A Academia do Oscar se reuniu hoje mais cedo para definir sua posição após as críticas que recebeu pelo seu silêncio diante do ataque ao cineasta palestino Hamdan Ballal, um dos diretores do documentário ‘No Other Land’, vencedor do Oscar deste ano.
Na ocasião, o cineasta Yuval Abraham, co-diretor do documentário, criticou a omissão da Academia em relação ao tratamento cruel que Ballal recebeu das autoridades israelenses.
Ballal foi agredido por colonos israelenses em sua casa na vila palestina de Susiya, na Cisjordânia, e, ao tentar buscar atendimento médico, foi detido pela polícia israelense. Durante sua prisão, ele teria sido agredido e zombado pelas autoridades, que ainda debocharam de sua vitória no Oscar, liberando-o somente no dia seguinte.
Esses artistas se posicionaram contra o silêncio da Academia em relação ao ocorrido, especialmente após uma carta previamente emitida pela instituição, que foi amplamente criticada por Yuval Abraham.
A nova carta foi assinada por mais de 600 membros da Academia, representando todas as divisões da AMPAS. Ela critica a presidente da Academia, Janet Yang, e o CEO Bill Kramer pela carta tardia e superficial emitida sobre o ataque a Ballal, que não mencionava nem o nome do cineasta nem o título do filme.
“Nós nos posicionamos em condenação ao brutal ataque e à detenção ilegal do cineasta palestino vencedor do Oscar, Hamdan Ballal, por colonos e forças israelenses na Cisjordânia.
Como artistas, dependemos da nossa capacidade de contar histórias sem represálias. Cineastas documentais frequentemente se expõem a riscos extremos para iluminar o mundo. É indefensável que uma organização reconheça um filme com um prêmio na primeira semana de março e, depois, falhe em defender seus cineastas poucas semanas depois.
Ganhar um Oscar não é uma tarefa fácil. A maioria dos filmes em competição conta com ampla distribuição e campanhas exorbitantemente caras direcionadas aos membros votantes. O fato de No Other Land ter vencido um Oscar sem essas vantagens demonstra o quanto o filme é importante para os membros votantes.
O ataque a Ballal não é apenas um ataque a um cineasta — é um ataque a todos aqueles que ousam testemunhar e contar verdades inconvenientes.
Continuaremos a acompanhar esta equipe de cineastas. Ganhar um Oscar colocou suas vidas em perigo crescente, e não vamos poupar palavras quando a segurança de nossos colegas artistas estiver em jogo”.
A nota enviada por Yang e Kramer, na quarta-feira, fez apenas uma menção vaga a Ballal, dizendo:
“A Academia condena prejudicar ou suprimir artistas por seu trabalho ou seus pontos de vista.” A carta seguiu dizendo: “Estamos vivendo em um momento de mudanças profundas, marcadas por conflitos e incertezas — ao redor do mundo, nos EUA e dentro de nossa própria indústria. Compreensivelmente, somos frequentemente solicitados a falar em nome da Academia em resposta a eventos sociais, políticos e econômicos. Nesses casos, é importante notar que a Academia representa quase 11.000 membros globais com muitos pontos de vista únicos”.
Membros do comitê executivo da divisão de documentários da Academia, que pediram anonimato, declararam que acharam a carta de Yang e Kramer“embaraçosa e vergonhosa”.
“Foi realmente um erro”, disse um membro do comitê. “Todos nós achamos completamente horrível. Isso gerou muitas pessoas entrando em contato e escrevendo cartas diretamente para Bill e Janet, dizendo: ‘Isso não nos representa. Isso é horrível. Como vocês puderam emitir esse tipo de comunicado?’ E especialmente porque não mencionava o nome de Ballal nem o nome do filme, o que parecia ainda mais insensível.”
Lembrando que anteriormente Yuval Abraham, co-diretor do documentário ‘No Other Land’, expressou profunda decepção com a postura da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Academia do Oscar) diante da prisão e agressão sofrida por seu colega, o cineasta palestinoHamdan Ballal.
Segundo o Deadline, Abraham criticou a inação da Academia, afirmando: “A Academia dos EUA, que nos concedeu um Oscar há três semanas, recusou-se a apoiar publicamente Hamdan Ballal enquanto ele era espancado e torturado por soldados e colonos israelenses”.
O cineasta contrastou essa postura com a da Academia Europeia e de “inúmeros outros grupos de premiação e festivais”, que demonstraram solidariedade.
Abraham revelou que, apesar da pressão de vários membros da Academia do Oscar, especialmente na área de documentários, um comunicado de apoio foi negado.
A justificativa apresentada foi que, como outros palestinos também foram agredidos no ataque dos colonos, o caso poderia ser considerado “irrelevante”para o cinema, e, portanto, não haveria necessidade de uma resposta.
O co-diretor apelou à Academia para que reconsiderasse sua posição e condenasse o ataque:
“Embora Hamdan tenha sido claramente alvo por fazer ‘No Other Land’ (ele se lembrou dos soldados brincando sobre o Oscar enquanto o torturavam), ele também foi alvo por ser palestino – como inúmeros outros todos os dias que são desconsiderados. Isso, aparentemente, deu à Academia uma desculpa para permanecer em silêncio quando um cineasta que eles homenagearam, vivendo sob ocupação israelense, mais precisava deles. Não é tarde demais para mudar essa postura. Mesmo agora, emitir uma declaração condenando o ataque a Hamdan e à comunidade de Masafer Yatta enviaria uma mensagem significativa e serviria como um obstáculo para o futuro”.
Lembrando queHamdan Ballal foi liberto recentemente após ser detido e espancado por colonos judeus em sua casa, próxima à aldeia de Susiya. Ele relatou ter sido severamente agredido na presença de soldados israelenses armados.
“Foi um ataque muito, muito forte”, disse Ballal. “Eu senti que ia morrer, porque o ataque foi tão forte, eu sangrava de todos os lugares. Eu estou chorando profundamente do meu coração. Eu sinto dor em todo o meu corpo. Então, eles continuaram me atacando por uns 15-20 minutos”.
As Forças de Defesa de Israel e a Polícia de Israel negaram envolvimento na agressão. As autoridades israelenses afirmaram que Ballal foi detido sob suspeita de jogar pedras, danificar propriedades e comprometer a segurança da área.
A polícia informou que a investigação está em andamento, mas Ballal nega as acusações.
“Eu não joguei pedras, eu não fiz problemas com os colonos”, disse Ballal.
‘Teddy Ruxpin’, o ursinho falante que marcou a infância de muita gente, está de volta! A Variety informou que um filme live-action do brinquedo está em desenvolvimento pela Amazon MGM Studios.
Segundo a publicação, o filme terá uma abordagem parecida com a de ‘Sonic: O Filme’ misturada com o tom de ‘Um Duende em Nova York’. Para quem não sabe, Teddy Ruxpin é, na verdade, uma criatura chamada “illiop” e não um urso.
A produção ficará por conta de Dwayne Johnson e Dany Garcia, através da Seven Bucks Productions, em parceria com a Story Kitchen. O roteiro será escrito por Chris Hazzard e Mike Fontana.
Lançado em 1985, Teddy Ruxpin foi o primeiro brinquedo falante animado do mundo e se tornou um sucesso global, com mais de oito milhões de unidades vendidas. O ursinho também foi nomeado um dos “100 Maiores Brinquedos de Todos os Tempos” pela revista TIME e gerou uma franquia de US$7 bilhões, que inclui uma série animada e outros produtos.
A cerimônia do Oscar 2026 acontece hoje, e a estrela Nicole Kidman compartilhou recentemente como funciona sua preparação para a noite mais importante do cinema. Conforme à Variety, a atriz revelou um hábito curioso: ela não abre mão de sua rotina espiritual, mesmo em dias de premiação.
“Pode parecer loucura, mas eu vou à igreja pela manhã. Vamos encaixar isso na agenda… Isso me centra. É o que eu costumo fazer aos domingos”, afirmou Kidman, que está confirmada como uma das apresentadoras da noite.
Apesar de suas filhas, Sunday e Faith, terem participado de eventos pré-Oscar, como o jantar da Chanel, elas não acompanharão a mãe na cerimônia nem nas festas oficiais.
Kidman explicou que, por ser uma noite de domingo, a prioridade será o descanso da família: “Elas estão de férias de primavera, então basicamente vamos para casa, tomar um banho e dormir”, disse a atriz, embora tenha admitido, entre risos, que talvez mude de ideia e passe em uma ou duas festas após o evento.
Para o público brasileiro, a edição deste ano tem um peso especial. O cinema nacional vive um momento histórico com o longa ‘O Agente Secreto’, que conquistou quatro indicações: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator paraWagner Moura e Melhor Elenco, esta última, uma categoria inédita na premiação.
Além disso, o Brasil marca presença na categoria de Melhor Fotografia comAdolpho Veloso, reconhecido por seu trabalho em ‘Sonhos de Trem’.
No Brasil, a cerimônia será transmitida ao vivo pela Rede Globo neste domingo, 15 de março, a partir das 21h (horário de Brasília), logo após o Fantástico. A cobertura na TV aberta será comandada por Maria Beltrão, com comentários especializados de Waldemar Dalenogare e a participação da atriz Dira Paes.
Kevin Spacey foi deixado em liberdade sob fiança nesta quinta-feira (16) depois de comparecer a um tribunal de Londres acusado de quatro crimes sexuais.
Visivelmente com semblante calmo e confiante, o astro de 62 anos, compareceu voluntariamente ao Tribunal de Magistrados de Westminster para enfrentar acusações que ele nega.
De acordo informações passadas, a Promotoria reconheceu sua “total cooperação” na investigação, mas pediu que ele entregasse seu passaporte e dormisse em sua residência em Londres até a próxima audiência, que o juiz marcou para 14 de julho no Tribunal da Coroa de Southwark, no sul de Londres.
“Ele deverá responder a essas acusações se quiser seguir em frente com sua vida”, argumentou seu advogado. “Onde vai se esconder? Ele mora nos Estados Unidos e pode ser extraditado. Sua família, seu cachorro de nove anos estão nos Estados Unidos”, insistiu.
“Seu trabalho exige que ele vá a reuniões, compareça a castings, encontre-se com diretores e roteiristas”, defendeu, declarando-se convencido de que Spacey “continuará a comparecer” à justiça britânica.
Lembrando queKevin Spacey foi novamente acusado de assédio sexual por três homens no Reino Unido nesta quinta (26), onde a investigação foi feita pela polícia de Londres e pelo Crown Prosecution Service, que revisou informações e autorizou acusação formal contra o ator.
“Ele também foi acusado por fazer uma pessoa se envolver em atividade sexual com penetração sem consentimento. As acusações seguem uma revisão das evidências reunidas pela polícia metropolitana em sua investigação”, informa.
Lembrando que, em 2017, foi acusado porAnthony Rapp de assédio quando ator tinha apenas 14 anos. A partir disso, mais de 20 homens denunciaram supostos crimes de Spacey, ocorridos entre 1995 e 2013.
Representação artísrtica do ator Kevin Spacey, à esquerda, no banco dos réus do Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres. — Foto: ASSOCIATED PRESS
É difícil saber o que nos atingiu ao final da projeção de “Amor”, uma obra tão forte e poderosa quanto um soco no estômago. Sucesso no Festival de Cannes de 2012, onde recebeu a honraria máxima, a Palma de Ouro, como o melhor filme do evento, a obra do diretor alemão Michael Haneke foi uma das grandes surpresas no Oscar 2013, recebendo nada menos do que 5 indicações, o que para uma pequena produção passada toda dentro de um apartamento, com basicamente dois atores apenas, sem dúvidas é um grande feito.
“Amor” está indicado nas categorias de melhor diretor para Haneke, melhor filme, melhor filme estrangeiro, melhor roteiro original e melhor atriz para a octogenária Emmanuelle Riva. Na trama do roteiro escrito pelo próprio diretor, Georges e Anne são um casal de idosos franceses apaixonados e ativos. No auge de seus 80 anos os dois ainda saem sozinhos para ir ao teatro ou restaurantes, e se divertem com a volta para casa no ônibus à noite, onde ainda interagem com longas conversas.
Até que num dia, Georges precisa finalmente lidar com a velhice quando sua companheira apresenta sinais de desgaste e severas enfermidades acarretadas pela idade avançada. O cineasta Haneke começou a carreira em seu país de origem dirigindo filmes para a TV ainda na década de 70, mas foi somente em 1997 que chamou verdadeiramente a atenção do mundo da sétima arte ao escrever e dirigir o subversivo “Violência Gratuita”. Exatamente dez anos depois o diretor tentaria sua única incursão no cinema americano refilmando ele mesmo a obra, com a versão americana de “Violência Gratuita”, com Naomi Watts como a protagonista, sem o mesmo impacto e extremamente criticada. Entre o repertório dos filmes mais elogiados do cineasta estão “A Professora de Piano” (sensação no Festival de Cannes de 2001), “Caché” (igualmente um chamariz em Cannes, 2005) e “A Fita Branca” (indicado para os Oscar de melhor fotografia e filme estrangeiro). Tudo isso faz de Haneke um dos cineastas mais prestigiados da atualidade.
Aqui Haneke cria tudo com maestria, seja na precisão dos diálogos mundanos que nos levam instantaneamente a participar da história como se estivéssemos vendo uma fatia da vida, e nunca uma representação dela. Ou na condução de sua direção, ritmo e narrativa. É inconcebível saber que nos EUA críticos de cinema dormiram na projeção dessa impactante obra. Em momento algum é possível se desligar de um filme que possui tamanha urgência como esse. É sufocante, desesperador e completamente emotivo. O casal de protagonistas daria um texto à parte. Emmanuelle Riva, que interpreta a enferma Anne foi lembrada no Oscar merecidamente, e em minha opinião (mesmo sem ter assistido ainda as performances de Jennifer Lawrence e Jessica Chastain) deveria levar o prêmio devido às limitações que sua idade avançada acarreta na interpretação, ela está esplêndida. A injustiça vem na forma do esquecimento de Jean-Louis Trintignant, o veterano ator francês possui um desempenho tão forte, e até mais difícil do que o de sua companheira de elenco. Ele é o receptor, e o que precisa reagir à atuação de Riva.
“Amor” possivelmente é o melhor filme de 2012 que assisti até agora (ainda faltam alguns). Dizem que um filme precisa falar com você, precisa te dizer alguma coisa, penetrar para causar aceitação. E nada faz isso melhor do que o roteiro, a história apresentada na tela, por mais que todos os outros elementos entrem em cena. A história de “Amor” é muito forte, é muito poderosa para ser ignorada. Nos deixa fragilizados, indefesos, sabendo que tal situação é inevitável para todos nós. Nos mostra como a vida é cruel para os seres do planeta, como o arco de nossas vidas naturalmente se desfecha, sem pedir permissão, sempre causando dor. Saber lidar com ela é uma arte quase impossível, que poucos iluminados e esclarecidos dominam. É dentro desse parâmetro que “Amor” é tão importante, não existe fantasia, grandiosidade ou novidade, é apenas real. Um apartamento, duas pessoas, e um grande amor.
‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ bateu ‘Guardiões da Galáxia’ como a maior arrecadação dos cinemas norte-americanos em 2014. Esta é a segunda vez consecutiva que um título da franquia distópica consegue o feito.
O terceiro filme da série ‘Jogos Vorazes’ acumulou US$ 335,2 milhões, ultrapassando os US$ 333,1 milhões da aventura espacial da Marvel, o segundo maior filme do ano passado nos EUA.
Em ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2‘, com a nação de Panem em plena guerra, Katniss (Jennifer Lawrence) decide montar uma resistência com um grupo de amigos próximos – incluindo Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin) e Peeta (Josh Hutcherson) – para derrubar o Presidente Snow (Donald Sutherland). Eles arriscam suas vidas em uma missão para tentar assassinar o tirano líder, que fica cada vez mais obcecado em destruir Katniss. As armadilhas mortais, inimigos e escolhas morais que esperam por Katniss, porém, vão desafiá-la mais do que qualquer área que ela já enfrentou.
Novamente dirigida por Francis Lawrence (que comandou os dois últimos filmes da série), a sequência estreia no Brasil, em cópias 2D e IMAX 3D, no dia 19 de novembro.
Até então, o recorde da Walt Disney para bilheterias domésticas (América do Norte – Estados Unidos e Canadá) era de US$ 1,7 bilhão conquistado em 2013 com ‘Homem de Ferro 3‘ e Let It Gooooo, quer dizer, ‘Frozen – Uma Aventura Congelante‘.
Também ajudaram muito o estúdio chegar a casa dos US$ 2 bilhões em 2015, além de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘, ‘Vingadores – Era de Ultron‘ (US$ 459 milhões), ‘Divertida Mente‘ (US$ 356 milhões) e ‘Cinderela‘ (US$ 201 milhões).
Isso é que o a gente chama de diversidade, quatro grandes longas advindos de quatro conglomerados: Lucasfilm, Marvel Studios, Pixar Animation e Walt Disney.
Foi liberado o novo trailer oficial de ‘Yoga Hosers‘, próxima comédia de horror do cineasta Kevin Smith (‘O Balconista’). Trata-se de um spin-off de ‘Tusk‘, e o segundo longa da trilogia ‘True North’.
Na trama, Harley Quinn Smith e Lily-Rose Depp são duas garotas de 15 anos com o mesmo nome e que desejam ir para a festa do cara mais conhecido da cidade, conforme iremos conferir no vídeo abaixo.
No entanto, forças estranhas colocarão várias dificuldades em seus caminhos para que a dupla não chegue a festa. Para isso acontecer, ela contarão com a ajuda de um caçador canadense vivido por… Johnny Depp. Pai e filha no mesmo longa, que legal.
Escrito e dirigido por Smith, ‘Yoga Hosers‘ acompanha duas garotas de 15 anos, Colleen Collette (feita por Lily-Rose Depp, filha de Johnny Depp) e Colleen McKenzie (Harley Quinn, filha de Smith), que travam uma batalha contra um mal antigo que ressurge no Canadá. Durante o treinamento, elas contarão com a ajuda de uma lenda de Montreal, Guy Lapointe (vivido por um Depp mais velho). Stan Lee também participa.
‘Yoga Hosers‘ servirá como sequência para o inédito ‘Tusk‘, também de Smith, que será exibido no Festival de Toronto, em setembro. Os títulos fazem parte de uma trilogia chamada de ‘True North‘, sobre mitos e cultura canadenses.
O elenco, inclusive, é o mesmo em ambas as produções: Michael Parks, Justin Long, Haley Joel Osment, Genesis Rodriguez, Ralph Garman, Jennifer Schwalbach e Harley Morenstein.
As novidades são Tony Hale, Natasha Lyonne, Austin Butler, Adam Brody, Tyler Posey e Jason Mewes.
Segundo a Variety, o drama terá 195 minutos (3 horas e 15 minutos) de duração.
Scorsese levou duas décadas para conseguir financiamento para o projeto. Ele originalmente planejava rodá-lo no final da década de 90.
Baseada no livro ‘O Silêncio’, do escritor japonês Shusaku Endo, a trama se passa no século XVI e acompanhe o padre Rodrigues (Garfield), jesuíta português que viaja ao Japão e é acusado de abandonar a Igreja Católica. Na época, cristãos eram perseguidos e obrigados a praticar sua fé clandestinamente.
A HBO liberou novas imagens referentes ao episódio deste domingo de ‘Westworld’.
Se você acompanha a série, precisamos concordar que ela está sensacional. Mas se você ainda não assiste ao TV Show, dá uma chance, vai, não custa nada!
Confira, com o teaser:
Ed Harris
Vale lembrar que segundo a HBO, os dez episódios da primeira temporada custaram altíssimos US$ 100 milhões, valor gasto por um blockbuster em Hollywood.
Somente no primeiro episódio, o canal gastou US$ 25 milhões com as refilmagens e efeitos especiais.
Entre os gastos estão os salários de Anthony Hopkins e Ed Harris, que ganharam em torno de US$175 mil por episódio.
O gasto gerou lucros, e o episódio de estreia de ‘Westworld‘ bateu um recorde no canal.
Cerca de 3,3 milhões de pessoas assistiram ao Season Premiere no domingo, que inclui o Ao Vivo e as plataformas HBO NOW e HBO GO.
A número comprova que o TV Show conseguiu o melhor desempenho de um primeiro episódio desde a primeira temporada de ‘True Detective‘, que em 2014 também atraiu 3,3 milhões de pessoas.
A 20th Century Fox liberou nessa madrugada a cena de abertura de ‘Alien – Covenant‘.
Além de você conferir todos os integrantes da nave que dá nome ao filme, o destaque fica por conta de James Franco, que interpreta o capitão da Covenant.
Assista, com o trailer:
O filme chega aos cinemas nacionais de 11 de maio de 2017, uma semana antes de estrear nos EUA (19 de maio de 2017).
A caminho de um planeta remoto no local mais longínquo da galáxia, a tripulação da nave colonial Covenant descobre aquilo que eles achavam ser um paraíso inexplorado. Na verdade, trata-se de um mundo sombrio e perigoso que tem como seu único hospedeiro o androide David (Michael Fassbender), sobrevivente da amaldiçoada expedição Prometheus.
O elenco conta com Billy Crudup (‘Watchmen’), Katherine Waterston (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’), Danny McBride e Demián Bichir (‘Os 8 Odiados’), Carmen Ejogo (‘Selma’), Jussie Smollett (‘Empire’), Amy Seimetz (‘Upstream Color’), Callie Hernandez (‘Machete Mata’) e James Franco.
Noomi Rapace, que interpretou a Dra. Elizabeth Shaw em ‘Prometheus‘, retorna para uma participação especial.
A ideia é que a franquia iniciada com ‘Prometheus‘ encoste nos eventos de ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘, de 1979.
Michael Green (‘Lanterna Verde’) assina o roteiro, substituindo o novato Jack Paglen. Green recentemente escreveu o roteiro do novo ‘Blade Runner‘ ao lado de Ridley Scott.
Criada por Jenji Kohan de ‘Weeds‘, ‘Orange is the New Black‘ é uma instigante, divertida e evocativa série sobre a vida em uma prisão feminina. Baseada no best-seller de Piper Kerman, a nova temporada de Orange mergulha mais fundo nas tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. Tomada por novos detentos e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.
A Fox e a CBS voltaram a desenvolver ‘How I Met Your Father‘, spin-off do mega sucesso ‘How I Met Your Mother‘.
O canal CBS havia adiado o projeto indefinidamente após os roteiristas Isaac Aptaker e Elizabeth Berger serem promovidos a showrunners de ‘This is Us‘, série que eles também roteirizam.
Segundo o Deadline, o projeto voltou a ser desenvolvido com novos roteiristas. A presidente da Fox, Dana Walden, disse ao site:
“Eles vão começar do zero. A série será criada lentamente. Se é a ideia funcionar, vamos filmar a série”.
A ideia da nova produção seria contar a história de vida de um determinado grupo de amigos a partir da visão feminina, enquanto no original toda a trama partia de Bob Saget.
Não foi revelado se o canal está à procura de novos roteiristas para ‘How I Met Your Father‘.
Já vimos filmes serem adiados, mas trailer é a primeira vez. Após anunciar que o trailer de ‘Jurassic World – Reino Ameaçado’ (Jurassic World: Fallen Kingdom) seria lançado nessa quinta-feira, 30, a Universal Pictures voltou atrás.
O estúdio removeu o anúncio e enviou um comunicado afirmando que se precipitou ao divulgar a data do lançamento do trailer, que não será mais divulgado nesta quinta-feira. Uma nova data será anunciada em breve.
Vale lembrar que logo após o anúncio, a Marvel confirmou que o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ também será lançado nesta quinta, dia 30.
Confira a sinopse:
Com toda a maravilha, aventura e emoções sinônimos de uma das franquias mais populares e bem sucedidas na história do cinema, este novo evento cinematográfico trará o retorno de personagens e dinossauros favoritos – juntamente com novas raças mais inspiradoras e aterradoras do que nunca.
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A série gira em torno das desventuras de um cientista bêbado/gênio e seu socialmente esquisito neto, Morty. Suas missões tendem a ter consequências em sua família disfuncional, especialmente o seu pai, Jerry.
Especula-se que os novos episódios só estrearão em 2019.
Quando Dario Argento lançou ‘Suspiria‘ em 1977, o terror se transformou em um cult instantâneo por trazer uma inovadora e extremamente sombria trama, trazendo um estilo onírico e surreal que foi replicado em diversos filmes de terror posteriormente.
Era o cinema em sua melhor forma de arte, trazendo diversas metáforas poderosas sobre a sociedade e sua relação com as mulheres, transformando a sétima arte de uma maneira similar ao realizado por Hitchcock com ‘Psicose‘ – mas com escala menor, é claro!
Os cineastas parecem não entender que os clássicos devem permanecer intactos, mesmo após o micão que Gus Van Sant passou com o remate de ‘Psicose‘ em 1998. É praticamente impossível uma refilmagem chegar aos pés do original, então tentar é uma audácia.
Após surpreender com ‘Me Chame pelo seu Nome‘ (Call Me by Your Name), o diretor italiano Luca Guadagnino decidiu realizar um remake do clássico ‘Suspiria‘. E o resultado é pra lá de polêmico, e promete polarizar opiniões.
Na trama, Susie Bannion (Dakota Johnson) é uma jovem bailarina americana que vai para a prestigiada companhia de balé Markos Tanz, em Berlim. Ela chega assim que Patricia (Chloë Grace Moretz) desaparece misteriosamente. Tendo um progresso extraordinário, com a orientação de Madame Blanc (Tilda Swinton), Susie acaba fazendo amizade com outra dançarina, Sara (Mia Goth), que compartilha com ela todas suas suspeitas obscuras e ameaçadoras.
Aos poucos, Sara e Susie começam a descobrir um obscuro segredo das mulheres que comandam o local, no coração de Berlim.
O filme começa muito bem, com uma interpretação espetacular de Chloë Grace Moretz em um surto psicótico, deixando um suspense no ar o tempo todo e fazendo perguntas sem respostas, que nos deixam bastante intrigado.
Quando Dakota Johnson entra em cena, ela demonstra uma linguagem corporal absurdamente bem desenvolvida durante suas cenas de balé e se destaca. Mas não demora muito para que sua personagem seja submetida a uma carga dramática maior, e a atriz não consegue entregar. Com uma atuação insossa, Dakota parece estar incorporando Anastasia Steele, sua personagem na infame franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘. Em alguns momentos esqueci que estava assistindo ‘Suspiria‘ – parecia “Anastasia Steele entra para o balé demoníaco“. Foi um grande erro de casting dar um papel tão desafiador para uma atriz sem muitas expressões.
Tilda Swinton está sempre sensacional e dá um show interpretando a Madame Blanc, mas é boicotada por alguns momentos vergonha alheia que o roteiro e o diretor proporcionam.
Em seu segundo ato, ‘Suspiria‘ começa a perder seu encanto. O ambiente de tensão sufocante criado por Guadagnino vai dando espaço para um show de horrores mal executado, com atuações risíveis e situações que estragam tudo aquilo de positivo que havia sido construído.
O climax tão aguardado, baseado no conceito horripilante de ‘Suspiria di Profundis‘, é extremamente piegas e faz rir ao invés de assustador. Mal dirigido e cafona, usa litros de sangue e efeitos especiais duvidosos no momento que deveria ser mais épico, estragando tudo aquilo que havia sido realizado.
Porém, vale lembrar que cinema é arte e está aberto a diversas interpretações. Como eu havia mencionado no início dessa crítica, ‘Suspiria‘ é um filme que irá polarizar opiniões: ou você ama, ou odeia. Não existe meio termo aqui. E por isso, o remake é notório. Ele irá causar sensações em você, pelo bem ou pelo mal.
Um documentário que mostra em detalhes a difícil jornada de dois cineastas para atingir um sonho impossível: criar Com amor, Van Gogh, o primeiro longa de animação da história feito completamente com pinturas.
Curiosidades:
» Com amor, Van Gogh foi o primeiro filme de animação totalmente pintado em quadros;
» A trama da animação britânica e polonesa se baseia nas mais de 800 cartas escritas pelo próprio Vincent Van Gogh;
» Depois que as cenas eram filmadas, 85 pintores recriaram os 62.450 frames em formas de pinturas individuais a óleo;
» Uma equipe de mais de 100 artistas profissionais pintaram a mão cada quadro do filme;
O ator fará o papel central de Soldier Boy, uma espécie de ‘Capitão América’ que lutou na Segunda Guerra Mundial, e se tornou a primeira super celebridade e um dos pilares da cultura americana por décadas.
Ackles fez o anúncio em seu feed do Instagram, e o Amazon Prime Video confirmou Ackles no elenco.
Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em
Nos quadrinhos , Soldier Boy é uma versão covarde e desajeitada do que o Capitão América deveria ser. Através dos eventos da história, ele é usado e abusado (com um capitólio “A”) por Billy Butcher e Homelander.
“Quando eu era criança, tive um sonho louco e impossível: dar a Jensen Ackles um emprego remunerado. Fico feliz em dizer que esse sonho se tornou realidade. Jensen é um ator incrível, uma pessoa ainda melhor, cheira a chocolate quente, e eu o considero um irmão. Como Soldier Boy, o primeiro super-herói, ele trará muito humor, emoção e perigo para o papel. Mal posso esperar para estar no set com ele novamente e trazer um pouco de Supernatural para os meninos”.
Lembrando que a 2ª temporada estreia em 04 de setembro.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
O astro está no meio de uma luta com a Warner Bros. após ele afirmar que sofreu abuso no set de ‘Liga da Justiça‘, e foi cortado de ‘Flash‘ após revelar publicamente que não trabalharia mais com o diretor da DC Films, Walter Hamada.
“Eu definitivamente pegaria o telefone [se ele me convidasse para Liga da Justiça 2]. Não tem como eu não atender o telefone, isso é loucura. Mesmo se ele apenas me ligasse para dizer o que está fazendo, eu atenderia. Nem que fosse para fazer um zumbi coadjuvante em Madrugada dos Mortos.”, afirmou o ator.
Recentemente, o ator afirmou estar revoltado pois acredita que o chefe da DC, Walter Hamada, interferiu na investigação em que ele alegava abusos no set de ‘Liga da Justiça‘.
“Recebi a confirmação oficial de que a Warner Bros. Pictures decidiu me remover do elenco de The Flash”, começou Fisher. “Discordo totalmente da decisão deles, mas não é surpreendente. Apesar do equívoco, o envolvimento de Ciborgue em The Flash foi muito maior do que uma participação especial – e enquanto eu lamento a oportunidade perdida de trazer Victor Stone de volta à tela, trazer a consciência para as ações de Walter Hamada provará ser uma contribuição muito mais importante para o nosso mundo. ”
Walter Hamada renovou seu contrato como presidente da DC Films, e vai permanecer no cargo até 2023.
Entenda o caso
O ator Ray Fisher fez sérias acusações contra o diretor Joss Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.
“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.
Joss Wheadon’s on-set treatment of the cast and crew of Justice League was gross, abusive, unprofessional, and completely unacceptable.
He was enabled, in many ways, by Geoff Johns and Jon Berg.
Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou o atorRay Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Joss Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.
Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que Joss Whedon estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.
No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith endorsou os comentários de Fisher:
“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou.
Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.
Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.
Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas ZackSnyder prometeu que dará ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, que chega no Brasil em VOD dia 18 de Março.
O novo filme nacional da Netflix, intitulado 7 Prisioneiros, teve data de estreia divulgada pelo streaming.
A produção estreia no catálogo dia 11 de novembro.
Abrindo com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa sobre escravidão recebeu vários elogios pela direção de Alexandre Moratto e pela profundidade de seu roteiro – que explora a escravidão moderna de forma educativa e brutal.
Confira:
“Poderia ser um thriller, mas meras sensações são baratas e Moratto almeja algo com um viés mais documental, sombrio e meditativo”. – Brad Wheeler, Globe and Mail
“[Uma] peça de gênero eficiente e bem pensada…” – Guy Lodge, Variety
“É tão envolvente quanto deprimente e brutalmente educativo”. – Anna Smith, Deadline Hollywood Daily
“Leva o tópico da escravidão moderna como um ponto de partida para um conto de moralidade que se torna cada vez mais complicado e satisfatório à medida que avança”. – Wendy Ide, Screen International
“7 Prisioneiros é um segundo longa-metragem tenso e bem arredondado do diretor Alexandre Moratto”. – Ben Rolph, AwardsWatch
Na trama, o jovem Mateus (Malheiros) sai do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em um ferro velho de São Paulo comandado por Luca (Santoro). Chegando lá, acaba se tornando vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão.
A produção é de Ramin Bahrani (diretor indicado ao Oscar® com O Tigre Branco, também da Netflix) e Fernando Meirelles (indicado ao Oscar® com Cidade de Deus), com a O2 Filmes, e o roteiro é assinado por Thayná Mantesso e pelo diretor Alexandre Moratto. Conhecido por seu trabalho em Sócrates (2018, vencedor do Spirit Awards), este é o segundo longa metragem do cineasta brasilo-americano.
O longa acompanha Harper, uma jovem que, após se tornar viúva, decide ir morar sozinha no interior da Inglaterra. Vivendo o seu luto, ela começa a perceber que alguém está lhe perseguindo e suas memórias e medos voltam para assombrá-la.
Assista ao trailer e confirma as críticas dos principais veículos:
“Performances fascinantes de Jessie Buckley e de um verdadeiramente camaleônico Rory Kinnear fazem deste… início de conversa um destaque de gênero não convencional”– The Hollywood Reporter
“O público está praticamente garantido para ficar aterrorizado com essa aposta de folk-horror bizarro, mesmo que alguns espectadores não concordem sobre o que os incomodou sobre isso”– Variety
“Um pastiche de folk-horror britânico nada sutil e esquemático, mas muito bem atuado…” – The Guardian
Além de Buckley, a indicada ao Oscar por A Filha Perdida,Rory Kinnear (‘007 – Sem Tempo Para Morrer’) e Paapa Essiedu (‘I May Destroy You’) também estão no elenco.
Garland também assina o roteiro do filme. Ele também está trabalhando em seu novo filme com a A24, com Kirsten Dunst e Wagner Moura no elenco.
‘The Flash‘ teve uma queda brutal de 73% em relação à estreia inexpressiva de US$ 55 milhões. É uma queda muito maior do que as adaptações recentes da DC, incluindo ‘Adão Negro‘ (59%) e ‘Shazam: A Fúria dos Deuses‘ (69%), que acabaram perdendo muito dinheiro para o estúdio.
A adaptação dos quadrinhos terminou o fim de semana em terceiro lugar, com míseros US$ 15,3 milhões
No geral, é um fim de semana caótico nas bilheterias, já que ‘Homem-Aranha através do Aranhaverso‘ retornou ao primeiro lugar (em seu quarto fim de semana de lançamento, nada menos) com poderosos US$ 19,3 milhões.
A grande surpresa do final de semana, no entanto, fica por conta da animação ‘Elementos‘, que, apesar da estreia morna, deve apresentar uma queda de apenas -37%, e ficou em segundo lugar com US$ 18,5 milhões. Para termos de comparação, a nova animação da Pixar deve registrar uma retenção melhor que ‘Toy Story 4‘ (52%), ‘Procurando Dory‘ (46%) e ‘Divertida Mente‘ (42%).
Apesar de sua passagem decepcionante pelas telonas, ‘The Flash‘ conseguiu ultrapassar US$ 200 milhões em seu segundo final de semanas nas bilheterias mundiais, uma marca que, por exemplo, não foi alcançada por ‘Morbius‘ (US$167.4M) – outro fracasso do gênero.
Então por que ‘The Flash‘ está sendo considerado um fracasso ainda maior?
Por causa do orçamento. Enquanto ‘Morbius‘ foi orçado em US$ 75 milhões, o longa dirigido por Andy Muschietti custou gigantescos US$ 200 milhões para sair do papel.
De acordo com o Collider, a Warner Bros. ainda gastou em torno de US$ 65-150 milhões para o marketing do filme, indicando que a produção precisaria arrecadar ao menos US$ 400 milhões para se pagar.
Os próximos lançamentos cinematográficos da DC, antes do antecipado reboot desenvolvido pelo James Gunn, serão ‘Bezouro Azul‘ e ‘Aquaman e o Reino Perdido‘. Será que eles conseguirão escapar do mesmo destino das produções recentes do estúdio?
Assista nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:
Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.
Sasha Calle, Michael Shannon, Ron Livingston, Maribel Verdú, Kiersey Clemons e Antje Traue completam o elenco.
O ator Percy Hynes White não vai reprisar seu papel como Xavier Thorpe na segunda temporada de ‘Wandinha‘.
White, que interpretava o interesse amoroso da protagonista vivida por Jenna Ortega, acabou sendo afastado da atração depois que foi acusado de embriagar jovens em uma festa na tentativa de ter relações sexuais com elas sem consentimento.
Segundo as alegações, os abusos ocorreram antes do ator atuar na série, quando ainda vivia em Toronto, no Canadá, e tinha entre 17 e 20 anos.
Ao que parece, ele e um grupo de amigos organizavam festas para as quais convidava mulheres com a intenção de embriagá-las e se aproveitarem fisicamente delas.
Em junho, White e sua família haviam negado as acusações, alegando que “nunca conheceu” as vítimas e as denunciou por promoverem “uma campanha de desinformação na internet”.
A Netflix anunciou, hoje, o início das gravações da segunda temporada de Wandinha na Irlanda e vários novos nomes que entram para o elenco da série.
Retornam e entram para o elenco principal: Catherine Zeta-Jones, Luis Guzmán, Isaac Ordonez e Luyanda Unati Lewis-Nyawo.
A maior novidade é a adição de Christopher Lloyd (‘De Volta Para o Futuro’), que interpretou o tio Chico nos dois filmes live-action.
Além dele, as novas adições são Thandiwe Newton (Westworld, Crash – No Limite), Frances O’Connor (The Missing, The Twelve), Haley Joel Osment (O Método Kominsky, Somebody I Used to Know), Heather Matarazzo (O Diário da Princesa, Pânico) e Joonas Suotamo.
O personagem queridinho dos fãs, Mãozinha, apareceu para entregar os roteiros ao elenco no set de filmagem.
Assista:
Novos no elenco: Steve Buscemi (O Grande Lebowski, Boardwalk Empire), Billie Piper (A Grande Entrevista, O Dilema de Suzie), Evie Templeton (Return to Silent Hill, O Senhor do Caos), Owen Painter (As Pequenas Coisas da Vida, The Handmaid’s Tale) e Noah Taylor (Law & Order: Organized Crime, Park Avenue).
Anteriormente, Jenna Ortega revelou que os novos episódios expandirão o universo sobrenatural da série com a introdução de novos personagens:
“Ler os roteiros tem sido emocionante. Estamos vendo a chegada de todos os novos personagens. Estamos definitivamente expandindo o mundo sobrenatural. Nosso programa já tinha uma variedade de lobisomens e vampiros. E acho que estamos ampliando isso ainda mais.”
Ela também enfatizou que os novos episódios serão cada vez mais marcantes:
“Na primeira temporada, tivemos episódios que se destacaram visualmente, como o episódio da dança, que foi muito importante para as pessoas. Aquele cenário era muito particular e parecia um pouco com ‘A Morte Convida Para Dançar’ ou ‘Carrie’. Cada episódio [da segunda temporada] que li até agora é assim. Eles se destacam por si só com uma cena ou um cenário muito memorável, o que me entusiasma muito, porque fazer isso em oito episódios é, na minha opinião, realmente incrível e uma grande sorte.”
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
Após o sucesso estrondoso do terceiro filme – que recentemente se tornou a maior arrecadação da história da franquia –, a Paramount Pictures já confirmou a data de estreia de ‘Sonic 4‘.
E segundo o insider Daniel Richtman, o próximo filme vai contar com elementos de viagem no tempo.
Não foi revelado como a viagem no tempo será usada na trama, mas ela pode trazer de volta personagens queridos da franquia.
O quarto filme da saga está programado para o dia 19 de março de 2027.
‘Sonic 3‘ já arrecadou quase US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.
Internacionalmente, o longa soma US$ 220.5 milhões, o que representa a maior arrecadação internacional da história da franquia. Para termos de comparação, o segundo filme fechou sua passagem pelos territórios internacionais com US$ 214.5 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28.9M), México (US$21.1M), França (US$18.4M), Austrália (US$17.1M) e Brasil (US$12.3M).
Vale lembrar que o terceiro capítulo também se tornou a maior arrecadação global da franquia, com sólidos US$ 446.5 milhões.
Com o sucesso do terceiro filme, a franquia superou a marca de US$ 1.1 bilhão em arrecadação. Juntos, os dois primeiros filmes haviam alcançado US$ 725.2 milhões mundialmente.
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
Eu visitei o set de ‘Maldição da Múmia‘ na Irlanda em Junho de 2025 e pude vivenciar as filmagens do filme de terror mais grotesco e assustador do ano, até agora. Foi uma experiência divertida e um pouco assustadora.
Entre as filmagens de uma cena e outra, eu conversei com o diretor Lee Cronin(‘A Morte do Demônio: A Ascensão’), e perguntei quais filmes o inspiraram a se tornar diretor. Além de dirigir ‘Maldição da Múmia‘, Cronin também assina o roteiro.
“Minhas influências são meio simples e restritas, e não mudam, que são: ‘Tubarão‘ (Jaws) foi a primeira vez que me lembro de ter ficado assustado — a cabeça de Ben Gardner saindo do casco do barco — e eu percebi: “Oh, toda essa coisa que eu assisto também pode me assustar”. ‘Tubarão‘, ‘Uma Noite Alucinante 2‘ (The Evil Dead 2), ‘O Iluminado‘ (The Shining) eu vi em uma idade muito impressionável. Mas, sabe, acho que muitos dos filmes de terror que eu gosto também são fortes em personagens, como ‘O Bebê de Rosemary‘, por exemplo.”, ele disse.
Segundo ele, o mais importante é quando o filme cria uma conexão entre o espectador e os personagens:
“Então sempre fui atraído por filmes onde você se importa com as pessoas e depois as coloca em situações terríveis. Acho que essas são as versões mais eficazes de histórias de terror. E eu amo drama também, e amo comédia. É muito interessante, no meu último filme algumas pessoas disseram “é muito sombrio” e outras dizem “é muito engraçado”. Acho que é algo entre os dois. Mas gosto de adicionar um pouco de leveza; os filmes de John Hughes tiveram uma grande influência em mim quando criança, como Antes Só do que Mal Acompanhado (Planes, Trains and Automobiles), até Esqueceram de Mim (Home Alone), sabe? E eu amo uma boa comédia romântica também. Então, acho que minhas histórias… eu gosto do atalho de como você pode usar o terror para se conectar diretamente com as pessoas e colocá-las em lugares muito familiares. É por isso que este filme, embora seja um filme de múmia e todos tenham uma expectativa, o que eu gostei nele foi que é um filme de múmia ambientado em um cenário doméstico, algo que ninguém viu antes.”
Na história de ‘Maldição da Múmia‘, a jovem filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a família, ainda devastada, é surpreendida com seu retorno. O que deveria ser um reencontro emocionante, no entanto, rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo.
Classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore, imagens perturbadoras, linguagem e breve uso de drogas”, o filme chama atenção também pela duração: são 2 horas e 17 minutos, acima da média das produções da Blumhouse e da Atomic Monster, que costumam ficar entre 90 e 120 minutos.
Um dos grandes catálogos de filmes que temos disponíveis no Brasil é sem dúvidas o do Prime Video. Toda semana, ótimas produções entram nesse streaming! Pensando sobre isso e dividindo com vocês filmes bem legais que assistimos na Prime Video segue abaixo uma lista:
Na trama, conhecemos Saúl (Gael García Bernal), um jovem nascido em El Paso (Texas) que tem o sonho de ser lutador profissional de luta livre e mora com a mãe Yocasta (Perla De La Rosa) no lado mexicano da fronteira com os Estados Unidos. Ele é gay e está em um relacionamento escondido com um homem casado. Enfrentando o preconceito em um esporte machista, quando começa a se destacar, resolve adotar o nome de ‘Cassandro’ virando uma referência para milhares de amantes desse esporte.
Na trama, conhecemos Rory MacNeil (Brian Cox) um emburrado senhor que vive seus dias isolado na distante Vallasay, uma ilha na Escócia. Quando precisa de um atendimento médico que não tem por aquelas terras, arruma um pretexto para se consultar de emergência e vai para São Francisco nos Estados Unidos visitar o filho Ian (JJ Feild), um especialista em gastronomia molecular, que não vê faz uma década e meia. Ao longo do tempo que passam juntos, entre encontros e desencontros, uma aproximação acontece, principalmente por Rory enfim conhecer pessoalmente seu neto que o faz encontrar novos rumos para sua fase final da vida.
Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.
Supernova
Na trama, conhecemos Iwona (Agnieszka Skibicka), uma mulher que já não aguenta mais as terríveis crises familiares provocadas pelo vício em álcool do marido Michal (Marcin Zarzeczny) e resolve fugir de casa, que fica numa comunidade rural, andando estrada a dentro com os dois filhos do casal. Nessa fuga, uma tragédia acontece, fazendo com que a vida desses dois personagens se cruzem com o arrogante Adam (Marcin Hycnar) e do policial Slawek (Marek Braun).
O Chef Italiano
Na trama, conhecemos Marco (Flavio Parenti), um jovem perto dos 40 anos que teve a chance de sua vida no passado, quando tinha uma carreira promissora como chef em um badalado restaurante de Nova Iorque. Ele precisou abandonar tudo por conta de uma fatalidade com a mãe e regressou para o lugar onde foi nascido e criado. No presente, vive desiludido, sem rumo, trabalha em uma fábrica mas tem um outro trabalho ocasional ligado à alta gastronomia, projeto esse que leva com o melhor amigo Claudio (Lino Guanciale). Após uma tragédia, se vê ainda mais sem rumo e em um luto nada passageiro, paralelo a isso conhece a turista australiana Olivia (Maeve Dermody) que está em Údine para vender o apartamento dos avós que emigraram para aquela região da Itália na década de 50. Aos poucos, o ainda sonhador protagonista vai perceber que o destino lhe reserva outras oportunidades.
Na trama, conhecemos Jessica (Rainey Qualley), uma jovem de vinte e poucos anos, ex-viciada em drogas, com um recentemente passado vivido em algum tipo de reabilitação, que se vê em uma situação complicada quando fica presa dentro da dispensa da velha casa onde está morando de forma provisória com os dois filhos pequenos, ao mesmo tempo em que reaparece em sua vida Rob (Jake Horowitz) o ex-namorado viciado, pai das crianças. Lutando contra o tempo, contando com a ajuda da filha mais velha, mas ainda assim uma criança, e buscando soluções para sair dessa situação, a protagonista enfrentará seus medos.
Na trama, conhecemos Grace Gordon (Anna Friel), uma mulher que vê sua vida de luxo, com os pés na futilidade, se perder na falta de dinheiro após retornar a sua cidade natal depois de se separar do segundo marido. Com o falecimento do pai, que era um juiz respeitado, vai atrás de um emprego e percorre o machismo e preconceito da época. Aos poucos começa a se reaproximar de um antigo conhecido, um congressista (Kelsey Grammer) ligado à legislação da nova lei dos direitos civis.
Na trama, ambientada em 2010, conhecemos um grupo de mulheres de uma comunidade religiosa menonita que se reúnem de forma urgente para decidir sobre as opções para seus futuros após serem vítimas de abusos sexuais, sedadas e estupradas por homens dessa mesma comunidade. Elas precisam decidir se fogem ou ficam e lutam antes que os seus agressores voltem. A história do filme se baseia nos fatos reais relatados no livro de Towes, ocorridos na colônia de Manitoba, uma remota comunidade menonita aqui na América do Sul, na Bolívia, mesmo que na adaptação cinematográfica não seja revelada sua localização.
Na trama, ambientado na cidade de Nova York, conhecemos Peter (Hugh Jackman), um homem com enorme sucesso na sua vida profissional, que se tornou pai novamente faz pouco tempo e mantém um relacionamento com nova esposa Beth (Vanessa Kirby). Toda sua rotina muda completamente quando Kate (Laura Dern), sua ex-esposa o avisa que o filho adolescente deles Nicholas (Zen McGrath) está passando por uma fase difícil e precisa do pai. Assim, Nicholas vai morar com o pai e a relação deles irá passar por muitos conflitos, afetando em todas as esferas a vida do pai.
Na trama, conhecemos Sheila (Kaley Cuoco), uma jovem que durante uma noite onde conhece o introspectivo Gary (Pete Davidson) em um bar acaba descobrindo uma máquina de viajar no tempo 24 horas atrás, escondida nos fundos de uma manicure. Assim, sua rotina vira uma obsessão em transformar seu alvo amoroso na pessoa perfeita aos seus olhos. Algo que ela logo percebe ser uma missão bem difícil. Andando na linha do ‘O Amanhã nunca mais’ essa viajante do tempo, sentimental, era descobrir muito sobre si mesma. Gary é apenas um fantoche dentro da história, esse personagem não é bem um contraponto mas sim um complemento.
O Festival do Rio ou Rio de Janeiro Int´l Film Festival, o Festival de cinema mais importante e tradicional do Brasil, acaba de divulgar sua data para a edição 2017. Os cinéfilos poderão lotar as salas de cinema da cidade – que estiverem no circuito – do dia 5 a 15 de outubro.
Surgido em 1999, como resultado da fusão de dois outros festivais de cinema, o Rio Cine Festival (1984) e o Mostra Banco Nacional de Cinema (1988), o Festival do Rio se tornou um dos eventos nacionais de maior prestígio, exibindo centenas de produções saídas diretamente de festivais badalados pelo mundo, como Cannes, Sundance, Veneza e Toronto, muitos chegando inclusive até o Oscar. Ano passado, por exemplo, o Festival do Rio teve em seu acervo longas como Manchester à Beira Mar, A Chegada, Loving, Capitão Fantástico, Kubo e as Cordas Mágicas e O Lagosta (exibido no Festival 2015), todos indicados ao Oscar.
Além disso, a mostra premiere Brasil traz a nata do cinema nacional, com os grandes realizadores e artistas de nosso país.
‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ já está quebrando recordes. O filme se tornou a segunda maior pré-estreia de quinta-feira da história dos EUA com US$ 17,3 milhões, ultrapassando os US$ 12 milhões de ‘Toy Story 4‘.
A liderança ainda é de ‘Os Incríveis 2‘ que arrecadou US$ 18,5 milhões nas pré-estreias de quinta-feira.
Para comparação, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ fez apenas US$ 3,5 milhões no mesmo período.
Confira abaixo e como sempre, comente dizendo a sua ordem de preferência.
10. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)
Quase tudo está errado aqui, inclusive o subtítulo nacional, que cismou em dar cartaz para o vilão mais esquecível da franquia. Nem tudo está perdido, no entanto, e existem sim algumas coisas legais na produção. Porém, ao contrário da primeira investida de Andrew Garfield num filme do herói, cujo maior pecado é não possuir personalidade alguma, este filme opta por algumas escolhas bem equivocadas. A pior delas é a extrema caricatura de todos os seus vilões.
Pobre Jamie Foxx, o vencedor do Oscar precisou ver seu papel reduzido a um cartoon tão bidimensional quanto os antagonistas de Batman Eternamente (1995). O que falar de Paul Giamatti e Dane DeHaan, como Rino e o Duende Verde, então. Fora isso, Felicity Jones e Shaielene Woodley nunca veriam suas Felicia Hardy (a Gata Negra) e Mary Jane Watson de fato concretizadas. Esse é o maior pecado do filme, abarrotar a produção de personagens para eventuais continuações, que nunca viriam.
Quando a Sony optou pelo reboot da franquia ao invés da continuação Homem-Aranha 4, a maioria dos fãs chiaram, reclamando que era cedo demais. Realmente, dez anos depois da comoção que foi a estreia do personagem nas telonas, ganhávamos uma refilmagem. O caso deve servir de estudo para produtores lembrarem sempre o que não fazer em suas franquias cinematográficas. Além disso, Andrew Garfield, o novo ator escolhido para o papel, apesar de bastante empenhado e apaixonado pelo personagem, era envolto num novo arco do herói, mais voltado para os novos fãs e fora do cânone.
Aqui, Peter Parker era um skatista descolado, que cometia bullying e não o sofria, e sua maior motivação era a busca pelos segredos dos pais. O diretor Marc Webb vinha do quintessencial filme sobre relacionamento 500 Dias Com Ela, e era o nome certo para o projeto. O fato, porém, não o ajudou tanto na relação de Peter com Gwen Staci (Emma Stone). Na verdade, essa reimaginação tem como calcanhar de Aquiles a qualidade extremamente esquecível, sem grandes cenas de ação, vilões marcantes ou um romance intenso como nos primeiros filmes. Tudo é muito blasé, e esse poderia ser qualquer filme, de qualquer herói.
Depois dos muito bem sucedidos primeiros filmes do herói, um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad – o homem da Marvel no cinema então – ocorreu, sobre que caminho o terceiro longa do personagem deveria seguir. Inicialmente, Raimi desejava ter o Abutre como vilão – antagonista que finalmente dá as caras no novo De Volta ao Lar. Já Arad, com a finalidade de agradar os fãs mais jovens do herói, não via a hora de encaixar Venon, inimigo popstar do Aranha, que de tanto sucesso ganhou seus spin off na forma de histórias em quadrinhos próprias.
Raimi declaradamente não é fã do personagem, e deixou isso bem claro quando precisou concretizá-lo, a contragosto, em seu filme. Sabe a síndrome de O Espetacular Homem-Aranha 2 citada acima, com muitos personagens, muitas subtramas, sem que todos ganhem a atenção devida, pois bem, não era novidade e pode-se dizer que começou aqui para o personagem. Se ao menos tivessem olhado para o companheiro da editora rival, e aprendido com os mesmos erros de Batman & Robin (1997).
Homem-Aranha 3 recai na mesma categoria, sobressaindo apenas no fato de que existem elementos satisfatórios a serem tirados da obra, como a conturbada relação entre Peter e Mary Jane, e todo o arco do vilão principal, o Homem Areia, papel do indicado ao Oscar Thomas Haden Church, assim como todas as possibilidades estéticas criadas com o personagem. O desfecho deixava a porta aberta para uma conclusão que nunca viria. Ps. Quem pode esquecer o Peter Emo e sua dança da vergonha alheia.
Homem-Aranha: Tobey Maguire. Diretor: Sam Raimi. Vilões: Homem Areia, Venom, Duende Verde. Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard, Rosemary Harris, JK Simmons, James Cromwell.
Agora a lista começa a ficar boa de verdade. Por mais que existam elementos interessantes a serem tirados dos três filmes acima, é indiscutível que eles não podem ser usados como exemplos de boas produções do gênero, ou tampouco de bons exemplares contendo o herói. Já o recente Homem-Aranha: De Volta ao Lar não sofre desse mal e inicia uma nova fase para o personagem nas telonas. O que os fãs queriam e pediam finalmente se realizou, e com uma parceria megalômana entre os estúdios da Sony e Disney/Marvel, o amigo da vizinhança finalmente pôde ser incluído no universo cinematográfico da editora, ao lado de companheiros de como o Homem de Ferro e o Capitão América.
Fora isso, o filme de Jon Watts ganha por mostrar algo diferente do já apresentado nos outros filmes, o que inclui inclusive a mudança de localidade da ação, de Manhattan para o Queens. Tom Holland exala carisma na pele do Peter Parker mais jovem até o momento e Michael Keaton, reinventado, dá peso ao vilão, como poucos no acervo do MCU. Existe também grande homenagem aos filmes adolescentes de colégio, inspirados pelo papa do gênero, John Hughes.
Com diversas atualizações para a geração atual, como um uniforme extremamente tecnológico, alunos de diversas etnias respeitando a tão sonhada representatividade e a inclusão do herói na era das mídias sociais, o novo Homem-Aranha é mais do que nunca sinal dos novos tempos. Apesar de todos esses acertos e elogios, nenhum filme do herói respeitou tanto o cânone do personagem quanto as primeiras posições da lista.
Homem-Aranha: Longe de Casa é uma experiência cinematográfica inigualável, que mistura comédia, drama e ação na medida certa e entrega um blockbuster cheio de coração que vai conquistar até o fã mais xiita. Justiça seja feita: essa sequência é infinitamente superior a Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que apresentou o herói para uma nova geração em uma aventura satisfatória, mas que não conseguiu mostrar o potencial deTom Holland. Aqui, o ator nos conquista logo nos primeiros minutos e abraça o(s) uniforme(s) do Homem-Aranha de maneira esplêndida, conquistando o posto de melhor intérprete do amigão da vizinhança.
Após um primeiro ato cheio de humor, e um segundo ato mais dramático, o ato finalmente é pura aventura e pancadaria. Arrisco a dizer que este também é o filme do herói com mais ação, já que temos diversos embates diferentes entre o aracnídeo e vários vilões, sempre nos surpreendendo com reviravoltas de cair o queixo que rendem mais e mais e mais cenas de ação. É um ritmo frenético que proporciona cenas repletas de efeitos especiais de ponta, e batalhas surpreendentes usando como pano de fundo as belíssimas locações da Europa, como Veneza, Londres, entre outras.
Inteligente, audacioso, divertido e cheio de ação, Homem-Aranha: Longe de Casacoloca a franquia nos trilhos. O final impactante abre caminhos para a franquia tomar novos rumos e entregar histórias nunca vistas antes no cinema. Você vai ficar boquiaberto com os rumos que eles tomam aqui, e ainda mais ansioso para saber o desenrolar dos eventos apresentados nos minutos finais.
Se O Espetacular Homem-Aranha e De Volta ao Lar são reflexos de seu tempo, modernizando o herói para o público de hoje, o primeiro filme do personagem no cinema veio no caminho oposto, quase voltando no tempo para a década de 1960, quando o personagem foi criado. Mesmo passado no tempo presente, no caso em 2002, o primeiro filme do Homem-Aranha, de Sam Raimi, é dono de uma enorme sensação nostálgica, como uma volta ao passado de sentimentos, comportamentos, relações humanas e tudo o que rodeia o protagonista.
É como se os anos 1960 fossem modernizados apenas em sua estética. Até na tecnologia o longa de Raimi não investe tanto. Fora isso, temos caracterizações assombrosas, soando como cópias carbono, de carne e osso, de suas contrapartes de papel, vide JK Simmons como JJ Jameson, e Rosemary Harris como a tia May. Willem Dafoe é outro que rouba a cena na pele de Norman Osborn, deixando orgulhoso outro Norman do cinema, o Bates, com sua caracterização mais intensa do que esperaríamos encontrar em um filme do gênero, ainda mais na época, ao retratar um personagem que sofre de personalidade dividida.
Embora existam algumas reclamações, mesmo que mínimas, como o tom cartunesco das cenas de ação e efeitos, temos que lembrar acima de tudo que Homem-Aranha (2002) foi o alicerce para o que temos hoje no gênero cinema de super-heróis e que sem ele, muitos veículos não existiriam.
Essa animação é genial, e o roteiro definitivamente é melhor que qualquer outro filme do aranha. Dirigido por Bob Persichetti (O Pequeno Príncipe), Peter Ramsey (A Origem dos Guardiões) e Rodney Rothman (Anjos da Lei 2), e roteiro assinado pelo próprio Rothman e Phil Lord (Uma Aventura Lego), o longa-metragem tem Miles Morales (Shameik Moore) como centro de sua história. O jovem, ao ser picado por uma aranha radioativa da Alchemax e ganhar os mesmos poderes que do Aranha original, ele começa a esbarrar com outras versões do herói de diferentes dimensões e juntos precisam enfrentar uma ameaça que pode destruir toda a realidade.
A narrativa é, sem dúvidas, uma das mais bem roteirizadas de todas as versões que já foi vista do Homem-Aranha. O filme navega entre a comédia com algumas pitadas de drama de forma coerente. Além disso, o espectador é facilmente imerso na trama parecendo que está vivendo toda a história mostrada na tela juntamente aos personagens. A jornada do herói, neste caso de Miles Morales, transmite veracidade e consegue trazer peculiaridades que transforma o longa no tipo de produção que constitui seus próprio universo.
No geral, Homem-Aranha no Aranhaverso é um longa-metragem que acerta em todos os quesitos, especialmente, no coração de todos aqueles que sempre amaram e acompanharam as histórias do Amigo da Vizinhança.
PS.: a cena pós-crédito não poderia ser melhor nem se tentassem.
Um dos filmes mais aguardados de 2021, quiçá dos últimos 30 anos, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é um dos maiores acertos recentes da Sony. Quando foi anunciado, não havia uma expectativa tão grande por conta das críticas mistas de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), mas o trabalho feito por Jon Watts e Tom Holland neste terceiro capítulo da trilogia é tão bem amarrado que vai fazer até mesmo que odiava o Peter de Holland sair dos cinemas amando o personagem.
Com esse jeitão de reboot, o terceiro filme solo da saga de Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel indica o caminho que o herói seguirá daqui para frente, já que uma nova trilogia já foi encomendada pela Sony e provavelmente acompanhará o garoto em seus primeiros anos de vida adulta, culminando em uma sonhada liderança dos Vingadores ao lado do Capitão América (Anthony Mackie). E se antes o distanciamento dos quadrinhos era uma crítica recorrente, tudo indica que o herói agora terá muito mais de suas raízes das HQs o acompanhando nas telonas.
A entrega de Tom Holland também enche os olhos, porque é nítido que ele se doou ao máximo para que esse filme pudesse ser essa obra-prima dos filmes com heróis. E conseguiu seu objetivo.
Quase tão poderoso quanto ‘Homem-Aranha 2‘, do Sam Raimi, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é de fato a continuação da carta de amor aos fãs do “amigão da vizinhança” escrita lá em 2018, dessa vez com muito mais vontade e inspiração para superar seu antecessor. É difícil estabelecer se realmente irá se sobressair sobre ‘No Aranhaverso’, visto que a nova produção possui uma história dividida em duas partes e muitas pontas soltas para serem amarradas na próxima instalação. Mas, o que se pode garantir no momento, é que o terreno preparado promete uma conclusão épica à jornada de Miles Morales e o Aranhaverso.
Mesmo que o enredo tenha um vilão decente, para não dizer “funcional”, e diversas reviravoltas, é evidente que este filme se desdobra como uma ponte para a próxima sequência, intitulada de ‘Além do Aranhaverso’, e que funcionará como um desfecho para a saga. Por isso, vários dos segmentos desenvolvidos ao decorrer do filme não são acabados propriamente, deixando várias brechas e um instigante gancho ao final para ser reatado na sequência, que pode transformar ‘Aranhaverso’ em uma das melhores trilogias não só dos longas animados mas também do gênero de super-heróis.
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso quase levou o primeiro lugar, mas as qualidades e méritos da direção de Sam Raimi transformam esse clássico em poesia. A continuação orquestrada pelo cineasta entra para o hall dos filmes do gênero que sobressaíram seus predecessores e marcaram o imaginário popular, tendo sua relevância até os dias de hoje e sendo considerado um dos melhores filmes de super-herói da história. Talvez os novos filmes do aracnídeo não envelheçam tão bem quanto esse envelheceu.
No roteiro, os conflitos do personagem aumentam. Já estabelecido como o herói justiceiro mascarado, ele precisa equilibrar sua dupla personalidade e sua dupla jornada, apresentando os dilemas que sempre fizeram do personagem, único. Contas atrasadas, trabalhos devidos na faculdade, problemas românticos, tia idosa.
Outro grande embate surgia com o melhor amigo Harry (James Franco), que acusava o herói de ter matado seu pai. Todo o drama envolvendo esta situação é de primeira. O vilão, interpretado de forma entusiasmada porAlfred Molina, igualmente possuía suas questões, se afastando ao máximo de caricaturas bidimensionais, geralmente encontradas em tais produções. Se formos pensar na diferença de tais antagonistas para os filmes com Andrew Garfield, dá vontade de chorar. Não é por menos que Homem-Aranha 2 é tido como uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos.
A primeira temporada terá 8 episódios, que serão comandados pela dupla responsável por ‘Girls‘, Lena Dunham e Jenni Konner. O projeto é baseado em uma série britânica de mesmo nome.
“Para organizar o aniversário de 44 anos de seu marido Walt, a organizada e controladora Kathryn reúne sua meia irmã e sua melhor amiga no que deveria ser um perfeito escape, um retorno para a natureza, logo se torna um teste em seu casamento e conflitos entre mulheres que não serão esquecidos tão cedo.”
Dirigido porJosh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.
Woody sempre teve certeza sobre o seu lugar no mundo e que sua prioridade é cuidar de seu criança, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo chamado Garfinho ao seu quarto, uma aventura na estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.
Dirigido porGustavo Fernández, o longa é baseado em uma história real.
Através do espírito de Dr. Fritz, médico alemão falecido durante a Primeira Guerra Mundial, José Arigó (Mello) se tornou uma esperança de cura para milhões de pessoas ao redor do mundo. Ele foi alvo de críticas por parte dos mais céticos, mas com o apoio de sua esposa (Paes), conseguiu salvar inúmeras vidas por intermédio da cirurgia espiritual. Predestinado a ajudar sem receber nada em troca, Arigó é hoje reconhecido como um dos maiores fenômenos mediúnicos da história.
O canal Freeform cancelou oficialmente a série ‘Siren‘ depois de apenas três temporadas.
O terceiro ciclo registrou uma média de 0.11 na demo, e um total de 410 mil espectadores – o que representa uma queda de 30% na audiência em comparação à temporada anterior.
Infelizmente, a trama deixou alguns ganchos abertos que não serão concluídos.
A trama do terror se passa na cidade de Bristol Cove, uma terra com uma lenda muito peculiar: a crença na existência de sereias habitantes daquele mar. A série gira em torno do regresso de uma destas sereias e da luta pelo domínio marítimo.
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