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Governo quer ACABAR com o ingresso de meia-entrada; Presidente da UNE se manifesta!

Há alguns meses, foi divulgado que a ANCINE (Agência Nacional do Cinema) e o Ministério da Economia estão estudando extinguir a política de ingresso de meia-entrada em cinemas, museus e teatros no Brasil.

A agência em questão abriu recentemente um pleito público sobre a viabilidade e os efeitos da obrigatoriedade da política. O Ministério se posicionou a favor da anulação desses direitos culturais, revelou a Fórum.

Em entrevista ao CinePOP, a Presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) – Bruna Brelaz – afirmou que é “inadmissível” retirar esse direito do consumidor durante uma crise financeira e uma pandemia.

“A UNE defende a Lei (12.933/2013) da meia-entrada como mecanismo de inclusão social dos estudantes para acesso a cultura, ao lazer e a educação. Quando o governo ameaça acabar com esse direito, nos liga o alerta, pois não há garantia de acesso à cidade sem meia-entrada. E é inadmissível e de uma falta de sensibilidade, que em uma crise econômica em que as pessoas estão cada vez mais pobres e desempregadas, que tem sua maioria composta por jovens e estudantes, se retire o direito ao acesso da meia-entrada.”, afirmou Bruna Brelaz.

Como a extinção da meia-entrada não apresenta quaisquer garantias de que o preço das entradas inteiras seja reduzida, Brelaz afirmou que a UNE lutará para impedir a anulação dos direitos culturais

“Não permitiremos que essa conquista história seja destruída por irresponsabilidade desse governo.”, concluiu.

A própria ANCINE surgiu com essa articulação após a queda das vendas de ingressos de valor inteiro – cujo percentual se isolou em apenas 21,6% em 2020.

A política de meia-entrada foi instaurada em 2013 e abrange estudantes, pessoas com deficiência e jovens, de baixa renda, com idade entre 15 e 29 anos. Para os idosos, esse direito existe de 2003 e se insere no Estatuto do Idoso.

Filme de ação com Jason Statham e diretor de ‘Aladdin’ se torna o MAIS VISTO no Amazon Prime

O Amazon Prime Video já adicionou mais de quarenta novos filmes em seu catálogo em abril, mas é uma produção lançada mês passado que está fazendo sucesso entre os assinantes.

O filme de ação ‘Infiltrado‘ (Wrath of Man), estrelado por Jason Statham (‘Carga Explosiva’), que se tornou o filme MAIS ASSISTIDO do catálogo nos últimos sete dias.

Dirigido por Guy Ritchie (‘Aladdin‘), o longa é um remake de ‘Assalto ao Carro Forte‘, filme francês lançado em 2004.

A trama segue H, um homem misterioso que consegue um trabalho em uma empresa de caminhões blindados responsável por movimentar milhões de dólares todas as semanas. Mas, ao contrário do que se pode esperar, ele tem um motivo secreto por para aceitar esse emprego, o que o levará em uma jornada perigosa e emocionante.

Confira o TOP 4 e o trailer dublado:

O elenco ainda contará com Jeffrey Donovan, Josh Hartnett, Scott Eastwood e Holt McCallany.

Primeiro corte de ‘John Wick 4: Baba Yaga’ tinha quase QUATRO horas

John Wick 4: Baba Yaga’ chega aos cinemas amanhã com 2 horas e 49 minutos de duração. Mas o filme poderia ser ainda mais longo.

O diretor Chad Stahelski e o editor Nathan Orloff disseram ao IndieWire que o primeiro corte do filme tinha impressionantes 3 horas e 45 minutos.

“Para ser honesto com você, a duração não foi planejada. Nosso primeiro corte foi de três horas e 45 minutos, e parecia três horas e 45 minutos. Nós ficamos tipo, ‘Oh, estamos tão ferrados.’. Eu queria ter certeza de que [John] ainda era o centro do universo. Precisamos comprimir aquilo, e tudo ficou muito linear.”, eles afirmaram. 

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar o filme Keanu Reeves foi questionado sobre quem ele acha que venceria John em uma luta.

“Essa pergunta é séria?”, brincou o ator com um olhar fuzilante.

Segundo ele, nenhuma pessoa normal venceria John Wick. “Eles vão precisar ter superpoderes. John Wick não quer lutar. Ele só está tentando se defender das pessoas que querem matá-lo. Ele é um personagem determinado. Não mexa com ele. Só deixe o cara em paz. Ele só quer uma vida quieta, em luto pela sua esposa. Ele só quer descansar, mas eles não o deixam fazer isso.  É um erro!”, afirmou. 

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Sempre despojado e carinhoso, Keanu refletiu sobre a carreira que construiu:

“Eu tentei construir uma carreira, mas isso só possível se as pessoas gostassem do meu trabalho, seja o público ou os artistas com quem trabalhei, como os diretores. Você só pode fazer o seu melhor, o que você espera de uma história, e trabalhar duro. Você espera que as pessoas gostem do que você está fazendo. Ser relevante é complicado. Não sei. Você precisa de diretores e roteiristas visionários. Eu sou apenas uma ferramenta para dar voz à visão de outra pessoa.”, ele afirmou. 

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

O filme chega nos cinemas amanhã, dia 23 de Março.

‘Duna’ será RELANÇADO nos cinemas brasileiros, incluindo salas IMAX

Antecedendo o lançamento de ‘Duna: Parte 2‘, que chega aos cinemas em 29 de fevereiro, a Warner Bros. Pictures irá relançar ‘Duna‘ (2021), um dos maiores sucessos do cinema daquele ano, em salas IMAX e tradicionais, a partir de 8 de fevereiro.

Vencedor de seis estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora, Som, Edição e Design de Produção, a ficção científica estrelada por Zendaya e Timothée Chamalet foi um dos filmes mais rentáveis do período pandêmico.

A aventura acompanha Paul Atreides, jovem herdeiro que possui poderes que vão além da sua compreensão, partindo em uma grandiosa jornada para garantir o futuro de sua família e seu povo. Além dos perigos naturais do planeta desértico Arrakis, ele deve unir seu povo para proteger seus recursos naturais e evitar que sejam explorados por forças malignas. Além de Chalamet no papel principal, Duna é estrelado por Zendaya, Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa e Charlotte Rampling.

Baseado na obra homônima de Frank Herbert, ‘Duna‘ é dirigido por Denis Villeneuve, cineasta indicado ao Oscar, e reestreia em 8 de fevereiro nos cinemas brasileiros. Mais informações referentes ao novo circuito do filme podem ser consultadas diretamente nos cinemas de cada cidade.

Na última semana, foram divulgados os baldes de pipoca norte-americanos de ‘Duna: Parte 2‘, adaptação dirigida por Dennis Villeneuve (‘A Chegada’).

Eles tentaram replicar os Vermes de Areia, mas o resultado…

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

Primeira foto de Barry Keoghan no filme ‘Peaky Blinders’

Enquanto o filme de Peaky Blinders está sendo produzido, os fãs esperam ansiosamente por novidades e pelo lançamento na Netflix.

Agora, para aumentar as expectativas, o longa ganhou uma nova foto estampada por Barry Keoghan.

Confira:

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Recentemente, o filme de Peaky Blindershavia recebido sua primeira imagem oficial, com Cillian Murphy retornando como o icônico Tommy Shelby, personagem que se tornou aclamado pelos fãs da produção.

Com a foto, a Netflix também aproveitou para aproveitar o início oficial da produção do longa.

Além da primeira imagem oficial do personagem no filme de ‘Peaky Blinders, a Netflix também divulgou uma imagem de Cillian Murphy no set de filmagens, acompanhado por Steven Knight, o criador da série.

Pode comemorar: Thomas Shelby está de volta.

Cillian Murphy e Steven Knight estão passando aqui pra avisar que a produção do filme de Peaky Blinders já começou!

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— Netflix Brasil (@netflix-br.bsky.social) September 30, 2024 at 12:10 PM

Segundo o criador da série, Steven Knight, já havia adiantado que a história do filme se passará durante a Segunda Guerra Mundial.

Tom Harper será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Steven Knight.

Relembre o trailer da 6ª e última temporada de Peaky Blinders’:

Ariana Grande NÃO VEM MAIS divulgar ‘Wicked: Parte 2’ no Brasil e revela o motivo!

Wicked: Parte 2’, a aguardada sequência do épico musical que adapta o aclamado espetáculo da Broadway, terá um evento hoje de lançamento em São Paulo que contaria com Ariana Grande e Cynthia Erivo.

Porém, poucas horas antes do evento, Ariana desmarcou presença.

Confira:

“Brasil,

Não consigo acreditar que isso está acontecendo e estou mais que devastada por estar enviando esta mensagem.

Há algumas horas, minha equipe e eu tivemos que sair do avião, pois precisaram fazer manutenção devido a um problema de segurança — e ele não decolará até amanhã de manhã. Isso significa que não conseguirei chegar a tempo para a estreia de ‘Wicked: Parte 2’ em São Paulo.

Minha equipe e a Universal tentaram absolutamente tudo que era possível para resolver isso. Procuramos todos os outros voos — noturnos, de madrugada, com conexões, comerciais e até particulares — e absolutamente nada estava disponível ou possível que nos fizesse chegar a tempo. Mesmo tentando uma opção privada, há uma autorização necessária para voar daqui que leva tempo para ser obtida.

Estou de coração partido por não poder estar aí com todos vocês. Tentamos sinceramente tudo o que podíamos, e peço desculpas do fundo do meu coração.

Por favor, encham meus colegas de elenco incríveis com todo o amor que eu gostaria de estar recebendo de vocês e tenham a celebração mais linda possível.

Mais uma vez, sinto muito, muito mesmo.’

O longa já começou a ser exibido para a imprensa e as primeiras reações são estrondosamente positivas.

Os críticos estão usando termos como “épico”, “comovente” e “grandiosidade musical” para descrever a conclusão da jornada de Elphaba e Glinda. De forma geral, os elogios se concentram na performance das protagonistas, na direção e no visual deslumbrante.

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“Todas as boas ações são recompensadas em ‘Wicked: Parte 2’. É uma conclusão épica e comovente de uma das amizades mais dinâmicas da história da cultura pop. Há muito o que os fãs do musical da Broadway vão amar, com surpresas do tamanho de beijos de borboleta”, disse Destiny Jackson, do Deadline.

Jon M. Chu é um gênio na forma como encerra essa história. As tramas de Elphaba e Glinda são ampliadas e deixam você emocionalmente devastado no final. Cynthia Erivo está magnífica, mas se prepare para Ariana Grande, ela leva sua performance a outro nível, um verdadeiro tour de force. E uau, o design de mundo, os figurinos e a fotografia de Alice Brooks merecem toda a atenção. Mal posso esperar para rever. Chorei muito. ‘Wicked: Parte 2’ é pura grandiosidade musical”, disse Jazz Tangcay, da Variety.

“Assisti a ‘Wicked: For Good’ no mês passado e acredite quando digo que o filme expande e aprofunda o material original de maneiras empolgantes e inovadoras. Cynthia e Ari elevam suas atuações a outro patamar, com performances de cair o queixo. O filme acerta em cheio”, disse Chris Murphy, do Vanity Fair.

“Se a primeira parte de ‘Wicked’ foi fiel ao molde do musical, ‘Wicked: For Good’ amplia o mundo e cria uma versão completamente emocional do segundo ato. É uma montanha-russa de emoções, empolgante, devastadora e até sensual”, disse David Gordon.

“Conversei com Jon M. Chu no SCAD Film Festival, diante de um público superanimado! Agora posso finalmente dizer que já vi ‘Wicked: For Good’, e ele fez de novo! O filme é lindo, cheio de coração e termina de forma perfeita. Um final maravilhoso”, disse Rebecca Ford, da Vanity Fair.

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

10 Filmaços lançados 20 anos atrás

Revistar uma obra é uma das coisas mais interessantes que os amantes da sétima arte sentem pois a cada vez que voltamos à um filme temos a sensação de refletir sobre assuntos que numa primeira vista não conseguimos alcançar. Duas décadas atrás sensacionais filmes foram lançados nos cinemas e são debatidos até os dias de hoje mostrando que grandes filmes ficam marcados para sempre em nossos corações. Pensando nisso, segue abaixo 10 sugestões de excelentes filmes lançados 20 anos atrás:

 

O Pianista

Aclamado filme de Roman Polanski, vencedor de três Oscars, que teve seu roteiro escrito por Ronald Harwood baseado em uma autobiografia do pianista Władysław Szpilman, nos mostra a saga de um pianista judeu polonês para sobreviver em meio ao caos de destruição provocado pela Segunda Guerra Mundial.

 

Cidade de Deus

Um dos mais badalados filmes brasileiros de todos os tempos, Cidade de Deus é uma das obras-primas do nosso cinema. Dirigido por Fernando Meirelles com um roteiro escrito por Bráulio Mantovani, baseado num livro homônimo escrito por Paulo Lins, nos mostra o olhar de Buscapé, um jovem morador da Cidade de Deus, conhecida favela carioca, que cresce envolto a uma enorme violência e vê na fotografia uma forma de não ser mais uma pessoa que perde sua vida no mundo do crime.

 

Estrada para Perdição

Disponível no catálogo da Star Plus, e dirigido pelo premiado cineasta Sam Mendes, o filme nos leva para o início da década de 30, durante os tempos de depressão (desaceleração econômica histórica que aconteceu na maior potência do mundo) onde conhecemos um homem que trabalha para um gângster e vê seu destino mudar após uma situação trágica. O roteiro é baseado numa graphic novel assinada pela dupla Max Allan Collins e Richard Piers Rayner.

 

Extermínio

Bem antes do lendário seriado Peaky Blinders, o excelente ator britânico Cillian Murphy protagoniza esse grande clássico do universo da ficção científica ambientado em uma Inglaterra onde a sociedade foi destruída por um vírus. O filme é dirigido pelo premiado Danny Boyle.

 

Irreversível

Exibido pela primeira no Festival de Cannes, 20 anos atrás, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Gaspar Noé possui uma das cenas mais chocantes das duas últimas décadas no cinema. Na trama, que tem uma narrativa com cronologia inversa, vamos vendo os desenrolares na vida de alguns personagens após um ato violento.

 

Corações Livres

Na trama, conhecemos um casal de namorados apaixonados, Cæcilie e Joachim, que vivem tranquilamente em uma grande cidade na Dinamarca. Certo dia, após um grave acidente, Joachim perde os movimentos da cintura para baixo e isso causa uma série de transtornos para Cæcilie que não consegue se adaptar a essa nova situação. Joachim, fora atropelado por Marie (Paprika Steen) que é casada com o médico Niels (Mads Mikkelsen) e trabalha no mesmo hospital onde Joachim é internado. O que acontece? Cæcilie começa a se aproximar de Niels e um intenso relacionamento amoroso acontece, deixando o destino de cada personagem incerto.

 

Secretária

O prazer, o desejo nos encontros entre a dominação e a submissão. Baseado em uma obra da romancista norte-americana Mary Gaitskill, Secretária, filme lançado 20 anos atrás, é uma jornada intensa, provocante, que mostra os caminhos do prazer de maneira fundamentada em percepções, sentimentos, desejos, em um tour por duas mentes que se encontram a partir de uma relação profissional convencional até chegarem as descobertas íntimas. Dirigido pelo cineasta Steven Shainberg.

 

As Horas

Vencedor do Oscar de Melhor Atriz (Nicole Kidman), o drama As Horas, dirigido por Stephen Daldry, nos apresenta de maneira muito profunda como um romance escrito por Virginia Woolf em meados da década de 20 acaba influenciando algumas gerações de mulheres.

 

Sinais

Um dos mais badalados filmes da carreira do genial cineasta indiano M. Night Shyamalan, Sinais nos mostra uma família que tem suas maneiras de enxergar o mundo modificadas após grandes círculos misteriosos aparecerem em seu milharal.

 

O Conde de Monte Cristo

Uma das ótimas adaptações literárias (baseado no livro homônimo de Alexandre Dumas) que o mundo do cinema nos brindou nos últimos anos, sem dúvidas, é O Conde de Monte Cristo. No filem conhecemos a saga de angústia e vingança de Edmond Dantès que é preso por um crime que não cometeu.

Aposta Máxima (2)

QUEBRANDO A BANCA VIRTUAL

Aposta Máxima (Runner, Runner no original) é um suspense relativamente interessante, que mesmo sem ter sido esse o seu propósito de existir inicialmente, após o resultado soa como um produto para capitalizar em cima do potencial do músico (e agora ator) Justin Timberlake (O Preço do Amanhã) como protagonista. No filme, o astro pop vive Richie Furst, um jovem apostador virtual buscando lucrar um pouquinho. Ao ser trapaceado num site, o sujeito resolve ir reclamar pessoalmente com o dono da empresa, Ivan Block, personagem do ator, e agora diretor de mão cheia, Ben Affleck (Argo).

O empresário e aspirante a magnata vê no protagonista potencial, e resolve alistá-lo como funcionário, e eventualmente seu braço direito nos negócios. O que o personagem principal não contava, é que nesse ramo as coisas não parecem o que são, e mais de uma vez sua vida correrá risco. Desde agentes do FBI fechando o cerco até corruptos surrando-o, o personagem de Timberlake percebe que definitivamente esse não é um emprego de nove as cinco. Por essa premissa já podemos perceber que Aposta Máxima não é das produções mais originais, e remete desde A Firma (1993), até filmes mais recentes como Quebrando a Banca (2008).

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Aposta Máxima não é um filme ruim. Entretém e diverte enquanto você está assistindo, e com apenas 91 minutos de exibição, não chega a incomodar nem um pouco. O grande problema é que a obra é o que o grande crítico Roger Ebert chamava de chiclete para o cérebro, uma vez que seu gosto tenha passado, realmente não conseguimos lembrar uma cena sequer. Esse é um filme extremamente genérico e esquecível. Não existe um único momento de grande diferencial para as inúmeras outras obras semelhantes e ela. Nada aqui gruda. Embora Affleck (em especial, vivendo seu primeiro vilão) e Timbelake estejam bem em cena, todo o resto não os ajuda muito.

A britânica Gemma Arterton (João e Maria – Caçadores de Bruxas), a terceira em destaque na trama, personifica a síndrome do belo objeto de cena, um dos clichês mais irritantes de produções hollywoodianas desse tipo, nas quais belas mulheres servem apenas para viver romances descartáveis com os protagonistas, parecerem lindas, e mais nada. Se até mesmo James Bond já deu espaço para suas coadjuvantes brilharem em sua nova fase, vide Cassino Royale. Personagens assim são um grande retrocesso para atrizes. Fato que chama a atenção negativamente para o roteiro da dupla Brian Koppelman e David Levien (Cartas na Mesa, O Júri e Confissões de uma Garota de Programa).

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Fora isso, um momento chave na trama não bate. A cena envolve um grande investidor, que Affleck e Timberlake desejam chantagear para que trabalhe com eles. O sujeito é um notório mulherengo, mas casado. E com um plano digno da mente mais infantil, o sujeito é levado ao mar num iate ao lado de beldades treinadas para seduzi-lo. Ao cair em tentação, chegam as fotos do ocorrido, com os papéis para que o sujeito irredutível faça o acordo. Simples não? Aposta Máxima é dirigido pelo jovem Brad Furman, cujo trabalho anterior foi o vastamente superior O Poder e a Lei (2011), com Matthew McConaughey.

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A produção é de Leonardo DiCaprio, um astro que não se envolve em qualquer tipo de projeto. Por todos esses nomes, esperava-se que Aposta Máxima fosse muito mais afiado, inteligente e diferenciado. O resultado final soa como uma obra passageira e despretensiosa, dessas que não recomendamos de verdade aos amigos. Justin Timberlake veio ao Brasil para o Rock in Rio, e em sua passagem por terras cariocas tirou tempo para promover o filme, e louvar cineastas como David Fincher e os irmãos Coen. No fundo Timberlake entende as regras do jogo, e sabe que infelizmente nem só de cineastas desse porte vive um ator.

‘O Predador: A Caçada’ | Relembre o clássico ‘O Predador’ (1987) – que completa 35 anos em 2022

Nesta sexta-feira, dia 5 de agosto, os fãs foram agraciados e podem finalmente conferir o mais recente exemplar da franquia O Predador, intitulado Prey no original. Essa é a primeira vez em que um filme da franquia não recebe o título Predador no original – já que aqui no Brasil os responsáveis não conseguiram evitar e tascaram um Predador: A Caçada. E pela primeira vez também a franquia apostará num teor mais minimalista evitando os cinemas e orquestrando sua estreia para as plataformas de streaming. Sim, este é um admirável novo mundo, mas a manobra da Disney (agora detentora da 20th Century Studios) está mais relacionada ao mal desempenho dos últimos filmes do caçador intergaláctico – em especial o filme de 2018.

O novo filme, dirigido por Dan Trachtenberg, volta no tempo 300 anos, para mostrar uma das primeiras “caçadas” do Predador na Terra, enfrentando aqui uma tribo Comanche, conhecidos por serem nativo-americanos com muita experiência e talento para a caça. Em especial, essa é uma história de crescimento e superação da jovem Naru, personagem da indígena Amber Midthunder. Em homenagem ao novo longa de um dos vilões mais queridos da cultura pop, o extraterrestre com cabelos de rastafari, que já chega despertando todo tipo de elogio da imprensa especializada, resolvemos voltar no tempo também, mas apenas 35 anos no passado, para revisitarmos a primeira aparição da criatura nas telonas – que resultou no sucesso O Predador (1987), veículo de ação para o musculoso Arnold Schwarzenegger.

Vai encarar? O time de brucutus liderados pelo maior deles: Arnold Schwarzenegger.

O Predador (1987) é um dos filmes mais icônicos dos anos 80 e definitivamente um dos mais marcantes da carreira do grandalhão Schwarzenegger. Na trama, o astro austríaco é o líder de um time militar de elite, do tipo que realiza as missões que ninguém mais conseguiria ou seria louco para tentar. É claro que nesta equipe teremos todo tipo de brucutu truculento, daqueles que dá medo só de olhar, de figuras como Carl Weathers, Jesse Ventura, Sony Landham, Bill Duke, Shane Black e Richard Chavez. A tarefa deles é simples: resgatar a tripulação de um helicóptero que caiu atrás das linhas inimigas num país da américa central, e continha um oficial de alta patente. Até aí a trama lembra Fuga de Nova York (1981).

Quando chegam ao local, percebem que os passageiros de tal helicóptero caído foram mortos da forma mais brutal e sádica possível, esfolados vivos e pendurados de ponta cabeça na mata. Eles creditam o ato selvagem aos rebeldes inimigos, dos quais dão cabo prontamente – e aí O Predador ganha contornos de Rambo 2 – A Missão (1985). Mas nem tudo são flores para esta equipe de ossos duros de roer, e ao levarem consigo uma sobrevivente feita como refém pelos guerrilheiros, eles se deparam também com uma entidade sobrenatural na floresta – a quem a prisioneira em sua crendice se refere como “o diabo”. O interessante de O Predador é o mistério que faz sobre a criatura. Quem assiste ao filme pela primeira vez sem saber nada sobre ele, pode imaginar diversas possibilidades, mas nunca de fato o que a história irá apresentar.

Perdidos na selva. Os Comandos de Arnold enfrentam uma ameaça sobrenatural na floresta.

A incógnita sobre a verdadeira identidade do ser que os espreita é um dos elementos mais eletrizantes do filme. Será mesmo o diabo? Será alguma entidade folclórica das selvas da américa central? Será um superespião inimigo infiltrado? Esse mistério é completamente eliminado nas continuações, por já sabermos exatamente o que esperar da ameaça. Aqui no original no entanto, a criatura só é de fato revelada no terceiro ato da narrativa. O que acontece é que à primeira vista a floresta “ganha vida” e vai eliminando os comandos em ação um a um, das formas mais violentas possíveis. No final, resta apenas o protagonista de Schwarzenegger e a jovem prisioneira (papel de Elpidia Carrillo). O herói então realiza um mano a mano com a criatura, sem que nenhum dos dois apele para armas.

O roteiro de O Predador (1987) foi escrito pelos irmãos Jim e John Thomas. E a ideia para a história nasceu de uma brincadeira em relação ao rival de Schwarzenegger nas telas nos anos 80, Sylvester Stallone e seu personagem mais famoso da carreira, Rocky. Alguém teria dito de brincadeira: “Quem falta para Rocky enfrentar? Acho que só E.T. – O Extraterrestre”. Assim nascia o conceito de um homem numa luta até a morte com uma criatura de outro planeta. Mas outros elementos seriam inspiradores para esta trama. O primeiro deles foi o sucesso Aliens – O Resgate, lançado no ano anterior e citado pelos próprios roteiristas como uma de suas maiores influências para criar O Predador. A semelhança é fácil de pegar: um grupo de fuzileiros fortes, corajosos e armados até os dentes, enfrentando uma criatura extraterrestre (no caso de Aliens, várias) e sendo eliminados um a um. Em Predador 2 – A Caçada Continua (1990), também escrito pela dupla, eles homenageiam sua criação, colocando o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. E claro, Alien vs. Predador seria sua própria franquia de muito sucesso, gerando brinquedos, games, quadrinhos e até eventualmente filmes.

“You’re one ugly motherfucker!” virou “Nossa, você é muito feio” na versão dublada e também clássica.

A segunda influência admitida pelos escritores é outro filme de Stallone, o já citado Rambo 2 – A Missão (1985), onde um guerrilheiro sobrevive na floresta enfrentando todo tipo de inimigo. Aliás, uma das primeiras ideias para o roteiro traria o personagem de Schwarzenegger igualmente sozinho em sua missão de resgate, se deparando com a criatura e depois precisando enfrenta-la. A ideia foi descartada pois era preciso demonstrar o quão letal esse adversário poderia ser, e a melhor maneira era eliminando um a um diversos “Rambos”, até o mais forte deles restar. Essa ideia aliás, já havia se transformado no primeiro tratamento do roteiro, recusado por Arnold e reescrito pelos irmãos Thomas.

Outras das ideias descartadas em tratamentos anteriores do roteiro foram a existência de diversos Predadores para enfrentar os comandos. Como se apenas um já não fosse ruim o suficiente. De novo, esse plano foi descartado em prol de apresentar uma ameaça gigantesca vindo de apenas um Predador. O conceito, no entanto, ficaria na mente dos Thomas e veria a luz do dia em Predador 2 (1990). Depois disso, os demais filmes sempre trouxeram mais de um caçador intergaláctico em suas tramas. A terceira ideia descartada foi ter como protagonista um personagem nativo-americano (ou indígena). Essa ideia eventualmente seria adaptada ao personagem Billy (Sony Landham), um dos coadjuvantes de peso no longa. E agora, como sabemos, o novo O Predador: A Caçada traz um elenco inteiro desta linhagem.

Essa ideia maluca de um roteiro que começou meramente como especulativo seguiu de porta em porta para os maiores estúdios de Hollywood, sempre vendido como “Alien – O Oitavo Passageiro (1979) passado na selva”. Eventualmente, o texto iria cair nas mãos da 20th Century Fox e se tornar uma de suas propriedades mais quentes. O próximo passo era encontrar um comandante para a produção. Embora Geoff Murphy (Freejack – Os Imortais) fosse a primeira escolha, e tenha ficado vinculado um tempo ao projeto, O Predador terminou nas mãos do então novato John McTiernan, que tinha no currículo apenas o terror cult Delírios Mortais (1986) àquela altura. O Predador foi seu segundo filme, e McTiernan realizou um trabalho tão bom que logo se tornaria o menino de ouro da Fox, sendo escalado logo no ano seguinte para a direção de Duro de Matar (1988), outro clássico da ação. O cineasta seguiria para outros grandes títulos como A Caçada ao Outubro Vermelho (1990), O Último Grande Herói (1993) e Duro de Matar – A Vingança (1995).

Embora a ideia vendida para McTiernan tenha sido o encontro de “Rocky (ou Rambo) com Alien”, o diretor gostava mais de pensar em seu filme como o clássico King Kong (1933). Segundo o cineasta, ele descreveria O Predador da seguinte forma: “Um bando de homens chega a um ilha e vão se embrenhando cada vez mais fundo, e aí, se deparam com o que estavam perseguindo, que se revela bem maior do que eles pensavam, fazendo com que precisem dar meia volta e fugir”.

Para o papel protagonista de Dutch, o líder do esquadrão da morte, o austríaco Arnold Schwarzenegger entrava logo em cena. O grandalhão ex-mister universo vinha de trabalhos significativos em sua carreira, como os dois Conan, O Exterminador do Futuro e Comando para Matar. O ator de ação, que vinha galgando o posto de astro, aceitou o projeto por imaginá-lo como uma versão de um clássico que adorava e sempre pensou em fazer algo parecido: o faroeste Sete Homens e um Destino (1960). Segundo Arnold, “é um filme com um grupo de sujeitos que precisam trabalhar juntos”. Uma curiosidade é que enquanto filmava O Predador, Schwarzenegger tinha outro projeto nos mesmos moldes em desenvolvimento, a adaptação para o cinema dos quadrinhos da DC Sargento Rock. O personagem é um herói de guerra, líder de um pelotão. A revistinha do personagem inclusive aparece em O Predador (1987), sendo lida por Hawkins (Shane Black). O filme do personagem de quadrinhos não vingaria.

Com orçamento de aproximadamente US$15 milhões, O Predador se tornaria a segunda maior abertura de fim de semana em sua estreia em 1987, recuperando praticamente todo o seu valor – US$12 milhões em caixa. O Predador ficou atrás somente de Um Tira da Pesada 2, que havia estreado quase um mês antes e marcado US$26.3 milhões em um único fim de semana. O Predador terminou sua carreira nas telonas mundiais com US$98. 2 milhões, garantindo seu sucesso absoluto. O filme ainda seria indicado ao Oscar de efeitos especiais – mas perderia o prêmio para Viagem Insólita, produção de Steven Spielberg. Fora isso, foi incluído na lista do American Film Institute, de 2001, dos 100 filmes americanos mais eletrizantes. Hoje, 35 anos depois de seu lançamento seu legado segue dando frutos com o mais recente e elogiado capítulo da saga, ao mesmo tempo em que O Predador (1987), o filme original, se mantém como um clássico moderno ainda muito querido e comentado. O teste do tempo é o verdadeiro prêmio para a arte.

Ps: Ambos O Predador: A Caçada e O Predador (1987) estão disponíveis no acervo da Star+.

 

’13 Reasons Why’ é renovada para a 3ª temporada

A Netflix renovou oficialmente sua popular série ‘13 Reasons Why‘ para a 3ª temporada.

Brian Yorkey retornará como o showrunner da série. A atriz Katherine Langford, no entanto, recentemente confirmou que não estará na terceira temporada.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar Tom McCarthy (‘Spotlight – Segredos Revelados’).

‘A Morte te Dá Parabéns 2’: Jessica Rothe canta em divertido novo vídeo; Assista!

Para promover o lançamento de ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ (Happy Death Day 2U), a atriz Jessica Rothe participou de um divertido vídeo musical recapitulando o primeiro filme.

Confira:

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de fevereiro.

 

 

 

‘O Colecionador de Corpos 3’: Josh Stewart é destaque em nova imagem da sequência

A aguardada sequência ‘O Colecionador de Corpos 3‘ ganhou uma nova imagem dos bastidores, destacando o protagonista Josh Stewart.

Confira:

Além de retornar na direção, Marcus Dunstan coescreve o roteiro ao lado de Patrick Melton.

Detalhes sobre um possível enredo não foram revelados, mas especula-se que o novo filme começará exatamente de onde o anterior terminou.

Josh Stewart e Emma Fitzpatrick retornam. O elenco ainda conta com Randy HavensDot-Marie Jones, Navi Rawat e Tom Atkins.

‘The Alienist’: 2ª temporada tem estreia adiantada em uma semana

A TNT confirmou que a 2ª temporada de ‘The Alienist‘, intitulada ‘The Alienist: Angel of Darkness‘, chegará uma semana antes do programado.

Agora, o novo ciclo irá estrear no dia 19 de julho. Além disso, foi confirmado que a próxima temporada terá dois episódios lançados semanalmente em um bloco de duas horas, sendo exibida como um evento de quatro semanas, até o dia 9 de agosto.

Confira o trailer:

A série é baseada nos livros do autor Caleb Carr.

A trama mostra o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso. Dessa vez, Laszlo e seus ajudantes precisam descobrir o paradeiro da filha de um famoso diplomata espanhol. Para piorar a situação, os Estados Unidos e a Espanha estão à beira de uma guerra.

Daniel Brühl, Luke Evans e Dakota Fanning estrelam a produção.

The Alienist chegou ao Brasil pela Netflix.

‘Solar Opposites’: Sigourney Weaver e ‘Aliens’ são homenageados em novas imagens da 2ª temporada

O Hulu divulgou duas novas imagens promocionais da 2ª temporada da animação adulta ‘Solar Opposites‘, que fazem homenagem à icônica Sigourney Weaver e ao clássico ‘Aliens – O Resgate‘.

Confira, com o trailer completo:

O próximo ciclo irá estrear no dia 26 de março.

A produção foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.

Vigaristas em Hollywood

(The Comeback Trail)

 

Elenco:

James Marsden

Tommy Lee Jones

Robert De Niro

Morgan Freeman

 

Direção: George Gallo

Gênero: Ação

Duração: 104 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 25 milhões

Estreia: 2 de Dezembro de 2021

Sinopse: 

Max Barber, um homem em dívida com um chefe da máfia, cria uma fraude de seguros com o cowboy suicida/estrela de cinema Duke Montana em um western mal escrito com a intenção de matá-lo durante os primeiros dias de filmagem. Duke, de alguma forma, surpreende a todos, redime seus erros passados e traz Max e os outros na mesma jornada.

Crítica | Vigaristas em Hollywood – Robert De Niro, Tommy Lee Jones e Morgan Freeman HILÁRIOS em comédia trash (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, George Gallo também assina o roteiro ao lado de Josh Posner;

» O longa é um remake de ‘The Comeback Trail‘, lançado em 1982;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Nova adaptação de ‘Os Vampiros de Salem’ será ambientada nos anos 70

Segundo o Bloody Disgusting, a Warner Bros. anunciou que a nova adaptação de ‘Os Vampiros de Salem‘, baseada no romance homônimo de Stephen King, será ambientada durante os anos 70.

A nova versão se passará na mesma época do livro e da adaptação original ao invés de modernizar a trama para os dias atuais – como foi o caso da minissérie de 2004, estrelada pelo Rob Lowe.

Vale lembrar que o terror foi ADIADO em sete meses. Inicialmente previsto para setembro, o longa será lançado apenas no dia 21 de abril de 2023.

Anteriormente, o primeiro teaser da adaptação havia sido divulgado no CinemaCon. Confira a descrição completa abaixo (via SlashFilm):

“Um grupo de pessoas anda em uma área enevoada, em busca de alguma coisa – ou de alguém. ‘Você não acha que tem uma chance de ele estar por aí, em algum lugar?’, uma mulher pergunta. ‘Não se a história nos diz alguma coisa’, responde Matt Burke (Bill Camp).

Conforme o grupo percebe que a cidade se tornou alvo de mais de um desaparecimento misterioso, a câmera corta para um homem cavando uma cova no escuro. Logo depois, vemos cenas de Jerusalem’s Lot, uma cidade do Maine. Uma jovem criança com óculos anda no meio da rua, coberta em sangue. Um residente é atacado por trás por uma silhueta. E, por fim, vemos os vampiros.

Nós vemos um vampiro pegando fogo, um vampiro encarando um padre, um vampiro escondido em um espaço escuro, como um armário, vislumbres de Matt e da criança. A sequência mais indelével é a aparição assustadora de vários vampiros através de um enquadramento panorâmico. A câmera foca em um homem correndo pela rua, sozinho; logo depois, ela vai para o lado quando alguém chama seu nome. Quando volta, um enxame de vampiros aparece”.

Apesar de já ter sido adaptada duas vezes anteriormente, essa será a primeira vez que essa história de King será lançada nas telonas.

Gary Dauberman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) será responsável pela direção e pelo roteiro. James Wan (‘Invocação do Mal’) servirá como produtor.

O elenco contará com Lewis Pullman, Makenzie Leigh, Alfre Woodard, Bill Camp, John Benjamin Hickey, Nicholas Crovetti, Jordan Preston Carter, William Sadler, Spencer Treat Clark, Cade Woodward, Debra Christofferson e Pilou Asbaek.

“Assombrado por um incidente de sua infância, o autor Ben Mears retorna à cidade natal de Jerusalem’s Lot para buscar inspiração para seu próximo livro, apenas para descobrir que a cidade está sendo presa de um vampiro sedento por sangue.”

A obra foi adaptada pela primeira vez em 1979, dirigida por Tobe Hooper (‘O Massacre da Serra Elétrica’). Décadas mais tarde, em 2004, ganhou uma nova adaptação na forma de uma minissérie feita direto para televisão.

Saiba quando o trailer de ‘Sobrenatural 5’ será lançado!

Sony Pictures finalmente confirmou quando o primeiro trailer da sequência ‘Sobrenatural 5: A Porta Vermelha‘ (Insidious: The Red Door) será lançado.

O vídeo está programado para estrear no dia 19 de abril, às 11 horas.

Ao contrário dos capítulos anteriores, ‘Sobrenatural 5‘ não será uma pré-sequência. A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme, e voltará a seguir a família Lambert.

Patrick Wilson, Ty Simpkins e Rose Byrne já tiveram seus retornos confirmados.

Na trama…

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 6 de julho de 2023.

O elenco ainda conta com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

Wilson comanda o projeto.

“Estou honrado e emocionado por estar no comando de ‘Sobrenatural 5’, que proporcionará uma chance incrível de desvendar tudo o que os Lamberts passaram há uma década, bem como lidar com as consequências de suas escolhas,” compartilhou Wilson em uma declaração. “Dirigir o filme é tanto profissionalmente quanto pessoalmente um momento de círculo completo para mim, e sou extremamente grato por ter sido confiado em continuar a contar essa história assustadora.” 

O quarto filme da franquia foi ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ – que arrecadou mais de US$ 167 milhões mundialmente à partir de um orçamento de US$ 10 milhões, tornando-se a maior bilheteria da franquia.

Simu Liu estrelará novo thriller tecnológico produzido por James Wan

De acordo com o Deadline, Simu Liu (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) estrelará a nova série de suspense tecnológico produzida por James Wan (‘Invocação do Mal’), ainda sem título.

A série será lançada pelo Peacock, que já deu sinal verde para o desenvolvimento de quatro novos projetos da Universal Studio Group.

Thomas Brandon (‘Legacies’) assinará o roteiro da série, além de servir como criador e produtor executivo.

Na trama…

“Cinco minutos no futuro, Alexander Hale (Liu), analista de inteligência americano de primeira geração, percebe que seu cérebro foi hackeado, dando aos perpetradores acesso a tudo o que ele vê e ouve. Preso entre sua agência obscura e hackers desconhecidos, ele deve manter uma atuação 24 horas por dia, 7 dias por semana, para descobrir quem é o responsável e provar onde está sua lealdade.”

Michael Clear (‘M3GAN’) e Rob Hackett (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) também servirão como produtores.

Danielle Bozzone supervisionará o projeto através da Atomic Monster.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Lilo & Stitch

(Lilo & Stitch)

 

Elenco:

Maia Kealoha
Kahiau Machado
Billy Magnussen

 

Direção: Dean Fleischer Camp

Gênero: Aventura

Duração: 108 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 22 de Maio de 2025

Sinopse: 

Em LILO & STITCH, Lilo é uma garota que adora cuidar de animais menos favorecidos. Ela tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Crítica | ‘Lilo & Stitch’ é um dos MELHORES remakes em live-action da Disney

Curiosidades: 

» O longa é um live-action da animação homônima de 2002;

» Chris Kekaniokalani Bright e Mike Van Waes assinam o roteiro da nova versão;

» Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação original arrecadou US$ 273.1 milhões nas bilheterias mundiais;

Trailer:

Cartazes: 

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lilo e stitch

 

Fotos: 

Stitch sorrindo e brincando com água.
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‘Superman’ ultrapassa US$ 550 milhões e se torna o MAIOR filme de super-herói do ano

Sucesso! ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar US$ 550 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se o primeiro filme da DC a superar a marca em mais de três anos.

Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 316.2 milhões – ultrapassando o total doméstico de ‘O Homem de Aço‘ (US$291M) e ‘Superman: O Retorno‘ (US$200M).

Internacionalmente, acrescenta US$ 235 milhões através de 78 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 551.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$28.7M), México (US$20.9M), Austrália (US$13.4M), França (US$9.6M) e Espanha (US$7.9M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 122 milhões nos EUA – o que representa a terceira maior abertura doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M).

Para termos de comparação, esta é a segunda maior estreia para um filme do Homem de Aço no território norte-americano, atrás apenas de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (US$166M). Os números também representam a segunda maior estreia da carreira de James Gunn, atrás apenas de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ (US$146.5M).

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

A Fúria

(A Fúria)

 

Elenco:

Ricardo Blat
Grace Passô
Simone Spoladore

 

Direção: Ruy Guerra, Luciana Mazzotti

Gênero: Suspense

Duração: 101 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Estreia: 30 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em A FÚRIA, traído por Salatiel e Feijó, Mário sai das profundezas da terra em busca de vingança. Acolhido pelo indígena Palavra, ele conta com a ajuda de três mulheres: Petra, uma deputada em ascensão; Monalisa, líder de uma facção paramilitar; e Laura, neta de Salatiel.

 

Curiosidades: 

» O longa é uma sequência de ‘Os Fuzis‘ e ‘A Queda‘, encerrando a Trilogia dos Fuzis;

» Além de dirigir, Ruy Guerra e Luciana Mazzotti também assinam o roteiro ao lado de Pedro Freire e Leandro Saraiva;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Canal do Youtube aponta os erros do aclamado terror ‘CORRA!’

Um canal do Youtube chamado CinemaSins, fez um compilado trazendo quais são os erros presentes no aclamado terror sobre racismo, ‘CORRA!’.

Em 15 minutos, o vídeo fala sobre pequenas falhas de continuidade da narrativa, entre outros aspectos.

Lembrando que – como o material faz uma análise do filme – o vídeo possui vários SPOILERS!

Confira, em inglês!

[SPOILER]

 

O site Westwood divulgou o final alternativo do terrorCORRA!‘, que era muito mais assustador que o final exibido nos cinemas.

Para quem não sabe, esse seria o final original do filme – mas após exibições-testes, o público rejeito o desfecho e o diretor Jordan Peele decidiu usar um final mais “feliz”.

Se você ainda não assistiu ao filme, NÃO PROSSIGA!

Confira:

Crítica | Get Out – Um dos filmes de terror mais ANGUSTIANTES da década 

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação interracial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.

Corra!” é estrelado por Caleb Landry Jones (X-Men), Stephen Root (Onde os Fracos Não Têm Vez), Milton “Lil Rel” Howery, Betty Gabriel, Marcus Henderson e Lakeith Stanfield (Straight Outta Compton – A História do N.W.A).

Oferta de compra feita pela Comcast a Fox foi superior a da Disney

A disputa para comprar a Fox foi bem acirrada e o conglomerado Comcast estava disposto a oferecer muito mais que a própria Disney. A informação foi revelada pelo jornal The New York Times.

Segundo a publicação, um documento referente à venda da 20th Century Fox traz os números ofertados por ambas as empresas. O material confirma que a Comcast teria feito um lance 16% mais alto do que a Casa do Mickey Mouse.

Considerando que a proposta feita pela Disney corresponde a US$ 52,4 bilhões, a oferta da Comcast deve ter girado em torno de US$ 60 bilhões.

Em se tratando da divisão de ações, a distribuição da Disney ficou de U$ 29,54 por acionista. Já a concorrente ofereceu uma parcela maior, referente a US$ 34,41.

Embora a proposta da Comcast seja visivelmente maior e melhor, é possível que a escolha pela Disney tenha em partes a influência de produtos culturais de grande porte, como as produções do Marvel Cinematic Universe (além de, claro, alguns termos burocráticos). Vale ressaltar que parte dos personagens da marca de quadrinhos pertencem a Fox e a que a fusão das empresas permitiria que quase todo o hall de heróis estivessem sob o domínio de apenas um estúdio.

A compra da Fox pela Disney está caminhando em direção aos trâmites finais e segundo o portal Deadline, a oficialização do acordo deve ser feita ainda no primeiro semestre de 2019.

 

Netflix abre novo estúdio em Toronto

A Netflix está expandindo seus negócios e vai abrir um estúdio em Toronto, no Canadá. A informação foi compartilhada pelo portal CP24.
O novo espaço ficará na área industrial da capital, onde os estúdios da Cinespace arredarão um local de 164 mil pés quadrados com palcos de som e escritórios. Além deles, a Pinewood Toronto Studios fará o mesmo, arrendando 84.580 pés quadrados de palcos de som e escritórios.
Com essa nova cartada, a gigante do streaming deve gerar cerca de 1.850 empregos por ano na cidade, aumentando significativamente a indústria cinematográfica do Canadá.
A decisão vem em um momento bem particular da empresa, que embora esteja projetando seu crescimento de maneira bem abrangente, está tomando cuidado com suas finanças, a fim de reduzir seus prejuízos.
Atualmente com US$ 130 milhões de assinaturas ativas ao redor do mundo, a gigante revelou recentemente que é esperado um registro negativo equivalente a US$ 3 bilhões em seu fluxo de caixa livre para este ano. E após anunciar um investimento possível de até US$ 15 bilhões em 2019, a Netflix decidiu aumentar os valores de seu serviço, cancelando várias séries com baixo desempenho.

‘Star Wars’: Animação homenageia jornada da Leia de princesa à general; Assista!

A princesa Leia teve uma jornada inspiradora na saga de ‘Star Wars‘, finalizando sua trajetória como uma general, responsável por conduzir uma revolução libertária.

E para homenagear a história da personagem, o canal Star Wars Kids, pertencente à Disney, preparou uma rápida animação cativante, que apresenta ao público infantil quem foi a heroína vivida por Carrie Fisher nas telonas.

Assista:

Assista nossa crítica de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘A Lenda do Hip Hop’: Documentário sobre Notorious B.I.G. já está disponível na Netflix

O documentário musical ‘Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop’ (‘Biggie: I Got a Story to Tell‘) já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta segunda-feira (01).

Toda lenda tem sua origem. Christopher Wallace, conhecido como The Notorious B.I.G., permanece um dos grandes ícones do hip-hop, com seus flows característicos e letras autobiográficas. Este documentário celebra sua vida por meio de imagens raras e depoimentos de familiares e amigos próximos.

Assista a um clipe do documentário, junto ao trailer:

O filme foi produzido por Violetta Wallace, mãe do cantor e compositor, e por Sean “Diddy” Combs.

A obra conta com aparições de outras lendas da música, incluindo Faith EvansLil Cease.

Biggie foi induzido ao Hall da Fama do Rock and Roll em 2020, em virtude de seu extenso legado e de sua importância para o cenário do rap. Ele faleceu em 1997, aos 24 anos, depois de ser baleado quatro vezes.

Crítica | Ruptura: Apple TV+ entrega uma das melhores séries dos últimos anos

O mistério que rege seus personagens transcende a tela em seus poucos minutos, convidando a audiência a uma espiral alucinante e pitoresca dentro de um peculiar e desconfortável ambiente de trabalho. Ruptura, criada por Dan Erickson, começa sua jornada em um ritmo bastante lento, que até poderia ser cansativo, não fosse seu genial e intrigante roteiro e toda a inusitada e convidativa atmosfera trabalhista que exala um tipo de terror inesperado e que nos enche de calafrios.

Na trama, os funcionários da Lumon Industries são submetidos a uma cirurgia consensual que compartimenta suas memórias, separando a rotina pessoal da profissional. Com suas vidas tecnicamente rachadas ao meio, eles atuam em um ambiente de trabalho misterioso, realizam tarefas pouco explicadas e regadas de significados (ainda desconhecidos por todos – protagonistas e audiência) e jamais sabem o que enfrentam em suas vidas domésticas e vice e versa. No entanto, o peculiar ambiente de trabalho passa a ser questionado a partir do momento em que Mark começa a duvidar das motivações de seus chefes e da empresa para a qual trabalha.

Apresentando Adam Scott como um solitário homem que evita lidar com a traumática morte de sua esposa, Ruptura aborda uma questão crucial relacionada à existência humana: é possível se dissociar de seu próprio passado e de suas próprias experiências a fim de ser um trabalhador melhor? Mas mais do que esta questão um tanto óbvia, a série original da Apple TV+ e dirigida por Ben Stiller vai muito mais além, explorando as rachaduras do ambiente corporativo, muitas vezes construído para manipular e ostracizar seus funcionários.

Sob uma estética limpa, excessivamente branca que emana limpeza e uma falsa sensação de quietude e paz, a produção aborda o tormento existente em seus personagens, que dia após dia são confrontados pelo fato de que conhecem apenas metade de si mesmos e de que não fazem a menor ideia do trabalho que desenvolvem. Com paralelos reais que ironizam e criticam duramente a metodologia das grandes corporações, como seus inúteis prêmios que dão a falsa sensação de importância, suas salas de descanso feitas para te manter dentro da empresa e festas corporativas desconfortáveis, Ruptura analisa o ambiente profissional e seus funcionários por uma ótica fatalista e genuína, que apresenta os perigos emocionais e físicos que certas empresas e chefes oferecem às suas equipes.

E sob uma realidade repleta de interrogações, mentiras mal ditas e verdades nunca ditas, Ruptura é um retrato caótico e distópico do ser humano sem suas memórias e raízes, à medida em que explora a codependência emocional a qual muitas vezes somos submetidos em nossas relações corporativas com líderes carrascos e narcisistas que sugam nossas energias. E o elenco da série, composto também por Patricia Arquette, Britt Lower, Zach Cherry, Tramell Tillman, John Turturro e Christopher Walken, se encarrega de tornar essa experiência televisiva ainda mais realista, com uma coletânea de performances assustadoramente poderosas.

E em sua direção impecável, que abusa dos ângulos e da diferença de proporções, Stiller faz um poderoso contraste entre os profissionais e seus patrões. Reduzindo os primeiros à pequenas e insignificantes peças dentro de uma enorme e desconhecida engrenagem, a série abusa dos planos plongée contra-plongée para nos lembrar que nossas memórias afetivas são parte fundamental da nossa identidade e que quando ela é forjada apenas dentro do ambiente de trabalho, se torna submissa a todo e qualquer tipo de abuso profissional. Com uma estética minimalista marcada por tons de azul e vermelho, com pequenas variações de verde, Ruptura é um presente inesperado recebido em 2022 e logo se consolida como uma das melhores séries não apenas deste ano, mas também dos últimos tempos.

Crítica | Dente por Dente – Suspense irrisório e reflexão diminuta empacam narrativa

O que desaparece sempre volta”. Esta é a frase de impacto escolhida pelo roteirista Arthur Warren (Historietas Assombradas: O Filme) para dar início ao suspense Dente por Dente, protagonizado por Juliano Cazarré e Paolla Oliveira. A narrativa é contagiada por dezenas de bordões dessa espécie, ditos pelo protagonista/narrador como um guia de introspecção ao personagem. O artifício, no entanto, soa como a leitura de um romance de banca de jornal, de modo verborrágico a completar o mínimo de páginas de uma trama simplista. 

Eu sonhava muito, porque dormia mal ou dormia mal porque sonhava muito?”, questiona-se Ademar (Cazarré). Dente por Dente desenvolve-se por meio dos sonhos e frases de efeito do segurança/guarita de um empreendimento imobiliário. Numa noite, ele presencia uma dos seus colegas quebrando um pavimento da obra. O estranho acontecimento é seguido do sumiço do mesmo, o que desperta a curiosidade do guarita e os seus sonhos aparentam ter uma estranha relação com o caso. 

O problema é que os sonhos não desaparecem…” Instigado pelos seus pesadelos de dentes sendo arrancados, Ademar investiga o sumiço do colega Teixeira (Paulo Tiefenthaler) e o envolvimento ao que parece escuso do desaparecido com a empreiteira, comandada por Valadares (Aderbal Freire Filho) e Meirelles (Renata Sorrah). Após o ocorrido, os sócios da empreiteira são apresentados como gananciosos e pouco empáticos em relação aos crimes ao redor do empreendimento. Algo nada sutil para fomentar o suspense da trama. 

O sonho te persegue. Para se livrar, você tem que olhar o que ele está querendo te mostrar”. Assim como na série O Mentalista (2008-2015), Ademar utiliza dos seus sonhos dedutivos para solucionar o mistério por trás dos crimes. Se não fosse a pesada tentativa de criar um clima de horror e subjetividade, Dente por Dente seria até um suspense mediano, tal como um episódio de seriado policial, no qual é mais interessante seguir a vida dos policiais do que os crimes investigados. Ademar, no entanto, não é um policial habilidoso e a sua vida é um vazio de interrogações. Construída a partir da ideia da literalidade da metáfora “dente por dente, olho por olho”, a narrativa de folhetim contrapõe-se totalmente a um thriller de vingança ou uma instigante investigação policial. 

O sonho não é espelho da realidade, é outra coisa”. Com direção de Pedro Arantes e Júlio Taubkin, os quais trabalharam juntos no curta A Guerra de Arturo (2009), Dente por Dente tem a intenção de misturar mistério, horror psicológico e crítica social. O conjunto, entretanto, não encontra harmonia. A narrativa introspectiva torna-se cansativa; as pistas para os enigmas são excessivamente óbvias; os caminhos de resolução são gritantes; e o esforço de uma crítica social afoga-se em um mar de concreto endurecido. 

O sonho é a realidade que está atrás do espelho”. Com um roteiro defectível, a proposta do filme é simples, no entanto, toda a mise-en-scène joga contra o desenvolvimento da trama. As cenas de dentes arrancados, como metáfora de interpretações dos sonhos e vingança do proletariado, tornam-se um apêndice para o título do filme, ao invés de representação de dor e de desespero. Se os elementos de dualidade, entre sonho e realidade, fossem subtraídos, o enlace policial ganharia mais projeção e, igualmente, mais relevância para a pauta de luta de classe embutida na retórica  “o que [ou melhor, quem] desaparece sempre volta”. Ou seja, a culpa eternamente vai infernizar a consciência dos responsáveis. 


Dente por Dente, entretanto, nos coloca em um inferno de camadas subjetivas grosseiras. As especulações oníricas funcionam mais como apelo visual sanguinolento do que um mergulho no inconsciente do personagem e no seu papel de mensageiro. Assim como, o mistério revelado funciona como uma espécie de anticlímax, já que as sequências mastigam o caminho do espectador e o caráter denunciativo perde o rumo. Ao final, Ademar sela a sua narrativa insípida – com a mesma frase inicial – entre o mundo dos sonhos e a vida real, mas do outro lado do pavimento. 

‘Aniquilação’: Netflix divulga belíssimo cartaz do misterioso sci-fi

O novo sci-fi estrelado por Natalie Portman, intitulado ‘Aniquilação‘, teve seu trailer legendado divulgado pela Netflix e data de estreia, além de um novo cartaz belíssimo:

O elogiado blockbuster chega no catálogo dia 12 de março.

Confira o trailer e as primeiras reações da crítica, que o considerou hipnotizante e instigante, com uma trama bem construída e executada:


“Acabei de assistir Aniquilação e, cara, é maravilhoso. Lindamente feito, instigante e esperto. Precisarei processar isso por um tempo e tudo que quero é assisti-lo novamente!”

 


Aniquilação, de Alex Garland, é absolutamente fenomenal. É maravilhoso e hipnotizante, com atuações brilhantes de todo o elenco. É uma visão memorável e possui uma sequência tão empolgante que eu fiquei literalmente confusa. Ele estará no meu Top 10 de 2018, sem sombra de dúvidas”.

 

“Não se iluda, Aniquilação é um novo clássico do sci-fi. Brilhante, empolgante e provocativo, possui tanta profundidade metafórica bem como uma tensa narração. Eu estou no chão”.

 

Aniquilação: Este é o tipo de sci-fi que nós sempre dizemos que queremos ver. Ousado, desafiador, singular e visualmente hipnotizante. Não ficaria nem um pouco surpreso de vê-lo ser aclamado como uma obra-prima (e pode muito bem ser uma)”.

 

Aniquilação é um filme de Alex Garland com grande orçamento e com toda aquela inteligência de girar a cabeça de Ex Machina. É violento, paciente de derepente é tão perfurador que você é pregado no assento”.

A adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de Jeff Vandermeer, teve seus direitos de distribuição vendidos pela Paramount – quem cuidará do lançamento internacional é a Netflix, que lançará o filme direto em seu serviço de streaming.

O diretor Alex Garland, de ‘Ex-Machina‘, se revoltou com a decisão.

“Estou decepcionado. Fiz esse filme para ser exibido nos cinemas. Não tenho preconceito com a exibição na TV, mas ele não foi feito para ser visto nessa mídia. Pelo menos, ele ainda será exibido nos cinemas dos EUA, o que me agrada muito. O bom da Netflix, é que ele atingirá um público maior. Vejo os lados positivos e negativos, mas ele foi feito para ser visto nos cinemas”, afirmou em entrevista ao Collider.

Ao que parece, a decisão se deu após uma briga entre os produtores David Ellison e Scott Rudin após o filme não performar positivamente nas exibições-teste.

A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.

O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.

Hilary Swank lida com Alzheimer da mãe em emocionante trailer de ‘What They Had’

O drama ‘What They Had’ ganhou um novo trailer. O filme, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, traz Hilary Swank tendo que lidar com o agravamento do Alzheimer de sua mãe, vivida pela Blythe Danner. Assista:

A trama de gira em torno da personagem de Swank, que retorna para casa atendendo ao pedido de seu irmão para lidar com o Alzheimer de sua mãe.

O elenco ainda conta com Michael Shannon, Robert Foester e Taissa Farmiga. A direção é de Elizabeth Chomko (‘A Minha Casa Caiu’).

‘What They Had’ chega em outubro nos EUA.

 

Crítica 2 | Pantera Negra: Wakanda Para Sempre abraça aventura política sem apelar para sentimentalismo

Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.

Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.

Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.

E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.

Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.

Tenoch Huerta Mejía como Namor. Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.

Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.

Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.

Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.

 

Reprodução

O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.

Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.

Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).

Crítica | Os Suburbanos – Comédia Derivada da Série Nacional É Puro Suco da Zona Norte Carioca

O canal pago Multishow já vem se firmando como um grande produtor de conteúdo humorístico há muitos anos. De lá saíram excelentes programas de comédia que eventualmente extrapolaram o espaço do canal e ganharam o formato fílmico, como ‘Vai Que Cola’, ‘Tô de Graça’ e, mais recentemente, ‘Os Suburbanos’, programa surgido em 2015 no canal pago e que a partir dessa semana ganha seu primeiro longa-metragem estreando nas salas de cinema do país sob o mesmo título.

Jefinho (Rodrigo Sant’Anna) quer fazer sucesso de qualquer jeito. Enquanto isso, trabalha como piscineiro na casa de Lorena (Cristiana Oliveira), na expectativa de que ela entregue seu CD ao marido, J. P. (Paulo Cesar Grande), dono de uma importante gravadora. Mas seu primo, Wellington (Babu Santana), responsável por empresariar o grupo de pagode deles, marca diversas apresentações dos rapazes, às quais Jefinho sempre se atrasa. Dentre as peripécias do trabalho e do grupo, Jefinho ainda arranja tempo para amar Gislene (Carla Cristina Cardoso) e compor aquela que ele acredita ser a música que irá alavancar sua carreira artística, o pagode “Xavasca Guerreira”, mesmo que o resto do grupo discorde da qualidade da canção.

Para quem não acompanha a série homônima, dá para assistir a ‘Os Suburbanos’ sem prejuízo de não entender a história. O roteiro de Rodrigo Sant’Anna com Denise Crispun é bem redondinho, começando com o protagonista quebrando a quarta parede para iniciar a narrativa de suas desventuras, seguindo por toda a sequência de acontecimentos até a história encontrar o tempo presente e apresentar a conclusão final. Esse formato circular não oferece brecha para que o espectador se confunda, e é ideal para uma comédia de grande público.

Com luxuosa participação especial de Jojo Todynho e Tadeu Mello, que se mostram bastante à vontade em interação com o elenco, o filme de Luciano Sabino (que também dirigiu a série) constrói um apurado retrato da vida da zona norte carioca não-elitizada, lá pelos lados de Penha, Irajá e acima. As cores vivas, as falas ligeiras, as piadas prontas, os tremeliques e caras e bocas do elenco são reproduzidos em consonância com a essência dos personagens expansivos do subúrbio, que têm, na mesma medida, amor e volume. Ainda que, ao final do filme, tenhamos a sensação de termos assistido a uma sequência de esquetes agrupadas por tema, há um fio condutor que une as cenas de maneira plausível e convincente; as piadas, centradas no protagonista, funcionam em todos os núcleos do enredo, apesar de alguns personagens de apoio serem construídos em cima de estereótipos.

Alinhado com as qualidades e os defeitos do cidadão comum – que repete preconceitos mas, na hora do vamos ver, deixa os temores de lado para embarcar no sonho e no amor – ‘Os Suburbanos’ é uma comédia leve e atual à contemporaneidade no centro urbano. A produção acerta ao trazer o elenco tradicional da série televisiva e dar um tom ‘Austin Powers’ ao malandro Jefinho. Com humor, o filme mostra que todos nós erramos em nossos pré-conceitos, mas que o importante é evoluirmos como pessoa e respeitarmos aos outros, da mesma maneira como queremos que respeitem nossos sonhos. Para rir e refletir, como toda boa comédia deve ser.

10 ótimas séries que deveriam ter PARADO na 1ª temporada

Uma coisa que marca o fã de séries de TV é a paixão com que defende suas produções favoritas, e a torcida constante para que as mesmas sejam sempre renovadas pelas emissoras. Abrir mão é uma coisa difícil. E séries como Supernatural e Grey’s Anatomy estão aí até hoje para provar isso.

É claro que existem grandes séries com várias temporadas que conseguiram manter um padrão bom de qualidade. Outras, contaram com bons anos e acabaram piorando com o tempo. E temos também aquelas que souberam quando e como acabar.

São milhares de exemplos no mundo das séries. Mas o que nos interessa aqui é outra coisa… são as produções que tiveram grandes primeiras temporadas e que deveriam ter ficado só nelas. A boa qualidade de uma série não deve necessariamente significar uma renovação. Ainda mais como em casos de adaptações de livros que já no primeiro ano contaram toda a trama original, e temos vários exemplos do tipo.

Abaixo, você confere nossa lista completa. E não deixe de participar através dos comentários. Está liberado discordar. Ou mesmo lembrar de outros exemplos.

 

Big Little Lies

Nada como abrir a lista com a série que inspirou a matéria. A segunda temporada de Big Little Lies acaba de ir ao ar na HBO, dois anos após o lançamento da original. Ainda que tenha seus méritos e a adição marcante de Meryl Streep, o segundo ano simplesmente não tinha razão para existir. Nada justificava. E nada justificou.

Criada por David E. Kelley e com produção de Reese Witherspoon e Nicole Kidman, BLL é inspirada em livro de Liane Moriarty, e já havia esgotado toda a história literária no primeiro ano. Agora, inclusive, há uma abertura para uma terceira temporada. O que é muito estranho para uma série que concorreu como minissérie/série limitada em seu primeiro Emmy.

 

The Handmaid´s Tale

The Handmaid’s Tale é outro exemplo claro de produção que praticamente esgotou o material original em sua primeira temporada, no caso o livro homônimo de Margaret Atwood. Por mais que a própria autora continue como consultora e que o criador Bruce Miller defenda que muito do presente nas temporadas seguintes tem inspiração direta da obra, é certo que o livro contava com uma trama que já foi esgotada nas telinhas. Tudo que a história podia contar já estava presente no primeiro ano.

A presença de uma série na nossa lista, não significa necessariamente que ela virou uma bomba após a primeira temporada. The Handmaid’s Tale segue uma produção com temas importantes e atuações extraordinárias. Simplesmente, não possui mais o frescor inicial. E também pesa a mão no sofrimento das personagens femininas.

 

Heroes

Big Little Lies e The Handmaid’s Tale não precisavam de segundas temporadas, mas as que vieram contaram com bons momentos. O mesmo não se pode dizer de Heroes. Criada por Tim Kring, em 2006, a série de heróis foi um verdadeiro fenômeno em sua primeira temporada. Tudo ia muito bem até o capítulo final do primeiro ano, quando jogaram tudo a perder. A partir daí, o que veio foi um estado permanente de sofrimento, com tramas rasas e personagens pouco desenvolvidos.

Foram poucos os fãs que conseguiram resistir até o final da quarta temporada. Algo muito triste para uma produção que começou tão bem. Para piorar, em 2015, tentaram revitalizar a trama com Heroes Reborn, mas ninguém comprou a ideia.

 

13 Reasons Why

Talvez chamar 13 Reasons Why de ótima seja um exagero… mas é verdade que a primeira temporada conta com boas atuações e aborda temas realmente importantes para os jovens, embora sempre caiba ressaltar a forma em que mostrou o suicídio da personagem principal, algo tão gráfico e impactante que gerou inúmeros debates – e inclusive resultou na decisão da Netflix em cortar a cena da série recentemente.

Mas é isso… 13 Reasons Why tinha seu valor. E a produção jogou tudo a perder com a decisão de fazer uma segunda temporada. E uma quarta temporada acaba de estrear, fechando a história de maneira bem duvidosa. Tudo isso é muito louco, uma vez que ninguém parece realmente interessado com o futuro de personagens tão superficiais.

 

True Detective

Lançada em 2014, True Detective foi um verdadeiro fenômeno de público e crítica, contando com atuações memoráveis de Matthew McConaughey e Woody Harrelson. A série da HBO ajudou a lançar os nomes do criador Nic Pizzolatto e do diretor Cary Joji Fukunaga, responsável por comandar toda a primeira temporada.

Após o sucesso do ano inicial, a emissora decidiu capitalizar em cima do projeto. Nasceu assim uma série de antologia, com cada temporada contando uma história com personagens diferentes. Colin Farrell, Rachel McAdams e Vince Vaughn estrelaram o segundo ano, enquanto que Mahershala Ali e Stephen Dorff são os destaques do terceiro. Mesmo com eventuais boas atuações e uma trama interessante, a verdade é que True Detective nunca mais foi a mesma coisa.

 

Homeland

Homeland já está a caminho de sua oitava temporada. Neste meio tempo, contou com ótimos momentos, mas nunca conseguiu repetir o nível visto no primeiro ano. A verdade é que, hoje em dia, os fãs veem a série quase que no piloto automático, sem o mesmo interesse ou atenção.

E o motivo é simples. Após uma ótima primeira temporada, Homeland virou uma série comum de espionagem. Algumas reviravoltas prendem a atenção do espectador, mas tudo o que precisamos saber de Carrie (Claire Danes), Saul (Mandy Patinkin) e companhia pode ser visto nos doze episódios iniciais, exibidos em 2011.

 

Prison Break

É provável que alguns fãs da série já estejam tatuando planos para ferir o autor desta matéria por ousar colocar Prison Break na lista, mas uma coisa é certa: a série é uma durante e outra após sua primeira temporada. Ao longo de cinco temporadas, incluindo um revival em 2017, a produção sempre abraçou o absurdo, mas a cada ano que passava, só chutava mais o balde.

É certo que fãs defendem apaixonadamente até mesmo as temporadas mais fracas, mas também é verdade que Prison Break poderia estar na história das séries de TV se não tivesse se perdido tanto com o passar do tempo. O primeiro ano é empolgante, envolvente e repleto de reviravoltas. Depois, o sentimento vai passando e só resta os plot twists insanos.

 

The Killing

Refilmagem da série dinamarquesa Forbrydelsen (2007), The Killing foi um verdadeiro fenômeno na primeira temporada. Com ótimas presenças de Mireille Enos e Joel Kinnaman, a produção acompanhava a história de dois policiais durante a investigação de um brutal assassinato de uma jovem de 17 anos, em meio a uma campanha política. A trama é envolvente e instigante, mas muitos fãs se sentiram traídos pelos produtores da série, que não resolveram o caso na primeira temporada.

Após o “golpe”, a série nunca foi a mesma. Chegou a contar com bons momentos, mas perdeu muito do engajamento. Chegou a ser cancelada após o final da segunda temporada, mas o canal AMC acabou voltando atrás. No final da terceira, novo cancelamento. E novo salvamento, agora pela Netflix. Pouco adiantou. O nível nunca retornou ao patamar original.

 

The Affair

Mais uma série da lista que segue em cartaz, embora já tenha deixado alguns protagonistas pelo caminho, como Ruth Wilson. A série do Showtime aborda de forma muito envolvente o tema da infidelidade, especialmente em seu primeiro ano, em que usa diversas perspectivas para desenvolver a narrativa.

The Affair levou o Globo de Ouro de Melhor Série Drama por sua primeira temporada, mas o que veio a seguir não manteve o mesmo nível. A produção desencadeou em um melodrama pra lá de exagerado e desinteressante. Tem seus momentos, mas sem a mesma qualidade. A quinta temporada será a última da série. E já estava mesmo na hora.

 

UnREAL

Quase uma paródia de programas como The Bachelor, UnREAL contou com quatro temporadas no canal Lifetime. Ácida, divertida e com ótimas presenças de Shiri Appleby e Constance Zimmer, a série abraça o mundo absurdo dos reality shows. O primeiro ano é excelente, oferecendo momentos de humor, romance e, é claro, muita intriga.

A partir da segunda temporada, a série passa a tentar abordar temas mais sérios, como raça e violência policial. E a decisão não dá certo. A quarta temporada acaba parando de surpresa no Hulu, mas foi mais ignorada do que qualquer coisa. No final das contas, era melhor ter ficado só no primeiro ano.