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‘Mank’: Filme da Netflix sobre o roteirista de ‘Cidadão Kane’ ganha pôster belíssimo; Confira!

Netflix divulgou o primeiro pôster oficial de ‘Mank’, novo filme do cineasta David Fincher.

Confira, junto ao teaser:

O longa será lançado na plataforma no dia 4 de dezembro.

O projeto conta a história de Herman J. Mankiewicz, roteirista do aclamado e icônico ‘Cidadão Kane‘.

Acompanhe esta jornada pela Hollywood da década de 1930 através dos olhos do roteirista alcoólatra e crítico social Herman J. Mankiewicz (Oldman) enquanto ele corre contra o tempo para terminar o roteiro de Cidadão Kane para Orson Wells (Burke).

O elenco conta com Gary Oldman, Amanda Seyfried, Tuppence Middleton, Lily Collins, Tom Burke e Tom Pelphrey.

‘A Escavação’: Drama com Ralph Fiennes e Carey Muligan é indicado a cinco categorias do BAFTA 2021

O aclamado drama ‘A Escavação‘ (The Dig) fez bonito durante o anúncio dos indicados ao BAFTA 2021, conquistando nada menos que cinco indicações.

O longa disputa pela estatueta de Melhor Filme Britânico, enquanto Moira Buffini foi indicada na categoria de Melhor Roteiro Adaptado. A obra ainda concorre a Melhor Design de ProduçãoMelhor FigurinoMelhor Maquiagem & Cabelo.

Os vencedores serão anunciados no dia 11 de abril.

Dirigido por Simon Stone, o longa é baseado no livro homônimo escrito por John Preston.

Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, uma rica viúva (Carey Mulligan) contrata um arqueólogo amador (Ralph Fiennes) para escavar sepultamentos ancestrais em sua propriedade. Ao fazerem uma descoberta histórica, os ecos do passado ressoam em um futuro de incertezas.

Lily James, Johnny Flynn, Ben Chaplin e Ken Scott completam o elenco.

‘Para Sempre Cinderela’, elogiado filme com Drew Barrymore, completa 23 anos; Veja curiosidades!

Drew Barrymore é conhecida por estrelar diversas comédias românticas, incluindo as múltiplas colaborações com Adam Sandler (‘Como Se Fosse a Primeira Vez’‘Juntos e Misturados’) e a injustamente cancelada ‘Santa Clarita Diet’. Mas antes de se popularizar no gênero, ela estrelou o elogiado drama romântico de época ‘Para Sempre Cinderela’.

Inspirado no clássico conto de fadas, a história nos leva para os tempos da Renascença, mais precisamente na França do século XVI, quando o viúvo pai de Danielle de Barbarac (Barrymore) se casou novamente com uma baronesa (Anjelica Huston), ganhando uma mãe e duas irmãs no mesmo dia.

Mas a sonhada felicidade durou muito pouco, pois logo depois seu amado pai morreu subitamente e a madrasta, que ela desejava que fosse a mãe que nunca tivera, passa a tratá-la como uma criada. Uma das filhas da baronesa é bondosa e não concorda com várias atitudes da mãe, mas, por outro lado, a outra filha é bastante egoísta e só pensa em se casar com o príncipe herdeiro (Dougray Scott). Para isto ela tem total apoio da mãe, que está disposta a conspirar, mentir e fazer o necessário para ver sua filha como a futura rainha. Porém, ela precisa agir rápido, pois o príncipe conheceu Danielle e os dois estão apaixonados, com os sonhos de grandeza da baronesa a ponto de desaparecerem.

Com sólido sucesso nas bilheterias, arrecadando US$98 milhões, o filme caiu no gosto popular e inclusive rendeu uma adaptação para os palcos da Broadway em 2013. E, para celebrar seu aniversário de 23 anos, separamos uma lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Drew Barrymore já comentou em diversas entrevistas que ‘Para Sempre Cinderela’ é o filme favorito de toda a sua carreira.
  • Como retratado no longa, o verdadeiro Leonardo da Vinci (interpretado por Patrick Godfrey) manteve o lendário quadro Mona Lisa consigo o tempo todo, até o dia em que morreu. Entretanto, o feitio da pintura foi propositalmente mudado na produção, realizada em uma tela, em vez de um pedaço de madeira.
  • Em determinado momento, a Rainha Marie (Judy Parfitt) diz a Henry que escolha uma esposa sabiamente, pois “o divórcio é algo feito apenas na Inglaterra”. A fala faz referência ao Rei Henrique VIII da Inglaterra, que causou um escândalo gigantesco ao se separar de Catarina de Aragão para se casar com Ana Bolena no começo do século XVI.

  • O retrato de Danielle, pintado por Da Vinci no filme, é, na verdade, modelado a partir de outro trabalho do artista, La Scapigliata.
  • Quando Danielle está nadando no lago, ela está usando o estilo peito invertido. O estilo era bastante popular na Europa medieval e renascentista – e é ensinado até hoje como uma tática de sobrevivência.
  • Quando Rodmilla recebe o convite para o baile de máscaras, o evento acontecerá no banquete de St. Jude. Isso significa que o baile ocorrerá no dia 28 de outubro.

  • Antes de Scott ser escalado para viver Henry, Jude LawJonny Lee Miller foram considerados para estrelar o longa. Porém, ambos recusaram o papel.
  • O filme se despe da atmosfera sobrenatural e mágica da animação dos estúdios Walt Disney, de 1950. Nota-se, também, que não há nenhuma personagem intitulada Cinderela no filme. Leonardo da Vinci age como substituto da fada-madrinha, ajudando Danielle a se vestir para o baile de máscaras.
  • No conto original dos Irmãos Grimm, a madrasta e as meias-irmãs tinham seus olhos arrancados por pássaros na conclusão. No longa, elas são forçadas a trabalhar em um lugar que soa familiar a uma lavanderia. Normalmente, esses lugares utilizavam soda cáustica como sabonete e, após uso prolongado, causavam cegueira nos trabalhadores.

‘Rebelde’: Giovanna Grigio nos leva para um passeio pela Élite Way School; Confira!

O reboot de ‘Rebelde’ chega em breve ao catálogo da Netflix e, para nos manter animados para a produção, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional.

No featurette, a estrela Giovanna Grigio, que interpreta Emilia, nos leva para um passeio especial pelo Élite Way School, colégio que será palco da narrativa principal.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o reboot tem estreia agendada para o dia 05 de janeiro de 2022.

A nova geração também será protagonizada por Azul Guaita, Sergio Mayer Mori, Andrea Chaparro, Jeronimo Cantillo, Franco Masini, Lizeth Selene e Alejandro Puente.

A série é baseada na história de Cris Morena Group e Dori Media Group, adaptada posteriormente pela Televisa.

Rebelde’ foi produzida pelo canal mexicano televisa e foi exibida entre 2004 e 2006. Aqui no Brasil, a novela foi ao ar pelo SBT.

‘Gangs of London’: 2ª temporada ganha teaser oficial e previsão de estreia na AMC+; Confira!

AMC+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Gangs of London’, série criada por Gareth Evans (‘Operação Invasão’).

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia prevista ainda para 2022. No Brasil, a produção é exibida pela STARZPLAY.

Confira:

Confira a sinopse da próxima iteração:

Um ano depois da morte de Sean Wallace e das violentas consequências da 1ª temporada, o mapa e a alma de Londres foram redesenhados. Os Wallaces sobreviventes estão espalhados, os Dumanis estão estilhaçados e separados, e o ex-policial Elliot Finch é forçado a trabalhar para os Investidores. À medida que os Investidores observam uma cidade caminhando para o caos, eles decidem que tudo já basta e trazem reforços para restaurar o controle. Jogadores antigos e novos lutam contra a nova ordem, forçando inimigos jurados a trabalhar juntos e membros da mesma família a trair uns aos outros. Quem ganhará a batalha pela alma de Londres?

Colm MeaneyJoe Cole, Sope DirisuLucian MsamatiMichelle FarleyMark Lewis Jones e Valene Kane fazem parte do elenco.

‘Derry Girls’: 3ª e ÚLTIMA temporada estreia na Netflix!

A 3ª e última temporada da adorada série ‘Derry Girls‘ finalmente chegou à Netflix.

Os episódios finais foram lançados hoje, 07 de outubro, na plataforma de streaming.

“Sempre foi nosso plano nos despedirmos na terceira temporada,” declarou a criadora da série, Lisa McGee. “A história de ‘Derry Girls’ segue cinco adolescentes enquanto elas lentamente… lentamente… se tornam adultas, enquanto, ao redor delas, o lugar que elas chamam de lar também começa a mudar. Estamos animados em começar a filmar o ciclo final e esperamos trazer uma última aventura para nossos fãs leais.”

A série foi criada por Lisa McGee.

Situada na Irlanda do início da década de 1990, a trama acompanha as façanhas pessoais de uma menina de 16 anos, sua família e amigos.

O elenco conta com Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan, Jamie-Lee O’Donnell e Dylan Llewellyn.

‘Os Banshees de Inisherin’: Aclamada tragicomédia com Colin Farrell e Brendan Gleeson ganha data de estreia no Star+

‘Os Banshees de Inisherin’, tragicomédia estrelado por Colin FarrellBrendan Gleeson, já tem data para chegar ao catálogo do Star+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming em 22 de março.

Confira o novo trailer:

O longa se tornou uma das produções mais aclamadas do ano passado e conquistou 8 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. No BAFTA 2023, levou para casa os prêmios de Melhor Filme Britânico, enquanto Barry Keoghan conquistou a condecoração de Melhor Ator Coadjuvante por sua aclamada performance, Martin McDonagh levou a estatueta de Melhor Roteiro Original e Kerry Condon conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

McDonagh fica responsável também pela direção.

Ambientado em uma remota ilha na costa oeste da Irlanda, ‘The Banshees of Inisherin’ gira em torno dos amigos de longa data Pádraic (Farrell) e Colm (Gleeson), que se veem em um impasse quando Colm inesperadamente coloca um fim na amizade. Um embasbacado Pádraic, auxiliado pela irmã e por um jovem morador da ilha, luta para reparar o relacionamento, recusando-se a aceitar não como resposta. Mas os esforços repetitivos de Pádraic apenas reforçam a decisão do amigo e, quando Colm dá um ultimato desesperado, os eventos escalam exponencialmente, com consequências chocantes.

‘V/H/S/85’: Sexto capítulo da franquia de terror ganha primeira imagem e data de estreia; Confira!

Shudder divulgou a primeira imagem oficial de ‘V/H/S/85’, sexto capítulo da icônica franquia de terror.

Além disso, foi revelado que a produção fará sua estreia mundial no dia 21 de setembro, em Austin, no Fantastic Festival. Pouco depois, o longa chegará à plataforma de streaming, ainda sem data confirmada.

Confira:

Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), David Bruckner (‘Hellraiser’), Gigi Saul Guerrero (‘The Purge’), Natasha Kermani (‘Lucky’) e Mike P. Nelson (‘Pânico na Floresta’) foram escalados para dirigir os segmentos da produção.

Enquanto mais detalhes não são revelados, vale lembrar que o último capítulo da saga foi ‘V/H/S/99’, lançado em 2022.

‘V/H/S/99’ traz segmentos dirigidos por Maggie LevinJohannes RobertsFlying LotusTyler MacIntyreJoseph e Vanessa Winter.

Testemunhe uma perspectiva infernal de 1999, quando o isolamento social, a tecnologia analógica e os vídeos caseiros perturbadores se fundem em um pesadelo de selvageria de imagens encontradas.

Opinião | Grammy Awards 2024 novamente escancara o privilégio branco no cenário da música

Na noite de ontem (04), ocorreu a 66ª edição do Grammy Awards – que visou premiar o melhor do cenário fonográfico entre outubro de 2022 e setembro de 2023 – e, seguindo o mesmo padrão dos outros anos, continuou a alimentar o racismo estrutural que permeia a premiação.

Não é de hoje que o Grammy falha em reconhecer os artistas negros que alimentam a cultura mundial com celebrações das incursões musicais que utilizam como plataforma política e crítica. Apenas nos últimos anos, tivemos Kendrick Lamar sendo completamente esnobado da categoria de Álbum do Ano com ‘To Pimp a Butterfly’ (considerado o melhor compilado de originais do século por diversos consórcios especializados), The Weeknd sendo varrido para debaixo do tapete com ‘After Hours’, não recebendo sequer uma indicação (mesmo já se consagrando como o maior álbum da década de 2020), Beyoncé perdendo mais uma estatueta após o impacto cultural promovido por ‘Renaissance’ e, agora, SZA (a favorita para ganhar o prêmio máximo da noite) escanteada para subcategorias mesmo com o inegável sucesso de seu segundo álbum de estúdio, ‘SOS’.

As discussões acerca desse problemático histórico foram reacendidas pouco depois de Taylor Swift levar seu quarto gramofone dourado por Álbum do Ano por ‘Midnights’ – que, devo comentar, quebrou inúmeros recordes ao redor do planeta e a eternizou, mais uma vez, como uma das maiores artistas da história. Entretanto, sua vitória veio acompanhada de um sentimento agridoce e justificável, ainda mais por reiterar que, não importa o quão bom seja o corpo de trabalho de uma artista negra, não é o suficiente para quebrar a bolha caucasiana e tradicionalista da bancada – que não tem bagagem o suficiente para se conectar com as exuberâncias criadas por pessoas que sempre foram descartadas e renegadas ao segundo plano.

SZA lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de 2022 com ‘SOS’. O compilado de originais não apenas foi pautado no R&B, no hip hop e no pop, como trouxe incursões da música eletrônica, do indie rock, do folk, do soul, do gospel, do jazz e de diversos outros gêneros amalgamados em uma explosiva e reverberante narrativa metadiegética que a colocou como uma das performers de maior originalidade do cenário contemporâneo. Ora, ela até mesmo se inspirou em uma foto da saudosa Princesa Diana, tirada por um paparazzi, para compor a capa do disco – levando o tempo que precisava para gestar uma obra-prima sonora que a colocou no mesmo patamar dos últimos lançamentos de Beyoncé, por exemplo. Mais do que isso, ela conseguiu remar contra a maré saudosista do disco e do house que, desde 2020, vinha dominando o cenário mainstream. O resultado: ‘SOS’ permaneceu por dez semanas no topo da Billboard 200, tornando-se o álbum de maior longevidade na década (até o momento), o primeiro álbum feminino a ficar pelo menos dez semanas em primeiro lugar desde ‘25’, de Adele e o primeiro álbum de R&B a conquistar tal feito desde 1991, quando Mariah Carey dominou as paradas com seu disco homônimo.

A verdade é que a derrota de SZA apenas colocou mais uma centelha de frustração frente a uma luta que é travada, no escopo fonográfico, há décadas – e, na história, há séculos. Enquanto o racismo não é mais delineado de forma tão escrachada quanto antes, as raízes permanecem vivas e de modo passivo-agressivo. É impressionante, no pior sentido do termo, como a última mulher negra a conquistar o Álbum do Ano foi há 25 anos, quando Lauryn Hill levou o prêmio máximo para casa por ‘The Miseducation of Lauryn Hill’; desde então, diversas performers agraciaram seus fãs e os amantes de música com produções impecáveis e revolucionárias – Beyoncé, com seu disco homônimo, que literalmente mudou as “regras” de lançamento da indústria, e com o suprassumo criativo de ‘Lemonade’; Rihanna com ‘ANTI’, que sequer conquistou um mísero gramofone dourado; Janelle Monáe com ‘The ArchAndroid’ e ‘Dirty Computer’, indicada este ano com o ótimo ‘The Age of Pleasure’; e muitas outras.

Durante a cerimônia, o lendário rapper Jay-Z subiu aos palcos para receber o prêmio honorário Dr. Dre Global Impact e aproveitou para alfinetar a Academia e o descaso que os votantes e a própria produção do evento têm em relação a artistas negros, além de fazer menção ao fato de que sua esposa, Beyoncé, é a artista mais condecorada da história do evento com 32 prêmios e nunca recebeu a condecoração máxima. “Ela tem mais Grammys que todo mundo e nunca ganhou Álbum do Ano. Então, mesmo por suas próprias métricas, isso não faz sentido”, ele disse. “Pensem sobre isso. O maior número de Grammys, nunca ganhou Álbum do Ano. Isso não faz sentido”.

Seu discurso foi reiterado pouco depois, quando Swift ganhou o maior prêmio da noite em cima de quem, claramente, merecia levá-lo.

Vários podem comentar acerca de outras estatuetas dadas a artistas brancos, como Miley Cyrus e Billie Eilish. Todavia, a questão não engloba prêmios dedicados a músicas – e, dentro desse escopo, Cyrus já foi esnobada diversas vezes e conquistou seus dois primeiros gramofones ontem (Melhor Performance Pop Solo e Gravação do Ano), enquanto Eilish, de fato, entregou a melhor composição lírica para levar Música do Ano para casa. A questão é que artistas negros, na maioria das vezes, são enclausurados em subcategorias de R&B e hip hop, como se não tivessem a chance de quebrar os parâmetros para as principais categorias. É claro que, ano passado, Lizzo merecidamente conquistou Gravação do Ano com “About Damn Time” – mas não é o suficiente para ofuscar a quantidade exorbitante de artistas brancos que são escolhidos pela Academia.

Se deixarmos a pauta racial de lado, ‘Midnights’ não se sobressai em originalidade frente aos outros indicados. Swift concorreu com Lana Del Rey por ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’, uma das melhores entradas de sua carreira; com o pop-perfection de ‘Endless Summer Vacation’, de Cyrus; com o nostálgico e vibrante ‘GUTS’, de Olivia Rodrigo’; com a impecabilidade de ‘The Record’, do grupo Boygenius; com a celebratória narrativa de ‘World Music Radio’, de Jon Batiste; com a sensual suavidade de ‘The Age of Pleasure’, de Monáe; e, é claro, com a perfeição prismática de ‘SOS’, de SZA. Todos oferecendo um pouco a mais que Taylor – que, não me entendam mal, alcançou um status significativo com o lançamento de ‘folklore’, pelo qual, de fato, mereceu o Álbum do Ano. Mas que, em comparação aos outros indicados, não alcançou a mesma qualidade.

A verdade é que a declaração de Jay-Z apenas foi reforçada com uma seleção de ganhadores que continua a não dar o devido destaque a artistas negros. E, infelizmente, fica claro que esses músicos não tem nem a chance de boicotar a premiação, porque, diferente dos privilégios estruturais concedidos aos artistas brancos, eles precisam lutar por aquilo a que tem direito – e por vozes que precisam, mais e mais, de espaço no cenário mainstream.

‘Decameron’: Conheça os personagens da nova COMÉDIA histórica da Netflix!

Netflix divulgou um vídeo inédito de ‘Decameron’, sua nova série de comédia inspirada na clássica coleção de contos do século XIV assinada por Giovanni Boccaccio.

O material apresenta os personagens principais da produção, que tem estreia agendada para o próximo dia 25 de julho na plataforma de streaming.

A produção chega à plataforma de streaming em 25 de julho de 2024.

Confira, junto ao trailer e às imagens promocionais:

A produção foi criada por Kathleen Jordan.

Em 1348, enquanto a Peste Negra assola Florença, vários nobres e seus servos retiram-se para a zona rural de Villa Santa. Enquanto tentam esperar o fim da peste nas colinas da Toscana com vinho e sexo, o grupo eventualmente terá que lutar pela sua sobrevivência.

Zosia MametSaoirse-Monica JacksonTanya ReynoldsAmar Chadha-PatelLeila FarzadLou GalaKaran GillTony HaleDouggie McMeekinJessica Plummer e outros estrelam.

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As 10 MELHORES Séries de 2024

Já estamos no final do ano – e o mundo da televisão e das séries nos entregou produções bastante comentadas e aclamadas.

Nos últimos doze meses, tivemos o lançamento da angustiante ‘Bebê Rena’, facilmente um dos títulos mais elogiados do primeiro semestre; a estreia da 3ª temporada de ‘Abbott Elementary’, comédia criada por Quinta Brunson que continua sua jornada de extremo sucesso no circuito audiovisual; e a épica produção ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’, que encantou os espectadores imediatamente

Pensando nisso, elencamos as dez melhores séries de 2024 – levando em conta apenas as produções que foram oficialmente lançadas em território brasileiro.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

Jake Gyllenhaal já vem há vários anos provando que é um dos melhores atores da atualidade – e ele não faria diferente no potente thriller jurídico ‘Acima de Qualquer Suspeita’. Entregando uma das melhores performances de sua carreira em uma potente e chocante narrativa meticulosamente criada por David E. Kelley e inspirada no romance homônimo de Scott Turow, a obra explora de modo diabolicamente inebriante temas como a obsessão, o sexo, a política, o poder e os limites do amor.

9. ONLY MURDERS IN THE BUILDING – 4ª TEMPORADA

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Este que vos escreve poderia dizer que o sucesso estrondoso de ‘Only Murders in the Building’ é quase inexplicável – mas isso seria uma mentira. Em seu quarto ano, a série de comédia criada por Steve MartinJohn Hoffman ecoa o melhor do gênero através de uma narrativa despojada e descompromissada que continua arrancando melhor de um time de atores e atrizes nada menos que estelar. Martin divide os holofotes protagonistas ao lado dos ótimos Martin ShortSelena Gomez, porém, aqui, o time de coadjuvantes (que conta com Eva LongoriaEugene LevyZach GalifianakisMolly Shannon e tantos outros) é responsável por nos cativar e nos guiar através de reviravoltas muito bem pensadas e inesperadas.

8. SENNA

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Mesmo trinta anos depois de sua morte, Ayrton Senna permanece como um dos heróis da história do Brasil – e qual foi nossa surpresa quando a Netflix se apropriou de seu legado, pessoal e profissional, para construir a minissérie ‘Senna’. Ao longo de seis capítulos que movem-se com fluidez invejável, a atração original é uma investida dramática de tirar o fôlego, abrindo espaço para uma qualidade cênica muito bem-vinda ao escopo nacional. Na trama, Gabriel Leone transmuta-se de forma assustadora no piloto de Fórmula 1, adotando os mínimos trejeitos corporais de Ayrton em uma rendição mimética e catártica.

7. FALLOUT – 1ª TEMPORADA

‘The Last of Us’ pareceu aumentar muito as expectativas no tocante a adaptações de videogames – e ninguém imaginou que o feito alcançado pela série da HBO seria repetida com facilidade. Entretanto, o Prime Video conseguiu investir todos os esforços necessários para garantir que ‘Fallout’, inspirado na aclamada saga distópica e retrofuturista de jogos, se tornasse impecável em cada um dos seus aspectos – desde as fortes atuações de Walter GogginsElla Purnell à expansão de uma das melhores mitologias já criadas nas últimas décadas.

6. O URSO – 3ª TEMPORADA

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É impressionante a qualidade que ‘O Urso’ vem entregando desde sua primeira temporada, superando-se ano após ano com narrativas ambiciosas, performances envolventes e chocantes e um esmero artístico e técnico que nos tira o fôlego episódio a episódio. Por essas razões que a 3ª temporada da série mantém o nível altíssimo da atração – e, de uma forma ironicamente parasocial, levou diversos críticos e espectadores a procurarem erros para terem o que falar sobre a obra, ainda mais considerando sua quase perfeição.

5. PINGUIM

Funcionando como um spin-off seriado de ‘Batman’, a irretocável série ‘Pinguim’ é um feito incrível da HBO – em basicamente todos os aspectos que se desenrolam à nossa frente. Desde o aspecto neo-noir arrepiante às atuações aplaudíveis de nomes como Colin FarrellCristin MiliotiRhenzy Feliz, a atração criada por Lauren LeFranc é uma conquista que marcou 2024 da melhor maneira possível e que ajudou a expandir o incrível universo solidificado por Matt Reeves dois anos atrás. Não é surpresa que o título esteja na nossa lista.

4. ABBOTT ELEMENTARY – 3ª TEMPORADA

Se as duas primeiras temporadas de ‘Abbott Elementary’ já fizeram um enorme sucesso entre a crítica e o público, a mais nova iteração permitiu que cada um dos personagens arquitetados com maestria por Quinta Brunson fossem aprofundados em arcos tragicômicos e mais dramáticos, explorando as múltiplas facetas de cada uma de suas personalidades com paixão infindável. Não é surpresa que a série permaneça como uma das melhores da atualidade – e tenha grandes chances de entrar para uma das maiores de todos os tempos.

3. BEBÊ RENA

Se a Netflix tinha encontrado sucesso considerável com a minissérie ‘Treta’, a gigante do streaming retornaria com força para esse subgênero televisivo com ‘Bebê Rena’. Aliando-se a uma história real contada por Richard Gadd (que não apenas criou a atração, como a estrelou como uma versão dramatizada de si mesmo), cada episódio da obra é uma conquista instigante e angustiante que traz um tema bastante atual ao público: os stalkers. Gadd faz um trabalho digno através de uma atuação que singra entre o que é real e o que não é, mas é Jessica Gunning quem rouba os holofotes ao encarnar Martha Scott, a insana “algoz” do protagonista.

2. DISCLAIMER

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Ninguém imaginaria que a Apple TV+ conseguiria reunir tantos nomes de enorme calibre do cenário do entretenimento em um mesmo lugar – mas foi isso o que aconteceu com ‘Disclaimer’. Criada pelo vencedor do Oscar Alfonso Cuarón, a minissérie trouxe Cate BlanchettKevin Kline em um embate dramático e novelesco (no melhor sentido do termo) que arrancou de ambos os atores algumas das atuações de maior prestígio do ano. Como se não bastasse, a condução do enredo apresentou aos espectadores um narrador tripartido, nos guiando por inúmeras tramas e subtramas que confluíram a um final espetacular e a uma derradeira e emblemática história de vingança, desespero e ressentimento.

1. XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO – 1ª TEMPORADA

Criada por Rachel Kondo e Justin Marks‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ é um épico histórico que veio como adaptação dos escritos do aclamado romancista James Clavell. Lançada no começo do ano no catálogo do Star+ – agora disponível no Disney+ após a fusão entre as plataformas -, a operística trama é um feito cinemático dentro do escopo televisivo, apostando fichas sólidas em cada uma de suas engrenagens. O resultado não poderia ter sido outro: além da forte direção e de um roteiro instigante, a produção trouxe para as telinhas performances incomensuráveis que refletiram, com razão, nas temporadas de premiação, enquanto a densa atmosfera de suspense e de drama nos fisgaram desde os primeiros segundos.

BÔNUS: AGATHA DESDE SEMPRE

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‘WandaVision’ permanece como a melhor série do Universo Cinemático Marvel até agora; todavia, seu spin-off‘Agatha Desde Sempre’, não deve nada à produção predecessora e até mesmo funciona por conta própria. Trazendo Kathryn Hahn de volta como a icônica e adorada Agatha Harkness, a minissérie da Marvel Television é diabolicamente deliciosa em cada uma de suas cenas, trazendo os exageros da teatralidade e envolvente performances (incluindo as de Patti LuPoneAubrey Plaza) em um compilado que homenageia obras como ‘O Mágico de Oz’‘Da Magia à Sedução’‘Abracadabra’ de maneira indesculpavelmente divertida.

‘Adults’: Série de comédia da FX ganha novo clipe HILÁRIO; Confira!

FX divulgou uma prévia inédita de sua mais nova série de comédia, intitulada ‘Adults’.

A produção será transmitida no canal a cabo no dia 28 de maio, chegando ao Hulu e à FX on Demand um dia depois. No Brasil, a série deve ser lançada pelo Disney+ em uma data posterior.

Confira, junto ao trailer completo:

A trama gira em torno de um grupo de jovens de vinte e poucos anos em Nova York que tentam ser boas pessoas, apesar de ainda não serem nem “bons” nem “pessoas”. Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele) compartilham suas refeições, ansiedades e, ocasionalmente, escovas de dente. Ao longo da temporada de oito episódios, os colegas de casa encaram a Responsabilidade com R maiúsculo com graus variados de sucesso.

A série foi criada por Ben KronengoldRebecca Shaw, que também entram como produtores executivos ao lado de Nick KrollStefani RobinsonSarah NaftalisJonathan KriselAlicia Van Couvering.

Charlie CoxJulia FoxD’Arcy CardenGrace Kuhlenschmidt, John Reynolds e Ray Nicholson também integram o elenco, em caráter convidado.

Em uma declaração oficial, a FX afirmou que “a série dá uma reviravolta levemente acentuada nas vitórias, perdas e humilhações de adentrar o mundo adulto. Quer estejam tentando progredir no trabalho, navegando no sistema de saúde, dando um jantar ou namorando na era do Find My Friends, o grupo está descobrindo que nada sobre o mundo real é simples, e todas as suas melhores intenções tendem a piorar as coisas.”

A primeira temporada conta com oito episódios.

Emma Roberts irá estrelar a adaptação do best-seller ‘Prazos de Validade’

Segundo o DeadlineEmma Roberts irá estrelar a adaptação do romance best-seller ‘Prazos de Validade’ para a Amazon MGM Studios.

Assinada por Rebecca Serle, a história acompanha uma mulher que recebe bilhetes do universo com a data em que seu relacionamento irá expirar. Quando um homem surge e desafia o padrão, ela começa a questionar sua linha do tempo predeterminada.

Confira a sinopse oficial:

Daphne Bell acredita que o universo tem um plano para ela. Toda vez que conhece um homem, ela recebe um pedaço de papel com o nome dele e um número ― a duração exata do relacionamento que eles terão. Os bilhetes lhe disseram que ela passaria três dias com Martin em Paris; cinco semanas com Noah em San Francisco; e três meses com Hugo, que se tornou seu melhor amigo depois do término.

Já faz vinte anos que Daphne recebe esses misteriosos avisos, e ela se pergunta se algum dia haverá um sem limite de tempo. Finalmente, na noite de um encontro às cegas no seu restaurante favorito em Los Angeles, chega apenas um nome: Jake.

Mas, conforme a história de Daphne e Jake se desenrola, ela já não tem mais tanta certeza da previsão do papel e começa a se perguntar se é possível confiar no universo, ao mesmo tempo em que tenta ser verdadeira consigo mesma. Porque Daphne sabe de coisas que Jake desconhece, informações que, se ele descobrir, têm uma enorme chance de partir seu coração.

Roberts é conhecida por uma variedade de papéis no cinema e na televisão, tendo participado de produções como ‘Pânico 4’‘American Horror Story’‘Scream Queens’. Seu próximo projeto será o thriller ‘The Technique’, dirigido e escrito por Brian McGreevy.

Mais informações não foram divulgadas.

‘Casa de Davi’: Série BÍBLICA do Prime Video retorna com novos episódios esta semana!

Casa de Davi‘ (House of David), drama religioso que conta a história do Rei Davi, retorna esta semana com episódios inéditos no Prime Video.

A 2ª temporada da popular atração tem lançamento marcado para o próximo dia 27 de março na plataforma de streaming.

Os próximos capítulos dão continuidade à história enquanto Israel se aproxima do colapso com o declínio do reinado de Saul. Davi ascende de pastor a guerreiro, dividido entre a lealdade e o destino, enquanto a Era de Ferro transforma a guerra. À medida que famílias se desfazem, amores proibidos florescem e alianças são partidas, fé e poder colidem em uma luta que decidirá o futuro de Israel.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

A série foi criada por Jon Erwin.

‘Casa de Davi’ conta a história da ascensão da figura bíblica Davi, que eventualmente se torna o mais renomado e célebre rei de Israel. A série segue o outrora poderoso Rei Saul enquanto ele é vítima de seu próprio orgulho.

Michael IskanderAli SulimanAyelet ZurerStephen LangMartyn Ford e outros estrelam.

‘Watchmen’: Keanu Reeves quase interpretou Dr. Manhattan no filme de Zack Snyder

Parece que Keanu Reeves teria mais um papel de destaque em sua carreira além de Neo, Constantine e John Wick, caso ele decidisse estrelar ‘Watchmen‘, de Zack Snyder.

Originalmente, Reeves foi considerado para interpretar o Dr. Manhattan na adaptação, mas precisou recusar a oferta por conflitos de agenda enquanto filmava ‘O Dia em que a Terra Parou‘, e o papel foi dado a Billy Crudup.

De acordo com o Screen Rant, o astro confirmou a notícia à MTV há alguns anos.

Caso a parceria entre Reeves e Snyder desse certo, será que teríamos visto o protagonista de ‘John Wick‘ como Bruce Wayne em ‘Batman vs Superman?

Ainda assim, a carreira de Keanu Reeves parece estar em seu melhor momento. Além de fazer sucesso com a franquia ‘John Wick‘, ele também está no elenco de ‘Toy Story 4‘ e é um dos personagens do jogo ‘Cyberpunk 2077‘.

‘Harry Potter’: Daniel Radcliffe diz que ficou viciado em álcool após o término da franquia

Os fãs sabem que muitos artistas não conseguem lidar com o fim de uma franquia duradoura e acabam perdendo o rumo depois de longos anos interpretando o mesmo personagem.

E foi isso que aconteceu com Daniel Radcliffe, protagonista da saga ‘Harry Potter‘ entre 2001 e 2011.

Durante uma entrevista para o The Independent, Radcliffe disse que se entregou às bebidas alcoólicas para tentar lidar com a pressão de manter a carreira estável após o fim da saga.

“Só o que eu sei fazer é atuar, e eu era muito jovem quando ‘Harry Potter’ chegou ao fim. Minha maneira de lidar com isso foi beber e beber para tentar fugir da pressão, eu não queria ficar sóbrio e continuei bebendo por alguns anos. Muita coisa aconteceu no final da saga e entrei em pânico, porque eu não sabia o que fazer, não sabia se voltaria a atuar, entende? Eu não me sentia confortável enquanto estava sóbrio.”

Felizmente, o astro percebeu que estava viciado e esse não era um caminho saudável, então se tratou por alguns meses até se livrar do vício.

“Eu acordei com ressaca sem me lembrar de nada e foi aí que eu percebi que tudo isso estava me matando. A família e os amigos são essenciais nesse momento, então comecei a me tratar.”

Conversando com a Variety, Radcliffe foi questionado se toparia reprisar seu papel como o famoso bruxo, ao que ele respondeu:

“Não gosto de dizer não às coisas, mas não é algo que eu esteja ansioso para fazer. Sinto que a saga seguiu em frente e está indo bem sem a gente… As filmagens de ‘Animais Fantásticos 3′ estão prestes a começar e estou muito feliz com isso, mas eu gosto da minha vida como ela está agora. Não estou dizendo que nunca mais voltarei a trabalhar em franquias, mas gosto da flexibilidade que tenho com minha carreira agora. Estou satisfeito em fazer filmes que não exigem longos anos de contrato.”

Após o fim da franquia, Radcliffe construiu uma grande carreira no cinema, atuando em filmes como ‘A Mulher de Preto’, ‘Truque de Mestre 2’, e ‘Imperium‘.

Lembrando que a franquia ‘Harry Potter‘ continua com o terceiro filme de ‘Animais Fantásticos’, que começa a ser rodado na primavera norte-americana de 2020 e será ambientado no Rio de Janeiro.

Grande parte do elenco dos dois longas-metragens retorna para a próxima aventura, incluindo Eddie Redmayne como Newt Scamander, Jude Law como Alvo Dumbledore e Johnny Depp como Gellert Grindelwald. Ezra MillerAlison SudolDan FoglerKatherine Waterston também reprisarão seus papéis como Credence/Aurelius Dumbledore, Queenie Goldstein, Jacob Kowalski e Tina Goldstein, respectivamente.

A comediante Jessica Williams, que fez aparição em ‘Os Crimes de Grindelwald’, terá um papel significativo no terceiro filme. Williams interpreta Lally Hicks, professora da Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny (a equivalente estadunidense de Hogwarts).

David Yates retorna na direção, com David HeymanJ.K. RowlingSteve KlovesLionel WigramTim Lewis formando o time de produtores.

Kloves e Rowling assinam o roteiro.

‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, chega aos cinemas de todo o mundo no dia 12 de novembro de 2021.

O atraso na produção, que antes seria lançada no ano que vem, se deu a algumas divergências criativas por parte da equipe técnica do longa-metragem, bem como as críticas negativas e a fraca bilheteria da iteração anterior, que arrecadou apenas US$ 653 milhões no mundo inteiro.

“O segundo filme não se saiu tão bem quanto o primeiro, mas acho que sabemos o que precisamos fazer para obter o terceiro filme com esperança ainda melhor do que o primeiro. JK Rowling está realmente trabalhando duro agora nesse terceiro roteiro, e vamos fazer tudo certo. Ela tem uma visão incrível de onde ela quer ir, e isso é incrivelmente emocionante. A parte mais difícil da franquia é que você tem uma base de fãs tão grande. Essa base de fãs realmente conhece o folclore e eles querem se aprofundar nesses personagens.”, disse o então presidente da Warner Bros., Kevin Tsujihara, ao LA Times em Fevereiro. 

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

‘Segundas Intenções’: Sarah Michelle Gellar e Selma Blair recriam icônica cena de beijo após 21 anos

Ontem, a MTV realizou mais uma edição da premiação Movie & TV Awards, na qual Sarah Michelle Gellar e Selma Blair receberam o prêmio de ‘Beijo Lendário‘.

Para quem não se lembra, a dupla protagonizou uma marcante cena de beijo no drama ‘Segundas Intenções‘ (1999), que permanece sendo um dos momentos mais icônicos do cinema.

Ao receberem o prêmio, as duas tentaram reproduzir a cena em um divertido momento, mas foram impedidas por uma placa de vidro por conta das restrições causadas pelo Coronavírus.

Ao fim do vídeo, Gellar diz:

“Fiquem seguros. E, 2020… Acabe logo.”

Confira:

“20 anos depois de ganhar o prêmio de Melhor Beijo no MTV Awards em 2000. Sarah Michelle Gellar e Selma Blair foram agraciadas com o prêmio ‘Beijo Lendário’ por sua famosa cena em ‘Segundas intenções’.

Em seu perfil do Instagra, Blair compartilhou a premiação do ano 2000, quando elas repetiram o beijo.

“Relembrando o prêmio de Melhor Beijo no MTV Awards 2000 com Sarah Michelle Gellar.”

 

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Dirigido por Roger Kumble, ‘Segundas Intenções’ recebeu críticas mistas e registrou apenas 54% de avaliações postitivas no Rotten Tomatoes.

Apesar disso, foi um sucesso entre o público e arrecadou US$ 75 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Para quem não conhece, o longa narra a promíscua vida dos irmãos de criação Kathryn Merteuil (Gellar) e Sebastian Valmont (Ryan Phillippe).

Quando o namorado de Kathryn a troca pela Cecile Caldwell (Blair), Kathryn decide se vingar e desafia Sebastian a seduzir Cecile e acabar com sua reputação.

No entanto, o trio acaba se envolvendo num jogo de sedução e manipulação com consequências que vão mudar suas vidas.

ACLAMADO! Novo terror na Netflix conquista 95% de aprovação da crítica; Confira!

No início desta semana, a Netflix adicionou ao catálogo um novo filme de terror, intitulado ‘Raízes Macabras‘ (‘The Old Ways’), dirigido por Christopher Alender.

No Rotten Tomatoes, o longa já conquistou 95% de aprovação da crítica especializada.

E o mais surpreendente é que esta é apenas a segunda incursão de Alender no gênero, já que ele é conhecido por seus trabalhos em séries e curtas dos ‘Muppets’ e por dirigir clipes musicais.

Antes disso, ele dirigiu o suspense slasher ‘Memorial Day‘ (1999), no qual colaborou com o roteirista Marcos Gabriel, responsável pela trama de ‘Raízes Macabras‘.

O novo terror disponível na Netflix mescla rituais de bruxaria, exorcismo, e demônios com ênfase na cultura mexicana, já que é ambientado em Catemaco, uma pequena comunidade no sul da cidade de Vera Cruz.

Na trama, uma jornalista chamada Cristina (Brigitte Kali Canales) retorna ao lar ancestral de sua família para documentar sua cultura.

Mas, ao chegar lá, ela acaba sendo sequestrada por um grupo da habitantes locais, pois eles acreditam que Cristina é a encarnação do Diabo.

Entre as avaliações, uma delas garante que “este é o filme de exorcismo mais macabro desde ‘O Exorcista‘.” – Film Threat.

Outra diz que:

“É um filme de terror marcante e muito bem dirigido, cruzando análises culturais com uma tensão poderosa e assustadora.” – Combustible Celluloid.

A atuação de Canales também recebeu bastante elogios, com alguns críticos alegando que ela consegue deixar a trama perturbadora e angustiante na 1h30 min de duração.

Além da protagonista, o elenco também conta com Andrea Cortes, Sal Lopes, Julia Vera, Michelle Jubilee Gonzalez, Weston Meredith, Elizabeth Phoenix Caro e Julian Lerma.

Assista ao trailer:

Durante prisão, Ezra Miller aparece em vídeo completamente ALUCINADO e fora de si; Assista!

Um usuário do Twitter divulgou um vídeo inusitado que mostra o momento em que o ator Ezra Miller recebe voz de prisão no Havaí após seus comportamentos agressivos na região.

Para quem não sabe, o astro de ‘Animais Fantásticos‘ e do vindouro ‘The Flash‘ agrediu duas pessoas num bar e sofreu com uma ordem de restrição depois de invadir o apartamento de um casal e ameaçar suas vidas.

No vídeo de uma dessas prisões, Miller alega que ele é quem foi agredido para servir de ‘arte de NFT’, uma tecnologia descrita como “um token não fungível e um tipo especial de token criptográfico que representa algo único”.

Em seguida, ele parece alucinado e até engrossa a voz ao pedir que os policiais lhe digam seus nomes e mostrem suas credenciais. Então ele volta a afirmar que havia sido agredido por outras pessoas no bar… Pessoas que se identificavam como nazistas.

“Eu fui agredido e comecei a filmar. Eu mesmo me filmei, deixe eu te mostrar. Fui agredido duas vezes nesse bar. Eu me filmo quando sou agredido para criar arte crypto NFT”, diz ele.

Em outro momento, o ator questiona:

“Estou sendo preso por conduta inapropriada? Eu é que fui agredido”.

Depois disso, Miller recorre à 9ª e à 4ª emenda da Constituição dos EUA, que resguardam os direitos de um indivíduo que se diz inocente até que se prove sua culpa em um crime.

Ele também pede que os policiais não confisquem seu anel do Flash e depois os acusa de tocar em suas partes intímas, dizendo que é uma pessoa “transgênero, não-binária e não quer ser tocada por um homem”.

Assista:

“Havaianos nazistas, nfts, voz de batman exigindo credenciais. Tem tudo isso nesse vídeo.”

Por conta das polêmicas, o site Screen Geek afirmou que a Warner estaria planejando substituir Miller em ‘The Flash‘.

O site alegou que o estúdio estava cotando Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner’, para regravar as cenas no lugar do Miller.

Por outro lado, os principais sites de notícias norte-americanos desmentiram o rumor.

“Me disseram que a Warner Bros. Pictures *não* está considerando substituir Ezra Miller em The Flash. O ator foi preso duas vezes no Havaí neste ano, uma por conduta desordeira e assédio, e outra por agressão de segundo grau”, diz o tweet:

Além disso, após a repercussão de sua atuação em ‘Animais Fantásticos: O Segredo de Dumbledore‘, sua participação nos futuros filmes da série não está descartada, como diziam alguns rumores.

Assim como qualquer planejamento de levar ‘The Flash‘ para a plataforma da HBO Max em detrimento a estreia nos cinemas. Até o momento, a Warner não está pensando em punições para o ator por suas atitudes, ainda que já tenha feito uma reunião sobre isso.

Lembrando que ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Se o cronograma correr como o planejado, ‘The Flash’ chega aos cinemas em 23 de junho de 2023.

‘The Flash’: Colecionáveis Funko revelam Mulher-Maravilha e outras participações especiais do filme

Uma página do Twitter divulgou a embalagem de colecionáveis Funko POP inspirados nos personagens de ‘The Flash‘, adaptação estrelada por Ezra Miller.

A imagem revela alguns dos personagens que estarão presentes no longa, incluindo a Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e o General Zod (Michael Shannon), vilão de ‘O Homem de Aço’.

Os outros personagens são as versões do Batman de Michael Keaton e Ben Affleck, a Supergirl (Sasha Calle), Iris West (Kiersey Clemons) e as variantes do Flash… Inclusive uma delas será o vilão.

Confira:

Lembrando que ‘The Flash‘ estreia em 15 de junho nos cinemas.

A trama vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Segundo a Variety, alguns executivos da Warner Bros. Discovery estão dispostos a deixar Miller continuar interpretando o Flash.

O filme tem recebido ótimas avaliações nas exibições-teste, o que teria empolgado a DC… mesmo com a reestruturação liderada por James Gunn e Peter Safran.

“Se levarmos em consideração que Miller ficou longe de problemas desde que começou seu tratamento para saúde mental, os executivos da Warner Bros. Discovery estão favoráveis a ideia de mantê-lo no papel”, afirmou.

O que você acha da ideia?

Atriz comete gafe ao afirmar que Beyoncé viria ao Brasil; “Não acreditem em mim”

Durante uma entrevista para o site Mundo Negro, a atriz Issa Rae (‘Barbie’) cometeu uma gafe ao confirmar que a cantora Beyoncé viria ao Brasil em 2024 em sua mais recente turnê, a Renaissance World Tour.

No entanto, a notícia não é verdade.

Como o assunto viralizou nas redes sociais, Rae foi pega de surpresa assim como os fãs da cantora e decidiu se retratar de forma bem humorada.

Com auxílio do Google Tradutor, a atriz fez um pedido de desculpas em que a voz computadorizada do plictivo diz:

“Eu não sei de nada. Não me escutem. Eu sou estúpida. Obrigada, eu te amo.”

Confira:

Lembrando que Beyoncé anunciou que o filme baseado na turnê Renaissance será lançado nos cinemas mundiais no dia 1º de dezembro.

Intitulado ‘Renaissance: A Film By Beyoncé’, o documentário conta com narrações da própria cantora sobre suas performances nos palcos enquanto comenta pontos de vista de sua carreira musical.

Narrado pela própria Beyoncé, o trailer apresentadas cenas da cantora ensaiando junto com seus bailarinos, fazendo registros de viagens de avião acompanhada da filha Blue Ivy e, como não poderia faltar, momentos dela no palco.

Em um trecho, ela diz:

“Quando estou me apresentando, não sou nada além de livre. Meu objetivo para esta turnê era criar um lugar onde todos fossem livres e ninguém fosse julgado.”

Confira o anúncio, junto com o trailer:

Lembrando que faz pouco mais de um ano que Beyoncé retornou ao mundo da música com o lançamento do álbum ‘RENAISSANCE’.

Movido por uma mistura incrível de housediscofunkR&B, dance e tantos outros gêneros, o compilado de originais se tornou um sucesso de crítica (além de entrar para nossas listas de Melhores do AnoMelhores do Século), bem como alcançou o topo da Billboard 200 em sua semana de estreia. Mais do que isso, Beyoncé abriu oportunidade para uma celebração da cultura afro-americana em uma narrativa hedonista e empoderadora.

Para celebrar o primeiro aniversário do álbum, preparamos uma breve matéria elencando suas sete melhores músicas.

Veja abaixo:

7. “COZY”

“Cozy” mantém-se fiel ao tropical house, mas abre espaço para o slap e para o deep house através de uma rendição vocal certeira e confiante (que não é muita surpresa, considerando as belíssimas performances que Beyoncé entregou nas décadas passadas). A construção lírica se apoia no empoderamento e na libertação ao discorrer sobre sororidade e sobre autoaceitação.

6. “CUFF IT”

“Cuff It” é infundido em um clássico disco ready-made destinado a levar seus fãs a se divertirem sob um globo de espelhos e pincelados pelos holofotes estroboscópicos das baladas (uma escolha digna de estar em todas as playlists). Apesar de não ter sido lançada como single oficial, a canção caiu no gosto dos fãs e ascendeu de forma impressionante nos charts mundiais e deu origem a desafios virais nas redes sociais.

5. “BREAK MY SOUL”

“Break My Soul” carrega uma importância inegável para a carreira da musicista e para seu reclame da cultura negra. Na track, há várias referências aglutinadas na ótima e concisa abertura dessa nova era da artista, perpassando, por exemplo, a envolvência noventista de Crystal Waters e a nostalgia vibrante de Steve Angello. E, apesar de não sintetizar uma originalidade urgente, Beyoncé não abandona as peculiaridades estilísticas que a colocaram no centro dos holofotes e aproveita para transformar inflexões mercadológicas em uma antêmica e funcional narrativa (você não vai quebrar minha alma, direi a todo mundo).

4. “SUMMER RENAISSANCE”

É muito difícil escolher uma única música como a melhor de ‘RENAISSANCE’, visto que cada uma delas é arquitetada de modo glorioso e cauteloso. Entretanto, o encerramento dessa sinestésica jornada é nada menos que estonteante: intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, a track é envolta em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

3. “VIRGO’S GROOVE”

“Virgo’s Groove” foi considerada não apenas uma das melhores músicas da produção, mas uma das melhores entradas da carreira de Beyoncé. A construção, movida pela explosão constante de discofunk, é uma homenagem aos anos 70 e 80 sem se valer de um cansado anacronismo – mas sim de uma originalidade nostálgica sedutora. Os aplausos também vão ao produtor The-Dream, que faz um trabalho memorável na track.

2. “PURE/HONEY”

‘RENAISSANCE’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

1. “ALIEN SUPERSTAR”

O álbum, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”).

‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’: Winona Ryder ficou surpresa em saber que Lydia seria mãe na sequência

A sequência de ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ está prestes a encantar o público novamente, reunindo duas gerações de atrizes talentosas: Winona Ryder, que retorna como a icônica Lydia Deetz, e a estrela em ascensão Jenna Ortega, no papel de Astrid, sua filha.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Ryder disse que ficou surpresa com o que foi preparado para Lydia, pois não esperava que a personagem tivesse e tornado mãe.

“Eu esperava que houvesse toda aquela preocupação em manter a essência do primeiro filme, mas então, imagine tudo o que aconteceu ao longo de trinta anos. Eu jamais imaginei que Lydia seria mãe. Eu nunca a vi dessa forma, e pensei que ela seria uma solteirona por espontânea vontade. Mas é incrível que Jenna Ortega preencha essa lacuna na vida dela.”

Anteriormente, ela conversou com o Screen Rant e comentou sobre a profunda conexão que desenvolveu com Ortega durante as filmagens:

“Não acho que já tenha criado um vínculo com alguém como criei com a Jenna. Foi insano. E realmente parecia que eu estava conversando com uma versão mais jovem de mim mesma, mas ela é mil vezes mais legal”.

A semelhança entre as duas atrizes transcende a tela. Ambas compartilham uma paixão genuína pelo cinema e uma profunda admiração por seus trabalhos.

“Porque ambas temos quase uma reverência religiosa pelo cinema. Ela é uma cinéfila, e nós podemos falar sobre filmes por anos. Nós nos conectamos de forma tão intensa, e isso foi incrivelmente útil”, completou Ryder.

Ela ainda elogia o trabalho de Ortega.

“E eu realmente acho que ela conseguiu trazer algo próprio para Astrid, o que eu achei realmente, realmente lindo. Ela definitivamente tem o gene, mas também tem todas essas outras qualidades. Fiquei realmente impressionada com ela”, conclui.

Ortega também expressou sua admiração por Winona Ryder:

“É tão maravilhoso e doce ouvir isso porque, obviamente, parece muito real e aconteceu quase instantaneamente. É estranho; às vezes você olha para alguém e simplesmente sabe. Eu sinto que tivemos isso, e eu nunca poderia ter antecipado a incrível oportunidade de trabalhar com ela, muito menos conhecê-la e amá-la. E ela é tão fácil de amar”.

A conexão entre as duas atrizes foi tão intensa que Ortega chegou a comparar a experiência com nada que tivesse vivido antes:

“É muito especial para mim, e eu realmente não consigo comparar com nada mais que eu tenha vivido. Havia muitas mais semelhanças do que eu poderia ter imaginado – até mesmo por coincidência. Tudo meio que se encaixou, e foi raro”.

Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘ estreia em 05 de setembro nos cinemas nacionais.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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Filme crossover de ‘Transformers’ com ‘G.I. Joe’ recebe atualização de produtor

Em entrevista à Sci-Fi & Fantasy Gazette, o produtor Lorenzo di Bonaventura revelou informações sobre o aguardado crossover entre ‘Transformers‘ e ‘G.I. Joe‘, que foi indicado na cena pós-créditos de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘.

Di Bonaventura foi questionado sobre o desenvolvimento do projeto e respondeu que, infelizmente, as greves acontecendo em Hollywood podem acabar adiando a produção:

“Estávamos prestes a começar um roteiro quando a greve dos roteiristas aconteceu. Então, nossa esperança era tê-lo para 2025, mas acho que quanto mais tempo durar a greve, mais ela o colocará em 2026.”

Confira o trailer de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘:

Transformers: O Despertar das Feras‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais, o que representa a oitava maior bilheteria do ano.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 146.7 milhões. No mercado internacional – onde a franquia tem muito mais peso –, foram US$ 261 milhões.

Apesar de ter falhado em alcançar as projeções iniciais, o filme registrou o segundo maior lançamento do ano para uma produção hollywoodiana na china – com estreia de US$ 40 milhões. Ao total, a produção já soma US$ 87.3 milhões no país.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais ainda conta com o México (US$18M), Peru (US$13.3M), Indonésia (US$11M) e Coreia (US$6M).

Vale lembrar que, no Brasil, o longa não conseguiu destronar ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ e ‘A Pequena Sereia‘, tendo estreado em terceiro lugar com R$ 12.3 milhões arrecadados. No território nacional, já foram arrecadados R$ 25.8 milhões.

Crítica | ‘Transformers: O Despertar das Feras’ é diversão PURA e traz a melhor das intenções para a franquia

Cineasta de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ ironiza “vitória” no Framboesa de Ouro

O cineasta Rhys Frake-Waterfield, conhecido por seu trabalho em ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’, comentou recentemente sobre a “vitória” avassaladora de seu filme no Framboesa de Ouro, conquistando cinco categorias.

Ressaltando que ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ foi o grande “campeão” do Framboesa de Ouro, o terror slasher levou para casa os prêmios de Pior Filme, Pior Casal, Pior Direção, Pior Roteiro e Pior Prequel, Remake, Rip-off ou Sequência.

Frake-Waterfield expressou surpresa ao ver seu filme sendo comparado aos grandes de Hollywood, ironizando a situação.

“Estou surpreso que nosso filme de microorçamento esteja sendo comparado a Hollywood, mas, mesmo assim, não me importo com a dúbia honra, já que isso me coloca no mesmo grupo de diretores cujo trabalho admiro muito”, disse Frake-Waterfield à Variety.

Vale ressaltar que ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ foi produzido com um orçamento modesto de apenas US$100 mil e foi filmado em um curto período de 10 dias.

Lembrando que ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ estreia nos cinemas nacionais no dia 18 de abril, agora com um orçamento aproximado de US$ 1 milhão.

“Estou realmente empolgado para que as pessoas vejam o quanto isso melhorou”, afirmou Frake-Waterfield.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Rhys Frake-Waterfield prometeu que a continuação será muito superior ao longa original.

O cineasta revelou ter investido muito mais dinheiro no design dos assassinos, que terão uma aparência mais profissional e assustadora.

Confira a imagem com o novo visual do Pooh:

“Esta sequência é superior ao original em todos os aspectos. Nós começamos a desenvolver a continuação sabendo exatamente a escala que podíamos alcançar, diferente do que aconteceu durante as filmagens do primeiro filme. Para a sequência, sabíamos que o visual das criaturas seria muito importante. No longa original, nós montamos o visual dos antagonistas apenas com máscaras que compramos online, luvas de limpeza e uma camisa quadriculada da Amazon. A criação total do visual custou cerca de US$ 770. Desta vez, nós vamos usar prostéticos. Uma companhia que já trabalhou em produções como ‘Harry Potter’ e ‘Star Wars’ ficou responsável por recriar o design dos assassinos. O Ursinho Pooh ficou assustador.”

Ele completa, “O novo trabalho de maquiagem e prostéticos dos assassinos custou em torno de US$ 20 mil. É uma grande diferença. Mas o investimento valerá a pena porque os antagonistas são a peça central do filme. É por isso que os espectadores irão conferir um filme de terror. Em termos de custos, eu diria que a maquiagem da sequência custou cerca de 10 a 15 vezes mais do que no longa original.”

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor também revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Confira:

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.  Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Orçado em apenas US$ 100 mil, já arrecadou US$ 4 milhões através das regiões em que foi lançado pelo mundo.

E aí, você pretende assistir?

Repleto de violência e sangue, o terror recebeu a classificação indicativa 18 anos no Brasil.

 

‘Animais Fantásticos’: Jude Law revela interesse em voltar como Alvo Dumbledore

Jude Law falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel como Alvo Dumbledore em ‘Animais Fantásticos’, derivado da icônica franquia ‘Harry Potter’.

Em entrevista à GQ, Law destacou que, apesar das controvérsias em torno da série, ele estaria disposto a retornar ao papel.

“Vou esperar até receber a ligação. Espero que [isso aconteça]. A jornada desse personagem é maravilhosa e há muito mais para contar”, disse o ator.

Até o momento, porém, não há novidades sobre um próximo filme da franquia.

Lembrando que em entrevista à Variety, Law afirmou que o projeto está “certamente em espera”.

“Eu sei que está certamente em espera. Meu palpite seria que, agora que estão fazendo ‘Harry Potter’ como um show de TV, provavelmente colocarão sua energia nisso. Eu definitivamente não ouvi que há algo no horizonte”, revelou o ator.

Sobre o desfecho de Dumbledore, Law confessou ter tido uma visão clara do arco narrativo do personagem, graças às anotações fornecidas por J.K. Rowling.

“Eu tinha uma ideia bastante clara de para onde isso iria”, declarou o ator.

Uma dessas anotações destacava a visão de Dumbledore sobre si mesmo como um “monstro”.

“E é por isso que ele gostava de Newt. Porque Newt cuidava de monstros”, explicou Law.

Nos filmes, a complexidade de Dumbledore é explorada através de sua luta com sua identidade como um homem gay e seu amor por Gellert Grindelwald.

“Por causa do passado de Dumbledore. Acho que ele sempre se sentiu culpado por ter sido enganado por causa do amor. Isso o acompanhou. Ele se via como indesejável porque confiou em seu coração”, concluiu.

No ano passado, a Warner Bros. Discovery revelou que não pretende dar continuidade à franquia ‘Animais Fantásticos‘, descartando um 4º filme para a derivada de ‘Harry Potter‘.

O plano original era desenvolver pelo menos cinco filmes, mas as bilheterias foram despencando de acordo com o lançamento das sequências.

Orçado em US$ 200 milhões, o último filme, intitulado ‘Os Segredos de Dumbledore‘, faturou apenas US$ 400 milhões pelo mundo.

Em 2018, ‘Os Crimes de Grindelwald’ (2018) fechou seu caixa com US$ 659 milhões nas bilheterias mundiais. Já o primeiro filme, lançado em 2016, fez US$ 814 milhões.

Além disso, ‘Os Segredos de Dumbledore‘ registrou apenas 47% de avaliações positivas da crítica, representando o segundo percentual de aprovação mais baixo da trilogia, atrás de Os Crimes de Grindelwald’ (36%).

Jeremy Slater, roteirista de ‘Cavaleiro da Lua’, revela qual projeto da Marvel ele gostaria de comandar

Jeremy Slater, conhecido por seu trabalho como roteirista em ‘Cavaleiro da Lua’ e no filme ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, compartilhou recentemente qual projeto da Marvel ele adoraria desenvolver, caso tivesse a oportunidade de retornar ao estúdio.

Em uma entrevista ao ComicBook, Slater expressou seu ceticismo sobre um possível retorno à Marvel, mas não hesitou em revelar seu grande desejo: ‘Excalibur’.

“Quanto tempo você tem? Acho que meus dias na Marvel, infelizmente, chegaram ao fim. Depois que você sai de um dos projetos deles, não acho que eles te chamam de volta para outros”, explicou.

“O que eu sempre quis fazer era Excalibur. Excalibur saiu bem na época em que eu colecionava quadrinhos, e era a minha leitura número um. A base militar onde eu morava sempre tinha edições de Excalibur, Homem-Aranha e Quarteto Fantástico. Depois, tinha as reimpressões do Uncanny X-Men do Claremont. X-Men Classic, acho que era assim que se chamava”, acrescentou.

“Esses eram os únicos quadrinhos que eu lia quando era criança, e Excalibur era o mais estranho e criativo. É um quadrinho completamente insano. Noturno e Kitty Pryde são meus dois X-Men favoritos, então a ideia de fazer algo com os dois, em um pano de fundo multiversal com os Warwolves… e eles tinham um elenco de vilões incrível”, destacou.

“Eles eram criativos e não tinham medo de serem estranhos. E as dinâmicas de novela entre os personagens eram muito divertidas e intensas”, ressaltou.

“Eu sentia que Excalibur não funcionaria como filme, mas como uma série de TV contínua, poderia ter sido algo muito especial. Esse sempre foi “aquele que escapou” para mim”, concluiu.

‘Stranger Things’: Irmãos Duffer comentam evolução de Will ao longo da série [SPOILER]

[ATENÇÃO: ESTE TEXTO CONTÉM SPOILERS SOBRE A 5ª TEMPORADA DE ‘STRANGER THINGS’]

Com a 5ª temporada de ‘Stranger Things’ já disponível na Netflix, os criadores, os irmãos Duffer, comentaram sobre a jornada de crescimento e mudança de Will Byers, incluindo seu aprofundamento na aceitação de sua sexualidade, que culmina no acesso aos seus novos poderes.

Em entrevista à Variety, Ross Duffer explicou que a manifestação dos poderes de Will estava ligada tanto à mitologia quanto ao seu amadurecimento pessoal:

“Sabíamos que queríamos que ele acessasse esses poderes nesta temporada. Depois, começamos a conversar sobre o porquê agora, e por que ele consegue fazer isso agora. Parte disso é baseada em mitologia, no sentido de a mente coletiva estar mais próxima do que nunca esteve para ele”, afirmou.

“Mas a maior parte do que estávamos falando era sobre como o Will mudou. Ao longo das temporadas, ele tem sido um pouco mais medroso que os outros. Ele não foi um líder. Ele não se aceitou da mesma forma que alguns dos nossos personagens aceitaram”, acrescentou.

O co-criador concluiu que a aceitação de si mesmo foi a chave para o avanço do personagem:

“Então, acho que foi realmente uma questão de se ele realmente conseguir ao menos começar a se aceitar como ele é, isso lhe daria a força necessária para acessar esses poderes? Foi aí que o Episódio 4, e o arco dos quatro primeiros episódios,levou para ele”, destacou.

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Ross Duffer também detalhou a decisão criativa de incluir os filmes caseiros (flashbacks) que aparecem nas cenas de Will, destacando sua importância emocional para a sequência:

“O rascunho original do Capítulo 4 não tinha as imagens de flashback. Quando lemos, é exatamente a mesma história com a Robin, mas como é uma mudança interna para o Will, precisávamos mostrar isso visualmente”, afirmou.

“Foi aí que tivemos a ideia da Robin mencionar que tinha encontrado essas fitas antigas. Então essa foi a única coisa diferente que mudamos no monólogo dela, mas isso nos permitiu representar visualmente o que passava pela mente do Will. Depois disso, sentimos que o final finalmente teve o impulso emocional que queríamos”, concluiu.

‘Stranger Things’: Criadores prometem RESPOSTAS no 2º volume da última temporada

O segundo volume da última temporada de ‘Stranger Things‘ estreará no dia 25 de dezembro, às 22h. O capítulo final, no entanto, tem transmissão agendada para 31 de dezembro, às 22h.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Paixão de Escritório’: Jennifer Lopez e Brett Goldstein vivem clima de sedução em novo cartaz da comédia da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou um novo cartaz promocional de ‘Paixão de Escritório’. A nova comédia romântica é estrelada por Jennifer Lopez, conhecida por ‘As Golpistas’, e Brett Goldstein, de Ted Lasso.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 5 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Ol Parker (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’) assume a direção do projeto. Goldstein assina o roteiro ao lado de Joe Kelly.

O filme acompanha os viciados em trabalho Jackie Cruz (Lopez) — uma CEO perfeccionista, cujos funcionários têm medo até de respirar perto dela — e Daniel Blanchflower (Goldstein) — o ambicioso novo advogado da empresa — que se apaixonam perdidamente um pelo outro no trabalho. Apesar da química insaciável, os colegas tentam manter o relacionamento o mais profissional possível. Mas os olhares intensos na sala de reuniões logo se transformam em aventuras picantes em uma ilha paradisíaca — e Jackie corre o risco de perder a empresa.

Betty GilpinEdward James OlmosBradley WhitfordAmy Sedaris, Tony Hale, Rick HoffmanJodie Whittaker e outros integram o elenco.

Bling Ring: A Gangue de Hollywood

Cínico e provocante: Sofia Coppola, em proposta documental, sintetiza uma geração com um caso verídico.

A busca por destaque e rápida ascensão sempre foi algo muito recorrente na mente de grande parte dos adolescentes, de um modo geral. Estar engajado dentre os mais populares, exibir bens materiais e expor seu cotidiano abertamente, é pra alguns o caminho mais fácil de alcançar tal objetivo. Principalmente, em momentos como esses, que as redes sociais são, de certa forma, uma espécie de ponte e mosaico, que possibilita o massagear de egos e facilita a exposição pública da vida destas pessoas.

Então, não havia melhor época para levar isso às telonas e trazer uma linha de debate sobre a futilidade da geração atual, que perdeu a noção do que é certo e errado, simplesmente por tentar se firmar num status quo vazio e frívolo. Como também é correto afirmar que a cineasta americana Sofia Coppola, filha de Francis Ford Coppola, foi, de fato, a escolha certa para essa empreitada. Pois, além de partilhar disso tudo, diretamente, ela sempre foi boa em analisar personagens que conseguiram o acesso à fama, mas são socialmente frustrados, e vivem numa constante solidão – assim como fez em sua obra prima Encontros e Desencontros, ou no recente e alternativo Um Lugar Qualquer.

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Há poucos anos atrás, tivemos notícias que um bando de jovens desocupados, de classe media alta, tiveram a brilhante ideia de formar uma pequena quadrilha, que teria a seguinte função: entrar sorrateiramente na casa de famosos, surrupiar dinheiro e objetos pessoais das vítimas, para que depois pudessem vender e exibir aos colegas, em festas, boates e, até mesmo, nas próprias redes sociais. Algo, obviamente, sem sentido, para alguém em sã consciência, mas não para esse grupo e seu meio social.

Celebridades como Paris Hilton, Orlando Bloom, Rachel Bilson e, sim, Lindsay Lohan – ela mesmo que já foi acusada e sentenciada por ter cometido delitos semelhantes aos destes delinquentes – tiveram suas residências invadidas e perderam cerca de US$ 3 milhões (R$ 6 milhões) em dinheiro e artefatos. Alguns dos artistas, como Paris Hilton – a própria heroína de barro dos ladrões juvenis –, só vieram dar falta dos objetos, depois de três ou mais furtos dos sujeitos – sim, eles não só repetiam visitas nas mansões roubadas outrora, como também davam festas por lá. O que só que ratifica a ingenuidade (imbecilidade) desses garotos, em relação aos crimes que cometiam.

É nisso, então, que Bling Ring: A Gangue de Hollywood se baseia, prometendo ser um grande sucesso provocador, que irá mexer com diversos públicos, de variadas faixas etárias.

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Engendrando uma narrativa bastante orgânica, Sofia Coppola é esquemática, segue o ritmo cool daquela atmosfera e desenvolve bem cada personagem de sua estória. Em vinte minutos de exibição, o espectador já tem uma opinião formada, em relação a cada figura da trama. Ou você, imediatamente, toma asco e começa a detestá-los, ou embarca, com eles, naquela que, pra muitos, é uma aventura inesquecível ou “experiência de vida” – como afirma a personagem Nicki, brilhantemente interpretada por Emma Watson (a eterna Hermione da saga Harry Potter). Com ideais tolos e de uma falsidade inacreditável, ela é propositalmente desagradável e sintetiza todos os elementos e referenciais de seu grupo.

E assim, em cima de cada personalidade, a diretora vai construindo e enriquecendo seu conto. Colocando em prática, de forma sínica, os sonhos pueris e a equivoca consolidação do sucesso de seus protagonistas. Como, por exemplo, o enrustido Marc (Israel Broussard), que ver na amizade da líder da gangue e personagem mais canalha do grupo, Rebecca (Katie Chang), uma oportunidade para ser ele mesmo. Podendo se assumir como homossexual, e sendo feliz e popular, como sempre desejou. Mas que depois irá descobrir uma realidade não tão incendiária.

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Mesmo sem ir mais afundo, não desenvolvendo um maior estudo psicológico sobre o tema abordado, Sofia em nenhum instante perde a mão. Com um roteiro bastante enxuto, assinado por ela mesmo, o filme tem um time ideal e diálogos espertos. Até mesmo em aspectos estéticos, a fita acerta e impressiona. A fotografia do sempre excelente Harris Savides (Milk – A Voz da Igualdade) – que aqui faz seu último trabalho, pois este veio a falecer no ano passado –, é aqui bastante intensa e cintilada. Ressaltando todo brilho daquele universo e destacando o figurino e a direção de arte; que também acerta, por se atentar nas principais grifes/marcas, e em maiores detalhes, que são fundamentais para que a trama torne-se mais crível. Esses e outros artifícios fazem com que o espectador deixar-se levar completamente pela estória, parecendo estar assistindo a algo quase que documental.

Em suma, acredito que Sofia Coppola e sua jovem equipe tenham conseguido, sim, obter êxito em sua proposta de deixar registrado, na sétima arte, esse curioso fato. Que, de certa maneira, imprime bem essa geração e gênese das mídias e redes sociais, e sua apavorante capacidade, que vai além do que muitos pensariam que pudesse acontecer. Servindo até como uma espécie de aviso, para que os responsáveis possam participar mais da vida igualitária de seus filhos. Pois, a única coisa que eles são vítimas, e têm em comum, é justamente a ausência dos pais, que nunca os colocaram limites ou partilharam, pontualmente, suas duvidas e incertezas.

‘Aggretsuko’: Divulgada novas imagens da 5ª e última temporada da série

Foi divulgado pela Netflix novas imagens da 5ª temporada de ‘Aggretsuko‘, animação crítica com humor ácido, durante o TUDUM do Japão.

A Netflix também revelou que essa será a última temporada do anime, com previsão de estreia para fevereiro de 2023. A trama da nova temporada vai acompanhar Retsuko concorrendo ao cargo de chefe da empresa em que trabalha.

Abaixo você confere as imagens divulgadas:

“Pronto para se enfurecer com Retsuko de novo? A 5ª temporada de Aggretsuko está a caminho!”, diz a legenda.

Lembrando que ‘Aggretsuko‘ está disponível no catálogo da Netflix, com quatro temporadas. A 5ª temporada será lançada em fevereiro de 2023, mas ainda não há uma data específica.

RoboCop

(RoboCop)

 

Elenco:

Joel Kinnaman, Abbie Cornish, Gary Oldman, Samuel L. Jackson, Jackie Earle Haley, Michael Kenneth Williams, Jay Baruchel, Jennifer Ehle, Aimee Garcia, Miguel Ferrer, Melanie Scrofano.

Direção: José Padilha

Gênero: Ação

Duração: 108 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 130 milhões

Estreia: 21 de Fevereiro de 2014

Sinopse:

Em ‘Robocop’, o ano é 2029, e o conglomerado multinacional OmniCorp é o centro da tecnologia robótica. Os drones estão ganhando guerras ao redor do globo e agora eles querem trazer essa tecnologia para as ruas. Alex Murphy é um marido carinhoso, pai e bom policial, dando o seu melhor para conter a onda de crimes e corrupção na cidade de Detroit. Após ser gravemente ferido no cumprimento do seu dever, Alex tem a sua vida salva pela tecnologia robótica da OmniCorp. Ele então retorna às ruas de sua querida cidade com novas e incríveis habilidades, mas com desafios que um homem normal nunca teve de encarar antes.

Curiosidades:

» Os atores Joel Kinnaman (que interpreta Alex Murphy, o RoboCop) e Michael Keaton se juntaram ao diretor José Padilha no Rio de Janeiro para promover ‘Robocop‘. Os astros tiveram uma agenda de entrevistas para a imprensa e atividades de lançamento do longa. “Estou muito empolgado em promover este filme não apenas no meu país, mas na cidade onde eu nasci, acompanhado de dois grandes atores como Michael Keaton e Joel Kinnaman”, disse Padilha, conhecido em todo o país por dirigir dois dos maiores fenômenos de bilheteria como ‘Tropa de Elite‘ e ‘Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro‘. “Este é o primeiro filme que dirijo fora do país e estou muito ansioso para mostrar o resultado aos espectadores brasileiros.”

» Drew McWeeny, crítico norte-americano do site HitFix, teve acesso ao roteiro do remake de ‘Robocop‘ e “ficou com náuseas depois de ler o texto”. Ele descreveu o filme como uma mistura de ‘Transformers‘ com o remake de ‘O Vingador do Futuro‘, que estrou nos EUA sendo massacrado pela crítica.

» O ator sueco Joel Kinnaman, que ganhou destaque após protagonizar a série de TV ‘The Killing‘, é o protagonista.

» Hugh Laurie, astro da série ‘House‘, negociou para interpretar o CEO da Omni Corporation, empresa responsável pela criação do policial do futuro.

» Gary Oldman vive o cientista que cria o policial do futuro. Abbie Cornish (‘Sucker Punch – Mundo Surreal’) interpreta a esposa do policial do futuro. Michael Kenneth Williams (série de TV ‘The Wire’) é o parceiro policial de Alex Murphy, o Robocop. Jackie Earle Haley (‘A Hora do Pesadelo’, ‘Sombras da Noite’) assinou para interpretar Maddox, responsável treinamento militar do Robocop.

» Chris Pine (‘Star Trek’), Keanu Reeves (‘Matrix’), Tom Cruise (‘Encontro Explosivo’) e Johnny Depp (‘O Turista’) foram cotados para viver o protagonista.

» Sean Penn (‘A Árvore da Vida’), Gael Garcia Bernal (‘Diários de Motocicleta’) e Rebecca Hall (‘Atração Perigosa’) estão negociando para o elenco. Hall seria Clara, esposa do policial Alex Murphy/Robocop, e Garcia Bernal, Jack Lewis, seu parceiro. Penn negocia para o repórter Novack.

» Remake do filme futurista de 1987 dirigido por Paul Verhoeven. A ideia é refilmar o longa original, recomeçando a franquia no século 21.

» José Padilha se consagrou após dirigir os elogiadíssimos ‘Ônibus 174‘ e ‘Tropa de Elite 1 e 2‘.

» Darren Aronofsky (‘Cisne Negro’) foi cotado para a direção.

» James Vanderbilt (‘Zodíaco’) foi contratado para trabalhar em cima do roteiro escrito por Josh Zetumer (‘Duna’) e revisado por Nick Schenk (‘Gran Torino’).

» O Orçamento é de US$ 130 milhões.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Madonna e as suas homenagens ao cinema

Aos 57 anos de idade, a Rainha do POP está em seu auge. Independente das piadas enviadas por whatsapp ou compartilhada nas redes sociais, referentes aos anos de vida da artista, não podemos negar uma coisa: ela é uma sobrevivente dentro de uma cultura que trabalha com aspectos banais e efêmeros. Ao longo de mais de três décadas de sucesso, Madonna homenageou o cinema diversas vezes, seja em seus videoclipes ou turnês.

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Com carreira sólida e amadurecida, Madonna tornou-se algo além do mundo das celebridades, sendo tema, inclusive, de estudos acadêmicos. Leonardo Campos, nosso crítico e parceiro desde 2009, resolveu ceder alguns trechos do seu livro Madonna Múltipla – Cinefilia e Videoclipe. A obra mostra como a cantora estadunidense utiliza a linguagem audiovisual para discutir temas contemporâneos.

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Saiba mais em nosso especial. Cinema, videoclipe e muito mais!

 

1 – Material Girl: Madonna emula Marilyn Monroe.

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Material Girl é uma das canções que compõem o álbum Like a Virgin, lançado por Madonna em 1984. Composta por Peter Brown e Robert Evans, a letra da canção surgiu como uma continuação da ideia de força renovadora do amor e autoconfiança pregada pela artista no single Like a Virgin. Dialogando com o espírito yuppie dos anos 1980, na opinião da crítica especializada, a música foi um toque de trombeta para o jovem empreendedor e ambicioso. Como Madonna deixou claro em várias ocasiões, a canção e o videoclipe foram pensados como uma ironia, mas a mídia, às vezes, desatenta, agarrava-se a um refrão e interpretava tudo errado.

Em Material Girl, a letra da canção é uma espécie de atualização de Diamond are a girl´s best friends para os anos 1980. A importância dada ao crédito, às joias, ao luxo e ao bem estar estão lá, mas no videoclipe, espaço em que Madonna procurou escrever um texto próprio, ela ironiza estas relações colocadas pela letra da canção. Apesar de saber que estamos em um mundo materialista, pela mensagem do videoclipe, o amor vence os obstáculos capitalistas e ela termina o “conto de fadas” com o rapaz pobre.

O videoclipe começa enquadrado em primeiro plano, com dois homens, provavelmente produtores de um filme, conversando sobre a estrela que protagoniza a história: enquanto eles conversam, trechos de Material Girl aparecem em um telão. A conversa gira em torno do poder daquela mulher em ser uma estrela, da forma espetacular como ela age e surge diante das câmeras. Antes do diálogo interrompido por um dos produtores, que parece enfeitiçado pela beleza e encanto da artista no telão, escutamos o som de um rolo de filme sendo executado, numa espécie de alusão direta ao cinema: a metalinguagem já começa por ai, sonora e visual, pois há um projetor atrás dos produtores, mandando as imagens de Madonna para uma tela.

Em Material Girl, Madonna comunica uma série de questões: o seu interesse em ser atriz de cinema, tamanha a relação com o mito Marilyn Monroe na cultura da mídia, assim como a perspectiva multicultural e a construção de videoclipes que contavam pequenas histórias. Apesar de não ser uma estratégia nova no campo do videoclipe, naquela época, atraia as atenções do público e da mídia, reforçando a sua imagem polêmica diante de questões como identidade, feminismo, sexualidade, dentre outras. O cinema, como embasamento de seus videoclipes, estava apenas no começo.

 

2- Express Yourself: intertextualidade com o Expressionismo Alemão

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Express Yourself é uma das canções que compõem o álbum Like a Prayer, lançado por Madonna em 1989. Composta em parceria com Stephen Bray, a letra da canção, imperativa, foca na defesa de gênero proposta de maneira mais razoável por Madonna em produções anteriores. Com um perfil que foge do materialismo, a letra encoraja o público feminino a buscar respeito e se expressar.

Seguindo o estilo Madonna, a canção não seria suficiente. Um videoclipe foi providenciado, sob a direção segura e autoral de David Fincher, diretor hoje renomado no cinema, com filmes como Seven – Os Sete Pecados Capitais, Clube da Luta, Alien 3, dentre outros, mas que começou a carreira dirigindo alguns videoclipes de Madonna. Como base para o videoclipe, escolheram o filme Metrópolis, clássico alemão de Fritz Lang, uma produção que criticava a mecanização da vida industrial e os sentimentos humanos perdidos diante deste processo. O Queen já havia se baseado neste filme para a produção do videoclipe Radio Gaga, mas Madonna buscava uma abordagem que desconstruísse o filme e revertesse as estratégias de Lang.

Orçado em U$5 milhões de dólares, Express Yourself  foi filmado em abril de 1989, nos estúdios Culver, na Califórnia. Estreou na MTV em 17 de maio de 1989 e se tornou um dos maiores sucessos de Madonna, marcando uma estratégia mais poderosa no campo do videoclipe. Nessa época, Madonna firmava o seu lugar como artista feminina rentável e com público feminino cativo, que seria ampliado em Vogue, sucesso que arrebanharia o público gay.

Dessa forma, de garota materialista a uma virgem, tocada pela primeira vez, Madonna amadurecia as suas reflexões feministas através da música, ganhando força graças ao seu empenho nos videoclipes. Se a carreira como atriz de cinema era ameaçada com as fortes críticas em relação ao seu talento para as câmeras de cinema, o mesmo não pode ser dito da sua incursão no mundo dos videoclipes, pois Express Yourself marca uma fase de empoderamento nesse campo. Era o momento onde Madonna explorava e desenvolvia suas próprias ideias sobre a ambiguidade entre os sexos e a sexualidade, uma agenda feminista na qual uma mulher comanda o seu corpo e a sua vida.

 

3 – Vogue: uma ode ao Olimpo Hollywoodiano clássico

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Vogue é uma das canções que compõem a trilha sonora do filme Dick Tracy, lançada por Madonna em 1990. Composta em parceria com Shep Pettibone, a letra da canção sugere a pista de dança como um local terapêutico, em que cada pessoa deve ser ela mesma e sentir-se radiante. Com um perfil inclusivo, a letra encoraja o público a entrar na pista de dança e deixar correr as emoções.

De acordo com as informações da biógrafa Rosie O´Brien, no livro Madonna: uma biografia íntima, Vogue é considerada uma canção que se comporta como um hino urbano sofisticado, celebrando a arte do Voguing. Na abertura da canção, Madonna solicita que os ouvintes façam uma pose. Mais adiante, observaremos que não se trata de uma pose qualquer, mas uma posição de supermodelo. Ela diz que, olhando ao redor, percebemos que há muita desilusão e dor, e, diante disso, estamos sempre arrumando uma maneira de escapar dessa situação. Sendo assim, quando tudo fracassar e a pessoa quiser ser alguém melhor do que é, a pista de dança será o lugar.

Vogue representa um retrato positivo do hedonismo. Seguindo a linha inclusiva, a canção diz que não importa se você é negro ou branco, homem ou mulher, o que interessa é que a música está tocando e que a pessoa deve se sentir uma estrela. Segue valorizando o poder da música para levantar o astral das pessoas, informando que é através desta modalidade artística que a beleza pode ser encontrada, e que, de certa maneira, há uma espécie de magia na pista de dança, que precisa ser levada para a vida, mas, para isso, é preciso que você dance faça as poses sugeridas.

No meio da canção, um rap é inserido, composto por Madonna, apresentando o nome de dezesseis estrelas de cinema hollywoodianas: Greta Garbo, Marilyn Monroe, Marlene Dietrich, Joe Di Maggio, Marlon Brando, Jimmy Dean, Grace Kelly, Jean Harlow, Gene Kelly, Fred Astaire, Ginger Rogers, Rita Hayworth, Lauren Bacall, Katherine Hepburn, Lana Turner e Bette Davis. Além da óbvia necessidade de criar rima na letra da canção, Madonna evoca atores e atrizes das décadas de 1920 a 1950, e, como ela explica, são mulheres de atitude e homens que estavam na “onda” dos seus respectivos momentos, influências necessárias para que a pessoa ganhe força e sinta-se inserida na pista de dança, celebrando a vida. Ao finalizar, aconselha que a pessoa se deixe levar pela música.

Vogue foi um videoclipe essencial para o sucesso da canção. Os bailarinos também participaram da turnê Blond Ambition. Desta maneira, Vogue marcou muitas coisas na vida de Madonna. Em pleno auge da AIDS, o envolvimento da artista com a causa, bem como o acolhimento deste público em suas turnês foram os fatores que possibilitaram a relação direta que as pessoas fazem até hoje com o público homossexual. Foi o videoclipe onde Madonna testou o seu poder e estava mais popular do que nunca. Para somar, o videoclipe ganhou mais força com a apresentação na MTV, com Madonna vestida de Maria Antonieta, parodiando a corte francesa, com insinuações sexuais, cenários teatrais, figurinos cuidadosamente elaborados e coreografia bastante equilibrada.

 

4 – Bad Girl: traços do Cinema Noir 

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Bad Girl é uma das canções que compõem o álbum Erótica, lançado por Madonna, em 1993. A artista assina a composição da canção melancólica, que segue o apelo controverso de Madonna na época: escândalos envolvendo as suas incursões sexuais na mídia, marcando também um ponto de virada na carreira da musa pop, haja vista que foi um dos seus fracassos comerciais, mesmo com o lançamento do videoclipe cheio de estilo, dirigido por David Fincher.

Para a elaboração do videoclipe, Madonna firmou mais uma parceria com David Fincher, diretor de Vogue e Express Yourself. Seguindo a cartilha dos videoclipes inspirados em filmes e vanguardas cinematográficas, Bad Girl possui amplo feixe de relações com a linguagem do cinema: há traços do filme De Bar em Bar, dirigido por Richard Brooks, que também assinou o roteiro, baseado no romance Á Procura de Mr. Goodbar, de Judith Rossner. O livro, que inspirou o filme, é baseado no assassinato de Roseann Quinn. Além do filme, o videoclipe possui traços bastante característicos do cinema noir, filmes que utilizam o recurso do flashback, luzes e sombras herdados do expressionismo, metáforas com espelhos e voyeurismo, além dos enquadramentos oblíquos valorizados pela cuidadosa movimentação da câmera.

Bad Girl é um videoclipe com bastante estilo, bem dirigido e concebido, mas não fez muito sucesso e não é um dos mais requisitados nas coletâneas de Madonna. O período de lançamento também não ajudou. O lançamento do livro Sex, do videoclipe Erótica, além do filme Corpo em Evidência, foram trabalhos que demarcaram uma estratégia perigosa de Madonna dentro do campo do videoclipe. As pessoas consideravam que ela havia ido longe demais.

Numa época marcada pelo que se pode chamar de pós-AIDS, as questões sobre sexualidade explícita eram ainda mais rigorosas do que antes. Embora com conteúdo mais leve, Madonna, ainda em Bad Girl, arcou com os prejuízos da sua incursão extremamente sexual.  Seria preciso investir em personagens mais leves e polidos, como as personagens dos videoclipes posteriores: Take a Bow e You´ll See, sendo o primeiro, o material audiovisual que convenceu o diretor Allan Parker a conceder o papel de Evita Péron para a artista, momento considerado como a sua guinada dentro da indústria cinematográfica.

Com Hollywood, Madonna conseguiu reforçar o caráter crítico que o seu álbum American Life havia adotado. Apesar de esta canção ter “pagado” o preço da ousadia antipatriótica do single American Life, o videoclipe ficou marcado como um dos principais da fase mais atual de Madonna. Com a carreira já firme e com a maturidade que os filhos, os projetos e a vida lhe proporcionaram, Madonna, em Hollywood, estava a repensar a ideia de glamour, brilho e luxo da mais famosa e influente indústria cinematográfica mundial.

 

5 – Hollywood: uma crítica ao padrão hollywoodiano de “ser”.

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Hollywood é uma das canções que compõem o álbum American Life, lançado por Madonna em 2003. Composta por Mirwais Ahmadzai, a letra da canção, cheia de contradições, explora o lado crítico de Madonna, tônica de todo o álbum. Na canção, Hollywood, a Meca do cinema, diferente da ode ao glamour de Vogue, é a terra da desilusão e do engano, onde as pessoas podem ficar acríticas diante dos sonhos ornados pela superficialidade.

De acordo com Madonna, em entrevista, Hollywood é uma canção metafórica, pois o local é um reduto de sonhos e de superficialidade. No ponto de vista da artista, Hollywood é o local onde é possível esquecer-se de quem você realmente é, sendo assim, abrindo espaço para se perder, ao ganhar uma visão turva do futuro, apresentar falhas na memória, e, concomitantemente, perder-se de maneira geral e deixar de lado coisas mais importantes para a vida. A letra deixa claro que Hollywood é o local para onde todos querem vir, curtir, sentir a atmosfera, mas os elementos atrativos podem tornar-se perigosos e impedir o discernimento de quem está mergulhado no poço de mágoas e falso glamour.

Nesse videoclipe, Madonna não faz nenhuma menção direta a um filme ou vanguarda, mas parodia a indústria cinematográfica hollywoodiana. Ao lado de Vogue, soa como uma antítese, um pensamento reformulado, afinal, nos anos 1990, ela fez a sua ode aos mitos hollywoodianos, pessoas lindas, bem sucedidas e ícones da glória e do poder. Em Hollywood, ela mostra que esse status pode custar muito caro para as pessoas, geralmente solitárias e reféns do padrão hedônico de beleza, que pede cirurgias e exercícios físicos constantes.

Para a concepção geral, Madonna se inspirou em fotografias, assim como fez em Vogue. Dessa vez, o artista escolhido foi o fotógrafo francês Guy Bourdin, falecido em 1991. Famoso por valorizar cores, formas e cenários, inspirou os personagens apresentados no videoclipe. Sua família, inclusive, processou Madonna por plagiar as fotos. A artista alegou que havia apenas se apropriado das imagens e criado algo novo. Desse modo, a paródia aos elementos hollywoodianos e a apropriação das fotografias de Bourdin abrem espaço para a metalinguagem no videoclipe. O trabalho do fotógrafo manteve-se bem ajustado aos propósitos de Madonna por ser uma produção acentuada no que tange aos aspectos excêntricos do glamour.

Madonna também fez homenagens ao cinema em outros videoclipes, como por exemplo, Hung Up, Sorry e The Power of Goodbye. Trabalhou com diretores talentosos como Spike Lee, Woody Allen, Abel Ferrara e Alan Parker. Uma artista talentosa e com um leque de novidades a cada produção. Ano que vem, há a nova turnê, com passagem certa pelo Brasil.

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‘Birth of a Nation’ ganha trailer CHOCANTE e sensacional

A 20th Century Fox divulgou o primeiro trailer de ‘Birth of a Nation‘.

Assista:

 

O filme sensação levou os dois maiores prêmios do Festival de Sundance 2016 e foi aplaudido em pé após o fim de sua exibição. Ganhou o Prêmio do Júri e o Prêmio da Audiência.

É o quarto filme a ganhar nas duas categorias na história da premiação. Os outros foram ‘Fruitvale Station: A Última Parada‘ (2013), ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição‘ (2014) e ‘Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer‘ (2015).

A Fox Film adquiriu os direitos de distribuição por altíssimos US$ 17, 5 milhões. A quantia se configura como a maior compra para uma produção já exibida na história do Festival de Sundance.

O recordista anterior de venda no Festival de Sundance era ‘Pequena Miss Sunshine‘, comprado por US$ 10,5 milhões há uma década, também pela Fox.

Birth of a Nation’ traz a história de uma rebelião de escravos liderada por Nat Turner, um dos afro-americanos que mais lutaram por seu povo no século 19. Tendo em vista as grandes mudanças que a Academia propôs ao Oscar, fora as que ainda vão vir, ‘Birth of a Nation’ sai na frente entre todas as produções previstas para 2016.

Nate Parker roteirizou, dirigiu e estrelou a produção.

A estreia no Brasil acontece em Janeiro de 2017.