Em uma sessão de Q&A no Twitter, o diretor e roteirista James Gunn revelou alguns detalhes interessantes sobre o live-action de Scooby-Doo, lançado em 2001.

Numa das postagens, Gunn confirmou que a personagem Velma, vivida por Linda Cardellini, seria lésbica na versão original do roteiro. Entretanto, a Warner Bros. acabou diluindo essa ideia e acabou fornecendo um arco heterossexual para a personagem.

“Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, ele escreveu. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando-a ambígua (na versão filmada), e então em nada (a versão lançada) e finalmente dando a ela um namorado (na sequência)”. 

Em uma entrevista feita em 2002, Sarah Michelle Gellar, que viveu Daphne na adaptação para as telonas, havia revelado ao Sci Fi Wire uma cena em que sua personagem e Velma se beijavam. A sequência eventualmente foi deletada do corte final.


“Não era apenas para, tipo, diversão”, ela comentou. O beijo aconteceria durante a cena da troca de corpos, onde a alma de Daphne entraria no corpo de Fred (Freddie Prinze Jr.).

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Em seu Instagram oficial, Gunn revelou que foi convidado a escrever e dirigir um terceiro filme para fechar a trilogia, segundo o Comic Book.

Na época, Gunn foi o responsável pelo roteiro das duas primeiras adaptações, mas as fracas bilheterias do 2º filme impediram o avanço da franquia nas telonas.

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, o cineasta respondeu:


“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia’.

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