Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
O diretorAndy Muschietti revelou em entrevista à Rádio TU que eles farão TRÊS temporadas de ‘Bem-Vindo a Derry’, a pré-sequência de ‘IT: A Coisa’.
Cada temporada contará uma história diferente, voltando no passado para chegar na origem do Pennywise.
“A primeira temporada é 1962, a segunda temporada é 1935 e a terceira temporada é 1908”, ele afirmou.
Além disso, a previsão é que a primeira temporada estreia na Max em Setembro.
Bill Skarsgårdrevelou recentemente que a série será “pesada”.
“Foi divertido. Na verdade, aproveitei mais do que achei que conseguiria. Conseguimos explorar facetas e lados do velho Pennywise que nunca havíamos visto antes, sabe? E isso foi muito divertido. Foi ótimo lembrar o quanto gostei de trabalhar com o Andy [Muschietti], nos divertimos muito juntos. Acho que há muitas coisas legais nessa nova produção que o público nunca viu. Estou empolgado para que as pessoas assistam e espero que gostem”, afirmou Skarsgård.
Ele também garantiu que a produção será “pesada”, prometendo uma experiência intensa para os fãs da franquia.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
Enquanto lançava o novo trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ (Spider-Man: Brand New Day) no Empire State Building, o astro Tom Holland compartilhou novos detalhes sobre a produção.
No filme anterior, Peter Parker fez o sacrifício supremo ao apagar sua própria identidade das memórias de todos que ama para protegê-los. Agora, ‘Um Novo Dia‘ retoma a história logo em seguida, e Holland enfatizou que o novo filme não é apenas mais um filme de super-herói.
“Acho que o filme transmite, em termos de tom, a sensação de um novo começo. O que Peter Parker está vivenciando após ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ é realmente profundo e único dentro do gênero de super-heróis.. É um filme sobre quando os jovens realmente encontram sua identidade e se tornam adultos. Tendo passado por isso pessoalmente, tive uma ótima compreensão de como dar vida a Peter Parker neste novo capítulo que ele está iniciando.”
“Acho que temos vilões realmente novos, interessantes e renovados. A ação é absolutamente fora deste mundo”, continuou o ator. “O que mais me empolga em Brand New Day é que, mais do que em qualquer um dos nossos filmes anteriores, Nova York é praticamente um personagem essencial na estrutura da história”.
Segundo Holland, um dos pontos centrais da trama é observar os protagonistas encontrando suas identidades e se tornando adultos.
“Uma das coisas que mais gosto em Peter Parker é que ele é sempre altruísta. Tudo o que ele faz é pelos outros e, especialmente neste filme, ele faz o sacrifício máximo para proteger Ned e MJ. E isso tem um efeito realmente catastrófico não só em sua vida pessoal, mas também em sua saúde”, afirmou.
“Acho que isso é algo que nunca abordamos em um filme do Homem-Aranha antes, e é um tema muito interessante para explorarmos”, destacou.
Situado quatro anos após seu antecessor, o filme apresenta Peter como um jovem adulto vivendo em isolamento total, após ter sua identidade apagada da memória de todos. Enquanto se dedica integralmente ao combate ao crime em uma Nova York que já não o conhece, uma transformação inesperada começa a ameaçar sua própria existência, ao mesmo tempo em que surge uma nova ameaça no horizonte.
O filme marcará o retorno de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.
Jon Watts, diretor dos três primeiros filmes, não retorna. Ele foi substituído por Destin Daniel Cretton, que comandou ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ estreia nos cinemas em 31 de julho de 2026.
Aquilo que foi dito pode ser de fato o que não é. Lançado em janeiro de 2023 na Alemanha, esse projeto, made for Tv, que ganhou espaço no catálogo da Netflix nesse início de abril, nos mostra a mirabolante vida e os conflitos de Donald Stellwag, um homem que ficara preso por quase 10 anos por um crime que não cometeu e anos mais tarde fora novamente acusado de um outro crime que pode ou não ter cometido. Dirigido pelo trio: Fabienne Hurst, Andreas Spinrath e Facundo Scalerandi, o documentário se divide em três arcos, o primeiro roubo, o segundo roubo e um raio-x geral sobre os bastidores da vida dessa figuraça que conseguia convencer todos ao seu redor (não importando o lugar onde estivesse). Uma vida que realmente merecia um filme!
Criminoso ou Inocente: O Caso Big Mäcknos mostra grande parte da vida de um homem que teve muitas profissões e foi epicentro de situações curiosas. Filho de um norte-americano e uma alemã, seus pais morreram quando ele era muito jovem e ele foi criado pelos avós maternos no interior da Alemanha. No início da fase adulta, descobriu dois tumores cerebrais, fato que o deixou limitado e amargurado por um bom tempo. Sua vida ganharia um roteiro digno de cinema quando na cidade de Nuremberg, no início da década de 90, mais de 50 mil marcos alemães foram roubados de poderoso banco alemão por um homem sozinho que fugiu num táxi após o delito. Donald foi acusado do crime e mais, inacreditavelmente sua condenação fora feita por um laudo de um perito baseado na semelhança de uma de suas orelhas por comparação as fotos do dia do crime. Ele passou quase 10 anos preso e logo após ser solto, descobriu que a polícia achou quem realmente cometeu o crime.
O documentário mostra com detalhes a questão do primeiro julgamento e todo seu desenrolar até a liberdade de Donald. Vítima de um erro judicial que colocou em mudanças determinadas questões na jurisdição alemã, ele foi atrás de seus direitos sendo indenizado pelo tribunal pelo erro cometido. Mas logo depois, um segundo crime é cometido por um rapper famoso, que acusa Donald de estar envolvido. Nesse segundo caso, o documentário apresenta versões de fatos que colocam em dúvida se ele participou ou não da tal situação.
Golpista mas também vítima? Uma batalha interna entre o bem e o mal? Definir um raio- do protagonista desse documentário é algo muito complexo. Através de conhecidos dele, durante fases de sua vida, vamos entendendo que Big Mäck é uma figura central de várias histórias, além de ser um aumentador de suas próprias façanhas. Aproveitando a fama após a justiça reconhecer o erro de sua condenação, frequentou todos os programas sensacionalistas da televisão alemã se tornando uma figura conhecida por todo o país. Mas será ele um malabarista na arte do enganar? Em uma hora e meia de projeção vamos buscando decifrar esse personagem intrigante da história alemã.
Direto de Compton – A História de uma revolução cultural
É importantíssimo entender antes de mais nada o significado que o movimento cultural iniciado em meados da década de 1980 trouxe para a sociedade (não apenas norte-americana) mundial. Straight Outta Compton não é apenas uma cinebiografia de cantores de rap, é o relato de uma revolução moderna e fervorosa.
Nos subúrbios de Los Angeles, O´Shea “Ice Cube” Jackson, Andre “Dr. Dre” Young, Eric “Eazy-E” Wright, entre outros, eram considerados apenas aspirantes a criminosos, sem qualquer futuro. Assim como tantos meninos do gueto, a vida difícil acarreta a tentação pela vida fácil. Nessa tênue linha, eles persistem com seu sonho de sucesso, plantando suas letras nas mentes de jovens iguais a eles, e com isso, mesmo não intencionalmente, se tornando líderes para uma geração.
O roteiro escrito Jonathan Herman e Andrea Berloff (As Torres Gêmeas) poderia facilmente ser confundido com uma biografia corriqueira, já que passa fazendo o check list por todos os itens contidos geralmente neste tipo de filme, os quais já vimos antes diversas vezes: o passado cruel, a escalada rumo ao sucesso, a cambaleada no topo, brigas, desentendimentos entre amigos, o empresário vigarista – todos clichês muito conhecidos. No entanto, o domínio pleno de uma história bem transcrita, somada com a direção precisa e absolutamente enérgica de F. Gary Gray (que não entregava um filme na direção desde o fraco Código de Conduta) elevam a obra a um patamar acima da grande maioria.
A importância do assunto apresentado é sentida durante a projeção, fazendo de Straight Outta Compton um verdadeiro épico do gênero. Para o espectador é muito bom saber que mesmo um gênero “batido” como o das biografias musicais pode ganhar vida de forma tão intensa nas telonas. É impossível não se contagiar, independente de gostos musicais.
Como dito, o chamado N.W.A. (Niggaz Wit Attitudes ou Negros com Atitudes) além de um grupo Gangsta Rap pioneiro, serviu como alavanca para toda uma contra cultura, e um estilo de vida ainda presente e representado até hoje. Antes do grupo carioca Planet Hemp, o NWA já polemizava com suas letras, a maioria utilizando reclamações sociais, e se metiam em encrenca com a polícia – o momento da prisão do grupo durante um show é uma das tantas cenas recheadas de adrenalina do longa.
Os atores igualmente servem como chamarizes aqui. Paul Giamatti, como sempre eficiente, interpreta o empresário duas caras Jerry Heller e a gracinha Alexandra Shipp (que já teve sua cota de biografia musical com o filme feito para a TV sobre a cantora Aaliyah e em breve poderá ser vista com a nova Tempestade de X-Men Apocalypse) empresta seu carisma para Kim, a companheira de Ice Cube. No entanto, os destaques ficam com a caracterização escarrada de O´Shea Jackson Jr. (filho na vida real de Ice Cube), interpretando o pai, e o desempenho emocionante de Jason Mitchell como Eazy-E.
No meio da competitiva época do verão norte-americano, onde os maiores filmes de seus respectivos estúdios se digladiam pela maior bilheteria, o grande campeão foi uma história para maiores de idade, imprópria para todos os públicos. Straight Outta Compton é também a esperança do cinema de Hollywood, um dos sucessos (inesperado) da temporada (parabéns Universal) que mostra que filmes fora do radar de super-heróis, continuações e franquias estabelecidas podem ter força. E bastante.
Pânico 6, o sexto filme da franquia querida dos fãs de terror, estreia em Março de 2023.
Para aquecermos os motores para o novo exemplar desta querida franquia da sétima arte, o CinePOP tem matérias que não acabam mais sobre os filmes anteriores. Tudo o que você quiser saber sobre os quatro filmes predecessores e mais um pouco tempos aqui – é só procurar no site. Recentemente, trouxemos para você uma matéria sobre as curiosidades mais interessantes dos bastidores do segundo filme, Pânico 2 (1997), que completa 25 anos hoje. Aqui, continuaremos focados na primeira continuação que o filme recebeu, desta vez para escancarar uma versão completamente diferente que o filme teria. Acontece que Pânico 2 foi um dos primeiros grandes filmes (ou quem sabe o primeiro) a sofrer com o advento da internet. Explico. O longa de terror teve seu roteiro vazado online por um figurante, e isso numa época em que ainda vivíamos os primórdios do mundo virtual. Pioneirismo até mesmo nas derrotas.
Sidney e Gale morreriam
Cotton Weary (Liev Schreiber) seria o assassino de Gale e Sidney na versão original.
Na versão original deste roteiro, o desfecho terminaria com um verdadeiro bad ending, onde numa matança todos os personagens principais seriam mortos. Além de Randy, Gale e Sidney também morreriam, e possivelmente Dewey também. Isso nos faz pensar que Kevin Williamson planejava encerrar a franquia com este segundo filme. O terceiro não havia sido planejado, e demoraria três anos até finalmente chegar aos cinemas – e sem um roteiro de Williamson.
Na primeira história do roteirista para Pânico 2, assim como no original a Sra. Loomis termina matando seus comparsas – aqui Derek e Hallie. No filme, a Sra. Loomis tenta convencer Cotton Weary (Liev Schreiber), que chega ao local armado, de deixa-la matar Sidney, já que a protagonista o acusou de assassinato e o manteve na cadeia por um ano. Por alguns momentos acreditamos que o sujeito irá aceitar a proposta, mas finalmente ele atira na assassina a matando. Na versão original do roteiro, Cotton iria esfaquear a Sra. Loomis, mas não iria parar por aí. Considerando que ambas Sidney e Gale foram responsáveis por arruinar sua vida, Cotton surtaria, e esfaquearia Gale a matando também. No fim, Cotton perseguiria Sidney, e o filme terminaria com os dois se esfaqueando até a morte, e caindo lado a lado. Um baita final mórbido.
Na versão original do roteiro de Pânico 2, a protagonista Sidney (Neve Campbell) morria!
Desta forma, com a história nas mãos de qualquer um que quisesse ler, o mistério estava revelado. E como sabemos, os filmes desta franquia dependem muito das reviravoltas, de quem morre e quem fica vivo e, principalmente, quem são os assassinos da vez. Como consequência deste ato sem noção, o roteirista Kevin Williamson precisou basicamente reescrever a história, modificando diversos fatos, inclusive a identidade dos assassinos. Confira abaixo como seriaPânico 2 antes do vazamento. Ah sim, o texto abaixo contém inúmeros spoilers da trama, ou seja, continue se você já está cansado de saber tudo. Ou por sua conta e risco.
Os Assassinos Originais
Apenas a Sra. Loomis, vulgo Debbi Salt (Laurie Metcalf) foi mantida como uma das identidades do Ghostface.
Como sabemos, Pânico 2 contém dois Ghostface assim como o original. E suas identidades são: Mickey, o estudante de cinema que está sempre com uma câmera na mão filmando tudo (vivido por Timothy Olyphant) e a jornalista Debbie Salt (Laurie Metcalf) que vive atormentando a outra repórter do filme Gale Weathers (Courteney Cox). Debbie, é claro, revela-se a Sra. Loomis, a mãe de Billy Loomis, o assassino do original, que é citada no primeiro Pânicocomo tendo abandonado o marido após descobrir uma traição. Pelo visto a família não era muito boa da cabeça, já que a mãe resolveu orquestrar sua própria matança, seguindo os passos do filho. A Sra. Loomis encontra Mickey num site e o contrata para seu plano sanguinolento.
Mas nem sempre foi assim. No primeiro roteiro vazado, Kevin Williamson havia programado os assassinos para serem Derek e Hallie; além da Sra. Loomis, a única mantida do roteiro original. Ou seja, no segundo filme teríamos três Ghostface: duas mulheres e um homem. Embora não saibamos a dinâmica dos três no filme, podemos imaginar que a mãe de Billy estaria no comando novamente, orquestrando os planos e usando os jovens como seus peões na matança. Essa revelação viria como dupla faca nas costas da protagonista Sidney (Neve Campbell). Isso porque Hallie, papel de Elise Neal, é sua melhor amiga no segundo filme. E Derek (Jerry O’Connell), seu novo namorado. Isso explica porque existe numa versão – que fez parte do trailer – Ghostface chama Sidney de “girlfriend” ao telefone. À princípio podemos pensar que está emulando Billy, mas com a conclusão originalmente pensada faz todo sentido. Essa versão foi mudada no filme. Ou seja, Sidney teria novamente um namorado se revelando um psicopata. Isso que é dedo podre.
Dewey, o segurança do campus
O policial “trapalhão” Dewey (David Arquette) deveria ter morrido no desfecho do original. Mas o diretorWes Craven gostou tanto do desempenho de Arquette no papel, que gravou dois finais, um que ele morria e outro que ficava vivo. No final, terminou optando pelo segundo. Assim, na continuação Dewey dá as caras novamente e aparece no campus da universidade da amiga Sidney quando novos assassinatos começam a ocorrer. Neste segundo filme, Dewey não é mais um policial e tem a marca de seu ferimento, com uma perna manca e um braço quase inutilizado. Mas se pararmos para pensar, o personagem não tem uma profissão e nem muito o que fazer ali, a não ser ficar de olho na colega.
No texto original, Dewey seria um dos seguranças do campus da universidade. O personagem propositalmente iria pedir transferência da polícia de Woodsboro para o campus da faculdade, a fim de ficar perto de Sidney. Esse trabalho faz mais sentido e daria uma função maior ao personagem.
Debbie Salt mais agressiva
Laurie Metcalf viveu a psicopata Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt. Vinte anos depois seria indicada ao Oscar por Lady Bird.
A Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt, é uma personagem que aparece pouco no filme, mas suas incisões são certeiras. Seu “disfarce” no filme é o de uma jornalista “abelhuda” que está sempre no lugar certo, na hora certa. É claro, assim estudando bastante não apenas os avanços da polícia em relação às mortes, como também o cenário de sua matança. Existe um meme na internet que diz que se Sidney a visse em algum momento, iria reconhece-la e o filme acabaria bem rápido. É verdade, mas justamente por isso a mulher se certificou de nunca cruzar o caminho com a ex-nora.
Na versão original do roteiro, Debbie Salt era mais agressiva e ácida, dando alfinetadas em suas perguntas jornalísticas. Talvez essa característica tenha sido mudada para que as pessoas não desconfiassem dela como sendo uma das assassinas. Em uma cena do roteiro original, ela perguntaria para Sidney se ela havia “finalmente surtado e se era ela cometendo todos os assassinatos”. No fim da cena, ela seria socada no rosto por Gale, emulando a cena do original em que Sidney soca Gale após a repórter fazer um comentário irônico sobre a acusação da protagonista. Só não sabemos como Sidney não reconheceria a Sra. Loomis. Talvez por isso a cena tenha sido mudada. Ou quem sabe a explicação viria com muitas cirurgias plásticas.
Derek, o documentarista
“Copia, mas faz diferente”. Jerry O’Connell como Derek seria o segundo namorado de Sidney a ser revelado o assassino.
Faz sentido que o assassino do segundo filme agora ande com uma câmera filmando os crimes e suas vítimas. Bem, isso foi antes da época dos Smartphones e das câmeras de celulares, o que facilitaria bem mais a vida do Ghostface. Seja como for, em determinado momento do filme, esse fato entra em jogo quando os protagonistas descobrem estar sendo filmados pelo assassino. E bem, só um personagem anda com uma câmera para cima e para baixo no filme: Mickey. E adivinhe só: ele é o assassino. Porém, na versão original do roteiro, Derek seria o assassino. E não apenas isso, mas também seria ele o estudante de cinema que viveria com uma câmera documentando tudo à sua volta.
Randy, o cameraman
Randy (Jamie Kennedy), o nerd preferido de todos, seria o cameraman de Gale na versão original.
Randy (Jamie Kennedy) foi um dos personagens favoritos dos fãs no primeiro filme. O nerd especialista em filmes de terror infelizmente é morto neste segundo longa, decisão que Wes Craven diz ter tomado para demonstrar que ninguém estava seguro desta vez. O diretor, no entanto, muitos anos depois disse ter se arrependido de matar o querido personagem. Seja como for, Randy é outro estudante de cinema na mesma universidade de Sidney. No roteiro original não seria assim, e Randy seria na verdade o cameraman de Gale Weathers. Essa dinâmica seria muito divertida.
Por outro lado, Joel (Duane Martin), o sujeito que de fato é o cameraman de Gale, e que espertamente “se manda” quando os corpos começam a se empilhar, conseguindo sobreviver no fim das contas, seria um estudante de medicina da mesma universidade. Joel seria um dos melhores amigos de Sidney nesta versão. Resta saber se ele também sobreviveria assim, ou com a mudança de profissão encontraria um destino pior.
Mickey, o cantor
Em seu início de carreira, Timothy Olyphant era sempre o vilão.
Basicamente, teríamos os papeis de Derek e Mickey invertidos. A não ser pelo fato de que Derek ainda seria o namorado de Sidney. Nesta versão original do roteiro também seria adereçado de forma mais efusiva a paixão de Mickey por Hallie, a melhor amiga de Sidney – com os dois talvez engatando em um romance. O fato é levemente pincelado na versão que ganhamos nas telonas. No original, Mickey é quem cantaria no refeitório, assim como Derek fez para Sidney. O rapaz, porém, cantaria para Hallie e a canção também seria outra, ao invés de ‘I Think I Love You’, a escolhida seria ‘I Will Always Love You’, de Whitney Houston.
Porta aberta para o três
Ambos Pânico (1996) e Pânico 2 (1997) terminam de uma forma que não necessariamente pedem continuações. Kevin Williamson disse que pensou na ideia para o dois enquanto ainda escrevia o primeiro. Mesmo assim, nada no desfecho do original indicava que o longa poderia ter uma sequência. Afinal, ele é uma história fechadinha em si. O que empurrou a continuação, podemos pensar que foi unicamente o sucesso e, claro, o dinheiro. O mesmo ocorre comPânico 2. Mas nem sempre foi assim. No roteiro original de Williamson, o segundo filme terminaria revelando outro Ghostface, que olharia tudo de longe, do alto da torre do sino do campus. Esse final indicaria a existência de um quarto assassino na trama, ou simplesmente um novo psicopata se preparando para entrar em ação no três.
Na série, “Diana Bishop, historiadora e bruxa, acessa Ashmole 782 e sabe que ela deve resolver seus mistérios. Ela recebe ajuda do enigmático Matthew Clairmont, mas ele é um vampiro e as bruxas nunca devem confiar em vampiros. Em um mundo onde relações entre espécies diferentes é proibido, eles terão que arriscar suas próprias vidas pelo que sentem.”
‘A Discovery of Witches‘ vai estrear no Sky One e no Reino Unido no segundo semestre do ano.
“Isso nunca havia sido feito antes. Quatro séries de televisão, cada uma com sua própria equipe criativa e elenco, sendo lançadas apenas a alguns meses de diferença. Então, eles se juntariam em um grande evento que se passaria no coração de Nova York. Nós os chamamos de ‘Os Defensores’. E, juntos, nós estávamos animados com as histórias do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, e até mesmo o Justiceiro se juntou a eles.
Disseram que não tinha como isso ser feito, mas a Marvel reuniu um time incrível de roteiristas, diretores, editores e conseguiu fazer 13 temporadas e 148 horas de episódios. Tire um momento e procure a lista de atores, roteiristas, diretores e compositores que nós beneficiou o melhor de seus trabalhos. Nós amamos cada minuto.
E nós fizemos tudo por vocês – os fãs –, que torceram por nós através de todo o mundo e nos fez trabalhar duro para tudo valer a pena. Então, obrigado a todos vocês! Em nome de todos na Marvel TV, não poderíamos estar mais agradecidos a nossa audiência. Nossa parceira pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel.
Assim como disse o pai do Matthew Murdock, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado no tatame, mas sim como ele levanta’.
Por enquanto, resta a terceira temporada de ‘Jessica Jones‘ para encerrar de vez a parceria entre a Marvel e a Netflix. No entanto, ainda não há previsão de estreia para o ciclo final.
A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.
No entanto, Liam Hemsworth não deve retornar para o novo ciclo, que terá um novo protagonista.
Na trama, Dodge Maynard, desesperado para cuidar de sua esposa grávida antes que uma doença terminal tire sua vida, aceita participar de um jogo mortal onde descobre que não é o caçador… E sim a presa. O thriller de ação explora os limites do quão longe alguém está disposto a lutar por sua vida e sua família.
A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental, que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.
O aguardado filme solo do ‘Batman‘ teve sua sinopse completa divulgada, que revela novos detalhes importantes sobre a trama da produção.
Confira:
“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Robert Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”
“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton/Charada (Paul Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”
Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022.
Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.
“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Nas redes sociais, os internautas estão elogiando a atuação de Isabelle Fuhrman e compartilhando suas expectativas pela sequência:
Eu não esperava nada, mas agora que saiu o trailer de “A Órfã 2”, fiquei curioso demais pra saber o que vai rolar nesse filme. pic.twitter.com/ORm1wcxjLz
gostei do trailer de órfã 2 apesar que parece que ela tá com 500 anos, só a mulher pra não perceber que tá levando uma anciã pra casa, juro ela achando q é a filha q tava desaparecida pic.twitter.com/Yj777UFZZp
No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.
Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.
O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.
Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Parece que um terceiro jogo da franquia ‘Little Nightmares‘ está em desenvolvimento! De acordo com o ComicBook, a produtora Bandai Namco anunciou um vaga de emprego para o projeto no LinkedIn.
Apesar de não ter confirmado o terceiro jogo, a produtora publicou que está procurando por um assistente de produção para trabalhar diretamente com a franquia.
“Você irá se juntar ao departamento de produção com uma equipe dedicada à saga ‘Little Nightmares’. Você terá que dar suporte às atividades de produção cotidianas relacionadas com os projetos atribuídos (coordenação, suporte de reviews, documentação, etc),” diz a descrição do emprego.
Ao contrário dos jogos anteriores, o terceiro ‘Little Nightmares‘ não será desenvolvido pela Tarsier Studios. A produtora foi adquirida pela Embracer Group – o que significa que ela não tem mais acesso à propriedade.
‘Little Nightmares‘ é um jogo sombrio com elementos de terror, lançado em 2017. No jogo original, os jogadores incorporam uma menina faminta de nove anos chamada Six, que está presa na “A Bocarra” – um navio misterioso que serve os caprichos de criaturas doentes e poderosas. Depois acordar nas profundidades mais baixas da “Bocarra”, Six decide escapar de seu confinamento, tendo momentos regulares de fome excruciante.
A sequência, ‘Little Nightmares II‘, foi lançada três anos depois, em 2021.
O terror ‘O Tarô da Morte‘ recebeu uma baixa classificação etária (PG-13), e poderá ser assistido por menores de idade nos cinemas – o que significa que o longa não deve investir em cenas de morte muito pesadas.
A produção foi classificada pelo MPAA por “violência, terror, imagens sangrentas, linguagem forte e conteúdo com droga”.
Na trama, quando um grupo de amigos irresponsavelmente viola a regra sagrada da leitura de tarô, a de nunca usar o deque de outra pessoa, eles libertam um mal inominável que estava preso nas cartas. Um por um, eles encaram seu destino e acabam em uma corrida contra a morte para escapar do futuro previsto para eles nas cartas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril de 2025.
Dirigido por Jared Hess (‘Gênios do Crime’), o longa é baseado no popular jogo homônimo da Mojang Studios.
Quatro desajeitados – Garrett “O Lixeiro” Garrison (Jason Momoa), Henry (Sebastian Hansen), Natalie (Emma Myers) e Dawn (Danielle Brooks) – envolvidos com seus problemas do dia a dia, de repente são transportados, por um misterioso portal, para Overworld: um bizarro país das maravilhas cúbico onde impera a imaginação. Para voltar para casa, eles vão ter que dominar este mundo (e protegê-lo de criaturas malignas como Piglins e Zumbis) enquanto embarcam em uma missão mágica com um experiente construtor imprevisível, Steve (Jack Black). Juntos nessa aventura, os cinco serão desafiados a ousar e se reconectar com suas qualidades únicas que tornam cada um deles extraordinariamente criativos… as mesmas habilidades das quais eles precisam para prosperar no mundo real.
O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.
Em um subúrbio tranquilo, nos anos 80, a universitária Deena volta para casa e, relutantemente, aceita um trabalho de última hora como babá. Naquela mesma noite, o xerife local recebe um pacote enigmático que desencadeia um jogo de gato e rato com um assassino perigoso. À medida que as pistas se desvendam, Deena se vê envolvida em um mistério apavorante ao qual ela pode não sobreviver.
O canal Starz cancelou oficialmente a série ‘Spartacus: House of Ashur‘ depois de apenas uma temporada.
De acordo com o Deadline, a Lionsgate Television tentará encontrar um novo lar para o revival de ‘Spartacus‘.
O site afirma que o derivado falhou em resgatar o público do seriado original, destacando que o projeto “não se alinhava com o perfil atual da emissora”, que foca em conteúdos para mulheres e grupos subrrepresentados.
Ambientada em uma realidade alternativa, a série levanta a seguinte questão: e se Ashur não tivesse morrido no Monte Vesúvio no final de ‘Spartacus: Vengeance‘? E se ele tivesse recebido de presente a escola de gladiadores que pertenceu a Batiatus em troca de ajudar os romanos a matar Spartacus e pôr fim à rebelião dos escravos?
Joe Russo, um dos diretores por trás de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, revelou porque a Marvel ainda não liberou o trailer da produção para o público geral.
O material, que foi previamente apresentados à imprensa e aos fãs na D23 Expo e Na Comic-Con, vazou na internet pouco depois de sua exibição em San Diego.
E durante uma entrevista com o site Comickbook.com, durante a SDCC, o cineasta afirmou que é necessário que o trailer tenha uma qualidade melhor e funcione com uma audiência muito mais abrangente e não tão segmentada, como é o caso dos eventos nos quais o vídeo foi divulgado.
Segundo ele:
“O que posso dizer é que o trailer será lançado no momento propício. Estamos desenvolvendo um material diferente, porque os efeitos especiais desta sequência são bem novos. Além disso, o vídeo que preparamos tinha um foco bem específico, que era atender aquelas audiências bem determinadas que tivemos em ambos os eventos. Nós queremos surpreender o pessoal e só pedimos que todos tenham paciência”.
O trailer exibido na Comic-Con vazou na internet – ASSISTA!
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
O astroEvan Peters, mais conhecido por ser o intérprete do mutante Mercúrio na nova saga de ‘X-Men‘, revelou que gostaria de interpretar outro personagem da franquia dos quadrinhos.
Durante sua participação no painel de ‘X-Men: Fênix Negra‘, o ator revelou que gostaria de viver o herói Wolverine nos cinemas.
Disse:
“Wolverine, com toda a certeza. Ele é simplesmente incrível! Eu realmente tenho pensado nisso e sempre será o Wolverine, 100%. O cara sabe rejuvenescer”.
E durante a WonderCon, duas cenas fantásticas de ‘Fênix Negra‘ foram exibidas.
Confira a descrição:
A primeira cena foi a mesma exibida na CCXP, e mostra os X-Men indo para o espaço em uma missão para resgatar um ônibus espacial da NASA. Mística lidera o grupo que tem a Tempestade, Ciclope, Mercúrio, Noturno e a Jean Grey – com seus uniformes amarelos dos quadrinhos. Chegando no espaço, Jean tenta salvar os astronautas e acaba sendo possuída por uma força avermelhada que paira no espaço. A cena seguinte mostra que Charles Xavier (James McAvoy) foi corrompido pela fama após aparecer na capa de várias revistas, e entra em um embate com a Mística – que diz que as mulheres estão fazendo o papel de líderes do grupo, que devia chamar X-Women.
A segunda cena foi ainda mais ÉPICA. Jean Grey está se transformando na Fênix Negra e é encontrada no meio de Nova York. Charles, Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) querem salvá-la da Irmandade, grupo que quer matá-la comandado pela Fera (Nicholas Hoult) e Magneto (Michael Fassbender). Foi uma das melhores cenas de ação da franquia. A dinâmica dos X-Men nunca esteve tão boa. A luta acontece em plena Nova York, e temos um grande embate entre o Ciclope e o Fera. Épico.
Depois de assistir essa cena, ficamos empolgados com o filme. Será que a Fox está escondendo um tesouro?
“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”
A 3ª temporada de ‘Killing Eve’ segue eletrizante e com fortes emoções e o quarto episódio ganhou uma nova promo, que pontua que Eve e Villanelle podem estar cada vez mais próximas de novamente se encontrarem.
Confira:
Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.
John Walker pode até ser – momentaneamente – o novo Capitão América na série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, mas isso não significa que o sua jornada no MCU já esteja traçada e definida.
E novas imagens vazadas podem ter revelado qual será o verdadeiro destino do personagem. As fotos em questão contém SPOILERS, portanto, siga com a leitura da publicação por sua conta em risco.
[SPOILER]
Nas imagens, o ator Wyatt Russell aparece trajando um uniforme militar, com várias insignias e honrarias por seus méritos como agente do exército. O intérprete de John Walker também está machucado, com o seu braço esquerdo engessado.
Confira:
Lembrando que o 5º episódio será lançado em 16 de abril, na Disney+.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Imortalizada pelo tempo e regada por uma infindável coletânea de memórias afetivas que atravessam as décadas, a franquia de Ghostbusters pertence a uma seleta prateleira de clássicos oitentistas que, inevitavelmente, conseguiriam vencer o teste do tempo, se consagrando como um marco sociocultural emblemático. Em 2021, seus quase 40 anos de legado ganharam um fôlego novo com a sequência ‘Mais Além‘. Em 2024, a jornada retomada por Jason Reitman apresenta um novo capítulo pelas mãos de Gil Kenan – onde passado e presente formam um amálgama colorido e divertido que anuncia o futuro da saga dos Caça-Fantasmas para uma outra geração.
No clássico e estreito prédio de tijolos terracota, localizado em uma das esquinas da região nobre de Tribeca, a nova geração de heróis do cotidiano retoma sua corrida contra as manifestações fantasmagóricas que circulam pela amada cidade de Nova York. Agora em uma nova forma, os Ghostbusters são essencialmente estruturado por um pequeno núcleo familiar, conduzido por um Paul Rudd paternal, dócil e cômico. Seu protagonismo é seguido por McKenna Grace, Finn Wolfhard e Carrie Coon, que complementam essa família disfuncional cuja rotina é marcada por mochilas de prótons e capturas insanas de fantasmas pouco assustadores. E a alma da franquia original está ali. Nos detalhes, no design de figurino e de produção, na icônica canção original de Ray Parker Jr. Mas o tempo é outro e as histórias também.
E ainda que Ghostbusters: Apocalipse de Gelo se apegue à memorabília oitentista que fez do longa de 1984 o marco cinematográfico que até hoje é, a verdade é que Kenan visa conduzí-la de maneira um pouco mais independente, ainda que não saiba muito bem como fazê-lo. Mantendo a conexão entre passado e presente bem viva, a produção se compromete a reverenciar os originais, mas tenta consolidar seu próprio humor, seu próprio ritmo narrativo e até mesmo sua própria carga dramática – o que pode ser um pouco confuso para os mais nostálgicos.
Fazendo da trama uma combinação mais delicada entre o drama existencial da jovem Phoebe (McKenna Grace) e a comédia pastelão de um alívio cômico inesperado – vivido pelo vencedor do Oscar Kumail Nanjiani, a nova sequência ainda patina para encontrar seu eixo, mas se salva por saber conduzir muito bem seus personagens. Com um elenco carismático e o apelo afetivo dos protagonistas originais, ‘Apocalipse de Gelo‘ é uma mistura agridoce e imperfeita daquilo que sempre funcionou muito bem nos longas antigos e de uma nova narrativa ainda pouco madura, mas cheia de potencial.
Com um humor leve, suave e bastante familiar, a sequência consegue construir um ambiente cômico ótimo o suficiente para se sustentar até os instantes finais, ainda que nem todas as suas piadas genuinamente funcionem. Se concentrando em construir uma comédia que flerte bem menos com os trocadilhos e duplos sentidos tão presentes no passado, o mais recente capítulo opta por brincar com o bobo – o que provavelmente fará os fãs antigos torcerem o nariz. Mas ainda que a comédia não seja do mesmo nível de sagacidade e perspicácia de outrora, ‘Apocalipse de Gelo‘ não é uma fria e consegue sim aquecer os corações mais apaixonados e dispostos a encarar uma aventura que se preocupe mais em agregar um novo público do que essencialmente reter o antigo.
Ainda assim, Ghostbusters segue sendo aquele mesmo museu de antiguidades irretocáveis e apaixonantes, con Bill Murray, Annie Potts, Dan Aykroyd e Ernie Hudson entregando aquele fan service que tanto esperamos. Tratados na trama como o elo intríseco e o ponto de equilíbrio entre a geração millennial e a geração Z, os veteranos são devidamente honrados em tela, protagonizam momentos que rendem suspiros, ativam memórias afetivas e são fundamentais para o clímax do filme. Mas nos instantes finais, Kenan reitera que possui outros rumos para a franquia, tornando McKennaGrace o pilar de sustentação desse novo futuro que já se anuncia.
E com temáticas familiares um pouco mais densas que tentam permear o humor, a continuação desse clássico oitentista é em suma uma despretenciosa experiência cinematográfica. Com seu viés dramático pouco aprofundado, sendo usado apenas como uma âncora emocional para vincular a audiência mais jovem aos novos personagens, Ghostbusters: Apocalipse de Gelo funciona mais como uma comédia familiar sem compromisso. Brincando com as nossas memórias através da nostalgia, a produção pode até ser previsível, mas se garante por saber trabalhar bem o riso frouxo. É o Caça-Fantasmas que talvez você espere? Não. Mas ainda assim é uma deliciosa aventura cheia de referências apaixonantes.
A cinebiografia animada Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams(Piece by Piece) apresenta um conceito ousado que, na prática, falha em alcançar o encanto esperado. A abordagem em Lego parece divertida, no entanto, ao tentar narrar a história complexa e inspiradora de um dos maiores músicos e produtores da atualidade, o filme se torna uma mistura sem vigor, não fazendo jus à intensidade de seu personagem central.
Claramente inspirado pelo sucesso da franquia Uma Aventura Lego(2014), o longa tenta capturar o espírito de Pharrell por meio de dramatizações Lego de momentos marcantes de sua vida e de entrevistas conduzidas pelo diretor Morgan Neville. Contudo, ao contrário da ironia e do humor afiado das animações Lego anteriores, Peça por Peça adota uma abordagem excessivamente séria e quase didática. Isso resulta em um produto que parece mais um especial televisivo do que uma obra cinematográfica.
Embora haja toques de inventividade – como o conceito de que a vida é um grande conjunto de peças que podem ser reorganizadas, ecoando as filosofias de Pharrell – o filme tropeça em sua execução. A escolha de retratar um artista tão carismático e humano através de figuras Lego genéricas elimina grande parte da nuance que caracteriza a personalidade vibrante do cantor e dos artistas que o impulsionam nesse percurso como Jay-Z e Gwen Stefani, para citar apenas dois.
A narrativa do filme começa com a infância de Pharrell em Virginia Beach, seu período escolar e a formação dos Neptunes, quando foram descobertos pelo produtor musical Teddy Riley em um show de talentos. Essas cenas poderiam ser fascinantes, mas o formato Lego inibe a profundidade emocional que a história exige. Momentos mais atuais, como o sucesso global de Happy e o apoio ao movimento Black Lives Matter, são abordados com sinceridade, mas a produção evita temas mais polêmicos, como as controvérsias em torno da canção Blurred Lines sobre violência sexual contra mulheres.
Cena de Peça por Peça, Lego dançando ao som de ‘Happy’.
Visualmente, há instantes impressionantes, como as representações do oceano em Lego brilhando sob o sol, refletindo as dúvidas e aspirações de Pharrell, além de suas composições serem representadas como peças de encaixe luminosas e vibrantes. Mesmo esses momentos, entretanto, não conseguem compensar a sensação de que o filme, no geral, é uma oportunidade desperdiçada. A ideia de Pharrell Williamsem Lego pode parecer intrigante à primeira vista, mas torna-se uma versão apática da energia criativa do artista.
Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williamsparece não alcançar nenhum de seus públicos-alvo. As crianças dificilmente se conectarão com a narrativa, e os fãs de Pharrell não encontrarão grandes novidades ou insights sobre sua vida e carreira. A obra poderia ter sido uma celebração inventiva do icônico músico, mas acaba sendo um espetáculo frustrante, no qual a estética do Lego se torna a única peça realmente memorável.
Com distribuição pela Cinecolor Film, Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams estreia nos cinemas brasileiros dia 9 de janeiro de 2025.
O astro Jake Gyllenhaal(‘Animais Noturnos’)vai se reunir novamente com o diretor e roteiristaDan Gilroy, de ‘O Abutre’, em um novo longa de terror da Netflix que ainda não tem título. A informação é da Variety.
A série de TV baseada nos filmes da franquia ‘Uma Noite de Crime‘ (The Purge) ganhou novos cartazes e um novo e tenso comercial de TV.
O primeiro episódio vai ao ar no canal norte-americano USA Network dia 4 de setembro. A primeira temporada tem 10 episódios.
Confira:
Fiona Dourif, que estrelou os dois últimos filmes da franquia ‘Brinquedo Assassino’ (‘A Maldição de Chucky’ e ‘O Culto de Chucky’), viverá Good Leader Tavis, uma carismática líder de culto.
DeMonaco havia declarado que a série exploraria o que acontece nos outros 364 dias do ano, e tratou de esclarecer que apenas uma pequena parte da narrativa se dedicará aos dias “normais”.
“Eu queria que 70-65% se passa na noite do expurgo, e uns 30% são flashbacks. Nós seguiremos quatro pessoas com tramas aparentemente independentes na noite do expurgo. O formato de 10 horas da televisão nos permite usar flashbacks fora da noite do expurgo, mostrando a vida normal das pessoas. Nós poderemos ver quem essas pessoas são quando não estão na noite do expurgo, e quais eventos os levaram ao que acontece na noite em particular.”
Ele continua, “O formato nos permite verdadeiramente analisar o motivo de alguém recorrer a violência na noite do expurgo. Então, haverá um maior desenvolvimento. Os filmes vão direto ao ponto, e eu acho que a televisão nos permite analisar porque alguém pegou uma faca ou arma para resolver um problema.”
Segundo o chefe da Blumhouse, Jason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.
Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.
Na última semana, a segunda temporada de Loki chegou ao fim como uma grata surpresa. A cada novo episódio, a trama se tornava ainda mais interessante e prendia o público em uma gostosa sensação de não saber o que esperar da próxima semana. Desde que anunciaram a entrada do Multiverso no MCU, era justamente isso o que o público queria: ser surpreendido pelas possibilidades infinitas dessa ferramenta geralmente utilizada como um reset nos quadrinhos. E após uma primeira temporada decepcionante, ver como as mudanças no roteiro impactaram diretamente na qualidade do show, já serviu para descartar de vez aquele papo de que o problema estava nos personagens. Alguns diziam que o Loki já estava desgastado e que não havia mais o que fazer com ele. Então, Eric Martin, que já havia escrito os melhores episódios da primeira temporada, assumiu os roteiros para criar uma trama mais coesa, dando prioridade a interação entre seu elenco fantástico.
E trabalhar melhor o desenvolvimento de personagens tão misteriosos foi o que deu o charme da temporada. Tom Hiddleston (Loki) e Owen Wilson (Mobius) roubam a cena em uma das duplas de maior carisma de todo o Universo Cinematográfico Marvel, porque seus personagens enfim se entendem amigos e não apenas colegas de trabalho, passando por momentos simples em meio ao caos. É complicado dizer que há momentos em que vemos a desconstrução de Mobius, porque o trabalho de construção de personagem foi tão fraco na primeira temporada que ele sequer chegou a ter algum desenvolvimento. Aqui, questões pertinentes a ser uma pessoa de outra realidade foram integradas de forma coesa à trama e aos personagens.
Da mesma forma, o principal mérito dessa temporada é o senso de urgência. Por mais que eles andem por diversas linhas do tempo, agora efetivamente existe uma ameaça chegando. Loki sabe que não importa o quanto eles possam moldar o tempo, ainda assim não será tempo o bastante para impedir o fim de tudo. Isso impõe a ele, o grande catalisador do show, um ritmo frenético de não poder parar enquanto não resolver o problema. E por mais estranho que possa parecer, o Deus da Trapaça assume esse protagonismo heroico ao compreender que seu destino pode ser o fracasso, mas que seus fracassos podem ser a caneta que escreve a história. É tudo uma questão de perspectiva. Então, conforme ele vai entendendo, sua vilania é posta de lado por essa nova visão, digna dos maiores super-heróis da casa.
E falando sobre compreensão, ninguém abordou melhor a temática divina no MCU do que o Deus da Trapaça. Nesta temporada, ele está cansado e sem tempo, em meio a um grupo de pessoas sem orientação e sem a noção do tamanho do problema que está acontecendo. Isso dá a ele uma autoconsciência sensacional do que é ser um Deus. Cada diálogo dele envolvendo as reflexões da vida divina é melhor do que o outro. Fugiram do comum e investiram numa sabedoria surpreendente.
Dou outro lado da balança, as ameaças dessa temporada foram extremamente acertadas. Inicialmente, a figura demonizada era Aquele Que Permanece (Jonathan Majors) e sua variante, o inventor Victor Timely. Só que a questão do destino e como cada um pode escrever sua própria história entrou em jogo, mostrando que até mesmo os maiores lunáticos podem ter redenção dependendo do contexto de sua criação e desenvolvimento. Ver Timely trabalhando com o grupo e abdicando da vida de déspota é realmente interessante, porque é desenvolvido de forma que o público nunca tenha plena confiança em suas intenções.
Mas quem merece aplausos mesmo é a Senhorita Minutos (Tara Strong). A inteligência artificial em forma de reloginho da Disney roubou a cena com suas poucas participações, sendo peça central da temporada e se mostrando uma verdadeira psicopata. Sua paixão doentia pelo criador e seu desejo de ter um corpo humano para poder se relacionar fisicamente com ele foi tratado de forma extremamente desconfortável, além dela ter momentos bizarríssimos, como na cena em que ela vê um batalhão de soldados se explodido, com direito a som de ossos quebrando e sangue jorrando, e a Minutos encarando eles com um sorrisão no rosto, quase empolgada com a chacina. Numa produção com tantos vilões em potencial, aquela de aparência mais infantil se mostrar o maior monstro foi uma gratíssima surpresa.
Do lado dos ‘heróis’, a grande adição foi o Ouroboros de Ke Huy Quan. O ator vive uma fase maravilhosa, a melhor de sua carreira, e escalá-lo para esse papel, que explora ao máximo seu carisma, foi um acerto fenomenal do casting. OB é o principal pilar da AVT e passou séculos sendo esnobado. A energia do ator em cena, passando do nerdzinho excluído a alguém que entendeu sua própria importância com o passar dos episódios, é impressionante. E agora que ele é um ator premiadíssimo, fica a expectativa para que Loki tenha sido o segundo dos grandes trabalhos que surgirão para ele mostrar seu talento.
Outro ponto maravilhoso dessa temporada é a AVT. Desde a primeira temporada, a Agência de Variância Temporal já foi retratada de forma interessante. Sua estética de escritório dos anos 90 sempre despertou curiosidade. Por isso, a segunda temporada explorou mais os ambientes desse lugar alheio ao tempo, o que foi visualmente incrível e que passou a fazer bastante sentido depois do episódio que revelou as vidas originais dos heróis em suas respectivas linhas do tempo.
Se a série mantém um nível altíssimo nos primeiros episódios, explorando ao máximos os diferentes poderes e facetas da personalidade do Loki, ela se supera – e muito – na metade final. Os três últimos capítulos são dirigidos por Justin Benson e Aaron Moorhead, e escritos por Eric Martin. Então, olho neles! É bem provável que apareçam em breve em algum filme ou produção maior do estúdio, porque o que eles fizeram nessa reta final foi absurdo! Eles literalmente fizeram o público esperar pelo inesperado e consolidaram o desenvolvimento do Loki de forma brilhante. Esse trio conseguiu fazer com que seu carinho e amor pelo personagem fossem perpassados ao público. Não parecia ser apenas um trabalho, mas um projeto de envolvimento pessoal deles. O status atingido nesses episódios finais deveria ser usado como meta dentro da Marvel para suas próximas produções. Foi tudo tão grandiosamente bem feito que pareça difícil que qualquer coisa que venha daqui pra frente seja capaz de superar.
Para não dizer que tudo foi perfeito na produção, o ponto baixo foi a Sylvie. Não que a Sophia Di Martino estivesse mal, mas a personagem ainda não mostrou muito a que veio e segue como uma muleta para o protagonista. Faltou um episódio que desse maior impacto ou importância para ela. Tirando isso, absolutamente nada a reclamar. Poder acompanhar semanalmente os lançamentos da segunda temporada de Loki foi sensacional. Se deixar envolver pela trama, sem saber o que esperar da semana seguinte mostrou que a Marvel ainda pode se acertar nesse meio televisivo, contanto que traga uma equipe competente e dedicada. Uma incrível experiência ver esse time atingir seu Glorioso Propósito em uma época de baixa do MCU.
As duas temporadas de Loki estão disponíveis no Disney+.
Não tem conselho amigo que impeça uma pessoa de cometer uma irresponsabilidade se ela estiver determinada a fazê-lo. Vemos com frequência esse tipo de impulso em filmes nos quais os personagens decidem sair por aí sem avisar ninguém e algo dá errado no meio do caminho, de modo que eles têm que se virar sozinhos para sobreviver. Mas às vezes o que dá errado é simplesmente uma terrível coincidência, como ocorre no suspense dramático ‘Sem Ar’, estreia dessa semana nos cinemas brasileiros.
Drew (Sophie Lowe) e May (Louisa Krause) são irmãs que cresceram aprendendo a mergulhar em alto mar. Era o tipo de atividade que as duas praticavam juntas com o pai e que as conectava na irmandade. Porém, desde que May fora embora houve um distanciamento entre elas, de modo que a viagem anual que Drew organiza se torna uma tentativa de reaproximação dos laços fraternais com a irmã. Dessa vez Drew planejou que as duas mergulhassem em um local inédito para elas, perto de um costão. Tudo ia bem no passeio até que um acidente faz com que May fique presa no fundo do mar. Com um tanque de oxigênio quase acabando e as pernas presas, ela terá que contar com a agilidade da irmã para buscar ajuda ao mesmo tempo em que lhe entrega outros tanques de oxigênio, mas o relógio está correndo e as duas têm pouquíssimo tempo para sobreviver debaixo da água.
Refilmagem ensolarada do longa ‘Além das Profundezas’, de 2020, ‘Sem Ar’ é uma versão alemã da história com uma premissa interessante, porém seu maior desafio é fazer com que a trama preencha seus 90 minutos de duração. Logo de cara o espectador observa as protagonistas já chegarem no local de destino e realizarem o mergulho – tudo isso em menos de dez minutos de exibição. Talvez se a introdução fosse um pouco mais longa, desenvolvendo os desafetos familiares já nesse começo, o filme de Maximilian Erlenwein não passasse tanto a sensação de nada estar acontecendo.
O roteiro de Maximilian Erlenwein e Joachim Hedén se apressa em entrar logo no objetivo da história – o tal mergulho – porém não traz muitos elementos de desenvolvimento, assim, o primeiro e o segundo arcos ficam longuíssimos, e sendo constantemente interrompidos por flashbacks de um tempo (a infância das protagonistas) que não é apresentado no filme. Ou seja, o espectador tem que sozinho entender que as duas são irmãs e que as imagens que vemos são referentes a um passado (algo que não fica muito claro nas primeiras vezes que surge na telona). Por outro lado, é um roteiro que dá bastante espaço para que ambas as atrizes desenvolvam seus potenciais, pois as duas sozinhas carregam o filme que só tem elas como personagens.
‘Sem Ar’ entra na categoria de filmes angustiantes por colocar personagens presos em situações de difícil saída, que automaticamente causam a sensação de ansiedade no espectador. Não é terror e se desenvolve num leve suspense, focando mais na carga dramática da história. Um filme que, como diz o seu título, nos deixa ‘Sem Ar’.
As primeiras reações a ‘Capitã Marvel’, novo filme dos estúdios Marvel, devem sair amanhã, 19 de fevereiro.
A Disney irá realizar as primeiras exibições do longa-metragem nesta semana. As primeiras impressões, caso não haja nenhum outro embargo em vista, estão marcadas para serem publicadas a partir das nove e meia da noite. Críticas completas devem sair no começo de março, poucos dias antes do lançamento mundial do filme.
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível na DC Universe.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
A National Geographic anunciou que ‘Genius: Aretha’, 3ª temporada de sua antologia que focará em Cynthia Erivo como a Rainha do soulAretha Franklin, foi adiada.
Ainda não há confirmação de quando a série retorna, mas sabe-se que a produção mudou a data devido à pandemia do novo Coronavírus.
“Nos últimos meses, vim me preparando para encarnar a Rainha do Soul, desde re-ouvir sua música até descobrir raras entrevistas e ler livros incríveis sobre ela – tudo para capturar sua atitude e seu espírito”, ela disse em uma declaração oficial. “Estou realmente honrado em trabalhar ao lado de um time tão talentoso e musical quanto este. Juntos, vamos honrar a Rainha e criar algo especial”.
O já confirmado quinto filme da saga slasher‘Pânico’ levou os fãs do terror metalinguístico à loucura, ainda mais com o retorno certeiro de David Arquette e Courteney Cox como Dewey e Gale, respectivamente. Entretanto, há um pequeno detalhe faltando para que o próximo longa-metragem se complete: Neve Campbell.
Campbell interpretou a protagonista Sidney Prescott nas quatro primeiras iterações da saga e, apesar de ter conversado com os produtores do novo capítulo, ainda não há nada concreto sobre sua volta.
Em entrevista ao ET Online, Arquette falou sobre suas esperanças para o retorno de Campbell, dizendo que a atriz é o coração e a alma da franquia:
“Precisamos de Neve, é a verdade. Ela é o coração e a alma de ‘Pânico’, então ter Neve seria algo gigantesco. Tipo, eu a vi em convenções e essas coisas, e é como se fosse família. Todos passamos por aquela experiência juntos e – todos estamos realmente tristes pela perda [do diretor] Wes [Craven]. Eu adoraria que ela fizesse parte disso, ela é muito importante – o coração e a alma de tudo”.
Em outra entrevista, dessa vez para o ComicBook.com, o astro pareceu empolgado com o retorno à franquia e disse que adoraria repetir a experiência em mais filmes, além do 5º filme.
“Eu amo interpretar Dewey. Esse personagem teve um papel muito importante na minha vida e na minha carreira. Como ator, você tenta fazer filmes que funcionem, divirtam e que prendam a atenção do público… E eu sinto que a franquia ‘Pânico‘ causa essas sensações.”
Questionado sobre o que acha da expansão da franquia além de ‘Pânico 5‘, ele foi direto ao responder:
“Seria incrível. A base de fãs de terror é enorme, então quando você realmente se conecta com eles, e tem a possibilidade de ir além, é algo muito especial. Quando [os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett] me convidaram para o próximo filme, só eu tinha confirmado presença… Agora temos temos Courteney [Cox], espero que Neve [Campbell] se junte à equipe também. Acho que será um retorno triunfante.”
As filmagens da sequência vão acontecer no Spyglass Media Group, em Wilmington, Carolina do Norte.
O plano da Paramount Pictures é lançar o novo filme em 2021.
Em entrevista ao Comic Book, o produtor Kevin Williamsonrevelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.
“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt , do elogiado ‘Casamento Sangrento’, dirigem.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.
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