Em entrevista ao Vanity Fair, David Koepp revelou detalhes sobre o processo de desenvolvimento de ‘Dia D‘ (Disclosure Day), declarando que o roteiro do filme passou por 42 rascunhos diferentes – com o objetivo de aprimorar a narrativa da melhor forma possível.
“[Steven Spielberg] foi mais exigente do que eu jamais o vi, porque ele sabe que já trabalhou neste gênero antes. Ele queria que este seja o melhor.”
O diretor ainda comentou sobre sua experiência ao lado do seu antigo colaborador: “[Koepp] é um ótimo parceiro porque nós escutamos um ao outro.”
A produção chegará aos cinemas nacionais no dia 11 de junho.
Na trama, se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém lhe mostrasse, provasse isso, você se assustaria? Neste verão, a verdade pertence a sete bilhões de pessoas. Estamos nos aproximando do Dia D.
O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.
O bilionário Jeff Bezos, fundador da Amazon, voltou a afirmar publicamente que não teve qualquer envolvimento pessoal na aprovação e aquisição de ‘Melania’, documentário focado na primeira-dama dos Estados Unidos. Apesar de rechaçar os rumores de interferência direta, o empresário defendeu o lançamento do projeto e o classificou como um acerto comercial para a gigante da tecnologia.
Em declarações divulgadas pelo Deadline, Bezos foi enfático ao rebater as especulações de bastidores:
“Nós já negamos isso. O escritório da Melania também negou. Não é verdade. Eu não tive nada a ver com isso. E, aliás, parece que foi uma ótima decisão de negócios. O filme foi muito bem nos cinemas e também no streaming. As pessoas têm muita curiosidade sobre Melania. Então, mesmo sem meu envolvimento, parece que a equipe da Amazon tomou uma decisão extremamente inteligente”, afirmou.
Dirigido por Brett Ratner, o longa-metragem estreou nos cinemas norte-americanos no fim de janeiro, onde arrecadou mais de US$ 16 milhões antes de ser disponibilizado globalmente no catálogo do Prime Video.
Apesar do forte apelo de público, a produção atraiu debates intensos na indústria cinematográfica por conta de sua engenharia financeira. Segundo relatórios da imprensa americana, o documentário teve um custo de produção estimado em US$ 40 milhões, somado a um aporte de US$ 35 milhões para a campanha de marketing, valores considerados astronômicos e fora dos padrões habituais para o gênero documental.
O documentário ‘Melania’ está disponível no Prime Vídeo.
Na trama, numa comunidade de aposentados aparentemente perfeita, o encontro monstruoso de um recém-chegado em luto o inspira a se juntar a um grupo desajustado de heróis improváveis que descobrem um segredo sombrio que prova que seus “anos dourados” são mais perigosos, e eles são mais formidáveis, do que qualquer um poderia imaginar.
‘The Man I Love’, novo longa estrelado pelo vencedor do Oscar Rami Malek, estreou de forma extremamente positiva no Rotten Tomatoes. O filme conquistou 91% de aprovação da crítica especializada, com base em 11 avaliações publicadas até o momento.
Os críticos, em geral, rasgaram elogios ao longa, especialmente à performance de Malek, destacando como a atmosfera melancólica da trama promete deixar uma forte marca emocional nos espectadores.
“A atuação corajosa e incrivelmente natural de Rami Malek será lembrada por muito tempo, marcando um dos pontos mais altos da carreira do ator vencedor do Oscar, que incorpora esse homem com dignidade e determinação, mesmo com seus dias contados e o espírito intacto”, disse Pete Hammond do Deadline.
“The Man I Love é um drama comovente e excêntrico na medida certa, pequeno e delicado, mas surpreendentemente preciso, com uma atuação de Rami Malek que, se houver alguma justiça, finalmente deve silenciar os críticos que sempre foram sarcásticos com ele”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“Malek é um ator com um estilo tão distinto quanto o de John Malkovich ou Jeff Goldblum. Porém, esse estilo funciona melhor quando há leveza na direção e no material. Aqui, as coisas nunca realmente se encaixam”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.
“Embora o filme pertença a Malek, Sturridge é o verdadeiro destaque silencioso. Com uma impressionante economia de recursos, o ator consegue captar algo fundamental sobre a relação entre artistas e seus parceiros”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Ira Sachs dirige Rami Malek no melancólico, sensual e profundamente triste The Man I Love, um filme difícil de definir ou compreender por completo, mas que ainda assim deixa uma marca dolorosa e inesquecível”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire
“Sachs mantém os confrontos e o drama inerente em um tom contido e quase silencioso. Isso até tudo convergir naquele único momento: um espetáculo devastador de um artista… atingido pela percepção de que sua memória e sua capacidade de se apresentar estão escapando dele”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.
“Na Nova York do fim dos anos 1980, um artista de teatro vivendo com AIDS assume aquele que pode ser seu último grande papel”, diz a sinopse oficial.
O novo derivado terá um tom mais sério que a produção original, sendo descrita como um “mistério de assassinato sombrio”.
“[O novo derivado] definitivamente terá parte do DNA de ‘The Boys’, em termos de irreverência e violência gráfica, mas será como um mistério de assassinato estilo noir – Não como o Black Noir, mas sim noir de verdade. A série terá detetives e reviravoltas, e haverá um assassinato que revelará uma grande conspiração.”
Jensen Ackles (Soldier Boy) e Aya Cash (Tempesta) serão os protagonistas.
Anteriormente, Ackles revelou o que podemos esperar da produção: “Olha, vai parecer familiar em termos de formato, porque a ideia é pegar o que funciona em The Boys e fazer algo um pouco diferente, especialmente por se passar nos anos 1950. Mas, falando por mim, estamos acostumados a ver o Soldier Boy nos tempos modernos. Ele é, como gosto de dizer, um homem analógico em um mundo digital, um peixe fora d’água no contexto atual. Agora vamos vê-lo sendo relevante, no ambiente onde ele realmente pertence. Ele é o manda-chuva. Mas também veremos a experiência que explica por que ele se tornou quem é. Vamos explorar as camadas do que realmente aconteceu naquele período”.
A empolgação do astro com o projeto é evidente. Segundo ele, o convite foi aceito instantaneamente: “Quando me apresentaram a ideia, dizendo que seria um prelúdio ambientado nos anos 1950 com o Soldier Boy, eu nem deixei terminarem a frase antes de dizer ‘sim!'”.
Ackles ainda confirmou que a intenção é que o derivado se estenda por várias temporadas.
A cantora, compositora e produtora Charli XCX lançou hoje (21) a inédita canção “RSS26” em todas as plataformas de streaming.
A faixa foi composta por Charli ao lado de seu colaborador de longa data A.G. Cook e de Finn Keane, e sucede o lead single“Rock Music”.
Ouça:
Charli XCX é uma das artistas mais conhecidas e prestigiadas da atualidade e uma das responsáveis pela popularização de estilos conhecidos como PC Music e hyperpop.
Contando com seis álbuns de estúdio em sua carreira, o compilado mais recente da artista, ‘BRAT’, recebeu aplausos da crítica e do público ao redor do mundo, tornando-se um dos mais bem avaliados do século e garantindo à artista nada menos que três estatuetas do Grammy – incluindo Melhor Álbum de Eletrônica/Dance.
Em 2026, ela ficou responsável pela trilha sonora oficial do remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’. Intitulado ‘Wuthering Heights’, o álbum recebeu elogios por parte dos especialistas e contou com singles como “Chains of Love”, “Wall of Sound” e “Always Everywhere”.
De acordo com o Deadline, Harry Melling (‘Pillion’), Adam Nagaitis (‘Cidade das Estrelas’) e Aminah Nieves (‘1923’) foram escalados para o elenco da 2ª temporada de ‘Task‘, aclamada série daHBO que conquistou impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Melling interpretará Brennan Boylan, um agente da DEA explosivo, enquanto Nagaitis será o leal e imperturbável agente da DEA, Luke Clemmons. Nieves interpretará Nataly Zamora, uma agente do FBI pragmática e jovem mãe dedicada que luta bravamente para proteger a comunidade que a criou.
O trio se junta ao vencedor do Oscar Mahershala Ali (‘Moonlight’), previamente anunciado.
No próximo ciclo…
Mark Ruffalo (‘Thor Ragnarok’) retorna como o Agente Tom Brandis, que assume o comando de uma nova força-tarefa, mas quanto mais aprofundada a operação, mais difícil fica identificar o alvo.
Vale lembrar que todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na plataforma de streaming da HBOMax.
29ª MOSTRA TIRADENTES - - Foto Leo Lara/Universo Produção
A cada ano que passa, o cinema brasileiro cresce em excelência e amplia suas possibilidades, trazendo obras de grande impacto e abordando diversos temas que nos aproximam da realidade de nosso país. A questão é: como assistir a todos esses filmes que chegam ano após ano, se a maioria deles não é absorvida pelo complexo – e ainda limitado – circuito exibidor?
29ª MOSTRA TIRADENTES – – Foto Leo Lara/Universo Produção
Para algumas pessoas, o nosso cinema brasileiro se resume apenas às comédias de alto investimento – que conseguem chegar aos cinemas – ou a filmes com enorme divulgação e premiações internacionais, como os recentes casos de Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto. Mas o nosso audiovisual é muito mais rico e diverso.
Um oásis em meio a essa dificuldade de assistirmos, em uma tela grande, aos ótimos filmes brasileiros que vão nascendo são os festivais de cinema espalhados pelo Brasil. Esses eventos, que também são encontros de amantes da sétima arte, nos dão a possibilidade de conhecer um Brasil mais profundo por meio de curtas, médias e longas-metragens que, geralmente, fazem suas primeiras exibições nesses espaços.
19ª CINEBH – International Film Festival – Abertura Oficial – Foto: Jackson Romanelli/Universo Produção
Esses encontros também funcionam como apoio a outros elos que fazem parte de toda a cadeia da produção cinematográfica. Do necessário networking aos pitchings de projetos e debate atuais sobre o mercado de cinema no Brasil, os festivais de cinema apostam cada vez mais em um olhar aprofundado, tornando-se, cada um à sua maneira, importantes pontos de encontro para todo mundo que busca dar sua contribuição coletiva a um mercado sempre efervescente e que emprega milhares de pessoas.
Nós aqui do Cinepop, nos últimos anos, temos circulado por alguns desses eventos espalhados pelo Brasil, dando nossa contribuição com muitas matérias, críticas e entrevistas, nos unindo as importantes contribuições que o jornalismo cultural exerce na divulgação do nosso cinema. Dessa forma, estamos podendo ver de perto obras maravilhosas, entrevistar várias gerações de realizadores e realizadoras, além de trazer importantes reflexões sobre o mercado cinematográfico brasileiro.
De Norte a sul do país, é maravilhoso chegar a esses eventos e perceber rapidamente como o nosso cinema pulsa de muitas formas – e sempre com a mesma intensidade. Começamos todo ano com a cobertura da Mostra de Cinema de Tiradentes, realizada sempre em janeiro, um evento grandioso que sempre esteve ao lado do cinema feito em nosso país, apresentando novos e consagrados realizadores presenteando o público com suas mais recentes obras.
O criador e editor-chefe do Cinepop, Renato Marafon, e o crítico de cinema Raphael Camacho, na Mostra de Cinema de Fama em 2025.
A cada ano que passa, e com cada vez mais inovações, os festivais de cinema – de pequeno, médio, ou grande investimento – se consolidam como espaços onde o audiovisual brasileiro resiste e sobrevive. Se você ainda nunca foi até um evento assim, não deixe de viver essa experiência: você certamente vai querer voltar mais vezes.
Começando sua carreira como atriz de soap opera, Kylie Minogue tornou-se uma powerhouse do mundo do entretenimento e sagrou-se não apenas como a princesa do pop australiano, como encontrou um sucesso sólido ao redor do planeta com produções que marcaram época e que encantaram os fãs. Desde sua estreia em 1988, Minogue nunca pensou duas vezes antes de deixar sua marca no cenário fonográfico e, apesar de ter recebido críticas inexplicáveis sobre uma “falta de identidade”, ela provou que veio para ficar.
Ao longo de uma expressiva carreira que está em vias de completas quatro décadas, a capacidade de reinvenção da performer é algo a ser admirado por completo: não é surpresa que ela saia a voz por trás de canções icônicas como “Can’t Get You Out of My Head”, “Spinnin’ Around”, “Get Outta My Way”, “All the Lovers” e “Padam Padam” – conquistando duas estatuetas do Grammy e mais centenas de prêmio através de uma discografia que nunca deixa de nos satisfazer e de nos encantar. Com sua merecida ressurgência nos anos 2020, em virtude do sucesso dos álbuns ‘DISCO’ e da duologia ‘Tension’, Minogue voltou a cimentar seu legado com uma identidade apaixonante e que une o escapismo das pistas de dança a uma melancolia contemporânea que nos envolve logo de cara.
Neste último dia 20 de maio, a cantora e compositora ganhou uma série documental intitulada ‘KYLIE’ e que já está disponível para todos os assinantes da Netflix. Explorando a vida, os temores, as angústias e as felicidades de um dos nomes de maior respeito da indústria, o projeto veio acompanhado de uma canção original, “Light Up”, que reúne todos os conhecidos elementos da carreira de Minogue em uma celebração testamentária e antêmica que navega pelo melhor do pop e nos entrega uma mensagem de bonança e de positividade que já é bem característico da artista.
Responsável pelos versos ao lado de nomes como Chris Martin, vocalista da banda de rockColdplay, e Biff Stannard, Minogue se apropria dos convencionalismos de tantas outras músicas similares, pegando páginas emprestadas do trabalho que Taylor Swift e Pink fizeram em seus respectivos documentários, mas pincelando os tropos com uma deliciosa declaração de amor e de vulnerabilidade que nos arrebata assim que chega ao primeiro refrão. Aqui, a sutileza dos sintetizadores se mescla com as notas do violão e da bateria para construir uma narrativa de libertação e empoderamento que embarca num crescendo poderoso – e que traz inspirações de seu trabalho em ‘Tension’, principalmente no tocante à cadência e à performance.
Minogue não apenas constrói um hino humano sobre empatia e sobre comunhão, mas se apropria de uma espécie de “melancolia esperançosa” em um estilo mais constrito de “Vegas High”, por exemplo, fazendo questão de unir letargia e euforia em uma compreensão contundente de que existe a calmaria e a paz após a tempestade – e, no final das contas, é exatamente isso o que esperávamos de uma canção tão vibrante quanto esta, que apenas um nome como Kylie poderia nos dar.
Lembrando que a música e o documentário já estão disponíveis no streaming.
‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), filme de terror dirigido pelo ótimo André Øvredal (‘A Autópsia’), chega hoje nos cinemas nacionais.
É mais um ótimo terror da leva que estamos recebendo em 2026, e o filme acompanha um jovem casal que está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.
Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.
O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.
‘Resident Evil‘ marca o retorno da popular franquia aos cinemas. Com a proposta de trazer para o público uma reinvenção eletrizante e aterrorizante, o novo filme distribuído pela Sony Pictures acaba de ganhar um teaser inédito nos levando aos bastidores do projeto.
O longa é dirigido pelo visionário cineasta Zach Cregger, do premiado ‘A Hora do Mal’ e de ‘Noites Brutais’, e tem previsão de estreia nos cinemas para 17 de setembro deste ano.
Protagonizado porAustin Abrams (“A Hora do Mal”, “The Walking Dead” e “Euphoria”), o filme tem uma história inédita e acompanha Bryan, um entregador médico que, de forma inesperada, precisa lutar pela sobrevivência em uma noite cada vez mais sombria, horripilante e caótica. O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).
Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.
“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’“.
“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de ‘Resident Evil’, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.
Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).
A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.
Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.
‘Mestres do Universo’ teve sua estreia mundial nos últimos dias e chega em breve aos cinemas de todo o mundo – e, com as primeiras reações ao filme ganhando espaço nas redes sociais, detalhes sobre a cena pós-créditos do live-action foram divulgados.
Um rumor anterior afirmava que a sequência em questão apresentaria um certo personagem favorito dos fãs e, agora, o perfil insiderMTTSH agora confirmou que Orko aparece na cena.
Orko – ou Gorpo, como era originalmente conhecido – é um mago Trollan que serve como amigo leal de He-Man e conselheiro não muito competente em assuntos mágicos. Ele não fazia parte da primeira linha de brinquedos de Mestres do Universo e foi criado para adicionar um toque de humor à clássica série animada dos anos 80.
Embora esta seja a estreia de Orko em live-action, uma versão do personagem já apareceu em todas as produções animadas.
As primeiras impressões ao longa dividiram os críticos. Enquanto alguns amaram a vibe cafona e o universo criado para o filme, outros acharam que a maior parte da produção ficou uma “bagunça”.
Confira as reações:
“Mestres do Universo tem cerca de 20 minutos finais muito divertidos, estranhos, mas agradáveis. Quanto ao resto do filme? É uma bagunça. Coisas sérias tocadas para dar risadas, risadas tocadas para emoção, funciona, não funciona, realmente tenta, mas acaba sendo constrangedor demais. Cenas incríveis dos créditos finais, no entanto.”
#MastersoftheUniverse has a very fun, weird, yet enjoyable last 20 minutes or so. As for the rest of the movie? It’s a mess. Serious played for laughs, laughs played for emotion, it works, it doesn’t, it really tries but ends up being too awkward. Great end credits scenes though. pic.twitter.com/IINjM5uS84
“A melhor parte de ‘Mestres do Universo’ é que o filme abraça completamente suas raízes como um desenho animado exagerado dos anos 80 que ganha vida. O live-action nunca se leva muito a sério, se entrega totalmente ao lado mais brega e exibe com orgulho suas emoções. Em vez de tentar modernizar demais a franquia, ele resiste a essa ideia e é muito melhor por isso.”
The best thing about Masters of the Universe is that it fully embraces its roots as an over-the-top 80s cartoon come to life.
The film never takes itself too seriously, leans completely into the cheese factor, and proudly wears its heart on its sleeve. Instead of trying to turn… pic.twitter.com/L2V2TUCkgr
“Mestres do Universo é como um filme-irmão do primeiro Thor. Tem dificuldades para encontrar seu equilíbrio na primeira metade, mas, uma vez que se firma em seus temas de masculinidade frágil e ego, abre caminho para uma diversão incrivelmente gostosa que também é visualmente estimulante. Nicholas Galitzine é ótimo!”
MASTERS OF THE UNIVERSE is like a sister film to the first Thor. Struggles to find its footing in the first half, but once it locks on its themes of fragile masculinity and ego, it makes way for an incredibly fun time that’s also visually stimulating. Nicholas Galitzine is great! pic.twitter.com/w0sprjgNZw
“O charme despojado de ‘Mestres do Universo’ me conquistou. Uma experiência colossalmente épica. O live-action tem um tom autoconsciente ao estilo ‘Guardiões da Galáxia’ e uma mensagem radical em sua essência. Nicholas Galitzine e Camila Mendes arrasaram. […] O diretor Travis Knight demonstra uma genuína reverência por todas as encarnações do He-Man, desde os bonecos de ação até as animações. Cheguei a me emocionar em um determinado momento.”
#MastersOfTheUniverse director Travis Knight has a genuine reverence for all the incarnations of the He-Man character the MASTERS OF THE UNIVERSE action figures, animated & cinematic iterations. Easter Eggs are incorporated with craft & care. I got a little misty at 1 point.
“Nicholas Galitzine está impecável em ‘Mestres do Universo’, mas é seu timing cômico que rouba a cena. Assumidamente caricato, repleto de referências aos anos 80 (a trilha sonora!), e Jared Leto exagera na interpretação vocal como Esqueleto. Um pouco extravagante, mas, em sua maior parte, diversão para toda a família.
Nicholas Galitzine looks the part in #MastersOfTheUniverse (and how!) but it’s his comedic timing that steals the show. Knowingly cartoonish, packed with 80s vibes (the soundtrack!), and Jared Leto camps it up vocally as Skeletor. Slightly risqué, but mostly family-friendly fun. pic.twitter.com/EoRlS4l2dl
“Adorei ‘Mestres do Universo’ – uma das maiores surpresas do ano para mim. Sou muito fã de várias pessoas envolvidas, mas [a franquia] nunca foi muito a minha praia quando eu era mais novo. Além disso, baseado no que eu sei do material original, parecia um filme extremamente desafiador de se fazer. Mas Travis Knight e sua equipe conseguiram! Fui completamente arrebatado por essa aventura super vibrante, estranha e alegre. É totalmente absurdo, mas o absurdo funciona quando o elenco e a equipe entendem completamente o tipo de filme que estão fazendo e se dedicam totalmente para dar vida a ele.”
Bound to be one of the biggest surprises of 2026 for me — I loved MASTERS OF THE UNIVERSE.
I’m a huge fan of a lot of the folks involved, but it was never really my thing growing up and I kind of assumed the same would be true now. Also, based on what I do know of the source… pic.twitter.com/u0ecHjbWgM
“Eu AMEI ‘Mestres do Universo’! É uma verdadeira declaração de amor a tudo relacionado ao He-Man, além de ser um filme de fantasia/ficção científica lindo e bombástico que agrada a todos e não esconde suas emoções. É inacreditável que esse filme exista, mas estou muito feliz por isso. Passei o filme inteiro com um sorriso enorme no rosto.”
I LOVED #MastersoftheUniverse! Both a love-letter to all things He-Man and a beautiful, bombastic fantasy/sci-fi crowd pleaser that wears its heart on its sleeve. It’s insane this movie exists but I’m so happy it does. I had the biggest smile on my face the whole way through. pic.twitter.com/ZeHwvhBtAk
Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).
O Apple Studios revelou recentemente que Andrew Schulz(‘Street Fighter’) foi escalada para o novo drama esportivo ‘Running’ (via Deadline).
Sem muitos detalhes sobre seu papel revelados, Schulz se junta aos já confirmados Spike Fearn (‘Alien: Romulus’), Brian Tyree Henry (‘Ladrões de Drogas’) e Rhea Seehorn (‘Pluribus’).
O projeto é centrado em um morador de rua, interpretado por Fearn, que também é um prodígio da corrida em busca da grandeza, que usa seu talento para superar o passado e construir seu futuro.
Gavin O’Connor, conhecido por seu trabalho no recente sucesso ‘O Contador 2’, assume a direção do projeto.
O’Connor irá colaborar novamente com o roteiristaBill Dubuque, seu parceiro nos filmes ‘O Contador’.
‘The Boys’ chegou oficialmente ao fim, e o showrunner Eric Kripke finalmente comentou o desfecho brutal de Billy Bruto, que acaba tendo um destino muito parecido com o dos quadrinhos ao ser morto por Hughie.
Em entrevista ao ComicBookMovie, Kripke destacou a fidelidade desse momento em relação ao material de origem: “Fora Robin sendo atropelada no primeiro episódio, isso é provavelmente o mais fiel possível aos quadrinhos. E eu sempre adorei a ideia de que tudo se resume àqueles dois personagens”.
O produtor analisou a complexa psicologia de Bruto e a função de Hughie em sua vida ao longo das temporadas: “Uma das qualidades do Bruto é que ele sabe que é um sociopata sem consciência, então cria uma consciência externa para si mesmo. O objetivo de Hughie desde o início era ser como um irmão mais novo e impedir Bruto quando ele finalmente ultrapassasse todos os limites. Do ponto de vista de roteiro, foi muito recompensador unir elementos que plantamos ao longo de sete anos. Essa relação sempre foi o coração emocional da série”.
Questionado se Bruto realmente pretendia seguir com seu plano extremista ou se, no fundo, buscava uma redenção através da própria morte, Kripke manteve a ambiguidade dramática: “O que Karl Urban fez naquela cena deixa tudo aberto à interpretação. Eu tenho minha própria opinião, mas acredito 100% que ele faria aquilo. Só que Hughie sempre foi o mecanismo de segurança que Butcher criou para si desde o piloto”.
Outro ponto crucial do desfecho foi a morte de Terror, o bulldog de estimação de Bruto. Logo após a queda do Capitão Pátria, o líder dos Boys descobre que o animal faleceu devido à velhice. Kripke assumiu a responsabilidade pela escolha narrativa, justificando-a como o gatilho final para a loucura do personagem:
“Não estou fugindo da responsabilidade. A decisão foi minha. Mas isso também acontece nos quadrinhos, e o resultado é o mesmo: Butcher perde completamente o controle após a morte de Terror. Eu sempre senti que aquele cachorro representava o último resquício de humanidade dele. Se o cachorro morresse, a humanidade de Bruto morreria junto”, destacou.
Na reta final do episódio, após a derrota do Capitão Pátria, Bruto tenta se reconectar com Ryan, mas o jovem o rejeita enfaticamente, afirmando que Bruto, assim como o líder dos Sete, não é uma boa pessoa. Isolado e desolado ao encontrar seu cachorro morto, Bruto perde o último freio moral.
Ao descobrir que a Vought continuará operando e que Stan Edgar reassumiu a presidência da empresa, Bruto decide usar o vírus modificado para exterminar qualquer pessoa com Composto V no organismo. Percebendo a ameaça iminente, Hughie vai ao seu encontro. Após um breve e tenso confronto, Hughie é forçado a matar Bruto, impedindo a liberação do patógeno.
No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.
Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.
No melhor espírito da franquia, o balde terá o inusitado formato de bong, e virá em quatro tamanhos diferentes. O item ainda contará com um compartimento separado para a manteiga.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.
As estrelas Anna Faris eRegina Hall também reforçaram que o novo capítulo pretende ultrapassar limites. Em entrevista à Entertainment Weekly, Hall afirmou que o filme vai “ofender todo mundo”, enquanto Faris brincou dizendo que os irmãos Wayans sempre tiveram um estilo de humor que “atira para todos os lados”.
A proposta já vem dividindo opiniões na internet. Enquanto muitos fãs comemoram o retorno da franquia às mãos dos Wayans e enxergam a produção como uma tentativa de ressuscitar as grandes comédias sem censura dos anos 2000, outros acreditam que o humor “anti-cancelamento” pode soar datado ou forçado. Discussões no Reddit mostram exatamente essa divisão entre nostalgia e receio sobre o tom adotado pelo filme.
Ainda assim, uma coisa é certa: em uma Hollywood cada vez mais cautelosa, ‘Todo Mundo em Pânico‘ parece disposto a fazer exatamente o contrário — provocar, incomodar e rir de absolutamente tudo. E talvez seja justamente isso que esteja faltando nas salas de cinema.
O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
A icônica e provocativa animação ‘South Park’ teve a data de estreia de sua aguardada 29ª temporada oficialmente confirmada. O novo ano trará de volta as controversas aventuras de Cartman, Kyle, Stan, Kenny e companhia.
De acordo com informações do Deadline, os novos episódios começam a ser exibidos nos Estados Unidos no dia 16 de setembro, chegando ao catálogo do Paramount+ na América do Norte e no Canadá já no dia seguinte.
O retorno da série acontece após uma sequência de episódios altamente explosivos. Na última vez em que o público visitou a pequena e gélida cidade do Colorado, a trama mostravaDonald Trump e seus aliados planejando eliminar sua “prole anticristo” a tempo do Natal, evento que se sucedeu poucas semanas após o secretário de Defesa, Pete Hegseth, enviar tropas militares para South Park.
No ar desde sua estreia histórica em 1997, ‘South Park’ já ultrapassou a impressionante marca de 330 episódios, tendo ridicularizado incontáveis celebridades, políticos e movimentos culturais ao longo de quase três décadas.
Malcolm D. Lee (‘Todo Mundo em Pânico 5’) é responsável pela direção.
Uma violinista talentosa aceita um emprego prestigioso como professora de música da filha prodígio de uma família influente e enigmática. À medida que se envolve nesse mundo opulento, segredos perturbadores começam a vir à tona, forçando-a a questionar sua segurança, seus sonhos e até mesmo sua sanidade.
De acordo com o Deadline, Kelli Berglund (‘Heels’) foi confirmada no elenco regular do reboot da série clássica ‘Prison Break‘, que está sendo desenvolvido pelo Hulu.
A atriz interpretará Cheyenne, detenta de uma das prisões mais letais da América. A artista substituirá Priscilla Delgado, que deu vida à personagem no episódio piloto.
O elenco ainda contará com Emily Browning (‘American Gods’) como Cassidy Collins, Lukas Gage (‘The White Lotus’) como Jackson, Drake Rodger (‘The Winchesters’) como Tommy, Clayton Cardenas (‘Mayans M.C.’) como Ghost, JR Bourne (‘Teen Wolf’) como Junior, Myles Bullock como Darius ‘Red’ Lewis e Georgie Flores como Andrea.
Na nova série, uma ex-soldado aceita um emprego como uma agente penitenciária em uma das prisões mais mortais dos Estados Unidos para provar o quão longe ela irá por alguém que ama.
Criado por Elgin James (‘Mayans M.C.‘, ‘The Outlaws‘), o novo projeto será ambientado no mesmo universo da aclamada série original da FOX, mas seguirá uma narrativa independente.
Astros do clássico da FOX não devem retornar para a nova série.
Uma das maiores e mais veneradas franquias da história do cinema se prepara para retornar às telas com uma perspectiva completamente inédita. A Paramount Pictures confirmou oficialmente o desenvolvimento de um novo longa-metragem derivado do universo de ‘O Poderoso Chefão’ (The Godfather). A grande novidade do projeto é a mudança de foco para uma protagonista feminina: Connie Corleone, a única filha de Don Vito Corleone, originalmente interpretada por Talia Shire.
De acordo com informações do portal World of Reel, a produção será uma adaptação cinematográfica de “Connie”, novo romance oficial autorizado pelo espólio do autor Mario Puzo. O livro foi escrito pela autora best-seller ítalo-americana Adriana Trigiani. Com a aquisição dos direitos já consolidada pelo estúdio, a previsão de estreia do longa-metragem nos cinemas é para 2027.
O anúncio do projeto acendeu imediatamente os rumores em Hollywood sobre um possível envolvimento de Francis Ford Coppola, diretor da trilogia original. Hoje aos 87 anos, o lendário cineasta foi cogitado por fãs e analistas para assumir o comando da nova produção.
No entanto, as expectativas foram contidas rapidamente. Ao ser questionada sobre a possibilidade de o diretor assumir o comando de um quarto filme da saga, a equipe oficial de Coppola foi direta e categórica, classificando o retorno como “improvável”.
Lançado originalmente em 1972, ‘O Poderoso Chefão’ revolucionou a indústria cinematográfica e permanece até hoje no topo das listas de melhores filmes de todos os tempos. Na época de seu lançamento, a obra-prima recebeu 11 indicações ao Oscar, conquistando três estatuetas principais, incluindo a de Melhor Filme. O sucesso estrondoso deu origem a duas sequências aclamadas: ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ (1974) e ‘O Poderoso Chefão: Parte III’ (1990).
O fenômeno global ‘Emily em Paris’ continua a consolidar seu sucesso na Netflix – e os novos capítulos prometem levar o público a destinos ainda mais ensolarados. Após uma passagem marcante pela Itália, a plataforma de streaming confirmou que a produção está de malas prontas para a Grécia e Mônaco.
Com o início das gravações ocorrendo hoje (21), a estrela indicada ao Globo de Ouro Lily Collins postou uma série de fotos na idílica paisagem grega ao lado do criador Darren Starr, anunciando que a série será encerrada após a sexta temporada.
“E estamos de volta — pela última vez. ‘Emily em Paris’ embarca numa aventura épica pela Grécia (e, claro, pela França). Que esta seja a temporada mais especial de todas!”, ela escreveu.
A sexta temporada também reforça seu time com nomes de prestígio. Minnie Driver integra o elenco no papel da Princesa Jane, enquanto Bryan Greenberg interpretará Jake, um americano estabelecido em Paris.
Michèle Laroque também se junta à produção como Yvette, uma antiga e misteriosa amiga de Sylvie.