Site Página 8007

Crítica em Vídeo | ‘Busca Implacável 3’, ‘Antes de Dormir’ e ‘Foxcatcher’

Acaba de sair do forno a nova edição do CineAgenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as estreias deste final de semana (22 de Janeiro de 2015).

Toda semana, vamos informar sobre os lançamentos e comentá-los.

Busca Implacável 3

Liam Neeson retorna ao papel de Bryan Mills, ex-agente da CIA, cuja reconciliação com sua ex-mulher é interrompida quando ela é brutalmente assassinada. Consumido pela raiva, e considerado o responsável pelo crime, ele foge da procura implacável da CIA, do FBI e da polícia. Pela última vez, Mills deve usar “suas habilidades especiais” para encontrar os verdadeiros assassinos, fazer justiça com as próprias mãos, e proteger a única coisa que importa para ele agora – sua filha.

 

Antes de Dormir

Todas as manhãs, Christine acorda sem saber onde está. Suas memórias desaparecem todas as vezes que ela dorme. Seu marido, Ben, é um estranho. Todos os dias ele tem de recontar a vida deles e o misterioso acidente que tornou Christine uma amnésica. Encorajada por um médico, ela começa a escrever um diário para ajudála a reconstruir suas memórias mas acaba descobrindo que a única pessoa em quem confia talvez esteja contando apenas parte da história.

 

Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo

Quando o campeão olímpico de luta greco-romana, Mark Schultz (Channing Tatum), é convidado pelo herdeiro milionário, John du Pont (Steve Carell), para se mudar para a mansão du Pont e ajudar a formar uma equipe para se preparar em seu centro de treinamento de ponta para os Jogos Olímpicos de 1988 em Seul, Schultz aceita a proposta, na esperança de conseguir treinar e finalmente sair da sombra do irmão que ele idolatra, Dave (Mark Ruffalo). Movido por necessidades escusas, du Pont vê seu apoio à campanha de Schultz pelo ouro olímpico e a chance de “treinar” uma equipe de luta greco-romana de primeira como uma oportunidade de ganhar o respeito fugaz de seus pares e, ainda mais importante, da mãe que o rejeita (Vanessa Redgrave).

Prêmio CinePOP 2015: ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Capitão América 2’ são os vencedores

Janeiro e Fevereiro é a época das maiores premiações do cinema… tem Globo de Ouro, SAG Awards, Oscar. Em nenhum desses, temos a oportunidade de opinar e, muitas vezes, discordamos dos vencedores. Tendo isso em vista, resolvemos criar nosso próprio prêmio: O Prêmio CinePOP.

Aqui, a democracia dá espaço para que você eleja os melhores do ano – e não aqueles filmes chatos que agradam apenas os críticos, mas também aqueles blockbusters cheios de ação e efeitos especiais.

Encerramos nossa 11ª edição com sucesso absoluto, acumulando mais de 30 mil votos. Para a premiação, selecionamos os melhores filmes que chegaram aos cinemas nacionais ou locadoras entre Janeiro e Dezembro de 2014.

E podemos atestar: 2014 foi o ano da Marvel. O estúdio conseguiu vencer as categorias Melhor Filme e Melhor Sequência com seus dois lançamentos do ano, os fantásticos ‘Guardiões da Galáxia‘ e ‘Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Com um final emocionante, Guardiões da Galáxia tem fortes doses de humor e muita aventura, além de possuir batalhas épicas e empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, e já é um dos maiores acertos da Marvel, no que se refere a esse mundo quadrinistico-cinematográfico já estabelecido. Se no início capengaram com Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio , como citaram às más línguas, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento chamado A Era de Ultron.

No emblemático Capitão América 2 – O Soldado Invernal, a produtora conseguiu o mais interessante filme já feito com o selo Marvel – sim, nem mesmo títulos elogiadíssimos como X-Men: Primeira Classe (2011), X-Men 2 (2003) e Homem-Aranha 2 (2004) conseguem bater de frente com o longa dirigido por Anthony e Joe Russo. Arrisco-me dizer que a fita é tão importante para o estúdio, quanto Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) foi para a rival DC.

O cinema nacional também conseguiu um feito com o sensível ‘Hoje eu quero voltar sozinho‘, vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim e também na categoria Melhor Filme Nacional no Prêmio CinePOP.

A categoria mais acirrada foi a de Pior Filme. 2014 pode ter sido um bom ano para o cinema, mas também foi o ano das maiores bombas. E não teve jeito: ‘Frankenstein – Entre Anjos e Demônios‘ conquistou o maior número de votos na categoria. Frankenstein é uma mistura entre Van Helsing (2004) e Anjos da Noite (2003), mas isto seria uma ofensa para as duas obras citadas. O filme não possui o humor do primeiro e nem mesmo as cenas legais e o estilo visual do segundo. Quanto menos Kate Beckinsale apertada dentro de couro preto. Aaron Eckhart é um ator talentoso, mas aqui realmente não tem muito o que fazer, a não ser participar das suas cenas de ação e luta.

O mais interessante do prêmio foi a humanização dos heróis e vilões:  o falho herói Senhor das Estrelas (Chris Pratt), de ‘Guardiões da Galáxia‘; e a mimada e meticulosa Amy Dunne (Rosamund Pike), de ‘Garota Exemplar‘.

O Prêmio CinePOP é você quem faz! Obrigado a todos por mais um ano de companheirismo, e uma premiação justa e extremamente divertida.

 

 

 

Vamos aos vencedores:

 

Melhor Filme

guardioesdagalaxia_23

Ela
Boyhood – Da Infância à Juventude
O Lobo de Wall Street
Garota Exemplar
O Grande Hotel Budapeste
Guardiões da Galáxia (vencedor)
12 Anos de Escravidão
Interestelar
A Culpa é das Estrelas

 

 

Melhor Sequência ou Remake

evanscapitaoamerica

Capitão América 2 – O Soldado Invernal (vencedor)
Jogos Vorazes: A esperança – Parte 1
Malévola X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Anjos da Lei 2
Planeta dos Macacos: O Confronto
Transformers 4: A Era da Extinção
RoboCop
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

 

 

Melhor Filme Nacional

hojeeuquerovoltarsozinho_1

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (vencedor)
O Lobo Atrás da Porta
Praia do Futuro
Getúlio
O Menino e o Mundo
O Menino no Espelho
Tim Maia Não Pare na Pista – A Melhor História de Paulo Coelho

 

 

Pior Filme do Ano

CinePop - Frankenstein

As Tartarugas Ninja
O Espetacular Homem-Aranha 2
Frankenstein – Entre Anjos e Demônios (vencedor)
Transcendence – A Revolução
Drácula: A História Nunca Contada
Pompeia
Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola
Livrai-nos do Mal
Annabelle

 

 

Melhor Filme lançado direto em DVD

normalheart_3

Locke
Temporário 12
A Salva-Vidas
Cores do Destino
The Normal Heart (vencedor)
Música da Alma

 

 

Melhor Ator

guardioesdagalaxia_70

Leonardo DiCaprio, em O Lobo de Wall Street
Babu Santana, em Tim Maia
Matthew McConaughey, em Clube de Compras Dallas
Chris Evans, em Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Jake Gyllenhaal, em O Abutre
Ansel Elgort, em A Culpa é das Estrelas
Chris Pratt, em Guardiões da Galáxia (vencedor)

 

 

Melhor Atriz

garotaexemplar-290814-7

Shailene Woodley, em A Culpa é das Estrelas
Angelina Jolie, em Malévola
Leandra Leal, em O Lobo Atrás da Porta
Scarlett Johansson, em Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Rosamund Pike, em Garota Exemplar (vencedor)
Jennifer Lawrence, em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
Anne Hathaway, em Interestelar

 

 

Melhor Distribuidora Nacional

waltdisney_1

Paramount Pictures Brasil
Fox Film do Brasil
Paris Filmes
Universal Pictures Brasil
Warner Bros. Pictures Brasil
The Walt Disney Company (vencedor)
Sony Pictures Brasil
Imagem Filmes
Diamond Filmes
Califórnia Filmes

 

 

Melhor Utilização do 3D

hobbit3

Frozen – Uma Aventura Congelante
Uma Aventura Lego
Pompeia
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (vencedor)
Operação Big Hero
Transformers: A Era da Extinção
Os Boxtrolls
X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Godzilla

 

 

Mais Gostoso

guardioesdagalaxia_21

Orlando Bloom, em O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
Tom Cruise, em No Limite do Amanhã
Channing Tatum, em Anjos da Lei 2
Ben Affleck, em Garota Exemplar
Zac Efron, em Vizinhos
Mark Wahlberg, em Transformers 4: A Era da Extinção
Chris Evans, em Capitão América 2: O Soldado Invernal
Chris Pratt, em Guardiões da Galáxia (vencedor)

 

 

Mais Gostosa

capitaoamerica2_93

Jennifer Lawrence, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Scarlett Johansson, em Capitão América 2 – O Soldado Invernal (vencedor)
Emma Stone, em O Espetacular Homem-Aranha 2
Megan Fox, em As Tartarugas Ninja
Jessica Alba, em Sin City: A Dama Fatal
Eva Green, em Sin City: A Dama Fatal
Rosamund Pike, em Garota Exemplar
Emily Blunt, em No Limite do Amanhã
Shailene Woodley, em Divergente

 

 

Revelação do Cinema

culpaedasestrelas_3

Ghilherme Lobo, em Hoje Eu Não Quero Voltar Sozinho
Lupita Nyong’o, em 12 Anos de Escravidão
Ansel Elgort, em A Culpa é das Estrelas (vencedor)
Evan Peters, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Chris Pratt, em Guardiões da Galáxia
Dylan O’Brien, em Maze Runner – Correr ou Morrer
Antoine-Olivier Pilon, em Mommy

 

 

Melhor Herói do Ano

guardioesdagalaxia_49

Malévola (Angelina Jolie), em Malévola
Homem-Aranha (Andrew Garfield), em O Espetacular Homem-Aranha 2
Capitão América (Chris Evans), em Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Wolverine (Hugh Jackman), em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Senhor das Estrelas (Chris Pratt), em Guardiões da Galáxia (vencedor)
Katniss (Jennifer Lawrence), em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

 

 

Melhor Vilão

garotaexemplar-290814-3

Presidente Snow (Donald Sutherland), em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
Electro (Jamie Foxx), em O Espetacular Homem-Aranha 2
Alexander Pierce (Robert Redford), em Capitão América 2: O Soldado Invernal
Amy Dunne (Rosamund Pike), em Garota Exemplar (vencedor)
Rosa (Leandra Leal), em O Lobo Atrás da Porta
Annabelle, em Annabelle
Sentinelas, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

 

 

Mais Esperado de 2015 (tivemos que escolher os 10 MAIS)

vingadores2_126

Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força
Os Vingadores 2: A Era de Ultron (vencedor)
Mad Max: Estrada da Fúria
Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros
Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2
007 – Spectre
Cinquenta Tons de Cinza
O Exterminador do Futuro: Gênesis
Velozes & Furiosos 7
Homem-Formiga

 

 

Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola

(A Million Ways to Die in The West)

 

Elenco:

Liam Neeson, Charlize Theron, Amanda Seyfried, Neil Patrick Harris, Seth MacFarlane, Sarah Silverman, Giovanni Ribisi, Allyn Rachel, Evan Jones, Wes Studi, Dennis Haskins, Rex Linn, Ralph Garman, Catherine Shu, Challen Cates.

Direção: Seth MacFarlane

Gênero: Faroeste, Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 18 de Setembro de 2014

Sinopse:

Em ‘Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola‘, depois que Albert (Seth MacFarlane) foge de um tiroteio, sua inconstante namorada (Amanda Seyfried) o deixa para ficar com outro homem. Nesse momento, uma bela e misteriosa mulher (Charlize Theron) chega à cidade e o ajuda a retomar sua coragem, o que faz com que os dois se apaixonem. Albert só não sabia que o marido de sua amada, um notório fora da lei, buscaria vingança e ele teria a chance de colocar em prática sua coragem recém-resgatada.

Curiosidades:

» Dirigido por Seth MacFarlane (diretor de ‘Ted’ e criador de ‘Uma Família da Pesada’). Além de dirigir, MacFarlane roteiriza, ao lado da dupla Alec Sulkin e Wellesley Wild (co-roteiristas de ‘Ted’).

» A história segue a mesma linha de ‘Banzé no Oeste‘ (1974), misturando humor com faroeste.

 

Trailer:

Cartazes:

milhaodemaneirasdepegarnapistola_1

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_6

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_5

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_4

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_3

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_2

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_8

ummilhaodemaneirasdepegarnapistola_7

 

Fotos:

 

 

O Planeta Vermelho

(The Last Days on Mars)

 

Elenco: Liev Schreiber, Goran Kostic, Elias Koteas, Johnny Harris, Romola Garai.

Direção: Ruairi Robinson

Gênero: Ficção Científica

Duração: 98 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 21 milhões

Estreia: Nas Locadoras – Dezembro de 2014

Sinopse: 

Estrelado por Liev Schreiber (‘Salt’), ‘O Planeta Vermelho’ acompanha a primeira missão tripulada para o planeta Marte. Um membro da equipe faz uma descoberta surpreendente: evidências fossilizadas de uma forma de vida bacteriana. Decidido a ter a glória toda para si, ele sai em uma expedição não autorizada para coletar mais amostras, mas sofre um acidente que quase o mata. Os outros membros da Base Tantalus conseguem resgatar seu corpo, mas logo começam a suspeitar que a misteriosa forma de vida ainda não está morta. Sua única esperança é esperar a chegada da nave de resgate Aurora.

Curiosidades: 

» Clive Dawson roteiriza a partir de um conto de Sydney J. Bounds.

» Elias Koteas (‘Deixe-me Entrar’), Olivia Williams (‘Anna Karenina’), Romola Garai (‘Um Dia’), Johnny Harris (‘Branca de Neve e o Caçador’), Tom Cullen (‘Weekend’) e Goran Kostic (‘Busca Implacável’) também estrelam.

 

Trailer:

Cartazes: 

planetavermelho_1

lastdaysonmars_4

lastdaysonmars_3

lastdaysonmars_2

Fotos:

The Last Days on Mars

 

 

Fúria

(Rage)

 

Elenco: Nicolas Cage, Rachel Nichols, Peter Stormare.

Direção: Paco Cabezas

Gênero: Ação

Duração: 98 min.

Distribuidora: California

Orçamento: US$ 21 milhões

Estreia: 16 de Outubro de 2014

Sinopse: 

Paul Maguire esteve envolvido durante muito tempo com o mundo do crime, mas hoje ele tenta viver uma vida tranquila, protegendo a sua filha. Um dia, no entanto, a garota é sequestrada pelos líderes da máfia russa. Paul decide reunir os amigos de antigamente e se vingar dos sequestradores.

Curiosidades: 

» —

 

Trailer:

Cartazes: 

furia_1

Furia-poster-2

Furia-poster-3

 

Será que?

(What If)

 

Elenco:

Mackenzie Davis, Daniel Radcliffe, Zoe Kazan, Oona Chaplin, Jordan Hayes, Adam Driver, Megan Park, Rafe Spall.

Direção: Michael Dowse

Gênero:  Drama, Romance

Duração: 102 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Setembro de 2014

Sinopse:

Wallace (Daniel Radcliffe) e Chantry (Zoe Kazan) se conhecem numa festa quando estão lendo poemas minimalistas escritos com imãs na geladeira da casa. Imediatamente eles percebem que têm uma química perfeita… como amigos. Desse momento em diante eles começam uma história juntos em que se encontram sempre, falam de absolutamente tudo, de filmes a doenças e presentes indesejados de Natal. Essa história entre eles seria muito natural se não fosse por um detalhe: Chantry namora há anos com o cara praticamente perfeito.

Mesmo assim, Wallace se apaixona por Chantry, que também precisa arrumar um jeito de lidar com seus sentimentos por Wallace. Será que a amizade acaba quando um casal começa a querer mais um do outro? Será que os dois amigos podem controlar o desejo e simplesmente apreciar o lado bom de uma paixão platônica?

Ao longo dos muitos encontros de Wallace e Chantry durante todo um ano em que ambos dão asas às suas imaginações hiperativas, Será que? conta, com um humor muito especial, as complicações íntimas – e às vezes nem tanto – do casal de amigos e suas dificuldades em lidar com o tempo de cada um, suas inseguranças, seus remorsos e suas pequenas vitórias.

Curiosidades:

» Inicialmente intitulada ‘The F Word‘.

» Michael Dowse (‘Uma Noite mais que Louca’) dirige.

 

Trailer:

Cartazes:

seraque_1

Fotos:

Irmã Dulce

(Irmã Dulce)

 

Elenco: Bianca Comparato, Glória Pires, Regina Braga, Bianca Comparato, Zezé Polessa, Fábio Lago e Malu Valle, Caco Monteiro, Amaurih Oliveira, Patrícia Oliveira, Zeca de Abreu, Alice Assef.

Direção: Vicente Amorim

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora:Downtown Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Novembro de 2014

Sinopse:

Irmã Dulce‘ narra a trajetória da beata indicada ao Nobel da Paz e chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia” graças a sua dedicação abnegada aos necessitados, doentes e miseráveis. Capaz de atravessar Salvador de madrugada para amparar um menino de rua ou de pedir dinheiro a políticos em pleno palanque, Irmã Dulce enfrentou o preconceito, o machismo e os dogmas da igreja, além de sua própria doença respiratória, para construir sua obra social. Candidata à canonização, a religiosa reúne três qualidades definidoras dos brasileiros: fé, alegria e obstinação.

Curiosidades:

» Três dias após ser anunciada no elenco, Deborah Secco abandonou o projeto alegando conflitos de agenda. O calendário das filmagens foi alterado, coincidindo com outro compromisso da atriz.

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

 

Cartazes:

irmadulce_2

 

Fotos:

 

Renato Marafon comenta o Oscar 2015

Convidado a participar do jornal RC Notícias, o editor-chefe do CinePOP Renato Marafon comentou os indicados ao Oscar e os grandes nomes que acabaram sendo esnobados pela conservadora Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

No vídeo, Marafon bate um papo com a jornalista Poliana Penteado e fala sobre seus preferidos, os possíveis vencedores e quem não tem chances de ganhar.

Assista:

O CinePOP compilou a data de estreia dos principais concorrentes nos cinemas nacionais. Confira:

Em DVD e Blu-Ray:

 

Nos Cinemas:
Boyhood – Da Infância à Juventude
Livre
Invencível
Whiplash – Em Busca da Perfeição
Leviatã

22 de janeiro
Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
‘Timbuktu’

29 de janeiro
Birdman (ou A inesperada Virtude da Ignorância)
A Teoria de Tudo
Caminhos da Floresta

5 de fevereiro
O Jogo da Imitação
‘Dois Dias, uma Noite’

19 de fevereiro
Sniper Americano

26 de fevereiro
Para Sempre Alice

12 de março
O Sal da Terra

26 de março
Vício Inerente

Sem Distribuidora
Selma

 

Tim Maia

(Tim Maia)

 

Elenco:

Babu Santana, Robson Nunes, Alinne Moraes, Cauã Reymond, Luís Lobianco.

Direção: Mauro Lima

Gênero: Cinebiografia

Duração: 140 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 30 de Outubro de 2014

Sinopse:

“Mais grave, mais agudo, mais eco, mais retorno, mais tudo!” O grito de guerra de Tim Maia ainda ecoa nas festas de todas as gerações, idades e classes sociais, onde sua música é sinônimo de alegria e romance. Transgressor, amoroso e debochado, Tim se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira. Desde a adolescência, quando desembarcou em Nova York sem falar uma palavra em inglês, Tim Maia sempre fez o que queria, com quem e quando queria, e pagou um preço alto por sua liberdade. Mas, depois de sua passagem, a música brasileira nunca mais foi a mesma.

Curiosidades:

» Tim Maia é interpretado por dois atores em momentos diferentes de sua vida: Robson Nunes enquanto jovem, e Babu Santana adulto.  Alinne Moraes vive a esposa do cantor. Cauã Reymond interpreta o paraguaio Fábio, amigo e parceiro do cantor.

» Cinebiografia do cantor Tim Maia, adaptada do livro Vale tudo – O som e a fúria de Tim Maia.

» Mauro Lima (‘Meu Nome não é Johnny’) dirige.

 

Trailer:

Cartazes:

timmaia_1

Fotos:

Crítica | Antes de Dormir

Depois de dirigir o longa-metragem britânico O Pior dos Pecados, um filme bem mediano, o cineasta Rowan Joffe ganha mais uma chance de aparecer, dessa vez com um elenco de primeira, com o suspense Antes de Dormir. O filme tem uma narrativa muito interessante mas os três atores que contornam a trama é quem levam a fita nas costas, prendem o espectador em exatos momentos chaves fazendo com que haja uma grande interesse em desvendar o grande mistério que cerca a história.

Na trama, conhecemos Christine (Nicole Kidman), uma mulher que anos após sofrer um acidente misterioso todo dia acorda sem lembrar quem é. Seu marido Ben (Colin Firth) faz de tudo para que tudo possa ser o mais natural possível, explicando todas as manhãs sentado na cama toda sua história. Até que um dia, uma nova variável aparece, o Dr Nasch (Mark Strong) um médico que nutre uma paixão por Christine e tenta ajudá-la a descobrir os mistérios por trás de sua trajetória de vida.

O roteiro, assinado pelo próprio diretor, baseado em um Best-seller de S.J Watson, é muito competente e cumpre a missão de deixar lacunas abertas de propósito para que o público aos poucos vá se surpreendendo com o andamento da história. A competência cênica dos três ótimos atores é fabulosa e transforma um possível filme regular em um surpreendente longa-metragem de suspense. Como no pôquer, muitos personagens vão escondendo quem realmente são e as revelações feitas deixam o público intrigado com a trama.

Com pouco mais de 90 minutos de fita, Antes de Dormir cumpre o que se propõe: surpreender o público.

Crítica | Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo

Após os ótimos trabalhos como diretor dos filmes Capote e O Homem Que Mudou o Jogo, e mantendo-se na linha das histórias verídicas, o cineasta nova iorquino Bennett Miller resolve contar uma história que chocou a nação americana. Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo é um filme que demora para decolar, é como se um avião percorresse toda uma pista de aeroporto sem conseguir levantar voo. Com atuações abaixo do esperado e um roteiro que deixa muito a desejar, o filme se torna maçante ao longo dos intermináveis 129 minutos de projeção.

Na trama, somos apresentados a uma história real que chocou os Estados Unidos anos atrás. Mark Schultz, campeão mundial de luta greco-romana, vive em sua rotina difícil entre treinos com o irmão David (Mark Ruffalo) e um pacato e nada esperançoso cotidiano quando chega em sua modesta casa. Sem incentivo para seguir lutando, Mark estava a beira do desespero quando um dia, um milionário nada normal chamado John Du Pont (Steve Carrell) oferece a Mark a chance que sempre sonhou. Com o passar do tempo, a relação entre os dois vai se tornando obsessiva e declina para as drogas e humilhações que Du Pont executa. Situação que leva essa história a um desfecho trágico, principalmente quando o irmão de Mark entra de vez nessa história.

O único respiro do roteiro, assinado pela dupla E. Max Frye e Dan Futterman, é a subtrama que envolve a relação entre os irmãos lutadores. Você consegue entender melhor o impacto das consequências que acontecem ao longo da fita por meio de ótimos diálogos entre Mark e Dave. Isso ocorre muito mais pela força cênica de Ruffalo do que qualquer ação mais expressiva de Tatum. Alguns detalhes que poderiam construir melhor o personagem John Du Pont, como uma maior profundidade na história com sua mãe (vivida por Vanessa Redgrave), é praticamente esquecida pelo diretor. A história não se mostra interessante 90% do tempo.

Carrell, um dos protagonistas, teve o personagem John Du Pont nas mãos mas não consegue o fazer interessante (extremamente forçada suas nomeações em premiações, teve gente muito melhor que ele fazendo trabalhos mais competentes nesse ano). Channing Tatum, o outro protagonista, se esforça, mas os músculos ainda vem na frente do talento. O único que brilha é Mark Ruffalo que faz o que pode para que o filme não se transforme em um sonífero daqueles bem fortes.

Até que a Sbórnia nos Separe

(Até que a Sbórnia nos Separe)

 

Elenco: Nico Nicolaiewsky, Hique Gomez, Fernanda Takai, Arlete Salles, André Abujamra.

Direção: Otto Guerra e Ennio Torresan Jr.

Gênero: Animação Nacional

Duração: 85 min.

Distribuidora: Lança/Lotado

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 22 de Janeiro de 2015

Sinopse: 

Sbornia é um pequeno país que sempre viveu isolado do resto do mundo, cercado por um grande muro que não permite o contato com os vizinhos. Um dia, no entanto, um acidente leva à queda do muro, e logo os sbornianos começam a descobrir os costumes modernos.

Curiosidades: 

» O filme será lançado com cópias em 3D.

 

Trailer:

Cartazes: 

Até que a Sbórnia nos Separe-poster

 

Crítica | Amor, Plástico e Barulho

O caminho da fama das pop stars de periferia.

A música popular romântica, ou música brega – conotação imposta pela mídia, mas contradita pelos críticos e estudiosos do meio musical – sempre foi um fenômeno nas periferias brasileiras, de um modo geral. Um de seus subgêneros, o tecnobrega, começou a aparecer no nordeste, quase no início dos anos 2000, e de lá pra cá cresceu ainda mais. Gerando filhotes que propagaram o estilo por todo país, conquistando públicos de diversas classes sociais.

Entretanto, o convencionalismo sempre pairou, injustamente, sobre esse movimento – algo bem retratado no excelente documentário, Vou Rifar Meu Coração, de Ana Rieper, que surgiu como forma de retidão, para o gênero e seus artesões. Mesmo sem possuir grande riqueza estética, são claras as veias artísticas, que brotam, naturalmente, no conhecimento cotidiano que possuem e transpõem em suas canções. Já este Amor, Plástico e Barulho, não focaliza, especificamente, o brega, mas sim as dificuldades encontradas pelos artistas e a constante busca pela ascensão.

20131016170343827531i

Escrito e dirigido por Renata Pinheiro, com produção do marido Sérgio Oliveira, o conto traz a história de Shelly (Nash Laila), dançarina que sonha se tornar cantora, assim como a vocalista, Jaqueline Carvalho (Maeve Jinkings), da banda que participa. Uma mãe solteira que, mesmo com certo destaque dentre aquele círculo, mostra-se amargurada e marcada por uma vida regada a bebidas, drogas e noites em claro, que a leva a exaustão física e emocional. Tendo também que deixar a filha sob os cuidados de sua mãe, por não ter condições moral e financeira, para cria-la e oferecer uma educação digna. Sendo um reflexo real para a carreira que Shelly pretende seguir adiante.

Com um primeiro ato eficiente, Renata apresenta, superficialmente, seus personagens, definindo bem os arcos dramáticos de cada um deles e situando o espectador no universo empreendido. O submundo noturno sendo enxergado mais de perto, com planos fechados, que nos aproximam daquelas figuras, gerando uma sensação quase autêntica, em meio à conjuntura.

Isso não funcionaria sem o empenho do elenco, que se mostra bastante envolvido com o projeto, e parece se divertir em cena. O maior exemplo está na personagem de Nash Laila (Deserto Feliz), que mesmo soando extremamente cafona, é notável como a atriz conseguiu captar o espírito de Shelly, o tipo de gente que esbarramos diariamente. O mesmo acontece com a espirituosa Maeve Jinkings (O Som ao Redor), e sua Jaqueline, aparecendo com tanta força na fita, que rivaliza o protagonismo com Laila. Diria até que Jinkings conseguiu salvar algumas cenas mal construídas, do ponto vista narrativo, por sua energia e persona crescerem em tela.

21026582_20130812203758602.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Já ingressando, pontualmente, no que se refere ao trabalho de direção, é aí que os problemas começam a surgir. Primeiro no desenvolvimento dos personagens que, não fosse o carisma do elenco, seriam ainda mais rasos e desinteressantes. Onde, mesmo expondo algumas de suas dificuldades deparadas, o reflexo é mínimo na vida daquelas pessoas. Assim, também, é o ambiente, como um todo, que poderia ser mais explorado, dentre o seu meio social, mas é ilustrado de modo muito superficial, estando ali apenas para situar à plateia nas cenas ansiadas. Que mesmo surtindo efeito, tornam-se vazias com o tempo. Ainda que a trilha sonora, composta por Dj Dolores (Tatuagem), impetre sucesso por apreender o ar musical que se alastra por aquela orbe, fazendo fração sentimental nas figuras do conto.

Por outro lado, muito do tempo é gasto, desnecessariamente, quando a diretora resolve inserir dentro da trama, um conceito crítico – não sei se por receio de acharem seu trabalho demasiadamente escapista, ou por crer que o fato tinha tudo a ver, enfim… Ela protesta contra a construção de um novo shopping e via pública, que há pouco inaugurou na cidade do Recife, e provocou tumulto dentre a população. Colocando recortes reais, de reportagens feitas na época, mas alterando a qualidade das imagens e dando nomes fictícios à empresa e o local. Um artifício que destoou completamente do principal foco fílmico, além de soar extremamente deselegante, do ponto vista estético. Embora que o esforço de Eva Randolph, no trabalho de montagem, nos fez pouco notar este desacerto da cineasta.

21038629_20130910190915179.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Deste modo, num ano de vários longas-metragens produzidos, o cinema pernambucano se sobressai pela sua forma heterógena, com diversas propostas políticas, sociais e artísticas. Que, mesmo Amor, Plástico e Barulho aparecendo como algo mais simplório, dentre à cinematografia referente, é honesto ao ponto de concluir-se de maneira direta, sem soar maniqueísta, em momento algum. Ainda que possua algumas ressalvas, como foi citado acima, poderíamos dizer que este vem sim somar no circuito nacional, abrindo novos horizontes para trabalhos com menores pretensões críticas. Provando que as comédias brasileiras, sendo bem comandadas, podem voar mais alto, apenas abordando nossa cultura local, tão exposta nas periferias.

Texto originalmente publicado na cobertura do VI Janela Internacional de Cinema do Recife.

EXCLUSIVO: Irreconhecível, Shia LaBeouf recita versículo bíblico em cena de ‘Corações de Ferro’

O CinePOP divulga, com exclusividade, uma cena legendada inédita do drama de guerra ‘Corações de Ferro‘ (Fury).

No vídeo, Shia LaBeouf (‘Transformers’) surge irreconhecível recitando um versículo da Bíblia, ao lado do astro Brad Pitt (‘Guerra Mundial Z’).

Para o papel, LaBeouf fez cortes com uma faca em seu próprio rosto e arrancou um dente – além de afirmar que se converteu ao cristianismo durante as filmagens do longa.

Assista:

Brad Pitt no novo trailer do drama de guerra ‘Corações de Ferro’

Além de Pitt e LaBeouf, Michael Peña (‘Marcados para Morrer’) e Logan Lerman (‘Percy Jackson e o Mar de Monstros’) estrelam o drama. David Ayer (‘Marcados para Morrer’) roteirizou e dirige.

Corações de Ferro‘ acontece em 1945, na Segunda Guerra Mundial. Enquanto os Aliados fazem sua incursão final na guerra pela Europa, um sargento do exército endurecido pela guerra chamado Wardaddy (Brad Pitt) é responsável pelo comando de um tanque Sherman e uma equipe com cinco homens em uma missão mortal atrás das linhas inimigas. Em menor número, com pouco armamento, e lidando com um soldado novato em seu esquadrão, Wardaddy e seus homens encaram inúmeras adversidades em suas tentativas heróicas de atacar o coração da Alemanha nazista.

A estreia no Brasil acontece em 5 de fevereiro de 2015.

coracoesdeferro_4

EXCLUSIVO: Trailer de ‘A Casa dos Mortos’, do diretor de ‘Invocação do Mal’

O CinePOP divulga, com exclusividade, o trailer legendado do terrorA Casa dos Mortos‘ (Demonic).

A produção fica por conta de James Wan, diretor especializado em filmes de terror, como ‘Invocação do Mal, ‘Sobrenatural‘ e ‘Jogos Mortais‘. No último ano, ele produziu o fenômeno de bilheteria ‘Annabelle‘. E Wan sabe assustar como ninguém… 

O vídeo é repleto de momentos tensos, demônios e sustos.

Assista:

A Paris Filmes lança o terror no Brasil dia 12 de Fevereiro.

Em ‘A Casa dos Mortos‘, cinco amigos decidem sair à caça de fantasmas em uma casa abandonada, mas acabam sendo brutalmente assassinados. O único sobrevivente é interrogado, e diz que o local está possuído por demônios e serve como um portal para o inferno. Um policial (Frank Grillo) e uma psicóloga (Maria Bello) não acreditam nessa história e passam a investigar o caso.

Maria Bello (‘Os Suspeitos’), Frank Grillo (‘Capitão América 2 – O Soldado Invernal’), Dustin Milligan (‘Premonição 3’) e Cody Horn estrelam.

casadosmortos_3

 

“Sou a esnobada número 1 do Oscar”, diz Jennifer Aniston

Apesar de ter sido indicada ao Globo de Ouro, ao Critics ‘Choice Awards e ao SAG Awards por sua atuação em ‘Cake – Uma Razão para Viver’, Jennifer Aniston foi totalmente esnobada pela Academia de Hollywood no Oscar 2015.

Durante uma entrevista com Ellen DeGeneres, que também ficou indignada com a ausência da atriz nas indicações, Jennifer revelou já imaginava que seria esnobada, mas ainda consegue ver o lado bom das coisas.

Jennifer Aniston, Angelina Jolie e os esnobados no Oscar 2015

“Sou a esnobada número 1 do Oscar. Mas tudo tem um lado bom, certo?”, brincou.

Aniston vive Claire Simmons, uma mulher traumatizada e depressiva, que busca ajuda em um grupo para pessoas com dores crônicas. Lá, ela descobre o suicídio de um dos membros do grupo, Nina (Anna Kendrick). Claire fica obcecada pela história desta mulher, e começa a investigar a sua vida. Aos poucos, começa a desenvolver uma relação inesperada com o ex-marido de Nina, Roy (Sam Worthington).

“O filme ainda nem estreou, e isso é impressionante. Fiquei chocada e feliz de ter todo este apoio por um trabalho que nem está em cartaz ainda. É inacreditável o quanto de positividade estamos trazendo para aqueles que estão silenciosamente sofrendo. É um belo e esperançoso filme. O filme é sobre uma mulher escolhendo viver … em poucas palavras.”, afirmou.

Aniston parece ter superado o episódio, ao constatar que, se a Academia não deu bola para ela, pelo menos ela foi lembrada em outras duas premiações importantes.

“Apesar disso, olhe para esta noite.. olhe para o Globo de Ouro, olhe para o SAG”, cutucou.

Assista a entrevista:

Ela aproveitou para revelar que recebeu e-mail de consolo de duas colegas de profissão, Reese Whiterspoon e Julianne Moore, que acabaram sendo indicadas ao Oscar.

“Reese me enviou um e-mail tão doce, assim como Julianne. Elas são mulheres incríveis, mas você sabe, todas nós estamos sempre torcendo uma pela outra e isso não diminui o trabalho que fizemos, então está tudo bem.”

Assista ao trailer:

Crítica | Se Fazendo de Morto

Como fazer o papel dos outros se você não ouve ninguém? Em seu décimo primeiro trabalho como diretor, o cineasta francês Jean-Paul Salomé apresenta a inusitada história de decadência da profissão de ator mostrados ao público pelos olhos de um teimoso, chato, metido mas bastante empático protagonista. O sempre ótimo François Damiens segura muito bem todas as ‘nuâncias’ de seu complexo personagem.

Em uma região fria da França, um ator que ganhou o Cesar (uma espécie de Oscar do cinema francês) de revelação na década de 80, chamado Jean Renault (François Damiens) que todos não gostam de trabalhar e que está atualmente desempregado, consegue um trabalho inusitado: atuar como ator em reconstituições de crimes. Assim, logo em seu primeiro dia de trabalho enfrenta uma metódica juíza e uma cidade cheia de mistérios, ajudando a polícia a desvendar o assassinato.

A história é bem construída envolta do protagonista. Possui tons de comédia pastelão, o personagem principal vai ao extremo em diversas características. As sequências de brincadeiras com o nome do personagem principal, Jean Renault com o astro francês Jean Reno são hilárias. O filme possui uma engraçada sintonia com os filmes do Pantera Cor de Rosa, imortalizados pelo Peter Sellers e as levemente intrigantes histórias de Georges Simenon.

Se Fazendo de Morto tem uma cara de série para televisão. Esse filme pode ser interpretado como um piloto. O personagem tem carisma suficiente para se envolver em muitas histórias parecidas por conta desse novo nicho em sua arte escolhida. Como longa-metragem é um projeto que possui aquele toque mágico francês de transformar bobeirinhas dentro dos diálogos em um filme competente.

Crítica | Dois Lados do Amor

Aqueles que se amam e são separados podem viver sua dor, mas isso não é desespero, eles sabem que o amor existe. Após alguns curtas de muito sucesso no cenário independente, o cineasta nova iorquino Ned Benson, em seu primeiro longa-metragem, resolve falar profundamente sobre um sentimento que consome muitos de nós, em determinadas partes de nossas vidas, o amor. Para tal, escreveu um roteiro muito interessante, que soa várias verdades universais, e chamou uma talentosa dupla de artistas para compor o casal protagonista. A fórmula dá mais que certo, leva o público à emoção em cada sequência.

Na trama, conhecemos o casal apaixonado Connor (James McAvoy) e Eleanor (Jessica Chastain), uma dupla de pombinhos que tinham uma relação maravilhosa até que por circunstâncias do destino o único filho do casal falece precocemente. A partir dessa situação, o casal não consegue mais se entender e começam a trilhar caminhos diferentes. Após uma tentativa de suicídio por parte de Eleanor, Connor reacende a paixão que há nessa relação e passa a tentar reconquistar sua esposa, percorrendo caminhos que machucam a todos os envolvidos.

A entrega dos atores em cena é algo louvável, visceral. Jessica Chastain tem uma de suas melhores atuações em um longa-metragem. Um absurdo ela ser esquecida por algumas premiações como o Oscar. Sua complexa personagem navega em sentimentos turbulentos e se constrói e descontrói a cada nova sequência, fazendo o público se emocionar bastante. Conseguimos sentir bem próximo a dor que a personagem possui, e o pior, o bloqueio que ela cria em torno de sua relação com o marido. Torcemos a cada instante para um final feliz mas conforme o filme avança em seus longos 120 minutos, percebemos que a felicidade é algo relativo nessa história que também podemos ler como uma espécie de redescoberta do amor.

Para um primeiro trabalho no mundo do cinema, Ned Benson passa com louvor no teste. A ideia era super arriscada, afinal falar sobre amor pode se tornar clichê e nunca atingir aos nossos corações com a profundidade que é necessária para se tornar inesquecível em nossa memória cinéfila mas, no fim desse projeto, é muito difícil o cinéfilo sair sem dar aquele sorrisão de quem viu um grande filme. Dois Lados do Amor estreia no Brasil nesse primeiro semestre. Você não vai perder né?

 

Crítica | Invencível

Estimado em U$$ 65 Milhões, o novo projeto, da agora atriz e diretora Angelina Jolie é equivalente a uma novela mexicana: Dramalhões, cenas forçadas, atuações longe da perfeição e uma direção que tenta maquiar cinematografic amente qualquer falha de um roteiro bem fraco. Invencível é um enlatado norte-americano que tenta criar um herói, uma espécie de soldado super atleta e patriota que não respinga um pingo de simpatia nos longos minutos de filme.

O roteiro não é muito atraente (uma grande decepção pois foi escrito pelos irmãos Coen), a ideia dos flashbacks foi muito mal executada porque não consegue chegar no clímax de nenhum dos momentos vividos pelo sofrido protagonista, principalmente na época que começou sua carreira de atleta. Louis Zamperini é interpretado por Jack O’Connell, um ator que está longe de seu melhor momento, pelo menos nesse filme., o que atrapalha ainda mais no processo de interação do filme com o espectador, falta empatia. Domhnall Gleeson acaba sendo o grande ator do filme, com seu personagem de fala mansa e suas tiradas em meio aos dramáticos momentos que acompanha a história de seu personagem, Phil. Quando Phil, some do filme em determinada parte, os cinéfilos vão pedir pelo amor de Deus que ele retorne na cena seguinte urgente!

A parte mais interessante do filme acaba se tornando, um pouco forçadamente, quando Louis é preso no campo de concentração japonês Omori. Lutando contra um comandante japonês bem cruel, a esperança passa a ser uma ilusão perdida dentro dos pensamentos do protagonista. Mas mesmo nessas sequências, muitas cenas são forçadas. Parece que tentaram dar uma dramatização deveras forçada para cada ato de bravura que o personagem principal executava, fora a mal encaixada trilha sonora que percorre os incontáveis 137 minutos de fita.

Invencível estreia nesse mês de janeiro nas salas brasileiras e por conta de quem assina a direção do filme, deve gerar uma leve curiosidade dos amantes da sétima arte. Para vocês, corajosos cinéfilos que vão se aventurar a assistir a esse filme preparem-se para cenas dramáticas que não vão refletir em nenhum tipo de emoção. Como dizia Napoleão Bonaparte: “A bravura provém do sangue, a coragem provém do pensamento.” Falta coragem ao filme.

 

Jennifer Aniston fala o que pensa sobre Angelina Jolie

Angelina Jolie e Jennifer Aniston se esbarraram durante a cerimônia de entrega dos prêmios da 20ª edição dos Critics’ Choice Awards, o que retomou as discussões na mídia sobre uma possível rivalidade entre as duas.

Segundo os veículos de comunicação, as duas atrizes não se dão bem desde que Jolie “roubou” o marido Brad Pitt, durante as filmagens da comédia de ação ‘Sr. e Sra. Smith‘, dirigido por Doug Liman em 2005.

Dez anos após o acontecido, Aniston decidiu abrir o jogo em entrevista ao Entertainment Tonight e revelar quem realmente foi o vilão de toda essa história: a mídia.

A atriz de ‘Friends‘ revelou que seguiu em frente após perder o ex, e está muito feliz com o atual namorado, o ator Justin Theroux (‘As Panteras – Detonando’). Agora, ela pede que os jornais sensacionalistas também sigam em frente e esqueçam essa histórias.

“Eu acredito que aos poucos esse papinho está chegando ao fim. Eu realmente acredito. Eu posso dizer que assisti Invencível [filme dirigido por Jolie] e ele é tão lindo e incrível. Ela realizou um trabalho tão maravilhoso. Acho que está na hora das pessoas pararem com essa mesquinharia e apenas começarem a celebrar nossos trabalhos e pararem com essa história boba sobre uma suposta rivalidade entre nós”, afirmou.

A atriz disse que seu divórcio com Pitt foi apenas um grande tópico midiático.

“Essa história é tão cansativa e antiga. É como um sapato velho. Vamos comprar um novo par de sapatos, brilhantes”, brincou.

Mesmo seguindo em frente, Jennifer chegou a criticar Angelina na mídia em 2008.

“Tinha muita coisa errada por um bom tempo naquela história, e eu nem sabia o que estava acontecendo. Ela [Jolie] deu um entrevista falando que todo dia de trabalho ficava ansiosa para chegar logo ao set [de Sr. e Sra. Smith]. Aquilo realmente não foi legal. Eu achei que esses detalhes foram um pouco inapropriados para se discutir”, afirmou em entrevista à Vogue.

Jolie marcou presença no Critics’ Choice Awards para divulgar seu último trabalho na direção, Invencível‘ (Unbroken). Já Aniston concorria por sua atuação em ‘Cake – Uma Razão Para Viver‘. Nenhuma das duas saiu premiada, conheça os vencedores.

Jolie compareceu ao evento sozinha, enquanto Aniston estava ao lado do namorado, Justin Theroux.

Confira fotos do evento: