed, cercada por dois filhotinhos de cachorro.

Descontraída, a atriz falou sobre as semelhanças entre Jean Grey e Sansa Stark, afirmando que ambas são personagens bem fortes, dentro de suas vulnerabilidades.

Ainda durante a divertida entrevista, ela falou sobre a oportunidade de trabalhar com Jessica Chastain, revelando que a colega de elenco em campeã em pregar peças nos outros nos bastidores das filmagens.

Assista na íntegra:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ já está em exibição nos cinemas.

‘Game of Thrones’: Sophie Turner revela o culpado pelo copo de café que aparece na série

Um dos momentos mais polêmicos de ‘Game of Thrones‘ não necessariamente está ligado à trama da série em si. O infame copo de cafe a la Starbucks, deixado na mesa onde Jon Snow e Daenerys Targaryen estão sentados – celebrando a vitória sobre o Rei da Noite, foi uma das gafes que mais chamou a atenção do público.

E a atriz Sophie Turner revelou quem, de fato, é o verdadeiro culpado pelo copo deixado na mesa. Durante uma entrevista ao programa CONAN, ela contou que Kit Harington é o responsável pela gafe.

Turner foi ainda mais além, afirmando – em tom bem humorado – que “Kit é preguiçoso e eu acho que ele teria feito isso”.

Assista:

‘Veronica Mars’ estará em uma ‘encruzilhada’ na nova temporada, afirma criador da série

O revival da  popular série ‘Veronica Mars‘, desenvolvido pela plataforma Hulutrará a personagem homônima em uma encruzilhada. A informação foi compartilhada pelo próprio criador da produção, Rob Thomas.

Durante uma conversa com a revista EW, Thomas revelou que a personagem vivida por Kristen Bell terá que decidir a respeito do tipo de vida que ela quer levar, se é como uma investigadora independente ou como uma mãe de família.

Disse:

“Haverão bombas em Neptune durante as Férias de Verão. E tradicionalmente existem muitas histórias de homens chegando a essa encruzilhada em suas vidas, onde a ideia de um compromisso ok, família, hipoteca e crianças são uma direção e liberdade, irresponsabilidade, ‘faço o que eu quiser’ é outra. E eu estava interessado em colocar Veronica nessa encruzilhada. Uma grande parte da história tem a ver com o tipo de vida que a personagem quer viver”.

 

Confira as primeiras imagens:

Criada por Rob Thomas (‘iZombie‘), a série original durou por três temporadas, e anos mais tarde ganhou um longa-metragem continuando sua história.

As férias estão sendo de matar em Neptune, dizimando a indústria turística de toda a vida da cidade à beira-mar. Depois Mars é contratada pelos pais de uma das vítimas para encontrar o assassino de seu filho, Verônica é arrastada para um mistério épico de oito episódios que colocará as elites ricas do enclave, que preferem pôr fim ao bacanal de um mês, contra uma classe trabalhadora que depende do fluxo de caixa que vem com o período de curtição.

O revival terá o retorno de Kristen Bell, Jason Dohring, Enrico Colantoni, Francis CapraRyan Hansen e Percy Daggs III. Além disso, contará com os novatos J.K. Simmons, Clifton Collins Jr. e Izabela Vidovic.

O revival será lançado na plataforma no dia 26 de julho.

Crítica em Vídeo | X-Men: Fênix Negra é decepcionante

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de X-Men: Fênix Negra’ – a culminação de vinte anos da franquia X-Men.

Assista a crítica:


 

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

‘X-Men: Fênix Negra’ arrecada apenas US$ 5 milhões em pré-estreia

X-Men: Fênix Negra’ é o último lançamento dos mutantes pela Fox e será assim por um bom tempo, agora que os direitos dos personagens foram adquiridos pela Disney. A esperança é que o filme seja um sucesso de bilheteria, e em sua noite de pré-estreia, foram arrecadados pouco mais de 5 milhões de dólares.

Segundo o Deadline, a Disney informou que o filme da Fox arrecadou valores semelhantes aos de alguns filmes de sucesso, como ‘Detetive Pikachu’ (US $ 5,7 milhões), ‘Shazam!’ (US $ 5,9 milhões) e ‘Godzilla: Rei dos Monstros’ (US $ 6,3 milhões). Todos esses filmes arrecadaram perto da faixa de 50 milhões de dólares, que é o que se espera para o primeiro fim de semana de exibição de ‘Fênix Negra’.

No entanto, em comparação com os outros títulos da franquia, as primeiras exibições representam uma queda sólida, já que ‘X-Men: Apocalipsee ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’, faturaram 8,2 milhões e 8,1 milhões de dólares, em 2016 e 2014, respectivamente, arrecadando 65 milhões e 90 milhões de dólares durante o fim de semana do Memorial Day nos EUA, o que ‘Fênix Negra’ evitou para não competir com ‘Godzilla’ e ‘Aladdin’.

Embora 5 milhões de dólares não signifiquem uma abertura ruim, não atendem à expectativa da franquia. O lançamento após a má recepção de ‘X-Men: Apocalipse’ e a péssima avaliação do filme, protagonizado por Sophie Turner, no Rotten Tomatoes vêm agravando a situação.

E você, já assistiu?

X-Men: Fênix Negra‘ já está em exibição nos cinemas nacionais. Confira o trailer:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra

(Dark Phoenix)

 

Elenco:

Sophie Turner

Jennifer Lawrence

Jessica Chastain

James McAvoy

Michael Fassbender

Evan Peters

Nicholas Hoult

Olivia Munn

Tye Sheridan

Direção: Simon Kinberg

Gênero: Ação / Ficção Científica

Duração: 113 min.

Distribuidora: 20th Century Fox

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 6 de Junho de 2019

Sinopse: 

Em X-Men: Fênix Negra, os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

Crítica | X-Men: Fênix Negra – Boa Intenção, Péssima Execução (Nota: 6.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

» A 20th Century Fox anunciou que o filme teve sua estreia alterada de 14 de fevereiro de 2019 para 7 de junho de 2019. O motivo não foi revelado. É a segunda vez que o estúdio adia a produção. Inicialmente, o filme seria lançado em novembro de 2018.

» O filme foi anunciado três semanas depois do lançamento de X-Men: Apocalipse (2016);

» Será o segundo filme da franquia em que Jean Grey se tornará a Fênix, a primeira vez foi em X-Men: O Confronto Final (2006);

Trailer:

Cartazes:

Fotos: 

 

Crítica | Chernobyl: 1ª Temporada – HBO acerta em cheio com trágica e envolvente minissérie

Na madrugada do dia 25 para o dia 26 de abril de 1986, o reator número quatro da usina de Chernobyl, na cidade de Pripyat, Ucrânia. O maior desastre causado por mãos humanas, então, tornou-se uma história mundialmente conhecida e que é relembrada até hoje, não apenas por ter influenciado no aumento esporádico de mutações genéticas (leia-se câncer) de milhares de pessoas, mas também por ter nos mostrado a que ponto o ser humano pode chegar quando movido pelo ego.

33 anos depois e uma infeliz tentativa de transformar essa trágica história em um terror barato, a HBO resolveu imortalizar o triste legado que tal evento deixou para todos nós em uma minissérie de cinco episódios – e, considerando a enorme carga criativa da emissora, estávamos entregando tal história nas mãos de um time muito competente. Tal qual foi nossa surpresa quando, após a desconcertante conclusão de Game of Thrones, o canal nos entregou a uma das melhores produções da atualidade e provou, mais uma vez, que ainda tem muito a oferecer.

Criada por Craig Mazin, Chernobyl insurge como uma série extremamente bem construída e que une em um mesmo local uma epopeia dramática que se respalda com força nos elementos mais clássicos do suspense. É interessante perceber como Mazin fugiu por completo de sua zona de conforto, abandonando sua filmografia cômica (‘Uma Ladra Sem Limites’ e ‘Se Beber Não Case 2’) para se aprofundar em uma história que jamais havia ganhado essa perspectiva. O showrunner inclusive alcança o feito de humanizar as narrativas científicas que alimentam a mitologia das usinas, traduzindo-as para um agonizante tour-de-force sem se render a artifícios novelescos.

De fato, não há palavras que consigam definir toda a sinestesia construída por essa obra: o episódio piloto não perde tempo em iniciar com uma aterrorizante sequência protagonizada por Jared Harris como o professor Valery Legasov, que acompanhou de perto as catástrofes astronômicas em questão, e logo nos transpondo para uma cronologia anterior que já traz o ápice com a explosão. Nos primeiros diálogos, é nítido perceber como as consequências (futuramente seculares) residem na megalomania do homem em querer se sobrepor à fúria da natureza e das coisas que não conhece: afinal, sabe-se que o reator da usina explodiu por superaquecimento e por tentativas desnecessárias de se conquistar o poder.

Aliás, Mazin abre um espaço considerável para explorar os últimos anos da Guerra Fria e de que forma a ideologia conflituosa entre a União Soviética e Estados Unidos também foi responsável pelas medidas controversas tomadas pelo alto-escalão político da Ucrânica (afinal, o país era aliados da URSS à época). O roteiro, cautelosamente delineado para travestir o jargão científico em uma didática aula do que não fazer em tempos de crise, carrega consigo uma naturalidade emocionante, arrancando suspiros de indignação a todo momento.

É claro, temos de um lado os engenheiros-chefes que se recusam a acreditar que o potente reator havia explodido; os patrocinadores multibilionários que tacham de louco qualquer um que ousar dizer que está sofrendo por causa de uma “suposta” radiação; e temos as dúzias e mais dúzias de civis que sentiam suas peles sendo perfuradas por agulhas invisíveis, observando impotentes seus corpos se transformando em algo irreconhecível, digno dos clássicos filmes de terror. O combate entre ambas as polaridades é reafirmada por diversos elementos estéticos e arduamente trabalhados, incluindo uma paleta de cores melancólica e uma tétrica trilha sonora que traduz o surto radioativo em uma cíclica jornada para a ruína.

A constante névoa, resultado dos esforços frustrantes de conter os corolários descomunais da tragédia, é outra investida estética que nos afasta com repulsa da explicitação dos eventos ao mesmo tempo que nos envolve em um condescendente abraço. Esse dúbio jogo não é algo pontual, e sim alastra-se desde o primeiro capítulo até o último, fazendo questão de nos chocar cada vez mais. Algumas sequências, aliás, são tão drasticamente necessárias e fortes que é impossível não sentir empatia por aqueles que padeceram em meio a um erro tolo, e tantos outros que sofrem até hoje.

Mazin também cuida para que os espectadores mergulhem em uma inebriante realidade que não parece palpável até ser tarde demais – refletida nos diversos personagens que se recusam a acreditar que aquilo realmente aconteceu. A luta de mentalidades ganha inúmeras camadas quando materializada tanto pela presença de Legasov quanto do vice-primeiro-ministro Boris Shcherbina (Stellan Skarsgard em uma espetacular performance). A física nuclear Ulana Khomyuk (Emily Watson) emerge como a principal investigadora do que aconteceu, ainda que permaneça em sua solitária e perigosa bolha, perseguida por nomes que podem dar-lhe um fim em um estalar de dedos.

Em meio a várias intrigas, são as múltiplas subtramas mais intimistas que carregam consigo a maior carga dramática – como, por exemplo, as sequências de adeus estreladas por Jessie Buckley e Adam Nagaitis, interpretando o casal Ignatenko, e as confissões em leito de morte proferidas por Paul Ritter e Robert Emms como os responsáveis por cuidar do funcionamento de Chernobyl. Cada uma das construções cênicas segue um padrão semelhante, diferenciando-se, contudo, no tocante ao tom que deseja transmitir às audiências.

Chernobyl é um incrível acerto da HBO e uma declaração realista-pessimista, como supracitado, sobre o desejo humano e suas derradeiras consequências. É um fato declarar que não houve precedentes para o que aconteceu à Pripyat e a seus habitantes; mas é instigante e frustrante saber, através de uma história bem construída e coesa, que tudo poderia ser evitado.

‘Nine Days’: Winston Duke será protagonista de novo thriller sobrenatural

Segundo a VarietyWinston Duke, Zazie BeetzBenedict WongDavid RysdahlBill Skarsgard irão estrelar no thriller sobrenatural Nine Days.

Duke será o protagonista e dará vida a um homem recluso vivendo numa casa de outro mundo. Sua principal função é entrevistar almas humanas pelo privilégio de nascer. O restante do elenco dará vida aos entrevistados.

O longa-metragem será a estreia diretorial de Edson Oda.

Oda, que entra como diretor e roteirista de Nine Days, já foi indicado a um Grammy Latino e levou para casa um Leão de Ouro e três Leões de Bronze no Festival Internacional de Criatividade de Cannes.

Em uma recente entrevista, Oda declarou que está “honrado em poder trabalhar com um elenco tão incrível e uma equipe maravilhosa”.

O thriller ainda não tem data de estreia confirmada.

‘Os Fantasmas Contra-Atacam’: Kevin Hart está desenvolvendo remake do clássico filme

De acordo com a VarietyKevin Hart e a Paramount Pictures estão se reunindo para desenvolver um remake do clássico Os Fantasmas Contra-Atacam.

O filme original foi lançado em 1988 e trouxe como protagonista Bill Murray numa versão modernizada do centenário ‘Um Conto de Natal’, de Charles Dickens. Na história, Murray deu vida a um orgulhoso executivo de TV que cruza caminho com três fantasmas numa tentativa de recuperar o espírito de Natal. O longa foi dirigido por Richard Donner.

Hart irá produzir a readaptação e deve também estrelar. Nenhuma outra informação foi divulgada.

O ator recentemente deu vida a um dos personagens de ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2’ e finalizou as filmanges de Fatherhood‘Two Kisses for Maddy’. Ele também irá retornar às telonas com a terceira iteração da franquia Jumanji ao lado de Dwayne JohnsonKaren GillanJack Black.

‘Os Cavaleiros do Zodíaco’: Saiba que dia a série ‘Saint Seiya’ estreia na Netflix

A Netflix divulgou a data de estreia da série ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘, que terá 13 episódios, cada um com 30 minutos de duração.

A primeira temporada chega no catálogo dia 19 de Julho.

Masami Kurumada, criador do mangá, será um dos consultores e produtores da série.

Inicialmente prevista para esse ano, a estreia foi adiada para 2019.

Assista:

Os Cavaleiros do Zodíaco é uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Crítica 2 | X-Men: Fênix Negra – Desfecho da franquia é decepcionante

A franquia X-Men foi um dos fatores para boom dos filmes de super-heróis que vivemos hoje, com personagens reunidos em grandes times, lutas épicas contra grandes vilões, e efeitos especiais de tirar o fôlego. A primeira trilogia, lançada em 2000, tinha atores grandes em Hollywood, como Hugh Jackman, Ian McKellen, Patrick Stewart e Halle Berry, e que ganharam um pouco mais de fama ao vestirem uniformes colados com um X em destaque. E graças aos filmes, nesses quase 20 anos, os X-Men entraram na casa de milhares de pessoas, fizeram parte do imaginário popular, e sempre foram presentes na cultura pop de uma forma geral.

Muitos filmes depois, alguns spin-offs de sucesso para o Wolverine de Jackman, e até mesmo produções para a TV, a franquia X-Men, como conhecemos, acaba aqui com X-Men: Fênix Negra (X-Men: Dark Phoenix, 2019). Assim, a 20th Century FOX que por anos esteve com os direitos dos personagens da Marvel nas mãos, após a fusão com a Disney, entrega o capítulo final que começou seu arco de histórias lá em X-Men: Primeira Classe (2011). X-Men: Fênix Negra é um filme com uma sensação amarga de término, onde o fim da Era X-Men, que poderia ser em alto e bom som, acaba por entregar, trocadilhos à parte, um filme final dos X-Meh.

Diferentemente de Logan, que lá em 2017 fez uma produção mais robusta para encerrar a história de Wolverine e fugiu um poucos das regras de ser um filme genérico de super heróis, Fênix Negra termina a jornada desses heróis de uma forma confusa e atrapalhada. Aqui, não vemos o filme ser marcado como uma celebração dos personagens, e do que os X-Men representam, e sim, por parecer um novo capítulo dentro da já cansada franquia.

Ao assistir o filme parece que nem conseguimos, ao menos, nos importar com o que vai acontecer em tela, por mais cativante e intensa que a presença da Jean Grey de Sophie Turner possa ser. A atriz, felizmente, consegue aqui, recém saída do furação Game Of Thrones, se distanciar da personagem que colocou seu nome em destaque em Hollywood. Turner até consegue nos mostrar uma atuação digna e toda a história de Fênix Negra gira em torno da personagem, que absorve um poder cósmico durante uma viagem de resgate no espaço que dá muito errado. Ver Turner se dividir, entre a sua personalidade de Jean, e a da força que começa a comandar suas ações é no mínimo curioso de acompanhar, coisa que a atriz domina bem.

Assim, Jean vê a figura da Fênix tomar conta de seu corpo, onde o filme se desenrola com a necessidade da poderosa mutante desenvolver e amplificar seus poderes, e ainda precisar lidar com essa nova sensação. E, mesmo que o filme dê algumas patinadas para contar sua história, uma coisa é certa, X-Men: Fênix Negra compensa no visual, onde todos os efeitos especiais são muito bem mostrados, seja quando Jean absorve a força misteriosa dentro si, ou quando a personagem começa efetivamente a usar seus novos poderes. Nessa parte, parece que o dinheiro do filme foi muito bem gasto, já em outros momentos…

O filme acerta também em entregar uma produção com a cara e o DNA que a franquia sempre teve. Vemos novamente problemas que são a essência dos mutantes, como os conflitos com os humanos apaziguado por um sempre atormentado Professor Charles Xavier (James McAvoy, já marcado por outras produções como Fragmentado de 2016).

O roteiro baseado na história The Dark Phoenix Saga não tem tempo de aprofundar em todas as principais questões para propriamente e efetivamente conseguirmos, desenvolver uma certa conexão com todos os problemas que a história nos oferece. Tudo parece corrido demais, sem emoção ou um senso de urgência nenhuma. Desta vez, o inimigo não é Magneto (Michael Fassbender, mal aproveitado), algum empresário de uma corporação mega evil ou algum governo que quer prender os mutantes por considerá-los uma ameaça, e sim, o conflito se cria por conta de um membro da própria família chamada X-Men, que busca desesperadamente um refúgio para tentar entender e compreender seus novos poderes.

X-Men: Fênix Negra ainda erra monstruosamente com a misteriosa figura interpretada pela atriz Jessica Chastain, que o material de divulgação nunca deixou claro o quê a personagem seria, e aqui no filme, infelizmente, o roteiro também não nos dá muitas respostas. Parece que o texto, apenas cria e insere a personagem da atriz na trama para ser uma figura que tem a necessidade de ser algum tipo de fraco obstáculo para o grupo dos personagens dos X-Men. A figura de Chastain está ali, pelo visto, para recitar diálogos com frases de efeito para Jean Grey, e que parecem ter saído de um perfil de Instagram motivacional. Em um ano com Capitã Marvel, Shazam! e até mesmo Vingadores: Ultimato, a saída encontrada pelo roteiro acaba por ser bastante falha ao optar pelo caminho escolhido. Ainda mais numa era pós-Me Too, onde vemos claramente, a indecisão dos produtores de colocar duas mulheres lutando entre si para ver quem dominará a Terra com seus poderes. Atenção, pessoal, sempre há espaço para mais de uma mulher ser bad-ass, poderosa e dona de tudo!

Mesmo assim, os trancos e barrancos, X-Men: Fênix Negra consegue, pelo menos, tentar criar um sentimento de finalização para a franquia, onde temos cenas em que vemos, com total certeza, que foram colocadas ali no filme, apenas para isso ficar completamente claro para o espectador, seja uma conversa no meio da Mansão Xavier, ou numa praça num café, que esse é o último filme mesmo.

No final, o filme parece ser um grande trem em movimento e que teve seu freio puxado de última hora por uma mão invisível de algum produtor de Hollywood. Se comparado com seus antecessores, X-Men: Fênix Negra não faz um longa melhor que X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014), mas entrega uma produção muito mais interessante que o difícil e problemático X-Men: Apocalipse (2016).

Sem muito carisma ou originalidade, X-Men: Fênix Negra apenas cumpre seu papel de finalizar uma das maiores franquias do cinema, mesmo que não faça o filme ideal e na altura que o legado dos X-Men merecesse. Apenas esperamos ver os X-Men novamente, e em breve, renascer como uma grande e majestosa fênix, lá no futuro, e dentro do Universo Cinematográfico da Marvel comandado por Kevin Feige.

‘Adão Negro’ será dirigido por Jaume Collet-Serra, de ‘A Órfã’ e ‘Águas Rasas’

O ator  Dwayne “The Rock” Johnson confirmou que Jaume Collet-Serra foi o escolhido para dirigir Adão Negro.

Ele tem no currículo os suspenses ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘, além de Jungle Cruise, da Disney, estrelado por Johnson e Emily Blunt (Um Lugar SilenciosoO Retorno de Mary Poppins).

“Pude trabalhar com Jaume ao longo de dois anos em ‘Jungle Cruise’, e fiquei impressionado com sua paixão, ética, estilo e visão. Ele está bastante ansioso em conquistar um novo território com Adão Negro, e entregar aos fãs algo muito legal e especial”, afirmou The Rock.

 

Adão Negro será escrito por Adam Sztykiel (‘Um Parto de Viagem’), segundo o site Tracking Board.

A estreia é prevista para 2021.

‘Toy Story 4’: Primeiras reações são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Toy Story 4’ chegará em poucas semanas aos cinemas de todo mundo, mas as primeiras reações ao quarto filme da icônica franquia da Disney/Pixar já foram postadas nas redes sociais – e sem sombra de dúvida aumentaram exponencialmente nossas expectativas.

Confira algumas delas abaixo:

Toy Story 4′: Só a Pixar consegue fazer uma terceira sequência de uma franquia sobre brinquedos falantes que funciona como uma pungente análise sobre como prorizar sua própria felicidade acima da dos outros. Além disso: dá uma sensação de término assim como o terceiro. Keanu Reeves rouba a cena”.

Toy Story 4′ é outra entrada fantástica na série e a única iteração que parece mais com um filme de ação. Com temas difíceis como despedidas, segundas chances e encontrar nosso caminho para casa, [o longa] é recheado com risadas, mas também chorei mais forte do que nunca”. 

Toy Story 4’ é muito satisfatório e traz alguns do momentos mais engraçados e emocionantes da franquia. [O filme] se respalda em novos personagens e irá te surpreender no final. E sim, há ótimos momentos durante os créditos (nenhum depois do final, porém)”. 

“Algumas coisas sobre Toy Story 4’: o nível de animação da Pixar é impressionante. Keanu Reeves está ótimo como Duke Caboom. O cinema em que assistimos era um pouco empoeirado. E eu amei o filme inteiro. Muito bem feito. Recomendo bastante”. 

Segundo o site BoxOfficePro, a quarta iteração da clássica franquia tem chances de arrecadar entre 105 a 130 milhões de dólares em seu primeiro final de semana – e isso apenas nos Estados Unidos! As previsões levam em consideração as expectativas criadas com os teasers e os trailers, bem como o constante marketing dos estúdios para promover o longa.

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

Juntos para Sempre

(A dog’s journey)

 

Elenco:

Dennis Quaid

Josh Gad

Betty Gilpin

Henry Lau

Kathryn Prescott

 

Direção: Gail Mancuso

Gênero: Drama

Duração: 109 min.

Distribuidora: Universal

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 6 de Junho de 2019

Sinopse: 

Parceria entre Universal Pictures e Amblin Entertainment, o drama resgata o cachorrinho Bailey e dá à ele um novo destino a seguir e novas pessoas a cuidar. Na sequência, Bailey vive na fazenda de Ethan e Hannah – personagens de Dennis Quaid e Marg Helgenberger – onde conhece CJ, a neta do casal. Sua nova jornada começa quando a mãe de CJ a leva embora da cidade e Bailey promete à Ethan que cuidará da menina a qualquer custo, a vida inteira.

Dirigido por Gail Mancuso, ganhador do Emmy por “Modern Family”, o filme é baseado no best-seller de W. Bruce Cameron e traz, além de Quaid e Helgenberger, Betty Gilpin, Henry Lau, Kathryn Prescott e Josh Gad, no elenco.

Crítica | Juntos Para Sempre – A Missão dos Doguinhos é Amar Incondicionalmente (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Mesmo após o boicote devido ao suposto caso de maltrato de animais, que acabou se provando ser mentira, o drama ‘Quatro Vidas de Um Cachorro‘ vai ganhar uma sequência. Porém, a Universal Pictures decidiu alterar o nome da sequência para evitar polêmica.

» Com o título ‘A Dog’s Journey‘, o filme será lançado por aqui como ‘Juntos para Sempre‘ – com estreia marcada para 16 de Maio nos cinemas brasileiros.

» ‘Juntos para Sempre‘ trará o retorno de Dennis Quaid como o protagonista, e Josh Gad dublando o cachorrinho Bailey.

» Além deles, a sequência contratou a atriz Betty Gilpin (‘Glow’) para viver a protagonista. O elenco ainda conta com Kathryn Prescott (‘Skins’), Marg Helgenberger (‘CSI’), Abby Ryder Fortson (‘Homem-Formiga e a Vespa’) e Ian Chen (‘Fresh Off the Boat’)

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Eu Acredito

(I Believe)

 

Elenco:

Rowan Smyth

Matt Lindquist

Wilford Brimley

Jeremy London

 

Direção: Juergen Peretzki, Stacey Peretzki

Gênero: Drama

Duração: 89 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 06 de Junho de 2019

Sinopse: 

Uma emocionante história sobre a descoberta da fé. Brian, tem apenas nove anos de idade, quando vive um encontro sobrenatural com Deus, uma experiência que o leva a uma aventura para descobrir mais sobre o que os cristãos acreditam. A fé pura e inocente de Brian resulta em milagres extraordinários, que rapidamente se tornam notícia na cidade.

Curiosidades: 

» O roteiro foi escrito por Juergen PeretzkiDavid Outten;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

John Cena entra para o elenco de ‘Velozes e Furiosos 9’

Ao longo das últimas semanas, astros como Kevin Hart, Keanu Reeves e Ryan Reynolds se juntaram ao elenco de ‘Velozes e Furiosos: Hobbs and Shaw’. Agora é a vez de John Cena entrar para a família em ‘Velozes e Furiosos 9’.

Em uma publicação em seu perfil no Twitter, Cena celebrou a notícia, escrevendo que é uma honra se juntar a uma franquia tão adorada.

“Por quase 20 anos, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ vêm entretendo os fãs e criando alguns dos maiores momentos da história do cinema. É uma honra incrível me juntar a esta família.”, escreveu Cena.

Por enquanto, ainda não foi revelado o papel de Cena no longa, mas ele é descrito como um ‘casca grossa’. Será que ele vai entrar para o time dos vilões?

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw’ estreia no Brasil no dia 1º de Agosto de 2019. Nos EUA, o filme estreia uma semana  antes, em 26 de julho.

A trama acompanha Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.

A direção ficar por conta de David Leitch (Deadpool 2‘) e o roteiro é de Chris Morgan, responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9′ – que estreia em 10 de abril de 2020. Confira o trailer:

‘The Good Place’: 4ª temporada será a ÚLTIMA

A 4ª temporada de The Good Place será a ÚLTIMA da série. A informação foi revelada pelo criador Mike Schur (Parks and Recreation) ao Deadline:

“Começamos a mapear a trajetória da série assim que a segunda temporada foi aprovada. Queríamos trazer ritmo para as próximas temporadas, e nosso plano sempre foi fazer apenas quatro temporadas – algo em torno de 50 episódios. Essa série é uma grata surpresa criativa e nos traz grande felicidade”, afirmou.

É série é um sucesso mundial, e é exibida no Brasil pela Netflix.

A trama acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma mulher que é mandada ao paraíso por engano e teme ser descoberta e ter que ir para o inferno.

A quarta temporada terá 13 episódios e estreia ainda em 2019.