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‘Barrados no Baile’: Vanessa Lachey entra para o elenco do reboot

Segundo o site DeadlineVanessa Lachey foi elencada no reboot da série Barrados no Baile, intitulado BH90210.

A atriz viverá Camille, publicitária e esposa de Jason Priestley, a qual tenta equilibrar tanto sua carreira quanto sua esperança de começar uma família.

Assista ao primeiro teaser:

Shannen Doherty, que deu vida à protagonista Brenda Walsh, retorna.

Ela se junta a outros membros do show original Jason PriestleyJennie GarthIan ZieringGabrielle CarterisBrian Austin GreenTori Spelling. A emissora encomendou seis episódios do revival.

A estreia acontece dia 7 de agosto de 2019, na Fox norte-americana.

Porém, o aguardado evento terá algumas mudanças: os atores não irão interpretar seus personagens do show original, e sim versões mais maduras de si mesmos.  

Barrados no Baile deixou um impacto indelével na cultura pop e em uma geração inteira”, disse Michael Thorn, presidente de entretenimento na Fox. “Seu poderoso legado é muito importância dentro da emissora, e estamos honrados por poder trazer o amado elenco original de volta”.

Chris AlberghiniMike Chessler irão escrever e produzir a nova série. Ambos já trabalharam em um dos remakes do show, transmitido entre 2008 e 2013.

A obra original durou dez anos, desde 1990 até os anos 2000, além de ter dado origem a diversos spin-offs – incluindo a famosa Melrose Place.

‘The Batman’: Robin e outros personagens podem aparecer no filme

Depois de ter elencado Robert Pattinson como o personagem principal, o próximo projeto do diretor Matt ReevesThe Batman, ganhou mais alguns detalhes de elenco.

De acordo com uma nova reportagem da Forbes, o famoso aliado do Cavaleiro das Trevas, Robin, é um forte candidato para aparecer no longa-metragem ao lado de vilões como Mulher-Gato, Pinguim e Charada. A matéria também indica que o Comissário Gordon e Alfred, o mordomo, podem dar as caras também.

A revista em questão, porém, não confirma se a versão de Robin será Dick Grayson, Jason Todd, Tim Drake ou Damian Wayne.

Segundo o site UK Production News, as filmagen começam em setembro deste ano:

The Batman tem estreia marcada para o dia 25 de junho de 2021.

‘O Esquadrão Suicida’: Rumores podem ter revelado papel de Idris Elba no reboot

De acordo com uma nova reportagem da revista ForbesIdris Elba, que viverá um dos protagonistas no reboot de ‘O Esquadrão Suicida, pode dar vida ao Tigre de Bronze ao invés de substituir Will Smith como o Pistoleiro. Entretanto, nenhuma confirmação oficial foi feita pela Warner Bros. 

Recentemente, Benicio del Toro (Sicario) foi cotado como o principal para nome para viver o antagonista do filme, conhecido como O Prefeito.

David Dastmalchian dará vida aPolka-Dot Man (Homem-Bolinha). Jai CourtneyViola Davis reprisarão seus papéis do filme dirigido por David Ayer. Espera-se também que Margot Robbie retorne como Arlequina.

Confira o storyboard de ‘O Esquadrão Suicida‘:

Dave Bautista, por sua vez, deixou o elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘. O motivo se deu por conflitos de agenda. Em seu lugar, John Cena (‘Bumblebee‘) está em negociações para se juntar ao elenco. No entanto, detalhes sobre seu possível papel não foram divulgados..

Escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), o longa será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, o ‘Esquadrão Suicida‘ original foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

‘Fear the Walking Dead’: AMC divulga primeiros minutos da nova temporada; Confira!

AMC divulgou hoje, 01, os primeiros quatro minutos da nova temporada de Fear the Walking Dead.

Confira abaixo:

O novo ano do derivado contará com o retorno de diversos rostos conhecidos pelo público, incluindo Daniel Sharman (Troy Otto), Rubén Blades (Daniel Salazar) e Austin Amelio (o Dwight, da série original).

Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco inclui Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay Garcia, Maggie Grace, Lennie James, Garret Dillahunt e Jenna Elfman.

A quinta temporada irá estrear no dia 2 de junho.

‘Supergirl’: Warner Bros. pode iniciar produção do filme em 2020

Enquanto a Warner Bros. e a DC não decidem o futuro do Superman no cinema, parece que o estúdio está focado em levar para as telonas uma aventura da Supergirl.

De acordo com a Forbes, a Warner Bros. está se preparando para dar início às gravações do filme no primeiro trimestre de 2020. Coincidentemente, é o mesmo período em que a produção de ‘The Batman’, estrelado por Robert Pattinson, deve ter início, após um atraso em sua data inicial, planejada para novembro de 2019.

Segundo a Forbes, o estúdio pode revelar nos próximos meses a atriz escolhida para viver Kara Zor-El. No entanto, nada foi confirmado ainda, pois a data de início da produção é apenas provisória.

Antigos rumores indicavam que o filme Supergirl iria se passar na década de 1970 e não estaria relacionado ao universo compartilhado da DC, assim como ‘The Batman’. Também houve rumores de que Brainiac estaria sendo cotado como o vilão e, em agosto de 2018, foi dito que Reed Morano, de ‘The Handmaid’s Tale’, assinou contrato como diretora do filme, o que coincide com os relatos de que a Warner Bros. queria uma cineasta para liderar o projeto.

Em uma nota parecida, o site We Got This Covered informou que a DC também também gostaria de desenvolver um filme do ‘Superman: Red Son’, uma história paralela que traria um novo ator como o Homem de Aço.

Por enquanto, não há nenhuma confirmação oficial sobre nada disso.

‘The Perfection’: Pessoas relatam estar PASSANDO MAL com o novo terror da Netflix

Filmes de terror costumam ser desconfortáveis pelo excesso de sangue, aparições demoníacas e pesadelos perturbadores, no entanto, a nova produção da Netflix,The Perfection, tem deixado o público enjoado por outro motivo: os efeitos visuais

Embora alguns espectadores tenham usado o termo “doente” num sentido positivo para descrever que o filme é realmente bom, vários outros relataram sensações reais de náusea, enxaqueca e vômitos após assistirem ao filme. Confira:

“Eu realmente me sinto doente depois de assistir ‘The Perfection‘, eu não podia aguentar e estava prestes a desligar o filme, mas estou feliz de não ter feito isso, o final foi bom.”

“‘The Perfection’. Netflix, o que há de errado com você? Devia sentir vergonha! Abuso infantil, estupro, mutilação constante. Filme nojento e doente, não vale o tempo de ninguém. Final perturbador. O verdadeiro horror aqui é que o filme foi feito e aqueles atores participar dele. Difícil de assistir.”

“Acordei cedo para assistir ‘The Perfection‘ antes do trabalho esta manhã… literalmente prestes a vomitar de tão doentio que foi”

Vocês assistiram ‘The Perfection‘ na Netflix? Porque eu estou doente do estômago”

“‘The Perfection’ é doentio… de um jeito ruim, não consigo me mexer e eu sinto vontade de vomitar

Em ‘The Perfection’, a violoncelista Charlotte (Allison Williams) viaja a Xangai para uma competição musical, encontrando-se com seu antigo professor Anton (Steven Webber) e com a promissora Lizzie (Logan Browning). Depois de se tornarem amigas rapidamente, elas partem para uma viagem ao interior chinês e é aí que as coisas começam a ficar doentias.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Richard Shepard, que coescreveu o roteiro ao lado de Eric C. Charmelo e Nicole Snyder.

Uma problemática prodígio musical (Williams) procura a nova estrela de sua ex-escola (Browning), mas o encontro coloca ambas em caminhos sombrios com consequências chocantes.

O elenco conta com Allison Williams, Logan Browning, Alaina Huffman e Steven Weber.

Crítica | The Perfection – Mais um Filme Bizarro da Netflix

Reviravoltas Mil

É preciso louvar o que a Netflix faz pelo audiovisual. A empresa abre espaço criativo para artistas deixarem fluir sua imaginação. Assim, grandes nomes do cinema começaram a migrar para esta nova casa a fim de um controle maior sobre suas obras. Foi o caso recente com diretores como Alfonso Cuarón (e sua obra-prima Roma) e os irmãos Coen (A Balada de Buster Scruggs), e em breve Martin Scorsese aportará com seu O Irlandês.

Mas nem tudo que a Netflix toca (ou cria) é ouro. De fato, a abundância de produções exclusivas anuais muitas vezes se mete na frente da qualidade. Ao ponto de até mesmo os fãs perceberem e começarem a chiar. E se há mais liberdade para criar obras boas, essa via de mão dupla ocorre com as ruins também. O fato de estarmos assistindo na telinha e não na telona pode até diminuir a “dor”, mas não a exime.

The Perfection, filme escrito e dirigido pelo eficiente Richard Shepard (do ótimo A Recompensa, 2013), é o típico caso de filme com síndrome Netflix. Um longa recheado de tantas questões e pautas, que termina desfocado, sem saber direito sobre o que deseja falar, ou qual seu objetivo. O curioso é que a cada novo capítulo (o filme, assim como os de Tarantino, é dividido por etapas), a trama dá uma guinada, em uma reviravolta que muda não apenas o que estávamos assistindo, como também o gênero do filme. Assim temos: um romance, um drama, uma ficção sobre vírus e epidemia, um filme apocalíptico, um filme sobre vingança, um suspense, um cult surreal e discurso contra abuso.

Não existe imposição contra o que um filme deve ser. Ele pode ser quantas coisas quiser, caso saiba administrar bem sua narrativa e traçar uma linha coesa do início ao fim. The Perfection é episódico, como se cada trecho solto dentro de sua narrativa fosse um novo capítulo de um programa televisivo. E mais do que isso, a cada guinada, os mesmos personagens soam como pessoas completamente diferentes, como se outra narrativa estivesse sendo criada dentro de uma existente, que transformasse por completo tudo o que havia sido apresentado até então. Falando assim até parece uma coisa boa, um atrativo. E seria, caso fosse consciente. Mas a ideia não é esta. O plano é por uma coesão do início ao fim, coisa que não ocorre.

Na história, Allison Williams (a racista de Corra!, 2017) vive uma menina prodígio. Uma violoncelista promissora, que precisa abrir mão de sua carreira para cuidar da mãe doente durante, pelo menos, uma década. Quando a mulher morre, ela tenta se inserir novamente no mundo da música. Voltando a ter contato com seus mentores, vividos por Steven Weber e Alaina Huffman – donos de uma escola de grande prestígio -, ela conhece a nova protegida deles, a sensação do violoncelo Lizzie (a estonteante Logan Browning, da série da casa Cara Gente Branca). As duas se entrosam e acaba pintando um clima consumado – a produção ousa ao colocar cenas íntimas e picantes entre as duas beldades, tudo realizado com muito bom gosto e de forma muito sensual.

E daí teríamos por si só um filme. Um arco recheado de tremendas possibilidades narrativas. A antiga prodígio e a nova sensação, evocando uma disputa mesmo que latente entre as duas amantes – algo como Cisne Negro (2010). Mas talvez a Netflix exija complexidade de seus artistas. Nada de histórias simples (mesmo que psicologicamente desafiadoras) para o público jovem de hoje, com déficit de atenção, que possivelmente perderia o interesse caso a trama não fosse recheada de surpresas e reviravoltas a cada nova esquina.

Essa premissa narrada é só a ponta do iceberg, infelizmente também é o momento de mais brilho na obra. Sobriedade e sofisticação logo dão lugar a um show de horrores violento, sem sentido e que não leva de fato a lugar nenhum. As ramificações pseudocomplexas causam risadas involuntárias ao percebermos o quão ridículas são as soluções dadas a situações que seriam resolvidas de forma mais simples, pelos personagens. É o típico “usar uma espingarda para matar uma formiga”. O roteiro dá a volta ao mundo para chegar onde finalmente deseja e tudo o que nos resta é olharmos descrentes a tudo.

O mais desavergonhado, no entanto, é o discurso que The Perfection deseja implantar ao final. Depois de toda a patacoada, o filme, com muita cara de pau, tenta passar uma mensagem positiva, contra o abuso físico e psicológico de mulheres. Bem, o assunto é extremamente necessário e digno, mas The Perfection não faz nada para merecê-lo. É como se ao final de Mulher-Gato (2004), com Halle Berry, surgisse uma mensagem feminista para que o longa fosse “protegido” por uma boa causa.

‘Rocketman’: Elton John rebate críticas sobre ter um ator hétero interpretando-o

Desde a notícia de que Taron Edgerton iria interpretar o cantor Elton John em sua cinebiografia: ‘Rocketman’, o ator foi criticado por estar assumindo o papel do ícone da música gay no filme, já que alguns acreditam que o papel deveria ter sido feito por alguém da comunidade LGBTQ +.

Elton, no entanto, rebateu as críticas, dizendo que não passam de “besteira” e deixou claro que não concorda com esse ponto de vista.

Em entrevista ao The Sun sobre a controvérsia de escalar atores heterossexuais em papéis gays, ele disse:

“Isso é tudo besteira, me desculpe. Se as pessoas não gostam, em termos de revisão, ou não ganham um dólar, é o filme que eu queria fazer e isso é tudo que importa. Eu posso olhar para trás e dizer: ‘Sabe? Eu amo isso. Eu posso viver com isso.'”

O próprio Taron já havia abordado as críticas, dizendo ao The Hollywood Reporter:

“Eu conversei com gays que não veem problema nisso, e com outros que veem. Eu entendo completamente. Mas sou um ator, e não entrei nesse mundo apenas para interpretar pessoas como eu. E eu não quero viver em um mundo onde pessoas heterossexuais só interpretam heterossexuais e gays só interpretam pessoas gays.”

Richard Madden, que interpreta o interesse amoroso de Elton, John Reid, disse ao The Guardian que acha que escalar papéis de acordo com a sexualidade é um “caminho terrível para se seguir”.

Rocketman‘ já está em exibição nos cinemas nacionais. Confira o trailer:

Além de Taron Edgerton, o elenco conta com Jamie Bell, Richard Madden, John Reid e Bryce Dallas Howard. A direção fica porconta de Dexter Fletcher,

A trama irá girar em torno da história de ascensão do cantor Elton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.

Matthew Vaughn diz que Marvel deveria ‘engavetar’ os ‘X-Men’ por um tempo

Agora que a Marvel Studios adquiriu os direitos dos ‘X-Men’, perguntas não param de surgir em torno do futuro dos mutantes no MCU. No entanto, Matthew Vaughn, roteirista e diretor ‘X-Men: Primeira Classe’, acha que Kevin Feige talvez devesse “engavetar” os personagens por um tempo.

Durante uma conversa no ReelBlend Podcast, Vaughn foi questionado sobre o que acha da ideia de rebotar os ‘X-Men’ e o ‘Quarteto Fantástico’, e disse que recomendou dar aos mutantes um descanso por causa dos tantos filmes que a Fox lançou nos últimos anos.

“E o mundo dos ‘X-Men’, imagino que possa ser congelado por um tempo. Eu acho que eles precisam de um pouco de espaço para respirar. Eles fizeram muita coisa desde ‘Primeira Classe’, se você pensar sobre isso. ”

Ao pensar nos ’X-Men’, muitos fãs acabam esquecendo dos spin-offs: os dois filmes de ‘Deadpool’, ‘Wolverine: Imortal’ e ‘Logan’. Além disso, o ‘Novos Mutantes’ ainda está programado para ser lançado. Vimos muitas interpretações diferentes da franquia recentemente, por isso, talvez seja do interesse da Marvel deixar os ‘X-Men’ recuperarem o fôlego para não saturar o público.

Lembrando que ‘X-Men: Fênix Negra‘ chega aos cinemas nacionais em 06 de junho.

Assista ao trailer:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

 

EXCLUSIVO: Sequência de ‘Medo Profundo’ ganha cartaz nacional e data de estreia

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional e a data de estreia da sequência de ‘Medo Profundo‘.

O filme será lançado por aqui com o título ‘Medo Profundo – O Segundo Ataque‘, no dia 22 de Agosto.

Confira o cartaz nacional em primeira mão:

Johannes Roberts (‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna‘), que também comandou o filme original, retorna à direção.

A trama segue quatro adolescentes mergulhando em uma cidade submersa arruinada em Recife, No Brasil, que rapidamente se vêem em um inferno aquático quando sua aventura se transforma em horror. Eles descobrem que não estão sozinhas nas cavernas submersas. Enquanto nadam mais fundo no labirinto claustrofóbico de cavernas, eles entram no território das mais mortíferas espécies de tubarões no oceano.

Apesar de se passar no Brasil, a produção foi filmada na República Dominicana.

O elenco conta com John Corbett, Nia Long, Sophie Nelisse, Corinne Foxx, Sistine Stallone, Brianne Tju, Davi Santos e Khylin Rhambo.

 

 

 

‘Good Girls’: 2ª temporada estreia na Netflix

A 2ª temporada de ‘Good Girls‘ já está disponível no catálogo da Netflix no Brasil.

No novo ano, perigo, prazer e remorso se misturam quando Beth, Ruby e Annie retornam para enfrentar as consequências de suas delinquências na última temporada.‏

Confira os trailers:

A primeira temporada registrou uma média de 1.04 na demo, e um total de 4.49 milhões de espectadores.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série foi lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

Saiba quem foi a vencedora da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’

O 14º e último episódio da 11ª Temporada de ‘RuPaul’s Drag Race‘ foi exibido ontem nos Estados Unidos, e revelou quem foi a grande vencedora do título de “America’s Next Drag Super Star” e pelo grande prêmio de US$ 100.000.

As drags A’Keria C. Davenport, Brooke Lynn Hytes, Silky Nutmeg Ganache e Yvie Oddly estavam na final… Mas qual concorrente saiu vencedora desta edição da série de competição ganhadora do Emmy?

Cada um desses quatro finalistas venceram o principal desafio pelo menos uma vez nesta temporada. Brooke Lynn tem direito de se gabar do melhor histórico com três vitórias. A’Keria e Silky prevaleceram duas vezes cada, enquanto Yvie ficou no topo uma vez.

Os 5 melhores lipsyncs em ‘Rupaul’s Drag Race’

Mas a final trouxe uma grande surpresa: a grande vencedora da edição foi Yvie Oddly.

Você ficou surpreso com o final?

Com uma média de 1,2 milhões de telespectadores, a série deve ser renovada para sua 12ª edição.

10 grandes séries com ótimos finais

Ainda no clima do final de Game of Thrones, muita gente começou a debater a experiência de se despedir de uma série querida. Para muitos, não tem jeito. Há um gosto amargo e a chance de se decepcionar é muito grande. Mas nem sempre…

Após nossa lista de “10 ótimas séries com péssimos finais”, o CinePOP decidiu mostrar para vocês que nem tudo é tragédia. E que tivemos sim várias séries memoráveis com ótimos finais.

Confira nossa lista completa! E não deixe de participar através dos comentários. Qual final de série você curtiu mais?

BREAKING BAD

Não é por acaso que Breaking Bad é considerada uma das melhores séries de TV da história. Com poucas oscilações, ela foi praticamente perfeita do início ao fim. Em 29 de setembro de 2013, foi ao ar o último episódio da série, chamado “Felina”. O capítulo representou a transição final de Walter White, de um mero professor de química em um criminoso com sede pelo poder. Podemos ver Walter admitindo se sentir bem com as coisas ruins que fez. Sua morte era inevitável. Ao mesmo tempo, tivemos uma espécie de redenção, na medida em que ele não parte sem antes salvar a vida de Jesse.

SIX FEET UNDER

Six Feet Under é uma janela para a bela e perturbada mente do produtor e criador Alan Ball. Original, inteligente e sem medo de assumir riscos, Ball simplesmente matou todos os seus personagens no final da série. Exibido no dia 21 de agosto de 2005, o episódio “Everyone’s Waiting” começa com um nascimento, com se mostrasse que a vida continua. Eis que chegamos até o instante final… através de uma montagem de flashfowards, a série retrata o que aconteceu na vida de todos os seus protagonistas, até o momento de suas mortes. E nem todo mundo teve uma morte pacífica. Tivemos vítima de tiro e mais de um ataque cardíaco. Uma experiência pra lá de chocante para o espectador.

FRIENDS

Sabemos que há muito debate sobre o final de Friends, especialmente sobre a decisão de Rachel em deixar o emprego dos sonhos em Paris para ficar com Ross. Mas devemos sim reconhecer que a série soube como acabar, e que não faria muito sentido termos outro final que não fosse os seis amigos deixando juntos a tela, na medida em que descem as escadas do apartamento de Monica. E, para quem ficou dez anos investindo no ship Ross & Rachel, não dava mesmo para imaginar um final em que eles terminassem separados. Sem contar que tivemos muitos outros pontos altos no episódio, como Phoebe ajudando Ross, Joey comprando novos patinhos e pintinhos, e, é claro, o nascimento dos gêmeos de Monica e Chandler. Dividido em duas partes, “The Last One” foi exibido no dia 6 de maio de 2004.

MAD MEN

No dia 17 de maio de 2015, foi ao ar o episódio “Person to Person”, encerrando uma jornada de sete temporadas e infinitos prêmios de Mad Men, cultuada série da HBO criada por Matthew Weiner e estrelada por Jon Hamm, Elisabeth Moss e companhia. O final da série dividiu o público por oferecer mais perguntas do que respostas, mas era difícil mesmo imaginar algo catártico na despedida de personagens tão complexos. Ao final, acompanhamos Don Draper meditando em busca de paz/respostas em um centro de tratamento. Várias interpretações cabem diante do ato final do personagem. Ele pode ter encontrado paz, sim, mas também pode apenas ter tido uma grande ideia para um novo projeto. É algo aberto, que mantém a série no subconsciente dos fãs.

THE SOPRANOS

Família Soprano foi outra série da HBO cujo final dividiu opiniões. Ainda assim, marcou presença na nossa lista. A série estrelada pelo eterno James Gandolfini chegou ao fim de forma abrupta e sem respostas. Ao final do episódio “Made in America”, exibido no dia 10 de junho de 2007, acompanhamos Tony em uma lanchonete com A.J., Meadow e Carmella. O mafioso se mostra preocupado toda vez que o sino colocado na porta do restaurante toca. O capítulo acaba com o sino tocando uma última vez, e a tela ficando preta. Se Tony foi morto por um assassino que chegou no local, não sabemos. Mas uma coisa é certa: ele fica num estado permanente de medo e ameaça. O criador David Chase conseguiu uma forma de deixar o espectador tão tenso quanto seu protagonista. O que é fascinante.

THE LEFTOVERS

A maioria dos finais presentes nesta lista oferecem opções pouco tradicionais, com elementos que surpreenderam o público. Mas nenhuma série foi tão ousada quando The Leftovers. “The Book of Nora”, que foi ao ar no dia 4 de junho de 2017, é todo passado décadas após a linha do tempo principal da série. Acompanhamos Nora Durst (Carrie Coon) morando em um local recluso, mas sendo descoberta por Kevin Garvey (Justin Theroux). O reencontro dos dois gera momentos belíssimos, ainda que a beleza esteja mesmo na ausência de certezas, por mais que respostas sejam sugeridas. No fim, o que fica é o amor e a parceria dos dois.

PARKS AND RECREATION

Parks and Recreation é mais uma série a optar por flashfowards para contar sua história final. O foco, é claro, está na ascensão política de Leslie Knope (Amy Poehler), eleita governadora de Indiana e, na sequência, Presidente dos Estados Unidos (embora isso seja uma sugestão). Mas o melhor é que todos os personagens ganham seu espaço para brilhar – até o Jerry. O episódio duplo “One Last Ride” foi exibido originalmente no dia 24 de fevereiro de 2015.

THE AMERICANS

A série de espionagem estrelada por Matthew Rhys e Keri Russell sempre tratou de questões envolvendo pátria e família. E isso, é claro, não ficou de fora do series finale START”, exibido em 30 de maio de 2018. No episódio derradeiro, acompanhamos Philip e Elizabeth fazendo planos para deixar os Estados Unidos e retornarem para a União Soviética. A decisão dos protagonistas é colocar à prova na medida em que são obrigados a abandonar amigos e seus filhos. Ao final, nos despedimos desta bela série ao som de “With Or Without You”, do U2.

THE WIRE

The Wire teve algumas poucas escorregadas ao longo de suas cinco temporadas e foi mais uma série a oferecer um final marcante para seus fãs. Exibido no dia 9 de março de 2008, o episódio “30” não quis saber de poupar os espectadores. A verdade é que a série sempre focou em uma realidade dura, com debates sobre dependência, tráfico de drogas, corrupção policial e muito mais. Embora alguns personagens tenham tido seus finais felizes, como Tommy Carcetti (Aidan Gillen) sendo eleito governador, a verdade é que a maioria deles não terminou bem. A mensagem, é claro, é que essa guerra contra as drogas deve ser jogada de outra forma. Ao final, a verdade é que ninguém vence essa luta e The Wire deixa isso bem claro.

THE OFFICE

The Office teve problemas em suas duas últimas temporadas, realizadas já sem a presença de Steve Carell como Michael Scott. No entanto, é impossível não destacar e se emocionar com o episódio “Finale”, exibido em 16 de maio de 2013. O episódio reúne todos nossos queridos personagens acompanhando o casamento de Dwight (Rainn Wilson) e Angela (Angela Kinsey). Com direito a uma participação especialíssima de Carell, que ainda faz uma de suas piadas “that’s what she said”. É impossível não se emocionar com essa despedida. Que é tudo que The Office tem de melhor. Divertido e tocante.

‘Novos Deuses’: Tom King compartilha foto enigmática do roteiro do novo filme da DC

Pouco tempo depois de ter anunciado que iria co-escrever o roteiro de ‘Os Novos Deuses’ ao lado de Ava DuVernayTom King compartilhou uma críptica foto em seu Twitter oficial, anunciando a provável frase de abertura do longa-metragem.

Confira:

A frase diz o seguinte: “houve um tempo em que os Deuses Antigos morreram”, seguida por reticências que tornam o projeto ainda mais enigmático.

King, antes de assinar um contrato exclusivo com a DC Comics, escreveu a aclamada série de quadrinhos ‘The Vision’ para a Marvel; atualmente, ele é responsável pelas novas histórias de Batman e já ganhou diversos prêmios Eisner.

Por enquanto, não há data confirmada para o lançamento de ‘Os Novos Deuses’. Os próximos filmes da DC a chegarem aos cinemas são Coringa, no dia 10 de outubro de 2019‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’, em 07 de fevereiro de 2020Mulher-Maravilha 1984, em 05 de junho de 2020‘The Batman, no dia 25 de junho de 2021, o reboot de ‘O Esquadrão Suicida’, marcado para o dia 06 de agosto de 2021,‘Aquaman 2’, com estreia em 16 de dezembro de 2022.

Séries amadas que ficarão de fora da disputa do Emmy Awards 2019

O Oscar da televisão, a coqueluche dos apaixonados por séries, o Emmy Awards é a grande premiação que coroa as produções e os artistas mais aclamados do cenário televisivo.

E algumas das séries mais aclamada da premiação vão romper seus hiatos e retornam com tudo em 2019, sendo grandes promessas da televisão para o ano. Mas algumas das mais favoritas entre o público ficarão de fora desta edição do Emmy Awards, não estando aptas a receber indicações.

Produções como ‘Stranger Things‘ e ‘Big Little Lies‘ não terão a chance de levar estatuetas para casa. Isso porque elas não compreendem o período obrigatório de exibição – que as torna elegíveis. Para que uma série de TV possa concorrer ao Emmy 2019, é necessário que ela tenha exibido pelo menos seu primeiro episódio entre 01 de junho de 2018 e 31 de maio de 2019.

A votação dos indicados começa no próximo dia 10 de junho, se estendendo até 24 do mesmo mês. Já a revelação dos escolhidos para a disputa do ano acontece no dia 16 de julho.

Essas regras comprometem exatamente a participação de ‘Stranger Things‘ e ‘Big Little Lies‘. Embora ambas as produções sejam duas das mais esperadas para 2019, sua data de estreia ultrapassa o tempo limite estipulado pelos organizadores da premiação.

Enquanto a série de suspense da Netflix chega apenas em 4 de julho, a produção da HBO encontrará seus fãs um pouco mais cedo (graças ao nosso bom Deus!), estreando em 9 de junho. Com essas duas séries fora da disputa, pode ser que novas produções tenham chances maiores de conquistar seu destaque, principalmente considerando que ‘Stranger Things‘ já fora indicada na categoria de Melhor Drama do Emmy 2018, enquanto ‘Big Little Lies‘ conquistou 16 indicações, levando oito estatuetas para casa.

O Emmy Awards ainda terá outra baixa (mais ou menos) na lista de indicados, com a terceira temporada do drama distópico ‘The Handmaid’s Tale‘ ficando de fora da competição – uma vez que ela retorna apenas em 5 de junho. No entanto, a Hulu não dormiu no ponto e vai conseguir colocar parte de sua segunda temporada na competição.

Isso porque alguns episódios deste ciclo foram exibidos exatamente dentro do prazo determinado pelos organizadores da premiação. Isso garantiu à série sua elegibilidade parcial para o Emmy 2019. Considerando essa regra, a Hulu inscreveu estes capítulos que passam pela data de corte em categorias específicas, como Melhor Roteiro, Melhor Direção, Melhor Ator Convidado, Melhor Atriz Convidada, Melhor Fotografia e Melhor Design de Produção.

Em se tratando de ‘Black Mirror‘, a aclamada série antológica que já conquistou 6 Emmys retorna com sua quinta temporada também no dia 05 de junho, o que a torna inelegível. Mas seu filme interativo, ‘Bandersnatch‘, está apto para indicações e tem fortes chances de conquistar uma estatueta em 2019!

O Emmy Awards 2019 também terá temporadas antigas concorrendo nesta edição. ‘Orange is The New Black‘, ‘GLOW‘ e ‘Pose‘ não conseguiram entrar dentro do prazo de elegibilidade de 2018 e suas temporadas mais recentes (à época) ficaram a ver navios. As duas originais da Netflix já fazem parte do calendário de séries recorrentes, já produção com elenco trans do FX inaugurava sua jornada no ano passado.

E neste ano, as três séries podem estar na lista de indicados, com suas temporadas “antigas” disputando prêmios, enquanto seus respectivos novos ciclos estreiam na TV no mesmo período (estranho, né?). Enquanto ‘Orange’ retorna em 26 de junho, GLOW volta em 9 de agosto. Já Pose chega ao FX  em 11 de junho.

Fãs dos sucessos ‘The Crown‘, ‘Westworld‘, ‘Atlanta‘, ‘Curb Your Enthusiasm‘ e ‘Silicon Valley‘ terão que esperar um pouquinho mais. Embora essas produções não tenham retornado para as telinhas com novos episódios, elas voltarão em breve!

 

 

‘Descendentes 3’ ganha data de estreia e duas prévias

Descendentes 3‘ ganhou data de estreia na Disney Channel norte-americana: 2 de agosto de 2019.

Não foi revelado quando o filme será lançado no Brasil.

Confira um clipe musical e o trailer:

Kenny Ortega, que dirigiu os dois primeiros filmes, retorna à direção.

Dessa vez, Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) retornam à Ilha dos Perdidos para recrutar um novo grupo de descendentes para salvar os habitantes de Auradon.

O elenco inclui Dove Cameron, Booboo Stewart, Cameron Boyce, Sofia Carson, Mitchell Hope e China Anne McClain.

Clássicos do Terror que Você não Sabia que Tiveram Sequência

Alguns filmes se tornam clássicos. Estes ícones da sétima arte permeiam todo e qualquer gênero cinematográfico. E com o terror, um de nossos preferidos, obviamente ocorre o mesmo. Obras como O Exorcista (1973), Psicose (1960) e Tubarão (1975) serão para sempre lembrados como alguns dos melhores filmes já produzidos de todos os tempos.

O enorme sucesso muitas vezes traz o desejo dos estúdios por continuações, mas nem todos terminam por se tornar O Poderoso Chefão 2 (1974), Aliens – O Resgate (1986) ou De Volta para o Futuro 2 (1989). Pelo contrário, algumas continuações, de tão eclipsadas por seu original, terminam caindo no esquecimento, como se nunca tivessem existido. Pensando nisso, o CinePOP resolveu formular uma lista com alguns clássicos do terror que tiveram sequência, mas que talvez você nem saiba. Vem com a gente e não esqueça de comentar.

Cemitério Maldito

Começamos com um item que está novamente em voga. Baseado no livro de Stephen King (que o autor considera o mais assustador de seu repertório), Cemitério Maldito voltou aos cinemas este ano na forma de um remake (ou reinterpretação da obra literária). É claro que a primeira vez que o texto virou um filme foi lá em 1989, com o longa cult de Mary Lambert – que completa 30 anos em 2019. Mas o que muitos talvez não saibam é que três anos depois, a própria Lambert comandaria a continuação para a Paramount.

Com um roteiro original, e sem qualquer ligação de King, Cemitério Maldito 2 trazia o menino Edward Furlong (surfando na fama adquiria por O Exterminador do Futuro 2, lançado no ano anterior) como protagonista. Ele e o pai se mudam para a mesma cidade do original, precisando lidar com o luto da morte da mãe da família. Embora a mitologia em torno do cemitério seja expandida, o filme não é tão assustador quanto o original e foi fracasso de crítica e público.

O Exorcista

Esta obra dirigida pelo grande William Friedkin (Operação França), baseada no livro de William Peter Blatty (e com roteiro adaptado pelo próprio) é considerado por muitos como o melhor filme de terror já produzido. De fato, a história sobre uma menina (Linda Blair) possuída por um demônio e a batalha por sua alma é de causar pesadelos. O longa recebeu até mesmo 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e levou o de roteiro.

Quatro anos depois e descobriríamos que o demônio não havia deixado o corpo de Reagan (novamente Blair), agora mais velha. Nada de Ellen Burstyn em O Exorcista II: O Herege, no entanto, e nem os criadores originais. William Peter Blatty voltaria treze anos depois para uma nova fatia do bolo em O Exorcista III, filme que escreveu e dirigiu – desta vez nem Linda Blair topou.

Mas não pense que a saga no cinema acabava. Nova década, nova tentativa. Em meados da década passada, o lendário Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver) recebeu sinal verde para uma pré-sequência da história, mas as exibições testes foram tão ruins, que a Warner resolveu contratar Renny Harlin (Do Fundo do Mar) para refilmar do zero a história de origem do Padre Merrin, mantendo do elenco somente o protagonista Stellan Skarsgard. Quando O Exorcista: O Início (2004) se mostrou um fracasso, o estúdio decidiu lançar no ano seguinte Domínio (2005), o filme de Schrader. Em 2016, a franquia se redimia com o lançamento da série de TV da Fox, que durou duas temporadas, apesar dos elogios.

Psicose

Este é outro clássico que terminou seus dias na forma de uma elogiada série de TV recente. Isto é, até decidirem fazer algo mais com o material. Tudo começou, é claro, com a obra imortal de Alfred Hitchcock, Psicose (1960), seu filme mais famoso. Embora fechadinho e sem qualquer necessidade de continuação, ela viria 23 anos depois, em 1983 (nos anos 80, é claro!), com Psicose II. Na trama, Norman Bates (novamente interpretado por Anthony Perkins) é solto do manicômio e reintegrado à sociedade. Mas seus pesadelos voltam a assombra-lo. Quem retorna também é Vera Miles, reprisando o papel da mocinha Lila.

Três anos depois e o próprio Perkins resolveu tomar as rédeas da história comandando o espetáculo na frente e atrás das câmeras. Na trama de Psicose III, Norman se apaixona por uma noviça caída em tentação, mas “mãe” está na espreita. Não satisfeitos, Psicose IV foi lançado em 1990, como um filme feito para a TV. Através de uma ligação para um programa de rádio, Norman (Perkins) relembra de sua juventude ao lado da mãe. O filme é contado através de flashback, com Henry Thomas (E.T. – O Extraterrestre) vivendo o jovem Norman e Olivia Hussey (Romeu e Julieta, de Franco Zeffirelli) no papel de Norma, sua mãe. A ideia seria repetida na série Bates Motel (2013 – 2017).

Oito anos depois do quarto filme, Psicose voltaria aos cinemas na forma de um remake, dirigido por ninguém menos do que o cultuado Gus Van Sant. Fora isso, o longa Hitchcock (2012), que traz Anthony Hopkins como o icônico cineasta, apresenta os bastidores das filmagens de Psicose – e Scarlett Johansson como Janet Leight ,e Jessica Biel como Vera Miles.

Poltergeist

Esta obra de terror clássica ficou famosa pela disputa de quem verdadeiramente a dirigiu. Um clássico incontestável, o diretor Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica), falecido em 2017, sempre afirmou que não teve muito controle do filme – já que o produtor Steven Spielberg praticamente o dirigiu interferindo todos os dias no set, enquanto filmava E.T. – O Extraterrestre (lançado no mesmo ano). De fato, apesar da diferença de gênero entre os dois filmes fantásticos, eles podem facilmente ser vistos numa sessão dupla sobre a típica família americana dos anos 1980.

Quatro anos depois, sem qualquer envolvimento de Hooper ou Spielberg, a sequência chegava aos cinemas, trazendo todo o elenco original de volta para mais peripécias com espíritos malignos – desta vez envolvendo nativos americanos e uma entidade em forma humana, o Juiz Kane (Julian Beck, que faleceu antes do lançamento do filme). Já Poltergeist III (1988) levou a pequena Carol Anne para viver com os tios Tom Skerritt (Alien – O Oitavo Passageiro) e Nancy Allen (Robocop – O Policial do Futuro) num prédio altamente tecnológico. Infelizmente, a pequena Heather O´Rourke faleceria no mesmo ano do lançamento do filme.

Em 2015, com o tsunami de refilmagens de obras clássicas, Poltergeist: O Fenômeno entrou na dança e ganhou uma nova versão, sem um décimo do brilho original. Nem mesmo as presenças dos talentosos Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt conseguiram salvar a produção do esquecimento total.

Tubarão

Mais um caso de filme de prestígio apagando por completo suas sequências muito inferiores. Aqui, no entanto, as continuações de Tubarão, de tão ruins se tornaram cult. Muitos não devem saber, ou talvez não lembrem, mas Tubarão (1975), de Steven Spielberg, além de ser o primeiro blockbuster da história (mesmo sendo um filme de terror e suspense), ganhou três Oscar e foi indicado a melhor filme.

Tamanho sucesso, é claro, encheu os olhos da Universal, que três anos depois confeccionava a continuação Tubarão 2, trazendo novamente Roy Scheider como o xerife Brody, e sua família, as voltas com um novo tubarão assassino. Já nos anos 1980, foi a vez de Tubarão 3-D (1983), que pegava a onda dos filmes em terceira dimensão, movia a ação para um parque aquático e trazia Dennis Quaid no elenco. Mas nada prepararia para Tubarão 4: A Vingança (1987), protagonizado pelo lendário Michael Caine, considerado não apenas o pior da franquia, como também um dos piores filmes de todos os tempos.

Carrie – A Estranha

Carrie (1976), dirigido pelo mestre Brian De Palma, serviu não apenas para colocar o nome do diretor no mapa, como seu primeiro sucesso, mas também o do autor Stephen King, que tinha seu primeiro texto adaptado às telonas. A história de uma menina tímida (Sissy Spacek) que se descobre com poderes telecinéticos quando entra na puberdade é perfeita e fechada. Mas diga isso aos produtores.

Em 1999, uma sequência muito sem-vergonha foi confeccionada e lançada nos cinemas. Utilizando a mesma história requentada, somente a modernizando para os anos 90, A Maldição de Carrie apresentou Emily Bergl como Rachel, herdeira dos poderes de Carrie. O único elo entre os filmes é a presença de Amy Irving reprisando o papel de Sue do original. Depois disso, Carrie voltaria na forma de um filme feito para a TV em 2002, com completos desconhecidos na frente e atrás das câmeras. Em 2013, uma refilmagem oficial e digna de cinema, com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore como protagonistas e direção de Kimberly Peirce – o que não impediu o fracasso de público e crítica.

A Profecia

A história de Damien, o menino anticristo, é uma das mais perturbadoras dentro do gênero, e faz uma bela dobradinha com O Bebê de Rosemary (1968). O filme do diretor Richard Donner (Superman – O Filme) foi um grande sucesso, e trazia artistas do nível de Gregory Peck e Lee Remick protagonizando. Com um dos finais mais corajosos para um filme de terror de todos os tempos – do qual o recente Brightburn – Filho das Trevas bebeu muito da fonte -, o longa logo gerou uma sequência. E ela chegou apenas dois anos depois com Damien: A Profecia 2 (1978). Desta vez, Damien estava mais velho e adotado por uma nova família – o destaque no elenco fica por conta de William Holden (Rede de Intrigas).

Mas uma continuação só não é o bastante e em 1981, Damien assumia as formas de Sam Neill, já adulto para o capítulo final de sua saga em Conflito Final: A Última Profecia. Porém, este não seria o final da “saga”, já que dez anos depois, em 1991, chegava às TVs e não aos cinemas, A Profecia IV: O Despertar, desta vez com a menininha Delia (Asia Vieira) e não mais Damien nas formas do emissário de Satã. Em 2006, exatamente 30 anos depois do original, chegava aos cinemas o remake de A Profecia, estrelado por Julia Stiles e Liev Schreiber, e a participação de Rosemary em pessoa, Mia Farrow.

Um Lobisomem Americano em Londres

Referência ainda hoje quando o assunto é filme de lobisomem, este terror dirigido por John Landis – mais acostumado a realizar comédias – entrou para a história se tornando uma das obras mais cult do gênero. E de quebra levou para casa o Oscar de melhor maquiagem, para o prestigiado Rick Baker. Uma curiosidade é que Baker estava cuidando da maquiagem de outro filme de lobisomem da época, que foi lançado no mesmo ano: Grito de Horror, de Joe Dante. Ao trocar de barco, Baker terminou com sua primeira estatueta da Academia, num total de sete.

Lançada em 1997, a sequência Um Lobisomem Americano em Paris era mais voltada para a tendência de filmes da época, ou seja, uma produção com ares juvenis e moderninhos, muitas referências à cultura pop (contando inclusive com uma canção tema da banda Bush, intitulada Mouth) e roteiro recheado de humor e tiradas. Curiosamente, quem protagoniza é a musa francesa Julie Delpy, imortalizada pela trilogia do Antes de Richard Linklater. Este amigo que vos fala teve o “prazer” de assistir ao longa no cinema e até ter se divertido na época. Porém, basta uma revisão para perceber que, além do filme não ser muito bom, os efeitos que criam as criaturas lupinas, todos gerados por computadores, envelheceram muito mal. Ao contrário do original.

A Mosca

Antes de qualquer coisa, precisamos levar em conta que o filme emblemático e pra lá de nojento de 1986, dirigido por David Cronenberg, já é por si só uma refilmagem de A Mosca da Cabeça Branca (1958). O filme protagonizado por Jeff Goldblum e Geena Davis, no entanto, é um dos casos raros de refilmagem superior ao original.

A Mosca (1986) é mais um caso onde os efeitos se mantém atuais e ainda impressionantes. Três anos depois e a Fox não tardou em orquestrar uma continuação bem mequetrefe – embora tenha feito parte da infância de muita gente, incluindo a deste que vos fala. A Mosca II (1989) traz Eric Stoltz na pele do filho do personagem de Goldblum, que nasceu com os genes de seu pai e aos poucos vai se transformando numa mosca. Aqui, no entanto, temos um final feliz. Seu par no filme é a sumida Daphne Zuniga, de S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (1987) e da série Melrose (1992-1996). Já Eric Stoltz, embora rejeitado em De Volta para o Futuro (1985) – o ator chegou a gravar muitas cenas como Marty McFly antes de ser substituído por Michael J. Fox – saía dos sucessos de Marcas do Destino (1985), com Cher, e Alguém Muito Especial (1987), escrito por John Hughes.

O Enigma de Outro Mundo

Aqui temos um caso parecido com o item acima. De fato, O Enigma de Outro Mundo, do mestre John Carpenter, se mantém lado a lado com A Mosca (1986) como um dos filmes com efeitos mais impressionantes saídos da década de 1980. E assim como A Mosca, o filme de Carpenter é a refilmagem de uma obra da década de 1950, O Monstro do Ártico (1951), conseguindo superá-la em qualidade.

Por anos os fãs falavam sobre uma eventual sequência. Mas ela talvez tenha vindo na forma errada. Sem qualquer envolvimento de Carpenter, o novo Enigma de Outro Mundo (2011), previamente chamado de A Coisa, é basicamente uma refilmagem do filme de 1982, clamando ser uma pré-sequência, que serve para nos mostrar o que aconteceu no acampamento da equipe de cientistas noruegueses antes dos eventos do filme protagonizado por Kurt Russell. Nem mesmo a presença da gracinha carismática Mary Elizabeth Winstead como a protagonista é o suficiente para salvar o filme da apatia.

Entrevista com o Vampiro

Ninguém imaginava que este filme de vampiros estrelado pelos bonitões Tom Cruise e Brad Pitt se transformaria num clássico moderno. Sem dúvidas a autora Anne Rice, escritora do livro, pensava algo totalmente oposto. Na verdade, quando soube da escalação do astro Cruise, muito associado a figura do galã, para o papel do experiente Lestat, Rice não ficou nada contente. Após o resultado do filme, ela escreveu para o ator se desculpando.

Agora, imagina o que Rice deve ter pensado ao ver na pele do mesmo personagem o apático Stuart Townsend. A Rainha dos Condenados (2002) é uma espécie de continuação de Entrevista com o Vampiro (1994), já que segue os passos de Lestat no mundo moderno, agora incorporando o status de astro de rock. O filme, assim como Entrevista, é baseado num livro de Rice. O longa ficaria marcado pela tragédia, mas não por causa de sua falta qualidade, e sim pela morte da cantora Aaliyah, aos 22 anos, em plena ascensão na carreira de cantora e atriz. A jovem faleceu antes do lançamento do filme e precisou ser dublada em algumas cenas.

Aaliyah vive Akasha no filme, a Rainha dos Vampiros. Apesar do jeitão de filme para a TV, a Warner bancou o desafio e lançou o longa nos cinemas, talvez como forma de homenagear a atriz e presentear seus fãs. O fato, porém, não impediu o fracasso da obra.

O Iluminado

Aqui temos mais um filme baseado num livro de Stephen King. Este, um dos melhores longas de terror de todos os tempos, não por menos dirigido pelo gênio Stanley Kubrick, um dos maiores cineastas a terem pisado em nosso planeta. Curiosamente, King não gostou nem um pouco do tratamento dado por Kubrick ao seu texto e deserdou a produção. Anos depois, em 1997, um filme feito para a TV (na verdade uma minissérie em dois episódios), protagonizado por Rebecca De Mornay, mais fiel ao livro, deixou o autor satisfeito – mesmo sendo execrado por qualquer outro humano respirando.

King escreveu a sequência de seu livro, intitulado Doutor Sono, em 2013. E este ano, teremos finalmente a adaptação para o cinema. Protagonizado por Ewan McGregor na pele do menino Danny agora adulto, e com Rebecca Ferguson e Jacob Tremblay no elenco, o filme estreia em novembro. Com direção de Mike Flanagan, da série A Maldição da Residência Hill (2018), o longa poderá vir a agradar seu severo criador, isto é, se mantiver fidelidade ao material original, é claro.

‘Brinquedo Assassino’ ganha novo comercial com cenas INÉDITAS; Assista!

O remake ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou um novo comercial com cenas inéditas.

Confira:

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

Esposas de gângsteres assumem operações dos maridos no trailer de ‘Rainhas do Crime’; Assista!

O longa ‘The Kitchen‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por Andrea Berloff, o longa é baseado nos quadrinhos da Vertigo, selo adulto da DC Comics.

Nos anos 70, as esposas de três grandes gangsters do bairro Hell’s Kitchen, em Nova York, assumem as operações do seus maridos após a prisão deles.

Melissa McCarthy, Elisabeth Moss Tiffany Haddish são as protagonistas.

The Kitchen‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Família quer abrir loja de maconha no trailer de ‘Flagrantes de Família’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da série ‘Flagrantes de Família‘ (Family Business).

Confira:

Ao saber que a França está prestes a legalizar a maconha, Joseph convoca a família e os amigos para transformar o açougue kosher de seu pai na primeira loja de erva do país.

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 28 de junho.