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Sex Tape – Perdido na Nuvem

Ao assistir Sex Tape – Perdido na Nuvem, filme que se gaba de trazer Cameron Diaz em cenas de nudez, pela primeira vez, um misto de sensações foram surgindo, algo entre o asco e a decepção: por que algumas comédias hollywoodianas (brasileiras, europeias e de outras nacionalidades também) insistem em fazer do espectador um mero tolo? Com um argumento desperdiçado e uma trama extensa demais para o que se propõe, o filme é apenas mais uma pouco divertida comédia estadunidense.

A relação entre cinema e novas mídias não é nova, mas na genealogia dos filmes sobre os perigos da internet (um dos focos do filme, pois se trata de um vídeo que vaza através de um sabotador mirim) A Rede, com Sandra Bullock, é um dos pioneiros, numa época em que eu nem imaginava sequer ter meu primeiro computador. De lá pra cá, várias narrativas trataram do assunto, algumas com bastante falta de compromisso reflexivo, como o brasileiro Cilada.com e o terror Smiley, outras com uma agenda dramática mais bem tratada, como Confiar, com Clive Owen. A questão é que os produtores acham que por ser uma comédia, o filme não precisa se preocupar com certas questões fundamentais: assim como nas comédias da época de Shakespeare nas encenações na Grécia e em trechos da chamada Idade Média, o gênero criticava, através do “ridículo” e do riso, questões da sua época.  Em Sex Tape- Perdido na Nuvem, há espaço apenas para piadas sobre órgãos sexuais e cenas que já vimos antes, com os mesmos artistas, mas bem mais elaboradas.

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Na sinopse oficial, somos informados que um casal (Cameron Diaz, acima da média e dando um pouco de dignidade ao seu sofrível personagem, e Jason Segel, asqueroso e pouco inspirado, no chamado “piloto automático”) vive um longo relacionamento que começa a esfriar. O filme começa com a personagem de Diaz postando em seu blog, em meio a uma montagem alternada que apresenta divertidas cenas de sexo do casal no começo da relação. A sua tese, no geral, é afirmar que depois dos filhos e do casamento, as relações sexuais entre os casais pode esfriar ou se tornar nula. No interesse de esquentar as coisas, eles decidem se gravar fazendo sexo. Acham um livro em casa, com posições sexuais e começam a pratica-las diante da câmera do Ipad. O problema é que o vídeo fica arquivado, cai nas mãos erradas e a dupla passa uma “noite de crime” tentando recuperar o material.

Confusões para todos os lados e você, assistindo, provavelmente esperando o momento que a trama vai apresentar alguma reflexão sobre um assunto tão contemporâneo: a exposição das pessoas no mundo virtual, seja através de vídeos, fotos ou postagens, e, muito pior, a exposição por parte de terceiros, como no caso famoso da atriz brasileira Carolina Dieckmann, que teve as suas fotos vazadas por parte de um profissional de informática ou o flagra da apresentadora Daniela Cicarelli numa praia espanhola (lembra?). Pamela Anderson, citada o filme, por sinal, e sua famosa cena de sexo oral e Paris Hilton, também já foram alvo desta situação, mas nestes dois últimos casos, ambas as celebridades provocaram o tumulto para chamar a atenção, haja vista que a falta de talento é algo gritante. Em Sex Tape – Perdido na Nuvem, portanto, não espere isso: caso seja um fã de Cameron Diaz e um admirador do seu corpo, delicie-se com as suas primeiras cenas de nudez no cinema. Divirta-se, talvez, com algumas piadas (realmente divertidas) relacionando filmes e séries, mas que de tão rápidas e pouco aproveitadas, passam de forma rasteira pelo roteiro. A música não traz nada de sensacional, a montagem e a direção de arte são parte do mais do mesmo hollywoodiano.

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O leitor pode achar que a minha opinião está querendo demais de um filme deste tipo, mas o grande problema é além de não tratar o assunto com o grau merecido de reflexão, o filme diverte muito pouco. Os personagens coadjuvantes não ajudam os protagonistas em nada, as falas do núcleo infantil são forçadas e tudo parece muito apressado. A direção de Jake Kasdan é agonizante, tão ruim quanto a primeira parceria com Cameron Diaz, no fraco Professora sem Classe, de 2011. Responsável pelo recente Vizinhos, outra trama fraca e sem um bom roteiro, talvez até pior que Sex Tape, resta a Kasdan repensar melhor seus projetos. E para a Sony Pictures, fica o pedido de melhor avaliação dos projetos aprovados para produção.

Ao assistir ao filme, lembrei-me da exibição de Anaconda 2, lançado nos cinemas em 2004. Enquanto assistia a abertura do filme, li que o roteiro tinha sido elaborado por, pasmem, quatro pessoas, e mesmo assim, o filme conseguiu ser pior que o primeiro. Em Sex Tape, a situação é a mesma. Quatro roteiristas para elaborar falas pífias e pouco inspiradas, nada além de palavrões que ilustram o léxico vulgar para pênis e vagina.  A trama, que podia aproveitar melhor a temática sexting, termo derivado do inglês que indica a junção de palavras sex (sexo) e o sufixo ting (da palavra texting, que significa troca de mensagens eletrônicas de texto), não consegue ir  além, culminando num epílogo que se prolonga demais e cansa.

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Certa vez, uma professora de roteiro cinematográfico me disse que o crítico é um reconstrutor do discurso fílmico. Concordo em partes: geralmente queremos ver o filme que nos interessa e guiar a trama ao nosso modo. Espero que o leitor não tome a minha opinião como arrogante, mas mesmo antes de assistir, estava cheio de ideias para o filme, pensando como um argumento tão interessante poderia se tornar um filme divertido, cheio de ironia, figura de linguagem que os roteiristas e produtores de Sex Tape parecem não ter conhecido durante o período escolar. Infelizmente, não estamos em A Rosa Púrpura do Cairo, de Woody Allen, para adentrar na narrativa e fazer as coisas soarem diferentes. Espero, com muita ansiedade e gastrite atacada, que o filme não ganhe uma continuação. Há roteiros maravilhosos por aí, esperando um sinal verde para produção, não acredito que seja interessante investir algo em torno de U$40 milhões novamente em uma continuação para esta comédia boba e sem densidade.

Os Mercenários 3

Quando a piada perde a graça

Em minha infância e parte da adolescência consumia inúmeros títulos de aventura, ação e ficção. Por ter um grupo de amigos mais velhos, que apreciavam tais gêneros, logo fui apresentado a mimos como Duro de Matar, Máquina Mortífera, Rambo, Guerra nas Estrelas, O Exterminador do Futuro, RoboCop, etc. Obviamente adorava tudo aquilo pela simples ideia da figura do herói e seus incansáveis combates – ainda que, naturalmente, me pegava aflito e comprava o drama de figurões como John McClane e Martin Riggs. E, mesmo com o passar dos anos, conhecendo grandes obras da sétima arte, nunca deixei de lado os filmes que me formaram cinéfilo. Pelo contrário, foi aí que comecei a entender porque eles marcaram a vida de tanta gente. Notei os backgrounds riquíssimos em temas, compreendi os roteiros ousados, atuações poderosas e o peso dramático que carregavam. Ter acesso, logo cedo, a essas pérolas é para mim motivo de orgulho.

De modo que comemorei bastante quando soube do que se tratava o projeto The Expendables, afinal seria uma realização ver artistas que admiro reunidos num só filme. Ao mesmo tempo aparece como uma homenagem a esses atores que foram descartados (daí o título em sua forma literal, já que expendables vem de descartáveis) do mainstream hollywoodiano e marginalizados ao home-video. E quando conferi Os Mercenários (2010), gostei bastante do que vi, pois, mesmo que pouco ousasse, o longa tinha um roteiro heterógeno, apresentava bem seus personagens, possuía gags hilárias e ainda emplacava diversas tomadas de impacto. Cumpriu bem o papel que se propôs. Por outro lado, com Os Mercenários 2 (2012), fiquei com um gosto de guarda-chuva na boca. Adicionando duas lendas vivas, Jean-Claude Van Damme e Chuck Norris, e finalmente trazendo para luta os ídolos Arnold Schwarzenegger e Bruce Willis, além de contar com a direção do experiente no gênero, Simon West (Con Air – A Rota da Fuga), o troço simplesmente não funcionou. Talvez algumas piadas e poucos momentos de entraves surtam efeito, mas não tem a energia do primeiro.

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E agora chega aos cinemas Os Mercenários 3, com novos/velhos nomes e elementos para a franquia, apostando dessa vez num elenco também juvenil – uma ideia de Sylvester Stallone, que não dirige, mas assume o roteiro. Este, que de tão simplório acaba sendo tolo, se inicia com Barney (Stallone) e sua trupe resgatando o preso Doc (Snipes), um dos membros originais do bando. Após o feito, logo na missão seguinte, o grupo dá de cara com um antigo inimigo que Barney acreditava ter matado, Conrad Stonebanks (Gibson), que por assim também já foi um mercenário. A partir daí começa um jogo de gato e rato. Nessas investidas, um dos sujeitos acaba se ferindo gravemente, deixando o líder preocupado com o futuro dos demais, assim resolvendo acabar a facção. Imediatamente, Barney decide chamar um grupo de jovens, escolhidos a dedo, para formar uma nova equipe e ir à atrás de Stonebanks.

O primeiro ato se revela deveras empolgante, principalmente no andamento em que Doc é resgatado, onde, além da ótima cena sob um trem em movimento (ignorem os pavorosos efeitos em CGI), somos brindados por diálogos sinistros, piadas racistas e trocadilhos pessoais do próprio Wesley Snipes (que é o grande destaque) – por exemplo, quando seu personagem diz ter sido preso por evasão de impostos e não pelos assassinatos que cometeu. Pena que, da franquia, este é o que menos investe em gracejos. E, após alguns fatos, por muito insistir em batalhas sem sentido, a fita acaba perdendo o um pouco da atenção do público e se tornando aborrecida. Na segunda etapa, com a chegada do novo grupo (que em sua maioria os atores apresentem performances medíocres ou necessitam de carisma), já não se aguenta mais ouvir explosões. Nesse aspecto, o regular cineasta Patrick Hughes concebe bons planos, mas falha miseravelmente na total construção narrativa.

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É redundante dizer que o vilão Stonebanks, interpretado por Mel Gibson, seja extremamente caricato e pouco amedrontador, ainda que se sobressaia em relação à Vilain (Van Damme). Numa cena quando tem a chance de matar um suposto inimigo, prefere atirar na perna do sujeito. Aliás, a classificação indicativa acaba se tornando aqui a grande antagonista. Não temos sangue ou cenas de impacto, é um PG-13 muito mal aplicado que exclui impressões narrativas importantes. Voltando aos personagens, outro que passa uma enorme vergonha alheia é Antonio Banderas, com o intrépido Galgo, fazendo quase uma versão live-action do Gato de Botas. Intencionalmente chato, ele pouco funciona como alivio cômico. Talvez o Drummer de Harrison Ford faça alguns puristas vibrarem por veem o nosso eterno Han Solo como piloto de uma aeronave. Ou se divirtam com a dupla homoafetiva, Schwarzenegger e Jet Li.

Com uma conclusão literalmente explosiva, mas pouco tocante, além da somar com mais personagens e deixar, de certo modo, um legado, este Os Mercenários 3 parece ser mesmo o fechamento da franquia. Até porque o desgaste é evidente. A piada já não funciona. E se pretendem continuar com isso, que façam algo relativamente novo, não apenas chamem grandes nomes para um reencontro que tem sido absolutamente estéril. Muito se fala em fazer uma versão feminina dos Expendables, seria no mínimo curioso.

Eu pago um dólar por isso.

Amantes Eternos

A volta do vampirismo elegante

Recentemente, a saga Crepúsculo criou grande euforia entre parte do público jovem no cenário mundial, porém, do mesmo modo, foi responsável por provocar a antipatia de outros e afastar uma determinada massa que sempre quando ouvia falar de algo relacionado a vampiros e criaturas do tipo, torcia o nariz. Artisticamente pobre, mas de enorme potencial lucrativo, a obra de Stephenie Meyer deixou uma impressão errada sobre o subgênero dos chupadores de sangue. Desde o cultuado Nosferatu (1922), na explosão do expressionismo alemão, até o jovem clássico de Francis Ford Coppola, Drácula de Bram Stoker (1992), eles foram enxergados como figuras sombrias, misteriosas e de amplo intelecto, já que viveram por séculos desfrutando de todo conhecimento e cultura possível. Seria necessário, então, algo contemporâneo para resgatar um pouco desse folclore tão enigmático.

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É exatamente aí que se encaixa o mais novo filme do cineasta Jim Jarmusch (Os Limites do Controle), Amantes Eternos, que tem como prioridade dar um tom mais profundo e humano a esses seres, denotando a riqueza que pode existir dentro da lenda. A fita investe numa ótica realmente distinta por colocar seus protagonistas, Adam (Hiddleston) e Eve (Swinton) – numa clara alusão aos primeiros indivíduos que habitaram a Terra -, como pessoas que, apesar de desfrutar a eternidade e recordar eras passadas, vivem em total conflito interno e estão, constantemente, mesmo distantes, tentando se encaixar de algum modo na sociedade atual. E estes por serem bem desenvolvidos são facilmente comprados pelo espectador.

Com uma direção de arte fabulosa que se atenta a pequenos detalhes modernos e foca em artefatos antigos, como os instrumentos musicais e a vestimenta de Adam, além de cenários pontuais e a lindíssima fotografia assinada por Yorick Le Saux, cheia de tons fortes e escuros, Jim Jarmusch realiza um excepcional trabalho de mise-en-scène e proporciona à plateia a sensação que, mesmo num período presente, aqueles personagens ainda estão presos no tempo, com suas anosas características cada vez mais entranhadas. Do mesmo modo, Jarmusch tem a leveza de engendrar uma narrativa leve que caminha com elegância. Ainda que no segundo ato aparente um inchaço e assim à obra possa soar prolixa, mas nunca cansativa.

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Um dos maiores destaque do longa é atuação da dupla Tilda Swinton (Precisamos Falar Sobre o Kevin) e Tom Hiddleston (Os Vingadores), dois excelentes atores ingleses que, de tão multifacetados, já provaram ser capazes de fazer qualquer tipo de personagem. Swinton dar vida a uma alegre mulher vampira que parece ainda amar o mundo e querer sempre gozá-lo ao lado do parceiro. Este, interpretado por Hiddleston que novamente dá um show e confere melancolia, medo e desprezo ao seu Adam. O jovem Anton Yelchin (Star Trek) é o nice guy Ian, um garoto simpático que aparenta admirar o solitário vampiro e serve como ferramenta para que o público possa conhecer ainda mais a personalidade do sujeito. Quem também dá as caras por aqui é o veterano John Hurt (O Espião Que Sabia Demais), que empresta seu ar de sábio ancião e constrói uma figura crível e importante. O destaque negativo fica por conta de Mia Wasikowska (Segredos de Sangue), que está absurdamente caricata na pele da bela Ava.

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Detentor de uma estética luxuosa, narrativa refinada e atuações poderosas, Amantes Eternos é um belíssimo filme que muito soma a carreira de Jim Jarmusch. Ainda que possua uma trama aparentemente simplória ao espectador mais desatento e não tenha forte apelo popular, suas nuances e camadas o tornam um grande achado dentro desse subgênero que muito vinha sendo maltratado. Cabe aos apreciadores de plantão espalhar suas percepções para que essa nova leva de fãs do estilo possa descobrir que há algo no tema, por assim dizer, muito além de Bella, Edward e Jacob.

Henry Cavill como Homem de Aço em fotos do set de ‘Batman V Superman’

Henry Cavill (o Superman) estampa as novas imagens do set de e ‘Batman V Superman: Dawn of Justice‘ em Detroit. Tao Okamoto, Holly Hunter e Scoot McNairy  também foram fotografados durante as filmagens.

Frank Miller diz que detesta todos os filmes do Batman

Veja as fotos:

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A Warner Bros. já havia anunciado em maio locações africanas. De acordo com Nassim Abassi, Batman, Superman e companhia vão começar a rodar cenas por lá no dia 1º de setembro. Atualmente, o longa é filmado em Detroit (EUA).

Marrocos é um local conhecido por suas belas praias e arquitetura antiga, podendo facilmente representar Atlantis (lar do Aquaman) ou Themyscira (da Mulher-Maravilha).

Batman V Superman‘ continuará sendo rodado até meados de novembro.

Ben Affleck sofre acidente no set de ‘Batman V Superman’

Recentemente, a Warner Bros. alterou a data de estreia de ‘Batman v Superman: Dawn of Justice para evitar confronto com ‘Capitão América 3‘ nas bilheterias. De maio de 2016, o filme foi adiantado para 25 de março do mesmo ano.

‘Batman v Superman’ pode recriar batalha final de ‘O Homem de Aço’

Em ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

O diretor Zack Snyder retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Lucy

Antes de começar o processo analítico do filme em questão, cabe ressaltar que minha reflexão se distancia da maioria dos textos publicados até o presente momento sobre esta nova empreitada cinematográfica do francês Luc Besson. Ao passo que assisto ao filme na cabine de imprensa, leio atentamente o caderno de produção (press book) para me inteirar do processo de produção da obra, bem como acompanho o que os colegas refletiram, para criar um parâmetro de análise. Irritado, confesso que fiquei decepcionado com algumas opiniões estéreis sobre o filme: boa parte dos textos que li falavam sobre os filmes anteriores de Besson, a versatilidade de Scarlett Johansson, o roteiro “maluco” e “insano”, dentre outros adjetivos, e as comparações com filmes que o diretor referenciou ao longo na narrativa de 89 minutos de duração.

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     Lucy, orçado em U$40 milhões e produzido pela Universal Pictures é uma obra metafórica: o que vemos ali, provavelmente, é a relação do ser humano com a memória na contemporaneidade. Estamos diante de um mundo com excesso de arquivo e memórias artificiais (computadores e outras tecnologias similares), nós, ao passo que temos acesso a um amplo feixe de informações, somos vítimas desta agonizante teia de informações que nos leva ao caminho da dispersão constante. As relações com Matrix, 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Sem Limites são pertinentes, a versatilidade da loira Scarlett Johansson é um ponto alto para o filme, haja vista que a atriz consegue se sair bem em drama, comédia, ação, dentre outros gêneros, mas o filme não pode ser apenas analisado por este prisma. Isso é redutor demais.

     No filme, Scarlett Johansson é a personagem título Lucy, mulher que ao transportar drogas em seu corpo, não sabe o perigo que corre. Depois de um mal entendido, ela acaba sofrendo um acidente de percurso: absorve as drogas e um efeito inesperado acontece. Lucy ganha poderes especiais, oriundo da sua capacidade de usar o cérebro além da nossa possibilidade. De acordo com a ciência, e é aí que entra o personagem de Morgan Freeman, o professor Samuel Norman, montado alternadamente com as aventuras iniciais de Lucy, explicando, numa aula na universidade, os limites da mente humana. Segundo os dados, utilizamos apenas 10% da nossa capacidade. O que aconteceria se este uso chegasse a 100%? A resposta é entregue em episódios para o espectador, culminando com o inevitável encontro entre os dois personagens do meio para o final do filme. A necessidade dramática da personagem é conseguir resolver a situação e extrair os resquícios da droga em seu corpo.

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É a partir daí que reside a minha reflexão: vivemos em um mundo de excesso de memória e informação. Efeitos da globalização, vivemos numa extensa rede de informações e compartilhamento de arquivos. Os pensadores contemporâneos do campo dos estudos da memória afirmam que nunca usamos tanto a nossa capacidade, num panorama binário: por um lado, temos bastante acesso e possibilidade de seleção, por outro, adentramos numa seara perigosa de ansiedade e dispersão diante de um labiríntico mundo de informações, culminando nos males que esta situação trazem para a nossa saúde mental e física. O filme consegue embutir esta reflexão numa história que segue à risca o padrão dos filmes de ação: muitos tiros, porradas e bombas.

     Luc Besson assina a direção e o roteiro. A produção é da Eurocorp, empresa que há pouco tempo começou a investir pesado na construção de estúdios para filmes franceses, como os conhecidos e divertidos Carga Explosiva e Busca Implacável. No que tange aos aspectos da forma do filme, a música de Éric Serra é um ponto alto para a narrativa, pois ajuda no encadeamento frenético dos fatos. Há as cenas de ação que beiram o clichê, mas nada que comprometa a história, afinal, o filme precisa ampliar o seu foco dentro da indústria, contemplando os interessados em reflexões mais sofisticadas, mas não deixando de oferecer um banquete para os olhos dos fascinados por cenas de ação de tirar o fôlego. Filmado em Taipé, Paris e Nova York, Lucy traz um excelente trabalho de direção de arte, assinado por quatro profissionais: Gilles Boillot (O Closet), Dominique Moison (A Família), Stéphane Robuchon (Além da Liberdade) e Thierry Zennmour (Jogos de Poder), todos, membros fixos da equipe de Luc Besson. Quem assina a sedutora fotografia do filme é Thierry Arbosgast, responsável por trabalhos como Femme Fatalle, de Brian DePalma.

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    Como apontado na crítica ao divertido As Tartarugas Ninja 3D, a crítica de cinema não pode apenas ficar no lado interno da obra, analisando a forma do filme, sem dialogar com os elementos que o cerca. Lucy é uma personagem que encarna a metáfora do ser humano contemporâneo, diante da capacidade quase sem limites da revolução tecnológica que traz novidades cotidianamente ao ponto de não conseguirmos acompanhar tal processo. Por ser uma obra aberta, o filme nos permite diversas interpretações. A minha é uma delas, mas há várias outras considerações a se fazer, portanto, não cabe ao crítico guia-lo, caro leitor, ao binarismo assista/não assista, afinal, a metalinguagem é tão constante na história que ao sair da sessão, sentimos a necessidade de rever o filme para dar conta da quantidade de referências presentes a cada plano, e por isso, considero extremamente complicado apontar qualquer direcionamento ligeiro sem antes refletir mais detidamente sobre o filme para opinar de maneira satisfatória.

     No final da sessão de Lucy, lembrei-me de um acontecimento nos idos das minhas primeiras aulas no curso de Letras, quando ainda estava na graduação: na aula de Introdução aos estudos literários, a docente nos colocou para debater o conto Preciosidade, de Clarice Lispector, presente na coletânea de contos Laços de Família. No momento que terminei a leitura e fiz a exposição da minha reflexão, comparando a personagem feminina ao ícone do horror Samara Morgan, do filme O Chamado (pelo fato de numa cena, ela ficar com os cabelos na face, caindo na sopa), a professora riu de leve e perguntou, num tom irônico: você fumou o que meu filho?

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      Diante do exposto, sabemos que interpretação é algo extremamente ligado à subjetividade. A estética da recepção é bem lúcida quando indica que o chavão “o que autor quis dizer” deva ser considerado algo complexo e problemático de se afirmar em textos analíticos de determinadas obras de arte hoje. Confesso que leio e respeito a opinião de cada um, até encontrei algumas considerações bem relevantes e que não tinham entrado no meu painel de compreensão do filme, mas  ao ler, por exemplo, que o diretor utilizou imagens de animais entre uma cena e outra para preencher o tempo, confesso, quase tenho um ataque. Luc Besson, nestes trechos, faz uma espécie de homenagem ao que os teóricos da montagem chamaram de “montagem das atrações”, tendo em Chaplin, por exemplo, um dos melhores exemplos: numa cena do clássico Tempos Modernos, ele apresenta operários saindo da fábrica, ao passo que monta, paralelamente, alguns animais em um local para abate. Ali, utilizando as ferramentas que lhe foram permitidas na época, ele denunciava o fordismo e a condição do trabalhador estadunidense diante da revolução industrial. Há uma cena logo na abertura. Lucy, ao passo que começa a se envolver perigosamente na situação que culminará em todo o seu drama, é montada em paralelo com um plano contendo uma ratoeira, outro um felino perseguindo um veado. Besson, além de Chaplin, referencia outras obras. Como afirma o poeta T.S Eliot, ninguém escreve sozinho. Ao produzir, acionamos toda uma tradição literária, no caso de Luc Besson, em Lucy, toda uma tradição cinematográfica: podemos apontar Stanley Kubrick, bem como alguns enquadramentos eficazes em filmes Tarantino, mas nem por isso Besson deixa a sua capacidade como um diretor surgir limitada, referenciando quem deve, porém, mostrando a sua competência como um profissional inventivo e que sabe o que está guiando.

Primeiras imagens e vídeos do set de ‘Homem-Formiga’

Começaram a sair (via CBM) as primeiras imagens e vídeos do set do filme ‘Homem-Formiga‘.

As filmagens tiveram início na segunda-feira (18), em São Francisco.

Confira o protagonista Paul Rudd nos bastidores:








Veja a primeira foto oficial de Paul Rudd em ‘Homem-Formiga’

Na trama, armado com a incrível habilidade de encolher, e aumentar sua força, o vigarista Scott Lang (Paul Rudd) deve aceitar seu herói interior e ajudar seu professor, o Dr. Hank Pyn (Michael Douglas), a proteger o segredo por trás do seu espetacular traje de Homem-Formiga de uma nova geração de ameaças crescentes. Contra vários obstáculos, Pyn e Lang devem arquitetar e executar um plano que salvará a humanidade.

Evangeline Lilly (Hope Van Dyne), Michael Peña, Corey Stoll, Bobby Cannavale, Abby Ryder Fortson, Wood Harris, David Dastmalchian, o comediante Neil Hamburger (também conhecido como Gregg Turkington), o rapper T.I., Judy Greer (‘Carrie – A Estranha’) e John Slattery, que retorna como Howard Stark (pai de Tony Stark), após uma breve participação em ‘Homem de Ferro 2’, completam o elenco.

Após o diretor Edgar Wright (‘Todo Mundo Quase Morto’) ser demitido por “diferenças criativas” com a Marvel Studios, Adam McKay (‘Quase Irmãos’, ‘Tudo por Um Furo’) chegou a ser anunciado para substituí-lo mas também não assinou contrato, alegando conflitos de agenda. Peyton Reed (‘Separados pelo Casamento’, ‘Sim, Senhor’) é o novo diretor.

Adam McKay (‘Os Outros Caras’) foi contratado para reescrever o roteiro.

Homem-Formiga‘, que vai lançar a Fase Três da Marvel no cinema, tem estreia marcada para 17 de julho de 2015.

Produtora dos games de ‘Call of Duty’ começará a fazer filmes e séries

A Ubisoft não será a única empresa de videogames a produzir filmes e séries de TV. A Activision também está entrando para esse ramo.

Segundo o site The Information (via Engadget), a Activision Blizzard pretende lançar seu próprio estúdio de entretenimento, a fim de gerar produções baseadas em suas próprias franquias, como ‘Call of Duty‘, ‘Diablo‘ e ‘Skylanders‘.

Por enquanto, a empresa não quer comentar os planos futuros de sua nova divisão.

Os títulos da Ubisoft, por sua vez, estão em estágios mais avançados de desenvolvimento. A produtora já deu início às versões cinematográficas de ‘Assassin’s Creed‘ e ‘Watch Dogs‘.

A Activision é a segunda companhia de games mais rentável do mundo, só perdendo para a Nintendo. Um de seus próximos lançamentos é o aguardado ‘Call of Duty: Advanced Warfare’, que promete superar o fraco desempenho do jogo ‘Call of Duty: Ghosts’, lançado em 2013.

EXCLUSIVO: Diretor nos mostra o fantástico set de ‘Hércules’

A Paramount Pictures enviou ao CinePOP um vídeo EXCLUSIVO que traz os bastidores do blockbusterHércules‘.

Nele, o diretor Brett Ratner (‘X-Men: O Confronto Final’) nos mostra como foram construídos sets de verdade, com pouquíssimo recurso de computação gráfica.

Assista:

No exílio de sua nativa Atenas, o herói grego Hércules (Dwayne Johnson) aceita trabalhar como um mercenário para o cruel e tirano rei de Trácia e descobre que está sendo usado para a formação de um sangrento golpe de independência.

Rufus Sewell (‘O Turista’) é Autólico, um homem que conseguiu roubar até Zeus, o Senhor do Olimpo. John Hurt (‘Imortais’) vive o ambicioso Rei da Trácia. Joseph Fiennes (‘Shakespeare Apaixonado’), Ian McShane (‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas’), Aksel Hennie (‘HeadHunters’) e Joe Anderson (‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’) completam o elenco.

A estreia de Hércules no Brasil acontece em 4 de setembro.

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Playdate, Amizades Perigosas

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Elenco: Marguerite Moreau, Richard Ruccolo, Abby Brammell, Natalie Alyn Lind, Julien Dean Lacroix, Aidan Potter, Darren Goldstein, Darin Cooper.

Direção: Andrew C. Erin

Gênero: Suspense, Thriller

Duração: 82 min.

Distribuidora:

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 2012

Sinopse: 

Emily (Marguerite Moreau) tira uma folga do trabalho para ficar com sua família e acaba conhecendo a nova vizinha, uma mãe solteira que se muda com os dois filhos para a casa ao lado da sua. Quando estranhos eventos ocorrem, ela suspeita que a mulher esteja batendo nos meninos. Porém, a verdade vai bastante além disso.

Curiosidades: 

» Filme feito para TV.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Top 10 Robin Williams

Na última segunda-feira (11) fomos surpreendidos por mais uma sinistra notícia – algo que o ano de 2014 parece colecionar – que abalou os fãs da sétima arte ao redor do mundo: era Robin Williams que havia sido encontrado morto, em sua casa na Califórnia, por motivo de asfixia devido a um enforcamento intencional. Sim, depois de muitas investigações, a polícia concluiu que o ator teria cometido suicídio, algo que tornou tudo ainda mais trágico.

Robin lutava por décadas contra a terrível doença da Depressão (que até disfarçava bem), mas, no fim das contas, foi vencido implacavelmente. Numa declaração a filha o descreveu perfeitamente: “Ele era caloroso, mesmo nos momentos sombrios.”.

O CinePOP, então, decidiu prestar sua homenagem, aqui na sessão CineTOP, e listar dez títulos fundamentais que marcaram a carreira de Williams e merecem ser conferidos por quem ama o cinema. Pedimos que também façam suas listas e indiquem mais obras importantes do ator.

10 – O Mundo Segundo Garp (1982)

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Nesse delicado trabalho de George Roy Hill, Robin Williams vive o autor TS Garp que encara dificuldades com o sucesso de sua progenitora, Jenny, feita por Glenn Close, que ficou famosa ao publicar uma autobiografia sobre os problemas enfrentados por ser mãe solteira – livro que acabou se tornando uma espécie de manifesto feminista. O ator já demostrava candura e encantava pelo jeito espontâneo.

9 – A Gaiola das Loucas (1996)

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A refilmagem de A Gaiola das Loucas, dirigida por Mike Nichols, em minha opinião, consegue superar o original de Edouard Molinaro, pela maravilhosa química de Robin Williams e Nathan Lane. Ele, homossexual assumido, acompanha a intrépida musa de uma casa noturna e se metem em situações bizarríssimas. O elenco ainda tem nomes como Dan Futterman, Gene Hackman e Calista Flockhart.

8 – O Melhor Pai do Mundo (2009)

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Essa é uma daquelas ideias genuínas que surgem raramente e emociona por completo. Imagine um escritor frustrado, que vira professor para se sustentar financeiramente e leva com o filho um relacionamento conturbado. Pra piorar, o garoto morre de maneira grotesca e, no intuito de compensar a morte tola, Lance Clayton (Williams) decide fazer uma carta, como se fosse o menino, em forma de desculpas e despedida, o que acaba tornando o moleque uma lenda no colégio e dando estimulo para Lance tocar seu sonho. Um trabalho corajoso.

7 – Tempo de Despertar (1990)

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Este é um dos longas mais poderosos e comoventes da carreira de Robin Williams, que interpreta de forma impecável o neurologista Malcolm Sayer, profissional que trabalha num hospital psiquiátrico. O médico percebe que os pacientes catatônicos estão na verdade “adormecidos”, e que se forem medicados corretamente, através de uma droga chamada L-DOPA (usada em pacientes com o mal de Parkinson), pode mudar o quadro clinico dessas pessoas que sofrem de Encefalite Letárgica. Sayer escolhe Leonard Lowe (Robert De Niro), um paciente que há décadas tem o problema, e decide mantê-lo num novo tratamento que pode mudar a história da medicina. Uma obra simplesmente imperdível.

6 – Voltar a Morrer (1991)

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Este subestimado thriller é o segundo filme dirigido por Kenneth Branagh, e impressiona pela tensão criada e seu desfecho final. Margaret Strauss, esposa do compositor Roman Strauss, é assassinada pelo marido que, por assim, é condenado à pena de morte. Anos depois, uma mulher que sofre de amnésia e vive em silêncio constante, Grace (Emma Thompson), tem sonhos que a remetem à época do assassinato. É quando o detetive Gray Baker (Kenneth Branagh) descobre o caso e fica intrigado com algumas perguntas que permaneceram sem respostas, começando a tentar entender quem é esta pessoa e que mistério envolve sua vida. Robin Williams tem aqui uma curta, mas marcante passagem, podendo comparado com Kevin Spacey em Seven.

5 – Bom Dia, Vietnã (1987)

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No final da década de 80 surgiram inúmeros filmes sobre a Guerra do Vietnã, já que a nação estadunidense foi marcada, negativamente, por esse período. No entanto, poucos títulos trataram do assunto com tanta comedia e delicadeza quanto este jovem clássico, Bom Dia, Vietnã, protagonizado por Robin Williams. O ator dá um show em cena como locutor pelas gags hilárias e seu jeito canastrão. E quando quer se levar a sério consegue emocionar como poucos. O personagem Cronauer rendeu a Williams sua primeira indicação ao Oscar.

4 – O Pescador de Ilusões (1991)

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Provavelmente, O Pescador de Ilusões seja a obra mais cinematográfica que Robin Williams já participou. Tido como um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Terry Gilliam – o que não é pouco, já que o cineasta coleciona filmes excepcionais –, o longa traz a história do polêmico radialista Jack Lucas (Jeff Bridges), que no seu programa recebe a ligação de um ouvinte que diz ter se apaixonado por uma mulher em um bar yuppie. Jack diz que é impossível e ele deve largar a ideia, já que todo yuppie deve morrer. O ouvinte segue o conselho literalmente, pega o rifle, vai ao bar e mata seis pessoas antes de suicidar. Isso acaba com a vida de Jack, mas quando ele conhece o mendigo Parry (Robin Williams), algo parece mudar. Enfim, é um título repleto de metáforas textuais e visuais que merece muito ser conferido.

3 – Gênio Indomável (1997)

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Dirigido por Gus Van Sant e roteirizado pela dupla Ben Affleck e Matt Damon (que inclusive faturam o prêmio de Melhor Roteiro no Oscar), Good Will Hunting é um incrível estudo de personagem e aborda conceitos interessantíssimos dentro da psicologia, trazendo ainda figuras fascinantes que através de diálogos poderosos nos fazem refletir a respeito do caminhar da vida. Williams faz aqui o papel de mestre e constrói, com seu famoso olhar, um sujeito que já está marcado na história do cinema. Afinal de contas, Robin levou o Oscar de Melhor Coadjuvante pelo papel.

2 – Retratos de uma Obsessão (2002)

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Em minha opinião, no longa de estreia de Mark Romanek, Retratos de uma Obsessão, está o papel da vida de Robin Williams, no que se refere a interpretação. Esqueça tudo que você já viu do ator, até sua sombria passagem por Insônia, de Chris Nolan. O personagem Sy é um dos psicopatas mais tenebrosos que o cinema americano já pariu. Equiparando-se facilmente ao Dr. Hannibal Lecter. Não quero me prolongar pra não deixar escapar spoilers, basta você correr atrás dessa pequena obra-prima e gelar a espinha com a magnifica transformação de Williams.

1 – Sociedade dos Poetas Mortos (1990)

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Mais que um simples filme, esta é uma daquelas obras formadoras de caráter, que marcaram uma geração e até hoje é reverenciada por legiões de alunos que tem como mestre o professor John Keating. Descontruindo completamente o burocrático método de ensino pedagógico, que é repetido até hoje, os personagens deste título de Peter Weir, simplesmente viraram exemplos claros dos estudantes mundiais, sendo base de debate para uma possível reforma educacional nas escolas. Para Robin Williams, o papel foi um dos mais importantes da sua extensa carreira e sempre que se falava no ator comentava-se a respeito dessa obra que certamente merece o nosso primeiro lugar. “Oh Captain! My Captain!

Robin Williams pode ser cortado de comédia após seu suicídio

Robin Williams, que cometeu suicídio no dia 11 de Agosto, deixou para trás quatro filmes inéditos. Um desses filmes é a comédia de ficção científica Absolutely Anything’,  do grupo Monty Python.

Top 10 Robin Williams

No filme, um professor (Simon Pegg) ganha poderes mágicos concedido a ele por alienígenas. Robin Williams iria emprestar sua voz ao cão do personagem, Dennis.

Infelizmente para nós, é possível que o Sr. Williams não teve a chance de terminar o seu trabalho. Simon Pegg revelou ao Joblo que Williams pode ser substituído na produção.

“Eu não tenho certeza Robin tinha terminado de gravar sua participação no filme. Ele estava fazendo a voz do meu cão e eu espero que ele havia terminado, porque seria uma pena não tê-lo na comédia. E, claro, ouvir sua voz no filme vai deixar as pessoas com uma certa tristeza, mas ele fez um trabalho fantástico com seu brilho de sempre.”, afirmou.

A voz de Williams já foi emprestada a um dos mais populares personagens da Disney: ‘Alladin‘.

Absolutely Anything’, que vai misturar atores reais do Monty Python e animação digital, contará com as vozes de quatro membros da trupe: John CleeseTerry GilliamMichael Palin e Terry Jones. O único integrante do grupo que não participa é Eric Idle.  CleeseGilliamPalin e Jones emprestarão suas vozes aos alienígenas. O roteiro é de Gavin Scott (‘Pequenos Guerreiros’).

A estreia acontece em 2015.

 

Arnold Schwarzenegger interpreta gay em ‘Os Mercenários 3’

O diretor Patrick Hughes confirmou a especulação que surgiu na internet que Trench, personagem de Arnold Schwarzenegger no filmeOs Mercenários 3‘, é gay.

Em uma das últimas cenas da nova sequência, Trench é visto em um bar abraçado com o personagem de Jet Li, Yin Yang.

“Querem arranjar um quarto?”, brinca o líder do grupo Barney Ross (Silvester Stallone), ao qual Trench retruca: “Não precisamos de um quarto!”

A cena parecia uma piada levemente homofóbica, mas agora transparece que Trench e Yin Yang eram de fato um casal. Ao ser questionado se os dois terminaram juntos no final do filme, o diretor confirmou em entrevista ao Grantland.

“Eu acredito que eles são”, afirmou o diretor.

Arnold Schwarzenegger nunca foi retratado um personagem abertamente gay no cinema, e ele não é visto com bons olhos pelos homossexuais dos EUA.

O ex-governador republicano da Califórnia vetou dois projetos de lei do casamento homossexual, presidiu o início da Proposição 8, e reivindicou que o casamento é “entre um homem e uma mulher”.

Bilheterias EUA: ‘As Tartarugas Ninja’ lidera e ‘Os Mercenários 3′ fracassa

O filme vazou na internet na íntegra em alta qualidade. Em apenas dois dias, mais de 200 mil downloads foram contabilizados e devem afetar bastante as bilheterias do filme. Não foi revelado como o filme foi disponibilizado na internet. A mesma situação aconteceu com ‘X-Men Origens: Wolverine‘, que vazou na internet semanas antes de sua estreia e afetou as bilheterias do filme. O FBI conseguiu rastrar o responsável pelo Upload que passou mais de um ano na prisão.

Em ‘Os Mercenários 3‘, Barney, Christmas (Jason Statham) e o resto dos Mercenários se reencontram com Conrad Stonebanks (Mel Gibson), que anos atrás criou o grupo ao lado de Barney. Mas Stonebanks se tornou um negociador de armas e Barney acabou se tornando um grande inimigo. Ele se vê forçado a matar Stonebanks, mas descobre que o vilão forjou a própria morte e está de volta para se vingar e acabar com os Mercenários. Barney precisa recrutar novos e jovens membros para reforçar sua equipe e enfrentar as habilidades de seu veterano ex-aliado.

A Califórnia Filmes marcou o lançamento para 22 de agosto de 2014, uma semana após a estreia norte-americana (15 de agosto).

O grandioso elenco conta com Sylvester Stallone, Mel Gibson, Jason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Randy Couture, Terry Crews, Arnold Schwarzenegger, Wesley Snipes, Antonio Banderas, Harrison Ford, Kellan Lutz, Ronda Rousey, Victor Ortiz, Glen Powell e Kelsey Grammer.

17 cartazes super coloridos de ‘Os Mercenários 3’

O escolhido para a direção foi o pouco conhecido Patrick Hughes, que tem no currículo apenas o faroeste ’Busca Sangrenta’ (Red Hill). Ele entrou no lugar de Simon West, diretor do segundo filme.

Disney quer comprar a Warner

A Fox não conseguiu, mas a Disney pode ser a próxima companhia a tentar adquirir a Time Warner, informou o Hollywood Reporter.

Há pouco tempo, o CEO da Fox, Rupert Murdoch, ofereceu US$ 80 bilhões de dólares para comprar o conglomerado Warner, mas a proposta foi recusada.

Detentora de propriedades como os canais CNN, HBO e dos personagens da DC Comics, a Time Warner também está na mira de outras empresas, como o Google, a Apple e o chinês Wang Jianlin, além da própria Disney.

Segundo a publicação, a dona do Mickey Mouse tem a grande vantagem sobre as concorrentes, pois “a ideia de ter reunidos em um só lugar os personagens da Marvel e da DC é muito atraente para ser ignorada e também, com a CNN, daria o canal de notícias que falta para a Disney, sem contar que o estúdio “tem condições de fazer uma oferta bem melhor do que a feita pela Fox.

Se o negócio for concretizado, a Disney, que já controla a Lucasfilm, Marvel e Pixar, reforçará o seu poderio com a Warner Bros. e DC Comics.

Conheça os lançamentos da Marvel, DC, Fox e Sony até 2020

O site IGN publicou um infográfico mostrando todos os filmes dos estúdios Marvel, DC, Fox e Sony, que vão estrear nos próximos seis anos.

Os lançamentos da Marvel são: ‘Os Vingadores 2: A Era de Ultron‘ (1º de maio de 2015), ‘Homem-Formiga‘ (17 de julho de 2015), ‘Capitão América 3‘ (6 de maio de 2016), ‘Guardiões da Galáxia 2‘ (28 de julho de 2017) e mais sete filmes desconhecidos.

| Top 10 Marvel Studios

As vindouras estreias da Warner/DC são ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘ (25 de março de 2016) e mais nove títulos ainda não anunciados, entre eles deve estar ‘Liga da Justiça’.

A Fox tem quatro grandes apostas: ‘Quarteto Fantástico‘ (19 de junho de 2015), ‘X-Men: Apocalipse‘ (27 de maio de 2016), ‘Wolverine 2‘ (3 de março de 2017) e ‘Quarteto Fantástico 2‘ (14 de julho de 2017).

Por sua vez, os destaques da Sony são os derivados ‘O Sexteto Sinistro‘ (11 de novembro de 2016), ‘Venom Carnage’ e o filme solo sobre uma heroína do universo Homem-Aranha, ambos programados para 2017, além de ‘O Espetacular Homem-Aranha 3‘, previsto para 2018.

| 2017 será o ano dos super-heróis no cinema

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Cancelamento de série deixou Robin Williams devastado

Segundo o site TMZ, o ator Robin Williams ficou devastado com o cancelamento de sua série de TV, ‘The Crazy Ones‘. O ator cometeu suicídio na segunda-feira (11), e segundo amigos próximos ele encarou o cancelamento como um “fracasso pessoal”.

The Crazy Ones‘ estreou nos EUA no canal CBS em 26 de setembro de 2013, e foi cancelada em 10 de maio de 2014, sem ganhar sua segunda temporada.

“Meu rosto estava por toda a cidade [em outdoors] e estava tudo nas minhas costas. O cancelamento é um fracasso pessoal”, afirmou o ator à fonte.

A série acompanhava a vida das pessoas que trabalham para a agência publicitária Roberts e Roberts, liderada por Simon Roberts (Williams), um imprevisível e genial publicitário e sua filha Sydney Roberts (Sarah Michelle Gellar), que é mais racional e determinada em fazer seu nome.

A viúva Susan Schneider revelou que o ator estava nos estágios iniciais do mal de Parkinson, e não estava preparado para contar ao público sobre sua doença. Ela ressalta também que o astro, internado em julho para tratar sua dependência química e alcoolismo, morreu sóbrio.

Leia na íntegra o comunicado:

“Robin dedicou muito de sua vida ajudando outras pessoas. Enquanto ele divertia milhões no palco, em filmes ou na televisão, nossas tropas estavam nas linhas de frente, ou confortando uma criança doente – Robin queria que nós ríssemos e sentíssemos menos medo.

Desde sua partida, todos nós que amávamos Robin temos encontrado um pouco de consolo na tremenda quantidade de afeição e admiração por ele, vinda de milhões de pessoas cujas vidas ele tocou. Seu grande legado, além de seus três filhos, é a alegria e felicidade que ele ofereceu aos outros, particularmente àqueles que enfrentam batalhas pessoais.

A sobriedade de Robin estava intacta e ele era corajoso quando travava as suas batalhas contra a depressão, ansiedade, assim como os estágios iniciais do mal de Parkinson, doença que ele ainda não se sentia preparado para tornar pública.

Esperamos que, com a trágica partida de Robin, outros encontrem forças para procurar o tratamento e o apoio que precisam para enfrentar qualquer que seja a batalha que estejam enfrentando, e que sintam menos medo.”

 

‘Pânico – A Série’ tem alteração em seu elenco

Scream‘, a série de TV inspirada nos filmes da franquia ‘Pânico’, teve alterações em seu elenco.

Segundo o IGN, a atriz Bex Taylor-Klaus (‘Arrow’, ‘The Killing’) substituirá Amy Forsyth (‘Reign’, ‘Defiance’) no papel de Audrey, melhor amiga da protagonista Emma (Willa Fitzgerald).

Os atores Joel Gretsch (‘Witches of East End‘), Bobby Campo (‘Being Human’) e Connor Weil (‘Sharknado’) são os novos nomes no elenco da série.

Jamie Travis (da série ‘Faking It’) dirigirá o episódio piloto para a MTV, que começará com um vídeo que foi parar no YouTube e se tornou viral. Ele causa problemas para a protagonista Audrey, que se vê em meio a um assassinado e uma cidade com um passado conturbado.

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Bex Taylor-Klaus e Joel Gretsch

Conheça os atores e seus personagens:

Bex Taylor-Klaus (‘Arrow’, ‘The Killing’) será Audrey Jesen, a filha bissexual de um pastor luterano. Solitária, ela é artística e sonha em ser diretora de cinema. Tem vínculo estreito com Noah, um garoto que tem bastante habilidade com tecnologia.

John Karna (‘The Neighbors’) será Noah Foster, descrito como um jovem criativo, brilhante e tecnológico o suficiente para ser o próximo Steve Jobs. Confidente mais próximo de Audrey e cheio de senso de humor, ele a ajuda em seus momentos difíceis e possui um conhecimento enciclopédico em livros, filmes, séries de TV e aplicativos.

Willa Fitzgerald (‘Royal Pains’) será Emma, jovem com uma beleza clássica, cuja popularidade na verdade esconde uma timidez natural e uma natureza intelectual. Sua nova rotina com a turma mais popular do colégio acaba a afastando da melhor amiga de infância Audrey.

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Carlson Young (‘Key and Peele’) será Brooke Maddox, a carismática líder de um popular grupo de adolescentes, cuja personalidade oscila entre uma excessiva doçura e um forte apelo sexual.

O novato Amadeus Serafini será Kieran Wilcox, o misterioso recém-chegado morador da cidade. Ele tem um lado obscuro e fama de durão, por conta das experiências além da idade que viveu.

A dupla Jay Beattie e Dan Dworkin (das séries ‘Revenge’ e ‘Criminal Minds’) escreveram o primeiro episódio. Jill Blotevogel (‘Ravenswood’, ‘Harper’s Island’, ‘Eureka’) servirá como produtor principal de ‘Scream‘.

Robin Williams estava com mal de Parkinson

Após a morte do marido Robin Williams, a viúva Susan Schneider revelou que o ator estava nos estágios iniciais do mal de Parkinson.

Segundo Schneider, Williams não estava preparado para contar ao público sobre sua doença. Ela ressalta também que o astro, internado em julho para tratar sua dependência química e alcoolismo, morreu sóbrio.

Leia na íntegra o comunicado:

“Robin dedicou muito de sua vida ajudando outras pessoas. Enquanto ele divertia milhões no palco, em filmes ou na televisão, nossas tropas estavam nas linhas de frente, ou confortando uma criança doente – Robin queria que nós ríssemos e sentíssemos menos medo.

Desde sua partida, todos nós que amávamos Robin temos encontrado um pouco de consolo na tremenda quantidade de afeição e admiração por ele, vinda de milhões de pessoas cujas vidas ele tocou. Seu grande legado, além de seus três filhos, é a alegria e felicidade que ele ofereceu aos outros, particularmente àqueles que enfrentam batalhas pessoais.

A sobriedade de Robin estava intacta e ele era corajoso quando travava as suas batalhas contra a depressão, ansiedade, assim como os estágios iniciais do mal de Parkinson, doença que ele ainda não se sentia preparado para tornar pública.

Esperamos que, com a trágica partida de Robin, outros encontrem forças para procurar o tratamento e o apoio que precisam para enfrentar qualquer que seja a batalha que estejam enfrentando, e que sintam menos medo.”

Assista a um emocionante tributo a Robin Williams

A polícia de Tiburn, na Califórnia, confirmou em coletiva de imprensa, nesta terça-feira (12), o suicídio do ator. Segundo o delegado Keith Boyd, a causa do óbito é asfixia provocada por enforcamento. Williams foi encontrado por sua assistente pessoal na segunda (11), às 12h02, pendurado pelo pescoço com um cinto preso no armário de seu quarto.

Também encontraram no local um canivete ao lado do corpo do ator, que tinha marcas de cortes nos pulsos, de acordo com informações da Variety.

Há poucas semanas, Williams estava internado em uma clínica de reabilitação para tratar de seu vício em drogas e álcool. Um relatório toxicológico será realizado para saber se havia alguma substância química no organismo do ator. O resultado sai dentro de seis semanas.

Robin Williams deixou quatro filmes inéditos

Banco de ‘Gênio Indomável’ vira em memorial em homenagem a Robin Williams

Robin Williams no trailer de ‘Uma Nova Chance para Amar’

Robin Williams é homenageado pela Academia do Oscar

Robin Williams faleceu aos 63 anos de idade. Em nota oficial, o empresário de Williams disse que ele lutava contra uma grave depressão.

Williams ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante por ‘Gênio Indomável‘ e aparecerá em breve nos cinemas em ‘Uma Noite no Museu 3‘, que estreia no Brasil em 1º de janeiro de 2015.

EXCLUSIVO: Senhor volta a estudar em emocionante cena de ‘Uma Lição de Vida’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, uma cena exclusiva do drama ‘Uma Lição de Vida‘ (The First Grader).

A história baseada em fatos reais acompanha Mau Mau, um senhor de 84 anos que luta por seu direito de ir à escola pela primeira vez para obter a educação que ele nunca pode pagar. Situado em uma aldeia no Quênia, o filme conta a notável e edificante história do orgulhoso veterano, determinado a aproveitar sua última chance de aprender a ler e escrever – em uma classe com alunos de seis anos de idade.

Naomie Harris, Oliver Litondo, Tony Kgoroge, Alfred Munyua e Shoki Mokgapa estrelam.

Justin Chadwick (‘Mandela – O Caminho Para a Liberdade’) dirige.

Uma Lição de Vida‘ está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista:

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The Walking Dead chega no Netflix

Por Janis Lyn, do Séries em Pauta

#TODOSCOMEMORA

As três primeiras temporadas de The Walking Dead chegam no Netflix da América Latina a partir do dia 25 de agosto. A série de drama e terror produzida pelo AMC é baseada na obra criada por Robert Kirkman e conta a história das consequências de um apocalipse zumbi.

Se ainda não assiste (ah, vá!) agora é sua chance.

Divergente

(Divergent)

 

Elenco:
Shailene Woodley, Theo James, Aaron Eckhart, Kate WinsletJai Courtney, Maggie Q, Miles Teller, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Ansel Elgort.

Direção: Neil Burger

Gênero: Romance/Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Abril de 2014

Sinopse:
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. Ela acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Curiosidades:

» A Summit Entertainment marcou a data de estreia para 21 de março de 2014, na tentativa de substituir ‘A Saga Crepúsculo‘.

» Neil Burger (‘Sem Limites’) dirige.

» Kate Winslet (‘Contágio’)  interpretará Jeanine Matthews, a mulher mais poderosa da facção Erudição. A personagem é descrita como calma, astuciosa e bastante perigosa.

 

Trailer: 

Cartazes:

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Fotos: