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Parque temático de ‘Harry Potter’ ganha Beco Diagonal; veja fotos

Universal Studios Orlando divulgou as primeiras imagens da expansão do The Wizard World of Harry Potter. Entre as novas atrações estarão o Beco Diagonal e uma réplica da cidade de Londres. As duas atrações se juntam às já existentes: Hogwarts e o vilarejo Hogsmeade, onde os visitantes podem experimentar a famosa cerveja amanteigada.

O Beco Diagonal será inaugurado dia 8 de julho, e recria parte de Londres e da área secreta por onde se embarca para Hogsmeade. Cada trajeto levará em média quatro minutos, e os passageiros vão em cabines fechadas para oito pessoas e nas janelas serão projetadas imagens com cenas e personagens do mundo de Potter. A montanha-russa high tech traz Harry, Hermione e Ron invadindo o banco para recuperar um importante objeto. Tudo em 3D e 360 graus.

O tamanho do The Wizard World of Harry Potter será dobrado com a inauguração.

E tem mais: os visitantes poderão viajar de Londres para Hogsmeade, através de um Expresso para Hogwarts fictício. No último ano, o elenco da saga ‘Harry Potter‘ teria se encontrado secretamente para gravar cenas que serão usadas no parque temático do bruxo.

Confira as fotos:

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O editor Renato Marafon visitou o Islands of Adventure, no Universal Orlando Resort. O Islands of Adventure abriu em Maio de 1999. É composto por seis distritos “ilhas”, cada um com o seu próprio tema. Os visitantes começam a sua viagem ao parque no Port of Entry, podendo depois escolher o seu caminho pelas ilhas-Marvel, Ilha dos Super-Heróis, Toon Lagoon, Parque Jurássico, Seuss Landing e The Wizarding World of Harry Potter.

Assista:

Em 2012, a Warner também abriu seus estúdios na Inglaterra para o público conhecer os bastidores da criação da série Harry Potter. A atração fica na cidade de Watford, a 32 quilômetros de Londres. Cerca de cinco mil visitantes por dia passam pelo local. O passeio por 14 mil metros quadrados de estúdio dura três horas e percorre cenários usados nas filmagens, como o Ministério da Magia, a sala das poções, o Beco Diagonal e a cozinha dos Weasleys.

Review Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 10 (2)

Por Flavinha Leão, do Séries em Pauta

Season Finale de GOT e agora só no ano que vem. Como aguentar a espera tão longa?! Fazer o quê, né? Então vamos lá.

Confesso que esperava um final melhor, mas o episódio não foi totalmente frustrante. Pessoalmente, minha parte favorita foi o assassinato de Twin Lannister, que aconteceu da forma menos, digamos, honrada possível. Ah, Tyrion! Você se supera a cada episódio. Salvo pelo irmão Jaime, nosso anãozinho favorito finalmente vingou-se de anos de humilhação. O que dizer de um
filho que mata o pai depois que esse mesmo pai o sentencia à morte? Bem, em se tratando de Twin Lannister, eu digo: bem feito. Antes disso, no entanto, Cersei teve um surto de saudade de seu relacionamento incestuoso com Jaime e os dois parecem fazer as pazes. Ela realmente não quer se casar com o Loras Tyrell… Mas o que a rainha má vai fazer quando descobrir que Tyrion fugiu e, pior ainda, quem foi que o ajudou a fugir? Medo.

Lá no Vale, Brienne estava viajando com Podrick e… acaba esbarrando com ninguém menos que Arya. Que sorte, não? Mas a menina fica desconfiada e não quer ir com ela. O Cão de Caça aparece para defendê-la e os dois gigantes começam a lutar. Brienne leva a melhor, mas Arya se esconde e não vai com ela. O Cão fica gravemente ferido e implora à pequena Stark que o mate, mas ela, muito calmamente, pega todo o dinheiro que ele carrega e o deixa para uma morte lenta e dolorosa. É, chegou sua hora, Clegane. Valar morghulis.

E no norte, John Snow se encontra com Mance Rayder numa missão praticamente suicida. Ele está arriscando tudo mesmo para defender a Muralha e a Patrulha, mas se surpreende quando o Rei Para Lá da Muralha diz que seu verdadeiro motivo para ataca-los não é para acabar com eles, e sim para fugir do que está vindo do extremo Norte. É como diziam os Stark: Winter is coming. Mas quando a coisa começa a ficar preta, Stannis aparece, salvando John de uma morte iminente. Junto com ele está Melisandre, claro.Indo lá para o outro continente, em Meeren, a Mãe de Dragões parece ter virado mesmo é a Mãe do Povo. Daenerys começou a perceber que ser rainha dos escravos não é tão simples como ela pensou. Seus dragões também estão ficando cada vez mais selvagens. Drogon matou uma criança e, consternada, Danny toma uma decisão. Acorrenta suas crianças. E eles não ficaram nem um pouco satisfeitos. Cena tocante foi a cremação da Ygritte e o último adeus de John. E quem deu adeus também foi a Arya, que agora está atravessando o Mar Estreito a caminho de Braavos. Valar dohaeris, little Stark.

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 10 (1)

VALAR MORGHULIS

 

Sintetizando as qualidades de Game Of Thrones – GoT, produziu-se o melhor final de temporada da séria!

O encontro de Jon Snow (Kit Harington) e Mance Rayder (Ciarán Hinds) foi cercado de suspense. Ele ajudou a vermos que os povos para-lá-da-muralha não são tão selvagens assim. No instante mais tenso, o suspense foi quebrado pela tropa de Stannis Baratheon (Stephen Dillane). Um massacre que recoloca Stannis no jogo. Em GoT, essas soluções inesperadas, que poderiam soar como preguiça dos roteiristas, são sempre eficientes.

Já comentei o quanto gosto de Stannis. Sua ambiguidade, sua oscilação entre a honra e o desejo pelo poder, as tragédias em sua família, o constante sentimento de dúvida que o cerca dão-lhe uma insuspeita dimensão trágica.

Seguindo o conselho de Tormund Giantsbane (Kristofer Hivju), Jon Snow queimou o corpo de Ygritte (Rose Leslie) no verdadeiro norte. Uma síntese visual para uma tortuosa história de amor.

Se numa campanha eleitoral, tudo são flores, na realidade do poder, só resta a desolação da ambiguidade. Enquanto estava libertando os povos, apenas víamos (e ela apenas percebia) o lado heroico de Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), da princesa espoliada de seu trono e da libertadora dos escravizados. Agora que governa Meereen, as dificuldades revelam suas fragilidades e limitações.

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O diálogo entre Khalessi e o ex-escravo confirmou a capacidade de R. R. Martin e dos roteiristas de usar a fantasia para revelar as mazelas do ser humano diante do poder. O ex-escravo explicou as dificuldades por que passam os mais velhos, e suplicou para voltar a ser escravo. Não haveria lugar para os velhos nesse novo mundo livre. O dialogo foi tão impressionante que poderia ser usado em uma sala de aula para debater as consequências da política atual. Depois, vemos um senhor chorando pela filha de 3 anos!, morta pelos dragões de Daenerys. Enfim, a realidade bate a porta dela, aguardar para ver seu futuro.

Khalessi encerrou sua participação nesta temporada aprisionando dois dos três dragões. Foi uma sequência inusitadamente tocante. Quando sentimos a dor de uma personagem fictícia ao punir criaturas que não existem, percebemos a qualidade de GoT.

Em Porto Real, Cersei (Lena Headey) esfregou o incesto na cara de seu pai, revelando a hipocrisia que cerca os Lannister. Ela também expôs os seus sentimentos mais verdadeiros: o amor pelos filhos e por Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Duas perguntas ficam: Jaime realmente vai voltar a ser o parceiro de Cersei? E o qual será o futuro Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson)?

Three-Eyed_Raven

Bran Stark (Isaac Hempstead Wright) e seus miquinhos amestrados chegaram ao seu destino. Antes, porém, foram atacados por esqueletos saídos da neve. Foi uma briga difícil, que terminou com a morte de Jojen Reed (Thomas Brodei-Sangster). Os demais se salvaram depois que uma garota destruiu os esqueletos e os levou ao encontro de Pai Mei… digo ao encontro do Corvo de Três Olhos. Este revelou que Jojen sabia de sua morte e que Bran não voltará a andar, mas conseguirá voar! Uma boa troca. Considerando as capacidades que Pai Mei demonstrou no treinamento da Noiva, em Kill Bill, não será difícil fazer Bran voar. Brincadeiras à parte, o lado fantasioso da série foi reforçado com essas personagens. Enfim, grandes revelações nós aguardam. Anotar no caderninho para conferir em 2015.

Game Of Thrones_Ep 10_T04_imagem_Pai Mei

O final do ep. foi de Arya Stark (Maisie Williams) e de Tyrion Lannister (Peter Dinklage).

Brienne (Gwendoline Christie) e Podrick (Daniel Portman) encontram Arya e Sandor (Rory McCann). Brienne tentou cumprir a promessa feita para Catelyn Stark (Michelle Fairley), mas nem Sandor, nem Arya compraram a história. Seguiu-se uma das lutas mais cabulosas da série. De uma tradicional briga de espadas, logo desceu para um mano-a-mano, com socos, chutes, pedradas e dentada estilo Mike Tyson. No fim, Sandor caiu ferido. Brienne ainda tentou achar Arya, mas não conseguiu.

O diálogo seguinte entre Arya e Sandor comprovou mais uma vez a competência dos roteiristas. Sandor foi da raiva à súplica. E Arya permaneceu gélida! Ele chegou a implorar para que ela o matasse. Mas, ela apenas pegou o dinheiro e foi embora. Maisie Williams demonstrou total controle da personagem. Estou, até agora, tentando decodificar aquele olhar, aquela passividade, aquele ressentimento. Pela primeira vez, mais do que admiração, senti medo dela.

Novamente em Porto Real, Jaime e Lord Varys (Conleth Hill) ajudaram Tyrion a fugir. Foi a comprovação de que Varys estava tentando salva a pele no julgamento. Quanto à relação entre Jaime e Tyrion, ela produziu alguns dos momentos mais tocantes da temporada. Realmente, parece haver amor entre os Lannisters.

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Antes de encontrar-se com Varys, Tyrion foi ao quarto de seu pai e encontrou Shea (Sibel Kekilli) na cama. A sequência surpreendeu muita gente. A morte Shea foi dolorosa. A de Tywin (Charles Dance) foi humilhante para este e libertadora para Tyrion. A melodia de Rains of Castamere foi a ironia fatal, um fundo musical para o fim vergonhoso do patriarca. As cosequências da morte de Tywin vão ressoar ainda por muitas temporadas. E mais uma vez, R. R. Martin recorre à morte para rearranjar o tabuleiro. E poucos eps. seguiram tão à risca o a expressão Valar Morghulis (“todos os homens devem morrer”)

A sequência final da temporada coube à Maisie Williams. Arya chegou a um porto, onde pediu ao capitão para levá-la à Muralha, que se recusou. Ela implorou, ofereceu dinheiro e trabalho, mas o capitão explicou que estava voltando para casa, a Cidade Livre de Braavos… Então, seguindo as instruções de Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), Arya entregou ao capitão a moeda de ferro. Atônito, ele esboçava uma pergunta, quando Arya falou “Valar Morghulis”. Positivamente surpreso, responde-lhe “Valar Dohaeris” – que em Alto Valiriano significa “todos os homens devem servir”. E, pronto, ela ganhou a viagem.

Digo e repito, foi o MELHOR final para a melhor temporada de GoT.  Muitas perguntas ficam: qual será o futuro da corte? Stannis promoverá nova ofensiva? Qual o papel dos White Walkers na próxima temporada? Como ficará a Patrulha da Noite? Qual o futuro de Tyrion, Arya, Jon e Daenerys? Os produtores têm um material precioso em mãos – e até o ano que vem, R. R. Martin deve lançar mais um livro. As possibilidades de uma nova temporada, no mínimo, igual a esta são imensas!

Agradeço aos leitores que nos acompanharam. E que passemos com tranquilidade por mais um período de abstinência. Que 2015 chegue logo!

Os quatro filmes póstumos de Paul Walker

Paul Walker morreu no dia 30 de novembro de 2013, em Los Angeles. Ele estava no banco do carona quando o motorista, seu amigo Roger Rodas, perdeu o controle do carro e se chocou contra um poste e uma árvore. O veículo pegou fogo e ficou totalmente destruído.

Além da memória de seus filmes já vistos, seu trabalho também pode ser conferido em algumas produções recentes.

Conheça os quatro últimos longas que Walker filmou:

 

Velozes e Furiosos 7

Velozes & Furiosos 7

Este será o principal lançamento póstumo de Paul Walker. Seu personagem, Brian O’Conner, vai se aposentar no filme. A decisão foi feita após reuniões com o diretor do longa, James Wan (‘Invocação do Mal’), o roteirista Chris Morgan e Jeffrey Kirschenbaum, principal executivo da franquia. Eles analisaram todas as cenas já gravadas para encontrar uma forma de explicar a saída de Brian da trama.

A estreia foi adiada de 11 de junho de 2014 para 10 de abril de 2015.

Jason Statham será o vilão do longa. Ele fez uma ponta em ‘Velozes & Furiosos 6′ e chegou a negociar para viver o vilão principal, mas o papel ficou com Luke EvansKurt Russell aparecerá no sétimo ou no já confirmado oitavo filme.

Vin DieselTyrese GibsonDwayne “The Rock” Johnson e Michelle Rodriguez retornam. O tailandês Tony Jaa (‘Ong Bak – Guerreiro Sagrado’) fará sua estreia em Hollywood no filme, e a campeã de UFC Ronda Rousey terá uma ponta.

Paul Walker

 

 

13º Distrito

Mesmo sendo o remake de um importante filme para a indústria do cinema francês, o fato que mais chama a atenção agora em 13º Distrito, infelizmente, é esta ser a última produção (completa) do falecido Paul Walker. O ator perdeu a vida em um acidente de carro, em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos de idade. Mesmo sem ser parte do time A de Hollywood, ou ser destacado por seus dotes como ator, Walker participou de obras de qualidade, como A Vida em Preto e Branco (1998), foi dirigido por grandes nomes, como Clint Eastwood (A Conquista da Honra) e Richard Donner (Linha do Tempo), e atuou ao lado de gente como Penélope Cruz (Anjo de Vidro).

Já o status de astro, do time B e o máximo que chegou do A, veio com a franquia Velozes e Furiosos, da qual Walker participou de cinco dos seis filmes e filmava o sétimo quando faleceu sem terminá-lo. O ator havia concluído dois outros filmes antes de sua morte, lançados de forma póstuma. O primeiro a sair foi Contagem Regressiva (2013), que causou certa controvérsia ao ter estreado nos cinemas norte-americanos bem em cima da morte do ator, em dezembro de 2013. Alguns alegavam o desejo de capitalizar em cima da tragédia. Não foi bem o caso, afinal não é como se os produtores tivessem segurado a estreia da obra.

CinePop 3

Em Contagem Regressiva, Walker entrega um de seus melhores desempenhos da carreira, como um pai viúvo, desesperado pela sobrevivência da filha recém-nascida, quando o hospital que a mantém viva através de um respirador artificial é atingido pelo furacão Katrina. O filme é um thriller dramático. E agora, chega 13º Distrito, o último filme que Walker concluiu. Este veículo de ação, como dito é a refilmagem do popular Distrito B13, obra francesa de 2004, que gerou uma continuação em 2009 chamada Distrito B13 Ultimato. A versão americana é uma refilmagem cena a cena de seu original.

Assim como o recente Oldboy – Dias de Vingança, o objetivo é apresentar para o grande público um filme de sucesso em seu país de origem, repetindo sua trama em voz alta para ser ouvida por mais gente. Na história, passada num futuro não tão distante em Detroit (a óbvia brincadeira seria apontar como um prelúdio de Robocop), um poderoso traficante ameaça a cidade. Na verdade, o conjunto habitacional conhecido como Brick Mansions se tornou um risco tão grande para a população em geral que os políticos ameaçam explodi-lo de vez. Algo que deve ressoar perto com o povo carioca.

CinePop 4

Cabe ao agente disfarçado vivido por Walker salvar o dia. Para isso ele contará com um homem de dentro, o acrobata, mestre e criador do esporte parkour, David Belle. Aliás, um dos motivos da existência do filme original francês, criado pelo veterano Luc Besson (um dos maiores empresários do ramo de cinema na França) foi fazer bom uso das coreografias alucinantes e absurdas de Belle, que reprisa aqui seu papel do original. Pensem em Jackie Chan com menos lutas e mais saltos perigosos. Apesar de um pouco mais velho, Belle não deixa a peteca cair e desenvolve momentos originais e novos truques na nova versão.

Distrito B13 é o que havia de mais próximo a um blockbuster francês. Já 13º Distrito pode soar como seu primo pobre para os não escolados. O que acontece é que se tratando de uma produção americana, o público espera sempre mais. A história é mundana e tem todo ar de produção B. A trama não é nada que já não tenhamos visto antes, mesmo se tratando de um roteiro xerocado. O que verdadeiramente chama a atenção, ainda são as incríveis acrobacias de Belle, nas quais Walker até se encaixa bem. O plano do vilão, envolvendo um míssil para destruir a cidade, soa como 007 de quinta, e o filme ainda reserva muitos momentos embaraçosos. Basta dizer que existem dois tipos de filmes de ação, os que os personagens sangram quando vidros são quebrados em suas cabeças e os que não sangram. 13º Distrito pertence ao segundo grupo.

Contagem Regressiva (Hours)

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Neste suspense dramático, Walker interpreta um homem que enfrenta a trágica morte de sua esposa (Genesis Rodriguez) durante o parto, em um hospital em Nova Orleans. A filha do casal sobrevive, mas depende de aparelhos. A tensão aumenta com a passagem do devastador furacão Katrina, que deixa pai e filha ilhados e sofrendo com a falta de eletricidade.

O longa reflete a faceta engajada do astro: ele apoiava a organização beneficente Reach Out Worldwide, que ajuda vítimas de desastres naturais. Ele faleceu em um acidente logo após participar de um evento da organização, realizado para ajudar os filipinos atingidos pelo tufão Yolanda.

Walker é um dos produtores do longa. O roteiro e a direção são de Eric Heisserer, roteirista de ‘Premonição 5’ e do remake de ‘A Hora do Pesadelo’.

O longa já está nas locadoras nacionais.

Paul Walker Hours

 

 

 

Pawn Shop Chronicles

Paul Pawn Shop Chronicles

Esta é uma comédia de ação com orçamento de apenas US$ 5 milhões, mas um elenco repleto de astros. Além de Walker, estrelam Brendan Fraser (‘A Múmia’), Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’), Norman Reedus (‘The Walking Dead’), Thomas Jane (‘O Nevoeiro’), Vincent D’Onofrio (‘Nascido para Matar’) e Lukas Haas (‘A Origem’).

O roteiro de Adam Minarovich gira em torno do sumiço de um anel de casamento, que leva a uma caçada insana que envolve drogados, skinheads e um sósia de Elvis Presley. Walker interpreta um viciado em metanfetaminas no longa.

A direção é de Wayne Kramer, que já trabalhou com o astro em ‘No Rastro da Bala’.

O longa teve uma passagem breve e mal sucedida em apenas 15 cinemas norte-americanos, e já foi lançado em vídeo. Ainda não há previsão para o Brasil.

Paul Walker Pawn Shop Chronicles

 

 

Transcendence – A Revolução

(Transcendence)

 

Elenco:

Johnny Depp, Morgan Freeman, Rebecca Hall, Paul Bettany, Chad Brummett, Cilllian Murphy, Clifton Collins Jr., Cole Hauser, Cory Hardrict, James Burnett, Martin Palmer, Olivia Taylor Dudley.

Direção: Wally Pfister

Gênero: Ficção Científica

Duração: 119 min.

Distribuidora: Diamond Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 19 de Junho de 2014

Sinopse:

O Dr. Will Caster (Johnny Depp) é o mais notável pesquisador no campo da Inteligência Artificial. Ele trabalha no projeto de criação de uma máquina consciente, capaz de combinar a inteligência coletiva de tudo o que existe com todas as possibilidades de emoções humanas. Os experimentos altamente controversos trouxeram fama ao cientista, mas também o transformaram no alvo principal dos extremistas anti-tecnologia, que farão o que for necessário para destruí-lo.

Curiosidades:

» O elenco conta com Rebecca Hall (‘Homem de Ferro 3′), Kate Mara (’127 Horas, ‘American Horror Story’), Morgan Freeman (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’), Paul Bettany(‘Padre’) e Johnny Depp, que aceitou estrelar pela bagatela de US$ 20 milhões de salário, mais comissão de 15% da bilheteria total – valor dificilmente pago nos dias de hoje com a crise econômica que Hollywood enfrenta.

» Hall interpretará Evelyn, papel que havia sido oferecido a Kate Winslet – que declinou por conflitos de agenda. Bettany será Max, papel que estava sendo disputado por James McAvoy, Tobey Maguire, Andrew Kosove, Ewan McGregor e Tom Hardy.

» Estreia de Wally Pfister na direção de um longa. Ele foi premiado com o Oscar de Melhor Fotografia por ‘A Origem‘.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Os últimos filmes de Paul Walker

Paul Walker faleceu no dia 30 de novembro, em Los Angeles. Ele estava no banco do carona quando o motorista, seu amigo Roger Rodas, perdeu o controle do carro e se chocou contra um poste e uma árvore. O veículo pegou fogo e ficou totalmente destruído. Além da memória de seus filmes já vistos, seu trabalho também poderá ser conferido em algumas produções inéditas.

Conheça os quatro últimos longas que Walker filmou:

 

Velozes e Furiosos 7

Velozes & Furiosos 7

Este será o principal lançamento póstumo de Paul Walker.

Seu personagem, Brian O’Conner, vai se aposentar no filme. A decisão foi feita após reuniões com o diretor do longa, James Wan (‘Invocação do Mal’), o roteirista Chris Morgan e Jeffrey Kirschenbaum, principal executivo da franquia. Eles analisaram todas as cenas já gravadas para encontrar uma forma de explicar a saída de Brian da trama.

A estreia foi adiada de 11 de junho de 2014 para 10 de abril de 2015.

Jason Statham será o vilão do longa. Ele fez uma ponta em ‘Velozes & Furiosos 6′ e chegou a negociar para viver o vilão principal, mas o papel ficou com Luke EvansKurt Russell aparecerá no sétimo ou no já confirmado oitavo filme.

Vin DieselTyrese GibsonDwayne “The Rock” Johnson e Michelle Rodriguez retornam. O tailandês Tony Jaa (‘Ong Bak – Guerreiro Sagrado’) fará sua estreia em Hollywood no filme, e a campeã de UFC Ronda Rousey terá uma ponta.

Paul Walker

 

 

13º Distrito

Mesmo sendo o remake de um importante filme para a indústria do cinema francês, o fato que mais chama a atenção agora em 13º Distrito, infelizmente, é esta ser a última produção (completa) do falecido Paul Walker. O ator perdeu a vida em um acidente de carro, em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos de idade. Mesmo sem ser parte do time A de Hollywood, ou ser destacado por seus dotes como ator, Walker participou de obras de qualidade, como A Vida em Preto e Branco (1998), foi dirigido por grandes nomes, como Clint Eastwood (A Conquista da Honra) e Richard Donner (Linha do Tempo), e atuou ao lado de gente como Penélope Cruz (Anjo de Vidro).

Já o status de astro, do time B e o máximo que chegou do A, veio com a franquia Velozes e Furiosos, da qual Walker participou de cinco dos seis filmes e filmava o sétimo quando faleceu sem terminá-lo. O ator havia concluído dois outros filmes antes de sua morte, lançados de forma póstuma. O primeiro a sair foi Contagem Regressiva (2013), que causou certa controvérsia ao ter estreado nos cinemas norte-americanos bem em cima da morte do ator, em dezembro de 2013. Alguns alegavam o desejo de capitalizar em cima da tragédia. Não foi bem o caso, afinal não é como se os produtores tivessem segurado a estreia da obra.

CinePop 3

Em Contagem Regressiva, Walker entrega um de seus melhores desempenhos da carreira, como um pai viúvo, desesperado pela sobrevivência da filha recém-nascida, quando o hospital que a mantém viva através de um respirador artificial é atingido pelo furacão Katrina. O filme é um thriller dramático. E agora, chega 13º Distrito, o último filme que Walker concluiu. Este veículo de ação, como dito é a refilmagem do popular Distrito B13, obra francesa de 2004, que gerou uma continuação em 2009 chamada Distrito B13 Ultimato. A versão americana é uma refilmagem cena a cena de seu original.

Assim como o recente Oldboy – Dias de Vingança, o objetivo é apresentar para o grande público um filme de sucesso em seu país de origem, repetindo sua trama em voz alta para ser ouvida por mais gente. Na história, passada num futuro não tão distante em Detroit (a óbvia brincadeira seria apontar como um prelúdio de Robocop), um poderoso traficante ameaça a cidade. Na verdade, o conjunto habitacional conhecido como Brick Mansions se tornou um risco tão grande para a população em geral que os políticos ameaçam explodi-lo de vez. Algo que deve ressoar perto com o povo carioca.

CinePop 4

Cabe ao agente disfarçado vivido por Walker salvar o dia. Para isso ele contará com um homem de dentro, o acrobata, mestre e criador do esporte parkour, David Belle. Aliás, um dos motivos da existência do filme original francês, criado pelo veterano Luc Besson (um dos maiores empresários do ramo de cinema na França) foi fazer bom uso das coreografias alucinantes e absurdas de Belle, que reprisa aqui seu papel do original. Pensem em Jackie Chan com menos lutas e mais saltos perigosos. Apesar de um pouco mais velho, Belle não deixa a peteca cair e desenvolve momentos originais e novos truques na nova versão.

Distrito B13 é o que havia de mais próximo a um blockbuster francês. Já 13º Distrito pode soar como seu primo pobre para os não escolados. O que acontece é que se tratando de uma produção americana, o público espera sempre mais. A história é mundana e tem todo ar de produção B. A trama não é nada que já não tenhamos visto antes, mesmo se tratando de um roteiro xerocado. O que verdadeiramente chama a atenção, ainda são as incríveis acrobacias de Belle, nas quais Walker até se encaixa bem. O plano do vilão, envolvendo um míssil para destruir a cidade, soa como 007 de quinta, e o filme ainda reserva muitos momentos embaraçosos. Basta dizer que existem dois tipos de filmes de ação, os que os personagens sangram quando vidros são quebrados em suas cabeças e os que não sangram. 13º Distrito pertence ao segundo grupo.

Contagem Regressiva (Hours)

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Neste suspense dramático, Walker interpreta um homem que enfrenta a trágica morte de sua esposa (Genesis Rodriguez) durante o parto, em um hospital em Nova Orleans. A filha do casal sobrevive, mas depende de aparelhos. A tensão aumenta com a passagem do devastador furacão Katrina, que deixa pai e filha ilhados e sofrendo com a falta de eletricidade.

O longa reflete a faceta engajada do astro: ele apoiava a organização beneficente Reach Out Worldwide, que ajuda vítimas de desastres naturais. Ele faleceu em um acidente logo após participar de um evento da organização, realizado para ajudar os filipinos atingidos pelo tufão Yolanda.

Walker é um dos produtores do longa. O roteiro e a direção são de Eric Heisserer, roteirista de ‘Premonição 5’ e do remake de ‘A Hora do Pesadelo’.

O longa já está nas locadoras nacionais.

Paul Walker Hours

 

 

 

Pawn Shop Chronicles

Paul Pawn Shop Chronicles

Esta é uma comédia de ação com orçamento de apenas US$ 5 milhões, mas um elenco repleto de astros. Além de Walker, estrelam Brendan Fraser (‘A Múmia’), Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’), Norman Reedus (‘The Walking Dead’), Thomas Jane (‘O Nevoeiro’), Vincent D’Onofrio (‘Nascido para Matar’) e Lukas Haas (‘A Origem’).

O roteiro de Adam Minarovich gira em torno do sumiço de um anel de casamento, que leva a uma caçada insana que envolve drogados, skinheads e um sósia de Elvis Presley. Walker interpreta um viciado em metanfetaminas no longa.

A direção é de Wayne Kramer, que já trabalhou com o astro em ‘No Rastro da Bala’.

O longa teve uma passagem breve e mal sucedida em apenas 15 cinemas norte-americanos, e já foi lançado em vídeo. Ainda não há previsão para o Brasil.

Paul Walker Pawn Shop Chronicles

 

 

Um Plano Brilhante

(Love Punch)

 

Elenco:

Emma Thompson, Pierce Brosnan, Tuppence Middleton.

Direção: Joel Hopkins

Gênero: Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Payarte Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Junho de 2014

Sinopse:

No longa, um casal divorciado (Brosnan e Thompson) arma um divertido plano para tentar recuperar o dinheiro da aposentadoria que acabou sendo roubado deles por um empresário desonesto. Agora, eles vão ter que roubar de volta.

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Como Treinar Seu Dragão 2

Continuação do sucesso da Dreamworks supera o original e escala o patamar das melhores animações recentes

Em 2010, quando o primeiro Como Treinar Seu Dragão foi lançado, o estúdio Dreamworks Animations era o principal rival da Disney no terreno de animações, com obras como a franquia Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda. Quatro anos depois e o estúdio continua como um adversário digno criando filmes como o sucesso Os Croods. Como Treinar Seu Dragão é a quarta franquia do estúdio a emplacar. E continua mantendo o nível de qualidade e o teor maduro, para ser considerada a série mais adulta do braço de animação da Dreamworks.

Se no primeiro tínhamos a história do monstro incompreendido e a amizade que nasce entre seres de raças diferentes (que já gerou clássicos imortais da sétima arte, sendo o mais evidente E.T. – O Extraterrestre), o segundo evolui como um “animal” maior, melhor e mais explorado. Um dos elementos que mais chamam a atenção no filme é o relacionamento entre seus personagens humanos.

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Alguns anos se passaram e dragões e homens, inimigos jurados há anos, encontram-se em convivência pacífica. Os caçadores de dragões deram lugar aos domadores de dragões. Cada um dos guerreiros vikings que constituem o elenco de apoio se tornou um cavaleiro montado nas bestas cuspidoras de fogo. O protagonista Soluço (Hicup no original, voz de Jay Baruchel) está mais velho e a animação que cria o personagem faz uso de traços que o identifiquem de tal forma.

Os gráficos são impecáveis. O filme cria diversos momentos belíssimos que se tornam um novo patamar alcançado no terreno da animação, é simplesmente fantástico. Ainda mantendo a amizade com o dragão raro Banguela (Toothless no original), Soluço é um mestre em sua arte, aventureiro e extremamente audacioso.  Sua nova encarnação serve de grande evolução ao personagem apresentado no filme original.

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Soluço é um guerreiro destemido que, devido ao equipamento em seu traje, alça voo ao explorar novos territórios. É justamente por causa deste espírito desbravador que o protagonista entra em contato com os dois elementos que servem de mote e reviravolta no desenvolvimento da segunda aventura. O primeiro é a comunidade de caçadores de dragões, comandados pelo capataz Eret, voz de Kit Harrington (o Jon Snow da série Game Of Thrones) – que rende inclusive um gracejo em relação ao seu personagem da famosa série.

Eret, no entanto, apenas trabalha para o grane vilão da sequência, o conquistador impiedoso Drago, voz de Djimon Hounsou. Drago é um antigo rival de Stoick, voz de Gerard Butler, pai do protagonista Soluço. O segundo grande elemento na trama da continuação é a presença da enigmática Valka, voz da Oscarizada Cate Blanchett, nova personagem de grande importância na história.

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Ela é uma exímia guerreira, independente, que tem como missão recuperar e criar dragões feridos, deficientes ou à beira da morte. Valka é uma espécie de ativista dos direitos dos dragões, uma Dian Fossey animada. Seu passado está intimamente ligado ao do protagonista. Juntos eles irão enfrentar a tirania de Drago, um encantador das criaturas que pretende usá-las em sua guerra particular. Além de personagens, situações e relacionamentos bem definidos, a nova animação entrega momentos que podem ser considerados intensos demais para crianças menores.

Existem cenas de crueldade com as criaturas e a morte de personagens essenciais para a série. Como Treinar Seu Dragão 2 trata a morte com a maturidade de um filme adulto. Existe sofrimento e ele importa. Existem consequências nos atos, coisa que aproxima muito a obra de um produto mais recomendado para o público adolescente e jovem. Esse é o peso dramático que consegue fincar a animação no mundo real.

Mas não é algo totalmente dissonante do que a geração que cresceu na década de 1980, por exemplo, presenciou na infância em produtos mirados para eles naquela época. É importante filmes assim existirem, que abordem determinados assuntos para o público mais novo e como lidar com eles. Constrói caráter.  Os filmes são baseados na série literária de Cressida Cowell, e o diretor Dean DeBlois e o produtor Jeffrey Katzenberg (dono da Dreamworks) já demonstraram o desejo de novas sequências, então espere continuações.

‘João e Maria: Caçadores de Bruxas 2’ vem aí…

A Paramount Pictures confirmou oficialmente a sequência de ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘ (Hansel e Gretel: Witch Hunters), que teve estreia marcada para 2016. O primeiro filme teve orçamento de US$ 50 milhões e arrecadou US$ 226,3 milhões mundialmente.

Enquanto promovia o lançamento do Blu-Ray, o produtor Adam McKay falou que o diretor Tommy Wirkola pretende fazer um filme mais forte e menos infantil que o primeiro.

“Eu estou realmente animado com o segundo. Ele não vai ficar no mesmo ambiente que o primeiro filme, ele vai se aprofundar nessa clássica história. Ele está caminhando realmente para ampliar esse assunto. Eu já comecei a ouvir algumas das idéias que ele está trabalhando, e está ficando muito louco. Este poderia ser um daqueles casos em que a sequência vai bem mais longe que o original”., afirmou.

O filme obteve mais sucesso fora do território norte-americano: arrecadou US$ 170 milhões no exterior, e apenas US$ 55 milhões nos EUA.

Em ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, depois de pegarem um gostinho por sangue quando crianças, João (Jeremy Renner) e Maria (Gemma Arterton) se tornaram vigilantes extremos, determinados a defender seu povo . Agora, sem que eles saibam, João e Maria passaram a ser a caça e têm que enfrentar um mal muito maior do que as bruxas… seu passado.

Gemma Arterton (‘Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo’) e Jeremy Renner (‘Atração Perigosa’) devem retornar.

Vizinhos

A diferença entre Seth Rogen e Adam Sandler

Comédias escrachadas todos fazem. Escatológicas então parecem ter virado um subgênero. O humor, assim como todos os outros elementos em uma sociedade, segue uma tendência e evolui para não ficar datado. Então, é natural que a maioria das pessoas confunda o fato, colocando qualquer tipo de comédia americana que faça uso de um humor mais ácido no mesmo pacote. Porém, se olharmos mais de perto, poderemos ver grandes diferenças em tais obras.

Nem irei entrar no mérito de se o humor funciona ou não, porque isso é absolutamente relativo. O que pode ser hilário para você, pode não ser para mim, e vice-versa. O que vale a pena ser mencionado é toda a estrutura montada para esta comédia, que consiste na premissa, cenas (situações), diálogos e personagens. A história é simples, mas funciona por ser extremamente identificável. Um jovem casal na faixa dos trinta, e com um bebê recém-nascido, recebe na casa ao lado seus novos vizinhos: rapazes de uma fraternidade.

No Brasil não temos este conceito, mas seria algo como se diversos estudantes universitários alugassem uma casa, como uma república. Ao se apresentarem para os novos moradores da vizinhança, Mac (Seth Rogen) e Kelly (Rose Byrne) tentam ao máximo parecerem descolados e não os chatos que se tornaram (que antes mesmo de terminarem de se arrumar para sair, já estão cansados demais e acabam desistindo). O que o casal vê nos garotos, em especial no líder da turma, Teddy (Zac Efron), é a chance de recobrar sua juventude perdida.

Mac e Teddy se entrosam logo de cara, porém, por um descuido de uma promessa não cumprida do casal “quadradão”, logo a guerra estará declarada. Assim, os dois times entram em colisão, tentando derrotar os rivais com os golpes mais baixos possíveis, o que rende um festival de cenas muito engraçadas. De um lado, o casal protagonista tenta sabotar os garotos com planos que vão desde desestruturar a amizade dos “cabeças” da fraternidade, por um rabo de saia, até fazer com que os jovens sejam expulsos do campus. Por outro lado, a turma continua azucrinando a paz dos vizinhos, tentando agir “dentro das regras”.

Se fosse apenas por suas cenas de humor explícito, Vizinhos não teria o mesmo impacto. Mas o que conta muito é a honestidade com que apresenta seus personagens. O líder da fraternidade interpretado por Efron, por exemplo, poderia ser o típico vilãozinho irritante, no entanto, o roteiro de Andrew J. Cohen e Brendan O´Brien (produtores de O Virgem de 40 Anos e Tá Rindo de Que?), o cria como o sujeito mais adorável possível, simpático e amigo, que não hesita em pegar leve e oferecer seu quarto para um calouro torturado descansar. Também vemos outro aspecto do rapaz, que deu preferência para festas e popularidade, e acabou retardando os estudos, ao contrário do melhor amigo.

A situação extrema não nasce do descabido somente para arrancar risadas, mas sim do mundano. E isso é o elemento que a torna crível. Por incrível que pareça, é possível achar doçura e alma em Vizinhos (em especial na última cena entre os então rivais Efron e Rogen, baixada a poeira meses depois). Grande parte disso se deve ao diretor da obra, o especialista Nicholas Stoller. Seu novo trabalho remete diretamente a seu primeiro, Ressaca de Amor (2008), um filme que ia até o limite com suas piadas (basta lembrar do nu frontal de Jason Segel numa das primeiras cenas), mas ao mesmo tempo apresentava momentos como o do musical do Drácula, que realmente despia a alma de seu personagem principal.

Depois de uma boa escorregada com seu último trabalho, o muito insosso Cinco Anos de Noivado (2012), lançado direto em vídeo no Brasil, Stoller recupera a boa forma, com provavelmente a melhor comédia mainstream do ano. Obviamente, o humor tentará penetrar de todas as formas. Este é o objetivo principal aqui. Caso contrário, seria o mesmo que ter um filme de super-herói tentando deixar a ação de fora. O que se pode argumentar é que talvez Vizinhos seja incorreto demais para você. Se sua preferência for por algo mais ameno.

De qualquer forma, o humor incorreto pode funcionar bem, e se mostrou eficiente ao longo da história, com clássicos como Animal House – Clube dos Cafajestes (1978) – filme ao qual este Vizinhos remete muito – e Os Safados (1988). Ah, e quanto a diferença citada no título deste texto, é que o comediante Seth Rogen se importa com seu público e tenta entregar algo que desperte o interesse, mesmo que nem sempre tudo funcione. Já Sandler, desistiu há tempos…

13º Distrito

O último trabalho completo do astro Paul Walker

Mesmo sendo o remake de um importante filme para a indústria do cinema francês, o fato que mais chama a atenção agora em 13º Distrito, infelizmente, é esta ser a última produção (completa) do falecido Paul Walker. O ator perdeu a vida em um acidente de carro, em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos de idade. Mesmo sem ser parte do time A de Hollywood, ou ser destacado por seus dotes como ator, Walker participou de obras de qualidade, como A Vida em Preto e Branco (1998), foi dirigido por grandes nomes, como Clint Eastwood (A Conquista da Honra) e Richard Donner (Linha do Tempo), e atuou ao lado de gente como Penélope Cruz (Anjo de Vidro).

Já o status de astro, do time B e o máximo que chegou do A, veio com a franquia Velozes e Furiosos, da qual Walker participou de cinco dos seis filmes e filmava o sétimo quando faleceu sem terminá-lo. O ator havia concluído dois outros filmes antes de sua morte, lançados de forma póstuma. O primeiro a sair foi Contagem Regressiva (2013), que causou certa controvérsia ao ter estreado nos cinemas norte-americanos bem em cima da morte do ator, em dezembro de 2013. Alguns alegavam o desejo de capitalizar em cima da tragédia. Não foi bem o caso, afinal não é como se os produtores tivessem segurado a estreia da obra.

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Em Contagem Regressiva, Walker entrega um de seus melhores desempenhos da carreira, como um pai viúvo, desesperado pela sobrevivência da filha recém-nascida, quando o hospital que a mantém viva através de um respirador artificial é atingido pelo furacão Katrina. O filme é um thriller dramático. E agora, chega 13º Distrito, o último filme que Walker concluiu. Este veículo de ação, como dito é a refilmagem do popular Distrito B13, obra francesa de 2004, que gerou uma continuação em 2009 chamada Distrito B13 Ultimato. A versão americana é uma refilmagem cena a cena de seu original.

Assim como o recente Oldboy – Dias de Vingança, o objetivo é apresentar para o grande público um filme de sucesso em seu país de origem, repetindo sua trama em voz alta para ser ouvida por mais gente. Na história, passada num futuro não tão distante em Detroit (a óbvia brincadeira seria apontar como um prelúdio de Robocop), um poderoso traficante ameaça a cidade. Na verdade, o conjunto habitacional conhecido como Brick Mansions se tornou um risco tão grande para a população em geral que os políticos ameaçam explodi-lo de vez. Algo que deve ressoar perto com o povo carioca.

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Cabe ao agente disfarçado vivido por Walker salvar o dia. Para isso ele contará com um homem de dentro, o acrobata, mestre e criador do esporte parkour, David Belle. Aliás, um dos motivos da existência do filme original francês, criado pelo veterano Luc Besson (um dos maiores empresários do ramo de cinema na França) foi fazer bom uso das coreografias alucinantes e absurdas de Belle, que reprisa aqui seu papel do original. Pensem em Jackie Chan com menos lutas e mais saltos perigosos. Apesar de um pouco mais velho, Belle não deixa a peteca cair e desenvolve momentos originais e novos truques na nova versão.

Distrito B13 é o que havia de mais próximo a um blockbuster francês. Já 13º Distrito pode soar como seu primo pobre para os não escolados. O que acontece é que se tratando de uma produção americana, o público espera sempre mais. A história é mundana e tem todo ar de produção B. A trama não é nada que já não tenhamos visto antes, mesmo se tratando de um roteiro xerocado. O que verdadeiramente chama a atenção, ainda são as incríveis acrobacias de Belle, nas quais Walker até se encaixa bem. O plano do vilão, envolvendo um míssil para destruir a cidade, soa como 007 de quinta, e o filme ainda reserva muitos momentos embaraçosos. Basta dizer que existem dois tipos de filmes de ação, os que os personagens sangram quando vidros são quebrados em suas cabeças e os que não sangram. 13º Distrito pertence ao segundo grupo.

‘Scooby-Doo’ ganhará reboot

Após dois filmes live-action lançados nos cinemas e um terceiro direto em Home Video, a Warner Bros. pretende ressuscitar a franquia ‘Scooby-Doo‘.

Os produtores Charles Roven e Richard Suckle, de ‘Scooby-Doo‘ (2002) e ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘ (2004), estão trabalhando com o estúdio em um novo filme

Segundo o Deadline, novos atores vão substituir Sarah Michelle Gellar (Daphne), Freddie Prince Jr. (Fred), Linda Cardellini (Velma) e Matthew Lillard (Salsicha) no reboot, que também será em live-action.

Matt Lieberman (‘Dr. Dolittle 4’) foi contratado para roteirizar.

Os dois filmes lançados nos cinemas arrecadaram US$ 455 milhões mundialmente, apesar das críticas negativas. O desenho animado criado por Hanna-Barbera estreou na TV originalmente em 1969, e é exibido até os dias de hoje.

Não há um cronograma definido para o lançamento.

Scooby Doo Bee Doo…

Transcendence – A Revolução

Possui um belo visual e ideias promissoras, mas transita num ritmo tedioso, sendo incapaz de captar o público.

Um dos pontos mais comentados nos trabalhos de Christopher Nolan é sua estética fílmica, por possuir uma identidade muito própria e ser essencial como ferramenta narrativa. Desde o genuíno Amnésia (2000) até o recente Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), Wally Pfister assina como cinematógrafo e é um dos principais responsáveis por trás dessa decorrência. Inclusive chegou até ganhar um Oscar de Melhor Fotografia por seu desempenho no excelente A Origem (2010). Isso fez sua carreira decolar e deu fôlego para que impetrasse seu primeiro trabalho como diretor, sendo pleiteado pelas produtoras Straight Up Films e Alcon Entertainment.

Filmado em formato anamórfico de 35 mm, no qual o cineasta ainda defende o uso de película sobre o modo digital, Transcendence – A Revolução chega aos cinemas brasileiros com uma fama extremamente negativa no que se refere à crítica e público – principalmente nos EUA, um dos seus países de origem. No entanto, como é sabido, o gosto dos norte-americanos tende a ser um tanto peculiar em relação ao nosso – Círculo de Fogo (2013) é prova do que falo. Apegando-me a isso, conferi a obra de coração aberto, pronto para ser conquistado, o que dificilmente poderia advir já que conquistar não parece ser o foco por aqui.

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O longa aborda a criação de uma máquina capaz de possuir sensibilidade e inteligência artificial coletiva feita pelo renomado Dr. Will Caster (Depp). Tal mote não só atrairia a atenção da ciência e, por assim, da imprensa, como também causaria debate entre o meio conservador religioso, que costuma ser contra o avanço tecnológico – algo recorrente em nosso mundo. O que, por sinal, nos leva, inicialmente, a acreditar que isso será posto em discussão quando um maníaco extremista tenta assassinar Caster, e este se vê na situação de transplantar sua mente para o novo invento e convence a esposa Evelyn (Hall) e o amigo Max Waters (Bettany) a realizar nele, Will, o procedimento.

Além de deixar de lado os pertinentes temas propostos, e de focar numa trama que se revela absurdamente tola do ponto de vista social, a fita, apesar de possuir um visual atraente e ser detentora de belos planos contemplativos, é incrivelmente desinteressante, em vários aspectos. É sem vida, ou pior, vive na inércia. Wally Pfister, dedicando-se exclusivamente a sua área, parece pouco se importar com o ritmo do filme, pois, com uma mão pesadíssima, cria uma narrativa que tenta ser intimista, mas por nada dizer, acaba soando enfadonha e aborrecida. Elementos que seriam importantes para a conclusão da trama acabam passando despercebidos pela pegada tediosa que, a todo o momento, faz com que o público pergunte se o final está próximo.

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O bom elenco liderado por um Johnny Depp contido que não compromete, ou mesmo acrescenta, é formado por Rebecca HallPaul BettanyMorgan FreemanCillian Murphy e Kate Mara. Porém, com exceção de Hall, que parece bastante envolvida com o projeto, todos os demais surgem de forma automatizada, com personagens pavorosamente mal desenvolvidos e interpretados. Não sabemos seus nomes, menos ainda importamo-nos pelo seu cotidiano.

O roteiro unidimensional, assinado pelo novato Jack Paglen, é raso em suas ideias e possui fraquíssimos diálogos. Restando a equipe de direção de arte, auxiliada pela eficiente fotografia de Jess Hall, realizar um cuidadoso trabalho de mise en scène, que faz com que os objetos, em tela, falem por si. Algo que pouco funciona, já que a plateia não tem um referencial. Fica então a dúvida: com essa experiência nada agradável, Wally Pfister voltará à sua profissão de origem, no qual foi consagrado, ou tentará uma nova investida, arriscando-se por completo? Aguardemos se o pião cai dessa vez.

Paul W.S. Anderson fala sobre ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final’

O diretor Paul W.S. Anderson cedeu uma entrevista ao Collider e falou sobre o sexto ‘Resident Evil‘, que tem título provisório ‘Resident Evil: The Final Chapter‘ e marcará seu último retorno à franquia.

“Resident Evil: O Capítulo Final é o título provisório. Ele pode acabar sendo o título final, e é o que está escrito na primeira página do meu roteiro … Eu estou bem no meio do primeiro rascunho. Não há datas definidas para começarmos a filmar. Estamos esperando ter a primeira versão do roteiro finalizada para começarmos a planejar.”, afirmou.

Como já era esperado, ‘Resident Evil 6‘ não chegará aos cinemas na data inicialmente indicada pela Sony Pictures (12 de setembro de 2014). As filmagens deveriam ter começado no final de 2013, e não tem um novo cronograma definido. A estreia deve ser adiada para o segundo semestre de 2015, ano que o cinema receberá um dos maiores números de blockbusters de sua história.

“Eu não sei [quando ele chegará os cinemas], depende o quão rápido eu escrevê-lo, eu acho. Não há data definida ainda, mas faremos um anúncio oficial em breve”, continua.

Segundo Anderson, ele está escrevendo o roteiro já com o 3D em mente:

“Acredito firmemente que você tem que começar a pensar no 3D, mesmo no processo de roteirização. Você não pode simplesmente fazer um ótimo filme em 3D sem ter planejado antes. Sim, você pode fazer uma conversão de última hora. Mas você não pode filmar o filme pensando em 3D e fazer uma conversão de última hora, pois não terá um resultado satisfatório”, afirmou.

Milla Jovovich retorna como Alice, e  Li Bingbing como Ada Wong.

O sexto filme da franquia ‘Resident Evil‘ terá um orçamento em torno de US$ 75 milhões. O valor é US$ 10 milhões mais caro que o último filme, ‘Resident Evil: Retribuição‘, que custou US$ 65 milhões e arrecadou saudáveis US$ 240 milhões mundialmente.

O primeiro filme teve um orçamento de US$ 33 milhões, seguido por US$ 45 milhões do segundo e do terceiro. Já  ‘Resident Evil 4: Recomeço‘ custou US$ 60 milhões e teve a maior arrecadação da franquia: US$ 296 milhões.

Confira a suposta sinopse:

Alice Abernathy (Milla Jovovich) continua sua batalha contra o sistema da Umbrella Corporation e a hostil Rainha Vermelha (Megan Charpentier), com a ajuda de seus amigos Jill Valentine (Sienna Guillory), Scott Leon Kennedy (Johann Urb), Wong Ada (Li Bingbing) , e sua filha Becky (Aryanna Engineer), continuando uma aliança com o ex-chefe da Umbrella, Albert Wesker (Shawn Roberts). Ao longo do caminho, eles vão reencontrar os ex-companheiros Chris Redfield (Wentworth Miller), Claire Redfield (Ali Larter) e Kmart (Spencer Locke). Sua batalha épica vai levá-los de volta para onde tudo começou, na mansão escura construída pela Umbrella e o profundo centro de pesquisa e desenvolvimento subterrâneo conhecido como The Hive, onde a Rainha Vermelha planeja a aniquilação total da raça humana.

Veronica Mars: O Filme

A Jovem Espiã retorna sete anos depois, bancada pelos fãs, e já não tão jovem assim

Veronica Mars: A Jovem Espiã é um seriado que durou de 2004 a 2007 (no Brasil exibido pelo canal a cabo TNT), por três temporadas, e contava as desventuras de uma estudante colegial que dublava como investigadora particular. A série não era, por assim dizer, um enorme sucesso, mas conseguiu uma legião de fãs devotos. E justamente eles exigiam o retorno de sua amada personagem título, há anos afastada.

Kristen Bell, a protagonista, seguiu como atriz de cinema (revezando no período participações em novas séries como Heroes, Gossip Girl e a recente House of Lies) em filmes de sucesso variado, vide Ressaca de Amor (2008), Quando em Roma (2010) e Relação Explosiva (2012). Seu maior acerto nas telonas foi como a voz de Anna, na animação da Disney, Frozen: Uma Aventura Congelante (2013). Bell tem carisma, ótimo timing cômico, mas talvez não muitas oportunidades de mostrá-lo, no competitivo mercado.

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O mais interessante sobre a produção para o cinema de Veronica Mars é a condição na qual a obra foi criada. Os fãs exigiam mais, porém, nenhum estúdio ou produtora queria bancar o orçamento, alegando provável falta de retorno. Afinal, o mercado lucrativo é regido por super-heróis, robôs gigantes e literatura de fantasia para meninas adolescentes. A solução foi algo chamado Kickstarter. Trata-se de um site criado em 2008, que cresceu para se tornar o maior local de financiamento coletivo, visando projetos inovadores, da rede.

O princípio é o seguinte: o projeto é apresentado e aprovado pelo site, então começam as contribuições de pessoas como eu e você, até que determinado valor seja atingido para viabilizá-lo. Veronica Mars entrou para a história do cinema como o primeiro filme mainstream a ser bancado diretamente do bolso de seus fãs, algo sem precedentes. O filme também se tornou o projeto que mais rápido atingiu a quantia de US$ 2 milhões – a mais alta para qualquer filme financiado pelo site – e o projeto que mais apoiadores teve. É ou não amor dos fãs?

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Além de Bell, e grande parte do elenco da série terem retornado, o criador Rob Thomas obviamente estaria envolvido e aqui serve como diretor do longa-metragem. Na trama, sete anos após a vermos pela última vez, Veronica (Bell) está morando em Nova York, é advogada e candidata a um emprego numa grande firma de advocacia. A veterana Jamie Lee Curtis (mãe de Bell na comédia Você de Novo, 2010) é quem faz a entrevista de emprego com a espevitada heroína. Curtis, como uma das sócias da empresa, serve para mostrar o novo mundo que espera a protagonista.

Se ao menos ela pudesse se desassociar por completo da velha vida na cidadezinha de Neputne. O passado chama quando uma ex-colega de escola é assassinada e o principal suspeito é o antigo flerte, o bad boy Logan (Jason Dohring). A protagonista então volta a fazer o que melhor sabe, acreditando na inocência do sujeito, que reconhecendo a capacidade da amiga, a chama para resolver a situação pessoalmente.

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Kristen Bell já não é mais uma adolescente aos 33 anos, mesmo assim quando aparece ouvindo escutas, monitorando apartamentos, invadindo casas com identidade falsa e, principalmente, portando uma câmera de lentes longas, promete fazer a alegria dos aficionados. Assim como na série, o criador Thomas traz para a versão do cinema (exibição que não ocorreu no Brasil, com o lançamento em vídeo) os mesmos diálogos rápidos, espertos e recheados de referências por minuto. A trama de suspense fica à altura escondendo reviravoltas dignas.

Mesmo para quem pegou o bonde andando, como o que vos fala, Veronica Mars: O Filme serve como entretenimento de qualidade, de fácil acesso e sem problemas para os não escolados. As participações especiais, na base da camaradagem, vão desde James Franco numa sátira a si mesmo, passando por Justin Long, até o próprio marido de Bell na vida real, Dax Shepard, numa tirada legal. Já as referências abrangem desde escândalos de fitas sexuais, o próprio site Kickstarter e o infame Sharknado (2013). O clima ‘matinê’ com conteúdo está de volta e fará sucesso também com os fãs brasileiros de Veronica Mars.

Coração de Leão – O Amor não tem Tamanho

Um grande amor não se encontra em toda esquina. Partindo deste princípio básico do manual do homem romântico moderno, o diretor argentino Marcos Carnevale (do maravilhoso Elsa & Fred, e do chatíssimo Viúvas) volta as telas do cinema para falar sobre o amor. Coração de Leão – O Amor não tem Tamanho é um filme água com açúcar, divertido como os bons longas de humor argentino, deve fazer muito sucesso nos nossos cinemas. Julieta Díaz e Guillermo Francella, ambos muito inspirados, formam um simpático e atraente par romântico que deve tirar muitos risos da plateia.

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Na trama, conhecemos a história de Ivana (Julieta Díaz), uma advogata divorciada que após perder seu celular em um ataque de fúria com seu ex-marido, conhece o arquiteto galanteador León (Guillermo Francella) que com sua lábia preponderante aos poucos vai conquistando por completo o coração da bela morena. A questão é que esse homem encantador é baixinho, tem apenas 1,36 de altura o que acaba gerando incertezas, medo e preconceito dentro e fora deste relacionamento inusitado. O baixinho entra como uma flecha certeira no coração de Ivana mas será que ambos conseguirão suportar as críticas a esse amor ?

Os pombinhos hermanos saltam de paraquedas, dançam salsa, viajando deliciosamente rumo aos limites do amor. O grave obstáculo é a grande tensão entre os dois quando estão em público, assim as incertezas deste romance são colocadas à prova. O ex-marido ciumento, a mãe da protagonista que a princípio não entender esse relacionamento, as opiniões defensivas do filho de León, a secretaria fofoqueira e tendenciosa, aos poucos percebemos uma crítica social que gera uma reflexão: Todos nós temos frases e pensamentos que encostam na hipocrisia.

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A relação pai e filho, entre León e seu único herdeiro (Diego), é muito bem encaixada dentro da trama. Seu maior confidente, o filho de León parece ser o maior alicerce para seus receios e medos. Ambos produzem ótimas cenas, sem perder aquela pitada generosa de humor. Quando Ivana chega na vida de seu pai, Diego a princípio pensa em protegê-lo de uma possível mágoa mas aos poucos se rende a felicidade que é gerada quando León e Ivana estão juntos.

A maturidade e a elegância com que o assunto da diferença de altura é tratado eleva a qualidade da trama. O longa-metragem é uma deliciosa viagem aos caminhos de amor. Sensível e romântico, o filme promete inspirar muitos corações perdidos que buscam um recomeço na arte do amar. Uma lição fica: encontrar alguém de verdade é algo que acontece poucas vezes na vida. Não é verdade? Não se feche para um grande amor e com certeza não perca esse belo filme.

Avanti Popolo

Na linha tênue entre ser um média ou um longa-metragem, chegou aos cinemas na semana passada o peculiar trabalho do cineasta Michael Wahrmann, Avanti Popolo. Lento como Barrichello, chato como o Bruno Mazzeo, entediante como Nicolas Cage, o projeto, infelizmente, é o verdadeiro encontro entre nada e coisa nenhuma. O áudio abafado, as faltas de contextos, sequências amarradas de maneira estranha transformam o filme em uma experiência até certo ponto sensível mas completamente maçante.

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Na trama, acompanhamos uma história entre pai e filho, seus problemas, suas distâncias, suas lembranças. Por meio do resgate de imagens capturadas na antiga e famosa Super-8 captadas pelo seu irmão nos anos 70, André (André Gatti) tenta se conectar com seu pai (Carlos Reichenbach), que há 30 anos espera seu filho desaparecido durante a ditadura militar.

É um tipo de cinema diferente, nada comercial. Sente-se essência, alma mas não consegue transmitir o carisma necessário para boas interações com o espectador. Nos sentimos em uma história jogada, particular, sem nenhum vínculo de ajuda para entendermos melhor os breves mas profundos diálogos. Avanti Popolo é um daqueles filmes que precisamos fazer uso da sinopse oficial para entendermos a história.

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Algumas imagens de arquivo, as relíquias encontradas dentro da casa, o inusitado fato de não poder subir as escadas da casa, esses e outros elementos interessantes deveriam ter sido melhor utilizados pelas lentes de Wahrmann. O maior exemplo, fica na curiosa câmera posicionada imóvel sobre alguma mesa, na sala de estar da casa, dando um ar estilo Big Brother nostálgico as sequências, muitas dessas dizem nada com coisa nenhuma. Sem ter muito mais a dizer, Avanti Popolo é um filme feito para alguém específico, menos para o público.

Transformers: O Lado Oculto da Lua

(Transformers 3: The Dark of the Moon)

 

Elenco: Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Whiteley, John Turturro, Ken Jeong, John Malkovich, Patrick Dempsey, Josh Duhamel, Kevin Dunn, Julie White, Frances McDormand, Tyrese Gibson.

Direção: Michael Bay

Gênero: Ação

Duração: 153 min.

Orçamento: US$ 195 milhões

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia: 1º de Julho de 2011

Sinopse:
Os Autobots, liderados por Optimus Prime, estão de volta em ação, em uma luta contra os terríveis Decepticons, que estão determinados a vingar a sua derrota em “Transformers: A Vingança dos Derrotados”. Neste novo filme, os Autobots e Decepticons se envolvem em uma perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia, e uma vez mais humano Sam Witwicky (Shia Lebouf) tem de vir em auxílio de seus amigo robô. Há também novos personagens, incluindo um novo vilão, Shockwave, um transformer que governa Cybertron enquanto os Autobots e Decepticons se enfrentam na Terra.

Curiosidades:

» Megan Fox não retorna em ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘. Após a atriz dizer durante entrevista que Bay e Adolf Hitler eram parecidos, o produtor executivo Steven Spielberg o ligou. “Demita-a agora!”, Spielberg odernou a Bay. Em seu lugar, entrou a modelo Rosie Huntington-Whiteley.

» Amanda Seyfried, Anna Kendrick, Gemma Arterton, Ashley Greene, Hayden Panettiere, Vanessa Hudgens, Scarlett Johansson, Mila Kunis, Blake Lively, Carey Mulligan, Emily Blunt, Lucy Hale, Katie Cassidy, Amber Heard, Camilla Belle e Jessica Lowndes estiveram cotadas para entrar no lugar de Megan Fox.

» O roteirista Ehren Kruger (‘A Chave Mestra’, ‘Pânico 3’), que colaborou com o roteiro final de ‘Transformers 2‘, fica responsável pelo terceiro filme.

» O longa foi filmado em 3D.

Assista a uma cena de ação de ‘Anjos da Lei 2’

Líder nas bilheterias norte-americanas, a comédia ‘Anjos da Lei 2‘ (22 Jump Street) ganhou um novo trailer legendado.

Channing Tatum (‘Querido John’) e Jonah Hill (‘Superbad – É Hoje’) entram em ação.
Assista:

Depois de enfrentarem o colégio (pela segunda vez), grandes mudanças esperam pelos oficiais Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) quando eles encaram uma missão infiltrados em uma faculdade local. Mas quando Jenko encontra sua alma gêmea no time de atletismo e Schmidt se infiltra no centro do principal cenário de arte boêmia eles começam a questionar sua parceria. Agora eles não tem apenas que solucionar o caso, mas também tem que descobrir como amadurecer seu relacionamento. Se esses dois adolescentes crescidos puderem se transformar de calouros à homens de verdade, a faculdade pode ser a melhor coisa que já aconteceu com eles.

Chris Miller e Phil Lord (‘Tá Chovendo Hambúrguer’) voltam a dirigir.

A Sony marcou a data de estreia da sequência da adaptação cinematográfica da série de TV ‘Anjos da Lei‘ para o dia 4 de Setembro.

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Daniel Radcliffe diz que ‘Harry Potter’ o tornou alcoólatra

Em entrevista ao Sky Arts, o ator Daniel Radcliffe confessou que se tornou um alcoólatra enquanto filmava ‘Harry Potter‘, e chegava a gravar suas cenas como o personagem sob o efeito da bebida alcoólica.

Segundo o ator, a pressão e a fama o fizeram ficar viciado.

“Vivia com medo de quem iria conhecer, do que as pessoas poderiam dizer sobre mim e e o que poderia ser feito depois disso. Eu tinha a pressão de viver com pensamentos como: ‘E se essas pessoas que dizem que eu não terei uma carreira estiverem certas? E se elas rirem de mim quando eu for parar em uma lista de atores sumidos?’. Então, ficava no meu apartamento por dias, bebendo. Sozinho. Era um jovem de vinte anos recluso. Eu me tornei patético. Aquele não era eu. Sou divertido e educado, mas a bebida me tornou rude”, afirmou.

Radcliffe revelou que parou de beber aos 21 anos, um pouco antes de finalizar o último filme da franquia.

“Aquilo não estava me fazendo feliz como eu queria”, disse.

Apesar do ator culpar a pressão que teve durante as filmagens dos oito filmes da franquia ‘Harry Potter‘, ele reconhece que sua carreira decolou pelo sucesso do personagem.

“As pessoas não me chamam mais de Harry Potter, elas sabem meu nome. Isso é adorável. Sempre vou creditar as oportunidades que recebo hoje ao personagem. Eu não seria uma pessoa feliz se não tivesse passado por aquele sofrimento ao longo de 10 anos”, concluiu.

Recentemente, o ator revelou que gostaria de reprisar seu personagem mais famoso, Harry Potter, em Animais Fantásticos & Onde Habitam, adaptação do livro de J.K. Rowling ambientado no mundo da magia.

“Acredito que eu não estarei lá, nunca se sabe o que Jo [Rowling] vai escrever. No momento estou na mesma posição que vocês, aguardando mais informações, pois não sei nada sobre os novos filmes”, afirmou.

Como Animais Fantásticos & Onde Habitam se passa antes do nascimento de Potter, o ator pensa que Rowling pode acrescentar elementos que liguem o filme à franquia do bruxinho.

“Passou pela minha cabeça algo sobre viagem no tempo. Estou muito curioso com o que ela vai fazer”, concluiu.

Rowling já havia declarado que a história de Animais Fantásticos & Onde Habitam se passa 70 anos antes dos eventos da franquia Harry Potter.

“Mesmo que [o filme] vá ser ambientado na comunidade mundial de bruxos e bruxas onde eu fui tão feliz por 17 anos, Animais Fantásticos & Onde Habitam não é nem um prólogo nem uma continuação da série Harry Potter, mas uma extensão do mundo da magia”, disse a escritora. “As leis e os costumes da sociedade mágica secreta serão familiares a qualquer um que leu os livros de Harry Potter ou assistiu aos filmes, mas a história de Newt terá início em Nova York, 70 anos antes da de Harry.”

Idealizado como o início de uma nova franquia, o longa será inspirado no livro Animais Fantásticos & Onde Habitam (Fantastic Beasts & Where to Find Them) e nas aventuras do autor fictício da enciclopédia, Newt Scamander.

A franquia Harry Potter teve 8 filmes, lançados entre 2001 e 2011, que combinados renderam mais de U$ 7,7 bilhões nas bilheterias do mundo todo.