Em entrevista ao IGN, Chris Hemsworth revelou que gostaria de voltar a viver Thor depois de ‘Vingadores 4‘, e toparia fazer ‘Thor 4‘.
“Antes, eu pensava: Ok, só faltam mais dois filmes. Gostava do personagem, mas me sentia limitado. Após trabalhar com Taika e fazer esses dois Vingadores, sinto que reinventamos o personagem. Em Vingadores 3 e 4, ele evolui novamente. Então definitivamente minha animação e meu entusiasmo foram renovados. Se tivesse a oportunidade de fazer de novo, eu toparia”. afirmou.
Em entrevista ao Radio Times, ele revelou que gostaria de continua no comando da franquia e fazer ‘Thor 4‘.
“Eu topo voltar a trabalhar com a Marvel a qualquer momento. É um estúdio sensacional, e nos divertimos muito. Eles me apoiaram e me deram toda a liberdade que eu precisei, além de me darem ideias. Colaboramos juntos. Quero dirigir Thor 4′ porque sinto que estabeleci um laço com esses caras, e uma amizade… Mas não gosto dos outros personagens da Marvel”, brincou.
Thor é a única franquia Marvel Studios para ter um diretor diferente para cada filme: Kenneth Branagh dirigiu Thor (2011), Alan Taylor dirigiu Thor: O Mundo Sombrio (2013), eTaika Waititi dirigiu esse.
O tão aguardado ‘Vingadores: Guerra Infinita’ está cada vez mais próximo, e o diretor Joe Russo publicou uma série de mensagens na rede social Sino Weibo (uma versão chinesa do Twitter), em que falou sobre o tom do filme e que o longa irá abordar dor e sacrifício com os personagens.
“As melhores histórias sempre colocam algo em jogo. Os personagens precisam sacrificar algo ou alguma coisa, para que você realmente sinta a emoção e a jornada do herói você precisa passar por provações e essas provações têm um custo alto. É importante mostrar que os heróis sentem dor e que também fazem sacrifícios. Não só porque isso é uma boa forma de contar a história, mas também porque é inspirador e estamos precisando de muita inspiração nesse mundo”
Enquanto a estreia não chega, a Disney divulgou um comercial estendido com uma nova música e uma narração diferente do primeiro trailer.
A atrizKiernan Shipka, das aclamadas séries ‘Mad Men‘ e ‘Feud: Bette and Joan‘, será a grande estrela do reboot da popular ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira‘. A revelação foi feita pelo site Deadline.
A produção conduzida pela Netflix ainda não possui título oficial, mas será baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que vai reimaginar a história de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.
A nova trama será regada de terror, ocultismo e bruxaria, um viés bem distinto daquele que testemunhamos na série cômica dos anos 90/2000.
O serviço de streaming ordenou duas temporadas com 20 episódios.
A série teria ligação com ‘Riverdale‘ quando estava sendo produzida pelo canal CW, mas não se sabe mais se continuará após a mudança para a Netflix.
A série que parodia ‘Star Trek‘, ‘The Orville‘, já iniciou os trabalhos da segunda temporada. E segundo o site TV Guide, o novo ciclo terá dois episódios a mais, completando 14 capítulos.
A publicação ainda afirma que é improvável que ela retorne à FOX em 2018. O criador e astro Seth MacFarlane teria sugerido isso, pontuando que o trabalho de pós-produção com os efeitos especiais pode se estender um pouco mais, considerando que na nova temporada eles serão ainda mais fortes.
Nos 45 segundos do segundo tempo de 2017, eis que a Netflix disponibiliza em seu catálogo uma das melhores séries do ano, se não a melhor série do ano, ‘La Casa de Papel‘, que consegue roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola foi lançada em maio desde ano e originalmente tem um total de 15 episódios, porém, a Netflix transformou os 9 primeiros episódios em 13 que contemplam assim a primeira temporada.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta 8 criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente brilhante.
Tudo é contrato através da narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Ao lado de outros seis ladrões de personalidades bem distintas, eles entram na casa da moeda e fazem 60 reféns enquanto executam o plano do professor e roubam 2,4 bilhões de Euros.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa ainda mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica em uma atuação sensacional.
Criada por Álex Pina, ‘La Casa de Papel‘ tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já está se tornando um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu.
Vale lembrar que ainda faltam seis episódios a serem adicionados ao catálogo, que ainda estão sendo exibidos na TV espanhola.
Minha nota para La Casa de Papel é 10. De tirar o chapéu. Não perca!
O ano novo já começou! O mundo do cinema não para, o que para os cinéfilos se traduz em doze meses de lançamentos lotando as salas de cinema. Ainda teremos elos com 2017 como o Globo de Ouro e o Oscar, mas já estamos pensando na frente e nos filmes que encontraremos ao longo de 2018.
E o foco desta nova lista que trazemos para você são justamente alguns dos melhores filmes aportando futuramente em 2018. Como assim os melhores, você pergunta. Bem, é muito fácil, pois trata-se de uma lista com dez grandes diretores da atualidade e os trabalhos que irão nos apresentar este ano. Além de filmes, temos também uma minissérie bem especial (espere para ver quem está à frente) e algumas produções já lançadas em outros países do mundo, mas que chegam ao Brasil somente este ano. Vamos lá e não esqueça de deixar seu comentário.
Filmes: The Post – A Guerra Secreta e Jogador Nº 1
Spielberg é provavelmente o maior diretor da atualidade, quiçá de todos os tempos. E seus detratores não sabem da missa a metade, já que o sujeito passou este tipo de descrença em relação a seu talento antes de muitos dos que torcem o nariz nascerem. Além de ser considerado o diretor que criou o cinema blockbuster, Spielberg tem 13 indicações ao Oscar (entre as funções de diretor e produtor) e 4 estatuetas (duas como diretor, uma como produtor, e uma pela carreira).
Este ano Spielberg aparece no comando de duas obras bem diferentes. A primeira, The Post – A Guerra Secreta, seu filme “sério”, foi lançado no fim de 2017 nos EUA e chega no início deste no Brasil. O filme traz Meryl Streep e Tom Hanks numa história real de política e jornalismo. Depois é a vez de Jogador Nº 1, seu filme jovem e mirado ao grande público, baseado num livro de sucesso de fantasia e ficção científica, que se parece com uma versão futurística de A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971). Pelo primeiro, o cineasta pode sair com mais uma indicação ao Oscar.
Se o amigo Spielberg é considerado o maior diretor da atualidade, mesclando tão bem cinema entretenimento de qualidade com filmes mais sérios e relevantes, Scorsese é tido como o melhor diretor vivo, e ainda em atividade. Seus últimos filmes, O Lobo de Wall Street(2013) e Silêncio (2016), arrancaram elogios da crítica e público. Scorsese possui 11 indicações ao Oscar (entre funções de diretor, produtor e roteirista) e apenas uma vitória – sim, o mundo não é justo.
Desta vez, Scorsese lança uma produção diferente, e adere ao sistema das plataformas de streaming – optando pela maior delas, a Netflix. The Irishman é o novo filme de máfia do cineasta, um dos grandes nomes no gênero, que conta a história real Frank Sheeran, conhecido como o “irlandês”. O criminoso possivelmente foi um dos responsáveis pela morte do sindicalista Jimmy Hoffa. Além de todos estes atrativos, um dos maiores é seu elenco, que conta com Robert De Niro como Sheeran, Al Pacino como Hoffa, Joe Pesci e Harvey Keitel. A gangue está de volta. A única tristeza é não poder assistir a esta preciosidade na telona, a menos que haja um acordo como foi feito entre a Netflix e a Diamond Films com o filme Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi.
Outro veterano na indústria, Eastwood ficou mais conhecido em seu início de carreira como ator, em filmes de faroeste ou de ação nos quais interpretava policiais, vide a série Dirty Harry. Mas na verdade, a carreira como diretor começou logo cedo também – seu debute na direção foi em 1971. Hoje, dirigindo mais do que atuando, Eastwood tem 7 indicações ao Oscar (entre as funções de diretor, produtor e ator) e 5 prêmios (dois como diretor, dois como produtor e um honorário).
Seu novo trabalho, depois de Sully – O Herói do Rio Hudson (2016), é o suspense 15h17 – Trem para Paris, baseado em uma história real. Na trama, soldados americanos descobrem um plano terrorista a bordo de um trem e tentam impedir o pior. O filme não conta com rostos muito conhecidos na frente das câmeras.
Se existe um diretor que bate ponto todo ano, desde 1982, este diretor é o octogenário Woody Allen. O melhor é que o cineasta ainda consegue se manter relevante e elogiado, e de vez em quando até emplaca um grande sucesso de público para os seus padrões, vide Meia Noite em Paris(2011).
Depois de Roda Gigante, recém-lançado no Brasil, dividindo crítica e público, Allen promete uma nova obra para 2018 – como não podia deixar de ser. Seu novo filme traz os jovens Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome) e Selena Gomez, como um casal apaixonado enfrentando o tempo ruim em Nova York e outras desventuras. O elenco conta ainda com Jude Law, Diego Luna, Elle Fanning e Rebecca Hall. Ah sim, Allen tem 20 indicações ao Oscar (entre as funções de diretor e ator, mas principalmente como roteirista) e 4 prêmios (3 como roteirista e 1 como diretor).
Aqui é onde abrimos uma exceção. Os irmãos Coen, infelizmente, ainda não dirigiram um filme depois de sua comédia sobre os bastidores da clássica Hollywood Ave, César (2016), e não o farão este ano novamente. Como produtores estão à frente da fantástica série Fargo, baseada em seu longa homônimo de 1996, que teve sua terceira temporada em 2017.
Mas nem tudo está perdido, e os Coen irão nos presentear com seu talento na minissérieThe Ballad of Buster Scruggs, e com ela adentrar novamente o gênero do faroeste, quase dez anos depois Bravura Indômita (2010), pois é, já tem tudo isso. Na realidade, esta será uma série de antologia, no estilo de Black Mirror, com cada episódio se mostrando um curta, ou um longa próprio. E cada um tem seu próprio título também – ou seja, o título da série é apenas o título do primeiro episódio. Entre eles: Near Algodones, Meal Ticket, All Gold Canyon, The Gal Who Got Rattled e the Mortal Remains. Para os fãs da dupla será um prato cheio, e eu mal posso esperar. Os Coen têm 10 indicações ao Oscar (entre as funções de diretores, roteiristas – até no filme dos outros – produtores e editores) e 4 prêmios (dois como roteiristas, um como diretores e um como produtores).
Tudo bem que o veterano Ridley Scott tem dado mais bolas fora ultimamente do que dentro. Mas nada disso diminui seu prestígio ou significância para a história do cinema. De fato, se Ridley nunca mais acertar uma, o que não é o caso (Perdido em Marte é de 2015), sua contribuição para a sétima arte com os icônicos Alien – O oitavo passageiro (1979) e Blade Runner – O Caçador de Androides (1982) jamais serão apagadas.
Apesar do desempenho mediano (o filme não chegou a ser um fracasso) de Alien – Covenant, Scott se recupera agora e emplaca na época de premiações com Todo o Dinheiro do Mundo, um drama criminal que igualmente não se desviou por completo das polêmicas. O que acontece é que Scott precisou apagar o ator Kevin Spacey de seu filme, acusado de abuso de menor e assédio, e substituí-lo por Christopher Plummer nos 45 do segundo tempo. Neste caso parece que a polêmica ajudou. O filme conta a história real de um sequestro, de uma mãe (Michelle Williams) que faz de tudo para reaver o filho, e um avô sovina (Plummer) que recusa-se a ceder aos criminosos. Scott tem quatro indicações ao Oscar, três como diretor e a última como produtor, e nenhuma vitória. É, o mundo não é justo – parte 2 – a missão!
Quando começou sua carreira, Zemeckis era o principal discípulo de Steven Spielberg, isso porque o diretor produzia a maioria de seus sucessos, vide a trilogia De Volta para o Futuro (1985, 1989 e 1990) e Uma Cilada para Roger Rabbit (1988). Além disso, Zemeckis parecia ser o diretor perfeito para quando Spielberg não queria ou podia dirigir certos filmes, soando como o Spielberg de aluguel, sem perder muita qualidade.
Mas ei, não tem nada de errado com isso. Grandes diretores fizeram de suas carreiras homenagens a seus ídolos, vide Brian De Palma, cuja filmografia descende das obras e estilo de Alfred Hitchcock, e por aí vai. O novo trabalho de Zemeckis, que, assim como seu mentor, atualmente se envereda mais por obras adultas (vide O Voo, A Travessia e Aliados), é o drama biográfico The Women of Marwen, que conta sobre um sujeito se recuperando de um ataque brutal com a ajuda de um grupo de mulheres. Steve Carell protagoniza, e o elenco tem ainda Diane Kruger, Leslie Mann, Janelle Monáe, Gwendoline Christie e Eiza González. Zemeckis tem uma indicação ao Oscar pelo roteiro de De Volta para o Futuro, e uma vitória pela direção de Forrest Gump.
Falando em mestres e discípulos, De Palma sem dúvida se encaixa na primeira categoria atualmente, celebrado como um dos maiores diretores a pisar neste plaenta. Seus filmes, assim como um bom vinho, envelhecem bem e se tornam melhores com o tempo, sendo redescobertos por toda uma nova geração. Bem, isso pode funcionar bem para os fãs, mas certamente não funcionou bem para o diretor, já que mesmo os grandes precisam de sucesso junto ao público para se manter, o que se tornou cada vez mais escasso para De Palma – como mostrado no fabuloso documentário homônimo de 2015, dirigido por Noah Baumbach e Jake Paltrow, cuja proposta foi descortinar o lendário contador de histórias.
De todos os cineastas revolucionários surgidos na década de 1970, De Palma foi o que mais prejuízo financeiro acumulou junto aos estúdios e por isso, desiludido, assim como o colega Francis Ford Coppola, viveu uma semi-aposentadoria. De Femme Fatale (2002) a Dália Negra (2006) foram quatro anos. De Guerra Sem Cortes (2007), um de seus filmes mais obscuros (que mal chegou ao Brasil) até Paixão (2012) – lançado direto em vídeo por aqui – são mais cinco. Agora, o diretor tenta de novo com Domino, thriller policial passado em Copenhague, Dinamarca, sobre vingança, estrelado por Guy Pearce, e dois veteranos do seriado Game of Thrones, Nikolaj Coster-Waldau, o Jamie Lannister, e Carice van Houten, a feiticeira Melisandre. E na série do mundo é injusto, nada será mais injusto do que De Palma sequer ter uma indicação de melhor diretor na carreira!
Ame-o ou odeie-o, Terrence Malick deixou sua marca na sétima arte. O antes cineasta bissexto – já que até 2011, quando entregou A Árvore da Vida, eram quatro décadas de carreira e apenas cinco filmes no currículo – se desembestou a trabalhar num filme atrás do outro (ou às vezes ao mesmo tempo), provando que realmente nunca é tarde para nada. Desde 2011, o diretor entregou três longas de ficção e duas versões do mesmo documentário Voyage of Time, a primeira, Life´s Joruney, narrada por Cate Blanchett, e a segunda, The IMAX Experience, narrada por Brad Pitt. Ou seja, o diretor nunca esteve mais prolífico.
Seu novo trabalho, Radegund, traz a própria versão de Malick para Até o Último Homem, e conta a história de um austríaco objetor da consciência, se negando a lutar pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial – mesmo dilema vivido pelo personagem de Andrew Garfield, cuja religião era a própria, no filme de guerra de Mel Gibson. No de Malick, no entanto, podemos esperar poucos diálogos, muito visual chamativo da fotografia, aqui criada por Jörg Widmer, e momentos excessivamente contemplativos. Os filmes de Malick costumam demorar tanto para ficar prontos, que aqui temos a participação até mesmo do sueco Michael Nyqvist, falecido ano passado. No elenco, Matthias Schoenaerts, Bruno Ganz, August Diehl e Jürgen Prochnow. O cineasta possui três indicações ao Oscar em seu currículo, duas como diretor e uma como roteirista.
O icônico diretor italiano, especializado no cinema Giallo, obras de terror, suspense e policial, onde a violência é extrema e o sangue corre solto. O fato faz com que muitos confundam este subgênero com o trash. Argento é um dos mais influentes cineastas de todos os tempos, não apenas para o gênero, tendo inclusive concebido a história do clássico absoluto de western, Era uma Vez no Oeste(1968). Na filmografia do diretor se encontram trabalhos como O Pássaro das Plumas de Cristal, Mansão do Inferno, Phenomena e Suspiria – este último, refilmado por Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome), a ser lançado este ano.
Dario Argentojá fez até mesmo sua própria versão de Drácula, em 3D, lançado em 2012 e exibido no Festival de Cannes – este foi seu último filme até então. Agora, “para variar”, seu novo trabalho, The Sandman, baseado num livro, conta a história de uma vítima de serial killer tentando deixar para trás seu passado traumático, quando sobreviveu ao psicopata conhecido somente como The Sandman. Uma curiosidade é que o músico Iggy Pop viverá o maníaco do título. Argento nunca foi indicado ao Oscar, mas já estava mais do que na hora de receber um prêmio honorário pelo conjunto de sua obra.
Peter Jackson, mais conhecido pela trilogia Senhor dos Anéis (2001, 2002 e 2003), e depois pela trilogia Hobbit (2012, 2013 e 2014), entende muito bem de blockbuster. Aqui, no entanto, o diretor não está no comando e apenas produz a superprodução, abrindo espaço para a estreia na direção de seu usual colaborador no departamento técnico Christian Rivers. Baseada no livro de Philip Reeve, a história apresenta um mundo apocalíptico jamais visto antes – sem dúvida já ganha pontos aí.
A trama fala sobre um mundo devastado, no qual cidades sobrevivem se deslocando em imensos veículos (imagina o tamanho da coisa, para transportar uma cidade) e assimilando cidades menores para se apoderar de seus recursos. Dá pra sentir a forte analogia política implícita. O trailer é insano e parece Mad Max à décima potência. No elenco, a novata Hera Hilmar, e os rostos conhecidos de Hugo Weaving e Stephen Lang. O diretor Peter Jackson tem seis indicações ao Oscar (entre as funções de roteirista, diretor e produtor) e três prêmios, justamente por cada uma das funções citadas acima.
O ano de 2018 já está entre nós trazendo muitas novidades dentro do universo das séries de TV. Algumas retornam este mês de janeiro, outras confirmam as datas das temporadas que terão início ao longo deste ano e algumas darão um adeus final. Mas precisamos lembrar de 2017 e do quanto o mesmo contribuiu para as produções audiovisuais, em especial, ao se tratar de personagens femininas.
Mulheres já são incríveis por si só e é preciso admitir que a vasta quantidade das mesmas chutando traseiros dentro da TV foi para aplaudir de pé. E é por isto que decidi trazer esta listinha das 10 mulheres mais badass de 2017 na TV. Portanto, peguem o brigadeiro, pipoca, vinho, água, suco ou seja lá o que for que você preferir e vem saber quais foram as selecionados. Ah, mas antes de qualquer coisa, não esqueçam: mesmo que a sua personagem favorita não esteja aqui, isso não a exclui de ser uma das mais badass do ano passado, afinal, mulheres são badass só por existir. Shall I begin?
Alexandra Danvers não é somente a irmã mais velha da Supergirl (Melissa Benoist), é também uma agente do D.E.O., médica e doutora em bioengenharia. Além dos títulos, Alex sempre procura colocar a família em primeiro lugar, em especial a irmã mais nova, sendo esta a razão pela qual a mesma se juntou ao D.E.O. Para Kara, a irmã é a super-heroína dela.
Bom, o ano de 2017 teve bastante reviravolta na vida da mais velha das Danvers, ela foi sequestrada durante o episódio de 19 da segunda temporada e conseguiu utilizar todo o conhecimento de sobrevivência que possui enquanto estava presa dentro de uma espécie de aquário. Pediu a namorada em casamento, mas infelizmente, precisou terminar devido ao fato de que gostaria de ser mãe e sua companheira não. Chutou o traseiro de nazistas enquanto estava de ressaca, deu não só uns amassos em uma ex-membro da Liga dos Assassinos e deu um banho de água fria em outras séries de TV ao mostrar como se pode ter personagens mulheres gays sendo bem representadas nas produções audiovisuais. Que a Alex continue esta mulher badass em 2018!
Vamos combinar que esta lista não poderia sequer existir se Arya Stark não estivesse nela. Desde 2011 a jovem vem chutando traseiros e mostrando que está dentro daquele universo para ser muito mais do que ser uma simples lady. Além de tudo que aconteceu com a mesma durante todo esse período de sete temporadas, finalmente a Arya da qual o telespectador teve flashes (do que poderia se tornar), agora está entre nós. Em uma abertura de sétima temporada triunfal, ela mostrou para que veio e que está mais do que pronta para vingar a família. Sem contar que o treino entre ela e Brienne (Gwendoline Christie) foi tudo aquilo que a gente não sabia que precisava.
Agora, que os sete deuses permitam que ela mate a Cersei! Peraí, não podia desejar a morte de alguém aqui? Eita!
Jessica Jones (Krysten Ritter) Série: Marvel’s The Defenders (Os Defensores)
Eu sei, eu sei, eu sei. Marvel’s The Defenders é ruim. Eu sei! Só que precisamos admitir que Jessica Jones é a razão de assistirmos aos oito episódios até o final. Além de ser um mulherão da porra que luta pra caramba, chuta traseiros de homens, mulheres, imortais, heróis, vilões, e a shipparmos fortemente com uma boa garrafa de whiskey (a gente sabe que é errado, mas ela e o álcool combinam tanto – vide cena do metrô), Jessica consegue com o pouco destaque que possui dentro da série mostrar que merecia muito mais e que pode transformar as cenas, de algo ruim em ‘assistíveis’. Jones quebra o padrão de que heróis precisam andar na linha e faz com que o telespectador perceba que os poderes que possui só a tornaram ainda mais humana. É tão bom ter um gostinho da personalidade de Jessica depois de dois anos sem a mesma na tela.
Algumas mulheres chutam traseiros literalmente, outras somente metaforicamente, e é por isto que Lucca Quinn merece tanto quanto as outras estar nesta lista. Para aqueles que não sabem, The Good Fight é um spin-off da série The Good Wife, que segue a mesma linha focando no tema advocacia. A série conta com três protagonistas femininas, sendo uma delas a senhorita Quinn. A personagem de Jumbo completa o quadro de advogados da Reddick, Boseman & Kolstad, um escritório cuja maior parte do quadro de advogados são negros.
Lucca mostra a que veio logo no início, e ao passar dos episódios, além de ser uma excelente profissional, ela não deixa dúvidas de que pode também ser uma mentora de respeito (para a personagem de Rose Leslie) e também uma amiga leal. É contagiante vê-la em ação destruindo argumentos e encontrando falhas onde parece não haver solução para vencer um caso.
O que não falta em The Handmaid’s Tale é mulherão da porra tentando lutar contra aquele sistema opressor. E mediante aquele cenário horrendo é impossível não admitir que a personagem de Bledel (que é somente convidada durante a primeira temporada e se tornou regular para a segunda) tem um impacto grande tanto na protagonista Offred (Elisabeth Moss), quanto no público.
Em um Estados Unidos futurístico no qual as mulheres não passam de seres para procriar, servir ao marido, aos patrões, e que ser algo que vá contra ao que está escrito na bíblia é sinal de pecador, Ofglen, que era professora universitária, e cuja esposa e o filho conseguiram fugir no período do golpe, ousou diante todos os obstáculos e sofrimentos ser parte da resistência, além de inspirar a personagem de Moss a não desistir e também contribuir para a luta contra o sistema.
Primeiramente, ela é a filha do Magneto. Portanto, ela tem os mesmos poderes que o pai. Lorna Dane mostra a força que possui logo no início da série e não hesita em deixar claro para o que veio. Ao que tudo indica, a jovem mutante, diferente de muitos, não escondeu as habilidades no início da descoberta das mesmas e está na luta contra o sistema por muitos anos. Ela não tem papas na língua e mostra que chutar o traseiro dos sentinelas enquanto lidera os mutantes da resistência ao lado de Thunderbird (Blair Redford) é o que faz de melhor.
Como disse anteriormente, nem toda mulher veio ao mundo para chutar traseiros literalmente, algumas só metaforicamente falando. Samantha White é uma inspiração no universo das séries de TV. Uma jovem birracial, estudante de Mídias na Universidade de Winchester, uma das chefes da União de Estudantes Negros (em tradução literal – Black Student Union) e criadora/apresentadora do programa de rádio Dear White People (Cara Gente Branca), ela não hesita em tornar público os preconceitos sofridos pelos negros dentro da faculdade e o privilégio branco. É um banho de água fria atrás do outro. Alguns textões ditos por ela na rádio deveriam se tornar papéis de parede espalhados pelo mundo na vida real.
Ela já morreu e voltou. Ela parece gato com sete vidas que não morre nunca. Ela já foi membro da Liga dos Assassinos, com certeza consegue te derrubar somente com o dedo polegar. É a irmã mais nova da Canário Negro (Katie Cassidy), e perdeu a irmã (#emojitriste). Enfrentou nazistas enquanto estava de ressaca, deu uns amassos na Rainha da França, mostrou que o discípulo pode superar o mestre, salvou o curso da história mais vezes do que podemos contar nos dedos das mãos, e é a primeira mulher anti-heroína bissexual capitã da Waverider (e protagonista da série). Ufa! Ainda tem mais coisas, mas se eu continuar nomeando, só terminarei amanhã.
A Canário Branco já chutou muitos traseiros em 2017, quebrou barreiras, ajudou pessoas e se estabeleceu como a capitã de respeito que é. Uma líder destas é o que muitas séries por aí andam precisando, bicho! Que a personagem de Lotz continue trazendo representatividade e mostrando que todos podemos nos redimir.
O que não falta em Orphan Black são mulheres badass, tanto que foi muito difícil definir quem estaria nesta lista. Mas no final, lá no fim, é necessário admitir que a Ms. S. foi a maior de todas durante a quinta temporada. Siobhan adotou dois filhos e no final, terminou com cinco basicamente, já que, de certa forma, as sestras entraram no coração da matriarca tanto quanto Sarah Manning (Tatiana Maslany).
Ms. S. chutou traseiros, colocou bom senso na cabeça dos filhos, criou a neta, guardava dinheiro numa conta sem fundo que ninguém sabe de onde vem, arquitetou todo o plano para libertar as sestras das mãos da DYAD e até na hora em que estava morrendo mostrou que sempre tem uma carta embaixo da manga para jogar. Aí você me diz, como deixar um mulherão desses de fora desta lista?
Vem cá, me diz uma coisa rapidinho: quantas vezes você teve a oportunidade de ver uma heroína toda desgraçada da cabeça, grávida, chutando traseiros? Pois é. Wynonna, descendente de Wyatt Earp (Ryan Northcott), herdeira da maldição dos Earp, veio para quebrar paradigmas. Com a gravidez da atriz Melanie Scrofano durante as gravações da segunda temporada, Emily Andras, showrunner e criadora da série, decidiu não esconder a gravidez e alterou o curso da história colocando a protagonista grávida.
Wynonna, então, mostrou para o mundo algo que nós, mulheres, já sabíamos há muito tempo: que é possível chutar uns traseiros e completar a missão mesmo com um bebê crescendo na barriga. Wynonna Earp é a protagonista que precisávamos, porém, não sabíamos. A segunda temporada é a prova de que a mesma veio para ficar e chutar bastante traseiros, afinal, não é porque você é uma heroína que não pode engravidar, cometer erros, se redimir, falar uns palavrões, entre outras coisas mais, que qualquer ser humano faz.
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Antes de encerrar gostaria de esclarecer que a lista não está em ordem de preferência, afinal, é impossível definir um ranking quando o assunto são mulheres badass. Portanto, a mesma se encontra apenas em ordem alfabética.
Bom, meus caros, comentem abaixo quem não está na lista e que para vocês também foram mulheres badass da TV em 2017, e também se gostaram do que leram aqui. É isso, até a próxima!
O Experimento Belko reúne 80 funcionário de uma grande empresa em Bogotá que são obrigados a participar de um jogo de matar ou morrer por uma voz desconhecida vinda do sistema de intercomunicação. Somente um sobreviverá ao experimento.
Durante uma entrevista ao site Collider para promover seu novo filme, ‘12 Heróis‘, o intérprete de Thor anunciou que finalizou suas filmagens na última quinta-feira (04).
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Segundo o cineasta, as produções da MCU são tediosas e não as considera entretenimento. A crítica foi feita durante uma entrevista ao site ComickBook.com, em que ele pontuou a excelente qualidade técnica das adaptações, voltando suas críticas para o gênero.
Disse Taylor:
“Eu simplesmente não entendo nada desses filmes da Marvel. Eu tenho que ser honesto e preciso ser cauteloso com o que vou dizer, mas para mim eles são extremamente longos. Eu realmente não entendo. Eu os acho bem tediosos e não vejo essas produções como entretenimento. Elas não me entretem. Em se tratando de ofício, as adaptações são bem feitas. A ação é muita boa e tecnicamente elas são ótimas. Além disso, estes filmes possuem muitos dos atores que eu amo, mas eu simplesmente não compreendo”.
A bilionária compra feita pela Disney da 20th Century Fox já foi oficializada, mas algumas questões relacionadas aos futuros projetos do estúdio permanecem sem alteração.
E segundo o site Discussing Film, a aquisição não interferiu na escolha do diretor da adaptação ‘X Force‘ e Drew Goddard permanece à frente do roteiro e da direção.
A publicação também pontuou que ainda não se sabe se o viés da trama segue dentro do cânone de ‘X-Men’ desenvolvido pela Fox ou se a trama sofrerá alterações para entrar no Marvel Cinematic Universe.
A expectativa é que Deadpool e Cable permaneçam como os líderes dos mutantes e é bem provável que o sucesso da sequência oficialize isso.
O Globo de Ouro 2018 promete abordar o assédio e abuso sexual em Hollywood por diversas perspectivas.
Depois do anúncio de que atrizes e atores vestirão preto em solidariedade às vítimas e como forma de protesto contra os inúmeros casos, o jornal The New York Times exibirá um comercial sobre o assunto durante a transmissão da premiação.
O vídeo já foi divulgado pelo veículo em sua conta do Youtube e fala de maneira simples sobre o impacto que a união das mulheres em revelar seus casos tem para o combate deste crime.
Vale ressaltar que o The New York Times foi o jornal responsável por publicar a densa investigação a respeito do comportamento de Harvey Weinstein com inúmeras mulheres. A extensa matéria trouxe diversos relatos de vítimas, inclusive da atriz Ashley Judd.
Saiu o trailer do thriller de ação ‘Braven’, protagonizado pelo astro de ‘Aquaman’, Jason Momoa. Assista:
Na trama, Momoa precisa lutar contra traficantes perigosos para proteger a sua família, além de sobreviver ao clima intenso. Dirigido por Lin Oeding e escrito por Thomas Pa’a Sibbett.
‘Braven’ estreia esse ano, ainda sem data definida.
As cenas em que a personagem Claire, interpretada por Bryce Dallas Howard em ‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros’, corre de salto alto viraram sensação durante o lançamento do primeiro filme.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor J.A. Bayona revelou que Claire não usará salto alto na sequência, e estará mais preparada para enfrentar os dinos.
Além disso, ele afirmou que o filme terá os mesmos elementos de terror do primeiro ‘Jurassic Park‘, e explicou como esse filme terá conexão com a trilogia original.
A 8ª temporada de ‘American Horror Story‘ se passará no futuro. A informação foi revelada pelo próprio criador da série, Ryan Murphy, durante a coletiva de imprensa da 2018 Television Critics Association.
Sem oferecer muitos detalhes a respeito da trama, Murphy pontuou que a narrativa não será no espaço.
Em suas palavras:
“Tudo que posso dizer é que eu quero ir para o futuro desta vez. Isso será pontual, mas no futuro, algo que até hoje eu nunca fiz”.
Mais uma parte importante deixa a produção da 2º temporada de ‘American Gods’. Após a saída dos showrunners Bryan Fuller e Michael Green, agora quem deixa o elenco é a atriz Gillian Anderson, que interpretou a Mídia.
Segundo o Los Angeles Times, a atriz resolveu deixar a série após a saída dos criadores originais. Uma substituta ainda não foi anunciada.
Especula-se também que o próprio Neil Gaiman, autor da obra que inspirou o seriado, assuma como co-showrunner.
Foram necessários a exibição apenas de dois episódios para que o tímido canal Starz renovasse ‘American Gods’ para uma nova temporada.
Mais informações devem sair em breve.
Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.
‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ teve uma sutil referência a ‘Twin Peaks’, do David Lynch, posteriormente confirmada pelo próprio o supervisor de design, Kevin Jenkins, no livro The Art of Star Wars: The Last Jedi.
A referência em questão trata-se da sala de trono do Supremo Líder Snoke, que apresenta paredes vermelhas brilhantes, ondulantes e um piso frio, preto e reflexivo, bem como a misteriosa sala vermelha em ‘Twin Peaks’.
“Eu pensei: ‘Como você reinventa a sala do trono de O Retorno de Jedi?’. E Rian Johnson me disse: ‘Eu não quero reinventar a sala do trono porque ela já foi feita’. Ele sempre usava as palavras “orgânico” e “teatral”. No começo, a única coisa que estava certa era o vermelho pesado com banners em colunas, que fazia parte da referência à Akira Kurosawa e samurais. Rian não havia mencionado o Black Lodge de Twin Peaks, mas todos nós fizemos em uma reunião no departamento de arte e pensamos nisso”
E vocês, pegaram essa referência?
Sucesso absoluto! ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ fechou o ano de 2017 com a marca de US$ 1,04 bilhão nas bilheterias, sendo a maior arrecadação do ano nos EUA e a terceira maior no mundo.
Com esse número impressionante, de acordo com o Screen Crush, a franquia Star Wars ultrapassou a saga de Harry Potter como sucesso de bilheteria mundial.
O reboot do filme do anti-herói ‘Spawn’ está vindo por aí e parece que a abordagem do personagem título será bem diferente do seu antecessor.
O criador do personagem, Todd McFarlane, revelou ao Azcentral que o Spawn não será o protagonista dessa vez e não irá dizer nenhuma palavra durante todo o filme:
“Spawn não dirá uma palavra o filme inteiro. Esse filme é sobre o xerife e as pessoas perseguindo o fantasma. É isso… O papel principal não é do Spawn, o papel principal é de um policial, como o xerife Brody de ‘Tubarão’. Acho que podemos encaixar um ator bastante significativo que queremos. Ao contrário de outros filmes de super-heróis, não precisamos de um ator para colocar próteses e maquiagem ou ir à academia. Nós só precisamos que ele atue”
Todd McFarlane, publicou em seu twitter uma foto do seu notebook, mostrando parte do roteiro do reboot, com a seguinte legenda: “Prévia do roteiro do filme de Spawn: Aqui vai uma parte de uma cena (relativamente) inicial do último roteiro de Spawn. Aguardem novidades em breve!”
O vilão mais aguardado de 2018 nos cinemas teve seu verdadeiro nome revelado em uma HQ essa semana. A edição #14 da série mensal de Thanos mostrou o Titã encontrando uma versão mais velha de si mesmo em um futuro próximo. Em certo momento da trama, as duas versões do personagem compartilham uma conexão mental e é revelado que ele se chamaria, na verdade, Dione.
Isso mesmo, o grande vilão dos próximos filmes da Marvel se chama Dione. De acordo com a história, a mãe do vilão deu a ele esse nome antes mesmo dele nascer e antes de ficar louca, após visualizar a destruição do universo no futuro. Quando a criança finalmente nasceu, ela já estava fora de si e deu a ele o nome Thanos, que todos conhecemos. Confira um trecho:
Após o alvoroço que essa revelação causou entre os fãs, o roteirista da HQ Donny Cates, resolveu explicar que, na verdade, Dione seria o nome que a mãe dele daria para ele caso não tivesse enlouquecido:
“Desculpa. Mais uma vez, o nome dele NÃO é Dione. Leiam a revista. Dione é o nome que a mãe dele DARIA. É o nome que ela escolheu antes de vê-lo e enlouquecer, batizando-o de Thanos. O nome dele ainda é Thanos”
Os fãs da Disney já podem comemorar! ‘Malévola 2’, sequência da fantasia de 2014, já tem data para início das filmagens: abril desse ano, ainda sem dia definido.
Boa parte do filme deve ser rodado em Londres. Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã’) e Linda Wooverton (‘O Rei Leão’) serão responsáveis pelo roteiro, enquanto Joe Roth retorna para a produção do longa. A direção deve ficar a cargo de Joachim Ronning (‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar‘).
Angelina Jolie já foi confirmada como protagonista da sequência.
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