2008 foi um ano de filmes aguardados. Superproduções. Filmes que com certeza iriam prender o fôlego e deixar o expectador com um desejo de querer mais daquilo. Foi um ano em que estrearam as continuações que todos estavam esperando. Muitas boas, outras, deixaram a desejar. Mas não há que se preocupar pois houve muitas produções que salvaram os ano.


Os Melhores de 2008

Jumper

Com certeza, um dos melhores filmes do ano. David Rice é um jovem de 15 anos. Meio nerd, fraquinho. Ele é apaixonado por Millie, a garota do colégio. Em um certo dia, ele entrega um presente a ela.

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Porém, Mark, um garoto metido a machão pega o globo de neve e joga em um lago congelado. Numa tentativa de resgate, após pegar o objeto o gelo se parte e David cai no lado e misteriosamente ele se teleporta e aparece na biblioteca pública. Ninguém, e nem ele entendeu o que havia acontecido e é dado como desaparecido.

Ele vai para Nova York tentar a vida. Lá, ele assalta um banco usando os seus poderes e fica milionário. Oito anos se passam e após voltar de um dia de curtição, ele encontra em seu apartamento, Roland, um paladino. Um grupo que caça e mata os ‘Jumpers’, que são pessoas como David com poderes de teleporte. Agora, David precisa correr pra sobreviver e conta com a ajuda de Griffin, um outro jumper. Sem dúvida, um dos melhores do ano. Uma história brilhante.

Ótimos efeitos, ótimas atuações, um elenco muito bem escolhido, e claro, ele, Samuel L. Jackson.

Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

CNeste ano, chegou às telas ‘Sweeney Todd’. Um musical dos anos 80. Passou por teatros, atores e finalmente chegou ao cinema.
No filme, Johnny Deep é Benjamin Barker. Um barbeiro que vive alegre com sua esposa e filha na antiga Londres. Mas um homem colocou os olhos em sua esposa. O juiz Turpin. Sob falsas acusações, o juíz o envia à Austrália para roubar a sua esposa, Lucy. 15 anos depois, ele retorna à Londres que está totalmente diferente de antes. Ele retorna ávido por vingança. De volta para casa, ele arruma um meio de fazer sua vingança: reabrindo a barbearia como Sweeney Todd. Ele reabre numa pequena sala acima da loja de tortas da Sr. Lovett. Ele conta com o apoio dela. Seu plano é se vingar do juíz e e ela, com o apoio dele, armam um outro plano: usar os corpos para fazer tortas! E em pouco tempo, as tortas dela são as mais pedidas em Londres.
Benjamin descobre que sua filha está viva e ele deseja conhece-la. Mas quando ele está para executar sua vingança, um rapaz entra falando a respeito dela e o juiz Turpin se retira da barbearia. Então, Sweeney vai bolando um meio de fazer vingança. Enquanto não mata o juiz Turpin, ele mata todos os que fazem a barba com ele. Com um método feito por ele mesmo, após matar os clientes, Sweeney pisa em uma alavanca que faz eles caírem até o porão onde são feitas as tortas. E ninguém desconfia de nada.

 

Aos poucos, a verdade vai aparecendo a vingança de Benjamin fica perto.
Com um ótimo cenário, efeitos, cenas de que chegam a inojar o público, Sweeney Todd, sem dúvida é um dos maiores musicais (se não, o maior), já feito para o cinema. Muito bem feito, detalhado e de um modo tão real que quem assiste pensa duas vezes antes de ir a um barbeiro.
O filme conta com Johnny Deep como Benjamim Barker, Helena Bonham Carter como Srª. Lovett, Alan Rickman como o juiz Turpin, Laura Michelle Kelly como Lucy e Sasha Baron Cohen numa ponta muito boa como um barbeiro que foi aluno de Sweeney.
Um filme muito bem feito, sombrio. As cenas das tortas de carne humana chegar a enojar de tão reais que são. E claro, não podemos esquecer que o filme é o que é graças (e por causa) do grande diretor Tim Burton. Digno de receber aplausos e prêmios. Embora estreou em 2007, chegou às telonas daqui. Mas valeu a pena esperar!

 

E já que estamos falando daqueles saídos das telinhas, não se pode deixar passar as séries de TV já consagradas que também movimentaram as telonas. O esperado ‘Sex and the City – O Filme’ atingiu todas as expectativas e conseguiu agradar aos fãs da série que, finalmente, conseguiram ver a vida das quatro amigas tomando um rumo. Apesar de criticado por alguns, o filme trouxe para o cinema um resumão de tudo de bom que rolou nos seis anos da série e juntou tudo como se fosse uma nova temporada inteira em pouco mais de duas horas de filme.



‘Sex and the City – O Filme’

Agora, entre as continuações cinematográficas, ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ é lembrança disparada. O sucesso dos anteriores empolgou os fãs de Spielberg a assistirem mais uma aventura arqueológica. O filme foi sucesso de lançamento e conseguiu a terceira maior bilheteria no fim de semana de estreia em feriado nos Estados Unidos, ficando atrás, apenas, de ‘Piratas do Caribe – No Fim do Mundo’ e ‘X-Men: O Confronto Final’.

Entre os lançamentos inéditos, ‘Quebrando a Banca’ e ‘Jogo de Amor em Las Vegas’ são dois longas envolvendo jogatinas que merecem ser lembrados. O primeiro foi campeão de bilheteria nos Estados Unidos, durante o fim de semana de estreia. Já o segundo, apesar de comédia romântica, agradou mais que o esperado e conseguiu uma boa média nas bilheterias afora. ‘Jumper’ também é destaque deste ano. O filme de Doug Liman dominou a lista das bilheterias nacionais por um bom tempo.


‘Jogo de Amor em Las Vegas’

Dos musicais, é bom deixar 'Sweeney Todd' e 'Mamma Mia!' como lembranças boas de 2008. Entre as adaptações literárias, impossível não comentar 'Ensaio Sobre a Cegueira'. A adaptação do livro de José Saramago pode não ter agradado tanto àqueles que não curtem filmes densos e profundos, mas surpreendeu nas bilheterias brasileiras. Blindness atingiu o segundo lugar por aqui, logo no fim de semana de estreia.

'Ensaio sobre a Cegueira'

Para terminar, também não podemos esquecer os premiados 'Juno' e 'Onde os fracos não têm vez', que de tão falados no começo do ano, parecem nem terem sido lançados em 2008.


Os Piores de 2008

Mas, como nem tudo são flores na sétima arte, também tem aqueles que mereciam ficar esquecidos. Com vocês, as decepções e os piores do ano...

Seguindo a mesma seqüência, as adaptações dos quadrinhos não trouxeram grandes decepções cinematográficas... Em compensação, as adaptações das telinhas deixaram a desejar... Para começar, o 'Agente 86'. Engraçadinho e até interessante, o longa não conseguiu agradar os fãs da série de TV. Outro que decepcionou foi 'Speed Racer'. Na tentativa de agradar os antigos fãs do desenho e de conquistar novos adeptos à trama, as aventuras de Speed e do Corredor X não emplacaram muito nas telonas.

'Speed Racer'

Falando em continuações, 'Jogos Mortais V' não foi, nem de longe, uma das melhores produções da seqüência. O pesadelo, que parece não ter fim, continua tentando fazer pensar sobre até onde se pode chegar para se manter vivo. Mas, depois de cinco longas nesse rumo, já deu tempo de pensar até demais sobre o assunto!


Nas continuações ainda temos 'High School Musical 3' que, apesar do sucesso entre os brasileiros, já cansou pelas histórias pré-adolescentes. Agora formados, é esperar que eles deixem de cantar para as crianças mundo afora...

No gênero comédia romântica, 'O Melhor amigo da Noiva', não chegou a ser ruim, mas, para uma "versão" de 'O Casamento do meu Melhor Amigo', não chegou nem perto do esperado.

'O Melhor Amigo da Noiva'

Balanço Nacional

E, no Brasil, as produções ganharam muito neste ano de 2008. Entre os nacionais, são vários os filmes que merecem destaque...

'Última Parada 174' é um dos mais recentes e mais brilhantes. Saído do documentário 'Ônibus 174', o 'Última Parada' é um longa de ficção que vale a pena ser assistido. Mais do que uma versão da história que o Brasil assistiu ao vivo, o Última parada traz uma visão de um pedaço da realidade brasileira: a vida dos que não têm tantas oportunidades.

'Última Parada 174'

Na linha "adorável assassino", 'Meu Nome não é Johnny' é mais um que vale a pena ficar marcado entre os sucessos nacionais de 2008. Mais um exemplo de que histórias reais, quando transpostas para o cinema, sempre acabam em boas tramas.

O premiado 'Linha de Passe' é outro que merece destaque. Mais um "diário da vida real", o filme de Walter Salles é campeão de bilheteria e de crítica, aclamado até pela revista Rolling Stone.

Para quem gosta de histórias de amor, os brasileiros fizeram um bom papel com 'Era uma Vez...' e 'Romance'. O primeiro, retratando a antiga (mas ainda cativante) história mais do que batida na TV brasileira, do menino da favela que se apaixona pela moça rica. O segundo, como forma de metalinguagem da produção teatral, retratando o amor por detrás das cortinas.

'Romance'

Já entre os menos badalados, 'Chega de Saudades', apesar de não cativar muito pela história, traz uma trilha sonora sensacional - baseada nos chamados bailes da saudade - e uma edição de fotografia também bastante peculiar.

'Os Porralokinhas' merece lembrança como produção infantil nacional. Longe dos clássicos, o filme de Heloisa Perrissé, apesar de não ter atingido grandes públicos, mostrou uma vertente mais madura da produção infantil brasileira. Em contrapartida, 'O Guerreiro Didi e a Princesa Lili' e 'Xuxa - Um Sonho de Menina', mostram, mais uma vez, sinais de desgaste das tramas conduzidas pelos experientes (até demais!) Renato Aragão e Maria das Graças Meneguel.

E, para terminar a lista dos que não deviam ser lembrados na produção brasileira, 'Sexo com Amor?', que não teve sucesso entre as bilheterias, não teve sucesso entre os críticos e não conseguiu se firmar no meio de tanta produção bem feita por aqui.

 

Fonte: Denise Aielo

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