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‘NOS4A2’: Série de terror com Zachary Quinto ganha data de estreia no Brasil

A série de terror sobrenatural ‘NOS4A2’ estreia na próxima segunda-feira, dia 3 de junho, às 22h30, no canal de TV paga AMC.

Assista ao trailer:

Protagonizada pelo ator e produtor indicado ao Emmy, Zachary Quinto (‘American Horror Story’), e pela atriz Ashleigh Cummings (‘Predadores do Amor’), ‘NOS4A2’ é baseada no bestseller homônimo de Joe Hill e terá dez episódios de uma hora.

“Graças a todos os subgêneros que ele abrange, o terror tem enorme potencial e desperta o interesse do público, o que encoraja o AMC a continuar investindo no gênero”, comentou o vice-presidente de Programação e Aquisições para os canais de cinema e séries do AMC Networks Latin America, Pablo Corona. “A aquisição de conteúdo como NOS4A2 continua alimentando o DNA de nosso principal canal com uma série que redefine o terror clássico”, acrescentou.

Quinto faz o papel de Charlie Manx, um sedutor imortal que se alimenta das almas das crianças e depois deposita o que resta delas em Christmasland, uma gélida e distorcida aldeia natalina produto da imaginação de Manx, onde todo dia é Natal e a infelicidade é ilegal. Mas Manx vê seu mundo inteiro ameaçado quando uma jovem da Nova Inglaterra (Cummings) descobre que possui um perigoso dom.

Cummings interpreta Vic McQueen, uma jovem artista de classe trabalhadora cuja criatividade desperta uma habilidade sobrenatural para rastrear Charlie Manx. O que Vic carece em termos de confiança social, ela compensa em coragem, humor e uma garra inabalável. Ela se esforça para derrotar Manx e resgatar suas vítimas sem perder a cabeça ou se tornar mais uma vítima dele.

‘The Lodge’: Trailer legendado do aguardado terror estilo ‘Hereditário’

O terror ‘The Lodge‘ ganhou um novo trailer legendado, que aumenta ainda mais as expectativas para o filme – que tem sido descrito como EXTREMAMENTE perturbador.

Confira:

O longa é dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz, dupla responsável pelo aclamado ‘Boa Noite, Mamãe!‘.

A trama segue dois irmãos que vão passar o Natal nas montanhas com Grace, uma mulher mais jovem com quem seu pai planeja se casar. Enquanto as crianças começam a se entender com sua futura madrasta, alguns acontecimentos ameaçam desenterrar demônios do passado de Grace da época em que ela era membro de um culto religioso.

O elenco conta com Riley Keough, Jaeden Martell, Lia McHugh, Richard Armitage e Alicia Silverstone.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Big Little Lies’: Saiba qual dia e hora a 2ª temporada estreia no Brasil

A HBO divulgou a data de estreia da aguardada 2ª temporada de ‘Big Little Lies‘ no Brasil.

A série retorna no dia 9 de Junho, às 22 horas (horário de Brasília).

Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Confira o trailer:

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fará parte do elenco da 2ª temporada.

‘Euphoria’: Série psicodélica com Zendaya estreia na HBO em Junho; Veja o horário!

A HBO divulgou a data de estreia da aguardada série ‘Euphoria‘: 16 de junho, às 23h.

Com produção executiva do cantor Drake e estrelada por Zendaya, a série acompanha um grupo de adolescentes que lidam com drogas, sexo e violência em seu cotidiano.

Confira:

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco ainda conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

 

‘Big Little Lies’, ‘Euphoria’, ‘Deadwood: O Filme’: Conheça as estreias da HBO em Junho!

Em junho, os canais do pacote HBO/MAX terão estreias especiais e para todos os gostos. No domingo, dia 09, o canal HBO e a HBO GO apresentam o início da segunda temporada de O JARDIM DE BRONZE, às 21h, e o retorno da aclamada série BIG LITTLE LIES, às 22h. Na semana seguinte, é a vez da estreia de EUPHORIA, estrelada por Zendaya. Os fãs de documentários e esportes não podem perder o lançamento de QUAL O MEU NOME: MUHAMMAD ALI, sobre a história do lendário boxeador. Além disso, no dia 28, a minissérie YEARS AND YEARS, com Emma Thompson no elenco, é a novidade do canal. A quarta temporada de GOMORRA é destaque do canal MAX.

HBO

ESTREIAS DE SÉRIES

A segunda temporada da série argentina O JARDIM DE BRONZE estreia no dia 09, às 21h, Criada por Gustavo Malajovich, autor do best-seller “El Jardín de Bronce” que inspirou a primeira temporada, junto com Marcos Osorio Vidal, a nova fase trará novamente o ator Joaquín Furriel no papel de Fabián Danubio, que agora investiga um caso que o detetive César Doberti (Luis Luque) deixou aberto enquanto se dedicava exclusivamente a procurar por Moira (Maite Lanata), sua filha.

Em seguida, às 22h, estreia a segunda temporada de BIG LITTLE LIES. Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

EUPHORIA estreia no domingo seguinte, 16 de junho, às 23h. Com produção executiva do cantor Drake e estrelada por Zendaya, a série acompanha um grupo de adolescentes que lidam com drogas, sexo e violência em seu cotidiano. A produção é baseada na série homônima israelense da HOT, criada por Ron Leshem e Daphana Levin.

Na sexta-feira, 28 de junho, às 22h, estreia a minissérie YEARS AND YEARS, que traz Emma Thompson no papel de Vivienne Rook, uma polêmica celebridade que se transforma em figura política. Dividida em seis partes, a série se passa em um período em que a Grã-Bretanha é sacudida por avanços políticos, econômicos e tecnológicos. Em paralelo à história de Vivienne, a produção mostra as vidas dos membros de uma família a partir de acontecimentos que os unem, em uma noite de 2019.

ESPECIAL DE COMÉDIA

Baseado no podcast britânico homônimo, o especial de comédia MY DAD WROTE A PORNO estreia à meia-noite do dia 22 para o dia 23. O programa tem apresentação dos comediantes Jamie Morton, Alice Levine e James Cooper.

TEMPORADA DE DOCUMENTÁRIOS

QUAL O MEU NOME: MUHAMMAD ALI, que apresenta a trajetória do ícone do boxe, será lançado no dia 17, às 22h. O documentário, dividido em duas partes que vão ao ar em sequência, apresenta um retrato íntimo do atleta baseado em gravações do próprio campeão. Dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, Nocaute, O Protetor), o longa tem produção executiva de LeBron James e Maverick Carter.

Na semana seguinte, 24 de junho, às 22h, WIG conta a história de Wigstock, um festival anual de drag queens que durante 20 anos marcou de maneira glamurosa o fim do verão para a comunidade gay em Nova York. Dirigido por Chris Moukarbel, o documentário tem a participação de Lady Bunny, Charlene Incarnate, Flotilla DeBarge, Kevin Aviance, Neil Patrick Harris, Willam, Linda Simpson, Naomi Smalls e Tabboo.

ESTREIA DE FILME ORIGINAL

Quinze anos após o lançamento da premiada série de faroeste, DEADWOOD: O FILME dá continuidade à história encerrada em 2006. O longa estreia no canal HBO em 21 de junho, às 21h. As inesquecíveis personagens da série se reúnem, depois de uma década, para comemorar o fato de que Dakota do Sul se tornou um estado dos Estados Unidos. À medida que eles enfrentam as mudanças decorrentes da modernidade e da passagem do tempo, antigas rivalidades vêm à tona. Em 1h49 de duração, as alianças são colocadas à prova e ressurgem velhas feridas.

Todo sábado, às 22h, um filme de sucesso estreia na programação do canal HBO.

A GRANDE JOGADA é o primeiro lançamento do mês, em 1º de junho. Estrelado por Jessica Chastain, o longa acompanha uma jovem que, após perder a chance de competir nas Olimpíadas, tornou-se dona de um império de jogos de pôquer clandestinos.

No dia 8, Tom Hardy assume o papel de anti-herói e interpreta Eddie Brock, hospedeiro de VENOM, um dos personagens mais obscuros e brutais da Marvel. Depois de perder seu emprego e sua noiva, a vida de Eddie muda quando ele acidentalmente se funde com um simbionte alienígena.

Com a comédia ALMA DA FESTA, a diversão de 15 de junho está garantida. Melissa McCarthy interpreta uma dona de casa que decide voltar à faculdade após seu marido inesperadamente pedir o divórcio.

O longa TE PEGUEI! conta a história de um grupo de homens que levam a brincadeira de pega-pega a níveis extremos, colocando em risco seus trabalhos e famílias para tentar ganhar o jogo. Jeremy Renner, Jon Hamm e Jake Johnson estrelam o longa, que vai ao ar no dia 22.

Fechando as estreias de sábado, COVIL DE LADRÕES será exibido no dia 29. No longa, Nick (Gerard Butler) é um xerife de Los Angeles que acompanha a movimentação de grupo de ladrões de banco. A gangue, liderada por Donnie Wilson (O’Shea Jackson Jr.), planeja o maior e mais difícil roubo de suas vidas, mas Nick e sua equipe não vão desistir de colocar os criminosos atrás das grades.

MAX

ESTREIA DE SÉRIE

A série GOMORRA, sobre a máfia italiana, volta ao canal MAX a partir de 11 de junho, às 23h. Na quarta temporada, Genny (Salvatore Esposito) e Patrizia (Cristiana Dell’Anna) terão que estabelecer um novo equilíbrio de poder, enquanto Enzo (Arturo Muselli) e Valerio (Loris De Luna) fortalecem a liderança de sua gangue no centro de Nápoles. Os novos episódios foram filmados em Nápoles, Bolonha e Londres.

ESTREIAS DE FILMES

Todo domingo, às 21h, um filme aclamado pela crítica chega ao canal MAX.

Dirigido por Debra Granik e estrelado por Ben Foster, SEM RASTROS é a estreia do dia 2. O filme acompanha a vida de um pai que vive no meio de uma floresta em Oregon com sua filha, até que um pequeno erro muda sua vida para sempre.

Em 16 de junho, O SACRIFÍCIO DO CERVO SAGRADO, estrelado por Nicole Kidman e Colin Farrell, é o destaque. Os atores dão vida a pais de família que decidem cuidar de um garoto de 16 anos, sem saber que ele esconde planos maléficos.

DESOBEDIÊNCIA segue o amor proibido entre duas mulheres, interpretadas por Rachel Weisz e Rachel McAdams, dentro de uma comunidade judia ortodoxa. O longa estreia em 23 de junho.

TODOS OS LANÇAMENTOS ESTARÃO DISPONÍVEIS NA HBO GO.

Também são destaques da plataforma os novos episódios de GENTLEMAN JACK, CHERNOBYL, GREG NEWS: COM GREGÓRIO DUVIVIER e LAST WEEK TONIGHT WITH JOHN OLIVER. Por fim, a dica é ver ou rever os filmes que deixam a HBO GO neste mês, como O ESPAÇO ENTRE NÓS, DUNKIRK, EM RITMO DE FUGA, EMOJI: O FILME e A TORRA NEGRA.

Crítica de Álbum | Madonna – Uma instigante e ácida jornada

Madonna é um nome atemporal. A icônica cantora que despontou no início da década de 1980 deixou para trás um legado incomparável, afirmando-se e reafirmando-se como um dos pilares da música pop ao lado de Michael Jackson e, mais tarde, de Britney Spears. Madonna não apenas construiu seu nome em meio a uma cultura essencialmente machista, ainda mais considerando que seu espaço de trabalho era e ainda é a indústria fonográfica, como também revolucionou o gênero e, até hoje, por mais que ceda a alguns modismos contemporâneos, continua se renovando e encantando gerações e mais gerações. Não é surpresa, pois, que sua extensa discografia sirva de referências para diversas cantoras da atualidade – incluindo Lady Gaga, Beyoncé, Katy Perry e muitas outras.

O mais impressionante, talvez, seja a forma como seu primeiro álbum homônimo não tenha caído nos perigos do envelhecimento precoce: desde seu lançamento em 1983 até os dias de hoje, ainda que grande parte das faixas não tenha caído no gosto popular do novo público, ganham aclame por sua originalidade e suas estruturações deliciosamente envolventes. Como se não bastasse, a artista também encontrou-se no meio de uma bruta transição entre o disco e o house music, aproveitando o conturbado momento da música para se envolver e mergulhar em produções do pós-disco.

Madonna, como ficou intitulado, é um ótimo álbum cujo único pecado é ter apenas oito faixas. É claro que, levando em consideração a época em que foi lançado, uma cantora feminina não clamaria por mais protagonismo, principalmente se pensarmos que, assim como todas as outras esferas criativas da história, a música também era dominada por homens. Porém, por ter um respaldo de John Benitez, seu namorado na época. Logo, não é muita surpresa que a primeira track, chamada “Lucky Star” seja uma singela declaração amor movida pelos trejeitos já conhecidos de um brutal disco aglutinado com dançantes sintetizadores que, apesar de aparecerem por mais de cinco minutos, em momento algum nos deixam entediados.

Mesmo com a competência do escopo musical supracitado, é “Borderline” que insurge como o primeiro ápice por sua construção totalmente inesperada. A priori, a música desenrola-se sem muitas surpresas, abrindo espaço para a brilhante voz mezzo-soprano da cantora, procurando novamente os sintetizadores para criar uma atmosfera ambígua. Afinal, a letra foca num relacionamento conturbado em que a narradora atura as crises de ciúme de seu amor; as investidas instrumentais, alcançando um patamar quase encantatório, criam um paradoxo que cai por terra com a chegada do pré-chorus e, enfim, de um refrão aplaudível que se delineia com altos e baixos muito bem pontuais.

Em seu próprio álbum, Madonna consegue se reinventar. A primeira mudança vem com “Burning Up”, iniciando com a crueza da guitarra e a sutileza do baixo, até culminar em um individualismo lírico apaixonante. O arranjo híbrido dialoga com seus conterrâneos – sendo quase impossível não relacioná-la com Jackson -, mas se recusa a abandonar sua personalidade desinibida. Os sintetizadores, levemente ofuscados nessa canção, voltam com uma força gritante em “I Know It”, um tour-de-force confessional que abraça com gentileza instrumentos como o piano e o saxofone. É claro que a linearidade construtiva por vezes nos cansa, mas a doçura excessiva é travestida com uma ambiência dark no refrão e durante o bridge – como os toques proposital e excessivamente demarcados.

Após os esforços críticos e satíricos, a cantora volta às pistas de dança em sua declaração de amor à década anterior com “Holiday”. É um fato dizer que a track em questão encontra até hoje uma paixão inerente, principalmente pelos fãs mais ardentes da Rainha do pop. Entretanto, faz-se necessário dizer que, depois do primeiro chorus, a música permanece em uma incessante monotonia que, vez ou outra, adiciona um elemento fortuito que se perde em meio a tantas coisas acontecendo. De fato, nem mesmo as lyrics se salvam, consagrando-se mais por sua facilidade de ficar atado às nossas memórias que por sua profundidade (inexistente, por assim dizer). “Think of Me”, por sua vez, reencontra-se em meio a incrível potência retumbante da bateria, seguindo um crescendo adorável e retornando a uma cautelosa instrumentalização. O único obstáculo enfrentando é o fato da voz principal, por vezes, ser jogada para um infeliz segundo plano.

As especificidades do electro-pop se materializam com ainda mais poder na penúltima faixa desse breve álbum, “Physical Attraction”. O estilo em questão é inconfundível e dispensa quaisquer explicações para se apresentar nesta faixa, dividindo solidariamente sua expressividade com os vocais da artista. “Everybody”, ainda que dê uma sensação de reciclagem de investidas anteriores, é um dançante e animado jeito de concluir o EP – e até mesmo a letra bastante “instrucional” (“todo mundo, vamos, dance e cante”) prefere se manter num espaço comedido para a sonoridade instigante.

A estreia autointitulada de Madonna é apenas a primeira deliciosa jornada que uma das maiores performers de todos os tempos viria a nos apresentar. Já com suas composições iniciais, ela conquistou um triunfante patamar que apenas se reafirmaria com o passar dos anos – alcançando um chocante e honrável ápice poucos anos depois.

Nota por faixa:

  • Lucky Star – 4/5
  • Borderline – 5/5
  • Burning Up – 4,5/5
  • I Know It – 4/5
  • Holiday – 2,5/5
  • Think of Me – 4/5
  • Physical Attraction – 4,5/5
  • Everybody – 3/5

‘A Barraca do Beijo 2’: Netflix divulga vídeo apresentando novos personagens

A comédia romântica ‘A Barraca do Beijo‘ ganhará uma sequência pela Netflix, que ganhou novidades.

O serviço de streaming postou um vídeo apresentando os novos personagens da produção.

Confira:

“Tô chegando com novidades de A Barraca do Beijo… Arraste para descobrir. ”

 

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Tô chegando com novidades de A Barraca do Beijo… Arraste para descobrir. 💋

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YUP!!! WE ARE GETTING A SEQUEL!!! #💋✌️ @thekissingboothnetflix

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A Netflix Brasil também compartilhou as novidades, com uma nova imagem:

 

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Lee e Elle passando pela sua timeline para avisar que vai ter continuação de #BarracaDoBeijo SIM! ✌️💋

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Crítica Netflix | A Barraca do Beijo – É mesmo um prazer culposo e tá tudo bem

Assista a nossa crítica:

Além de King,A Barraca do Beijoconta com Joel Courtney e Jacob Elordi no elenco e já está disponível na Netflix.

‘Um Maluco no Pedaço’ volta para a Netflix em Junho

As seis temporadas de ‘Um Maluco no Pedaço‘ vão retornar para a Netflix no mês de Junho, com dia a ser definido.

A série havia sido removida do catálogo e migrado para a Amazon Prime Video no final do ano passado.

Confira o anúncio:

 

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Agora sim eu aprendo a cantar toda a música de abertura de Um Maluco no Pedaço. Todas as temporadas chegam em breve. 😉

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Recentemente, foi revelado que Um Maluco no Pedaço pode ganhar uma nova versão com uma protagonista feminina. A empresa que detém os diretos registrou em 21 de fevereiro o nome Fresh Princess.

A patente prevê o licenciamento de gravações de vídeos, programas de TV, música, entre outros produtos. Até o momento nenhuma informação oficial foi divulgada.

A comédiaUm Maluco no Pedaço foi exibida entre 1990 e 1996. Estrelada por Will Smith, a série teve 148 episódios e girava em torno de um jovem que se mudou para morar com os tios ricos após arrumar briga com gente perigosa.

‘Godzilla vs. Kong’ ganha seu primeiro cartaz

Godzilla vs. Kong teve seu primeiro cartaz divulgado na Licensing Expo, em Las Vegas.

A arte surge abaixo do primeiro banner de ‘Duna‘.

Confira:

Recentemente, a Warner decidiu antecipar a estreia de ‘Godzilla vs. Kong em praticamente dois meses. Antes previsto para o dia 22 de maio de 2020, agora o filme chega em 13 de março de 2020!

Uma alteração bem promissora que pode indicar diversas surpresas para o calendário da Warner que ainda não foi formalizado.

Confira a sinopse:

“Em uma época em que monstros caminham sobre a Terra, a luta pelo futuro da humanidade coloca Godzilla e Kong em rota de colisão, onde duas das mais poderosas forças da natureza irão se enfrentar em uma batalha espetacular. Enquanto Monarch embarca em uma missão perigosa ao desconhecido para descobrir pistas sobre a origem dos Titãs, uma conspiração humana ameaça acabar com todas as criaturas, boas e más, da face do planeta para sempre.”

O elenco inclui Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzálezBrian Tyree HenryAlexander SkarsgårdJessica Henwick Demián Bichir.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

O filme será dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), que terá Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra‘) como chefe de uma equipe de roteiristas.

‘Godzilla: O Rei dos Monstros‘ já está em exibição nos cinemas.

‘The Batman’: Robert Pattinson e Nicholas Hoult ainda estão fazendo testes para viver o herói

Robert Pattinson e Nicholas Hoult

Segundo o jornalista Umberto Gonzalez, correspondente do The Wrap, Robert Pattinson e Nicholas Hoult continuam sendo testados pela Warner Bros. para estrelar ‘The Batman‘, filme que será dirigido por Matt Reeves.

Apesar de vários sites terem confirmado que Pattinson viveria o herói, os dois astros ainda estão disputando o papel e atualmente estão passando por testes de figurino.

Confira:

Robert Pattinson e Nicholas Hoult estão fazendo testes para o papel. Eu suspeito que eles estão testando como eles irão ficar no Batsuit porque o Departamento de Figurino vai precisar de um teste completo de guarda-roupa. Além disso, o filme iniciará a produção no primeiro trimestre de 2020”, afirmou.

Segundo o The Hollywood Reporter, o roteiro de ‘The Batman atualmente conta com seis vilões, e trará uma trama investigativa com o Cavaleiro das Trevas conhecendo famosos vilões dos quadrinhos.

O site afirma que dois vilões são garantidos no filme: Mulher-Gato e Pinguim.

The Batman tem estreia marcada para o dia 25 de junho de 2021.

3ª temporada ‘The Handmaid’s Tale’ é detonada pelos críticos; Confira!

A 3ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ estreia apenas em 15 de junho, mas a crítica especializada já pôde conferir os primeiros seis episódios da produção e as primeiras impressões da série estão entre nós.

Mas ao contrário da expectativa projetada nos fãs, a produção parece ter perdido força em seu novo ciclo. Segundo algumas avaliações, a série caminha em círculos e não consegue manter o elevado ritmo das duas temporadas anteriores.

Indo mais além, os críticos pontuam que THT parece ter perdido o fio da meada e parece não ter mais um bom motivo para continuar no ar.

Confira:

“Se o final da segunda temporada deixou você gritando em sua tela: ‘Pelo amor de Deus, June, por que você não está pegando a maldita caminhonete para sair de Gilead com Emily (Alexis Bledel) e a bebê Nichole?’, a terceira temporada não fará muito para restaurar sua confiança nessa decisão.  […] Com base nos seis primeiros episódios, June e a série que ela lidera estão presos em um ciclo sombrio de sofrimento combativo, trabalhando cada vez mais para um futuro que fica cada vez mais fora de alcance”.  (EW)

“Embora a ‘The Handmaid’s’ tenha encontrado um caminho melhor, a 3ª temporada mantém uma falha profunda desde que a série foi além do livro de Margaret Atwood. Não há história suficiente para ser divulgada e quanto mais a série mergulha na burocracia e cultura de Gilead (incluindo uma excursão a Washington, DC), mais as rachaduras na construção do mundo começam a aparecer. June pode até ter algo pelo que brigar neste ano, mas eu me pergunto o quanto de seu conto ainda há para ser contado”.  (USA Today)

“Talvez a segunda metade da temporada mude as coisas de rumo. Infelizmente, seis horas é muito tempo para trabalhar duro por uma história que simplesmente parece ficar mais e mais deprimente”.  (The AV Club)

“A terceira temporada começa restabelecendo o propósito da nossa protagonista: resistência. Só que desta vez, é uma resistência muito mais ativa. Tendo tomado sua decisão, June precisa de mais coisas a fazer do que sobreviver, mas construir uma rebelião é um trabalho lento, depende de sacrifícios. Gilead é grande e forte, aparecendo ameaçadoramente nos altos quadros de cada cena e incutido nas aias através de vislumbres dolorosos”. […] Os primeiros seis episódios são convincentes, mas mais lentos e trabalhosos do que nas duas primeiras temporadas”.  (IndieWire)

“Os seis novos episódios estão repletos de elementos para admirar e respeitar, quando você não se atrapalha em se sentir como um programa que parecia ter muito a dizer, mas que não está mais participando da conversa no mesmo nível que antes”. (The Hollywood Reporter).

Confira o trailer

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

Crítica | Godzilla II: O Rei dos Monstros – UFC de Titãs

Após um primeiro filme morno, a nova versão do mítico Godzilla retorna aos cinemas para tentar elevar a franquia de patamar. Para isso, a nova equipe criativa decide atender a um velho desejo dos fãs: muita pancadaria entre monstros. Mas um filme consegue se sustentar apenas com isso?

Godzilla II: O Rei dos Monstros traz de volta do primeiro filme Sally Hawkins e Ken Watanabe, além do próprio Godzilla, é claro. E o personagem de Ken, o Dr. Ishiro Serizawa, é de longe o melhor que o núcleo de humanos tem a oferecer. Houve a adição de nomes de peso ao elenco, como Vera Farmiga, Kyle Chandler, Charles Dance e Millie Bobby Brown, a Onze de Stranger Things. Mas nem essa galera toda dividindo tela consegue fazer a trama humana do filme interessante. Quer dizer, o arco do Dr. Serizawa é bem interessante e a Maddie de Milly B. Brown consegue se destacar com uma atuação franca, só que pra um filme com o Godzilla enfrentando vários kaijus diferentes, o que menos importa é a trama humana, convenhamos.

E esse é o grande ponto fraco do filme: drama humano barato. O personagem de Kyle Chandler chega a ser irritante de tão estereótipo do Soldado Americano Salvador da Pátria. A cientista vivida pela Vera Farmiga é um clichê ambulante e não tem um arco coerente. Eles tentam causar choque com ela, mas o dramalhão prevalece. E as motivações do vilão são bem fúteis, o que não seria um problema se fosse bem desenvolvido. É complicado você querer dar mais foco a um certo grupo de pessoas quando o mundo está sendo destruído e não conseguir nem ao menos fazê-los soarem interessantes. E, claro, a galera vai pra ver o Godzilla, que tem mais tempo de tela do que no filme anterior, mas ainda assim fica aquela sensação de: “poxa, poderia ter aparecido mais”.

O uso da trilha clássica do monstrão é um acerto e vale ser destacada. Falando em acerto, vamos ao personagem que dá nome ao filme. O Godzilla está mais monstruoso do que nunca e ver sua rivalidade histórica com o Ghidorah e até mesmo com o Rodan sendo representada com a tecnologia atual é um deleite para os fãs. Se o Rei Dragão já era monstruoso como marionete, a sensação de perigo aumenta com o belo CGI da Legendary. Todas as cenas em que um dos Titãs aparece, é impossível não abrir um sorriso. Quando lutam então… e o que falar da Mothra? Sua mitologia foi bem adaptada e alguns easter eggs fazem menção a seu passado. Fora que sua representação visual é lindíssima.

A direção de Michael Dougherty não é tão técnica e focada na tensão como foi a de Gareth Edwards no Godzilla de 2014. Ele apela pra algo mais dinâmico e agressivo, quase como se fosse um videogame. Vai agradar a alguns, principalmente pelos confrontos, mas pode incomodar os fãs da tensão.

Enfim, Godzilla II: O Rei dos Monstros é um dos daqueles casos em que o filme funcionaria melhor se o foco fosse nos Monstros, não em pessoas tentando sobreviver a eles. Mas ainda assim vale a pena pelas cenas de ação e dos tão sonhados embates entre os Titãs. Falando nisso, tem um certo Gorila doidinho para enfrentar o Rei dos Monstros. Vale lembrar que a Warner já anunciou a adaptação do lendário confronto entre Godzilla e King Kong para os cinemas. Se puderem, tentem assistir naquelas salas que possuem um sistema de som mais avançado. Parte da graça dos Kaijus são os barulhos emitidos em duelo. E isso tem bastante.

Ah, tem cena pós-créditos.

Godzilla II: Rei dos Monstros estreia em 30 de Maio de 2019

Rocketman

(Rocketman)

 

Elenco:

Taron Egerton
Jamie Bell
Bryce Dallas Howard
Richard Madden

Direção: Dexter Fletcher

Gênero: Biografia

Duração: 121 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 30 de Maio de 2019

Sinopse: 

Rocketman‘ é uma fantasia musical épica sobre a incrível história dos anos de progresso de Elton John. O filme mostra a fantástica jornada de transformação do tímido pianista prodígio Reginald Dwight no superstar internacional Elton John, como um garoto de uma cidadezinha se tornou uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

Além de Taron Egerton, o elenco estrelar conta com Jamie Bell, interpretando o compositor parceiro de longa data de Elton John Bernie Taupin, Richard Madden, como o primeiro empresário de Elton, John Reid, e Bryce Dallas Howard, como a mãe de Elton, Sheila Farebrother.

Crítica | Rocketman – Vida de Elton John é contata através de uma magnífica fantasia alucinante (Nota: 9.0)

Crítica em Vídeo:

Curiosidades: 

» ‘Rocketman’ é o musical para maiores que ‘Bohemian Rhapsody’ não conseguiu ser, afirma diretor

» ‘Rocketman’: ‘Não vivi uma vida PG-13’, revela Elton John sobre classificação indicativa do filme

» Diretor de ‘Rocketman’ quer dirigir cinebiografia de Madonna

» A direção do filme fica a cargo de Dexter Fletcher, que assumiu a produção de ‘Bohemiah Rhapsody‘ em meio a saída de Bryan Singer.

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

Crítica | Rocketman – Vida de Elton John é contata através de uma magnífica fantasia alucinante

O cantor Elton John sempre foi uma figura enigmática e extremamente importante para a cultura popular. Com músicas que ficam no ouvido devido às melodias marcantes e as letras que falam sobre o amor, John conquistou o mundo e se tornou um dos músicos de maior sucesso, com mais de 300 milhões de discos vendidos. Apesar da imagem espalhafatosa e carnavalesca que ele adotou no começo da carreira, sua vida pessoal nunca havia indagado o imaginário popular, até agora.

As diversas “polêmicas” sobre sua sexualidade e problemas de vício em álcool, drogas, compras, sexo e remédios prescritos se tornam um prato cheio nesse filme delicioso que se aprofunda na jornada de John ainda criança, quando ele se chamava Reginald Dwight e vivia com seus pais em Londres. O brilhante roteiro de Lee Hall se inicia em uma reunião dos Alcóolicos Anônimos, quando o cantor havia chegado no fundo do poço e decide procurar ajuda para se curar de seus vícios, e compartilha conosco sua história desde o anonimato até se tornar um grande astro do rock.

A história é apresentada de maneira fantasiosa, como se Elton estivesse em uma frenética viagem alucinógena, brindando o público com cenas coloridas e números musicais repletos de magia que criam uma jornada extremamente prazerosa e visualmente estonteante.

Nascido em 1947, Elton aprendeu a tocar piano cedo e logo se tornou um prodígio. Seus pais se separaram quando ele ainda era uma criança, deixando traumas que demoraram anos para se curarem. Quando adulto, ele se torna um superstar internacional e uma das figuras mais icônicas da cultura pop, mas os fantasmas do passado se tornam presentes em uma vida regada a bebida, drogas e promiscuidade.

O diretor Dexter Fletcher, que assumiu a produção de ‘Bohemian Rhapsody‘ após a demissão de Bryan Singer, consegue transpor a história do cantor de maneira magnífica para as telonas, além de adicionar as canções no meio da trama de maneira extremamente bem sucedida, usando a trilha sonora como um artifício para ajudar a contar a história ao invés de usar as músicas para resolver os dilemas da trama, como aconteceu no filme do Queen. A direção de arte e o figurino são um show a parte, aproveitando o vestuário espalhafatoso do cantor para dar o tom colorido e brilhante da produção através de uma fotografia impecável.

Taron Edgerton entrega uma atuação invejável como o cantor, emprestando diversos trejeitos e caretas do Elton John para criar uma performance rica em detalhes e repleta de camadas, que já desponta para uma indicação ao Oscar – vale lembrar que Rami Malek levou a estatueta por interpretar o Freddie Mercury. Outro grande destaque vai para Jamie Bell, que interpreta o compositor Bernie Taupin – o melhor amigo de Elton. O relacionamento dos dois é um dos pontos altos do filme, muito bem trabalhado e aprofundado pelo roteiro. Richard Madden está incrível como o vilanesco John Reid, e Bryce Dallas Howard brilha como a mãe do protagonista.

Frenético, colorido, espalhafatoso, ‘Rocketman‘ é uma fantasia alucinante e desenfreada abordando os prós e contras da fama sem pudores, com um roteiro corajoso que trata de diversos tabus sem colocar panos quentes em cima, incluindo cenas de sexo, drogas e rock’n’roll. E ele consegue ser fantástico em tudo o que se propõe.

Assista a crítica em vídeo:

 

Godzilla II: Rei dos Monstros

(Godzilla: King of Monsters)

 

Elenco:

Millie Bobby Brown

Vera Farmiga

Randy Havens

Sally Hawkins

Bradley Whitford

Charles Dance

Direção: Michael Dougherty

Gênero: Ação

Duração: 131 min.

Distribuidora: Warner Bros. Pictures

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 30 de Maio de 2019

Sinopse: 

A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

Crítica | Godzilla II: O Rei dos Monstros – UFC de Titãs (Nota: 7.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Na sequência do sucesso mundial de “Godzilla”, de 2014, e “Kong: A Ilha da Caveira” (2017), chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop.

» Dougherty roteirizou e dirigiu ‘Krampus: O Terror do Natal‘, que passou batido nos cinemas nacionais e chegou direto em Home Vídeo. Ele também é um dos roteiristas de ‘X-Men: Apocalipse’.

Trailer:

Cartazes: 


Fotos: 

 

Crítica | Ma – Suspense da Blumhouse se destaca pelo talento de Octavia Spencer

Juntar as palavras Blumhouse e Octavia Spencer faz nossas expectativas para um filme irem lá em cima.

Unir a produtora Blumhouse, que tem entregado bons filmes nos últimos tempos, e Spencer, uma atriz que vira e mexe aparece em algum longa de destaque e que parece escolher seus papéis a dedo, pode ser uma boa combinação, ousada, mas boa.

E o resultado disso é visto em ‘Ma‘, onde Spencer assume um papel de  protagonista pela primeira vez, e em uma produção com um tom mais de terror. E isso, é um dos fatores mais complicados do filme, assim, diríamos para o espectador comum.

O CinePOP já dá o aviso aqui: ‘Ma‘ pode ser um filme Meh se você espera assistir um longa com sangue para todo lado e a todo tempo. O filme faz totalmente o contrário: é um drama psicológico perturbador, que se garante ao mostrar uma atuação fenomenal de Spencer (literalmente fora da sua zona de conforto). Os jumpscares são substituídos por um clima tenso, que não deixa o espectador tirar o olho da atriz em nenhum momento. Assim, o grande mérito da produção é ter Spencer no seu elenco principal, seja com a atriz em cenas que se encontra apenas parada em tela, encarando o horizonte, ou quando vemos a personagem apresentar suas mudanças de humor em diversos momentos. No final das contas, é a atriz quem faz ‘Ma‘ funcionar.

Sue Ann (Spencer), ou melhor Ma, é uma figura complexa e cheia de problemas. Claro, o filme tem outros atores competentes como Luke Evans, Allison Janney e Juliette Lewis, mas a forma magnética que Spencer se movimenta em tela, as manipulações que Sue Ann arma, os jogos mentais bolados, e o sentimento de controle sobre os outros personagens é que fazem de ‘Ma‘ um espetáculo de uma mulher só.

O longa desenvolve sua história de vingança e obsessão de uma forma bem lenta, onde as peças são mostradas para o espectador, meio embaralhadas, e através de cenas um pouco confusas sobre os acontecimentos do passado e que refletem nas ações do presente da personagem. A protagonista trabalha aos poucos, entre uma festa e outra no porão de sua casa, para desmascarar os segredos e mentiras dos jovens ao longo do filme.

O suspense aborda questões típicas do dia-a-dia de um colégio, que parece ter saído de um longa de John Hughes (que é citado no filme e deve ter sido inspiração para as passagens em flashback), com o mesmo tom mais macabro dos filmes Carrie, A Estranha (1977) e Atração Mortal (1988), e até mesmo, com as produções atuais, baseadas nos acontecimentos dos anos 90, envolvendo Dee Dee Blanchard e Gypy Rose (vistos na série The Act)Lorena Bobbitt (na série documental Lorena).

No final, ‘Ma‘ é um filme que depende totalmente do talento de Octavia Spencer para dar certo, e entrega uma produção desconfortável, que incomoda, e que se encaixa bem na lista de filmes da Blumhouse, mesmo, que claramente fica nítido não ser uma produção para virar uma franquia, como aconteceu com A Morte Te Dá Parabéns. Entre, fique a vontade e beba uma cerveja, hospitalidade é com a Ma.

Ma

(Ma)

 

Elenco:

Octavia Spencer
Missi Pyle
Luke Evans
Allison Janney
Juliette Lewis

Direção: Tate Taylor

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Universal

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 30 de Maio de 2019

Sinopse: 

Uma mulher solitária permite que diversos jovens se divirtam em sua casa. Porém, quando as coisas começam a sair do controle dos convidados, os jovens começam a suspeitar que a anfitriã seja a responsável por eles não conseguirem ir embora.

Crítica | Ma – Suspense da Blumhouse se destaca pelo talento de Octavia Spencer (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

  • Filme segue uma nova onda de terror iniciada por ‘Corra!‘, de Jordan Peele.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos:

‘Creepshow’: David Arquette entra para o elenco do remake

Mandatory Credit: Photo by Richard Shotwell/Invision/AP/REX/Shutterstock (9059187el) David Arquette arrives at the LA premiere of "Mike Tyson: Undisputed Truth" at the Pantages Theatre on Friday, March8, 2013 in Los Angeles LA Premiere of Mike Tyson Undisputed Truth, Los Angeles, USA

Segundo o site Deadline, o elenco do remake do clássico Creepshow está crescendo: a nova reportagem indica que David Arquette, da franquia Pânico, se juntou ao time, porém não teve seu papel discriminado. Além dele, Tricie HelferDana Gould também foram elencadas.

Tom Savini, que ficou responsável pelos efeitos especiais do longa-metragem original, confirmou seu retorno como diretor de um dos episódios da nova série.

O site ComicBook.com recentemente visitou os sets de gravação do novo longa-metragem e divulgou um vídeo exclusivo dos bastidores, que você confere abaixo:

O serviço de streaming Shudder será responsável pela série e já elencou Tobin Bell (franquia Jogos Mortais), a atriz Adrienne Barbeau, que participou do Creepshow original, e Giancarlo Esposito.

Segundo o site Deadline, Barbeau e Bell farão parte do episódio intitulado ‘Gray Matter’, baseado na história de King.

O lançamento é esperado para meados de 2019.

Greg Nicotero dirigirá o episódio piloto, e também entra como produtor executivo.

Creepshow é um projeto muito pessoal pra mim!” ele disse quando a adaptação foi anunciada. “É um dos títulos que realmente apresentam o verdadeiro espírito do terror… sustos e arrepios celebram uma das formas mais verdadeiras de arte: os quadrinhos ganhando vida! Estou honrado em continuar a tradição no mesmo tom no qual foi criado.”

Cada episódio trará histórias originais e será dirigido por um cineasta diferente.

‘Harry Potter’ ganhará quatro e-books sobre História da Magia

Ótima notícia para os fãs da saga Harry PotterJ.K. Rowling, a mente por trás de uma das séries de livros mais famosas e adoradas da história, declarou hoje, 30, que irá lançar quatro novos livros do universo do bruxinho, expandindo o Universo Mágico ainda mais.

Em uma postagem feita pela página oficial Pottermore, os romances serão não-ficcionais e “serão tematizados pelas aulas de Hogwarts, levando você de volta para o folclore tradicional das histórias de Harry Potter, […] acompanhados pelas belíssimas gravuras do artista Rohan Daniel Eason“.

Confira o post:

Os livros, que na verdade serão e-books, são os seguintes: Harry Potter: Uma Jornada Através dos Feitiços e Defesa Contra as Artes das Trevas’Harry Potter: Uma Jornada Através de Poções e Herbologia’Harry Potter: Uma Jornada Através da Adivinhação e da Astronomia’Harry Potter: Uma Jornada Através do Trato de Criaturas Mágicas’ (em traduções livres).

As duas primeiras obras citadas têm lançamento marcado para o dia 27 de junho deste ano.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Pré-venda de ingressos no Brasil começa na próxima semana

A pré-venda de ingressos para Homem-Aranha: Longe de Casa ganhou data no Brasil: inicia no dia 4 de junho. A ação começa um mês antes da estreia do filme.  

Tom Holland e Jake Gyllenhaal estrelam o longa. O primeiro continua sendo Peter Parker/Homem-Aranha, enquanto Jake interpretará o vilão Mysterio. O elenco também conta com Samuel L. Jackson, Zendaya, Cobie Smulders, Jon Favreau, JB Smoove, Jacob Batalon, Martin Starr e Marisa Tomei.

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

A estreia acontece dia 4 de Julho.