Segundo o Deadline, o diretor McG (‘A Babá‘) juntará forças com a Netflix novamente. Ele irá comandar ‘Rim of the World‘, um filme de invasão alienígena.
Com roteiro de Zack Stentz, “A história segue quatro adolescentes desajustados que se tornam aliados improváveis quando sua experiência no acampamento de verão é interrompida por uma invasão alienígena. Neste épico filme de aventura, os jovens devem superar seus medos, enfrentar inseguranças e aprender a trabalhar em equipe enquanto tentam salvar o mundo.”
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
Através de seu Instagram, o ator Jason Momoa parabenizou a atriz Zoe Kravitz por ter conseguido o papel da Mulher-Gato no filme ‘The Batman‘.
“Estou muito orgulhoso de você, Zozo. Você é família dentro e fora das câmeras. Minha irmã vai ser a Mulher-Gato. É inacreditável. Você vai se divertir muito,” escreveu o ator.
Robert Pattinson estrelará como Bruce Wayne na próxima versão de Batman.
‘The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 16 de agosto.
Confira o cartaz:
Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.
O projeto é uma adaptação do livro de terror escrito por Catriona Ward.
O livro chamou atenção dos críticos e foi elogiado pelo mestre do gênero, Stephen King, que afirmou que a história é “verdadeiramente tensa e que mantém seus segredos alucinantes até o fim”.
A trama segue Ted, que vive com sua filha Lauren e sua gata Olivia em uma casa no final de uma rua comum. Um segredo indescritível os une, mas quando um novo vizinho se mudar para a casa ao lado, o que está enterrado entre as bétulas atrás de sua casa voltará para assombrar a todos.
Serkis e Jonathan Cavendish produzirão o filme através da Imaginarium Productions.
A trama seguirá um casal problemático com sua filha adolescente passando férias em uma casa isolada na Louisiana para se reconectar como uma família. Mas, quando visitantes inesperados aparecem, sua fachada como uma família unida começa a ruir quando segredos inesperados são revelados.
O longa é o primeiro de uma parceria entre a Blumhouse Productions e a emissora EPIX, que ainda contará com outros sete filmes de terror originais, que serão lançados apenas em 2022.
A Netflix divulgou o trailer completo da vindoura adaptação de ‘Sandman‘.
Confira, com o cartaz:
A produção será lançada na plataforma no dia 5 de agosto.
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
Em entrevista aoEntertainment Weekly, Patti LuPone (‘American Horror Story’) revelou que, apesar de estar no elenco de ‘Agatha: Coven of Chaos‘, não está familiarizada com o popular universo da Marvel.
A atriz interpretará Lilia Calderu, uma bruxa siciliana de 450 anos que possui o poder da adivinhação.
“Eu ainda não conheço o MCU. Ainda não estou familiar com esse universo. Tive que assistir ‘WandaVision’ duas vezes para conseguir entender a série.”
Sobre sua participação na série ‘Agatha: Coven of Chaos‘, a atriz não poupou elogios à sua experiência nos bastidores: “Estou me divertindo muito. Estou trabalhando com um grupo incrível de mulheres, além de uma equipe maravilhosa. O design neste projeto é extraordinário. Jac Schaeffer é muito talentosa. Ela criou ‘WandaVision’ e agora está responsável por ‘Coven of Chaos’.”
Anteriormente, LuPone havia confirmado que a série contará com com cenas musicais escritas por Kristen e Robert Lopez (de ‘Frozen 2‘ e ‘WandaVision‘): “Kathryn é a nossa vocalista principal, eu estou apenas fazendo backing vocals. Honestamente, tem sido muito divertido. A série tem muito pouco CGI, então consigo sentir o artesanato por trás das coisas“.
Vale lembrar que as filmagens da série já começaram!
Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.
Este será o primeiro longa comandado pelo cineasta em 20 anos. Seu último filme, ‘Clube dos Pervertidos‘, foi lançado em 2004.
O novo projeto será uma adaptação de seu próprio romance homônimo.
Descrita como um “romance caótico”, a produção foi vendida como um “conto sujo de sexo, crime e disfunção familiar da mente distorcida do John Waters“.
Na trama…
“Marsha Sprinkle é uma ladra de malas, uma golpista e uma mestre do disfarce. Cães e crianças a odeiam. Sua própria família a quer morta. Ela é inteligente, está desesperada, está perturbada e está fugindo com um grande problema. Eles a chamam de Mentirosa – até que um homem maluco a obriga a contar a verdade.”
Vale lembrar que Waters foi recentemente confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Chucky‘. O artista já havia participado anteriormente da franquia, no filme ‘O Filho de Chucky‘, e passará a interpretar um novo personagem na série.
Curiosamente, Aubrey Plaza estrelou o remake de ‘Brinquedo Assassino‘.
A série original, baseada no livro de H.G. Bissinger e no filme de 2004, se passava na cidade fictícia de Dillon, em West Texas. A trama acompanhava uma equipe de futebol americano, liberada pelo treinador Eric Taylor (Kyle Chandler).
O elenco ainda contava com Connie Britton, Taylor Kitsch, Jesse Plemons, Minka Kelly, Adrianne Palicki, Jurnee Smollett, Michael B. Jordan e Matt Lauria.
A produção durou 5 temporadas, e rendeu 76 episódios.
Novas informações sobre o reboot devem ser divulgados em breve.
Em entrevista ao Variety, o diretor Mark Waters (‘Meninas Malvadas’) lamentou não ter retornado para a sequência da comédia clássica ‘Sexta-Feira Muito Louca‘.
Apesar de querer estar envolvido em qualquer capacidade no novo filme, o cineasta afirma que não recebeu nenhum convite do estúdio.
“Infelizmente, eu não fui convidado para retornar para a sequência. Eu levantei a mão e disse que adoraria estar envolvido de alguma forma, até mesmo como consultor ou produtor executivo, mas não recebi nenhum convite.”
Ele completa, “Eu apoio muito que eles tenham feito um novo filme, mas teria sido legal estar envolvido [na sequência]. Mas, já que não estou, eu meio que segui em frente. Preciso dedicar minha energia a continuar criando coisas novas e originais que vão ser sucessos e que as pessoas possam refazê-las em 20 anos. É isso que estou fazendo agora. Você não pode se preocupar com os projetos que não faz. Certamente teria sido divertido, e ouvi vários membros do elenco enquanto filmavam, dizendo: ‘Onde diabos você está, Waters?’ Eu não te abandonei! Me desculpe.”
Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ arrecadou US$ 29 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Além de superar estreia doméstica do longa original – que abriu com US$ 22.2 milhões –, o novo filme também se tornou o maior lançamento da carreira da Lindsay Lohan no país.
Internacionalmente, a continuação acrescenta US$ 15.5 milhões através de 45 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 44.5 milhões.
Com 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo filme também conquistou os espectadores – alcançando uma nota A do público no CinemaScore.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
De acordo com o Deadline, Will Smith (‘Eu, Robô’) será o protagonista de ‘Supermax‘, novo thriller de ação ambientado em uma prisão de segurança máxima.
O site afirma que a Amazon MGM Studios desembolsou US$ 70 milhões para garantir os direitos do projeto, que marca o primeiro longa original do ator em diversos anos.
Infelizmente, a expectativa é que o filme seja lançado direto em streaming – sem passar pelos cinemas.
A trama seguirá dois agentes do FBI investigando um assassinato na prisão mais segura do mundo.
David Gordon Green, da recente trilogia ‘Halloween‘, será responsável pela direção.
O roteiro é assinado por David Weil e David J. Rosen, conhecidos pelas séries ‘Hunters‘ e ‘Invasão‘.
Smith ainda servirá como produtor ao lado de Andrew Rona e Alex Heineman.
As filmagens estão programadas para começarem em meados de agosto.
A HBO anunciou que a aclamada série ‘Game of Thrones’ vai ganhar uma exibição turística itinerante.
Intitulada ‘Game of Thrones: The Touring Exhibition’, a exposição contará com uma experiência interativa de 10 mil m², com figurinos, artefatos e muitos outros atributos ligados à produção.
Segundo o release oficial feito pela HBO para a imprensa, a mostra terá “um mix imersivo único de ambientes, interações e conteúdo multimídia. Os visitantes terão a oportunidade de viver a experiência das terras míticas de Westeros e Essos e reviver os julgamentos e tribulações da nobreza e dos personagens simples que lutam para sobreviver nas sombras do Trono de Ferro. O time criativo da GES trabalhará com a HBO para criar ambientes diversos de Westeros e Essos e para desenhar uma exposição tão empolgante como a própria produção. A mostra vai abranger desde os Sete Reinos, passando por Porto Real para a terra além da Muralha, atravessando o Mar Estreito”.
Com seu início programado para os próximos meses de 2017, a exposição ‘Game of Thrones: The Touring Exhibition’ será lançada primeiramente na Europa.
O indicado ao Oscar, Chiwetel Ejiofor, está em negociações para ingressar à trama de ‘Malévola 2‘. A informação foi revelada pelo portal The Hollywood Reporter.
Ainda não há informações a respeito de qual papel ele interpretará na narrativa
Além disso, a atriz Michelle Pfeiffer está em estágio avançado de negociações para participar da sequência, novamente protagonizada por Angelina Jolie e Elle Fanning. O papel de Pfeiffer será o da Rainha.
Malévola 2 será dirigido por Joachim Ronning, do recente Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017).
O roteiro é assinado por Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã’) e Linda Woolverton, a mesma responsável pelo roteiro do primeiro filme.
Fique ligado no CinePOP para mais informações sobre Malévola 2.
A 8ª (e última) temporada de ‘Game of Thrones‘ ganhou mais novas imagens, divulgadas com exclusividade pela revista EW. Uma delas reúne todo o elenco principal.
Confira:
A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.
Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.
Uma fofa cena deletada do live-action de ‘Sonic – O Filme‘ foi divulgada. O vídeo em questão traz o Baby Sonic em destaque, vivendo sua primeira aventura na Terra.
O material ainda estava em fase de produção e traz os traços da animação ainda em desenvolvimento.
Vale lembrar que a produção já está disponível em VOD. O longa se tornou um sucesso nos cinemas e já arrecadou mais de US$ 300 milhões mundialmente.
Além disso, o longa se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).
O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).
Confira nossa entrevista:
A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim Carrey, Adam PallyNeal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.
Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O cineasta Joe Berlinger está de volta com uma nova série documental criminal. Em ‘Confronting a Seria Killer‘, o diretor fará uma profunda jornada investigativa dos atrozes crimes cometidos pelo assassino em série Samuel Little, conhecido como um dos piores dos Estados Unidos.
A produção, que estreia nesta quinta-feira (18) no canal Starz, ganhou o seu primeiro trailer oficial.
Confira:
Dividia em cinco episódios, a minissérie vai explorar o peculiar relacionamento entre a aclamada autora da lista de best sellers do New York Times, Jillian Lauren, e o serial killer Samuel Little. A produção ainda relata a sua corrida contra o tempo para tentar identificar as vítimas de Little antes que seja tarde demais.
O assassino faleceu no final de dezembro de 2020 na prisão, aos 80 anos de idade.
Joe Berlinger é popularmente conhecido por suas produções do gênero de terror/thriller e por ser um ávido documentarista criminal. Ele é o responsável pelo aclamado documentário O Paraíso Perdido: Assassinatos de Crianças em Robin Hood Hill.
O ano está prestes a se encerrar e para entrar em 2023 com grande estilo, a Netflix anunciou sua primeira leva de lançamentos para o vindouro período.
E logo em janeiro, os assinantes da gigante do streaming serão contemplados com grandes estreias, como a da série ‘That ’90s Show‘, spin-off da clássica comédia ‘That ’70s Show‘, além das produções francesas ‘Presidente por Acidente‘ e ‘Guerreiras‘.
E para você não perder nenhuma novidade, preparamos a agenda completa de lançamentos de janeiro de 2023. Portanto, renove o estoque de milho de pipoca e da sua bebida favorita e já comece a preparar suas primeiras maratonas do Ano Novo!
01/01
Olhar Indiscreto
A hacker Miranda adora espiar a prostituta Cléo, sua vizinha. Mas quando seus caminhos se cruzam, um assassinato muda o destino de Miranda para sempre.
Jumanji: Próxima Fase
Depois que Spencer desaparece, Martha, Bethany e Fridge precisam voltar a Jumanji para encontrá-lo. Mas essa missão não será nada fácil.
Ad Astra: Rumo às Estrelas
A jornada de um astronauta rumo a Marte se transforma em uma árdua missão no espaço em busca de respostas e do pai desaparecido.
Gokushufudou: Tatsu Imortal – Temporada 2
O ex-yakuza favorito do público voltou! Rei das pechinchas e refeições econômicas, ele mostra que leva muito a sério o trabalho de dono de casa.
Inuyasha: Temporada 4
Na busca pelos fragmentos da joia sagrada, Kagome e Inuyasha precisam enfrentar inimigos cada vez mais poderosos.
02/01
O Bonde
Uma tragédia escancara a vida privada da esposa de um político e a obriga a enfrentar segredos de família e um passado conturbado.
03/01
Os Reis do Mundo (3/1/2023 – 1/4/2023)
Cinco amigos que vivem nas ruas de Medellín partem em uma perigosa jornada pelos campos da Colômbia para recuperar um terreno herdado por um deles.
04/01
A Vida Mentirosa dos Adultos
Em Nápoles da década de 1990, uma adolescente retoma o contato com a tia, odiada pelos pais, para entender melhor as próprias raízes.
Como Virei Gângster
Este filme retrata a jornada de um bandido ambicioso em busca de poder no perigoso submundo de Varsóvia.
Bernie Madoff: O Golpista de Wall Street
Esta série documental mostra a ascensão e queda do investidor Bernie Madoff, responsável por um dos maiores esquemas de pirâmide financeira na história de Wall Street.
05/01
Ginny e Georgia: Temporada 2
Em Wellsbury, Georgia e Ginny encaram novos desafios e relacionamentos, até que segredos do passado vem à tona.
Copenhagen Cowboy
Cansada de servir como amuleto da sorte, uma mulher com misteriosos poderes sobrenaturais decide buscar vingança.
06/01
O Pálido Olho Azul
Um detetive aposentado recruta um cadete chamado Edgar Allan Poe para ajudá-lo a resolver um assassinato em uma famosa academia militar dos EUA.
O Ultimato, França: Ou Casa ou Vaza – Temporada 1, Parte 2 (30/12/2022 – 06/01/2023)
O amor de seis casais é posto à prova com um ultimato: ou casa ou vaza. Mas antes de decidirem, eles trocarão de parceiro por três semanas. Será que vai ter final feliz?
Série Jornadas Supremas Pokémon: Parte 1
Para conquistar seus objetivos, Ash e Goh vivem aventuras surpreendentes em sua jornada pelo mundo selvagem dos Pokémon.
11/01
Sexify: Temporada 2
Com o futuro da startup em risco, três jovens empreendedoras tentam equilibrar suas vidas pessoais, grandes rivalidades e investimentos.
Ruído
Em busca da filha desaparecida, uma mãe encontra uma rede de apoio e conhece outras mulheres que tiveram suas vidas destruídas pela violência.
12/01
Vikings: Valhalla – Temporada 2
Novos e velhos inimigos esperam por Freydis, Leif e Harald, que viajam pelo mundo em busca de poder e novas conquistas.
Makanai: Cozinhando para a Casa Maiko
Duas amigas inseparáveis se mudam para Quioto para realizar o sonho de serem maikos. Só que, mesmo morando juntas, vão acabar seguindo rumos diferentes.
O Panda do Kung Fu: O Cavaleiro-Dragão – Temporada 2
O generoso Po e seu esquadrão de elite percorrem o mundo para impedir que as lendárias Armas Tianshang caiam nas mãos de seus inimigos.
13/01
Sky Rojo: Temporada 3
Coral, Gina e Wendy encontram o amor e curtem a nova vida em Almería. Mas Romeo tem sede de vingança e decide acabar com a paz do trio.
Procura-se Gonker
Quando o amado cãozinho de uma família se perde na floresta, seus tutores partem em uma árdua jornada para salvá-lo.
Um Lugar Silencioso: Parte II
Forçados a fugir de casa, os Abbott encaram um mundo repleto de criaturas terríveis atraídas pelo som, além de outras ameaças imprevisíveis.
18/01
Perigo no Prato
Por meio de entrevistas com especialistas e as famílias das vítimas, este documentário analisa as mortes causadas por problemas no sistema de fornecimento de alimentos dos EUA.
19/01
That ’90s Show
Wisconsin, 1995. Leia Forman, filha de Eric e Donna, vai passar férias com os avós. Após conhecer a nova geração da área, ela descobre que o lema “sexo, drogas e rock’n’roll” não morre, só muda de roupa.
Guerreiras
França, 1914. Com o avanço das tropas alemãs e os homens indo para o front, quatro mulheres precisam lidar em casa com as trágicas consequências da guerra.
Fauda: Temporada 4
Esta série cheia de cenas de ação está de volta para uma nova temporada.
Esquadrão de Confeiteiros: Temporada 2
Este reality de competição de confeitaria está de volta para uma segunda temporada.
Império da Ostentação: Nova York
Um novo grupo de asiáticos influentes esbanja sua fortuna e seu estilo enquanto lida com os dramas e a vida em Nova York.
Presidente por Acidente
Um assistente social dos subúrbios de Paris cai de paraquedas na corrida presidencial francesa. Mas será que o país está preparado para ter seu primeiro presidente negro?
Narvik
Enquanto um jovem soldado norueguês luta nas trincheiras, sua esposa sofre com a invasão das forças alemãs na cidade.
26/01
Daniel, o Caçador de Magia: Temporada 2
Junto a uma lenda do rastreamento, Daniel tenta reverter uma maldição demoníaca e retomar uma era da magia misteriosamente ligada à sua família.
Record of Ragnarok: Temporada 2 – Episódios 1-10
Mesmo em declínio, a luta da humanidade por sobrevivência continua. Nesta rodada, um humano cruel surge para combater a próxima divindade.
27/01
Lockwood & Co.
Nesta agência de caçadores de fantasmas, uma garota com poderes psíquicos e dois jovens talentosos estão sempre prontos para enfrentar espíritos malignos.
Essa Gente
Nesta comédia de Kenya Barris com Jonah Hill, Eddie Murphy, Julia Louis-Dreyfus e Lauren London, um casal encara um novo relacionamento frente a diferenças culturais, sociais e de gerações.
30/01
Poder de Princesa
As princesas aventureiras de quatro Fruti-reinos entram em ação para ajudar os fruti-cidadãos e melhorar suas comunidades.
31/01
Pamela Anderson – Uma História de Amor
Mostrando vídeos e diários pessoais, Pamela Anderson fala sobre a ascensão à fama, os romances turbulentos e o escândalo da sex tape.
Em breve:
Todo Dia a Mesma Noite Todo Dia a Mesma Noite é uma série limitada de ficção inspirada na história real do incêndio na Boate Kiss ocorrido em 2013, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, onde 242 jovens perderam suas vidas. Baseada no livro da jornalista Daniela Arbex, a obra retrata a luta por justiça travada pelos pais das vítimas e sobreviventes, que continua até hoje.
A Batalha dos 100
Nesta acirrada competição de fitness, 100 participantes com ótimo preparo físico lutam pelo título de melhor corpo.
GAMES
Valiant Hearts: Coming Home (Em Breve)
Venha se transformar em herói, resolver quebra-cabeças e curar os feridos neste segundo jogo da aclamada franquia de ação ambientada na Primeira Guerra Mundial.
Contrariando as apostas do CinePOP, Kristen Stewart, a presidente do júri da 73ª Berlinale – Festival de Berlim, anunciou na noite de sábado, dia 25 de fevereiro, o documentário francês Sur l’Adamant como o ganhador do Urso de Ouro, prêmio máximo do festival.
Sur l’Adamant, de Nicolas Philibert
Dirigido pelo cineasta Nicolas Philibert, de 72 anos, Sur l’Adamant era o único documentário entre os 19 títulos da competição. Em poucas palavras, a obra retrata o cotidiano de um centro de acolhimento para adultos com distúrbios psiquiátricos, localizado em um barco ancorado às margens do Rio Sena, em Paris.
De acordo com o crítico Jordan Mintzer, do Hollywood Reporter, “o que vemos em cena não é apenas uma descrição do tratamento psiquiátrico administrado com muito calor humano e entusiasmo, mas um retrato de vários indivíduos que, apesar de suas deficiências perceptíveis, são capazes de produzir obras de arte originais e comoventes.” Por certo, este é o motivo do júri tê-lo escolhido como o mais impactante filme na Mostra Competitiva.
Os Ursos de Prata
Durante a cerimônia, o júri também premiou outras categorias e concedeu menção honrosa a duas outras produções, consideradas como o segundo e o terceiro lugar. O Grande Prêmio do Júri (Silver Bear Grand Jury Prize), o segundo mais importante, foi entregue à tragicomédia Afire (em tradução livre Em Chamas), do alemão Christian Petzold. Seguido pelo Prêmio do Júri (Silver Bear Jury Prize) ao português Mal Viver, de João Canijo.
Já no quesito prêmios individuais, o veterano cineasta francês Philippe Garrel ganhou o Urso de Prata de Melhor Direção por Le Grand Chariot (em tradução livre, A Grande Carruagem). De um outro lado, a estreante no cinema, Sofia Otero, de 8 anos, levou o prêmio de Melhor Performance Protagonista por 20.000 Especies de Abejas. No filme, ela interpreta um menino de 8 anos que não se reconhece no seu corpo biológico e deseja ser tratado como uma menina.
Sem distinção de gênero na premiação de artistas, o Urso de Prata de Melhor Performance Coadjuvante foi concedido à atriz austríaca transexual Thea Ehre pelo alemão Till the End of the Night (em tradução livre, Até o Fim da Noite).
Veja a lista completa prêmios da Mostra Competitiva:
Urso de Ouro: Sur l’Adamant, de Nicholas Philibert
Urso de Prata de Melhor Interpretação Coadjuvante: Thea Ehre por Till the End of the Night
Urso de Prata de Melhor Roteiro: Angela Schanelec por Music
Urso de Prata por Contribuição Artística Excepcional: Hélène Louvart pela cinematografia em Disco Boy.
Vale lembrar que o Festival Internacional de Cinema de Berlim possui diversas mostras paralelas e cada uma delas tem sua premiação separadamente. Por exemplo, o curta brasileiro Infantaria, de Laís Santos Araújo, ganhou o Prêmio Especial do Júri na mostra Generation 14+, no dia 24 de fevereiro.
Parece que o eterno Thor, Chris Hemsworth, vai ingressar em mais uma franquia. De acordo com THR, o ator está em negociações para protagonizar o filme derivado de ‘MIB: Homens de Preto’.
O site destaca que o projeto não será nem um reboot completo e nem uma continuação, e que irá mostrar novos personagens dentro do mundo da franquia.
Na trama, Jocelyn é o bem-sucedido homem de negócios, sedutor e mentiroso. Ele acaba seduzindo uma jovem bonita, fingindo ser deficiente, até o dia em que ela lhe apresenta sua irmã, que é realmente deficiente.
A vida é cheia de mistérios. Apesar de saber como nasceu, ninguém sabe ao certo por quê nasceu, e muitos se vão sem saber o motivo de terem vivido. É comum, então, que a definição geral de “fim” seja a morte. Quando a vida acaba – sem entrar em conceitos religiosos, de qualquer tipo de crença ou de legado, nos atendo apenas a biologia -, aquele indivíduo termina o mundo. Esse tema ainda é tabu, mesmo sendo parte da história humana desde seu surgimento, e talvez seja por isso que o mundo esteja tão fechado a debater o que é “o fim” e como ele se manifesta de diferentes maneiras. E nem sempre, para a surpresa de muitos, esse fim precisa ser triste. Nossa sociedade é gerida por uma falsa sensação de ordem e controle, que coloca cada indivíduo tentando controlar seu redor, sendo que todos respondem a um controle maior, projetado nas leis, seus criadores e executores. Mas, no fim das contas, tudo isso não passa de ilusão.
Abordando essas duas temáticas, o diretor e roteirista James Gunn constrói uma carta de amor, aos personagens e aos fãs, com a conclusão da trilogia mais espetacular do Universo Cinematográfico Marvel em Guardiões da Galáxia Vol.3, um filme que transborda “coração” para marcar a despedida do próprio diretor, que agora rege o futuro a DC, e para os fora da lei espaciais mais amados dos cinemas.
Nesta aventura, os Guardiões da Galáxia seguem no processo de reforma de Luganenhum, como visto no Especial de Festas (2022), enquanto cada membro segue lidando com esse nova realidade da vida pós-Thanos. Peter Quill (Chris Pratt) está mais perdido do que nunca. Afinal, ele perdeu o amor de sua vida em Vingadores: Guerra Infinita (2018) e sequer teve tempo de processar o luto, já que foi apagado da existência horas depois. Para piorar as coisas, quando ele voltou, cinco anos haviam se passado e ele deu de cara com uma Gamora (Zoe Saldana) de outra realidade andando por aí e ignorando sua existência. É uma sinuca de bico, porque ele sabe que ela se foi, ao mesmo tempo que sabe que uma versão dela está por aí. E diante desse conflito, ele se rende ao alcoolismo. O problema é que a nova vida continua com a presença de velhos inimigos. Assim, os Soberanos seguem com seu plano de vingança contra os Guardiões e enviam seu filho perfeito, Adam Warlock (Will Poulter), para acabar com eles. E quem se dá mal nessa história é o querido Rocket (Bradley Cooper), que fica à beira da morte após o ataque. Dessa forma, os Guardiões vão precisar correr contra o tempo para descobrir uma forma de salvá-lo, mesmo que isso signifique destrinchar seu misterioso e obscuro passado.
E aí que começa uma jornada pelo interior não apenas de Rocket, mas de todos os membros dos Guardiões. Ao longo dos últimos nove anos, vimos Peter e Gamora lutarem contra fantasmas do passado em diferentes manifestações. Drax (Dave Bautista) teve duas chances de consumar sua vingança, até compreender que essa sede por responder os responsáveis por seus traumas nada mais era que uma forma de se privar do luto e da dor. Vimos Groot (Vin Diesel) entender a amizade e o amor, se sacrificar, morrer e renascer por meio um bebê de personalidade própria, que foi criado pelos Guardiões como família. Mantis (Pom Klementieff) foi criada como escrava, nunca atendendo aos próprios desejos, mas sim às necessidades de um pai abusivo. E o Rocket, mesmo que timidamente, sempre teve uma origem misteriosa e supostamente trágica, que causou traumas tão profundos que o blindaram emocionalmente por toda sua vida, isolando a pobrezinho de relações afetivas e se tornando um membro distante dos Guardiões, mesmo que lá dentro, ele os ame e queira muito ser parte dessa equipe.
No segundo filme, vemos o Rocket ter um arco sentimental junto aYondu (Michael Rooker), em que um se enxerga no outro e o Azulão deixa bem claro para o pequeno que seus traumas não podem ser maiores do que quem ele realmente é. Encerrar a passagem de Yondu como um grande mentor, mesmo com aquele jeitão grosseiro, foi sensacional! Mostrou a todos que não importa seus erros, sempre há tempo para encontrar seu propósito. Não um propósito para o mundo, mas para você mesmo.
Então, em Guardiões da Galáxia Vol.3, mesmo ficando fora de tela por grande parte do filme, o Rocket se torna toda a força motriz da história porque mesmo sem ter ação do personagem, a trama é sobre ele. Traumas são marcantes em nossas vidas porque são situações importantes, cujos reflexos variam de acordo com quem sofre, e geralmente chegam sem aviso e mudam de uma vez por todas a vida da pessoa. Há traumas físicos, traumas psicológicos e aqueles que englobam os dois. E no caso do nosso guaxinim favorito, infelizmente, foi o segundo.
Vencer traumas é uma coisa muito difícil, principalmente quando o tempo passa e a vítima precisa continuar vivendo sem o apoio necessário. Há quem conclua sua passagem na Terra, inclusive, sem superá-los. De forma alguma é culpa da vítima, porque só ela sabe o quanto esse evento foi definidor em sua vida. E crescer sob influência do trauma, precisando se manter vivo em um ambiente hostil, obviamente gera consequências na formação da personalidade do indivíduo e aqui o filme se desenvolve como poucos nesse meio dos super-heróis.
Rocket é um acúmulo de traumas em forma de indivíduo. Ao longo de sua vida, foi negado a ele o direito de ser criança, se divertir, desenvolver relações e criar vínculos. Até mesmo nos filmes anteriores, toda vez que ele se apegava a alguém, as situações terminavam com essas pessoas queridas morrendo ou sendo apagadas. Até mesmo no Blip, seus melhores amigos foram apagados, enquanto ele permaneceu vivo em um planeta no qual não havia ninguém para ampará-lo. Mais do que tudo, esses traumas negaram a ele o direito de se aceitar como indivíduo. Ele foi remontado em um laboratório ainda bebê, desenvolvendo uma consciência que ele não deveria ter, e desde então foi acumulando uma série de perdas e sofrimento fora do normal, sendo que seu único e mais puro desejo era explorar a beleza das cores da vida com quem ama. Assim, essa bela jornada, construída ao longo dos últimos anos, apesar dessas tragédias, passa pela difícil missão de poder se aceitar, se entender como indivíduo, para poder aceitar o fim. O Rocket é muito mais do que uma amostra feita para o descarte em um laboratório, ele importa.
Quanto aos outros membros, por mais que já tenhamos visto um desenvolvimento bem interessante previamente, eles ainda têm questões a serem resolvidas. Nesse quesito, há de se destacar a solução para o “Caso Gamora”. Como o MCU já demonstrou algumas vezes nessa nova Fase, as variantes não são apenas réplicas que vivem em outras realidades. Elas são seres independentes com mentes próprias, vontades únicas. Toda linha do tempo alternativa apagada são incontáveis vidas efetivamente morrendo e que não deveriam ser ignoradas.
Quando Vingadores: Ultimato (2019) terminou com a Gamora variante fugindo, houve uma preocupação de que fossem sobrepor suas possibilidades de futuro em prol do amor que Peter e a Gamora que faleceu desenvolveram. E aí, James Gunn mostra uma compreensão muito sensível de Multiverso ao fazer com que a variante cruze caminho com Peter e os Guardiões. É por meio dessa situação que o diretor toca num tema muito complexo de nossa sociedade, que é o controle. Apesar de todos viverem nessa constante sensação de controle, o que garante um bem-estar social, como disse lá em cima, é tudo uma grande ilusão. Não dá para controlar as vontades alheias – e ninguém sequer deveria tentar fazer isso, diga-se de passagem – e Pete, como líder dos Guardiões, sofre para assimilar que nem tudo vai sair como queremos ou desejamos.
Tem aquele ditado que diz: “Se você ama alguém, deixe-o livre. Se ele voltar, é seu. Se não, nunca foi”, mas é tão propositalmente superficial que não tende a funcionar na prática. Isso porque ele parte do pressuposto de que as pessoas precisam ceder a quem são para se encaixar na vida alheia, como uma propriedade. E a vida real tem muitas camadas além dessa frase. Mensurar amor vai além de querer “ser de alguém”, é algo que foge aos conceitos de controle e não pode depender de inseguranças. Às vezes, por mais que os apaixonados sejam compatíveis, o amor verdadeiro é compreender que seus caminhos não são os mesmos e que tolher a vida do outro em prol de seus desejos não é a melhor saída. Assim, Gunn surpreendentemente cria uma solução muito madura para essa incursão multiversal de ter uma variante vivendo numa realidade que não é a sua.
E como toda grande história, Guardiões da Galáxia Vol.3 é engrandecida pela presença de um vilão a sua altura. Interpretado pelo ator nigeriano Chukwudi Iwuji, com quem Gunn trabalhou na série Pacificador (2022), o Alto-Evolucionário é um cientista espacial completamente sádico, cujo objetivo supostamente é melhorar a realidade para criar uma sociedade perfeita. Ele não tem escrúpulos e altera vidas que ele considera inferiores para tentar concluir seu objetivo. Porém, se não atendem a suas expectativas, ele as descarta, ignorando serem criaturas vivas, com pensamentos, terminações nervosas e sentimentos. Para ele, o que não é perfeito não é digno de existir.
E o mais interessante dessa interpretação é ver como se desenvolveram as sociedades criadas por ele, como os Soberanos e a Contra-Terra. Sua definição de perfeição criou espécies arrogantes, corruptíveis e tão propensas ao erro quanto qualquer outra. E por ser um criador, ele assume um papel de divindade para muitas criaturas. E aí cabe uma série de questionamentos acerca das concepções do que é um “deus”, o que faria dele um ser benevolente ou não, já que ele dá e tira a vida com um piscar de olhos; e qual o propósito da existência de um ser que cria vida segundo seus conceitos e despeja sua ira sobre elas por seguirem aquilo que foram “programadas” para fazer.
Fato é que ele consegue despertar sensação de nojo no público em cada ação que toma, além de conseguir colocar medo apenas com sua presença em tela. É um trabalho digno de aplausos de Chukwudi, que cria um dos melhores vilões de todo o MCU, senão o melhor.
E como é um filme dos Guardiões da Galáxia, não tem como fazer uma crítica sem comentar a trilha musical. Com duas playlists fantásticas limitadas pela pouca memória de uma fita cassete, os longas anteriores foram certeiros ao trazerem canções das décadas de 60, 70 e 80. Porém, com a presença do Zune, James Gunn conseguiu trazer mais músicas e de décadas diferentes, como os anos 90 e até mesmo anos 2000.
Confesso que ao ouvir a playlist oficial do novo filme, divulgada há algum tempo pelo próprio James Gunn, não me envolvi tanto com sua totalidade, como havia acontecido anteriormente com os dois Awesome Mix, principalmente o Awesome Mix Vol.2. No entanto, ao ouvir as canções em tela, consegui criar um apego maior, porque elas são usadas tão perfeitamente, dialogando com as cenas por sua letra, melodia e mensagem, que fica impossível não sair da sessão querendo ouvir a trilha musical no modo repeat.
Mas não pense que só de reflexões e filosofias vive este filme. A comédia padrão do grupo segue maravilhosamente bem e a ação atinge um novo nível na franquia. Gunn conduz a direção com maestria, criando cenas de ação espetaculares, usando diferenças gravitacionais, armas inusitadas e situações que ficam simplesmente fantásticas em tela. Falando nisso, a tecnologia IMAX ampliar a beleza das cenas espaciais, enchendo os olhos de qualquer um que curta as cores distintas desses cenários exóticos.
Voltando a falar da ação, o diferencial da vez é que todos os personagens estão em suas plenas capacidades, resultando na exploração das habilidades de todos, seja lutando sozinhos ou atuando como equipe. Há uma cena em especial, conduzida ao som de No Sleep Till Brooklyn, do Beastie Boys, que é simplesmente espetacular. E ainda assim esse adjetivo não faz justiça ao impacto dessa sequência da mais pura excelência de pancadaria “super-heroica”.
Por fim, não é absurdo sair da sessão completamente encharcado de lágrimas diante de um filme essencialmente belo. É uma metáfora fantástica sobre a vida, a busca pela autoaceitação e o encerramento de ciclos. E que por mais que para grande parte da sociedade, o fim seja a morte, há muito mais por trás dos verdadeiros finais, como a beleza de se encontrar no propósito e as portas que isso abre para o indivíduo. Porque quando tudo se vai, só o que nos resta somos nós mesmos e o amor que cultivamos em vida. Nem toda despedida precisa ser triste, se tudo aquilo que construímos com a pureza da vida em sua essência foi tão bonita quanto uma dança sincera. James brilha ao trabalhar isso com maestria para o grupo, no melhor filme do MCU já lançado.
Ano novo, metas novas. Janeiro é época de férias para muita gente. Para conhecer todas as novidades que chegam nos streamings nesse início de ano, confira todos os destaques para programar as férias em casa:
Série documental esportiva em quatro episódios. Com depoimentos de grandes cartolas, como Gianni Infantino, presidente da FIFA, a série conta os bastidores da criação da Liga Independente de Futebol na Europa. Estreia dia 13 de janeiro.
A última temporada da série produzida por M. Night Shyamalan chega dia 13 de janeiro, trazendo respostas fundamentais do enredo, como quem é a criança na casa.
Estrelado por Débora Nascimento, conta a história de uma hacker e voyeur que gosta de observar a vida de sua vizinha prostituta, mas, um dia, a vida das duas se cruza e ela decide se permitir viver seus maiores desejos. Já disponível na plataforma desde o dia 1o.
A aguardada segunda temporada finalmente chega no dia 12, trazendo novos e velhos inimigos em busca de poder, atravessando os caminhos de Freydis, Leif e Harald.
Baseado em livro homônimo, conta a história de uma adolescente que, na Nápoles dos anos 1990, entra em contato com a tia que não fala mais com a família, para entender melhor suas próprias raízes. Estreia dia 4.
No finzinho do milênio, a série ‘That ’70s Show’ estreou na tv paga e fez grandíssimo sucesso, lançando boa parte de seu elenco ao estrelato. Agora, passados quase três décadas, a partir do dia 19 uma nova versão chega à Netflix, dessa vez ambientada na década de 1990.
A terceira temporada traz as queridas ex-profissionais do sexo curtindo suas novas vidas, com novos amores, mas Romeo tem sede de vingança e fará de tudo para encontrá-las. Estreia dia 12.
A aguardadíssima 2a temporada finalmente chega à plataforma neste dia 5 de janeiro, trazendo mãe e filha tendo que encarar os segredos do passado que vêm à tona, trazendo consequências.
Neste filme, uma mãe busca sua filha desaparecida e encontra uma rede de apoio ao conhecer outras mulheres que tiveram suas vidas destruídas pela violência. Estreia dia 11.
Um detetive aposentado recruta um cadete chamado Edgar Allan Poe para ajudá-lo a resolver um assassinato em uma academia militar dos EUA. O filme chega dia 6.
Cinco amigos que vivem nas ruas de Medellín partem em uma jornada pelos campos da Colômbia para recuperar um terreno herdado por um deles. O filme chega dia 4.
A nova temporada da série acompanha a história dos irmãos Flenory, responsáveis pela formação de uma das famílias de criminosos mais influentes dos EUA, a Black Mafia Family. Estreia dia 6.
Maggie Civantos (a eterna Macarena) está de volta na nova temporada de ‘Express’, que chega dia 20 em oito episódios mostrando sequestros relâmpagos eletrizantes e suas resoluções pela equipe de investigação.
Provavelmente uma das séries mais aguardadas dos últimos tempos: finalmente chega à plataforma a partir de 15 de janeiro a adaptação do game ‘The Last of Us’, estrelada por Pedro Pascal.
Mais uma série para ficar de olho na HBO Max, pois traz a história da Velma, a moça de óculos e super estudiosa da animação ‘Scooby-Doo’. Chega dia 12 de janeiro.
Mais nova série animada dos mesmos criadores de ‘Rick and Morty’. Com muito humor, conta a história de um super-herói que ninguém precisava. Estreia dia 9.
Comédia nacional estrelada por Monique Alfradique, que vive uma herdeira de um empresário envolvido em esquema de corrupção e vai até a última propriedade da família, em Quixeramobim.
Filme que conta a história de um grupo de jovens num ônibus que acaba caindo em um ataque químico e, para sobreviver, precisam fugir de uma horda de zumbis. Estreia dia 7.
A segunda temporada da série de animação sobre o lote estragado foi disponibilizada aos assinantes a partir de 4 de janeiro, com dois novos episódios de uma só vez.
Ray Fisher, um dos astros de ‘Liga da Justiça’, está bem animado em ver o diretor Zack Snyder voltar para a cadeira de direção com o remake de ‘Army of the Dead’.
O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.
Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de ‘Liga da Justiça‘, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão funesta para a DCEU.
Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.
Segundo a Variety, Natacha Karam, Brian Michael Smith, Rafael Silva e Julian Works foram elencados em ‘9-1-1: Lone Star’. Seus papéis, entretanto, ainda não foram revelados.
O grupo se junta aos previamente anunciados Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Rob Lowe, Liv Tyler e Jim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.
Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.
Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto de Owen; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.
A série funciona como spin-off da aclamada ‘9-1-1′, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.
‘9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.
A FX anunciou hoje (16) que a estreia da quarta temporada de ‘Fargo’ foi adiada indefinidamente devido ao surto de Coronavírus.
Ainda há dois episódios a serem rodados e, por causa da pandemia, a produção foi suspensa. Dessa forma, a emissora decidiu cancelar o lançamento previsto para 19 de abril.
Mais informações devem ser divulgadas em breve.
A première será composta por um episódio duplo.
Timothy Olyphant, Chris Rock, Ben Whishaw, Jessie Buckley, Jack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield, Amber Midthunder e Uzo Adubafazem parte do elenco do novo ciclo.
Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.
Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.
A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).
A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.
A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.
A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.
O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).
É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.
A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.
A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.
‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.
Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado ‘Homem-Aranha 3’, reunindo os astros Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland.
A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.
Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.
Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.
‘Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.
A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.
Depois do sucesso sem precedentes de ‘Invocação do Mal’, lançado em 2013, os produtores James Wan e Peter Safran perceberam que tinham em mãos o início de um universo que perduraria até os dias de hoje. E, como novo capítulo dessa famosa franquia de terror, deram vida à ‘Annabelle’, pré-sequência lançada em 2014 e que conta a história da boneca titular – um dos casos mais famosos do casal Ed e Lorraine Warren.
Estrelado por Annabelle Wallis e Ward Horton, a história acompanha John Form (Horton), um homem que acredita ter encontrado o presente ideal para sua esposa grávida (Wallis): uma boneca vintage. No entanto, a alegria do casal não dura muito. Numa noite terrível, membros de uma seita satânica invadem a casa do casal em um ataque violento. Ao tentarem invocar um demônio, eles mancham a boneca de sangue, tornando-a receptora de uma entidade do mal.
Apesar das críticas negativas, o longa se tornou um sucesso de bilheteria e arrecadou quase US$260 milhões mundialmente, contra meros US$6,5 milhões de orçamento – motivo pelo qual gerou uma elogiada pré-sequência chamada ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’ e uma sequência intitulada ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’.
Para comemorar seu sétimo aniversário, celebrado hoje, 29 de setembro, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:
O filme retrata Annabelle como uma boneca de porcelana, mas a verdadeira pertence à linha Raggedy Ann e inclusive está exposta no museu de demonologia dos Warren. A ideia foi transformar a “personagem” em uma criatura mais assustadora e envolvente, motivo pelo qual teve seu design alterado.
O móbile que paira acima do berço do futuro filho do casal toca a mesma trilha da caixinha de música de ‘Invocação do Mal’.
A premiada apresentadora Ellen DeGeneres costumava morar no apartamento utilizado para o longa. Durante a promoção do filme em seu programa, ela explicou: “o apartamento do filme foi o primeiro apartamento que tive quando me mudei para Los Angeles. Aquele era o prédio onde eu morava. Eu estava assistindo e ficava pensando: ‘isso é bem familiar’, e era meu prédio. Era assustador naquela época também”.
A verdadeira boneca Annabelle foi dada à Donna, uma estudante da faculdade à época, pela mãe, em 1970. Ela e a colega, Angie, perceberam que a boneca se mexia sutilmente; em algumas semanas, conseguiu se mover por completo, transitando de um quarto para o outro enquanto elas não estavam em casa.
Alfre Woodard, que intepreta Evelyn no filme, não havia assistido a ‘Invocação do Mal’ antes da produção do filme começar. Em vez disso, preparou-se para o projeto pesquisando sobre a história verdadeira que inspirou a trama.
Os protagonistas se chamam Mia e John e fazem referência direta aos atores do clássico ‘O Bebê de Rosemary’, Mia Farrow e John Cassavetes. O filme de 1968 gira em torno de um jovem casal que mora em um apartamento de luxo e que se tornam alvo de uma seita satânica. O frequente barulho dos vizinhos em ‘Annabelle’ também faz homenagem ao outro longa.
Mia grita o nome “Leah!” nada menos que 89 vezes no longa-metragem, quebrando o recorde do número de vezes que o nome de um personagem é dito repetidamente em um filme.
Morganna Bridgers, Zach Pappas e Joseph Bishara são os únicos atores a retornarem do filme anterior para este. Bridgers e Pappas reprisam seus papéis de Debbie e Rick, respectivamente, enquanto Bishara, que deu vida a Bathsheba em ‘Invocação do Mal’, interpreta a Figura Demônica em ‘Annabelle’.
Em uma das cenas, é-nos mostrado um logotipo gigantesco de um prédio com o nome Barclay. Barclay é sobrenome do personagem Andy Barclay, protagonista da franquia ‘Brinquedo Assassino’, cuja narrativa também gira em torno de um boneco possuído.
Apesar de ser creditado apenas como produtor, Wan ficou responsável pela direção da cena do elevador.
A The CW divulgou a sinopse oficial de “Impulsive Excessive Disorder”, sexto episódio da 8ª temporada de ‘The Flash’, que deve começar um novo arco para a iteração (ou seja, fora do evento de cinco episódios que ficou conhecido como “Armageddon”).
Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.
O episódio será exibido no dia 09 de março.
Confira a promo:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
Kya é uma garota abandonada, que teve que se criar sozinha no brejo da Carolina do Norte. Por anos, rumores da “Menina do Brejo” assombraram Barkley Cove, isolando a afiada e inteligente Kya de sua comunidade. Atraída por dois jovens na cidade, Kya se abre para um mundo novo e estimulante, mas quando um deles é encontrado morto, ela é imediatamente considerada a principal suspeita. Conforme o caso vai se desdobrando, a verdade sobre o que aconteceu se torna cada vez mais nebulosa, ameaçando revelar os muitos segredos que existem no brejo.
Muitas vidas ganham novos caminhos após algum tipo de abalo na fase de formação. Através de algumas jornadas onde a maturidade precoce se mostra uma ferramenta necessária, acompanhamos alguns filmes que trazem olhares para esse tema. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista abaixo com interessantes produções que refletem sobre traumas na infância:
Na trama, conhecemos Helena (Daisy Ridley), que no passado viveu isolada ao lado do pai Jacob (Ben Mendelsohn) e da mãe Beth (Caren Pistorius) sendo criada de forma selvagem pelos ensinamentos do primeiro. Certo dia, durante a infância, após fugir com sua mãe, é revelada a ela que o pai as mantiveram em cativeiro durante anos. O tempo passa e Helena vive nos tempos atuais, casada, já com uma filha, mas como se não encontrasse um lugar para viver em meio aos seus intensos traumas que voltam com frequência. Quando seu pai consegue fugir da prisão, o pesadelo aparece de novo na sua frente.
Na trama, conhecemos Zuko (Bonko Khoza), um homem que encontrou a felicidade ao lado de sua família após anos de intensa ação e sofrimento. Filho de pais adotivos, teve os pais seriamente feridos em uma blitz da polícia de segurança do Apartheid. Quando o passado bate à sua porta, ele, que pertence a um grupo que tem como objetivo atual expor os absurdos cometido por Mtima (Sisanda Henna), um forte candidato para as próximas eleições na África do Sul, munido de sua adaga precisará reunir todas suas habilidades, contatos, em busca de completar mais uma missão.
Na trama, conhecemos Cal (Owen Teague), um jovem estudando para ser engenheiro civil volta às pressas para o rancho da família no Estado de Montana para ajudar no momento crítico em que se encontra seu pai, à beira da passagem. Buscando resolver os problemas burocráticos, afetado pelas dívidas de seu progenitor, acaba reencontrando seu irmã Erin (Haley Lu Richardson), após sete anos. Os irmãos, que se mantiveram distantes durante todo esse tempo, precisarão encontrar novas formas de entender um ao outro, além de resolver um impactante trauma do passado.
Na trama, conhecemos Nica (Caterina Ferioli, em seu primeiro trabalho no cinema), uma jovem com muitos traumas, orfã aos oito anos, que logo é enviada para um lar adotivo, o orfanato Sunny Creek, chefiado por uma insensível mulher que pratica abusos psicológicos com todos que chegam. Nesse mesmo lugar, está Rigel (Simone Baldasseroni), um introspectivo jovem que implica a todo instante com a recém chegada. A protagonista cresce, e já adolescente, é adotada por um casal que perdeu o filho tempos atrás. Para surpresa dela, Rigel também é adotado pela mesma família. Ao longo dessa nova jornada na vida dos jovens, um laço vai se criando e verdades do passado começam a serem descobertas.
Na trama, ambientada pelas décadas de 70 e 80, conhecemos quatro dos irmãos Von Erich, uma família de lutadores que foi criada por um pai exigente e uma mãe permissiva. Ao longo do tempo vamos percebendo como essa criação voltada para um único objetivo, o de fazer campeões, acaba afetando todos esses irmãos que logo precisam conviver com tragédias sem fim.
Na trama, acompanhamos a forte amizade entre adolescentes, Leo (Eden Dambrine) e Remi (Gustav De Waele) que andam juntos por todos os lados. Quando o primeiro começa a se afastar do segundo, um acontecimento trágico abala toda a cidade. Buscando forças para entender alguns porquês e seguir em frente, Leo enfrentará uma caminhada de aprendizado sobre o viver.
Aloners
Na trama, conhecemos Jin Ah (Jeong Da-eun), uma jovem solitária, que não gosta de interagir, passando seus dias no trabalho, um call center de uma empresa de cartão de créditos, um emprego onde ninguém percebe sua ausência. Ela opta pela sua rotina igual todos os dias do que se jogar na vida e interagir com os outros. A mãe faleceu recentemente e o pai que a abandonou por quase duas décadas voltou faz pouco tempo para os momentos finais da mãe tempo suficiente de ficar com a herança toda. Certo dia, um estranho acontecimento a faz ampliar seu leque de percepções.
Na trama, ambientada na década de 60, enxergamos tudo pela ótica de um jovem menino chamado Buddy (Jude Hill) que vê se despedaçar e atravessar inúmeras mudanças o local onde nasceu e foi criado que agora é tomado por intolerância religiosa que geram conflitos agressivos. Em paralelo a esses conflitos vemos sua rotina, seu cotidiano dentro desse cenário mas sem deixar de brincar na rua com os amigos, se apaixonar pela primeira vez, os sonhos e dedicações na sala de aula, as discussões dos pais, as idas e vindas do pai que trabalha num lugar muito longe.
Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.
Na trama, conhecemos Saori (Sakura Andô), uma mãe, viúva, em busca das verdades sobre o recente comportamento do jovem filho Minato (Soya Kurokawa). Ela aciona a escola onde ele está matriculado e seu destino se cruza com o professor Hori (Eita Nagayama) acusado de agredir Minato. Esse é um dos pontos de vistas de uma história que abre seu leque com o olhar de Hori e também o de Minato.
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