Foi divulgada na íntegra a música-tema de ‘Mulher-Maravilha’: To Be Human, cantada por Sia e Labrinth.
Ouça e confira as faixas da trilha sonora:
1. Amazons Of Themyscira
2. History Lesson
3. Angel On The Wing
4. Ludendorff, Enough!
5. Pain, Loss & Love
6. No Man’s Land
7. Fausta
8. Wonder Woman’s Wrath
9. The God Of War
10. We Are All To Blame
11. Hell Hath No Fury
12. Lightning Strikes
13. Trafalgar Celebration
14. Action Reaction
15. To Be Human – Sia (feat. Labrinth)
“Eu acho que a oportunidade mais legal com a Mulher-Maravilha é que ela é o arquétipo ideal da melhor mulher de todos os tempos. Ela não é um tipo específico de mulher. Ela não é nem um pouco menor que aquilo, sabe? Ela não é uma mulher específica de um único tipo. Ela é a mulher universal idealizada, como o Superman é para os homens”.
A cineasta continuou, refletindo sobre o papel social que ambos os heróis possuem:
“Superman é o grande herói, sabe? É quem ele é, é o motivo pelo qual ele se posiciona. Ele se posiciona para o bem, para o triunfo e para a vulnerabilidade. Ele tem um senso de humor, mas quer ser ótimo e todas essas outras coisas. A Mulher-Maravilha é a única versão disso para as mulheres. Acho que o que é tão único nela – e isso foi igualmente apresentado no trabalho original de Marstens e lindamente também celebrado na série de Lynda Carter – é o fato de que ela não é comprometida por sua força e isso foi algo muito, muito novo quando escrito pela primeira vez e continua a ser novo atualmente”.
Apesar de não ter sido nada bem apresentado em ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’, o personagem continua sendo o preferido de Stan Lee no quesito futuras adaptações.
Em conversa com o SyFy, a lenda das HQs revelou que ainda pretende conferir um filme solo do ‘Surfista Prateado’.
“Ele é o único personagem que eu quero mais ver. Ele é o mais filosófico entre todos os personagens em que eu trabalhei. E eu tenho uma ótima ideia para minha participação nele.”
Até então, a Fox não demonstrou interesse em fazer um filme solo do Surfista.
A nova série da CW, ‘Raio Negro‘, ganhou um novo teaser.
A série será lançada no Brasil pela Netflix. O serviço de streaming anunciou que o episódio piloto será lançado dia 23 de Janeiro, com episódios semanais.
Nos EUA, a série estreia dia 16 de janeiro de 2018.
Assista:
‘Raio Negro‘ centra-se em Jefferson Pierce, que deixou de lado sua identidade secreta anos atrás, mas com um estudante sendo recrutado por uma gangue local, ele vai voltar para a luta como o querido vigilante e DC Legend’s ‘Raio Negro’.
A segunda metade da 5ª temporada de ‘Vikings‘ ganhou mais um trailer, repleto de cenas sangrentas e muita rivalidade entre irmãos.
Assista:
O canal History já renovou a elogiada série para a sexta temporada, mais 20 episódios foram encomendados.
As filmagens vão começar em outubro, na Irlanda.
Os novos episódios da 5ª temporada passarão a ser exibidos no dia 28 de novembro.
A atração épica segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
No Brasil, ‘Vikings’ é exibida pelo canal pago NatGeo.
O segundo filme do Deus do Trovão nos cinemas não agradou muitos fãs, mas recebeu uma importância maior após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘.
Os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely, de ‘Thor – O Mundo Sombrio ‘e ‘Ultimato‘, revelaram ao Los Angeles Times que não se importam do filme ter a pior avaliação da franquia MCU (66% no Rotten Tomatoes).
Questionados se era importante mostrar Thor (Chris Hemsworth) e Rocket Raccoon (Bradley Cooper) viajando no tempo para Asgard em 2013, eles afirmaram:
“Foi importante abordar isso em Thor – O Mundo Sombrio, é exatamente onde uma das pedras estava. Esse segundo ato [de Ultimato] está voltando aos outros filmes da franquia e encontrar as joias. Além de um breve momento que apresentamos Benicio del Toro como o Colecionador ,foi em Asgard durante o filme. E nós também vimos Benicio del Toro em [Geurra Infinita] ”.
Markus acrescentou:
“Queríamos que cada jornada dos heróis fosse mas importante que a jornada das joias, também para fornecer alguma resolução emocional. O tumulto de Thor foi realmente facilitado ao se reunir com sua mãe. E esse foi um momento muito pungente porque ela morreu mais tarde naquele dia, para que pudéssemos pegar a joia e procurar a resolução que precisávamos para ele. ”
Recentemente, Chris Hemsworthdiscutiu sobre os primeiros capítulos da franquia e, enquanto mencionou que ainda gosta do primeiro filme, admitiu que a continuação não foi lá grandes coisa.
“O primeiro ‘Thor’ é muito bom, o segundo é meio meh. A masculinidade estava em seu arquétipo máximo. Tudo parecia muito familiar. Estava consciente de que estávamos andando nesse limite na época”
O longa chegou aos cinemas em 2013 e permanece como um dos filmes com as piores críticas do Marvel Studios.
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ teve uma nova cena deletada divulgada que mostra o Visão em uma cena extremamente violenta arrancando o coração de Corvus Glaive.
A morte exibida no corte final foi bem mais branda.
Confira:
Vision kills Corvus Glaive by ripping his heart out in this #Avengers: INFINITY WAR deleted alternate scene!
Outra cena mostra o Hulk em um incrível momento de fúria contra o exército de Thanos na batalha de Wakanda.
A página dos storyboards mostra Bruce Banner encarando seu alter-ego, sugerindo que ele iria se transformar no Hulk após uma possível discussão entre os dois.
Infelizmente, a cena acabou sendo excluída da versão final, o que deixou muitos fãs decepcionados com a ausência do herói.
Confira:
Sucesso de crítica e público, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ arrecadou US$ 2,048 bilhões em 2018, tornando-se uma das maiores bilheterias mundiais.
A produção é uma adaptação da aclamada peça homônima da Broadway e traz Joe Mantello – diretor do revival teatral – de volta à direção na versão cinematográfica.
Baseado na peça ganhadora do Tony que mudou uma geração, ‘The Boys in the Band‘ segue um grupo de nove gays que se reúnem para uma festa de aniversário em 1968 na cidade de Nova York – apenas para descobrir que as bebidas e as risadas são interrompidas quando um visitante do passado do anfitrião vira a noite de cabeça para baixo.
O sucesso de público e crítica de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ reascendeu o desejo dos fãs de ver o SnyderVerse ganhando forma nas telonas novamente, dando início à campanha #RestoreTheSnyderVerse.
E para ajudar, o designer do departamento visual do DC, Jojo Aguilar, divulgou artes conceituais inéditas do Snyder Cut.
Nelas podemos ver o visual inicial planejado para o Lanterna Verde (Trevante Rhodes), Vovó Bondade (John Stewart), Caçador de Marte (Harry Lennix) e Coringa (Jared Leto).
O Lanterna Verde apareceria na cena final, mas o estúdio fez Snyder cortar a cena. E o Coringa aparece com um novo visual, também em uma cena descartada.
Ontem, o astro Jared Leto demonstrou o seu apoio à iniciativa, em um rápido vídeo compartilhado pelo cineasta David Ayer.
O material em questão foi publicado pelo diretor, por meio de sua conta oficial do Twitter. Vale lembrar que Ayer também tem motivado os fãs a clamarem pelo lançamento da sua versão de ‘Esquadrão Suicida‘, alegando que o longa lançado nos cinemas não era o seu projeto original e que sofrera grandes alterações de sua proposta inicial.
Recentemente, em entrevista ao Wonder Meg, o diretor e roteirista Zack Snyder revelou que Coringa (Jared Leto) teria ainda outra cena em sua recente versão de ‘Liga da Justiça’.
Sem muitos detalhes revelados, Snyder contou que o filme tem um segundo final, em que o personagem diz a frase “nós vivemos em uma sociedade” – parte de uma das muitas imagens promocionais do longa-metragem.
“O que eu estava tentando fazer era uma segunda cena [com o Coringa] para a versão em preto e branco, para a versão à caridade do filme. Há um segundo final do filme, da cena de Jared Leto, que é um pouco diferente. Eu inclui aquela fala”.
O filme estará disponível até 7 de abril como um vídeo premium sob demanda.
‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ conta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.
Com ‘Homem de Ferro‘ em 2008, a Marvel Studios conseguiu criar um dos melhores filmes de super-herói da história e iniciou um Universo Cinematográfico bem sucedido apostando e investindo alto em tudo aquilo que funcionou no filme. Com isso, tivemos outros filmes de origem de super-heróis do estúdio sempre seguindo uma mesma fórmula, com uma estrutura parecida. Afinal, para que mudar o que está dando certo? Foi assim que o estúdio repetiu seus truques até os fãs e os críticos começarem a se cansar da chamada “fórmula Marvel“.
Ouvindo os fãs e tentando expandir seu Universo, o estúdio começou a investir em ideias diferentes e tentar fugir da mesmisse, criando produtos muito interessantes como ‘Capitão América – O Soldado Invernal‘, que foi inspirado nos clássicos de espionagem dos anos 70, e a minissérie ‘WandaVision‘, que trazia um viés mais artístico para o mundo dos super-heróis.
Agora, o estúdio dá o seu maior passo para fugir da fórmula que ele mesmo criou e entrega ‘Eternos‘, o filme mais autoral, complexo e diferente que já realizou. E é claro, o filme está polarizando opiniões. Com uma história fragmentada e cheia de elementos e novos personagens, o filme se assemelha muito a ‘Batman vs Superman‘ em alguns quesitos.
‘Eternos‘ tem uma missão muito difícil e por vezes ingrata: expandir o lado místico do Universo da Marvel e mostrar como aconteceu a criação da galáxia, dos planetas, dos seres-humanos e contar a história da humanidade. É o filme mais ambicioso e complexo do estúdio, e muito difícil de se adaptar para as telonas.
A diretoraChloé Zhao se inspirou nos quadrinhos de Jack Kirby, que criou os personagens em 1976, e tenta adaptar a história da maneira mais cinematográfica possível – o que deixa tudo parecendo muito superficial.
A história épica, que abrange milhares de anos, apresenta um grupo de heróis imortais forçados a sair das sombras para se reunir contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes.
Temos dez personagens para serem introduzidos e aprofundados, enquanto o roteiro escrito pelaChloé Zhao, Patrick Burleigh eRyan Firpo usa uma trama não linear viajando por grandes eventos que aconteceram na Terra em 7 mil anos para explicar cada um dos personagens.
Obviamente, alguns arcos narrativos funcionam mais do que os outros e a interação entre os heróis parece rasa, pois eles vivem juntos há 7 mil anos mas parece que eles acabaram de se conhecer. Algumas motivações são extremamente infantis para seres milenares, o que causa uma estranheza.
Quem rouba a cena é Kumail Nanjiani como o poderoso-cósmico Kingo, que se tornou um astro do cinema de Bollywood. Sua história é a mais divertida e colorida, cheia de vida e carisma. Os destaques também vão para Lia McHugh como a eterna jovem de velha alma Sprite, que por viver no corpo de uma criança possui um grande dilema eterno; Brian Tyree Henry como o inventor inteligente Phastos, que se afasta dos Eternos e constitui uma família com outro homem, no arco narrativo mais sentimental do filme; e Angelina Jolie como a feroz guerreira Thena, que por ter uma doença pouco explorada e explicada no filme traz uma atuação caricata da Oscarizada atriz. Parece que ela está sempre meio perdida no rolê.
Gemma Chan está bem como a amante da humanidade Sersi, mas a atriz por vezes demonstra não ter a força para ser a grande protagonista da trama. Richard Madden vive o todo-poderoso Ikaris, Lauren Ridloff é a super-rápida Makkari, Salma Hayek é a sábia e espiritual líder Ajak,Don Lee vive o poderoso Gilgamesh e Barry Keoghan interpreta o indiferente e solitário Druig.
O excesso de personagens e tramas paralelas faz ‘Eternos‘ parecer um filme fragmentado, com muito a explicar, mas faz isso de uma maneira pouco aprofundada para tentar dar espaço para todos brilharem, mas o sol é para poucos. Alguns atores realmente se destacam, enquanto outros se perdem em seus próprios personagens.
Após uma longa introdução, o filme engata mesmo do meio para o final.
A diretora Chloé Zhao, que recentemente ganhou um Oscar por ‘Nomadland‘, cria um espetáculo visual como nunca antes visto na Marvel. O maior acerto do filme está em sua belíssima fotografia e nos embates épicos e recheados de ação. ‘Eternos‘ é, de fato, um deleite visual e um filme extremamente autoral e artístico.
Se não fosse a ambição do roteiro de ter que apresentar tantas histórias e personagens, ‘Eternos‘ provavelmente seria a maior produção da Marvel, mas fica aquela sensação de que o estúdio deu um passo maior do que a perna.
É um filme evento, que vai dividir opiniões por ser extremamente bem sucedido em algumas propostas, mas falhar em outras. E depende da sua expectativa: você pode comprar a ideia e embarcar na proposta, ou estranhar pelo filme se afastar tanto daquilo que o estúdio estava acostumado a entregar. De qualquer maneira, é uma experiência grandiosa.
Não saia do cinema antes das luzes se acenderem, pois temos aqui duas cenas pós-créditos que dão pistas sobre o futuro da Marvel nesse seu novo Universo Místico.
O suspense já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, o longa arrecadou US$ 78.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 21.5 milhões.
Ao total, a produção já soma US$ 100.3 milhões mundialmente.
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos (apenas 34% de aprovação no Rotten Tomatoes), o suspense parece ter agradado o público, registrando uma impressionante média de 96% de aprovação no site.
Com orçamento baixo de US$ 24 milhões, o longa já pode ser considerado um sucesso.
Kya é uma garota abandonada, que teve que se criar sozinha no brejo da Carolina do Norte. Por anos, rumores da “Menina do Brejo” assombraram Barkley Cove, isolando a afiada e inteligente Kya de sua comunidade. Atraída por dois jovens na cidade, Kya se abre para um mundo novo e estimulante, mas quando um deles é encontrado morto, ela é imediatamente considerada a principal suspeita. Conforme o caso vai se desdobrando, a verdade sobre o que aconteceu se torna cada vez mais nebulosa, ameaçando revelar os muitos segredos que existem no brejo.
Em 2019, o diretor Oliver Park fez sua estreia em longas-metragens com o terror ‘A Night of Horror: Nightmare Radio‘, que acabou recebendo míseros 45% de aprovação dos críticos.
No entanto, Park deu a volta por cima com sua mais nova aposta no gênero, intitulada ‘Oferenda ao Demônio‘, que já está disponível no Amazon Prime Video e se tornou um dos filmes mais vistos do streaming.
No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 74% de aprovação, através de 47 avaliações.
Após o desaparecimento de uma jovem judia, o filho de um agente funerário hassídico volta para casa com sua esposa grávida na esperança de se reconciliar com seu pai. Mal eles sabem que logo abaixo no necrotério da família, um antigo mal com planos sinistros para o feto se esconde dentro de um cadáver misterioso.
Entre os comentários, os críticos elogiaram a conteúdo da trama e também a adição de cenas de jump scares, prendendo a atenção do público não apenas pelo desenrolar da narrativa, mas também pelos sustos imprevisíveis.
“Assustador, inteligente e cheio de suspense. Um raro filme de terror sobrenatural com estilo e substância.” – NY Movie Guru.
“O número de jump scares pode incomodar alguns, mas eles são eficazes. A grande narrativa e os personagens deixam a história muito além da maioria dos títulos repetitivos do gênero.” – AIPT.
“Nem todo filme de terror precisa reinventar o gênero e oferecer elementos nunca antes vistos. ‘Oferenda ao Demônio‘ não ganha nenhum ponto pela originalidade, mas as pessoas que procuram uma trama bem elaborado não vão e arrepender com o último filme de Park.” – Collider.
“Ao combinar os dramas humanos e a exploração de um misterioso texto sagrado com um enredo ridiculamente divertido sobre um demônio que rouba crianças, o filme serve como um lembrete de todas as coisas que o gênero do terror é exclusivamente proposto a realizar.” – IndieWire.
“Ao se afastar da história clichê do homem que perde a fé, luta contra os demônios, e a recupera, ‘Oferenda ao Demônio’ fornece uma narrativa envolvente através do folclore judaico.” – Starbust.
“O uso do folclore judaico em ‘Oferenda ao Demônio‘ e uma concentração em personagens judeus deixa o filme mais interessante do que muitos dos filmes demoníacos obcecados por cristãos que saturaram o gênero de terror ao longo das décadas.” – Father Son Holy Gore.
O elenco conta com Nick Blood, Emily Wiseman, Allan Corduner, Paul Kaye e Daniel Ben Zenou.
Em uma entrevista ao Deadline, Rothman enfatizou: “O filme está sendo desenvolvido em estreita colaboração com [o designer de videogames da Nintendo] Shigeru Miyamoto. Ele é um verdadeiro gênio nesse mundo, e é realmente sua visão forte que está impulsionando o projeto. Ele o criou e o entende completamente. Basta olhar para os resultados de Super Mario Bros. para entender isso. O ponto principal que estou fazendo é que acredito que uma programação saudável no futuro não será unilateral. Haverá um equilíbrio entre grandes IPs e sequências sólidas”.
Lembrando que o diretor Wes Ball, compartilhou recentemente suas expectativas para o próximo filme, revelando que a franquia é uma das coisas mais importantes para ele.
“Estamos trabalhando nisso. Acho que vai ser ótimo. Os fãs vão ficar felizes. The Legend of Zelda, para mim, é uma das coisas mais importantes em toda a minha vida. Você sabe, ao lado de Star Wars”, disse Ball segundo o Games Radar. “Joguei Legend of Zelda desde a minha infância até a vida adulta. Você entende? Sou um fã. Sou um fã como vocês. Farei de tudo para garantir que seja o filme que todos esperamos que seja.”
Vale ressalatr que em entrevista ao CBR, o cineasta não pôde revelar muitos detalhes sobre o projeto, mas disse que está planejando fazer algo “especial” com o filme.
“Eu realmente não posso dizer nada”, ele disse. “Aprendi no passado que tudo o que digo é tirado do contexto. Provavelmente é mais seguro não dizer nada até que tenhamos algo concreto, o que tenho certeza que acontecerá em algum momento. Estou muito emocionado e feliz por fazer parte disso. Tem sido um sonho [de toda a vida] para mim, basicamente… Fazer parte de um filme de ‘The Legend of Zelda’ e fazer algo especial”.
Criada em 1986 por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, a série de jogos mistura, fantasia ação e aventura ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.
Durante a apresentação da Sony no Consumer Electronics Show de 2024, o CEO Kenichiro Yoshida elevou as expectativas para a produção, dizendo que “os fãs podem esperar uma incrível história de aventura e descoberta” (via ComicBook).
Por enquanto, detalhes sobre o enredo e o elenco ainda não foram divulgados, mas a direção deve ficar a cargo de Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reino’), enquanto a cadeira de produtor será ocupada por Avi Arad, responsável pelos filmes do ‘Homem-Aranha‘.
Por falar nisso, com o anúncio da adaptação, surgiu uma grande especulação se a atriz Patricia Summersett, que emprestou sua voz à Zelda em diversos jogos da franquia, se candidataria ao papel no filme.
Durante uma entrevista à Games Radar+, a atriz respondeu:
“Claro que sim”, afirmou Summersett. “Eu adoraria interpretar Zelda repetidamente.”
“Estou bastante conectada à base de fãs agora”, declarou. “Já se passaram sete anos, então esta é minha vida. Foram três jogos, e eu sempre poderia ter mais disso. Eu amo essa parte da minha vida e da comunidade. Não que isso vá embora tão cedo. É uma alegria absoluta.”
O teaser de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ exibido no Super Bowl ontem ganhou a sua versão legendada.
Assista:
Em uma recente entrevista à Empire, o diretor Christopher McQuarrie revelou que o público se surpreenderá com o capítulo final da franquia ‘Missão Impossível’ – e uma exibição-teste do filme aparentemente já provou isso.
McQuarrie revelou que, durante uma das primeiras exibições do filme, um dos membros da audiência quase teve um ataque do coração ao conferir umas das sequências de ação.
“Tivemos uma pequena exibição e alguém disse: ‘eu estava sufocando durante a sequência inteira. Quase tive um ataque do coração’. E eu pensei: ‘acho que fizemos algo certo'”, ele disse.
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
Pouco se sabe sobre ‘O Fim da Rua‘ (The End of Oak Street), thriller de sobrevivência estrelado por Anne Hathaway e Ewan McGregor.
O filme é envolto de mistérios, o que deixa o público cada vez mais atraído. Além do novo trailer divulgado hoje, a Warner Bros. do Brasil divulgou a sinopse oficial do filme, revelando que a trama se passa nos anos 80.
Confira, com o trailer:
Ambientado nos anos 1980, a produção acompanha o casal Denise (Anne Hathaway) eGreg (Ewan McGregor) que enfrenta uma crise no relacionamento enquanto gerencia a rotina familiar com os dois filhos adolescentes. Entretanto, tudo muda quando abruptamente uma tempestade transporta toda a vizinhança para a era dos dinossauros. Isolados, os quatro serão forçados a cooperar para sobreviver e voltar para 1980, em uma jornada com muita ação e emoção.
Pam Abdy e Michael De Luca, chefes da Warner Bros., também descrevem o filme como um “episódio de ‘Além da Imaginação’.
A equipe de Mitchell atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Michael Gioulakis; a designer de produção Maya Shimoguchi; o editor John Axelrad; a figurinista Erin Benach; e o compositor Michael Giacchino.
A Warner Bros. Pictures exibe e apresenta uma produção A Bad Robot e Jackson Pictures, um filme de David Robert Mitchell, O Fim da Rua será distribuído nos cinemas e salas IMAX de todo o mundo a partir de 12 de agosto de 2026.
As mil e uma tentativas de um amor. A roteirista Noga Pnueli encontra boas soluções para falar sobre a imperfeição do amor aos olhos de uma romântica sonhadora sob a ação de um loop temporal, com direito a respingos no autoconhecimento, no longa-metragem disponível na Prime Video, Ajustando um Amor. Com direção de Alex Lehmann, do elogiado Blue Jay, vamos acompanhando longos diálogos na linha do déjà vu que tinham tudo para se tornar maçantes mas uma fuga dos medos e inseguranças de uma vida com conflitos não resolvidos acaba sendo algo que complementa e faz gerar reflexões existenciais. Um trabalho corajoso e muito interessante que deve fisgar os olhares mais atentos.
Na trama, conhecemos Sheila (Kaley Cuoco), uma jovem que durante uma noite onde conhece o introspectivo Gary (Pete Davidson) em um bar acaba descobrindo uma máquina de viajar no tempo 24 horas atrás, escondida nos fundos de uma manicure. Assim, sua rotina vira uma obsessão em transformar seu alvo amoroso na pessoa perfeita aos seus olhos. Algo que ela logo percebe ser uma missão bem difícil. Andando na linha do ‘O Amanhã nunca mais’ essa viajante do tempo, sentimental, era descobrir muito sobre si mesma. Gary é apenas um fantoche dentro da história, esse personagem não é bem um contraponto mas sim um complemento.
O projeto parece redundante em alguns momentos, nessa projeção de várias noites numa só jornada. Mas aí algumas questões aparecem para refletirmos. Os conflitos diferentes mas com a mesma pessoa nos fazem entender melhor a falante protagonista e sua esquisita distância quando aparecem dilemas. Há também uma óbvia confusão com a própria identidade em relação ao real sentido da sua vida. Estaria ela em um purgatório para lá de esquisito da qual tem a chave mas não consegue se libertar?
As deixas para a conclusão são inúmeras, o que de fato torna o filme mais interessante. A narrativa quase sempre embarca em uma melancolia ligada ao desencanto. Há muitas chances de fazer o ‘hoje’ de Sheila dar certo mas na sua própria visão pessimista arruinou todas as vezes. Parece que estamos folheando textos de Schopenhauer, onde os paradoxos dominam como o clássico ‘viver é sofrer’.
Clichê: Molde ou vulgaridade que a cada passo se repete com as mesmas palavras. Chavão, Lugar Comum. O novo Amor Sem Fim se encaixa perfeitamente em tais definições. É claro que muita gente não se importa com isso, e que as românticas inveteradas de plantão preferem ver a mesma história repetidas vezes, já acostumadas com a estrutura da cartilha, do que verem apresentado algo que pode não satisfazê-las emocionalmente.
É claro também que quando esta história foi contada pela primeira vez, em 1979, pelo romancista norte-americano Scott Spencer em seu livro, as coisas eram diferentes. A adaptação do livro para as telonas chegava numa época de boom para romances melosos e dramáticos, desses que nos deixam arrasados com o coração doendo ao sairmos da sessão. Love Story havia impactado o público há uma década, e na nova chegavam produções como A Lagoa Azul (1980), filme ícone do romance intenso.
O tema do romance entre um sujeito de origem humilde se apaixonando por uma jovem da alta sociedade não é novo, no entanto Amor Sem Fim (1981) foi impulsionado fortemente para se tornar um sucesso massificado. Primeiro, contava com a direção do cineasta italiano especialista em Shakespeare, Franco Zeffirelli, responsável por A Megera Domada (1967), Othello (1986) e pela versão mais conhecida de Romeu & Julieta (1968) até então.
Segundo, trazia no elenco a jovem estrela Brooke Shields, que ganhou os holofotes justamente pelo filmeA Lagoa Azul, no ano anterior. E terceiro, porque contava com a marcante canção de Lionel Richie e Diana Ross, usada como tema do filme, de mesmo nome. Amor Sem Fim se tornava o grande romance da época nos cinemas. Agora, uma nova versão chega, seguindo a interminável tendência das refilmagens, com a proposta de apresentar a obra para toda uma nova geração. E olhe só, o resultado é, digamos, decepcionante.
Todos reclamam das refilmagens. Simplesmente pelo fato de existirem. O problema não é esse. O que acontece é que a maioria dos filmes que são repaginados, tinham uma razão de ser para suas determinadas épocas, e tinham o que dizer sobre o período de onde vinham. O comportamento simplesmente era outro. Ou seja, muitas das obras reimaginadas precisam de toda uma nova estrutura para caber na atualidade. Não é aceitável apenas mostrar carros novos e interação através de mídias sociais. A ideia por trás precisa ser remodelada.
É justamente o que ocorre com a nova versão de Amor Sem Fim, um filme que parece saído dos anos 1980, ou quem sabe de antes disso até. Tudo é muito antiquado e parece existir somente em seu próprio universo. O erro maior está justamente onde deveria ser sua maior força, o comportamento da dupla principal. O filme seria muito mais eficiente se mostrasse como dois jovens atuais, em pleno ano de 2014, realmente se comportariam em tais situações.
Alex Pettyfer vive David Elliot, rapaz de origem humilde, que trabalha como manobrista em um restaurante chique, e estuda na mesma escola da solitária Jade Butterfield, vivida pela bela Gabriella Wilde (substituindo Brooke Shields). Embora vindos de mundos diferentes, a afeição dos dois cresce e o relacionamento surge com a perfeição de um comercial de TV, desses que mostram apenas felicidade e sorrisos. A menina de poucos amigos esconde uma tragédia familiar, com a morte de um irmão. O herói apaixonado igualmente precisou lidar com a traição e abandono da mãe.
Agora, a dupla tem pela frente como maior obstáculo de seu amor, o próprio pai da menina, vivido por Bruce Greenwood, que fará de tudo para afastá-los. Amor Sem Fim não chega a comprometer nossa inteligência, nem mesmo é um filme ruim. Tudo é bem elaborado e a dupla de protagonistas até possui química. O maior problema é justamente a grande falta de originalidade, e o roteiro que segue de perto a cartilha de filmes assim (obviamente o casal irá brigar perto do desfecho, somente para depois se reconciliar). O fato faz do remake algo completamente dispensável, e que mesmo sem assisti-lo você poderia saber de todas as cenas, narrado-as antes de acontecerem. Uma parte de todos nós gostaria de viver em tal conto de fadas.
A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História é a mais recente investida dos estúdios Disney em revitalizar uma de suas queridas franquias do passado, a transformando num programa moderno para as novas gerações e também os fãs. A ideia desta vez é atualizar e dar continuidade aos filmes de sucesso da década de 2000, A Lenda do Tesouro Perdido (2004) e A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos (2007), ambos protagonizados por Nicolas Cage.
Em No Limiar da História a protagonista agora é a jovem Jess Valenzuela, papel de Lisette Olivera, e o programa ainda traz no elenco a presença de Catherine Zeta-Jones loira no papel da vilã Billie. O elo com as produções para o cinema nas telas são Justin Bartha retornando como o sidekick de Cage, Riley Poole, e Harvey Keitel dando vida novamente ao personagem Peter Sadusky. Ao que tudo indica, se a série for bem, em breve poderemos ver também os retornos de Nicolas Cage e Diane Kruger, quem sabe. Atrás das câmeras, o seriado garantiu os mesmos profissionais dos filmes, com a produção de Jerry Bruckheimer eJon Turteltaub (diretor dos longas), além da adição de Mira Nair – diretora e produtora do programa. A estreia ocorre no dia 14 de dezembro e é uma das grandes apostas da Disney+ para o fim de ano.
Entrando já nesse clima nostálgico, e aproveitando a estreia dos trailers de A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História, resolvemos relembrar com você os filmes que deram origem à série. Nessa matéria, daremos uma olhada no longa original de 2004 – que foi o início de tudo. Confira.
Um protagonista historiador e criptógrafo se tornando um caçador de tesouros moderno, desvendando enigmas com mapas e pistas, contando com ajuda de aliados e ao mesmo tempo sendo perseguido pelas autoridades e rivais – e no fim desvendando algumas das maiores conspirações da sociedade mundial. Não dá para saber exatamente se o roteiro escrito a cinco mãos por Jim Kouf, Cormac Wibberley, Marianne Wibberley, Oren Aviv e Charles Segers para A Lenda do Tesouro Perdido(2004) teve de fato alguma influência pescada do romance O Código Da Vinci, do autor Dan Brown, lançado em 2003, um ano antes da estreia deste filme. A verdade é que antes de seu mais famoso livro, Brown havia lançado Anjos e Demônios com o mesmo personagem Robert Langdon protagonizando. Porém, foi O Código Da Vinci que se tornou filme primeiro, nas formas de uma superprodução bancada pela Sony, com Tom Hanks estrelando. E como nos bastidores de Hollywood, as informações fluem como águas de um rio, é claro que os realizadores do “rival” estavam sabendo tempos antes de o filme da Sony se concretizar. O que pode ter “inspirado” ou “instigado” a produção de Tesouro Perdido. As tramas são realmente semelhantes.
Aventuras repletas de conspirações históricas: A Lenda do Tesouro Perdido e O Código Da Vinci possuem tramas parecidas.
Mesmo que tenha sido inspirado por O Código Da Vinci para sair do papel, o resultado final de A Lenda do Tesouro Perdido guarda suas distinções e está mais voltado para o clima de diversão escapista, sem qualquer peso ou seriedade, como uma versão light e moderna de Indiana Jones. A Lenda do Tesouro Perdido se concentra mais na ação e na aventura, enquanto O Código Da Vince busca laços com o suspense e o drama. Fora isso, a trama de Da Vince possui ares internacionais, enquanto Tesouro se concentra nas raízes formadoras, escondidas nos EUA.
A Lenda do Tesouro Perdido foca no personagem Benjamin Franklin Gates, que ainda não infância ouviu de seu avô (papel do lendário Christopher Plummer), uma história sobre a existência do chamado “tesouro nacional” escondido na América pelos Cavaleiros Templários, os Maçons e os membros Fundadores dos Estados Unidos. Na fase adulta, interpretado por Nicolas Cage, Ben continua a acreditar piamente neste grande tesouro, enquanto seu pai Patrick, papel de Jon Voight, desmerece o conto como história da carochinha. Em uma expedição, financiada por um ricaço, papel de Sean Bean, o protagonista de fato encontra um navio contendo um artefato que serve como primeira pista. O item revela que atrás da declaração da independência dos EUA está o mapa que leva até o tal tesouro almejado. O ricaço se revela um criminoso, e decide roubar a declaração da independência para chegar até as raridades. Assim, Ben Gates faz de sua missão impedir que o vilão chegue até o tesouro, e para isso, após informar o FBI (encabeçado pelo personagem de Harvey Keitel) e a diretora do arquivo nacional (papel da loira Diane Kruger), que não acreditam nele, decide roubar por conta própria o mesmo documento histórico, a fim de evitar que caia nas mãos erradas.
Por ser mais voltado para toda a família, incluindo as crianças, o roteiro de A Lenda do Tesouro Perdido escolhe por vezes o caminho da obviedade, nos martelando na cabeça com referências de fácil acesso para qualquer um. Nada que chegue a incomodar. Temos, por exemplo, os nomes do trio de homens de três gerações da família Gates baseados nos Pais Fundadores dos EUA: Benjamin Franklin, Patrick Henry e John Adams. Fora isso, a personagem de Diane Kruger, Abigail Chase é uma combinação de Abigail Adams, esposa de John Adams, e Samuel Chase, um dos responsáveis pela assinatura da declaração da independência, depois se tornando um dos juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos.
O projeto começou a tomar forma verdadeiramente quando a ideia foi comprada por Jerry Bruckheimer, um dos maiores produtores e empresários de Hollywood de todos os tempos. Bruckheimer ajudou a firmar os blockbusters na década de 1980, tendo debaixo do cinturão alguns dos maiores sucessos da época, vide Um Tira da Pesada (1984) e Top Gun – Ases Indomáveis (1986). Nos anos 1990, consolidou uma parceria de sucesso com a Disney, entregando títulos celebrados da ação, vide A Rocha (1996), Con Air – A Rota da Fuga(1997) e Armageddon (1998). Na década seguinte seria responsável por tirar da cartola um dos maiores acertos da Disney, Piratas do Caribe (2003). Assim, como havia trabalhado com o astro Nicolas Cage em três filmes da Disney previamente, escalá-lo para ser o protagonista de A Lenda do Tesouro Perdido foi um pulo. Apesar disso, Cage revelou em entrevista que inicialmente estava reticente em aceitar o papel. O astro é especialista em criar personagens bizarros, que se tornam por consequência icônicos. No entanto, o pensamento de Cage sobre a trama é que era muito surreal a proposta de roubar a declaração da independência. Ao memo tempo o conceito aguçou a curiosidade do ator.
Indiana Jones moderno. Nicolas Cage cria um dos maiores heróis de ação em sua carreira.
Nessa época, em meados dos anos 2000, a Disney investia em propriedades de seus parques temáticos, os adaptando para se tornarem franquias rentáveis nas telonas, como foi o caso com o citado Piratas do Caribe e também com Mansão Mal Assombrada. E embora A Lenda do Tesouro Perdido não seja verdadeiramente uma atração dos parques da Disney, tem toda a cara e o espírito da coisa. Justamente por isso, antes de receber sua classificação etária da censura, o filme se encontrava sob o selo da Touchstone Pictures, responsável pelas obras, digamos, mais intensas do estúdio. Uma vez analisado seu conteúdo familiar e recomendado para todos os públicos, o longa trocou de selo passando para a boa e velha Walt Disney Pictures.
Para a tarefa de comandar a produção era escalado Jon Turteltaub, cineasta “cria” da Disney tendo trabalhado para o estúdio em comédias bem-sucedidas como Jamaica Abaixo de Zero (1993), Enquanto Você Dormia (1995), Fenômeno (1996) e Duas Vidas (2000). A Lenda do Tesouro Perdidofoi seu primeiro filme de aventura em clima de superprodução, e o diretor se saiu tão bem na empreitada que seu comando nas cenas de ação foram as partes mais elogiadas pelos especialistas, além de lhe garantir o retorno na direção da sequência igualmente. Turteltaub retornará na produção da série No Limiar da História. Segundo o próprio diretor numa entrevista do DVD de A Lenda do Tesouro Perdido, o corte inicial do longa possuía nada menos que 4 horas de duração. Quem sabe com o lançamento do seriado, e com o título novamente em voga, a Disney não se anime para lançar em sua plataforma de streaming a versão alongada do original?
O verdadeiro tesouro perdido é o corte de 4 horas de duração do filme original. Será que o veremos um dia?
Com orçamento de US$100 milhões, A Lenda do Tesouro Perdido estreou no dia 19 de novembro de 2004 nos EUA, e chegava ao Brasil no dia 31 de dezembro do mesmo ano. Em sua estreia no primeiro fim de semana, o filme embolsou US$35 milhões, fechando a conta nos EUA com US$173 milhões em caixa. No mundo, o filme se tornaria um grande sucesso com uma bilheteria total de US$347 milhões, garantindo assim a franquia para a Disney – que dura até hoje, 18 anos depois. O filme se tornou um clássico instantâneo logo em seu lançamento, com a frase proferida por Nicolas Cage, “Eu vou roubar a Declaração da Independência”, se tornando um dos memes mais célebres relacionados ao ator e ao filme. O longa também é considerado um dos mais divertidos de todos os tempos dentro do subgênero de “caça ao tesouro”. Além de poder ser comprado na lojinha de souvenirs do Arquivo Nacional nos EUA (ao menos no passado de uma era de mídias físicas), é um dos poucos filmes nos quais Sean Bean não morre. E isso por si só é motivo para comemorar.
Durante a Comic-Con de Bogotá, o ator Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister na série ‘Game of Thrones‘, revelou que terá cenas junto de Liam Cunningham, que dá vida ao Davos Seaworth. Não só é um pareamento interessante, como também surpreendente.
“Eu realmente adorei trabalhar com Liam Cunningham, que interpreta Davos Seaworth. Nós trabalhamos juntos e nos demos super bem. Eu não vou entrar em detalhes porque eu estaria falando demais.”
Curiosamente, os personagens nunca interagiram na série antes.
O TVLine revelou que a série será roteirizada por Jane Goldman (‘Kick-Ass’), e ganhou sinopse.
“Milênios antes dos eventos vistos em Game of Thrones, conheceremos o mundo de Westeros caindo de sua Era de Ouro dos Heróis para um momento muito mais sombrio de terror e medo.”.
Na mitologia criada pelos livros de George R.R. Martin, a Era de Ouro dos Heróis aconteceu há 10 mil anos e mostrou a fundação das casas Stark e Lannister antes da Longa Noite, o maior inverno de Westeros.
A estreia acontecerá em 2020, um ano após a estreia da última temporada de ‘Game of Thrones’.
A 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou novas imagens promocionais dos personagens principais.
Confira:
Norman Reedus (Daryl) e Melissa McBride (Carol) já estão garantidos por mais três anos, com aumentos consideráveis em seus salários. O novo contrato dos atores vai além de suas aparições na série, tendo a oportunidade de ambos aparecerem em filmes e derivados do universo ‘The Walking Dead‘ – que atualmente encontra-se em expansão.
No entanto, Danai Gurira ainda não assinou contrato e as negociações ainda estão acontecendo.
A série retorna com episódios inéditos no dia 10 de fevereiro.
Desde que os moradores se lembram, os projetos habitacionais do bairro Cabrini Green, em Chicago, eram aterrorizados por uma história de fantasma famosa sobre um assassino sobrenatural com um gancho na mão, facilmente invocado por aqueles que ousam repetir seu nome cinco vezes no espelho. Nos dias atuais, uma década depois que as últimas torres de Cabrini foram derrubadas, o artista visual Anthony McCoy e sua namorada, diretora da galeria, Brianna Cartwright, se mudam para um condomínio de luxo em Cabrini, agora gentrificado e habitado por millennials.
Com a carreira de pintor de Anthony à beira da estagnação, um encontro casual com um residente de Cabrini das antigas expõe Anthony à trágica natureza horrível da verdadeira história por trás de Candyman. Ansioso por manter seu status na cena artística de Chicago, Anthony começa a explorar esses detalhes macabros em seu estúdio como uma nova fonte de inspiração para suas pinturas, abrindo sem saber uma porta para um passado complexo que desafia sua própria sanidade e desencadeia uma onda de violência terrível que o coloca em rota de colisão com o destino.
A trama segue um psiquiatra (Affleck) cuja carreira é colocada em risco quando sua paciente tira a própria vida. Quando ele convida o irmão da vítima (Claflin) à sua casa para conhecer sua esposa (Monaghan) e sua filha, a família é dilacerada.
A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘, que destaca as incríveis referências aos jogos.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.
A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.
O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.
O elenco também conta com Kaya Scodelariocomo Claire Redfield, Tom Hoppercomo Albert Wesker, Avan Jogiacomo Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonoughcomo William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.
Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
A HBO divulgou um novo vídeo promocional, revelando as primeiras cenas da 2ª temporada da série antológica ‘The White Lotus‘.
O teaser não só destaca o retorno de Jennifer Coolidge, como também confirma o retorno de Jon Gries, que interpretou o Greg na primeira temporada. Durante o primeiro ciclo, o personagem acaba se apaixonando pela Tanya.
Aparentemente, eles terão a chance de explorar esse novo relacionamento do segundo ano.
Confira (aos 17s):
Intitulado ‘White Lotus: Sicily‘, o próximo ciclo será focado em um novo elenco – com o retorno de apenas alguns rostos conhecidos.
Vale lembrar que, recentemente, a primeira temporada conquistou 20 indicações ao Emmy Awards, incluindo Melhor eMinissérie ou Filme para TV, Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV para Jennifer Coolidge, Sydney Sweeney, Alexandra Daddario, Connie Brittone Natasha Rothwell e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV para Murray Bartlett, Steve Zahn e Jake Lacy.
Os vencedores serão anunciados nos dias 03 e 04 de setembro. Os ganhadores da cerimônia principal, por sua vez, em 12 de setembro.
A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.
‘A Noite das Bruxas‘ é ambientado após o período da 2ª Guerra Mundial, e acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.
» O longa é baseado no livro homônimo da Agatha Christie, e dá continuidade às adaptações ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘ (2017) e ‘Morte no Nilo‘ (2022);
Em entrevista ao podcast Award Circuit, Jeffrey Wright, que interpreta o Jim Gordon no novo universo do ‘Batman‘, criado pelo diretor Matt Reeves, revelou que está ansioso para retornar para o segundo filme.
Apesar disso, o ator confirmou que ainda não recebeu o roteiro, e não perdeu a chance de brincar sobre a situação.
“Eu ainda não li o roteiro [da sequência ‘Batman 2’]. Eu ainda nem recebi o roteiro. Estou esperando pacientemente. Mas quer saber? Quando eu finalmente recebê-lo, deixarei um aviso. Eu vou te enviar uma cópia.”
Após brincar, o ator fez piada com a possível reação do diretor ao ouvir suas declarações: “Em caso do Matt Reeves ouvir isso, tenho certeza que os pelos de sua cabeça irão se arrepiar.”
Vale lembrar que ‘Batman: Parte II‘ segue programado para o dia 2 de outubro de 2025, e contará com o retorno do Robert Pattinson (‘TENET’) no papel titular.
O terror ‘A Pequena Sereia‘ (The Little Mermaid), versão terror do clássico de Hans Christian Andersen – que rendeu a icônica animação da Disney –, ganhou o primeiro trailer.
Depois que o arqueólogo Dr. Eric Prince e seus alunos descobrem um antigo templo pagão nas profundezas do Caribe, Eric se apaixona por uma mulher misteriosa que se parece com uma sereia. À medida que o relacionamento deles se intensifica, ela leva Eric mais fundo em seu mundo subaquático maligno, fazendo-o escolher entre o amor verdadeiro e a destruição de toda a humanidade.
O elenco conta com Mike Markoff, Jeff Denton, Samuel Selman,Sean Michael Argo, Winston Crooke, Steven Yniguez, Manon Laurent e Lydia Helen.
O terror será lançado em VOD pela Lionsgate no dia 27 de dezembro.
De acordo com o TVLine, William H. Macy (‘Shameless’) foi confirmado no elenco da série ‘17 Sundays‘, novo drama esportivo que está sendo desenvolvido pelo Dan Fogelman (‘This is Us’).
Em caráter regular, ele interpretará Hank Durkin, dono de um time de futebol americano.
Chris Meloni (‘Law & Order: Organized Crime’) estrelará como o treinador de uma equipe da NFL.
O projeto será produzido pela 20th Television (divisão da Disney) em parceria com a Skydance Sports — joint venture entre a NFL e a Skydance, futura proprietária da Paramount. A novidade foi divulgada pela Variety.
Ainda cercada de mistério, a trama se passa nos bastidores da National Football League e acompanhará diferentes gerações de uma mesma família. Meloni interpretará o técnico principal de uma equipe, papel que promete explorar os dramas e pressões tanto dentro quanto fora do campo.
Além desse novo compromisso, Meloni também estrela ‘Law & Order: Organized Crime‘ no Peacock, cuja quinta temporada — a primeira exclusiva para streaming após quatro na NBC — foi encerrada em junho. A plataforma ainda não confirmou se a série será renovada, mas caso continue, o ator poderá atuar em ambas as produções.
O projeto foi oficialmente encomendado pela Hulu em outubro de 2024. A parceria com a NFL reforça o interesse da liga em expandir sua presença no entretenimento roteirizado, levando para as telas histórias ficcionais que giram em torno do futebol americano.
Fogelman assina o roteiro e atua como produtor executivo, ao lado de Jess Rosenthal e dos executivos da Skydance Sports: David Ellison, Jesse Sisgold e Jason T. Reed.
Com uma carreira sólida na televisão, Meloni é amplamente reconhecido por seu papel em ‘Law & Order: SVU‘, além de participações marcantes em produções como ‘Wet Hot American Summer‘ e o filme ‘Little Brother‘, da Netflix.
De acordo com o Deadline, Aaron Paul (‘Breaking Bad’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Fallout‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.
O projeto marcará a reunião entre o ator e os criadores Nolan e Lisa Joy, que já haviam trabalhado juntos em ‘Westworld‘.
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
O site ainda afirma que Annabel O’Hagan, Dave Register e Frances Turner foram promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.
Sem data de estreia, a terceira temporada deve ser lançada apenas em 2027.
Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
A terceira temporada de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ chega à Netflix nesta sexta-feira (19) e o novo ciclo já conquistou 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
Com críticas extremamente positivas, o retorno da produção original criada por Tina Fey é elogiado pelo teor da narrativa, à medida que aborda assuntos críticos com muito humor negro e sacadas divertidas.
E para te preparar para a chegada de UKS, confira algumas das críticas feitas:
“Para os fãs, as notícias são todas boas. Kimmy é como o Jimmy era: alegremente maluca”. – Verne Gay, Newsday
“‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ pode estar se distanciando das raízes da específica repressão de Kimmy…mas a série está lutando com ainda mais força contra o patriarquismo de maneira geral. Essas mulheres são sem sombra de dúvidas excepcionais e não apenas aquelas diante das câmeras”. – Ben Travers, indieWire
“Há muito o que amar na terceira temporada”. – Neal Justin, Minneapolis Star Tribune
“‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ é um paradoxo… não há série tão maravilhosamente estranha e alegre na TV. Mas também não há outra série tão surpreendentemente negra e Kimmy continua causando bastante efeito na terceira temporada”. – Joyce Eng, TV Guide
“A história de Kimmy Schmidt em seu contínuo aprendizado ficou um pouco turbulento, mas ela permanece divertida e a terceira temporada tem todas as chances de se formar com honras”. – Jeff Jensen, Entertainment Weekly
As filmagens de ‘Star Trek 4‘ devem começar em 2019. Pelo menos é o que ator Karl Urban sugeriu.
Durante uma entrevista ao site JoBlo, o intérprete de McCoy falou sobre a sequência, pontuando o quanto sempre se divertiu dando vida ao seu papel.
Disse:
“Essa é uma questão que diz mais respeito à Paramount. Mas dito isso, eu me diverti demais trabalhando em todos esses filmes de ‘Star Trek’. Sabe, chegamos a um ponto em que já nos tornarmos uma família. E eu estou bem confiante de que no ano que vem já estaremos de volta ao set de filmagens”.
Enquanto isso, Tarantino está na produção de seu novo longa, cuja trama acompanha um ator que fez uma série de sucesso e tenta fazer a transição da TV para o cinema, assim como seu amigo, um dublê profissional. Os assassinatos encomendados por Charles Manson funcionariam apenas como pano de fundo para esta história principal. O lançamento está previsto para agosto de 2019.
‘Star Trek: Sem Fronteiras’ chegou aos cinemas em julho de 2016 e arrecadou US$ 343 milhões de bilheteria mundial. O novo filme da franquia recebeu sinal verde, porém, ainda não há maiores informações.
A série reboot da Netflix, ‘She-Ra and the Princesses of Power‘ fez sucesso entre os usuários, abrindo as portas para um possível resgate de outro personagem popular da franquia, ‘He-Man’.
E embora o herói tenha sido um estrondoso sucesso nos anos 80 e 90, a showrunner de ‘She-Ra‘, Noelle Stevenson, admitiu que um reboot não estaria em discussão.
Em entrevista ao Inverse, ela revelou:
“‘He-Man‘ não está realmente na mesa de discussões para essa interação com a ‘She-Ra‘. Seria um grande desafio trazê-lo de volta. Ele é um personagem muito icônico. Seria também divertido incorporá-lo ao mundo de ‘She-Ra‘, mas eu não sei qual seria minha abordagem para isso”.
‘She-Ra and the Princess of Power’ estreará ainda em 16 de Novembro de 2018.
Recentemente, a Netflix anunciou 6 séries de animação diferentes para 2018.
Entre os destaques estão: ‘Trollhunters’ e ‘3 Below’, que são produções de Guillermo Del Toro; ‘As Aventuras do Capitão Cueca’. Já ‘She-Ra: A Princesa do Poder’ acompanhará “uma épica e atemporal jornada que celebra a amizade feminina e empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”.
Confira a lista completa:
Trolls: The Beat Goes On! – previsto para 19 de janeiro
O comediante Kevin Hartiniciou as filmagens de seu primeiro filme desde o grave acidente de carro sofrido em setembro do ano passado. A informação foi compartilhada pelo portal Just Jared.
A publicação não informa qual seria o projeto iniciado, mas traz uma imagem do ator chegando ao set de gravações.
Confira a foto:
Confira a imagem do veículo, logo após o acidente:
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