Site Página 607

Série dos ‘Inumanos’ terá showrunner de ‘Punho de Ferro’, da Marvel-Netflix

Ufa!

Então, de imediato já é possível conferir alguns fatos.

Inumanos‘ vai vir com qualidade cinematográfica, afinal, todas as séries da Marvel-Netflix são pensadas assim. Segundo, a qualidade da história vai vir elevada – oito episódios são mais do que necessários para estabelecer uma série de super-herói. Por fim, tem tudo para ficar espetacular.

A Variety é quem confirma a adição de Scott Buck como o cérebro da série que marca mais uma parceria entre a ABC e a Marvel.

Scott finalizou seus trabalhos em ‘Punho de Ferro’, da Marvel-Netflix e vai ficar ocupado com ‘Inumanos‘ por mais ou menos até a estreia da série, em setembro de 2017.

A estreia do TV Show está agendada para 26 de setembro de 2017.

 

Vale lembrar que antes de chegar na TV, os dois primeiros episódios – com 80 minutos de duração – passarão nas telas de cinemas IMAX por duas semanas, com lançamento agendado 1º de setembro.

Criados por Stan Lee e Jack Kirby, os Inumanos são descendentes de humanos normais, que há muitos séculos foram mudados em experiências realizadas pelos alienígenas conhecidos por Krees.

Eles apareceram pela primeira vez na revista Fantastic Four #45, de 1965, como coadjuvantes do Quarteto Fantástico. A formação de heróis é composta por Raio Negro, Medusa, Karnak, Gorgon, Triton, Crystl e Máximus, o Louco.

20 curiosidades de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

‘Jumanji’ ganha título oficial e sinopse

O novo ‘Jumanji‘ teve seu título oficial divulgado durante a CinemaCon: ‘Jumanji: Welcome to the Jungle‘ (Jumanji: Bem-vindo à Selva).

O filme também teve seu enredo divulgado, e se passará em um videogame ao invés de um jogo de tabuleiro.

Quatro crianças encontram um antigo videogame, e são enviadas para a selva adquirindo a forma dos seus avatares no game. Vale lembrar que a estreia no Brasil está marcada para 4 de Janeiro de 2018.

As gravações estão acontecendo no Havaí. A trama será ambientada cerca de 20 anos após a produção original.

Dwayne Johnson estrela como o “O Fumegante Dr. Bravestone”, ao lado de Jack Black (‘Escola de Rock’), Nick Jonas (Scream Queens), Kevin Hart (‘Um Espião e Meio’) e Karen Gillian (‘Guardiões da Galáxia’).

Jumanji‘ não será um remake do longa estrelado por Robin Williams, em 1995, mas sim uma sequência.

Dwayne Johnson diz que remake de ‘Jumanji’ vai honrar Robin Williams 

Jake Kasdan, das comédias ‘Sex Tape – Perdido na Nuvem‘ e ‘Professora Sem Classe‘, foi o escolhido pela Sony Pictures para comandar a produção. Joe Johnston (‘Capitão América: O Primeiro Vingador’) dirigiu o filme original, que foi lançado nos EUA em Dezembro de 1995.

No filme original, o jovem Alan Parrish descobre um misterioso tabuleiro de jogo que magicamente o transporta para as desconhecidas selvas de Jumanji por 26 anos, até que duas inocentes crianças, Judy e Peter o libertam do poderoso feitiço do jogo. Agora um adulto, Alan se reúne com sua amiga de infância, Sarah, e com Judy e Peter tenta superar as poderosas forças do jogo nesta criativa aventura que combina efeitos especiais de tirar o fôlego com comédia, magia e arrepios!

O filme é uma adaptação do livro de Chris Van AllsburgZack Helm (‘Mais Estranho que a Ficção’) roteiriza a nova versão.

Jumanji‘ foi estrelado por Robin Williams, Bonnie Hunt, Kirsten Dunst, Bradley Pierce, Jonathan Hyde e Adam Hann-Byrd. Foram gastos em sua produção US$ 65 milhões, com um retorno de US$ 262 milhões em todo o mundo.

jumanji

JUMANJI

JUMANJI

jumanji2_1

‘Jurassic World 2’ tem título oficial revelado; Confira!

A Universal Pictures confirma como Jurassic World: Fallen Kingdom’ o título oficial do blockbuster.

Confira o título oficial já no primeiro cartaz da produção:

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

jurassicworld2_2

‘Venom’: Filmagens do derivado de ‘Homem-Aranha’ são adiadas

Segundo o Omega Underground, as filmagens de ‘Venom‘ foram adiadas por contratempos na produção.

Ao invés de 1º de setembro, as filmagens agora começam dia 23 de outubro.

Ruben Fleischer, de ‘Zumbilândia‘, vai dirigir o filme. Tom Hardy será o Venom.

A primeira vez que o personagem surgiu foi em 1988, na edição 298-300 de ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Segundo o My Entertainment World, o spin-off será um filme de ação, terror e ficção científica com classificação  R rated.

Tom Holland não sabe se participará do spin-off de ‘Venom’ e da Gata Negra/Sabre de Prata 

Escrito por Dante Harper (‘Alien: Covenant’), ‘Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de outubro de 2018.

Crítica | Tomb Raider: A Origem – Mais um Reboot que deixa a desejar…

Lara Croft está de volta aos cinemas com uma nova roupagem no reboot de ‘Tomb Raider’, franquia baseada nos games que teve seu primeiro filme lançado em 2001, estrelado por Angelina Jolie e dirigido por Simon West (‘Con Air – A Rota da Fuga’).

Para que um reboot seja justificável, ele precisa ser bem sucedido em pelo menos dois fatores:

1. Ser melhor que o original.
2. Trazer uma história diferente da anterior para que o cinéfilo não se sinta lesado ao pagar para assistir a mesma história novamente.

Tomb Raider – A Origem’ falha nesses dois fatores, e sofre do mesmo mal que assolou o recente ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Ao invés de Angelina Jolie, agora temos a talentosa Alicia Vikander no papel da aventureira Lara Croft, cujo pai milionário desaparece durante uma expedição arqueológica e ela precisa se criar sozinha. Ao invés de aproveitar a fortuna deixada pelo pai, Croft prefere se virar sozinha lutando boxe e trabalhando como entregadora de comidas em uma bicicleta – o que tenta justificar porque ela é tão forte.

Toda a sensualidade da personagem é deixada de lado, e agora temos uma Lara que parece aquela amiga viciada em Crossfit que adora uma aventura e se meter em enrascadas.

Além de sugar trechos do roteiro do filme original, de 2001, esse novo filme também suga todo o visual do game em que ele se baseia. Quando a personagem está caindo, você procura o controle do console para apertar x, x, x, mas lembra que o comando está nas mãos do diretor do filme, o norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’).

O maior problema do filme está em se levar a sério demais, enquanto entrega cenas ilógicas da heroína pulando um buraco de 10 metros de largura ou se jogando de um rio na asa de um avião. Se o filme tenta mostrar que Lara é uma mulher comum, porque dar super-poderes a ela quando se faz necessário pelo roteiro?

A direção de Roar Uthaug é prejudicada por um filme visualmente poluído e com uma direção de arte sofrida: Os sets parecem ter sido feitos de plástico e isopor, e em algumas cenas importantes do filme isso se torna bastante visível, com cenas confusas e picotadas. As cenas de ação são escassas, mas quando elas acontecem são um festival de CGI que lembram bastante o jogo.

Vikandar entrega o seu melhor como a protagonista, mas ainda deixa aquela sensação de saudade da Angelina Jolie e sua protagonista forte e sensual. Sua protagonista mais humana também é mais rasa e superficial, entregando diálogos insossos que são salvos pelo carisma da atriz. Dá vontade de ser melhor amigo dela, mas não dá vontade de acompanhar as aventuras dela nas telonas.

O elenco de apoio também não ajuda: Dominic West está totalmente canastrão e tem alguns diálogos risíveis, e o vilão vivido por Walton Goggins é o mais caricato possível.

O filme se salva pelos seus 10 minutos finais, quando a ação finalmente engata e a história avança, mostrando pra gente que as duas horas de filme que havíamos assistido era, na verdade, um grande trailer do que está por vir na sequência. Mas até lá, a gente já está cansado de tanta exploração (literalmente).

Com menos ação, um roteiro mais raso e personagens genéricos e desinteressantes, ‘Tomb Raider – A Origem’ é mais um reboot que não precisava existir.

Derivado de ‘G.I. Joe’ focado no Snake Eyes já tem data para começar as filmagens

O derivado de ‘G.I. Joe‘ focado no Snake Eyes tem novidades.

Segundo o Hashtag Show, a Paramount Pictures pretende iniciar as filmagens no outono norte americano de 2019, que acontece de 20 de março a 21 de junho.

A expectativa é que o filme estreie em 2020.

O personagem foi interpretado pelo artista de artes marciais e dublê Ray Park nos dois filmes anteriores da franquia, mas ele não retorna.

Um novo ator deve ser escalado em breve.

obert Schwentke, de ‘Convergente‘ e ‘Insurgente‘, está em negociações finais com o estúdio para comandar.

Evan Spiliotopoulos (‘A Bela e a Fera’) roteirizou o filme solo, que terá produção de Brian Goldner.

Além disso, Paramont Pictures agendou a estreia de G.I. Joe 3 para 27 de março de 2020.

O astro Dwayne Johnson deve retornar ao papel principal. Novas informações como elenco e filmagens devem sair em breve.

Ansiosos?

 

EXCLUSIVO: Jason Statham explica quem é Deckard Shaw em vídeo de ‘Hobbs e Shaw’

Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw‘ chega aos cinemas na quinta-feira, 1º,  e vai dividir os fãs da franquia.

Afinal, você é time Hobbs (Dwayne Johnson) ou time Shaw (Jason Statham)?

No vídeo que o CinePOP divulga COM EXCLUSIVIDADE, Jason Statham fala um pouco sobre Deckard Shaw e instiga ainda mais os fãs a tomar partido nessa disputa velozes e furiosa entre os personagens.

Assista:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

Em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, o policial Luke Hobbs e o exilado Deckard Shaw formam uma improvável aliança quando um vilão aprimorado geneticamente ameaça o futuro da humanidade.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais amanhã, dia 1º de agosto.

‘Jovens Bruxas’: Conheça as protagonistas do reboot

Blumhouse anunciou o elenco completo que viverá o quarteto protagonista do reboot de Jovens Bruxas’.

Além de Cailee Spaeny (Círculo de Fogo: A Revolta), Gideon Adlon (The Society), Lovie Simone (Selah & the Spades) e Zoey Luna (15: A Quinceañera Story) completarão o icônico clã de bruxas.

Zoe Lister-Jones fica a encargo da direção, do roteiro e da produção executiva.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BalkNeve Campbell.

‘Capitão América: O Soldado Invernal’ teria início completamente diferente; Confira!

A abertura de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ mostra o primeiro encontro entre Sam Wilson (Anthony Mackie) e Steve Rogers (Chris Evans), além de acompanhar o herói durante uma missão da SHIELD.

No entanto, o filme iria começar mostrando o Capitão América durante uma batalha da 2ª Guerra Mundial, que teria uma importante ligação com a trama da sequência.

Durante uma entrevista para o Cinema Blend, o co-diretor Anthony Russo disse que a cena acabou cortada porque o filme já estava bem longo.

“Uma das versões do roteiro mostraria o Capitão como um soldado na década de 1940. Seria uma cena bastante significativa e teria ligação com o enredo do filme. Decidimos cortar essas cenas dois meses antes do início das gravações porque o filme já estava muito longo.”

Infelizmente, o cineasta não revelou qual seria a ligação das cenas com a narrativa, mas provavelmente seria alguma interação entre Steve Rogers e Bucky Barnes (Sebastian Stan).

Por falar em Bucky, o personagem chegou a ser considerado como substituto do Capitão América em ‘Vingadores: Ultimato‘, mas o roteirista Cristopher Markus revelou que Sam se encaixava melhor com os ideias representados pelo Capitão.

Markus compartilhou a revelação em reposta a um fã no Twitter.

Confira: 

“Bucky foi considerado, mas desistimos rapidamente. Capitão América representa o idealismo do que poderíamos ser se fôssemos [pessoas] melhores. Sam é assim. Bucky é algo completamente diferente.” 

Lembrando que a trajetória de Bucky será explorada na série ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Confira a sinopse oficial:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção deve ser lançada em 2021. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Homem-Aranha 3’: Duende Verde de Willem Dafoe será o principal vilão, afirma site

Segundo o jornalista Jeff Sneider, do Collider, o Duende Verde interpretado por Willem Dafoe será o vilão principal de Homem-Aranha 3‘ (Spiderman: No Way Home).

O vilão do primeiro filme do ‘Homem-Aranha‘, lançado no início dos anos 2000, retornará como o grande antagonista.

Ele irá comandar o Sexteto Sinistro, que também terá de volta o Doutor Octopus de Alfred Molina e o Electro de Jamie Foxx.

“O título ‘No Way Home’ não é uma referência ao Homem-Aranha, mas sim aos vilões. Esses vilões estão saindo dessas diferentes dimensões alternativas, e são eles quem estão sem ‘um caminho de volta para casa’.”, afirmou.

Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:

‘Homem-Aranha 3’ passa ‘Os Vingadores’ e já é a 8ª MAIOR bilheteria da história do cinema

GIGANTE! Em menos de um mês, a sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já arrecadou impressionantes US$ 1.55 bilhão mundialmente, tornando-se a 8ª maior bilheteria da história do cinema.

Nos últimos dias, o novo longa da Marvel conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Os Vingadores‘ ($1.51B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ ($1.51B) e ‘Frozen 2‘ ($1.45B).

Nos EUA, o filme arrecadou sólidos US$ 668.7 milhões – o que representa a 6ª MAIOR bilheteria da história do país. No mercado internacional, foram US$ 867.5 milhões.

Além disso, ‘Sem Volta Para Casa‘ também representa a MAIOR bilheteria da história da Sony Pictures, desbandando a arrecadação total de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ($1.13B), que mantinha o recorde previamente.

Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Gran Turismo’: Filme live-action com David Harbour e Orlando Bloom ganha primeiras cenas

A adaptação de ‘Gran Turismo‘ teve suas primeiras cenas divulgadas pela Sony Pictures.

De acordo com o Deadline, a trama deve acompanhar um homem (Harbour) que se torna um ás das pistas após jogar muito ‘Gran Turismo‘ na juventude. Uma proposta bastante simples e inusitada para uma superprodução de Hollywood.

Assista:

Archie Madekwe (‘See’), David Harbour (‘Stranger Things’) e Orlando Bloom (‘Piratas do Caribe’) serão os principais protagonistas.

O elenco ainda conta com Geri Halliwell-Horner, ex-integrante das Spice Girls, Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Daniel Puig (‘Naomi’), Josha Stradowski (‘A Roda do Tempo’) e Thomas Kretschmann (‘O Pianista’), ainda que não temos detalhes de quais serão os seus papéis.

Gran Turismo‘ chega aos cinemas dos EUA em 11 de agosto de 2023.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

Assista ao HILÁRIO trailer de ‘Os Farofeiros 2’, comédia com Cacau Protásio, Maurício Manfrini e Danielle Winits

Os Farofeiros 2‘, novo filme da franquia responsável por levar quase 3 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil em 2018, acaba de ganhar seu primeiro trailer.

Dirigido por Roberto Santucci e com roteiro de Paulo Cursino, a comédia está prevista para chegar aos cinemas em 15 de fevereiro de 2023 e tem elenco estrelado por Cacau Protásio, Maurício Manfrini, Danielle Winits, Charles Paraventi, Antônio Fragoso, Elisa Pinheiro, Nilton Bicudo e Aline Campos.

Em ‘Os Farofeiros 2‘, Alexandre (Antônio Fragoso) ganha o prêmio de melhor gerente de vendas: uma viagem com tudo pago para a Bahia. Seus planos de férias com a família vão por água abaixo quando ele descobre que os colegas de trabalho Lima (Maurício Manfrini), Rocha (Charles Paraventi) e Diguinho (Nilton Bicudo) não estão satisfeitos com sua gestão. Para evitar que essa saia justa atrapalhe uma prometida promoção ao cargo de diretor, ele convida os amigos e suas famílias para seguir viagem com ele, sua esposa e seus filhos rumo ao Nordeste.

No entanto, o que era pra ser uma diversão daquelas se torna um grande perrengue. Todo o grupo terá seus limites testados, além de ter que encarar um hotel caindo aos pedaços, uma praia nada exclusiva e confusões em um parque aquático. E é aí que entram os novos personagens, para fazer ainda mais confusão: o bonitão Marquinhos (interpretado por Marco Pitombo), Darcy, dona do resort (interpretada pelo ator Sulivã Bispo, conhecido pela personagem Mainha, que interpreta nas redes sociais e nos palcos) e Kellen, irmã de Ellen (interpretada por Mariana Moura).

Assista:

O longa é dirigido por Roberto Santucci, que também assina a direção do primeiro filme, além de outros sucessos da comédia nacional como “De Pernas para o Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe” e “Tudo Bem no Natal Que Vem”.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Danielle Winits e o diretor Roberto Santucci (‘De Pernas pro Ar’), que nos contaram as coisas mais farofeiras que já fizeram, a pior viagem da vida deles e como transformar uma viagem ruim em uma divertida…

Jon Watts NÃO retorna para ‘Homem-Aranha 4’; Sam Raimi é o FAVORITO para dirigir!

Homem-Aranha 4‘ — que deve ser lançado entre ‘Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ — se encontra sem diretor porque Jon Watts não retornará para comandar a próxima aventura do escalador de paredes.

Em conversa com o The Hollywood Reporter, o cineasta quebrou o silêncio sobre deixar o MCU ao admitir que está ciente de que será quase impossível acompanhar o sucesso de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘.

“Aquele foi um momento muito específico, e a reação ao filme foi simplesmente inacreditável”, ele diz, explicando que chegou à conclusão de que “nunca mais será assim”.

A Sony Pictures ainda não contratou nenhum diretor para comandar a sequência.

Dentre os vários rumores, nomes como Justin Lin (‘Velozes e Furiosos’) e Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’) estavam cotados para supervisionar o novo capítulo da saga super-heroica – mas, segundo o World of ReelSam Raimi tornou-se o favorito para assumir o projeto.

As informações indicam que o aclamado cineasta, que recentemente dirigiu ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, deve receber uma oferta nos próximos dias, ainda que nada tenha sido formalmente oficializado. Vale lembrar que Raimi não é nenhum estranho ao cosmos do “Cabeça de Teia”, considerando que comandou a trilogia original estrelada por Tobey Maguire.

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Com poucas informações reveladas sobre a sequência, sabe-se que, além de Tom Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ.

 

Matérias sobre comportamento de Jared Leto viralizam após ele ser acusado de assédio e abuso sexual

Após o Air Mail publicar uma reportagem sobre nove mulheres que vieram à tona e acusaram Jared Leto de má conduta sexual, várias matérias sobre o ator estão sendo revividas na internet.

O astro de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Morbius’ tinha um histórico de comportamento “diferenciado” no set.

Agora, algumas vítimas alegam que eram menores de idade quando o astro vencedor do Oscar se envolveu em conversas de teor altamente sexual ou fez investidas agressivas contra elas.

Rumores sobre o suposto comportamento de Leto em relação a mulheres jovens e menores de idade datam pelo menos de 2005. À época, o New York Post publicou uma matéria que começava com “Jared Leto gosta de jovens”, alegando que ele havia sido pego fazendo propostas sexuais para modelos adolescentes no Maritime Hotel.

Após a publicação, internautas começaram a reviver matérias que já indicavam algo estranho.

Confira:

“O fato de Jared Leto ser um predador tem sido um dos segredos mais abertos de Hollywood nas últimas décadas. Alguns até com 15 anos. Quando eu era assistente pessoal, depois de me formar, isso era sabido e aceito no set, e ele se mantinha ocupado e com a agenda cheia. Isso não é novidade. Espero que a queda do Diplo seja a próxima.”

“O fato de Jared Leto ter dito que todas as suas histórias sobre enviar o elenco do Esquadrão Suicida usaram preservativos, bolas anais e porcos mortos, foi invenção da internet.

Filho da p*ta, VOCÊ criou essa história toda! De um jeito nada brincalhão, aliás. E o elenco a repassou, seu ator inadequado.”

“Acabei de lembrar que, enquanto fazia Morbius, Jared Leto usou muletas para ir ao banheiro e permanecer no personagem, mas demorava muito, então ele pediu para a equipe levá-lo em uma cadeira de rodas. O diretor confirmou tudo isso pessoalmente.

Leto deve ser desprezado por todas as equipes de filmagem com as quais trabalha”

“[As] mulheres com quem conversei dizem que o suposto comportamento passado de Leto não era uma fase, mas sim parte de um padrão de longa data — um padrão que era e continua sendo amplamente conhecido em alguns círculos e, em geral, discretamente aceito. ‘é um segredo aberto há muito tempo’, me conta uma das mulheres”.

“Mesmo assim, nas três semanas seguintes, as ligações continuaram. “Sempre à uma, duas, três da manhã”, lembra [uma mulher que tinha 16 anos na época]. “E as conversas se tornavam sexuais. Ele perguntava coisas como: ‘Você já teve namorado? Você já chupou um p**?'”.

“Outra mulher com quem conversei, uma atriz que começou um relacionamento por mensagens de texto com Leto quando ela ainda era menor de idade, descreveu como as visitas à casa dele podiam rapidamente se tornar desconfortáveis. Ela se lembra dele dizendo coisas como: ‘Algum dos garotinhos com quem você anda te f***?'”.

Um representante não identificado de Leto disse: “todas as alegações são expressamente negadas” e negou, da mesma forma, que os incidentes acima tenham ocorrido conforme descrito. O próprio ator não se pronunciou diretamente em resposta à reportagem.

No mês passado, a DJ Allie Teilz, de Los Angeles, alegou que foi “agredida e traumatizada por esse sujeito quando tinha 17 anos” e acrescentou: “o grande volume desses casos — e o quão jovens algumas dessas garotas eram, com apenas 14, 15, 16 anos — parte meu coração”.

10 Ótimos Filmes Dirigidos por Mulheres – Parte 1

Durante muito tempo dentro de um universo machista na indústria cinematográfica, brilhantes profissionais mulheres, tiveram que lutar bravamente para mostrar seu talento não só para o público mas para quem manda no negócio cinema.

Depois de diversos escândalos expostos, lutando contra a estereotipagem de personagens femininos, muitas vezes usadas como âncoras para uma interpretação masculina, também pelos direitos iguais de pagamento por um trabalho, a mulher tratada como objeto em cena, essas profissionais conseguiram inúmeras conquistas nos últimos anos, inclusive duas cineastas indicadas ao Oscar (poderiam até ser três né? Não esquecemos do trabalho brilhante de Regina King no filme Uma Noite em Miami) em 2021.

Ainda longe do ideal de igualdade que merecem, a luta continua e esse que vos escreve sempre estará buscando conhecer e mostrar a todos lindos trabalhos dessas guerreiras da sétima arte. Assim, surgiu a ideia de termos uma lista constante, de dez em dez trabalhos, para você leitor conhecer alguns fantásticos trabalhos de diretoras de cinema.

Nessa primeira parte, temos filmes da França, dos Estados Unidos, da Geórgia, da Grécia, da Alemanha… cineastas holandesas, francesas, norte-americanas, gregas…

Espero que gostem. Abaixo a primeira lista:

 

The Mustang (França, 2019)

Exibido no prestigiado Festival de Sundance, The Mustang, primeiro trabalho como diretora de Laure de Clermont-Tonnerre e com o já experiente ator belga Matthias Schoenaerts no papel principal, é um filme bastante sensível que aborda fortes temas familiares através da mudança de perspectiva de seu protagonista que começa a se envolver em um trabalho diferente, mesmo dentro de uma prisão. O roteiro consegue boas profundidades para abordar vários temas que envolvem o protagonista conseguindo criar um elo importante para entendermos as ações e consequências ao longo dos 96 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos Roman Coleman (Matthias Schoenaerts), um homem condenado a muitos anos de prisão (a causa conhecemos ao longo do filme). Pai e prestes a ser avô, ele é bastante quieto e fala pouco mas acaba ganhando a oportunidade de ser selecionado a um programa de reabilitação ligado a treinamento de cavalos que serão apresentados em leilões. Assim, Coleman acaba conhecendo um cavalo Mustang brabo que aos poucos acaba lhe ensinando e completando peças para se desenvolver em seu quebra cabeça de emoções que sempre guiaram sua vida.

The Mustang não é um filme para qualquer um, você precisa sentir o filme para gostar. Seu ritmo lento e a costura para o desenvolvimento profundo das emoções acabam sendo trunfos aos olhos atentos. A relação dele com a filha que não o perdoa é ótima, emocionante em vários pontos. Coleman é um protagonista de poucas palavras mas que diz muito nas suas atitudes de rebeldia e emoção que acaba transbordando com a entrada do animal em sua vida. O fazer sentido para quem está preso deve ser algo importante a analisar. Poucos filmes conseguem trazer esse sentido tão bem como explicado como esse interessante trabalho que infelizmente não conseguiu chegar ao circuito exibidor brasileiro.

 

Beginning (Geórgia, 2020)

Visual aos montes, verbal quando necessário. Selecionado para o Festival de Cannes (2020), Festival de Toronto (2020) e vencedor de prêmio no Festival de San Sebastian (2020), Beginning, dirigido e escrito pela cineasta georgiana Dea Kulumbegashvili, fala sobre intolerância religiosa e a luta constante contra traumas difíceis de superar e dúvidas recentes de uma protagonista que busca achar soluções para o que acredita. Há cenas fortes e angustiantes, também longos planos, além de uma inquietante câmera estática onde os personagens compõem a trajetória de ações ou até mesmo a força dos sentidos da natureza. Um impactante e duro filme de Kulumbegashvili. Disponível no MUBI.

Na trama, conhecemos um casal, Yana (Ia Sukhitashvili) e David (Rati Oneli), que moram numa cidade provinciana, no interior da Georgia, onde ministram uma comunidade de Testemunhas de Jeová. Um dia, um incêndio criminoso na igreja deles é causado por extremistas, a partir desse momento, a vida de Yana se transforma radicalmente.

Uma terra sem lei, um radicalismo que embaça o óbvio. Totalmente sozinha no forte trauma que sofre, Yana é uma guerreira solitária que precisa enfrentar até mesmo as desconfianças do marido que não consegue se desprender de desconexas razões religiosas para enxergar tudo que aconteceu. Sendo coagidos por um misterioso detetive e uma polícia sem força em uma região onde a justiça não é para todos, somos testemunhas de uma derrocada na família de Yana.

Beginning é um profundo drama, que busca nos seus figurativos das leis que criam sobre o universo (que nem de longe são interpretadas da mesma maneira) os paradoxos ou até mesmo contrapontos para nos fazer refletir sobre o óbvio, a religião, a dor, a dúvida e o sofrimento.

 

 

Berthe Morisot (França, 2012)

A beleza das artes e os confortos dos retratos da vida. Depois de muitos trabalhos como diretora de fotografia, a cineasta parisiense Caroline Champetier apresenta um dos seus primeiros trabalhos como diretora principal, nesse interessante tele filme Berthe Morisot. O projeto, que rodou muitos poucos cinemas, sendo exibido em outras janelas, possui uma direção de arte impecável que passa a sensação ao espectador de estar entrando em uma coleção de museus de todo o mundo. Para dar vida a essa importante artista francesa, a escolhida foi a bela Marine Delterme (Vatel – Um Banquete para o Rei, Paris-Manhattan), que explora sua personagem de maneira convincente.

Na trama, baseada na obra Manet, un rebelle en redingote de Beth Archer Brombert, conhecemos a vida adulta da pintora impressionista francesa Berthe Morisot (Marine Delterme) que passa por diversas transformações nos rumos de sua vida, principalmente quando conhece uma das maiores figuras das artes no século XIX, Édouard Manet (Malik Zidi). Berthe foi sempre uma mulher a frente de seu tempo e conseguiu o respeito de todos através de sua forte personalidade e suas obras inesquecíveis.

Uma das grandes damas do impressionismo, tem parte de sua vida detalhada nesse ótimo projeto. Com foco no primeiro ato em sua vida familiar e todo o inicial interessante pela pintura. Berthe nasceu em Bourges, era prática comum das famílias bourgeois em educar as filhas nas artes. Assim, ela e sua irmã tiveram aulas particulares com grandes professores da época. No segundo ato, o longa metragem, explora as transformações que Berthe passa após ter alguns de seus quadros bem comentados e seu encontro com uma das referências nas artes da época ,Manet. Os contextos políticos e sociais do século XIX também influenciam sua maneira de pensar e ver o mundo.

Há uma ênfase no relacionamento intenso da protagonista com Manet, onde crescem os atores em cena. Os dois são atraídos pelo contexto das artes mas o filme deixa claro que poderia ter sido uma grande história de amor também, talvez, atrapalhado porque Manet já era casado e ter sido diagnosticado com sífilis (causa inclusive de seu falecimento precoce aos 51 anos. Berthe foi musa inspiradora de quadros famosos do artista francês.

Nesse belo passeio pela história da arte europeia, somos testemunhas de uma incrível trajetória de uma mulher à frente de seu tempo.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (EUA, 2020)

Nunca, raramente, às vezes, sempre. Seu coração pode estar partido hoje mas amanhã à luz da manhã. Ganhador de prêmios esse ano nos Festivais de Berlim e Sundance, um dos filmes mais comentados nas rodinhas cinéfilas dos últimos anos, Never Rarely Sometimes Always, escrito e dirigido pelo cineasta nova iorquina Eliza Hittman, traz ao público um recorte de um tema polêmico, o aborto, de maneira dura e necessária para gerar a reflexão de todos nós do lado de cá da tela. A protagonista, interpretada por Sidney Flanigan (em seu primeiro filme como atriz) é o retrato de muitas mulheres espalhadas pelo mundo, as escolhas que ela tem e as decisões que toma em um mundo de informações instantâneas mas tão distante para pessoas que ainda estão aprendendo sobre a vida. É um filme com cenas fortes, onde se expressa toda a dor e conflitos da protagonista. Impressiona a captação das emoções pelas lentes sensíveis de Hittman.

Na trama, conhecemos Autumn (Sidney Flanigan), uma jovem introspectiva de 17 anos que trabalha como caixa de supermercado enquanto termina a escola e que está passando por uma situação complicada e difícil, se sentindo sozinha, muito por medo de contar à família, medo das reações dos que giram ao seu redor. Buscando entender melhor a situação que vive, vai em busca de soluções que acha as que tem que tomar, ouvindo especialistas em clínicas femininas. Como mora no interior dos EUA, resolve embarcar em uma viagem para Nova Iorque, junto com sua prima e única confidente Skylar (Talia Ryder) para tomar decisões complicadas e tentar seguir em frente com sua vida.

As causas da reclusão emocional e suspiros de alegria pela música, um cruzamento de sentimentos. Uma série de problemas ligados às emoções estão contidas na vida da personagem principal, não só provocado pela situação da gravidez que se encontra. O filme abre espaço para outros temas que machucam as mulheres, principalmente sobre o assédio, exemplificado no da própria protagonista e o no da prima, os exemplos são muitos que assim como no filme nessa nossa sociedade ainda muito machista. Deixando claro argumentos profundos e contextualizados sobre dores e escolhas Never Rarely Sometimes Always possui 100 minutos de muitas histórias, não só desse recorte. Um filme importante para debates cada vez mais intensos e necessários sobre os temas abordados. Um belo trabalho da diretora e roteirista Eliza Hittman.

 

Olla (Grécia, 2019)

A independência do feminismo contra o machismo descarado. Escrito e dirigido pela cineasta grega Ariane Labed, Olla é um curta-metragem que deixa sua marca com paralelos importantes ligados à luta das mulheres e sua liberdade contra o conservadorismo, o pensamento machista, quase um desabafo do que se pode encontrar na realidade dos quatro cantos do planeta. Exibido no Festival de Cannes em 2019, em Clermont-Ferrand e Sundance em 2020.

Na trama, conhecemos Olla (Romanna Lobach), uma jovem que vem de uma parte menor da Europa, no leste e acaba conhecendo virtualmente através de um anúncio o francês Pierre (Grégoire Tachnakian), logo sem seguida a protagonista vai morar com Pierre e a mãe dele em uma casa pequena no subúrbio mas nada sai conforme o planejado, nem na visão de um, nem na visão da outra.

Limitada ao conservadorismo, Olla sente a liberdade quando está sozinha, seu ponto de reflexão, quase um desabafo de uma indomável mulher à frente do seu tempo que após entender toda a situação que vive resolve tomar atitudes que a fazem mais feliz. Seu contra golpe contra a violência e o machismo desenfreado é emblemático. O roteiro é objetivo, afinal são menos de 30 minutos, mas é preciso uma lida rápida na sinopse para se situar em pequenas referências que aparecem em quase escondidas entrelinhas.

 

A Cor do Oceano (Alemanha, 2011)

A imigração é uma grande queda de braços dentro de um labirinto social. Escrito e dirigido pela cineasta, roteirista e atriz alemã Maggie Peren, A Cor do OceanoDie Farbe des Ozeans no original, é uma co-produção alemã/espanhola que traz uma forte luz sobre a situações dos imigrantes no mundo. A produção do ano de 2011, e inédito no circuito exibidor brasileiro, é um filme forte que provoca um abalo sísmico emocional principalmente se nossos olhos e corações associarem aos dias de hoje, principalmente na Europa.

Na trama, conhecemos a jovem Nathalie (Sabine Timoteo), uma turista alemã aproveitando dias de férias nas ilhas canárias (arquipélago espanhol no Oceano Atlântico). Durante uma ida à praia, é surpreendida com a chegada de um barco vindo de algum lugar do mundo trazendo imigrantes clandestinos. Logo que chegam a praia, são resgatados por policiais de fronteira, liderados pelo impiedoso Jose (Álex González). Não conseguindo se desfazer das imagens do ocorrido, Nathalie acaba se aproximando de um dos ocupantes do barco que se encontra em uma nova terra com seu filho pequeno, sem conhecer ninguém.

Longe de ser uma inverdade da vida real, o roteiro do filme nos leva a uma viagem rumo as mais tristes posições políticas, claramente representado pelo cético Jose, que entra em confronto com uma visão bem mais humanitária da turista alemã Nathalie. Os dois pontos de vistas são destrinchados ao longo dos 90 minutos de pura objetividade no roteiro assinado pela própria diretora.

Do primeiro para o segundo arco, já no preenchimento de lacunas dos personagens, vemos as consequências e mais porquês das tristes e nada humanitárias ações do guarda José, muitos impulsos provocados por uma ira sem tamanho que tem contra si mesmo por conta de não conseguir ajudar sua irmã drogada a se recuperar. Em alguns momentos o filme parece que corre um pouco com a transparência desse personagem de tão complexo que se torna. O outro lado da história, Nathalie é confrontada por seu noivo que tem uma visão totalmente protetora e nada amistosa sobre as ações que ela toma em suas decisões de ajudar ou não uma pessoa que nunca viu mas que está passando por sérias dificuldades.

A Cor do Oceano é um daqueles filmes reflexivos, importantes para debates que contam uma história que se ligarmos a televisão veremos a vida imitando a arte.

 

A Odisseia de Alice (França, 2014)

Acreditar em si mesmo leva a um destino infinito. Acreditar que falhou pode ser o fim da sua jornada. Assim, é preciso recomeçar. Escrito e dirigido pela atriz e diretora francesa Lucie Borleteau, A Odisseia de Alice é uma jornada em busca do saber amar, do conquistar ser reconhecida em sua profissão e também do saber esquecer e seguir em frente. A poderosa protagonista, interpretada pela excelente e bela atriz grega Ariane Labed (vencedora do prêmio de melhor atriz no Festival de Locarno), é o centro de todos esses conflitos e emoções que vão ganhando um certo charme libertário, com uma pegada feminista, ao longo dos intensos 97 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos a jovem engenheira Alice (Ariane Labed), uma mulher de menos de 30 anos que trabalha na marinha mercantil. Entre uma viagem e outra, algumas que duram meses em alto mar, ela acaba reencontrando um dos grandes amores de sua vida, o capitão Gael (Melvil Poupaud). O problema é que Alice deixou em terra seu noivo, Felix (Anders Danielsen Lie – do excelente Oslo, 31 de Agosto) por quem tem grandes sentimentos. Ao longo dos dias, Alice precisará descobrir realmente para quem deseja entregar seu coração, ou se simplesmente prefere viver um dia de cada vez sem compromissos.

Alice, mesmo analisando de maneira trivial, é uma personagem bastante complexa que chega até certo ponto esconder os sentimentos de si mesmo. Há um conflito dentro dela, praticamente um triangulo isósceles onde duas posições mudam de posição constantemente. Lutando pelo reconhecimento em um lugar de trabalho onde vive cercada de homens e poucas mulheres, a protagonista coloca sua profissão em primeiro lugar.

Fica bem claro logo nos primeiros minutos de filmes que estamos prestes a sermos testemunhas de uma trajetória inconsequente de quem não sabe como amar. Há um sentimento bem forte de egoísmo da personagem principal. Alice é adepta da liberdade e, por causa de sua imaturidade nos relacionamentos, nunca pensa como o coração dos outros pode ficar por conta de suas atitudes. Ela sofre, chega próximo do amar mas prefere ser inconsequente. É uma escolha.

Com uma fotografia belíssima e ótimas atuações do simpático elenco, A Odisseia de Alice estreou no circuito brasileiro algumas semanas atrás de vem ganhando diversos elogios da crítica e dos cinéfilos. Merecido, é um belo trabalho.

 

The Rider (EUA, 2017)

Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser. A difícil decisão de desistir dos próprios sonhos por motivo de força maior. Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Chloé Zhao (atual vencedora do Oscar por Nomadland), The Rider é uma fábula moderna, muito real, sobre a arte do se reinventar mesmo que isso vá contra tudo o que sempre conquistou. Falando sobre amizade, família e sonhos, o projeto foi organizado a partir do encontro entre e diretora Chloé Zhao e Brady Jandreau durante a pesquisa da primeira para seu filme anterior, Songs My Brothers Taught Me (2015).

Com um personagem baseado na vida do artista que o interpreta, The Rider conta a história de Brady Blackburn (Brady Jandreau) um jovem com um futuro brilhante no mundo dos rodeios até que após um grave acidente em um evento precisa se limitar a determinadas atividades e nunca mais poder realizar seu grande sonho. Tendo que se reinventar como pessoa, descobre na força dos amigos e da família novos motivos para se tornar uma pessoa de bem.

Colorindo nosso olhar com uma bela fotografia, The Rider é uma trama envolvente, que busca na profundidade de seu protagonista razões para entendermos melhor o louco mundo em que vivemos. Mesmo a cultura country sendo um pouco distante da maior parte das realidades brasileiras, o projeto projeta o tema como plano de fundo dando exata dimensão do quão fascinante é esse mundo. Abordando sonhos e as conseqüências das dificuldades que enfrenta o protagonista, nos identificamos a todo instante. Mesmo sendo lapidado com uma melancolia permanente, The Rider é capaz de encantar pela sutileza e as nítidas verdades do olhar do personagem, elo com o público.

Indicado para mais de 16 premiações em todo o mundo, incluindo o prêmio do C.I.C.A.E. Award no Festival de Cannes em 2017, além de indicações ao prestigiado Spirit Awards desse ano, The Rider não deixa de ser a realização de um sonho, uma singela e bonita homenagem de Zhao a seu protagonista. Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade.

 

Uma Noite em Miami (EUA, 2020)

Quantas estradas um homem precisará andar antes que possam chamá-lo de homem? A mudança está chegando, sim ela vai. Dirigido pela atriz e cineasta, ganhadora do Oscar, Regina KingUma Noite em Miami… produzido e já no catálogo da Amazon, é um filme que fala sobre amizade, direitos humanos, causas sociais e que gera uma grande reflexão sobre como era os Estados Unidos e o mundo no meio da década de 60 em relação a desigualdades sociais, religião e preconceitos que ainda existem até hoje. Em um inusitado e ficcional encontro entre quatro amigos, negros, famosos entendemos escolhas marcantes na história norte-americana. Baseado na peça de teatro de Kemp Powers, que também assina o roteiro da produção. O longa-metragem, foi selecionado para o Festival de Cinema de Veneza do ano passado, sendo o primeiro filme dirigido por uma mulher afro-americana a ser selecionado na história desse festival.

A trama é ambientada em meados da década de 60, mais precisamente na noite onde o grande pugilista norte-americano Cassius Clay (Eli Goree), depois Muhammad Ali, venceu Sonny Liston e conquistou o título mundial de campeão dos pesos pesados. Naquele mesmo dia, para comemorar, Cassius fora se encontrar com os amigos de longa data: o cantor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), o ativista Malcom X (Kingsley Ben-Adir) e a estrela do futebol americano na época Jim Brown (Aldis Hodge) em um quarto de hotel em Miami. Nesse encontro, longos debates sobre causas sociais, ativismo político e a importância deles para mudanças futuras nos direitos iguais para os negros.

Diálogos acalorados, questões religiosas, sucessão de argumentos conforme sentimento vivido até ali, linha tênue entre amizade e imposição de convencimento, tudo isso acontece entre os quatro personagens em um quarto de hotel. Os rumos e conclusões dessas trocas de ideias seriam fundamentais para a consolidação do pensar no movimento negro nos Estados Unidos, já que os quatro eram negros de grande sucesso e exposição nas suas respectivas carreiras. Regina King, que antes desse já dirigiu um documentário e alguns episódios de séries como: This is UsThe Good Doctor e Scandal, consegue muito sucesso em transmitir as ideias dessas brilhantes mentes que foram fundamentais na luta constante pelos direitos iguais. As argumentações se tornam uma grande aula de história para todos que não conheciam ou por algum motivo nunca pararam para pensar o quão caótico era (ainda é!) a questão do preconceito na maior super potência do planeta.

O desfecho ao som de A Change is Gonna Come, na voz do ator Leslie Odom Jr. (ganhador do Tony por sua atuação magistral no musical Hamilton) é a cereja do bolo. Uma música que diz muito sobre o que conversam os quatro amigos. Tem sido um longo, um longo tempo para chegar, mas quem sabe algum dia…a mudança está chegando.

 

Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa (Alemanha, 2019)

O amor é o melhor remédio do mundo. Em mais uma obra sobre os terríveis momentos que o mundo viveu na chegada de um dos maiores vilões da história da humanidade no poder na Alemanha, acompanhamos sob a ótica de uma menina, uma família judia que morava na Alemanha e sua fuga pela Europa em uma época vazia, deficiente de paz, repleta de ódio, medo e intolerância. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa, baseado no livro de sucesso (publicado em 20 idiomas) da escritora Judith Kerr, é um longa-metragem repleto de arcos interessantes mesmo que não haja uma profundidade maior no tema principal que impactou toda uma legião de famílias pelo planeta. O filme é dirigido pela cineasta alemã Caroline Link (também diretora do elogiado filme Lugar Nenhum da África, filme do início dos anos 2000) e conta com ótima atuação de sua protagonista, a jovem Riva Krymalowski e do ator alemão Oliver Masucci (conhecido por aqui por seu papel no seriado Dark).

Na trama, ambientada no começo dos anos 30, em Berlim, conhecemos a família do jornalista Arthur (Oliver Masucci) e da escritora de óperas e exímia pianista Dorothea (Carla Juri) que vivem junto com seus filhos Anna (Riva Krymalowski) e Max (Marinus Hohmann). Faltando 10 dias para eleições na Alemanha, o jornalista, que é crítico de Hitler, é avisado por amigos que fora colocado em uma lista onde que nessa estiver será perseguido por Hitler caso o mesmo ganhe as eleições. Se guardando do pior, resolve embarcar para um país vizinho junto com toda sua família. Assim, durante meses, lutando contra a falta de oportunidades de trabalho e da perda de toda uma vida material, a família decide ir se mudando de países e para isso precisará estar unida para juntos vencerem.

Os diálogos são bastantes esclarecedores de como os pequenos irmãos enxergavam toda aquela situação vivida pela família. Ao longo das viagens, que acabam se tornando constante pelo continente europeu, há a necessidade de rápida adaptação a novas rotinas, novos costumes, nova cultura. Os horrores do que acontecia na Alemanha com conhecidos chegavam por interlocutores que os visitavam, como o carismático Tio Julius (Justus von Dohnányi).

As indagações constantes de Anna ao pai mostra como o amadurecimento sobre a situação vivida por sua família, em meio ao barril de pólvora que se tornou a Europa, está sempre em desenvolvimento. Nesses emocionantes diálogos, a protagonista e Arthur, a quem tem uma admiração louvável, falam sobre tudo que há no mundo e na sua existência. Fé, o momento atual, cultura, livros. Sonhos simples e ainda distantes. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa é mais um recorte sobre esses tempos difíceis que a humanidade viveu.

 

Mostra de Cinema de Tiradentes: um ponto de encontro movido pela força do Cinema Brasileiro!

A charmosa cidade de Tiradentes, no interior de Minas Gerais, vem sendo, há mais de duas décadas, o pontapé inicial do audiovisual brasileiro. Muito mais do que um evento dedicado à exibição de curtas, médias e longas-metragens, a Mostra de Cinema de Tiradentes se renova a cada nova jornada, consolidando-se como um lugar prazeroso de encontros. Com suas ótimas oficinas, atrações artísticas e rodas de debates, é evidente o protagonismo constante do cinema brasileiro.

28ª MOSTRA TIRADENTES - Abertura Oficial - Foto Leo Lara/Universo Produção
28ª MOSTRA TIRADENTES – Abertura Oficial – Foto Leo Lara/Universo Produção

Em 2026, na sua 29ª Edição, o evento apresentará, ao longo de nove dias – de 23 a 31 de janeiro – mais de 130 produções audiovisuais, algumas dessas inéditas, espalhando cultura por essa cidade histórica. Seja na praça mais charmosa do município ou em uma estrutura gigante montada em um dos seus pontos centrais, programação é o que não faltará para todas as pessoas amantes da sétima arte.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Como acontece todos os anos, a Mostra de Cinema de Tiradentes escolhe uma personalidade artística para ser homenageada. Em 2026, a escolhida é a talentosa atriz e diretora Karine Teles. Com um currículo admirável, transitando entre cinema, o teatro e a televisão, a atriz petropolitana já brindou o público com personagens marcantes ao longo de sua vitoriosa carreira. Sete filmes dos quais participa estarão na programação, com destaque para o inesquecível Que Horas ela Volta?, o impactante Riscado e seu trabalho mais recente, #SalveRosa.

Com a interessante temática ‘Soberania Imaginativa’ marcando esta nova edição do festival – que vai ao encontro das formas de imaginarmos o mundo em que estamos e da liberdade de contar nossas próprias histórias, fortalecendo identidade, a memória e pertencimento -, temos certeza que seremos testemunhas de novos olhares e histórias enriquecedoras, com o cinema brasileiro seguindo pulsante.

Cortejo da Arte - Foto Leo Lara/Universo Produção
Cortejo da Arte – Foto Leo Lara/Universo Produção

A Mostra de Cinema de Tiradentes sempre esteve ao lado do cinema feito em nosso país, apresentando ao público novos e consagrados realizadores que o brindam com suas novas obras. Nossa história com o festival começou há alguns anos e, desde então, percebemos a força que chega através dessa potente ação cultural. Do carinho da recepção sempre amável às importantes reflexões sobre os filmes exibidos, passando pelos encontros que ficam em nossas memórias, esse é um lugar onde nos sentimos em casa.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Para você que quer descobrir alguns dos filmes desta Mostra que já estamos de olho, preparamos essa lista aqui. Nesse abraço coletivo ao cinema brasileiro, do qual faremos parte, você, leitor e leitora, poderá acompanhar muito do que acontecer por lá através da nossa super cobertura. Teremos entrevistas, críticas dos filmes publicadas aqui no site e uma série de vídeos em nossas redes sociais, em um acompanhamento completo, como você já conhece.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Viva o Cinema Brasileiro! Viva a Mostra de Cinema de Tiradentes!

 

Nostalgia! Os Filmes dos Anos 80 que Fazem QUARENTA ANOS em 2021 e Quase Ninguém Lembra!

Os anos 80 foram uma época guardada com muito carinho pela geração que viveu nela. E para os fãs de cinema o mesmo acontece, por ter sido o berço do cinema entretenimento como conhecemos hoje. Justamente por isso se tornou palco de reprises diurnas muito queridas nas TVs aberta (Sessão da Tarde e afins) – o que definitivamente deu origem à cinefilia de muitos de nós. No entanto, é curioso notar a jornada de certos filmes através dos tempos. Certas produções fizeram muito sucesso em sua época de lançamento, mas terminaram seguindo para a obscuridade, ao ponto de não serem mencionadas pelas gerações mais novas, como se a passagem de bastão não tivesse sido feita com sucesso.

Por outro lado, temos também as que passaram totalmente em branco em sua época de lançamento nos cinemas, vindo a ser redescobertas como cult no mercado de vídeo, nas TVs e agora nos streamings. Afinal, os filmes são eternos e estão aí para seguirem sendo descobertos ou redescobertos por todas as gerações (só precisando ser encontrados em alguma plataforma – muitas fazendo um ótimo trabalho nesse sentido). Pensando nisso, resolvi criar um tipo diferente de matéria, tentando jogar luz em alguns filmes que caíram no anonimato logo em seu lançamento e nunca foram resgatados deste limbo. Portanto, anote e quando tiver oportunidade dê uma chance a eles, quem sabe você poderá gostar. Estes são os filmes dos anos 80 que completam quarenta anos em 2021 e quase ninguém lembra.

Condorman – O Homem Pássaro

Antes de ter em mãos todo o acervo da vasta biblioteca de super-heróis da Marvel para brincar como bem entender, a Disney tentava emplacar suas próprias criações originais. Ou quase, como o caso com o desconhecido Rocketeer (este até era baseado em quadrinhos underground) – que completa trinta anos em 2021. Voltando ainda mais dez anos no tempo, há quarenta anos o estúdio do Mickey Mouse apostava em outro super-herói alado: o infame Condorman. O personagem era uma mistura de Batman e 007, em sua identidade secreta sendo um cartunista que decide se tornar sua própria criação das páginas, um homem pássaro usando inúmeras bugigangas para combater os soviéticos. Pena que não emplacou, ou poderia ter dado início a uma série de filmes no cinema. Eu já havia comentado sobre esta produção na matéria sobre os filmes que gostaríamos de ver na plataforma da Disney+. Está mais do que na hora do estúdio tirar uma série com o personagem para um reboot no Disney+.

A Cara do Pai

Denzel Washington faz parte da realeza de Hollywood. O astro consagrado possui em seu currículo invejável duas vitórias no Oscar e mais sete indicações, além de uma carreira como diretor igualmente. Mas há quarenta anos, no início dos anos 80, Washington ainda era um ilustre desconhecido, iniciando sua filmografia em seu primeiro trabalho no cinema. Assim, o ator aceitou participar desta comédia que hoje surge de forma não muito palatável ao gosto de uma sociedade regida pelo politicamente correto. Mas também pudera. Na trama, quem protagoniza é o saudoso George Segal, astro das décadas de 60 e 70. Ele vive um rico homem de negócios que tem a vida virada do avesso ao descobrir um filho ilegítimo fora do casamento: papel de Denzel Washington. E sim, muito do humor vem do fato de um branco ter um filho negro. O título original, Carbon Copy (ou Cópia Carbono) tenta brincar com a “semelhança” de pai e filho.

American Pop

Um dos maiores nomes da indústria da animação mundial, o israelense Ralph Bakshi foi responsável por algumas das obras mais icônicas do gênero. Dono de um estilo único de animações adultas, Bakshi foi o responsável pela criação do cult O Gato Fritz (1972), por exemplo. E antes de Peter Jackson, o artista foi o responsável por levar o lendário livro de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis, aos cinemas na forma de uma animação em 1978. No acervo de produções cultuadas do diretor e animador está também a aventura medieval de fantasia Fogo e Gelo (1983). Há quarenta anos no passado, em 1981, Bakshi dava um de seus passos mais ambiciosos com American Pop, um drama musical em animação com estilo psicodélico que homenageava a era disco e falava sobre quatro gerações de uma família de músicos imigrantes nos EUA.

As Duas Faces de Zorro

Já imaginou um super-herói gay nos cinemas? Bem, ainda não tivemos coragem nem da Marvel e nem da DC no cinemão mainstream para isso. Porém, há quarenta anos, em 1981, uma comédia da Fox teve peito para esta empreitada ao desmistificar um dos personagens mais emblemáticos da cultura Pulp e pop de todos os tempos: o mascarado Zorro. O herói é uma figura tão icônica e antiga que remonta inclusive aos primórdios da sétima arte. Nessa investida, Diego, o filho do Zorro original, assume o manto do vigilante lutando contra a corrupção no México. Machucado, ele não tem outra opção a não ser passar o manto para o irmão, Ramon, papel do veterano George Hamilton, um homem gay extravagante. Assim, ele concorda em se tornar a figura mascarada, desde que possa fazer modificações ao herói para melhor se adequar ao seu estilo. O título original não esconde o teor da comédia: Zorro: The Gay Blade.

Roar

Não é todo dia que nos deparamos com um desastre estrondoso do cinema. Alguns filmes dão prejuízo tão grande a seus investidores que entram para a história. O Portal do Paraíso (1980), por exemplo, um ambiciosíssimo faroeste, foi responsável por falir a United Artists, que precisou ser comprada pela MGM. Aqui temos um caso parecido. E o pior, num projeto liderado por uma estrela de peso da era de ouro e seu excêntrico marido. Tippi Hedren foi a estrela de Alfred Hitchcock nos filmes Os Pássaros (1963) e Marnie (1964). Ela também é uma ativista dos direitos dos animais. Casada com o produtor Noel Marshall, de O Exorcista, o casal investiu pesado nesta história sobre uma família de naturalistas que se veem a mercê de leões assassinos. O filme se tornou um fracasso lendário em Hollywood, demorando 5 anos para ser produzido e considerado o “filme caseiro” mais caro de todos os tempos. Fora isso, Hedren usa sua filha Melanie Griffith como coadjuvante ainda jovenzinha.

O Homem das Cavernas

Não é incomum vermos astros da música arriscando como atores no cinema. Aliás, é difícil encontrarmos um que ainda não tenha se aventurado. De Madonna a Michael Jackson, passando por David Bowie, Mick Jagger e Beyoncé, todos eles já estrelaram seus próprios filmes. Isso sem falar na performance indicada ao Oscar de Lady Gaga em Nasce uma Estrela (2018). Voltando quarenta anos no tempo, quem se enveredava pela sétima arte era o Beatle Ringo Starr. E o astro realmente protagonizou essa história de comédia sobre homens das cavernas disputando a afeição de uma mulher das cavernas. Ringo vive um neandertal mirrado precisando derrotar um espécime bem maior. O objeto de afeto é vivido pela atriz Barbara Bach, a agente Triplo X que protagoniza 007 – O Espião que me Amava (1977), e coadjuvando temos Dennis Quaid e Shelley Long no elenco.

Depois de Sexta 13

Obviamente você conhece Sexta-Feira 13, a franquia do maníaco da máscara de hóquei Jason no cinema. Mas quantos de vocês realmente conheciam Depois de Sexta 13, ou no original Saturday the 14th, ou seja, o dia seguinte da grande data de azar? Ao contrário que o título possa insinuar, no entanto, essa comédia da New World Pictures, não é uma paródia da franquia de terror da Paramount e as semelhanças param na sátira ao título. Aqui, a trama está mais para A Família Addams, brincando com os monstros clássicos do cinema. A história mostra uma família, encabeçada pelo diretor Richard Benjamin (aqui ainda atuando) e a graciosa Paula Prentiss, herdando uma casa, somente para perceber se tratar de um lugar repleto de assombrações e criaturas sobrenaturais. O “terrir” virou cult e gerou uma sequência em 1988.

Estranhos Vizinhos

Em uma pesquisa sobre as melhores duplas do cinema na década de 80, muitos apontariam para John Belushi e Dan Aykroyd como os imortais Joliet Jake e Elwood, de Os Irmãos Cara de Pau (1980), da Universal Pictures. No ano seguinte, visando capitalizar em cima deste sucesso, a Columbia Pictures (Sony) tratou de reunir a dupla para uma nova comédia – esta, infelizmente, ao contrário de seu trabalho anterior, caída no esquecimento. Um dos aspectos mais curiosos deste filme do diretor John G. Avildsen (o mesmo de Rocky e Karatê Kid) foi subverter os papeis do certinho na vida real Dan Aykroyd e o malucão John Belushi em sua história. Aqui, Belushi vive o caretão dos subúrbios americanos que só quer descansar em casa após o trabalho ao lado da mulher. Porém, para seu azar, para a casa ao lado da sua se muda um casal de picaretas desagradáveis, vividos por um aloirado Aykroyd e Cathy Moriarty (saída do sucesso Touro Indomável no ano anterior).

Student Bodies

Falando em sátiras de filmes de terror, há quarenta anos, em 1981, o subgênero slasher atingia seu auge no cinema (para o bem e para o mal). As salas de cinema da época viam uma verdadeira enxurrada de todo tipo de produções do gênero, que custavam pouco e lucravam muito. Tudo, é claro, impulsionado pelo fenômeno que havia sido Sexta-Feira 13 em 1980. Assim, ainda aproveitando a onda de sua própria produção, a Paramount, então dona dos direitos da franquia, decidia brincar com o gênero esperando tirar mais dinheiro desta fórmula. Nos moldes dos filmes paródia, tipo Corra que a Polícia Vem Aí e Top Gang, o estúdio criava essa zoação com os slashers passado no ambiente escolar. Isso bem antes de Pânico ou Todo Mundo em Pânico.

Jogos de Estrada

Por falar em slashers e filmes de terror adolescentes, não podíamos deixar a maior “Rainha do Grito” da época de fora. Quando falamos em Jamie Lee Curtis a primeira coisa que vem à cabeça dentro do gênero é obviamente Halloween e suas sequências. Porém, os aficionados podem apontar também para Fog – A Bruma Assassina, Baile de Formatura e O Trem do Terror, filmes cult de horror estrelados pela atriz. Porém, o que maioria deixa de fora, esquece ou simplesmente não conhece é uma produção australiana lançada por ela no mesmo ano de Halloween II. Trata-se deste Jogos de Estradas, uma espécie de reformulação do clássico Encurralado (1971), de Steven Spielberg. Aqui, Curtis se une a um caminhoneiro que desconfia que o motorista de uma caminhonete verde é na verdade um serial killer matando mulheres nas estradas. A dupla começa a investigar o sujeito.

‘NOS4A2’: AMC encomendou uma nova série de terror sobrenatural

O canal AMC anunciou a encomenda de uma nova série de terror sobrenatural, intitulada ‘NOS4A2‘, que será baseada no livro homônimo de Joe Hill.

A trama “introduz Vic McQueen, uma jovem artista que descobre que ela tem a habilidade sobrenatural de rastrear o aparentemente imortal Charlie Manx. Manx se alimenta da alma de crianças, e então coloca o que sobra delas em Christmasland – uma doentia vila criada na imaginação de Manx onde todo dia é natal e tristeza é contra a lei.”

A 1ª temporada terá 10 episódios, e estreará em 2019.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ bate recorde de bilheteria em sua estreia

A animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ estreou nesse final de semana com ótimos US$ 35.4 milhões – bem acima das projeções iniciais. O longa quebrou recordes, tornando-se a maior estreia para uma animação no mês de dezembro nos EUA.

Internacionalmente, o filme arrecadou US$ 21 milhões.

Ao total, a animação acumula US$ 56.4 milhões em seu primeiro final de semana.

Na trama, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales, menino negro do Brooklyn que tenta salvar o mundo.

O elenco inclui Shameik Moore, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Liev Schreiber, Mahershala Ali, Jake Johnson e John Mulaney.

Homem-Aranha no Aranhaverso estreia nos cinemas nacionais no dia 10 de janeiro de 2019.

 

Piper Perabo entra para o elenco de ‘Penny Dreadful: City of Angels’

De acordo com o Deadline, Piper Perabo (‘Invasão ao Serviço Secreto‘) entrou para o elenco do spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

A atriz terá um papel recorrente e irá interpretar Linda Craft, uma mulher insatisfeita com sua vida em Los Angeles, em 1938.

O elenco ainda conta com Rory KinnearNatalie Dormer, Nathan LaneDaniel ZovattoKerry Bishé, Adriana BarrazaJessica Garza, Johnathan Nieves, Lorenza Izzo, Amy Madigan Brent Spiner.

O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.

O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

‘Zoey’s Extraordinary Playlist’: Showrunner está ‘otimista’ que a série será renovada

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Austin Winsberg revelou estar “cuidadosamente otimista” que a série ‘Zoey’s Extraordinary Playlist‘, estrelada por Jane Levy, será renovada para a 2ª temporada.

“Estou cuidadosamente otimista que a série será renovada para a 2ª temporada. Eu expliquei minha visão para o segundo ano aos executivos da NBC há duas semanas e eu já tenho a nova temporada completamente mapeada. A emissora está muito feliz com a direção criativa da história. Eles estão muito felizes com a série em geral.”

Ele completa, “A NBC está tentando se reorganizar, pois o mundo está em quarentena. Eles não sabem quando as filmagens voltarão a acontecer, mas nós temos muito apoio interno e externo. Então, estou me sentindo cuidadosamente otimista que retornaremos.”

A primeira temporada tem registrado uma média de 0.41 na demo e um total de 2 milhões de espectadores. Infelizmente, esses números representam a PIOR audiência da emissora, mas a série tem recebido grande aclamação por parte da crítica, o que pode ajudar sua renovação.

A série foi criada por Austin Winsberg.

A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.

O elenco ainda conta com Skylar Astin, Peter Gallagher, Alex Newell, John Clarence Stewart e Mary Steenburgen.

Kevin Feige fala sobre a introdução dos X-Men no MCU

Em entrevista ao Screen Rant, Kevin Feige foi perguntado sobre a aguardada introdução dos X-Men no Universo da Marvel. Apesar de não ter se esquivado do assunto, o produtor confirmou que estão acontecendo “longas discussões” sobre a entrada dos mutantes no MCU.

“Vocês sabem o quanto eu amo os X-Men. Não posso dizer nada antes de anunciarmos oficialmente, mas, fiquem tranquilos, estamos tendo longas discussões sobre isso.”

Recentemente, o roteirista David Hayter, responsável por ‘X-Men 1 e 2, foi questionado se já havia pensado em uma história caso fosse chamado para escrever os novos filmes dos mutantes para o MCU.

Em resposta, ele fez mistério, mas deixou bem claro que adoraria ser contratado para o cargo.

“Se eu tivesse pensado, não poderia dizer, porque não valeria mais à pena fazer. Mas se me chamassem [para escrever o roteiro], é claro que eu toparia.”

No entanto, é difícil imaginar que a Marvel queira repetir a fórmula dos filmes anteriores, e Hayter foi bem realista ao dizer:

“Quero dizer, seria incrível, mas não espero que isso aconteça. Se eu fosse Kevin Feige, eu diria: ‘Precisamos de novas vozes, novas ideias, e novos rostos.’ Acredito que eles querem se afastar das versões dirigidas por Bryan Singer por vários motivos. Mas se eles me perguntarem, eu já deixei claro para Kevin que posso trabalhar em qualquer produção da Marvel. Eu ficaria feliz em fazer isso pelo resto da minha vida.”

Hugh Jackman e David Hayter nos bastidores do primeiro filme, lançado em 2000.

Lançado em 2000, o 1º filme dos ‘X-Men‘ revolucionou as adaptações de quadrinhos para o cinema e serviu de inspiração para diversas produções de sucesso, como o MCU.

Estrelado por Patrick Stewart, Ian McKellen, Hugh Jackman, Halle Berry, Anna Paquin e Famke Janssen, o longa se tornou um clássico para os fãs e é elogiado até hoje, apesar das fracas sequências.

Orçado em US$ 75 milhões, a adaptação dirigida por Bryan Singer foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 296 milhões pelo mundo, além de acumular 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. 

Ao todo, a franquia principal também conta com ‘X-Men 2′, ‘X-Men: O Confronto Final’, ‘X-Men: Primeira Classe’, ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’, ‘X-Men: Apocalipse’ eX-Men: Fênix Negra’.

‘O Voo do Navegador’: Bryce Dallas Howard irá dirigir reboot para o Disney+

De acordo com o THR, Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World’), que já mostrou seu talento atrás das câmeras no comando de alguns episódios da série ‘O Mandaloriano‘, foi contratada para dirigir o reboot de ‘O Voo do Navegador‘, para o Disney+.

A nova versão será estrelada por uma protagonista feminina, ao contrário do longa original, que foi protagonizado por Joey Cramer.

Na trama do clássico lançado de 1986, dirigido por Randal Kleiser, um garoto é sequestrado por alienígenas e só volta para casa seis anos depois. No entanto, como não envelheceu sequer um dia, isso causa estranheza a todos.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Fear the Walking Dead’: Kim Dickens retorna no trailer do último episódio da 7ª temporada; Confira!

A AMC divulgou o trailer do último episódio da 7ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘, destacando o aguardado retorno da Madison Clarke (Kim Dickens).

Confira:

Intitulado Gone, o episódio final irá ao ar no dia 5 de junho.

Criada por Dave Erickson, a série é o primeiro spin-off de ‘The Walking Dead‘.

A trama segue um grupo de sobreviventes que deve se unir para prosperar em um mundo pós-apocalíptico dominado pelos mortos.

O elenco conta com Lennie James, Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay García, Austin Amelio, Mo Collins, Alexa Nisenson, Karen David, Christine Evangelista, Colby Hollman, Jenna Elfman, Keith Carradine, Rubén Blades e Kim Dickens.

A vingança continua no trailer da segunda parte da série ‘A Lição’; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da segunda parte da série ‘A Lição‘.

Confira:

Os próximos episódios serão lançados no dia 10 de março.

A série foi criada por Kim Eun-sook e An Gil-ho.

Anos após ser vítima de terríveis atos de violência na escola, uma mulher coloca em prática um elaborado plano de vingança.

O elenco conta com Song Hye-kyo, Lee Do-hyun, Lim Ji-yeon, Yeom Hye-ran, Park Sung-hoon, Jung Sung-ill, Kim Hieora, Cha Joo-young e Kim Gun-woo.

Prepare-se para a jornada FINAL no trailer completo da última temporada de ‘La Brea’

A NBC divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada da série sci-fi ‘La Brea‘.

Confira:

O ciclo final, que contará com apenas 6 episódios, estreará oficialmente no dia 9 de janeiro.

Uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.

O elenco é composto por Natalie Zea, Zyra Gorecki, Chiké Okonkwo, Eoin Macken, Jack Martin e Jon Seda.

‘Coringa: Delírio a Dois’ BAIXA expectativas e deve arrecadar US$ 70 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, ‘Coringa: Delírio a Dois‘ deve estrear abaixo das projeções iniciais no território norte-americano, arrecadando apenas US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana.

Antes da recepção morna do filme no Festival de Veneza, analistas apontavam que o longa teria uma abertura acima de US$ 100 milhões no país.

Apesar de ter conquistado apenas 62% de aprovação dos críticos após sua passagem pelo festival, a média é exatamente a mesma alcançada pelo primeiro filme após sua exibição em Venice e TIFF – que, posteriormente, acabou subindo para 69%.

Com uma projeção de estreia abaixo de US$ 26 milhões em comparação ao lançamento do primeiro filme – que abriu com US$ 96.2 milhões –, a sequência ainda deve quebrar recordes nas bilheterias.

O site afirma que o longa deve se tornar a maior estreia de um filme musical (desconsiderando as produções da Disney), superando ‘Bohemian Rhapsody‘ (US$51M), além de entrar para o TOP 7 das maiores estreias domésticas da história para o mês de outubro.

Coringa 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Confira as principais críticas:

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Confira as primeiras imagens oficiais de ‘O Instituto’, adaptação do livro de Stephen King

A MGM+ divulgou as primeiras imagens oficiais da adaptação de ‘O Instituto‘, série baseada no livro homônimo de Stephen King.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

the institute season 1 episode 103

the institute season 1 episode 104

the institute season 1 episode 104

the institute season 1 episode 103

the institute season 1 episode 103

the institute season 1 episode 103

the institute season 1 episode 104

the institute season 1 episode 102

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 13 de julho.

o instituto poster

Quando Luke Ellis (Joe Freeman), um gênio de 12 anos, é sequestrado, ele acorda no Instituto, uma instalação cheia de crianças que chegaram lá da mesma maneira que ele e que possuem habilidades incomuns. Em uma cidade próxima, o assombrado ex-policial Tim Jamieson (Ben Barnes) veio em busca de começar uma nova vida, mas a paz e a tranquilidade não irá durar, uma vez que sua história e a de Luke estão destinadas a colidir.

O elenco ainda contará com Simone Miller, Jason Diaz, Fionn LairdHannah GallwayJulian RichingsRobert JoyViggo HanveltArlen SoBirva PandyaDan BierneMartin RoachJane Luk.

Jack Bender (‘Mr. Mercedes’) será responsável pela direção, a partir de roteiros assinados por Benjamin Cavell (‘Justified’).

A MGM+ Studios encomendou oito episódios para a primeira temporada.

‘Sorria 3’ vem aí…

De acordo com o Dread Central, a sequência ‘Sorria 3‘ está oficialmente em desenvolvimento.

O site, no entanto, afirma que o criador da franquia, Parker Finn, não deve retornar à direção do próximo capítulo.

Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre a continuação foi revelado.

Aclamado pelos críticos – com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o segundo filme arrecadou US$ 138.1 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 28 milhões.

Estrelada pela Naomi Scott (‘Aladdin’), a trama segue uma famosa cantora pop que, prestes a iniciar uma turnê mundial após superar traumas pessoais e vícios, torna-se alvo de uma entidade demoníaca. Após presenciar a morte brutal de um conhecido, ela passa a sofrer alucinações aterrorizantes, vendo pessoas sorrindo de forma sinistra, enquanto luta para manter a sanidade e a carreira.

 

‘Speed Kills’: John Travolta vai estrelar filme sobre campeão de corrida de barcos

John Travolta está de volta aos filmes de ação, desta vez estrelando uma produção sobre corrida de barcos.

Intitulado ‘Speed Kills’, o filme traz a história real de Don Aronow, um campeão de corrida de barcos que se tornou multimilionário e é conhecido por ser mulherengo e pela criação da lancha cigarette.

Don fez sua fortuna vendendo barcos para líderes mundiais, bilionários e estrelas POP, além de trabalhar com o governo americano e com cartéis de drogas. Seu envolvimento com negócios perigosos acabaram se voltando contra si mesmo e em 1987 Aronow foi assassinado em seu carro em Miami, sob circunstâncias misteriosas.

Com direção a cargo de John Lussenhop, ‘Speed Kills’ foi roteirizado por David Aaron Cohen, sob a orientação de Paul Castro. As filmagens da cinebiografia começam em 30 de maio em San Juan, Porto Rico e Miami Beach.

Clássicas séries ‘Magnum’ e ‘Cagney & Lacey’ vão ganhar reboots

 

As clássicas séries dos anos 80, ‘Magnum‘ e ‘Cagney & Lacey‘, vão ganhar reboots. A informação foi confirmada pelo site Deadline.

Produzidas pela CBS, a emissora oficializou o pedido de seis episódios pilotos, cada qual para uma produção distinta.

Como já havia sido divulgado no passado, a nova versão de ‘Magnum‘ será roteirizada e produzida por Peter Lenkov, o mesmo que está por trás de ‘Hawaii Five-O‘ e ‘MacGyver‘.

No caso de ‘Cagney & Lacey‘, Bridget Carpenter, que já trabalhou na aclamada série da HBO, ‘Westworld‘, assume o roteiro e a produção executiva.

 

 

 

 

 

 

‘Dhaka’: Chris Hemsworth em várias imagens dos bastidores do filme da Netflix

O novo filme da Netflix, estrelado por Chris Hemswroth, intitulado Dhaka’, está com sua produção a todo vapor e o astro compartilhou as primeiras  imagens direto  do set de filmagens.

Em uma publicação na sua conta do Instagram, o astro compartilhou o nível das cenas de ação, que ele considerou como sendo as mais intensas que ele já participou.

As imagens compartilhadas ainda trazem detalhes de seu figurino e das locações externas.

Confira:

O filme de ação traz Joe Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita’) como o roteirista.

Na trama, Hemsworth vive um soldado que precisa salvar um garoto indiano de um sequestro.

As filmagens estão acontecendo na Índia e na Tailândia.

Sam Hargrave, dublê do Chris Evans como o Capitão América, fará sua estreia como diretor.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Ainda não há previsão de estreia.