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Ilha dos Cachorros: entrevista com Mathias Liebrecht, Key Animator do longa-metragem

O longa-metragem Ilha dos Cachorros, dirigido por Wes Anderson, conta a história de um garoto japonês chamado Atari Kobayashi, residente da cidade de Megasaki, onde o corrupto prefeito aprova uma lei que proíbe todos os cachorros de morarem no local, fazendo com que os animais sejam banidos para uma ilha vizinha repleta de lixo. O jovem, que não aceita se separar do seu animal de estimação Spots, convoca os amigos e parte em uma busca por seu fiel companheiro.

A animação em stop motion, que conquistou a crítica e gera comentários sobre uma possível indicação ao Oscar, tem como Key Animator o brasileiro Mathias Liebrecht, que já trabalhou com Tim Burton em Frankenweenie. A jornalista Karolen Passos teve a oportunidade de bater um papo com ele sobre o filme durante o AnimaMundi. Confira:

Crítica | Ilha dos Cachorros – Wes Anderson declara seu amor ao stop-motion (e aos cachorros)

Karolen Passos: Você tem um animal de estimação?
Mathias Liebrecht: Não tenho mais. Eu já tive um cachorro, cresci com ele e, para mim, ele era meu irmão (risos). Até o dia dele morrer quando eu tinha treze anos. Tenho um irmão também, mas na minha cabeça, tinha dois irmãos. Desde então eu não tive, quer dizer, tive um peixe.

KP: Mas não deixa de ser um animal de estimação.
ML: Não deixa de ser, mas não era a mesma coisa, o cachorro era especial.

KP: Como foi trabalhar com uma história como a de Ilha dos Cachorros? O que foi diferente do seu trabalho em outros filmes?
ML: Acho que o estilo do filme. Há muito tempo eu morria de vontade de trabalhar em um filme do Wes Anderson. Quando fiquei sabendo de ‘O Fantástico Sr. Raposo’, tentei entrar neste filme e não deu naquela época, por diversos motivos. Na hora que anunciaram, já sabia que esse filme ia ser diferente de todos os outros em stop motion, e foi, realmente. Para mim, foi um marco na história do stop motion atual. E esse filme (Ilha dos Cachorros) segue uma linha parecida, acho que é o estilo e a marca registrada do visual dele (Anderson). Para mim foi isso, mais o estilo e a potência do filme.

EXCLUSIVO: Vídeo mostra como foi criado o Stop Motion da animação ‘Ilha dos Cachorros’

KP: Como foi trabalhar com um diretor com uma visão tão peculiar como o Wes Anderson?
ML: Ele é super peculiar. Muito detalhista, extremamente detalhista, muito visual. Mas por outro lado, ele abre muito o diálogo para discutir o objetivo da cena, como chegar naquele ponto. Ele é extremamente detalhista, eu também sou, então, entendo ele.

KP: Então funcionou muito bem?
ML: Funcionou. Mas às vezes, foi difícil, mas funcionou sim. É difícil para quem trabalha na equipe de um diretor muito detalhista, porque você tem que lidar com isso. Então, não é uma coisa fácil. Mas é algo que te empurra pros seus limites e faz você buscar outras maneiras, e encontra-las também. E acho isso bom. Quando é muito fácil, você não evolui muito. Quando a coisa é difícil e tem barreiras, você é forçado a evoluir. Isso foi bom!

KP: Qual é o maior desafio de produzir uma animação em stop motion?
ML: O maior desafio, talvez, seja a resistência. É muito tempo, antes de mais nada, um longa dura, pelo menos, um ano e meio de montagem. Você precisa ter essa resistência para poder chegar no seu ápice de animação. Todo dia, todo tempo, o tempo inteiro. Então, tem cena que dura um dia e outras que duram três semanas, às vezes, a cena é relativamente curta, mas é muito complexa, com muitos personagens e movimento de câmera. Chega em um grau de complexidade que você tem que manter a sua performance durante a cena toda, durante o filme todo para não decair.

As Melhores Animações em Stop-Motion – Incluindo ‘Ilha dos Cachorros’

KP: Teve alguma cena, em particular, em que você se sentiu mais desafiado na hora de realiza-la?
ML: As cenas que tem atuação, para mim, são as mais desafiadoras e também as minhas preferidas ao mesmo tempo. Eu gosto de cenas onde a atuação é forte, é onde eu me sinto como um ator, que é o que a gente é, uma mistura de ator com coreógrafo com técnico, uma mistura dessas três coisas. A cena dos cachorros no campo de golfe foi uma das mais desafiadoras.

KP: Ilha dos Cachorros já está gerando um murmurinho sobre uma possível indicação ao Oscar. O que você pensa sobre isso?
ML: Provavelmente vai ser indicado ao Oscar. Um dos filmes mais proeminentes em animação atualmente. Se vai ganhar ou não, eu não sei.

KP: O que você diria para quem ainda não foi conferir Ilha dos Cachorros?
ML: Vai assistir (risos). Porque é lindo e uma história muito única. É um dos filmes em que trabalhei que eu mais gosto, como obra cinematográfica.

Ilha dos Cachorros já se encontra em cartaz nos cinemas brasileiros. Já pode correr para assistir!

‘The Walking Dead’: Réplica de Lucille é encontrada pela polícia em Minas Gerais

Mais uma notícia para a lista de bizarrices envolvendo artefatos apreendidos pela polícia. Dessa vez, a Polícia Militar confiscou uma réplica de Lucille, o famosos bastão de beisebol envolto por arame farpado de Negan em ‘The Walking Dead’.

O fato aconteceu em Ouro Fino (Minas Gerais). O bastão foi encontrado dentro de um carro em uma região conhecida pelo tráfico de drogas. Junto com a arma, a Polícia também prendeu um jovem, que alegou que se tratava apenas de um objeto de decoração e estava em seu carro pois havia discutido com a mãe e decidira tirar suas coisas de casa.

O jovem assinou um termo por porte ilegal de arma branca e foi liberado em seguida.

Não foi dessa vez que o Brasil terá seu próprio Negan! Enquanto isso, ‘The Walking Dead’ retorna em 25 de fevereiro de 2018.

‘Scream’: Fãs criam campanha para a MTV liberar novidades sobre a série

Inicialmente prevista para estrear na MTV dia 7 de março,  a terceira temporada de ‘Scream‘ foi adiada e não tem nenhum material promocional divulgado até o momento.

Recentemente, a Forbes revelou o motivo do adiamento. A série é produzida pela Weinstein Company / Dimension Films, e após o escândalo envolvendo Harvey Weinstein, a série teve sua estreia colocada em “aguardando”.

Pensando nisso, os fãs do seriado estão pedindo explicações e novidades à MTV. No Twitter, criaram a hashtag #ReleaseMTVScreamNews, na tentativa de receber informações sobre quando a nova temporada será lançada.

Segundo a protagonista KeKe Palmer, a série está pronta e o material é ótimo.

“Palmer afirmou que o showrunner está com o material pronto e a série deve ser lançada na primavera norte-americana (entre abril e junho)”, afirmou a Forbes.

Além disso, o nome de Harvey Weinstein será retirado dos produtores.

Segundo rumores recentes, a Netflix está planejando lançar a série em Setembro de 2018.

Novidades devem surgir em breve.

O reboot terá seis episódios.

O elenco conta com R.J. Cyler (‘Power Rangers’),  Keke Palmer (Scream Queens), Giorgia Whigham (13 Reasons Why),  Jessica Sula (‘Skins’), C.J. Wallace (‘Notorious B.I.G.’), Tyga e Jessica Sula (‘Fragmentado’).

Tyler Hoechlin e Gideon Emery – ambos da série ‘Teen Wolf‘ – farão participações especiais!

Cyler será o protagonista Deion Elliot, um grande astro do futebol americano cujo passado trágico volta a assombrá-lo no momento mais tenso de sua vida, ameaçando seus planos e colocando-o ao lado de um improvável grupo de amigos enquanto eles tentam sobreviver a um assassino mascarado.

Whigham interpretará Beth, a menina gótica do campus que também é uma tatuadora. Como fã de filmes de terror, Beth é sincera sobre seu conhecimento enciclopédico de assassinatos e serial killers.

Palmer será Kym, uma atrevida e bela ativista social com um grande coração e zero paciência para sofrimentos bobos. Quando Kym e seus amigos são caçados por um assassino, ela trabalha para virar o roteiro e sobreviver a qualquer custo.

Sula vai viver Liv, a nova garota na escola.

Brett Matthews, roteirista e produtor das séries ‘The Vampire Diaries‘ e ‘Supernatural‘, será o novo showrunner. Queen Latifah foi confirmada como produtora-executiva, ao lado de Shakim Compere e Yaneley Arty.

Dica | Filmes de terror “modernosos” para conferir nos streamings

O início da última década ficou marcada por uma forte crise criativa no mercado dos filmes de terror, que investiu em muitas sequências de franquias cujo primeiro capítulo deu certo, mas que jamais conseguiram entregar o mesmo nível de qualidade nas continuações. Apostando nos sustos fáceis e nessa ideia de franquias, diversas bombas chegaram por aí trazendo sempre o mesmo estilo de terror – ou tentativa de terror.

Porém, com o crescimento da “rivalidade” entre as produtoras Blumhouse e A24, a parte final da última década começou a trazer novas produções com estilos diferentes de terror, ousando mais e proporcionando produções inovadoras e incríveis. Na sugestão de hoje, separamos cinco dos filmes de terror mais comentados dos últimos anos e indicamos em qual plataforma de streaming você pode conferi-los.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite (Amazon Prime Video)

esse terror é bem diferente da maioria, porque ele tem pouquíssimas cenas no escuro, usa e abusa de cores e trabalha bastante com o poder da sugestão, deixando para o espectador imaginar o que pode estar acontecendo ali. A trama conta a história de um casal em crise após a jovem (Florence Pugh) perder a irmã e os pais em uma situação bizarra. Traumatizada, ela se apoia no namorado, que já pensava em terminar o relacionamento, mas acaba “empurrando a situação com a barriga” por um sentimento de pena. Quando o rapaz decide ir para a Suécia com os amigos estudar um festival de solstício de uma comuna, a jovem acaba virando tema de debate. Depois de uma conversa, ela acaba se juntando ao grupo, contrariando a maioria dos amigos. Ao chegar no vilarejo, eles tem contanto com drogas e a outros convidados estrangeiros que vão dividir a experiência da comuna com eles pelos próximos dias. O problema é que as tradições dessa comunidade sueca são estranhas, envolvendo assassinatos, rituais de magia e até mesmo estupro. Logo, o grupo de amigos vai desaparecendo, deixando um clima muito incômodo no ar.

Além de trabalhar a direção de arte com visuais incríveis, cores fortes e cenas de pura psicodelia, o filme tem momentos de gore e trabalha uma questão interessantíssima: qual o limite do aceitável entre as “diferenças culturais” e bizarrice? Partindo dessa premissa, Ari Aster vai elevando ainda mais o nível de coisas terríveis que acontecem e o grupo vai aceitando.

A Bruxa (Globoplay)

Vendido como o filme que fez Stephen King se borrar de medo, A Bruxa é um filme que não tem nenhum jumpscare ou os sustos clássicos de aumento de volume repentinamente, mas investe em criar um clima de tensão acerca da dúvida que é brutal. Na trama, uma família camponesa perde seu bebê para uma bruxa em meio a uma grande crise familiar e financeira. Com o passar do tempo e com várias situações estranhas acontecendo, eles começam a desconfiar que sua filha mais velha (Anya Taylor-Joy) seja uma bruxa. Brincando com a incerteza do público sobre a menina ser apenas julgada pela realidade opressora da época ou dela realmente ter envolvimento com o sobrenatural, o filme é um terror psicológico incrível.


O Sacrifício do Cervo Sagrado
(Amazon Prime Video)

Extremamente esquisito e desconfortável, esse filme do grego Yorgos Lanthimos é um clássica tragédia grega sobre um cirurgião de Ohio que perdeu um paciente há cerca de três anos. Sentindo culpa, ele passa a se encontrar com o filho do homem e começa a maneirar na bebida. A dupla desenvolve uma boa relação, até que o médico o convida a frequentar a casa da família, apresentando sua esposa e os filhos.

Porém, o desconforto é muito grande e a intimidade dos dois começa a incomodar. Então, essa fixação do garoto com o cirurgião começa a trazer situações terríveis para o lar da família, como sua mãe, viúva, investindo no médico casado e casos misteriosos de paralisia atingindo os filhos do rapaz. Yorgos constrói o filme baseado nesse desconforto e na série de absurdos que essa relação traz. A ambientação é esquálida, tal qual as personalidades dos protagonistas diante das bizarrices. É um terror sutil que reflete sobre aspectos problemáticos da sociedade e pode não agradar a todos, mas é impressionante.

 

Hereditário (HBO Max)

Considerado um dos filmes mais assustadores dos últimos anos, Hereditário mostra que os segredos de família nem sempre envolvem herança escondida. Nessa história, a matriarca de uma família comum se envolve com cultos satânicos e oferece a própria família para trazer de volta um antigo demônio. Quando ela morre, coisas sinistras começam a acontecer, fazendo da casa dos filhos e netos um verdadeiro inferno. Conforme a trama avança, problemas comuns se misturam ao caos demoníaco, mergulhando os membros em uma depressão profunda e sobrenatural. A história também chega a brincar com a possibilidade de tudo não passar de uma situação chatíssima de uma família problemática, mas logo fica impossível não assumir o sobrenatural da situação. Com uma caracterização tão absurda quanto o nível das atuações e uma direção segura que extrai o máximo do incômodo e do horror, Hereditário é uma obra-prima do terror atual.

O Farol (Amazon Prime Video)

Ambientado no finalzinho do século XIX, esse terror psicológico em preto e branco chamou bastante atenção em 2019 por sua excentricidade e recursos muito similares aos que eram utilizados nos clássicos do cinema mudo. A trama conta a história de Thomas (Willem Dafoe), o dono do farol que dá nome ao filme, cujos hábitos envolvem o alcoolismo e se trancar peladão no farol. Ele passa a conviver com um jovem misterioso chamado Ephraim (Robert Pattinson), que ostenta um passado obscuro. Juntos nessa ilha, os dois precisam se entender. No entanto, eles parecem caminhar rumo à loucura, em um terror psicológico de mão cheia, que faz uso da linguagem visual para criar um clima completamente incômodo e aterrorizante.

O fato de ter poucos personagens em cena só ajuda a construir a sensação de clausura e de falta de perspectiva de dois homens que não sabem se nutrem amor ou ódio um pelo outro. É um filme escatológico, tenso e assustador.

Crítica | Jogo Perigoso – Liam Hemsworth é caçado vivo em filme de ação que força a barra

Quando um filme de ação escolhe como protagonista um rostinho conhecido nesse gênero é porque ele quer agradar ao público-alvo, que se reconhece nos filmes que esse ator trabalha. Mas quando se trata de Liam Hemsworth a intenção é tentar agradar ao público masculino e também ao público feminino, uma vez que o ator, além de bonitão, trabalha com filmes como ‘A Última Música’ e ‘Independence Day’. É assim que chegamos ao filme ‘Jogo Perigoso’, nova produção recém estreada na Amazon Prime, compilada no formato de longa-metragem embora inicialmente tenha sido produzida para um formato serial.

Dodge (Liam Hemsworth) é um cara que, no passado, foi atleta universitário, corredor dos 400m rasos. Hoje ele é um cara casado, com uma esposa grávida, completamente endividado e com um prédio comercial em seu nome cuja obra foi embargada e o dinheiro dos investidores foi perdido. Sentindo-se no fundo do poço e sofrendo de profundas enxaquecas, Dodge é atendido no hospital e descobre ter um tumor cerebral maligno, o que significa que tem poucas semanas de vida. Desesperado, ele recorre a uma empresa que promete seguro à pessoas sem plano de saúde, mas, ao chegar lá, ouve de Miles (Christopher Waltz) que a proposta é, na verdade, ele fugir por 24 horas pelas ruas de Detroit enquanto é caçado por cinco pessoas que querem matá-lo; a cada hora que sobrevive, ele ganha 50 mil dólares, e o valor é dobrado a cada hora, de modo que se sobreviver à caçada completa ele terá 24 milhões de dólares na sua conta.

Jogo Perigoso’ é dessas produções que não se preocupa muito em fazer sentido, mas sim em conseguir causar a devida sensação – que, neste caso, é a adrenalina da perseguição – no espectador. Tudo bem que inicialmente foi filmado para ser uma série, porém, a supervisão e responsabilidade final é do diretor, Phil Abraham. Portanto, se rolou um corte e costura despreocupado com uma lógica e com a suspensão de descrença do espectador, então o responsável é Phil Abraham.

O roteiro joga para a gente que o protagonista branco que mora numa casa novinha começa a história endividado, porém, não sabemos como ele gera essa dívida e qual é o tamanho dela. Lá pelas tantas até dá para talvez entender que o problema tenha sido o tal prédio que Dodge é dono, mas… a obra deu ruim? ele foi traído pelo seu sócio? ele tentou vender os escritórios e não conseguiu? Ficamos sem saber, porém, o filme pede que tenhamos compaixão por esse protagonista sem saber o porquê de ele estar nessa situação. Essa escolha faz com que a gente não crie conexão com o personagem principal.

As cenas de ação até são bem boladas e bem-produzidas, com muito figurante e tal, mas, novamente, o roteiro esculhamba os momentos chave, forçando a barra constantemente para livrar o protagonista em diversas situações em que ele é encurralado pelos caçadores. Uma, duas vezes, vá lá, mas sempre é demais. Sem contar a atuação de Liam Hemsworth, que, de tão ruim, não consegue fingir choro nem quando o seu personagem descobre ter um câncer terminal. Ele só fica bem correndo em cena mesmo.

Jogo Perigoso’ é uma produção problemática, posto que era uma série e chegou como filme aos assinantes da Amazon Prime. Entretanto, o clima de caça é envolvente, e a gente meio que continua assistindo como quem assiste a um amigo jogando videogame, sem saber muito da história, mas acompanhando a ação. E ainda vem continuação por aí…

‘Aladdin’: Will Smith assistiu o filme finalizado e faz elogios

O trailer completo de ‘Aladdin’, novo remake em live-action da Disney, finalmente foi lançado na última terça-feira, 12. Em um post animado no Instagram, Will Smith revelou que viu o filme completo já em sua versão final:

“Eu assisti a versão final de Aladdin. É FOGO! Estou muito empolgado. Mal posso esperar para que todos vocês vejam. Mas até lá, aqui está o trailer completo!”, escreveu.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

I just saw the Finished version of #Aladdin!! IT IS FIRE 🔥 I AM HYPED!!! I can’t wait for y’all to see it. But, for now… Here’s the full trailer! 🙂

Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em

Confira o trailer completo abaixo:

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

‘Pânico’ vai ganhar reboot pela Blumhouse

Depois do sucesso ‘Halloween’, a produtora Blumhouse já está trabalhando no reboot de outra franquia clássica do terror: ‘Pânico’.

Em fevereiro, Jason Blum comentou que tanto esta saga quanto ‘Hellraiser’ estavam sendo considerados pela companhia para ganhar uma nova e mais atualizada perspectiva para os cinemas. Agora, segundo o site Discussing Film, as ideias finalmente vão sair do papel.

Christopher Landon (‘A Morte Te Dá Parabéns’) foi cotado para escrever e dirigir um novo longa-metragem para a Blumhouse, focando em um serial killer que aterroriza uma pequena cidade.

Fontes próximas ao site indicaram que a história, apesar de muito similar com o aclamado longa de 1996, não terá relações com a original: Blum está focando realmente em um reboot, mas ainda não foi a público revelar mais detalhes.

Neve Campbell já havia comentado alguns meses atrás que não voltaria para seu papel como Sidney Prescott; entretanto, David Arquette revelou que estaria interessado em reprisar Dewey num possível quarto filme.

‘Hunters’: Nova série da Amazon ganha trailer VIOLENTO; Confira!

A Amazon divulgou o novo trailer oficial de sua nova série, ‘Hunters’.

Confira:

A primeira temporada irá estrear no dia 21 de fevereiro.

Criada por David Weil, a série tem produção executiva de Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘).

A trama segue um grupo diversificado de caçadores de nazistas em 1977, na cidade de Nova York. Os Caçadores, como são conhecidos, descobriram que centenas de oficiais nazistas de alto escalão estão vivendo entre nós e conspirando para criar um Quarto Reich nos EUA. A equipe eclética dos Caçadores partirá em uma sangrenta busca para levar os nazistas à justiça e frustrar seus novos planos genocidas.

O elenco ainda conta com Logan Lerman, Kate Mulvany, Tiffany Boone, Carol Kane, Saul Rubinek, Josh Radnor, Louis Ozawa, Jerrika Hinton, Greg Austin, Dylan Baker e Lena Olin.

‘The Rain’: 3ª e ÚLTIMA temporada ganha INCRÍVEL trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 3ª e última temporada da série pós-apocalíptica ‘The Rain’.

Os novos episódios estarão disponíveis a partir do dia 06 de agosto.

Confira:

Crítica | The Rain – Netflix lança ótima série pós-apocalíptica na pegada ‘The Walking Dead’

Criada por Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen e Christian Potalivo, a série teve excelente repercussão junto ao público global, incluindo os EUA, Reino Unido, Brasil, França e Alemanha, além da sua nativa da Dinamarca.

A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal aniquilar quase todos os humanos na Escandinávia. Nesse cenário pós-apocalíptico, dois irmãos dinamarqueses juntam-se a um grupo de jovens sobreviventes para descobrir se um novo mundo já começou em outro lugar. Todos esperam ainda que o pai dos irmãos esteja em algum lugar com respostas.

O elenco conta com Alba August, Lynggaard Tønnesen, Mikkel Boe Følsgaard, Lukas Løkken e Jessica Dinnage.

‘Our Friend’: Drama estrelado por Jason Segel e Dakota Johnson ganha emocionante trailer oficial; Confira!

Universal Home Entertainment divulgou o trailer oficial da dramédia ‘Our Friend’, estrelando Jason SegelDakota JohnsonCasey Affleck.

A história é centrada em um homem que se muda para a casa de sua melhor amiga e do marido dela, para ajudar a tomar conta do lugar após ela ser diagnosticada com câncer terminal.

Confira:

O filme é baseado no artigo da revista Esquire, intitulado ‘The Friend: Love is Not a Big Enough Word’, de Matt Teague.

O peso do trágico diagnóstico de Nicole (Johnson) começa a se tornar complicado para ela e seu marido, Matt (Affleck), que lutam para cuidar de suas jovens filhas em meio à iminente morte. O amigo do casal, Dane (Segel), oferece para se mudar para o apartamento e a dividir o fardo ao ajudar com as crianças, a preparar refeições e, no geral, fazendo qualquer coisa que possa para tornar a complicada vida de Nicole e Matt um pouco mais fácil. A estadia de Dane inicialmente é temporária, mas ele acaba deixando de lado todas as suas outras responsabilidades e relacionamentos para ajudar os amigos até o inevitável fim.

Dirigido por Gabriela Cowperthwaite, o filme estreou no Festival de Toronto do ano passado e será lançado diretamente em VOD no dia 22 de janeiro de 2021.

‘Naomi’: Ava Duvernay divulga nova imagem de bastidores da série; Confira!

Em seu Instagram oficial, a showrunner e produtora Ava DuVernay forneceu aos fãs um novo visual da série ‘Naomi’, que fica sob supervisão da The CW.

A imagem em questão, postada nos stories da plataforma midiática, traz Kaci Walfall como a protagonsita Naomi McDuffie.

Confira:

A série foi co-criada por Duvernay e Jill Blakenship.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen Sugar’‘Ozark’, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Walfall dará vida à personagem titular. Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell, e acompanha uma jovem forasteira que vem à nossa Terra para protegê-la de um genocida que destruiu seu mundo natal.

Confira a sinopse da adaptação:

‘Naomi’ irá mostrar a jornada de uma adolescente que sai de sua pequena cidade rumo às fronteiras do multiverso. Quando um evento sobrenatural abala sua terra natal, a jovem se propõe a descobrir suas origens… Mas suas descobertas vão desafiar tudo o que acreditamos sobre nossos heróis.”

A série fará parte do mesmo universo de ‘Painkiller‘, vindouro spin-off de ‘Raio Negro’.

‘Supergirl’: Mxyzptlk está de volta nas imagens oficiais do episódio 06×11; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Mxy in the Middle”, décimo primeiro episódio da 6ª e última temporada de ‘Supergirl’ que marca o retorno de Thomas Lennon como o Sr. Mxyzptlk.

Na trama, “Supergirl e o time devem impedir Nyxly de destruir um rosto familiar do passado da heroína – o Sr. Mxyzptlk. Mxy retorna e explica o sombrio passado de Nyxly ao super-grupo, da melhor maneira que sabe: com uma canção. Enquanto isso, Lena visita o local de nascimento de sua mãe em Newfoundland, ansiosa para vasculhar seu passado – mas fica chocada com a fria recepção da cidade a ela”.

O capítulo será exibido em 14 de setembro.

Confira:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Batgirl’: Ivory Aquino, de ‘Olhos que Condenam’, será Alysia Yeoh no longa-metragem

E mais um nome foi confirmado no elenco do aguardado longa-metragem ‘Batgirl’.

Ivory Aquino, atriz conhecida por obras como ‘Tales of the City’‘Olhos que Condenam’, foi escalada para viver uma das personagens mais queridas dos fãs: Alysia Yeoh (via ComicBook.com).

Para aqueles que não a conhecem, a personagem fez sua estreia na revista Batgirl #1, em 2011, e foi criada por Gail Simone Ardian Syaf. Alysia é uma pintora e uma garçonete, aspirante a se tornar uma chef de cozinha profissional, e se tornou colega de quarto de Barbara Gordon/Batgirl. Nos quadrinhos, as duas se ficam amigas bastante rápido – algo que fica mais complicado quando Alysia namorou brevemente o James Gordon Jr., irmão de Barbara e serial killer.

Alysia revelou ser uma mulher transexual em Batgirl #19, ascendendo como a primeira personagem trans no cânone da DC Comics, permanecendo como uma amiga próxima de Barbara desde então e se casando, eventualmente, com o ativista político Jo Munoz.

Aquino se junta a Leslie Grace, que viverá a protagonista titular. J.K. Simmons também fará parte da produção como o Comissário James Gordon, enquanto Michael Keaton reprisa seu papel como Bruce Wayne/Batman e Brendan Fraser (‘A Múmia’) será o Vagalume (Firefly), um dos vilões confirmados.

Jacob Scipio, Rebecca Front, Corey JohnsonEthan Kai também foram escalados para papéis não revelados.

Bilall FallahAdil El Arbi entram como diretores. Christina Hodson assina o roteiro.

Ainda sem previsão de estreia, a adaptação ganhou sua primeira imagem conceitual durante a DC FanDome.

Confira:

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl’. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ será lançado na HBO Max; Confira o trailer!

Depois de passar um tempo nos cinemas, a adaptação ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ será lançada na HBO Max.

A plataforma de streaming divulgou um trailer promocional anunciando a estreia do longa em seu catálogo. Entretanto, o dia exato não foi divulgado.

Confira:

A produção adapta a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, é ambientada em 1998 e conta os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecem no filme.

O elenco conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Artigo | Irreverência, rebeldia e drama: relembrando o clássico ‘Maria Antonieta’

Essencialmente, Maria Antonieta’ é um filme que se finca muito à sua estética para prover uma quase satisfatória diversão ao público. Dirigido por Sofia Coppola, o drama é focado em uma das figuras histórias mais contraditórias da família real franco-austríaca – a qual empresta seu nome para o título – e sobre seu conturbado reinado como arquiduquesa da Áustria, porém fornecendo uma perspectiva completamente nova para a nobreza europeia, focando em um lado mais descontraído e romântico em detrimento de uma narrativa sólida. 

Estrelado por Kirsten Dunst, o terceiro filme de Coppola traz um tom um tanto quanto duvidoso e dúbio. Iniciando-se com um breve prólogo sobre a passagem da duquesa de suas raízes austríacas para um mundo completamente novo, a atmosfera aflitiva constantemente segue a personagem através de uma jornada crescente e perscrutada com obstáculos. Desde o começo da história, conseguimos identificar alguns traços de sua personalidade que serão definitivos ou para sua ruína, ou para sua ascendência e adoração por parte do povo: influenciada pelos trâmites de sua mãe, Maria Teresa, Antonieta emerge como um peão dentro de um jogo político perigoso e mortal, arquitetado como forma de recuperar a aliança entre duas nações inimigas – Áustria e França – ao casar-se com o delfim francês Luís XVI (Jason Schwartzman) e poder fornecer um fim aos conflitos bélicos. 

É claro que, considerando a época na qual o trama é ambientada, a protagonista não seria bem recebida por um povo acostumado a uma linhagem sangue-puro de repente enfrentando uma mudança em suas estruturas políticas que poderia ditar uma revolução sem precedentes. O interessante aqui não é exatamente como as cenas são conduzidas, visto que cada quadro pode ser previsto (o formulaico jogo do campo-contracampo), mas sim como as cores conversam tanto com os personagens quanto com os espectadores. Antonieta permanece grande parte do primeiro ato embebida em tons frios de azul, cinza e roxo, concomitantes à sua sensação ao cruzar as florestas nórdicas que separam os dois reinos. Quando chega a Versailles, a neutralidade da paleta continua, mas a ambiência mórbida toma conta dos grandes jardins do palácio, principalmente em se tratando do pré-julgamento feito pelos membros da corte à nova alteza. 

Ela não é vista com bons olhos; ao longo de seu reinado, ela foi acusada de perdulária e promíscua, influenciando o marido a favor dos interesses austríacos e colocando-o contra seu próprio povo. Entretanto, como bem passamos a saber ao longo dos 120 minutos de narrativa, Antonieta é na verdade constantemente bombardeada por cartas da matriarca de sua família, além de carregar na consciência o peso da realeza, sentindo-se compelida a gerar um herdeiro para manter a linhagem e garantir a supremacia de sangue. De uma perspectiva verossímil e externa, podemos enxergá-la como uma jovem vítima das circunstâncias, cujo trágico fim a transformou em um ícone de inocência e resistência. 

Coppola, também responsável pelo roteiro, resolve colocar seus próprios maneirismos, resgatando alguns elementos semióticos de filmes predecessores – principalmente As Virgens Suicidas’ -, a cineasta consegue de forma cômica e irreverente, unir presente, passado e futuro em pleno século XVII. Para a compreensão total do que está acontecendo e do porquê das escolhas um tanto quanto estranhas à prima vista, é necessário saber que Antonieta casou-se quando tinha apenas catorze anos, ou seja, no auge de sua adolescência. Traçando um paralelo com a mesma faixa etária do século XXI, Coppola opta pelo hibridismo cinematográfico e busca inspiração em diversas comédias românticas do final da década de 1990 e começo dos anos 2000 para compor sequências animadas e que dialoguem com mais vivacidade e força com um público diferenciado, abrindo o leque de possibilidades interpretativas. 

Em determinado momento, mais precisamente em meados do segundo ato, a nossa protagonista deixa-se levar pelo sentimento de culpa de não conseguir cumprir com suas obrigações, além de ser constantemente atacada por rótulos pejorativos sobre sua condição e seu casamento, emergindo como a principal responsável pela decadência do império austro-franco. Desse modo, ela “abdica” de sua condição social para se permitir a alguns prazeres mundanos, inclinando-se diretamente a ícones do cinema contemporâneo como Regina George (Rachel McAddams) em Meninas Malvadas’ ou Cher (Alicia Silverstone) em As Patricinhas de Beverly Hills’. Parece superficial traçar paralelos entre os três longas-metragens, mas é justamente essa distorção temporal que torna ‘Maria Antonieta’ um dos marcos da própria diretora. 

Durante a “prova de roupas” – uma metáfora para a prerrogativa de “ir às compras” -, vemos Antonieta e suas damas de companhia dispondo-se de inúmeros vestidos pomposos e perscrutados com cores vibrantes e tecidos esvoaçantes, refletindo a própria frivolidade da sociedade do século XVIII. Não contentando-se com trajes, uma montagem com ritmo mais acelerado adiciona um frenesi sensorial que inclui um jogo de cartas, uma degustação de diversos doces e a escolha de adornos como leques, anéis, gargantilhas e outros. 

Em meio a tanta preocupação com a estética dessa obra – ela não levou o Oscar de Melhor Figurino à toa -, o qual resgata exatamente o que procuramos em um drama histórico, principalmente com um momento decisivo para a manutenção da monarquia europeia, Coppola parece ter se esquecido de um dos elementos mais importantes da narrativa: os personagens. A história está lá, o cenário está lá, e os acontecimentos envolvendo a Antonieta, Luís XVI e todas as figuras deste período são conhecidos, profunda ou superficialmente. Entretanto, a própria heroína da história finca-se muito aos estereótipos adolescentes e não tem seu arco bem desenvolvido. Durante duas horas, a encarnação provida por Dunst é apaixonante por um tempo, mas permanece em uma linearidade construtiva insuportavelmente imutável. Ela começa inocente e termina mais inocente ainda, mesmo sendo alvo de perjúrios, rebeliões e até mesmo um trágico fim – o qual não é mostrado. 

Diferentemente da iteração de 1938, estrelada por Norma Shearer e Tyrone Power, a perspectiva de 2006 prefere muito mais direcionar o espectador para como uma dissertação sobre o passado pode ser extremamente irreverente e ainda sim manter-se fiel a suas raízes. Os elementos contraditórios e “fora de contexto” são inúmeros, desde a trilha sonora voltada para o rock e para o pop até a presença de um par de sapatos All-Star em meio a uma coleção rococó. 

Em suma, Maria Antonieta’ é uma joia bruta, cuja beleza está expressa de forma muito clara em cena, mas que desliza várias vezes na construção de arcos e no encontro de resoluções. Apesar disso, Coppola e Dunst mais uma vez conseguem entregar uma obra um tanto quanto divertida e satisfatória, principalmente para aqueles que não tinham muitas expectativas. Tudo depende da perspectiva – e, baseando-se na qual você escolher, o longa pode ser muito bom ou um desastre completo. 

‘Wicked’: Ariana Grande solta a voz no novo vídeo de bastidores da adaptação; Confira!

Através das redes sociais, a Entertainment Tonight divulgou um novo vídeo de bastidores da vindoura adaptação fílmica do clássico musical ‘Wicked’, dando destaque a Cynthia Erivo (Elphaba) e a Ariana Grande (Glinda).

No featurette, podemos ver Grande como a Bruxa Boa do Sul e soltando a voz em uma belíssima balada.

Confira:

A primeira parte do longa-metragem chegará aos cinemas em novembro de 2024. Anteriormente, o filme estava marcado para ser lançado em 25 de dezembro de 2024.

Veja as primeiras imagens oficiais:

O elenco ainda conta com Jeff Goldblum (Mágico de OZ), Ethan Slater (Bog) e Jonathan Bailey (Fiyero).

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Em em comunicado oficial, o diretor Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’) explicou porque a adaptação será dividida em duas partes.

“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de ‘Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”

O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.

Artigo | Os 22 anos de ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’, clássico de Steven Spielberg

Em 1911, o irreverente e rebelde Peter Pan ganhava as graças de uma gama de leitores que definitivamente tinham uma afeição por contos de fada. O novelista inglês J.M. Barrie tornou-se um nome muito conhecido em meio à sociedade britânica e seus escritos alcançaram um patamar atemporal ao serem lidos e relidos inúmeras vezes para o cinema e para a televisão – e seu legado foi endossado mais uma vez à medida em que todo o cosmos aventuresco que arquitetou permitiu uma crescente expansão até cair nas mãos de um conhecido nome na indústria dos blockbusters: Steven Spielberg. Partindo da fábula original, o cineasta resolveu trazer uma nova perspectiva para as telonas ao trazer o personagem-título para uma aventura de autodescobrimento e amadurecimento – e ainda que não funcione completamente, sua mais nova obra é, sem dúvida, agradável.

Com Hook – A Volta do Capitão Gancho’, viajamos para uma época mais contemporânea onde uma versão adulta de Peter Pan, intitulada Peter Banning, é um homem de negócios com uma carreira bem-sucedida e que eventualmente coloca sua família em segundo lugar. É claro que essa informação de que o protagonista é na verdade uma versão engessada do “garoto que nunca cresce” deve carregar tanto o semblante de um homem bombardeado pelas necessidades e pelos afazeres de uma sociedade individualista quanto as feições de uma criança perdida – e, nesse quesito, Robin Williams simplesmente acerta em cheio. É claro que, considerando seus papéis anteriores e até mesmo posteriores, fica difícil enxergá-lo dentro de um drama puro, e é justamente que a opção por uma dramédia vem em boa hora, até mesmo para tornar o personagem que encarna ainda mais complexo.

Peter é casado com Moira Banning (Caroline Goodall), uma mãe que se preocupa muito com o relacionamento entre seu marido e os filhos, percebendo pequenos detalhes que farão diferença em determinado momento – no caso, mais cedo do que se imagina. “Daqui poucos anos, eles serão adultos. Tudo passa muito rápido”, ela diz, criticando o marido por causa de sua incessante preocupação acerca do trabalho e da manutenção do status que seu nome carrega. E é claro que essa personalidade amargurada e até mesmo ofensiva encontra tanto um guia quanto um terrível obstáculo: o primeiro emerge na figura da Vovó Wendy Darling (Maggie Smith), uma senhora de idade que, apesar das rugas, nunca abandonou os seus sonhos e jamais deixou seus sonhos serem apagados. É incrível como Smith, mesmo com pouquíssimo tempo de cena, insurge como um dos ápices de uma narrativa desequilibrada e com certos deslizes rítmicos, principalmente por sua envolvência quanto atriz e pelos seus diálogos carregados com poesia e metáforas.

O outro fator decisivo para a brusca mudança de Peter dá as caras no início do segundo ato: como já é de se esperar, o temido e ardiloso Capitão Gancho, cujo nome em inglês é emprestado para o título do filme, retornou de algum modo de seu infame encontro com o crocodilo Tic Tac para orquestrar uma vingança contra seu arqui-inimigo, começando pela captura de seus filhos. Ainda que suas ambições se percam em meio a um roteiro cru, não podemos tirar mérito do incrível Dustin Hoffman, visto que sua perfeita caracterização consegue perpassar o âmbito cômico e o dramático de forma equilibrada e que consiga envolver o público e afastá-lo dos aparentes erros. Entretanto, o antagonista basicamente se vale de seus charmes e de seu poder de convencimento chantagista para atacar Peter, canalizando seus esforços para fazer seu filho Jack (Charlie Korsmo) voltar-se contra o próprio pai.

Ainda que os livros de Barrie sejam pautados em inúmeras críticas, a dupla formada por Jim V. Hart e Malia Scotch Marmo abandona essas pequenas sutilezas e rende-se a vários clichês do gênero de aventura, incluindo a entrada de extensas cenas de luta em detrimento da coesão narrativa. A partir de certo ponto, perdemos a conta da quantidade de furos no roteiro que se mostram aparentes pela falta de cuidado e pela altivez exacerbada da estética fílmica: se o miolo do longa-metragem traz referências incríveis à jornada do herói e permite que o protagonista retorne para seu escopo pueril e inocente, os atos extremos ou são apressados, ou monótonos. Nem mesmo a apurada direção de Spielberg parece encontrar um lugar adequado aqui – seja nos planos-sequência (que talvez sejam sua grande marca registrada), seja pelos enquadramentos mais fechados.

Se Hook’ peca em sua história, definitivamente excede no quesito direção de arte. A utilização de efeitos visuais não é pedante em nenhum momento, visto que os caprichos permanecem na criação de objetos de cena e em grande parte dos cenários: seja dentro da embarcação de Gancho, no píer habitado pelos piratas ou até mesmo na morada dos Garotos Perdidos, Norman Garwood consegue trabalhar cada um dos aspectos de modo soberbo; cada um dos sets principais conversa com uma época fantasiosa sem se valer das impossibilidades cênicas e mesmo assim abrindo margem para que alguns elementos mais contemporâneos entrem no cosmos da Terra do Nunca – como, por exemplo, as bolinha de gude e uma paleta de cores de pigmentação mais forte para contrastar com o uso constante de marrom e amarelo-alaranjado.

Apesar desse cuidado estilístico, o filme tem seus desperdícios – sendo Julia Roberts um deles. A atriz dá vida à famosa e brincalhona fada Sininho, que representa um arquétipo da guardiã e da conselheira de Peter; mas seus trejeitos em cena são muito exagerados e over-the-top, o que se afasta de uma fluidez e de um naturalismo cômico dos outros personagens, incluindo Williams, para fincar-se a uma infeliz canastrice. Roberts faz um uso desnecessário de movimentos com os braços que parecem traduzir seus diálogos de modo errôneo e redundante (por exemplo ao convencer Gancho de lhe dar algum tempo para colocar Pan em forma).

Nem mesmo a trilha sonora consegue alcançar todo o seu potencial e permanece em uma tentativa constante de exprimir catarse para o público. Ainda que John Williams seja um mestre compositor inegável e retorne para mais um trabalho ao lado de Spielberg, ele parece não querer explorar muito uma musicalidade enigmática, preferindo apenas realizar algumas investidas genéricas ao utilizar instrumentos premeditáveis para certas ocasiões – como a grave acentuação do violoncelo para os momentos de tensão e o retorno dos fabulescos violinos para uma atmosfera mais simples ou mais alegre. De qualquer forma, é inesquecível mencionar aqui que o primeiro ato é respaldado por uma risível composição que se assemelha ao escopo sinfônico de basicamente qualquer comédia romântica generalizada.

Spielberg pode não estar em seu melhor momento com Hook – A Volta do Capitão Gancho’, mas certamente sabe apostar em determinados elementos para não deixá-lo à mercê de um fracasso total. Mesmo com seus deslizes, o incrível elenco emociona com atuações envolventes e competentes – e sem sombra de dúvida os esforços acerca da recriação de lúdica atmosfera da Terra do Nunca funcionam em quase sua totalidade.

‘Kung Fu Panda 2’, elogiada animação da DreamWorks, completa 13 anos; Confira curiosidades sobre o filme!

Há TREZE anos, uma das franquias animadas mais conhecidas e adoradas de todos os tempos, ‘Kung Fu Panda’, ganhava sua primeira sequência.

Abrindo espaço para uma nova narrativa e muito mais diversão, Po e os outros guerreiros do Vale da Paz unem forças para enfrentar um inimigo chamado Lorde Chen, que possui uma arma secreta capaz de permitir a conquista da China e trazer o kung fu ao fim.

Tendo recepção sólida por parte da crítica mundial, o longa-metragem arrecadou nada menos que US$665 milhões ao redor do planeta, tornando-se a produção do gênero mais bem sucedida do ano e faturando uma indicação ao Oscar de Melhor Animação.

Para celebrar o décimo terceiro aniversário dessa icônica aventura, o CinePOP separou uma breve lista com dez curiosidades sobre a produção.

Confira:

CAI LI FO

Lorde Shen (Gary Oldman) é versado em uma arte chamada cai li fo, uma luta marcial chinesa que utiliza, normalmente, um leque de metal para propósitos de distração e defesa. Entretanto, por ser um pavão, Shen utiliza as próprias penas para lutar.

LEALDADE INCONDICIONAL

O exército de lobos de Lorde Shen tem uma história muito mais profunda e adorável do que imaginamos: a mitologia do filme deixa claro que os lobos eram guardas reais do palácio e que Shen, como um jovem príncipe, era o único membro da família real a brincar com eles, alimentá-los e tratá-los com respeito – o que garantiu lealdade e devoção por parte deles.

BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM KUNG FU

Segundo o The Hollywood Reporter, o aclamado e premiado roteirista Charlie Kaufman fez uma revisão do roteiro, que nunca foi creditada. Em diversas entrevistas, Kaufman comentara que assistiu ao primeiro longa-metragem com a filha e ficou impressionado pela história e pelos visuais.

SUCESSO TREMENDO

Como já comentado, o filme fez um estrondo gigantesco nas bilheterias mundiais e alcançou o patamar da produção de maior sucesso comandada por uma diretora (Jennifer Yuh Nelson). O recorde foi quebrado pelo bilionário ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’, lançado dois anos mais tarde. Nelson também se tornou a primeira mulher a ser indicada ao Oscar de Melhor Animação desde Marjane Satrapi com ‘Persépolis’ (2007).

AH MAH

O papel da Adivinha durante o regime dos pavões não seria apenas um membro de confiança da família real, mas também a babá do jovem Shen. Com isso, seu nome foi revelado através de esboços iniciais como Ah Mah (que faz referência ao tratamento amah nas culturas asiáticas).

SIMPLES E PRÁTICO

Depois que o primeiro filme foi lançado, a DreamWorks Animation planejou um segundo longa-metragem com o subtítulo de ‘Pandamoneum’. Pouco depois, ele foi mudado para ‘The Kaboom of Doom’ antes de ser mudado simplesmente para ‘Kung Fu Panda 2’.

PRESENÇA DE PESO

O filme marcou a estreia do lendário ator e lutador Jean-Claude Van Damme no cenário da dublagem – e a única participação dele como voz de um personagem. Aqui, ele interpretou o divertido e habilidoso Mestre Croc. Uma das sequências na qual ele aparece (aproximadamente em 1h09min), inclusive, emula os movimentos do próprio Van Damme.

O editor-chefe Renato Marafon traz o vídeo com a crítica nacional de ‘Kung Fu Panda 4‘, novo filme da franquia que segue o divertido Po.

Com visual estonteante e uma ótima direção, o filme é prejudicado por um roteiro fraco e repetitivo.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

O novo longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de março, duas semanas depois do lançamento no circuito norte-americano.

2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ estreia ESTA SEMANA no streaming; Saiba que dia!

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O novo ciclo tem lançamento agendado para o próximo dia 29 de agosto na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

Gina Carano oferece atualização sobre PROCESSO contra a Disney e a Lucasfilm

Através das redes sociais, a atriz Gina Carano ofereceu uma atualização do processo que abriu contra os estúdios Walt Disney após ser demitida do elenco de ‘The Mandalorian’ e de outros projetos da saga ‘Star Wars’.

Carano teve seu contrato encerrado após declarações polêmicas e bastante ofensivas, chegando até mesmo a dizer que ser uma pessoa conservadora hoje nos Estados Unidos se assemelha a ter sido um judeu durante o Holocausto.

Em seu perfil no X, Carano escreveu que o caso “continua em frente e eu antecipo ter uma atualização mais substancial nas próximas semanas”.

“Permanecemos determinamos e meu time tem sido excepcional em honrar a corte e respeitar o processo. Estou muito orgulhosa em ter esse time”, ela continuou. “Obrigada por todo o contínuo apoio”.

A atriz está processando ambas as companhias por discriminação e rescisão injusta após ser demitida de ‘The Mandalorian‘. Ela alega que foi demitida por expressar opiniões de direita nas redes sociais e busca uma ordem judicial que forçaria a Lucasfilm a reformulá-la.

De acordo com a denúncia, a Disney e a Lucasfilm perseguiram e difamaram Carano por se recusar a conformar-se com seus pontos de vista sobre questões relacionadas ao Black Lives Matter, pronomes preferidos e alegações refutadas de interferência eleitoral.

Embora ela tenha sido supostamente demitida por suas crenças culturais e religiosas, Carano argumenta que a gigante do entretenimento fez vista grossa aos seus colegas de elenco masculinos, que supostamente fizeram postagens ofensivas e denegridoras dirigidas aos republicanos.

‘Street Fighter’: Comediante Andrew Schulz é escalado para a adaptação

Segundo o Deadline, a Legendary escalou mais um membro para o elenco de ‘Street Fighter’, adaptação do clássico e popular videogame.

As informações indicam que Andrew Schulz foi escalado para o projeto.

Apesr de não confirmadas, as fontes apontam que ele dará vida a Dan Hibiki, que fez sua estreia em ‘Street Fighter Alpha’, em 1995. Hibiki é constantemente retratado como um personagem confiante, arrogante e completamente fraco. O papel parece perfeito para Schulz, considerando sua experiência cômica, que o tornou um dos maiores comediantes de stand-up da atualidade.

O astro se junta aos previamente confirmados Andrew Koji (Ryu), Noah Centineo (Ken), Jason Momoa (Blanka), Roman Reigns (Akuma), Callina Liang (Chun-Li) e o cantor Orville Peck.

A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.

Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

‘Primal’: 3ª temporada da ACLAMADA animação adulta ganha sinopse e data de estreia!

Adult Swim revelou a data de estreia oficial da 3ª temporada de ‘Primal’, aclamada série animada adulta criada por Genndy Tartakovsky (‘Hotel Transilvânia’).

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro, com transmissão na HBO Max.

Além disso, foi divulgada a sinopse oficial do próximo ciclo.

Confira:

A terceira temporada de ‘Primal’ começa com uma reviravolta chocante que ressuscita Spear em uma nova forma — desprovido de memória e humanidade — e o força a vagar por um mundo brutal e indomável como uma sombra de si mesmo. Enquanto Spear luta contra paisagens selvagens e inimigos mortais, tênues ecos de seu passado começam a surgir, levando-o a um reencontro emocionante e explosivo que testará os limites da sobrevivência.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).

Lizzo está de volta com a inédita “BITCH”, que integra seu quinto álbum de estúdio; Ouça!

A cantora e compositora multi-vencedora do Grammy Lizzo está de volta ao cenário musical com a inédita “BITCH”.

single é precedido por “Don’t Make Me Love U”, lançado há alguns meses, e empresta seu nome ao título do álbum, que será lançado em 5 de junho nas plataformas de streaming.

Ouça:

Confira a tracklist oficial abaixo:

“A Toast”
“Happy 2 Be”
“Don’t Make Me Love U”
“BITCH”
“She Stole My Man”
“Whose Hair Is This”
“Little Black Cat”
“Sexy Ladies”
“That GRRRL”
“Too Nice”
“Like A Crime”
“Goodmorning!”

Lizzo, nome artístico de Melissa Viviane Jefferson, fez sua estreia oficial no mundo da música em 2013, com o lançamento do aclamado álbum ‘Lizzobangers’. Entretanto, não seria até ‘Cuz I Love You’, que teve recepção bastante similar por parte dos críticos e do público, que ela ganharia reconhecimento mundial.

Influenciada por nomes como Missy ElliottBeyoncéDiana Ross, a performer já levou para casa três estatuetas do Grammy Awards e, como se não bastasse, também fez uma breve aparição na ovacionada dramédia criminal ‘As Golpistas’, ao lado de Jennifer LopezConstance Wu.

Em 2019, Lizzo foi condecorada como Entertainer of the Year pela revista TIME por sua contribuição à música e por sua ascensão meteórica ao estrelado. Desde o seu debute, ela se tornou porta-voz da imagem corporal positiva e quebrou tabus de imagem com performances avassaladoras e críticas explícitas em suas canções.

‘Pantera Negra 2’: Martin Freeman confirma retorno à sequência

Durante uma entrevista para o Collider, o ator Martin Freeman foi questionado se voltaria para algum filme do MCU no futuro, ao que ele respondeu:

“Até onde eu sei, eu vou voltar. “Tudo que eu sei é que eu estarei em outro ‘Pantera Negra‘. Foi isso que eu fiquei sabendo. Mas quando isso vai acontecer, eu não sei.”

Freeman apareceu pela primeira vez no MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil’ (2016), interpretando o Agente de Segurança Nacional Everett Ross, e retornou ao papel em ‘Pantera Negra‘ (2018).

Lembrando que o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou durante a San Diego Comic-Con que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento – mas ainda não possui previsão de estreia.

Rumores apontam que o filme deve ser lançado em 2022, mas ainda não houve confirmação oficial.

Recentemente, o We Got This Covered divulgou um boato alegando que a Marvel está optando entre dois personagens marcantes dos quadrinhos como vilão do filme. Um deles seria o Namor, fazendo sua primeira aparição no cinema. A outra escolha seria a Princesa Zanda, governante de Narobia, país vizinho de Wakanda. O que faria mais sentido levando em conta a narrativa da personagem.

Para quem não conhece, Zanda é obcecada por artefatos místicos e torna-se uma perigosa terrorista e especialista em armas de fogo. Nos quadrinhos, ela nutre um ódio por T’Challa após seu casamento com a Tempestade.

Ryan Coogler volta a dirigir.

‘Thor: Amor e Trovão’: Fãs poderão participar da pré-estreia com Chris Hemsworth; Saiba como!

Diversos artistas estão participando de ações beneficentes da All in Challenge para ajudar instituições de caridade a levantar recursos para ajudar famílias necessitadas em meio à pandemia do Coronavírus.

Chris Hemsworth também se juntou à iniciativa e anunciou em seu Instagram que os fãs do Marvel poderão participar da pré-estreia de ‘Thor: Amor e Trovão‘ ao lado dos astros do elenco.

Quem quiser participar deve doar qualquer valor a partir de US$ 10 para o site da All in Challenge, e estará ajudando a Feeding America, Meals on Wheels, World Central Kitchen e No Kid Hungry.

O resultado do sorteio será divulgado em 09 de junho no site oficial da campanha.

Na legenda, Hemsworth escreveu:

“Desafio aceito! Obrigado pela indicação Chris Pratt! Estou convidando um fã e mais um convidado para a pré-estreia de ‘Thor: Amor e Trovão’. As doações vão para instituições de caridade!”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ tem estreoia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

‘Sem Remorso’: Filme de ação com Michael B. Jordan ganha pôster e data de estreia; Confira!

A Amazon Prime divulgou 1º pôster de ‘Sem Remorso‘ para anunciar que o filme de ação estrelado por Michael B. Jordan estará disponível no catálogo em 30 de abril.

Baseado no livro homônimo de Tom Clancy, o longa seria lançado originalmente em outubro de 2020 e já havia sido adiado anteriormente para 26 de fevereiro deste ano.

Confira o pôster:

O livro foi lançado em 1993 e foi mais um grandioso sucesso de Clancy, estreando na primeira posição da lista de best-sellers do New York Times.

Na trama, acompanhamos a história de origem de John Clark (Jordan) um fuzileiro naval dos EUA que é um personagem recorrente dos livros de Clancy.

A época é situada durante a Guerra do Vietnã, bem antes de Clark se tornar um agente da CIA e trabalhar como segurança de Jack Ryan. Nos livros, Clark também trabalhou como diretor da Rainbow Six e da The Campus, ambas organização de combate contra o terror.s.

Sem Remorso‘ é dirigido por Stefano Sollima, e o elenco também conta com Jamie Bell e Cam Gigandet.

Confira o primeiro teaser do longa:

 

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#WithoutRemorse 2020

Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em

New York Times elege os 25 MELHORES astros do SÉCULO; Saiba quem são!

O The New York Times elegeu os 25 maiores astros do século.

Famoso por seus papéis em ‘Malcolm X’, ‘Um Ato de Coragem’, ‘Duelo de Titãs’, ‘O Livro de Eli’ e tantos outros sucessos, Denzel Washington foi eleito o melhor ator do século XXI.

Vencedor do Oscar de Melhor Ator por ‘Dia de Treinamento‘ e Melhor Ator Coadjuvante por ‘Tempo de Glória‘, o astro aparece na frente de Isabelle Huppert (‘Elle’) e Daniel Day-Lewis (‘Lincoln’), que ocupam a 2ª e a 3ª posição, respectivamente.

A lista com os 25 melhores atores da atualidade foi composta pelos críticos Manohla Dargis e AO Scott, que disseram que o 1º lugar foi a escolha mais fácil.

“Priorizamos uma lista além de Hollywood, com atores de composição e camaleões, heróis de ação e veneráveis do cinema art-house. Foi difícil compor uma lista em um universo tão versátil como o da 7ª arte. Por outro lado, o nome de Denzel Washington foi o primeiro que veio a nossa mente quando discutimos quem poderia se enquadrar em todos os requisitos que queríamos”, disse Dragis ao Perthnow.

Scott acrescentou que:

“Discutimos e discutimos sobre todos os outros espaços da lista, mas não houve hesitação ou debate sobre este. Denzel Washington está além da categoria: um titã da tela que também é um artista sutil e sensível, com um sério treinamento de palco e uma presença marcante como estrela de cinema apaixonada pelo que faz. Ele pode fazer Shakespeare e August Wilson, vilania ou heroísmo. Ele faz atuar parecer tão simples quanto respirar. Ele respira dramaturgia.”

E aí, você concorda com a escolha?

Confira a lista completa:

1) Denzel Washington
2) Isabelle Huppert
3) Daniel Day-Lewis
4) Keanu Reeves
5) Nicole Kidman.
6) Song Kang Ho
7) Toni Servillo
8) Zhao Tao
9) Viola Davis
10) Saoirse Ronan
11) Juliane Moore
12) Joaquin Phoenix
13) Tilda Swinton
14) Oscar Isaac
15) Michael B. Jordan
16) Kim Min-hee
17) Alfre Woodard
18) Willem Dafoe
19) Wes Studi
20) Rob Morgan
21) Catherine Deneuve
22) Melissa McCarthy
23) Mahershala Ali
24) Sonia Braga
25) Gael García Bernal 

‘Stranger Things’: Artes conceituais revelam visuais alternativos ainda mais ASSUSTADORES do Vecna; Confira!

Em seu perfil do Instagram, o artista conceitual por trás dos monstros de ‘Stranger Things‘, Michael Maher Jr, compartilhou algumas artes revelando designs alternativos para o Vecna (Jamie Campbell Bower).

Na trama, o personagem foi o primeiro paciente do Dr. Brenner (Matthew Modine) no Laboratório de Hawkins e, durante um confronto com Eleven (Millie Bobby Brown), ele acaba sendo enviado ao Mundo Invertido.

Lá, ele passa por uma transformação física, que o deixa deformado e com aquela aparência assustadora mostrada na 4ª temporada.

E, em sua publicação, Maher revelou que seu visual poderia ter sido ainda mais bizarro.

Confira:

 “Arte conceitual inicial da Vecna – esta mostra como a exposição ao invertido apodreceria a pele dele com o tempo.”

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Velozes e Furiosos 10’: Diretor comenta sobre o retorno das corridas de rua e nível de ação elevado

‘Velozes e Furiosos 10‘ marca o início do fim da franquia iniciada em 2001 com as insanas corridas de rua disputadas por Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker) e companhia.

Nada mais justo que terminar a jornada trazendo de volta este que foi elemento mais marcante dos filmes.

Durante uma entrevista para a Total Film, o diretor Louis Leterrier e o novato Jason Momoa (‘Aquaman’) comentaram sobre o assunto, além de provocar que a ação será elevada a níveis ainda mais altos.

“Como fã, há algumas coisas que eu realmente queria de volta na franquia – as corridas de rua era uma delas”, disse Leterrier. “Essa é a graça de tudo: quando você é o diretor de um filme que você admira e é fã há tantos anos, você consegue dar vida às suas fantasias!”

Por falar nisso, Dom irá enfrentar o personagem de Momoa, Dante, pelas rua do Rio de Janeiro.

Com o olhar de um novato, Momoa ficou surpreso com a quantidade de ação que ele e seus colegas de elenco tiveram permissão para realizar.

“Esse filme é uma adrenalina total… Imagine dirigir pelas ruas de paralelepípedos em Roma que têm séculos de uso, então quando você pára, você derrapa… Um de nossos produtores disse, ‘Vamos deixá-lo dirigir por Roma assim?’ Eu estava tipo, ‘Qual é, cara! Vamos, sim’.”

Além disso, o coordenador de veículos, Dennis McCarthy, que trabalhou em todos os filmes desde ‘Desafio em Tóquio‘, estima que cada carro apresentado na tela tinha cerca de sete duplicatas, e mais de 200 carros foram construídos por sua oficina para o próximo filme.

Inclusive, a trama apresentará uma frota de veículos elétricos pela primeira vez, incluindo um Dodge Charger Daytona e o DeLorean Alpha5.

Junto com o inconfundível Dodge Charger de Dom, esses veículos serão inseridos em vários cenários, incluindo uma sequência em Roma, onde uma ‘bomba’ de uma tonelada é driblada pelas ruas como se uma bola de futebol, mas por carros em vez de jogadores.

Haverá também várias cenas de ação de destaque, com Dante demonstrando que é mais do que capaz de derrubar Dom com um par de facas, um retorno explosivo a uma ponte familiar no Rio e um confronto de mulher-a-mulher entre Cipher (Charlize Theron) e Letty (Michelle Rodriguez).

Lembrando que o filme estreia em 18 de maio nos cinemas nacionais.

Confira também as capas de revista dedicadas à sequência:

Confira o trailer:

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Com Tom Cruise na Warner, ‘No Limite do Amanhã 2’ pode finalmente acontecer

Recentemente, foi divulgado que Tom Cruise assinou contrato com a Warner Bros após ficar insatisfeito com a Paramount devido ao fraco desempenho de ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas – Parte 1′.

O novo acordo dá ao astro a possibilidade de produzir e estrelar futuras franquias, o que abre espaço para a sequência de ‘No Limite do Amanhã‘, a aclamada aventura sci-fi desenvolvida pela Warner Bros em 2014.

Dirigido por Doug Liman, o longa é ambientado num futuro onde alienígenas invadem a Terra e os exércitos do mundo inteiro unem forças na tentativa de derrotarem os invasores.

Em meio à guerra, o tenente-coronel Bill Cage (Cruise), que nunca teve treinamento em combate é forçado a se juntar à batalha. Morto em ação, ele ressuscita apenas para descobrir que está revivendo o mesmo dia todos os dias.

Apesar de não ter sido um sucesso de bilheteria, o longa acumulou milhares de fãs ao longo dos anos, e uma sequência sempre entra em discussão quando Cruise comenta sobre sua carreira.

E parece que seu retorno às Warner pode ser a desculpa perfeita para isso… Só é preciso que Cruise e sua colega de elenco, Emily Blunt, esteja disponíveis.

Há alguns anos, Liman chegou a dizer que uma sequência só iria acontecer quando a dupla estiver alinhada para isso.

“Se o Tom, a Emily e eu confirmarmos que estamos prontos, eles [da Warner Bros] vão ouvi-los, então o filme será feito. É assim que Hollywood funciona, os astros são os grande poderosos. Se você consegue que Tom Cruise e Emily Blunt entrem no seu projeto, ele vai acontecer”, revelou ao Collider.

A boa notícia é que Blunt também manifestou seu interesse em retornar.

No ano passado, ela participou do podcast Happy Sad Confused, ela brincou ao dizer que:

“Eu adoraria fazer isso acontecer. Mas eu simplesmente não sei quando ou como. E quantas ‘Missões Impossíveis’ ele precisa fazer…”

E aí, você também está na torcida?

Relembre o o trailer:

‘Batman Continua’ | Saiba como seria o FILME dirigido por Tim Burton

Podemos dizer que o diretor Tim Burton mudou para sempre o conceito de como os filmes baseados em quadrinhos de super-heróis eram vistos pelo público, crítica e os estúdios de Hollywood. Batman (1989) foi um grande divisor de águas. Mas quando foi a hora de dirigir o terceiro filme do Homem Morcego – o qual o cineasta já havia detalhado e se preparado – a Warner resolveu afastá-lo após o resultado sombrio e não recomendado para crianças de Batman, o Retorno (1992).  Assim, Burton terminou apenas produzindo Batman Eternamente (1995), que completou 29 anos em 2024.

Enquanto um novo filme do Cavaleiro das Trevas de Gotham está sendo produzido com Robert Pattinson no papel do herói, nesta nova matéria iremos adentrar uma realidade alternativa e investigar um pouco mais sobre o filme que Burton queria fazer e quase fez. Vamos conhecer como seria o Batman Eternamente de Tim Burton.

Título

Tim Burton estava preparado para começar as filmagens de seu terceiro Batman. O filme inclusive já passava pela fase de pré-produção, tendo sido criados tratamentos do roteiro e inclusive testes de figurino. O diretor afirmou em entrevistas que não gosta nada dos títulos que vieram a seguir. Sobre o título Batman Eternamente o diretor disse: “Parece uma destas tatuagens que os adolescentes fazem e depois se arrependem”. O título do filme de Burton seria Batman Continues, ou Batman Continua. Acham melhor?

Diretor

Tim Burton queria dirigir um terceiro filme do cruzado de capa, porém, após o resultado sombrio e violento de Batman, o Retorno (1992), executivos da Warner, que não haviam conseguido associar a produção a quase nenhum merchandising (brinquedos ou até mesmo o McLanche feliz), optaram por afastar diretor ao cargo de produtor. A ideia dos executivos do estúdio era por um filme mais leve e mirado às crianças. Para isso, muitas cores foram adicionadas à direção de arte e fotografia. Joel Schumacher, famoso por obras como Os Garotos Perdidos (1987) e O Cliente (1994), foi o cineasta escolhido para ocupar a cadeira de diretor. Antes dele, no entanto, alguns outros foram cogitados, incluindo Sam Raimi – que havia feito seu próprio filme de super-herói original com Darkman: A Vingança sem Rosto (1990) e viria a comandar Homem-Aranha (2002).

O curioso é que Schumacher já revelou em entrevistas que sua opção também era por um filme mais sombrio, focado nos traumas e medos do herói, e em sua origem. No entanto, o estúdio seguia forçando por um tom mais leve e infantil. O ator Michael Keaton disse em entrevistas que os primeiros tratamentos do terceiro Batman justamente focavam na origem do herói, elemento que não havia sido adereçado até então no cinema. Esta origem voltaria a ser tópico numa produção do Homem Morcego em 2005, quando Christopher Nolan assumiu Batman Begins.

Protagonista

Obviamente, Michael Keaton vestiria a capa e o capuz do herói de novo no filme de Burton. Porém, quando o diretor foi afastado pelo estúdio, o protagonista começou gradativamente a perder o interesse em estrelar o filme. Keaton chegou a ter reuniões com Joel Schumacher após o diretor ser confirmado no comando do terceiro Batman, mas terminou optando se desligar da produção por não concordar com o caminho que o cineasta e o estúdio estavam levando o personagem. Keaton disse em entrevistas que o roteiro era simplesmente muito ruim e que não tinha interesse em ver o personagem mirado apenas para a venda de produtos, como brinquedos para crianças. O ator também não gostou do tom leve e colorido que o longa seguia.

Depois da saída de Keaton, inúmeros atores foram cogitados para assumir a capa do Morcego. Isso era algo importante, pois o ator escolhido seria o segundo intérprete do personagem no cinema. Schumacher terminou optando por Val Kilmer, que aceitou o papel sem sequer ler o roteiro. Durante as filmagens, no entanto, Kilmer se mostrou um pesadelo para o diretor, que definiu seu comportamento como “infantil”. Os dois brigavam constantemente e Schumacher terminou precisando substituí-lo para o filme seguinte. Para Batman & Robin (1997), saía Kilmer e entrava George Clooney. Algo que me diz que Val saiu ganhando nessa.

Duas-Caras

O Duas-Caras de Tommy Lee Jones é um dos pontos baixos de um filme que já não é grandes coisa. O ator escolhe interpretar o vilão atormentado e cruel como uma espécie de palhaço bufão. Curiosamente, durante as filmagens, Jones disse na cara do colega de cena Jim Carrey que o odiava, não o respeitava, não gostava de seus filmes e não podia aprovar sua canastrice. Ao assistir ao filme podemos reparar que o desempenho de Jones nada mais é do que uma imitação do que Carrey costumava fazer.

Seja como for, o primeiro intérprete do personagem no cinema (ou ao menos uma parte dele) foi o ator Billy Dee Williams, o eterno Lando Calrissian de O Império Contra-Ataca (1980). Williams viveu Harvey Dent, o alter ego de Duas-Caras, em Batman (1989), de Tim Burton, numa pequena participação. O ator afirmou em diversas entrevistas que o principal motivo de ter aceitado o papel foi sua eventual transformação no vilão bipolar – ele possuía inclusive uma cláusula em seu contrato que o garantia o papel. A Warner teve que pagar a multa ao ator na hora de desligá-lo do projeto. Williams recebeu recentemente um prêmio de consolação e finalmente viveu o vilão Duas-Caras na animação LEGO Batman (2017), infinitamente superior a Batman Eternamente.

Fontes também afirmam que o personagem havia sido pensado em alguns tratamentos de Batman, o Retorno (1992), e o desfecho do filme traria a Mulher Gato usando os fios do gerador do Pinguim para desfigurar Harvey Dent, que assim se transformaria no Duas-Caras. O roteiro foi readaptado usando muitas das ideias do personagem para Max Schreck, vivido por Christopher Walken.

O curioso é que apesar da treta entre Williams e o estúdio, muitos afirmam que o vilão Duas-Caras não estava originalmente nos planos de Tim Burton para o terceiro filme. E que ele só foi adicionado com a entrada de Schumacher no projeto. Será que Burton o estava reservando para um quarto filme? Ou será que iria voltar atrás a pedido do estúdio e inserir o vilão nas formas de Williams?

Charada

Com o vilão Charada existe mais confusão. Definitivamente este seria o vilão do terceiro filme de Burton, confirmado por todas as fontes. Algumas dizem que seria o único vilão do filme, outras que seria o vilão principal, mas nenhuma o descarta. No entanto, a questão sobre seu intérprete é o mais nebuloso. A maioria das fontes afirma que Robin Williams viveria o enigmático antagonista na versão de Burton e que foi dispensado quando Schumacher assumiu. Outros dizem que Williams recusou o papel ainda na fase Burton por estar chateado com a Warner – que o havia oferecido o papel do Coringa no primeiro filme e depois entregue a Jack Nicholson, um ator mais renomado.

Aparentemente, a versão de Williams teria um corte de cabelo na forma de um ponto de interrogação. Ideia que Jim Carrey quis trazer à sua encarnação, mas foi impedido, pois precisava aparecer em corte para finalizar seu divórcio. Outras fontes afirmam que a escolha de Burton para o antagonista era Micky Dolenz, um dos integrantes do grupo The Monkeys. Fora isso, a identidade do personagem não seria Edward Nygma, mas sim Lyle Heckendorf, um industrialista rival de Bruce Wayne, e não um funcionário de sua empresa. O vilão conseguiria seu uniforme no circo e o adaptaria para o do Charada.

Interesse Amoroso

Inicialmente, Burton queria a volta da Mulher Gato, de Michelle Pfeiffer. O sonho de um novo filme com a anti-heroína perdurou por décadas nas mentes de Burton e Pfeiffer, que chegaram a cogitar um filme solo para a felina. Mas isso não eliminaria a presença da Dra. Chase Meridian, personagem criada para o filme, sem ter aparecido em qualquer HQ. Antes de Nicole Kidman ser escolhida para o papel na versão de Schumacher, Burton havia batido o martelo em Rene Russo, então no auge de sua carreira, saída dos sucessos de Máquina Mortífera 3 (1992) e Na Linha de Fogo (1993). Não é confirmado, mas espera-se que esta versão fosse mais interessante e sofisticada do que a maníaca sexual interpretada por Kidman – que tudo o que parecia querer da vida era ir para cama com um total desconhecido em roupa de morcego.

No entanto, quando Burton foi tirado de jogada e, consequentemente, Keaton pulou fora, os produtores e Schumacher acharam Russo (então com 41 anos) muito velha para Val Kilmer (35 anos na época). Keaton tinha 43 anos na época. Assim, Russo foi substituída por Kidman, com 28 anos na época. Não deixa de ser curioso imaginar como seria a dinâmica de dois interesses amorosos na vida do morcego (a Mulher Gato e a Dra. Chase) na versão de Burton.

Robin

Outro caso peculiar. O ajudante do cruzado de capa sempre foi motivo de piada, mas o “menino prodígio” figurou em muitos tratamentos dos roteiros, desde o filme original de 1989. Em certo momento, chegou-se a cogitar um filme de Batman voltado ao humor, mais na veia do seriado da década de 1960 – espírito este revivido por Batman & Robin (1997). Neste tratamento cômico para o personagem, Batman teria como intérprete Bill Murray, e Eddie Murphy seria seu Robin. Por mais absurda que seja a proposta, Burton tirou uma ideia deste conceito. É claro que o diretor aboliu qualquer pensamento cômico e trouxe o Batman sombrio que o mundo viria a conhecer e repetir até hoje.

Porém, o que Burton tinha interesse mesmo era em utilizar um Robin negro. O cineasta já havia mudado a etnia de Harvey Dent, e sua escolha para o parceiro do herói era Marlon Wayans (Todo Mundo em Pânico). Uma escolha ousada e difícil de acreditar – não pela questão racial, mas pela associação do ator a projetos duvidosos. O que poucos sabem, no entanto, é que Wayans possui desempenhos dramáticos e mais contidos em seu repertório, vide Réquiem para um Sonho (2000) e G.I. Joe (2009), papeis nos quais se saiu bem. Na época, com 23 anos, Wayans já havia feito testes para figurinos do personagem, que seria adicionado em Batman, o Retorno (1992), mas terminou sendo excluído.

Wayans, que na época não era famoso, já havia assinado o contrato para o personagem. A Warner, novamente, pagou uma multa ao ator para que Chris O´Donnell assumisse o papel.

Espantalho

O assustador vilão do Homem Morcego que trabalha à base do medo só deu as caras no cinema em 2005, no filme Batman Begins. No entanto, Tim Burton tinha planos para o personagem em um de seus filmes. Num dos tratamentos do roteiro, o diretor planejava trazer o antagonista às telas na forma de Brad Bourif, a voz do boneco Chucky, da franquia Brinquedo Assassino. Não seria demais ouvir a voz do Espantalho soando como a o boneco mais creepy do cinema?

E você, o que acha da versão de Tim Burton para Batman Eternamente? Acha que iria funcionar ou ficaria ruim? Está satisfeito com a versão que temos de Joel Schumacher? O que poderia ser melhorado? Comente.

Ps. Veja abaixo o modelo do uniforme do herói na versão de Tim Burton.

Marvel Studios quer Sam Raimi como diretor de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, diz insider

Segundo informações da insider My Time To Shine Hello, Sam Raimi está se destacando como o favorito da Marvel Studios para assumir a direção do aguardado projeto ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.

No entanto, a notícia deve ser tratada com cautela e considerada como um rumor, uma vez que não houve anúncios oficiais por parte da Marvel Studios.

Sam Raimi é amplamente reconhecido por sua direção na trilogia clássica do ‘Homem-Aranha‘, que estrelou Tobey Maguire como Peter Parker.

Além disso, Raimi dirigiu recentemente ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, uma produção da Marvel Studios, o que o tornou ainda mais familiarizado com o MCU.

Relatórios anteriores indicaram que ‘Guerras Secretas‘ será um mega evento multiversal, com diversas variantes de praticamente todos os principais heróis e vilões da Marvel entrando em ação.

Antes disso,  o insider Daniel Richtman (via CBM), disse que até o Wolverine de Hugh Jackman pode ter um papel essencial no aguardado filme.

Ao que parece, Jackman chegou a se encontrar Feige, Diretor Criativo da Marvel Studios, antes da greve dos atores para discutir seu futuro como o personagem, o que envolve sua participação na sequência.

Considerando que o personagem voltou a ganhar holofote após sua confirmação em ‘Deadpool 3‘, seu envolvimento em ‘Guerras Secretas‘ não seria uma grande surpresa, mas o que surpreende é o fato dele ter um papel significativo na trama.

Isso significa que a versão de Wolverine de Jackman vai permanecer no MCU por um bom tempo.

Mas será que ele fará parte da nova equipe de mutantes no vindouro reboot dos ‘X-Men’?

Lembrando que as produções de ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ e ‘Guerras Secretas‘ foram postergadas por um ano inteiro, com o primeiro passando de de 02 de maio de 2025 para 1º de maio de 2026.

Já ‘Guerras Secretas‘ saltou de 1º de maio de 2026 para 7 de maio de 2027.

Além disso, ‘A Dinastia Kang‘ está passando por mudanças e deve trocar de roteirista após o fracasso de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.

Segundo o jornalista Jeff Sneider, Jeff Loveness – que roteirizou ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ – foi desligado do projeto.

Sneider afirma que ouviu a informação de executivos da Marvel, que estaria procurando um substituto. Por enquanto, encare como um rumor.

Assista às nossas entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

 

Kevin Costner revela o VERDADEIRO motivo por trás de sua saída de ‘Yellowstone’

Kevin Costner, o astro que deu vida ao icônico personagem John Dutton na série de sucesso ‘Yellowstone’, finalmente se pronunciou sobre sua abrupta saída do programa.

Em entrevista ao DeadlineCostner detalhou: “Bem, não me senti bem com isso no último ano, com a forma como falaram sobre isso. Não foi verdadeiro. Então agora estou falando um pouco sobre qual foi a verdade real disso. Eu fiz um contrato para as temporadas cinco, seis e sete. Em fevereiro, após uma negociação de dois ou três meses, eles fizeram outro contrato. Eles queriam refazer aquele, e em vez das temporadas seis e sete, era 5A e 5B, e talvez faríamos a seis. Eles não foram capazes de fazer isso. Horizon estava no meio, mas Yellowstone era a primeira posição. Eu encaixei [Horizon] nos intervalos. Eles simplesmente continuavam movendo seus intervalos”.

Anteriormente, o criador Taylor Sheridan havia quebrado o silêncio sobre a polêmica de sua repentina saída: “Minha última conversa com o Kevin [Costner] foi sobre um projeto que ele queria dirigir. Ele e a emissora estavam discutindo sobre quando ele poderia terminar as filmagens de ‘Yellowstone’. Então, eu disse que poderíamos filmar no período de preferência dele, e assim o fizemos.”

Apesar dos conflitos reportados nos bastidores da produção, Sheridan afirmou que sua opinião sobre o ator e seu trabalho na série “não mudou”, mas que “as pessoas não se comunicam e começam a dizer coisas que não são verdades” quando os advogados se envolvem nas discussões. “O filme [que o Costner quer dirigir] parece ser uma grande prioridade para ele. É onde ele quer focar. Espero que valha a pena – e que seja um ótimo filme.”

Sobre o destino do personagem do ator, Sheridan declara: “Tivemos que acelerar a conclusão do personagem. Não tivemos que alterar nada, apenas acelerar. Não vamos ter nenhum acidente de carro vingativo. Se [o destino de Dutton] infla o ego [de Costner] ou o insulta, isso é um dano colateral que não considero em relação à narrativa.”

A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.