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‘A Escada para o Inferno’: Terror estrelado por Elisha Cuthbert, de ‘A Casa de Cera’, ganha data de estreia no Brasil

O terror sobrenatural ‘A Escada para o Inferno‘ (The Cellar), estrelado pela Elisha Cuthbert (‘A Casa de Cera’), ganhou data de estreia no Brasil.

A Paris Filmes lança o filme nos cinemas nacionais dia 11 de Agosto.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é escrito e dirigido por Brendan Muldowney.

A trama segue Keira Woods (Cuthbert), cuja filha desaparece misteriosamente no porão de sua nova casa no campo. Keira logo descobre que existe uma entidade antiga e poderosa controlando sua casa, que ela terá que enfrentar ou arriscar perder as almas de sua família para sempre.

Eoin MackenAbby FitzDylan Fitzmaurice-Brady também estrelam a produção.

‘A Teia’: Terror com astro de ‘The Boys’ ganha data de estreia no Brasil

A Paris Filmes anunciou ao CinePOP que lançará ‘A Teia‘ (Cobweb) nos cinemas nacionais no dia 20 de Julho.

Antony Starr (‘The Boys‘) e Lizzy Caplan (‘Truque de Mestre 2‘) estrelam o longa, ambientado em uma pequena cidade no subúrbio dos EUA, que abriga uma casa comum como outra qualquer.

No entanto, o filho de um casal é atormentado por sons de batidas vindos de dentro de das paredes, até que ele suspeita que seus pais escondem um terrível segredo.

Escrito por Chris Thomas Devlin, o longa será dirigido por Samuel Bodin, responsável pela série de terror ‘Marianne‘, cancelada pela Netflix.

Além de Starr e Caplan, o elenco também conta com Cleopatra Coleman (‘The Last Man on Earth’) e Woody Norman (‘Poldark’). 

Ator indicado ao Oscar comenta RUMORES de que vai substituir Jonathan Majors como o Kang na Marvel

O astro Colman Domingo abordou recentemente a possibilidade de assumir o papel de Kang, O Conquistador, o principal vilão da nova saga do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Os rumores sobre sua escalação surgiram após a demissão do ator Jonathan Majors, devido a acusações de agressão imprudente de terceiro grau e assédio, resultantes de um conflito com sua ex-namorada, Grace Jabbari.

Em uma entrevista à Vanity Fair, Domingo compartilhou sua reação aos rumores: “No momento em que tudo começou, eu estava apenas no sofá. Eu pensei, que rumor é esse? Quem? De onde está vindo? Eu simplesmente não dei muita atenção. Mas, no dia seguinte, estava por toda parte.”

O astro também abordou os rumores de que sua equipe estava em contato com a Marvel Studios:

“Minha equipe tem discutido com a Marvel sobre vários aspectos do UCM há anos. Se isso é verdade ou não? Na verdade, eu não sei. Acredito que minha equipe não me traria nada a menos que fosse real. Então, não estou certo. Pode estar em negociação, mas não tenho certeza. Eu ficaria aberto a isso.”

É importante destacar que Colman Domingo atualmente está concorrendo ao Oscar de Melhor Ator por ‘Rustin’, um drama biográfico que narra a história do ativista pelos direitos civis Bayard Rustin.

O filme recebeu críticas muito positivas após sua estreia no Festival de Telluride e está disponível na Netflix.

Os vencedores serão revelados no dia 10 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme é dirigido por George C. Wolfe, enquanto o roteiro é assinado por Julian Breece e Dustin Lance Black.

Estrelado por Colman Domingo, a história conta como Bayard Rustin, arquiteto da importante marcha de 1963 em Washington, desafiou a autoridade e nunca se desculpou por quem ele era, mas foi esquecido apesar de ter feito história. O filme destaca o homem que, ao lado de Martin Luther King Jr., ousou imaginar um mundo diferente e inspirou um movimento.

Chris RockGlynn TurmanJeffrey WrightAudra McDonald completam o elenco.

Com sucesso de ‘Gladiador 2’, Ridley Scott já fala sobre terceiro filme

Dirigido por Ridley Scott, a sequência de ‘Gladiador‘ abriu com US$ 6,5 milhões nas bilheterias norte-americanas e deve encerrar o fim de semana com generosos US$ 65 milhões. Além disso, o filme já fez mais de US$ 100 milhões no mercado internacional.

Com o sucesso, Ridley Scott já comenta sobre a possibilidade de mais uma sequência.

Questionado pela Variety sobre a chance de um terceiro filme, o cineasta indicou que ‘Gladiador III’ realmente acontecerá: “Acho que tenho que fazer isso”, afirmou o diretor.

Vale lembrar que, em outras ocasiões, Ridley Scott já havia mencionado sua vontade de dar continuidade à saga, chegando a revelar que começou a trabalhar em um roteiro.

Com Paul Mescal interpretando Lucius, o protagonista do filme, ‘Gladiador II’ é uma sequência direta do clássico estrelado por Russell Crowe, trazendo cenas de ação em uma escala ainda maior do que seu antecessor.

gladiador ii
gladiador ii

Além de Mescal, o épico histórico conta com Denzel Washington (O Protetor) Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things’) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua’)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

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Mais um dos Vingadores originais deve voltar para ‘Vingadores: Doutor Destino’

Mais um veterano indicou seu retorno em ‘Vingadores: Doutor Destino’ (‘Avengers: Doomsday’). Além de Chris Evans voltar como Steve Rogers, mais um dos Vingadores originais deve retornar para o filme.

Jeremy Renner, que no começo do ano recusou voltar para a segunda temporada de ‘Gavião Arqueiro‘ devido a uma disputa salarial com a Disney, aparentemente se acertou com o estúdio.

Renner compartilhou o teaser de ‘Vingadores: Doutor Destino’ no Instagram, o que levou a especulações de que ele estaria insinuando seu envolvimento com o filme. Embora o astro de ‘Vingadores: Ultimato‘ não tenha sido confirmado, ele também  republicou o primeiro pôster do filme – algo que apenas os atores que estão no elenco fizeram.

Jeremy Renner continua aberto a retornar para a 2ª temporada de ‘Gavião Arqueiro’

Renner também se mostrou evasivo em entrevistas sobre os próximos filmes dos Vingadores .

“Não volto”, disse ele. “Se eles quiserem [me substituir pelo Multiverso], podem fazer isso à vontade [Risos]. Estou bastante ocupado.”

Você acha que o ator voltará no filme?

Ontem, a Marvel Studios divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Vingadores: Doutor Destino’ (‘Avengers: Doomsday’), trazendo Chris Evans de volta com o icônico Steve Rogers/Capitão América.

Confira:

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

10 filmes que nos levam a pensar sobre COMO será nossa vida na terceira idade

Uma das incertezas que temos nessa nossa trajetória aqui na Terra é a de como será nosso futuro, quando estivermos mais velhos e olharmos para trás para tudo que fizemos na vida. Será que seremos rabugentos? Será que vamos estar felizes? Será que encontramos o sentido da vida e vivê-la intensamente? Será que nosso casamento continua firme e forte? Pensando nessas perguntas sem respostas, separamos 10 recortes sobre a melhor idade, assim segue abaixo 10 filmes que nos levam a pensar sobre como será nossa vida na terceira idade:

 

O Quarteto

Em O Quarteto conhecemos um grupo de músicos que moram no Lar dos músicos aposentados ao sul da Inglaterra e tem suas rotinas modificadas com a chegada de uma velha amiga e da possibilidade de uma apresentação que pode salvar o lugar em que vivem. O lugar escolhido para as locações, o condado ao sul da Inglaterra chamado Buckinghamshire, é belíssimo.

 

Maestro

A beleza essencial pode estar na sutileza, no subliminar. Dirigido pela atriz e diretora suíça Léa Fazer, Maestro é uma daquelas pequenas obras-primas que achamos no baú empoeirado do mundo mágico da sétima arte. Quase sem possibilidade de exibição nos cinemas brasileiros, o filme é um ato poético sobre o descobrimento do saber usando a estrada do cinema de arte. Ao longo dos curtinhos 81 minutos, somos testemunhas de metáforas filmadas e gestos muitos simples de sabedoria sobre a arte do viver.

 

Estão Todos Bem (1990)

Na trama, lançada em 1990 (que depois teve um remake norte-americano protagonizado por Robert de Niro) conhecemos um homem que resolve realizar uma viagem pela Itália, surpreendendo cada um dos cinco filhos com uma visita para saber como vivem.

 

Um Divã para Dois

Na trama, um casal já na flor da terceira idade enfrenta uma crise intensa em seu relacionamento. Para tentar fugir da mesmice procuram se entender em algumas sessões de aconselhamento de casais, sob o comando de um médico experiente no assunto. A lembrança de momentos vivos na vida daquele casal reacende a chama que não mais existia. O pedido de casamento com direito a anel no pão doce, noites inesquecíveis, viagens memoráveis, todas essas situações despertam novamente aquele sentimento que estava guardado dentro daquele casamento de 31 anos.

 

El Baile de la Gacela

Na trama, conhecemos Eugenio (Marco Antonio Calvo Coronado), um senhor de idade que anda pela vida sempre acompanhado do seu velho e eficiente radinho sintonizado em programas sobre futebol. Ele é um ex-jogador de futebol muito famoso na década de 70 que ficou marcado por uma chance desperdiçada nas épocas de jogador. Com o apoio de sua neta Marina (María José Callejas) ele frequenta uma academia de danças para terceira idade administrada por Daniel (Patricio Arenas). Com a chegada de um concurso, o protagonista fará de tudo para conseguir convencer Carmen (Vicky Montero), sua grande paixão, a dançar com ele na competição.

 

Um Homem Chamado Ove

Baseado no livro A Man Called Ove, de Fredrik Backman, Um Homem Chamado Ove conta a história de um senhor já na terceira idade chamado Ove (Rolf Lassgård, que fez o excelente Depois do Casamento de Susanne Bier) que vive seu cotidiano isolado de todos e vivendo em um conjunto habitacional que ele mesmo ajudou a fundar. Já sem muitas alegrias, principalmente pelo abalo que o falecimento da esposa causou em sua vida, tenta a todo instante cometer o suicídio e sempre algo acontece na hora do ato final. A vida desse personagem, completamente rabugento, começa a mudar um pouquinho com a chegada de seus novos vizinhos e Ove começa a repensar melhor sobre o simples ato de viver.

 

Hello, My Name Is Doris

Na trama, conhecemos a contadora Doris (Sally Field), uma mulher para lá de 60 anos que vive solitária em seu mundinho que gira em torno de um trabalho entediante em uma promissora agencia de publicidade e sua casa que mais parece um brechó de tanta coisa em pouco lugar. Sua pacata rotina muda quando conhece o novo diretor de arte da empresa que trabalha, John (Max Greenfield), por quem logo nutre uma paixão daquelas de adolescente. Assim, explorando a paixonite, acaba ganhando coragem após participar de um seminário de auto ajuda, ministrado por Willy (Peter Gallagher), e acaba entrando de cabeça no mundo de John e sem querer redescobre os prazeres da vida.

 

Última Viagem à Vegas

Na trama, quatro amigos de infância, que hoje já estão na fase dos 70 anos, resolvem se reencontrar após anos sem contato para comemorar a despedida de solteiro de um deles em Las Vegas, o ricaço Billy (Michael Douglas). Além de Billy, o grupo é formado por: Sam (Kevin Kline), Archie (Morgan Freeman) e Paddy (Robert de Niro). O primeiro está infeliz e depressivo no casamento, o segundo teve muitos problemas de saúde além de ser tratado como criança pelo filho, o terceiro é um viúvo ranzinza e infeliz que tem contas a acertar com Billy. Esse grupo vai se meter em altas confusões pelas noites na famosa cidade dos cassinos.

 

Pietro

Na poesia do viver conhecemos um senhor de idade avançada, humilde que vive dedicado quase que exclusivamente ao seu bichinho de estimação. Quando acontece uma pequena tragédia, Pietro, que arrumado parece Freud, tenta fugir da solidão indo a um baile da terceira idade, lá encontra uma nova chance de se reencontrar nesse finalzinho de chama que podemos chamar carinhosamente de vida. Dirigido por Hsu Chien.

 

Meu Verão na Prevença

Na trama, conhecemos três irmãos de personalidades diferentes, entre eles um jovenzinho com deficiência auditiva, que partem, forçadamente, de férias para a bela cidade de Florença, na Itália, logo depois de um abalo na estrutura familiar que estavam acostumados. Meio sem saber o que será do destino deles, chegam à casa de Paul (Jean Reno) e Irene (Anna Galiena), seus avós que não viam faz muito tempo. Por conta de brigas familiares, não conheciam direito seu avô, um idoso rabugento que vai aprender com a juventude a sorrir novamente.

 

Crítica | ‘Sacas de Areia’ – Uma fábula urbana que abraça o sonhar [Festival Cinemato 2026]

Caminhando pelas amarguras de uma rotina sem muitas esperanças, mas tendo a força do sonhar como uma saída para as incertezas do presente, o simpático curta-metragem mato-grossense Sacas de Areia contorna um recorte no cotidiano de uma senhora, moradora de Cuiabá, compreendendo o novo momento de sua vida em meio às frustrações e a esperança de dias melhores.

Dona Nena (Bia Correa) mora em uma casa humilde no subúrbio de Cuiabá com seus netos. Após ser diagnosticada com uma hérnia, é demitida do trabalho. Não deixando de ser mais um recomeçar, passa a vender bolos para ajudar na renda da família. Quando ganha uma assistente virtual Alexa no bingo, começa a perceber os sonhos chegando com intensidade, mas as decepções também.

Trazendo paralelos com o dia a dia de muitos de nós, brasileiros que lutamos pelo nosso ganha-pão, pegando aquele ônibus lotado, convivendo com os problemas da cidade e juntando no limite o dinheiro para pagar as contas em dia, essa obra nos leva direto para um espelho social certeiro e de fácil assimilação. Utilizando o humor e o drama, na medida correta, desenvolve com fluidez suas poucas, mas profundas reflexões.

A trama se arrisca em um contemplar mais do que se desenvolver em camadas, fato que estaciona a narrativa em um cantinho de poucos caminhos. Mesmo assim, tem o sonho como elemento alegórico para abordar a vida na cidade, sem esquecer de traduzir, em sentimentos conflitantes, as lições do afeto, as interações da melhor idade com a tecnologia e desfilar, mesmo que de maneira superficial, por alguns problemas sociais.

Com roteiro de Giovanni Ojeda e direção de Raphael Henrique, o projeto, selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival Cinemato 2026, insiste em explorar as relações familiares com a ternura do encontro com a liberdade que vem com os sonhos.

‘Stranger Things’, ‘Obi-Wan Kenobi’ e as Séries IMPERDÍVEIS de 2022

Que as Séries de TV se tornaram produções de altíssimo nível de qualidade não é novidade para ninguém. Atualmente, tais programas caíram tão forte no gosto popular do grande público que chegam a rivalizar em preferência com as produções cinematográficas. O público de hoje, a chamada “geração Netflix”, deu seu aval para seriados que se tornaram verdadeiros fenômenos da cultura pop, tão inseridos em nosso dia a dia como os blockbusters foram no passado. Existe espaço inclusive para todo tipo de gênero nas telinhas, do romance ao terror, e até mesmo superproduções antes pertencentes apenas à tela grande. O escopo de algumas séries de TV não fica devendo nada ao cinema, é só dar uma conferida em programas como Westworld, por exemplo. Basta perceber que algumas das maiores franquias da sétima arte, vide Star Wars e o MCU, possuem produtos na TV – de muito sucesso, diga-se.

Estamos terminando o quinto mês de 2022, e já vimos os lançamentos de grandes produções para as telinhas, que se tornaram imensamente populares com os espectadores. Séries como Cavaleiro da Lua (da Marvel/Disney Plus), Pacificador (da DC/HBO Max), Reacher (da Amazon) e Halo (da Paramount Plus) estão entre as mais queridas e populares desta primeira parte do ano. Mas o fim de maio trouxe novidades seríssimas que chegam para conquistar o posto dos programas preferidos do ano. Pensando nisso, resolvemos listar para você as séries mais aguardadas que chegam ainda em 2022, para você já ir se preparando e se programar. Confira abaixo.

Stranger Things

A quarta temporada de Stranger Things finalmente está entre nós. O novo ano estreou na última sexta-feira, dia 27, e temos certeza que grande parte dos fãs já maratonou numa tacada só. Com episódios maiores, em torno de 1h20min, a nova temporada do seriado mais querido da Netflix, e um dos mais adorados de todos os tempos, chegou com uma proposta diferente. Desta vez, foram lançados sete dos nove episódios. Com os dois últimos, que encerram a temporada, programados só para o dia 1º de julho. Os fãs precisarão segurar a ansiedade para conhecer o desfecho da mais nova aventura de Eleven, Mike, Dustin, Lucas, Max e Will, agora todos já adolescentes na faixa dos 17 anos (na vida real, alguns já estão com 20 anos).

Obi-Wan Kenobi

Por muito tempo, a Netflix reinou absoluta no segmento das plataformas de streaming, gerando seus próprios programas e filmes originais. Ela ainda continua a número 1 do mercado, mas hoje possui concorrência pesada. Um destes canais que mais desafia seu domínio é a Disney Plus, que estreou chutando a porta com a oferta de algumas das maiores franquias da atualidade em seu acervo, vide todo o universo cinematográfico da Marvel e o universo de Star Wars. E quando falamos na aventura espacial criada por George Lucas, a Disney lança agora sua terceira série em live-action, após os sucessos de O Mandaloriano e O Livro de Boba Fett. Trata-se de Obi-Wan Kenobi, que estreia com a coragem de bater de frente com Stranger Things na mesma data. A série já tem seus dois primeiros episódios disponíveis, mas a ideia é lançar um por semana até completar os seis no dia 22 de junho. Na história, Ewan McGregor volta a vestir o manto do lendário jedi que viveu na trilogia prequel.

The Boys

E se Stranger Things é o seriado mais popular da Netflix, podemos dizer que The Boys ocupa o mesmo posto na Amazon, sua maior rival e a plataforma de streaming número 2 do mundo. Baseado nos quadrinhos de Garth Ennis sobre super-heróis incorretos e sociopatas como nunca antes apresentados, a ideia era brincar com o conceito de personagens bem conhecidos do público fazendo a pergunta: como seria se o Superman, a Mulher-Maravilha e o Batman tivessem falhas de caráter gravíssimas, como muitos de nós. A série chega ao seu terceiro ano apresentando novos personagens como Soldier Boy (Jensen Ackles) e a Condessa Escarlate (Laurie Holden). A estreia é no dia 3 de junho.

Ms. Marvel

Uma semana depois da que será a maior estreia de uma série da Amazon, a Disney chega no encalço. Depois do citado Cavaleiro da Lua, a Marvel prepara um dos seus maiores lançamentos do ano, em sua primeira série voltada ao público adolescente, que promete ainda ser um baile de representatividade. Ms. Marvel é a identidade de Kamala Khan, a primeira super-heroína paquistanesa da casa de ideias. Alguns fãs mais hard core já começaram a resmungar sobre uma possível mudança de poderes da personagem, vista nos trailers. Resta saber se isso será mesmo um grande problema para o aproveitamento do programa – que estreia no dia 8 de junho.

Westworld

Essa série da HBO (HBO Max agora) fez seu debute no mesmo ano de Stranger Things, e junto com o programa da Netflix se tornou um dos mais populares não apenas de seu respectivo ano de lançamento em 2016, mas da última década (pelo menos). Essa é uma adaptação de um filme cult antigo da década de 1970, que deu muito certo, e conseguiu elevar os conceitos apresentados na produção do cinema. Depois disso, o seriado lançou novas temporadas em 2018 e 2020, para assim como Stranger Things preparar seu quarto ano para 2022. Com estreia programada para o dia 26 de junho, a guerra entre máquinas e humanos é um dos grandes trunfos da plataforma para o ano.

Only Murders in the Building

O mês de junho será agitado para os fãs de bons programas televisivos, com as estreias muito badaladas de The Boys, Ms. Marvel e Westworld. Mas elas não serão as únicas. E o fim de junho ficará marcado também pela nova temporada de uma novata na área, mas que caiu muito no gosto dos fãs. Only Murders in the Building é originalmente uma produção da Hulu, a divisão da Disney nos EUA – que no Brasil tem a Star Plus como equivalente. Mistura de comédia com suspense, a série trouxe de volta aos holofotes os veteranos Steve Martin e Martin Short, os unindo à jovem Selena Gomez numa história investigativa. O segundo ano estreia no dia 28 de junho.

A Lista Terminal

Protagonista de franquias como Guardiões da Galáxia e Jurassic World, o ator Chris Pratt se tornou um dos maiores nomes do cinema na atualidade. Não bastasse isso, Pratt também é o novo menino de ouro da Amazon Prime Video, tendo estrelado o maior sucesso da casa em 2021, a superprodução A Guerra do Amanhã. O ator segue jogando no time da plataforma e protagoniza agora sua primeira série depois do estrelato. A Lista Terminal é um thriller de ação e drama, que traz Pratt como um oficial da marinha investigando o motivo de sua equipe de fuzileiros ter sofrido uma emboscada durante uma missão secreta do governo. A estreia é no dia 1º de julho.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis

Quem tem limites é município, a Marvel não. Assim o super estúdio de Hollywood já tem engatilhada sua terceira série de super-heróis para 2022, depois de Cavaleiro da Lua e Ms. Marvel. Quem chega agora à festa é a advogada Jennifer Walters, papel de Tatiana Maslany – do sucesso Orphan Black. Tudo muda na vida da protagonista quando ela sofre um acidente de carro e precisa receber transfusão de sangue de seu primo. O problema é que seu primo é ninguém menos que o Dr. Bruce Banner, alter ego do Incrível Hulk. Assim, Walters também se torna verdinha e superforte. O programa possui um cunho cômico. A estreia 17 de agosto.

A Casa do Dragão

Depois de junho, agosto será outro mês movimentado para os fãs de grandes séries pop. Acontece que depois de Mulher-Hulk, da Marvel, a HBO Max tira da cartola apenas o derivado de sua maior série de todos os tempos: Game of Thrones. E eles são bestas? Bestas somos nós, que já demos todo nosso dinheiro a eles. Uma coisa podemos ter certeza, tudo que fez muito sucesso, um dia voltará. E Casa do Dragão, ao que tudo indica, é apenas o primeiro derivado de GoT, passado 200 anos antes dos eventos apresentados no seriado original. Se o público comprar a ideia, certamente veremos novas expansões deste universo. A estreia é no dia 21 de agosto.

Andor

Fechando as grandes estreias nas telinhas do mês de agosto, depois de Mulher-Hulk e A Casa do Dragão, chega mais uma série da Disney Plus, essa centrada no universo de Star Wars. O interessante destes programas é entender onde eles estão inseridos dentro da linha temporal. Por exemplo, Boba Fett se passa logo após os eventos apresentados em O Retorno de Jedi (1983); enquanto Obi-Wan Kenobi foca na história do protagonista após os eventos de A Vingança dos Sith (2005). Neste novo programa, centrado em Cassian Andor (Diego Luna), a história ocorre antes dos eventos apresentados em Rogue One (2016). A estreia é no dia 31 de agosto.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder

Por falar em franquias de sucesso, um dos maiores fenômenos dos últimos 20 anos definitivamente foi a adaptação dos livros de Tolkien para as telonas, O Senhor dos Anéis. Tido, inclusive, como forte influência na criação de Game of Thrones. E apesar de serem produções da New Line, atualmente subsidiária da Warner, o novo produto deste universo não será uma produção da HBO Max. Por alguma razão a empresa “papou mosca” e os direitos terminaram por cair nas mãos da rival Amazon. A semelhança com A Casa do Dragão é que Os Anéis do Poder também se passará numa época completamente diferente do que foi mostrado nos filmes. A estreia ocorre no dia 2 de setembro.

Cobra Kai

Sem querer perder tempo, a Netflix resolve trazer a nova temporada de outro de seus programas mais populares, após a estreia do quarto ano de Stranger Things. O derivado de Karatê Kid, Cobra Kai, começou como um programa na plataforma paga do Youtube, o Youtube Red, mas quando o streaming não deu muito certo, ela migrou para a Netflix logo em seu segundo ano, em 2019 (a estreia foi em 2018). Assim seguiram duas novas temporadas somente no ano de 2021 – com a terceira lançada em janeiro do ano passado e a quarta em dezembro. O quinto ano das desventuras de Johnny, Daniel e toda a turminha dos anos 80 acontece no dia 9 de setembro.

Willow

E se Cobra Kai construiu algo inédito, sendo a continuação na forma de uma série de TV para uma franquia dos cinemas; a Disney chega agora pegando este filão com outra obra bem popular dos anos 80. Trata-se de Willow: Na Terra da Magia (1988), superprodução de aventura e fantasia, produzida por George Lucas, dirigida por Ron Howard e estrelada pelo então casal Val Kilmer e Joanne Whalley. O programa será focado no protagonista que deu título ao filme e à série, vivido pelo mesmo Warwick Davis – com a história centrada de 20 a 30 anos depois do longa original. A estreia ocorre no fim do ano, no dia 30 de novembro.

A Roda do Tempo

Filmes e séries de fantasia, magia e aventura estão de volta com tudo no gosto popular. Isso desde que O Senhor dos Anéis e Harry Potter pavimentaram o caminho do gênero de novo há 20 anos. Desde então tivemos séries como Game of Thrones e blockbusters como Animais Fantásticos. Esse ano, derivados de GoT e O Senhor dos Anéis estreiam na HBO Max e na Amazon, mas eles não serão os únicos. Ainda sem data definida, mas prometida para 2022, teremos a segunda temporada de A Roda do Tempo. Também da Amazon, a série é impulsionada pela presença da atriz indicada ao Oscar, Rosamund Pike, no papel principal como Moiraine, que parte em uma jornada perigosa através de um mundo onde a magia existe, mas não está acessível a todos. O programa é baseado numa série de livros de sucesso.

Secret Invasion

Terminando a lista com as séries mais esperadas que chegam ainda em 2022, a Marvel promete fechar o ano com a adaptação para as telinhas de uma famosa história dos quadrinhos: Invasão Secreta – que fala sobre a invasão da raça alienígena Skrull (apresentados em Capitã Marvel) ao nosso planeta. Por terem o poder de se transformar em qualquer um, eles já estão infiltrados entre nós, substituindo inclusive personagens bem conhecidos. Resta saber se o programa reservará participação de rostos conhecidos do MCU. O que sabemos é que contará com as presenças de Samuel L. Jackson, Cobie Smulders e Ben Mendelsohn, e com as adições de gente como Emilia Clarke e a Oscarizada Olivia Colman. A estreia ainda não foi definida, mas espera-se lançamento no fim do ano.

‘Han Solo’ perde para ‘Deadpool 2’ nas bilheterias nacionais

Han Solo‘ está passando um grande sufoco nas bilheterias, e no Brasil a situação não é diferente. O novo filme do universo ‘Star Wars‘ falhou em estrear em primeiro lugar nas bilheterias nacionais, sendo barrado pelo sucesso de ‘Deadpool 2‘.

Segundo os dados do ComScore, a sequência do mercenário tagarela manteve-se no topo, arrecadando R$ 7.9 milhões, e mais de 494 mil espectadores. Já ‘Han Solo‘, em segundo lugar, estreou com R$ 4.9 milhões, e cerca de 234 mil espectadores.

A terceira posição ficou com ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, em sua quinta semana de exibição, que soma mais R$ 3.9 milhões ao seu montante que já tem mais de R$ 222 milhões.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Deadpool 27.988.000
2Han Solo – Uma história Star Wars4.910.000
3Vingadores – Guerra infinita3.919.000
4Paulo – Apóstolo de Cristo527.000
5A abelhinha Maya – O filme275.000
6Tully231.000
7Alguém como eu212.000
8Nada a perder145.000
9Antes que eu me esqueça127.000
10A noite do jogo120.000

 

Formigas gigantes atacam no novo clipe do terror cômico ‘Dead Ant’; Assista!

O terror cômico ‘Dead Ant‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

Dirigido por Ron Carlson, o filme será lançado direto em VOD no dia 25 de Janeiro de 2019.

Quando uma banda de rock com apenas uma música de sucesso embarca em uma viagem para Coachella, na esperança de um retorno glorioso, eles acabam se deparando com formigas mutantes e irão precisar usar suas habilidades para sobreviver.

Tom Arnold, Sean Astin, Martin Blasick, Cameron RichardsonLeisha Hailey estrelam.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

(Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings)

 

Elenco:

Simu Liu

Awkwafina

Tony Chiu-Wai Leung

 

Direção: Destin Daniel Cretton

Gênero: Ação

Duração: 120 min.

Distribuidora: Marvel Brasil

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 2 de Setembro de 2021

Sinopse: 

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES (Nota: 9.0)

Crítica em Vídeo:

 

Curiosidades: 

» Simu Liu vive o protagonista, Tony Leung será o verdadeiro Mandarim. O elenco ainda conta com Awkwafina.

» O verdadeiro vilão Mandarim será o principal antagonista do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

(L-R): Katy (Awkwafina) and Shang-Chi (Simu Liu) in Marvel Studios’ SHANG-CHI AND THE LEGEND OF THE TEN RINGS. Photo by Jasin Boland. ©Marvel Studios 2021. All Rights Reserved.
(L-R): Katy (Awkwafina), Jon Jon (Ronny Chieng) and Shang-Chi (Simu Liu) in Marvel Studios’ SHANG-CHI AND THE LEGEND OF THE TEN RINGS. Photo by Jasin Boland. ©Marvel Studios 2021. All Rights Reserved.
(L-R): Wenwu (Tony Leung), Death Dealer and Young Shang-Chi (Jayden Tianyi Zhang) in Marvel Studios’ SHANG-CHI AND THE LEGEND OF THE TEN RINGS. Photo courtesy of Marvel Studios. ©Marvel Studios 2021. All Rights Reserved.
(Center): Razor Fist (Florian Munteanu) in Marvel Studios’ SHANG-CHI AND THE LEGEND OF THE TEN RINGS. Photo courtesy of Marvel Studios. ©Marvel Studios 2021. All Rights Reserved.

‘Unsolved Mysteries’: Reboot da Netflix ganha data de estreia

A Netflix finalmente divulgou quando o reboot da série ‘Unsolved Mysteries‘ será lançado. Os 6 primeiros episódios da produção irão estrear na plataforma no dia 1º de julho.

Vale lembrar que 12 episódios foram encomendados para o primeiro ciclo.

O reboot da série seguirá o mesmo estilo que o projeto original, usando reencanações e entrevistas para recontar as circunstâncias de mistérios não resolvidos. Narrando crimes, contos de amores perdidos, histórias sem explicações e até mesmo eventos paranormais, os espectadores serão encorajados a conectar as informações que podem levar à resolução do mistério.

Essa não será a primeira vez que a série ganha um revival. Em 2008, o canal Spike apresentou um reboot da série, apresentado por Dennis Farina.

‘Reminiscence’: Ficção científica estrelada por Hugh Jackman ganha nova data de estreia

Inicialmente previsto para abril, a Warner Bros. finalmente anunciou a nova data de estreia do suspense de ficção científica ‘Reminiscence‘, que é estrelado pelo Hugh Jackman (‘Logan’).

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na plataforma da HBO Max no dia 3 de setembro.

Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, fará sua estreia diretorial.

A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?

O elenco ainda conta com Thandie Newton, Cliff Curtis, Marina de Tavira, Daniel Wu, Mojean Aria, Brett Cullen, Natalie Martinez, Angela Sarafyan e Nico Parker.

O Peso do Talento

(The Unbearable Weight of Massive Talent)

 

Elenco:

Nicolas Cage

Pedro Pascal

Sharon Horgan

 

Direção: Tom Gormican

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 12 de Maio de 2022

Sinopse: 

Nic Cage (Nicolas Cage) é um ator que perdeu seu dinheiro e precisa recuperar-se financeiramente. Só que a solução oferecida por seu agente vivido por Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) não é bem o que ele esperava. Para receber a quantia de US$ 1 milhão ele precisa apenas comparecer à festa de aniversário de um super fã. E poderia ter dado tudo certo, mas ao que tudo indica, seu admirador pode ser um grande chefe do crime e a CIA, representada pela atriz Tiffany Haddish, o recruta para viver o papel de sua vida. Atuar para prender um fã criminoso usando as armadilhas mais poderosas como seus antigos personagens em “Con Air”, “A Lenda do Tesouro Perdido”, “Motoqueiro Fantasma” entre outros, e que derretem o coração do contratante vivido por Pedro Pascal (Narcos, Mulher Maravilha 1984).

Crítica | O Peso do Talento – Nicolas Cage interpreta Nicolas Cage em BRILHANTE comédia de ação  (Nota: 9.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O longa traz uma atmosfera semelhante a dos filmes de Charlie Kaufman, como o próprio clássico ‘Adaptação‘ – que por sinal traz Nicolas Cage como o protagonista;

» Inicialmente, o roteiro do longa foi escrito sem o consentimento de Cage por Tom Gormican (‘Ghosted‘) e Kevin Etten (‘Euphoria‘). Gormican enviou o material para Cage, acompanhado de um bilhete, e o ator topou assumir também o cargo de produtor do projeto;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Premonição 6’ NÃO irá seguir a mesma fórmula dos filmes anteriores

Em entrevista ao Dread Central, Jeffrey Reddick, roteirista do primeiro ‘Premonição‘, revelou novos detalhes sobre o próximo longa da franquia, afirma que ele “não irá seguir a mesma fórmula” dos filmes anteriores.

“[O produtor] Craig Perry sempre me atualiza sobre [‘Premonição 6’]. Eu cheguei a conversar com os roteiristas [do novo filme]. Eles queriam minha opinião sobre o que eu pensava ser crucial na franquia. Tivemos uma discussão muito agradável, e estou muito animado com a história, mas não posso falar nada sobre isso.”

Ele completa, “Posso dizer que não vai ser mais um filme sobre ‘um grupo de pessoas que enganam a morte e a morte retorna por eles’. Nós sempre adicionávamos um novo detalhe a cada filme para mudá-los um pouco, mas esse novo filme não irá seguir a mesma fórmula que nós já estabelecemos.”

Baseado em um tratamento de John Watts, o roteiro será escrito por Lori Evans Taylor (‘Wicked Wicked Games’) e Guy Busick (‘Pânico’).

O produtor Craig Perry deu detalhes da trama e revelou como será a história:

“Estamos brincando com o mundo dos primeiros que respondem: paramédicos, bombeiros e policiais. Essas pessoas lidam com morte nas linhas de frente todos os dias, e fazem escolhas que podem causar ou não a morte das pessoas… Estamos pensando que esse mundo pode ser um viés interessante para um filme [da saga] ‘Premonição’, e um que pode gerar um panorama único de um modo bem crível”.

Dianne McGunigle, Craig Perry e Sheila Hanahan Taylor também servirão como produtores.

“Eu e a Dianne somos grandes fãs da franquia ‘Premonição’ desde o começo,” afirmou Watts em uma declaração. “Poder participar ativamente no desenvolvimento de uma nova história com a equipe original e a New Line será divertido e emocionante.”

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Meu Pai É Um Perigo’: Comédia familiar com Robert De Niro ganha trailer DUBLADO; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Meu Pai É Um Perigo‘ (About my Father), comédia estrelada por Robert De Niro (‘O Irlandês’).

Confira:

Dirigido por Laura Terruso (‘Dançarina Imperfeita’), o longa é baseado na vida do comediante Sebastian Maniscalco.

A trama acompanha a relação entre Sebastian e o seu pai Salvo Maniscalco. Quando o filho anuncia que irá pedir a mão de sua namorada em casamento, o pai insiste em passar um final de semana na casa dos pais da futura noite. O encontro faz com que a famílias percebam que elas não têm nada em comum.

O elenco ainda conta com o próprio Sebastian Maniscalco – interpretando a si mesmo –, além de Kim CattrallLeslie BibbAnders HolmDavid RascheBrett Dier e Deborah Tucker.

A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 25 de maio.

Armadilha

(Trap)

Elenco:

Josh Hartnett
Ariel Donahue
Saleka Shyamalan

Direção: M. Night Shyamalan

Gênero: Terror

Duração: 105 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 1º de Agosto de 2024

Sinopse: 

Em ‘ARMADILHA‘, um pai e sua filha adolescente assistem a um badalado show de música pop, quando percebem que estão no epicentro de um evento sombrio e sinistro.

Escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, ‘Armadilha‘ é estrelado por Josh Hartnett, Ariel Donoghue, Saleka Shyamalan, Hayley Mills e Allison Pill.

Entrevistas:

Curiosidades: 

» Sobre o projeto, Shyamalan declarou: “Meu novo filme será lançado em 2024. Será um thriller. Vai ser um filme muito diferente em comparação aos filmes que dirigi recentemente. Estou muito animado com a história, e mal posso esperar para poder compartilhar mais sobre ela.”;

» Recentemente, o cineasta fechou contrato com a Warner Bros. para a produção e direção de projetos originais. O acordo foi firmado pouco depois da Warner também ter fechado contrato com outros grandes nomes da indústria do entretenimento – incluindo Akiva GoldsmanBaz Luhrmann;

» Além de dirigir, M. Night Shyamalan também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Angelina Jolie está IMPRESSIONANTE no trailer da cinebiografia ‘Maria Callas’; Confira!

Maria Callas‘, a cinebiografia dirigida por Pablo Larraín e estrelada por Angelina Jolie, ganhou um novo trailer.

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maria callas

Baseado em fatos, o longa vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970.

O longa tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.

Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).

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O filme estreou no prestigiado Festival de Veneza e recebeu uma aprovação positiva de 75% no Rotten Tomatoes, com base em 44 críticas.

Os críticos destacaram o trabalho de Jolie e de Larraín, elogiando sua capacidade de capturar a essência da icônica cantora de ópera Maria Callas.

“O comprometimento do ator com sua criação é evidente em cada detalhe… No entanto, o retrato apresentado pelo filme é curiosamente desprovido de profundidade emocional. Callas, a mulher, continua distante e inalcançável; astuta até o fim, ela nos escapa”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“A intensidade emocional crua e a tragédia profunda das heroínas operísticas imortais se encaixam de forma tocante na história do final de vida de Callas, servindo como um contraponto eficaz à sua postura estudada e distante nesta interpretação”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“A atuação de Jolie, que combina uma grandiosidade teatral com uma sutileza desveladora, é ao mesmo tempo imersiva e reveladora. Parece que Maria Callas se torna um meio para Jolie resgatar e reafirmar sua própria identidade como artista e ser humano”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“No meio do filme, eu estava pronto para classificá-lo como uma distração exagerada, destinada a ser uma curiosidade de alto nível. No entanto, ele me conquistou e, ao chegar aos créditos finais, Deus nos ajude, eu já estava torcendo por um bis”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Larraín consegue transformar o que parece absurdo no papel em algo profundamente comovente na tela. A cinematografia de Edward Lachman faz com que as transições entre realidade e fantasia, cor e preto e branco, se fundam em um sonho belo e melancólico”, disse Clarisse Loughrey da Independent.

“Apesar das diversas escolhas interessantes, assistir a “Maria” foi uma experiência ambígua, revelando um dilema intrigante”, disse Alexander Harrison do Screen Rant.

“A vencedora do Oscar brilha especialmente nas cenas com Favino, que dá ao leal mordomo e amigo de Callas uma ternura profundamente comovente”, disse Rafaela Sales Ross do The Playlist.

“Larraín emprega a estrutura narrativa do flashback e adiciona toques operáticos para criar um filme focado na atuação que, embora siga o esperado, mantém-se sempre envolvente e fascinante”, disse Fionnuala Halligan do Screen Daily.

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Dave Franco e Mason Thames estrelarão nova comédia do diretor de ‘O Vingador Tóxico’

De acordo com o Deadline, Dave Franco (‘Juntos’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’) serão os protagonistas de ‘The Shitheads‘, nova comédia do diretor Macon Blair (do remake de ‘O Vingador Tóxico’).

Além deles, O’Shea Jackson Jr. (‘O Urso do Pó Branco’) e Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) também foram confirmados no elenco.

Na trama…

Dois amigos altamente desqualificados que são contratados para transportar um adolescente milionário e problemático para a reabilitação. Mas o jovem tem outros planos e, o que começa como uma simples viagem de carro, se torna uma odisseia desequilibrada de desastres alimentados por drogas, experiências de quase morte e encontros criminosos. Agora, Mark e Davis terão que encontrar coragem para enfrentar seus fracassos e perceber que não é o destino que importa, mas sim os idiotas que você encontra ao longo do caminho.

Além de dirigir, Blair também é responsável pelo roteiro do longa.

Brandon James, Alex Orr, Blair, Franco, Nathan KlingherFord Corbett e Jeremy Saulnier servirão como produtores.

“Nós estamos animados por continuar com nossa missão de apoiar cineastas emergentes como Macon, cuja versão única de ‘The Shitheads‘ é igualmente hilária e atormentadora. Nós também estão entusiasmados por fazer uma parceria com a produtora Rough House, que possui um gosto e talento que admiramos tanto”.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Drama’: Filme com Zendaya e Robert Pattinson já arrecadou quase o TRIPLO do seu orçamento

Sucesso! ‘O Drama‘, romance estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 80 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa quase o triplo do orçamento do longa – que girou em torno de US$ 28 milhões.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 6 das maiores arrecadações globais da história da A24, atrás apenas de ‘Marty Supreme‘ (US$180.4M), ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$147.9M), ‘Guerra Civil‘ (US$127.2M), ‘Amores Materialistas‘ (US$107.9M), ‘Fale Comigo‘ (US$92.2M) e ‘Hereditário‘ (US$90.3M).

Nos EUA, o longa soma US$ 39.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 42.1 milhões.

Crítica | O Drama – Zendaya e Robert Pattinson Estrelam Filme Pesadíssimo Que Vai Fazer Você Refletir…

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 14.4 milhões no território norte-americano. Apesar da competição acirrada com ‘Super Mario Galaxy‘ e ‘Devoradores de Estrelas‘, a produção conseguiu superar a estreia de ‘Amores Materialistas‘ (US$11.3M) e se manteve na média do filme mais recente da Zendaya, ‘Rivais‘ (US$15M).

Com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma nota B do público no CinemaScore.

Crítica com Spoilers | ‘O Drama’ traz Robert Pattinson e Zendaya navegando pelas complexidades da moral

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, apaixonados e em meio aos preparativos finais para o casamento, o casal entra em conflito ao descobrir segredos inesperados. A situação coloca em risco a confiança e o amor entre os dois, trazendo uma nova perspectiva sobre o romantismo. Diante disso, eles passam a questionar se realmente se conhecem e refletem sobre o futuro da relação.

‘Sorry To Bother You’: Armie Hammer viverá atendente de telemarketing com baixa auto-estima

O astro Armie Hammer vai estrelar o projeto que marca a estreia na direção do rapper Boots Riley nos cinemas. O drama, intitulado ‘Sorry To Bother You’, conta também com um elenco formado por Tessa Thompson, Lakeith Stanfield e Steven Yeun.

Escrito por Riley, a trama acompanha um atendente de telemarketing que sofre com problemas de auto-estima. Subitamente ele descobre o segredo para o sucesso e à medida que começa a atingir novos patamares dentro da empresa, ele terá que lidar com algumas questões morais, como a luta de seus amigos ativistas contra as práticas abusivas e quase escravocratas empregadas no trabalho. Em meio a todo esse turbilhão, ele acaba descobrindo alguns segredos obscuros de seus chefes, que o colocarão em uma situação onde ele deve se posicionar decisivamente.

Sorry To Bother’ ainda não possui previsão de lançamento.

‘Manto e Adaga’: Dois personagens dos quadrinhos entram para a trama da série

A adaptação da HQ ‘Cloak and Dagger’ vai trazer dois novos personagens oriundos do material original.

Segundo a Entertainment Weekly, Jaime Zevallos e Emma Lahana ingressam à trama nos papéis do padre Delgado e da detetive Brigid O’Reilly.

Confira as imagens e descrição oficial:

Além de ser padre, Delgado é também o conselheiro escolar, um homem que constantemente busca redenção, embora se ache indigno de recebê-la. Oprimido pela escolha que fez, ele lidera mais pelas palavras do que por suas ações, lutando sempre com o estilo de vida que escolheu. Na trama, o padre será o conselheiro espiritual de Tyrone à medida que ele descobre seus poderes.

 

Já a detetive Brigid O’Reilly é uma mulher acostumada a trabalhar em um mundo machista, mas não se renderá a isso. Sua sensibilidade novaiorquina a tornou mais dura e menos amigável e aberta, a distanciando de sua família de Louisiana. Brigid acredita em justiça e crê que ninguém deveria estar acima disso, especialmente outros policiais.

As filmagens de ‘Cloak & Dagger‘ serão iniciadas em julho.

Serão cerca de duas semanas para a gravação de cada um dos episódios.

Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A estreia deverá ficar para o primeiro trimestre de 2018.

 

‘Pantera Negra’: Ryan Coogler vai discursar, se produção levar Oscar de Melhor

Pantera Negra‘ teve uma jornada extremamente bem sucedida ao longo de 2018, culminando em várias indicações ao Oscar.

E embora as especulações apontem ‘Green Book‘ como um forte candidato ao Oscar de Melhor Filme, nada é certo até que o envelope seja aberto.

E para o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, se ‘Pantera Negra’ conquistar a estatueta em questão, que discursará sera Ryan Coogler, diretor e roteirista da produção.

Durante sua participação no podcast da EW, The Awardist, ele salientou que ele é o responsável pelo grande impacto do longa:

“Ele não tem escolha. Sem sombra de dúvidas, porque o filme é do Ryan e a conquista é dele. Isso seria mandatório. Eu pediria a ele, muito gentilmente, para estar lá”.

 

A adaptação da HQ conquistou sete indicações, incluindo Melhor Canção Original (All of The Stars), Melhor Design de Produção, Melhor Figurino, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som e Melhor Trilha Sonora.

Na categoria Melhor Filme, Pantera Negra concorre com Infiltrado na Klan, Bohemian Rhapsody, A Favorita, Green Book: O Guia, RomaNasce Uma Estrela Vice.

Oscar 2019 | Conheça os Indicados 

Em uma entrevista à Essence, o astro Michael B. Jordan falou sobre as esperanças da adaptação faturar um ou mais prêmios.

Disse:

“O filme se saiu tão bem, quebrou tantos  tetos de vidro e conquistou um impacto cultural tão significativo ao redor do mundo. Se a Academia decidir reconhecer o projeto por todas essas razões, isso será uma linda cereja no bolo. Mas eu acho que o que o filme já alcançou é realmente incrível e isso já é uma vitória por si só. Eu me senti tão realizado por fazer dessa produção, mas não cabe a mim validá-la. Então, cabe às pessoas que têm poder de decisão, pensar e decidir se o filme é digno de todo esse reconhecimento”.

Os vencedores serão divulgados no dia 24 de fevereiro.

‘Roswell’: Astros da série original se reencontram em nova imagem; Confira!

Em meio ao período de reclusão social, parte do elenco principal da popular série sci-fi ‘Roswell‘ se reencontrou.

Os atores Jason Behr e Shiri Appleby compartilharam uma foto juntos, alegrando os fãs mais nostálgicos que acompanhavam a aclamada série dos anos 90/2000.

Na legenda da publicação feita no Instagram, a atriz Shiri ainda mandou uma mensagem de apoio:

“Apenas tentando abrilhantar o dia de vocês. Jason e eu mandamos muito amor”.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Just trying to brighten your day. Sending love from Jason and I 👽 #Roswell

Uma publicação compartilhada por Shiri Appleby (@shiriappleby) em

Arquivo Roswell‘ contou com três temporadas, exibidas entre os anos de 1999 e 2002. A produção ganhou uma nova versão, intitulada ‘Roswell: New Mexico‘.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica.

O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler Blackburn, Lily CowlesMichael Vlamis.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.

‘The Boys’: Karl Urban divulga a primeira imagem de Billy Bruto na 3ª temporada; Confira!

As filmagens da 3ª temporada de ‘The Boys’ já foram iniciadas no Canadá e o astro Karl Urban compartilhou a primeira imagem do seu personagem Billy Bruto na nova leva de episódios.

Confira:

Vale lembrar que ‘The Boys’ conquistou quatro estatuetas da edição de estreia do Critics Choice Super Awards: Melhor Série de Super-HeróiMelhor Ator em Série de Super-Herói e Melhor Vilão de Série para Anthony Starr, e Melhor Atriz em Série de Super-Herói para Aya Cash.

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Crítica Netflix | ‘O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas’ tenta desvendar sua morte, mas oferece apenas especulações

Adorada pelo mundo todo, mas amargurada e infeliz por jamais ter se libertado das inseguranças nascidas de um passado e de um presente sofridos, a estrela se tornou alvo do fascínio dos cinéfilos, amantes das mentes mais assanhadas e tema de documentaristas, que sempre tentaram comprimir a complexidade de ser quem ela era, em pouco menos de duas horas de filme. Mas uma vez mais, preencher as lacunas de sua vida segue sendo uma tarefa incompleta, o que torna O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas um documentário mais feito para os curiosos, do que a definitiva conclusão sobre a artista.

A beleza estonteante e hipnotizante que escondia em si as dores e os traumas de uma vida marcada pelo abandono tornou Marilyn Monroe um enigma para o mundo. Ainda que ela estampasse uma profunda sensualidade em seu olhar, em seu corpo e em suas performances e exalasse o perfume da fama e do sucesso, a atriz nunca conseguiu ter aquilo que mais sonhou: o amor de uma família que fosse sua.

E é notável que o jornalista Anthony Summers foi fisgado de forma obsessiva por essa vida e morte – o que o levou a dedicar parte de sua carreira profissional a uma investigação minuciosa. Aqui, voltando-se a todo o trabalho apurado nos anos 80, época em que o caso referente à morte da atriz fora reaberto, ele tenta entender a dimensão do romance de Monroe com o presidente John Kennedy e com o senador Bobby Kennedy. Horas infindáveis de entrevistas com pessoas que conheceram e conviveram com a artista tentam preencher um quebra-cabeça que desde 1962, data da morte da atriz, permanece com uma interrogação: teriam os irmãos Kennedy algo a ver com o seu trágico fim?

Mas embora a diretora Emma Cooper tente entregar o próximo documentário favorito dos assinantes da Netflix, O Mistério de Marilyn Monroe se perde em simulações exageradas e respostas às perguntas que não foram feitas pela audiência. Para tentar desvendar a estranha morte da atriz, a documentarista e Summers reviram o seu tumultuado passado amoroso, exploram a doentia dinâmica relacional existente entre ela e figuras como o cineasta Arthur Miller e os irmãos John e Robert Kennedy, fazendo uma ultra exposição de algo que mais envergonha do que de fato celebra a artista.

E ainda que a coleta documental seja impressionante e a boa montagem do filme vanglorie a Old Hollywood – levando a audiência a uma epifania de glamour e luxúria -, O Mistério de Marilyn Monroe nada acrescenta para a compreensão de quem foi a artista e não desvenda o famigerado mistério. Repetindo muito do que já fora explorado em documentários anteriores, o longa visa saciar uma angústia pessoal do pesquisador, que possui uma vastidão de documentos explicativos que visam corroborar com suas teorias a respeito da morte da atriz.

E mesmo não sendo uma oportunidade perdida para os cinéfilos, a experiência de assistir ao documentário é um tanto desconfortável. Embora encante o nosso lado mais sedento por fofocas hollywoodianas e pela quebra da perfeição que norteia a indústria, é também bastante imoral. Explorando a subversiva e indigna vida sexual da atriz com dois Kennedy casados, O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas expõe uma perversão desnecessária, que no fim do dia, nos faz sentir sujos – ainda que impactados – por sabermos até demais sobre uma vida a três ocultada do mundo todo.

Você sabia que ‘Emily em Paris’ é baseado na vida de uma expatriada norte-americana?

Execrado pela crítica francesa por falta de compromisso com a realidade em Emily em Paris (desde 2 de outubro na Netflix), Darren Star revelou que escreveu a série porque sonhava em se mudar para Paris. Durante uma masterclass na 3ª edição do festival Canneséries, realizado entre os dias 9 e 14 de outubro, o criador ainda declarou que a protagonista é baseada na jornalista norte-americana Rebecca Leffler, ex-correspondente do The Hollywood Reporter e ex-crítica de cinema da rede de TV francesa Canal +

Com base na reportagem divulgada pelo jornal La Dépêche, o CinePOP traz as declarações do criador de Barrados no Baile (1990–2000), Sex in the City (1998-2004) e Younger (2015-2020) em relação às críticas do seu olhar sobre os franceses e do cotidiano na capital da França. 

Um Sonho Antigo de Darren Star

Na transmissão online da masterclass, Darren Star explica que a série “é uma forma de explorar o multiculturalismo e conectar-se com a nova geração”. Além disso, ele revela que a ideia do seriado já estava na sua cabeça há muito tempo – Já que ele pensava em morar na França desde que realizou um intercâmbio aos 19 anos no país. Ele também se considera um “francófilo”, isto é, possuidor de um grande apreço pela cultura e costumes franceses. 

Durante o evento, o produtor relembrou que morou durante 11 meses em Paris e que sempre imaginou como poderia ter sido a vida de expatriado. “Ao realizar a série, pude ter essa experiência e espero poder continuar”, declarou com esperança de que haja uma segunda temporada. Outro grande esclarecimento do encontro foi a “notável contribuição” da real expatriada Rebecca Leffler

A Consultora Criativa da Série 

Além da sua vivência na cidade luz, o showrunner relatou que a jornalista Rebecca Leffler lhe concedeu muitas informações para construir a personagem a fim de que o roteiro fosse semelhante a uma experiência real. Consultora criativa da série, Leffler declarou estar contente pelas pessoas descobrirem secretamente a sua história de vida, “mesmo que a vida da protagonista seja muito mais glamorosa que a minha”, esquiva-se a jornalista norte-americana. 

Atualmente, Rebecca Leffler escreve livros sobre culinária vegetariana e vegana, no entanto, ela trabalhou como publicitária, tal com Emily, no início da sua vida na França. Sem tradução para o português, o seu título mais famoso é Green, Glam, Attitude (2017). 

Assista também:

 

Sucesso e Críticas pelo Mundo

Grande sucesso na Netflix, após quatro semanas segue no TOP 10 de vários países, inclusive Brasil e França, Emily em Paris desencadeou uma avalanche de comentários irritados nas redes sociais. Nas postagens, os internautas apontam os clichês sobre Paris e seus habitantes, além da falta de veracidade da vida de Emily. A começar pela jovem estadunidense, interpretada por Lily Collins, se estabelecer em Paris sem falar uma palavra em francês.

Segundo o próprio Darren Star, houve um receio inicial de filmar com uma equipe francesa cenas que mostrassem as diferenças culturais entre franceses e americanos, ainda mais porque existia uma certa zombaria com os franceses. Contudo, ele alega que as filmagens deram certo e não ocorreu nenhum problema entre os profissionais. Para finalizar o assunto, ele admite: “Eu realmente queria filmar em Paris para que parecesse autêntico, mas também porque queria oferecer aos espectadores uma experiência especial”. 

Você acredita que alguém pode ter a vida da Emily Cooper na realidade? Ou mesmo com a consultoria especializada, o seriado está longe de representar uma jovem norte-americana vivendo o sonho europeu? Deixe o seu comentário!

‘Asa Noturna’: Jornalista diz que filme do herói não é prioridade para a Warner

Apesar do diretor Chris McKay ter revelado recentemente que o roteiro de ‘Asa Noturna’ já está quase pronto, parece que o jornalista do The Tracking Board, Jeff Sneider, deu um banho de água fria nos fãs, ao alegar que o filme do herói não está sendo tratado como prioridade pelo estúdio.

Só nos resta esperar até o meio do ano, na San Diego Comic-Con, quando a Warner deve divulgar um calendário atualizado dos filmes da DC.

Ator de ‘Stranger Things’ sugere que fará parte de ‘Asa Noturna’; Confira!

Monstros colossais dominam o épico trailer de ‘Godzilla: O Rei dos Monstros’; Assista!

‘Godzilla: O Rei dos Monstros’, sequência direta de ‘Godzilla’, de 2014, acabou de ganhar seu primeiro trailer completo. Confira, que o resultado está sensacional:

Além disso, o longa teve alguns detalhes revelados pelo site viral da empresa fictícia Monarch. Algumas imagens que nos dão uma prévia de como serão o pterossauro Rodan, a mariposa Mothra e o dragão de três cabeças King Ghidorah. Confira as imagens:

O filme também ganhou seu primeiro pôster e um teaser.

O trailer completo será divulgado durante a Comic-Con San Diego, no dia 21. Confira:

Durante uma nova entrevista ao Slash Film, Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) revelou os primeiros detalhes de sua personagem em

“A Dr. Emma Russell, minha personagem, aprendeu como se comunicar com os monstros, e potencialmente controla-los através de um sistema de sonar. Ela é uma espécie de ‘DJ’ para essas criaturas gigantes”

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme do DCEU – incluindo ‘Adão Negro’

Sucesso! Apesar das críticas mistas – 40% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a adaptação de ‘Adão Negro‘ arrecadou US$ 67 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas – tornando-se o maior lançamento da carreira do Dwayne Johnson como protagonista solo.

Internacionalmente, o longa ainda soma US$ 73 milhões através de 76 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 140 milhões.

Para termos de comparação, o resultado está 27% acima dos números registrados por ‘Shazam!‘, em 2019.

Além disso, a adaptação da DC Comics ganhou um B+ CinemaScore. A nota é a mesma de ‘Liga da Justiça‘, ‘Coringa‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

12. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

11.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

 

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

8. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Adão Negro (2022)

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

 

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. P

arte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

1. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Primeiras Impressões | ‘Andor’ é instigante e entrega MAIS do que ‘Obi-Wan Kenobi’

Desde que foram anunciadas, as novas produções de ‘Star Wars’ têm atiçado a ansiedade dos fãs por novidades que expandam esse universo. Aos poucos a DisneyPlus está cumprindo sua promessa, disponibilizando as novas séries em intervalos regulares de modo a nos deixar alimentados o tempo inteiro. Dentre as mais aguardadas, estava a minissérieObi-Wan Kenobi’, que mostrou-se uma produção contemplativa e nostálgica, cuja função era sanar uma ansiedade antiga dos fãs da segunda trilogia. E, exatos três meses depois, estreia hoje a série ‘Andor’, que irá agradar não só aos fãs da última trilogia, mas a todos que se rebelam contra o Império.

Cinco anos antes dos eventos ocorridos em ‘Rogue One’, Cassian Andor (Diego Luna, como é bom te ver de novo!) era apenas um sujeito tentando sobreviver. Oriundo de algum povo originário e adotado por Maarva (Fiona Shaw) quando ainda era garoto na Orla Exterior de Fest, os dois hoje vivem em Ferrix. Certo dia, porém, o passado de Cassian fala mais alto e ele acaba cometendo um erro ao tentar encontrar uma moça que supostamente teria vindo do mesmo lugar que ele. Por causa dessa noite, os agentes do Império emitem um alerta atrás dele, forçando Andor a largar sua vida confortável e fugir. Para isso, ele contará com a ajuda de sua amiga Bix (Adria Arjona) e do dróide (Dave Chapman), sem imaginar que o representante comercial com quem iria se encontrar para vender uma importante peça para arrecadar dinheiro para sua fuga fosse, na verdade, recrutá-lo para um objetivo muito maior: combater de verdade o Império opressor.

Um dos principais acertos da Disney foi liberar os primeiros três episódios de uma só vez na estreia; dessa forma, o espectador conclui o primeiro arco da jornada do herói (tudo que acontece antes do chamado para a aventura) parando a história justamente quando começa a aventura, o que nos obriga a querer continuar assistindo pois, afinal, o melhor ainda está por vir. Para um total de doze episódios na primeira temporada, esse aperitivo já dá o indicativo de que todo o ciclo da jornada do herói irá ser direcionado nos nove episódios seguintes.

Fica bastante claro que o roteiro de Tom Gillroy se inspira não apenas nos personagens criados por George Lucas, mas principalmente na construção da evolução destes em consonância com a jornada do herói épico, que é uma das principais estratégias de Lucas na sua criação. Assim, tudo nos leva a crer que ‘Andor’ entregará ainda muitos momentos emocionantes a partir do encontro de Cassian com Luthen Rael (Stellan Skarsgård), e que o oficial responsável pela bagunça toda (Noof Ousellam) se transformará em um personagem cruel, vingativo e sádico na história.

Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país.

Em poucos episódios ‘Andor’ mostra que a história pessoal de Cassian será tão emocionante quanto sua participação em ‘Rogue One’, partindo do homem comum em luta pela sobrevivência para o herói rebelde que amamos. A trajetória entre esses dois pontos será desvendada na série, que começa no caminho certo, alinhada com as expectativas dos fãs, e em três episódios já entregou mais do que ‘Obi-Wan Kenobi’.

Ótimas Séries na Netflix e Amazon Prime Para você Maratonar

 

Serviço de Streaming: Netflix

Atypical

Sabe aquelas séries que além de te fazer rir adquirem rapidamente um lugar no seu coração? Atypical, criada por Robia Rashid (How I Met Your Mother), conta a história de um garoto de 18 anos com Síndrome de Asperger, dentro do espectro autista. A série que contém somente oito episódios conta com um humor negro de primeira e pode ser classificada como uma dramédia (comédia + drama). A história é bem construída e se torna difícil não se apaixonar por todos os personagens ali apresentados, sem contar que aborda o autismo de forma leve, delicada e sensível. É quase impossível não morrer de amores pela produção logo no episódio piloto.

Jessica Jones

Jessica Jones, baseada nos quadrinhos de Brian Michael Bendis e Michael Gaydos, e criada por Melissa Rosenberg (Dexter) para a TV, traz a história de uma das heroínas mais humanas da Marvel. O elenco da série conta com atrizes excelentes e badass, uma história de dar gosto assistir, que aborda temas como violência contra a mulher, sem precisar exibir cenas dos atos em si. A produção é bem construída, possui uma direção maravilhosa, um roteiro bem adaptado e desenvolvido, atuações que vão além das expectativas e uma jogada de cores marcante para o subconsciente dos telespectadores.

De todas as histórias da Marvel/Netflix, Jessica Jones se destaca facilmente como uma das melhores e mais marcantes. Aproveita que são só 13 episódios e a segunda temporada estreia dia 8 de março.

Mindhunter

Criada por Joe Penhall (A Estrada) e com David Fincher (Garota Exemplar) assinando a direção do piloto e de mais três dentre os dez episódios apresentados, Mindhunter pode ser considerada uma das melhores séries a estrear no ano passado. A produção conta a história de Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Hold McCallany), que com a ajuda de Wendy Carr (Anna Torv), passaram a estudar a psicologia dos assassinos em série para entender como funcionam as mentes destes e poder identificar crimes desse cunho antes mesmo de acontecerem. Com um roteiro bem construído, é difícil não querer saber cada vez mais sobre o que irá acontecer no capítulo seguinte. A narrativa é no estilo slow burn, leva seu tempo para se desenvolver, portanto, a dica é assisti-la fazendo dobradinha com alguma comédia.

Wynonna Earp

De todas as séries aqui indicadas, esta é a que possui o maior número de episódios, mas isto se deve pelo fato de que a série já possui duas temporadas com 25 episódios no total. Criada por Emily Andras (Lost Girl), Wynonna Earp traz uma protagonista badass, heroína beberrona e cheia das qualidades e defeitos, como todo e qualquer ser humano, que te conquista logo nos primeiros minutos do piloto. A história da herdeira da maldição dos Earp é baseada nos quadrinhos de Beau Smith, e produz um roteiro amarrado, bem adaptado e coerente no que apresenta. Além de ser uma produção feminista, Andras não hesita em trazer personagens representativos e abordar temas debatidos nos dias atuais.

Santa Clarita Diet

Que o meu amor pela Drew Barrymore (Como se Fosse a Primeira Vez) é enorme todo mundo já sabe! E vê-la estrelar uma comédia da Netflix só fez com que este mesmo amor aumentasse. Santa Clarita Diet é aquela série que não tem medo algum de usar humor negro, fazer piada das situações mais bizarras que você possa imaginar e trazer um roteiro que irá te fazer rir cada vez mais a cada episódio que passar. Com dez capítulos, a criação de Victor Fresco (Louco por Você) traz a história da família Hammond, cuja mãe se transformou numa espécie de zumbi viva e consciente. Devido a isto, ela e o marido decidem que é uma boa ideia matar bandidos para alimentá-la. Agora só imagina as tretas que podem sair disso!

Serviço de Streaming: Prime Video (Amazon)

The Marvelous Mrs. Maisel

Lembra daquela série que saiu levando todos os prêmios de comédia do Globo de Ouro sem as pessoas esperarem? Então, original da Amazon, a criação de Amy Sherman-Palladino (Gilmore Girls), rainha da dramédia, conta a história de uma dona de casa dos anos 1950 que vê a vida passar por uma reviravolta e decide se arriscar no mundo das comédias de stand-up. Além de super divertida, com a tonalidade certa de drama, típicas das produções de Palladino, a história conta com diálogos sensacionais e memoráveis, sem falar no tom feminista abordado numa época em que as mulheres lutavam por mais direitos e voz dentro da sociedade. A série é um espetáculo de roteiro bem construído e direção que acompanha o desenvolvimento da trama, sem contar as atuações maravilhosas de todo o elenco, em especial, a protagonista Midge Maisel, interpretada pela espetacular Rachel Brosnahan (House Of Cards).

The Good Fight

A criação de Michelle King e Robert King, ambos roteiristas de The Good Wife, e Phil Alden Robinson (Quebra de Sigilo) não é uma série original da Amazon e sim do canal de streaming da CBS, contudo, a prime video possui a produção no catálogo e olha, QUE SÉRIE! The Good Fight é um spin-off da aclamada série jurídica The Good Wife, e traz uma história difícil do público não gostar de primeira. No estilo slow burn, a narrativa se desenvolve ao redor de três protagonistas mulheres e badass que se veem trabalhando juntas no mesmo escritório de advocacia. Com um roteiro atual e realista, os criadores constroem uma trama que debate assuntos atuais passando veracidade na história apresentada. É impossível não se apaixonar por The Good Fight durante os dez episódios que a mesma possui.

American Gods

A Rafaela Gomes, aqui do CinePOP, me disse que não poderia faltar nesta lista a série criada por Bryan Fuller (Hannibal) e Michael Green (Logan), que contém oito episódios na primeira temporada. A sinopse do prime video diz o seguinte: “Ao sair da prisão, Shadow Moon (Ricky Whittle) conhece o misterioso Mr. Wednesday (Ian McShane) e uma tormenta começa a se formar. Desorientado após a morte da esposa, é contratado como guarda-costas de Mr. Wednesday. Ele se vê em um mundo oculto onde a magia é real, os Deuses Antigos têm medo da irrelevância e do poder crescente dos Novos Deuses, e onde Mr. Wednesday está criando um exército para recuperar a glória perdida.”. Até eu fiquei com vontade de maratonar.

Serviço de Streaming: HBO GO

Big Little Lies

É impossível falar de HBO e não comentar sobre Big Little Lies. A série que abocanhou todos os prêmios durante a temporada de premiações merece e muito estar nesta lista. Criada por David E. Kelley (Ally McBeal) e estrelada por Nicole Kidman, Reese Witherspoon e mais outras atrizes formando o bonde poderoso de mulherões da porra, a série baseada no romance de Liane Moriarty conta a história de três mães que se aproximam quando os filhos começam a estudar juntos e a vida perfeita de aparências que viviam começa a desmoronar devido a acontecimentos que só vendo para compreender. A série possui sete episódios e fica ótima para fazer dobradinha com alguma comédia, afinal, é muita coisa que pode desgraçar a cabeça do público. Só um lembrete para te animar ainda mais: Meryl Streep estará na segunda temporada.

Westworld

Mais uma indicação da Rafaela Gomes, que me ameaçou caso não colocasse esta série na lista, tipo, ela disse que faria a Arya Stark comigo (brincadeira, viu, a Rafa é um amor de pessoa… ou naõ?!). Westworld, que também está na minha lista de maratonas, foi criada por Jonathan Nolan (Interestelar) e Lisa Joy (Pushing Daisies). A história se passa em um parque temático futurístico no estilo Velho Oeste, onde os ricos vão para se divertir e viverem uma espécie de vida sem leis. Os anfitriões são androides programados para acreditarem serem humanos e que aquilo é a vida real. Contudo, uma atualização no sistema das máquinas dá errado e a treta começa a surgir daí.

A produção já está renovada para a segunda temporada e a primeira tem somente dez episódios esperando por você.

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Tem mais dicas? Conta pra gente!

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld anuncia nova música original para a série

A atriz e cantora Hailee Steinfeld anunciou hoje (15) que vai lançar um novo single promocional para a série ‘Dickinson’, na qual vive a personagem homônima. Intitulada “Afterlife”, a música será divulgada no dia 19 de setembro.

“Esta é uma música da qual tenho muito orgulho, e acho que depois de encarnar essa personagem, passei a ter uma abordgem mais destemida quanto às minhas composições”, ela disse durante o Festival de Tribeca.

Confira o trailer oficial:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

‘Dickinson’ estreia no dia 01 de novembro.