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‘New Amsterdam’: Freema Agyeman NÃO retornará na última temporada

De acordo com o TVLine, Freema Agyeman (‘Sense8’) não retornará para a 5ª (e última) temporada de ‘New Amsterdam‘.

O site afirma que a atriz, que interpreta a Dra. Helen Sharpe desde o primeiro episódio da série, decidiu deixar o elenco da produção.

Em comunicado oficial sobre a saída da atriz, o criador da série, David Schulner, declarou: “Desejamos o melhor para a Freema em sua próxima jornada e as portas de ‘New Amsterdam’ sempre estarão abertas caso ela queira retornar. Estamos incrivelmente orgulhosos do impacto que a Freema e a Dra. Helen Sharpe fizeram nas últimas quatro temporadas e somos gratos por fazermos parte dessa história. Para os fãs da série, queremos que vocês saibam que há muitas surpresas no ciclo final.”

 

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘Queer Eye’: Os 5 Fabulosos retornam no divertido trailer da 7ª temporada

A Netflix divulgou o trailer completo da 7ª temporada do reality show ‘Queer Eye‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 12 de maio.

Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.

O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.

O elenco conta com Antoni Porowski, Bobby Berk, Karamo Brown, Jonathan Van Ness e Tan France.

Atriz de ‘The White Lotus’ estrelará novo TERROR de Christopher Landon, diretor de ‘Freaky’

De acordo com o Deadline, Meghann Fahy (‘The White Lotus’) será a protagonista do terror ‘Drop‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse e Platinum Dunes.

O longa será dirigido por Christopher Landon, de ‘A Morte te Dá Parabéns‘ e ‘Freaky – No Corpo de um Assassino‘. Vale lembrar que o cineasta originalmente havia sido contratado para dirigir ‘Pânico 7‘, mas acabou se demitindo após polêmicas nos bastidores.

Através do Twitter, Landon declarou que o novo terror será como “sua carta de amor ao Brian de Palma”.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

Michael Bay, Jason Blum, Brad Fuller e Cameron Fuller servirão como produtores.

Vale lembrar que Christopher Landon também será o diretor do terror de lobisomem ‘Big Bad‘, que está sendo desenvolvido pela Lionsgate. O longa será baseado em um conto escrito por Chandler Baker, que também assinará o roteiro da adaptação.

Jennifer Lawrence e Robert Pattinson nas primeiras imagens do thriller ‘Die, My Love’; Confira!

O site The Film Stage divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Die, My Love‘, suspense estrelado por Jennifer Lawrence e Robert Pattinson.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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Lakeith Stanfield (‘Corra!‘) completa o elenco da produção.

Dirigido por Lynne Ramsay, o suspense psicológico terá uma trama ambientada na área rural remota e esquecida, com o público acompanhando a história de uma mãe que luta para manter sua sanidade enquanto enfrenta os desafios da psicose.

Além de dirigir o filme, Lynne Ramsay também assina o roteiro com Enda Walsh.

Justine Ciarrocchi e Jennifer Lawrence assumem a produção ao lado de Martin Scorsese e Andrea Calderwood. O financiamento fica por conta da Black Label Media.

O filme ainda não tem uma data de lançamento confirmada.

‘Anônimo 2’ conquista 85% de aprovação dos críticos no RT; Confira!

Com 46 reviews publicadas até o momento, a sequência ‘Anônimo 2‘ conquistou 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Apesar de não trazer nenhuma novidade ao gênero ou à própria franquia, o consenso geral destaca o tom divertido da produção – que funciona exclusivamente como uma diversão passageira.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Sem as reviravoltas que tornaram o primeiro um sucesso inesperado, esta sequência oferece apenas um entretenimento leve e eletrizante para o público pouco exigente do fim do verão.” (The Film Verdict)

“[O diretor Timo] Tjahjanto introduz criatividade suficiente em suas cenas de ação para nos manter interessados. Mas o mais fascinante em ‘Anônimo 2’, assim como no filme anterior, continua sendo a presença de Bob Odenkirk.” (Vulture)

“Dirigido com uma alegria cafona e poderosa por Timo Tjahjanto, ‘Anônimo 2’ é honesto o suficiente para nos fazer entender que o filme está rindo junto com a gente.” (Variety)

“O elemento surpresa está inerentemente ausente na sequência, para seu detrimento, mas a premissa simples, porém engenhosa, dos roteiristas Derek Kolstad e Aaron Rabin proporciona bastante diversão.” (The Hollywood Reporter)

“Este filme consegue divertir em alguns momentos, mas todo senso de surpresa se foi.” (The Daily Beast)

“Infelizmente, a história rasa serve apenas como desculpa para cenas previsivelmente exageradas. E poucas delas conseguem se equiparar com as do primeiro filme, sem falar em produções como ‘John Wick’ e outros filmes semelhantes.” (Screen International)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Timo Tjahjanto retorna à direção.

Quatro anos após ter enfrentado acidentalmente a máfia russa, Hutch ainda deve 30 milhões de dólares à organização criminosa e está pagando a dívida com uma sequência interminável de assassinatos de criminosos internacionais. Por mais que goste da ação explosiva do seu “trabalho”, Hutch e sua esposa Becca se veem sobrecarregados e se distanciando um do outro. Por isso, decidem levar os filhos para uma pequena viagem ao Wild Bill’s Majestic Midway and Waterpark — o único lugar onde Hutch e seu irmão Harry passaram férias quando eram crianças.

Com o pai de Hutch a reboque, a família chega à pequena cidade turística de Plummerville, ansiosa por um pouco de diversão ao sol. Mas quando um encontro trivial com alguns valentões locais coloca a família na mira de um operador corrupto de parque temático e de seu xerife duvidoso, Hutch se torna o alvo principal da chefe do crime mais insana e sanguinária que ele (ou qualquer um) já enfrentou.

O elenco ainda conta com Connie Nielsen, John Ortiz, RZA, Colin Hanks, Christopher Lloyd e Sharon Stone.

‘The White Lotus’: Ben Kingsley e Max Minghella se juntam ao elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) e Max Minghella (‘O Conto da Aia’) foram confirmados no elenco da 4ª temporada da aclamada série antológica ‘The White Lotus‘.

Em caráter recorrente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O elenco grandioso ainda contará com Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Laura Dern (‘Jurassic Park’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’), AJ Michalka (‘The Goldbergs’), Sandra Bernhard (‘Pose’), Chris Messina (‘Objetos Cortantes’), Corentin Fila (‘Quando se Tem 17 Anos’), Nadia Tereszkiewicz (‘Jovens Amantes’), Marissa Long (‘Harrison Bergeron’), Vincent Cassel (‘Cisne Negro’), Heather Graham (‘Eles Vão Te Matar’), Rosie Perez (‘The Flight Attendant’), Ben Schnetzer (‘Madison’), Tobias Santelmann (‘Os Casos de Harry Hole’), Pekka Strang (‘Memórias de um Verão’), Frida Gustavsson (‘Vikings: Valhalla’) e Laura Smet (‘The Bridesmaid’).

Vale lembrar que a Helena Bonham Carter (‘The Crown’) deixou o elenco da produção, e foi substituída por Laura Dern (‘Jurassic Park’).

“Durante as gravações da quarta temporada de ‘The White Lotus’, ficou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro”, declarou um porta-voz do canal.

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

White retorna como produtor e showrunner.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ traz um grande furo no roteiro; Saiba qual!

[SPOILER]

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ parece ter um grande furo de roteiro, dentro do Marvel Cinematic Universe.

Aparentemente, o tempo que separa os primeiros acontecimentos de ‘Os Vingadores’ e o reboot do herói foi contabilizado errado.

Para aqueles que não se lembram, em ‘De Volta ao Lar’, vemos Adrian Toomes e sua equipe de operários limparem Nova York após a batalha do primeiro filme. Pouco depois, temos um intervalo de tempo, que nos leva aos acontecimentos de ‘Homem-Aranha’. O hiato apresentado é de oito anos.

No entanto, se pararmos para analisar, a contagem de tempo foi equivocada (a não ser que haja outra explicação para isso). Se seguirmos a linha temporal da MCU, fazendo conexão com ‘Guerra Civil’, ‘Os Vingadores’ se passaria em 2012 – conforme o entendimento geral – e ‘De Volta ao Lar’ deveria se passar em 2016. Se considerarmos o hiato de oito anos, o reboot se passaria de fato em 2020.

Vale ressaltar também que desde o lançamento de ‘Os Vingadores’, as adaptações solo dos heróis têm sido construídas ao redor da narrativa dos fatos da produção que reúne toda equipe. Ou seja, tudo está sempre intimamente conectado às experiências vividas pelo grupo de heróis em seus filmes conjuntos. Sendo assim, a trama de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ deveria ter um hiato de apenas quatro anos.

 

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Um Lugar Silencioso 2’ vai explorar outros sobreviventes, diz Krasinski

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ vai explorar um novo leque de personagens em sua trama. A revelação foi feita pelo diretor John Krasinski.

Durante uma entrevista ao site Deadline, ele pontuou que o foco será direcionado para outros sobreviventes e não para os membros da família apresentada no primeiro filme.

Disse:

“Algo que eu realmente amo no filme e que esteve perambulando pela minha mente durante todo o período que trabalhei na produção é este questionamento: Quem estaria do outro lado daqueles sinalizadores lançados? Pois no instante em que o pai lança aquela chama, outras são acessas a uma longa distância. Me pergunto: Como essas pessoas sobreviveram? Como aquele velho sobreviveu? No contexto extremo em que aquela família se encontra, não há tempo para pensar nisso. Eles estão lá e tem esse homem velho que está prestes a gritar e eles precisam lidar com aquela situação rapidamente. Por isso eu creio que seria bem interessante saber o que está acontecendo do outro lado no mesmo momento”.

 

‘Game of Thrones’: Série vai ganhar jogo de tabuleiro

Os fãs de ‘Game of Thrones‘ que sempre sonharam em participar da narrativa terão a oportunidade de viver um pouquinho do universo da série, em seu novo jogo de tabuleiro.

Intitulado Game of Thrones: Oathbreaker, o game será lançado na primavera norte-americana, exatamente no mesmo período em que o último ciclo da série estará no ar.

Produzido pela Dire Wolf Digital, em parceria com a HBO, o jogo será baseado na série de TV e não na saga de livros. Para participar de uma partida, serão necessários de cinco a oito jogadores e cada um assumirá o papel de uma figura política importante em Westeros.

Um dos jogadores de Oathbreaker será o Rei ou a Rainha, enquanto os demais membros serão membros das famílias nobres da série, que ou farão de tudo para proteger o reino ou para tomar o Trono de Ferro.

Confira as imagens:

 

A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.

Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Atriz Shirley Douglas, mãe de Kiefer Sutherland, morre aos 86 anos

A atriz e mãe do ator Kiefer Sutherland, Shirley Douglas, morreu aos 86 anos. O anúncio foi feito pelo ator por meio de sua conta oficial do Twitter.

Na ocasião, ele relembrou a jornada da sua mãe, salientando ainda que o falecimento não foi em decorrência de um diagnóstico de coronavírus:

“Hoje de manhã cedo, minha mãe, Shirley Douglas, faleceu em virtude de complicações ligadas à pneumonia (não relacionado ao Covid 19). Minha mãe foi uma mulher extraordinária, que teve uma vida extraordinária. Tristemente, ela estava lutando por sua saúde há bastante tempo e nós, como família, sabíamos que este dia chegaria. Para todas as famílias que perderam pessoas amadas inesperadamente pelo coronavírus, meu coração parte por vocês. Fiquem seguros”.

Confira o anúncio:

Douglas, que havia comemorado seu aniversário há três dias atrás, foi casada com o aclamado ator Donald Sutherland, entre os anos de 1966 e 1971. O casal teve gêmeos, Kiefer e Rachel.

Shirley Douglas participou dos filmes ‘Lolita‘ (1962), de Stanley Kubrick, e ‘Gêmeos – Mórbida Semelhança‘ (1988), de David Cronenberg.

 

‘Socorro! Virei uma Garota’: Comédia estilo ‘Garota Veneno’ já está disponível na Netflix

A comédia nacional ‘Socorro, Virei Uma Garota!‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia na grade de programação na última terça-feira (23).

Na trama, tímido Júlio (Victor Lamoglia) vê uma estrela cadente e deseja ser a pessoa mais popular da escola. No dia seguinte, ele é Júlia (Thati Lopes), a garota mais popular do colégio.

Roteirizado por Paulo Cursino, o longa conta também com Manu Gavassi no elenco.

Assista o trailer:

Crítica | Eileen: Anne Hathaway e Thomasin McKenzie estrelam espetacular thriller criminal

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Sempre entre a fantasia de seus devaneios e a dura realidade de sua vida cotidiana, Eileen é uma peculiar jovem que vive à deriva, distante e inabalável diante do contexto que a cerca. Perdida em sua própria imaginação, ela passa os seus dias sonhando com a vida que gostaria de ter, enquanto pouco percebe o tempo passar. Nutrindo uma identidade escondida e mascarada pela obsessão de um pai perturbado e pela apatia de um emprego indigno, ela é a sombra da mulher que sonha se tornar. E quando se depara com a bela conselheira Rebecca St. Johns, nova funcionária do mesmo reformatório onde trabalha, ilusões e ambições pessoais começam a se colidir em uma espiral catártica caótica e insana.

Eileen é um thriller de mistério impressionante, capaz de nos arrastar para as entranhas de sua narrativa de forma súbita e profunda. Com uma trama aparentemente mais dramática, a produção dirigida por William Oldroyd e roteirizada por Luke Goebel e Ottessa Moshfegh começa de forma inofensiva, nos leva para os pensamentos mais sombrios e salientes de sua protagonista homônima, apenas para apresentá-la como uma enorme antítese. De tom de voz doce e sensível, mas comportamento sempre errático, ela é uma pessoa confusa aos nossos olhos. Vivendo como se fosse uma sombra, ela nos é apresentada como alguém que almeja muito, mas nada faz. Mas em contraste com sua quase antagonista, vivida lindamente pela Anne Hathaway, os anseios mais profundos de Eileen ganham vida. E aqui, uma vez mais vemos a talentosa Thomasin McKenzie em um papel peculiar, que se desabrocha diante da audiência de forma surpreendente e arrebatadora – assim como a vimos em Noite Passada em Soho.

Mas em Eileen, mais do que a transformação de uma protagonista, testemunhamos aqui a constante subversão das nossas expectativas. Aprimorando poderosamente a abordagem narrativa de um filme de gênero, o longa de Oldroyd é uma convite a uma thriller criminal inesperado, que cresce pelas extremidades, até que consome todo o roteiro. Se transformando logo na metade de seu segundo ato, o longa é uma experiência cinematográfica que nos tira o fôlego, com um viés misterioso crescente que muda seus protagonistas, fazendo com que eles passem por metamorfoses diante dos nossos olhos. E inadvertidamente, o cineasta e sua dupla de roteiristas viram a chave do filme, fazendo de Eileen não apenas um estudo de personagem, mas sim um conto detective noir às avessas, onde a fotografia domina nossa visão e ajuda a redefinir os rumos da história.

E presos em um clímax absolutamente moral, somos constrangidos por questões éticas e sociais que ressoam nos ouvidos como socos na boca do estômago. De maneira simples, mas executada em um nível de complexidade monstruoso, Eileen estende suas fronteiras para além do campo dramático, em direção a um mistério sombrio, realista e perturbador. E como alguém que não cansa de nos impressionar, Ari Wegner faz de sua fotografia um instrumento fundamental para a construção da tensão e do pavor do plot twist. Com referências estilísticas aos clássicos mistérios dos anos 40 e 50, ela traz um negrume maior para o terceiro ato, quase entregando um novo filme para o público. Mudando nossa percepção da trama a partir do seu trabalho como diretora de fotografia, ela uma vez mais nos surpreende, saindo do estilo bucólico de Ataque dos Cães para o noir oldschool em Eileen.

Com uma trilha sonora sempre marcada pelo jazz e blues, o suspense criminal ainda se consagra como uma eclosão psicoemocional. Trazendo um desfecho que nada mais é do que a consumação plena de uma confusa mente presa em seus próprios delírios, a produção é uma experiência cinematográfica que une elementos cult e blockbuster de forma precisa e certeira, nos mantendo aflitos e angustiados a todo momento. Superando nossas expectativas e subvertendo seu proposital apático início em um final explosivo, Eileen é imprevisível, angustiante e viciante. Com performances excepcionais de Hathaway e McKenzie, o thriller nos satisfaz por inteiro, mas ainda assim nos deixa à deriva, sedentos por muito mais dessa rica fonte jorrada por William Oldroyd.

Quem é Justine Triet, a ganhadora da Palma de Ouro de 2023?

Vencedora da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2023 pelo filme Anatomia de Uma Queda (Anatomie d’une chute), Justine Triet começou sua carreira em 2006. Você, no entanto, já tinha ouvido falar dela? Neste artigo, saiba mais sobre a cineasta francesa que ao lado de Jane Campion (O Piano, 1993) e Julia Ducournau (Titane, 2021) tornou-se somente a terceira mulher a ganhar a honraria em 76 edições do evento. 

Os Primeiros Passos

Nascida na região da Normandia, em 17 de julho de 1978, Justine Triet dirigiu seu primeiro curta-metragem [27 min] em 2006. Documental, Sur place revisita as cenas de violência ocorridas em março de 2006 por conta dos protestos contra o Contrato do Primeiro Emprego (CPE) na Place d’Italie em Paris, mostrando o impacto da manifestação na cidade e nas pessoas.

Ainda no campo político, ela lançou o documentário Solférino [57 min] em 2009. O projeto revisita o segundo turno da eleição presidencial francesa de 2007: Nicolas Sarkozy x Ségolène Royal. Diante de ativistas, jornalistas, figuras políticas e do gigantesco aparato midiático montado para a ocasião, a obra questiona a posição do público/eleitor nesse espetáculo. 

O Caminho do Reconhecimento

Nos dois próximos anos, Justine Triet realizou outros dois projetos. O primeiro é um documentário rodado em São Paulo, no Brasil. Com 56 minutos, o filme acompanha o jovem Gustavo, de 15 anos, em um centro de assistência social gerenciado por uma igreja evangélica. Des ombres dans la maison [Sombras na Casa, 2010] é centrado na audiência jurídica para avaliar a guarda do menino pela mãe alcoólatra.

Lætitia Dosch e Thomas Lévy-Lasne em ‘Vilaine Fille, mauvais garçon’ (2012)

No ano seguinte, o curta-metragem de ficção Vilaine fille, mauvais garçon (Menina Safada, Menino Mau, 2011) abre as portas do mundo dos festivais para a diretora. Com o relato de um encontro ao acaso de um pintor falido e uma atriz de espírito livre, o filme recebeu o prêmio de Melhor Curta Europeu na Berlinale e o Grande Prêmio no Festival Premiers Plans d’Angers em 2012. 

Com o sucesso do curta anterior, a diretora francesa lança-se na ficção e entra no circuito comercial com A Batalha de Solférino (2013). Baseada no seu curta Solférino, a comédia dramática é selecionada para o ACID no Festival de Cannes 2013 e recebe uma nomeação ao César — o Oscar francês — na categoria Melhor Primeiro Filme.

Entrada na Primeira Classe

Em 2016, Justine volta ao Festival de Cannes com o título Na Cama com Victoria, desta vez na Semana da Crítica. O enredo destaca a estranha relação entre a advogada Victoria (Virginie Efira) e um pequeno traficante contratado como babá do seu filho (Vincent Lacoste). A comédia recebe cinco indicações ao César e marca o talento de Virginie Efira

Virginie Efira em Na Cama com Victoria (2016)

Dois anos depois, Justine Triet reencontra a atriz para o drama Sibyl, ao lado também de Adèle Exarchopoulos e Gaspard Ulliel. Naquele ano, o filme entra na Competição do Festival de Cannes, mas perde para Parasita (2019), de Bong Joon-ho. Com esse grande passo, a diretora crava seu nome na indústria cinematográfica. No filme, a psicanalista do título (Virginie Efira) utiliza a vida da sua paciente Margot (Adèle), uma atriz em ascensão e cheia de problemas, para retomar sua grande paixão: a escrita. 

Após 15 anos de carreira e oito projetos no audiovisual, a cineasta formada na Escola Nacional de Belas Artes de Paris recebe a consagração em 2023. Na Competição com outros 21 títulos, o seu projeto Anatomia de uma Queda ganha a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Desse modo, Justine Triet entra para história como a terceira mulher a obter a prestigiosa distinção. 

Sandra Hüller em Anatomia de uma Queda (2023)

Protagonizado por Sandra Hüller (O Homem Ideal), Anatomia de uma Queda é a narrativa de um dilema moral e a investigação não apenas de uma queda, mas de um casal. Uma mulher é suspeita do assassinato de seu marido, enquando a única possível testemunha é o seu filho cego. Ainda sem distribuidora e previsão de lançamento no Brasil, o longa estreia no dia 23 de agosto na França e já foi vendido para outros 14 países. 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thanos e a Ordem Negra são destaques dos novos cartazes

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou dois novos cartazes que destacam o mestrão Thanos e a sua Ordem Negra. Confira:

A Marvel sabe como agradar seus fãs! O estúdio acaba de adiantar a estreia de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ no mundo todo!

O filme chega aos cinemas dia 27 de abril. Nos EUA, o lançamento aconteceria apenas dia 4 de Maio.

Como no Brasil os filmes estreiam às quintas-feiras, o filme chega por aqui dia 26!

 

UAU! Assista as primeiras cenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Fãs criam cartazes únicos e diferentes baseados em cada herói; Confira!

Thanos será quase como um protagonista em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, afirma diretor

Os Melhores Momentos do Trailer de ‘Vingadores – Guerra Infinita’

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

J.J. Abrams divulga foto do primeiro dia de gravações de ‘Star Wars: Episódio IX’

Começaram oficialmente as filmagens de ‘Star Wars: Episódio IX’, e com isso, o diretor J.J. Abrams publicou a primeira foto do retorno da produção, com a seguinte mensagem:

“É agridoce começar esse novo capítulo sem a Carrie [Fisher], mas graças a um elenco e uma equipe extraordinários, estamos prontos para seguir em frente. Sou grato a Rian Johnson e dedico esses agradecimentos especiais a George Lucas por criar este mundo incrível e começar uma história da qual hoje temos a sorte de fazer parte hoje”

Além disso, a primeira foto de locação já foi divulgada pela diretora de segunda unidade Vic Mahoney em seu Twitter.

Os fãs especulam que a imagem tenha sido feira no mesmo local onde foram rodadas as cenas da base em Yavin IV para ‘Uma Nova Esperança’ e ‘Rogue One’.

Star Wars divulgou hoje o elenco do tão aguardando encerramento da nova trilogia, com o episódio IX – que terá lançamento em dezembro de 2019. Como esperado, Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn), Oscar Isaac (Poe), Lupita Nyong´o (Maz), Domhnall Gleeson (Hux), Kelly Marie Tran (Rose), Joonas Suotamo (Chewbacca) e Billie Lourd – filha de Carrie Fisher na vida real – retornam para seus personagens no desfecho.

Já entre os veteranos, Mark Hamill (Luke), Anthony Daniels (C3PO) e Billy Dee Williams (confirmado como Lando) também marcarão presença. Carrie Fisher estará de volta como Leia. Para isso, serão utilizadas filmagens da atriz que não entraram no episódio VII. O diretor J.J. Abrams, que volta para a direção do último filme da saga Skywalker, disse que Fisher é insubstituível e que não foi cogitado o uso de outra atriz para a personagem, ou tampouco efeitos especiais de computador.

Adam Driver também está creditado para retornar como Kylo Ren. E o filme conta ainda com a adição de Keri Russell em um personagem que não foi divulgado.

O roteiro é assinado por Abrams em parceria com Chris Terio (Argo), Derek Connolly (Jurassic World) e Colin Trevorrow.

‘Star Wars: Episódio 9’ estreia nos cinemas brasileiros em 19 de dezembro de 2019.

 

Dica do fim de semana | Dramas ESPETACULARES no Apple TV+

No cinema, poucos gêneros são tão versáteis quanto o drama. Suas histórias geralmente entretém, emocionam e permitem mesclas com outros gêneros, fazendo rir, chorar e muito mais. Neste fim de semana, o CinePOP separou cinco dicas de dramas espetaculares disponíveis no catálogo do Apple TV+. Confira!


The Banker

No Texas dos anos 50, dois empresários negros cansaram da vida que levavam e iniciaram um projeto de imóveis dignos para pessoas negras. O problema é que o país vivia a terrível época do Apartheid, então eles decidem contratar um jovem branco para trabalhar como “laranja” para eles. Assim, a dupla começa a burlar e enfrentar as leis racistas da época em prol de melhorar as condições de moradia das pessoas negras, construindo um verdadeiro império imobiliário.

A Tragédia de Macbeth

Inspirado no clássico de William Shakespeare, esse drama dirigido por Joel Coen conta, com clima constante de suspense, a história de um lorde escocês que, durante uma viagem, cruza o caminho de bruxas que profetizam que ele será o novo Rei da Escócia. Ansioso, ele chega em casa e conta a história para sua esposa. O problema é que ela acredita na visão das bruxas, mas crê que eles precisam tomar uma atitude para fazer com que isso se concretize. Assim, eles começam a armar o assassinato do Rei da época, só que acabam entrando em uma espiral de tragédias sem tamanho.

Emancipation: Uma História de Liberdade

Esse drama histórico repleto de ação era um dos principais filmes que poderiam render a Will Smith seu segundo Oscar. Porém, com a punição da Academia que baniu o ator por 10 anos, o longa acabou não tendo tanta atenção quanto merecia. Sua história se passa em Louisiana, na época da escravidão. Baseado em uma história real, “Peter Chicoteado” se apega a sua inteligência e a sua fé para fugir dos escravocratas e dos caçadores de recompensa que ficavam pelos pântanos da região.

Passagem

Mesmo passando despercebido pelo Brasil, Passagem foi um dos filmes mais interessantes de 2022. Esse drama psicólogo acompanha uma militar das forças armadas que é vítima de uma bomba enquanto servia no Afeganistão. Com danos cerebrais, ela é mandada de volta para casa, onde conta os dias para conseguir a liberação para voltar ao serviço. Porém, o médico se recusa a liberá-la por conta dos traumas. Nesse processo, ela conhece um mecânico diferente que também vive afundado num trauma: ele perde seu amado sobrinho em um acidente de carro. Agora, os dois vão desenvolver uma amizade enquanto descobrem os traumas um do outro.

O Canto do Cisne

Misturando ficção com drama, O Canto do Cisne é uma obra poderosíssima sobre família, amor e ética. Na trama, um artista já desgastado da rotina descobre que tem uma doença terminal. Então, incomodado pela notícia de ter apenas poucos dias de vida, ele recorre a um tratamento genético que permite a clonagem perfeita e um sistema de associação de memórias e personalidade que pode ser adquirido com o clone vivendo sua rotina por alguns dias. Assim, o filme aborda temas e reflexões sobre o assunto, como o debate se seria pior ele deixar a família com dor por sua perda ou enganá-los pelo resto da vida com essa mentira em forma de clone? Tudo isso enquanto o protagonista vai aprendendo mais sobre família, bondade e o que faz a vida valer a pena.

Lembrando novamente que todos os filmes citados no texto estão disponíveis no catálogo do Apple TV+.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ estreou nos cinemas! Veja 10 Curiosidades do novo filme da Marvel…

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ registrou a maior estreia global da franquia, com US$ 225.3 milhões arrecadados mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 104 milhões – quase o dobro da estreia do longa original (US$ 57.2M), em 2015. No mercado internacional, foram US$ 121.3 milhões.

Para celebrar o sucesso com vocês, o CinePOP separou aqui 10 curiosidades sobre o terceiro filme da saga de Scott Lang.

10 – Troca de elenco

Em ‘Vingadores: Ultimato’ (2019) Cassie Lang foi interpretada por Emma Fuhrmann. Entretanto, durante o Investor Day que a Disney apresentou em dezembro de 2020 a atriz ficou sabendo que seria substituída por Kathryn Newton na franquia. Apesar da surpresa, Emma declarou no Twitter ser muito grata por ter participado do MCU.

9 – Loki

Sem dar spoilers, é importante dizer que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ tem uma cena pós-crédito, e que o que acontece nessa cena está diretamente ligado à segunda temporada da série do ‘Loki’.

8 – Sem Paul Rudd

Talvez você não tenha percebido, mas este é o primeiro ‘Homem-Formiga’ que não foi co-escrito pelo Paul Rudd.

7 – Uniforme modificado

O uniforme de Scott Lang foi modificado para este filme, para que fosse possível incluir o peitoral clássico original dos quadrinhos.

6 – Mesmo diretor

Homem-Formiga’ é apenas a segunda trilogia do MCU a ter o mesmo diretor no comando dos três filmes da franquia em sequência. A primeira franquia é ‘Homem-Aranha’, dirigido por Jon Watts.

5 – Teste de figurino

Evangeline Lilly fez sua prova de figurino para a vestimenta da Vespa cerca de três semanas antes de ela sequer ler o roteiro! 

4 – Ao mesmo tempo

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ foi filmado simultaneamente com ‘Thor: Amor e Trovão’ (2022) e ‘As Marvels’ (2023). Enquanto o primeiro usou as locações da Georgia, Turquia e Londres, o segundo foi gravado em Sidney, na Austrália, e o último foi gravado em Nova Jersey, Los Angeles e na Inglaterra. 

3 – Bill Murray

O veterano ator Bill Murray estava muito interessado em entrar para o MCU, a ponto de até telefonar para Kathryn Newton para ver se ela estava de boa com ele entrar para o elenco. Esse é o terceiro papel oriundo dos quadrinhos do ator. Ele já foi o Tocha Humana numa adaptação para o rádio de ‘O Quarteto Fantástico’ e também já emprestou sua voz para o gato Garfield nos filmes de 2004 e 2006. Numa esquete do Saturday Night Live, Murray interpretou Margot Kidder/The Chieftains (1979), e nesta brincadeira também houve a participação de Garrett Morris como o Homem-Formiga – que posteriormente acabou fazendo uma participação especial como motorista de táxi no filme de 2015. 

2 – Quadrinhos (SPOILER) 

Em determinado ponto do filme Kang esmaga o capacete do Homem-Formiga com um chute circular. Esta cena remete a um painel sobre os quadrinhos da franquia, em que Kang realiza um movimento similar, porém contra o Homem-Aranha.

1 – Fase 5

Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, falou que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ faz conexão direta com a Fase 5 da Marvel e estará diretamente ligado a ‘Os Vingadores: A Dinastia  Kang’ (2025). Já o diretor Peyton Reed falou que este filme tem impacto profundo no MCU… O que será que vem por aí?

‘Vingadores’: Teoria diz que Thanos planejava morte cerimoniosa para Tony Stark

Há um momento em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ no qual os fãs pensaram que Tony Stark (Robert Downey Jr.) iria morrer.

Insurgindo como um dos últimos heróis a tentar impedi-lo, Homem de Ferro estava frente a frente com Thanos (Josh Brolin) e ainda defendia seus semelhantes. Isso é, até o Titã arrancar um pedaço da armadura nanotecnológica de Stark e enfiá-la no estômago dele.

Ao passo que levantava sua Manopla do Infinito, pronto para mandar o herói para sua trágica ruína, Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch) conseguiu falar com ele e oferecer a Joia do Tempo em troca da vida de Tony. E, como todos sabemos, Thanos aceitou o acordo e deixou o herói viver.

No momento em que Thanos levantou sua manopla para matar o personagem de Downey Jr., quatro Joias foram ativadas – a da Alma, do Poder, da Realidade e do Espaço. O Titã, entretanto, não precisava de todas essas pedras para mantar Tony, então por que ele iria usar essas quatro para se livrar de seu inimigo?

De acordo com um usuário do Reddit, o motivo é bem simples: Thanos respeitava o Homem de Ferro o suficiente para lhe dar uma morte bem cerimoniosa. Compartilhado pelo usuário First-Fantasy, a teoria também diz que o Titã utilizaria as Joias da Alma e do Poder para derrotá-lo.

Logo depois, ele utilizaria a Joia da Realidade para limpar o cadáver de Tony e deixá-lo apresentável o suficiente antes de utilizar a Joia do Espaço para transportá-lo de volta para a Terra, para que seus amigos pudessem realizar um funeral digno de seu defensor. A teoria parece dialogar diretamente com a declaração dos Irmãos Russo sobre como Thanos era nobre com sua causa e como suas motivações não eram baseadas em assassinato, mas sim na manutenção do balanço da vida no universo.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘For All Mankind’: Série espacial do streaming Apple TV+ ganha novo trailer; Assista!

A Apple vai se aventurar no espaço em uma de suas primeiras séries produzidas pelo seu novo serviço de streaming, Apple TV+. A produção, intitulada ‘For All Mankind‘, ganhou mais um trailer oficial.

Assista:

Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

For All Mankind‘ estreia no dia 01 de novembro de 2019.

‘The Crown’: Terminam as filmagens da 4ª temporada

Segundo o Entertainment Weekly, as filmagens da 4ª temporada de ‘The Crown’ foram finalizadas mais cedo do que o previsto – principalmente devido à pandemia do coronavírus que vem se espalhando há alguns meses.

De acordo com o site, “a produção foi encerrada alguns dias antes do previsto. Dessa forma, a nova temporada deve chegar à Netflix no final do ano, com Olivia Colman reprisando seu papel como Rainha Elizabeth II”.

Relembre o trailer do ciclo anterior:

O novo ano será ambientado em 1976, o que inclui a introdução de um novo elenco: Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).

A terceira temporada vai contar a ascensão do Primeiro Ministro Harold Wilson (Jason Watkins) e o desgaste do casamento entre Margaret e Antony Armstrong-Jones (Ben Daniels), além de outras tramas históricas. Também veremos a versão adulta dos Príncipe Charles e a Princesa Anne, que serão interpretados pelos desconhecidos Josh O’Connor e Erin Doherty.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Crítica | ‘Music’, 8º álbum de Madonna, é uma colcha de retalhos dissonante e dançante

Seguindo o sucesso magistral de ‘Ray of Light’, Madonna estava pronta para embarcar em sua mais nova jornada – abrindo o novo século com o divertido e dissonante ‘Music’. Resgatando o costumeiro pop de suas investidas anteriores e acrescentando a ele elementos do house, da electro-music (que ajudara a colocar na indústria mainstream dois anos antes) e até mesmo do new wave, a lendária cantora e compositora aproveitava para retomar a parceria com William Orbit e chamando, pela primeira vez, o icônico produtor francês Mirwais Ahmadzaï, Madonna desejava voltar para as pistas de dança com força e com um som diferente do bubblegum adolescente que dominava as paradas de todo o mundo.

Mais de uma vez, a performer provou estar sempre atenta ao que estava acontecendo no cenário musical do restante do planeta, buscando sempre se afastar do óbvio ou ao menos trazer de volta incursões já esquecidas pela constante mudança da indústria fonográfica. Em 2000, Madonna enfrentava um novo problema: a dominação do R&B. É claro que alguns anos antes ela já havia explorado as temáticas e as sonoridades do gênero em questão com ‘Bedtime Stories’, mas agora estava na hora da contemporaneidade abraçar de ver essas novas inflexões. ‘Music’ veio como uma resposta para si mesma e ganhou vida como um projeto de bastante apreço pela artista, ainda mais por não parecer com absolutamente nada do que ela havia apresentado no passado.

No geral, seu oitavo álbum de estúdio é competente o bastante para nos manter entretidos, seja pela forte presença dos sintetizadores, dos drills e do proposital autotune – que seria reavido diversas vezes nos anos seguintes. Entretanto, intrigante (e um tanto quanto frustrante) é o seu resultado final: assemelhando-se a uma gigantesca colcha de retalhos, Madonna exibe estampas instrumentais diversas e um apreço pela ressonância explosiva que nunca, de fato, encontra um único caminho para seguir. Por vezes, essa ousadia deliberada funciona, como podemos ver na faixa-título; em outras iterações, como “Runaway Lover”, o experimentalismo fala tão alto que chega a ser difícil encontrar qualquer indício de linha ou coesão criativas. De qualquer forma, é necessário dar os créditos necessários para o atrevimento com o qual o CD é gerido – afinal, render-se às mudanças, principalmente tão fortes quanto essas, nunca é uma tarefa fácil.

Enquanto a presença de Orbit é presença com imediatismo em diversas tracks, Ahmadzaï cai uma luva para a estética que Madonna buscava. A rainha do pop é embebida nos toques sintéticos do post-punk e do electro-punk e transformada em uma robótica entidade cuja missão na terra é levar seus fãs para um mundo – em algo que se correlaciona, de certa maneira, com a PC music que artistas como Charli XCX e A.G. Cook utilizariam. Da mesma forma que deixa de levar para esses conceitos apocalípticos (no melhor sentido da palavra, diga-se de passagem), o produtor não deixa de prestar atenção à visão que a lead singer já tinha em mente: Ahmadzaï estende suas ramificações para uma espécie de electro-country que faz um ótimo uso do violão e do baixo em “I Deserve It”, e do electro-rock retumbante de “Amazing”.

De certa maneira, Madonna volta a seguir sua premissa de “fazer o que bem entende” – afinal, isso funcionou com estabilidade surpreendente em sua já consolidada carreira. Certas delineações parecem fora do tom a que se desejava alcançar, como se vários fragmentos independentes entre si se misturassem em conflito bélico e recheado de vibrantes elementos; porém, quando a cautela impera, a performer cria mágica – como também já fizera inúmeras vezes. “Don’t Tell Me”, mais do que o lead single homônimo, é a representação máxima daquilo que se esperava de uma A-list: temos a perfeita fusão entre o trip-hop e o country, cujos brilhantes adornos são acompanhados de uma envolvente guitarra e de um flerte tanto com o folk e o dance. Como se não bastasse, Madonna traz os sólidos vocais de ‘Ray of Light’ para melismas aplaudíveis que precedem e sucedem o refrão.

Ela volta a fazer o mesmo com a sequencial “What It Feels Like a Girl”, provavelmente uma das melhores músicas de sua carreira. Acompanhado da surda presença de sintetizadores de uma bateria que relembra o onirismo de ‘True Blue’ e que até busca algumas referências do final dos anos 1990, a sinestésica semibalada é temperada com os acordes acústicos do guitarrista David Torn. Em outra perspectiva, certos empirismos não exploram o potencial que cultivam nas primeiras progressões, como “Paradise (Not For Me)” e “Gone”, ou falham drasticamente por tentarem ser mais do que pretendem (“Nobody’s Perfect”, que seria trazida para 2019 como complemento artístico de diversas faixas de ‘Madame X’).

Chegando ao fim com uma esquecível e sem vida rendição do clássico “American Pie”, ‘Music’ pode não chegar aos pés dos últimos álbuns lançados por Madonna, mas é bastante aprazível quando os segundos finais terminam. E, mesmo que com seus deslizes, é inegável dizer que vários artistas revisitaram esse pastiche fonográfico para buscarem suas próprias identidades – de forma subversiva ou mimética.

Nota por faixa:

  • Music – 4/5
  • Impressive Instant – 3,5/5
  • Runaway Lover – 2,5/5
  • I Deserve It – 4,5/5
  • Amazing – 5/5
  • Nobody’s Perfect – 2/5
  • Don’t Tell Me – 5/5
  • What It Feels Like for a Girl – 5/5
  • Paradise (Not For Me) – 3/5
  • Gone – 3,5/5
  • American Pie – 1,5/5

Ouça uma das faixas da trilha sonora de ‘Mulher-Maravilha 1984’

A Warner Bros. divulgou através do YouTube uma das faixas da trilha sonora original de ‘Mulher-Maravilha 1984’, composta pelo vencedor do Oscar Hans Zimmer.

Lembrando que o longa já estreou nos cinemas nacionais.

Ouça:

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 63 críticas publicadas, o filme recebeu 56 reviews positivas e 7 negativas. A nota média do filme está em 7.4/10.

Confira nossa crítica em vídeo e as principais críticas do Rotten Tomatoes:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox

“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap

“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable

“Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today

“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine

Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst

“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm

“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Impacto Profundo’, clássico filme de desastre, completa 23 anos; Confira dez curiosidades sobre a produção!

Assim como o terror, produções de desastres naturais têm um espacinho especial no coração dos cinéfilos – principalmente pelo fato de colocar a majestosa e incontrolável natureza contra a pequenez do homem e sua ambição desmedida. Desde ‘O Dia Depois de Amanhã’ até o recente ‘Destruição Final: O Último Refúgio’, são inúmeros os títulos do gênero em questão – mas um deles tornou-se um clássico da Sessão da Tarde e ainda é revisitado por inúmeros espectadores: ‘Impacto Profundo’.

Lançado em 1998, o longa-metragem foi lançado na mesma época que ‘Armageddon’ e ficou um pouco ofuscado, apesar de ter sido relativamente melhor recebido pela crítica internacional. Arrecadando uma considerável bilheteria ao redor do mundo (US$349 milhões), a narrativa trouxe nomes como Robert DuvallTéa Leoni enfrentando a iminência de um evento catastrófico – um meteoro que irá se chocar com a Terra.

Em comemoração ao seu aniversário de 23 anos, o CinePOP resolveu relembrar a icônica produção ao construir uma breve lista com dez curiosidades de bastidores.

Confira:

HOMENAGEM CIENTÍFICA

Depois de descobrir que um comete estava em rota de colisão com a Terra, um dos astrônomos morre em um acidente de automóvel. A sequência é inspirada na morte real de Eugene Shoemaker, cientista que ajudou a descobrir um cometa que colidiu com Júpiter em 1994.

CELEBRANDO UM LEGADO

O diretor de fotografia Dietrich Lohmann estava muito doente durante a fase de produção do longa-metragem – e o elenco e a equipe criativa descobriram que ele estava morrendo em virtude de leucemia. Uma dedicatória especial foi feita a Lohmann nos créditos finais, visto que ele morreu pouco depois do término das gravações.

AMEAÇA VERDADEIRA

Pouco antes do lançamento do filme, astrônomos anunciaram que o asteroide 1997 XF11 cairia na Terra a uma velocidade de 161 km/h às 18h30min do dia 26 de outubro de 2028, quinta-feira, ajudando a aumentar a venda de ingressos. Pouco depois, uma nova órbita previu que o asteroide em questão desviaria do planeta por 965 mil quilômetros.

FIGURINOS DESCONFORTÁVEIS

Jon Favreau, que interpretou o Dr. Gus Partenza no filme, disse que o elenco ficava bastante desconfortável dentro dos uniformes de astronautas. Durante as pausas, eles tinham que ser pendurados em uma espécie de cabides gigantes pelos trajes e levados para fora para tomar um pouco de ar.

COLABORAÇÃO GOVERNAMENTAL

Vários lugares federais, como a Sala de Situação da Casa Branca e as salas de planejamento estratégico no porão do Pentágono, foram visitados com permissão pelo roteirista Bruce Joel Rubin, para que pudesse realizar pesquisas para os rascunhos iniciais da história.

SPIELBERG NO COMANDO

O aclamado diretor Steven Spielberg estava interessado em dirigir o filme, mas resolveu dar espaço para Mimi Leder (‘A Little Piece of Heaven’) comandar a produção. Spielberg, por sua vez, ficou nos bastidores como produtor executivo.

MAIS DESASTRES

Na edição especial em Blu-ray, mais especificamente no featurette ‘Making an Impact’, é mostrado que havia uma cena no storyboard original que mostrava um navio empalando o Edifício Chrysler na cidade de Nova York, durante a sequência do tsunami. Entretanto, a cena não passou dos primeiros processos de animação digital e, por essa razão, não foi incluída no corte final.

NASA EM PESO

Um dos oficiais da NASA no filme é intepretado por Gerry Griffin, que é, na vida real, ex-diretor de voo da agência espacial. Griffin também presidiu a missão Apollo 12 e, mais tarde, tornou-se diretor do Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas.

IMPROVISAÇÃO HILÁRIA

Durante a reunião escolar, um dos estudantes faz a hilária observação: “agora, você vai transar mais que qualquer aluno na sua sala” para o jovem astrônomo Leo Biederman (Elijah Wood). A fala foi improvisada por Jason Dohring e as reações dos outros alunos foram genuínas.

PIADA INTERNA

A nave que vai ao espaço destruir o cometa se chama O Messias (The Messiah, no original). Esse não é apenas um nome apropriado, mas também uma piada interna. Quando o primeiro ônibus espacial estava sendo concebido, a NASA construiu uma maquete em tamanho real. Ela recebeu o apelido de Messias porque, de acordo com controlador de voo Jerry Greene, todos que entravam nela exclamavam “Jesus Cristo!” no tocante ao seu tamanho.

Lady Gaga e Tony Bennett criam mágica no clipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, do álbum ‘Love for Sale’; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, novo single do elogiado álbum ‘Love for Sale’.

Confira:

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado ‘Cheek to Cheek’, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

Sarah Yarkin e Elsie Fisher revelam como foi feita a cena da batalha final do novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’; Confira!

O terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ chegou recentemente à Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming se juntou a Sarah Yarkin (Melody) e Elsie Fisher (Lila) para destrinchar a cena da batalha final no longa-metragem.

Confira:

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, produz a nova versão.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Alvarez explicou essa nova visão do Leatherface para a EW:

“É basicamente o mesmo personagem, que ainda está vivo. Nossa opinião é que esse cara provavelmente desapareceu depois de tudo o que fez. Sabe, como você pega um cara que tem uma máscara? Uma vez que ele remove a máscara e foge, é muito fácil para ele se esconder em algum lugar. Essa história vai pegá-lo muitos e muitos anos depois da história original. Ele está escondido há muito, muito tempo, tentando ser uma boa pessoa.”

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface. David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

David Blue Garcia assina a direção.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Queen criam desafios de dança para o TikTok no novo vídeo do episódio 07×09

A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando o divertido desafio do 9º episódio.

No mais recente episódio, as queens tiveram de criar danças virais para redes sociais como o TikTok – e o resultado ficou hilário.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o próximo episódio será exibido amanhã, 15 de julho.

O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.

A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.

‘Duna: A Irmandade’ escala dois novos membros ao elenco

Segundo a Variety, dois novos atores foram contratados para o elenco de ‘Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve.

As informações indicam que Josh Heuston e Edward Davis foram escalados para o ambicioso projeto. Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.

A dupla se junta aos previamente confirmados Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).

Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.

Lembrando que as gravações tiveram início no último dia 22 de novembro, trazendo o vencedor do Emmy Johan Renck no comando dos dois primeiros episódios.

Emily WatsonShirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

Alison Schapker entra como showrunner.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Nine | Há 14 anos, Rob Marshall tentava criar um novo ‘Chicago’

Federico Fellini é um dos homens mais conhecidos dentro da indústria do entretenimento, e sua carreira é sem sombra de dúvida uma das mais passíveis a serem analisadas por pontos de vista únicos e por perspectivas que façam jus à sua filmografia. Não é nenhuma surpresa, pois, que um dramaturgo visionário, conhecido por ser pisado por artistas conterrâneos e nunca ter se consagrado como um pioneiro, por assim dizer, tenha abraçado sua vida e se baseado em um dos projetos mais autobiográficos do cineasta, 8 ½’ , para criar um escopo novo, agradável e extremamente envolvente: e foi em meados da década de 1990 que Maury Yeston conseguiu finalmente entregar um pouco de sua personalidade e de sua alma no musical da Broadway Nine’, que viria a se tornar um dos maiores sucessos dessa complexa amálgama criativa. E também é certo que, assim como a maioria das produções teatrais, que tal linguagem seria transposta para as telonas. 

Em 2002, Rob Marshall, conhecido nome dentro do meio nova-iorquino por seus incríveis projetos como teatrólogo e coreógrafo, ganhou seu estrelado na indústria hollywoodiana com a obra Chicago’, vencedor de seis estatuetas do Oscar e um dos longas-metragens mais memoráveis dos últimos anos. Seu sucesso emergiu principalmente por sua incrível montagem, pautada em uma perspectiva subjetiva e que parte de uma protagonista em crescente crise de identidade. Era quase óbvio imaginar que Marshall também seria chamado para encabeçar a adaptação de Nine’, cujo escopo cênico é basicamente o mesmo – e esse novo projeto, ainda que tenha vingado, não passa de uma tentativa descarada e fracassada de cópia. 

Assim como em 8 ½’, o musical traz como personagem principal um cineasta italiano chamado Guido Contini (Daniel Day-Lewis). Ele está prestes a delinear seu novo projeto, mas enfrenta uma crise de meia-idade que se estende para o ambiente de trabalho. Em outras palavras, o egocêntrico artista não consegue se concentrar para entregar uma nova obra-prima, enfrentando obstáculos inesperados e tentando buscar inspiração nos lugares mais incomuns – como em seu primeiro despertar sexual, sua amante, sua musa, sua mulher e sua mãe. E é através dessa jornada tour-de-force de amadurecimento que Marshall começa a explorar sua capacidade narrativa, tendo todas as peças mais uma vez entregues de bandeja e, infelizmente, não sabendo como trabalhá-las de modo satisfatório. 

As várias personificações das mulheres que marcaram sua vida funcionam como musas inspiradoras, cada qual conversando com uma faceta de sua personalidade, mas não sendo orquestrado com exímia proeza ao longo de seus 120 minutos. Temos um elenco de ponta de linha completamente desperdiçado em meio a uma narrativa que não tem identidade e que deixa transparecer seus erros pela falta de um estilo conciso e endossado. É claro que, em se tratando de uma história que parte da perspectiva de Guido, engessar a trama é um dos maiores equívocos que se pode cometer – e infelizmente é isso o que o roteiro assinado por Michael Tolkin e Anthony Minghella faz: não temos um equilíbrio entre as personagens coadjuvantes, e seus arcos são tão superficiais que não causam qualquer comoção em relação ao público. 

Cada uma das canções é uma ode a Guido. Claro, ele é uma figura que não preza pelo outro e que definitivamente não tem um pingo de empatia nem mesmo por sua mulher Luisa (Marion Cotillard) – mas de que adianta construí-lo desse modo se cada uma das coadjuvantes insiste em ressaltar sua imodéstia? Talvez essa tenha sido a ideia principal de Marshall, e sinto dizer que ela não encontra a luz do dia, a não ser pelos cenários muito bem construídos e que, eventualmente, são a única parte realmente agradável do musical. Nem mesmo as coreografias abrem margens para catarse, visto que mais funcionam como rendições pedantes e decadentes, seguindo ironicamente a jornada de Guido. 

As coisas ficam ainda mais bizarras quando, sem qualquer explicação ou premeditação, o diretor opta por colocar as sequências subjetivas e em flashback em preto-e-branco, talvez para realizar uma separação mais palpável para o público. Todavia, ao fazer isso, ele duvida da capacidade de abstração temporal e narrativa da audiência, transformando sua obra em uma mistura desnecessária de ambiguidades e saídas autoexplicativas – e mais: ele não permanece nisso o tempo todo. As cenas de Cotillard, por exemplo, permanecem na policromia e entram em conflito com, por exemplo, a mesclada entrega de Kate Hudson como a editora-chefe da revista Vogue, Stephanie, em um agradável vaudeville intitulado Cinema Italiano. Mas nada, sem dúvida, é tão estranho quanto a sequência Be Italian, protagonizada pela misteriosa prostituta Saraghina (Fergie): nem mesmo a história ou a dança são interessantes, e a brusca montagem definitivamente não ajuda a apagar os problemas fílmicos. 

Uma das poucas personalidades a conseguir salvar-se desse desastre musical é Judi Dench no papel da figurinista e diretora de arte Lilli, uma das musas inspiradoras de Guido e que se torna sua principal confidente e apoiadora, mesmo nos momentos mais difíceis. Ela constantemente o defende de todos os erros que comete e tenta conciliar seu trabalho com sua vida pessoal, ainda que isso represente um constante desgasto físico e emocional do diretor; apesar dessas complicações aparentemente intransponíveis, ela ainda permanece o mais calma possível e retorna para ampará-lo após ser totalmente abandonado pela própria egolatria. E esses valores entram também em conflito com o mascarado interesse tanto da atriz Claudia (Nicole Kidman) quanto pela crescente loucura da amante Carla (Penélope Cruz), as quais têm o seu momento de protagonismo que logo cedem ao clichê e à monotonia. 

É quase impossível não traçar paralelos com a obra predecessora de Marshall. Enquanto Chicago’ funciona em todas as medidas e consegue trabalhar com maestria os conceitos de intimismo narrativo e de subjetividade cênica, principalmente ao criar pequenos blocos de grande importância para cada personagem, Nine’ parece uma versão inacabada e incompleta: até mesmo o trabalho com a câmera se assemelha às gravações de um making-off em vez do filme em si, talvez encontrando um espaço dentro do amadorismo cinematográfico. 

Se a ideia era honrar Fellini com tal obra, Marshall definitivamente elevou as expectativas de todo mundo e caiu em seu próprio veneno ao não encontrar os ingredientes necessários para concretizar uma ideia interessante e que, infelizmente, jazeu morta dentro de uma utopia musical. O resultado é tão insosso que é capaz do imortal diretor ter se revirado na tumba – e não, não estou exagerando. 

Joaquin Phoenix está pronto para a BATALHA no teaser inédito de ‘Napoleão’; Confira!

A cinebiografia ‘Napoleão‘, estrelada por Joaquin Phoenix e dirigida por Ridley Scott, ganhou um novo teaser promocional.

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais em 23 de novembro antes de chegar ao catálogo da Apple TV+.

Confira, junto com o trailer:

O longa irá abordar a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine, interpretada por Vanessa Kirby, que foi indicada ao Oscar por seu papel em ‘Pieces of a Woman’.

Ridley Scott (‘Casa Gucci’) entra como diretor.

David Scarpa, conhecido por seu trabalho em ‘The Man in the High Castle’, fica responsável pelo roteiro. Ele já trabalhou com Scott no elogiado drama ‘Todo o Dinheiro do Mundo’.

O filme terá nada menos que 157 minutos e 43 segundos de duração (isto é, 2 horas e 37 minutos).

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada ganha teaser INÉDITO; Confira!

A AMC divulgou um teaser inédito da 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, série baseada na clássica saga literária de Anne Rice.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.

Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Autor do livro que inspirou ‘Monstros: Irmãos Menendez’ afirma que série criou retrato FICTÍCIO sobre Erik e Lyle

Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais‘, nova temporada da antologia de true crime iniciada pelo fenômeno ‘Dahmer: Um Canibal Americano’, chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e continua a causar polêmicas ao redor do mundo.

Em uma recente entrevista ao The Hollywood ReporterRobert Rand, que assinou o livro sobre os irmãos Menendez, afirmou que a atração construiu um retrato fictício acerca do que realmente aconteceu.

Um dos subtextos indicados pela série de Ryan Murphy é de que Erik e Lyle Menendez possuíam uma relação de afeto incestuosa, mostrando os irmãos se beijando brevemente no segundo episódio e se banhando juntos no sexto capítulo.

Durante o julgamento, Lyle afirmou que  que nunca teve um relacionamento sexual com o irmão. Rand, que assinou o romance de não-ficção ‘The Menendez Murders’ em 2018, contou ao THR que o retrato incestuoso de Erik e Kyle é falsa e que esse pensamento, na verdade, vivia apenas entre as pessoas que os cercavam.

“Não acredito que Erik e Lyle Menendez tenham sido amantes. Acho que é uma fantasia que estava na mente de Dominick Dunne [o repórter interpretado por Nathan Lane na série]”, ele explicou. “Houve rumores durante o julgamento de que talvez houvesse algum tipo de relacionamento estranho entre os próprios Erik e Lyle. Mas acredito que o único contato físico que eles podem ter tido foi o que Lyle testemunhou, que quando Lyle tinha 8 anos, ele levou Erik para a floresta e brincou com ele com uma escova de dentes – que foi o que [o pai deles] José fez com ele. E então eu certamente não chamaria isso de relacionamento sexual de qualquer tipo. É uma resposta ao trauma.”

Vale lembrar que, através de uma declaração oficial, Erik afirmou que a série perpetua “retratos arruinadores de caráter” de ambos.

A declaração também acusouMurphy de ter más intenções com a narrativa delineada.

Confira o texto na íntegra:

“Eu acreditava que tínhamos ido além das mentiras e das representações ruinosas de Lyle, criando uma caricatura de Lyle enraizada em mentiras horríveis e descaradas que se espalham pela série. Só posso acreditar que eles fizeram isso de propósito. É com pesar que digo: acredito que Ryan Murphy não pode ser tão ingênuo e impreciso sobre os fatos de nossas vidas para fazer isso sem má intenção.

É triste para mim saber que o retrato desonesto da Netflix das tragédias que cercam o nosso crime fez com que as verdades dolorosas retrocedessem vários passos – de volta no tempo, a uma época em que a acusação construía uma narrativa sobre um sistema de crenças de que os homens não eram abusados ​​sexualmente, e que os homens vivenciaram o trauma de estupro de maneira diferente das mulheres. Essas mentiras terríveis foram contestadas e expostas por inúmeras vítimas corajosas ao longo das últimas duas décadas, que superaram a sua vergonha pessoal e falaram corajosamente. Então agora Murphy molda sua narrativa horrível por meio de representações vis e terríveis de Lyle e de mim e de calúnias desanimadoras.

A verdade não é suficiente? Deixe a verdade permanecer como a verdade. É muito desmoralizante saber que um homem com poder pode minar décadas de progresso no esclarecimento de traumas infantis. A violência nunca é uma resposta, nunca é uma solução e é sempre trágica. Como tal, espero que nunca se esqueça que a violência contra uma criança cria uma centena de cenas de crimes horríveis e silenciosas, sombreadas por brilho e glamour e raramente expostas até que a tragédia penetre em todos os envolvidos. A todos aqueles que me contataram e apoiaram, obrigado do fundo do meu coração”.

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Ryan Murphy e Ian Brennan são responsáveis pela série.

O novo ciclo explora um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Erik.

Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.

Até hoje, Lyle e Erik, cumprindo pena de prisão perpétua, insistem em sua inocência.

O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata Americano’), Cooper Koch (‘Engolidos’) e Nicholas Alexander Chavez (‘Grotesquerie’).

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Atriz de ‘Legion’ é escalada para a nova série de COMÉDIA da HBO

Segundo o DeadlineLauren Tsai (‘Legion’) foi escalada para a nova série de comédia da HBO ao lado de Steve Carell.

A atriz se junta também aos previamente confirmados Charly ClivePhil DunsterDanielle DeadwylerJohn C. McGinley.

Ainda sem título oficial, sabe-se que a atração foi criada por Bill Lawrence (‘Ted Lasso’, ‘Falando a Real’) e Matt Tarses (‘Scrubs’).

A série é ambientada em um campus universitário e gira em torno do relacionamento complicado de um autor (Carell) com sua filha Katie (Clive).

Tsai dará vida a uma candidata a doutorado em neurociência na universidade em questão, que está em um relacionamento com Phil (Dunster), ex-marido de Katie.

O episódio de estreia é assinado por Lawrence e Tarses, que também entram como produtores executivos ao lado de Carell, Jeff IngoldLiza Katzer.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Fusão entre a Paramount e a Skydance pode resultar em DEMISSÃO em massa

Os funcionários da Paramount Global têm passado por momentos difíceis ao longo do último ano e meio. E a incerteza que paira sobre eles está longe de acabar.

Segundo a Variety, após as negociações de fusão e aquisição com a Skydance Media, iniciadas no final de 2023, terem oscilado entre idas e vindas, ambas as partes anunciaram que haviam chegado a um acordo para a fusão em meados do ano passado.

A Paramount, então, aguardou mais um ano até que a FCC (Comissão Federal de Comunicações) finalmente aprovasse o acordo nesta última quinta-feira (24). Porém, o processo foi muito mais turbulento e tenso do que o imaginado.

Críticos acusaram o conglomerado de mídia de ter “subornado” o presidente Donald Trump com um pagamento de US$16 milhões para encerrar o processo contra um dos episódios do programa ’60 Minutes’. O cancelamento do ‘The Late Show with Stephen Colbert’ pela CBS, anunciado uma semana antes da FCC aprovar a transação com a Skydance, soou a muitos como mais uma concessão a Trump; todavia, a CBS sustentou que foi “puramente uma decisão financeira”.

Para atender à aprovação da FCC, a Skydance afirmou que garantiria que os programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) fossem extintos na Paramount. Além disso, concordou em instalar um ouvidor na CBS para examinar e agir em relação a reclamações de “preconceito” em sua programação de notícias e entretenimento — uma promessa que Anna Gomez, a única comissária democrata da FCC, afirmou representar o governo Trump “impondo controles nunca antes vistos sobre as decisões da redação e o julgamento editorial, em violação direta à Primeira Emenda e à lei”.

Durante todo esse tempo, a Paramount, que contra a CBS, a Paramount Pictures, a Paramount+, a Pluto TV, a MTV, a Comedy Central e a BET, realizou diversas rodadas de demissões — e certamente haverá mais cortes de empregos quando a Skydance assumir oficialmente o controle da empresa, o que deve ocorrer nas próximas semanas.

Até a manhã desta sexta-feira (25), nem a Paramount nem a Skydance haviam comentado publicamente sobre os próximos passos da fusão, incluindo quando ela deve ser concluída ou detalhes sobre a reestruturação.