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Os 10 Filmes mais Exibidos e Lembrados da “Sessão da Tarde”

Quem tem seus 20 e poucos anos, se lembra eternamente da infância em que passavamos em nossa casa, assistindo à pérolas do cinema na “Sessão da Tarde“, da Rede Globo.

Pode parecer estranho, mas aqueles filmes cheio de besteirols são clássicos em nossa vida, e serão eternamento os filme que mais lembraremos, comentaremos em mesas de bar e nos divertimos até hoje, alugando-os em DVD.

Criada em 1975, a Sessão da Tarde passa um mesmo filme várias vezes. Durante anos, a sessão “eternizou” produções como A Lagoa Azul, Curtindo a Vida Adoidado, Caçadores de Emoção, Os Goonies, Admiradora Secreta, Ghost: Do outro Lado da Vida, De Volta para o Futuro e O Grande Dragão Branco, longas que viraram clássicos dos anos 80 e marcaram toda uma geração durante a década de 90. São também muito comuns as chamadas frases da sessão da tarde. Elas sempre, ou na maioria das vezes, possuem palavras como: do barulho!, loucas, confusão. São na verdade uma maneira de estimular o espectador a assistir aos filmes. As frases são ditas pelos locutores da Globo, Carlos Duarte e David Roque, os quais gravam a maioria das chamadas da Sessão da Tarde. Em algumas oportunidades, como especiais de final de ano, o locutor titular da Globo Dirceu Rabello também faz as chamadas. Veja algumas:

Essa malandrinha vai armar as mais loucas confusões e virar a vida de sua madrasta em um verdadeiro pesadelo!

Essa turminha do barulho vai entrar em cada fria e transformar o colégio em um verdadeiro campo de batalha!

Ele é esperto pra cachorro!

Esse cãozinho endiabrado é osso duro de roer e irá transformar a vida de seu dono em um verdadeiro inferno!

Apertem os cintos, pois esse tremendo maluco vai virar a cidade de pernas pro ar e aprontar pra valer!

Essa dupla da pesada vai deixar a cidade completamente maluca e o baixo astral de lado, pois com eles a confusão anda junta!

Um cara bom de briga, encarando todos os desafios para tentar reconquistar o amor de seu filho.

O policial mais enrolado do mundo entrando em ação. Vai ser um Deus nos acuda!

Ele vai aprontar loucuras que vão dar o que falar!

Tem muita ação e emoção numa aventura eletrizante na Sessão da Tarde.

Foi difícil eleger os filmes mais exibidos e lembrados da “Sessão da Tarde”.

Confira a lista abaixo:

10. A Lagoa Azul (The Blue Lagoon – 1980)

“Richard, quem virou minha cama?”. Quem não se lembra de uma histérica Brooke Shields gritando pela ilha?

No Brasil, o filme possui muita fama por ser exibido inúmeras vezes pela Rede Globo na Sessão da Tarde (assim como a sequênciaremake De Volta à Lagoa Azul). Duas crianças crescem juntas em uma ilha junto de um velho marinheiro, após um naufrágio. Quando o velho morre, as duas crianças têm de se virar sozinhas, e acabam por descobrir o amor. Indicado ao Oscar de Melhor Fotografia, é uma refilmagem de um filme homônimo de 1949.

 

9. Esqueceram de Mim (Home Alone – 1990)

Não existe Natal no Brasil sem a exibição de ‘Esqueceram de Mim’ um dia antes. Em Chicago, uma família inteira planeja passar o Natal em Paris. Porém, em meio às confusões de viagem um dos filhos (Macaulay Culkin), com apenas 8 anos, é esquecido em casa. Assim, o garoto se vê obrigado a se virar sozinho e a defender a casa de dois ladrões.

Sucedido por ‘Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York’ (1992) e ‘Esqueceram de Mim 3’ (1997) e o péssimo ‘Esqueceram de Mim 4′. Todos também exibidos na “Sessão da Tarde

 

8. Quero ser Grande (Big – 1988)

Um dos primeiros, e mais divertidos, filmes de Tom Hanks, é, no mínimo, um clássico.

Josh é um garoto que vai à um parque de diversões e faz um pedido a uma das máquinas do local: ele quer ser grande! Na manhã seguinte, ao acordar, Josg vê que seu pedido foi realizado e ele agora tem a aparência de um adulto (Hanks). Com a ajuda de seu melhor amigo, Josh tentará se adaptar ao mundo dos adultos: arrumará um emprego e terá seu primeiro encontro com uma mulher (Perkins). Como ele irá encarar este mundo que lhe é tão estranho? E, será que um dia ele voltará a ser criança?

 

7. Gremlins (Gremlins – 1984)

Rand Peltzer (Hoyt Axton) é um “inventor” que, ao tentar dar um presente natalino único para seu filho, Billy Peltzer (Zach Galligan), compra em Chinatown um Mogwai, um ser aparentemente gracioso. Mas o dono, um velho chinês, não queria vendê-lo por dinheiro nenhum, pois ter um Mogwai envolve muitas responsabilidades. Entretanto, o neto do ancião o vende por duzentos dólares e diz as regras essências para ter um Mogwai: nunca colocá-lo diante de uma luz forte e muito menos na luz solar, que pode matá-lo; nunca molhá-lo e, a regra principal, nunca o alimente após a meia-noite, mesmo que ele chore ou implore. Rand ouve o aviso sem dar a devida importância e leva o Mogwai para sua casa em Kingston Falls, uma pequena cidade. Paralelamente, Billy trabalha como caixa de banco e sofre com as exigências de Ruby Deagle (Polly Holiday), uma cliente igualmente rica e antipática. Além disto tem de aturar o pedante Gerald (Judge Reinhold), que quer usar sua posição para conquistar Kate Beringer (Phoebe Cates), a namorada de Billy.

Quando Billy recebe o presente fica maravilhado, mas as regras não são respeitadas. Assim, quando é molhado o Mogwai se multiplica assustadoramente e, alimentados após a meia-noite, se tornam criaturas más, que aterrorizam a cidade.

Seguido por ‘Gremlins 2 – A Nova Turma’ (1990).

 

6. Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop – 1984)

A ação está a toda nesta agitada comédia estrelada por Eddie Murphy, como Axel Foley, um esperto tira de Detroit que está em Beverly Hills à caça do assassino de seu melhor amigo. Ele logo percebe que seu estilo selvagem não combina com a polícia de lá, que destaca dois policiais (Judge Reinhold e John Ashton) para assegurar que as coisas não fujam do controle. Obrigado a levar os dois caretas junto com ele, Axel; detona um tremendo choque cultural em sua rápida e hilariante busca por justiça. Com breves participações de Paul Reiser, Bronson Pinchot e Damon Wayans, Um Tira da Pesada é uma aventura desvairada!

Precedido por ‘Um Tira da Pesada’ (1984) e ‘Um Tira da Pesada 2’ (1987).

 

5. Conta Comigo (Stand by Me – 1986)

Em uma pequena cidade florestal do Oregon, quatro amigos – o sensível Gordie (Wil Wheaton), o durão Chris (River Phoenix), o destemido Teddy (Corey Feldman) e o acovardado Vern (Jerry OConnell) – estão à procura do corpo de um adolescente desaparecido. Querendo ser heróis diante dos amigos e aos olhos da cidade, eles partem numa inesquecível viagem de dois dias que se transforma em uma odisséia de autodescoberta. Eles fumam escondidos, contam casos assustadores e descobrem que precisam ficar unidos e encontrar forças que nem imaginavam possuir. Conta Comigo é um filme raro e especial sobre a amizade e as indeléveis experiências do crescimento.

Cheio de humor e suspense, o filme é baseado no romance “O Corpo”, de Stephen King.

 

4. Sem Licença Para Dirigir (License to Drive – 1988)

Corey Haim e Corey Feldman dominam esta lista.

Les e Dean são típicos adolescentes americanos que não imaginam a vida à pé. Tudo que eles querem é tirar logo a carteira de motorista e sair com as garotas. Les é reprovado no exame, mas mesmo assim sai com o carro do avô, numa noite inesquecível.

 

3. Os Goonies (The Goonies – 1985)

O mais clássico de todos. E também o mais memorável.

Um grupo de garotos auto-denominados “Os Goonies” estão prestes a serem despejados de suas casas, caso seus pais não consigam pagar uma elevada hipoteca. Dias antes da execução da hipoteca, os goonies encontram um legítimo mapa de um tesouro que pertenceu ao famoso pirata Willy Caolho. Agora, o grupo partirá em busca do tal tesouro para conseguir pagar as dívidas de suas famílias. Mas no caminho, eles terão que passar pela quadrilha dos Fratelli e pelas engenhosas armadilhas que protegem o cobiçado tesouro.

 

2. Os Garotos Perdidos (The Lost Boys – 1987)

Corey Haim e Corey Feldman juntos novamente, neste filme incrível que ganhará uma sequência este ano.

O Jovem Sam (Corey Haim) e seu irmão mais velho adolescente (Jason Patric), eram adolescentes comuns até se mudarem para a pacata Santa Carla, Califórnia. Coisas estranhas começam a acontecer misteriosamente. Michael está agindo de fgorma estranha, talvez porque seus novos amigos liderados pelo enigmático David (Kiefer Suterland) não sejam nada comuns. Eles são vampiros dispostos a aproveitar a vida, curtir a noite e transformar Michael no mais novo membro de seu grupo.

 

1. Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off – 1986)

Matthew Broderick também se tornou um clássico da “Sessão da Tarde”. Ele está presente em, pelo menos, um a cada vinte filmes exibidos.

No último semestre do curso do colégio, estudante (Matthew Broderick) sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com a namorada (Mia Sara), seu melhor amigo (Alan Ruck) e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor (Jeffrey Jones) do colégio e de sua própria irmã (Jennifer Grey).

É isto aí, uma viagem maravilhosa aos anos 80 e 90, demonstrando que nenhum filme exibido hoje na “Sessão da Tarde” consegue o mesmo sucesso destes filmes-pipoca, divertidos e únicos.

Angelina Jolie em novo cartaz de ‘Malévola’

Malévola‘ ganhou um novo cartaz e duas imagens.

O longa traz a história não contada da vilã mais icônica da Disney, do clássico de 1959, ‘A Bela Adormecida’. Uma bela e ingênua jovem com atordoantes asas negras, Malévola (Jolie) leva uma vida idílica, crescendo em um pacífico reino em uma floresta, até o dia em que um exército invasor de humanos ameaça a harmonia da região. Malévola surge como a mais feroz protetora da região, mas acaba sendo vítima de uma impiedosa traição — um acontecimento que começa a transformar seu coração outrora repleto de pureza em pedra. Determinada a se vingar, ela enfrenta uma batalha épica contra o rei dos humanos e, como consequência, amaldiçoa sua filha recém-nascida, Aurora (Elle Fanning). Conforme a menina cresce, Malévola percebe que Aurora é a peça essencial para estabelecer a paz no reino — e para a sua própria felicidade.

O longa estreia nos cinemas Brasileiros em 29 de maio de 2014.

Confira:

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A direção é de Robert Stromberg, que venceu Oscars de Melhor Direção de Arte por ‘Avatar’ e ‘Alice no País das Maravilhas’. Ele também trabalhou nos efeitos visuais de diversos filmes, como ‘Jogos Vorazes’, ‘As Aventuras de Pi’ e ‘2012’.

O orçamento da superprodução é de US$ 200 milhões.

Brenton Thwaites (‘Lagoa Azul: O Despertar’) vive o Príncipe Phillip. O elenco também conta com Sharlto Copley (‘Elysium’), Sam Riley (‘Na Estrada’), Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’), Peter Capaldi (‘Guerra Mundial Z’), Miranda Richardson (‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’), Juno Temple (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) e Lesley Manville (‘Segredos e Mentiras’).

 

Mais uma possível foto de Ben Affleck no set de ‘Batman vs. Superman’

Uma possível imagem de Ben Affleck caracterizado como o Batman em ‘Batman vs. Superman‘ caiu na internet.

A imagem surgiu inicialmente no Instagram, antes de ser divulgada no ComicBookMovie. Parece ser uma foto de uma foto, o que torna ainda mais difícil de descobrir se é ou não legítima. Mesmo que seja apenas uma imagem criada por fã, vale à pena adiantar o que pode ser o novo visual do herói.

[ATUALIZADO]: O SuperHeroMovies divulgou mais uma possível imagem de Affleck no set. Será?

O que vocês acham? Verdadeiro de falso?

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As filmagens principais de ‘Batman vs. Superman’ terão início em 2014, para um lançamento em 6 de maio de 2016.

A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’).

Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor, e Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’Henry Cavill(Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Ben Affleck será  Bruce Wayne/Batman.

O diretor Zack Snyder também retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Christopher Nolan, que dirigiu os três filmes do Homem-Morcego e produziu o do Superman, assume o cargo de produtor executivo.

 

Walt nos Bastidores de Mary Poppins

Depois de Hitchcock e Marilyn Monroe, Walt Disney volta à vida na produção de um sucesso da sétima arte

Neste fim de semana estreiam dois “quase filmes do Oscar”. O termo se refere ao fato de que tais filmes geravam grandes expectativas de indicações em diversas categorias no período que precedeu seu lançamento, principalmente na maior delas – melhor filme. Porém, terminaram renegados a indicações menores. O primeiro deles é justamente este Walt nos Bastidores de Mary Poppins, título nacional terrível para Saving Mr. Banks.

Considerado o O Artista do ano passado, o filme prometia arrasar, cativando os membros da Academia com seu teor agridoce e uma história diretamente ligada ao mundo do cinema. No roteiro escrito por Kelly Marcel e Sue Smith, conhecemos a fundo a verdadeira batalha travada por Walt Disney (interpretado de forma certeira por Tom Hanks) para conseguir os direitos cinematográficos sobre a obra Mary Poppins, da escritora P.L. Travers (papel de Emma Thompson).

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Este também prometia ser o ano do veterano Tom Hanks. O ator dono de dois Oscar na categoria principal esteve presente em dois grandes momentos no cinema em 2013, Capitão Phillips e neste Walt nos Bastidores… . Embora o primeiro tenha entrado na categoria principal, Hanks ficou duplamente de fora. No entanto, o Disney de Hanks é coadjuvante para a impactante e minuciosa atuação de Thompson como a escritora amargurada por um trauma de infância.

O filme também pode ser analisado do ponto de vista psicológico, estudando como um trauma em nossos primeiros anos de vida define quem seremos para sempre. A obra do diretor John Lee Hancock intercala sua narrativa com dois momentos no tempo: a infância da pequena Pamela e sua vida adulta, com o pseudônimo já adotado. No primeiro momento temos apenas drama e certa doçura, ao lidarmos com um pai sonhador (e alcoólatra), vivido de forma correta por Colin Farrell e o seu relacionamento especial com a filha.

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No segundo momento, quase todo levado num tom cômico, vemos como isto afetou a vida da mulher sisuda e nem um pouco agradável. O cineasta, que em 2010 fez sucesso no Oscar ao entregar o meloso e superestimado Um Sonho Possível, é um especialista nos gêneros, mas aqui não erra na mão com o açúcar. Hancock acerta ao deixars seus atores comandarem o show. É inegável também a qualidade superior do segmento passado no presente do filme. Afinal, uma família que sofre pelos devaneios do patriarca não é nenhuma novidade e aqui é realizada de uma forma no limite do aceitável.

Na década de 1960, Disney e Travers finalmente chegaram a um acordo que permitiria ao magnata adaptar o livro extremamente popular da britânica. Durante mais de uma década o poderoso empresário americano lutou para fazer do livro um filme. Essa era uma promessa feita a sua filha. Travers precisando de dinheiro resolve aceitar. Porém, tudo precisará acontecer nos termos específicos da irredutível mulher.

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A britânica Thompson, que na década de 1990 era uma das artistas mais proeminentes do cinema (com direito a um Oscar de Melhor Atriz por Retorno a Howards End e outro de melhor roteiro por Razão e Sensibilidade – além de mais três outras indicações), volta ao topo e leva nas costas (basicamente) esta produção. Como resultado, a atriz recebeu diversas indicações, incluindo no Globo de Ouro. Já o filme, foi lembrado apenas por sua trilha sonora no Oscar. Para os cinéfilos, qualquer obra que retrate um fato histórico ligado diretamente à produção de um clássico do cinema é garantia de ingresso. O que tem acontecido repetidas vezes em filmes desse (novo) subgênero é a forma como a romantização, principalmente dos personagens, acaba por sobrepujar a grandiosidade do acontecimento principal.

 

Até o Fim

J.C. Chandor e Robert Redford mostram como fazer um filme com um único ator

Poucos filmes na atualidade possuem a coragem de Até o Fim. A obra é a segunda estreia do fim de semana, além de Walt nos Bastidores de Mary Poppins, que se encaixa na categoria dos “quase filmes do Oscar”. O motivo da denominação se deve pelo fato de tais produções (além deles, também Inside Llewyn Davis, Rush, entre outros) terem chamado a atenção até seu lançamento. No entanto, acabaram com indicações apenas em categorias menores.

Exibido no Festival de Cannes do ano passado, a produção marca o segundo filme do cineasta J.C. Chandor, após o ótimo Margin Call – O Dia Antes do Fim. Por essas duas obras é seguro dizer que Chandor é um cineasta para ficarmos de olho. Indo contra sua estreia extremamente verbal e tensa, o cineasta entrega uma excelente obra, basicamente muda, mas igualmente tensa. Comecemos dizendo que não se fazem mais filmes como Até o Fim.

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Essa é uma obra com apenas um ator e totalmente sem diálogos. Comparável a O Artista, Náufrago e Gravidade, o novo filme de J.C. Chandor é um marco para a sétima arte. Protagonizado apenas pelo grandioso veterano Robert Redford, o filme apresenta seu personagem em viagem pelo mar a bordo de um pequeno veleiro. O protagonista sequer tem nome, tampouco sabemos o motivo de sua viagem solitária. E justamente este é um dos elementos mais interessantes desse fantástico filme.

O cineasta nos deixa criar o backstory do protagonista por conta própria. Quando um grande container se choca contra sua embarcação e causa um buraco no casco do barco, seus problemas realmente começam. Dali em diante, o protagonista precisa lutar contra todas as adversidades, o que inclui o clima, o tempo e principalmente a natureza, se quiser sobreviver. Redford mostra porque é um nome histórico para a sétima arte numa das melhores performances de 2013. O veterano sem dizer palavras expressa todos os sentimentos.

Sofremos ao seu lado e nos alegramos quando as coisas começam a dar certo. O desespero de seu personagem é latente durante toda a projeção. Esse é um trabalho extremamente físico do ator septuagenário. Comparável ao indicado ao Oscar 127 Horas, temos um protagonista cuja arrogância é sua própria ruína. Assim como a obra de Danny Boyle, o filme de Chandor mostra um homem sendo testado ao limite, dentro de um jogo que julgava dominar.

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Tudo na obra é primoroso. Chama a atenção o roteiro, que não se torna repetitivo, somando situações desafiadoras a serem superadas pelo herói. Até o Fim é cinema de forma antiga. No qual o apelo visual é primordial, mas na da forma anestesiante da qual os jovens estão acostumados. Aqui não existe pressa, atropelamento visual, mas extrema urgência. Um dos filmes mais nervosos e recheado de adrenalina de 2013 consiste em um septuagenário e  um barco.

A presença de Redford intimida. Para superá-la somente um maremoto no meio do oceano e muita tempestade. Redford, com quase 60 anos de carreira, nunca ganhou um Oscar como ator (apenas diretor e um honorário). Talvez essa fosse a hora. Sem dúvidas o ator segura mais um filme sozinho do que a maioria dos atores que se candidatam a tal empreitada (cof cof… Sandra Bullcok… cof cof).  Com todos os elogios possíveis, Até o Fim é um dos melhores filmes desta temporada e conta com um dos desfechos mais enigmáticos positivamente da história.

 

Esquadrão Classe A

(The A-Team)

Elenco: Liam Neeson, Bradley Cooper, Quinton “Rampage” Jackson, Jessica Biel, Sharlto Copley, David Richmond-Peck.

Direção: Joe Carnahan

Gênero: Aventura

Duração: 117 min.

Distribuidora: Fox Film

Estreia: 11 de Junho de 2010

Sinopse:
Em 2003, uma unidade operacional de elite foi condenada pela corte militar por um crime que não cometeu. Mas estes homens escaparam rapidamente da prisão de segurança máxima e passaram a viver clandestinamente no submundo de Los Angeles. Hoje, ainda procurados pelo governo, sobrevivem como mercenários. Se você tem um problema e ninguém mais pode ajudar, e se conseguir encontrá-los, talvez você possa contratar o Esquadrão Classe A.

Curiosidades:

» Joe Carnahan (‘A Última Cartada’) dirige o longa, e a produção fica por conta de Ridley Scott (‘Rede de Mentiras’).

» John Singleton seria o diretor, mas abandonou a produção por conflitos de agenda.

» Bruce Willis foi cotado para o papel do coronel John “Hannibal” Smith;

– Woody Harrelson e Ryan Reynolds foram cotados para viver o capitão Murdock;

 Ice CubeCommon e The Game foram cotados para interpretar B.A.;

» ‘Esquadrão Classe A‘ foi uma série de televisão exibida originalmente pela rede de televisão NBC, entre os anos de 1983 e 1987, sobre um grupo fictício de ex-comandos do Exército dos Estados Unidos actuavam como mercenários, utilizando práticas comuns da Guerra do Vietnã.


Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

300: A Ascensão de um Império

(300: Rise of a Empire)

Elenco:

Lena Headey, Eva GreenRodrigo SantoroSullivan Stapleton, David Wenham, Jack O’Connell, Scott Burn, Nancy McCrumb, Caitlin Carmichael, Hans Matheson, Callan Mulvey, Andrew Tiernan, Mark Killeen, Andrew Pleavin.

Direção: Noam Murro

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 7 de Março de 2014

Sinopse:

Baseado em Xerxes, quadrinhos de Frank Miller, e narrado no estilo visual de tirar o fôlego do sucesso “300”, o novo capítulo da épica saga leva a ação a um inédito campo de batalha – o mar – à medida que o general grego Themistokles (Sullivan Stapleton) tenta unir a Grécia ao liderar o grupo que mudará o curso da guerra.

300: A Ascensão de um Império” coloca Themistokles contra as enormes forças Persas, lideradas por Xerxes (Rodrigo Santoro), um mortal que virou deus, e por Artemesia (Eva Green), uma vingativa comandante da marinha persa.

Curiosidades:

» Rodrigo Santoro (‘Heleno’) retorna como o gigante Xerxes na continuação de ‘300′. “Não é uma sequência, mas também não vem antes. É um filme que se passa mais ou menos na mesma época da batalha que acontece no primeiro filme”, revelou.

» Jamie Blackley (‘Branca de Neve e o Caçador’) vive  o co-protagonista Calisto, jovem guerreiro que quer se tornar lendário como seu pai, e se torna líder de um grupo de soldados.

» Sequência de ‘300‘.

» Inicialmente intitulado como ‘Xerxes‘.

» Zack Snyder não retorna para a direção. Em seu lugar, entra o israelense Noam Murro (‘Vivendo e Aprendendo’).

» O francês Jaume Collet-Serra (‘A Orfã’) chegou a ser cotado para a direção.

» O roteiro é de autoria de Kurt Johnstadt e Zack Snyder.


Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

 

300: A Ascensão do Império

A involução dos guerreiros espartanos.

Mesmo iniciando a carreira com Madrugada dos Mortos (2004), refilmagem que vem sendo a principal referência contemporânea para a explosão do subgênero zombie movie, foi somente com 300 (2006) que Zack Snyder fez seu nome na grande indústria, ficando conhecido como um visionário, pelo seu estilo estético narrativo deveras inventivo. E, ainda que não seja considerado um grande cineasta, ortodoxamente falando, Snyder conseguiu seu espaço e agora com o recente sucesso, O Homem de Aço (2013), ganhou carta branca da Warner pra realizar trabalhos ainda mais ambiciosos. Logo, não é atoa que o filme do Rei Leônidas foi fundamental dentre seus títulos, pois, além de trazer várias inovações visuais e de ter trabalhado em chroma key como poucos, é uma adaptação impecável da obra original de Frank Miller (The Spirit: O Filme), não deixando de lado seu contexto histórico ou restringindo-se apenas a cenas soltas.

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O que exatamente acontece com sua continuação, 300: A Ascensão do Império, que, não só comete esse erro, vendendo-se como obra extremamente escapista, quão é um longa genérico, do ponto de vista estético, não tendo um mínimo êxito catártico nas inúmeras cenas de batalhas que nele são aludidas. O inexperiente diretor israelense, Noam Murro (Vivendo e Aprendendo), entrega um trabalho de direção pedestre, de ritmo lento, que pouco explora seus personagens, e é recheado de slow-motion, seguido de câmeras rápidas, soando assim como uma copia piorada do próprio Snyder – técnica que já foi saturada no pavoroso Sucker Punch: Mundo Surreal (2011), que, não por coincidência, Zack abandonou no título posterior.

Detentor de esplendidos efeitos visuais, por possuir uma produção considerável, as performances das lutas são isoladamente bem realizadas, no que diz respeito aos movimentos e textura. O que não quer dizer que as tomadas surtam efeito para com o espectador, já que estas são repetidas infindáveis vezes, fazendo com que, mais na frente, sua grande cartada torne-se, melhor dizendo, algo aborrecido. A ponto de que se você sair da sala no meio do filme e voltar após alguns minutos para a conclusão, nada perderá, pois fica claro que a trama não anda, por sempre se preocupar com combates vazios.

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Baseado também em um quadrinho de Frank MillerXerxes, algo me chamou bastante atenção aqui, e não é pelo fato de eu ser brasileiro e meu possível ufanismo me obrigar a fazer tal pergunta: onde está a grande participação do ator Rodrigo Santoro (Heleno) nessa história? Pois, sua presença aqui é tão marcante quanto a que vimos no filme anterior. O arco principal e motivacional gira em torno de seu personagem, que por assim leva o título da obra original, mas é evidente que a principal antagonista do conto é a Artemisia, vilã vivida pela lindíssima Eva Green (007: Cassino Royale), que, sim, realiza um trabalho completamente caricato, mas que parece estar apenas seguindo o perfil idealizado. Mas o maior problema do casting é mesmo seu protagonista, o “lendário” Themistokles, interpretado por Sullivan Stapleton (Caça aos Gângsteres), que seria até uma ofensa compará-lo à Gerard Butler (Invasão a Casa Branca), por ser tão medíocre naquilo que fez. Imponência é uma palavra que não existe em seu dicionário. O ator é terrível em vários sentidos.

Não será necessário se aprofundar na trilha de Junkie XL (Conexão Perigosa), já que dificilmente você irá se lembrar de algum acorde. Assim como a montagem e David Brenner e Wyatt Smith é automatizada e deixa um filme de 100 minutos com uma impressão de gigantismo. Já a fotografia de Simon Duggan (O Grande Gatsby) evidencia com perfeição os efeitos visuais e o clima explorado nos mares. Bem como o roteiro da dupla, Zack Snyder e Kurt Johnstad, parece ter pernas pra que se possa explorar – o que Murro não faz. Levando-nos, novamente, àquela questão: é realmente interessante a indústria americana se preocupar tanto em produções milionárias, no intuito de beneficiar tolas batalhas, e deixar de lado a alma da coisa, contratando profissionais que pouco se importam com resultado artístico desses trabalhos? Títulos como Imortais (2011), Fúria de Titãs (2010), 47 Ronins (2014) e este 300: A Ascensão do Império provam cada vez mais que não.

Eles Voltam

Os pés imaturos queimando o asfalto, os carros passam vem e vão. O que fazer com o instinto despreparado da solidão? Escrito e dirigido pelo cineasta Marcelo Lordello, Eles Voltam é uma simples história de uma jornada incrível de descobertas. A direção se esforça para ser detalhada, a lente inteligente do diretor mostra o mundo nebuloso do abandono (seja ele pessoal, social…) pelos olhos inocentes de uma jovem largada pela família na beira de uma estrada. O filme tem cara de curta, jeitão de média e acaba convencendo como longa.

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Na trama, desse belo trabalho made in Brasil, somos jogados na história de Cris (Maria Luiza Tavares), uma adolescente de 12 anos que após uma briga dentro do carro de seus pais, é deixada na estrada ao lado de seu irmão mais velho. Confusa e sem saber quando os pais vão voltar para buscá-los, ainda é rejeitada pelo próprio irmão que a deixa sozinha. Assim, sem direção e com medo do que poderia enfrentar pelo caminho, Cris consegue ajuda de um simpático morador da região onde está, uma família que vive da renda da mãe comerciante e de uma antiga vizinha que não via Cris fazia anos. A jovem viverá dias intensos, reunidos em uma experiência que a transformará completamente, vendo o mundo de outra forma.

Eles Voltam marca o encontra da imaturidade com o selvagem mundo real. As histórias vividas nessa aventura vão ser refletidas nos bons diálogos com a família da protagonista, já no final da trama. A superficialidade em alguns assuntos polêmicos são completamente entendidos, já que estamos vendo um filme aos olhos de uma jovem. Mesmo assim, o diretor poderia ter ido à fundo, ou até mesmo ter dado mais destaque, em embates sobre a nova visão do mundo da personagem.

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Esse bonito projeto possui uma narrativa leve, quase estática. A fuga do dinamismo é uma fórmula que, neste caso, dá certo. Encher o filme com lindas paisagens não transforma um filme em um bom trabalho, ainda bem que o diretor estava atento a isso. De negativo mesmo, vem o fato de que os coadjuvantes que vemos nas sequências poderiam ter contribuído mais com a história, o que pode transformar esse filme fraco e ingênuo para alguns espectadores.

Com estreia marcada para o próximo dia 07 de março nos cinemas brasileiros, Eles Voltam entrará no concorrido mercado de exibição brasileiro que está repleto de cópias dos filmes que foram indicados ao Oscar deste ano. É um peixinho especial em meio aos grandes tubarões. Coloque em seu aquário! Você precisa conhecer, refletir, pensar e argumentar sobre essa experiência.

Sem Escalas

Mais um projeto pseudo hitchcockiano do aprendiz Jaume Collet-Serra

O início de cada ano cinematográfico nos Estados Unidos é marcado pelas sobras do ano anterior. Produções que os estúdios não encontraram espaço para lançar no ano que passou, acabam sendo “despejadas” nos meses de janeiro e fevereiro. No Brasil, além dos filmes do Oscar, podemos notar que as obras miradas apenas para o entretenimento que chegam em tal época não são assim, digamos, de grande qualidade. Este ano, por exemplo, tivemos Hércules, Frankenstein – Entre Anjos e Demônios e Pompeia. Deu para sentir o drama.

Porém, nem tudo está perdido. E o motivo é que o grande Liam Neeson chega para nos resgatar. Uma breve história: Neeson, ator britânico indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993), reinventou a carreira como herói de ação aos 60 anos. O inusitado fato era estreado com Busca Implacável, sucesso inesperado de 2008. Como disse o diretor Joe Carnahan, que dirigiu o ator em Esquadrão Classe A (2010), é muito melhor ter um bom ator desempenhando um filme de ação, do que um astro da ação fazendo o mesmo. E Carnahan está certo.

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Não apenas isso, mas Neeson se tornou o Sr. Início de ano, sempre oferecendo uma produção de qualidade dentro do gênero ação e suspense. Em 2011, o ator entregou o thriller hitchcockiano Desconhecido (Unknown) e no ano seguinte foi a vez de Perseguição (The Grey), ótimo exemplar de sobrevivência, homem versus natureza. Tudo nos meses considerados os mais fracos para os grandes lançamentos, janeiro e fevereiro. Dessa vez, chega Sem Escalas (Non-Stop), do mesmo Jaume Collet-Serra de Desconhecido.

Na trama, Neeson interpreta o agente federal aéreo Bill Marks. Depois que sua filha morreu de câncer, o sujeito entrou em declínio e se tornou um alcoólatra instável. Para piorar, o protagonista odeia voar, o que dificulta consideravelmente a sua profissão. Nos Estados Unidos, cada voo conta com um policial disfarçado a bordo, para evitar qualquer tipo de problema. Tudo parecia ir bem, quando o oficial recebe em sua linha privada uma mensagem, aparentemente de um dos passageiros, ameaçando matar outro tripulante a não ser que uma enorme quantia seja transferida para ele.

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Este é o estopim para um roteiro recheado de muita paranoia, mistério, reviravoltas e situações acumulativas de tensão. Neeson faz bem o tipo herói ou anti-herói sofrido. O sujeito em quem podemos confiar, até que a trama se volta contra ele. A talentosa Julianne Moore também está no elenco, mostrando que sabe se divertir entre uma obra mais séria e outra. Moore é Jen Summers, a pessoa de confiança do protagonista dentro do avião e possível interesse amoroso, ou será? Obviamente, o thriller se encaixa no subgênero whodunnit, ou seja, achar o culpado por algum crime.

Filmes de mistério sempre despertam a atenção do público. É a forma mais sincera de convidar o espectador a participar da história. É claro que não maioria desses casos, a resposta para o mistério não é satisfatória e aqui isso não é diferente. Acontece que nada jamais será tão criativo quanto a nossa imaginação. Mas nos deixamos levar na viagem e esperamos para ver até aonde os realizadores irão nos conduzir. Sem Escalas faz bem seu trabalho, ao introduzir diversas possibilidades e guinadas na sua trama, deixando o público coçando a cabeça para seguir uma linha de raciocínio.

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São apresentados diversos personagens e todos explorados minimamente bem para se tornarem suspeitos. Mas quando nenhum dos métodos do protagonista para encontrar o infrator parece dar certo, os níveis de nervosismo aumentam. O filme também não é recomendado para pessoas que se assustem facilmente ao viajar de avião e entra para o hall de obras proibidas para uma sessão num voo. De certo que Julianne Moore não precisava estar nesse filme, sua presença serve para dar certo status para a produção e mostrar que Moore também sabe ser legal.

Maior presença tem a bela Michelle Dockery (da série Downton Abbey), que vive a aeromoça Nancy. Seu papel é um dos mais importantes aqui. Já a talentosa Lupita Nyong´o (sim a queridinha dos cinéfilos e indicada ao Oscar por 12 Anos de Escravidão), entra basicamente muda e sai calada. Sua participação obviamente ocorreu antes de sua explosão. Dificilmente a nova musa do momento irá se contentar com papéis desse nível daqui para frente. Depois de muito suspense e de algumas cenas de ação envolvendo Neeson (como carinhosamente apelidei essa nova persona do ator – “Neeson porradeiro”), o filme precisa acabar e explicações precisam ser dadas. Mas isso é o que menos importa, porque recebemos pelo que pagamos, quase duas horas de puro entretenimento. E o desfecho é em grande estilo.

Tudo por um Furo

O Todo Poderoso Ron Burgundy está de volta em sua tão esperada sequência

O Âncora, comédia de 2004, é o que podemos definir como obra Cult. Seu significado serve para explicar esta palavra muito usada, mas pouco compreendida. Embora não tenha sido um estrondo em seu lançamento nos cinemas americanos em julho de 2004, o filme viveu para se tornar um sucesso no mercado de vídeo/ DVD e ser descoberto por mais um bocado de gente. Tudo em relação ao filme passou a ser sensação, desde os diálogos e frases repetidas a exaustão, até as cenas nonsense recriadas.

O Âncora, veículo para o comediante Will Ferrell (saído do humorístico Saturday Night Live), é o típico filme de meio noite – uma comédia imprópria e politicamente incorreta, mas muito bem trabalhada e competente em sua proposta. E foi justamente desta maneira que descobri o filme, de forma despretensiosa sendo exibido em um canal da TV a cabo em meados de 2005. Passado na década de 1970, a produção introduz um dos personagens mais originais e, de forma geral, hilário do cinema, o jornalista Ron Burgundy (Ferrell). O sujeito egocêntrico e extramente machista é a caricatura inteligente criada pelo próprio Ferrell e o diretor Adam McKay para apontar e denunciar personalidades assim.

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O Âncora é também um filme feminista, pois apresenta a personagem Veronica Corningstone (Christina Applegate), uma mulher independente e capaz, que chega para revolucionar um mercado de trabalho então dominado por homens arrogantes. A personagem de Applegate tem um longo caminho pela frente e sua estrada não será das mais tranquilas. Ron e seus amigos, acostumados a tratar as mulheres como meros objetos de suas conquistas, simplesmente não sabem o que fazer com a situação apresentada diante deles. A mudança chega e esses sujeitos retrógrados são obrigados a aceitá-las, embora se comportem como macacos sem entender o fogo.

Apesar da grande mensagem embutida, que deixa no chinelo filmes pretensiosos e mais sérios (alguns inclusive presentes em premiações), O Âncora também faz uso de muito material sujo, cenas desconexas e simplesmente joga tudo o que tem em matéria de humor na tela de uma vez só. Por anos o filme foi celebrado como uma das melhores comédias de todos os tempos e uma continuação era exigida por sua grande base de fãs. Assim como outras comédias Cult, como Os Caça-Fantasmas e Beetlejuice, realizar a sequência de uma obra adorada por ser uma jogada perigosa. Ferrell e McKay sabiam disso e por anos a continuação das aventuras da lenda Ron Burgundy vinha sendo trabalhada.

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Quase dez anos depois, chega O Âncora 2 – A Lenda Continua. Ou, como o filme é chamado aqui no Brasil, Tudo por um Furo. Por que, você pergunta? A resposta é que o primeiro não é tão conhecido do grande público e dessa forma a Paramount tenta uma segunda vez começar do zero e atrair o público não familiarizado com o filme original. Obviamente esta é uma experiência muito mais satisfatória para os escolados na primeira aventura do jornalista pretensioso. Encontramos Ron e sua esposa Veronica ainda casados, jornalistas e pais do pequeno Walter (Judah Nelson). Ainda escrito por Ferrell e McKay (que volta também na direção), o roteiro reúne Ron a sua velha equipe jornalística para mais uma olhada caricatural no que foi o telejornal (desta vez nos anos 1980).

Após Ron ser demitido por seu patrão e ídolo Mack Tannen (Harrison Ford), o sujeito cai em desgraça e perde a esposa. Logo, ele é resgatado pelo produtor Freddie Shap (Dylan Baker), para em Nova York fazer parte do primeiro canal jornalístico com transmissão de 24 horas por dia. Esta é a sátira de qualidade típica de Ferrell e McKay, que conseguem incluir fatos interessantes e verídicos em suas comédias escrachadas. O que termina sendo muito mais relevante do que as dezenas de Transformers e Crepúsculo que infestam os multiplex sem nenhum valor qualitativo para os jovens.

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Assim, Ron sai em busca dos outros ex-integrantes do canal 4 e encontra Champ Kind (David Koechner) como dono de um restaurante que serve um tipo de frango bem inusitado aos seus clientes (cujos trocadilhos com frangos virarão bordões); Brian Fantana (Paul Rudd) como fotógrafo estrela de gatinhas (literalmente) e Brick Tamland (Steve Carell) ressurgido da morte. Juntos, os quatro prometem tirar dos eixos o jornalismo nova yorkino, ao mesmo tempo em que revolucionam o telejornal (com direito a Ron criando os links ao vivo de perseguições de carro) da madrugada – horário ao que são renegados.

Com direito a desavenças profissionais (em especial com o personagem de James Marsden), uma chefe negra (Meagan Good, ótima), o novo namorado de Veronica (Greg Kinnear), um romance para Brick (na forma de uma alma gêmea vivida por Kristen Wiig) e mais participações especiais que podemos contar nas duas mãos participando de uma cena recriada no original, O Âncora 2 ou Tudo por um Furo tem tudo para emanar igualmente como obra Cult. Se não emplacar nos cinemas, podemos esperar um novo sucesso no mercado de home vídeo.

As Aventuras de Peabody & Sherman

Desenho resgatado da década de 1960 se transforma em uma fonte pura de diversão para a garotada

Estreando antes no Brasil em relação aos EUA, As Aventuras de Peabody & Sherman (Mr. Peabody & Sherman) é baseado em um icônico desenho animado da década de 1960, conhecido como Peabody´s Improbable History. O segmento fazia parte da série animada The Rocky and Bullwinkle Show (no Brasil, Alceu e Dentinho). Os donos do programa ganharam um filme próprio em 2000, igualmente intitulado As Aventuras de Alceu e Dentinho, que misturava live action com animação e contava com a presença do monstro Robert De Niro na pele (e osso) do vilão Fearless Leader.

O filme não fez o barulho esperado. Talvez a produtora Tiffany Ward, filha do criador dos cartuns Jay Ward, tenha aprendido com a experiência. Desta vez ela resolve criar uma obra totalmente em animação, com um apelo muito maior para o seu verdadeiro público-alvo: as crianças e adolescentes. Enquanto o filme de Alceu e Dentinho tentava ser esperto demais e atrair também o público mais velho e nostálgico, Peabody & Sherman consegue uma maior honestidade ao se manter fiel à essência do programa. Desta forma, igualmente captura novos fãs e não desaponta os pais que forem levar os filhos ao cinema, eventualmente lembrando sua própria infância.

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Na trama, um cachorro muito inteligente recusa-se a fazer os mesmos truques de todos ao redor e como consequência se torna o único filhote de seu canil a não ser adotado. Crescido, ele opta pelo oposto e decide ele mesmo adotar um menino humano. Criando o pequeno Sherman como seu próprio filho, Mr. Peabody o ensina a ser uma pessoa evoluída, educada e culta. Parte disso vem da invenção mais proeminente do cientista canino, uma máquina do tempo na forma de uma grande esfera. Já deu para perceber que um dos fortes temas desta animação é aceitar o diferente, não se contentar em ser igual a todos (tema presente também em Uma Aventura Lego, outra animação acima da média).

Mas como Peabody pode ensinar Sherman a ser um humano melhor, já que ele mesmo não é humano. O forte teor implícito de humanidade e aceitação vem em uma época ideal, pretendendo educar também os pequeninos com uma mensagem de grande valor e importância. Além da questão social, As Aventuras de Peabody & Sherman presta outro serviço ao seu público-alvo: ser uma aula de história divertida e sem que eles percebam. A dupla inusitada viaja inicialmente para a época da Revolução Francesa, em 1799 e encontram uma rechonchuda Maria Antonieta dando conta de todos os doces que vê pela frente.

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Com a explosão da Revolução, os membros da realeza são caçados. O fato desencadeia a primeira grande sequência de aventura e ação envolvendo a dupla. Tudo é muito rápido e mesclado com tiradas espertas. A animação é extremamente bem realizada no quesito técnico. É algo belo de se ver. A imersão no 3D é algo fantástico. Poucos filmes recentes do gênero nos dão a sensação tão plena de participar junto da jornada. A sensação de espaço é muito bem administrada pelo diretor Rob Minkoff (O Rei Leão, 1994), um especialista no gênero. Seja no apartamento dos protagonistas, em algum lugar da história mundial ou em uma perseguição aérea (que toma conta do terceiro ato), a dimensão do que se vê na tela é algo brilhante.

A dupla ainda transita por outros momentos da história, como no Egito antigo, a Renascença na Itália (com um divertido Da Vinci) e até mesmo na Guerra de Troia. Todas as subtramas são devidamente exploradas pelo roteiro de Craig Wright e tais segmentos dão origem a seus próprios pequenos filmes. Igualmente satisfatórios. Uma nova aventura é somada a outra e com este material fonte, muitas outras novas poderão surgir pela frente. Tudo irá depender do maior desafio desta simpática dupla, o resultado de sua obra nas bilheterias. Coisa que tenho certeza, Peabody & Sherman tirarão de letra.

Uma Noite de Crime

(The Purge)

 

Elenco:

Ethan Hawke, Lena Headey, Max Burkholder, Adelaide Kane, Edwin Hodge, Rhys Wakefield, Tony Oller, Arija Bareikis, Tom Yi.

Direção: James DeMonaco

Gênero: Terror

Duração: 85 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 1º de Novembro de 2013

Sinopse:

Em uma América devastada pelo crime, o governo sancionou um período de 12 horas anuais em que toda e qualquer atividade criminosa, incluindo assassinato, é legal. A polícia não pode ser chamada e os hospitais suspendem ajuda. É uma noite em que a cidadania se regula sem pensamento de punição. Nesta noite atormentada pela violência e por uma epidemia de crime, uma família luta com a decisão de quem eles se tornarão quando um estranho bate à sua porta.

Curiosidades:

» Dos mesmos produtores de ‘Atividade Paranormal‘ e ‘Sobrenatural‘.

» O terror surpreendeu e estreou em primeiro nas bilheterias norte-americanas. Com o orçamento de apenas US$ 3 milhões, o filme arrecadou US$ 34 milhões no fim de semana.

» Ethan Hawke (‘Atraídos pelo Crime’) e Lena Headey (‘Dredd’) estrelam. Max Burkholder, Adelaide Kane, Edwin Hodge, Rhys Wakefield, Tony Oller e Alicia Vela-Bailey completam o elenco.

» O filme tem direção de James DeMonaco (que já trabalhou com Hawke em ‘Assalto à 13ª Delegacia’). Jason Blum, Michael Bay, Bradley Fuller e Andrew Form produzem.

 

Trailer:

EXCLUSIVO: Assista uma cena legendada da comédia ‘A Gaiola Dourada’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe legendado da comédiaA Gaiola Dourada‘ (La Cage Dorée).

Maria e José Ribeiro são imigrantes portugueses que vivem há mais de 30 anos na França. O casal mora num pequeno apartamento de um prédio situado num luxuoso bairro em Paris. Maria é a porteira e José, seu marido, trabalha com construção civil. Eles são queridos pelos franceses devido à honestidade, simplicidade e humildade, mas também porque nunca se recusaram a ajudar quem lhes pedisse ajuda. Certo dia, José recebe a notícia que herdará uma grande soma do irmão que vivia em Portugal, e a vida do pacato casal transforma-se radicalmente: é a grande oportunidade de regressarem ao país de origem.

A Europa Filmes lança o longa no Brasil dia 28 de Fevereiro de 2014.

 Rita Blanco, Joaquim de Almeida e Roland Giraud estrelam.  Ruben Alves dirige.

Assista:

Carrie, A Estranha

(Carrie)

 

Elenco:

Chloë Moretz, Julianne Moore, Judy Greer, Gabriella Wilde, Portia Doubleday, Alex Russell, Michelle Nolden, Cynthia Preston, Zoë Belkin, Connor Price, Max Topplin.

Direção: Kimberly Pierce

Gênero: Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia:
06 de Dezembro de 2013

Sinopse:

Carrie White é uma jovem que não faz amigos em virtude de morar em quase total isolamento com sua mãe, uma pregadora religiosa fanática. A garota é menosprezada pelas colegas e Sue Snell, uma das alunas que zombam dela, fica arrependida e pede a seu namorado que convide Carrie para um baile no colégio. Mas Chris Hargenson, uma aluna que foi proibida de ir à festa, prepara uma armadilha para ridicularizar Carrie em público. O que ninguém imagina é que a jovem possui poderes paranormais e muito menos conhece sua capacidade de vingança quando está repleta de ódio.

Curiosidades:

» Moretz concorria ao papel com Dakota Fanning, Emily Browning, Bella Heathcote, Haley Bennett, Lily Collins, Hailee Steinfeld, Lindsay Lohan e Megan Fox.

» Julianne Moore disputava o papel de mãe de Carrie com Jodie Foster.

» Kimberly Pierce, premiada diretora de ‘Meninos Não Choram‘, comanda.

» Roberto Aguirre-Sacasa roteiriza. Ele é o responsável por reescrever a peça da Broadway ‘Spider-Man: Turn Off The Dark‘.

» O best-seller de King se transformou em filme no ano de 1976, estrelado por Sissy Spacek, John Travolta, Amy Irving e Piper Laurie. Teve uma sequência em 1999, e um telefilme em 2002.

» O remake será uma adaptação direta do livro.


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Vidas ao Vento

(The Wind Rises)

 

Elenco:

Vozes de Joseph Gordon-Levitt, Emily Blunt, Hideaki Anno, Miori Takimoto, Hidetoshi Nishijima.

Direção: Kaze Tachinu

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Fevereiro de 2014

Sinopse:

Jiro Horikoshi vive em uma cidade do interior do Japão. Um dia, ele tem o sonho de estar voando em um avião com formato de pássaro. A partir desse sonho, ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida. Durante a busca pelo seu sonho ele conhece Naoko, uma jovem encantadora por quem se apaixona. No entanto, Naoko fica profundamente doente, sem saber se sobreviverá.

Curiosidades:

» Mais novo e último filme do cineasta japonês Hayao Miyazaki.

» O protagonista Jiro será dublado por Joseph Gordon-Levitt (‘Como Não Perder Essa Mulher’), enquanto seu interesse amoroso terá a voz de Emily Blunt (‘Looper: Assassinos do Futuro’).

» O pai de Jiro será o papel de William H. Macy (‘Shameless’). Martin Short(‘Frankenweenie’) vai emprestar sua voz a Kurokawa, o chefe do personagem principal.Ronan Farrow, filho de Woody Allen com Mia Farrow, dubla um funcionário da Mitsubishi.

» Completam o elenco de vozes Stanley Tucci (‘Jogos Vorazes’), John Krasinski(‘Universidade Monstros’), Mandy Patinkin (‘Homeland’), Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’), Darren Criss (‘Glee’), Jennifer Grey (‘Dirty Dancing’) e o cineasta Werner Herzog, que interpretou o vilão de ‘Jack Reacker: O Último Tiro’.

» O longa concorreu ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e também ao Annie Awards, o “Oscar” da animação, em cinco categorias, incluindo Melhor Longa Animado e Melhor Roteiro.

» O mestre da animação Hayao Miyazaki anunciou sua aposentadoria em setembro. Vidas ao Vento será o último longa de sua carreira, que inclui ‘Princesa Mononoke’‘Meu Amigo Totoro’‘A Viagem de Chihiro’ e ‘O Castelo Animado’.

 

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Justin Bieber’s Believe

(Justin Bieber’s Believe)

 

Elenco:

Justin Bieber, Will.I.Am, Usher Raymond, Scooter Braun, Rodney Jerkins, Ludacris, Mike Posner.

Direção: Jon M. Chu

Gênero: Documentário

Duração: 92 min.

Distribuidora: Diamond Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 28 de Fevereiro de 2014

Sinopse:

O documentário conta os bastidores da trajetória do astro pop Justin Bieber em sua turnê “Believe”. Justin Bieber’s Believe traz novas entrevistas com o astro, inéditas filmagens de bastidores, e participações do produtor Scooter Braun, do músico Usher Raymond, do músico e ator Ludacris, da cantora Nicki Minaj e muito mais. Justin possui o segundo perfil mais popular do Twitter, com 46 milhões de seguidores, e afirma: “Eu estou muito animado por estar envolvido com este filme, e muito feliz por ser capaz de devolver o carinho dos fãs. Jon Chu e minha equipe tem realizado um maravilhoso trabalho ao criar um momento especial para os Beliebers de todo o mundo”.

Curiosidades:

» A direção é de Jon M. Chu, que também comandou Justin Bieber: Never Say Never‘.

»  O filme tem novas entrevistas com Bieber e participações especiais de Scooter Braun,UsherRodney JerkinsLudacris e Mike Posner, o documentário é produzido por Bieber, Braun e Usher co-produzem, junto de Bill O’Dowd e Garrett Grant.

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Serra Pelada

(Serra Pelada)

 

Elenco:

Juliano Cazarré, Wagner Moura, Júlio Andrade, Matheus Nachtergaele, Sophie Charlotte.

Direção: Heitor Dhalia

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Outubro de 2013

Sinopse:

Serra Pelada conta a história de dois jovens que, em busca de ouro, deixam o Rio de Janeiro na década de 70 rumo ao garimpo de Serra Pelada, na região amazônica. A ganância e obsessão por poder transforma o destino de ambos. “Serra Pelada” é um retrato histórico do Brasil, do período em que o sonho de enriquecimento rápido atraiu milhares ao norte do país.

Curiosidades:

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Flores Raras

(Flores Raras)

 

Elenco: 

Glória Pires, Marcello Airoldi, Miranda Otto, Tracy Middendorf, Treat Williams.

Direção: Bruno Barreto

Gênero: Drama

Duração: 118 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 13 milhões

Estreia:
16 de Agosto de 2013

Sinopse:

O Brasil nos anos 50/60 passa por grandes transformações, Brasília é construída, a Bossa Nova faz grande sucesso e o Rio de Janeiro se transforma rapidamente preparando-se para deixar de ser a capital federal. É quando Elisabeth Bishop (Miranda Otto), poetisa americana, chega para conhecer o Rio de Janeiro e passar alguns dias com Lota de Macedo Soares (Glória Pires) mulher forte e empreendedora da sociedade carioca. Com personalidades muito a frente de seus tempos, elas rapidamente estabelecem uma relação pessoal gerando muitas conquistas e perdas, que se refletem até os dias de hoje.

Curiosidades:

» Inicialmente intitulado ‘Flores Raras’, teve o título alterado para ‘Você Nunca Disse Eu Te Amo’. Posteriomente, voltou a ser intitulado ‘Flores Raras’.

» O longa-metragem é baseado no livro ‘Flores Raras e Banalíssimas’, de Carmen Lucia de Oliveira.

» O filme teve locações no Rio de Janeiro, Petrópolis, Nova York e Veneza. A produção é da LC Barreto/ Filmes do Equador com a internacional Goldcrest.

 

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Rush – No Limite da Emoção

(Rush)

 

Elenco:

Chris Hemsworth, Olivia Wilde, Alexandra Maria Lara, Chris Cowlin, Christian McKay, Daniel Brühl, James Michael Rankin, Jamie Sives, Jay Simpson, Lee Asquith-Coe, Lee Nicholas Harris.

Direção: Ron Howard

Gênero: Ação/Drama

Duração: 123 min.

Distribuidora: Califórnia Filmes

Orçamento: US$ 38 milhões

Estreia:
13 de Setembro de 2013

Sinopse:

Rush – No Limite da Emoção‘ é situado na espetacular, sexy e glamorosa era dourada da Fórmula 1, e conta a emocionante história de dois dos maiores rivais que o mundo já viu — o bonitão playboy inglês James Hunt (Hemsworth) e seu metódico e brilhante oponente Niki Lauda (Brühl). Acompanhando a vida deles dentro e fora das pistas, Rush observa os dois pilotos enquanto eles se esforçam para atingir a máxima resistência física e psicológica, onde não há atalho para a vitória, nem margem para erros. Se cometer um erro, você morre.  

Curiosidades:

» Dirigido por Ron Howard (‘Uma Mente Brilhante’) e roteirizado por Peter Morgan (‘Frost/Nixon’).

» Chris Hemsworth estrela como o piloto James Hunt.


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