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Jon Bernthal quebra TUDO no novo comercial de ‘O Justiceiro: Uma Última Morte’; Confira!

O Disney+ divulgou um novo comercial do especial ‘O Justiceiro: Uma Última Morte‘ (The Punisher: One Last Kill).

Contando com o retorno de Jon Bernthal como Frank Castle, a produção estreará no serviço de streaming no dia 12 de maio.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

O especial seguirá a jornada do anti-herói após os eventos de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘.

Sob a direção de Reinaldo Marcus Green, a produção deve ter cerca de 45 minutos de duração, seguindo o modelo estabelecido por ‘Lobisomem na Noite‘.

O próprio Jon Bernthal já provocou os fãs ao afirmar que esta será a versão mais intensa do Justiceiro já vista.

“Acho que será o Justiceiro mais intenso que vocês já viram. O que era realmente importante para mim, para o Destin e para o Tom, era acreditar que o Justiceiro poderia sair do set de Homem-Aranha e entrar diretamente no set do especial, e eu acredito que conseguimos isso”, afirmou.

Damian Lewis se junta ao elenco do SUSPENSE ‘The Return of Stanley Atwell’

Man with shoulder-length hair in a dark blue cardigan holds a cookie while talking in a kitchen.

De acordo com o DeadlineDamian Lewis (‘Homeland’) foi escalado para o elenco do suspense ‘The Return of Stanley Atwell‘ (‘O Retorno de Stanley Atwell’, em tradução livre).

O astro se junta aos previamente confirmados Nicholas Galitzine (‘Uma Ideia de Você’) e Ella Purnell (‘Fallout’).

Jess Alexander (‘The Beauty’), Adrian Rawlins (‘Rose of Nevada’) e Will Keen (‘Fronteiras do Universo: His Dark Materials’) também foram contratados para o projeto.

Na trama…

Stanley Atwell (Galitzine), o filho dado como morto e herdeiro do título e fortuna de Lorde Atwell, retorna inesperadamente à propriedade da família após escapar de uma década de um misterioso cativeiro. O chocante reaparecimento de Atwell causa caos, pois ele encontra sua irmã Beatrice lutando para reivindicar sua herança, enquanto sua amiga íntima Pamela (Purnell) manipula seu retorno enigmático e um obscuro segredo de família, numa tentativa de assumir o controle da fortuna Atwell.”

“Sexo, paixão, intrigas e traições semeiam o caos na propriedade, enquanto as mentiras e o engano sobre os quais o nome Atwell foi construído começam a se desfazer. Até onde cada membro da família está disposto a ir para proteger sua própria riqueza e status… e o que realmente está por trás do retorno de Stanley Atwell?

Brian Welsh (‘Black Mirror’) é responsável pela direção e o roteiro.

A produção é baseada uma história original do vencedor do Oscar Steven Soderbergh (‘Traffic – Ninguém Sai Limpo’), que também serve como produtor executivo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘The Fall and Rise of Reggie Dinkins’: Comédia com Daniel Radcliffe e Tracy Morgan é RENOVADA para a 2ª temporada!

A NBC revelou recentemente que a elogiada série de comédia esportiva estrelada por Tracy Morgan e Daniel Radcliffe, ‘The Fall and Rise of Reggie Dinkins‘, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada (via Deadline).

Segundo as informações, o próximo ciclo contará com dez episódios e ainda não tem previsão de lançamento.

A trama gira em torno de Reggie Dinkins, um ex-jogador de futebol americano em decadência — interpretado por Morgan — que tenta reabilitar sua imagem pública após cair em desgraça. Radcliffe assume um dos papéis centrais ao lado de Morgan, embora detalhes sobre seu personagem ainda não tenham sido divulgados.

Mais detalhes não foram divulgados.

 

Além da dupla principal, o elenco conta com Erika Alexander, Bobby Moynihan, Precious Way e Jalyn Hall.

A série reúne nomes importantes por trás das câmeras e marca um reencontro criativo de profissionais que trabalharam no sucesso ‘30 Rock‘. O roteiro e a produção executiva ficam a cargo de Robert Carlock e Sam Means, com Tina Fey também entre os produtores.

‘Passageiro do Mal’: TERROR do diretor de ‘A Autópsia’ ganha novo cartaz nacional; Confira!

O terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), novo filme do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’), ganhou um novo cartaz nacional, cortesia da Paramount Pictures Brasil.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade. O motivo? “Violência extrema, gore e linguagem”.

Na trama, jovem casal está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Confira o trailer LEGENDADO da 2ª temporada da série ‘Manual de Assassinato para Boas Garotas’

Young woman in a blue jacket glances to her left beside a textured wall with a missing person poster nearby.

A Netflix Brasil revelou o trailer legendado da 2ª temporada deManual de Assassinato para Boas Garotas, série de sucesso estrelada por Emma Myers e baseada na popular obra literária de Holly Jackson.

O novo ciclo de episódios adaptará o segundo volume da saga, intitulado “Boa garota, Segredo mortal” (Good Girl, Bad Blood), dando continuidade aos eventos traumáticos do primeiro ano.

A estreia está programada para o dia 27 de maio.

Confira:

Na trama da próxima temporada, o mundo de Pip foi transformado após ela resolver o caso de Andie Bell, e as consequências de suas ações cobraram um preço alto. Determinada a se manter longe de novas investigações e enfrentar o impacto emocional de suas descobertas, Pip tenta seguir em frente. No entanto, o desaparecimento de Jamie Reynolds, uma testemunha-chave às vésperas do julgamento de Max Hastings, a força a entrar em uma nova corrida contra o tempo.

Este novo mistério promete levar a protagonista a refletir profundamente sobre o conceito de justiça, distanciando-a cada vez mais da imagem de “boa menina” que ela costumava projetar.

Além do retorno de Emma Myers, o elenco conta com nomes como Zain Iqbal, Misia Butler, Eden Hamilton Davies, Jack Rowan, Anna Maxwell Martin e Peter Sullivan.

A primeira temporada de ‘Manual de Assassinato para Boas Garotas’ já está disponível no catálogo da Netflix.

Após passagem no Rio de Janeiro, musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega à capital paulista em MAIO

Foto: Carlos Costa

Após passagem pelo Rio de Janeiro, o espetáculo musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega pela primeira vez a São Paulo em 2026, ampliando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como ‘Quase Normal’‘A Cor Púrpura’‘Querido Evan Hansen’. Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

A estreia na capital paulista ocorre no dia 14 de maio, no Teatro Liberdade, aumentando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo. Em ambas as praças, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica, que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo — sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional dessa história real.

No papel-título está Sara Sarres, um dos nomes mais referenciais do teatro musical brasileiro. Dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior, a atriz e cantora protagonizou títulos consagrados como ‘Les Misérables’‘O Fantasma da Ópera’‘West Side Story’‘Cats’‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, seu último trabalho no Brasil antes de se mudar para fora do país. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr.

O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara SarresClaudio Lins no papel do Príncipe Charles, em uma interpretação que explora as contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth, símbolo de poder e tradição; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles, figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais embates afetivos, institucionais e midiáticos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica, enquanto os demais integrantes do elenco — cujos nomes serão revelados em breve — completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa.

Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.

Primeiras Impressões | Estrelada por Matthew Rhys, ‘O Segredo de Widow’s Bay’ já é uma das melhores séries do ano

Four adults stand in a misty coastal town at night, with a lighthouse and moonlit sky in the background, suggesting a movie poster.

O texto a seguir discorre sobre os dois primeiros episódios da série.

Existe um tropo muito interessante em histórias de suspense e terror que envolve a escolha de uma pequena cidade insular ou interiorana que serve como pano de fundo para a trama e que lhe confere um caráter fabulesco e quase onírico – para o bem ou para o mal. E esse tropo não é restrito a produções literárias, mas aparece com constância inegável no circuito audiovisual: temos, por exemplo, a turbulenta Derry em ‘IT: A Coisa’, que serve como palco para o reino de terror de Pennywise; a isolada comunidade de Crockett Island na aclamada antologia ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan; e a agourenta cidade que empresta seu nome ao título da série ‘Castle Rock’, apenas para citar alguns exemplos.

Agora, chegou a hora de viajarmos para o litoral da Nova Inglaterra em mais um microcosmos ao mesmo fascinante e aterrorizante com ‘O Segredo de Widow’s Bay’. O novo terror cômico com toques de suspense do Apple TV é apenas mais uma sólida adição a um dos melhores catálogos de streaming dos dias de hoje e nos leva a uma pequena cidade insular cujo prefeito, Tom Loftis (Matthew Rhys), se recusa a acreditar nas incontáveis superstições que os moradores possuem – e que afirmam que o lugar é, por alguma razão, amaldiçoado.

Man seated at a wooden desk in an office, holding a brown folder close to his chest and looking at the camera.

Desde que assumiu o cargo, Tom sempre teve a ideia de investir no turismo de Widow’s Bay para colocar a isolada comunidade de volta ao mapa e, para tanto, convida um repórter do New York Times para escrever um artigo sobre os principais pontos do lugar. O problema é que, à medida que tenta “vender seu peixe” para o jornalista, Tom se vê no centro de acontecimentos misteriosos que vão desde um inesperado terremoto que corta a luz de boa parte das casas até uma misteriosa neblina que se apossa da ilha e que pode estar entrelaçado com o desaparecimento de um homem, aumentando as suspeitas de que, de fato, algo não está certo.

Porém, determinado a alavancar a economia de Widow’s Bay, Tom insiste que não há nada com o que se preocupar. Ora, nem mesmo os constantes e irruptivos avisos de Wick (Stephen Root), um dos maiores crédulos da maldição que paira sobre a comunidade, parece abalar a confiança de fachada que Tom exibe aos moradores – mas, no fundo, ele sabe que nem tudo é o que parece ser e que, talvez, Wyck tenha razão sobre o nebuloso futuro da cidade.

Responsável por criar a atração, Katie Dippold faz um ótimo trabalho não só em apresentar os principais núcleos da narrativa ao público e ao garantir que a figura de Tom seja complexa o suficiente para nos manter vidrados do começo ao fim, como em não demorar muito para começar a esquadrinhar a intrincada e singular mitologia da série. Afinal, como descobrimos, Widow’s Bay é palco de uma bizarra sequência de tragédias que datam de séculos atrás, desde atos de canibalismo até caça às bruxas e um serial killer – e, pouco a pouco, a ilha foi acordando para uma espécie de vingança colossal.

Acompanhada do diretor Hiro Murai e da roteirista Kelly Galuska, Dippold toma cuidado extra em acrescentar, pouco a pouco e de maneira surpreendentemente despojada, doses de uma ácida comédia que discorre sobre temas como a inalienável relação entre o indivíduo e o sistema do misticismo e das crenças como explicação para o inexplicável – em que o sentido se encontra no sobrenatural. Todavia, a showrunner brinca com esses conceitos ao exagerar de forma proposital no tratamento audiovisual, promovendo uma abordagem que envolve o público de imediato pelo próprio sarcasmo que usa.

Pouco a pouco, Tom mergulha em uma espiral de loucura que o consome à medida que mais segredos sobre a cidade vêm à tona – e que, de fato, algumas superstições podem ser verdadeiras. E isso não seria possível sem a presença magnética de Rhys em mais um ótimo papel de sua carreira, encarnando outro complexo personagem que é adornado com doses cômicas e dramáticas na medida certa. O astro é acompanhado de talentosos nomes que incluem Kevin Carroll como Bechir, o xerife local; Kate O’Flynn como Patricia, assistente pessoal de Tom; e Kingston Rumi Southwick como Evan, filho de Tom e com quem possui uma relação bastante atribulada.

Murai traz uma bagagem sólida de produções similares, mas tempera com uma estilização quase maximizada que, dentro desse frondoso escopo, funciona como deveria e nos deixa intrigados com o intrincado lore que se desenrola episódio a episódio. Contando com os incisivos diálogos que deixam a trama ainda mais suculenta e complexa, ‘Widow’s Bay’ já desponta como uma das melhores séries do ano e nos deixa ansiosos para saber o que vai acontecer.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar amanhã, 6 de maio.

Após trailer, ‘A Morte do Demônio Em Chamas’ ganha cartaz nacional ASSUSTADOR

Horror movie poster: a demon's black hand grips a screaming woman as flames rise, with silhouettes of people in the background; bold red title at the top and the Portuguese tagline 'Toda família tem seus demônios'.

Sony Pictures Brasil divulgou o cartaz nacional oficial de A Morte do Demônio: Em Chamas’ (‘Evil Dead Burn’), novo capítulo da icônica e amada franquia de terror.

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

O terror tem a proposta de promover uma experiência ainda mais selvagem e aterrorizante nas telonas. A Morte do Demônio: Em Chamas’ desencadeia a experiência mais selvagem e aterrorizante da franquia até hoje, chegando às telonas com um capítulo totalmente novo de carnificina e caos demoníaco. Após a perda do marido, uma mulher busca consolo com os sogros em sua casa de família isolada. À medida que, um a um, eles são transformados em Deadites — transformando o encontro em uma reunião familiar saída do inferno — ela descobre que os votos que fez em vida continuam… mesmo na morte. 

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Tony Awards 2026 | Daniel Radcliffe, ‘Schmigadoon!’ e mais na lista de indicados ao Oscar do teatro

Split-screen musical scene: left panel with a man in a plaid shirt and backpack and a woman in a red gingham dress and straw hat arguing; right panel with two guitarists performing, one playing the guitar and the other gesturing

Os indicados à 79ª edição do Tony Awards, considerado o Oscar do teatro, foram revelados hoje (05).

A cerimônia de vencedores acontecerá no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 7 de junho (começando às 21h). A transmissão acontecerá simultaneamente na CBS e na Paramount+.

A vencedora do Grammy Pink será a anfitriã.

Confira:

MELHOR PEÇA
“The Balusters”, David Lindsay-Abaire
“Giant”, Mark Rosenblatt
“Liberation”, Bess Wohl
“Little Bear Ridge Road”, Samuel D. Hunter

MELHOR MUSICAL
“The Lost Boys”
“Schmigadoon!”
“Titanique”
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
“Becky Shaw”, Gina Gionfriddo
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Arthur Miller
“Every Brilliant Thing”, Duncan Macmillan e Jonny Donahoe
“Fallen Angels”, Noël Coward
“Oedipus”, Robert Icke

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
“Cats: The Jellicle Ball”
“Ragtime”
“Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR ATOR EM PEÇA
Will Harrison, “Punch”
Nathan Lane, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
John Lithgow, “Giant”
Daniel Radcliffe, “Every Brilliant Thing”
Mark Strong, “Oedipus”

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Rose Byrne, “Fallen Angels”
Carrie Coon, “Bug”
Susannah Flood, “Liberation”
Lesley Manville, “Oedipus”
Kelli O’Hara, “Fallen Angels”

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Nicholas Christopher, “Chess”
Luke Evans, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Joshua Henry, “Ragtime”
Sam Tutty, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brandon Uranowitz, “Ragtime”

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Sara Chase, “Schmigadoon!”
Stephanie Hsu, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Caissie Levy, “Ragtime”
Marla Mindelle, “Titaníque”
Christiani Pitts, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Christopher Abbott, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
Danny Burstein, “Marjorie Prime”
Brandon J. Dirden, “Waiting for Godot”
Alden Ehrenreich, “Becky Shaw”
Ruben Santiago-Hudson, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Richard Thomas, “The Balusters”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Betsy Aidem, “Liberation”
Marylouise Burke, “The Balusters”
Aya Cash, “Giant”
Laurie Metcalf, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
June Squibb, “Marjorie Prime”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Ali Louis Bourzgui, “The Lost Boys”
André De Shields, “Cats: The Jellicle Ball”
Bryce Pinkham, “Chess”
Ben Levi Ross, “Ragtime”
Layton Williams, “Titaníque”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Shoshana Bean, “The Lost Boys”
Hannah Cruz, “Chess”
Rachel Dratch, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Ana Gasteyer, “Schmigadoon!”
Nichelle Lewis, “Ragtime”

MELHOR LIVRO DE MUSICAL
“The Lost Boys”, David Hornsby and Chris Hoch
“Schmigadoon!”, Cinco Paul
“Titanique”, Marla Mindelle, Constantine Rousouli, Tye Blue
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne and Kit Buchan

MELHOR TRILHA SONORA (MÚSICA E/OU LETRA) PARA TEATRO
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Caroline Shaw
“August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”, Steve Bargonetti
“The Lost Boys”, The Rescues
“Schmigadoon!”, Cinco Paul
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne e Kit Buchan

MELHOR DESIGN CÊNICO EM PEÇA
Hildegard Bechtler, “Oedipus”
Takeshi Kata, “Bug”
Chloe Lamford, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
David Korins, “Dog Day Afternoon”
David Rockwell, “Fallen Angels”

MELHOR DESIGN CÊNICO EM MUSICAL
dots, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Soutra Gilmour, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Rachel Hauck, “Cats: The Jellicle Ball”
Dane Laffrey, “The Lost Boys”
Scott Pask, “Schmigadoon!”

MELHOR FIGURINO EM PEÇA
Brenda Abbandandolo, “Dog Day Afternoon”
Qween Jean, “Liberation”
Jeff Mahshie, “Fallen Angels”
Emilio Sosa, “The Balusters”
Paul Tazewell, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”

MELHOR FIGURINO EM MUSICAL
Linda Cho, “Ragtime”
Linda Cho, “Schmigadoon!”
Qween Jean, “Cats: The Jellicle Ball”
Ryan Park, “The Lost Boys”
David I. Reynoso, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR DESIGN DE LUZ EM PEÇA
Isabella Byrd, “Dog Day Afternoon”
Natasha Chivers, “Oedipus”
Stacey Derosier, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Heather Gilbert, “Bug”
Heather Gilbert, “The Fear of 13”
Jack Knowles, “A Morte de um Caixeiro Viajante”

MELHOR DESIGN DE LUZ EM MUSICAL
Kevin Adams, “Chess”
Jane Cox, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Donald Holder, “Schmigadoon!”
Adam Honoré, “Cats: The Jellicle Ball”
Adam Honoré e Donald Holder (Design de Luz) e 59 Studio (Design de Projeção), “Ragtime”
Jen Schriever e Michael Arden, “The Lost Boys”

MELHOR DESIGN DE SOM EM PEÇA
Justin Ellington, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Tom Gibbons, “Oedipus”
Lee Kinney, “The Fear of 13”
Josh Schmidt, “Bug”
Mikaal Sulaiman, “A Morte de um Caixeiro Viajante”

MELHOR DESIGN DE SOM EM MUSICAL
Kai Harada, “Cats: The Jellicle Ball”
Kai Harada, “Ragtime”
Adam Fisher, “The Lost Boys”
Brian Ronan, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Walter Trarbach, “Schmigadoon!”

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA
Nicholas Hytner, “Giant”
Robert Icke, “Oedipus”
Kenny Leon, “The Balusters”
Joe Mantello, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
Whitney White, “Liberation”

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Michael Arden, “The Lost Boys”
Lear deBessonet, “Ragtime”
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Tim Jackson, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Zhailon Levingston e Bill Rauch, “Cats: The Jellicle Ball”

MELHOR COREOGRAFIA
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Ellenore Scott, “Ragtime”
Ani Taj, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Omari Wiles e Arturo Lyons, “Cats: The Jellicle Ball”
Lauren Yalango-Grant e Christopher Cree Grant, “The Lost Boys”

MELHOR ORQUESTRAÇÃO
Doug Besterman e Mike Morris, “Schmigadoon!”
Ethan Popp, Kyler England, Adrianne “AG” Gonzalez e Gabriel Mann, “The Lost Boys”
Lux Pyramid, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brian Usifer, “Chess”
Andrew Lloyd Webber, David Wilson, Trevor Holder e Doug Schadt, “Cats: The Jellicle Ball”

Atriz de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ entra para o elenco de ‘The Interrogator’, novo DRAMA da Fox

Cosplayer with pale makeup and bold red eye accents, wearing a decorative gold crown, facing the camera.

Segundo o DeadlineMaria Zhang (‘Avatar: O Último Mestre do Ar’) foi escalada para o elenco do novo suspense dramático da FoxThe Interrogator.

O projeto, que parte da parceria entre a Lionsgate Television e a Fox Entertainment Studios, tem estreia prevista para a temporada 2026-2027 da televisão estadunidense e conta com 12 episódios em sua temporada de estreia.

Zhang se junta aos previamente confirmados Stephen Fry (‘Sandman’), Luke Kleintank (‘FBI: International’), Michael Beach (‘O Casal Perfeito’), Jenna Elfman (‘Dark Winds’) e Jessica Sula (‘MICHAEL’).

The Interrogatoracompanha o ex-agente do MI6 Conrad Henry (Fry) e sua equipe de elite. Quando os métodos convencionais falham, o charme peculiar de Henry, seu intelecto superior e suas manobras comportamentais surpreendentes fazem dele o único homem capaz de decifrar os segredos da mente dos criminosos mais perigosos do mundo.

Kleintank interpretará Voss, um membro do pequeno círculo de analistas/conselheiros de Conrad Henry. Ele é um ex-membro das Forças Especiais, um denunciante do Exército com um forte código moral. Um ex-garoto de fazenda do Colorado, ele é quieto, gosta de atividades ao ar livre e prefere cachorros a pessoas – exceto por um improvável romance clandestino com a colega de equipe Florence, que só pode permanecer em segredo por um tempo limitado.

Beach interpretará Louis, o primeiro membro da equipe de Henry. Com um humor seco e espirituoso, um sorriso paternal e um brilho no olhar que esconde um passado muito difícil, Louis é um faz-tudo na equipe e especialista em audiovisual e TI. É a voz que informa Henry sobre fatos e números. É ótimo com eletrônica, ótimo com explosivos e consegue até resolver problemas de encanamento. Louis também é o melhor amigo de Henry, seu confidente, seu guia moral – porque eles sempre foram a salvação um do outro.

Elfman interpretará Woodrow, uma estrela em ascensão na CIA, até que uma missão malsucedida a fez despencar na carreira. Agora, ela se encontra na DIA como supervisora ​​do grupo de Henry. Ela vê isso como uma despromoção — o primeiro passo em sua escalada de volta ao ponto de partida. Ela supervisiona os casos de Henry, o pressiona e frequentemente discute com ele — Conrad está sempre sete passos à frente, enquanto Woodrow raramente está mais do que cinco. Mas a dupla nutre um respeito mútuo relutante que resulta em uma parceria divertida e improvável.

Sula será Astrid, uma psicóloga criminal perspicaz, divertida e idealista, e, embora novata no mundo da espionagem, tem um talento natural para isso. Ela é a filha um tanto distante de Henry, e fica claro que herdou do pai tanto a habilidade inata de ler as pessoas quanto seu dom para a astúcia – ela poderia ter sido uma golpista de sucesso. Ela é uma mestre na arte de mudar de forma e manipular, embora use esses poderes apenas para o bem.

Zhang interpretará Florence, a mais idealista e otimista da equipe. Ela domina tudo relacionado a computadores, desde hacking, coleta e descriptografia de evidências até a criação de falsificações e deepfakes para despistar os alvos de Henry. Ela é uma mestre em quebra-cabeças multifacetados, uma guru da teoria dos jogos, uma ginasta cognitiva. A noiva de Florence, Dana, ainda pensa que ela trabalha com desenvolvimento de jogos, não com espionagem. Ela divide esses mundos com tanta maestria em sua mente que até mantém um caso (principalmente físico) com seu colega de equipe, Voss.

O episódio piloto foi escrito por Fry, com revisões de Matt PykenWilliam Harper.

Dan DworkinJay Beattie entram como produtores executivos. Paul McGuigan entra como diretor.

Mais detalhes não foram divulgados.

Crítica | 5º episódio da última temporada de ‘The Boys’ encontra o desespero no bizarro

Close-up of a woman smiling warmly at someone off-camera.

A 5ª temporada de The Boys vem se mostrando como um sólido final para uma das produções mais aclamadas da televisão contemporânea (ou neste caso, do streaming). Elevando os comentários sarcásticos e assustadoramente verossimilhantes à enésima potência, o ciclo de encerramento vem se aprofundando na ascensão do autoritário Capitão Pátria (Antony Starr) ao controle dos Estados Unidos, destruindo todos aqueles que não se submetem às suas vontades e ao seu poder, enquanto Billy Bruto (Karl Urban), Luz-Estrela (Erin Moriarty) e os outros procuram incessantemente por um vírus que pode derrotar todos os super-heróis e impedir que o império fascista do Capitão se concretize.

Ao longo dos anos, o mote de que “nenhum super-herói deveria existir”, como proferido por Billy diversas vezes, ganhou uma profundidade avassaladora dentro do universo de The Boys – e o mais recente episódio talvez seja a maior prova disso. Aqui, o diretor Phil Sgriccia e a roteirista Judalina Neira criam várias cenas antológicas que convergem para um mesmo ponto, navegando entre o presente e o passado para trazer mais detalhes do que o grand finale da série nos aguarda. Através de pequenos excertos narrativos, “One-Shots”, como é intitulado capítulo, mostra que ninguém está a salvo do complexo de divindade do Capitão Pátria e que todos estão correndo contra o tempo para impedir que ele atinja seus objetivos.

A iteração tem início com Espoleta (Valorie Curry) confrontando mais uma vez seus próprios ideais quando é visitada pelo ex-reverendo da igreja que frequentava, que foi vandalizada pelos seguidores do Capitão Pátria após se recusarem a seguir os dogmas da Igreja Democrática da América. Tentando relembrá-la dos ensinamentos que passou a vida seguindo, Espoleta percebe que não existe escapatória quando um déspota controla cada passo de sua vida – e se vendo em um discurso difamatório contra o próprio reverendo a pedido de seu novo deus. Aqui, Curry talvez tenha entregado sua melhor performance na série ao saber dosar com cuidado uma alienação moral autodestrutiva e uma trágica compreensão de que ela não tem mais controle de nada (o que antecipa sua inescapável ruína).

Um dos outros destaques do episódio vai para o breve arco envolvendo Mana Sábia (Susan Heyward), que revela seus verdadeiros planos ao ter se aliado com o Capitão Pátria: um confronto sangrento entre humanos e supers que culminará numa extinção em massa, deixando apenas ela e seu então satisfeito desejo de vingança em repouso. E, é claro, não podíamos deixar de comentar da tão aguardada reunião de Supernaturalquando Capitão Pátria e Soldier Boy (Jensen Ackles) visitam o Senhor Maratona (Jared Padalecki), Malquímico (Misha Collins) e seus amigos em uma suntuosa mansão em busca do V1 – o composto modificado que pode garantir imortalidade ao Capitão.

A sequência em questão é uma das mais excêntricas e exageradas não só do episódio, mas da temporada. Temendo as contínuas ações opressoras do Capitão, Maratona e Malquímico bolam um plano para poder deixá-lo inconsciente e tentam convencer Soldier Boy a matá-lo, garantindo que não há outra saída além dessa. Porém, ele se recusa a ajudá-los e dá início a um massacre literalmente visceral e que, em meio a uma proposital intenção de desequilíbrio e caos, funciona em meio a excessos e nos deixa atônitos. E, como a cereja do bolo, temos uma breve subtrama que explora a insana mente do buldogue Terror e sua obsessão doentia pelo Capitão Pátria.

Como é possível ver, Neira tem plena noção da insana história que cria e faz isso com um talento indesculpável e que não pensa duas vezes antes de apostar no bizarro. Combinando os dinâmicos diálogos às contundentes performances do elenco, encontra-se o drama e o desespero de um jogo político interminável e prestes a romper em uma torrente de sangue – e, com isso, a qualidade da temporada mantém-se altíssima e nos deixa cada vez mais intrigados para ver o que esse insano time nos preparou.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia amanhã, 6 de maio.

Astro de ‘O Contador 2’ se junta ao elenco da 5ª temporada de ‘Dark Winds’

Close-up portrait of a man with short dark hair and light stubble against a dark backdrop

De acordo com o DeadlineJohn Patrick Jordan (‘O Contador 2’) foi escalado para o elenco da 5ª temporada de Dark Winds, popular série da AMC.

Em caráter recorrente, o astro interpretará Dale Hicks, um agente do FBI recém-chegado ao departamento do xerife, ao lado de Leaphorn (Zahn McClarnon) e Alvarado (Paola Núñez), que rapidamente percebe interferências nas investigações de seu departamento, o que o leva a se tornar territorialista.

Jordan se junta aos recém-confirmados Noel Fisher (‘Shameless’) e  Devin Sampson-Craig (‘Guerreiros do Basquete’).

Com as filmagens estão atualmente acontecendo em Santa Fé, o próximo ciclo está programado apenas para 2027.

Em Dark Winds, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.

Jessica Matten, Deanna Allison, Rainn Wilson, Elva Guerra, Jeremiah Bitsui, Eugene Brave Rock e Noah Emmerich também fazem parte do elenco.

A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.

Dwayne Johnson, o The Rock, explica por que foi de saia no Met Gala: “Eu me sinto ótimo!”

O ator Dwayne Johnson atraiu todos os olhares durante o Met Gala 2026 ao cruzar o tapete vermelho com um visual ousado e conceitual. Acompanhado de sua esposa, Lauren Hashian, o astro vestia um casaco de cauda em mohair preto com gravata borboleta, combinado com uma saia plissada no mesmo tom.

De acordo com a Variety, o figurino, assinado por Thom Browne, foi parcialmente inspirado pela cultura polinésia. O casaco apresentava um trabalho minucioso, com mais de 350 metros de fitas de seda plissadas à mão em uma estrutura descrita pelo estilista como uma “composição esquelética”.

Ao ser questionado por jornalistas sobre a experiência de usar uma saia em um evento de tamanha magnitude, Johnson demonstrou entusiasmo e destacou o peso cultural da escolha:

“Eu me sinto ótimo!”, afirmou o ator. “Primeiro, a equipe do Thom Browne enviou as ilustrações e perguntou: ‘O Deej vai curtir essa saia saia?’ E eu respondi: ‘Olha, na nossa cultura, a cultura polinésia, usamos vestidos, usamos saias.’ Os homens mais masculinos, não que eu seja um deles, usam vestidos e saias”.

Esta não é a primeira vez que o ator utiliza sua plataforma para debater os conceitos modernos de masculinidade. Recentemente, durante a CinemaCon 2026, Johnson aproveitou a promoção do live-action de Moana para reforçar sua visão sobre o tema. O ator reiterou que a “verdadeira masculinidade” reside no apoio e no empoderamento feminino:

“A heroína da nossa história não é uma princesa. Ela é uma guerreira”, declarou Johnson ao público, referindo-se à protagonista da trama. “Todos os homens, de todas as idades, devem empoderar, apoiar e valorizar as mulheres. É assim que a verdadeira masculinidade se parece”.

No longa, Johnson reprisa seu papel como o semideus Maui, cuja função narrativa, segundo ele, é justamente guiar e fortalecer a jornada da protagonista.

O longa chega aos cinemas nacionais em 9 de julho.

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

Jacob Elordi CANCELA participação no Festival de Cannes; Entenda o motivo!

O ator Jacob Elordi, estrela de produções comoSaltburn eFrankenstein, não comparecerá mais ao Festival de Cannes. Segundo informações da Variety, o ator sofreu uma lesão no pé, o que impossibilitou sua participação no prestigiado evento.

Elordi estava cotado para integrar o júri oficial desta edição. O ator precisou ser substituído devido à gravidade da fratura. O papel de jurado exige uma rotina intensa na Croisette, incluindo deslocamentos para estreias, coletivas de imprensa, sessões de fotos e eventos oficiais. A 79ª edição do festival acontece de 12 a 23 de maio.

O cineasta sul-coreano Park Chan-wook preside o júri deste ano. Ele será acompanhado por nomes de peso como Demi Moore, Chloé Zhao, Stellan Skarsgård e Ruth Negga, além de Laura Wandel, Diego Céspedes, Isaach De Bankolé e Paul Laverty.

A disputa pela Palma de Ouro conta com cineastas renomados, incluindo:

Charlie Cox revela participação descartada de Tom Hiddleston em ‘Demolidor: Renascido’: “Teria sido incrível”

O astro Charlie Cox, que interpreta o icônico Homem Sem Medo em Demolidor: Renascido (Daredevil: Born Again), revelou recentemente que a produção quase contou com a participação de Tom Hiddleston. No entanto, o envolvimento do intérprete de Loki ocorreria atrás das câmeras.

De acordo com o portal ComicBookMovie, Cox detalhou as mudanças estruturais pelas quais a série passou e lamentou a “perda” de Hiddleston no projeto original.

“Quando a primeira temporada de Demolidor: Renascido ainda seria composta por 18 episódios, o Tom iria dirigir um deles. Uma das grandes perdas da segunda metade daquela versão original, mesmo com as mudanças sendo necessárias e melhorando muito a série, é que ele dirigiria o episódio 12 ou algo assim”, afirmou o ator.

Cox acrescentou que a colaboração entre os dois já havia começado: “Nós já estávamos conversando por telefone, colaborando e trocando ideias. Teria sido incrível”.

Embora Hiddleston já tenha atuado como produtor em ‘Loki’, o projeto marcaria sua estreia oficial na direção. Infelizmente, detalhes sobre o conteúdo do episódio não foram divulgados.

‘Demolidor: Renascido’: Showrunner indica novos vilões para a 3ª temporada

Originalmente, a série teria 18 episódios e funcionaria como um reboot completo, sem conexões diretas com a versão produzida pela Netflix. Entretanto, a Marvel Studios optou por uma reformulação criativa completa após perceber que a abordagem inicial, de ritmo mais lento, não estava funcionando.

Sob a supervisão do novo showrunner, Dario Scardapane, a série foi reestruturada para honrar o legado da produção original. Essa mudança de rota provou ser acertada, com a crítica e o público considerandoDemolidor: Renascido uma das melhores produções televisivas do MCU até o momento.

A segunda temporada de ‘Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama da 2ª temporada…

A batalha pela alma de Nova York atinge um novo patamar: Wilson Fisk, agora como prefeito, domina a cidade e inicia uma caçada implacável contra o seu inimigo público número um: o vigilante de Hell’s Kitchen. Por trás da máscara, Matt Murdock tenta reagir das sombras para desmantelar o império corrupto do Rei do Crime e salvar a cidade.

Crítica 2 | ‘O Rei da Internet’ – Empolgante filme brasileiro joga os holofotes para os crimes virtuais

Man with shoulder-length hair sits at a dimly lit bar, cigarette in mouth, pointing off-screen with his right hand and raising his left hand in the air.

No início dos anos 2000, um adolescente da cidade de Guaratuba, no Paraná, teve seus primeiros contatos com o novo mundo da internet, que se abria de maneira desenfreada e com todo tipo de possibilidade. Dali pra frente, uma série de ações desenfreadas, impulsionada pelo conhecimento que se ampliava, revelou ao mundo um dos maiores hackers do Brasil.

Escancarando ótimos debates sobre a ética e a moral, a partir de um protagonista controverso e prepotente – que rompe qualquer ambiguidade moral – o projeto O Rei da Internet aposta no dinamismo com uma acertada linguagem pop. Dirigido por Fabrício Bittar e protagonizado pelo ator João Guilherme, o projeto, entre outros pontos positivos, utiliza metáforas instigantes – ligadas principalmente às questões emocionais – que contornam a narrativa de maneira criativa, ampliando seus horizontes e abrindo camadas de forma equilibrada, sem perder o ritmo.

 

Daniel (João Guilherme) é um jovem estudante que passa seu tempo preso a uma rotina de bullying no colégio e à rigidez que seu pai impunha em casa. Quando descobre o fascinante mundo da computação, investindo tempo em fóruns, invasões e mecanismos hackers, seu universo, antes limitado, desperta para possibilidades sem limites – entrando de cabeça em um mundo sem volta. Quando seus feitos ganham visibilidade, ele passa a entregar uma quadrilha criminosa, comandada por Fábio (Marcelo Serrado), especializada em roubos virtuais.

Baseado em uma história real, com suas devidas licenças poéticas para ajudar a narrativa, o roteiro consegue lapidar um contexto de uma época, antes do avanço na segurança digital, quando a internet ainda era uma estrada praticamente sem semáforos e desprotegidas de leis mais severas, e mesclar ao desenvolvimento de seu protagonista. A narrativa utiliza um personagem narrador que acaba encaixando como uma luva, dando um ar de autenticidade e subjetividade, que amarra os conflitos emocionais e modela a complexidade de sua personalidade.

Do bullying nos tempos escolares à necessidade de reconhecimento, vamos percorrendo um recorte profundo na mente de jovem ambicioso e imaturo que, de alguma forma, reflete uma juventude atemporal que não consegue estabelecer limites. Com um mundo novo que se abre em sua frente – repletos de inconsequências e descontrole, com muito sexo, drogas e crimes virtuais – vai se moldando um retrato impressionante de um jovem criminoso.

Com muitos detalhes colocados em tela, em uma trajetória de vida intensa – e antes dos 18 anos -, esse filme brasileiro se arrisca na minutagem, que passa das duas horas. Isso pode deixar o circuito exibidor apreensivo, mas, como obra, é fundamental para lapidar uma história que merece ser contada no máximo de detalhes. Um dos grandes acertos do projeto!

Há também uma ótima sacada quando nomes famosos – de empresas ou conhecidos da mídia – não podem ser mencionados: usa-se uma ironia fina e até certo ponto debochada, que conversa com a proposta da linguagem. As caricaturas propostas, como a do criminoso Fabio, que se revela um verdadeiro ‘poderoso chefão’, também funcionam.

Man with shoulder-length hair sits at a dimly lit bar, cigarette in mouth, pointing off-screen with his right hand and raising his left hand in the air.

No rastro do deboche afiado, sobra até pra mídia sensacionalista de décadas atrás, e uma inteligente exposição do sistema e da corrupção policial. O importante destrinchar da inconsequência ganha espaço no arco final, com a chegada na história da Polícia federal e a primeira grande operação sobre crimes virtuais. Pena que não sobra tempo para um olhar mais detalhado para a questão.

O Rei da Internet empolga e surpreende mergulhando em uma história que merecia um filme, sem deixar de, no campo moral, introduzir críticas pertinentes.

Causa da morte de Nicholas Brendon, astro de ‘Buffy: A Caça-Vampiros’, é revelada!

A causa da morte do ator Nicholas Brendon, amplamente conhecido por seu papel como Xander Harris na série ‘Buffy, a Caça-Vampiros’, foi oficialmente revelada quase dois meses após seu falecimento, aos 54 anos.

De acordo com o relatório do escritório do legista do condado de Putnam, em Nova York, obtido pela Variety, Brendon morreu em decorrência de doença cardiovascular aterosclerótica e hipertensiva. O documento lista pneumonia e um infarto do miocárdio anterior como fatores contribuintes, detalhando que o “mecanismo da morte” foi um bloqueio de 90% na artéria coronária direita.

A confirmação técnica complementa as informações iniciais da família, que, em um comunicado divulgado no dia 20 de março, havia informado que o ator falecera de causas naturais enquanto dormia.

“Estamos com o coração partido ao compartilhar a morte de nosso irmão e filho, Nicholas Brendon, escreveu a família na época. “Ele faleceu enquanto dormia, de causas naturais. A maioria das pessoas conhece Nicky por seu trabalho como ator e pelos personagens que deu vida ao longo dos anos. Nos últimos anos, ele encontrou sua paixão na pintura e na arte. Nicky adorava compartilhar seu talento com a família, amigos e fãs.”

O texto da família também destacou o lado sensível do ator e sua luta contra desafios pessoais: “Ele era apaixonado, sensível e movido por um desejo constante de criar. Aqueles que realmente o conheciam entendiam que sua arte era uma das expressões mais puras de quem ele era. Embora não seja segredo que Nicholas enfrentou dificuldades no passado, ele estava em tratamento e tomando medicação para lidar com seu diagnóstico e estava otimista em relação ao futuro. Nossa família pede privacidade neste momento enquanto lamentamos sua perda e celebramos a vida de um homem que viveu com intensidade, imaginação e coração”.

Nicholas Brendon foi um pilar fundamental de Buffy: A Caça-Vampiros, interpretando Xander Harris ao lado de Sarah Michelle Gellar durante as sete temporadas da série (1997–2003). Seu personagem era o “coração” humano do grupo, garantindo o alívio cômico e momentos de profunda lealdade.

‘Tremembé’: Prime Video revela teaser dos bastidores da 2ª temporada; Confira!

O Prime Video divulgou o primeiro vídeo dos bastidores da 2ª temporada de ‘Tremembé’, cujas gravações começaram recentemente. A nova leva de episódios está sendo filmada em São Paulo e segue inspirada em histórias reais envolvendo condenados por alguns dos crimes de maior repercussão do país, ambientadas na “prisão dos famosos”.

O novo ano contará com Giovanna Antonelli (‘Beleza Fatal’) no papel da estelionatária Dominique Scharf, além de Ícaro Silva, que interpretará o jogador Robinho.

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‘Tremembé’: Marina Ruy Barbosa alfineta Netflix após anúncio de documentário sobre Suzane von Richthofen

O segundo ano de ‘Tremembé’ promete ampliar o escopo da narrativa ao abordar a vida dos detentos fora do ambiente prisional. A trama continuará acompanhando figuras como Marina Ruy Barbosa, no papel de Suzane von Richthofen, e Carol Dias, como Elize Matsunaga, agora sob a perspectiva da reintegração social e das consequências de seus crimes.

A nova temporada também dará maior destaque à ala masculina da penitenciária, com a introdução de personagens inspirados em casos de grande repercussão, como o empresário Thiago Brennand e o próprio Robinho.

Segundo os roteiristas, a inclusão dessas figuras busca traçar um paralelo sobre desigualdade de tratamento, manutenção de poder e privilégios de indivíduos de alta classe social dentro do sistema carcerário brasileiro.

Inspirada nos livros de Ullisses Campbell, como “Suzane: Assassina e Manipuladora” eElize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, a série mantém seu caráter investigativo. O roteiro é assinado pelo autor em parceria com Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.

A direção-geral segue sob comando de Vera Egito, enquanto o elenco de apoio inclui nomes como Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo e Anselmo Vasconcelos.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

‘The Boys’: Teaser do 6º episódio da 5ª temporada mostra confronto entre heróis e estreia de Bombástico; Confira!

the boys season 4

O Prime Video divulgou o trailer do aguardado sexto episódio da 5ª e última temporada deThe Boys. A prévia confirma o retorno explosivo de Soldier Boy (Jensen Ackles), que deve protagonizar novos confrontos envolvendo tanto o grupo liderado por Billy Butcher quanto o Capitão Pátria (Antony Starr).

O vídeo também destaca o Profundo (Chace Crawford) em um momento de crise e introduz oficialmente o herói Bombástico (Mason Dye). O personagem, descrito como uma figura do passado da Vought, terá um papel fundamental na trama atual e servirá de ponte para a futura série derivada, ‘Vought Rising’.

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Nos episódios finais, a narrativa se concentra em uma corrida frenética entre os Boys e o Capitão Pátria. O objetivo é o V1, uma fórmula capaz de tornar o líder dos Sete imune ao vírus projetado para matar supers. Para localizar o segredo dessa composição, ambos os lados precisarão encontrar o Bombástico, um herói antigo e tecnicamente imortal que detém informações cruciais sobre a história da Vought.

O novo episódio de “The Boys” estreia nesta quarta-feira, 6 de maio, no catálogo do Prime Video.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

‘Artificial’: Filme de Luca Guadagnino é ADIADO para evitar competição com ‘A Rede Social 2’

O novo projeto de Luca Guadagnino,Artificial, que traz Andrew Garfield como Sam Altman e Ike Barinholtz na pele de Elon Musk, começa a definir seu caminho para os cinemas. Segundo o Page Six, a Amazon MGM planeja um lançamento para o início de 2027, evitando o confronto direto com a aguardada sequência A Rede Social 2’, agendada para 9 de outubro de 2026.

O longa chega em um momento de ebulição, com o término do julgamento real entre os magnatas previsto para este mês. Contudo, a recepção interna pode ser tensa: fontes indicam que nem Altman, que possui parcerias bilionárias com a Amazon via OpenAI, nem Musk são retratados de forma simpática na trama.

Embora Garfield e Barinholtz liderem o elenco, o grande destaque das exibições de teste é Yura Borisov (indicado ao Oscar por ‘Anora’). Ele interpreta Ilya Sutskever, o idealista da operação e descrito como o personagem que “mais sofreu” na história real. Além deles, Cooper Hoffman e Jason Schwartzman completam o longa.

O longa é escrito por Simon Rich (Saturday Night Live), o texto traz um tom satírico e diálogos densos, distanciando-se dos dramas anteriores de Guadagnino.

‘Artificial’: Novo longa de Luca Guadagnino é descrito como “A Rede Social da era da IA”

Com um orçamento de US$ 40 milhões, Artificial vem sendo descrito pelo World of Reel como a versão definitiva sobre o “boom” tecnológico atual. A montagem atual possui cerca de 2h30 e foca no choque de egos e na ética questionável de uma indústria que se move em velocidade vertiginosa.

Curiosamente, Andrew Garfield, que viveu Eduardo Saverin no clássico de 2010, entrega aqui uma performance que evolui de uma contenção inicial para algo intenso e quase caricatural, refletindo a complexa ascensão da OpenAI.