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‘Amor, Sublime Amor’: Ariana DeBose conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro 2022

Os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro já estão sendo anunciados – e Amor, Sublime Amor conquistou seu primeiro prêmio.

Ariana DeBose foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Filme por seu incrível papel no filme.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Chromatica | Ranqueamos todas as músicas do aclamado 6º álbum de Lady Gaga

Há exatos dois anos, Lady Gaga retornava às raízes que outrora haviam-na colocado no topo do mundo com o aclamado e adorado Chromatica, seu sexto álbum de estúdio.

Contando com 16 faixas, a produção reuniu Gaga com vários nomes icônicos da indústria fonográfica, como Elton JohnAriana GrandeBLACKPINK para uma jornada em prol da saúde mental e do empoderamento que entraria para a lista dos melhores álbuns não apenas do ano, mas já da década. Mergulhando de cabeça no French-house e no EDMChromatica veio logo no início da pandemia do COVID-19 para lembrar os fãs de que a pista de dança sempre estará esperando por eles.

Em várias entrevistas promocionais, Gaga comentara sobre o processo de construção do disco, dizendo que “o que eu estou fazendo agora é um lembrete da liberdade que tenho como artista, mas também minha absoluta paixão pela música eletrônica, minha absoluta paixão pela habilidade de um computador fazer algo tão visceral e comovente” (via Apple Music).

No dia de hoje, 29 de maio, o álbum já completa dois anos desde seu lançamento oficial e, para celebrá-lo, montamos uma breve lista ranqueando todas as músicas da produção.

Confira abaixo:

13. “PLASTIC DOLL”

“Plastic Doll” é uma explosiva crítica à cultura pop e à objetificação e rotulação de artistas que desejam apenas mostrar o que têm para o mundo sem serem confinados a caixinhas intransponíveis. Novamente, a complexidade vai para muito além da sensorial atmosfera, trazendo reflexões atribuladas e bastante pertinentes para o momento em que vivemos.

12. “FUN TONIGHT”

“Fun Tonight” pode parecer bastante formulaica – mas, na verdade, Gaga utiliza uma sagacidade incrível para construí-la. Movida pelo EDM e pelo electro-pop, a faixa é revestida com uma máscara upbeat que entra em conflito com as densas mensagens assinadas pelas performer. De fato, a canção é uma amálgama de todos os problemas que Gaga enfrentou nos anos predecessores ao álbum e de que forma ela enfrentou esses obstáculos.

11. “1000 DOVES”

Quando nos aproximamos do final de Chromatica, fica bem claro que o álbum é uma experiência diferente dos outros álbuns de Gaga e que a produção parece ter um peso maior que qualquer outro elemento do disco. E isso fica bastante explícito com a contraditória sutileza explosiva de “1000 Doves”, uma ode ao house-pop que inicia o fim da jornada de autorreflexão arquitetada pela artista.

10. “STUPID LOVE”

Sete anos depois de sua última aventura no mundo pop, Gaga voltou com o lançamento de “Stupid Love”. O lead single do aclamado Chromatica trouxe os retumbantes elementos do dance-pop e do house para uma colorida, vibrante e envolvente jornada musical que quebrou recordes e que reacendeu o fogo de suas obras anteriores.

9. “FREE WOMAN”

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de Chromatica, Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

8. “SOUR CANDY”

Gaga não é conhecida por trazer inúmeras colaborações aos seus álbuns, mas Chromatica mostrou-se um lugar propício para “atirar para todos os lados”. Em “Sour Candy”, o deep house ganha vida com a junção épica ao grupo de K-pop BLACKPINK, além de levar para casa inúmeras honrarias.

7. CHROMATICA III + SINE FROM ABOVE”

Não há razão no mundo que explique a polarizada recepção de “Sine From Above” pela crítica internacional – principalmente considerando a poderosa produção exibida na faixa. Aqui, a eletrônica une duas gerações diferentes (Gaga e o lendário Elton John, que já têm uma história de anos) em uma narrativa de empoderamento e superação de medos e problemas. Não é surpresa que, depois do lançamento do álbum, a track tenha se tornado uma das favoritas dos ouvintes.

6. “CHROMATICA I + ALICE”

Contrariando nossas expectativas, Chromatica se inicia com um belíssimo, orquestral e cinemático arranjo que serve como prelúdio para o ambicioso mundo construído por Gaga. O atmosférico prólogo logo dá espaço para “Alice”, que mergulha no melhor do house, marcado por beat drops incríveis e consagrando-se como emocionante aventura muito mais profunda do que aparenta – recheada de pequenos detalhes que podem passar despercebidos quando ouvidos pela primeira vez.

5. “REPLAY”

Seguindo os passos das faixas que a antecederam, “Replay” é uma das assinaturas mais claras de Gaga e reitera uma capacidade quase única dessa lendária artista em transformar dor em arte. A canção é movida pelo mote “as cicatrizes em minha mente estão em repetição” e se joga de cabeça em um house-pop tão marcante que chega a ser impossível não ser arrastado para as pistas de dança por essa incrível música.

4. “ENIGMA”

Apesar de sempre entregar músicas icônicas, Gaga parece não prestar muita atenção nos desejos do público e acabou desperdiçando “Enigma”, assim como tantas outras faixas, de se tornar um single extremamente bem-sucedido de Chromatica. Afinal, a música parte de um preceito bastante claro que culmina em um explosivo refrão eletrônico auxiliado pelas notas ecoantes do piano e por questionamentos sobre o funcionamento da própria vida – uma vibrante e narcótica fusão de elementos que não desliza em nenhum momento.

3. “RAIN ON ME”

“Rain On Me” foi considerado a melhor música de 2020 por inúmeras razões: além da colaboração aplaudível entre Gaga e Ariana Grande, a faixa se tornou a música mais premiada do ano passado, além de ter sido a primeira colaboração feminina tanto a debutar em #1 na Hot 100 quanto a levar para casa o Grammy de Melhor Performance Pop Duo/Grupo. Chove em mim!

2. “BABYLON”

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o último álbum lançado por Gaga. A impecável conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

1. “CHROMATICA II + 911”

Estendendo suas referências a Daft Punk e a Giorgio Moroder, a combinação etérea de Chromatica II” e “911” não pode ser desassociada em nenhum momento. A cinemática apresentação do interlúdio é apenas pretexto para a explosão robótica do hino EDM, com toda a construção upbeat corroborando para as mensagens de saúde mental e para a conciliação de Gaga com seus demônios interiores.

‘A Ilha’: Joaquin Phoenix e Rooney Mara vão estrelar novo thriller dramático; Saiba mais!

Segundo o Collider, o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix e a indicada ao Oscar Rooney Mara foram escalados para estrelar o thriller dramático The Island’ (A Ilha).

Inspirada em eventos reais, a história acompanha um casal estadunidense desiludido com a sociedade dos anos 1930. O casal, então, trocam a civilização por sua própria ilha deserta, onde pretendem construir um paraíso particular e, essencialmente, viver como bem entenderem. Entretanto, quando um milionário aparece na ilha, os segredos dos dois se tornam uma sensação pública, atraindo a atenção de uma Condessa europeia.

O projeto será dirigido e escrito por Pawel Pawlikowski, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Ida’‘Guerra Fria’.

As gravações devem começar apenas em 2023, depois que Phoenix terminar as filmagens do vindouro ‘Coringa: Loucura a Dois’, em que co-estrela ao lado de Lady Gaga.

Esta é a primeira vez que Phoenix e Mara trabalharam juntos desde o drama histórico ‘Maria Madalena’, em 2018.

Mais informações não foram reveladas.

‘Doogie Kamealoha’: 2ª temporada do reboot de ‘Tal Pai, Tal Filho’ já está disponível no Disney+

A 2ª temporada de ‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce‘, reboot da clássica série oitentista ‘Tal Pai, Tal Filho‘, já está disponível no Disney+.

O novo ciclo foi lançado hoje, 31 de março, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A trama acompanha Lahela Kameāloha, uma garota de 16 anos com descendência asiática que tenta seguir a carreira de médica no Havaí, enquanto tenta conciliar com a vida de adolescente. Lahela contará com a ajuda da sua atrapalhada família. Enquanto sua mãe irlandesa é pavio curto e supervisora o hospital onde ela trabalha, seu pai havaiano luta para aceitar que sua filha não é mais uma garotinha.

A nova versão foi criada pela havaiana Kourtney Kang, que teve grande sucesso como roteirista de ‘How I Met Your Mother‘ e ‘Fresh Off the Boat‘.

Kang assina o roteiro, além de ser uma das produtoras executivas do projeto.

Peyton Elizabeth Lee, Kathleen Rose Perkins e Jason Scott Lee estrelam a produção.

Na versão original, Neil Patrick Harris vive um gênio adolescente, que tenta lidar com as complexidades da juventude, à medida em que atua como um médico licenciado em um programa de residência bem exigente. O enorme sucesso da produção, que no inglês se chama Doogie Howser, M.D., transformou a carreira do ator, lançando-o ao estrelato.

Tal Pai, Tal Filho‘ foi exibida entre 1989 e 1993.

‘O Assassino’: David Fincher ficou SURPRESO após ser aplaudido por cinco minutos no Festival de Veneza

O Assassino (The Killer), próximo filme de David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’), chega apenas em 10 de novembro à Netflix – mas teve sua primeira exibição no Festival de Veneza 2023.

Após a estreia mundial, tanto a produção quanto Fincher foram ovacionados em pé durante cinco minutos. O aclamado cineasta, por sua vez, ficou surpreso e em choque com a recepção e com os aplausos, não tendo ciência de que aquela era uma tradição italiana e tentando “escapar” daquilo.

Confira o vídeo:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 90% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 21 reviews até o momento. No Metacritic, o longa alcançou uma pontuação de 73/100, com base em 16 reviews.

Confira:

“É tão insensível quanto qualquer thriller de Fincher, ao mesmo tempo previsível em sua simplicidade, mas também estranhamente ousado por causa disso” – IndieWire.

“Um thriller completo e divertido” – London Evening Standard.

“O filme cumpre seu propósito com uma resolução gelada e ondulante de dióxido de carbono líquido” – Daily Telegraph.

“Fincher no modo divertido e Fassbender arrasando. Acerta em cheio” – Total Film.

“Alguns momentos do filme fazem o sangue ferver, mas, fora isso, O Assassino é curiosamente inerte, suas rodas girando com pouca tração” – Vanity Fair.

A produção traz nomes como Michael Fassbender, Tilda Swinton e a brasileira Sophie Charlotte no elenco.

Ao longo da história, um cruel assassino terá que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O Assassino é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

SAG Awards 2024 | Elizabeth Debicki leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘The Crown’

A leva final de episódios de The Crown’ já chegou à Netflix e, agora, a plataforma de streaming está colhendo os frutos de uma ótima temporada.

Durante a cerimônia de vencedores do SAG Awards 2024Elizabeth Debicki foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por sua incrível performance como Princesa Diana.

O ciclo de encerramento traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) como a Rainha Elizabeth II e Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) como a Princesa Diana.

O elenco também conta com Dominic West (‘The Wire’) como o Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Olivia Williams (‘O Pai’) como Camilla Parker, Ed McVey como o Príncipe William, Meg Bellamy como Kate MiddletonKhalid Abdalla como Dodi Fayed e mais.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Umbrella Academy’: 4ª e ÚLTIMA temporada estreia na Netflix!

A 4ª e última temporada de The Umbrella Academy já está disponível na Netflix.

O ciclo de encerramento foi lançado na plataforma de streaming hoje, 08 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

https://youtu.be/oOFIxbotYCU?si=hZfLzAo7alF0ywYq

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Cinderela | Os 75 anos de uma das animações mais CONHECIDAS da Disney

Com a ascensão inevitável da II Guerra Mundial, os estúdios Walt Disney voltaram-se para a produção de curtas-metragens animados e didáticos como forma de conscientizar a população acerca da ideologia nazifascista que se alastrava pela Europa e que ameaçava cruzar os oceanos e invadir a América. Não é nenhuma surpresa que o grande magnata do entretenimento tenha se afastado de suas grandes produções cinematográficas como Pinóquio’ e Dumbo’ para focar em uma vertente mais cômica e que apresentasse um nacionalismo exacerbado com o intuito de abraçar os países vizinhos e conseguir aliados para um futuro certamente polarizado – e é justamente aí que personagens como Zé Carioca e Panchito, representando países latinos como Brasil e México.

Eventualmente, a companhia enfrentou uma de suas piores crises financeiras ao perceber o parco sucesso iminente que tais obras faziam, ainda que realizadas com maestria notável; suas narrativas inclinavam-se a investidas documentais ao invés de resgatar o sobrenatural e o fantástico de outras histórias, e acabaram funcionando como tapa-buracos de uma época em que o escopo socioeconômico girava em torno da questão bélica – e os recursos eram disponibilizados para os soldados e para as tropas aliadas que embarcavam em uma jornada de vida e morte. Com o fim da segunda Grande Guerra, Disney conseguiu canalizar os seus esforços mais uma vez para a adaptação de clássicos da literatura mundial e então realizou um de seus grandes longas-metragens que salvarão a companhia de ceder à ruína total: Cinderela.

Baseado no conto de Charles Perrault, a trama principal gira em torno de uma pobre moça que vê sua vida mudar bruscamente após a morte do pai, a partir da qual é diminuída para o patamar de uma açoitada empregada doméstica que vive à mercê das compulsões mandatórias de suas duas meias-irmãs mimadas e de uma cruel madrasta que consegue encarnar o próprio demônio quando quer. É claro que o grupo de roteiristas não adaptou na íntegra tal tour-de-force, mas conseguiu absorver seus pontos principais para criar um mini musical que inclusive possibilitou a insurgência de um dos hinos mais conhecidos desse panteão animado – A Dream Is a Wish Your Heart Makes”, cuja tradução resgata todo o sentimento de esperança que foi perdido durante os árduos anos da guerra, além de fornecer uma perspectiva floreada para a próxima geração a consumir os produtos audiovisuais.

É claro que tal narrativa segue o mesmo padrão utópico de Branca de Neve e os Sete Anões’, baseando-se em uma fórmula que funcionaria por várias décadas até chegar a uma contemporaneidade assertiva e que não mais dialogava com os valores e as morais defendidas por uma sociedade conservadora. Mesmo assim, Cinderela representa um grande avanço em termos de construção de personagem, se afastando, mesmo que a passos curtos, de um excessivo floreio estereotipado de suas princesas para lhe dar um senso um pouco mais crítico do que acontece a seu redor. Obviamente a personagem-título aceita o seu lugar dentro do imenso casarão, mas por falta de perspectiva futura até que um certo acontecimento lhe dá uma chama de esperança.

O trio de diretores por trás da animação, formado por Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske, faz questão de aprender com os erros do passado e conseguir arquitetar em pouco menos de oitenta minutos algo conciso e que seja muito equilibrado para cada um de seus personagens. Em outras palavras, os inúmeros coadjuvantes têm o seu protagonismo e o seu momento de brilhar, sem serem esquecidos ou colocados de lado – e é justamente aí que entram figuras antropomorfizadas como os memoráveis ratinhos Jaq e Gus, representando os reais amigos de Cinderela e seus fiéis ajudantes. Até mesmo Bruno, o cachorro, tem um arco interessante quando colocado ao lado de um dos antagonistas, o gato Lúcifer – cujo nome conversa diretamente com sua personalidade evasiva e mesquinha.

Sem dúvida alguma, os maiores créditos residem na criação dos arqui-inimigos de nossa protagonista. Mais uma vez, é possível notar um claro afastamento dos maniqueísmos de Branca de Neve’, no qual a encarnação da Rainha Má seguia apenas uma linha e tinha um objetivo infundado de apenas “tornar-se a mais bela do Reino” – ora, nem mesmo um nome ela tinha, caracterizando-se como uma personalidade intangível. Aqui, por outro lado, temos as insuportáveis Drizella e Anastasia – que também arrancam algumas risadas e alguns suspiros de ódio -, comandadas pela terrível Lady Tremaine. A matriarca da família é mais uma prova da quantidade de esforço exercido pelas mentes criativas dos estúdios Disney para vilãs e vilões, tentando colocar-lhes em um arco consideravelmente inteligível e que se afaste dos clichês convencionais dos contos de fada: ela é graciosa, refinada e mesmo assim não tem papas na língua quando desmerece ou menospreza todo o trabalho que sua enteada faz na casa, influenciando suas próprias filhas de sangue a acabarem com os sonhos da pobre jovem de ir ao baile real.

E é claro que não podemos nos esquecer de uma das personagens mais lidas e relidas de todos os tempos – a adorável fada-madrinha, que não apenas tornou-se o grande arquétipo conselheiro da trama, como foi levada para inúmeras animações posteriores da companhia. Aqui, a feiticeira utiliza de sua boa vontade para conceder uma chance de mudança para Cinderela ao, através da alegre e otimista Bibbidi-Bobbidi-Boo”, transformá-la em uma verdadeira princesa e lançando a tendência narrativa conhecida como rags-to-riches (dos trapos à riqueza, em tradução livre), que serviria de base para inúmeros coming-of-ages do Cinema.

A animação também excede no quesito técnica: após várias tentativas de tornar a rotoscopia o mais natural possível, essa nova investida consegue fundir os cenários prontos e os desenhos adicionados em camadas similares e que permitam outras brechas, incluindo a manipulação da grandiosidade das sequências e das ambiências principais. Em diversos momentos, os enquadramentos prezam pela opulência e pela majestuosidade em contraste com a pouca animosidade de seus personagens mais ricos, os quais estão mergulhados em um ciclo de superficialidade constante que deseja mais o status social que qualquer outra coisa.

Em suma, Cinderela pode ter problemas pontuais, mas não podemos negar que traz uma narrativa envolvente e que nos devolve pouco a pouco algo que vários de nós perdemos ao longo do tempo: a capacidade de sonhar e de acreditar em um futuro mais próspero.

Bionic – 15 Anos | As MELHORES músicas do álbum mais subestimado de Christina Aguilera

Christina Aguilera é um dos nomes mais conhecidos da indústria fonográfica – e uma cantora com voz notável que imediatamente é reconhecível por guturais rendições e músicas icônicas que até hoje permeiam nossa existência. Como se não bastasse, Aguilera é uma das artistas mais prolíficas da última geração, tendo vendido mais de 75 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Entretanto, muitos consideram que a musicista carrega consigo uma mancha na carreira. Com exceção dos fãs, Bionic permaneceu na obscuridade por muito tempo – e, em seu aniversário de quinze anos, é mais que necessário trazermos essa brilhante obra de volta aos holofotes, tentando ao máximo fazer jus ao que a cantora e compositora queria nos mostrar com uma virada tremenda em sua identidade sonora.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções desse subestimado compilado de originais.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “I AM (STRIPPED)”

Apesar da falta de edição clara do álbum, Bionic abre espaço para algumas das produções e rendições mais diferenciadas e experimentais da artista. No final do disco, temos a faixa de encerramento “I Am (Stripped)”, uma elegante balada em que a cantora se mostra vulnerável e humana – e devo dizer que, em qualquer outro lugar, essa arquitetura quase minimalista teria funcionado com o potencial do qual se vale.

4. “SEX FOR BREAKFAST”

O blasfemo e controverso liricismo do álbum pode até ter sido comparado com álbuns que vieram anteriormente, mas é inegável dizer que Aguilera trouxe um toque único para absolutamente tudo o que desejou colocar em voga. “Sex for Breakfast”, nesse quesito, é uma inteligente e envolvente balada que se mascara com a presença inesperada de sintetizadores e não pensa duas vezes antes de deixar estampado o que quer passar.

3. “BIONIC

Apesar dos claros deslizes, o ponto de maior foco é o audacioso e sinestésico projeto do qual Aguilera se dispõe. Seguindo os passos de suas conterrâneas, porém com maior “resplandecência”, por assim dizer, ela fez algo que estaria fora de seu radar, talvez numa busca por reencontrar-se ou descobrir um novo lado. Enquanto vários entendem a faixa-título como uma espécie de “surto” fonográfico, sente-se uma vigorosa paixão de Christina em fazer aquilo que mais ama e sem se preocupar com a resposta que receberá.

2. “VANITY”

Bionic insurgiu como pioneiro em diversos aspectos – ainda mais trazendo para discussão temas críticos como sexualidade, sensualidade e pós-feminismo. Ao longo de letras cruas demais para serem absorvidas de uma vez, “Vanity”, de longe uma das melhores entradas do álbum, é um orgulhoso solilóquio guinado por batidas instigantes de electro-pop e que, sem sombra de dúvida, merecia mais atenção do que teve.

1. “NOT MYSELF TONIGHT”

O lead single do álbum, “Not Myself Tonight”, foi o primeiro gostinho de uma repaginada completa da identidade que Aguilera havia eternizado em seu álbum anterior, ‘Back to Basics’. Infundida com electro-pop, future-pop e breves incursões do R&B em uma explosão sonora, a faixa é uma celebração clara da libertação e do empoderamento sexual da cantora e compositora, contando com versos viscerais e um videoclipe recheado de menções a fetiches – principalmente no tocante ao BDSM.

E, apesar de ter sido recebida com críticas mornas à época do lançamento, é notável como a faixa posa como uma das mais exultantes e interessantes da discografia da cantora – motivo pelo qual se encontra em primeiro lugar na nossa lista.

‘Um Conto de Natal’: Ian McKellen e Tramell Tillman entram para a nova adaptação do clássico

Segundo o DeadlineIan McKellen (‘O Senhor dos Anéis’) e Tramell Tillman (‘Ruptura’) foram escalados para o elenco da nova adaptação do clássico natalino Um Conto de Natal, de Charles Dickens.

Acredita-se que Tillman dará vida ao Fantasma do Natal Presente. Nenhuma informação sobre o papel de McKellen foi divulgada.

A dupla se junta ao previamente confirmado Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’), que será o rabugento protagonista Ebenezer Scrooge.

Intitulada ‘Ebenezer: A Christmas Carol‘, a nova versão será dirigida por Ti West (‘Pearl’).

A trama acompanha a jornada sobrenatural de um homem para enfrentar seu passado, presente e futuro e lutar por uma segunda chance.

Andrea Riseborough (‘Possessor’) também estrelará o longa.

O roteiro da nova versão é assinado por Nathaniel Halpern.

O filme será lançado pela Paramount Pictures, e está programado para o dia 13 de novembro de 2026.

Vale lembrar que o aclamado cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa’) também está desenvolvendo uma adaptação. Sua versão deve ser estrelada por Willem Dafoe.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

#CinemaCon 2026: Confira o logo do novo REBOOT de ‘Resident Evil’!

Após o sucesso de ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, Zach Cregger está em vias de nos entregar um ambicioso reboot de ‘Resident Evil‘. A Sony pagou a ele US$ 20 milhões para comandar este reboot e deu-lhe total liberdade para fazer o que bem entendesse com a franquia.

Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP está participando in loco, foi revelado o logo oficial da nova versão.

Veja abaixo:

Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Lembrando que a nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.

Agora resta esperar para ver se o hype vai sobreviver até a estreia — ou se estamos diante de mais um falso alarme em Raccoon City.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

FX+ será encerrado após acordo entre Fox e Disney

O acordo entre a Fox e a Disney não se restringe apenas aos direitos de personagens e franquias do estúdio. A aquisição das propriedades também vai afetar plataformas de streaming como o FX+, que será encerrado pela Disney nos EUA.

Segundo a Variety, o FX+ será encerrado em 20 de agosto, no entanto, a maioria da programação será direcionada ao Hulu, da Disney.

O FX+ era responsável pela distribuição de séries como ‘Atlanta, ‘American Horror Story‘, e ‘Legion, totalizando mais de 1400 episódios de séries.

Ezra Miller é flagrado agredindo fã no meio da rua; Assista!

Diversos usuários do Twitter estão compartilhando um vídeo chocante no qual o ator Ezra Miller parte para cima de uma fã e agarra seu pescoço antes de jogá-la no chão.

No vídeo, o astro de ‘Liga da Justiça‘ e ‘Animais Fantásticos‘ se aproxima da fã e pergunta:

“Você quer brigar?”

Confira:

De acordo com o The Wrap, a briga aconteceu em frente a um bar na Islândia depois que a fã questionou o ator sobre uma cicatriz em seu rosto, resultado de um acidente numa de suas cenas de luta.

Ao que parece, a fã brincou e disse que poderia derrotá-lo se eles brigassem, mas o ator levou a piada a sério e partiu para cima da mulher.

O homem que estava filmando disse que a moça achou que fosse uma brincadeira, mas Miller a arrastou pelo chão e não queria mais soltá-la, até que os seguranças do bar separaram a briga.

Mesmo assim, ele ainda ficou lá parado por 10 minutos encarando a moça enquanto aguardavam a chegada da polícia.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, e o ator ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Lembrando que Miller irá reprisar seu papel como o Flash em 2022.

A pré-produção do filme estava agendada para começar em breve, mas em virtude do delicado momento, os trabalhos tiveram que ser interrompidos.

Segundo a coordenadora de dublês Eunice Huthart, seu próximo projeto – que seria ‘The Flash‘ – começaria em abril desse ano. No entanto, tudo fora suspenso, sem data prevista de retorno.

Em uma entrevista ao ScreenRant, ela revelou:

“O projeto que eu ia começar era ‘The Flash’. Era pra eu começar no final do mês de abril, início de maio. Mas agora eu não sei o que vai acontecer com isso”.

Flash‘, filme da DC que será estrelado por Ezra Miller, ganhou data de estreia.

Dirigida por Andy Muschietti (It: A Coisa), a produção teve seu lançamento agendado pela Warner Bros. para o dia 1º de julho de 2022.

Novidades serão divulgadas em breve.

No passado, Muschietti falou sobre a produção.

“O que me encantou no Flash é o drama humano nele. Os sentimentos e emoções humanas que fazem parte do drama disso. Vai ser muito divertido, também. Eu não posso prometer que terá elementos assustadores, mas terá uma bela história humana.”

Christina Hodson, de ‘Aves de Rapina‘, fica a encargo da reescrita do roteiro.

Originalmente planejado para ser a adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro seguindo uma linha criativa diferente.

 

AME ou ODEIE… Fãs se dividem sobre ‘Mulher-Maravilha 1984’; Veja as reações!

Apesar de alguns fãs estarem amando ‘Mulher-Maravilha 1984‘ por conta da magia e da emoção que a diretora Patty Jenkins entregou, a sequência recebeu apenas apenas 67% de aprovação dos críticos.

E parece que uma parte do público concorda com as avaliações negativas.

Nas redes sociais, o filme vem recebendo elogios e reclamações… Enquanto alguns afirmam que é o filme do ano, outros reforçam a falta de criatividade e buracos no roteiro.

Confira as reações:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Venom 2’: Crossover com o ‘Homem-Aranha’ ganha força após nova foto de Tom Hardy; Confira!

No início da semana, Andy Serkis, diretor de ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘, afirmou que haverá um crossover com o ‘Homem-Aranha‘ mais cedo ou mais tarde.

Além disso, o filme já foi exibido durante uma premère nos EUA e quem já assistiu sugeriu que a cena pós-créditos tem relação com o Aranha de Tom Holland.

Agora os rumores ganharam ainda mais força depois que uma página dedicada a novidades sobre os filmes do ‘Homem-Aranha‘ compartilhou uma imagem de Tom Hardy.

Isso porque o astro aparece usando um boné igual ao modelo usado pelos funcionários da produção de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

Pode ser apenas uma coincidência ou um presente da produção, já que Hardy também é um astro da Sony, mas a foto reacende os rumores de a cena pós-créditos deVenom 2’ pode conectar o anti-herói aos próximos filmes do Cabeça de Teia e vice-versa.

Confira a imagem:

Para aguçar ainda mais a curiosidade dos fãs, a jornalista Grace Randolph pôs lenha na fogueira em uma publicação no Twitter, dizendo o seguinte sobre a cena:

“Ah, Venom não diz ‘Eu odeio aquele cara’. Na verdade, ele diz ‘Ele parece saboroso’, e isso está ligado ao Universo Cinematográfico da Marvel.”

Será que o simbionte estaria se referindo ao Homem-Aranha?

Mais tarde, ela tentou se corrigir, escrevendo:

“Muitos de vocês estão presumindo coisas baseados no tweet da cena pós-créditos de Venom 2. Eu deixei muita coisa crucial de fora. A Sony mostrou o filme para um monte de fãs, a descrição da cena vazou online, tenham cuidado.”

Confira, junto com as reações dos fãs:

Venom: Tempo de Carnificina é uma mistura frenética de filme de drama, romance e terror. Não perde tempo para começar… Hardy está pegando fogo e Harrelson * é * o Carnificina”, disse um usuário no Twitter antes de acrescentar: “Não perca a cena pós-créditos!

“Puta merda, aquela cena pós-créditos”outro acrescenta , enquanto outros estão implorando aos fãs que não tiveram a sorte de ver ‘Venom 2‘ ainda se “Segurem firme para não lerem spoilers”.

Resta saber o que acontece na cena pós-créditos, mas ao que parece, será algo bem épico envolvendo o universo do Homem-Aranha.

Curiosamente, um fã chamou a sequência de Venom de seu “filme favorito do MCU nos tempos modernos” enquanto, ao mesmo tempo, “contava uma história muito humana e muito bonita para Eddie Brock”.

Em entrevista à Esquire, o astro Tom Hardy disse que já tem ideias para ‘Venom 3‘ e para o crossover com ‘Homem-Aranha‘.

“Estou pensando no terceiro filme, porque acho que você precisa escrevê-lo com bastante tempo. Mas eu sei que o terceiro filme só será aprovado se o 2 fizer sucesso. Mas o estúdio [estava] muito, muito satisfeito com o número dois.”, afirmou.

O ator ainda revelou que quer ver ‘Venom vs Homem-Aranha‘ nas telonas.

“Eu seria negligente se não estivesse tentando controlar qualquer tipo de conectividade com o Homem-Aranha. Eu não estaria fazendo o trabalho se não estivesse acordado e aberto a qualquer oportunidade ou eventualidade ou estivesse animado com isso. Obviamente, esse é um grande desfiladeiro para pular, para ser transposto por uma única pessoa, e seria necessário um nível muito mais alto de diplomacia e inteligência, sentar e conversar, para enfrentar uma arena como aquela. Se ambos os lados estiverem dispostos, e isso for benéfico para ambos, não vejo por que não poderia acontecer”, afirmou.

Ficaram empolgados com o filme?

Lembrando que a estreia de ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’ está marcada para 07 de outubro.

LEGENDADO

 

Filmes da franquia ‘Harry Potter’ devem sofrer reinicialização após a decepção de ‘Animais Fantásticos 3’

De acordo com o The Wrap, fontes ligadas à Warber Bros. Discovery disseram que a companhia vem planejando uma reinicialização na franquia de filmes baseados na saga ‘Harry Potter.

Isso porque os executivos estão extremamente insatisfeitos com a decepção de bilheteria de ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dunbledore‘, que arrecadou apenas US$ 396 milhões pelo mundo.

Orçada em US$ 200 milhões, a sequência provou como a franquia vem perdendo força ao longo dos anos.

Lembrando que ‘Os Crimes de Grindelwald’ (2018) fechou seu caixa com US$ 659 milhões nas bilheterias mundiais. Já o primeiro filme, lançado em 2016, fez US$ 814 milhões.

Além disso, ‘Os Segredos de Dumbledore‘ registrou apenas 47% de avaliações positivas da crítica, representando o segundo percentual de aprovação mais baixo da trilogia, atrás de Os Crimes de Grindelwald’ (36%).

Por enquanto, ainda não há pistas sobre quais serão os novos rumos que a franquia irá tomar nas telonas, mas é possível que um comunicado seja emitido em breve.

Por outro lado, o presidente da companhia, David Zaslav, disse que vai manter os planos de seu antecessor, Toby Emmerich, em relação aos projetos direcionados ao streaming.

Como Emmerich anunciou no ano passado que a HBO MAX tinha planos para uma série de TV explorando as casas de Hogwarts, o projeto ainda deve ser desenvolvido no futuro.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ já está disponível na HBO Max.

Confira a nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Muitos anos depois dos trágicos eventos de ‘Os Crimes de Grindelwald‘, Newt Scamander se envolve numa nova trama que o levará para o Rio de Janeiro e Berlim, além do envolvimento do mundo bruxo com a Segunda Guerra Mundial.

 

David Yates (‘A Lenda de Tarzan’) dirige.

O elenco conta com Eddie Redmayne, Jude Law, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner, Jessica Williams, Victoria Yeates, Poppy Corby-Tuech, Fiona Glascott, Katherine Waterston, Maria Fernanda Cândido, Richard Coyle e Oliver Masucci.

O longa teve recepção mista por parte da crítica nacional e internacional e arrecadou US$389 milhões ao redor do mundo. Apesar de ter se consagrado como a sexta maior bilheteria do ano (até agora), a produção teve a menor arrecadação do Universo Bruxo.

Cena pós-créditos de ‘Homem-Formiga 3’ traz ligação com ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’

O texto abaixo contém SPOILERS!

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ já está em exibição nos cinemas e a segunda cena pós-créditos traz uma ligação com ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘.

A cena mostra Loki (Tom Hiddleston) e Mobius (Owen Wilson) assistindo a uma apresentação de Victor Timely em um período do passado.

Timely é um inventor e uma variante de Kang, o Conquistador (Jonathan Majors). No entanto, esta versão em particular é um mestre da robótica e ajudou o cientista Phineas Horton a criar o Tocha Humana original.

Quando a Marvel ainda era conhecida como Timely Comics, o inventor realmente projetou um androide que tem alguns poderes semelhantes ao amado membro do ‘Quarteto Fantástico‘.

Os fãs mais atentos vão se lembrar da referência ao Tocha Humana original em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘.

Enquanto Steve (Chris Evans) e Bucky (Sebastian Stan) vão para a Stark Expo de 1943, eles passam por um manequim, ou talvez o androide real, em exibição como parte das festividades.

Durante anos, as pessoas mencionaram esse detalhe como apenas uma referência, mas será que a cena pós-crédito pode ter mostrado Timely dando os primeiros passos na construção do androide?

Seja qual for o caso, só vamos descobrir as respostas na segunda temporada de Loki‘, que estreia este ano na Disney+.

Enquanto isso, confira nossa análise sobre as duas cenas pós-créditos de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Majors falou sobre sua preparação para interpretar o novo vilão do MCU, Kang, o Conquistador.

Quando questionado sobre suas inspirações para interpretar Kang, Majors confirmou que “observou” e estudou os três maiores vilões dos Vingadores: Loki, Ultron e Thanos.

“Eu estudei Ultron, Loki e Thanos. Acho que esses seriam os maiores vilões ou anti-heróis por excelência. Todos eles tinham qualidades muito interessantes e alguns deles compartilhavam essas qualidades, o que é apenas uma necessidade para assumir o manto.”, afirmou. 

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ estreia em 16 de fevereiro, dando início à Fase 5 do MCU.

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

 

‘Fallout’: Adaptação será ambientada no universo dos games, mas com histórias inéditas

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Todd Howard, o produtor da franquia de games ‘Fallout‘, comentou sobre a série que está sendo desenvolvida pela Amazon Prime Video.

Em sua declaração, o executivo disse que a trama será ambientada no cânone dos jogos, mas vai se concentrar em uma narrativa inédita porque:

“Eu não queria uma releitura de uma trama que já existe. Muito do que conversamo enquanto planewjávamos a série eram coisas do tipo: ‘Isso aqui é igual àquilo que fizemos em Fallout 3’… E eu dizia: ‘É, nós já contamos essa história, precisamos de algo novo’. Eu não tenho interesse em reciclar nada do que já fizemos. Eu estava interessado em contar uma história única na série. Trate-a como um jogo e dê aos criadores da série um campo para eles brincarem.”

Mesmo assim, a Bethesda [produtora responsável pelos games] considera a trama da série como parte fundamental da franquia como um todo.

“Consideramos os eventos da série como algo canônico. É incrível quando alguém olha para o seu trabalho e o traduz com estilo. Já pude ver [alguns trechos da série] e pensei: ‘Ah, por que não fizemos isso antes?’.”

Vanity Fair também divulgou as primeiras imagens oficiais da adaptação, que estreia em 12 de abril e 2024.

Confira:

Lembrando que painel da plataforma de streaming da próxima edição da Comic-Con Experience receberá a equipe da produção – incluindo os atores Ella PurnellAaron Moten e Walton Goggins, o produtor executivo Jonathan Nolan e o co-showrunner Graham Wagner

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘Neon Genesis Evangelion’ | Os 25 Anos do IMPACTO da famosa animação japonesa

Neon Genesis Evangelion foi o terceiro e derradeiro impacto no gênero de ficção científica dos animes

* Texto contém leves spoilers do episódio 16 e do final do anime

“Ataque do Anjo”

Por volta do ano de 1995, uma história sobre robôs gigantes pilotados por adolescentes e que combatem monstros gravaria seu nome na história. Combinando ação exagerada com a discussão sobre temas como espiritualidade e instabilidade emocional, Neon Genesis Evangelion soube como dar sequência ao longo legado de produções sci-fi anteriores, bem como levá-las a um novo nível. 

A indústria de animações japonesas é bastante variada em questão de tipo de produção e como determinada produção flui entre eles. Alguns exemplos são os gêneros de slice of life (cotidiano, geralmente passado no ambiente escolar), seinen (histórias de cunho mais adulto e com maior grau de violência), shonen (voltados para o público infanto-juvenil e com histórias focadas em lutas) e sci-fi

Este último talvez seja o que mais se inspirou e se inspira em produções ocidentais, seja na questão de uma estética futurista ou de elaboração de enredos. O gênero também é bastante creditado por ter sido um dos primeiros a empurrar a cultura pop japonesa de uma fase “imatura” para uma “consolidada”. Para tanto é interessante neste texto, para fins didáticos, dividi-lo em três períodos. 

Lançado em 1990, o mangá “Battle Angel Alita” é uma peça importante do gênero Sci-Fi

O primeiro deles foi a estreia do anime Astro Boy em 1963, baseado no mangá homônimo de 1952 escrito por Osamu Tezuka. A modernização do conto do Pinóquio, conforme definido pelo tradutor para a versão em inglês Frederik Schodt, foi a primeira vez que traços impressos em um mangá ganharam movimentos em uma animação, bem como a estreia de uma animação japonesa no mercado americano. A visão que Tezuka demonstrava para o futuro, um misto de animação com o potencial tecnológico e pessimismo, também foi exposta por ele em sua obra maior.

No artigo Astro Boy and the Legacy of Osamu Tezuka, escrito por Zosia Swidlicka, é apontado que o dilema sobre a natureza humana, algo tão essencial para Neon Genesis Evangelion, já estava presente nos escritos de Tezuka desde 1952. “…Em Astro Boy humanos são tanto atraídos quanto repelidos por robôs. Dependem destes para sobreviver e ainda assim se ressentem deles por suas diferenças. Muito é levado em conta nos papéis atuais sobre a iminente chegada de robôs e I.A, vindo para “roubar nossos empregos” e desafiar a natureza humana”. 

Astro Boy foi o início de toda uma indústria

Uma menção rápida porém importante desse período são também os filmes tokusatsu (live actions que utilizam bastante efeitos especiais) do Godzilla, que são basicamente sobre monstros gigantes que ameaçam a sociedade japonesa e impelem os humanos a acharem um meio de lutar contra tal ameaça. Esse conceito se tornaria a premissa de Evangelion.

O segundo impacto no gênero sci-fi foi em 1988, com a estreia do longa animado Akira. Até então, as animações eram feitas de maneira bastante limitadas seja do ponto de vista técnico ou orçamentário. Sua produção, no entanto, foi considerada a mais cara feita até então com 1,1 bilhão de ienes justamente para bancar a construção de todo um novo mundo cyberpunk inédito (fora dos mangás). 

” A Besta Que Gritou ‘EU’ No Coração do Mundo”

Para tanto o diretor Katsuhiro Ôtomo utilizou 160.000 células de animação, uma opção que exigiu muito mais da equipe artística, que precisou preencher diferentes elementos de cada cena individualmente. A técnica foi necessária para conferir uma qualidade ímpar ao projeto. Nem mesmo o estúdio Ghibli, que havia sido fundado em 1985 e só havia produzido Castelo no céu, optava por esse estilo de animação, preferindo normalmente algo semi-animado.

Akira é um clássico verdadeiramente revolucionário

Esteticamente Akira se inspirou em diversas fontes ocidentais, sendo algumas delas audiovisuais ou não. A mais evidente não poderia ser outra senão Blade Runner de 1982, principalmente nos momentos que o espectador pode ter vislumbres da futurista Neo-Tokyo e constatar o abandono social caminhando lado a lado com o excesso de luzes neon em prédios gigantescos. Outra fonte de inspiração de Ôtomo para o visual de terra arrasada, mais tarde importante para o filme, conforme dito na matéria Akira: The Story Behind the Film de Andrew Osmond, foi o livro Guerra dos Mundos de H.G Wells.

O sucesso inevitável de Akira levou a uma revolução no modo de fazer animes, bem como no ocidente também. No artigo How Akira Changed the World of Animation Forever de Karla Clark é estabelecido que Akira teve papel importante em como se reavaliou o fazer animações. “Até seu lançamento, animações no ocidente eram vendidas em torno das crianças. Disney, Warner Bros e Hanna-Barbera, com suas tramas inocentes e animações simples, jamais haviam sonhado em atingir uma fanbase mais madura”.

“A quarta criança”

Ao chegar no ano de 1995, portanto, a indústria dos animes já havia se transformado, bem como toda a sociedade japonesa. O mercado de animes serializados, aqueles que são transmitidos em episódios, já havia se mostrado bastante lucrativo; em especial quando envolve propriedades do gênero shonen como Dragon Ball e Yu Yu Hakusho. Nos mangás não era muito diferente, visto que a saga de Goku criada por Akira Toriyama ia a toda vapor bem como, este reinando no gênero seinen, estava Berserk de Kentaro Miura.

Berserk: um épico sobre violência e a luta contra demônios internos (e externos)

Após dois impactos importantes, o gênero sci-fi se encontrava em uma posição de estagnação; sem possuir desde 1988 uma obra que verdadeiramente chacoalhava a indústria. Isso, obviamente, não significava que o gênero havia morrido. Ligado a ele, os animes de estilo mecha (robôs gigantes) viram sua popularidade ascender nos anos 80, não só pelo sucesso de obras com estilo tecnológico futurista mas por seu potencial inato para vender brinquedos voltados para crianças.

O exemplo mais bem sucedido do gênero até então havia sido a série Mobile Suit Gundam, transmitida desde 1979. Foi nesse cenário que o então jovem diretor Hideaki Anno, após se recuperar de um grave episódio de depressão, aceitou a proposta de desenvolver um novo projeto para o estúdio Gainax; uma vez que a relação de ambos já existia. 

Na matéria assinada por Ollie Barder para a Forbes intitulada ‘Evangelion’ Is A Great Anime But Not Without Its Influences And Hardly The First Of Its Kind é apontado que os animes mecha como um todo contribuíram para o processo criativo de Hideaki Anno. “As influências de animes mecha foram muito além e bastante complexas. Enquanto séries como Space Runaway Ideon (do mesmo criador de Gundam) foram uma influência aparente, é bastante claro que a maior parte dos trabalhos de Yoshiyuki Tomino desempenharam um papel na inspiração de Evangelion”.

O trio protagonista de Evangelion deve enfrentar monstros ameaçadores

A história então elaborada é a seguinte: em 2015 o mundo se encontra em um cenário de grande tensão. Isso porque quinze anos antes ocorreu um grande cataclismo ambiental conhecido como segundo impacto e que teve como consequência o total descontrole do clima e elevação do nível do mar. A história então segue o protagonista adolescente Shinji Ikari enquanto ele chega à cidade de Tóquio 3 após receber uma convocação de seu pai, uma figura a qual ele nunca foi próximo mas ocupa um lugar chave em uma agência secreta do governo japonês.

Chegando lá ele testemunha o confronto entre forças da ONU e de uma criatura de tamanho colossal e praticamente invencível frente às armas normais, chamada de anjo. Shinji descobre eventualmente que a única forma de derrotar esse e outros anjos é controlando por meio de ondas cerebrais um robô gigante apelidado de EVA e cuja numeração varia de acordo com o modelo. Episódio a episódio, Shinji vai conhecendo novos personagens, sendo alguns deles difíceis de se interagir (como o próprio pai e uma outra adolescente que possui um EVA chamada Asuka).

“Ele estava ciente de que ainda era uma criança”

O que fica claro desde a primeira interação de Shinji é que ele é um personagem bastante introspectivo com momentos crônicos de falta de autoconfiança e que de alguma forma é bastante afetado mentalmente (e tem esse quadro agravado) toda vez que pilota o EVA 01. Porém, o roteiro vai trabalhando em uma crescente com o personagem, lhe conferindo aos poucos mais confiança a medida que vai ganhando batalhas contra vários anjos…. e isso não dura para sempre.

A relação entre Shinji e o EVA 01 é extremamente destrutiva para o protagonista

A partir do episódio 16, intitulado “Doença até a Morte”, Shinji passa por sua primeira experiência existencial e o roteiro como um todo do anime assume uma direção totalmente inversa do que qualquer obra mecha da época havia oferecido. Um exemplo é que no próprio episódio mencionado Shinji é confrontado com a sensação do desespero de deixar de existir; tema esse abordado no livro The Sickness Unto Death, que também dá nome ao episódio, escrito pelo filósofo Sören Kierkegaard que compara o sentimento de desespero ao de pecar, assim como da distância que o indivíduo vai tomando de Deus e suas vontades.

No artigo científico Beyond 2015: Nihilism and Existentialist Rhetoric in Neon Genesis Evangelion por Gabriel F. Y. Tsang para estudos japoneses na Universidade de Tsukuba, é inferido que o protagonista Shinji, assim como todo o anime, trata unicamente sobre ansiedade. “Andrew Wells Garnar afirma que Neon Genesis Evangelion é inteiramente sobre ansiedade e explica que ‘o exemplo mais óbvio é a angústia de Shinji sobre suas relações com seu pai, sua mãe, as mulheres em sua vida, amigos e o EVA unidade 01”.

“O dilema do ouriço”

Conforme o anime caminha para sua conclusão, por volta do episódio 26, Shinji se distancia mais e mais dos outros personagens; em uma erupção do sentimento de medo sobre se abrir para outras pessoas ou até mesmo de viver, de modo que eventualmente isso possa levá-lo a se ferir. Essa questão, que por diversas vezes é levantada, recebe a denominação no próprio anime como “dilema do ouriço”. Esse muro construído por Shinji com a finalidade de protegê-lo de futuros ferimentos das relações sociais consequentemente cria um sentimento de alienação no próprio sobre seu papel na guerra contra os anjos.

Laços emocionais são extremamente difíceis de se cultivar em Evangelion. Principalmente para Shinji e Asuka

O trio Carl Li, Mari Nakamura e Martin Roth destrincham justamente a ideia de alienação presente durante o anime no artigo Japanese Science Fiction in Converging Media: Alienation and Neon Genesis Evangelion. “Analisando o anime Evangelion em termos dos cinco aspectos de alienação de Seeman (psicólogo social) nós descobrimos que Shinji tenta superar sua alienação ao participar da resistência coletiva humana contra os anjos alienígenas, ainda assim suas tentativas revelam contradições nos tipos de alienação”.

No decorrer do mesmo artigo, os autores levantam o fato de que as ações de Shinji ao se impor, pilotando o EVA 01, mais prejudicam sua busca pelo sentimento de individualidade do que lhe indicam uma solução. Os três modelos EVA, cada um pilotado por uma criança diferente, acabam se mostrando então como ferramentas muito mais destrutivas do que construtivas. Um outro exemplo é a personagem Asuka que comanda o EVA 02 e, devido a traumas de infância como o relacionamento com a mãe, acaba concentrando em seu trabalho como piloto toda a frustração e, mais importante, busca por aprovação externa que ela jamais recebeu. Já no caso da terceira criança, Rei Ayanami, é evidente a troca de motivações psicológicas reais por uma mais etérea e ficcional. A criação desse personagem em específico a torna mais distante de uma abordagem psicológica real como no caso de Shinji e Asuka.

Assim como o restante do elenco, Asuka sofre internamente com seus próprios traumas

Ao chegar em seus dois últimos episódios, o anime, sofrendo com falta de verba evidente, apelou para um estilo inusitado de animação e que se utilizou de narrativa não linear e abstrata. Com isso, o estúdio Gainax sofreu com diversas reclamações e até ameaça a seus funcionários. Em 1997 um novo final seria proposto no longa animado The End of Evangelion, este com um formato narrativo e visual mais tradicional. Atualmente, o anime passa por uma reimaginação com os filmes da série Rebuild, que não necessariamente muda a história, mas reorganiza alguns elementos.

Passados 25 anos de seu lançamento, Neon Genesis Evangelion ainda é cultuado como um produto que ousou em um mercado bastante inflexível como o da indústria de animes. Sua estética inspirou muitos dos animes do gênero mecha que vieram depois e suas abordagens psico-filosóficas para com seus personagens ainda são revisitadas constantemente. Se Astro Boy mostrou nos anos 60 o potencial dos animes e Akira chacoalhou a indústria da animação ocidental e oriental com seu futuro cyberpunk, Evangelion expôs com seu polêmico final que não só a indústria a que ele pertence é inflexível, mas (e isso é ainda mais complicado) seu público consumidor também é.

 

Gal Gadot volta a afirmar que retornará como Mulher-Maravilha

A atriz Gal Gadot revelou que está pronta para reprisar seu icônico papel como Mulher-Maravilha, após uma reunião significativa com James Gunn e Peter Safran na DC Studios. Gadot compartilhou que os líderes do estúdio a tranquilizaram quanto ao seu futuro na franquia.

“Fui convidada para uma reunião com James Gunn e Peter Safran e o que eles me disseram, estou citando: ‘Você está nas melhores mãos. Vamos desenvolver Mulher Maravilha 3 com você. Amamos você como Mulher-Maravilha, e não tem nada com que se preocupar.’ Então, o tempo dirá”, afirmou Gadot durante uma entrevista à Flaunt Magazine antes da greve dos atores em Hollywood.

Segundo o CanWeGetSomeToast, o novo filme será um reboot da franquia – e trará Gadot de volta ao papel.

Mulher-Maravilha 3 deveria ter sido filmado neste verão com um roteiro de Patty Jenkins que Gal realmente gostou. Jenkins estava obviamente voltando para dirigir, mas James Gunn descartou totalmente o roteiro dela porque achou que a opinião dela não se encaixava onde ele queria levar a Mulher Maravilha no DCU. Isso fez com que Jenkins não estivesse mais envolvido no projeto em QUALQUER capacidade. James Gunn, Peter Safran E Gal Gadot desenvolverão uma NOVA versão de Mulher-Maravilha 3, do zero. Após a greve, obviamente. No final das contas não será realmente Mulher-Maravilha 3 , mas um reboot estrelado pela mesma atriz. Algumas coisas que vimos em seus filmes anteriores permanecerão as mesmas, algumas mudarão.”, afirmou. 

Anteriormente, ‘Mulher-Maravilha 3‘ seria escrito e dirigido novamente por Patty Jenkins, porém, de acordo com reportagens, o projeto foi cancelado pela chefia da DC devido a descontentamentos com o tratamento do roteiro apresentado pela cineasta.

Como resultado, o filme foi colocado em espera, mas aparentemente está sendo desenvolvido novamente do zero.

Ainda não se sabe se Patty Jenkins estará envolvida no terceiro filme da Mulher-Maravilha. Fique ligado para mais informações.

Relembre o trailer de ‘Mulher-Maravilha 1984‘:

Mulher-Maravilha 1984’ acompanha Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot) em 1984, durante a Guerra Fria, entrando em conflito com dois grande inimigos – o empresário de mídia Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a amiga que virou inimiga Barbara Minerva/Cheetah (Kristen Wiig) – enquanto se reúne com seu interesse amoroso Steve Trevor (Chris Pine).

 

‘Lucy 2’: Luc Besson fala sobre sequência do filme com Scarlett Johansson

O cineasta francês Luc Besson, conhecido por sucessos como ‘Dogman’ e ‘O Quinto Elemento’, abordou recentemente a possibilidade de uma sequência paraLucy, longa estrelado por Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) em 2014.

Segundo o ScreenRant, Besson indicou que não foi abordado para dirigir ou desenvolver qualquer continuação de seu filme de sucesso. “Sim, eu ouvi sobre isso. Eu até li sobre isso. Sim, fiquei feliz em ouvir isso. Eu disse, ‘Ah, mesmo? Me dê o roteiro’. Sabe, esse é o problema às vezes com a internet, eu não sei de onde vem a informação. Às vezes, vejo que meu nome está em um filme do qual não estava ciente”.

Vale ressaltar que Lucy, apesar de receber críticas mistas a positivas, foi um grande sucesso, arrecadando uma impressionante bilheteria de US$ 469 milhões, superando seu orçamento de produção de US$ 40 milhões.

Lucyestá disponível no Max

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Maria Callas’: Angelina Jolie revela que conversou com os filhos sobre os temas do filme

Angelina Jolie revelou que recentemente teve conversas importantes com seus filhos sobre temas como violência, usando seu filmeMaria Callas’ como ponto de partida.

No longa, Jolie trabalha com seus dois filhos mais velhos, Maddox, de 23 anos, e Pax, de 21, que atuaram no filme no departamento de assistente de direção, que serve como ligação entre o diretor e as outras equipes criativas.

O filme aborda o romance conturbado e cheio de altos e baixos entre a cantora Maria Callas e Aristóteles Onassis, um relacionamento marcado por alegações de abuso, embora o tema não seja explorado explicitamente na trama.

Segundo à People, Jolie compartilhou suas reflexões sobre trabalhar com os filhos e discutir os temas abordados no filme: “Eles puderam refletir sobre os relacionamentos e a violência no filme — questões sobre as quais, às vezes, você não tem a oportunidade de conversar com seus filhos, então me senti sortuda”.

Jolie tem seis filhos com o ex-marido Brad Pitt: Maddox, Pax, Zahara, de 19 anos, Shiloh, de 18, e os gêmeos Vivienne e Knox, de 16 anos.

Recentemente, Jolie também comentou ao The Hollywood Reporter sobre a presença de Maddox e Pax no set: “Eles já trabalharam em sets várias vezes, e acho que isso é bom para eles. Pax costuma fazer fotos e acaba sendo chamado para o set, e Pablo [Larraín] foi maravilhoso ao reconhecer que ele tem talento para isso”.

A atriz também destacou que seus filhos estão ficando mais velhos e mais independentes. “Agora eles têm idade suficiente para me acompanhar no trabalho. É uma nova fase em nossas vidas. Estou muito empolgada por vê-los se tornando cada vez mais independentes a cada dia”.

Jolie também falou sobre a identificação comMaria Callas’ em relação ao compromisso com o trabalho.

“Sou uma pessoa trabalhadora e profundamente sensível. Maria é vulnerável porque ela sente e, às vezes, não consegue se proteger da solidão ou da dor emocional. Isso faz parte de sua vida e do seu trabalho, ser extremamente humana e viver dessa forma. Você vive através da sua comunicação com o público. Para Maria e para mim, isso sempre foi extremamente importante”, afirmou Jolie.

A estrela já havia falado anteriormente sobre suas conexões pessoais com Callas. Em uma coletiva no Festival de Cinema de Veneza, ela disse: “Bem, há muita coisa que eu não vou dizer aqui, que vocês provavelmente sabem ou presumem”.

“Acho que a forma como me relacionei com ela pode ser uma surpresa. [Foi] provavelmente a parte dela que é extremamente suave e que não tem espaço no mundo para ser tão suave quanto ela realmente era, e tão emocionalmente aberta quanto ela realmente era”, explicou Jolie, acrescentando: “Eu compartilho a vulnerabilidade dela mais do que qualquer coisa”.

O filme ainda não tem uma data oficial de lançamento nos cinemas brasileiros.

maria

Baseado em fatos, o longa vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970.

O longa tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.

Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).

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maria callas

Ezra Miller reflete sobre retorno a Hollywood “de forma cautelosa”

Ezra Miller, ator conhecido por seus papéis em The Flash e Precisamos Falar Sobre o Kevin, marcou presença recentemente no Festival de Cannes, revelando que está considerando um retorno a Hollywood “de forma cautelosa”.

Segundo o Deadline, Miller afirmou que foi convidado a Cannes para apoiar a estreia mundial de seu novo filme,Die My Love, dirigido por Lynne Ramsay.

“Vim a Cannes para apoiar uma das minhas amigas mais próximas no mundo, que é a Lynne Ramsay, que eu considero uma das maiores cineastas vivas”, disse Miller. “Estou trabalhando com ela novamente, e isso provavelmente será a primeira coisa que farei: um filme que nós dois estamos escrevendo juntos”.

Miller acrescentou: “Tenho escrito muito, porque isso é algo que se pode fazer em solidão, e a solidão tem sido amigável comigo”.

“Não que eu não carregue muito arrependimento e lamentação por muitas das coisas que fiz e que aconteceram nesse período, mas estou realmente muito grato pelas lições que vieram com esse abismo”, destacou Miller.

O ator enfrenta um “recomeço difícil” após ter sido alvo de vários incidentes desde 2020, incluindo acusações de agressão, assédio, arrombamento e a suposta manipulação de uma jovem de 18 anos, cuja queixa foi retirada pelo pai em agosto passado.

‘Mercy’: Chris Pratt enfrenta o apocalipse causado por IA no primeiro trailer; Confira!

O suspense de ficção científicaMercy divulgou seu primeiro trailer oficial, aumentando a expectativa para o lançamento no início do próximo ano. O filme é estrelado por Rebecca Ferguson e Chris Pratt.

Mercy’ está programado para estrear em 23 de janeiro de 2026.

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A direção é assinada por Timur Bekmambetov (‘O Procurado’). O roteiro é de Marco van Belle, e a produção fica a cargo de Charles Roven (‘Oppenheimer’).

“Ambientada em um futuro próximo, em meio a um aumento alarmante da aplicação da pena de morte, a trama acompanha um detetive (interpretado por Chris Pratt) que é acusado de um crime violento. Ele é forçado a lutar para provar sua inocência”, diz a sinopse.

Além dos protagonistas Rebecca Ferguson e Chris Pratt, o elenco também conta com nomes como: Kali Reis, Rafi GaronChris SullivanKenneth ChoiKylie Rogers.

‘Heart of the Beast’: Brad Pitt enfrenta a natureza selvagem em novas imagens; Confira!

Heart of the Beast, suspense de sobrevivência estrelado por Brad Pitt, divulgou novas imagens oficiais que destacam os desafios enfrentados pelo protagonista em meio à natureza selvagem do Alasca. O longa marca uma nova parceria entre Pitt e o diretor David Ayer, que já trabalharam juntos no aclamadoCorações de Ferro.

Com estreia marcada para 25 de setembro, o filme chegará aos cinemas enfrentando a concorrência de ‘A Ilha Esquecida’ e do relançamento de ‘Vingadores: Ultimato’.

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Na trama, um ex-soldado das Forças Especiais e seu fiel cão de combate aposentado precisam lutar pela sobrevivência após um acidente aéreo em uma região remota e implacável do Alasca. Isolados da civilização, os dois embarcam em uma jornada perigosa para encontrar o caminho de volta para casa, enfrentando os desafios extremos da natureza e colocando à prova sua resistência física e emocional.

Além de estrelar, Pitt também produz a série, por meio da sua produtora Plan B.

Essa é a primeira vez que Pitt trabalha com Ayer em mais de 10 anos. A última parceria da dupla foi em Corações de Ferro, aclamado drama de 2014 da Sony.

Damien Chazelle, Olivia Hamilton e Ayer também assumem a produção do filme.

Crítica | Big Jato

Cláudio Assis está de volta com um peculiar filme infantil

Sempre polêmico e até sendo motivo de ojeriza por parte de alguns, o cineasta Cláudio Assis segue construindo uma carreira sólida, com filmes cheios de críticas sociais, que trazem violência latente e retratam a crueza do humano resumido basicamente em estômago e sexo. Todos os seus trabalhos lidam com temas extremamente delicados e não têm medo de assumir bandeiras. E mesmo com toda ideologia marginal, o esmero estético visual e narrativo sempre foram presentes. Assim, a união desses fatores tornaram-se marcas registradas do pernambucano.

Assis surpreendeu quando anunciou que seu próximo filme teria temática infantil e adaptaria um livro homônimo do jornalista Xico Sá, já que sempre contou com roteiros originais escritos por Hilton Lacerda. Bem como a obra literária, o longa leva o nome de “Big Jato” e retrata uma fase da infância de Francisco (Rafael Nicácio), um garoto que se vê dividido entre a sofrida rotina do pai rígido, que trabalha num caminhão-pipa limpando fossas de casas sem saneamento, e a boa vida do tio, um radialista anárquico libertário – ambos os personagens interpretados por Matheus Nachtergaele.

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O menino tem ainda como mestre-confidente a figura mística de um homem chamado de Principe (Jards Macalé), sempre com diálogos metafóricos e figurino alegórico. Em meio a isso, Chico parece ter descoberto o amor e também sua vocação como poeta. Apesar de tudo acontecer à sua volta, acompanhamos o cotidiano do moleque mostrado com naturalidade, sem grandes floreios ou um forçado apelo artístico, tanto que mal vemos suas poesias. O longa tem como foco a infância e a descoberta de novas oportunidades. De quanto é dura e estranha a mudança na cabeça daqueles que, segundo o tio, são fosseis que ficaram para trás.

O grande destaque de “Big Jato” vem da sua narrativa, que se mostra fluida nos três atos e aborda a vida de Chico com organicidade. O diretor parece mais maduro, ou pelo menos não abusa das trucagens, aliás, a linguagem mostra-se bem acessível. Os cacoetes estão lá, como os típicos planos-sequenciais e as câmeras panorâmicas, mas aparecem de modo simplório. Assis só não abre mão da auto-referência e cita através de cartazes, falas e canções suas obras anteriores. Temos novamente a quebra da quarta parede, e nesse sentido o filme nos remete ao pesado “Baixio das Bestas” (2007).

As gags do roteiro literalmente atemporal, da dupla Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco, também são pontos a serem destacados, já que muitas delas são muletas e servem para manter o espectador conectado com a trama e o universo empreendido, pois não temos aqui numerosos grandes momentos. Bem como a montagem de Karen Harley é fundamental por trazer dinamismo à fita, e a fotografia de Marcelo Durst conseguir unir visualmente as épocas retratadas, sem criar confusões. Este que concebe belíssimos planos contemplativos, sendo bem auxiliado pela competente direção de arte de Ananias de Caldas e Karen Araújo.

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Mas nem tudo são flores em “Big Jato”, ainda que Nachtergaele como sempre traga grande peso aos gêmeos, muitas cenas dramáticas são prejudicadas e amortizadas, devido o ator mirim Rafael Nicácio não conseguir alcançar o traço emocional pretendido. Ainda que não faça feio, o papel de Nicácio é importante para todo o elenco e talvez falte a ele mais veracidade em sua interpretação. A presença de Jards Macalé também não é marcante a ponto que seu personagem seja de fato relevante. Diferente da experiente Marcelia Cartaxo, que rouba a cena e faz a figura mais tátil da história.

Com o desenrolar da trama e o crescimento de Francisco, notamos que o filme vai ganhando contornos típicos do diretor, o grafismo violento e sexual das cenas finalmente é revelado. A parte final do longa é repleta de metáforas e alegorias que servem basicamente como o despertar do protagonista. É verdade que muitas das figuras aludidas não são tão marcantes como àquelas que vemos em “Amarelo Manga” (2003) e “Febre do Rato” (2012), mas certamente dialogam com as ideias de Cláudio Assis, este que sempre fez cinema à sua maneira.

Filho de Alfonso Cuarón vai dirigir novo filme da Marvel com Bad Bunny

Segundo a Variety, Jonás Cuarón, o filho do famoso cineasta mexicano Alfonso Cuarón (‘Gravidade’), foi anunciado como diretor do filme ‘El Muerto‘. A produção da Sony Pictures será o primeiro filme de super-herói da Marvel protagonizado por um latino e terá como estrela o cantor Bad Bunny.

Gareth Dunnet Alcocer será o roteirista, ele que foi o responsável por escrever a adaptação de ‘Besouro Azul‘, aposta da Warner Bros. Discovery para a representatividade latina dentro da DC Comics, que contará com Bruna Marquezine e Xolo Maridueña no elenco.

Lembrando que Jonás Cuarón fez a estreia na direção de um longa de ficção com ‘Deserto‘ (2015), que acompanha um grupo de pessoas que tenta atravessar a fronteira entre o México e os Estados Unidos. Ele também foi o responsável pelo roteiro de ‘Gravidade‘ (2013), ao lado do pai, que assinou a direção do projeto. A produção foi indicada a dez categorias do Oscar de 2014, levando sete estatuetas.

El Muerto‘ é o apelido do personagem Juan Carlos Estrada Sanchez, que surgiu como um vilão no universo dos quadrinhos de Homem-Aranha. O novo longa seguirá a proposta de ‘Venom‘ (2018) e ‘Morbius‘ (2022), para contar a história de um anti-herói da Marvel.

As Vantagens de Ser Invisível

(The Perks of Being a Wallflower)

Elenco: Paul Rudd, Emma Watson, Logan Lerman, Nina Dobrev, Mae Whitman, Melanie Lynskey, Ezra Miller, Kate Walsh, Dylan McDermott, Johnny Simmons, Nicholas Braun.

Direção: Stephen Chbosky

Gênero: Drama/Romance

Duração: 103 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 19 de Outubro de 2012

Sinopse: Em ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, Charlie (Logan Lerman) é um estranho simpático e ingênuo, que enfrenta o delicado momento de lidar com o primeiro amor (Emma Watson), o suicídio de seu melhor amigo, e sua própria doença mental enquanto juntos lutam para encontrar um grupo de pessoas com qual ele pertença. O calouro introvertido é tomado sob as asas de Sam e Patrick, que recebe-o ao mundo real.

 

Curiosidades:
»Escrito e dirigido por Stephen Chbosky, ‘As Vantagens de Ser Invisível‘ (The Perks of Being a Wallflower) é uma adaptação do romance (do próprio Chbosky) que já vendeu mais de um milhão de cópias nos EUA e foi publicado em 16 países e 13 idiomas.

 

Três teasers horripilantes de ‘American Horror Story: Hotel’

American Horror Story: Hotel‘ ganhou mais três teaser-trailers, bastante assustadores. A trama se passará em um hotel localizado no centro de Los Angeles, que será palco de vários assassinatos conhecidos da cultura norte-americana, traição, glamour e assombrações.

A série pode ganhar duas temporadas em 2016, após a estreia de ‘Hotel‘ em 7 de Outubro de 2015 – Saiba mais!

Jessica Lange tem retorno confirmado em ‘American Horror Story’ 

Confira:
 

Conheça os personagens:

Lady Gaga vive Elizabeth, dona do hotel título onde a história se passa. Ela é bissexual, muito rica e influente no mundo da moda. Logo no primeiro episódio saberemos sobre seu plano macabro que será o estopim de todos os acontecimentos assustadores da série.

Sarah Paulson é uma mulher viciada em drogas extremamente sexy chamada Sally. Ela mora no hotel e tem rivalidade com Iris (Kathy Bates), a gerente do hotel.

Angela Bassett vive uma ex-atriz que se envolve amorosamente com a personagem de Lady Gaga.

Chloë Sevigny e Wes Bentley serão um casal: ela é uma médica que lida com a perda de um ente querido. Ele vive o investigador John Lowell, que está infiltrado no Hotel para desvendar assassinatos sinistros que aconteceram no local.

Lily Rabe, que já apareceu em todas as quatro temporadas da série antologia do FX, irá viver uma famosa assassina que se hospeda no hotel título. Rabe fez uma participação especial na última temporada, Freak Show, vivendo novamente sua personagem em Asylum, a irmã Maria Eunice. Na 1 ª temporada, ela interpretou Nora Montgomery e, em Coven, ela a hippie bruxa Misty Day.

A modelo Naomi Campbell será uma editora de revista de moda que faz críticas injustas e acaba pagando caro por isso. Sua personagem será arqui-inimiga da personagem de Lady Gaga.

Especula-se que Jessica Lange também fará uma participação especial. Em entrevista ao Deadline, Murphy revelou que sempre há esperança para um retorno triunfal de Lange.

A temporada sucessora de ‘American Horror Story: Freak Show’ vai se passar nos dias atuais.

 

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20 curiosidades de ‘Capitão América: Guerra Civil’

O CinePOP separou 20 curiosidades do aguardado filme.

Confira:

• Para levar ‘Capitão América: Guerra Civil’ para a telona, os cineastas tiveram que decidir quais Vingadores ficariam do lado da Equipe do Capitão e quais ficariam do lado da Equipe do Homem de Ferro. Após cuidadosas considerações, os cineastas decidiram por uma divisão dos personagens que levaria Sam Wilson, Bucky Barnes, Gavião Arqueiro, Homem-Formiga e Feiticeira Escarlate para o lado do Capitão América, com a Viúva Negra, Máquina de Combate, Visão e Pantera Negra seguindo Tony Stark.

• Com a história de ‘Capitão América: Guerra Civil’ ocorrendo em diversos lugares do mundo, a produção acabou fazendo sua base em território familiar, estabelecendo-se na Pinewood Studios em Atlanta com várias unidades filmando na Alemanha, Áustria, Islândia, Porto Rico, Indonésia, Brasil e no Reino Unido durante a agenda de produção do filme.

• Além dos estúdios de som da Pinewood, os cineastas puderam utilizar alguns locais na região de Atlanta para realizar diversas cenas. Um desses locais foi um espaço grande e vazio na região central de Atlanta, onde eles construíram a cidade de Lagos, Nigéria. Com o auxílio da equipe de locações, do departamento de arte e dos decoradores de set, os cineastas conseguiram levar uma textura autêntica ao ambiente e contratando centenas de extras o local ganhou vida como a vibrante cidade de Lagos.

• No dia 18 de junho de 2015, no backlot da Pinewood Studios em Atlanta, as primeiras cenas da mescla histórica de Guerra Civil começaram a ser filmadas, colocando os Vingadores uns contra os outros com equipes lideradas pelo Capitão América e Tony Stark. Os cineastas apelidaram a batalha clássica de ‘Página Inicial’, por que parecia uma ilustração de página dupla em uma história em quadrinhos. A ‘Página Inicial’ é uma das cenas mais épicas da Marvel com a maior interação jamais vista em um filme da Marvel. A sequência foi filmada com câmeras IMAX para dar aos fãs uma experiência imersiva inesquecível.

• O filme também apresenta um dos automóveis mais modernos do mundo, que é dirigido por T’Challa/Pantera Negra. Os cineastas recorreram à Audi, que forneceu à produção o seu mais recente carro conceito de alta tecnologia para as filmagens. O carro deslumbrante tem todas as tecnologias mais recentes que a Audi possui, mas que nunca foram colocadas em produção. Fique de olho nesse carro no filme – você não vai vê-lo em nenhum outro lugar.

• A porção alemã das filmagens foi um regresso para casa para o membro do elenco Daniel Brühl, que mora em Berlim e é dono do seu próprio restaurante na cidade. Filmar em Berlim deu a Brühl a oportunidade de retribuir parte da hospitalidade que lhe foi dada por seus companheiros de elenco em Atlanta os convidando para ir ao seu restaurante de tapas para uma noite de gastronomia e diversão.

• Um novo Super-herói é apresentado ao Universo Cinematográfico da Marvel em ‘Capitão América: Guerra Civil’—T’Challa, o Pantera Negra, interpretado por Chadwick Boseman. O personagem amplamente aguardado chega sem concordar com nenhum dos lados na Guerra Civil por que ele tem seus próprios objetivos. Pantera Negra terá o seu próprio filme em 2018.

• O estilo de luta do Capitão América se baseia em artes marciais da velha guarda como Judô, Caratê, Tae-kwon-do e Aikido. Mas o Pantera Negra, um dos melhores mestres de artes marciais do Universo Marvel, tem um estilo de artes marciais mais fluído baseado na Capoeira, que é uma forma de artes marciais brasileira que combina acrobacias, dança e música. Seu estilo também sofre uma influência chinesa com o uso do Kung Fu.

• A roupa do Pantera Negra foi projetada cuidadosamente para incorporar um certo estilo de gato, de pantera, com aspectos africanos em seus adornos. Com sapatos minimalistas que adicionam um elemento de invisibilidade e deixam o traje bem ligado ao solo, ele ganha também um toque ninja.

• O Gavião Arqueiro retorna com algumas armas novas, incluindo um bastão retrátil para lutas corpo-a-corpo. Seu arco emblemático também passou por algumas modificações. Ele agora é para canhotos para se adaptar ao ator, é mais leve e mais fácil de manusear. Ele também apresenta um visual diferente, com uma jaqueta de mangas compridas em vez de um colete, assim como um retorno à cor roxa mais tradicional.

Brock Rumlow/Ossos Cruzados, interpretado por Frank Grillo, tem novas manoplas ‘tipo-britadeira’ que amplificam o poder de seus socos.

Anthony Mackie está muito feliz com as melhorias na sua roupa do Falcão. Ele se sente bem mais como um Vingador agora que sua roupa é mais tecnológica e aerodinâmica, sem mencionar sua parte favorita – um vermelho chamativo nas asas.

• Agora com a Feiticeira Escarlate sendo uma Vingadora completa, a roupa de Elizabeth Olsen recebeu uma atualização igual ao seu novo status. Ela agora tem um traje de super-herói de couro com uma capa projetada para ter movimento.

• O traje do Homem-Formiga de Paul Rudd recebeu alguns ajustes para ‘Capitão América: Guerra Civil’. O novo traje está modernizado e tem um visual mais high-tech para se adequar aos novos tempos. O capacete não tem mais cabos que se encaixam na parte de trás e as antenas sobem desde a parte de baixo. O regulador também não tem botão de ajuste.

• Quando o equipamento de cabos não pode ser usado, Paul Bettany usou um AirBoard para flutuar por aí como Visão. O AirBoard tem um dispositivo de pressão na ponta dos pés e nos calcanhares, imitando uma prancha flutuante e pode chegar a 20 quilômetros por hora. Bettany levou apenas alguns minutos para aprender a usar o AirBoard e isso com certeza ajudou a definir a flutuação intangível do personagem.

• A Sony Pictures e a Marvel Studios fecharam um acordo sobre divisão dos direitos de uso do Homem-Aranha nos filmes de ambos os estúdios. A Sony inicialmente rejeitou a proposta da Marvel de coproduzir uma nova trilogia do personagem com divisão de custos de 60/40 e ceder à Kevin Feige (presidente da Marvel) e sua companhia o controle criativo sobre o personagem – o que abriu caminho para a aparição do Homem-Aranha nos filmes da Marvel, como ‘Capitão América: Guerra Civil’ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Após o fracasso de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘, os termos foram renegociados.

• Os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely revelaram que o Hulk iria aparecer em uma cena pós-créditos do filme. Porém, a cena nunca aconteceu. “Nós podemos esclarecer esses boatos rapidamente. Mark Ruffalo não gravou suas cenas para o filme. Nós conversamos sobre ter Bruce Banner no final do filme, mas parecia que estávamos colocando ele ali só para ter mais um herói. Ele obviamente foi a algum lugar no final de ‘Vingadores: Era Ultron,’ e isso é uma história. Queríamos mostrar isso na cena pós-créditos, mas ela foi cortada. Essa é uma história.”, confirmaram.

• O Orçamento foi de US$ 250 milhões, tornando o filme o mais caro produzido pela Marvel Studios até o momento.

Capitão América: Guerra Civil‘ deve arrecadar em torno de US$ 175 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas, se tornando a maior abertura de 2016. Com o valor, o filme estrearia como a quinta maior abertura de todos os tempos nos EUA, atrás de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘ (US$ 248 milhões), ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$ 208 milhões), ‘Os Vingadores‘ (US$ 207 milhões) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 191 milhões).

•  Quando foi revelado que Downey Jr. se juntou ao elenco de ‘Capitão América: Guerra Civil‘, todos imaginavam que o astro receberia uma bolada. Mas o valor é ainda maior que o esperado. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, conseguiu convencer o astro a assinar contrato para ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e, na mesma negociação, adicionou a sequência do filme do Capitão America. O ator levou para casa um cheque de US$ 80 milhões participar dos dois filmes (sendo que sua participação no filme do bandeiroso será menor). O valor ainda não inclui as participações nos lucros, que não foi revelada.

 

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

 

 

 

 

 

‘Quando as Luzes se Apagam’: Fotos e trailer do novo terror de James Wan

O terror ‘Quando as Luzes se Apagam‘ (Lights Out) ganhou diversas imagens inéditas e seu assustador trailer legendado.

Confira:

A mais recente produção de James Wan ganhou uma exibição-teste pelas distribuidoras Warner Bros e New Line e causou frisson no público. Ao termino da exibição, o terror foi ovacionado pela plateia e ganhará uma distribuição maciça nos cinemas no verão americano de 2016.

Estrelado por Teresa Palmer (‘A Escolha’) e Gabriel Bateman (‘Annabelle’), a história centra-se em uma entidade sobrenatural que ataca uma família, mas só pode ser vista quando as luzes se apagam.

O filme é baseado no premiado curta-metragem do diretor sueco David F. Sandberg, que levou o prêmio de Melhor Diretor na competição de filmes de terror Who’s There, em 2013. Com o sucesso do curta, que tem apenas 3 minutos e deixou muita gente sem dormir, o produtor James Wan (‘Sobrenatural’, ‘Atividade Paranormal’) convidou Sandberg a produzir um longa-metragem baseado em sua história.

Eric A. Heisserer (‘A Hora do Pesadelo’) roteiriza.

A Warner Bros. agendou o lançamento para 22 de julho de 2016, no concorrido verão norte-americano. No Brasil, a estreia acontece em Agosto!

James Wan lançou sua carreira com ‘Jogos Mortais‘ e dirigiu os dois ‘Sobrenatural‘, além do primeiro ‘Invocação do Mal‘. ‘Invocação do Mal’ foi um dos maiores sucessos do verão americano de 2013, com um orçamento de U$ 20 milhões e uma bilheteria de U$ 318 milhões mundialmente.

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Netflix libera novas imagens de ‘Luke Cage’

A Netflix liberou mais imagens de Luke Cage‘, na preparação para o lançamento da série, que acontece dia 30.

Confira, com os últimos cartazes:

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Na semana passada, a plataforma liberou o título dos episódios:

  1. Moment of Truth
  2. Code of the Streets
  3. Who’s Gonna Take the Weight?
  4. “Step in the Arena
  5. Just to Get a Rep
  6. Suckas Need Bodyguards
  7. Manifest
  8. Blowin’ Up the Spot
  9. DWYCK
  10. Take it Personal
  11. Now You’re Mine
  12. Soliloquy of Chaos
  13. You Know My Steez

A Netflix lança ‘Luke Cage’ dia 30 de Setembro.

Cheo Hodari Coker (‘Almost Human’, ‘Southland’) servirá como produtor principal, e também assinará os dois primeiros episódios.

Nesta série de ação da Marvel, um lutador de rua e ex-golpista enfrenta o crime no bairro de Hell’s Kitchen como o super-herói Luke Cage (Mike Colter, foto acima).

Nos quadrinhos, o personagem foi cobaia de um experimento semelhante ao que criou o Super-soldado Steve Rogers, o Capitão América, e acabou com uma pele quase indestrutível e durabilidade e força sobre-humanas. Um filme com o herói seria feito em 2003, mas o projeto não foi adiante.

A atriz brasileira Sonia Braga (‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’) vai interpretar Soledad Temple, mãe da personagem Claire Temple (Rosario Dawson), vista nas séries ‘Demolidor‘ e ‘Jessica Jones‘.

Essa será a terceira de cinco produções épicas de aventura que chegarão com exclusividade aos membros da Netflix (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro protagonizarão mais uma minissérie original chamada ‘Os Defensores‘).

Netflix se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

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Morgan e Carol se reencontram no novo clipe de ‘The Walking Dead; Assista!

A seguir, você assiste ao primeiro teaser do oitavo episódio, o último antes do mid season de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.