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6 Ótimos Filmes de Tribunal

Quem não gosta de um bom filme de tribunal? Daqueles profundos, reflexivos, que nos fazem acompanhar com um grande ar de curiosidade as evoluções das surpresas que vemos pelo caminho. Culpado? Inocente? Dúvidas? Tem drama, tem comédia, tem assuntos polêmicos, tudo isso e muito mais debatidos de alguma forma dentro de um tribunal.

Sendo assim, resolvi criar essa humilde lista, que vão ter várias partes lançadas sempre que possível. Nessa primeira lista dos Ótimos Filmes de Tribunal, tem filme da Holanda, da Bélgica, da França, da Coreia do Sul, dos Eua. Espero que gostem!

 

A Acusada (Holanda, 2014)

Dirigido pela cineasta holandesa Paula van der OestA Acusada é um daqueles impactantes filmes de tribunal onde a cada sequência vamos tendo novas argumentações, e, segredos são revelados. Com uma atuação beirando ao espetacular da experiente atriz Ariane Schluter, o longa-metragem (indicado pela Holanda ao Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro no ano de seu lançamento) cria um clima de tensão profundo ao longo desses seus objetivos minutos de projeção.

Na trama, somos convidados a explorar a história da enfermeira Lucia de Berk (Ariane Schluter) uma mulher condenada à prisão perpétua em 2003 pela morte de sete pacientes. Ao longo da trama, vamos descobrindo segredos sobre o controverso processo de acusação feito pela promotoria, apenas baseado em dados estatísticos contra a réu. Sempre alegando ser inocente e sendo tratada como uma das maiores assassinas da história da Holanda, Lucia de Berk precisou enfrentar a desconfiança de quase todos para poder provar sua inocência.

O filme muda sua perspectiva a cada instante, consegue ser dinâmico e muito denso ao mesmo tempo. É extremamente fiel a seu intuito e revelador na arte de apresentar seus segredos ao espectador. Após a apresentação dos personagens, um enorme dilema jurídico é instaurado no filme. Nessa parte é que a fita cresce bastante, deixando até leigos em direito com enorme interesse em saber as conclusões desta forte história.

A atuação da atriz Ariane Schluter é avultada, compõe sua personagem de maneira cravejada, buscando o tempo todo transmitir suas angústias, medos e incertezas ao público. Ao longo dessa singular jornada, tiramos muitas conclusões da enfermeira Lucia de Berk. Ficamos com raiva e de repente estamos indignados. O roteiro, escrito por Moniek Kramer e Tijs van Marle merecem todos os méritos por esse conflito de conclusões.

 

Juror 8 – (Coreia do Sul, 2019)

A grande dúvida entre a condenação e a absolvição pelos olhos de quem vive em uma sociedade. Lançado em novembro do ano passado no Japão e com remotíssimas chances de chegar até o circuito exibidor brasileiro (talvez pela falta de faro de pequenas e medias distribuidoras), Jurado 8, (Juror 8, no original), baseado em fatos reais, conta um pouco do início do júri popular na Coreia do Sul, abordando um julgamento complicado e mesclando drama profundo com pitadas cômicas. A fórmula dá certo e somos testemunhas de um apanhado de argumentos em volta de um grande júri. Interessante fita dirigida pelo cineasta Seung-wan Hong debutando na função.

Na trama, somos colocados no ano de 2008 onde acontecem os preparativos para o primeiro julgamento no país com a participação de um júri popular formado por oito pessoas completamente diferentes. Após essa seleção, o julgamento de um homem com problemas psicológicos acusado de matar sua mãe é o caso. Assim, argumentos de defesa e acusação se entrelaçam nas dúvidas simples desse corpo de jurados. Quase terminando em um resultado rápido e na visão deles óbvio, o jurado 8 levanta uma questão importante e o julgamento se prolonga com todos os recursos dessas oito pessoas em busca da verdade sobre o caso.

O filme possui várias óticas para analisarmos. A juíza do caso busca a todo instante ser paciente com os inusitados pedidos dos jurados e no fundo compreende que é necessário para o mais próximo do acerto do resultado do julgamento. A ótica dos jurados é liderada pelo jurado número 8, um jovem que acabara de tentar patentear um produto, maior pensador das dúvidas do processo que estão. O filme mostra também o enrolado início desse modelo jurídico com o júri popular, momentos que são transformados em sutis pitadas cômicas e até certo ponto bastante críticas representadas principalmente pelos que estão ao redor da juíza.

Jurado 8 deve agradar não só quem estuda direito mas também a todos que curtem bons filmes com inúmeros argumentos que nos fazem pensar muito sobre o que acontece nos jurídicos pelo mundo.

 

Os 7 de Chicago –  (EUA, 2020)

O egocentrismo, a causa, os absurdos em um mundo em constante mudanças, formas de pensar e muita luta. Escrito e dirigido por Aaron SorkinOs 7 de Chicago é um filme feito para quem conheceu o epicentro da trama, as linhas do confuso roteiro gera dúvidas no espectador a todo instante principalmente pelo primeiro arco bastante confuso. Mas o elenco é fantástico e faz a diferença, muitas vezes segura as pontas do roteiro bem complicado escrito por Sorkin. Sacha Baron Cohen mereceu concorrer a prêmios por esse papel, baita atuação.

The Trial of the Chicago 7, no original, conta a história de alguns líderes de movimentos sociais dos Estados Unidos que são acusados pelo governo dos Estados Unidos por conta de um grave conflito relacionado à Guerra do Vietnam que resultou em uma batalha sangrenta entre a polícia e os manifestantes. Assim, com a ajuda do advogado William Kunstler (Mark Rylance), o grupo precisará enfrentar um longo julgamento em busca da absolvição total.

A excentricidade para mostrar a luta pelos direitos de mudança. É muito complicado para um filme retratar por completo uma história real de grandes proporções como essa de Os 7 de Chicago. Há muitas maneiras de tentar visualizar tudo, a porta aberta por Sorkin foi tentar criar um grande espetáculo cinematográfico, onde o drama e as pitadas cômicas se misturam de maneira confusa mas que pela força do elenco e o grande carisma visto tentam explicar todo o contexto envolta desse conturbado julgamento que atraiu a atenção de todos na época mas é um assunto ainda bem desconhecido de quem não vive em solo norte-americano. Talvez, para tentar entender por completo e quem sabe até compreender melhor as entrelinhas do que Sorkin quis mostrar, boas leituras sobre o tema deverão ser complementares.

 

Sem Evidências – (EUA, 2013)

Indicado ao Oscar pelo maravilhoso trabalho no sensacional O Doce Amanhã (1997), o cineasta egípcio Atom Egoyan, bastante conhecido pelos cinéfilos, voltou aos cinemas no ano de 2013 com o misterioso filme de tribunal Sem Evidências. Reunindo dois rostos famosos, ganhadores de Oscar, Colin Firth Reese Whiterspoon, o drama é baseado em uma história real que aconteceu em 1993 nos Estados Unidos. Por mais que seja um filme com muitas cenas no tribunal, Egoyan consegue com muita habilidade não deixar o longa-metragem maçante. Todos os elementos dessa conturbada história são expostos na tela, deixando o espectador dar seu veredito final.

Na trama, voltamos ao ano de 1993, onde os jovens Damien Echols (James Hamrick), Jason Baldwin (Seth Meriwether) e Jessie Misskelley Jr.(Kristopher Higgins) foram acusados de assassinar três crianças. Durante o julgamento, os advogados de defesa contam com a ajuda de um investigador criminal chamado Lon Rax (Colin Firth) que, totalmente contrário a sentença de morte, começa a juntar peças soltas deste complicado quebra-cabeça.

O grande divisor de águas deste trabalho é a maneira como Egoyan apresenta os fatos, não focando exclusivamente em um possível filme sobre tribunal. O olhar e desconfiança da mãe de uma das vítimas (muito bem interpretada por Reese Whiterspoon), os argumentos inteligentes do investigador criminal, toda a problemática politicagem em torno das ações da polícia neste caso, preenchem lacunas e/ou nos fazem pensar que muitas peças deste famoso caso não se encaixam.

Baseado no livro Devils Knot: The True Story of the West Memphis Three de Mara Leveritt, Sem Evidências teve um modesto lançamento no circuito nacional na época do seu lançamento, principalmente no Rio de Janeiro. Uma grande pena, é um trabalho que, sem dúvidas, merece ser conferido pelos cinéfilos. Egoyan mais uma vez mostra que sabe, como poucos cineastas, retratar com muita verdade os dramas de nossa sociedade.

 

A Corte – (França, 2015)

Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Christian Vincent (Os Sabores do Palácio), A Corte fala sobre a rigidez e postura de uma alma tímida e sem coragem para amar. Protagonizado pelo excelente Fabrice Luchini e com uma atuação delicada mas profunda da atriz dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (Depois do Casamento) o filme deve conquistar o público cinéfilo facilmente. Um dos fatores mais intrigantes deste trabalho é o fato de ser difícil definir um gênero para o filme. Alguns vão falar que é um drama leve, outros vão dizer que é uma quase comédia romântica. O roteiro flutua em diversos gêneros e isso, sem dúvidas, é um dos méritos deste belo trabalho que compôs a seleção do Festival Varilux de Cinema Francês de 2015.

Integrante dos seletos filmes da edição do Festival de Veneza no ano de seu lançamento, A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que as vésperas de mais um júri popular, que deverá julgar um pai acusado de homicídio da filha, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher com que o senhor juiz tem um passado de amor secreto e unilateral. Assim, ao longo dos intensos dias no tribunal Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.

O que mais chama a atenção em toda a projeção é o desenvolvimento do protagonista feito maravilhosamente bem pelo experiente Fabrice Luchini. O Juiz Recine é odiado por muitos personagens mas com certeza se torna amado por grande parte do público. O fato do amor renascer em sua pacata vida leva o personagem a um curto e instantâneo período de transformação que acaba até melhorando sua vida profissional. Essa questão do amor não correspondido é muita bem inserida dentro da trama e conta com atuações acima da média para que a magia aconteça na tela.

A Corte não é uma história de amor, em muitos momentos é uma história narrada dentro de um tribunal mas onde essa questão jurídica é totalmente deixada em segundo plano.  Os diálogos entre Recine e Ditte são esplendorosos, conseguimos sentir angústia, ansiedade e muito carinho que brota entre os dois. A Corte poderia ser um seriado, daqueles que causam uma boa impressão logo de cara, e esse longa-metragem seu piloto. Os recortes de gêneros são feitos com muita harmonia e simpatia. Uma história de amor? Um drama? Um filme de tribunal? Tudo isso e muito mais neste belo trabalho.

 

O Veredito – (Bélgica, 2013)

Os absurdos dos limites da lei. Lançado no segundo semestre de 2013 na Bélgica, escrito e dirigido pelo cineasta belga Jan VerheyenO VereditoHet vonnis no original, é um quase escandaloso jogo de sinuca imposto pelo absurdo, por conta de um erro estúpido dentro do processo coloca-se em cheque as leis, o ministro, o alto gabinete jurídico e a falta de bom senso do sistema na figura de um homem que perdeu a forma mais correta de obter justiça para sua dor e sofrimento. Um prato cheio para quem gosta de filmes de tribunais. Grata surpresa. Infelizmente não está em nenhum streaming disponível no Brasil, deveria.

Na trama, conhecemos Luc (Koen De Bouw), um engenheiro competente que está prestes a ser nomeado CEO da empresa que trabalha a mais de duas décadas. Mas, certa noite, quando estaciona para abastecer o carro com sua filha e esposa, acaba vendo a segunda morrendo assassinada por um bandido que foge correndo. Infelizmente, a primeira acaba morrendo também de uma fatalidade desse mesmo pós momento. Sem chão e tentando reunir os cacos, Luc se distancia do seu emprego e vê seu mundo desmoronar de vez quando o assassino de sua esposa é preso mas solto porque faltou uma assinatura na papelada de prisão o que inclusive livra o bandido das acusações. Assim, Luc assassina o bandido e faz questão de ser julgado pelo crime, o que leva a uma grande confusão nos bastidores do poder judiciário belga.

A premissa é simples: Um homem em busca de justiça lutando curiosamente, de certa forma, contra a lei. Certo? Errado? Um objetivo: vingar de alguma forma, inclusive pelos olhos da lei, o terrível assassinato de sua esposa que também acabou contribuindo para a morte da filha. O filme é muito tenso, vemos a todo instante aqueles corredores percorridos por engravatados contidos dentro do sistema judicial sob enorme pressão da mídia, do povo. Cada detalhe é captado pela ágil lente do diretor. Somos nós, de alguma forma, também, do lado de cá da telona que decidimos se ele é culpado ou inocente tendo em vista tudo que ele passou.

Após curtos arcos construtivos contando alguns porquês, uma enorme batalha chega ao tribunal, advogados defendendo suas estratégias, alguns provocando inclusive o colega, psicólogos com teorias e certezas, psiquiatras buscando explicações sobre o emocional, no caso, que ajudem a defender ou não as estratégias de ambos os lados. Mas engana-se quem pensou que só veríamos os duelos dentro do tribunal, longe dali, no alto escalão do poder, peças são mexidas.

Um filme cheio de tensão que escancara pequenos erros que podem fazer grandes diferentes em alguns sistemas jurídicos mas que também reflete dentro da ótica da emoção do protagonista pois a verdadeira prisão dele, a da dor da solidão é quase perpétua não importa onde esteja.

10 FILMES BRASILEIROS lançados em 2025 que revelam o Brasil em silêncios e olhares

Nosso cinema vem nos presenteando com histórias potentes que, muitas vezes, refletem nossa realidade. Em 2025, uma série de competentes obras brasileiras marcou presença no concorrido circuito exibidor, nos levando para inúmeras reflexões. Para você que ama conhecer nossas histórias, seguem abaixo 10 filmes brasileiros que marcaram neste ano de 2025:

 

Oeste Outra Vez (Telecine)

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

 

A Natureza das Coisas Invisíveis (Em cartaz nos cinemas)

O delicado e marcante longa-metragem A Natureza das Coisas Invisíveis aposta no olhar ingênuo das primeiras fases da vida para construir uma trama que se sustenta na sutileza, encontrando reflexões maduras sobre a vida e a morte, equilibrando o conforto da imaginação com o impacto da realidade. O filme é escrito e dirigido por Rafaela Camelo, em seu primeiro longa-metragem.

 

O Silêncio das Ostras

Um importante olhar para as atividades predatórias. Partindo para uma impactante crítica social através dos conflitos emocionais de uma jovem que acompanha as mudanças de tudo e todos ao seu redor, O Silêncio das Ostras, novo trabalho do cineasta Marcos Pimentel, fortalece o debate sobre as ações das mineradoras. Com uma belíssima fotografia assinada pelo craque Petrus Cariry, o projeto alimenta seu discurso através da tentativa de sobrevivência de uma representante de seres humanos deslocados em meio à destruição.

 

A Melhor Mãe do Mundo (Netflix)

Gal (Shirley Cruz) é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido (Seu Jorge), foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.

 

Manas (Telecine)

Na trama, conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas sem respostas sobre o sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

Ainda não é Amanhã (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Jana (Mayara Santos), uma esforçada jovem que é orgulho de sua avó e da mãe – com quem mora num conjunto habitacional da periferia de Recife. Mas a alegria de um presente cheio de sonhos se transforma em desespero quando descobre estar grávida do namorado. Pensando em encontrar alguma solução, em meio as incertezas de ter ou não a criança, a protagonista precisará enfrentar alguns dilemas com respostas que levará por toda a vida.

 

Baby (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem Wellington (João Pedro Mariano), que ao sair de um reformatório vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos, esse relacionamento se estabelece com muitas fases que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.

 

Um Outro Francisco

Dois fotógrafos estrangeiros. Um evento religioso de um famoso santo italiano em terras cearenses. Com essas duas vertentes se unindo por um tour fascinante, objetivo e reflexivo sobre o universo da fotografia, o documentário Um Outro Francisco, dirigido por Margarita Hernández, amplia o olhar para os espelhos culturais através dos personagens que encontram.

 

Noel Rosa, um Espírito Circulante

Quem nasce lá na Vila, nem sequer vacila! O documentário Noel Rosa, um Espírito Circulante busca decifrar curiosidades e histórias desse importante personagem da nossa cultura. Através da sua conhecida vida boêmia, da importância e relevância de muitas das suas mais de 200 canções até hoje, e da forte ligação que tinha com um famoso bairro da zona norte do Rio de Janeiro, o trabalho da diretora e roteirista Joana Nin nos leva para um encontro animado entre o antes e o depois.

 

Kasa Branca (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem e gente boa Dé (Big Jaum) que está passando por um momento delicado. Sua avó, a única parente de seu presente, está numa estrada sem volta com a doença de alzheimer e, precisando cuidar dela, as contas só acumulam. Morador de um bairro de Mesquita, Chatuba, no Rio de Janeiro, ele resolve enfrentar esse momento vivendo o máximo de experiências com ela, contando com a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim (Diego Francisco) e Martins (Ramon Francisco).

 

[Exclusivo] Confira o trailer de ‘Lamento’ – com Marco Ricca e Thaila Ayala, suspense foi sucesso internacional

Indicado a melhor filme estrangeiro no Festival de Burbank, na Califórnia, e vencedor do prêmio do Público de melhor filme no Festival Katra Film Series, em Nova York, o suspense dramático Lamento, estrelado por Marco Ricca e Thaila Ayala, divulga seu primeiro trailer, que o CinePOP traz com exclusividade para você. Lamento estreia nos cinemas no dia 26 de agosto. Confira abaixo.

Lamento é uma história psicológica que traz Marco Ricca vivendo o proprietário de um hotel que já viu seus dias de glória e muito luxo. Herdado por ele, agora o local não é mais o mesmo, abrigando o submundo e clientes duvidosos. Thaila Ayala vive uma prostituta que chega ao local, e simplesmente desaparece, levantando suspeitas de um possível crime.

Lamento marca a estreia na direção de Diego Lopes e Claudio Bitencourt. O filme foi selecionado para os Festivais de Nashville, Kansas e Cairo, e no Brasil passou pelo Festival de Brasília.

Vazaram cenas INÉDITAS de ‘Vingadores: Guerra Infinita’; Confira!

Cenas inéditas do filme ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ vazaram na internet. Confira:

Apesar de estar sem áudio e em baixa qualidade, dá para acompanhar algumas cenas rápidas com a Feiticeira Escarlate e o Homem-Aranha.

Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de Vingadores: Guerra Infinita. Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘One Day at a Time’: 3ª temporada ganha data de estreia

A Netflix finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘One Day at a Time‘ irá estrear! O terceiro ano será lançado na plataforma no dia 8 de fevereiro de 2019.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘The Good Place’: Elenco se reúne no cartaz da ÚLTIMA temporada

A 4ª (e última) temporada de ‘The Good Place‘ ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

A série foi criada por Michael Schur (‘Parks and Recreation‘).

Ao morrer, Eleanor é levada ao “bom lugar” por engano. Lá, ela se dá conta de que não foi uma boa pessoa durante a vida na Terra. Acreditando poder mudar seu comportamento, ela precisa descobrir o que significa ser uma boa pessoa (ou pelo menos, uma pessoa melhor). Em sua jornada, ela contará com a ajuda de Chidi, a alma gêmea da verdadeira Eleanor.

O elenco inclui Kristen Bell, Ted Danson, William Jackson Harper, Jameela Jamil, D’Arcy Carden e Manny Jacinto.

A temporada final irá estrear no dia 26 de setembro, na NBC. No Brasil, a série é exibida pela Netflix.

‘Ameaça Profunda’: Diretor revela easter egg de ‘Alien’ no filme; Confira!

Através do seu Twitter, o diretor William Eubank compartilhou um divertido easter egg de ‘Alien‘ no terror ‘Ameaça Profunda‘ (Underwater).

Em determinada cena, é possível ver o logo da empresa Weyland-Yutani Corporation no cinto do Capitão Lucien, personagem do Vincent Cassel. Para quem não sabe, essa empresa tem grande importância na franquia ‘Alien‘ e está por trás de diversos acontecimentos dos filmes.

Apesar de ter sido apenas uma referência aos fãs do gênero, não é divertido imaginar ‘Ameaça Profunda‘ e ‘Alien‘ se passando em um mesmo universo compartilhado?

Com um grande orçamento de US$ 80 milhões, o longa fracassou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 40.8 milhões mundialmente.

‘Clarice’: Série baseada em ‘O Silêncio dos Inocentes’ ganha novo teaser; Assista!

A CBS divulgou o novo teaser de ‘Clarice‘, série que focará na Clarice Starling e dará continuidade aos eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes‘.

Confira:

A produção irá estrear no dia 11 de fevereiro, na CBS.

O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.

A série será ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama irá se aprofundar na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.

Rebecca Breeds (‘Pretty Little Liars‘) estrela como a Clarice Starling. O elenco ainda conta com Kal PennNick Sandow, Michael Cudlitz Jayne AtkinsonShawn Doyle, Tim GuineeMarnee Carpenter.

‘Free Guy’ ultrapassa US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais

Free Guy: Assumindo o Controle‘, comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds (‘Deadpool’), continua surpreendendo nas bilheterias! O longa conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 101.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 174.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 276.5 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica com o astro Ryan Reynolds:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

Série derivada de ‘Supernatural’ ganha trailer LEGENDADO com as aventuras dos pais do Sam e do Dean

The Winchesters‘, série derivada de ‘Supernatural‘, teve seu trailer divulgado.

A série contará as aventuras dos pais do Sam e do Dean.

Confira, com as primeiras imagens oficiais:

A produção tem previsão de lançamento para 2023.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco.

Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

Mike Flanagan elogia TERROR perturbador que virou fenômeno nos EUA

Através do seu Twitter, o cineasta Mike Flanagan, conhecido pelos aclamados ‘A Maldição da Residência Hill‘ e ‘Doutor Sono‘, elogiou o terrorThe Outwaters‘, produção found footage no estilo ‘A Bruxa de Blair‘ que está fazendo sucesso nos EUA.

“Nossa, ‘The Outwaters’ é selvagem! É uma jornada em primeira pessoa direto ao inferno. É uma aventura de terror realmente cósmica. Parabéns para o [diretor] Robbie Banfitch e a todos os envolvidos,” declarou Flanagan.

Vale lembrar que o terror conquistou 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as cenas assustadoras da produção, além de elogiar o desfecho absolutamente insano e sangrento da história.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Algumas cenas são tão potentes e assustadoras que irão chocar os espectadores mesmo que eles ainda esperem por elas.” (Reverse Shot)

“Esse filme foi projetado para deixar os espectadores tensos e tem algumas cenas incrivelmente eficazes.” (RogerEbert.com)

“‘The Outwaters’ evoca uma atmosfera palpável que intensifica as cenas chocantes que ainda estão por vir.” (New York Times)

“Até chegarmos nas cenas realmente grotescas do ato final, eu quase desisti do filme. Não estou dizendo que o desfecho não é impactante – muito pelo contrário –, mas o desenvolvimento da história é cansativa.” (Third Coast Review)

“‘The Outwaters’ é assustador, grotesco e psicodélico. É uma experiência cinematográfica única.” (CBR)

“O subgênero found footage não é popularmente conhecido por apresentar visuais interessantes, mas ‘The Outwaters’ é realmente belíssimo.” (Boston Hassle)

“É um filme bem feito, que sabe aproveitar muito bem o próprio ambiente e apresenta um alto nível de violência.” (Movies and Munchies)

Infelizmente, o longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Robbie Banfitch.

Quatro amigos acampam no deserto com a intenção de gravar um vídeo musical. Apesar da viagem começar normal, a paz do grupo rapidamente é quebrada por causa de sons inexplicáveis, vibrações e o comportamento estranho dos animais. Então, tudo muda uma noite… o que acaba levando o quarteto em uma jornada traumatizante de terror.

O elenco ainda conta com Angela Basolis, Leslie Ann BanfitchRobbie Banfitch Scott Schamell.

‘O Homem dos Sonhos’: Comédia surreal da A24 com Nicolas Cage ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A California Filmes divulgou o trailer legendado de ‘O Homem dos Sonhos‘ (Dream Scenario), comédia surreal estrelada pelo Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.

Kristoffer Borgli (‘Sick of Myself’) é responsável pela direção e roteiro.

Um infeliz pai de família vê sua vida virada de cabeça para baixo quando milhões de estranhos de repente começam a vê-lo em seus sonhos. Quando suas aparições noturnas tomam um rumo de pesadelo, Paul é forçado a navegar em seu novo estrelato.

A produção fica a cargo de Ari Aster (‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’).

Para quem não sabe, a A24 é uma das companhias mais aclamadas do cinema atual, sendo responsável por sucessos como ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’, ‘Joias BrutaseO Farol‘.

Confira as imagens oficiais do spin-off de ‘Young Sheldon’ focado em Georgie e Mandy

A CBS divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Georgie & Mandy’s First Marriage‘, derivado de ‘Young Sheldon‘.

A produção será estrelada por Montana JordanEmily Osment, reprisando seus papéis da atração original.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

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A produção estreará oficialmente no dia 17 de outubro.

A trama irá acompanha o casal titular conforme cria sua jovem família no Texas e enfrenta os desafios da vida adulta, da paternidade e do casamento.

 

Chuck Lorre, Steven Molaro e Steve Holland serão responsáveis pelo novo derivado do universo de ‘The Big Bang Theory‘.

“De ‘Big Bang Theory’ até ‘Young Sheldon’, o universo da família Cooper tem sido muito especial para nós. Estamos ansiosos para continuar a história desses personagens através da perspectiva do Georgie e da Mandy,” declarou o trio em um comunicado oficial.

‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ ultrapassa US$ 450 milhões mundialmente

Em menos de três semanas, a sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$951.4M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$772.6M).

Nos EUA, a produção soma US$ 149.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 301.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$27.8M), Japão (US$23.4M), Coreia (US$20.5M), França (US$17.7M) e Índia (US$11.3M).

Além disso, o longa já soma US$ 69.1 milhões globalmente em IMAX.

Vale lembrar que ‘O Acerto Final‘ arrecadou sólidos US$ 204 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura da história da franquia.

Com 79% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.

O longa segue em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’ divide opiniões com 57% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 44 reviews publicadas até o momento, ‘A Noiva!‘, reboot do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘, dividiu a opinião dos críticos com 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Apesar de algumas ideias criativas, o consenso geral declara que o filme não funciona como um todo – tornando-se seu próprio Frankenstein, com conceitos que não se encaixam perfeitamente.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há um toque de ludicidade e uma verdadeira explosão de pensamento imaginativo, mas, lamentavelmente, Maggie Gyllenhaal acabou criando uma espécie de Frankenstein, mas suas ideias não se encaixaram perfeitamente para formar um belo cadáver.” (Independent UK)

“Embora existam imperfeições neste romance violento que desafia os gêneros, elas não diminuem a paixão lúcida da [diretora] Maggie Gyllenhaal, suas grandes ideias e ousadias demonstradas na tela.” (USA Today)

“A diretora claramente está se divertindo. Mas mesmo que a intenção fosse a paródia, isso ocorre às custas do propósito temático.” (San Francisco Chronicle)

“O filme nem sempre é bem-sucedido, mas é gratificante ver a Maggie Gyllenhaal se entregar neste modo de ‘vou tentar de tudo pelo menos uma vez’ – um direito raramente concedido às mulheres por trás das câmeras.” (RogerEbert.com)

“É um fracasso estrondoso para a atriz que se tornou diretora, Maggie Gyllenhaal, que, neste recente e chamativo reboot de Frankenstein, abandonou toda a integridade artística que demonstrou em sua impressionante estreia, ‘A Filha Perdida’.” (The Times UK)

“Algumas partes de ‘A Noiva!’ funcionam, mas, como um todo, o crítico em mim achou o filme confuso e irritante.” (Boston Globe)

“É como ‘Coringa 2’ estrelado por uma versão grunge dos ‘Os Monstros’, com pitadas de ‘Sid e Nancy – O Amor Mata’ e ‘Assassinos por Natureza’, em um filme sem ritmo.” (Variety)

O terror será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 6 de março.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

A nova versão traz Jessie Buckley no papel titular, enquanto Christian Bale dá vida ao Monstro de Frankenstein. O elenco ainda conta com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

Com ‘Logan’, franquia do Wolverine chega a US$ 1 bilhão mundialmente

A trilogia de filmes do Wolverine atingiu um marco histórico nesta semana, alcançando a marca de US$ 1 bilhão ao redor do mundo.

Com a bilheteria bombástica de ‘Logan’, a expectativa é que o valor cresça ainda mais, principalmente considerando que a estréia mundial da adaptação aconteceu há apenas uma semana atrás.

Segundo o site Deadline,Logan’ já faturou um total de US$ 263,5 milhões em todo o mundo.

A contabilização dos valores começa a partir de ‘X-Men Origens: Wolverine’, que na época de seu lançamento abocanhou US$ 373 milhões.

Já ‘Wolverine: Imortal’ encerrou sua bilheteria com um total de US$ 414 milhões em 2013.

‘Logan’ e os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’ 

Para ler nossa crítica completa, clique aqui!

CRÍTICA COM SPOILERS

CRÍTICA SEM SPOILERS

Confira prévia e fotos do novo clipe de Jay-z dirigido por Ava DuVernay

O novo clipe de Jay-Z, Family Feud, tem chamado muita atenção pelo teor revelador da letra e pela participação de inúmeras personalidades de Hollywood, como Michael B. Jordan, BeyoncéJessica Chastain, Thandie NewtonBrie Larson, Janet Mock, Niecy Nash, Mindy Kaling, Rosario Dawson, Susan Kelechi Watson, Rashida Jones, David Oyelowo, entre outros.

O material, dirigido pela cineasta indicada ao Oscar, Ava DuVernay, já está disponível na plataforma do rapper, Tidal,  e ganhou uma nova prévia divulgada no Youtube.

Vale ressaltar que apenas usuários do serviço musical de streaming podem conferir o clipe na íntegra por enquanto.

Confira o teaser, com as fotos:

‘Nasce Uma Estrela’: Lady Gaga divulga videoclipe da canção “Look What I Found”

O remake de Nasce Uma Estrela, protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooperjá conquistou a crítica especializada e a protagonista e cantora divulgou mais um vídeo de uma das canções da produção.

Desta vez, o público pode conferir na íntegra o clipe de “Look What I Found”.

Confira:

Crítica | Nasce Uma Estrela – Lady Gaga à caminho do Oscar em drama emocionante (Nota: 9.0)

O longa recebeu inúmeras reações positivas e conquistou ótimos 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com 140 críticas positivas e apenas 9 negativas.

Entre as principais avaliações, os críticos afirmam ser um dos melhores filmes do ano, elogiam a atuação e química do casal protagonista, além das canções de Lady GagaBradley Cooper.

Pelo consenso dos críticos,Nasce uma Estrela’ tem protagonistas atraentes, direção hábil e uma história de amor emocionante. É um remake feito corretamente – e um lembrete de que algumas histórias podem ser recontadas de maneiras ainda mais eficazes”. 

Confira algumas críticas:

Crítica | Nasce Uma Estrela – Lady Gaga à caminho do Oscar em drama emocionante (Nota: 9.0)

Entertainment Weekly:

Nasce Uma Estrela é menos uma história agora do que um mito – não tenta renascer, mas sim reformular o original, e passar para os cuidados da próxima geração.”.

The Wrap:

“Cooper e Lady Gaga são dinamites juntos; Está é uma história que vive e morre pela relação central e a química instantânea que deve florescer entre eles, e estes dois estão à todo vapor.”.

Revista TIME:

“Você vai embora sentindo algo por essas pessoas, indivíduos falhos que estão tentando manter seus pedaços juntos – ou tentando consertar as rachaduras daqueles que amam.”.

Variety:

“‘Nasce Uma Estrela é aquele filme lindo pelo qual sempre ansiamos, mas raramente conseguimos ver: um filme de Hollywood transcendente.”.

The Hollywood Reporter:

“Este é um conto épico de romance, a inebriante fama e a tragédia esmagadora, recontada para uma nova geração com coração e coragem.”.

Geoffrey Macnab:

“A diva pop Lady Gaga dá um desempenho perfeitamente meritório ao lado de Bradley Cooper (que também dirige o filme), mas isso ainda me parece um remake desnecessário.”

Us Weekly:

Nasce Uma Estrela tenta muito, muito difícil ser o filme mais emotivo de 2018. Não estou convencido de que vença nesse quesito, mas posso dizer que recebe o prêmio pelo melodrama mais histérico. Tome isso como um elogio.”

Jessica Kiang:

“Apresenta ótimas performances de todo o elenco, mas a estrela que realmente nasceu aqui é Bradley Cooper como diretor.”

Animou para assistir o filme? Confira nossa crítica em vídeo:

A Warner Bros. lança o filme por aqui dia 11 de Outubro, uma semana após a estreia norte-americana.

‘For All Mankind’: Joel Kinnaman é um astronauta em nova imagem da série da Apple TV+

A Apple vai se aventurar no espaço em uma de suas primeiras séries produzidas pelo seu novo serviço de streaming, Apple TV+. E a produção, intitulada ‘For All Mankind‘, ganhou uma nova imagem, que traz Joel Kinnaman em destaque.

Confira:



Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

For All Mankind‘ estreia no dia 01 de novembro de 2019.

‘Natal com Dolly Parton’: Dolly Parton é um anjo nas primeiras imagens do filme musical; Confira!

O vindouro filme musical da Netflix, ‘Natal com Dolly Parton‘ (Christmas on the Square) ganhou suas primeiras imagens oficiais.

Dentre as imagens divulgadas, vemos a emblemática artista como um anjo que veio para trazer reflexões profundas à Regina Fuller, um mulher rica e determinada a desalojar um grupo de moradores da sua antiga cidade natal.

Confira:

Confira o pôster oficial:

O filme é dirigido e coreografado por Debbie Allen e também traz no elenco Christina BaranskiJenifer LewisTreat WilliamsJeanine MasonJosh SegarraMary Lane HaskellMatthew JohnsonSelah Kimbro Jones.

Regina Fuller (Baranski), uma rica e esnobe mulher, retorna para sua pequena cidade natal pouco depois da morte do pai para despejar todos antes da temporada natalina. Depois de se encontrar com um anjo (Parton), um compilado de velhas histórias e um romance de outrora da comunidade local reacende o calor em seu coração.

Parton compôs nada menos que 14 músicas originais que integrarão o longa-metragem, incluindo “Christmas on the Square”, que fará parte do vindouro álbum A Holly Dolly Christmas.

Dolly Parton’s Christmas on the Square’ estreia no dia 22 de novembro.

 

‘Round 6’ perde seu domínio no TOP 10 da Netflix após mais de um mês em 1º lugar

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game) conquistou o mundo todo com sua sangrenta e reflexiva trama e após mais de um mês ocupando a 1ª posição no TOP 10 da Netflix Brasil, a série acabou perdendo o seu reinado no último sábado (16).

A produção caiu para o 2º lugar com a chegada da 3ª temporada da amada e polêmica série ‘Você‘, que teve a sua estreia no streaming na última sexta-feira (15).

Ainda assim, ‘Round 6‘ continua mantendo o seu vigor como a série mais vista na história da Netflix, superando grandes lançamentos recentes como a minissérie ‘MAID‘, que agora ocupa o 3º lugar no ranking – em virtude do aumento na procura por ‘Você‘.

O TOP 10 da Netflix Brasil ainda conta com mais uma série coreana. A recém-lançada ‘My Name‘ gradativamente está conquistando seu público e atualmente está na 6ª colocação no ranking.

Confira o TOP 10 atual de títulos mais vistos no streaming aqui no país:

Lembrando que em menos de um mês, ‘Round 6 passou ‘Bridgerton‘ e ‘The Witcher‘ e se tornou a série MAIS ASSISTIDA DA HISTÓRIA DA NETFLIX.

A gigante do streaming confirmou que a produção quebrou um recorde gigantesco e se tornou o título mais assistido de sua história – alcançando a impressionante marca de 111 milhões de lares.

Confira o TOP 10 das séries mais assistidas da Netflix:

1. Round 6 (111 milhões de contas)
2. Bridgerton (82 milhões de contas)
3. Lupin – Temporada 1 (76 milhões de contas)
4. The Witcher – Temporada 1 (76 milhões de contas)
5. Sex/Life – Temporada 1 (67 milhões de contas)
6. Stranger Things – Temporada 3 (67 milhões de contas)
7. La Casa de Papel – Parte 4 (65 milhões de contas)
8. A Máfia dos Tigres – Temporada 1 (64 milhões de contas)
9. O Gambito da Rainha (62 milhões de contas)
10. Sweet Tooth – Temporada 1 (60 milhões de contas)

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

‘Ghosts of Hiroshima’: James Cameron promete honrar vítima de Hiroshima com filme impactante sobre a Era Nuclear

James Cameron está determinado a realizar um de seus projetos mais sombrios e pessoais: ‘Ghosts of Hiroshima‘, adaptação do livro homônimo de Charles Pellegrino que será lançado em 15 de agosto, data que marca os 80 anos do ataque nuclear a Hiroshima.

Conhecido por suas superproduções como ‘Titanic‘ e ‘Avatar‘, Cameron revelou em entrevista ao Deadline que assumiu o compromisso em leito de morte com um dos últimos sobreviventes das explosões nucleares em Hiroshima e Nagasaki: levar às telas uma história que mostre os horrores vividos pelas vítimas, a partir de sua perspectiva — algo raramente abordado pelo cinema ocidental.

“Esse é um projeto que vou fazer porque prometi. Não é sobre orçamentos ou bilheteria. É sobre respeito, memória e verdade,” disse Cameron.

Diferente de ‘Oppenheimer‘, sucesso de bilheteria e crítica dirigido por Christopher Nolan que focou no criador da bomba, ‘Ghosts of Hiroshima‘ mostrará o impacto direto e humano das explosões, que deixaram mais de 250 mil mortos — muitos deles ao longo de décadas, devido aos efeitos da radiação.

O filme será produzido em paralelo à franquia ‘Avatar‘, com o próximo longa já marcado para 19 de dezembro. Cameron afirma estar pronto para continuar com os filmes de Pandora, mas sabe que o público pode se cansar. Para ele, essa nova obra representa algo diferente: um legado.

“’Avatar‘ é entretenimento com mensagem. ‘Ghosts of Hiroshima‘ é uma missão. Uma promessa.”

O livro de Charles Pellegrino, que servirá como base para o filme, é publicado pela Blackstone Publishing em parceria com a The Story Factory. O audiobook será narrado por Martin Sheen, reforçando o peso do material. Cameron destaca que a abordagem será crua e realista:

“Quero que o público entenda o que foi estar lá. Não como espectador da história, mas como alguém que sobreviveu — e carregou cicatrizes físicas e emocionais por uma vida inteira.”

Com o sucesso de ‘Oppenheimer‘ abrindo espaço para temas nucleares, Cameron acredita que o momento é ideal para retomar esse debate com honestidade e empatia. Ao focar nas vítimas japonesas, o diretor pretende desafiar o público e recontar a história com outro ponto de vista — e, segundo ele, com profundo respeito.

“É o tipo de filme que não fazemos por vaidade. Fazemos por obrigação.”

Ainda sem data de estreia, ‘Ghosts of Hiroshima‘ entra em produção após o lançamento de ‘Avatar 3‘. Cameron já iniciou o desenvolvimento visual e está reunindo equipe técnica e elenco para o longa. A expectativa é que seja filmado com o mesmo rigor técnico de suas superproduções — mas com o peso emocional de um registro histórico.

Se com ‘TitanicJames Cameron levou o público às profundezas do Atlântico, com ‘Ghosts of Hiroshima‘ ele parece pronto para nos levar ao epicentro da dor da humanidade. E cumprir uma promessa que, para ele, é mais importante que qualquer recorde de bilheteria.

‘The Batman’: Ben Affleck diz que ainda quer dirigir um filme solo do herói

Ben Affleck originalmente iria dirigir The Batman, novo filme solo do herói da DC, porém, por conflitos acabou se afastando da direção, que ficou por conta de Matt Reeves (Cloverfield). Agora, em uma entrevista ao Daily Sabah, o ator revelou que ainda sente vontade de dirigir um filme do Homem-Morcego.

“Para mim, é interessante e sempre avalio essas coisas conforme o mérito do material. Quero dirigir um filme do Batman e nunca tive um roteiro com o qual tenha ficado feliz, então eles estão começando do zero e escrevendo outro. Agora, acredito que existam diferentes possibilidades para o universo da DC e vou seguir os meus interesses. Sei que amo trabalhar com esse grupo de pessoas e foi uma verdadeira alegria fazer Liga da Justiça

Parece que a novela de quem será o possível novo Batman continua. De acordo com o site Radar Online, Jon Hamm, de ‘Mad Men’, quer substituir Ben Affleck no papel do herói.

O site afirma os atores já trabalharam juntos antes, que “Jon sabe que Ben enfrentou algumas críticas depois de Batman vs Superman e Liga da Justiça e, francamente, ele acha que é melhor para o trabalho. Isso é trabalho para ele, não é pessoal”.

Ainda de acordo com a fonte, Hamm estaria “tentando arduamente” ficar com o papel, apesar de Affleck não está fora oficialmente, mas a disputa está acontecendo. “Matt acha que Jon é charmoso e é um grande fã de Mad Men, então parece como uma boa transição para ele”

Vale ressaltar que tudo ainda se trata de um rumor.

O ator Joe Manganiello usou sua conta no Twitter para divulgar a primeira foto caracterizado com o uniforme do Exterminador.

A imagem pertence a última cena pós-créditos de Liga da Justiça, mas, esse visual deve permanecer para ‘The Batman, o filme solo do Homem-Morcego. Confira:

Novos rumores sobre The Batman sugerem que o novo filme solo do Morcego não será nem um reboot, nem um prequel.

De acordo com o site El Fanboy, o diretor Matt Reeves planeja dar continuidade aos eventos de Liga da Justiça usando um tom semelhante aos de filmes policiais. Circulam boatos também de que o diretor trabalha com os mitos do Batman como influência.

É importante informar que as informações ainda são tratadas como rumores, nada oficial foi declarado ainda, inclusive se Ben Affleck irá retornar como o herói.

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The Batman‘ começará a ser filmado durante o verão norte-americano de 2018, entre Junho e Setembro.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções, seguindo como protagonista (apesar de vários rumores alegarem que ele não viverá o herói no filme).

Seu roteiro era inspirado no filme ‘Vidas em Jogo‘ (The Game), suspense de David Fincher protagonizado por Michael Douglas em 1997.

O roteiro foi descartado e está sendo escrito por Matt Reeves, do ótimo ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘, que também assumirá a direção. Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas entre 2019 e 2020.

‘Sicario: Dia do Soldado’: Josh Brolin e Benicio Del Toro estrelam novo trailer da continuação

‘Sicario: Dia do Soldado, sequência do elogiado ‘Sicario: Terra de Ninguém, ganhou um novo trailer. Confira:

‘Sicario: Dia do Soldado será focado no misterioso personagem Alejandro (Del Toro), um militar peculiar e com ideias dúbias.

O roteirista Taylor Sheridan retorna para a sequência, e o diretor Denis Villeneuve está envolvido no projeto como produtor. Stefano Sollima (‘Suburra’) dirige.

Sicario: Terra de Ninguém’ se passa crescente fronteira sem lei entre os Estados Unidos e o México, e acompanha uma agente do FBI (Emily Blunt) que é exposta ao mundo brutal do tráfico internacional de drogas por membros de uma força-tarefa do governo (Josh Brolin, Benicio Del Toro) que a escalam em seu plano para derrotar o chefe de um cartel mexicano.

O original é estrelado por Emily Blunt, Benicio Del Toro, Josh Brolin, Victor Garber, Jon Bernthal, Daniel Kaluuya, Jeffrey Donovan, Raoul Trujillo e Julio Cesar Cedillo.

‘Sicario: Dia do Soldadoestreia nos EUA em 28 junho de 2018. Ainda sem data de estreia para o Brasil.


Hereditário X Midsommar | A carreira meteórica de Ari Aster

Ari Aster já desponta como um dos maiores nomes do terror da atualidade. Seu primeiro trabalho de destaque foi The Strange Thing About the Johnsons, um curta de 29 minutos, que fala sobre a paixão de um adolescente no auge hormonal pelo próprio pai. A película acompanha essa relação tensa até a vida adulta do menino e termina de forma chocante. E essa é uma de suas características principais: construir tensão.

A estranha família de ‘The Strange Thing About the Johnsons’ (2011)

Isso fica bem explícito no filme que o lançou ao estrelato: Hereditário (2018). A trama, também escrita por ele, acompanha as desventuras de uma disfuncional família moderna após a morte da pacata avó materna. Só que a senhorinha não era lá um bom exemplo de avó e acabou envolvendo toda sua prole (e agregados) em uma história macabra, com muitas esquisitices, loucura e satanismo. O longa foi um sucesso absoluto de crítica e muitos pediam uma indicação ao Oscar pela atuação visceral de Toni Collette. O próximo trabalho de Ari é Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, que chega aos cinemas na quinta (19/9), cercado de expectativas, mas já adianto que vai dividir opiniões.

Toni Collette em ‘Hereditário’ (2018)

Muitas das opiniões negativas vão vir por conta das expectativas geradas por outro filme na mesma pegada de Hereditário. Quem for esperando isso, provavelmente vai se decepcionar. Midsommar, apesar de também ser muito pesado, brinca com os conceitos de cultura e trata dos relacionamentos modernos. Então há momentos de divertimento, deslumbramento, violência gráfica e tensão. É um filme tenso, mas não chega nem perto da tensão de Hereditário. Na verdade, são filmes quase opostos.

O desenvolvimento da carreira de Ari Aster lembra bastante o de outro talentosíssimo diretor da atualidade: Damien Chazelle. Ele também começou com um curta bastante elogiado, depois emplacou Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014), que tinha um clima tenso contínuo, e seu segundo filme, La La Land: Cantando Estações (2016), mantinha sua assinatura de roteiro e direção, mas sofreu represália de alguns por não ter a mesma pegada do anterior. Assim como La La Land, Midsommar é um filme de abordagem diferente dentro do gênero que representa, neste caso, o terror.

O Romance de La La Land frustrou quem esperava a agressividade de Whiplash

No embate Hereditário X Midsommar, a maior diferença é a ambientação. Enquanto Hereditário é um filme que te enclausura na escuridão do ocultismo, Midsommar retrata o festival do Solstício de Verão Sueco, e faz sol 24h por dia. Podendo brincar com esse aspecto da iluminação, o diretor enche a tela de cores, proporcionando uma verdadeira viagem alucinógena. Se no filme de 2018 o clima era pesado o tempo todo, o humor e o divertimento ganham espaço no longa de 2019. Faz sentido, porque ele retrata uma viagem de amigos a estudo/ diversão a um lugar novo e “sexualmente interessante”, nas palavras do personagem de Will Pouter.  Por fim, enquanto Hereditário era um filme que debatia relações familiares e a distância entre pais e filhos, Midsommar coloca em pauta os relacionamentos amorosos e como eles tratam pessoas com problemas psicológicos, como depressão e narcisismo. Porém, se há uma coisa na qual os dois são parecidos é a capacidade de te cansar propositalmente. Enquanto Hereditário causa um esgotamento mental fortíssimo, Midsommar – muito por conta do clímax – consegue te cansar fisicamente. É frenético, incômodo e envolvente.

Enfim, é injusto julgar Midsommar pela ótica de Hereditário. Ambos são obras-primas do Terror e apostam em abordagens opostas para atingirem a primazia. São longas incríveis que merecem uma análise baseada exclusivamente no que se propõe a entregar e no que elas entregam mesmo.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite estreia em 19 de setembro de 2019.

Crítica | Carta ao Rei – Série da Netflix é uma Fantasia Medieval para jovens

A nova série juvenil da Netflix, ‘Carta ao Rei’, tem sido uma boa opção de entretenimento para crianças e jovens na faixa de 10 a 12 anos. Baseada no livro homônimo de Tonke Dragt, a trama é focada no jovem Tiuri (Amir Wilson), o típico herói que não se acha herói: não sabe lutar, não tem interesse em ser cavaleiro, quer dar orgulho pro pai mas só traz decepção, etc. Um dia, durante o treinamento para se tornar cavaleiro, um misterioso homem bate à porta e pede ajuda; Tirui vai atrás dele e um cavaleiro moribundo lhe entrega uma importante carta, que deve ser levada até a próxima lua-cheia ao Rei Favian (Yorick van Wageningen), ou, do contrário, algo terrível poderá acontecer entre os reinos de Unauwen e Dagonaut.

Como vocês podem ver, a série se baseia na clássica jornada do herói, com direito a atender o chamado, um mentor que direciona o herói, alguns percalços para desviá-lo do objetivo, etc. Tá tudo bem redondinho, seguindo o manual. Nesse sentido, o roteiro de William Davies (que também criou a série) realiza o passo a passo sem oferecer nenhuma ousadia. Por outro lado, ele é bem (beeeeeeeeeeeem) didático, com cenas e atuações tão engessadas, que geram incômodo. É exemplo disso as cenas de inserção de personagens ao longo dos episódios, que entram em cena se apresentando, dizendo suas origens e seus objetivos, para que fique claro ao espectador quem é bonzinho e quem é do mal.

Na mesma medida, o roteiro tem momentos que pedem boa vontade do espectador, porque são tão propositais para fazer o roteiro andar, que alguns nos fazem revirar os olhos, como por exemplo a cena em que Sir Fantamur (Omid Djalili) entra na casa em busca de Tiuri, que está escondido no armário; ele diz que vai revistar a casa, o pai de Tiuri se interpõe e é assassinado, e Sir Fantamur simplesmente vai embora, sem revistar a casa.

Para quem estiver curioso só pela história, ela se desenvolve apenas no 1º, no final do 3º episódio e a partir do meio do 5º – todo o resto é apenas um preenchimento de espaço. E exemplo dessa encheção de linguiça é a cena de beijo gay entre dois personagens, no final do 5º episódio, de maneira totalmente gratuita, sem construir nenhum afeto entre os dois.

Mas, é uma superprodução mesmo, com direito a tomadas aéreas, paisagens de tirar o fôlego, uma boa caracterização medieval e também traz nosso queridinho Andy Serkis, como o pai da jovem Lavinia (Ruby Ashbourne Serkis, que é, na vida real, filha do próprio Andy Serkis!). É uma série rápida, de apenas 6 episódios com cerca de 40 minutos, voltada ao público pré-adolescente e com uma história tão fechada, que sinceramente nem precisaria de uma 2ª temporada. Mas é uma dica interessante para manter os jovens entretidos em casa.

‘O Menino Que Queria Ser Rei’ ganha nova imagem; Confira!

O longa, ‘O Menino Que Queria Ser Rei‘, ganhou uma nova imagem divulgada pelo USA Today.

Confira:

Veja cartazes do filme:

O filme foi escrito e dirigido por Joe Cornish (‘Ataque ao Prédio‘).

Na trama, Alex acha que é um Zé Ninguém, até que ele se depara com a mítica espada Excalibur. Agora, ele deve unir seus amigos e inimigos em um bando de cavaleiros e, junto com o lendário mago Merlin, enfrentar a perversa e encantadora Morgana. Com o futuro em jogo, Alex deve se tornar o grande líder que ele nunca sonhou que poderia ser.

Rebecca Ferguson, Tom Taylor, Patrick Stewart, Rhianna Dorris, Dean Chaumoo e Louis Ashbourne Serkis estrelam.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de janeiro.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Site revela de que forma Steve Trevor voltará para a sequência

O site We Got This Covered revelou hoje, 17, de que modo o icônico personagem Steve Trevor (Chris Pine) irá retornar para a aguardada sequência de Mulher-Maravilha.

Segundo fontes próximas ao veículo, Maxwell Lord (Pedro Pascal) será o responsável pelo retorno de Trevor para a próxima aventura da protagonista-título, visto que, diferente dos quadrinhos, ele tem o poder de conceder qualquer desejo por um preço – o que nos leva a pensar que sua ressurreição é de grande necessidade para alguém. Nas versões adaptadas que antecedem o filme de Patty Jenkins, Lord tem a habilidade de manipular a mente dos outros.

Confira o primeiro cartaz oficial do longa:

Em entrevista ao Vulture, o produtor Charles Roven (‘Liga da Justiça’) afirmou que o filme NÃO é uma sequência de ‘Mulher-Maravilha‘ (2017), mas sim uma nova aventura.

“É um filme independente da mesma forma que os filmes de Indiana Jones ou Bond são, em vez de uma história contínua. Não queremos fazer muitas sequências.”, afirmou.

Jenkins já havia adiantado que ‘Mulher-Maravilha 1984′ será muito diferente do primeiro filme.

“Nós realmente estamos fazendo um filme totalmente diferente. Ainda vamos ter as coisas que amamos, mas é um filme completamente próprio. É uma aventura inteiramente nova, e eu não podia estar mais feliz em poder fazer parte disso”, revelou.

Mulher-Maravilha 1984′ teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020. Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Adoráveis Mulheres’: Filme de Greta Gerwig ganha novo pôster oficial; Confira!

O drama Adoráveis Mulheres ganhou mais um pôster oficial.

Confira, junto com o trailer:

Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.

A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.

O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée ChalametLaura DernBob OdenkirkChris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.

J.K. Rowling publica carta citando “cinco preocupações com o ativismo trans”

J.K. Rowling pode ser conhecida por uma das sagas infanto-juvenis mais icônicas dos últimos vinte anos, mas está ganhando as redes sociais por um motivo bastante condenável: transfobia.

Nos últimos dias, Rowling voltou a realizar comentários polêmicos sobre gênero e sexualidade, dizendo com todas as palavras que “se sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se sexo não é real, a realidade das mulheres é apagada. Eu conheço e amo as pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a habilidade de muitas pessoas poderem discutir sobre suas vidas. Não é ódio se eu digo a verdade. A ideia de que mulheres como eu, que foram empáticas com as pessoas trans por décadas, odeiam as pessoas trans porque elas acreditam que sexo é real é absurda.”

Não demorou muito para que várias pessoas começassem a se posicionar contra o tóxico comportamento da autora, incluindo os astros da franquia Harry Potter. Agora, em uma tentativa de se defender, Rowling publicou uma carta aberta em seu site oficial.

Confira abaixo a tradução na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

A atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

 

‘Jungleland’: Drama esportivo com Charlie Hunnam ganha trailer e cartaz OFICIAIS; Confira!

Paramount Pictures divulgou recentemente o trailer oficial de Jungleland, novo drama de boxe estrelado por Charlie HunnamJack O’Connell.

Assista:

Confira o cartaz:

O filme é dirigido por Max Winkler, que também assina o roteiro ao lado de David Branson Smith e Theodore B. Bressman.

Um boxeador de luta livre viaja através dos Estados Unidos com seu irmão para uma última luta.

Jessica BardenJonathan MajorsOwen BurkeFran Kranz e outros completam o elenco.

Jungleland estreia diretamente em VOD no dia 10 de novembro no mercado internacional, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Os 10 Melhores Papéis de Bryan Cranston

Bryan Cranston é um dos nomes mais prolíficos e conhecidos da indústria do entretenimento contemporânea e, hoje, 07 de março, o ator, produtor e roteirista e completa 65 anos de idade.

Para celebrar seu aniversário, o CinePOP separou uma breve lista com dez de seus melhores papéis, seja no cinema ou na televisão, em produções live-action ou como dublador.

Confira as nossas escolhas abaixo:

ROYAL SPACE FORCE: THE WINGS OF HONNEAMISE (1987)

Na versão em inglês do aclamado anime japonês ‘Royal Space Force’, Cranston dubla Matti. A história gira em torno do amigo de Matti, Shiro, um astronauta que entra para a Força Espacial Real e sofre uma crise de consciência ao descobrir que as ações da organização podem ocasionar uma guerra.

PEQUENA MISS SUNSHINE (2006)

O breve papel como o investidor de negócio Stan Grossman rendeu a Cranston uma aceitação do público gigantesca, principalmente pelo charme com o qual interpretou o personagem. A famosa comédia romântica também trouxe nomes como Abigial BreslinToni Collette.

BREAKING BAD (2008 – 2013)

Facilmente o personagem mais conhecido a ser interpretado por Cranston, Walter White é considerado por diversos críticos e especialistas como um dos melhores anti-heróis já criados na história da televisão e do cinema. A construção de um ex-professor que se transformou em um produtor de metanfetamina foi muito bem pensada e rendeu inúmeros prêmios ao ator – enquanto o sucesso da série deu origem a uma série spin-off e um filme-sequência.

BATMAN: ANO UM (2011)

Na aclamada animação ‘Batman: Ano Um’, Cranston dubla o icônico Comissário James Gordon, que luta contra a corrupção dentro da polícia de Gotham City. Elogiado por sua interpretação como o conhecido personagem, o ator acrescentou ainda um outro papel de extremo valor à sua extensa e vibrante carreira.

DRIVE (2011)

thriller Drive, estrelado por Ryan Gosling, foi lançado em 2011 e gira em torno de um operator de manobras de carros que consegue seus suprimentos de uma forma nada legalizada. Aqui, Cranston interpreta Shannon, dono de uma concessionária que arranja um trabalho para o personagem de Gosling – e, diferente de outros papéis criminais, ele é leal e enfrenta consequências catastróficas como resultado de suas ações.

ARCHER (2011)

A irreverente comédia animada trouxe Cranston como Tony Drake, um ambicioso astronauta cujo plano principal é colonizar Marte. O ator apareceu em apenas dois episódios da terceira temporada, intitulados “Space Race: Parte 1”“Space Race: Parte 2” – e, no final das contas, o vilanesco personagem é derrotado pelo protagonista titular.

ARGO (2012)

Dirigido por Ben AffleckArgo dramatiza a crise dos reféns do Irã e traz Cranston no papel do oficial Jack O’Donnell, da CIA. Para que sua missão de resgate dê certo, O’Donnell mistura drama, thriller e comédia em um único longa-metragem – e entrega cenas memoráveis que merecem ser conferidas.

SNEAKY PETE (2015)

Na série da Amazon Prime intitulada Sneaky Pete, Cranson não apenas deu vida ao gângster Vince, mas também co-criou a obra ao lado de David Shore. No começo da produção, Marius (Giovanni Ribisi) rouba a identidade de seu companheiro de cela, Pete, depois de ser liberado da prisão – uma escolha que o arrasta para um mundo completamente inesperado e o introduz à sua nova família e aos seus negócios com Vince.

ILHA DOS CACHORROS (2018)

Na aclamada animação em stop-motion do lendário realizador Wes Anderson, Cranston interpreta Chief, um cachorro de rua que vive numa ilha isolada e que ajuda um jovem garoto chamado Atari (Koyu Rankin) a encontrar o cãozinho perdido chamado Spots. Conhecido por ser um dublador, não é nenhuma surpresa que o ator tenha sido aclamado pela crítica por sua interpretação pungente e divertida.

EL CAMINO: A BREAKING BAD MOVIE (2019)

No aclamado longa-metragem inspirado na série Breaking Bad, Cranston não volta em papel protagonista, mas isso não importa: seu retorno como Walter White em flashback foi o suficiente para cativar o público. O personagem havia sido assassinado na produção original e tinha como parceiro o jovem Jesse (Aaron Paul).

‘Fast & Loose’: Netflix compra os direitos de exibição do novo thriller estrelado por Will Smith

De acordo com o Deadline, a Netflix fechou um grandioso acordo com a STXfilms e adquiriu os direitos de exibição mundial do vindouro thriller de ação ‘Fast & Loose’, estrelado por Will Smith.

David Leitch (‘Deadpool 2’) entra como diretor, com roteiro assinado por Jon HoeberErich Hoeber (dupla por trás de ‘Red – Aposentados e Perigosos’).

Smith dará vida a John Riley, um homem que acorda na cidade Tijuana depois de ter sido deixado para morrer com nenhum conhecimento de quem ele era.

À medida em que ele segue as pistas sobre sua identidade e o que aconteceu com sua memória, ele acaba descobrindo que vivia uma vida dupla: uma como um traficante de sucesso cercado de mulheres bonitas, carros e prestígio. E a outra como um agente da CIA infiltrado, sem mulher, família ou amigos, e com uma péssima remuneração.

Ao longo de suas descobertas, o maior dilema é que ele não sabe qual dessas é a sua verdadeira identidade.

Lembrando que Leitch também é conhecido por seu trabalho em Hobbs e Shaw, que arrecadou mais de US$750 milhões nas bilheterias mundiais. Ele também dirigiu a ação ‘Atômica’, com Charlize Theron, e ficou responsável pelo primeiro capítulo da franquia John Wick ao lado de Chad Stahelski.