O músico Pete Doherty saiu em defesa de ‘Back to Black’, cinebiografia de Amy Winehouse dirigida por Sam Taylor-Johnson em 2024. Em declarações recentes, o cantor elogiou a produção e afirmou que, em sua visão, o longa foi tratado de forma injusta pela crítica especializada.
De acordo com o NME, a produção trouxe Marisa Abela (‘Industry’) no papel da icônica cantora, enquanto Jack O’Connell (‘Pecadores’) deu vida a Blake Fielder-Civil, ex-marido de Amy. Apesar de Abela ter sido elogiada individualmente por sua performance, o filme enfrentou resistência da crítica, mantendo atualmente apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes.
“Eu, pessoalmente, gostei do filme”, afirmou Doherty durante o Festival de Cinema da Cidade de Luxemburgo, onde atuou como membro do júri internacional. “Achei que ela captou tudo. Amy tinha um jeito muito específico de se mover e falar, algo quase impossível de recriar. Acho que a Marisa fez isso muito bem. E também há os pequenos detalhes: a música tocando no apartamento dela, as canções na jukebox do pub, os personagens do bar… tudo estava absolutamente perfeito”.
O cantor também classificou como exageradas as reações negativas ao projeto: “Achei injusto, para ser sincero. O filme apanhou muito da crítica. O mundo dos críticos de cinema pode ser cruel e impiedoso”.
Para Doherty, a própria Amy Winehouse provavelmente teria aprovado a abordagem do filme.
“Acho que Amy teria gostado. No fundo, era uma história de amor, não era? Não era tanto sobre o pai dela, embora muita gente fale disso o tempo todo. Era sobre ela e Blake, sobre como eles se apaixonaram. Acho que conseguiram retratar muito bem essa ideia de ‘eles contra o mundo’. E achei que a voz ficou muito parecida com a dela”, destacou.
O cineasta Greg Mottola, que recentemente colaborou com a DC Studios em episódios de ‘Pacificador’, surge como um dos principais nomes para assumir o comando do aguardado longa-metragem focado em ‘Exterminador e Bane’. Embora outros diretores estejam no radar, Mottola ganha força no projeto que promete reunir dois dos maiores vilões da editora.
De acordo com o Deadline, o projeto ainda se encontra em estágio inicial de desenvolvimento. O roteiro está em fase de elaboração e nenhum contrato formal foi assinado até o momento.
Os primeiros detalhes sobre a produção surgiram em setembro de 2024, sob a supervisão deJames Gunn e Peter Safran. O script inicial está sendo assinado por Matthew Orton, conhecido por seu trabalho em ‘Cavaleiro da Lua’ (Marvel Studios).
O filme marca o retorno de Bane aos cinemas pela primeira vez desde ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012), quando foi interpretado por Tom Hardy. Criado por Chuck Dixon, Doug Moench e Graham Nolan em 1993, o personagem é famoso por sua força bruta alimentada pela substância Venom e por ter protagonizado o histórico arco “A Queda do Morcego”, onde quebrou a coluna do Cavaleiro das Trevas.
Ao seu lado estará Slade Wilson, o Exterminador. Criado por Marv Wolfman e George Pérez em 1980, o mercenário é um ex-soldado com capacidades físicas e mentais aprimoradas por um soro experimental. Consolidado como um dos antagonistas mais letais da DC, Wilson já enfrentou desde os Jovens Titãs até a Liga da Justiça.
Gerard Butler acaba de garantir seu próximo grande papel no gênero de ação. O ator foi confirmado como protagonista do novo longa da Thunder Road, produtora responsável pela franquia ‘John Wick’. Segundo o Deadline, a trama acompanha um atirador de elite que, ao receber uma ameaça anônima pelo rádio, inicia uma corrida frenética contra o tempo. O objetivo? Salvar sua família e 70 mil espectadores durante o maior evento esportivo do planeta: a Copa do Mundo.
O projeto já desponta no mercado de Cannes com um orçamento robusto, estimado entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões. A Black Bear iniciará as negociações globais no festival francês, enquanto a CAA Media Finance cuidará da distribuição nos Estados Unidos.
A produção está prevista para o primeiro semestre de 2027. Embora o diretor ainda não tenha sido definido, o roteiro será de Aaron Benjamin.
Butler consolida-se como um dos nomes mais rentáveis do gênero, vindo de sucessos como as franquias ‘Invasão’, ‘Greenland’ e ‘Covil de Ladrões’.
Já o roteirista Aaron Benjamin vem ganhando espaço na indústria com projetos promissores, incluindo o thriller ‘The Zone’, estrelado por Paula Patton, e a aguardada cinebiografia ‘Maverick’, que retrata o período em que John McCain foi prisioneiro de guerra.
A nona temporada de ‘9-1-1’ chegou ao fim, e o showrunner Tim Minear comentou recentemente sobre o desfecho de Athena Grant, personagem vivida por Angela Bassett. No encerramento do novo ciclo, Athena finalmente decide consolidar sua transição para o cargo de detetive.
O showrunner Tim Minear explicou que, embora Athena tenha passado boa parte da temporada lidando com o luto pela morte de seu marido, Bobby (personagem de Peter Krause), a produção optou por não trazer o ator de volta para o episódio final.
“Obviamente, teria sido ótimo fazer algo assim”, disse Minear. “Mas Peter já estava envolvido com outro projeto naquele momento, então McCluskey fez mais sentido para mim. Não foi algo tirado do nada. Tivemos aquelas cenas de flashback no episódio 4 com ele e a jovem Athena. Então essa trama realmente pertencia à Athena.”
O produtor destacou que a temporada inteira foi construída sobre o impacto da perda de Bobby: “Passei boa parte da temporada garantindo que todos os personagens pudessem viver esse luto adequadamente. Mas depois do episódio do Buck envolvendo opioides, eu queria seguir adiante. Então a trajetória da Athena aqui se tornou mais sobre sua carreira, sobre ser policial, sobre o perigo em que ela está e sobre estar pronta ou não para uma mudança”.
No último episódio da nona temporada, Athena sobrevive após sofrer um grave ferimento relacionado ao caso de corrupção policial que investigava, além de escapar de uma segunda tentativa de assassinato enquanto estava internada. Após os eventos traumáticos, ela deixará oficialmente o posto de sargento de campo para assumir a função de detetive, cargo que já vinha exercendo informalmente em temporadas recentes.
Para selar essa decisão, a personagem teve uma conversa emocionante em uma sequência de sonho com seu antigo parceiro falecido, o oficial Brogan McCluskey, interpretado por Karl Makinen.
Lembrando que ‘9-1-1’ já foi oficialmente renovada para sua 10ª temporada.
Lançado no auge da pandemia Mortal Kombat (2021) foi um caso muito peculiar no mercado cinematográfico. Massacrado pela crítica por ter uma trama rasa e um elenco pouquíssimo inspirado, o longa vazou na internet por conta daquela tendência de “lançamentos híbridos” e acabou conquistando de forma certeira os corações dos fãs da franquia de videogames. O jogo original se notabilizou por sua violência gráfica extrema e personagens exóticos que logo passaram a integrar o hall da Cultura Pop.
Nos cinemas, a adaptação em live action apostou na violência explícita para recriar golpes famosos dos jogos e trazer aqueles personagens amados para as telonas. Deu certo. Mesmo com resultados de bilheteria ínfimos, muito por conta da pandemia, o longa ainda conseguiu se pagar. Tendo custado “apenas” 55 milhões de dólares, um valor baixo para um blockbuster, o filme arrecadou mais de US$ 84 milhões mundo afora, além de ter impulsionado o número de assinaturas do HBO Max, que era a prioridade da empresa naquele contexto. Ou seja, foi um sucesso. Diante disso, a sequência foi confirmada, mas ficou meio esquecida por um tempo, até o anúncio de Karl Urban no papel de um dos ícones mais queridos da saga: Johnny Cage.
E agora que a sequência enfim estreou nos cinemas, é possível entender o motivo de pouco ter se falado do filme além dessa adição ao elenco. Não é absurdo dizer que Cage é a alma e o coração de Mortal Kombat II, em um trabalho sensacional de Karl Urban. Mais do que isso, ele é uma síntese do filme em si, quiçá da franquia. Na trama,Johnny Cage é um ator que fez muito sucesso nos filmes de ação da década de 1990. Porém, os anos se passaram e ele não conseguiu fazer uma boa transição na carreira, ficando com sua imagem eternamente atrelada aos filmes que envelheceram mal. O que foi péssimo para o ator, que passou a viver com a frustração de ter experimentado a glória, mas nunca tê-la realmente alcançado.
Nesse contexto de decepção e autopiedade, Cage acaba sendo escolhido cosmicamente para ser o representante final da Terra no Mortal Kombat. Por se tratar do desafio final de Shao Kahn, o monstrão ganhará o direito legítimo de conquistar o planeta caso vença o duelo. Junto a nomes como Raiden, Liu Kang, Jax e Sonya Blade, o ator vira a última esperança do planeta, que sequer sabe que está em risco. Mas como diabos um ex-astro de filmes de luta de baixo orçamento, que sofre de alcoolismo e lida com a frustração diária de nunca ter atingido seu verdadeiro potencial pode ser a chance de salvação de 8 bilhões de pessoas? A resposta é tão simples quanto ridícula: atuando, é claro!
Cage é sacaneado pelos companheiros de time do início ao fim. Por ser apenas um cara normal, ele não tem nenhuma habilidade especial de luta, o que faz com que ele morra de medo de tudo o que está acontecendo. Esse ar do “brucutu” que virou chacota dialoga perfeitamente com a grande inspiração da criação do personagem nos videogames: o belga Jean-Claude Van Damme. Ícone dos filmes de luta nos anos 80, Van Damme não teve um gerenciamento legal de carreira e passou anos no ostracismo, virando alvo de chacota da crítica e enfrentando uma série de problemas pessoais. De certa forma, também foi isso que passou com essa franquia nas telonas. Ela nunca foi unanimidade e enfrentou algumas críticas pesadas. E o mais curioso é que Johnny Cage acaba sendo obrigado a enfrentar esse desafio mortal e encontra na própria atuação a saída para ser respeitado.
Ao abraçar a galhofa de seu personagem consagrado nas telonas, o ator reativa sua paixão pela luta e descobre seu estilo de arte marcial. Mais do que isso, como os desafiantes nunca viram seus filmes, eles também acreditam estar diante de um guerreiro lendário. É o tipo de visão completamente descompromissada de quem não poderia se importar menos com as críticas. É um personagem extremamente caricato, canastrão e idiota, que funciona assustadoramente bem nas telonas por conta do talento de quem o interpreta. Karl Urban cai como uma luva em um elenco pouquíssimo inspirado e consegue extrair o melhor de seus companheiros de cena apenas com sua presença.
Mortal Kombat II é um fenômeno difícil de explicar. É aquele tipo de filme que te faz pensar: “Meu Deus, que filme idiota!”. Mas, ao mesmo tempo, você também se questiona: “Por que eu não consigo desgrudar os olhos desse filme idiota?”. É verdadeiramente impressionante, porque é uma aventura cujo roteiro parece ter sido escrito por um adolescente de 15 anos que acabou de maratonar 15 horas de South Park e, por algum motivo, funciona bem demais. E acredito que muito disso tenha a ver com esse protagonismo de Johnny Cage, que entende que não vai chegar a lugar algum se ficar se levando a sério o tempo inteiro. Então, ao abraçar de vez a galhofa, tanto o filme quanto seu protagonista revelam seu verdadeiro valor.
É o tipo de entretenimento que consegue dialogar com o material de origem, recriando cena por cena de momentos icônicos da franquia dos videogames, ao mesmo tempo em que tenta construir uma linguagem cinematográfica que patina, mas consegue criar seu rumo aos trancos e barrancos. É verdadeiramente um arremedo de história que se sustenta no carisma do protagonista e nas cenas de ação e violência, apelando a golpes clássicos, como o famoso soco no saco de Johnny Cage. Inclusive, mesmo sendo um filme bastante sangrento, acho que vale mencionar que achei as mortes um pouco abaixo da aventura original. Os fatalities são conhecidos por serem gratuitamente violentos e explícitos. Aqui, apesar de serem golpes pesados e sanguinários, não são tão explícitos quanto nos jogos ou no primeiro filme dessa nova franquia. Senti que foram mortes mais “limpas” e menos marcantes.
Por fim, o filme tenta construir alguns momentos mais dramáticos, principalmente na hora de contar a história de origem de Kitana (Adeline Rudolph) e seu núcleo, que não funcionam tão bem. O ponto positivo é que a própria produção parece entender isso e acaba optando por não insistir neles. Mortal Kombat II é um filme que parece ter compreendido bem o que os fãs da saga mais amam nos jogos e consegue adaptá-lo bem para o cinema em um blockbuster completamente sem compromisso.
E por ter um cânone que permite que personagens mortos voltem a vida a torto e a direito, é possível que até mesmo alguns ícones mortos aqui retornem para o terceiro filme, que parece apenas questão de tempo para ser confirmado.
Celebrado internacionalmente no dia 4 de maio, o Dia Mundial de Star Wars ganhou um peso extra no calendário da Cultura Pop depois da compra da franquia pela Disney. O que antes era uma comemoração dos fãs, na última década, passou a ser uma grande data para a empresa detentora dos direitos da saga, que começou a aproveitar a empolgação dos apaixonados para usar o 4 de maio como um grande evento para anúncios de novidades da franquia, como confirmações de elencos de filmes, listas de novos produtos e afins.
No exterior, a realização de grandes eventos se tornou padrão. No Brasil, apenas alguns eventos foram realizados, principalmente durante a época em que os novos capítulos da saga principal estavam sendo lançados nas telonas. Este ano, porém, com o lançamento de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu, a Lucasfilm voltou com tudo ao Brasil e escolheu um cinema na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, como seu representante oficial na grade mundial do evento, que reuniu fãs e convidados para a celebração da data com uma estrutura gigantesca e a exibição de 25 minutos exclusivos do novo filme, que chega aos cinemas no final deste mês.
No Rio, a Disney montou uma estrutura digna de grandes pré-estreias no saguão do cinema. Banners que ocupavam paredes inteiras, entrada que simulava a arquitetura das edificações clássicas da franquia e uma máquina de pegar prêmios foram alguns dos elementos que chamaram a atenção de quem passava pelo cinema. Mas quem roubou a cena mesmo foram os cosplays. A galera caprichou nos figurinos, com direito a recriações perfeitas de personagens da franquia, mas também abertos a liberdades criativas, como na armadura que misturou a estética mandaloriana com as cores clássicas do traje do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, nos tempos de McLaren.
E aconteceu algo curioso, porque, neste momento, o Brasil vem comprando a trend de O Diabo Veste Prada 2, em que apaixonadas pela franquia – que brinca com o mundo da moda – estão indo assistir o filme com roupas extravagantes. Então, houve uma fila com gente vestida como personagens de Star Wars se encontrando com outra fila enorme de gente superproduzida para O Diabo Veste Prada 2, mostrando que, nos cinemas, há espaço para todos.
Após um pequeno coquetel realizado no saguão, onde os cosplays brincaram e posaram para fotos, os convidados foram chamados para a sala IMAX, onde foram exibidos aproximadamente 25 minutos do filme. O material trazido com exclusividade mostrou que o diretorJon Favreau está mesmo disposto a resgatar aquele espírito clássico de Star Wars nos cinemas, a começar pela volta de cards de texto na introdução, que situam o público na linha do tempo de acontecimentos, ajudando o espectador a se localizar na cronologia da saga. Como é um filme que se passa entre O Retorno de Jedi e O Despertar da Força, é falado que a história se passa em uma época de vácuo no poder intergaláctico, após a queda do Império.
Sem a forças imperiais, poderes paralelos surgiram, geralmente comandados por antigos Lordes Imperiais que passaram a atuar como mafiosos ou milicianos. Grande parte do material exibido foi dedicado a mostrar Din Djarin (Pedro Pascal) e o pequeno Grogu em uma missão para invadir e caçar uma base restante, em que um Lorde maligno esconde uma milícia espacial que cobra caro pela falsa segurança dos planetas ao seu redor. As lideranças estão reunidas e claramente descontentes com o serviço prestado. O vilão chega a matar um dos representantes, que traz as reclamações para a mesa. É interessante como eles retratam a imagem do Império pela ótica da decadência e do desconforto. Ninguém ali gosta deles, mas eles se recusam a ‘largar o osso’ e seguem explorando o máximo de pessoas possíveis.
O Lorde Imperial perde toda a pose de bandido no momento exato em que chega a notícia de que o Mandaloriano está no local. Ele sai correndo em direção à saída, enquanto Din e Grogu trucidam uma sala cheinha de Snowtroopers. É uma sequência de ação muito interessante, que explora as habilidades do protagonista, como o uso de armas, lança-chamas e afins, além das artes marciais. Ele é retratado como um cowboy espacial treinado para descer porrada nos imperiais. Após acabar com os capangas, a dupla parte atrás da ameaça principal, dando início a uma sequência de perseguição de tirar o fôlego.
O bandido embarca em um comboio de três AT-AT, levando o Mando a roubar um AT-ST. Apesar de serem feitos em CGI, os veículos robóticos tentam recriar a movimentação desse maquinário mostrada em Star Wars – Episodio V: O Império Contra-Ataca (1980). Então, ele consegue resgatar a sensação retrô, mas com toda a estética moderna da computação gráfica, e funciona muito bem em cena. O Mando e o Grogu vão derrubando um AT-AT por vez, até chegarem ao último, onde o vilão está. Por lá, eles se deparam com um pod sendo lançado no último momento, enquanto o local está carregado de bombas armadas. Grogu fica doidinho, batendo no capacete do pai para irem embora, mas o Mandaloriano se recusa a sair enquanto não concluir sua missão. Ele usa os canhões do próprio AT-AT para derrubar a nave de fuga do Lorde e foge com o garoto no segundo exato da explosão das bombas.
Os protagonistas são resgatados por Zeb, de Star Wars Rebels, que dá uma bronca neles por terem matado o lorde, em vez de levarem o rapaz como refém para extraírem mais informações deles. Ele conduza a duplinha até a Coronel Ward (Sigourney Weaver), que está cuidando de assuntos inacabados imperiais para a Nova República. Ela procura ex-agentes do Império que estejam foragidos e passa suas informações para que caçadores de recompensas tentem capturá-los para o novo governo galáctico. Ela dá uma chamada no Mando, que tem matado seus alvos em vez de levá-los sob custódia, mas diz que gosta de seu serviço. Enquanto passa informações sobre sua próxima missão, ela fica tirando os biscoitos do Grogu, que tenta comer uma badeja sozinho. É muito bonitinho. O pequeno, por sinal, roubou a cena em todos os momentos que apareceu. O auge da fofura cinematográfica.
Ward oferece ao Mando um pagamento muito acima do combinado: ela dá a ele uma Razor Crest novinha, sua nave “de estimação”. Ele estranha e pergunta o motivo desse ‘presente’. Ela diz que ele deve considerar aquilo como um adiantamento para sua próxima missão, que envolve a família dos Hutt. Mando diz que não se envolve mais com mafiosos porque quer dar um bom exemplo para o Grogu, mostrando a ele o caminho correto. Mas a Coronel explica que é uma missão de resgate, já que o Rotta, o Hutt, está desaparecido, e a família está disposta a oferecer informações privilegiadas sobre agentes imperiais para quem trouxer o garoto de volta. Para quem não se lembra, Rotta é o bebê Hutt que rendeu um dos arcos mais legais de Star Wars: Clone Wars, em que Anakin Skywalker e Ahsoka Tano tiveram de resgatar e proteger o bebê das garras de Dookan.
Din hesita, mas fica encantado pela nave e entende que uma missão de resgate pode ensinar algo de positivo ao Grogu. Ele parte com Zeb para falar com os representantes dos Hutt, que concordam em ajudá-lo caso ele traga Rotta de volta. O cartel manda as informações de onde poderão encontrar o garoto, levando o Mandaloriano e o Grogu a um planeta arena com estética meio cyberpunk, onde o protagonista começa sua investigação comprando um sanduíche de carne para o Grogu em uma barraquinha. O atendente é um alienígena com jeitão de macaco-aranha, interpretado por Martin Scorsese. Ele fica surpreso ao ver o Mandaloriano querendo pagar o lanche com moedas da Nova República, e pergunta o que ele faz ali com tanto dinheiro.
Mando responde que está em uma missão em nome dos Hutt, o que aterroriza o vendedor, que tenta dispensar o rapaz o quanto antes para evitar atrair problemas para si. Din até oferece mais dinheiro pela informação, mas o alien não quer arriscar, até que Mando fala o nome Rotta. O vendedor solta um grande riso, aceita as moedas e aponta para um cartaz atrás do protagonista: Rotta não está sequestrado, ele é uma das maiores celebridades do planeta, atuando como gladiador na arena de luta. E ele aparenta se divertir bastante trucidando os adversários. E então, quando o Mandaloriano decide agir… Nosso preview chegou ao fim, deixando um gostinho de quero mais em toda a sala.
Esses 25 minutos deixaram uma excelente impressão, principalmente pelo uso de cenários. A fotografia é muito próxima da utilizada na série, que tinha uma qualidade excelente para TV e aparentemente soube se adaptar para os cinemas. Só que essa disponibilidade de cenários mais ousados – e reais – em vez de contar apenas com as projeções de cenários do telão de LED do ‘The Volume‘, deu ao longa muito mais riqueza visual. A composição dos cenários está incrível e tudo mostrado conseguiu mesclar essa sensação de estar vendo um Star Wars clássico feito com tecnologia moderna. Foi muito interessante.
Star Wars: O Mandaloriano e Groguestreia nos cinemas em 21 de maio de 2026.
Em 2019, a cantora germânica Kim Petras tornou-se um dos nomes mais prolíficos da indústria fonográfica ao lançar duas grandes obras: a primeira foi seu primeiro álbum de estúdio, intitulado ‘Clarity’, que imediatamente tornou-se um sucesso de crítica e de público; e, logo na abertura do mês mais místico do ano, a artista divulga a estreia de sua sobrenatural e ostensivamente darkmixtape chamada ‘TURN OFF THE LIGHT’ – que culminou em uma das melhores peças sonoras dos últimos anos ao unir em um mesmo lugar uma nostalgia musical das clássicas trilhas sonoras cinematográficas do gênero de terror em composição com seu reverberante apreço pela estética EDM.
A partir daí, Petras encontrou um sucesso ainda maior ao se tornar a primeira mulher transexual a conquistar uma estatueta do Grammy após a colaboração de extrema aclamação crítica e comercial “Unholy”, ao lado de Sam Smith, apostando fichas cada vez mais ambiciosas em um rebranding que continua a acompanhá-la até hoje. E, depois de ter marcado presença no álbum ‘143’, de Katy Perry, a cantora e compositora está pronta para embarcar em sua nova era musical com ‘Detour’, cujo lançamento está agendado para o próximo dia 3 de julho.
Petras já nos deu um gostinho do que esperar do compilado de originais com o lead single“Need For Speed”, lançado há algumas semanas – e, agora, nos presenteia com a segunda faixa promocional do disco. Intitulada “Jeep”, a track marca uma grande mudança na estética sonora e até mesmo visual da performer ao abrir espaço para uma inesperada balada country-pop com toques de folktronica. A produção, que coloca Petras ao lado de Nightfeelings, Porches e Eric Cross, caminha com elementos já vistos na discografia da cantora, principalmente quando os sintetizadores irrompem com o fim do refrão, mas há algo bastante peculiar que a artista traz à tona ao nos fazer viajar entre o passado e o presente.
Responsável também pelos versos ao lado de uma gama de compositores, a performer constrói uma familiar e nostálgica história de amor à la ‘Romeu e Julieta’, em que amantes desafortunados enfrentam os obstáculos da vida para ficarem juntos. Mais do que isso, ao trazer a dissonância da folktronica à estrutura da canção, Petras presta uma contundente homenagem a uma de suas maiores inspirações, Madonna, que inclusive a chamou aos palcos do Grammy para sua apresentação com Smith. Não é surpresa que os próprios toques da faixa nos remetam à elogiada “Don’t Tell Me”, single da rainha do pop que integrou o álbum ‘Music’.
“Jeep” pode não ser para o gosto de todos, ainda mais para aqueles que permanecem aguardando o terceiro volume de ‘TURN OFF THE LIGHT’ há alguns anos, mas certamente tem um charme inegável que é característico da powerhouse que Petras se tornou no mundo da música experimental.
O cineasta James Cameron e a The Walt Disney Company enfrentam uma ação judicial por supostamente utilizarem a imagem da atriz de ascendência indígena Q’orianka Kilcher como base para a criação do rosto de Neytiri, protagonista da franquia multibilionária Avatar.
De acordo com informações da Variety, Kilcher afirma que, aos 14 anos, época em que interpretou Pocahontas no longa ‘O Novo Mundo’, de Terrence Malick, teve suas feições extraídas de uma fotografia por orientação direta de Cameron. O diretor teria instruído sua equipe de design a usar os traços biométricos da atriz para compor a personagem interpretada por Zoe Saldaña via captura de movimentos.
“A autora nunca consentiu com o uso de sua imagem pelos réus, seja em Avatar ou em qualquer produto ou promoção relacionada”, afirma o processo, que também cita a Lightstorm Entertainment e diversas empresas de efeitos visuais.
A ação, protocolada no Tribunal Distrital dos EUA na Califórnia, sustenta que a imagem de Kilcher foi replicada em esboços de produção, esculturas tridimensionais e digitalizações de alta resolução. Esse material teria sido distribuído a estúdios de efeitos visuais para consolidar o visual de Neytiri, posteriormente explorado em cinemas, sequências e produtos licenciados sem o devido consentimento.
O advogado principal da atriz, Arnold P. Peter, foi enfático sobre a natureza da denúncia:
“O que Cameron fez não foi inspiração, foi extração. Ele pegou as características biométricas de uma garota indígena de 14 anos, as transformou em um processo industrial de produção e gerou bilhões em lucro sem nunca pedir permissão. Isso não é cinema. Isso é apropriação”, afirmou.
A denúncia ainda detalha um encontro breve entre Kilcher e Cameron em 2009, meses após o lançamento do primeiro filme. Na ocasião, o diretor a convidou para visitar seu escritório. Ao comparecer, um membro da equipe teria lhe entregado um esboço emoldurado feito por Cameron com uma dedicatória manuscrita: “Sua beleza foi minha inspiração inicial para Neytiri. Pena que você estava filmando outro projeto”.
Na época, a atriz não suspeitou de uma exploração comercial sistemática:
“Quando recebi o desenho, achei que era um gesto pessoal, no máximo uma inspiração vaga relacionada ao elenco e ao meu ativismo. Milhões de pessoas se emocionaram com Avatar porque acreditavam em sua mensagem, eu era uma delas. Nunca imaginei que alguém em quem confiei usaria meu rosto de forma sistemática em um processo de design sem meu conhecimento ou consentimento. Isso ultrapassa um limite grave”, declarou Kilcher
A situação teria vindo à tona recentemente, após um vídeo de James Cameron viralizar nas redes sociais. No registro, o cineasta aponta para o desenho original de Neytiri e menciona Kilcher como referência direta.
A ação acusa os réus de violarem uma legislação recente da Califórnia que regula o uso indevido de imagens geradas digitalmente.
“É profundamente perturbador descobrir que meu rosto, quando eu tinha 14 anos, foi usado sem meu conhecimento ou consentimento para criar um ativo comercial que gerou enorme valor para a Disney e Cameron”, concluiu a atriz.
A trama acompanha as paixões, lutas e segredos da família Trueba, abrangendo três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas.
A família é formada por Esteban, o patriarca da família Trueba, um homem volátil e orgulhoso, cujo desejo por terra é lendário e que vive assombrado pela paixão tirânica que sente pela esposa que nunca pode ter por completo; Clara, a matriarca, evasiva e misteriosa, que prevê a tragédia familiar e molda o destino da casa e dos Trueba; Blanca, sua filha, de fala suave, mas rebelde, cujo amor chocante pelo filho do capataz de seu pai alimenta o eterno desprezo de Esteban, mesmo quando resulta na neta que ele tanto adora; e Alba, o fruto do amor proibido de Blanca, uma mulher ardente, obstinada e dotada de luminosa beleza.
Através do cinema, chegamos em algumas histórias encantadoras que nos dão aquele abraço quando mais precisamos. Seja em uma estrada que nos faz enxergar a vida por outros olhos, seja nas lições que os conflitos familiares podem provocar, sempre tiramos aprendizados para nossas próprias trajetórias. Abaixo, uma lista de filmes deliciosos na Netflix para você se encantar:
Hoje Falaremos sobre Aquele Dia apresenta, em duas linhas temporais, uma narrativa que joga seus holofotes em um olhar para o cotidiano de distantes classes sociais. Conflitos familiares, amores proibidos, como lidamos com as feridas da vida, os assuntos são amplos e nos mostram os caminhos e o tempo que leva no reencontrar quando se perde.
Quantas pessoas se veem paradas na vida, presas a uma rotina entediante, marcada por sonhos que, a cada dia que passa, se tornam mais distantes? Pegando esse conflito existencial mundano e transformando em uma fábula deliciosa e repleta de sensibilidade, através de uma protagonista radiante, o longa-metragem sueco Meu Nome é Agneta é, antes de qualquer coisa, um brinde à vida.
Nessa aventura, com técnicas de animação, feita para a juventude e criançada, mas que também trazem boas lições para os adultos, acompanhamos um recorte da vida de um simpático animal que embarca em uma aventura repleta de magia para salvar toda a sua comunidade.
Dusty (Josh O’Connor) está passando por um caos em sua vida. Após perder tudo o que tinha em um incêndio florestal, ele precisa reunir forças para encarar um recomeço. Ele se instala em um acampamento ligado à Agência Federal de Gestão de Emergências dos EUA (FEMA) e, nesse lugar, conhece outras pessoas na mesma situação, como Mila (Kali Reis). Ao mesmo tempo que precisa saber o que fazer da vida, Dusty começa a se reconectar com a filha Callie-Rose (Lily LaTorre), ajudado pela ex-namorada Ruby (Meghann Fahy) e a mãe dela, Bess (Amy Madigan).
Hector (Omar Chaparro) vive seus dias com a mãe e filha, Alma (Mariana Calderón), em uma humilde casa. Com deficiência neurológica adquirida, dedica todo seu tempo para realizar os sonhos da criança. Um dia, é acusado injustamente por um crime terrível e enviado para uma prisão barra-pesada, comandada por um diretor implacável. Aos poucos, Hector conquista a empatia de outros prisioneiros, que fazem de tudo para ajuda-lo a sair daquele lugar.
Encontros e Despedidas
Dirigido por Cathy Garcia-Sampana, o longa-metragem filipino Encontros e Despedidas nos convida a mergulhar nas intimidades de uma família – seus dilemas e confrontos – que vive seus dias na luta de um empreendimento familiar e vê sua rotina completamente alterada pela chegada do primogênito, proprietário de um restaurante nos Estados Unidos.
Manga
Lærke (Josephine Park) é uma mulher que busca os próximos passos no ramo hoteleiro. Mãe da jovem Agnes (Josephine Højbjerg), ela nunca consegue arrumar tempo para a filha. Focada em uma nova missão determinada pela chefe, Joan (Paprika Steen), ela parte para Málaga com o objetivo de convencer o viúvo Alex (Dar Salim) a vender suas valiosas terras, que abrigam uma enorme plantação de mangas. Tudo que ela não esperava era se apaixonar por ele.
Abel (Omar Sy) é um ator francês em plena ascensão na carreira. Já Marion (Sara Giraudeau) é uma recém-divorciada que sonha em ter um food truck. Um dia, esses dois se encontram por acaso e logo nasce uma paixão avassaladora. Com o tempo, precisam enfrentar os obstáculos que aparecem pelo carinho.
Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.
Abordando de forma madura e inteligente o universo das emoções, Goyo, lançado na Netflix, é um caminhar de personagens pelo aprender para entender. Escrito e dirigido pelo cineasta argentino Marcos Carnevale, imerso numa narrativa que contempla a arte e suas relações com as sensações, acompanhamos algumas fases do maior dos sentimentos, sob dois pontos de vistas.
Charli XCX tem tido uma carreira muito interessante desde que estreou no cenário musical em 2013 com o elogiado ‘True Romance’. Já tendo experimentado as vibrantes pulsões da cena rave da capital inglesa, Charli pertence a um grupo de jovens artistas que, na década passada, popularizaram os subgêneros conhecidos como PC music e hyperpop, trabalhando ao lado de nomes como A.G. Cook e SOPHIE para uma maximização exponencial do cenário mainstream em construções elaboradas e totalmente conceituais.
À medida que conquistou mais espaço na indústria do entretenimento, a cantora, compositora e produtora firmou uma identidade que chamou a atenção do público e da crítica, reinventando-se era após era, mas sem deixar de lado a essência do que vinha explorando. Não é surpresa que, em 2024, ela tenha atingido um novo ápice artístico com a expressividade idiossincrática e disruptiva de ‘BRAT’, que levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy Awards e foi nomeado como o melhor álbum do ano por diversos veículos de imprensa (além de aparecer na nossa clássica lista de fim de ano).
Depois de ser escalada para trabalhar na trilha sonora do remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ com o compilado de originais ‘Wuthering Heights’ (que uniu baladas românticas aos conhecidos toques do hyperpop e do synth-pop), Charli mostrou que estava pronta para embarcar em sua próxima era fonográfica, arriscando-se em um cenário diferente do que já esquadrinhara, mas sem abandonar os maneirismos pelos quais seus fãs se apaixonaram. E foi assim que surgiu “Rock Music”, uma música que entrega exatamente o que o título promete.
Acompanhado de um insano e irrefreável videoclipe, Charli adota sua persona rockstar para uma faixa que traz a urgência da guitarra elétrica em um electro-rock pulsante e irruptivo que é acompanhado do conhecido exagero dos sintetizadores que a artista emprega em suas canções – transformando os agressivos riffs do instrumento em um experimento sonoro que soa propositalmente autoconsciente.
Em outras palavras, os versos, assinado por Charli, Cook e Finn Keane, parecem triviais e banais, mas escondem uma certa melancolia que ganha espaço nos versos “acho que a pista de dança morreu, então estamos fazendo música rock agora”, indicando que a artista talvez tenha encontrado um ápice artístico no cenário pop que não acredita ser capaz de recriar (e aqui, refiro-me ao zeitgeist cultural que ‘BRAT’ se tornou, sendo até mesmo utilizado em campanhas políticas).
Infelizmente, detalhes sobre o novo compilado de originais da performer seguem sob segredo, mas de uma coisa temos certeza: Charli está apresentando ao mundo um novo lado de sua efervescente personalidade, e tudo isso sem deixar de lado o conhecido estilo sônico do hyperpop como força-motriz do que ela pretende nos entregar.
As polêmicas judiciais envolvendo ‘Matrix Resurrections’ chegaram oficialmente ao fim. Segundo o The Hollywood Reporter, a Village Roadshow concordou em pagar US$ 57 milhões à Warner Bros. Discovery para encerrar uma disputa de arbitragem sobre o financiamento do longa e de outras propriedades intelectuais.
O valor final representa uma redução significativa em relação aos mais de US$ 125 milhões pleiteados inicialmente pela Warner, ajuste ocorrido após a financiadora entrar com pedido de falência.
A batalha jurídica teve início em 2022, com duas frentes de acusação envolvendo o financiamento da franquia. A Warner acusou a Village Roadshow de violar contratos ao deixar de pagar sua cota de US$ 107 milhões na produção do quarto filme de ‘Matrix’.
Em resposta, a Village Roadshow processou o estúdio na Justiça da Califórnia, alegando quebra de contrato devido à decisão da Warner de lançar ‘Matrix Resurrections’ simultaneamente nos cinemas e no streaming, HBO Max, o que teria prejudicado a bilheteria do longa.
O árbitro do caso deu razão à Warner, concluindo que a financiadora violou os acordos de copropriedade. Além das indenizações, a Village Roadshow perdeu as acusações de concorrência desleal e má-fé que movia contra o estúdio.
O desgaste da parceria de décadas entre as duas empresas é apontado como um dos principais motivos que levaram aVillage Roadshow à falência. Conhecida por cofinanciar sucessos como ‘Onze Homens e um Segredo’, a companhia viu sua relação de trabalho com a Warner ser “destruída irreparavelmente” após o início dos processos.
O acordo de US$ 57 milhões deveria ser quitado até esta quarta-feira.
A disputa também envolvia títulos como ‘Wonka’, ‘Coringa’ e ‘Eu Sou a Lenda’. A Warner encerrou as queixas “sem prejuízo”, permitindo que as acusações sejam retomadas no futuro, caso necessário.
Além disso, durante o processo de recuperação judicial, aVillage Roadshow perdeu seus “direitos derivados” (participação em remakes e sequências) em um leilão vencido pela empresa Alcon por US$ 18,5 milhões. A Warner tentou cobrir a oferta com US$ 19,5 milhões, mas a proposta foi rejeitada.
A organização do Globo de Ouro surpreendeu a indústria ao anunciar mudanças significativas em seu regulamento para a próxima temporada de premiações. Diferente da postura adotada pela Academia do Oscar, o Globo de Ouro sinalizou uma abordagem menos restritiva quanto ao uso de Inteligência Artificial (IA) em filmes e séries.
Conforme reportado pela Entertainment Weekly, as novas diretrizes, divulgadas nesta quinta-feira, exigem transparência, mas não banem a tecnologia. “Todas as inscrições devem incluir uma declaração descrevendo qualquer uso de IA generativa em qualquer parte da produção”, determinam as regras.
Contudo, o uso da ferramenta não resultará em desclassificação automática.
Nas categorias de atuação, a organização estabeleceu um critério baseado na proporcionalidade: “As performances enviadas para as categorias de atuação devem ser derivadas principalmente do trabalho do intérprete creditado”.
O regulamento sugere que atuações auxiliadas por IA ainda poderão concorrer, desde que não sejam “substancialmente geradas ou criadas” pela tecnologia. O Globo de Ouro esclareceu que a expressão refere-se ao nível em que a IA“substitui ou determina materialmente a própria performance, incluindo expressão, movimentos ou entrega vocal”.
A organização reforçou que o uso de ferramentas digitais é permitido, “desde que essas ferramentas sejam usadas apenas para aprimorar ou apoiar uma atuação que permaneça fundamentalmente conduzida por humanos e sob controle criativo do intérprete creditado”. Por outro lado, o uso de voz replicada ou dados biométricos sem autorização expressa do artista permanece estritamente proibido.
A decisão coloca o Globo de Ouro em um caminho oposto ao da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. No início deste ano, o Oscar endureceu suas políticas para proteger profissionais humanos, determinando que:
Apenas papéis “comprovadamente interpretados por humanos com consentimento”podem ser indicados.
Roteiros devem ser obrigatoriamente escritos por humanos para concorrer às categorias de Melhor Roteiro Original e Adaptado.
No Globo de Ouro, áreas como direção, roteiro e animação continuam elegíveis desde que as “contribuições criativas centrais”sejam originadas por indivíduos, utilizando a IA apenas como suporte técnico.
As novas diretrizes chegam em um momento de transição para a premiação, que passou por uma reestruturação profunda após o escândalo de exclusão racial envolvendo a extinta Hollywood Foreign Press Association (HFPA) em 2021. Desde então, o prêmio implementou novas iniciativas de diversidade e expandiu seu corpo de votantes.
A próxima edição do Globo de Ouro está marcada para o dia 10 de janeiro de 2027.
Através do seu Instagram, o showrunner Brad Caleb Kane divulgou uma nova imagem dos bastidores da série ‘Crystal Lake‘, que servirá de pré-sequência ao clássico ‘Sexta-Feira 13‘.
Callum Vinson (‘Chucky’) dará vida ao Jason Voorhees, enquanto Linda Cardellini (‘Scooby-Doo’) viverá sua mãe, Pamela Voorhees.
A narrativa de ‘Crystal Lake‘ acompanhará a juventude de Jason e, principalmente, a trajetória emocional de sua mãe. Na nova versão, Pamela é retratada como uma ex-cantora que abandonou a carreira para cuidar de seu filho com necessidades especiais. Sua vida toma um rumo sombrio após a aparente morte do garoto no lago.
O elenco ainda contará com Nick Cordileone como Ralph — possivelmente uma nova versão do “Louco Ralph”, conhecido por alertar sobre a maldição do acampamento nos dois primeiros filmes; Joy Suprano como Rita, Danielle Kotch como Claudette; e Phoenix Parnevik como Barry. Os dois últimos remetem diretamente aos primeiros conselheiros assassinados por Pamela na trama original.
William Catlett (‘A Thousand and One’), Cameron Scoggins (‘Nashville’), Devin Kessler (‘Godfather of Harlem’) e a novata Gwendolyn Sundstrom completam o elenco.
Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.
Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.
O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.
O encerramento da 9ª temporada de ‘9-1-1’ trouxe uma reviravolta emocionante para Evan “Buck” Buckley. Recentemente, o atorOliver Stark comentou sobre os novos rumos do bombeiro, que deve iniciar uma jornada desafiadora como pai no próximo ano da série.
Nos momentos finais do episódio, foi revelado que Buck acolheu o pequeno Theo, assumindo sua guarda temporária após a morte trágica dos pais da criança em um acidente de carro. O detalhe mais impactante é que Theo é, biologicamente, filho de Buck, embora o personagem tivesse decidido anteriormente não participar da vida do garoto, uma vez que sua participação havia sido apenas como doador de esperma para amigos próximos.
Em entrevista à Variety, Stark explicou as motivações por trás da decisão impulsiva do bombeiro:
“Como acontece com a maioria das decisões, acho que é um pouco dos dois. Tudo acontece ao mesmo tempo. Ele provavelmente sente algum tipo de dever e obrigação, não necessariamente por causa da doação de esperma, mas porque eram seus amigos. E talvez exista também um sentimento de culpa por não ter conseguido salvá-los”, afirmou.
O ator adiantou que a 10ª temporada deve mergulhar na complexidade dessa nova relação e nos obstáculos burocráticos que virão pela frente:
“Agora temos a oportunidade de aprofundar por que ele precisou assumir isso… Quem mais faz parte da vida de Theo e por que ele não recebeu mais apoio do sistema de adoção?”, comentou Stark.
O showrunner e cocriador da série, Tim Minear, também se manifestou sobre a mudança, afirmando que a nova dinâmica será fundamental para a trama dos próximos episódios.
“Acho que é totalmente coerente com o Buck tomar uma decisão dessas sem pensar em todas as consequências. Mas ele realmente quer isso agora. Essa será justamente a exploração da 10ª temporada”, disse Minear.
Lembrando que ‘9-1-1’ já foi oficialmente renovada para sua 10ª temporada.
‘Mortal Kombat II’ já em exibição nos cinemas nacionais, o produtor Todd Garner utilizou suas redes sociais para rebater parte da imprensa especializada. Em uma série de publicações, Garner afirmou que alguns críticos “não entendem nada” do universo da franquia, conforme o ComicBookMovie.
“Algumas dessas críticas estão me fazendo rir. Está claro que essas pessoas nunca jogaram o game e não fazem ideia do que os fãs querem ou de qualquer regra/cânone de Mortal Kombat. Um crítico ficou irritado porque um personagem ‘tinha um olho laser’! Por que ainda permitimos que pessoas sem qualquer amor pelo gênero avaliem esses filmes? Inacreditável”, escreveu o produtor.
A declaração gerou reações mistas. Após um seguidor apontar que a maior parte das avaliações tem sido positiva, Garner esclareceu que seus comentários se referiam apenas a textos específicos que, em sua visão, demonstravam desconhecimento sobre o material de origem.
O debate se intensificou quando outro usuário rebateu a fala do produtor, argumentando que o próprio filme alterou elementos fundamentais da mitologia da saga, citando a criação do personagem inédito Cole Young e mudanças nas origens de Mileena e Kitana. Diante do questionamento sobre a fidelidade ao cânone, Garner respondeu de forma breve: “Justo”.
Embora uma parcela fiel da base de fãs tenha apoiado a postura defensiva de Garner, outros espectadores consideraram a atitude inadequada. Para parte do público, atacar críticos publicamente pode soar desnecessário, especialmente considerando que a recepção geral do longa tem sido satisfatória tanto em bilheteria quanto em crítica.
Lembrando que o filme está programado para estrear no dia 8 de maio.
No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.
O reino de Eternia vai tomar conta da cidade de São Paulo! A Sony Pictures acaba de confirmar a vinda dos protagonistas Nicholas Galitzine e Camila Mendes e do diretor Travis Knight para promover ‘Mestres do Universo‘, aguardado live-action do herói He-Man. O trio estará na capital paulista no final de maio, poucos dias antes da estreia oficial do filme nos cinemas do Brasil, marcada para 4 de junho.
A pré-venda de ingressos começa a partir de 21 de maio.
Durante o painel, foram exibidas cenas inéditas do aguardado live-action, que traz Nicholas Galitzine como Adam/He-Man, Camila Mendes como Teela, Idris Elba como Mentor/Man-At-Arms e Jared Leto como Esqueleto. Agora, nosso editor-chefe Renato Marafon traz a descrição delas a você.
Confira:
MEU DEUS!! Começa com o Adam no nosso mundo dentro do carro de polícia. Tá todando Whats Up do Four Non Blonds. Um monde de gente está correndo. Um monstro pula em cima do carro. O He-man pega sua espada e sai correndo desengonçado. O monstro leva um tiro e voa longe.
Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho.
Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).
A sequência de ‘O Diabo Veste Prada’ já se consolidou como um fenômeno de público e, agora, novos detalhes sobre os bastidores financeiros do projeto foram revelados. Segundo informações da Variety, o estúdio garantiu o retorno do trio icônico, Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt, com salários equivalentes, marcando o reencontro das atrizes após 20 anos do lançamento original.
Meryl Streep, que volta a interpretar a temida editora Miranda Priestly, recebeu uma proposta à altura de seu prestígio. De acordo com quatro fontes da indústria, o estúdio apresentou valores que refletem o valor de mercado duradouro da atriz.
Embora Streep pudesse ter exigido cifras ainda maiores para reviver sua personagem mais emblemática, as fontes afirmam que a atriz, indicada 21 vezes ao Oscar, aceitou um pagamento de US$ 12,5 milhões. No entanto, apesar de Miranda tratar Andy (Hathaway) e Emily (Blunt) como subordinadas nas telas, na vida real a negociação seguiu um caminho de igualdade.
As três atrizes fecharam um acordo de “favored nations”, o que significa que Anne Hathaway e Emily Blunt também receberam cheques de US$ 12,5 milhões cada para reprisarem seus papéis como Andrea Sachs e Emily Charlton.
Os ganhos das estrelas não se limitam ao salário base. Além do montante inicial, o trio garantiu bônus lucrativos de bilheteria, valores extras que são liberados conforme o longa atinge metas de arrecadação pré-estabelecidas.
Bônus desse tipo são comuns para grandes estrelas de Hollywood, mas fontes afirmam que, devido à excelente recepção do público, esses pagamentos já começaram a ser processados. Estima-se que cada uma das atrizes possa ultrapassar a marca de US$ 20 milhões em ganhos totais caso a sequência mantenha o forte desempenho nos cinemas.
Lembrando que a sequência já está em exibição nos cinemas nacionais.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
A última temporada de ‘The Boys’ segue em ritmo acelerado, provando que ninguém está seguro no universo dos heróis da Vought. No episódio mais recente, a série apresentou a morte brutal de um dos membros remanescentes dos Sete: o novo Black Noir.
Conforme o ComicBookMovie, Nathan Mitchell, que deu vida a esta versão do personagem, analisou o erro de cálculo que levou ao seu fim trágico.
“Acho que o Noir pensou algo como: ‘Haha, consegui me vingar’. Ele não imaginava que o Profundo levaria aquilo a esse nível porque ele não queria morrer. Se o Profundo não tivesse pego ele desprevenido daquela forma, acho que não teria conseguido derrotá-lo. Como ele estava sentado e o cabo foi enrolado em seu pescoço, acabou sendo a tempestade perfeita. Noir não acreditava que o Profundo iria transformar aquilo em assassinato naquele momento. Na cabeça dele, era mais como: ‘Você me pega, depois eu pego você’. Você acaba preso nesse ciclo de vingança e perde a noção da relação entre vocês, do que realmente importa e de quão longe tudo está indo”, explicou Mitchell.
O intérprete do Profundo, Chace Crawford, também comentou sobre a guinada sombria de seu personagem e o impacto de filmar a cena em que executa seu antigo aliado.
“Fiquei muito dividido. Pensei: ‘Nossa, isso é muito engraçado’. Como ator, você acaba tendo aquele momento de explosão. Mas, honestamente, foi aí que tudo pareceu real. Eu fiquei tipo: ‘Meu Deus, estamos perdendo personagens’. E o Nathan é sempre incrível. Quando vimos como aquilo aconteceria, pensei: ‘Como vamos filmar isso e fazer funcionar?’. E, de alguma forma, conseguimos. Lembro de assistir durante a ADR e pensar: ‘Uau, isso ficou realmente pesado e sombrio’. Foi triste. Foi um dia muito triste de filmar, porque toda a dinâmica do podcast era muito divertida, toda aquela sátira ao universo da manosfera e a parceria com o Nathan. Foi uma morte muito intensa, feita literalmente com as próprias mãos. Não foi o Capitão Pátria fazendo aquilo, foi o Profundo. Então foi triste. O Profundo enlouqueceu de vez. Ele matou um de seus melhores amigos”, acrescentou.
Na trama, a tensão entre a dupla atingiu um ponto sem retorno após Noir cometer um “genocídio de peixes” em retaliação ao Profundo, que havia assassinado brutalmente o diretor de teatro Adam Bourke.
A gota d’água para o “Senhor dos Mares” ocorreu quando Noir o provocou sobre um vazamento de óleo responsável pela morte de milhões de criaturas marinhas. Em um acesso de fúria, o Profundo estrangulou o companheiro com um cabo e finalizou o ato cravando uma faca no pescoço do herói mascarado.
Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.
O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.
Através do seu Instagram, o diretor Damien Leone revelou que o quarto capítulo capítulo (e possivelmente o último) da franquia ‘Terrifier‘ será ambientado durante o período de Ano Novo.
Vale lembrar que a narrativa do terceiro filme se passou durante o Natal.
“Sem espaço sideral. Sem páscoa. Art vai trazer o Ano Novo,” declarou o cineasta.
Anteriormente, o cineasta havia prometido que o novo filme irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art: Eu adoro o mistério. Essa é a parte mais importante, porque os espectadores estão muito curiosos para saber o mistério por trás [do Art]. Acho que as pessoas não percebem que é o mistério que faz o personagem funcionar tão bem. Se revelarmos muito, perderemos esse elemento. Não devemos ver como a magia é feita, é quase sempre decepcionante. Acredito que há um jeito de explicar a origem dele sem perder esse mistério. É arriscado, mas acredito que a maior parte dos espectadores irá ficar satisfeita. Vocês terão muitas respostas.”
Ele ainda confirmou que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do quarto filme: “Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.“
Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.