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Mais um insider revela QUEM Henry Cavill vai interpretar em ‘Deadpool e Wolverine’… e é chocante!

‘Deadpool e Wolverine’, único filme de super-herói do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) em 2024, é um dos longas mais aguardados do ano.

Na última semana, um boato insano começou a circular sugerindo que Henry Cavill faria uma aparição especial em ‘Deadpool & Wolverine‘ como uma variante do Wolverine.

Já faz tempo que existem rumores de que o ex-Superman do DCEU assinou com a Marvel.

Após o rumor publicado pelo Giant Freakin Robot, o CanWeGetToast também “confirmou” que Cavill está de fato interpretando uma variante de Wolverine no próximo filme de Deadpool.

No entanto, se o ator britânico receber um papel coadjuvante decente para cravar os dentes, então poderá ser muito divertido.

henry cavill - Wolverine

É importante ressaltar que, até o momento, a informação não passa de rumor.  

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 25 de julho, e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que nós conhecemos

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Em aparição rara, Bruce Willis surge em fotos EMOCIONANTES ao lado das filhas

Tallulah e Scout Willis, as filhas de Bruce Willis e Demi Moore, postaram fotos ao lado do pai durante o Dia de Ação de Graças.

Willis foi diagnosticado com demência frontotemporal e aparece interagindo com as filhas.

 

Anteriormente, em uma entrevista ao Today Show, Emma Heming Willis, esposa do ator, abordou abertamente o diagnóstico de demência de seu marido, que levou ao encerramento de sua carreira.

Emma compartilhou a importância de entender a doença e de falar abertamente sobre ela com suas filhas, a fim de eliminar qualquer estigma associado ao diagnóstico.

Ela afirmou: “O mais importante foi podermos, para nós, dizer o que era a doença, explicar o que é, porque quando você sabe o que é a doença do ponto de vista médico, tudo faz sentido”. Emma enfatizou que deseja evitar qualquer vergonha ou estigma relacionado à doença do pai em suas filhas.

Emma também expressou sua gratidão pelo apoio e amor contínuo de Bruce, mesmo enquanto lida com a demência. Ela destacou a importância de focar na alegria da vida e seguir em frente, como uma forma de honrar o desejo de Bruce.

“É muito importante para mim tirar os olhos da dor e da tristeza para poder ver o que está acontecendo ao nosso redor. Bruce realmente gostaria que estivéssemos na alegria do que é. Ele realmente iria querer isso para mim e nossa família.”

A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados ​​pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Como Willis já vinha tratando a afasia e não obteve melhoras, isso indica uma progressão constante da deterioração futura.

Teaser dos X-Men de ‘Vingadores: Doutor Destino’ já está sendo exibido nos cinemas; Vaza o áudio do quarto teaser!

Temos certeza de que muitos fãs da Marvel já tiveram contato com a versão vazada do terceiro teaser trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ — uma cópia pirata de qualidade surpreendentemente razoável começou a circular pela internet nos últimos dias. Ainda assim, para quem deseja viver a experiência completa, com som potente e imagem em tela gigante, este é o momento ideal para correr ao cinema mais próximo.

Depois de ser exibido de forma limitada em alguns países da Europa no início da semana, o aguardado teaser focado nos X-Men passou a ser apresentado oficialmente nas salas da América do Norte, sendo exibido antes das sessões de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘. A estratégia reforça a decisão da Marvel Studios e da Disney de apostar fortemente na experiência cinematográfica, reservando conteúdos inéditos e altamente aguardados exclusivamente para as telonas — pelo menos neste primeiro momento.

O teaser em si é curto, mas carregado de impacto emocional e simbólico. A vinheta se inicia com uma narração poderosa de Magneto, novamente interpretado por Sir Ian McKellen, cuja voz grave dá o tom solene da prévia:

“A morte chega para todos nós, isso é tudo que sei com certeza. A questão não é se você está preparado para morrer, a questão é: quem você seria quando fechasse os olhos?”

Enquanto o discurso ecoa, as imagens começam a sugerir reconciliação, legado e escolhas finais. Um dos momentos mais comentados do teaser mostra Professor X (Sir Patrick Stewart) abraçando seu antigo inimigo, Magneto, em uma cena carregada de significado para os fãs dos X-Men. O encerramento é igualmente marcante: Ciclope (James Marsden) surge lançando uma poderosa rajada óptica em direção ao céu, em um plano que rapidamente se tornou um dos mais comentados nas redes sociais.

O resultado é simples de definir: épico. A prévia não apenas confirma o peso emocional do retorno dos mutantes ao MCU, como também estabelece um clima de despedida, sacrifício e confrontos definitivos. Diante disso, a pergunta inevitável surge: o quarto teaser conseguirá superar esse momento?

Embora ainda não exista confirmação oficial por parte da Marvel Studios, rumores indicam que o próximo trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ — também chamado informalmente de Doomsday por alguns insiders — deve mudar o foco narrativo. A expectativa é que a nova prévia concentre suas atenções no Quarteto Fantástico e em Wakanda, ampliando ainda mais o escopo do conflito.

Alguns supostos diálogos já começaram a circular online, embora seja importante tratar essas informações com cautela, já que parece cedo demais para vazamentos tão específicos. Segundo os rumores, a cena mostraria Reed Richards (interpretado por Pedro Pascal) buscando a ajuda de Shuri (Letitia Wright) para localizar seu filho, Franklin Richards, que teria sido levado pelo Doutor Destino ao final de ‘Quarteto Fantástico – Primeiros Passos‘.

O trecho de diálogo que circula entre fãs seria o seguinte:

“Dizem que nenhum problema neste mundo é incompreensível. No meu mundo, esse fardo era meu para carregar. Mas esgotei todas as soluções, e meu filho continua desaparecido. Precisamos da sua ajuda.”

Se confirmada, a cena indicaria um aprofundamento emocional significativo, colocando a família Richards no centro do conflito e reforçando Doutor Destino como uma ameaça não apenas cósmica, mas também profundamente pessoal.

Por enquanto, tudo permanece no campo dos rumores. O que já é certo, no entanto, é que ‘Vingadores: Doutor Destino‘ está sendo cuidadosamente construído como um verdadeiro evento cinematográfico, com teasers calculados, exibições exclusivas nos cinemas e uma escalada constante de expectativas. Para os fãs, resta aproveitar cada nova pista — de preferência, em uma sala escura, diante da tela gigante.

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Crítica | Mergulho – Ótimo drama protagonizado por atriz de ‘How to Get Away with Murder’ no Prime Video

O sonho e o pesadelo. Chegou quase desapercebido no catálogo da Prime Video esse impactante longa-metragem mexicano que nos mostra uma introspectiva e experiente atleta mexicana de saltos ornamentais e os seus fantasmas do passado que após uma revelação chocante voltam com mais força no presente. Baseado em fatos reais, o projeto constrói seu refletir em cima da personalidade de sua protagonista e os irreversíveis abalos psicológicos que a destroem lentamente. Mergulho é um filme angustiante e conta com uma atuação espetacular, na pele dessa difícil personagem, da atriz Karla Souza.

Na trama, conhecemos a veterana atleta Mariel (Karla Souza) que vem treinando muito forte para mais uma olimpíada, dessa vez em Athenas, na Grécia. Ela faz parte da equipe de saltos ornamentais do México e possui boas chances de medalha no tão competitivo campeonato. Só que às vésperas da competição, um escândalo envolvendo o treinador da equipe, que comanda as melhores saltadoras aquáticas do país há mais de duas décadas, e uma jovem revelação da modalidade acabam gerando lembranças terríveis do seu passado.

O roteiro apresenta um intenso olhar sobre a protagonista e o seu caminho rumo às angustias do passado. Há um trauma nítido, mas ele parece em um conflito constante com a verdade. Entra em um período de medo, de lembranças escondidas, de descontrole, que não envolvem somente a pressão de uma grande competição, há algo mais que vai sendo revelado aos poucos. Será que ela também foi vítima do treinador no passado?

O papel da família nessa história se apresenta em duas estradas. A da protagonista, que tem um envolvimento afetivo com o treinador e parece não reconhecer as barbaridades que o mesmo pratica. Tem a família da nova vítima, uma mãe desesperada, gritando por socorro só que quase sempre não ouvida. A veterana Mariel se vê em uma caminhada sobre escolhas e busca forças, mesmo chegando ao limite, para enfrentar as verdades que reaparecem.

Os 116 anos de Alfred Hitchcock

Na quinta-feira, 13 de Agosto, os fãs de cinema comemoram os 116 anos do nascimento do icônico cineasta Alfred Hitchcock.

Provavelmente meu diretor preferido, Hitch como era conhecido pelos amigos, faleceu em 1980, aos 80 anos de idade. Iniciando sua carreira em sua terra natal, a Inglaterra, Hitchcock mudou-se para a terra do cinema, Hollywood, onde entregaria suas obras mais famosas.

O cineasta que possui quase 70 títulos como diretor no currículo, foi para o seu tempo o que artistas como Steven Spielberg ou Christopher Nolan são para a atualidade: diretores que mesclam satisfatoriamente um cinema artístico de qualidade e conteúdo, com o cinema espetáculo de Hollywood. Um perfeccionista tanto no aspecto técnico quanto em seus roteiros, o mestre do suspense (como ficou conhecido) deixou um legado com verdadeiras obras-primas da sétima arte, como poucos fizeram. Em homenagem a esse grande mestre, vamos dar uma olhada em seis de suas obras, não as melhores, mas as que por último revi.

FESTIM DIABÓLICO (1948)

Embora a lista não seja dos meus filmes preferidos do mestre Hitch, ou medidos por nenhuma ordem, a não ser simplesmente pelo fato de que foram os últimos que assisti (das muitas vezes), “Festim Diabólico” facilmente entraria na minha lista dos filmes preferidos do diretor. Importante por diversos motivos, o filme não foi um sucesso na época de seu lançamento. Esse foi o primeiro filme do diretor a ser produzido em cores. Foi também a primeira parceria com o ator James Stewart, que viria a se tornar um de seus parceiros preferidos, ao lado de Grace Kelly e Cary Grant. O filme também marca a estreia da produtora de Alfred Hitchcock, a Transatlatinc Pictures (que não aguentaria o fracasso desse filme e do seguinte, “Sob o Signo de Capricórnio”, e fecharia as portas com apenas duas produções lançadas).

Baseado numa peça de teatro, a trama todos já conhecem. Dois jovens playboys de Manhattan, recém-saídos da faculdade, decidem matar um colega simplesmente pela adrenalina da coisa, e para provarem que conseguiriam escapar sem serem descobertos. E não apenas isso, os jovens macabros decidem dar uma festa de aniversário em homenagem ao sujeito, convidar seus amigos, parentes e inclusive sua namorada, e usar como mesa de jantar um baú com seu corpo desfalecido dentro. Os jovens matam seu companheiro com uma corda, daí o título original “Rope” ou “Corda”. Hitchcock faz o filme muito similar a uma peça de teatro, somente com um único cenário: o apartamento onde a festa está ocorrendo. Esse é um dos filmes mais marcantes da história a ser passar num único local (coisa que o cineasta repetiu em sua carreira apenas mais três vezes).

James Stewart interpreta um professor dos jovens que é o único inteligente o suficiente para começar a juntar certas peças, num verdadeiro jogo de gato e rato com os intelectuais e frios assassinos. Hitchcock não faz suspense sobre a identidade dos criminosos, ou sequer põe em dúvida se eles foram realmente os culpados, pois a primeira cena que abre a produção é justamente o assassinato. A jogada aqui é se os culpados serão pegos ou não. A cada cena desse eletrizante suspense o jogo se eleva, assim como a tensão. Outra jogada de mestre do diretor foi desejar filmar a obra de uma tacada só, sem cortes. Porém, como os rolos de filme não aguentavam tanto tempo, Hitchcock ludibriava seu público focando nas costas de algum personagem, ou em uma cadeira, para dar o fade out, trocar rapidamente o filme e continuar gravando.

A tensão é visível nos atores, já que as longas cenas eram feitas sem cortes, cada erro retrocederia a tomada e custaria milhares de dólares ao estúdio. Outro ponto presente que pode passar despercebido para muitos é a opção sexual implícita dos protagonistas, fato pelo qual os responsáveis pela censura quase suspenderam o filme. Muitos filmes como “Cálculo Mortal”, com Sandra Bullock, foram inspirados nessa obra do diretor.

 

PACTO SINISTRO (1951)

Ao contrário do filme acima, “Pacto Sinistro” se tornou um grande sucesso de público assustando ferozmente sua audiência. Nova parceria do diretor com o ator Farley Granger, cujos filmes mais conhecidos da carreira são os dois citados até agora na lista. Ao contrário de “Festim Diabólico”, Granger vive o herói aqui, o tenista Guy Haines, que cansado das traições da esposa, inicia um novo romance com a filha de um senador. O problema é que o famoso sujeito não tem paz, agora que sua esposa descobriu seu caso, resolveu não facilitar dando-lhe o divórcio. É então que surge num trem, como diz o título original “Strangers on a Train” ou “Estranhos em um Trem”, o lunático Bruno Antony, vivido por Robert Walker.

O sujeito reconhece o tenista e os dois começam a conversar. Em pouco tempo o psicótico propõe um verdadeiro “pacto sinistro” para o tenista: que ele mate seu pai, e em troca Antony mataria sua esposa, facilitando assim a vida dos dois. Dessa forma ninguém seria incriminado, já que tecnicamente não se conhecem e não teriam proximidade com os crimes. Essa trama é familiar? O motivo é que “Pacto Sinistro” também já foi muito satirizado e homenageado principalmente por filmes de comédia, sendo os mais famosos “Jogue a Mamãe do Trem”, de Danny DeVito, e o recente “Quero Matar o Meu Chefe” (2011), com Jennifer AnistonKevin Spacey e Colin Farrell. Aqui Hitchcock volta ao preto e branco para entregar um de seus grandes feitos.

Sua filha, Patricia Hitchcock possui um papel importante no filme, como a irmã mais nova da protagonista feminina, também filha do senador, e que servirá como tormento e isca para capturar o psicopata fora de controle. A atriz precisou fazer o teste de elenco como qualquer outro ator para trabalhar no projeto de seu pai. O ator Robert Walker, que vive o desequilibrado Bruno Antony ficou mais conhecido por viver galãs e heróis em sua carreira, por sua aparência jovial. Aqui, ele vive um dos mais elaborados e atraentes vilões da filmografia do grande diretor, o sujeito que simplesmente não aceita não como resposta, e que continuará aparecendo até que você ceda, ou trará à tona a lama que o homem comum de Granger está entranhado.

Um filme recente que aborda tal comportamento e relacionamento entre personagens é a comédia mal sucedida com Jim Carrey, “O Pentelho”. Algumas das cenas mais marcantes e icônicas dessa produção envolvem o assassinato da esposa do protagonista num parque de diversão, no qual tudo o que vemos de fato é o reflexo em seus óculos caídos, e o final apoteótico que envolve um carrossel em alta velocidade. A cena que foi realizada de verdade, e estranhamente não estava no roteiro. O filme foi baseado num livro de Patricia Highsmith, famosa por escrever os livros do personagem Tom Ripley (o mais famoso sendo “O Talentoso Ripley”). Uma triste curiosidade é que esse foi o último trabalho do ator Robert Walker, que vive o vilão do filme. O ator tirou a própria vida aos 32 anos por não conseguir superar a separação de sua então companheira Phylis Lee Isley, transformada em Jennifer Jones pelo novo marido, o mega empresário do cinema David O. Selznick.

 

JANELA INDISCRETA (1954)

Sentindo falta das famosas garotas de Hitchcock? Então que tal um filme estrelado pela maior delas, a musa Grace Kelly. Em seu segundo trabalho com o diretor (no mesmo ano), Kelly vive a companheira de James Stewart (outro grande favorito do diretor) no filme. Durante as filmagens de “Disque M para Matar”, Hitchcock vivia mencionando para sua musa estar muito empolgado com um próximo projeto. Assim, terminaram o filme em que estavam trabalhando sem perder tempo, para logo em seguida adaptar o conto “It Had to be Murder”. Na trama de um dos filmes mais lembrados do diretor, Stewart vive um fotógrafo aventureiro e de espírito livre da revista Time. Após um acidente ele fica com a perna quebrada, e paralisado em seu apartamento, numa cadeira de rodas por semanas.

Tudo o que lhe resta é espionar os vizinhos de um condomínio em frente, de sua janela traseira (daí o título original). Ele recebe visitas de sua enfermeira (vivida por Thelma Ritter), e como vemos numa cena esplêndida de primeira aparição, de sua namorada, uma dama da alta sociedade, vivida por uma das mais belas atrizes que Hollywood já viu, a eterna musa Grace Kelly. O protagonista acredita que seus estilos de vida bem diferentes será sempre um problema, mas tudo o que a bela dama deseja é se casar. É reportado que Kelly abriu mão do filme “Sindicato de Ladrões”, com Marlon Brando, para trabalhar em “Janela Indiscreta” com Hitchcock. A atriz Eva Marie Saint levou o Oscar de coadjuvante pelo filme, mas Kelly levou como atriz principal no mesmo ano por “Amar é Sofrer”.

Hitchcock adorava Kelly, ela era sua musa definitiva, e extremamente profissional aos 24 anos de idade. “Janela Indiscreta” também marca o início da parceria de Hitch com a Paramount, e uma liberdade criativa maior, que o produtor David O. Selznick (que financiava a maioria de suas produções anteriores) não lhe dava. Para o filme, o maior set foi criado até então pelo estúdio, com diversos apartamentos e aquela grande e icônica fachada, tudo sendo completamente funcional. O diretor dava as ordens do apartamento do protagonista, para todos os atores do outro lado, com fones no ouvido. Essa é uma história que pode ser considerada simples para os padrões de hoje, mas que gira com a precisão de um relógio, em torno da suspeita de assassinato de uma vizinha por seu próprio marido. A clara homenagem atual é do suspense juvenil “Paranoia” (2007), com Shia LaBeouf.

 

LADRÃO DE CASACA (1955)

Mais uma vez um filme importante por diversos motivos na filmografia do mestre, constando na lista. Se achando velho demais, e deixando a concorrência de novos atores passaram à frente (gente como Marlon Brando), Cary Grant estava semi-aposentado quando Hitchcock conseguiu convencê-lo a voltar a atuar para esse filme. Também baseado num livro, Grant, aos 50 anos de idade, interpreta um ex-ladrão profissional conhecido como O Gato. O sujeito sai da aposentadoria quando outro criminoso começa a realizar roubos sob sua alcunha. O filme é passado na Riviera Francesa, tornando a produção o local mais belo de qualquer filme do mestre do suspense. A obra soa como uma viagem de férias que qualquer um de nós desejaríamos.

O filme também marca a última parceria com a musa Grace Kelly, que se tornava a princesa de Mônaco após o casamento com o príncipe Rainier. Com uma aposentadoria precoce aos 26 anos de idade, Kelly tem poucos, mas marcantes, trabalhos no cinema. O suficiente para garantir-lhe o título de uma das grandes musas de Hollywood.  Esse é um dos filmes mais descontraídos e bem humorados de Hitchcock. Infelizmente a musa Grace Kelly viria a falecer pouco tempo depois de seu grande amigo (que ficou muito desapontado com sua aposentadoria), em 1982, aos 52 anos de idade, num acidente de carro passado no mesmo local em que aparece dirigindo descontroladamente no filme.

 

INTRIGA INTERNACIONAL (1959)

Provavelmente o mais icônico filme de espionagem dirigido por Hitchcock, que usou o tema mais do que outro em sua filmografia. É dito também que “Intriga Internacional” inspirou os filmes de espiões como os conhecemos hoje, em especial a série de “007”, com seus vilões charmosos e elegantes, cenas de ação eletrizantes e femme fatales. Nova parceria com o ator Cary Grant, que aqui vive o sujeito errado na hora errada, no mais chamativo dos filmes sobre o tema do diretor. A bela Eva Marie Saint vive uma personagem dúbia no filme, e sua relação com Hitch era dita ser ótima. Mesmo assim essa foi a única vez em que trabalharam juntos. Saint ainda está viva, e foi Martha Kent no filme de Bryan Singer, “Superman – O Retorno” (2006). Uma curiosidade é que esse foi o único filme bancado pela MGM da carreira do diretor. O fato aconteceu enquanto ainda estava sob contrato com a Paramount, que permitiu o ocorrido, mas logo em seguida forçava o cineasta a produzir uma obra nos mesmos moldes desse, que é um de seus maiores sucessos financeiros.

 

CORTINA RASGADA (1966)

Produção extremamente problemática, e uma das últimas da carreira de Hitchcock. O filme tem como pano de fundo o muito presente (na época) medo da Guerra Fria. Paul Newman interpreta um cientista americano, que após ter suas pesquisas terminadas pelo governo americano, se alia ao governo russo. Julie Andrews interpreta sua noiva, surpresa com a traição do companheiro. O estúdio, com medo dos constantes fracassos que vinham ocorrendo com os últimos filmes do cineasta, impôs que trabalhasse com nomes muito famosos (Newman e Andrews) para chamar a atenção e render boa bilheteria. Mas não foi o caso. O ator do método Paul Newman não aceitava todas as ordens de Hitch, tendo ele mesmo muitas dúvidas sobre o roteiro e sugestões.

Os dois não tiveram o melhor dos relacionamentos, coisa que se arrependeram depois, mas tudo era movido em relação ao projeto errado. Longo demais, o filme se arrasta em diversos trechos, mesmo assim ainda deixando espaço para a cena clássica do assassinato de um capanga russo numa casa de fazenda. Newman ao lado de uma fazendeira, penam para conseguir dar fim ao truculento agente russo. O que o diretor quis apontar nessa cena foi o fato de como é difícil realmente matar alguém. Já que era essa a tentativa de realizar mais um thriller de espionagem, o cineasta o fez mais sombrio e realístico do que as aventuras divertidas de personagens como James Bond. Julie Andrews, recém-saída de sucessos como “Mary Poppins” e “A Noviça Rebelde”, possui uma grande presença nas telas, mas devido a seu estrelato, a produção teve que girar muito em torno dela e de seus horários, fazendo o diretor se desesperar. No final das contas, “Cortina Rasgada” se tornou um dos menos memoráveis e subestimados filmes de uma lenda do cinema.

10 Filmes Recentes que Você Nem Sabia que Tinham Sido Lançados!

Muito se fala sobre a magia do cinema. E ela pode ter diversos significados para cada pessoa. Um dos aspectos mais interessantes, no entanto, é o poder de certos filmes em se tornarem lendas de nossos tempos, resistindo muito ao passar dos anos, apresentados de geração para geração, sendo abraçados por grande parte do público. Veja por exemplo o caso de ícones como Cantando na Chuva, Casablanca e O Mágico de Oz. Ou no caso de produções um pouco mais recentes, que tal alguns dos primeiros blockbusters de todos os tempos, Tubarão, Star Wars e De Volta para o Futuro. Esses fenômenos de aceitação continuam acontecendo, é só olhar para os filmes de Christopher Nolan e Quentin Tarantino. Em 2022 tivemos casos de filmes que foram verdadeiros tsunamis também, vide o novo Batman e Top Gun: Maverick.

Mas para tudo existe uma contraparte, e se certos filmes conseguem ganhar uma fama absurda, chegando até mesmo aos não adeptos do cinema e fazendo parte da cultura pop, mesmo para os que não assistiram ao filme, existe também o caso oposto. Filmes que apesar do imenso talento envolvido, seja um diretor renomado ou alguns dos maiores atores da atualidade, terminam passando tão em branco que se tornam obscuros até mesmo para cinéfilos mais experientes. É deste segundo caso, que não deixa de ser um fenômeno igual, que iremos adereçar aqui nessa nova matéria. Confira abaixo dez filmes recentes que você nem sabia que tinha sido lançados.

Lila & Eve – Unidas Pela Vingança

A rainha Viola Davis está arrebentando atualmente em cartaz no sucesso A Mulher Rei – que já desperta falatório de possíveis prêmios, em especial para a atuação da protagonista e pode vir a render uma nova indicação ao Oscar para a estrela. Imagina se algum filme pudesse juntar o talento de Davis com o da musa Jennifer Lopez, realizando um dueto único nas telas? Bem, nem precisa imaginar mais, porque esse encontro de fato ocorreu e muitos sequer tomaram conhecimento. Foi há sete anos, neste thriller que é uma espécie de Desejo de Matar (1974) com uma dupla feminina.

Renascida do Inferno

Outra atriz que está no auge de sua popularidade atualmente, seja por ter assinado a direção do thriller de prestígio Não se Preocupe, Querida – ou toda a controvérsia ao redor dos bastidores do filme -, Olivia Wilde já está nessa estrada artística há muitos anos. Hoje, o nome da jovem atriz e cineasta é bastante badalado, mas também há sete anos ela lançava um projeto de terror de alto conceito que passou batido pela maioria. Wilde estrelava como uma cientista de uma equipe que inadvertidamente abre um portal para o inferno e termina possuída.

Sem Retorno

O nome do astro Ryan Reynolds é um dos mais quentes na atualidade para superproduções de ação. Apenas em anos recentes, o ator protagonizou projetos como Esquadrão 6, Alerta Vermelho, Free Guy, O Projeto Adam e Dupla Explosiva (e sua sequência). É indiscutível que sua sorte mudou mesmo quando conseguiu se redimir, através de seu próprio esforço, ao tirar do papel o filme Deadpool como deveria – que igualmente já rendeu uma continuação e uma terceira parte está sendo produzida agora no MCU. Antes desse divisor de águas, porém, Reynolds protagonizou esse thriller de ação e ficção científica do diretor Tarsem Singh, sobre um milionário moribundo que através de um experimento revolucionário transfere sua consciência para um corpo mais jovem e saudável – o de Reynolds. Você conhecia?

Lugares Escuros

A esta altura ninguém tem qualquer dúvida sobre o starpower de Charlize Theron, uma das estrelas mais poderosas de Hollywood. Produtora, vencedora do Oscar, badalada em filmes prestigiados e grandes blockbusters, tudo o que falta mesmo para ela é assumir a direção de um longa. Nos últimos tempos, Charlize parece estar em todos os lugares ao mesmo tempo: seja dublando duas vezes Morticia nas animações da Família Addams, seja em participações na Marvel (em Doutor Estranho 2) e na série de sucesso The Boys, ou seja em filmes da franquia Velozes e Furiosos (na qual atualmente grava sua terceira participação). Em breve lançará também as sequências de Old Guard e Atômica. Mas olhando para um passado recente, de menos de dez anos atrás, a união com a autora Gillian Flynn (Garota Exemplar) parecia ser a certeza de um suspense único e memorável. Não foi bem assim. Afinal, você já tinha ouvido falar de Lugares Escuros?

Regressão

Continuamos pelos thrillers gélidos que contém em seu elenco alguns dos rostos mais famosos de Hollywood. Aqui, o tópico da vez é a jovem estrela Emma Watson, a eterna Hermione da franquia Harry Potter. A atriz fez sua estreia nas telas no primeiro filme da série, selecionada a dedo para o papel feminino protagonista ainda menininha. Desde então, tentava pelas beiradas se estabelecer em outros papeis, afinal Harry Potter não duraria para sempre. Assim, logo após o fim da saga, Watson tratou de emplacar em sucessos como: As Vantagens de Ser Invisível, Bling Ring – A Gangue de Hollywood, Noé, o recente Adoráveis Mulheres e, principalmente, no blockbuster A Bela e a Fera. Mas a tentativa da atriz em um suspense meio terror não seria, digamos, muito feliz. Isso porque poucos ficaram sabendo do lançamento de Regressão, escrito e dirigido pelo chileno Alejandro Amenábar – de Preso na Escuridão e Os Outros -, o qual atuou ao lado de Ethan Hawke.

O Bom Dinossauro

A Disney hoje é um estúdio colosso, que engloba propriedades bilionárias como por exemplo a Marvel, a LucasFilm (franquias como Star Wars e Indiana Jones, por exemplo), além de todo o acervo da extinta 20th Century Fox. Antes disso tudo, o estúdio era conhecido por suas animações, verdadeiros marcos da sétima arte, que sempre se tornavam ícones culturais, desde que Branca de Neve e os Sete Anões foi lançado lá em 1937. Ou seja, não é comum que a Disney lance um filme em animação que passe tão em branco que não caia no conhecimento geral. É raro, mas acontece. Foi justamente o caso com este O Bom Dinossauro, provavelmente um dos filmes mais esquecidos e obscuros da parceria Disney / Pixar.

Evereste

Um filme baseado em eventos reais trágicos, de uma magnitude digna de uma superprodução, bancada por um grande estúdio (a Universal Pictures) e um dos elencos mais renomados da década passada, era para ter sido um dos longas mais badalados e famosos dos últimos anos, um verdadeiro rolo compressor. Mas o desastre de uma equipe de escaladores no topo do Evereste ocorrido em 1996, dirigido pelo mesmo cineasta islandês de Vidas à Deriva e o recente A Fera (atualmente em cartaz), resultou num blockbuster de mais de US$55 milhões de orçamento mais rapidamente esquecido dos últimos tempos. Nem mesmo os talentos de gente como Jake Gyllenhaal, Josh Brolin, Keira Knightley, Sam Worthington, Jason Clarke, Robin Wright, Vanessa Kirby e Emily Watson foi o suficiente.

Jem e as Hologramas

Quando pensamos em desenhos animados que marcaram toda uma geração da década de 1980, os que vêm logo à mente são He-Man, Caverna do Dragão, Thundercats e As Tartarugas Ninja. Para as meninas, além de She-Ra, em um aspecto menos conhecido existia Jem e as Hologramas. Criado por Christy Marx, o desenho falava sobre um grupo de amigas colegiais que secretamente faziam sucesso numa banda de pop rock fenômeno sem que ninguém as reconhecesse. Era o princípio das identidades secretas dos super-heróis, aqui aplicada ao mundo do entretenimento. O desenho se tornou cult e fez certo sucesso, durante 1985 até 1988. Mas trinta anos depois, quando quase ninguém lembrava mais dele, foi quando decidiram fazer sua versão para o cinema de carne e osso. Resultado: você soube?

A Origem do Dragão

Esse talvez seja desconhecido até mesmo para os maiores fãs do lendário lutador e ator Bruce Lee. Quando pensamos em Lee lembramos logo de seus maiores trabalhos no cinema, em especial Operação Dragão (1973). E quando falamos na biografia do astro no cinema, a que se destaca ainda hoje é Dragão – A História de Bruce Lee, lançada exatos vinte anos depois de seu citado grande trabalho. Essa permanece como a biografia definitiva de Lee nas telas, mas o que muitos podem não saber é que um novo projeto do tipo, contando parte de sua trajetória nos anos 1960, e usando a estética semelhante a dos filmes do ator, foi lançado. Em especial, o longa, que completa seis anos em 2022, narra o duelo lendário e controverso entre um jovem Bruce Lee e o mestre do kung fu Wong Jack Man. Você já tinha ouvido falar?

Bruxa de Blair

Em Hollywood é quase impossível um filme fazer tremendo sucesso e se tornar febre sem que os produtores almejem fazer dele uma franquia e continuar sua história. Mesmo que o filme em questão não peça uma sequência. Ainda mais quando tal produção faz parte de um gênero específico e mais comercial, como digamos, o terror. Tente fazer esse exercício e pensar em um filme de terror de muito sucesso que não tenha gerado uma continuação. Com o fenômeno A Bruxa de Blair (1999), pioneiro no subgênero do found footage moderno ocorreu justamente isso. Poderia ter parado no filme original, mas logo no ano seguinte os produtores tratam de lançar a atrocidade conhecida como A Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras (2000), que nem de longe lembrava o original. Esse entrou para a história como um dos piores de todos os tempos. Porém, mais insignificante ainda foi a tentativa de um reboot há exatos seis anos, que muitos sequer ouviram falar e que tentou reviver sem sucesso o estilo found footage. A desgraça foi tanta que hoje o filme tem até mesmo outro título: A Maldição de Blackhills – Bruxa de Blair 3.

Protagonistas de ‘MegaTubarão’ falam sobre as dificuldades das filmagens; Saiba mais!

Apesar do terror ‘MegaTubarão‘ parecer muito divertido, o mesmo não pode ser dito sobre as suas filmagens. Segundo os astros do filme, Jason Statham Li Bingbing, foi uma experiência muito difícil.

Segundo o China.Org,“Jason Statham disse que ‘MegaTubarão’ foi provavelmente o filme mais desafiante que ele já trabalhou. Ele falou que era muito difícil de filmar embaixo d’água porque era preciso muita força física, resistência e paciência.”

Bingbing revelou que houve um momento que pensou que morreria:

“Eu sempre tive medo de água, mas uma das minhas cenas teria que me colocar em uma gaiola cinco ou seis metros abaixo da água, e eu tive que segurar minhas respiração por um longo tempo. Nós tivemos que refilmar a cena várias vezes, e eu senti que iria morrer.”

Ela acrescenta, “Quando eles me tiraram da água, o diretor veio me cumprimentar, mas eu estava muito fraca para falar, então ele começou a temer que eu estivesse muito perto da morte.”

MegaTubarão‘ ainda nem estreou nos cinemas, mas a possibilidade da produção ganhar uma sequência é genuína. No entanto, tudo depende do feeedback do público. A observação foi feita pelo astro Jason Statham, em uma entrevista a EW.

Na ocasião, ele foi bem direto, ao afirmar que qualquer estúdio quer fazer mais dinheiro e que o retorno da audiência nos cinemas é o que ditará a existência ou não de uma continuação.

Disse:

“Nos dias de hoje, isso funciona como em todas as demais áreas. Se faz dinheiro, existe obviamente um apetite para fazer ainda mais dinheiro. E se a produção não for bem, eles rapidamente varrem ela para debaixo do tapete. É assim que Hollywood funciona. Todo mundo tenta fazer um filme bom, mas no final das contas, está nas mãos da audiência. O público é quem realmente decide; Cabe a eles decidir se algo terá uma sequência ou não”.

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi BingbingCliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

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‘MegaTubarão’: Vídeo hilário mostra como o filme deveria ter terminado; Assista!

O divertido ‘MegaTubarão‘ ganhou um vídeo divertido, mostrando como o filme deveria ter terminado.

Confira:

Recentemente, foi confirmado que a sequência de ‘MegaTubarão‘ já está em desenvolvimento!

Em uma declaração, a produtora Gravity afirmou: “Ainda está nos estágios iniciais, mas estamos trabalhando em uma sequência. Estamos tentando manter em segredo por enquanto.”

No entanto, a Warner Bros. ainda não deu o sinal verde para uma continuação.

Sucesso ao redor do mundo, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530 milhões globalmente.

Assista nossa crítica em vídeo:

‘Supernatural’: Irmãos Winchester se preparam para a batalha final em novo trailer

A CW divulgou o trailer dos próximos episódios da 15ª (e última) temporada de ‘Supernatural‘.

Assista:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘The Brides’: Série sobre as noivas do Drácula é engavetada pela ABC

De acordo com o TVLine, a série ‘The Brides‘, que focaria nas noivas do Drácula, não teve o seu piloto aprovado pela ABC e o projeto foi engavetado.

A produção seria estrelada por Gina Torres (‘Suits’), Katherine Reis (‘Claws’) e Erin Richards (‘Gotham’) como as noivas do icônico vampiro, enquanto a trama iria desenvolver como elas mantêm suas riquezas, prestígio e sua família nada tradicional.

Vale lembrar que a ABC também não aprovou o piloto da sequência de ‘Revenge‘, além de também ter descartado o drama ‘thirtysomething‘, que seria estrelado por Chris Wood e Odette Annable.

O Drácula seria interpretado por Goran Visnjic.

A história teria elementos do romance original de Bram Stoker e foi desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), com Maggie Kiley dirigindo a iteração.

A trama é uma sexy e contemporânea reimaginação da saga do Drácula como um drama familiar com um trio de poderosas e diversificadas protagonistas femininas. Com fortes elementos de terror, a história será sobre empoderamento, mulheres imortais e as coisas que elas fazem para manterem seu legado – e sua família não tradicional.

As personagens foram destaques no filme ‘As Noivas do Vampiro‘, lançado em 1960, e, mais recentemente, em ‘Van Helsing: O Caçador de Monstros‘, em 2004.

‘Outlander’ é renovada para a 7ª temporada

De acordo com o TVLine, o canal Starz renovou a série ‘Outlander‘ para a 7ª temporada.

Com 12 episódios encomendados, o sétimo ciclo irá adaptar o romance ‘Ecos do Futuro‘, sétimo livro da saga escrita por Diana Gabaldon.

“Nós estamos muito animados que o canal Starz nos deu a oportunidade de continuar nossa jornada épica,” afirmou o showrunner Matt Roberts. “Nós mal podemos esperar para começarmos a desenvolver o próximo ciclo e dar aos fãs uma nova temporada espetacular.”

Vale lembrar que, após diversos atrasos provocados pela pandemia de COVID, as filmagens da sexta temporada estão acontecendo atualmente na Escócia.

Baseado nos livros de Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743. O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

‘Cena do Crime’: Documentário criminal é renovado para mais TRÊS temporadas pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente a série documental ‘Cena do Crime‘ para mais TRÊS temporadas.

“Nós sempre vimos o potencial de ‘Cena do Crime’ se tornar uma série criminal antológica sobre certas locações onde crimes foram cometidos,” afirmou o serviço de streaming em declaração oficial. “Agora, estamos animados em anunciar mais três temporadas para essa produção – cada uma focando em uma nova locação com um passado sombrio.”

A primeira temporada, intitulada ‘Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil‘, que focou na misteriosa morte da estudante canadense Elisa Lam, fez um grande sucesso no serviço de streaming – sendo assistida por mais de 45 milhões de assinantes durante as quatro primeiras semanas.

A 2ª temporada, intitulada ‘Cena do Crime: O Assassino da Time Square‘, será lançada na plataforma no dia 29 de dezembro.

O próximo ciclo irá examinar como o perigo e a depravação da cidade de Nova York nos anos 70-80 tornaram possível que um homem cometesse – e quase saísse impune – atos inimagináveis em uma área quase sem lei, cercada com drogas e prostituição. Os episódios irão focar nas forças sociais e no sistema que permitiram que esses crimes terríveis não fossem notados por um longo tempo.

‘Resident Alien’ é renovada para a 3ª temporada

O SyFy renovou oficialmente a série ‘Resident Alien‘, estrelada por Alan Tudyk, para a 3ª temporada.

Vale lembrar que a segunda metade do segundo ciclo retornará no dia 10 de agosto.

Após Asta salvar a vida do Harry, eles terão que lidar com as consequências emocionais daquela noite enquanto procuram pelo bebê alienígena – uma busca que irá trazer revelações chocantes para ambos.

Confira o trailer:

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

CinemaCon 2023 | ‘Transformers One’: Paramount confirma longa animado com Chris Hemsworth e Scarlett Johansson

Durante o painel no CinemaCon 2023, a Paramount Pictures anunciou o longa animado ‘Transformers One‘, que servirá como uma pré-sequência sobre a épica rivalidade entre os Autobots e Decepticons.

Chris Hemsworth, Brian Tyree Henry e Scarlett Johansson serão os protagonistas. Eles irão dublar o jovem Optimus Prime, Megatron e Elita, respectivamente.

A produção ainda contará com as vozes de Keegan-Michael Key como Bumblebee, Jon Hamm como Sentinel Prime e Laurence Fishburne como Alpha Trion.

Josh Cooley (‘Toy Story 4’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari.

Transformers One‘ está programado para estrear no dia 19 de julho de 2024.

Vale lembrar que a saga retornará às telonas com ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, sétimo filme da franquia. Com Anthony Ramos (Nasce Uma Estrela e Hamilton) e Dominique Fishback (Enxame, Judas e o Messias Negro) nos papéis principais, o elenco ainda conta com grandes nomes na dublagem original como Michelle Yeoh, Pete Davidson, Peter Dinklage e Michaela Jae Rodriguez.

Baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público a uma aventura global com os Autobots em 1994. O filme apresentará a batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons aos Maximals, nova geração de Transformer.

Confira o trailer:

 

 

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers.

O filme é dirigido por Steven Caple Jr.

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos. 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica ‘Transformers’ sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off ‘Bumblebee’, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘Todos Menos Você’: Comédia romântica ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), longa estrelado por Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), conseguiu ultrapassar US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

É a primeira comédia romântica a ultrapassar essa marca desde ‘Podres de Ricos‘, de 2018. Além disso, o filme se tornou a maior arrecadação para uma comédia romântica com alta classificação etária desde ‘O Bebê de Bridget Jones‘, de 2016.

Com orçamento de apenas US$ 25 milhões, a produção já pode ser considerada um enorme sucesso para a Sony Pictures – tornando-se um lembrete de que há público e demanda para o gênero nas telonas.

No Brasil, o boca a boca positivo fez a produção crescer 45% e liderar as bilheterias. Após estrear em segundo lugar em sua primeira semana em cartaz, o filme ultrapassou ‘Nosso Lar 2‘ e subiu para a primeira posição nas bilheterias nacionais, arrecadando R$ 5.6 milhões.

Vale lembrar que, no território norte-americano, o filme arrecadou apenas US$ 8 milhões no final de semana estendido de Natal. No entanto, a produção manteve uma excelente estabilidade nas telonas – o que reflete em sua média de 87% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Confira nossa crítica:

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

Confira o trailer de ‘Nível Secreto’, série antológica inspirada em jogos clássicos

Prime Video divulgou trailer completo da série animada ‘Nível Secreto‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 10 de dezembro.

Arnold SchwarzeneggerKevin HartKeanu ReevesTemuera MorrisonAriana GreenblattHeaven HartEmily SwallowGabriel LunaRicky WhittlePatrick SchwarzeneggerMerle DandridgeClaudia DoumitAdewale Akinnuoye-AgbajeClive StandenLaura BaileyMichael Beach darão vida aos personagens da atração.

Criada por Tim Miller, o mesmo cérebro por trás do sucesso de ‘Love, Death & Robots’, a série contará com 15 episódios, cada um explorando um universo de jogo diferente.

Entre os títulos que inspiraram os episódios, estão gigantes como “Armored Core”, “Concord”, “Crossfire”, “Dungeons & Dragons”, “Exodus”, “Honor of Kings”, “Mega Man”, “New World: Aeternum”, “PAC-MAN”, “Sifu”, “Spelunky”, “The Outer Worlds”, “Unreal Tournament”, “Warhammer 40,000” e diferentes títulos da PlayStation Studios.

‘The Beast In Me’: Série de suspense com Claire Danes ganha data de estreia e imagens oficiais; Confira!

Netflix finalmente anunciou quando ‘The Beast In Me‘, minissérie de suspense estrelada por Claire Danes e Matthew Rhys, será lançada.

A produção está programada para estrear no dia 13 de novembro.

Além disso, o site Vanity Fair divulgou as primeiras imagens oficiais da série.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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Na trama…

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

O elenco ainda contará com Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’), Natalie Morales (‘Que Horas Eu Te Pego?’), David Lyons (‘Truth Be Told’) e Tim Guinee (‘Horizon: An American Saga’).

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

2ª temporada de ‘A Lista Terminal’ ganha data de estreia

O Prime Video finalmente anunciou quando a 2ª temporada de ‘A Lista Terminal‘ (The Terminal List) será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de outubro.

Baseada na popular saga literária de Jack Carr, a nova temporada irá adaptar o segundo livro, True Believer.

A segunda temporada trará James Reece em uma jornada de redenção violenta, encontrando um novo propósito após concluir sua lista. A trama se expande para um thriller de espionagem que percorre o mundo, levando Reece através do Oceano Índico, do sul e do norte da África, do Oriente Médio e da Europa.

Costa Ronin (‘The Americans’), Martin Sensmeier (‘1883’), Gabriel Luna (‘The Last of Us’), Edwin Hodge (‘FBI: Most Wanted’) e Caitlin Bassett (‘Quantum Leap’) serão introduzidos no próximo ano.

A narrativa acompanha James Reece (Pratt) que, depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco, volta para casa com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

Nelsan Ellis, de ‘True Blood’ morre aos 39 anos

O ator Nelsan Ellis, popular por ter interpretado o personagem Lafayette na série original da HBO, ‘True Blood’, morreu aos 39 anos, neste sábado (08).

A informação foi divulgada pela própria empresária de Ellis, Emily Gerson Saines. Ao site da revista americana Entertainment Weekly, ela afirmou:

 

“Nelsan faleceu após complicações no coração. Ele era um grande talento e suas palavras e presença serão sentidas para sempre”.

 

 

 

Donald Glover, de ‘Atlanta’, lança novo clipe musical de ‘This is America’

O astro e produtor Donald Glover, de ‘Atlanta’, lançou seu novo clipe musical pelo seu pseudônimo, Childish Gambino, intitulado ‘This is America’.

O material tem sido elogiado por uma série de personalidades por sua irreverência e identidade e já conta com mais de 15 milhões de visualizações e ocupa o 18º lugar na lista de vídeos em alta no Youtube.

Confira:

‘Capitã Marvel’: Edgar Wright elogia Brie Larson com referência a ‘Scott Pilgrim’

O longa de ‘Capitã Marvel‘ está arrasando nas bilheterias e o diretor Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga‘), com que a atriz já trabalhou no passado, parabenizou o sucesso da estrela nos cinemas.

Por meio de sua conta oficial no Twitter, ele elogiou Larson com uma ótima referência ao filme ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘, relembrando a personagem interpretada por ela na ocasião.

Confira:

Capitã Marvel finalmente chegou aos cinemas! Além de ter estreado no Brasil, o filme também estreou nos Estados Unidos e em mais de 44 países.

Segundo o Box Office Mojo, o filme arrecadou US$ 455 milhões mundialmente, a 2ª maior de todos os tempos para um filme de super-heróis.

O filme ficou atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 640 milhões), e na frente de ‘Batman vs Superman’ (US$ 422 milhões).

Sem ser filme de super-herói, o filme conquistou a sétima maior abertura mundial da história, na frente de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 450 milhões).

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Temporadas de ‘Chicago Med’, ‘Chicago Fire’ e ‘Chicago P.D.’ serão encerradas mais cedo

A pandemia do coronavírus acarretou na interrupção da produção de diversas séries e as temporadas atuais de ‘Chicago Med‘, ‘Chicago Fire‘ e ‘Chicago P.D.‘ serão abreviadas, em virtude disso.

Sem poder retornar aos trabalhos e gravar os episódios restantes, a emissora NBC anunciou que encerrará os ciclos das respectivas séries mais cedo, com menos episódios.

Os episódios finais das três produções serão exibidos no dia 15 de abril nos Estados Unidos.

Vale lembrar que as populares séries dramáticas foram renovadas para mais três temporadas cada, garantindo novos episódios até pelo menos 2022.

A renovação veio parte do acordo milionário firmado entre o mega produtor Dick Wolf e a Universal Television. A parceria consolidada ainda renderá novos projetos para a emissora, assinados por ele.

As três séries de ‘Chicago’ estão entre as produções dramáticas mais assistidas nos Estados Unidos. Enquanto ‘Chicago Fire‘ conquistou 11.4 milhões de espectadores em sua mais recente temporada, ‘Chicago Med‘ e ‘Chicago P.D.‘ chegaram bem perto de seu alcance, garantindo a atenção de 11 milhões de pessoas.

No Brasil, Chicago Fire, Chicago P.D. e Chicago Med são exibidas pelo canal Universal TV.

ONE CHICAGO — Pictured: “One Chicago” Key Art — (Photo by: NBCUniversal)

 

 

‘Liga da Justiça’: Joe Manganiello e Ben Affleck gravam a cena final do filme em imagens dos bastidores

Novas imagens dos bastidores do Snyder Cut de Liga da Justiça foram compartilhadas e elas trazem os atores Joe Manganiello e Ben Affleck gravando a última cena da produção, referente ao sonho do Batman.

Pelas imagens, é possível perceber que a cena em questão fora filmada durante a pandemia do coronavírus.

Confira:


A IGN divulgou com, exclusividade, um novo vídeo de bastidores de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, em que o diretor e roteirista leva o público a conhecer os detalhes por trás do longa-metragem.

Confira:

Assista à nossa crítica:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ conta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Crítica | The Pod Generation: Romance high-tech com Emilia Clarke e Chiwetel Ejiofor tem tanto conceito, que não sobra espaço para a história

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Os primeiros cinco minutos de The Pod Generation são de uma sublime satisfação para aqueles que amam conteúdos esteticamente organizados e marcados por ASMR (Resposta Sensorial Autônoma do Meridiano, no portguês). Meticulosamente projetado e bem posicionado, em um design de produção claro e solar, o romance é um convite a uma era hiper tecnológica que não está tão distante do nosso horizonte. Em um tempo de profunda autonomia da inteligência artificial, o mundo retrocede em sua evolução. Aqui, bosques e jardins já não existem e o único caminho para garantir uma qualidade de vida decente são sessões diárias de inalação de pequenas redomas arbóreas. A impressora 3D finalmente faz refeições inteiras, tornando a produção agropecuária um mistério intocável. E assim em diante, a sociedade se torna mais preguiçosa, distante de seu Criador e de sua verdadeira essência.

Esses e tantos outros aspectos mais sutis e vorazes fazem de The Pod Generation um filme conceitualmente impecável. Cada detalhe desse novo mundo é muito bem elaborado e desenhado. E se existiam dúvidas quanto aos possíveis rumos viáveis da humanidade, aqui encontramos algumas respostas para essa pergunta. Mas se você espera encontrar aqui uma boa história, esse não é o lugar. E não é por falta de criatividade. Em tese, a comédia romântica de Sophie Barthes possui uma trama espetacular: os dilemas morais de um casal que sonha em ter um filho, mas se vê diante dos desafios nascidos da ascensão profissional da mulher. E entre pressões do ambiente de trabalho, a feminilidade que naturalmente anseia pelo vínculo consanguíneo em seu ventre e a necessidade de corresponder a uma nova e mundana dialética do que é ser e viver em sociedade, Emilia Clarke e Chiwetel Ejiofor estão no centro de um debate excelente! Mas que infelizmente nunca acontece.

Com toda a trama girando em torno desse elaborado conceito de sociedade pós-moderna, The Pod Generation fica sempre à espreita de uma boa história, sempre à margem – mas nunca realmente imersa nesse profundo mar de ideias, ideais, princípios e conflitos sociais. Flertando com questionamentos interessantes e ainda em fase de discussão global, a produção perde a oportunidade de ser uma sátira romântica dos relacionamentos contemporâneos e das dinâmicas familiares e se torna uma experiência incompleta sobre uma tecnologia avançadíssima de gestação.

Julgando que seu conceito seja suficiente para nos envolver na trama, Barthes erra ao subestimar a audiência e sua capacidade de análise crítica e entrega um resultado ironicamente preguiçoso. Dedicando toda sua criatividade para o conceito contextual da narrativa, ela esquece o roteiro no churrasco, na expectativa de que o design de produção e toda sua habilidosa construção compensem pela falta de uma boa história. Tentando nos induzir a crer que seus elementos práticos e técnicos funcionam como os pilares narrativos que cercam os personagens Rachel e Alvy, ela uma vez mais nos desmerece, ao supor que criar uma cascas de futuro distópico – sem recheio – poderia tornar este ou qualquer outro filme bom.

E o que é tão triste no meio de tudo isso é o fato de que The Pod Generation poderia ser incrível, se estivesse nas mãos de um diretor melhor. Com uma proposta ousada sobre fertilização em uma era onde a sociedade cada vez mais é educada a pensar que até o básico da humanidade está se tornando retrógrado, a cineasta tem todos os elementos certos para criar um romance distópico que funcione como um confronto, um soco na boca do estômago. Mas por desviar seus olhos do que o longa poderia ser, ela nos apresenta um livro de rascunhos inacabados de um suntuoso e admirável projeto em desenvolvimento. Por diversos momentos, temos a impressão de que etapas de produção foram puladas – porque nada justifica um uma ideia tão boa ter sido tão mal desenvolvida.

Sem um conflito genuíno e sem um clímax que valha todo o esforço dedicado para ambientar a narrativa, o romance com ares de ficção científica é a prova concreta de que bons conceitos visuais não fazem boas histórias. Feitos para encorpar e trazer originalidade e complexidade para a trama, eles não funcionam como alicerce, principalmente se ali não houver uma experiência genuína a ser compartilhada. E ainda que Clarke e Ejiofor se esforcem para trazer sentido ao que assistimos em tela, não há uma conexão palpável e identificável com seus personagens. Falta conectividade humana – algo que só uma boa história é capaz de nos proporcionar. E sem isso, The Pod Generation é como o iPhone mais tecnológico sem um carregador. Ele pode ser excepcional em todas as suas funcionalidades, mas descarregado é só um mero peso de papel.

Crítica | Assassinos da Lua das Flores – Scorsese apresenta OBRA-PRIMA sobre histórico genocídio nos EUA [Cannes 2023]

Filme assistido no Festival de Cinema de Cannes 2023

Quando Martin Scorsese não aceitou o convite para incluir Assassinos da Lua das Flores (Killers of The Flower Moon) na competição pela Palma de Ouro em Cannes, ele não estava fazendo-se de rogado, mas sendo generoso com outros colegas de profissão. Durante 3h27, o cineasta apresenta um dos seus melhores trabalhos e a melhor obra do evento. Ou seja, com certeza, a produção da Apple Studios seria a merecedora do prêmio.

Situado no início do século XX nos Estados Unidos, Assassinos da Lua das Flores é baseado no real massacre dos ameríndios Osages no condado de mesmo nome em Oklahoma no curso de 20 anos. Entre meados de 1910  a 1930, mais de 60 pessoas dessa comunidade morreram de forma suspeita por conta da riqueza vinda da extração de petróleo de suas terras. 

O plano, no entanto, não era apenas o derramamento de sangue desenfreado dos ameríndios, mas a obtenção legal de propriedades por meio da hereditariedade. Para a realização do maligno e astuto esquema, William Hale (vivido por Robert De Niro) contou com ajuda dos seus sobrinhos vindos do Texas, após a Primeira Grande Guerra, para explorar o petróleo: Ernest (Leonardo DiCaprio) e Bryan (Scott Shepherd). 

Com maestria e a partir do livro de David Grann, o roteiro criado a quatro mãos por Martin Scorsese e Eric Roth conta com a narrativa astuciosa de Hale a partir da chegada de Ernest em sua casa. Logo, ele coloca o jovem à parte da estratégia e insinua os benefícios que a aproximação com Molly Burkhart (Lily Gladstone) poderia lhe trazer. Seja por ingenuidade ou ignorância, seja por ambição e cobiça, Ernest começa a cortejar a rica indígena. 

Durante os anos de casamento dos dois, o casal constrói uma família de três filhos; mas cada vez adoecida pela hepatite, Molly vê suas irmãs, primos e a própria mãe morrerem sem explicação ou interesse da polícia local. Com todos os líderes da região no bolso, William Hale aposta em seguros de propriedades, vida e nos casamentos dos seus sobrinhos e filhos com os proprietários do combustível fóssil para seguir no poder.

Como nos extasiantes Os Bons Companheiros (1990) e Os Infiltrados (2006), Scorsese nos conduz de mãos dadas pela trajetória de ascensão dos seus protagonistas até sua cartada final, passando pelos golpes, artimanhas e tropeços. Entre a ganância de poder e o amor pela família, Ernest é um personagem complexo e torturado pelo seu misto de inocência e avidez ao acreditar que poderia ter os dois prêmios finais do jogo: o amor e o dinheiro.

Leonardo DiCaprio compreende com sofreguidão a mistura de vítima e vilão do seu personagem e nos entrega uma performance única. Já Robert De Niro segue em alto nível o seu papel de mau caráter bem intencionado por meio de suas entonações e expressões marcantes. 

Para compor sua obra de arte, Scorsese a pincelou com personagens inescrupulosos e cínicos cujas interpretações colocam fogo na lenha e risos de incredulidade nos espectadores. O público é brindado igualmente com as participações especiais de dois proeminentes atores do cinema nos últimos dois anos: Jesse Plemons (Ataque dos Cães) e Brendan Fraser (A Baleia).

Assassinos da Lua das Flores é uma denúncia gritante de desprezo das culturas ameríndias pelos imigrantes europeus e a impunidade do homem branco desde sempre nas terras do Tio Sam. Com um olhar brasileiro, é possivel traçar um paralelo com a luta pela sobrevivência dos povos Yanomami por conta do garimpo ilegal no Amazonas e Roraima.

De lá pra cá, quase cem anos se passaram e os povos originários do continente americano continuam a ser massacrados sem direito à defesa, já que esta foi constituída pelos homens brancos a seu próprio favor. Para encerrar com opulência, Martin Scorsese entra em cena para contar os desenlaces dos personagens numa excepcional homenagem à grande era do rádio. Assassinos da Lua das Flores é entrenimento, denúncia e arte.

Jennifer Lawrence revela que fez teste para ‘Crepúsculo’: “não sabia realmente o que era”

Durante sua participação no programa The Howard Stern Show, para divulgar o seu mais novo filme, ‘Operação Red Sparrow’Jennifer Lawrence contou sobre a vez que fez teste para fazer parte de ‘Crepúsculo’.

“Eu não sabia realmente o que era [o teste]. Quando você faz uma audição, você ganha cinco páginas e e eles só mandam: ‘Atue’. Quando o filme saiu, fiquei tipo: ‘Caramba, UAU!'”

Apesar disso, a atriz disse que não se arrependeu nem um pouco. O papel eventualmente ficou com Kristen Stewart, que marcou sua carreira.

‘Operação Red Sparrow’ já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica:

Crítica | Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado

‘Doutor Estranho 2’: Diretor faz anúncio misterioso sobre a sequência

Após os eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, pouco se sabe sobre o futuro do Marvel Studios, já que metade de seus heróis morrem pelas mãos de Thanos, e entre eles, o Doutor Estranho.

Porém, o diretor Scott Derrickson publicou uma mensagem misteriosa em seu Instagram, indicando o possível anúncio da sequência em setembro. Na legenda, ele escreveu:

“Não é a minha vontade, mas a tua será feita… Nos vemos em setembro”.

“Not my will, but thine be done…” See you in September.

Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em

Recentemente, durante uma conversa com o Cinemablend, Kevin Feige afirmou que Benedict Cumberbatch voltará ao papel de Stephen Strange:

“[…] Doutor Estranho, quando fizermos um novo filme dele, será alguns anos depois do primeiro filme, mas ainda assim, ele é uma grande parte de Guerra Infinita. Então é um problema, quando você tem muitos personagens amados que as pessoas esperam ver mais sobre eles…”

Sucesso do estúdio Marvel, ‘Doutor Estranho’ arrecadou US$ 675,8 milhões pelo mundo. ‘Doutor Estranho 2’ segue sem data de estreia definida ou confirmação oficial.

Benedict Cumberbatch será temporariamente substituído em ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Assista nossa crítica em vídeo:

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ | Como Donald Glover influenciou na criação de Miles Morales?

Fazendo sua estreia nos quadrinhos em agosto de 2011, o jovem Miles Morales não demorou para assumir o manto do Homem-Aranha no Universo Ultimate (uma dimensão paralela ao universo principal, o 616, que trazia versões mais atuais dos heróis clássicos da Marvel e que foi bastante popular nos anos 2000). Sendo um jovem negro de origem latina, o garoto conseguiu repetir o feito de Peter Parker nos anos 60 ao dialogar, por meio de histórias muito bem escritas, com as situações e problemas típicos dos jovens da época, criando um vínculo forte de identificação entre personagem e leitor. E quatro anos mais tarde, com o fim da linha Ultimate, a Marvel se viu incapaz de “se livrar” do personagem e encontrou um meio de convergir esses universos, mantendo alguns heróis. E foi assim que Miles chegou ao Universo 616, onde se tornou amigo de Peter e vem trilhando sua própria história na ‘Série A’ das HQs desde então.

E desde 2018, com o lançamento do espetacular Homem-Aranha no Aranhaverso, Miles conseguiu furar a bolha das histórias em quadrinhos e começou a conquistar o público que não se liga tanto nas mirabolantes tramas das HQs. E para um personagem de quadrinhos, nada melhor que cativar públicos diferentes, porque isso costuma significar uma popularidade ainda maior para si. E foi o que aconteceu. Atualmente, o Homem-Aranha segue como um dos três super-heróis mais populares de todos, mas já começa a haver uma certa dualidade quanto a sua identidade secreta. Se perguntar para algumas crianças mais jovens, é bem capaz que respondam à pergunta “quem é o Homem-Aranha” com “Miles Morales” e não “Peter Parker”. E isso é muito legal, porque mostra que realmente qualquer um pode ser o Homem-Aranha, que é a grande mensagem por trás do icônico traje aracnídeo que domina a Cultura Pop desde os anos 60.

Essa parceria icônica vem dando tão certo que já é possível encontrar essa relação de mentoria e amizade em diversas mídias, como os quadrinhos, os videogames, as séries animadas e até nos cinemas. Ainda não houve um crossover em Live Action. Porém, parece ser apenas questão de tempo para que isso ocorra, já que Miles foi indiretamente citado em dois filmes do Aranha no MCU. Em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), o tio de Miles, Aaron Davis, o Gatuno, foi interpretado por Donald Glover e estrelou uma cena em que foi interrogado pelo Aranha (Tom Holland). Já em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), ele é indiretamente citado quando o Electro (Jamie Foxx) brinca com o Peter de Andrew Garfield, dizendo que deve haver um Homem-Aranha negro por aí em algum lugar.

O mais curioso de terem escolhido Donald Glover para viver a versão Live Action do tio de Miles é que ele é um tipo de padrinho do personagem na vida real, sendo intrinsecamente ligado ao herói em diferentes mídias. A primeira, e talvez mais importante, ligação dele foi ter servido de inspiração para a criação do próprio Miles Morales.

Donald Glover interpretou o tio de Miles, Aaron Davis, em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”

Para entender melhor, é necessário voltar para a década passada. Na época, a Sony passava por uma crise financeira e, após o cancelamento de Homem-Aranha 4, de Sam Raimi, anunciou que haveria um reboot na franquia do herói, que seria interpretado por um novo ator e se passaria em um outro universo. Com essa notícia, em maio de 2010, o jornalista, roteirista e quadrinista Marc Bernardin escreveu um artigo para o Gizmodo entitulado: “A última coisa que o Homem-Aranha deveria ser é outro cara branco“, em que questionava se não era hora do mundo ver um Cabeça de Teia sendo interpretado por um ator negro ou de origem latina.

Isso rendeu uma série de comentários racistas e xenofóbicos, mas também inspirou o jovem humorista Donald Glover, que brilhava como o Troy da série Community, a lançar uma campanha nas redes sociais para que ele interpretasse o próximo Homem-Aranha nos cinemas. Para reforçar a campanha do ator, os produtores da série o colocaram com um pijama do Homem-Aranha em uma cena logo no primeiro episódio da segunda temporada. Com a #donald4spiderman, o ator queria chamar a atenção da Sony, o que não aconteceu, já que o escolhido para iniciar a nova franquia foi Andrew Garfield, mas definitivamente atraiu olhares que mudariam de uma vez por todas a trajetória do herói.

Essa cena aparece como um easter egg em “Homem-Aranha no Aranhaverso”

Originalmente, já havia um debate interno na Marvel desde 2008, quando Barack Obama assumiu como presidente dos EUA, de trazer mais heróis negros para esse universo alternativo, mas não havia um consenso. Com a repercussão da campanha de Glover e sendo fã da série, a principal mente por trás do Universo Ultimate, Brian Michael Bendis, assistiu ao episódio e teve uma ideia ousada. Como a linha Ultimate era mais permissiva a mudanças, Bendis decidiu matar Peter Parker, que já estava desgastado naquele universo, e revolucionar o Homem-Aranha inserindo um jovem que parecesse com Donald Glover, mais jovem que Peter, para assumir o manto e preencher os roteiros com problemas mais próximos aos dos jovens da época.

E assim, com inspiração direta, assumida pelo quadrinista, no ator, Miles Morales nasceu e rumou ao estrelato, rompendo a ideia original de mantê-lo apenas nesse universo alternativo e ganhando seu espaço no Universo 616. Mas a ligação de Glover com o personagem não parou por aí.

Na primeira aparição de Miles Morales em séries animadas, que aconteceu em Ultimate Homem-Aranha – exibido no Brasil pelo antigo Disney XD, os produtores convidaram o próprio Donald Glover para interpretá-lo na animação. Ou seja, além de ser a inspiração para a criação do personagem, Glover foi o primeiro a interpretá-lo em uma produção oficial da Marvel.

E como já dito no começo do texto, tudo indica que ele também será responsável pela introdução do herói no MCU. Em De Volta ao Lar, inclusive, havia uma cena em que ele conversaria com o sobrinho por telefone, justificando seu atraso por estar preso no carro pela teia do Homem-Aranha, encerrando sua participação com a frase: “Não vou conseguir chegar a tempo, Miles”. A cena foi gravada e está nos bônus do Home Video do filme. Infelizmente, ela não entrou no corte final.  O mais legal de toda essa relação é que Glover é um grande fã do universo do Homem-Aranha e por meio de seu trabalho, conseguiu inspirar uma mudança radical no cânone do herói, que passou a ter dois ícones carregando o manto, cada um com seu ideal e forma de agir, mas ambos se tornando lendas do Universo Marvel.

A nova aventura de Miles Morales está em cartaz nos cinemas em Homem-Aranha: Através do Aranhaverso.

 

Crítica | Jung_e – Ficção Científica do Diretor de ‘Invasão Zumbi’ Surpreende Por Incríveis Efeitos Visuais

Quem acompanha o que há de melhor na cultura pop (e, especificamente, os lançamentos de terror) lembra quando, em 2016, um determinado filminho de zumbi fez inesperado sucesso dentre o público. De lá pra cá, a galera pediu (e ganhou) a aguardada continuação do sucesso ‘Invasão Zumbi’, do diretor sul-coreano Sang-ho Yeon, quatro anos depois. Então, veio aquele vazio, de não sabermos mais o que esse diretor em ascensão estava planejando para a gente. Bom, após mais um hiato (prolongado pela pandemia, é verdade), chegou este ano, na plataforma da Netflix, o mais novo lançamento desse ótimo realizador: a ficção científica apocalíptica ‘Jung_e’.

Em um futuro pós-apocalíptico, no ano de 2135, o planeta Terra sucumbiu à destruição dos seres humanos. O que sobrou da humanidade tenta encontrar saídas para sobreviver em outros planetas e em outras condições, e uma guerra se formou entre os seres humanos e os robôs, confeccionados no período de transição. Rebeldes fundaram o que autodenominam como país de Adrian. Nessa guerra, foi de fundamental importância a desenvoltura da capitã Yung (Kim Hyun-joo), herói do povo. Porém, com sua morte em um momento crucial, cientistas conseguiram recuperar o cérebro da capitã, e passaram a desenvolver uma pesquisa para transferir a inteligência da capitã em uma nova versão robótica dela que fosse capaz de superar seu próprio desafio e acabar com a guerra. Anos se passaram e pouco se avançou na pesquisa, hoje chefiada pela cientista Seohyun (Kang Soo-youn, primeira sul-coreana a ser premiada em um festival europeu e que faleceu antes do lançamento desse filme), filha da capitã. Porém, quando os CEOs da empresa financiadora decidem descontinuar o projeto, um senso de urgência se apodera de Seohyun para salvar muito além do que sua pesquisa.

É inevitável falar que o que mais chama a atenção em ‘Jung_e’ é a qualidade impressionante dos efeitos visuais. Tudo é feito com tamanha técnica e perfeição, que nos faz imaginar quanto dinheiro foi gasto para confeccionar esse mundo pós-apocalíptico (e também nos faz pensar que esse seria um filme bom para ver na tela grande). Entretanto, se por um lado sobra efeito especial, por outro falta o principal: história.

Escrito e dirigido pelo próprio Sang-ho Yeon, o roteiro de ‘Jung_e’ passa a sensação de possuir apenas dois arcos dramáticos: o primeiro, com quase uma hora de duração, contextualiza a trama e fica num lenga-lenga sem fim da tal pesquisadora fazendo inúmeras simulações com o robô e falhando sempre no mesmo ponto, como se estivéssemos acompanhando o dia a dia dos personagens; o segundo arco, que acaba sendo super acelerado, traz a explicação da coisa toda, o desenvolvimento e a conclusão, tudo espremido num espaço de menos de quarenta minutos. 

Muito bonito e impressionante, ‘Jung_e’ falha na sua desenvoltura, trazendo muita maquiagem e pouco conteúdo. O clima de ficção científica e ação ambientam bem o espectador dentro de uma história a la videogame, entretanto, é como se, ao jogarmos, ficássemos rodando em círculos voltando sempre ao início da partida sem conseguir avançar de fase. 

‘Batwoman’: The CW encomenda temporada completa de sua nova série

O presidente da The CW, Mark Pedowitz, pode ter revelado notícias bastante animadoras acerca do piloto de sua nova série, ‘Batwoman’.

O evento do ‘Arrowverse’ no ano passado, intitulado ‘Elsewords’, introduziu aos fãs novas versões dos nossos amados personagens, bem como novos rostos para o panteão da emissora, incluindo Kate Kane (Ruby Rose), também conhecida como Batwoman.

O público logo se apaixonou por sua personalidade – não é à toa que ela irá ganhar sua própria série-solo, e parece que as coisas estão caminhando muito bem, visto que fontes indicam que o show pode ter ganhado sinal verde para uma temporada completa.

As gravações devem começar ainda em março, e serão supervisionadas pelo diretor David Nutter, de ‘Game of Thrones’.

O elenco é formado por Rose, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Nicole Kang e outros.

Ainda não há data prevista para o lançamento da série.

‘O Irlandês’: Robert De Niro estampa novas imagens oficiais do drama; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens oficiais do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (‘The Irishman’).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

‘Westworld’: Segundo episódio da 3ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

HBO divulgou as imagens oficiais de “The Winter Line”, segundo episódio da 3ª temporada de ‘Westworld’ que vai ao ar no dia 22 de março.

Confira, junto à promo:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

‘Westworld’ quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

‘Westworld’ retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica | Madonna entrega um dos melhores álbuns da história com ‘Ray of Light’

Depois de dar luz à sua primeira filha e seguindo o sólido lançamento de ‘Bedtime Stories’, Madonna já estava pronta para seguir para sua próxima empreitada na indústria fonográfica. E é claro que o mundo aguardaria ansiosamente para que a rainha do pop, já bem estabelecida na esfera mainstream e tendo aberto portas para suas conterrâneas de uma forma nunca antes vista, voltasse ao topo do mundo mais uma vez.

Apesar de ter iniciado sua carreira nos primeiros anos de 1980, a década seguinte se provou bastante prolífica para Madonna. Depois de declarar seu amor e seu apoio para a comunidade LGBTQ+ ao reapropriar-se do estilo de dança vogue com as melhores intenções possíveis, a cantora e compositora provou estar em outro patamar artístico que não conhecia limites e que não se prendia ao que se esperaria de uma sociedade conservadora, homofóbica, segregativa e machista. Com ‘Erotica’, ela havia quebrado tabus de gênero e idolatrado seu próprio corpo sem quaisquer desculpas, enfrentando um de seus primeiros grandes backlashes e sendo tachada de revolucionária anos depois; com ‘Bedtime Stories’, o recuo para o R&B foi uma bela máscara para criticar aqueles que vieram atacá-la; mas e a agora? O que o futuro aguardava para a performer?

Depois de incursões fracassadas com Babyface e Patrick Leonard, este último já tendo colaborado em ‘True Blue’, Madonna resolveu dar uma repaginada em seu visual fonográfico. Mantendo sua reputação de “camaleão”, bastante adaptável a basicamente quaisquer tendências que surgiam ao redor do mundo, ela se aliou a William Orbit, um dos maiores produtores de todos os tempos, para introduzir um novo elemento à sua discografia: o intelligence dance music (IDM). Ao contrário do EDM, que prezo por dançantes construções instrumentais, o estilo IDM é adepto ao minimalismo, à irreverência e à sinestesia melancólica, optando por progressões que devem ser ouvidas em ambientas mais familiares e reflexivos, dentro de um prospecto quase espiritual. E foi a partir daí que surgiu ‘Ray of Light’.

Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do pop, ‘Ray of Light’ foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto ‘Like a Prayer’, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.

Do mesmo modo que introduziu o dub à atmosfera noventista em sua produção anterior, a performer fez o mesmo com o trip hop e com o house dance, misturando poderosas letras às culturas orientais que vinham pincelando sua personalidade há alguns anos. Não é surpresa que, ao longo de treze faixas impecáveis, o público é presenteado com algo bastante diferente do que ela já havia mostrado: afastando-se por completo da mercadológica pós-disco “Borderline”, de seu “Act of Contrition” e até mesmo da agridoce “Secret”, Madonna abriu espaço para um compilado de originais chocantes e convidativas. No geral, ‘Ray of Light’ rende-se ao épico orquestral do techno-pop, implicando elementos considerados “fora do contexto” a um universo único, marcado pelas delineações pós-apocalíptica de “Drowned World/Substitute for Love”, pela espiritualidade de “Swim”, pelo synth-grunge de “Candy Perfume Girl”.

A primeira forte influência do electro-dance aparece na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica. O principal fator que permite a construção de laços entre os ouvintes e as canções exibidas é, talvez, a mudança vocal da lead singer: diferente do soubrette explorado em “Like a Virgin” e o comodismo pop de “Express Yourself”, percebe-se que Madonna alcança uma tecedura apaixonante, cultivada ainda em ‘Evita’ e trazida para uma das maiores arquiteturas musicais de todos os tempos. “Nothing Really Matters” explora isso em todas as suas camadas, ainda mais por ser acompanhado por pinceladas instrumentais divertidas e envolventes.

É um fato dizer que ‘Ray of Light’ serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo ‘Music’ e o recente ‘Madame X’. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat “Sky Fits Heaven” e a evocativa “Shanti/Ashtangi”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.

Retomando os solilóquios amorosos, a cantora leva a paixão para o espectro indiano de “Frozen”, uma das melhores canções de sua carreira; guia-nos através do consumismo exacerbado e da falta de perspectiva do mundo na faixa-título, fazendo um apelo para que as pessoas apreciem as pequenas coisas da vida; joga-se na teatralidade sintética e na acre sensação de um coração partido com a irretocável “The Power of Good-Bye”; eventualmente, não há uma música que destoe do que Madonna pretende nos entregar – e essa cautela explosiva e ambiciosa é o que coloca este provocativo álbum na lista dos melhores não só da década de 1990, mas da história.

Nota por faixa:

  • Drowned World/Substitute Love – 4,5/5
  • Swim – 5/5
  • Ray of Light – 5/5
  • Candy Perfume Girl – 5/5
  • Skin – 5/5
  • Nothing Really Matters – 4,5/5
  • Sky Fits Heaven – 5/5
  • Shanti/Ashtangi – 5/5
  • Frozen – 5/5
  • The Power of Good-Bye – 5/5
  • To Have and Not to Hold – 4,5/5
  • Little Star – 4,5/5
  • Mer Girl – 5/5