A mais nova aposta da comédia nacional, ‘Fervo‘, promete surpreender o público. O longa ganhou um trailer oficial que revela muitos detalhes do que está por vir. O filme chega nos cinemas no começo do próximo ano e já tem despertado a curiosidade dos telespectadores.
Confira o trailer:
Na trama, o filme mistura uma comédia bem humorada com uma casa sobrenatural repleta de fantasmas que adoram uma bagunça. Aos poucos a família percebe que existe uma realidade além do que eles imaginam no novo imóvel. O trailer foi divulgado pela produtora Star+, local onde o filme chegará após o lançamento nos cinemas.
O elenco da produção ainda conta com Joana Fomm, Dudu Azevedo, Rosi Campos, Hamilton Vaz Pereira, Julia Lemmertz, Bukassa Kabengele, Suely Franco e Tonico Pereira.
Confira o pôster:
Felipe Joffily dirige ‘Fervo’, que estreia nos cinemas no dia 19 de janeiro. O enredo envolve uma missão especial em que a família tem uma missão de libertar a alma de alguns festeiros que viveram na misteriosa casa. De forma divertida, o longa explora diversos aspectos brasileiros na construção de uma trama inédita.
Elenco: Vozes na versão original de: Fred Willard, Jeff Garlin, Ben Burtt, Kim Kopf, Garrett Palmer, Sigourney Weaver.
Direção: Andrew Stanton
Gênero: Animação
Distribuidora: Disney
Estreia: 27 de Junho de 2008
Sinopse: Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao auto-conserto de suas peças. Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.
Tudo bem que a versão do trailer para maiores de ‘The Night Before‘ ficou um tanto mais hilária e bem mais original, mesmo assim já dá para nós sentirmos o espírito do natal chegando no melhor estilo Seth Rogen, com muita loucura.
Assista:
Ethan (Joseph Gordon -Levitt), Isaac (Seth Rogen) e Chris (Anthony Mackie) são três amigos de infância, e por uma década, se reuniram toda véspera de Natal para uma noite de risos e loucuras. Agora que eles estão entrando na idade adulta, a tradição está chegando ao fim, e para tornar a noite o mais memorável o possível, eles planejam a festa mais louca da história do Natal. O elenco ainda conta com Lizzy Caplan e o rapper Kanye West.
Jonathan Levine (‘50%’) dirige. A estreia nos EUA acontece dia 25 de novembro, sem previsão no Brasil.
‘Alice Através do Espelho‘ ganhou um novo trailer legendado.
Johnny Depp, Anne Hathaway, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen formam o elenco principal. James Bobin (Os Muppets, Muppets 2: Procurados e Amados) dirige o filme que revisita as adoradas histórias de Lewis Carroll em um conto inédito que retorna no tempo e ao País das Maravilhas.
‘Alice In Wonderland: Through the Looking Glass‘ é produzido por Joe Roth (Malévola, Alice no País das Maravilhas), Jennifer Todd (Alice no País das Maravilhas, Amnésia), Suzanne Todd (Alice no País das Maravilhas, Amnésia) e Tim Burton (Alice no País das Maravilhas, Frankenweenie). Linda Woolverton (Malévola, Alice no País das Maravilhas, A Bela e a Fera) escreveu o roteiro.
‘Through the Looking Glass’ é o nome original do segundo livro de Lewis Carroll sobre as aventuras de Alice no País das Maravilhas – ou melhor, a primeira parte, pois o título completo é ‘Through the Looking-Glass and What Alice Found There’. No Brasil, a obra foi traduzida como ‘Alice Através do Espelho e O Que Ela Encontrou Por Lá’.
‘Alice no País das Maravilhas’ arrecadou US$ 1,02 bilhão mundialmente, e é a 16ª maior bilheteria de todos os tempos.
Filmado em locações e no Estúdio Shepperton na Inglaterra, o filme será lançado em 27 de maio de 2016.4
‘Independence Day – O Ressurgimento‘ ficou em quarto, com R$ 2,6 milhões.
Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:
1. Procurando Dory – R$ 16,7 milhões
2. A Era do Gelo: O Big Bang – R$ 16,1 milhões
3. Como Eu era Antes de Você – R$ 4,7 milhões
4. Independence Day: O Ressurgimento – R$ 2,6 milhões
5. Invocação Do Mal 2 – R$ 1,1 milhão
6. Porta dos Fundos – Contrato Vitalício – R$ 1,1 milhão
7. Truque de Mestre: O Segundo Ato – R$ 983,7 mil
8. Florence: Quem é Essa Mulher? – R$ 721,6 mil
9. Julieta – R$ 698,6 mil
10. Mais Forte Que O Mundo – A História De José Aldo – R$ 530,2 mil
Desta vez foi a Disney Rússia que liberou o mais novo trailer de ‘Moana – Uma Mar de Aventuras‘.
Confira, com os cartazes:
‘Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.
‘Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
Há dois anos que a Fox e a CBS tenta desenvolver ‘How I Met Your Father‘, spin-off do mega sucesso ‘How I Met Your Mother‘. E tudo indica que agora a série finalmente vai sair.
Os elogiados roteiristas de ‘This is Us‘, Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, começaram a desenvolver um roteiro do spin-off, que deverá seguir os mesmos moldes da série original.
Segundo a Variety, a expectativa é que os textos fiquem prontos ainda no primeiro semestre de 2017, para a gravação do piloto e consequentemente uma estreia no fall season 2017/2018, em setembro próximo.
A ideia da nova produção é contar a história de vida de um determinado grupo de amigos a partir da visão feminina, enquanto no original toda a trama partia de Bob Saget.
A terceira leva de episódios de ‘American Crime’ expande diversos temas, como: prostituição de menores de idade, tráfico de drogas e o trabalho semi-escravo de imigrantes.
Nesta temporada, o grande destaque fica por conta da adição de Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy‘, ao elenco.
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ teve um vídeo dos bastidores divulgado, que traz o Homem de Ferro, Doutor Estranho e Bruce Banner gravando uma cena de ação.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
‘Bingo – O Rei das Manhãs‘ foi o escolhido para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano no Prêmio Goya, o Oscar espanhol
A 32ª edição da premiação acontece no dia 3 de fevereiro de 2018 e é organizada desde 1987 pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.
A escolha foi decidida no dia 12 de setembro, na sede da ANCINE
“Após debate sobre os filmes inscritos, a Comissão de Seleção propôs (‘Bingo – O Rei das Manhãs‘) como representante brasileiro a ser indicado ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-americano, por ser uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo”, diz a ata.
Vladimir Brichta vive o personagem título, uma sátira ao Bozo (apresentador infantil da década de 1980).
Bingo – O Rei das Manhãs tem Leandra Leal (Love Film Festival) e Tainá Müller (Tropa de Elite 2) no elenco. A direção é de Daniel Rezende, editor de trabalhos como Cidade de Deus (2002), A Árvore da Vida (2011) e RoboCop(2014). A estreia ocorre no dia 24 de agosto.
Desde o primeiro trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, muitos fãs têm se perguntado como o Visão (Paul Bettany) vai aparecer com um visual humano.
Paul Bettany revelou em entrevista ao Cinema Blend como isso pode acontecer.
[SPOILERS]
“Você pode ficar se escondendo e viajando para países que estão no carnaval ou no Halloween para se divertir. Ou descobre a habilidade de mudar sua aparência usando nano-tecnologia”, afirmou.
Na mesma entrevista, a atriz Elizabeth Olsen falou sobre a relação do personagem com a Feiticeira Escarlate.
“É o arco mais dramático que já tive nos filmes dos Vingadores. Existe a possibilidade do Visão se tornar um humano, e isso é muito real. A relação deles é muito importante.”, afirmou.
Em entrevista ao Empire Magazine, o co-director Anthony Russo explicou que as cenas do Visão foram construídas em torno de gêneros diferentes.
“Nós estruturamos aquela cena mais como um filme de terror,” revela Russo. “Nós tentamos dar cada sequência do filme um tom e conceitos diferentes, baseado no personagem que se destaca nela.”
A cena em questão se passa em Estocolmo, onde Visão está se escondendo com a Feiticeira Escarlate. Porém, não irá demorar muito para a Ordem Negra aparecer para tentar tirar a Joia da Mente da cabeça do personagem.
Em entrevista ao jornalista Leo Dias, do UOL, a cantora e apresentadora Xuxa Meneghel confirmou que sua história de vida vai virar um filme.
Com a chegada de várias cinebiografias, como a de ‘Simonal‘ e ‘Hebe‘, a vida da Rainha dos Baixinhos também será contada nos cinemas nacionais.
“O filme vai mostrar para as pessoas porque eu gosto tanto de bichos, e porque eu não me drogo”, afirmou.
Segundo ela, a produção está sendo comandada por uma diretora argentina de Los Angeles, que passou três dias na casa de Xuxa e chegou a convidar Sasha para viver a mãe na produção. Apesar de ter recusado o papel, a produção continua e uma atriz está sendo procurada para viver a apresentadora.
Xuxa construiu o maior império de entretenimento infantil presente em todo Brasil, países da América Latina, Estados Unidos e Europa. Nos anos 90, chegou a apresentar programas de TV no Brasil, Argentina, Espanha e Estados Unidos simultaneamente, atingindo cem milhões de telespectadores diariamente
Xuxa é uma das celebridades brasileiras mais conhecidas no exterior, e seu patrimônio líquido é estimado em um bilhão de dólares.
O filme é dirigido e escrito por Emerald Fennell (‘Killing Eve’).
Todos diziam que Cassie (Mulligan) era uma jovem mulher muito promissora… Até que misteriosos eventos abruptamente destruíram seu futuro. Mas nada na vida de Cassie é o que parece ser: ela é extremamente inteligente, tentadoramente astuciosa e vive com uma vida dupla secreta. Agora, um inesperado encontro pode dar a chance que Cassie esperava de se reencontrar e reparar os erros do passado.
Sam Richardson, Adam Brody, Bo Burnham, Alison Brie, Connie Britton, Laverne Cox, Alfred Molina, Clancy Brown e outros completam o elenco.
‘Constantine‘ não fez tanto sucesso comercial quando foi lançado, mas se transformou em um neoclássico nos últimos anos e conquistou uma legião de fãs devido ao carisma do astro Keanu Reeves.
Hoje, o ator Peter Stormare, que interpretou Lúcifer no filme de 2005, revelou em seu Instagram que a “sequência está em desenvolvimento”.
Todos os envolvidos no projeto devem retornar em ‘Constantine 2‘, e o produtor Akiva Goldsman revelou detalhes sobre a trama em entrevista recente.
“Queremos fazer uma sequência para maiores de 17 anos [Rated-R]. Na minha ideia, o Constantine acorda em cela e ele está ao lado de um prisioneiro. É polêmico. O roteiro de [Frank Cabello] colocava Jesus como companheiro de cela do protagonista. Ele voltou e está em Nova York. Sim, a sequência mostraria isso”, afirmou.
“Conversamos sobre sequências mais do que no estúdio… Não foi um sucesso absoluto ou aclamado pela crítica na época. A religião é um elemento polarizador na narrativa. Lembro-me de estar em uma sessão de perguntas e respostas, e alguém, não me lembro de qual religião, estava tão confuso com a ideia do céu e do inferno. Porque, na visão de mundo dele, não havia céu e o inferno. Então, como ele deveria entrar nesse mundo de maneira apropriada, certo? E essa foi uma das grandes conclusões. O assunto da história era apenas colocar as pessoas de lado.”, afirmou.
O diretor Francis Lawrence falou sobre os seus planos para a sequência e revelou que conversou com oReeves e com o roteirista Akiva Goldsman.
“Eu, Keanu [Reeves] e Akiva [Goldsman] estamos conversando sobre “Constantine 2′”, afirmou.
Ele continua:
“Acredito que queremos uma sequência. O primeiro filme fez sucesso suficiente. Nós queríamos fazer um filme responsável e para maiores de idade. Queremos fazer uma sequência que não custe tanto quanto o original, que pensávamos que teria baixa classificação etária. Nós desenvolvemos a sequência por um tempo. Foi complicado escolher qual direção seguir. O que eu realmente gostei sobre o primeiro filme, é o fato de ser uma história pessoal, então achei que seria um erro focar no aspecto sobrenatural. A ideia de uma história pessoal era muito interessante, mas difícil de desenvolver.”
Confira a confirmação da sequência postada pelo ator Peter Stormare:
‘Constantine‘ faturou US$ 230,9 milhões quando estreou após receber críticas negativas dos críticos.
Com a possibilidade real do astro Keanu Reeves retornar ao papel de Constantine em um novo filme da Warner, o aclamado artista BossLogic desenvolveu uma bela arte conceitual que reimagina o popular ator de volta ao personagem.
A arte traz referências ao visual de Reeves no primeiro filme, mesclando também várias referências dos quadrinhos.
Confira:
Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel Weisz e Tilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.
‘Querido John‘ foi exibido hoje na Sessão da Tarde da Rede Globo e logo entrou para os Trendings Topics do Twitter.
O longa, baseado no best-seller do escritor norte-americano Nicholas Sparks, e dirigido pelo ótimo Lasse Hallström (Minha Vida de Cachorro, Sempre ao seu Lado, Chocolate, Regras da Vida), é uma história de amor açucarada, daquelas que arrancam lágrimas com facilidade dos mais sensíveis. Para aqueles que, como eu, não choram à toa, o filme pode surpreender porque, por incrível que pareça, é ótimo.
Na trama, John (Channing Tatum) é um jovem soldado que está em casa. Um dia ele conhece Savannah Curtis (Amanda Seyfried), uma universitária idealista em férias, por quem se apaixona. Eles iniciam um relacionamento, só que logo John precisará retornar ao trabalho.
Dentro de um ano ele terminará o serviço militar, quando poderão enfim ficar juntos. Neste período eles trocam diversas cartas, onde cada um conta o que lhe acontece a cada dia.
O CinePOP selecionou 10 Filmes que seguem o mesmo estilo.
Pegue o lencinho e confira:
Tudo por Amor (Dying Young, 1991)
O que seria de qualquer lista romântica sem uma das representantes máxima do subgênero, a musa Julia Roberts. Mas nem só de comédias leves e sonhos de Cinderela viveu a musa. Aqui, com 24 aninhos, e já duas indicações ao Oscar no currículo, Roberts vive uma jovem com desejo de recomeçar a vida. Ela arruma emprego cuidando de um rapaz com câncer, interpretado por Campbell Scott. Nem precisa dizer que os dois se apaixonam, e lá vêm as lágrimas. A obra é baseada no Livro de Marti Leimbach e a direção é do inconstante Joel Schumacher.
Um Amor para Recordar (A Walk to Remember, 2002)
Segundo romance do escritor Nicholas Sparks adaptado para o cinema, Um Amor para Recordar é também um dos mais adorados pelos fãs do autor. Esta lista, aliás, poderia contar somente com obras de Sparks, já que seus textos sempre contam com os mesmos elementos, o principal deles sendo “um amor sofrido demais”. Aqui, os sumidos Mandy Moore e Shane West interpretam Jamie, a filha do pastor da cidade e Landon, o rebelde infrator local. Tais personalidades tão distintas se apaixonam de forma inesperada, somente para serem testados pela doença terminal da menina. A veterana Daryl Hannah também está no elenco, e a direção é de Adam Shankman, de Rock of Ages: O Filme.
Doce Novembro (Sweet November, 2001)
Talvez só exista um par tão perfeito quanto Sandra Bullock para o ator Keanu Reeves no cinema. E ele é Charlize Theron. Aqui, a dupla refaz a parceria do suspense Advogado do Diabo (1997), num filme bem diferente. Trata-se da refilmagem de Por Toda a Minha Vida (1968), de Robert Ellis Miller. O remake é dirigido pelo irlandês Pat O´Connor, de Círculo de Paixões (1997) – com Liv Tyler e Joaquin Phoenix, e também apresenta um romance inusitado entre duas pessoas bem diferentes. Uma delas, no caso Theron, é uma doente terminal de câncer. Apesar de adorada pelas românticas irremediáveis, a produção recebeu três indicações ao Framboesa de Ouro, o anti-Oscar (pior ator e atriz para Reeves e Theron respectivamente, e pior refilmagem ou sequência).
Agora e Para Sempre (Now is Good, 2012)
Talvez o filme atual que venha à mente da maioria quando se pensa em jovem terminal de câncer buscando novas experiências. A menina Dakota Fanning entrou na fase mais madura de sua carreira, embora muitos ainda não tenham percebido. O motivo é que a atriz tem optado por produções do cinema independente americano (este aqui, britânico, com direito a sotaque) e muitas dessas obras são desconhecidas do grande público. De cabelos curtos, Fanning é uma jovem que resolve criar uma lista com tudo o que deseja realizar antes de partir. Agora e Para Sempre é baseado no livro de Jenny Downham.
Diário de uma Paixão (The Notebook, 2004)
Eu disse que a lista poderia ter apenas produções baseadas em Nicholas Sparks, mas esta será a última selecionada, prometo. Não por menos, esta é considerada a obra quintessencial no que diz respeito a adaptações do escritor. Mesmo quem não tem consciência de se tratar de uma adaptação, aprova este romance intenso protagonizado por Ryan Gosling e Rachel McAdams. A história de Romeu e Julieta, ou da Dama e o Vagabundo, é recriada nos anos 1940. Um jovem pobre e apaixonado começa um relacionamento com uma burguesa e passam por todos os empecilhos imagináveis. O interessante aqui é mostrar o depois, com o casal de pombinhos agora interpretado pelos veteranos James Garner e Gena Rowlands (mãe do diretor do filme, Nick Cassavetes, do recente Mulheres ao Ataque), enfrentando o Alzheimer dela.
50% (50/50, 2011)
Agora, um filme no qual o doente é o rapaz, para variar. Esse é também provavelmente o melhor filme da lista. Uma mistura de comédia, com drama edificante e sério, esta produção trata o câncer de forma indulgente e para cima, de forma respeitosa. O ótimo Joseph Gordon-Levitt é Adam, um jovem que se descobre com câncer. Ao mesmo tempo em que é deixado pela egoísta namorada, vivida por Bryce Dallas Howard (que não quer lidar com este problema em sua vida), seu melhor amigo interpretado pelo sempre divertido Seth Rogen, faz de tudo para animá-lo e fazê-lo seguir. O rapaz reata os laços com mãe, papel de Anjelica Huston (ótima) e vê surgir em sua vida uma nova promessa de felicidade, na forma de sua psicóloga, Anna Kendrick.
Amor Louco (Mad Love, 1995)
Outro saído diretamente dos anos 1990, esse filme traz como protagonistas a dupla saída de Batman Eternamente, do mesmo ano. O sumido Chris O´Donnell (então com 25 anos) e Drew Barrymore (20 aninhos na época) interpretam estudantes colegiais muito diferentes que… você adivinhou, se apaixonam. Onde estão os casais parecidos do cinema? Ele é Matt, um rapaz certinho, e ela vive Casey (o mesmo nome da primeira vítima do terror Pânico, interpretada pela própria), a doidinha de plantão. Depois de problemas e do comportamento errático constante, Casey é internada num hospital psiquiátrico. Seu cavaleiro reluzente a resgata do local, somente para depois perceberam que a menina sofre de transtorno bipolar.
Antes que o Dia Termine (If Only, 2004)
Este filme feito para a TV nos Estados Unidos, traz a sumida Jennifer Love Hewitt como a protagonista. A atriz, que teve o seu auge com filmes de terror e algumas comédias no fim da década de 1990, vive Sam, uma musicista americana vivendo em Londres com o marido Ian, papel de Paul Nicholls. O casal passa por dificuldades de relacionamento. É quando de forma impactante, a personagem de Hewitt sofre um acidente de trânsito fatal. Na manhã seguinte, o casal recebe uma nova chance de ficar junto. A obra tem elementos que depois foram utilizados no suspense romântico com Sandra Bullock, Premonições (2007). Duas curiosidades são a presença do talentoso Tom Wilkinson (Conduta de Risco) no elenco e a direção de Gil Junger, do cultuado 10 Coisas que eu Odeio em Você (1999). Hewitt também produz o filme.
Para Sempre (The Vow, 2012)
Muitos acreditam que este romance é baseado num livro de Nicholas Sparks. Talvez até mesmo os produtores, que o venderam de forma agressiva desta maneira. O motivo para isso é que temos como protagonistas as estrelas de duas de suas obras mais conhecidas e adoradas, Rachel McAdams (Diário de uma Paixão) e Channing Tatum (Querido John). No filme, Tatum é um jovem precisando lidar com uma realidade devastadora: Após envolverem-se em um acidente de carro, sua esposa (McAdams) o apagou de sua memória. De todo o resto ela lembra. O fato faz seus pais (Jessica Lange e Sam Neill) tentarem resgatar a antiga vida da filha longe dele, enquanto o marido tenta desesperadamente reconquistá-la. O filme fez sucesso com o público jovem e figurou com indicações no MTV Movie Awards e Teen Choice Awards.
O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)
O único filme da lista indicado ao Oscar, O Lado Bom da Vida também trouxe uma indicação para o protagonista Bradley Cooper e deu a vitória para a talentosa Jennifer Lawrence. Esse também não é um filme sobre câncer, mas sim sobre doenças mentais, como a bipolaridade. Após pegar a traição da esposa, o professor Pat (Cooper) surta e é internado num hospital psiquiátrico. Ao ser liberado, a coisa que parece lhe dar forças é a amizade com a igualmente atormentada Tiffany (Lawrence), uma recente viúva, que usa o sexo como forma de escape. A obra é baseada no livro de Matthew Quick, e inspirou o cineasta David O. Russell, que sofre com o filho, portador de um mal similar.
O Peacock cancelou hoje (24) a série ‘O Símbolo Perdido’ (‘The Lost Symbol’), após apenas uma temporada.
Depois que 10 episódios chegaram no ano passado, os executivos da Peacock optaram por não renovar o thriller para uma segunda temporada.
“Ficamos muito orgulhosos de trazer este thriller de mistério cheio de ação para nossos membros e gostamos de ver essa série convincente se desenrolar com uma história completa e satisfatória.”, disse o Peacock em um comunicado obtido pelo Deadline .
A história acompanha as primeiras aventuras de Langdon, que se vê em uma série de quebra-cabeças mortais quando o seu mentor é sequestrado. Ele acaba sendo convidado pela CIA para fazer parte de uma força tarefa e vai também se deparar com uma sombria conspiração.
Baseada na saga de livros do escritor Dan Brown, a série trouxe Ashley Zukerman como Langdon e Valorie Curry (‘The Following’) como Katherine, uma cientista que estuda como a consciência pode afetar o mundo físico.
‘Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes’ ganhou um novo trailer, na versão dublada e legendada. O filme chega ao cinemas nacionais em 13 de abril .
Assista:
Dublado
Legendado
Hugh Grant viverá o astuto vilão chamado Forge Fitzwilliam.
Durante uma entrevista para o Collider, o astro foi questionado sobre o que o motivou a e juntar ao elenco.
Em resposta, ele disse que o tom cômico em torno dos personagens ‘perdedores’ foi o que mais lhe atraiu no roteiro.
“Eu acho que talvez o que eu mais me me atraiu no roteiro é que é uma história sobre perdedores. Esses camaradas, eles são todos uma porcaria. Você não é ótimo em ser um bardo. E o mago interpretado por Justice Smith, ele é uma droga. O que é um mago em ‘Dungeons & Dragons‘? Porque o desse filme não é lá essas coisas.”
Ele continuou, dizendo que os ingleses adoram esse tipo de narrativa:
“E a personagem de Michelle Rodriguez foi expulsa de qualquer grupo que ela tentou interagir. O que é ela? Uma bárbara. Ela ainda está apaixonada por seu marido, que está apaixonado por outra pessoa. Eu me identifiquei àquela coisa de perdedor sobre esse pequeno grupo. Talvez essa seja uma preferência dos ingleses, nós amamos um perdedor.”
E aí, você está animado para assistir ao filme?
Um charmoso ladrão e um grupo de aventureiros mergulham em uma épica jornada para recuperar uma relíquia perdida – mas as coisas se tornam perigosamente obscuras quando eles cruzam caminho com as pessoas erradas. ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ traz o rico mundo e o espírito vívido do lendário jogo de RPG para as telonas em uma aventura hilárias e recheada de ação.
Jonathan Goldstein e John Francis Daley, diretores da comédia ‘A Noite do Jogo‘ e roteiristas de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, serão responsáveis pela direção e pelo roteiro.
Pine (‘Star Trek’) estrelará a adaptação. O elenco ainda contará com Rodriguez (‘Velozes e Furiosos’), Justice Smith (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), Hugh Grant (‘A Viagem’), Regé-Jean Page (‘Birdgerton’) e Sophia Lillis (‘It: A Coisa’).
Em 2000, uma adaptação para os cinemas foi lançada, sendo massacrada pelos críticos e fracassando nas bilheterias. Anos mais tarde, o longa ganhou duas sequências produzidas direto em vídeo, que foram prontamente ignoradas pelo grande público.
Criado por Gary Gygax e Dave Arneson, o jogo original ‘Dungeons & Dragons‘ foi publicado pela primeira vez em 1974.
Em entrevista ao Variety, o criador Eric Kripke (‘Supernatural’) explicou a timeline entre a série ‘The Boys‘ e seu derivado ‘Gen V‘.
O realizador confirmou que a quarta temporada de ‘The Boys‘ será ambientada após os eventos do spin-off, e servirá de base para os acontecimentos na segunda temporada de ‘Gen V‘.
“Só alguns dias terão passado entre os eventos de ‘Gen V’ e a quarta temporada de ‘The Boys’. Tentamos manter a timeline bem simples porque não queríamos criar um universo muito complicado, como em outras adaptações de quadrinhos. Não queríamos confundir os espectadores.”
Ele completa, “Os eventos são contínuos. Eu adoro que temos a terceira temporada de ‘The Boys’, então os eventos de ‘Gen V’, que, por sua vez, serão sucedidos pelo quarto ciclo da série original. E, depois disso, a segunda temporada de ‘Gen V’ dará continuidade [aos eventos deste universo].”
Você certamente já ouviu o título ‘Sexta-Feira 13’, mesmo que não goste particularmente de terror ou sequer tenha assistido a um dos capítulos desta que é uma das mais longínquas séries cinematográficas do gênero. É inegável que sua fama a precede. ‘Sexta-Feira 13’ marcou uma época, os anos 80, e ao lado de ‘A Hora do Pesadelo’ foi a franquia assustadora mais famosa do período, e uma das mais bem-sucedidas de todos os tempos. E pensar que a franquia do imortal Jason nem mesmo tinha o Jason em seu primeiro exemplar.
Tudo começou com o produtor Sean S. Cunningham, que estava numa pior e precisava fazer um dinheiro rápido. Antenado, ele percebeu o sucesso que ‘Halloween – A Noite do Terror’, de John Carpenter, havia feito em 1978, se tornando um fenômeno e o filme independente mais rentável da época. ‘Halloween’ pode ser considerado o “pai” dos slasher. E bem, ‘Sexta-Feira 13’ foi a “mãe”. Cunninghan contratou o roteirista Victor Miller e o pediu para “copiar, mas fazer diferente” do que havia visto em ‘Halloween’. Assim, o escritor bolou uma história passada em um acampamento de verão para crianças (um cenário inocente e longe de qualquer perigo).
Apesar de ser a estrela da franquia, o mascarado Jason só daria as caras no segundo filme de ‘Sexta-Feira 13’.
Acontece que o acampamento Crystal Lake tinha fama de ser amaldiçoado. Isso porque décadas antes, assassinatos misteriosos fizeram o lugar fechar. Assim, um grupo de adolescentes anos depois retorna ao local, com o novo dono, com o propósito de reforma-lo e fazê-lo funcionar novamente. Mas alguém não está feliz com esta iniciativa, e irá eliminar os jovens um a um. É a Sra. Voorhees, a antiga cozinheira do local, cujo filho havia se afogado por negligência dos monitores. Assim, numa espécie de ‘Psicose’ invertido, Jason (o filho) e sua mãe se tornam um só, e ela massacra todos que tentam reabrir o lugar traumático.
Corta para 1993, treze anos depois do sucesso do primeiro ‘Sexta-Feira 13’, uma data emblemática. Treze anos depois e nada menos que oito filmes produzidos. Sim, ‘Sexta-Feira 13’ dominou os anos 80, batendo ponto quase em todos os anos da década, deixando escapar apenas dois, com todas as obras produzidas pela Paramount – por uma década a franquia foi uma verdadeira “galinha dos ovos” de ouro para o estúdio, lucrando mais que muitas das produções mais sérias do estúdio. Assim, a Paramount, mesmo tendo um pouco de vergonha de ser associada ao que os críticos da época chamavam de “terror barato”, não recusava suas bilheterias lucrativas.
Durante toda a década de 80, a Paramount foi a casa do maníaco Jason, lucrando com o personagem por oito filmes.
Imagina só, o valor somado do orçamento de todos os ‘Sexta-Feira 13’ nos anos 80 não chegava sequer a US$20 milhões. Por outro lado, o valor somado em bilheteria do resultado destes mesmos oito filmes foi igual a US$206.2 milhões. Ou seja, um lucro de dez vezes mais. Só o primeiro filme, o mais rentável de toda a franquia na época, arrecadou mais do que o investimento na franquia inteira nos anos 80. Apesar disso, com os filmes cada vez mais caros e obtendo um retorno cada vez menor, com o oitavo longa, de Nova York, sendo o maior fracasso financeiro (e o mais caro), a Paramount percebeu que era a hora de passar a bola.
A Paramount havia usado e abusado o quanto pôde da criação de Sean S. Cunninghan, que surgiu como puro plágio de ‘Halloween’. Aliás, é seguro dizer que o estúdio igualmente descaracterizou bastante o que o criador original havia planejado, e isso logo no segundo episódio. Acontece que a assassina Sra. Voorhees havia sido decapitada ao final do primeiro filme. Mas com o sucesso, o estúdio queria realizar uma parte dois.
Após oito filmes na década de 80, a Paramount disse “está bom”, e passou os direitos para a New Line Cinema nos anos 90.
Como fazer isso? A opção foi por trazer o filho da mulher, Jason, agora adulto e vivendo na floresta. Mas ele também havia morrido afogado ao início do original. Essa investida sem sentido fez todos os envolvidos originais, incluindo o diretor e produtor Cunninghan, o roteirista Victor Miller, o técnico em efeitos Tom Savini e a atriz Betsy Palmer ficarem bem longe da sequência.
Pior que a ideia de ‘jegue’ deu certo, e Jason se tornava a cada filme um vilão mais popular do que sua mãe havia sido, até chegar no ícone pop que conhecemos hoje. Assim, ao longo da década de 80 o assassino mudava de forma, de cabeludo e barbudo ficava careca, sua deformidade facial também mudava a cada filme, o que não podia mudar era seu símbolo máximo, a máscara de hóquei introduzida no terceiro filme (isso mesmo). Ele foi esfaqueado, machadado, enforcado, picotado, enforcado, afogado, eletrocutado, morreu, foi enterrado, foi ressuscitado por um raio, enfrentou o clone de ‘Carrie – A Estranha’ e foi passear em Nova York, até a Paramount dizer chega e transforma-lo novamente em criança.
Em ‘Jason Vai para o Inferno’, o vilão ganhava uma família para chamar de sua e novas regras em sua mitologia, aos 45 do segundo tempo.
Com o fim dos anos 80, a Paramount finalmente vendia os direitos de ‘Sexta-Feira 13’ para outro estúdio, a New Line Cinema. Bem, em partes. Acontece que quando o assunto envolve dinheiro, todos sempre querem uma parte. Assim, uma briga judicial pelos direitos da franquia se iniciou entre Sean S. Cunninghan, o dono do conceito, e Victor Miller, o roteirista do filme original. Quando foi vendida para o novo estúdio, o novo proprietário poderia usar o vilão Jason e a mitologia, mas não o título ‘Sexta-Feira 13’ e tampouco a mãe do assassino.
Assim surgia ‘Jason Vai Para o Inferno’, frisando em primeiro plano o nome do vilão. Subtitulado ‘A Última Sexta-Feira’ – repare que não é “A Última Sexta-Feira 13”, e sim ‘A Última Sexta-Feira’. Já que não podiam criar um elo na trama com a mãe de Jason, os realizadores resolveram criar uma família para o vilão, uma que nunca havíamos ouvido falar, com inclusive uma irmã para o psicopata imortal e uma sobrinha. Aliás, nesse tempo todo ficou frisado que Jason era filho único. Se isso não é apelar…
Jason sofreu com as mudanças criativas dos realizadores de seu primeiro filme na New Line, e o longa se tornou o menos apreciado de toda a franquia.
Vale dizer a esta altura que a primeira incursão de Jason em sua nova casa (a New Line) o castigou mais que qualquer final girl. ‘Jason Vai para o Inferno’ se tornaria o episódio pelo qual, digamos, os fãs possuem menos afeto na franquia. E isso em uma série que possui os já pouco apreciados ‘Parte 5 – Um Novo Começo’ (1985), ‘Parte 8 – Jason Ataca em Nova York’ (1989) e ‘Jason X’ (2001).
O motivo de tanto desprezo é para além de uma família de última hora para Jason, ou sequer o fato de o maníaco ressurgir do nada, sem qualquer conexão com o episódio anterior. A barreira maior se encontra na gimmick encontrada para tirar a franquia da mesmice. Coisa que se for distanciar muito do que o público está acostumado, quase sempre resulta em rejeição. A parte 5, por exemplo, deixou Jason de fora (já que havia morrido) e trouxe um farsante em seu lugar. Ninguém comprou. O mesmo foi tentado com o recente ‘Halloween Ends’, que sofreu enorme backlash.
Logo na cena de abertura de ‘Jason Vai para o Inferno’, as expectativas são subvertidas quando o maníaco é explodido em pedaços.
Em ‘Jason vai para o Inferno’, o que os produtores quiseram tentar para sair da mesmice de “Jason ataca jovens no acampamento” foi trazer uma trama totalmente sobrenatural para o episódio 9. Na história, Jason é explodido em pedaços logo na cena de abertura, quando o psicopata acha que vai se dar bem com uma nova vítima sozinha em sua casa no lago – acontece que era uma emboscada do FBI; e o maníaco encontra finalmente o seu fim, já que fica desmembrado.
“The End”? Ainda não. Pois na mesa do legista o coração de Jason começa a bater novamente, e enfeitiça o sujeito que o come a dentadas, assim sendo possuído pelo espírito maligno do vilão. Sem dúvidas é diferente e original, algo nunca tentado na franquia anteriormente. E o que acontece depois daí? O legista assume o manto de Jason, mas o que vemos é um sujeito normal cometendo os crimes do matador de Crystal Lake. E aí temos o mesmo problema da Parte 5: não é quem queremos ver, mesmo que a essência seja dele, a forma não.
A trama inventiva do nono filme traz Jason pulando de corpo em corpo, antes de literalmente ir parar no inferno.
Mas não para por aí, pois a invencionice dos realizadores parece transbordar cada vez mais. Jason não fica no corpo do legista para sempre, já que para fazer graça, o nono filme resolve se tornar também um “whodunit”, aquela espécie na qual temos que adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. Aqui sabemos que é Jason, mas a pegadinha se torna: “no corpo de quem Jason está agora”? Isso porque sua essência maligna fica pulando de corpo em corpo, possuindo a população da pequena cidade, desde policiais até advogados. E como ele faz isso: passando uma criatura que mais parece um verme gigante pela boca das vítimas – esse ser é o “Jason real”. É mole?
Mexer tanto no cânone de uma franquia, mesmo sendo um terror slasher, é procurar encrenca com sua base de fãs. E foi justamente isso que ‘Jason vai para o Inferno’ fez. Quis ousar demais, e terminou se tornando blasfemo. Para piorar a situação dos “acréscimos narrativos aos 45 do segundo tempo”, ainda somos introduzidos a um arqui-inimigo de Jason, nas formas de Creighton Duke (Steven Williams), de uma adaga com poderes mágicos, que é a única coisa que de fato pode matar o vilão (e que só pode ser empunhada por uma parente dele) e a regra de que ele poderá voltar à sua forma original caso possua o corpo de alguém da família, coisa que faz e retorna como o mascarado monstruoso. Esse é também o único filme da franquia em que Jason não mostra seu belo rosto para o público.
O nono filme de Jason deveria ser o tão sonhado encontro com Freddy Krueger, já que ambos agora estavam no mesmo estúdio.
No fim das contas, como diz o título, Jason finalmente é mandado para o inferno, com direito a demônios vindo busca-lo aqui na Terra, e puxá-lo para embaixo do solo. A cena final é a mais comentada do filme, e a única coisa pela qual os fãs possuem carinho de verdade. Acontece que ficamos com aquela sensação de que o filme todo só foi produzido para unir no mesmo estúdio os dois grandes monstros dos anos 80: Jason e Freddy Krueger, encontro que já era ensaiado em tal década. Agora, com ambos na New Line o sonho era possível. E a prova disso é tal cena: na qual após ser puxado para o inferno, a mão de Freddy sai do solo para buscar a máscara de Jason, que havia ficado para trás. Esse encontro, no entanto, levaria nada menos que dez anos para sair do papel. O filme está disponível na HBO Max.
Vale lembrar que a série ‘Crystal Lake‘, baseada na clássica franquia ‘Sexta-Feira 13‘, contratou um novo showrunner.
A função será assumida por Brad Caleb Kane, do vindouro ‘Bem-Vindos a Derry‘. Ele também atuará como roteirista e produtor executivo.
“Desde o momento em que eu assisti Jason Voorhees arrancar o olho de um cara (em glorioso 3D!) quando eu tinha apenas oito anos, eu sabia que minha jornada criativa acabaria encontrando o Homem por Trás da Máscara,” declarou o realizador em um comunicado oficial. “Nada definiu mais a minha infância do que crescer na era de ouro dos filmes slasher, e nada definiu mais o gênero do que ‘Sexta-Feira 13’. Não poderia estar mais animado em contribuir com um novo capítulo nesta icônica franquia, especialmente ao lado do Peacock e da A24.”
A notícia chega alguns meses após a turbulenta saída de Bryan Fuller (‘Hannibal’) do projeto, que acabou jogando o seriado no limbo e diversos fãs estavam receosos com a possibilidade da série ser engavetada.
Felizmente, parece que o projeto está pronto para seguir em frente.
O primeiro teaser trailer do filme ‘A Odisseia‘, ambiciosa adaptação de Chris Nolan para o poema épico grego de Homero, vazou online ontem nas redes sociais.
O vídeo está sendo exibido exclusivamente nos cinemas dos EUA, mas alguém ficou e disponibilizou na internet. Em consideração à Universal Pictures, não vamos embedar o teaser no site enquanto não for divulgado oficialmente. Você pode conferir o que acontece neste link.
Agora, o filme ganhou um novo cartaz:
odisseia2
Informações inéditas sobre o projeto estão viralizando nas redes sociais.
Segundo o famoso perfil insider@MyTimeToShineH, o longa-metragem terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (rated-R) – o que vem com surpresa, considerando que a Universal Pictures normalmente aposta fichas em produções PG-13 para maximizar o público e os lucros.
Todavia, nada ainda foi confirmado pelo estúdio.
Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.
“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”
O elenco conta com nomes como Robert Pattinson, Jon Bernthal, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Bill Irwin, Samantha Morton, Zendaya e outros.
Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.
Dirigido pelo cineasta russo Sergey Bodrov e inspirado na obra de Joseph Delaney, chegou aos cinemas na semana passada mais um filme que fala sobre o mundo medieval utilizando todos exagerados recursos que a tecnologia atual podem adotar num projeto cinematográfico. O Sétimo Filho é um daqueles filmes que esquecemos rápido, não deixa lembranças e expõe lambanças. Mesmo com uma atuação interessante do ganhador do Oscar Jeff Bridges, o filme não decola em momento algum, frustrando os amantes das guerras épicas.
Na trama, conhecemos o caça-feitiço Gregory (Jeff Bridges), um homem amargurado e com um passado de guerras e batalhas sofridas com a rainha das bruxas Mãe Malkin (Julianne Moore). Com a chegada próxima de uma data importante para a manutenção do poder das bruxas, Mestre Gregory precisa encontrar e treinar o sétimo filho de uma família para ensiná-lo e juntos combaterem as forças do mal que assombram a séculos o planeta.
Com muitas cenas de ação e aventura nas florestas, nas águas, nos castelos, O Sétimo Filho é um filme modelado para divertir como tantos outros blockbusters que usam e abusam do universo fantástico da imaginação. O problema é que falta um certa carisma nos personagens, além do fraco roteiro que não consegue fazer com que a história chegue de maneira clara e objetiva ao público. Não há empolgação, tudo é muito jogado em cena.
Com uma voz preponderante, Jeff Bridges desenvolve seu forte personagem com a classe de sempre, desta vez, propositalmente ou não, molda seu caça-feitiço com algumas semelhanças com o Gandalf de Ian McKellen. Para fazer a vilã, chamaram a atual ganhadora do Oscar Julianne Moore que passa a impressão de estar nada à vontade desenvolvendo uma bruxa da era medieval. Falando sobre essa talentosa atriz, tem Julianne Moore para todos os gostos nessas últimas semanas nos cinemas brasileiros, atualmente está em cartaz em três filmes em todo país.
Um Cavaleiro exorcista, sombras de esqueleto, um mundo criado e vivenciado por pesadelos reais. Esses são alguns dos elementos encontrados nessa fraca fita e que com certeza vemos sendo melhor desenvolvidos em outros filmes muito parecidos como esse, é só procurar.
É sempre gratificante encontrar nos festivais obras criativas que apostam no inusitado para expandir nosso campo de reflexões. Selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival Cinemato, o curta mineiro Cabeça de Boi nos conduz por uma narrativa bem-humorada e debochada, inspirada em uma sequência de fatos curiosos que se desenrolam a partir de uma curiosa lenda sobre um terreno amaldiçoado em uma cidade remota do país.
Escrito e dirigido por Lucas Zacarias, o filme costura elementos da cultura e da arte por meio de uma fabulação conduzida pela voz de um forasteiro — cuja visão é marcada por constantes desencontros com a realidade. Com um discurso preciso, a narrativa articula três temas centrais que se conectam simbolicamente à figura da cabeça de boi, construindo um imaginário potente que dá forma a críticas sociais relevantes.
Dentro dos vestígios simbólicos que compõem a criativa construção narrativa, as contradições de uma cidade tendo o espiritismo como força, um lugar de descobertas paleontológicas e um espaço de referência ao gado, nos levam até surpreendentes constatações no híbrido entre documentário e ficção.
Essa jornada se mostra fascinante, elementos como a dança e até o inventivo uso de inteligência artificial na composição de um personagem narrador preenchem com força as mensagens. Críticas sobre o poder e a riqueza logo se mostram presentes dentro de um peculiar contraponto ligado as raízes culturais da tal cidade, logo alcançando reflexões variadas.
Tendo sua primeira exibição no circuito de festivais brasileiro no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato – o filme também fora selecionado para o Festival de Gramado deste ano.
Cage. Nicolas Cage. Motivo de deboche para a geração atual devido a escolhas excêntricas de atuações e filmes, o veterano Nicolas Cage tem uma longa carreira, datando do início da década de 1980 e, inclusive, uma estatueta do Oscar de melhor ator – sim, acreditem amiguinhos – pelo filme Despedida em Las Vegas (1995).
Nascido Nicolas Coppola, sobrinho do famoso cineasta Francis Ford Coppola, e primo de Sofia, Nic decidiu que sua carreira seria por merecimento, e então se afastou de qualquer vantagem que o sobrenome famoso pudesse lhe oferecer, ao menos na frente das câmeras. Assim optou pelo sobrenome de um herói de quadrinhos (o ator é um aficionado), Luke Cage, e uma lenda surgia. Mas para quem acha que as bizarrices são de agora, precisa estudar melhor a filmografia do astro, e conhecer obras como Arizona Nunca Mais (1987), Feitiço da Lua (1987), Um Estranho Vampiro (1988) e Coração Selvagem(1990).
Vale dizer também que depois do Oscar, Cage se tornou um astro, estrelando algumas das superproduções mais elogiadas e rentáveis da época, vide A Rocha (1996), A Outra Face (1997) e Con Air – A Rota da Fuga (1997). Além disso, o ator viria a ser indicado ao Oscar novamente, por Adaptação (2002) – outro filme que seus fãs deveriam procurar. O icônico ator-personagem completou 54 anos de vida ontem, dia 8 de janeiro, e para homenagear esta grande figura – esperando e torcendo por uma volta por cima em sua carreira (que talvez nunca chegue), resolvemos listar para vocês os 10 filmes recentes de Nicolas Cage, lançados direto em vídeo no Brasil (e alguns que ainda nem chegaram), que talvez você não conheça. Então anote, nos diga quais já viu e o que achou.
Vingança ao Anoitecer
(Dying of the Light, 2014)
Escrito e dirigido por Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver e Touro Indomável) – que voltaria a dirigir Cage em Cães Selvagens (2016) – o suspense dramático traz o ator grisalho na pele de agente da CIA torturado por terroristas, o que lhe causa uma doença terrível, decidindo ir atrás de seus captores. No elenco, o saudoso Anton Yelchin, falecido ainda jovem, e a francesa Irène Jacob.
Fator de Risco
(The Runner, 2015)
Depois de um Cage grisalho, ele aparece com os cabelos pintados de preto para viver um senador americano, combatendo um crime ambiental – baseado no acidente real do grande vazamento de petróleo (o mesmo apresentado no filme Horizonte Profundo, com Mark Wahlbeg) no Golfo do México, nos EUA. De idealista, sua imagem termina manchada devido a um escândalo sexual. No elenco do filme escrito e dirigido por Austin Stark (produtor do ótimo Sentimentos que Curam), estreando como diretor, temos Connie Nielsen (a Rainha Hippolyta, de Mulher Maravilha), a maravilhosa Sarah Paulson e o veterano Peter Fonda.
Regresso do Mal
(Pay the Ghost, 2015)
Nesta nova fase de sua carreira, na qual não nega sequer um papel – existem diversas brincadeiras sobre isso na internet – Cage faz de tudo, inclusive filmes de terror. É o caso com este mistério dramático, no qual ele interpreta um devoto pai de família que perde seu pequeno filho ao sair com ele numa noite para gostosuras ou travessuras no Halloween. Baseado no livro de Tim Lebbon, o filme é dirigido pelo prestigiado cineasta alemão Uli Edel, de obras como Eu, Christine F., 13 Anos, Drogada e Prostituída (1981), Noites Violentas no Brooklyn (1989) e O Grupo Baader Meinhof (2008). No elenco, Sarah Wayne Callies (a Lori Grimes de The Walking Dead) interpreta sua esposa.
A Sacada
(The Trust, 2016)
Com certeza você já viu o pôster deste filme no meme que simula a nova versão de Super Mario Bros., alterado em photoshop. Tudo porque aqui Cage porta um bigodon na pele de um policial que decide roubar um misterioso cofre de criminosos, ao lado de seu parceiro, vivido por Elijah Wood (o Frodo de Senhor dos Anéis). O filme é escrito e dirigido pelos irmãos Benjamin e Alex Brewer. Outro chamariz é a presença do lendário humorista Jerry Lewis (falecido ano passado), no papel de pai do personagem de Cage.
Homens de Coragem
(USS Indianapolis: Men of Courage, 2016)
Dá pra ver que Cage tem feito de tudo ultimamente. Bem, e o que ainda não entrou na lista? Que tal um drama de Guerra. Aceito. Dirigido por Mario Van Peebles, ator e cineasta, filho do icônico diretor Melvin Van Peebles, que tem no currículo ao menos uma obra-prima, justamente a homenagem que fez ao pai em O Retorno de Sweetback (2003). Na trama, durante a Segunda Guerra Mundial, um encouraçado da marinha dos EUA é afundado por um submarino japonês, deixando 300 homens no mar, à deriva em águas infestadas de tubarões. No elenco, além de Cage, que vive o Capitão, temos Tom Sizemore e Thomas Janes, atores do time C de Hollywood com muito orgulho.
Army of One (2016)
Algumas das ideias destes filmes parecem saídas diretamente dos mais alucinados sonhos, ou quem sabe pesadelos. Imagine isto: Nicolas Cage barbudo, sentando num jegue, saindo em missão de eliminar Osama Bin Laden. Pois bem, agora acorde, e você tem Army of One. O pior, é baseado numa história real, o que faz do longa uma biografia. Ao menos não se leva a sério e é tanto uma comédia também. Ah, tem mais. Sua missão é dada através de um encontro com Deus, sim, ele mesmo, personificado aqui pelo humorista britânico Russell Brand, cuja estrela também já decaiu. O roteiro é de Rajiv Joseph (da série Nurse Jackie) e Scott Rothman (do ótimo A Grande Escolha, com Kevin Costner), e a direção é de Larry Charles (produtor da comédia Seinfeld).
Arsenal (2017)
Talvez nenhum outro filme da lista traga um Cage tão insano quanto aqui. Você já deve ter visto o ator personificado como o mafioso Eddie King (sim, aqui ele é o vilão), com seu cabelinho que lembra Anton Chigurh (Javier Bardem) de Onde os Fracos Não Tem Vez (2007), e prótese no nariz. A imagem é perturbadora, mas como se não bastasse, ainda temos Cage tomado na doidera extrema que permeou seu início de carreira – pense em Um Estranho Vampiro. Na trama, JP (Adrian Grenier) precisar ajudar o irmão mais velho, agora um traficante de drogas, papel de Johnathon Schaech, a se livrar de uma dívida com um mafioso – papel de Cage. No filme temos ainda a presença de outro ator em baixa, John Cusack, vivendo um policial. O filme é dirigido por Steven C. Miller, do vindouro Rota de Fuga 2, com Sylvester Stallone.
Uma História de Vingança
(Vengeance: A Love Story, 2017)
Em uma época de combate ao abuso contra mulheres, chega o novo filme de Nicolas Cage, cuja temática é exatamente esta. Uma jovem mãe sai para se divertir à noite numa festa na praia com sua filha pequena, e é atacada por homens que a estupram e deixam para morrer. Mistura de Acusados (1988) e Tempo de Matar (1996), os responsáveis são presos pelo detetive vivido por Cage e inocentados pela justiça. Indignado com a situação, e sabendo da culpa dos marginais, o protagonista decide agir por conta própria. O filme traz Don Johnson (veterano da série Miami Vice) na pele do desprezível advogado que solta os criminosos, e Deborah Kara Unger (Crash – Estranhos Prazeres). Uma História de Vingança é baseado no livro da autora Joyce Carol Oates, e dirigido por Johnny Martin, de Hangman, novo e execrado filme de Al Pacino.
Inconceivable (2017)
Bem, Cage já interpretou quase todos os tipos de papeis nesta nova fase da vida, mas aqui neste clone de A Mão que Balança o Berço (1992) é suprida a falta do coroa seduzido pela gatinha. No filme ele vive um feliz pai de família, casado com a personagem de Gina Gershon (Showgirls). Até a chegada da nova babá, com idade para ser sua filha, papel de Nicky Whelan – com quem Cage já havia dividido a tela em O Apocalipse(2014). A jovem psicótica não irá descansar enquanto não pegar para si a família da personagem de Gershon, incluindo o maridão Cage. Aaaah, Cage, seu fanfarrão. O elenco conta ainda com a veteraníssima Faye Dunaway. A direção é do estreante Jonathan Baker.
The Humanity Bureau (2017)
Que tal uma ficção científica agora? Sabemos que Cage é bom com elas, é só olhar para O Vidente (2007). Só que não. Aqui, a história se passa no ano de 2030, onde num futuro distópico o mundo se encontra num estado permanente de resseção econômica. Além disso, os problemas ambientais também chegaram ao seu ápice devido ao aquecimento global. Estão vendo amigos, quem disse que Nicolas Cage não sinônimo de crítica mundial também. Aqui ele contracena com a jovem Sarah Lind. O filme é dirigido por Rob W. King, seja lá quem ele for.
Bônus:
Mom and Dad (2017)
Escrito e dirigido pelo ótimo Brian Taylor (Adrenalina e Adrenalina 2), este filme de terror diferente traz Cage e Selma Blair (Segundas Intenções) como devotos pais de um casal de adolescentes. Durante um surto inexplicável, papais e mamães são tomados por uma histeria em massa que lhes faz agir de forma extremamente violenta em relação aos filhos. Mom and Dad fez parte do acervo do Festival de Toronto deste ano. Nossa colaboradora Letícia Alassë conseguiu assistir ao longa e garante, é divertidíssimo. A crítica sai em breve.
No finalzinho do mês passado, a Netflix adicionou ao seu catálogo o seu primeiro reality show de competição, Ultimate Beastmaster. O formato provavelmente parecerá muito familiar àqueles que conhecem American Ninja Warrior, outro reality de competição que usa um trajeto cheio de obstáculos para desafiar os seus participantes. Apesar de suas similaridades, a nova série da Netflix ganha identidade própria ao apresentar novos elementos a uma fórmula já conhecida.
O maior diferencial de Ultimate Beastmaster é que se trata de um reality a nível global. A cada episódio acompanhamos a luta de 12 participantes, representando 6 países – Brasil, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, EUA e México –, enquanto eles tentam se tornar o próximo Beastmaster. No último episódio, porém, todos os vencedores dos episódios anteriores retornam para competir entre si e conquistar o título definitivo de Ultimate Beastmaster – além, é claro, de 50 mil dólares.
A diversidade cultural não se limita apenas aos participantes, mas também aos apresentadores. Cada país tem uma dupla para narrar os acontecimentos e explicar aos espectadores algumas das regras da competição. No Brasil, fomos representados pelo lutador Anderson Silva e o apresentador Rafinha Bastos. Apesar da dupla entreter e ter uma boa sintonia, eles raramente trazem alguma informação técnica relevante. O mais interessante, no entanto, gira em torno da interação entre os apresentadores dos demais países; algo que sempre diverte pelo fato de estarem constantemente provocando uns aos outros.
Dentre os participantes, há algumas personalidades interessantes e alguns ótimos atletas que se mostram promissores desde o começo. Através de uns vídeos rápidos, somos introduzidos às suas vidas, dramas, e alguns até conseguem ficar marcados. E, diferente de American Ninja Warrior, onde os participantes têm a liberdade de vestirem fantasias, criarem apelidos e deixarem estabelecidas desde o começo suas personalidades, o reality da Netflix segue uma estética mais padrão, com seus participantes usando uniformes.
A estrutura do percurso é belíssima, trazendo uma besta de aço literal ao que parecia apenas uma expressão metafórica. Os desafios são bem elaborados, mas não há muita diversidade no percurso ao decorrer desta temporada de estreia. Em American Ninja Warrior, por exemplo, o percurso sofre algumas alterações a cada dois episódios, além de apresentar desafios completamente novos na fase final da temporada. Em Ultimate Beastmaster há poucas mudanças, praticamente imperceptíveis, e o episódio final merecia novos obstáculos para desafiar ainda mais os participantes que já haviam ganhado seus respectivos episódios.
Ainda assim, foram ótimos 10 episódios de muita luta, esforço e diversidade cultural. O Brasil apresentou alguns competidores realmente impressionantes, e espero que consiga se destacar ainda mais na próxima temporada. Para aqueles que viram o Sylvester Stallone, que é um dos produtores da série, no trailer e estão ansiosos para vê-los no reality, lamento dizer que ficarão bastante decepcionados. Ele só aparece em duas cenas, no primeiro e último episódios, para falar um texto decorado, o que não é algo ruim, uma vez que as verdadeiras estrelas da série são os próprios participantes. Ultimate Beastmaster é um ótimo entretenimento, com um desfecho que certamente irá deixar qualquer um aflito e ansioso por mais.
O filme foi dirigido por Patrick von Barkenberg, que coescreveu o roteiro ao lado de Andréa Winter.
Depois de seu último romance fracassar, uma escritora de crimes de sucesso é enviada por sua editora ao interior da Suécia para recuperar a inspiração. Totalmente fora de lugar em seu novo ambiente, ela descobre quão perigosa a vida na fazenda pode ser.
Andréa Winter, Patrick von Barkenberg e Christer Cavallius estrelam.
O longa será lançado direto em DVD e VOD no dia 16 de julho.
A HBO divulgou o novo trailer de ‘Bad Education’, seu novo filme original estrelado por Hugh Jackman e Allison Janney.
Confira:
Cory Finley entra como diretor. Mike Makowsky assina o roteiro, baseado no artigo homônimo escrito em 2004 por Robert Kolker.
Frank Tassone (Jackman) é o superintendente de uma colégio em Long Island que trouxe grande honra para o Distrito Escolar de Roslyn com a ajuda de sua assistente, Pam (Janney). Ele é amado por seus alunos, pelos pais e pelos próprios professores. Entretanto, quando uma jovem estudante repórter decide mergulhar mais fundo em reportagens controversas, ela começa a desvendar um esquema de fraude de proporções épicas – decidindo expor Frank a qualquer custo.
Geraldine Viswanathan, Ray Romano, Alex Wolff e Annaleigh Ashford completam o elenco.
‘Bad Education’ estreia no Brasil no dia 25 de abril.
A Netflix divulgou um novo clipe do documentário ‘Shawn Mendes: In Wonder‘, com o artista cantando o sucesso In My Blood.
Assista:
Vale lembrar que o documentário já está disponível na Netflix!
Em seu Instagram oficial, Mendes escreveu que vem trabalhando no documentário há bastante tempo e que está “animado para finalmente compartilhá-lo com todos vocês”.
Mendes ganhou fama gigantesca ao viralizar nas redes sociais em 2013 com covers de diversos artistas. Em 2015, lançou ‘Handwritten’, seu primeiro álbum de estúdio, debutando em primeiro lugar nas paradas da Billboard. Ele também já foi indicado a três categorias do Grammy Awards e levou para casa duas estatuetas do Video Music Awards.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada, que deve estrear apenas em 2022.
Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.
Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.
Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.
Após confirmar o retorno de Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) na última temporada de ‘Better Call Saul‘, o showrunner Peter Gould revelou ao EW que o ciclo final trará mais crossovers com ‘Breaking Bad‘ e ‘El Camino‘ – com rostos familiares aparecendo de “formas dramáticas e surpreendentes”.
“Nós vamos juntar muitas narrativas. Esse é o clímax – pelo menos no momento – de todos aqueles episódios, de ‘Breaking Bad’ e ‘El Camino’. Nós iremos juntar muitos elementos desses três projetos, mas sempre no contexto da história do Jimmy McGill, Kim Wexler e Mike Ehrmantrout.”
Ele completa, “Acredito que não vamos olhar para ‘Breaking Bad’ do mesmo jeito após assistirmos essa temporada completa.”
Vale lembrar que a primeira parte da última temporada será lançada na Netflix amanhã (19).
Criada por Vince Gilligan e Peter Gould, a produção serve como pré-sequência e spin-off da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘.
A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.
O elenco ainda conta com Rhea Seehorn, Patrick Fabian, Michael Mando, Giancarlo Esposito e Tony Dalton.
Em entrevista ao podcast LaunchLeft, Rooney Mara revelou ter tido uma péssima experiência ao estrelar o remake de ‘A Hora do Pesadelo‘.
A situação foi tão tensa que a atriz cogitou desistir de atuar, jurando que só voltaria a participar de futuros projetos se realmente estivesse interessada.
“Alguns anos antes de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres, eu estrelei o remake de ‘A Hora do Pesadelo’. Não foi uma boa experiência. Preciso ter muito cuidado sobre o que digo desse projeto. Não tive uma boa experiência ao fazer esse filme, e acabei entrando em um estado – que eu ainda vivo – em que não quero mais atuar a menos que eu realmente sentisse vontade. Após gravar aquele filme, eu decidi: ‘Okay, eu não vou atuar novamente, a menos que seja algo que eu realmente me interesse’.”
Vale lembrar que o remake fracassou entre os críticos, conquistando apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, o longa foi um sucesso de bilheteria, tendo arrecadado US$ 117 milhões mundialmente.
Anteriormente, o produtor Jason Blum, criador da Blumhouse, afirmou que acredita ser possível convencer o ator Robert Englund a reprisar o seu papel como o icônico vilão Freddy Krueger em um reboot da franquia ‘A Hora do Pesadelo‘.
“Eu poderia convencê-lo a reprisar o papel. Eu poderia convencer qualquer um. Quero dizer, Ellen Burstyn tem 87 anos, e eu a convenci a retornar na vindoura sequência de ‘O Exorcista’.”
Ele completa, “[Englund] ainda está jovem. Ele tem apenas 75 anos.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Blum havia comentado sobre seu interesse nos possíveis reboots das franquias ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th) e ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).
A Netflix divulgou o primeiro trailer do filme animado ‘Ultraman: A Ascensão‘.
Na produção, o herói titular terá que enfrentar sua missão mais difícil: cuidar de um adorável bebê kaiju, filho de seu maior inimigo.
Confira o teaser:
De volta ao Japão, a estrela do baseball Ken Sato assume o papel de Ultraman para defender o planeta. No entanto, com as reviravoltas do destino, acaba tomando conta de um Kaiju bebê, filho de seu maior inimigo.
Dirigido por Shannon Tindle e John Aoshima (‘Kubo e as Cordas Mágicas’), o longa é baseado nos personagens de Eiji Tsuburaya.
Sem data de lançamento, a produção está programada para estrear em 2024.
Vale destacar que o longa é um projeto independente, sem conexões com a série animada ‘Ultraman‘, que durou por três temporadas no serviço de streaming.
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