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5 Boas Atuações em Filmes Ruins

Um filme só será considerado bom ou transcender esse nível e virar um clássico se tiver boas atuações dos atores envolvidos no projeto. Mas, infelizmente, nem sempre boas atuações necessariamente irão resultar em um bom filme, pois outros fatores como roteiro, produção e direção também precisam atingir um padrão de qualidade suficiente para elevar o nível do resultado final. É como se fosse uma orquestra, não adianta o maestro e alguns dos músicos solistas entregarem boas performances se o resto dos membros não seguir esta qualidade. No final, a música irá soar destoante.

Ainda assim, é preciso reconhecer o esforço dos atores que conseguem, apesar das adversidades de produção ou de estarem presos a um roteiro ruim, entender seus personagens e entregar boas atuações em filmes que são claramente ruins. Isso não quer dizer que teremos atuações dignas de Oscar, mas pelo menos podermos presenciar um ator que se entrega ao papel da forma que ele exige e, como diz o ditado, “dança de acordo com a música”. Em muitos casos, o ator inteligentemente percebe o quão clichê e caricato seu personagem é e entrega uma performance digna de ala psiquiátrica. Em outros casos, o ator consegue manter sua atuação consistente e levar a sério seu papel, ainda que o filme claramente esteja abaixo de sua qualidade.

Seja como for, decidi fazer uma lista com 5 representantes desta categoria de esforçados atores que conseguiram “transformar os limões em limonada” e nos entreter apesar dos filmes ruins a que estavam presos. Vale lembrar que não é um “Top 5” e peço que todos listem outros casos de atores ou atrizes que estão nesta categoria de “heróis”!

 

James Woods em ‘O Especialista’ (1994)

Desde o começo eu já imaginava que este filme era apenas uma desculpa para juntar Stallone e Sharon Stone em um filme, porque na época me lembro que eles foram eleitos como as “pessoas mais sexys do universo” ou algo assim. E o resultado final só comprovou isso, com os dois protagonistas sem muito interesse e inclusive sem química. No entanto, o vilão interpretado por James Woods (o mestre em vilões piegas) é tão clichê e engraçado que rouba todas as cenas em que participa e se mostra como uma das melhores aparições de Woods em “blockbusters” de Hollywood. Só a cena do elevador em que ele fala para o cara “sumir e arranjar outra camisa” já vale sua participação.

 

Tim Roth em ‘O Planeta dos Macacos’ (2001)

O reboot da consagrada franquia do passado comandado por Tim Burton foi um espetáculo de esquisitices que renderam várias sátiras e, se fosse hoje em dia, dispararia uma “metralhadora de memes” pela internet. Apesar disto, o vilão “Thade” interpretado por Tim Roth conseguiu se destacar e passar a ameaça que se esperava. Mesmo estando escondido debaixo de muitas próteses e maquiagem, o excelente ator provou seu talento entregou uma performance séria e convincente que, infelizmente, não foi acompanhada de um roteiro melhor ou de outros protagonistas igualmente capazes.

 

Ryan Reynolds em ‘Blade: Trinity’ (2004)

A trilogia de filmes do Blade tem seus altos e baixos e, definitivamente, o último filme é o ponto fraco desse elo. Em meio a uma produção extremamente conturbada em que Wesley Snipes estava se drogando e bancando a estrelinha “na velocidade 5”, este filme estava fadado ao fracasso. Ainda assim, Ryan Reynolds é um dos poucos que demonstra algum interesse e nos deu uma boa amostra do que estava por vir em “Deadpool” ao distribuir tiros e sopapos com competência e disparando suas tiradas com bom humor.

 

Christopher Reeve em ‘Superman III’ (1983)

Para mim é inquestionável o fato de Christopher Reeve ter sido o melhor ator a vestir a capa do herói mais famoso do cinema. Após dois bons filmes (se considerarmos a versão de Richard Donner para o segundo), tivemos duas péssimas continuações. No terceiro, que teve um tom bem mais cartunesco que tentou se aproximar dos quadrinhos, o resultado foi bem decepcionante e tão ingênuo que chega a ser bobo. Mas isso não parece ter afetado o entusiasmo e a seriedade com que Reeve interpretou o Superman e ele continuou entregando excelentes performances no papel, com destaque para a parte onde precisa lutar contra o seu “lado mal”.

 

Raul Julia em ‘Street Fighter’ (1994)

Este sem dúvidas é o pior filme desta lista e inclusive já o incluí em uma lista dos “10 piores filmes baseados em games”. Não quero agora me contradizer, mas o fato é que a performance de Raul Julia é a única coisa que pode ser salva dessa fétida bomba cinematográfica. O ator, em um golpe de inteligência, percebeu o quão bobo e caricato era seu personagem e entregou uma atuação que casou perfeitamente com esse clichê, descascando de forma magistral o abacaxi que recebeu. Principalmente se considerarmos que ele estava com sua saúde extremamente debilitada por ter acabado de passar por uma cirurgia e ter tido uma intoxicação alimentar grave e perdido muito peso. Tanto que, logo depois das filmagens, ele faleceu. Uma pena que seu último papel não tenha sido algo digno do seu enorme talento.

 

‘O Exterminador do Futuro 2’ completa 25 anos; Assista raro vídeo dos bastidores!

O fantástico ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘ (1991) completa 25 anos hoje, dia 3 de Julho.

Para comemorar a data, o astro Arnold Schwarzenegger divulgou um raro vídeo com os bastidores da produção.

Assista:

Em comemoração ao 25º aniversário do seu lançamento, a ficção científica vai voltar aos cinemas em todo o mundo neste ano em um relançamento 3D. O roteirista e diretor James Cameron confirmou que está supervisionando e produzindo uma conversão do clássico de 1991 para o 3D através de uma remasterização digital.

Apesar do relançamento acontecer a nível mundial, a principal razão para a conversão tem a ver com a China.

Schwarzenegger recria cena de ‘O Exterminador do Futuro 2’ em comercial 

As duas continuações de ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis‘ foram engavetadas e não tem mais previsão para acontecer. A produtora Dana Goldberg revelou que os futuros filmes da franquia não foram cancelados, eles estão apenas sendo “reimaginados”.

O longa, que custou US$ 155 milhões de dólares, arrecadou somente US$ 89 milhões nos Estados Unidos. A bilheteria mundial foi melhor, com US$ 440 milhões, valor impulsionado principalmente pela China que, sozinha, conquistou mais de US$ 112 milhões.

A sequência tinha estreia marcada para 19 de maio de 2017, com o fim da nova trilogia agendado para 29 de junho de 2018.

Novas datas devem ser agendadas em breve.

‘O Exterminador do Futuro’: Relembre os 4 filmes da franquia em 10 minutos 

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios 

Schwarzenegger conta que passou dificuldades antes de ‘O Exterminador do Futuro’ 

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

Aquele das 1001 curiosidades sobre ‘Friends’

A série que foi um sucesso por 10 temporadas e, mesmo depois de tantas histórias, deixou os fãs desolados com seu fim, colocou os 6 atores em um patamar altíssimo, tanto que boatos dizem que um dos motivos do fim da série era o exorbitante salário que eles recebiam nas temporadas finais.

A mãe de todas as sitcoms transformou cada um dos atores envolvidos nela em grandes celebridades, talvez em algo muito maior do que eles imaginavam que a carreira deles poderia se tornar ou mais gigantesco do que a série poderia ser, afinal é difícil imaginar que alguém poderia prever a dimensão que tudo tomaria quando o primeiro roteiro estava sendo escrito, ou quando o piloto foi produzido e transmitido.

Todo esse papo foi pra aquecer para o tema de hoje, afinal todos nós acompanhamos por 10 anos uma incrível trajetória, mas a gente não fala muito sobre o que havia de vida antes e dos acontecimentos que vieram depois da série na vida daqueles atores. Relembrar tantas histórias que fizeram parte da vida dos fãs mais fervorosos é evidentemente um chover no molhado, por isso que é duro a gente achar algo no meio de tudo que já foi falado para tentar produzir algum conteúdo que traga novidades para vocês.

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Então, ao invés de simplesmente falar da série em si, eu resolvi fazer um apanhado que traga algumas curiosidades sobre a série e também fale sobre o que os atores faziam antes e fizeram após o término da produção. Vale lembrar que alguns rumores têm rondado frequentemente o núcleo de ‘Friends‘, seja quando o assunto é namoro ou o rompimento de longas amizades… Então teremos alguns momentos Nelson Rubens por aqui.

‘Friends’ é eleita a Melhor Série de Todos os Tempos! 

Muitas tendências e estilos saltam das telas e passam a fazer parte do nosso cotidiano. Um deles, na época que Friends começou a ser exibida, foi o corte de cabelo da Jennifer Aniston, corte esse que foi feito por uma amiga dela. Levou um tempinho, mas a atriz assumiu eventualmente que nunca gostou daquele estilo.

Embora a gente tenha levado um tempo para saber disso, parece que isso não era muita novidade para os produtores da série. Lembram-se daquele episódio que a Rachel faz uma tatuagem? O Ross se coloca nitidamente contra a ideia e um dos argumentos que ele usa é que se a pessoa fizer uma tatuagem e não gostar é algo como usar um corte de cabelo feio o tempo todo, o que faz todo o elenco em cena cair na risada.

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Matt LeBlanc estudou carpintaria, e a primeira coisa que me veio na mente ao ler isso foi relembrar aquela época que o Joey começou a tentar arrumar algumas ocupações no apartamento e acabou construindo uma espécie de um rack de madeira (ou uma Central de Entretenimento, com já foi chamada, se não estou muito enganada), mas falhou em medir o espaço que ele tomaria quando fosse colocado no lugar em que ele pretendia deixar.

Outra coisa que reparei nesses tempos ao voltar a ver a série do começo de novo pela milésima vez é como o personagem do Joey muda com o passar do tempo, é bem notável que no começo da série o único traço que ele tinha e foi mantido é o fato de ele ser o garanhão dos amigos, mas ele não era – nem de longe – tão lerdinho quanto foi ficando com o tempo. Essa mudança foi inserida no personagem pelo próprio ator. Para quem assistiu ‘Episodes‘, série que LeBlanc protagonizou e que foi roteirizada por um dos criadores de ‘Friends‘, a coisa fica ainda mais interessante, já que o ator, que representa a si mesmo na série, sempre coloca o dedo no personagem para deixá-lo do jeito que ele quer que seja.

‘Friends’: Cena cortada após ataques do 11 de Setembro cai na internet 

Por mais que o nosso querido Chandler seja hilário nisso, sua futura esposa na série ficou bastante conhecida em ‘Friends‘ por suas dancinhas, especialmente nos períodos de adolescência quando ela ainda estava bem acima do peso. A própria atriz já admitiu várias vezes que morre de medo de engordar, pois sua família toda tem o corpo em formato de pera.

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Fora da série, a atriz Courteney Cox foi selecionada entre outras 300 concorrentes para participar do clipe Dancing in the dark, do cantor Bruce Springsteen nos anos 80. O papel dela era simples: subir no palco e dançar com o cantor durante uma apresentação ao vivo dele. Uma coisa que talvez poucos saibam é que os passos de outro personagem icônico de série nasceram, em partes, desse clipe…

Especial | O reencontro de ‘Friends’ 

Sabe aquela famosa dança de Carlton Banks em ‘Um Maluco no Pedaço‘? A coreografia foi um tanto quanto inspirada nos passos que a atriz faz no clipe o que, segundo ele, é uma sátira do jeito que os brancos sempre dançam.

Além de serem amigas de longa data (mas já chegaremos nesse tópico com mais calma), Jennifer Aniston e Courteney Cox já tiveram um affair em comum, sendo que ambas já namoraram o vocalista da banda Counting Crows, Adam Duritz. Se for verdade que Courteney estaria namorando (ou só deu uns pegas em) seu ex-colega de elenco Matthew Perry, esse número sobe, considerando que ele já havia namorado Jennifer antes dos dois entrarem para a série.

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Bem antes da fama dos 6 atores principais da série, um coadjuvante de ‘Friends‘ já era figura conhecida em Hollywood! Estamos falando de Marcel, o simpático símio adotado por Ross, que já havia atuado em uma produção chamada ‘Epidemia‘.

‘Friends’: Matthew Perry fala sobre seus problemas com drogas e álcool 

Marta Kauffman, uma das roteiristas da série, usa alguns fatos e pessoas da sua vida pessoal para agregar o conteúdo de ‘Friends‘. Ela já contou que aquele papinho danado que Paul – the wine guy – passa em Monica no piloto da série aconteceu de verdade com ela. Além disso, a ideia para desenvolver a relação de Carol, a primeira esposa de Ross, com Susan veio de um relacionamento real entre duas amigas da roteirista que são, inclusive, madrinhas da filha de Marta.

Falando em Carol (e sei que pode ser meio precoce falar isso), só eu que fiquei bem contente com a mudança de atrizes entre o piloto e a série? Eu adoro a personagem e sou daquelas que queria sim ter visto tanto mais dela quanto da Susan em ‘Friends‘.

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David Schwimmer, o cara do sobrenome mais chato de se escrever, teve seu personagem escrito quase que sob encomenda. Alguns sites dizem que David não fez nem teste para agregar o elenco, outros sites dizem que a única personagem que entrou diretamente na série foi Lisa Kudrow. No decorrer dos tempos, David chegou a dirigir alguns episódios e, atualmente, tem trabalhado muito mais atrás das câmeras (seja como diretor ou dublador em filmes).

Assista ao especial com a reunião de ‘Friends’ 

Reza a lenda que o ator é tão metódico (pegando leve, pois alguns usam o termo ‘chato’) quanto o Ross em si em alguns momentos (não que eu ache o personagem chato, que fique claro). É de conhecimento geral que o ator fez uma obra gigante que irritou tanto seus vizinhos que um chegou a pichar “Ross não é legal” no local.

Lisa Kudrow é filha de um dos maiores especialistas em dor de cabeça dos Estados Unidos. A atriz não apenas é muito mais inteligente do que sua personagem, como é muito mais inteligente do que a gente pode imaginar. Nossa querida Phoebe é formada em Psicobiologia e lançou um aclamado estudo sobre casos de enxaqueca em pessoas canhotas. Ela até pensou em seguir os passos do pai antes de virar atriz, mas acabou indo fazer a audição para a série por um empurrãozinho todos especial de seu namorado na época, o apresentador Conan O’Brien.

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A interprete de Monica Geller foi eleita várias vezes como uma das mulheres mais bonitas do mundo, mas ela é a única atriz do elenco que nunca foi indicada para nenhuma premiação por sua personagem. Lisa e Jennifer são as únicas atrizes da série que foram premiadas por suas atuações na série. A série tem um total de 62 prêmios em suas 172 indicações para premiações e categorias diversas.

Julia Roberts, que interpretou uma personagem que nutriu um ódio mortal (por muitos anos) por Chandler, chegou a namorar Matthew Perry após sua participação em ‘Friends‘. Quem não poupou os comentários sobre o fim do relacionamento foi o ator, que disse que Julia tinha mania de ficar pedindo dinheiro emprestado e “ela deixava a cozinha sempre suja e a pia do banheiro cheia de pasta de dente”

Talvez Rachel não tenha sido a Friend mais namoradeira do grupo, muito embora ela tenha tido vários encontros durante a série, mas ainda assim foi ela quem passou o rodo na geral e beijou absolutamente todo o elenco principal da produção. O único desses que não foi exibido, mas que sabemos que aconteceu, foi com Monica, quando elas estavam desesperadas para recuperar o apartamento em que moravam das mãos de Chandler e Joey.

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Não existe uma temporada sequer da série que passou ilesa pela marca registrada que foi a voz de Janice, uma das primeiras namoradas do Chandler que conhecemos. Até na sexta temporada, na qual a atriz não aparece, ela faz sua presença falando no meio de algumas músicas de uma fita que tinha gravado para seu ex.

Muito embora nenhum avião tenha uma Phalange (seja esquerda, direita, ou qual for), todos nós temos várias Phalanges pelo corpo, já que esse termo representa o nome de alguns ossos que temos nos dedos das mãos.

Tanto Rachel quanto Monica já foram substituídas em curtos momentos de episódios da série, e eles passaram bastante despercebidos, mas depois que notamos, vemos que as pessoas que foram colocadas em seus lugares têm diferença de estilo gritantes em relação às atrizes. Também seria bacana relembrar aquele episódio em que o dono do Central Perk pede para que Phoebe pare de tocar na cafeteria e ela fica tocando do lado de fora. Quando Rachel senta para conversar com ela e ver quanto ela havia conseguido arrecadar, um rapaz volta desesperadamente vendo se não jogou um preservativo na case do violão por acidente. O rapaz em questão era o mesmo interprete de Frank Jr., que depois de algum tempo nos seria apresentado como o meio irmão de Phoebe. A atriz que faz a assessora de Joey também aparece ‘deslocada’ no começo da série, sendo uma das ajudantes no parto de Ben, filho de Ross e Carol.

Passado o passado (ou nem tanto), é hora de falar um pouco do que anda acontecendo no mundo dos atores de ‘Friends‘.

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Jennifer Aniston é a verdadeira atualização do termo “parece que o jogo virou, não é mesmo?”. Ela praticamente implorou por seu papel na série e passou alguns apuros para abandonar uma produção com a qual já havia assinado quando foi aceita em ‘Friends‘. A série na qual ela atuaria não durou quase nada. Mesmo assim a atriz assumiu depois de um bom tempo que quase não voltou para a última temporada da série, pois achava melhor um encerramento enquanto tudo ainda estava no seu auge.

Mas o caso é que a ex senhora Brad Pitt virou a queridinha das comédias românticas, sendo uma das figuras mais solicitadas do cinema atual. Deixando a vibe mais cômica, vale sempre ressaltar que ela quebrou alguns paradigmas e surpreendeu muitas pessoas como a protagonista do filme ‘Cake – Uma Razão para Viver‘.

Sua amiga de longa data, Courteney Cox, não conseguiu se dar excepcionalmente bem no mundo do cinema (com exceção da franquia ‘Pânico‘), e ficou basicamente na TV, mas ainda assim sem muita relevância. Ela chegou a atuar como protagonista em uma série chamada ‘Cougar Town‘, que durou 6 temporadas e tem uma considerável boa avaliação da crítica. Dizem por aí que a série ia prosseguir, mas a atriz abandonou a produção por uma questão familiar, que nunca foi revelada.

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Ainda enquanto interpretava Monica Geller, Courteney casou-se com David Arquette, fato que pode ser bem lembrado na abertura especial que foi feita na série após seu casamento, onde o sobrenome do marido foi incluso no nome de todos do elenco naquele episódio. O casamento foi duradouro, mas acabou em 2010. Depois de algum tempo, ela chegou a ficar noiva do músico Johnny McDaid, mas o casal rompeu o noivado e uma nova novela começou.

Com o fim do noivado de Courteney, vieram duas notícias relevantes para os fãs de ‘Friends‘. A primeira delas deixou os fãs em êxtase, quando foi revelado que ela estaria de namoro com Matthew Perry, transformando o casal das telas em um casal na vida real.

Já a segunda, que é bem triste, é que o fim da relação teria abalado totalmente sua amizade com Jennifer Aniston. Segundo algumas fontes que se identificam apenas como amigos pessoais da atriz, Jennifer e seu marido teriam ficado muito amigos de Johnny e não dado nenhum tipo de apoio à Courteney no fim do relacionamento, algo que ela havia feito na delicada separação de Jennifer e Brad Pitt.

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Se isso é verdade ou não, difícil de saber. Mas é fato que eu estava revendo a reunião recente do elenco e a relação entre as duas parecia bem mais politizada do que o comum. A gente torce para ser apenas um boato, pois imaginar o fim de uma amizade tão longa e que sempre pareceu tão bonita é realmente anunciar o fim de uma era.

Lisa Kudrow nitidamente se deu ao luxo de fazer apenas o que queria depois de Friends, ela protagonizou duas excelentes séries produzidas por … Ela mesma! Uma era um formato incomum, pois era uma web-série que foi bem aceita e passou a ser produzida para o canal Showtime. ‘Web Therapy‘ teve 43 episódios na TV e 133 na internet. Mas pra mim a cereja no topo do bolo foi ‘The Comeback‘, que foi transmitida na HBO e mostrou outra face de Lisa como atriz e me surpreendeu bastante, sem contar que todo o enredo é sensacional, é sem sombra de dúvidas uma das minhas séries de todos os tempos.

Episodes‘, protagonizada por Matt LeBlanc, rendeu um Globo de Ouro ao intérprete de Joey, que chegou a seguir com uma série onde seguia interpretado o personagem que o consagrou em ‘Friends‘, sendo que essa não obteve muito sucesso. O ator também fez participou de alguns filmes e está sempre, uma hora ou outra, envolvido em alguma coisa. Mesmo que nunca tenha conseguido superar o triunfo em ‘Friends‘, ele ainda é uma figura carimbada por aí.

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Matthew Perry marcou presença em vários filmes, na TV ele acabou pipocando em várias séries, inclusive protagonizando a maioria delas, mas infelizmente suas produções não foram muito promissoras. O ator ainda ficou à sombra dos problemas com drogas que teve no decorrer da série e afirma que não se lembra de muitas coisas da época em função dos problemas vindos com o vício. Mesmo que tenha ficado fisicamente notável as mudanças do ator no decorrer das temporadas, é fato que são ou alterado ele sempre nos entregou um maravilhoso personagem e merecia seguir com uma ótima carreira com o término de ‘Friends‘.

David Schwimmer assumiu bem mais trabalhos atrás das câmeras do que atuando. Seja dirigindo ou dublando, ele segue engajado em produções que acompanhamos e conhecemos. Nesse ano David retornou para um grande papel vivendo um advogado na série ‘American Crime Story: O Povo contra OJ Simpson‘, com um papel bastante diferenciado de Ross, que nos entregou algumas das cenas mais cômicas de ‘Friends‘.

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Para quem não acompanhou a série, vale lembrar que ‘Friends‘ é gigantesca por uma razão. Seu humor não apelativo e com base em fortes diálogos marcaram uma época e uma legião de fãs segue apaixonada até hoje. Todas as temporadas dessa maravilha estão no Netflix, então fica difícil arrumar um pretexto para não pegar um baldão de pipoca e começar uma das melhores maratonas da sua vida.
Ah, dois bônus válidos:

Marta Kauffman, uma das criadoras de ‘Friends‘, continua fazendo a vida da gente muito mais divertida até hoje assinando a maravilhosa e hilária ‘Grace & Frankie‘, original do Netflix.

Todo mundo fala das milhões de participações de famosos na série, mas tem uma cara tão familiar pra galera da minha geração que quase nunca é lembrada. Naquele episódio que o Joey tem uma namorada que fica batendo nele, a menina em questão é a atriz Soleil Moon Frye, mais conhecida por todos nós como Punky, a levada da breca.

Pixar não planeja sequências de ‘Wall-E’, ‘Ratatouille’ e ‘Divertida Mente’

Apesar do sucesso de ‘Procurando Dory’, a Pixar planeja frear a produção de sequências. Jim Morris, o presidente do estúdio, revelou à Entertainment Weekly que eles planejam se focar em produções originais.

Apesar de já ter agendadas as estreias de ‘Carros 3‘ (2017), ‘Toy Story 4‘ (2018) e ‘Os Incríveis 2‘ (2019), a Pixar não planeja sequências dos filmes ‘Wall-E‘, ‘Ratatouille‘ e ‘Divertida Mente‘.

“Os estúdios costumam fazer sequências porque tem poucos filmes originais de sucesso, mas nosso modelo de negócio é diferente: não fazemos a sequência se o diretor tiver uma ideia original que gostamos e queremos investir”, afirmou.

Após a estreia de ‘Os Incríveis 2‘, em 21 de junho de 2019, o estúdio planeja fazer apenas produções originais.

“Em alguns aspectos, a sequência é ainda mais difícil de se fazer do que um filme original. Criamos expectativas e não podemos desapontar”, continua.

‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’ tem seus cartazes divulgados

Segundo ele, ‘Wall-E‘ é um dos filmes que não precisa de sequência.

“Seria bom retornar a esse mundo e mostrar às pessoas que os humanos voltaram para aquele planeta destruído e e sobreviveram. Mas essa foi uma história de amor com princípio, meio e fim”, afirmou.

Outro filme que não ganhará sequência tão cedo é o genial ‘Divertida Mente‘.

“O diretor do primeiro filme, Pete Docter, tem uma ideia original para o seu próximo projeto. Nem conversamos sobre uma sequência. Mas nada é impossível.”, concluiu.

Os Melhores e “os Piores” Filmes da Pixar

 

 

Bilheterias EUA: ‘Procurando Dory’ lidera; ‘A Lenda de Tarzan’ e Spielberg fracassam

Procurando Dory‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias norte-americanas e conseguiu se manter na primeira posição em sua terceira semana, não dando chance para a concorrência.

O filme da Disney-Pixar arrecadou incríveis US$ 41 milhões de quinta a domingo, caindo apenas 40% em relação ao fim de semana anterior. O filme já soma US$ 372,2 milhões nos EUA e US$ 538 milhões mundialmente.

Para se ter uma ideia, a animação já ultrapassou o total arrecadado por ‘Universidade Monstros‘ (US$ 268 milhões) nos EUA em 2013.

Vale lembrar que a expectativa do mercado é que a animação ultrapasse tranquilamente US$ 1 bilhão, sobretudo, porque ‘Procurando Nemo‘, em 2003, fez mais de US$ 900 milhões.

Confira nossa crítica:

Ellen DeGeneres revela detalhes de ‘Procurando Dory’ e dá bronca nos pais

As previsões pessimistas para ‘A Lenda de Tarzan‘ (The Legend of Tarzan) se confirmaram, e o filme teve uma fraca abertura na segunda posição, arrecadando apenas US$ 38 milhões.

Tarzan‘ foi financiado pela Warner Bros e Village Roadshow, e custou altíssimos US$ 180 milhões para ser realizado e mais dezenas de milhões para sua campanha de marketing. Para o filme se pagar nas bilheterias, seria necessário arrecadar mais de US$ 400 milhões.

A Lenda de Tarzan‘ é estrelado pelo indicado ao Oscar Samuel L. Jackson (‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’) e  Margot Robbie (‘O Lobo de Wall Street’).

O novo longa do diretor David Yates tem estreia marcada para 21 de julho nos cinemas nacionais.

12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição‘, o terceiro filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’ (The Purge), abriu com ótimos US$ 30,8 milhões. O terror custou apenas US$ 10 milhões e já se pagou nas bilheterias.

A trama traz o personagem de Frank Grillo (‘A Perseguição’) tentando salvar uma senadora na noite do Expurgo.

O elenco conta com Betty Gabriel (‘Beyond Skyline’), Edwin Hodge (‘Assim na Terra Como no Inferno’), Kyle Secor (‘Veronica Mars’), Joseph Julian Soria (‘Camp X‑Ray’) e Elizabeth Mitchell (‘Lost’, foto acima).

A Universal Pictures agendou o lançamento nos cinemas nacionais para 15 de Setembro de 2016.

O Bom Gigante Amigo‘, longa de Steven Spielberg, também decepcionou nas bilheterias. A aventura estreou na quarta posição, com míseros US$ 19 milhões. O orçamento foi de altos US$ 140 milhões.

O filme narra a história cheia de imaginação de como um Gigante apresenta à pequena Sofia as maravilhas e os perigos da Terra dos Gigantes.

Independence Day: O Ressurgimento‘ caiu para a quinta posição, com US$ 16,5 milhões.

A ação é estrelada por Liam Hemsworth, Maika Monroe e Jessie Usher, que se juntaram aos astros Jeff Goldblum, Bill Pullman, Brent Spiner, Judd Hirsch e Vivica A. Fox.

O orçamento foi de US$ 165 milhões, mais custos com marketing.

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Confira o TOP 10:

1. Procurando Dory – US$ 41,9 milhões
2. A Lenda de Tarzan – US$ 38,1 milhões
3. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição – US$ 30,8 milhões
4. O Bom Gigante Amigo – US$ 19,5 milhões
5. Independence Day: O Ressurgimento – US$ 16,5 milhões
6. Um Espião e Meio – US$ 12,3 milhões
7. Águas Rasas – US$ 9 milhões
8. Free State of Jones – US$ 4,1 milhões
9. Invocação do Mal 2 – US$ 3,8 milhões
10. Truque de Mestre: O 2º Ato – US$ 2,9 milhões

Os Melhores Filmes da Primeira Metade de 2016

Mais um ano está passando, quando 2016 se vê com metade do percurso percorrido. Para quem vive de assistir a filmes isto significa que muita coisa já passou por nossa vista, algumas despercebidas, outras marcando, seja positivamente ou negativamente. Isso significa também que chegou a hora para a famosa lista do meio de ano, na qual apresentamos o que de melhor e pior passou por nossas mentes e corações.

Antes de começarmos com a lista oficial, vale citar algumas menções honrosas, como os nacionais Mundo Cão, Reza a Lenda, Nise – O Coração da Loucura e Em Nome da Lei; os Oscarizáveis A Grande Aposta, Trumbo – Lista Negra e Carol; o francês Meu Rei (assistido no Festival Varilux deste ano); e ainda Ave, César, O Conto dos Contos, Amor por Direito e Conspiração e Poder.

Todos filmes citados variam de bom a excelente, mas não encontraram lugar entre os favoritos. Vamos à contagem.

Invocação do Mal 2

Invocação do Mal 2 - CinePOP

O diretor James Wan prova que um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, entregando a sequência do terror de maior sucesso mainstream e mostrando tanta qualidade quanto da primeira vez. Uma das melhores continuações de um filme de terror de todos os tempos, Invocação do Mal 2 é tão satisfatório quanto o original, desta vez movendo a ação para o Reino Unido.

  O casal Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga), a força do original, está de volta, desvendando um novo caso envolvendo poltergeists, desde já icônicos. E o sentimento que fica é: quando sai o terceiro? Queremos para ontem.

Capitão América: Guerra Civil

Guerra Civil - CinePOP

A rival DC tirou Batman Vs Superman da disputa com Vingadores: Era de Ultron, movendo o blockbuster de 2015 para 2016. A solução da Marvel foi: fazer do terceiro Capitão América um Vingadores 2.5. Deixando de lado a polêmica e comparações com o filme da DC, vale dizer que Guerra Civil não é somente superior ao citado Era de Ultron, como entra para a seleta lista dos cinco melhores filmes da Marvel no cinema.

Deadpool

Deadpool - CinePOP

Por falar em filmes de heróis, o melhor do ano foi um que justamente tira sarro com o gênero. O filme do mercenário tagarela foi pura gozação, humor ácido do início ao fim, e deu ao ator Ryan Reynolds a redenção que precisava, afinal foram três bolas fora sequenciais no subgênero dos filmes de herói (Blade Trinity, X-Men Origens: Wolverine e Lanterna Verde, que vira alvo das piadas do incorreto personagem igualmente).

Junte a isso, uma excessiva quebra da quarta parede e o uso extensivo de metalinguagem, e temos o filme de herói mais original (se olharmos para a história central nem tanto) dos últimos tempos.

Sinfonia da Necrópole

Sinfonia da Necrópole - CinePOP

De todos os filmes nacionais do ano, esta pequena pérola é o que merece espaço na lista, simplesmente por um fato: é a produção nacional mais criativa e diferenciada dos últimos anos (ou quem sabe de todos os tempos). Os filmes brasileiros costumam seguir uma fórmula de gênero e dificilmente escapam dela, desta forma temos amontoadas comédias bobas, romances e os típicos “filmes de bandidagem” (favela movies e afins) – ah, não podemos deixar de lado os pretensiosos “filmes sociais”.

Sinfonia da Necrópole esquece tudo isso e simplesmente cria, sem medo de se assumir. A jovem cineasta Julia Rojas investe no que acredita, sem pensar se atingirá o grande público massificado, coisa que seu parceiro usual, Marco Dutra, faz igualmente em suas obras. Dutra compõe algumas músicas deste musical (sim, você leu certo) fúnebre e totalmente inusitado, passado num cemitério. Esta é uma proposta que poderia ter dado muito errado, mas os envolvidos fazem dar certo, se empenhando em criar bons personagens, desenvolve-los com bons diálogos e boas interações, nunca passando do ponto, e, é claro, confeccionando músicas pra lá de divertidas. Sinfonia da Necrópole não é um filme brasileiro bom, é um filme bom. Este é um nacional que você precisa assistir.

Truman

Truman - CinePOP

Filmes de doentes e doenças podem descambar para a pieguice extrema se tornando insuportáveis. O espanhol Truman faz um trabalho tão bom no caminho inverso que pode ser considerado o melhor filme sobre o tema “câncer” de todos os tempos. Dirigido pelo espanhol Cesc Gay (um nome para ficarmos de olho) e protagonizado pelo argentino Ricardo Darín e pelo conterrâneo do cineasta Javier Cámara (simplesmente incrível aqui, geralmente é o companheiro de tela quem recebe todos os holofotes), o filme em momento algum pede para que sintamos pena de seus personagens.

Truman tem o coração e a mente no lugar certo, nunca deixando um sobrepujar o outro. É o equilíbrio perfeito entre os sentimentos que nos fazem existir como seres humanos, sem se tornar cínico ou cético demais. Acreditamos nestes personagens o tempo todo e embarcamos com eles por esta jornada, sem que nos caia a ficha de que estamos assistindo a um filme. Bem, meu amigo, quando isto acontece, os envolvidos em uma produção sabem que atingiram a nota certa. Corra e veja.

A Juventude

A Juventude - CinePOP

Ricardo Darín é um ídolo, considerado um dos melhores (ou o grande) atores de sua geração. Antes, no entanto, existia o britânico Michael Caine. Mas ao lembrarmos que Caine ainda está vivo, e ainda faz filmes do nível de A Juventude, a coisa se complica.

Dirigido pelo italiano Paolo Sorrentino, considerado por si só um dos grandes mestres do cinema atual, que parou o mundo em 2013 com A Grande Beleza, o novo trabalho do cineasta aponta para os mesmos temas de seu filme anterior, no entanto, com uma nova visão. O humor desta vez é mais abrangente e o filme um pouco menos artístico. Mesmo assim, muita beleza é retirada desta história sobre envelhecer e esperar a morte, seja a estética da parte técnica, ou a sutileza com a qual Sorrentino escreve, ao mesmo tempo dando tapas de luvas em cineastas e cinéfilos pedantes.

A Bruxa

A Bruxa - CinePOP

Não basta ser um filme de terror para ser comentado. No caso de A Bruxa, este terror independente e extremamente artístico se tornou um dos filmes mais comentados dos últimos tempos, isto antes de sua estreia. O filme do diretor estreante Robert Eggers recebeu elogios prévios em suas primeiras exibições em festivais e chegou ao grande circuito (bem, quase) completamente enaltecido.

Foi o bastante para que o mundo, incluindo o Brasil, se voltasse para o filme e o esperasse com fervor. No entanto, como avisei em meu texto aqui mesmo no CinePOP, quando assisti ao filme em setembro passado no Festival de Toronto, este não é um terror para todos os gostos, e talvez seja inclusive mais recomendado para os fãs de cinema em si. Dito e feito, enquanto uma parcela do público e os críticos se banham em felicidade, muitos se recusam a aceitar a produção como sequer uma obra do gênero. É o preço a se pagar pela excelência.

O Regresso

O Regresso - CinePOP

E Leonardo DiCaprio finalmente levou seu Oscar. Além de uma das melhores atuações, dentre tantas, da carreira do astro, vale mencionar que O Regresso é o último filme do monstro Alejandro G. Inárritu. O que isso significa? Bem, Inárritu atingiu aquele patamar, que o coloca lado a lado com os deuses do cinema, e seus trabalhos irão para sempre perpetuar e serem estudados. Tá bom para você?

Qualquer história simples pode se transformar no melhor dos filmes desde que seja bem contada, e Inárritu costuma trabalhar muito bem o roteiro e estrutura de seus projetos. Aqui, é uma história humana de vingança que ganha os holofotes, quando um homem desafia a morte e vence, retornando para caçar o homem que matou seu filho e o deixou para morrer, tudo passado em 1820. Um tema tão rico e digno, que remete a clássicas histórias shakespearianas, e volta ainda mais no tempo. E pensar que a garotada só quer saber da Marvel…

Mogli – O Menino Lobo

Mogli - CinePOP

Se você me dissesse ano passado que eu iria incluir na minha lista dos melhores (mesmo que da primeira metade do ano) este filme, eu provavelmente teria dificuldade em acreditar. O fato é que ninguém esperava que a reimaginação do clássico The Jungle Book, de Rudyark Kipling, em versão de carne e osso (e muito CGI) fosse ficar tão boa.

Tudo gira harmonicamente nessa engrenagem, fazendo os mais céticos tirarem o chapéu. Desde a escolha acertadíssima do protagonista (o carismático Neel Sethi – fiquemos de olho neste guri), passando pelas vozes empenhadas de gente como Bill Murray, Idris Elba, Scarlett Johansson e Lupita Nyong´o, até os efeitos especiais de computadores mais satisfatórios, digamos, desde Avatar (2009), tudo é sincronicamente perfeito nesta tocante história que usa como tema o significado verdadeiro da família. Mais um ponto para o eficiente diretor Jon Favreau. Fomos para a selva com Mogli e gostamos.

Creed – Nascido para Lutar

Creed - CinePOP

Assistimos a Rocky – Um Lutador (1976) e gostamos. Assistimos a Rocky II – A Revanche (1979) e , tá, até que gostamos. Assistimos a RockyIII – O Desafio Supremo (1982) e Rocky IV (1985) e nos divertimos horrores. Assistimos a Rocky V (1990) e não gostamos. Não merecíamos isso, como a saga de Rocky poderia terminar em uma nota tão amarga. Daí, assistimos a Rocky Balboa (2006) e novamente tivemos fé em Stallone, que deu a volta por cima com um final digno. Agora chega, né?

Chega nada, infeliz. Ninguém acreditava que Creed: Nascido para Lutar daria certo, afinal quem no mundo precisava de mais um filme de Rocky Balboa (mesmo que este fosse o coadjuvante), contando uma história muito parecida com a do filme original? Bem, todo mundo. Quando um filme é bem produzido, quando nele constam excelentes atuações, uma boa trilha sonora, boas cenas, bons diálogos, tomadas inacreditáveis e todos os componentes parecem interagir de forma cronometrada, nada mais importa. Somos arrebatados.

Anomalisa

Anomalisa - CinePOP

Este ano tivemos diversas animações de qualidade, no entanto, a que conquista lugar aqui é esta animação adulta, saída da mente de Charlie Kaufman. Usando uma técnica de animação muito especial, que assemelha bonecos a seres humanos, nos confundindo em determinados trechos, o novo filme do cineasta é também sua obra mais adulta (que ironia), sem que de fato utilize elementos de fantasia (como em trabalhos anteriores, vide Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças e Quero Ser John Malkovich).

Na trama, apenas adentramos a mente de um homem, percorrendo todos os seus traumas e dificuldades de relacionamento. Pode soar estranho a princípio, mas é extremamente identificável. Fora isso, os detalhes são incríveis e o trabalho por trás da obra merece todos os elogios possíveis.

O Quarto de Jack

O Quarto de Jack - CinePOP

Outro filme do Oscar encontra lugar na lista. O Quarto de Jack é uma das obras mais emotivas da última temporada de premiações e funciona em variados níveis. Em seu núcleo é uma história sobre amor maternal, sobre o amor de um filho por sua mãe, e como esta relação simbiótica pode fortalecer e salvar.

Algumas mães ficaram preocupadas com o teor do filme, já que O Quarto de Jack possui também uma trama intensa, sobre sequestro e violência contra a mulher. Mas este elemento, mesmo que muito importante para o funcionamento do todo, não ganha o primeiro plano. Além disso, recebemos excelentes atuações, como a da “revelação” Brie Larson, que foi premiada pela performance, e fomos apresentados a uma nova definição de fofura, o mirim Jacob Tremblay.

Rua Cloverfield, 10

Rua Cloverfield 10 - CinePOP

Na lista, muitos filmes inesperados viveram para nos satisfazer acima do que imaginávamos. Nenhum deles, no entanto, foi tão proveitoso quanto este suspense, que subverteu toda a expectativa em cima dele e entregou muito mais. O título revela um pouco, ainda mais pra quem conhece a produção homônima de 2008. Ou será?

De fato, o “novo” Cloverfield tem pouco ou quase nada em comum com seu original, conseguindo se manter como seu próprio produto, bem mais interessante, diga-se. Rua Cloverfield, 10 não é um filme para quem gosta de terror ou monstros. É um filme para quem gosta de suspense de gelar o sangue, para quem gosta de estudar a psique humana e seus abalos, para quem gosta de bom cinema e para quem quer ter uma aula de roteiro. As inúmeras reviravoltas brincam com a audiência, redefinindo o termo entretenimento – tão escasso num cinema atual que valoriza o barulho e a mesmice.

Gostou da lista? Comente e diga quais são os seus dez filmes preferidos de 2016 até o momento.

Antes de finalizar, vale outro pacote de menções honrosas, estas de filmes lançados diretamente no mercado de home vídeo (DVDs, Netflix, Now e canais da TV a cabo). Veja abaixo:

A Verdade Sobre Marlon Brando (Listen to Me Marlon), de Stevan Riley.
Confirmação (Confirmation), de Rick Fumuyiwa.
Descompensada (Trainwreck), de Judd Apatow.
Encontro Marcado (5 to 7), de Victor Levin.
Lições em Família (Wish I Was Here), de Zach Braff.
A História Verdadeira (True Story), de Rupert Goold.
Orgulho e Esperança (Pride), de Matthew Warchus.
Enterrando a Ex (Burying the Ex), de Joe Dante.
Hush: A Morte Ouve (Hush), de Mike Flanagan.
Bem-Vindos ao Meu Mundo (Welcome to Me), de Shira Piven.
As Vozes (The Voices), de Marjane Satrapi.
O Mistério de God´s Pocket (God´s Pocket), de John Slattery.
O Último Concerto  (A Late Quartet), de Yaron Zilberman.
Calvário (Calvary), de John Michael McDonagh.
Segredos de um Crime (Felony), de Matthew Saville.
O Fim da Turnê (The End f the Tour), de James Ponsoldt.
A Última Aventura de Robin Hood (The Last of Robin Hood), de Richard Glatzer e Wash Westmoreland
Cara Gente Branca (Dear White People), de Justin Simien.

Os Piores Filmes da Primeira Metade do Ano

Recentemente, lançamos aqui no CinePOP uma lista com as melhores produções cinematográficas desta primeira metade de 2016. Como nem tudo são flores, nosso trabalho envolve também assistir a muita porcaria, filmes tão ruins que nos fazem questionar nossa existência e reavaliar a profissão. São produções que nos tiram duas horas de vida (em média) que nunca mais recuperaremos; e a lista dos piores serve justamente para apontar dedos e dar nomes aos bois.

Existem críticos que consideram antiético formular tais listas, no entanto, elas não passam verdadeiramente de uma grande brincadeira, já que um filme considerado ruim pode atingir status de cult, e terminar mais divertido do que muitas obras consideradas “sérias” ou “boas”. Fora isso, o que seriam dos bons filmes sem os ruins. Tudo isso é apenas outra forma de celebrarmos os filmes e, por que não, promove-los. Vamos à infame contagem dos pontos negativos deste início de 2016.

Garota nada Exemplar

CinePOP - Rosamund Pike

Eu adoro a atriz Rosamund Pike. Além de ser um colírio para os olhos, a britânica é ótima atriz, como provou quando recebeu a chance de atuar em Garota Exemplar (2014), filme que se tornou um divisor de águas em sua carreia, rendendo para ela uma indicação ao Oscar. Mas será que tal marco foi bom?

Existe um termo chamado “a maldição do Oscar”, e ele se refere ao fato de que quando um ator está na crista da onda, com todo o reconhecimento e prestígio que os prêmios da Academia podem trazer para sua carreira, nada lhes resta a não ser o caminho para baixo. Nem sempre isso é verdade, mas já se provou inúmeras vezes. E infelizmente, com Rosamund Pike isso parece ter ocorrido.

É só dar uma olhada nos trabalhos da atriz pós Garota Exemplar, como, por exemplo, o infantil O que Nos Fizemos no Nosso Feriado, um filme tão bobinho que seria domado demais até para uma exibição da Sessão da Tarde. Temos também o suspense Sede de Vingança, que descaradamente tenta capitalizar em cima da imagem fria e calculista que a atriz adquiriu como Amy Dunne, do citado indicado ao Oscar. Sede de Vingança, no entanto, soa inacabado e amador, não podendo sequer usar como desculpa o fato de ter sido uma produção feita direto para vídeo – o que não é mais uma definição pejorativa. Ambas as produções citadas se encontram na plataforma Netflix, assista por conta e risco.

Sete Dias Sem Fim

CinePOP - Sete Dias Sem Fim

De certa forma, esta produção lembra Álbum de Família, filme estrelado por Julia Roberts e Meryl Streep, lançada em 2013. Os dois filmes retratam a união forçada de uma família disfuncional, precisando permanecer juntos para o funeral do patriarca. A estrutura é a mesma, só os componentes (e a qualidade) são alterados. Álbum de Família não é unânime e levou sua cota de criticas negativas dos especialistas, no entanto, prevalece sobre este filme dirigido pelo destrambelhado Shawn Levy (Uma Noite no Museu e Os Estagiários).

Nada funciona aqui. As tentativas de humor morrem na praia e o drama é equivalente ao de uma novela mexicana. Cenas desconexas e desnecessárias se amontoam na tela. Os personagens ficam carentes de bom desenvolvimento e o mais curioso é o pedigree do elenco, todos manchando um pouco seus currículos. Veja só, temos Jane Fonda, Adam Driver, Jason Bateman, Tina Fey, Rose Byrne, Corey Stoll, Timothy Olyphant, entre outros. Ou seja, o item “atuação” não é o problema.

Outro detalhe curioso é que inicialmente Sete Dias Sem Fim estava programado para um lançamento nas salas de cinema brasileiras, tendo seus cartazes espalhados por alguns salões de tais estabelecimentos. A distribuidora responsável deve ter pensado duas vezes após se deparar com a verdadeira qualidade do produto, optando pelo mercado de home vídeo ao invés.

As Leis do Crime

CinePOP - As Leis do Crime

Produção da interessante distribuidora A24, especializada em cinema alternativo e independente, esse filme de crime conta ainda com uma presença muito ilustre dando seu aval e abrilhantando com seu nome a produção: Martin Scorsese. O grande mestre Scorsese é um especialista no cinema de crime e aqui a história foca na máfia chinesa residente em Nova York na década de 1980.  Mais do que isso, As Leis do Crime conta a história de dois amigos de infância, crescendo em meio a tal ambiente e sendo influenciados por ele.

Narrando esta sinopse o filme até parece bom e você se pergunta por que diabos o incluí entre os piores da primeira metade do ano. Acontece que embora tenha uma trama digna, que poderia muito bem render mais um épico do crime, dentre tantos já explorados por Scorsese, este carece da emoção que geralmente move as obras citadas. Tudo é retratado de uma forma leve, sem a profundidade usual esperada do diretor, que sempre cresce nos detalhes. Aqui, a palavra definidora é superficialidade. Os personagens são caricaturas e todos os momentos são clichês ruins. Com 1h34min de duração dá pra imaginar que esteja longe do desenvolvimento necessário. O lançamento foi na plataforma Netflix.

Deuses do Egito

CinePOP - Deuses do Egito

Existem filmes ruins que de tão ruins transcendem o adjetivo se tornando bons. São os chamados prazeres culposos. E é exatamente o caso com este Deuses do Egito. O filme pega a mitologia por trás do título e resolve fazer uma brincadeira com o tema, recheando a trama com os mais variados exageros, personagens deliciosamente caricatos e efeitos canhestros, porém, muito divertidos.

Não existe dúvida de que o filme é um carnaval fora de época, mas se sua opção for por um entretenimento despretensioso, beirando o tosco, você até poderá encontrar diversão – em especial se adentrar com a mentalidade certa, a de não levar nada a sério. Me julguem, mas Deuses do Egito é o meu novo Anjos da Noite ou João e Maria – Caçadores de Bruxas, em matéria de entretenimento vergonhoso. Me deem Deuses do Egito quantas vezes for, mas não me deem Fúria de Titãs.

Mente Criminosa

CinePOP - Mente Criminosa

É muito bom, como fã de cinema, presenciar a volta por cima na carreira do veterano Kevin Costner. O ator já foi considerado o maior astro de Hollywood e no início da década de 1990 era quem mandava na cidade. O tempo passou, Costner envelheceu (o que por si só já se traduz em declínio profissional) e se meteu em alguns grandes fiascos. Mas como todos merecem novas chances, ele vem se reerguendo em bons novos trabalhos e se mantendo relevante.

Operação Sombra (2014), A grande Escolha (2014), 3 Dias para Matar (2014) e os filmes da DC (O Homem de Aço e Batman Vs. Superman) são alguns dos projetos de destaque de Costner nos últimos anos. Mesmo oscilando em resultado, nenhum se compara a este Mente Criminosa quando o quesito é falta de originalidade e graça.

Um projeto que tinha tudo para manter o nível de entretenimento alto, Mente Criminosa conta com um dos elencos mais chamativos do ano (Ryan Reynolds, Tommy Lee Jones, Gary Oldman, Gal Gadot, Alice Eve, Antje Traue) e uma trama tão ridiculamente mirabolante, que causa espanto o resultado desastroso. Muitos irão dizer que funciona na forma de um prazer culposo, mas para tal o filme precisaria se levar menos a sério. A história mistura A Outra Face (1997) e o recente Sem Retorno (Self/Less, igualmente protagonizado por Reynolds e dirigido por Tarsem Singh), e traz a transferência da mente de um espião (sim, você leu certo) para um criminoso (papel de Costner). A obra tinha grande potencial, mas termina sem brilho e altamente esquecível. Tudo soa genérico. Os atores aparentam o desconforto.

A Escolha

CinePOP - A Escolha

Digam o que quiserem, mas Nicholas Sparks é um escritor talentoso de muito sucesso. O problema é que ele vem refazendo a mesma ideia repetidas vezes sem que o público note – ou talvez note, mas não se importe. O que funcionou uma vez continua a encher os bolsos do escritor de dinheiro e o que temos é a mesma trama reciclada, a cada novo lançamento.

Este A Escolha, por exemplo, não é nada que já não tenhamos visto em diversos filmes anteriores que levam a assinatura do autor. Uma jovem sonhadora, um sujeito mulherengo e desapegado, família amorosa, doenças, mortes e problemas a serem superados. Tudo parece um comercial de margarina nesses filmes ou então um destes filmes religiosos, tamanha é a pieguice.

O que mais incomoda, no entanto, é a sensação de sabermos exatamente para onde tais filmes irão caminhar e tudo o que acontecerá na trama, sem tirar nem por – o que nem o mais carismático dos atores pode fazer esquecer. Olhando pelo lado positivo, os filmes de Sparks são à prova de spoiler, afinal todos já sabem mesmo o que irá acontecer.

Um Suburbano Sortudo

CinePOP - Um Suburbano Sortudo

Na falta de mais um veículo para o comediante Leandro Hassum, temos que nos contentar com a primeira investida de Rodrigo Sant´Anna como protagonista de uma comédia nacional. Calma, calma, não me apedrejem. Obviamente, estou brincando.

O gênero que mais leva os brasileiros ao cinema realmente carece de uma produção digna, que tenha alguma qualidade de roteiro, senão as dos escrachos televisivos do país. Um Suburbano Sortudo, assim como as produções citadas de Hassum, exibem faíscas de vontade, ao apontarem questões políticas ou sociais. Rapidamente, tal vontade é soterrada por um humor rasteiro e fácil, apelando ao mais baixo denominador comum. Afinal, seria triste saber que em pleno ano de 2016 alguém ainda acha graça de humor flatulento.

13 Horas – Os Soldados Secretos de Benghazi

CinePOP - 13 Horas

Os filmes de Michael Bay são grandes, barulhentos e confusos. A coisa nem sempre foi tão ruim e na era pré-Transformers, Bay ainda fazia filmes legais. Depois dos filmes dos robôs gigantes, Bay foi aos poucos virando uma paródia de si mesmo, verdadeiramente acreditando na mitologia cinematográfica por trás do homem – o que inclui achar que alguns detalhes técnicos repetidos em seus filmes são arte.

13 Horas é uma nova investida em um cinema sério, vide Pearl Harbor (2001) e Sem Dor, Sem Ganho (2013). Ao contrário dos citados, que possuem (mesmo que escassos) certos elementos satisfatórios, seu novo filme é um exercício em repetição, se comportando como um grande tiroteio de 2 horas e meia, cujos personagens são tão artificiais quanto os robôs de Transformers. O filme conta a história real do atentado a um embaixador americano na Líbia, tendo como protagonistas os soldados de uma equipe de segurança designados a protegê-lo.

Invasão a Londres

CinePOP - Invasão a Londres

Se Invocação do Mal 2 mostrou que um raio pode cair no mesmo lugar duas vezes, Invasão a Londres prova que o fato é mais difícil do que pensamos. Muitos já haviam torcido o nariz para Invasão a Casa Branca, filme machão de 2013, que ecoava Duro de Matar e o cinema brucutu dos anos 1980.

Ao invés de repetir o feito, a continuação segue se tornando genérica e desagradável. Se no citado filme original ainda existia resquícios de humanidade (como uma criança em perigo) e certa legitimidade de perigo (consequências), a continuação joga tudo para o alto, sendo tão verossímil quanto os filmes de super-heróis que infestam os cinemas. Pior, Invasão a Londres é tão suave quanto um vídeo game, e sua ação se restringe a eliminar vilões armados conforme vão aparecendo em tela. Se for o caso, alugue novamente o primeiro, mas corra desta sequência.

A 5ª Onda

CinePOP - A 5ª Onda

E finalmente temos um campeão. Alguns dos itens nesta lista exibem grande nível de violência gratuita e sem diversão. Não é o caso com o primeiro colocado, já que trata-se de um filme juvenil, baseado num livro de ficção adolescente de sucesso. Nem todos conseguem ser Harry Potter, Jogos Vorazes ou sequer Divergente, e de vez em quando ganhamos uma amálgama como A 5ª Onda.

Chloe Grace Moretz, que faz 4 entre 5 filmes lançados nos EUA por ano, tenta pegar para sua jovem carreira mais um sucesso, desta vez sem êxito. A trama, que realmente mistura de tudo um pouco (desde A Hospedeira, passando por Minha Nova Vida, até Crepúsculo), narra uma invasão alienígena diferente, que você nunca viu ou talvez nem queira ver. Alguns dos mais clássicos elementos da ficção científica de alienígenas são adaptados em versão adolescente, neste filme sem fôlego, graça ou alma.

‘Liga da Justiça’ pode ter participação do Coringa

Segundo o ComicBook, Jared Leto pode fazer uma participação especial como o Coringa em ‘Liga da Justiça‘.

O astro postou uma foto em seu Twitter anunciando sua chegada em Londres, que fica a 32 quilômetros dos estúdios Leavesden, aonde ‘Liga da Justiça‘ atualmente está sendo filmado.

O diretor Zack Snyder já havia sugerido que o ator pode aparecer no filme. Já imaginou o Coringa e Lex Luthor juntos na mesma prisão?

Recentemente, a Warner liberou a nova arte conceitual de ‘Liga da Justiça‘ com a equipe completa: ‘Aquaman’, ‘Batman’, ‘Superman’, ‘Mulher-Maravilha’, ‘The Flash‘ e ‘Cyborg‘.

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Ben Affleck confirmado oficialmente como diretor de ‘Batman’ 

A Parte 2 de ‘Liga da Justiça‘ não vai mais acontecer (saiba mais aqui!), e o filme ganhou seus logos oficiais (saiba mais aqui!).

Confira a sinopse:

Abastecido por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne pede a ajuda de sua aliada recente, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar uma equipe de metahumanos para defender o mundo contra esta ameaça recém-despertado. Mas, apesar da formação desta liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e o Flash – já pode ser tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Bomba! Amber Heard pode ser demitida de ‘Liga da Justiça’

O elenco conta com Gal Gadot, Henry Cavill, Ben Affleck, Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (‘The Flash’).

Mulher-Maravilha‘ (Wonder Woman) teve sua estreia agendada para 23 de Junho de 2017, enquanto ‘Liga da Justiça‘ (Justice League Part One) estreia em 17 de Novembro de 2017.

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‘Star Trek – Sem Fronteiras’: Vídeos trazem o perfil de Kirk, Sulu, Bones e Jaylah

A Paramount Pictures divulgou quatro vídeos de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘, que apresentam o perfil de Sulu (John Cho), Kirk (Chris Pine), Bones (Karl Urban) e Jaylah (Sofia Boutella).

Assista:

‘Star Trek – Sem Fronteiras’: Rihanna lança clipe de Sledgehammer filmado em IMAX 

O novo título oficial condiz com a premissa do filme, de resgatar o espírito da série original, indo “onde ninguém jamais esteve”.

Chris Pine e Zachary Quinto confirmados em ‘Star Trek 4’ 

Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).

Além de reprisar o papel de Scotty, Simon Pegg também coroteiriza o roteiro de ‘Star Trek 3’ com Doug Jung. Após sua demissão do cargo, Roberto Orci permanece apenas como produtor.

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Blake Lively em novo clipe legendado do suspense ‘Águas Rasas’

O suspense ‘Águas Rasas‘ ganhou um novo clipe legendado.

Nele, podemos ver a personagem de Blake Lively partindo pro surf antes de ser atacada.

‘Águas Rasas’ é exibido dentro da água nos Estados Unidos; Veja fotos!

Assista:

 

Jovem é esfaqueado pelas costas em sessão de ‘Águas Rasas’ 

No thriller ‘Águas Rasas‘, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É ‘Tubarão‘ para geração nova.

Vídeo traz boa parte dos bastidores do curioso ‘Águas Rasas’

Jaume Collet-Serra (‘A Órfã’) dirige.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 11 de Agosto.

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Ator chileno interpretá brasileiro em ‘Transformers – O Último Cavaleiro’

O ator chileno Santiago Cabrera (‘Heroes’) foi contratado para o elenco de ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘.

A primeira imagem do astro foi divulgada pela Paramount Pictures, e traz ele usando um uniforme militar com a bandeira do Brasil.

Confira:

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Recentemente, foi confirmado o retorno do Autobot Drift. O carro apareceu pela primeira vez em Transformers – A Era da Extinção‘ como um Bugatti Veyron Grand Sport Vitesse 2013, agora, ele voltou como um  Mercedes-AMG GT R 2017.

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Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.

O filme está previsto para lançar em 23 de junho de 2017. O título se refere aos Cavaleiros de Cybertron, apresentados no quarto filme.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt Holloway (‘Homem de Ferro’).

Mark Wahlberg confirmou EXCLUSIVAMENTE ao CinePOP seu retorno no quinto filme.

Confira:

Transformers 5‘ mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas. Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.

Shia LaBeouf dorme durante exibição de ‘Transformers 3′

‘Transformers: A Era da Extinção’ se torna o filme mais rentável de 2014

Transformers 4: A Era da Extinção’ arrecadou US$ 1,1 bilhão pelo mundo. Este foi o segundo da franquia a ultrapassar a fantástica marca. ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ faturou US$ 1,12 bilhões em 2011, enquanto o primeiro fez US$ 709 milhões, e o segundo conquistou US$ 836 milhões.

 

 

‘Quando as Luzes se Apagam’: Terror de James Wan ganha novo trailer LEGENDADO

O terror ‘Quando as Luzes se Apagam‘ (Lights Out) ganhou seu novo e assustador trailer legendado.

A mais recente produção de James Wan ganhou uma exibição-teste pelas distribuidoras Warner Bros e New Line e causou frisson no público. Ao termino da exibição, o terror foi ovacionado pela plateia e ganhará uma distribuição maciça nos cinemas no verão americano de 2016.

Confira, com o primeiro trailer:

Estrelado por Teresa Palmer (‘A Escolha’) e Gabriel Bateman (‘Annabelle’), a história centra-se em uma entidade sobrenatural que ataca uma família, mas só pode ser vista quando as luzes se apagam.

O filme é baseado no premiado curta-metragem do diretor sueco David F. Sandberg, que levou o prêmio de Melhor Diretor na competição de filmes de terror Who’s There, em 2013. Com o sucesso do curta, que tem apenas 3 minutos e deixou muita gente sem dormir, o produtor James Wan (‘Sobrenatural’, ‘Atividade Paranormal’) convidou Sandberg a produzir um longa-metragem baseado em sua história.

Eric A. Heisserer (‘A Hora do Pesadelo’) roteiriza.

A Warner Bros. agendou o lançamento para 22 de julho de 2016, no concorrido verão norte-americano. No Brasil, a estreia acontece em Agosto!

James Wan lançou sua carreira com ‘Jogos Mortais‘ e dirigiu os dois ‘Sobrenatural‘, além do primeiro ‘Invocação do Mal‘. ‘Invocação do Mal’ foi um dos maiores sucessos do verão americano de 2013, com um orçamento de U$ 20 milhões e uma bilheteria de U$ 318 milhões mundialmente.

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Steven Spielberg confirma ‘As Aventuras de Tintim 2’

Em entrevista à Time Out Magazine para promover ‘O Bom Gigante Amigo‘, o diretor Steven Spielberg confirmou que ‘As Aventuras de Tintim 2‘ ainda vai acontecer.

Segundo ele, o diretor Peter Jackson (‘O Hobbit’) vai comandar a produção, assim que terminar o seu novo e sigiloso filme.

“Peter esteve muito ocupado com O Hobbit, e acabou tendo que adiar Tintim. Ele está dirigindo um novo filme para a minha produtora agora. É segredo, e ninguém sabe. Depois, ele fará Tintim 2”, afirmou.

O segundo filme será ‘As Aventuras De Tintim – O Templo Do Sol‘, onde um grupo de exploradores descobre a tumba do Deus peruano Rascar Capac, e contrai a doença do sonho. Uma noite, de forma misteriosa, o professor Tornasol é sequestrado. Tintin e o Capitão Haddock decidem ir atrás dele.

As Aventuras de Tintim‘ arrecadou US$ 370 milhões mundialmente.

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‘Inferno’, sequência de ‘O Código da Vinci’ e ‘Anjos e Demônios’, será lançado em IMAX

A Sony Pictures e a IMAX Corporation confirmaram nessa semana que ‘Inferno‘, sequência dos aclamados ‘O Código da Vinci‘ e ‘Anjos e Demônios‘, também será lançado no mais tecnológico formato de som e imagem.

As empresas não disseram se essa remasterização será realizada em escala global, ou se esse tipo de lançamento ficará restrito aos Estados Unidos.

Mas tendo em vista que a IMAX Corporation pensa como forma de entreter todos os seus públicos, é possível que ‘Inferno‘ também aporte em IMAX no Brasil.

O filme chega ao Brasil dia 13 de outubro de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.

Tom Hanks retorna como o protagonista Robert Langdon. Felicity Jones, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por ‘A Teoria de Tudo‘, vive Sienna Brooks, médica que auxilia Langdon na recuperação de suas memórias.

Ben Foster, o mutante Anjo de ‘X-Men‘, viverá o vilão, um cientista genial que bola um plano para resolver a superpopulação do mundo através da liberação de um vírus.

Na história, Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.

Ron Howard dirige e David Koepp roteiriza.

O Código Da Vinci‘ (2006) arrecadou US$ 758,2 milhões mundialmente, enquanto ‘Anjos e Demônios‘ teve uma recepção morna em 2009, e encerrou com US$ 485,9 milhões arrecadados em todo o mundo.

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’12 Horas para Sobreviver’: Confira o novo comercial de ‘Uma Noite de Crime 3’

A Universal Pictures liberou um novo comercial de ‘12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição‘, o terceiro filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’ (The Purge).

Confira, com o trailer:

O terror bateu Spielberg e ‘A Lenda de Tarzan’ nas bilheterias dos EUA – leia mais!

A Universal Pictures agendou o lançamento nos cinemas nacionais para 15 de Setembro de 2016.

Após estrelar o segundo filme da franquia, Frank Grillo (‘A Perseguição’) retorna. O elenco conta com Betty Gabriel (‘Beyond Skyline’), Edwin Hodge (‘Assim na Terra Como no Inferno’), Kyle Secor (‘Veronica Mars’), Joseph Julian Soria (‘Camp X‑Ray’) e Elizabeth Mitchell (‘Lost’, foto acima).

A trama traz o personagem de Grillo tentando salvar uma governante na noite do Expurgo.

O roteirista e diretor dos dois primeiros filmes,  James DeMonaco, repete suas funções no terceiro filme.

Jason Blum (responsável pelas franquias ‘Atividade Paranormal’ e ‘Sobrenatural’) retorna como produtor ao lado de Michael Bay, Brad Fuller, Andrew Form e Sebastian Lemercier.

Uma Noite de Crime‘ inaugurou a franquia em 2013, arrecadando US$ 91 milhões pelo mundo. Sua continuação, lançada no último ano, faturou ainda mais: US$ 108 milhões. Juntos, os dois títulos custaram apenas US$ 12 milhões.

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Nova imagem de Dan Stevens na série da franquia ‘X-Men’: ‘Legion’

Noah Hawley, showrunner da espetacular série ‘Fargo‘ e roteiristas dos episódios da primeira temporada de ‘Legion‘, liberou em seu perfil no Instagram uma nova imagem de Dan Stevens como David Haller.

E na legenda, Noah explicou que ele e sua equipe estão no processo de mixagem de som, quando todos os áudios são colocados em sincronia para que um não acabe atrapalhando a função do outro em meio as cenas.

Confira:

Sound mix #legion #sneakpeak

Uma foto publicada por @noahhawley em

Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION. Noah Hawley (Fargo) será o produtor executivo junto com Lauren Shuler Donner (X-Men: Days of Future Past, Deadpool), Bryan Singer (X-Men: Apocalypse, Superman Returns), Simon Kinberg (X-Men: Days of Future Past , The Martian), Jeph Loeb (agentes de SHIELD da Marvel, Marvel Demolidor, da Marvel Jessica Jones), Jim Chory (agentes de SHIELD da Marvel, Marvel Demolidor, da Marvel Jessica Jones) e John Cameron (Fargo, The Big Lebowski). LEGION é o mais recente projeto de Hawley e Cameron, dois dos produtores executivos da série limitada do FX, Fargo, vencedora do Emmy e do Golden Globe Awards.

A produção da primeira temporada, de oito episódios, vai começar no verão em Vancouver e esta nova série da FX Produções e Marvel Television será lançada internacionalmente no início de 2017. FX Produções será responsável pela produção física. O ramo de vendas da FOX Networks Group se encarregará da distribuição a terceiros.

Porque como se não bastasse liberar a primeira imagem oficial de ‘Legion’, a FX confirma que o episódio piloto foi roteirizado e que toda a temporada terá produção executiva de Noah Hawley, o cara por trás da sensacional série ‘Fargo‘, também da FX.

Dan Stevens (‘Uma Noite no Museu 3’) será David Haller, e o elenco ainda conta com Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation’) e Jean Smart (‘Fargo’).

Confira:.

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‘Ash vs. Evil Dead’: Série ganha a primeira imagem da 2° Temporada

A sérieAsh vs. Evil Dead’ ganhou sua primeira imagem para a 2° Temporada. E da esquerda para a direita temos: Ruby (Lucy Lawless), Ash (Bruce Campbell), Pablo (Ray Santiago) e Kelly (Dana DeLorenzo).

Na trama da primeira temporada, Ash (Bruce Campbell) retornou trinta anos após os eventos do primeiro filme, dirigido por Sam Raimi.

A nova leva de episódios continuará com 3o minutos de exibição e deverá retornar em outubro, o mês mais propício para a estreia da série nos Estados Unidos.

Confira:

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Lucy Lawless, a eterna Xena, em foto da série baseada em ‘A Morte do Demônio’ 

Em ‘Ash vs. Evil Dead’, depois de caçar monstros com sua motosserra e evitar responsabilidade, maturidade e todos os horrores de Evil Dead, Ash (Bruce Campbell) retorna aos velhos hábitos e é forçado a enfrentar seus demônios – tanto pessoais quanto literais – quando uma praga ameaça a humanidade.

Bruce Campbell detalha a série baseada em ‘A Morte do Demônio’

Ray Santiago (‘Dexter’) e Dana DeLorenzo (‘Californication’) viverão os ajudantes de Ash. Santiago será Pablo Simon Bolivar, descrito como um imigrante idealista que se torna um leal auxiliar de Ash, o Sancho Panza de seu Don Quixote. DeLorenzo será Kelly Maxwell, jovem temperamental tentando esquecer o passado que encontra um tipo diferente de família ao lado de Ash e Pablo. Lucy Lawless, a eterna Xena, reforça o elenco como Ruby, figura misteriosa que é míope na sua missão de encontrar a fonte de todo o mal que vem surgindo, já que acredita ser Ash o causador de tudo. Mimi Rogers completa o elenco como Suzy Maxwell, mãe de Kelly.

Com lançamento previsto para o final de 2015 no canal americano Starz, a primeira temporada contará com 10 episódios de meia hora de duração cada, escritos por Sam Raimi (diretor do longa original), seu irmão Ivan Raimi e Tom Spezialy. , intérprete de Ash, também retorna.

Raimi também dirigirá o episódio piloto, além de servir como produtor executivo ao lado de Campbell e Tapert.

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Jonah Hill e Miles Teller em novo cartaz da comédia ‘Cães de Guerra’

A Warner liberou o novo cartaz de ‘Cães de Guerra‘, comédia do muito talentoso Todd Phillips (‘Se Beber, Não Case!’). Jonah Hill e Miles Teller estrelam.

Confira, com o segundo trailer:

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Baseado em uma história real, ‘Cães de Guerra‘ acompanha a história de dois amigos na casa dos 20 anos (Hill e Teller) que moram em Miami durante a Guerra do Iraque e descobrem uma iniciativa pouco conhecida do governo que permite que pequenas empresas possam participar de licitações de contratos militares nos Estados Unidos.

Partindo quase do zero, eles fazem muito dinheiro e passam a viver uma vida de luxo. Mas a dupla passa a ter problemas quando consegue um contrato de US$ 300 milhões para armar o exército afegão – que os coloca em contato com pessoas muito suspeitas, algumas das quais se revelam membros do próprio governo norte-americano.

O filme também é estrelado por Ana de Armas (‘Bata Antes de Entrar’) e o indicado ao Oscar Bradley Cooper (“Sniper Americano”, “Trapaça”).

Jonah Hill surge com vários quilos a mais no set da comédia de ação

 

A estreia acontece dia 18 de agosto de 2016.

‘The Neon Demon’: Elle Fanning no obscuro mundo da moda em novo cartaz

The Neon Demon‘, o mais novo longa do mega talentoso Nicolas Winding Refn ganhou seu mais novo cartaz.

Confira, com o último comercial liberado:

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A trama de ‘The Neon Demon’ gira em torno de “um grupo de supermodelos que irá aos extremos na tentativa de encontrar o caminho do sucesso, incluindo vodu e canibalismo”. Elle Fanning (‘Malévola’) vive a protagonista, uma jovem modelo que se descobre em um mundo de beleza e ruína.

O longa será inspirado na história de Isabel Bathory, que ficou conhecida como “Condessa Sangrenta”, serial killer do século 16 que supostamente se banhava com o sangue de suas vítimas para se manter jovem.

Keanu Reeves, Christina Hendricks (‘Mad Men’), Jena Malone (‘Jogos Vorazes’), Bella Heathcote (‘Sombras da Noite’), Desmond Harrington (‘Dexter’) e a supermodelo australiana Abbey Lee (‘Mad Max: Estrada da Fúria’) completam o elenco.

“Um dia eu acordei e percebi que estava rodeado e dominado por mulheres. Estranhamente, surgiu em mim uma vontade súbita de fazer um filme de terror sobre a beleza viciosa”, disse o diretor dinamarquês em comunicado.

Refn co-escreveu o roteiro com a novata Mary Laws. O editor Matthew Newman e o compositor Cliff Martinez, frequentes colaboradores de Refn, retomam a parceria em ‘The Neon Demon‘. O aclamado cinematógrafo francês Philippe Le Sourd, que ganhou uma indicação ao Oscar por ‘O Grande Mestre‘, cuidará da fotografia.

O terror será filmado em 3D e com a alta taxa de 60 quadros por segundo, velocidade maior que os 48 fps da trilogia ‘O Hobbit’. Esta será a mesma tecnologia utilizada por James Cameron nas três sequências de ‘Avatar’. Trata-se de uma taxa bem maior que os tradicionais 24 fps. Não há informações, porém, se Refn pretende rodar o longa todo em 60 fps ou apenas algumas cenas.

The Neon Demon’ chegará aos cinemas em 2016.

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Morre Michael Cimino, diretor de ‘O Franco-Atirador’

O diretor Michael Cimino morreu neste sábado, dia 2 de Julho, aos 77 anos.

A causa da morte não foi revelada, e a notícia foi divulgada por Thierry Fremaux, diretor do Festival de Cannes.

“Michael Cimino morreu em paz, cercado por sua família e as duas mulheres que o amaram. Também o amamos”, tuitou.

Sua carreira teve uma ascensão meteórica e uma queda abrupta. Ele dirigiu o sucesso ‘O Último Golpe‘ (Thunderbolt and Lightfoot), com Clint Eastwood, com quem escreveu o roteiro em 1974.

O seu segundo filme, ‘O Franco-Atirador‘ (The Deer Hunter), fez um sucesso estrondoso entre a crítica e recebeu vários Oscars, incluindo o de Melhor Diretor.

Com o sucesso do filme, a United Artists investiu pesado em seu terceiro filme, ‘O Portal do Paraíso‘ (‘Heaven’s Gate’). Lançado em 1980, o filme foi um fracasso de crítica e bilheteria, que levou a United Artists à falência.

Nossos sentimentos ficam com os amigos e a família.