Sucesso! ‘JackassForever‘ surpreendeu em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, estreando com sólidos US$ 23.5 milhões em seu primeiro final de semana.
Para termos de comparação, o resultado é maior que a estreia do longa original, que abriu com US$ 22.7 milhões, em 2002.
De acordo com o Deadline, a Paramount Pictures investiu pesado na divulgação do filme através do TikTok, onde os vídeos alcançaram mais de 150 milhões de visualizações. Além disso, o estúdio também exibiu a produção para diversos influencers – chamando a atenção do público mais jovem.
A live cobrindo a premiere do longa em Los Angeles ultrapassou 7 milhões de views no app.
Infelizmente, os números do mercado internacional não foram divulgados.
O filme live-action ‘Monster High‘, baseado na popular série animada, já está disponível no catálogo brasileiro da Paramount+.
Para promover o lançamento, o serviço de streaming divulgou um novo vídeo com os primeiros minutos da produção.
Confira, dublado:
Todd Holland (‘Malcolm in the Middle’) é responsável pela direção.
A trama acompanha Clawdeen Wolf, que nasceu metade humana e metade lobisomem, depois de chegar à sua nova escola, Monster High. Ela rapidamente faz amizade com suas colegas, Frankie Stein e Draculaura e, pela primeira vez na vida, se sente como se pertencesse a algum lugar, onde pode ser quem é apesar de manter a metade humana em segredo. Quando um plano maligno de destruir o colégio ameaça revelar sua verdadeira identidade, Clawdeen deve aprender a abraçar seu verdadeiro monstro e encontrar um jeito de salvar a todos.
O elenco conta com Miia Harris como Clawdeen Wolf; Ceci Balagot como Frankie Stein; Naya Damasen como Draculaure; Case Walker como Deuce Gorgon; Kyle Selig como Sr. Komos; Marci T. House como a Diretora Bloodgood; Scotch Ellis Loring como Apollo, pai de Clawdeen; Steve Valentine como Drácula, pai de Draculaura; Jy Prishkulnik como Cleo de Nile; Lina Lecompte como Lagoona Blue; Justin Derickson como Heath Burns; Lilah Fitzgerald como Ghoulia; e Nasiv Sall como Abbey Bominable.
Em menos de duas semanas, a sequência ‘MegaTubarão 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa estrelado por Jason Statham está fazendo um enorme sucesso no mercado internacional, onde já arrecadou US$ 202.8 milhões – impulsionado pelo bem-sucedido desempenho na China (US$53.4M).
Nos EUA, a produção soma US$ 54.1 milhões, após sofrer uma queda de -57.7% em comparação ao final de semana de estreia.
Ao total, o filme já arrecadou US$ 256.9 milhões mundialmente.
Com o sucesso, o diretor Ben Wheatley já expressou seu interesse em expandir a franquia com um terceiro filme: “Espero fazer um terceiro filme. Há muito para explorar nesse universo. Ele é muito rico. A internacionalidade desse mundo é muito interessante.”
A viagem de uma equipe de pesquisa exploratória do oceano se transforma em um verdadeiro caos quando uma operação de mineração maquiavélica ameaça sua missão e os força a entrar em uma batalha de alto risco pela sobrevivência. Enfrentando Mega Tubarões colossais e saqueadores ambientais implacáveis, nossos heróis devem ser mais rápidos, mais inteligentes e superar os predadores impiedosos em uma corrida pulsante contra o tempo.
A sequência ainda conta com o retorno de Jason Statham, Cliff Curtis, Sophia Cai e Page Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.
Em entrevista ao Gold Derby, Chris Black, cocriador da série ‘Monarch: Legado de Monstros‘, comentou sobre o que podemos esperar da 2ª temporada da produção.
O realizador indicou que o King Kong deve ganhar destaque no próximo ciclo.
“Acredito que o final da primeira temporada nos deixou em um território fértil para explorar a narrativa deste universo. Keiko está de volta, parece que nós perdemos o Colonel Shaw e nós tivemos uma reunião familiar. Há muita coisa para explorar na segunda temporada.”
Ele completa, “Queremos continuar a contar essa história sobre os personagens humanos, sobre a família Randa, Kate, Kentaro, seu pai Hiroshi e, agora, sua avó Keiko. Mas também há um desejo para mais cenas espetaculares, para mais cenas com monstros. Como podemos deixar tudo maior e melhor? Revelamos o Kong no final da primeira temporada, então veremos mais sobre ele [no próximo ciclo].”
Sem data de estreia, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2025.
Relembre o trailer:
A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.
Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas.
Matt Shakman (‘WandaVision’) irá dirigir os dois primeiros episódios, além de também servir como produtor executivo do projeto.
A produção foi criada por Chris Black e Matt Fraction, com Black servindo como showrunner.
O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).
Durante o episódio mais recente do podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider afirmou que a Marvel tem planos para reintroduzir o vilão Kang no MCU.
A narrativa do personagem, no entanto, deve ser drasticamente reduzida. Rumores apontam que o estúdio só investirá no retorno do personagem para dar uma conclusão satisfatória à sua narrativa.
Teorias mais populares apontam que o próprio Dr. Destino, vilão principal do próximo filme dos Vingadores, pode ser o responsável pela morte do Kang.
Por fim, o insider indica a possibilidade do ator Tramell Tillman, da série ‘Ruptura‘, ser reescalado no papel – após a demissão de Jonathan Majors.
Vale lembrar que, anteriormente, Colman Domingo (‘Euphoria’) confirmou ter discutido a chance de assumir o vilão nas telonas com a Marvel: “Acho que houve rumores sobre eu participar do MCU de alguma forma. Então, [eu e minha equipe] nos reunimos com a Marvel. Nós fizemos isso, conversamos abertamente sobre o cenário atual do estúdio e até mesmo os rumores envolvendo o Kang. Mas eu quero um papel que seja meu, seja lá qualquer for. Algo não pareceu certo para mim. ‘Oh, vou ter que substituir alguém?’. Não, eu quero construir algo desde o começo, que seja completamente meu.”
Ele completa, “Sinto que nunca houve uma conversa real sobre isso. Ainda não sei se fui considerado para interpretar o Kan. Só sei que quero participar da construção de um personagem desde o início. Nós ainda estamos conversando.”
Vale lembrar que, após a demissão de Majors, a Marvel decidiu seguir por outra direção com o arco do multiverso, escalando Robert Downey Jr. como Doutor Destino no filme dos ‘Vingadores’.
‘Vingadores: Apocalipse‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, enquanto a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.
Vale lembrar que Robert Downey Jr. dará vida a Victor Von Doom/Doutor Destino em ambos os longas-metragens.
Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) serão responsáveis pela direção.
De acordo com o Deadline, Chris Elliott (‘Feitiço do Tempo’) teve seu retorno confirmado na aguardada sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘.
Conhecido pelos fãs da franquia, o ator interpretou o sinistro zelador da mansão mal-assombrada em ‘Todo Mundo em Pânico 2‘, e posteriormente retornou ao universo da saga no quarto filme, como Ezequiel, um lunático da vila.
Cheri Oteri também foi anunciada no elenco. Ela interpretou uma paródia da Gale Weathers, da franquia ‘Pânico‘, no primeiro filme da franquia.
Além deles, os novatos Damon Wayans Jr. (‘New Girl’), Kim Wayans (‘Ela Dança com Meu Ganso’) e Heidi Gardner (‘Alma da Festa’) também estão no elenco do novo filme.
Anna Faris, Regina Hall e Marlon Wayans já foram confirmados no próximo capítulo. Os atores irão reprisar seus papéis como Cindy, Brenda e Shorty, respectivamente.
Anteriormente, Wayans havia revelado que o 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
Rumores apontam que o novo filme deve tirar sarro das sequências legado.
‘Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2026.
O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.
“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.
“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.
Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.
Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.
As filmagens devem acontecer ainda este ano.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
A desenvolvedora IllFonic confirmou que ‘Halloween: The Game‘, jogo baseado na clássica franquia de terror criada por John Carpenter, foi banido na Austrália.
O Conselho de Classificação Australiano barrou o jogo, impedindo-o de ser lançado em mídia física e cópias digitais no país.
“Apesar de todos os nossos esforços, o Conselho de Classificação Australiano negou a classificação indicativa para ‘Halloween: The Game’. A recusa não se baseou na presença do icônico assassino Michael Myers ou nas execuções impressionantes que podem ser realizadas no jogo, mas sim na presença de uma substância controlada. Infelizmente — e para nossa decepção (e certamente a sua) —, isso significa que não podemos vender o jogo, seja em versão física ou digital, nem na Austrália nem na Nova Zelândia,” declarou a desenvolvedora.
O jogo está programado para o dia 8 de setembro de 2026, e estará disponível para Xbox Series X|S, PlayStation 5 e PC, via Steam e Epic Games.
Contando com modos single e multiplayer, o jogo assimétrico trará o Michael Myers atacando os desavisados cidadãos de Haddonfield.
O projeto foi desenvolvido pela IllFonic e Gun Interactive, em parceria com a Compass International Pictures e Further Front.
Entre no mundo arrepiante do filme que definiu o gênero de John Carpenter, agora transformado em uma experiência de terror furtivo. Vista a máscara icônica para se tornar o assassino supremo, Michael Myers, perseguindo e executando os cidadãos de Haddonfield, ou lute para frustrar os planos de Michael Myers como Civis determinados a salvar os desavisados moradores da cidade antes que seja tarde demais.
Fiel ao filme original, o jogo irá recriar a atmosfera assustadora de Haddonfield em vários mapas e locais autênticos. Com uma ambientação assustadora e uma trilha sonora inspirada no lendário filme, Halloween traz o terror para casa em uma nova experiência que deixará as gerações antigas e novas curiosas.
Os dois atores originais da saga de ‘Star Wars’, Mark hamill e Carrie Fisher, serão homenageados no Episódio VIII, ‘Os Últimos Jedi’.
A revelação partiu do ator John Boyega, durante uma entrevista ao site The Hollywood Reporter.
De acordo com o ator, as cenas de Fisher, falecida no final de 2016, são emocionantes, além de honrarem todo o trabalho realizado pela dupla ao longo dos anos dentro da franquia.
Segundo ele:
“Acho que é uma despedida bem legal. E mesmo antes de sua morte, eu assistia suas tomadas e consegui pensar em o quão valioso isso era tanto para ela, como para Mark, os últimos protagonistas originais vivos na narrativa. E eles merecem cada vez mais! Afinal de contas, eles estão nessa há tanto tempo e são o coração dessa saga tão especial. E eu realmente creio que ‘Os Últimos Jedi’ faz um tributo, uma homenagem de maneira geral. E, infelizmente, com a morte de Carrie, tudo isso terá um simbologia ainda maior. Acho que os fãs vão gostar do que foi preparado”.
O próximo episódio de ‘Game of Thrones’ está se aproximando e a HBO divulgou suas imagens oficiais, que trazem detalhes do que parece ser uma pequena cerimônia de enterro dos combatentes mortos nos confrontos do capítulo ‘A Longa Noite‘.
Confira o trailer do próximo episódio:
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.
No quarto episódio, ainda sem título revelado, depois que a Batalha de Winterfell termina, um novo capítulo pelo domínio de Westeros se inicia. O episódio irá ao ar no dia 5 de maio.
O novo filme original da Netflix, ‘The Old Guard‘, vindoura adaptação baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández, ganhou um belo cartaz animado.
A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.
Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.
A nova série de terror ‘Lisey’s Story’, adaptação do romance ‘LOVE: A História de Lisey’, do autor Stephen King, ganhou o seu primeiro e intenso trailer.
Apresentando uma série de mistérios, a produção traz Julianne Moore como a personagem homônima, tentando lidar com a repentina perda do esposo.
Confira:
A adaptação estreia oficialmente no dia 4 de julho.
Os episódios são dirigidos por Pablo Larraín, que também assina o roteiro ao lado de King. J.J. Abrams assume o papel de produtor, por meio da Bad Robot.
Dois anos depois da morte de seu marido, Lisey Landon decide que está a hora de ir até seu escritório e começar a limpar toda a papelada. Scott Landon era um romancista best-selles e Lisey já foi contatada por pessoas que desejam comprar seus trabalhos não publicados, mas ela está determinada a não deixar isso acontecer. Quando começa o processo de limpeza, um estranho homem entra em contato com ela e diz que, caso não entregue os papéis, Lisey sofrerá as consequências.
A vindoura comédia dramática original da Netflix, intitulada ‘A Lista da Minha Vida‘, ganhou seu primeiro cartaz. O material de divulgação, que traz Sofia Carson (‘Continência ao Amor’) em destaque, veio acompanhado de diversas imagens oficiais.
O longa será lançado na plataforma no dia 28 de março.
A pedido da mãe falecida (Connie Britton), uma jovem (Carson) embarca em uma viagem de autodescoberta para realizar uma lista de desejos que escreveu na adolescência. Nessa jornada complexa de amadurecimento, ela precisará enfrentar o luto e encontrar a coragem para voltar a curtir a vida.
Entre encontros históricos, sessões nostálgicas e filmes que já despontam como favoritos da crítica, o terceiro e o quarto dia da 79ª edição do Festival de Cannes já consolidaram algumas das principais conversas deste ano.
Da abertura da mostra Un Certain Regard com um slasher metalinguístico ao aguardado encontro com Peter Jackson, passando pela celebração dos 25 anos de Velozes e Furiosos e pela recepção calorosa a Fatherland (2026), de Paweł Pawlikowski, a Croisette viveu dias intensos. Confira um resumo completo para ficar por dentro de tudo o que movimentou o festival até agora.
Peter Jackson revisita a própria carreira
Um dos momentos mais disputados da programação foi a conversa com Peter Jackson, que percorreu toda a trajetória do diretor, do horror trash de Total Náusea (1987) ao fenômeno mundial de O Senhor dos Anéis.
Jackson relembrou como King Kong (1933) foi decisivo para despertar sua paixão pelo cinema ainda na infância, inspiração que décadas depois culminaria em sua própria versão do clássico, King Kong (2005). O diretor também comentou os bastidores de Almas Gêmeas (Heavenly Creatures, 1994), responsável por revelar Kate Winslet ao mundo.
Questionado sobre a inteligência artificial no audiovisual, Jackson adotou um discurso pragmático. Para ele, a IA deve ser encarada como mais uma ferramenta de criação, desde que respeite direitos autorais e direitos de imagem.
A delicadeza do cinema japonês na competição
Entre os filmes da competição oficial, Nagi Notes, de Kōji Fukada, apostou na sutileza emocional para retratar afetos e solidão. O longa acompanha o reencontro entre uma escultora e a ex-cunhada que retorna à cidade depois de anos vivendo fora do Japão.
O filme remete ao estilo contemplativo de obras como Monster, de Hirokazu Kore-eda, e Dias Perfeitos, de Wim Wenders, ao explorar a beleza dos pequenos gestos e das relações silenciosas.
Já A Vida de Uma Mulher (no original La Vie d’une Femme), de Charline Bourgeois-Tacquet, trouxe Léa Drucker como uma cirurgiã que tenta equilibrar carreira, casamento, maternidade e o Alzheimer da mãe enquanto vive um romance inesperado com uma escritora.
O filme faz uma leitura metalinguística dos slashers dos anos 1980, dialogando diretamente com franquias como Sexta-feira 13, Halloween e A Hora do Pesadelo. A narrativa acompanha uma jovem diretora encarregada de revitalizar uma franquia de terror decadente, usando o próprio funcionamento da indústria cinematográfica como alvo da sátira.
Conhecida por We’re All Going to the World’s Fair e Eu Vi o Brilho da TV (I Saw the TV Glow), Schoenbrun entrega um filme que mistura horror, humor e crítica à cultura das franquias.
Velozes & Furiosos transforma sessão da meia-noite em celebração
O quarto dia do festival começou ainda de madrugada, com a sessão especial em homenagem aos 25 anos de Velosos e Furiosos. A exibição contou com a presença de Vin Diesel, Michelle Rodriguez e Meadow Walker, filha de Paul Walker.
Durante o evento, Vin Diesel reforçou o discurso de que a franquia se tornou um fenômeno mundial graças à relação construída com o público ao longo de mais de duas décadas. Segundo o ator, apesar da fama pelas cenas de ação e carros tunados, o sentimento central da saga sempre foi “amor” e “família”.
Ceniza en la Boca aborda imigração e amadurecimento
Na mostra Cannes Premiere, Diego Luna apresentou Ceniza en la Boca (2026), drama sobre uma família mexicana tentando reconstruir a vida na Espanha.
O longa começa como um coming-of-age centrado na filha mais velha da família, obrigada a amadurecer rapidamente enquanto enfrenta empregos precários e problemas familiares. Porém, a narrativa muda de direção quando a família enfrenta uma tragédia na Espanha e os personagens retornam ao México, o que altera completamente o tom da história.
Entre os concorrentes à Palma de Ouro, Fatherland surge até aqui como um dos títulos mais fortes da competição. O novo filme de Paweł Pawlikowski acompanha Thomas Mann em meio às tensões políticas da Alemanha dividida no pós-guerra.
Conhecido por Ida(2013) e Guerra Fria(2018), Pawlikowski mantém sua assinatura visual elegante e histórica. O elenco liderado por Sandra Hüller reforça o peso dramático da produção. Mesmo dividindo opiniões emocionalmente, o longa já aparece entre os preferidos da crítica especializada graças à sua direção rigorosa, à fotografia sofisticada e à abordagem política ambígua sobre a divisão entre Oriente e Ocidente.
Com um elenco que reúne Isabelle Huppert, Virginie Efira e Catherine Deneuve, o diretor constrói uma narrativa sobre criação, manipulação e os limites entre ficção e realidade. Até aqui, o longa surge como um dos grandes destaques artísticos do festival, reforçando a habilidade de Farhadi em criar dramas psicológicos carregados de ambiguidades morais.
Com ainda muitos dias pela frente, a 79ª edição do Festival de Cannes segue alternando nostalgia, debates políticos, novas linguagens e filmes autorais que prometem dominar as discussões cinematográficas nas próximas semanas.
O ator Matt LeBlanc revelou ao The Times que passou por dias difíceis após se despedir do personagem Joey Tribbiani, de ‘Friends’, que interpretou de 1994 até 2004.
“Foi uma época difícil pra mim, fiquei muito deprimido. Estava passando por um divórcio. Tinha uma nova filha, que havia sido diagnosticada com problemas de saúde. O trabalho deixou de ser prioridade para mim. Percebi que a minha família era mais importante, então meio que apertei o botão de “reset”, me foquei em outras coisas, dei um jeito de passar por aquele momento difícil”
Mais uma novidade que pode desagradar muitos assinantes da plataforma de streaming. Segundo levantamento do site TechCrunch, a Netflix está testando seu novo apetrecho: publicidade entre episódios de um mesmo programa.
Ainda segundo o site, as “propagandas” aparecem apenas em tela cheia, antes de começar um novo episódio de determinada série que esteja assistindo, são direcionadas de acordo com o gosto do usuários e somente envolvem conteúdos que estão no catálogo da empresa, sem publicidade externa a ela.
Com isso, muitos usuários vieram à público mostrar o desagrado desse novo recurso, como foi o caso o assinante Cord Cutters News, destacado pelo site, que descreveu o ocorrido no Reddit.
“A Netflix me obrigou a ver uma publicidade de ‘Better Call Saul’ que não dá para pular”
A Netflix, por sua vez, comunicou o site uma nota de esclarecimento, explicando que o recuso está apenas em fase de testes e não é para todos os usuários.
“Neste caso em particular, estamos testando se as recomendações entre os episódios ajudam os membros a descobrir mais rápido histórias das quais poderão gostar e assistir eventualmente. É importante observar que um assinante pode pular a visualização de vídeo a qualquer momento, se não estiver interessado”
E vocês, acham que ter “propagandas” entre os episódios pode atrapalhar o desenrolar da maratona?
Todo jornalista, em algum momento da vida, já pensou em ser o famoso ‘repórter de guerra’. Existe algum prazer oculto na ideia de viver flertando com a morte. E como o grotesco atrai o ser humano, goste ou não, é quase inevitável embarcar nesse mundo das reportagens sem ao menos se questionar como seria a carreira se optasse por seguir os corpos e tragédias. O problema é que esse rumo não é para qualquer um. Se o jornalismo policial, que é algo mais próximo da realidade de todos, já toma muito de um ser humano, imagine o que estar rodeado por guerra, morte e falta de esperança o tempo inteiro pode causar na mente de uma pessoa?
Em tempos em que o jornalismo em sua essência é atacado diariamente por birrinhas políticas, independentemente do lado, o diretor Alex Garland traz aos cinemas do mundo todo Guerra Civil, uma distopia que aborda o conceito das revoluções e dos confrontos políticos para um cenário que não costuma estampar os noticiários: a suposta ‘Terra da Liberdade’.
Para quem não conhece o diretor, ele começou como romancista e escreveu o sucesso ‘A Praia‘, que viria a ser adaptado para os cinemas no filme homônimo de Danny Boyle. Depois disso, ele adentrou os cinemas como roteirista e produtor, mas seu grande destaque mesmo foi a estreia na direção com o espetacular Ex_Machina: Instinto Artificial (2014). Nessa ficção científica brilhante, ele brinca o tempo inteiro com um estagiário sonhador que é contratado pelo Steve Jobs daquele universo para trabalhar com ele em uma base isolada, onde conduzirão um experimento secreto. Por lá, ele descobre que terá de lidar com uma inteligência artificial antropomórfica, vivida pela belíssima Alicia Vikander. O problema é que ela começa a questionar sua existência e papel no mundo, e acaba despertando a paixão do garoto. A partir daí, o diretor trabalha com maestria os desafios éticos da situação e o terror psicológico da dúvida que acerca o protagonista. Para completar, ele conduz o “Jobs” de uma forma irritantemente excêntrica, elevando a pressão em cima do garoto. É um filme que não explora muito além das paredes do confinamento, mas se desenvolve em cima justamente desses três personagens complexos. É fascinante.
Em Guerra Civil, Garland repete essa estrutura de se apoiar nos mistérios e na imprevisibilidade de seus personagens para contar uma história muito comum nas distopias, que tanto fizeram sucesso na última década, com o ‘porém’ de trazer um realismo intenso para a trama. A história gira em torno de Lee (Kirsten Dunst) uma premiada fotógrafa de guerra, o jornalista Joe (Wagner Moura), Sammy (Stephen Henderson) um experiente repórter do que sobrou do The New York Times, e Jessie (Cailee Spaeny), uma jovem aspirante a fotojornalista que se vê diante de sua referência profissional e decide extrair ao máximo dela. Esse quarteto de idades tão distintas embarca em uma viagem de carro pelos EUA para chegar a Washington para tentar entrevistar o presidente dos Estados Unidos antes que a facção rebelde tome o controle do país e dê fim a essa guerra civil.
O filme é trabalhado sempre em duas escalas. Uma mais geral, que explora a riqueza e bizarrices desses EUA em estado de sítio, e outro mais intimista, que geralmente se concentra no desenvolvimento dos personagens dentro do carro ou em situações de aprendizado. Porque mesmo que Lee hesite em levar a Jessie na viagem, elas acabam desenvolvendo uma relação meio professoral entre alguém que foi devorada pela profissão e está diante de uma versão sua ainda não destruída pelos sonhos laborais de típicos de uma iniciante. É interessante ver como Lee, que vive ‘protegida’ pela típica casca exigida pela profissão para que os fotojornalistas não enlouqueçam, passa o tempo inteiro praticamente implorando para que a Jessie não siga por esse caminho – e isso é possível graças a uma atuação sensacional de Kirsten Dunst, que aposta em uma atuação muito física -, mas não consegue deixar de orientar e se animar, mesmo que timidamente, pela incomum situação de estar acompanhada por essa menina de 20 e poucos anos.
O filme depende muito de Lee e sua frieza em relação ao caos, mas ganha demais com o talento e carisma de Joe. Wagner Moura segue um fenômeno, agora em inglês. Ele é um jornalista cuja vida o levou a adotar o “ânimo” como sua “casca” para as desgraças. Então, enquanto Lee é muito sóbria e séria, Joe é elétrico. Ele flerta, bebe e abusa da adrenalina para se manter vivo pela intensidade da profissão. Muitas vezes, o trabalho de Wagner é usado como alívio cômico em meio a tantas tragédias. Isso funciona muito bem e contrasta com a serenidade de outro membro desse núcleo: Sammy. O jornalista que se recusa a abraçar a aposentadoria é o respingo de sanidade que restou nesse mundo caótico. Ao mesmo tempo que ele é a voz da experiência, sua limitação física o transforma também em um bebê gigante, porque ele demanda cuidados em uma viagem como essa. É impossível não simpatizar com mais um trabalho fora de série de Henderson.
Mas o grande destaque do filme é a jovem Cailee Spaeny. A atriz de 25 anos já havia dado um show em Priscilla (2023) e repete a qualidade da atuação em Guerra Civil. Sua Jessie é a representação perfeita do jovem empolgado com o jornalismo. Nesse caso, o fotojornalismo. Ela é tímida, mas ousada e está seduzida pela adrenalina de caminhar nesse limiar entre a vida e a morte, enquanto tenta aprender com sua referência profissional. Ela ganha uma chance de ouro para fazer sua carreira e vai abraçá-la com toda força. É instigante acompanhar a jornada da menina enquanto ela experimenta as emoções da cobertura de guerra.
Cega pela adrenalina, ela entra em meio a protestos, tiroteios e emoções, sem se preocupar com seu próprio futuro. E convenhamos que é complicado pensar em outra coisa enquanto a bala está comendo a centímetros de distância. Nessa jornada pela profissão, ela decide focar em conseguir as fotos, fazendo dela uma grande descuidada. E para quem vive o jornalismo sabe o quanto isso é comum. A menina é praticamente uma estagiária deslumbrada pela emoção da tragédia, com o diferencial de estar no meio de uma das maiores guerras da história. A personagem certamente vai dialogar com os jornalistas e fotojornalistas que forem ver o filme, porque certamente eles conheceram alguém que foi ou já foram uma ‘Jessie’ em algum momento. A primeira vez que ela tem de lidar com um corpo é retratada de forma tão crua e contrasta com a frieza de Lee. É realmente sensacional. Mais do que isso, sua aura jovial e com vergonha de se mostrar empolgada certamente vai falar com o público em geral.
Além dos personagens, Alex Garland trabalha muito bem a forma como essa guerra afetou os EUA. É irônico como a perspectiva ocidental vive com confrontos intensos constantes, mas ainda assim tem quem enxergue uma ‘guerra civil’ como algo distante. É comum, por uma visão preconceituosa e até mesmo imperialista, que parte do público pense imediatamente nos conflitos do Oriente Médio. Por isso, o diretor aproveita para mostrar que até mesmo seu vizinho pode ser um agente de confronto, esperando apenas a oportunidade para descontar suas frustrações e preconceitos no próximo. Há duas passagens que ilustram bem isso. Uma em uma casa abandonada, que é simplesmente de tirar o fôlego, e outra na já clássica sequência estrelada por Jesse Plemons.
E não dá para falar sobre esse filme sem tecer todos os elogios possíveis aos trabalhos de edição e mixagem de som. Guerra Civil é um longa sensorial que apela para uma variedade fascinante de sons e ruídos para compor não apenas a viagem pelo país em queda, mas a tensão e a adrenalina das aventuras profissionais do quarteto. Por isso, caso tenha a oportunidade de assisti-lo em uma sala de cinema com melhores recursos de áudio, escolha ela. Você se sente no meio dos tiroteios, no meio da guerra. E há momentos em que Garland brinca com o papel da imprensa associando aos ativistas. Em especial, uma troca de tiros entre militares e rebeldes em que o som dos tiros é sincronizado aos sons do obturador da câmera enquanto as fotógrafas trabalham.
Nesses tempos de ataques a jornalistas, Guerra Civil é um espetáculo sensorial que beira o necessário, satirizando o fanatismo da polarização e envolvendo o espectador com uma trama tensa, instigante e de tirar o fôlego. É uma produção fantástica sobre o terror das distopias diárias que assolam o mundo e que acabaram sendo normalizadas.
Não tem conselho amigo que impeça uma pessoa de cometer uma irresponsabilidade se ela estiver determinada a fazê-lo. Vemos com frequência esse tipo de impulso em filmes nos quais os personagens decidem sair por aí sem avisar ninguém e algo dá errado no meio do caminho, de modo que eles têm que se virar sozinhos para sobreviver. Mas às vezes o que dá errado é simplesmente uma terrível coincidência, como ocorre no suspense dramático ‘Sem Ar’, que estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos do Prime Video.
Drew (Sophie Lowe) e May (Louisa Krause) são irmãs que cresceram aprendendo a mergulhar em alto mar. Era o tipo de atividade que as duas praticavam juntas com o pai e que as conectava na irmandade. Porém, desde que May fora embora houve um distanciamento entre elas, de modo que a viagem anual que Drew organiza se torna uma tentativa de reaproximação dos laços fraternais com a irmã. Dessa vez Drew planejou que as duas mergulhassem em um local inédito para elas, perto de um costão. Tudo ia bem no passeio até que um acidente faz com que May fique presa no fundo do mar. Com um tanque de oxigênio quase acabando e as pernas presas, ela terá que contar com a agilidade da irmã para buscar ajuda ao mesmo tempo em que lhe entrega outros tanques de oxigênio, mas o relógio está correndo e as duas têm pouquíssimo tempo para sobreviver debaixo da água.
Refilmagem ensolarada do longa ‘Além das Profundezas’, de 2020, ‘Sem Ar’ é uma versão alemã da história com uma premissa interessante, porém seu maior desafio é fazer com que a trama preencha seus 90 minutos de duração. Logo de cara o espectador observa as protagonistas já chegarem no local de destino e realizarem o mergulho – tudo isso em menos de dez minutos de exibição. Talvez se a introdução fosse um pouco mais longa, desenvolvendo os desafetos familiares já nesse começo, o filme de Maximilian Erlenwein não passasse tanto a sensação de nada estar acontecendo.
Assista ao trailer:
O roteiro de Maximilian Erlenwein e Joachim Hedén se apressa em entrar logo no objetivo da história – o tal mergulho – porém não traz muitos elementos de desenvolvimento, assim, o primeiro e o segundo arcos ficam longuíssimos, e sendo constantemente interrompidos por flashbacks de um tempo (a infância das protagonistas) que não é apresentado no filme. Ou seja, o espectador tem que sozinho entender que as duas são irmãs e que as imagens que vemos são referentes a um passado (algo que não fica muito claro nas primeiras vezes que surge na telona). Por outro lado, é um roteiro que dá bastante espaço para que ambas as atrizes desenvolvam seus potenciais, pois as duas sozinhas carregam o filme que só tem elas como personagens.
‘Sem Ar’ entra na categoria de filmes angustiantes por colocar personagens presos em situações de difícil saída, que automaticamente causam a sensação de ansiedade no espectador. Não é terror e se desenvolve num leve suspense, focando mais na carga dramática da história. Um filme que, como diz o seu título, nos deixa ‘Sem Ar’.
‘Coringa’, dirigido por Todd Philips, está a sete meses de ser lançado nos cinemas e, por enquanto, não há rumores de quando o primeiro trailer oficial será divulgado. O filme será o primeiro da DC a ser divulgado sob uma nova marca, fora do universo estendido.
Porém, o visual de Joaquin Phoenix como o personagem-tíulo já nos foi reveldo em diversas fotos que viralizaram nas redes sociais – e mantém semelhanças com a encarnação de Heath Ledger na franquia de Christopher Nolan, com exceção das cicatrizes e da cor do terno.
Agora, uma nova fan-art resolveu mostrar um look clássico para o vilão, inspirado em ‘Batman: A Piada Mortal’. Confira:
Abaixo você confere algumas imagens de bastidores.
A estreia de ‘Coringa’ será dia 3 de outubro de 2019.
A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Segundo o site We Got This Covered, um usuário do site 4chan vazou informações sobre ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, indicando que Pesadelo não será o único vilão do filme.
Os boatos, ainda não confirmados pelos estúdios Marvel, dizem que Agatha Harkness, uma poderosa feiticeira versada em magia e discípula do personagem supracitado, e Shuma-Gorath, um demônio arauto do caos, farão parte do grupo de antagonistas. Suas presenças aparentemente levarão Wanda (Elizabeth Olsen) à loucura.
Ainda não se sabe quais atores estariam cotados para viver o personagem; o que se sabe é que, nas últimas semanas, Keanu Reeves negociava para viver Pesadelo nas telonas.
Esses são apenas alguns dos adjetivos que melhor definem a incrível Amy Adams, que completa 46 anos hoje, 20 de agosto. Fazendo sua estreia ainda em 1999 com a comédia ‘Drop Dead Gorgeous’, seu primeiro grande papel viria apenas em ‘Retratos de Família’, em 2005, ascendendo a uma carreira meteórica que hoje conta com seis indicações ao Oscar, duas estatuetas do Globo de Ouro, um Critics’ Choice e um SAG Award. Como se não bastasse, Adams também é uma irretocável cantora que já participou de diversos musicais.
Para homenagear esse ícone da indústria do entretenimento contemporâneo, cujas performances às vezes passam batido pelos críticos internacionais e pelo próprio circuito de premiações, separamos uma singela lista com 11 de seus melhores papéis.
Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
RETRATOS DE FAMÍLIA (2005)
Steven Spielberg acreditava piamente que ‘Prenda-Me Se For Capaz’ seria a revelação de Adams no cenário artístico – mas estava errado. Seu primeiro projeto de grande calibre viria três anos mais tarde com ‘Retratos de Família’. Dando vida a Ashley, a atriz foi aclamada pelos especialistas e conseguiu sua primeira indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
‘Encantada’ é um dos melhores live-actions que a Disney já fez – e nada disso seria possível sem um elenco estelar que também incluiu Patrick Dempsey e Idina Menzel. No longa, Adams interpreta a ingênua Giselle, uma princesa que, prestes a se casar com o “amor de sua vida”, é empurrada através de um poço mágico e aparece na cidade de Nova York nos dias de hoje. A obra foi a primeira a mostrar os dotes musicais da performer.
DÚVIDA (2008)
O drama de época ‘Dúvida’ é um dos mais poderosos da primeira década do novo século e trouxe uma colaboração aplaudível entre Adams, Meryl Streep e Viola Davis – na verdade, as três foram indicadas para o Oscar por seus incríveis papéis. Amy deu vida à Irmã James, uma professora da escola católica de Nova York que entra em conflito com seus próprios valores e a ideologia do lugar onde trabalha em uma rendição inigualável.
JULIE & JULIA (2009)
Adams voltaria a colaborar com Streep em 2009 com a dramédia cinebiográfica ‘Julie & Julia’. Assim como sua conterrânea, a atriz foi aclamada pelo público e pela crítica por sua intepretação da autora Julie Powell, que, em agosto de 2002, resolveu cozinhar todas as receitas do icônico livro de Julia Child – ganhando seguidores ao redor do mundo.
O LUTADOR (2010)
‘O Lutador’ rendeu à Amy sua terceira indicação na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar. Participando mais uma vez de uma produção biográfica, a atriz encarnou Charlene Fleming, esposa do protagonista Micky Ward (Mark Wahlberg). O próprio diretor David O. Russell comentou sobre a força e a motivação de Adams em interpretar a personagem, aberta a explorar certas camadas performáticas com as quais ainda não estava acostumada.
Dois anos depois, a atriz voltaria a faturar mais uma indicação aos prêmios da Academia por ‘O Mestre’. Dividindo a cena do thriller psicológico com Joaquin Phoenix, Adams interpretou Peggy Dodd, esposa de Lancaster (Philip Seymour Hoffman), líder de um nascente movimento filosófico conhecido como A Causa – e que acaba cruzando caminho com o problemático veterano de guerra Freddie Queell (Phoenix).
TRAPAÇA (2013)
Voltando a trabalhar com Russell três anos depois de sua primeira incursão, Adams foi a sensual Sydney Prosser/Lady Edith, uma golpista que trabalhava ao lado do enganador Irving Rosenfeld (Christian Bale) e que, eventualmente, começou um relacionamento com ele. Sua atuação caiu nas graças da crítica especializada e dos votantes da Academia, rendendo-lhe sua primeira e única indicação à categoria de Melhor Atriz no Oscar.
‘A Chegada’ é um dos filmes mais subestimados do século e, criando uma narrativa dramático-científica que desconstruiu o gênero cinematográfico de invasão alienígena, foi guiado pela atuação impecável de Adams. Aqui, ela interpreta a Dra. Louise Banks, uma importante linguista que é recrutada pelo governo para tentar se comunicar com extraterrestres. Apesar de ser indicada ao Globo de Ouro, a atriz não foi relembrada no Oscar.
No mesmo ano em que foi esnobada por ‘A Chegada’, Adams também foi esnobada pela performance de sua carreira em ‘Animais Noturnos’. O thriller psicológico é centrado em sua personagem, Susan Morrow, uma curadora artística que recebe o manuscrito do primeiro romance de seu ex-namorado cujos personagens se assemelham estranhamente ao antigo casal – levando-a a acreditar que ele a está ameaçando de alguma forma.
Amy Adams teve seu grande momento na televisão com mais um thriller psicológico, ‘Sharp Objects’. Na adaptação do clássico romance de Gillian Flynn, a atriz vive a protagonista Camille Preaker, uma repórter alcoólatra que recentemente recebeu alta de um hospital psiquiátrico e volta para sua cidade natal para investigar o assassinato de duas garotas.
Adams foi indicada pela sexta vez ao Oscar ao viver Lynne Vincent Cheney na cinebiografia ‘Vice’. Ovacionada mais uma vez por sua performance, ela viveu a esposa do político e empresário Dick Cheney (ChristianBale), que se tornou vice-presidente dos Estados Unidos à época da queda das Torres Gêmeas. Amy também faturou nomeações no BAFTA, no Critics’ Choice e no Globo de Ouro.
Há alguns dias, fizemos duas listas de filmes aniversariantes em 2021, mas deixamos propositalmente os que pertenciam ao gênero do terror (e suas dezenas de variantes). Afinal, esse imenso panteão, que é responsável por uma quantidade absurda de títulos todo ano, merece uma matéria única.
Desde a pseudo-conclusão da franquia ‘Pânico’ (que já teve mais um capítulo confirmado) até a tentativa de reviver o found footage de ‘Atividade Paranormal 3’ e ‘Fenômenos Paranormais’, separamos dez filmes que completam uma década neste ano.
Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:
FENÔMENOS PARANORMAIS
‘Fenômenos Paranormais’ veio em uma época péssima para os filmes de terror, especialmente para o subgênero do found footage. Tentando resgatar as glórias de ‘A Bruxa de Blair’, o filme acabou sendo ofuscado por franquias de maior sucesso, apesar de entregar algumas boas cenas e uma divertida aventura ambientada em um manicômio transbordando de espíritos malignos e segredos obscuros.
‘O Enigma de Outro Mundo’ é um dos filmes mais conhecidos do lendário John Carpenter e definitivamente não precisava de uma releitura. De qualquer forma, o diretor Matthijs van Heijningen Jr. resolveu fornecer sua própria versão da história com ‘A Coisa’, sequência da clássica história de 1982. O resultado não foge muito do esperado: um fracasso total de crítica e de bilheteria (não arrecadando nem mesmo o valor de seu orçamento).
Antes de ficar mundialmente conhecida como Wanda Maximoffno Universo Cinemático Marvel, Elizabeth Olsen participou de um filme independente chamado ‘A Casa Silenciosa’. O terror psicológico gira em torno de uma jovem mulher que, reformando a casa de campo de sua família, é aterrorizada por forças que se escondem na escuridão.
PÂNICO 4
‘Pânico 4’ merecia mais atenção do que tem, principalmente por trazer de volta uma franquia de um terceiro filme longe de ser aproveitável. O último filme dirigido por Wes Craven antes de sua trágica morte trouxe Sydney Prescott (Neve Campbell) de volta a Woodsboro apenas para enfrentar os demônios de seu passado e um novo serial killer que colocaria um fim à sua jornada.
PREMONIÇÃO 5
Um surpreendente retorno à forma para a adorada franquia, ‘Premonição 5’ surpreendeu fãs ao redor do mundo por seu final (literalmente) explosivo e por ser o primeiro capítulo da saga rodado em 3D. Revelando ser uma prequela para os eventos originais, o filme traz Nicholas D’Agosto como um jovem que salva seus colegas do colapso de uma ponte.
‘Atividade Paranormal 3’ foi uma das entradas de maior sucesso da franquia de terror sobrenatural – a segunda mais bem recebida depois do capítulo original. Tendo recepção sólida por parte da crítica e fazendo um estrondo gigantesco de bilheteria (arrecadando quarenta vezes o valor de seu orçamento), a história é centrada em uma família aterrorizada por eventos inexplicáveis e malignos.
Ninguém havia pedido um remake de ‘A Hora do Espanto’, mas o resultado da versão de 2011 foi bem mais positivo do que o esperado. Elogiado pelo ácido humor e pela química do elenco, o filme é centrado em Charley, que passa a investigar seu estranho e novo vizinho depois do desaparecimento do melhor amigo, acreditando que ele talvez seja um vampiro.
VOCÊ É O PRÓXIMO
Inegavelmente um dos melhores filmes de terror de 2011, ‘Você é o Próximo’ ganhou uma legião de fãs desde seu lançamento, ainda mais pela consistente homenagem aos filmes de slasher da década de 1980. No longa, uma família aproveita uns dias de descanso em um local deserto quando homens mascarados invadem a casa com a intenção de matá-los. Mas o que os assassinos não sabem é que uma das vítimas, na verdade, é uma ameaça.
O aclamado e premiado ‘O Segredo da Cabana’ tornou-se um dos pivôs da metalinguagem cinematográfica e fez homenagem a tantos clássicos do gênero que é quase impossível contabilizá-los. Marcando a estreia diretorial de Drew Goddard, a história traz cinco amigos que vão passar um feriado em uma cabana nas montanhas. Aos poucos, percebem que estão cercados pelo sobrenatural e que nada é o que parece ser.
Assombrada pela morte de seu noivo pouco após a primeira Guerra Mundial, uma mulher resolve dedicar sua vida a investigar supostos casos paranormais, usando a lógica para explicá-los. Ela aceita o convite para ir a uma escola onde um garoto foi encontrado morto e, segundo rumores, seu fantasma assombra o local. Logo, ela começa a buscar evidências científicas que expliquem a situação, só que suas descobertas aos poucos colocam em dúvida tudo o que sabe.
Os cinco novos episódios da aclamada comédia foram disponibilizados no último dia 23 de maio na plataforma de streaming e mudam o foco para o relacionamento de Denise (Lena Waithe).
Relembre o trailer:
Aziz Ansari é responsável pela direção dos novos episódios, que ele coescreveu ao lado de Waithe.
Focando no relacionamento entre Denise (Waithe) e sua parceira, Alicia (Naomi Ackie), a nova temporada é uma história de amor contemporânea que mostra os altos e baixos do casamento, dificuldades com a fertilidade, e o crescimento como indivíduos e como casal. Paixão, romance e perdas devastadoras são retratados em meio a questões existenciais sobre o amor e a vida.
‘Sex Education’ é uma das produções originais da Netflix mais aclamadas dos últimos anos e, recentemente, entregou uma impecável 3ª temporada.
Para celebrar a produção, um habilidoso fã reconstruiu a série de comédia adolescente e a transformou em um arrepiante filme de terror – editando, inclusive, um ótimo trailer oficial.
Confira:
A série foi criada por Laurie Nunn.
Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.
Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.
O grupo se junta aos previamente confirmados Jamie Dornan (‘Belfast’) e Gal Gadot (‘Morte no Nilo’). Alia Bhatt, uma das atrizes mais conhecidas de Bollywood, também faz parte do time.
A produção, que tem orçamento milionário, também traz Gadot como uma das produtoras, ao lado de Jaron Varsano, Bonnie Curtis e Julie Lynn, através daPilot Wave Productions.
O longa está sendo desenvolvido aos moldes das franquias ‘007′ e ‘Missão Impossível‘ e já começou a ser rodado.
Por enquanto, os detalhes da trama permanecem em segredo, mas o roteiro está sendo escrito por Greg Rucka, criador dos quadrinhos da saga ‘The Old Guard‘, que ganhou uma adaptação pela gigante do streaming.
Para quem não o conhece, Harper já dirigiu alguns episódios de ‘Peaky Blinders’, ‘Misfits’, ‘Philip K Dick’s Electric Dreams‘, e os filmes ‘Os Aeronautas’ e ‘A Mulher de Preto: Anjo da Morte’.
‘Heart of Stone’ ainda não tem data de estreia confirmada.
‘Paper Girls’ é uma famosa e elogiada série de HQs escrita por ninguém menos que o lendário Brian K. Vaughan – cujo nome, caso não soe familiar, é responsável por trazer à vida histórias como ‘Runaways’, ‘Ex Machina’ e ‘Y: The Last Man’. A história acompanha um grupo de quatro meninas que entregam jornais em um pequeno bairro e, no Hallowen de 1988, são arrastadas para uma aventura no tempo que muda suas vidas para sempre e que as faz enfrentar seus medos mais profundos – e aqui não me refiro a medos palpáveis, e sim ao prospecto do que o futuro lhes reserva caso não façam alguma coisa a respeito.
Anunciada em 2019, a adaptação televisiva supervisionada pela Amazon Studios prometia ser uma das grandes apostas do gênero sci-fi para o verão estadunidense, trazendo Vaughn como um dos produtores executivos e Stephany Folsom na criação da obra (cuja filmografia inclui ‘Toy Story 4’ e ‘Thor: Ragnarok’). Apesar das boas intenções, é notável como a primeira temporada do show parece deixar de lado um dos elementos mais importantes de qualquer narrativa audiovisual: a emoção. Ao longo de oito curtos episódios, é possível perceber uma frenética necessidade de aglutinar reviravoltas constantes que não permitem que os espectadores se conectem com as protagonistas e naveguem em um excessivo universo através de cronologias infindáveis que parecem não ter um destino conciso. Entretanto, é preciso comentar sobre como alguns dos elementos contribuem para que fiquemos indagados com o que vai acontecer.
Folsom tem uma visão bastante clara do que quer fazer: arquitetar um enredo que tenha começo, meio e fim e que tenta não deixar pontas soltas – talvez um gancho aqui e ali para ser explorado em possíveis temporadas futuras. Logo, é apenas óbvio que o roteiro do episódio piloto, assinado por ela, se inicie com a apresentação das personagens de forma quase solene, como se premeditasse os eventos consecutivos.
Temos Erin Tieng (Riley Lai Nelet), uma jovem asiática que acabou de se mudar para o bairro e resolveu entregar jornais para ajudar a debilitada mãe em casa – até perceber que as coisas não seriam tão fáceis quanto imaginava. Em sua primeira madrugada, ela enfrenta problemas e é auxiliada por Mac Coyle (Sofia Rosinsky), uma garota sem papas na língua e que não leva desaforos para casa; Tiffany Quilkin (Camryn Jones), que utiliza sua sensatez e seu senso de segurança para proteger a si e às outras; e KJ Brandman (Fina Strazza), que posa como uma amigável e calma menina – mas que também enfrenta inúmeras desavenças com o decorrer da trama.
Quando pensamos em episódios pilotos, é necessário que as mentes criativas por trás do capítulo foquem em construir laços com o público, levando-o a comprar a ideia vendida e se deixar guiar pela química e pelo relacionamento dos personagens. O problema é que isso não acontece: o quarteto supracitado é arrastado para uma espécie de dobra temporal que as arremessa para longe da realidade a que pertencem, transportando-as para um futuro desconhecido. Mais do que isso, elas estão sendo caçadas por facções de viajantes no tempo, uma delas liderada pela Prioresa (Adina Porter) – e as múltiplas ideias jogadas na tela se aglutinam em um frenesi inexplicável e cansativo.
Leva um tempo até que Folsom e seus colegas consigam arrumar o ritmo – mais ou menos uns dois episódios. A partir daí, é notável como a exuberância de cores e de montagens fragmentadas se reconcilia com as mensagens promovidas pela série, que são de importância essencial para compreendermos os desejos e os objetivos das personas. Erin, inclusive, se encontra com sua versão mais velha (interpretada pela sempre ótima Ali Wong), em uma mixórdia de ressentimento, frustração e sonhos perdidos, ainda mais quando percebe que o futuro que imaginou é muito diferente. Mac Coyle, por sua vez, enfrenta o trágico prospecto de uma morte prematura e não sabe como lidar com a informação ou como se esquivar de um destino que parece estar talhado pelo universo.
Certas escolhas estéticas seguem as fórmulas do gênero de que se vale, mas partem de um princípio prático e funcional, que não pretende reinventar a roda, e sim utilizar o que já existe para compor esse cosmos. Porém, o que mais serve como força-motriz para acompanharmos as aventuras das protagonistas é o próprio elenco, que vende os complexos laços determinados entre si em uma celebração do que significa crescer e de que forma o amadurecimento compulsório pode trazer dificuldades para o entendimento da vida.
‘Paper Girls’ tem seus erros, mas isso não quer dizer que não seja uma série divertida. Há muitos excessos a serem aparados aqui, mas a adaptação do Prime Video consegue entregar o que promete e resgatar a essência dos quadrinhos originais – preparando o público para um futuro recheado de reviravoltas.
Na história vemos um grupo de adolescentes se encontra inesperadamente depois de todos eles descobrirem que têm algo em comum: carregam o sangue de um lobisomem em suas veias. A partir disso, precisarão se unir para lidar com o desconhecido e descobrir a origem do que aconteceu, além de lutar contra forças do mal.
Vale lembrar que ‘Teen Wolf‘ também ganhará um filme baseado na série, com o retorno do elenco original, que servirá de ponte para a nova produção.
O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.
Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.
No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.
O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.
O canalFreeform escalou recentemente quatro novos membros ao elenco da 6ª e última temporada de ‘Grown-ish’, série derivada da aclamada ‘Black-ish’, como personagens convidados (via Deadline).
Rowland será Edie, professora titular que funciona como diretora do departamento de psicologia na Cal U. Latto será Sloane, uma enóloga. Omarion e Choppa, por sua vez, interpretarão eles mesmos.
A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.
A série spin-off de ‘Godzilla‘ e do “MonsterVerse” da Legendary, ‘Monarch: Legado de Monstros’, já está disponível na Apple TV+.
A produção estreou hoje, 17 de novembro, na plataforma de streaming.
No Rotten Tomatoes, o show abriu com 89% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 18 reviewsaté o momento.
Confira os principais comentários:
“Mesmo que não haja muito Godzilla por aqui, pelo menos temos Kurt Russell” – Slashfilm.
“Basicamente, essa série live-action é sobre famílias, legados e as incertezas do futuro. Quando o mundo luta com Godzilla, cada pessoa luta consigo mesma, e a série deixa isso claro, apesar de seu ritmo confuso” – ComicBook.com.
“Para um show live-action do Godzilla, ele conscientemente tenta ao máximo capturar os diferentes sabores da narrativa humana da franquia… E esse nível de meticulosidade em sua filosofia criativa é muito admirável” – Midwest Film Journal.
“É uma configuração que satisfaz a primeira regra do bom gênero de entretenimento: estabelecer conflitos de personagens que funcionariam em qualquer tipo de história” – SuperHeroType.
“Como uma expansão da franquia MonsterVerse, ‘Monarch: Legado de Monstros’ é ambicioso e parece ótimo na tela, mas a primeira leva de episódios não consegue capitalizar o potencial dessa história épica” – JoBlo’s Movie Network.
A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell e estreia em 17 de novembro.
Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas.
Matt Shakman (‘WandaVision’) irá dirigir os dois primeiros episódios, além de também servir como produtor executivo do projeto.
A produção foi criada por Chris Black e Matt Fraction, com Black servindo como showrunner.
O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).
A animação traz de volta às telonas Gru, o vilão mais amado do planeta, em uma nova aventura repleta de mistério e boas risadas, após sete anos de espera desde o último filme da saga.
No primeiro filme da franquia Meu Malvado Favorito em sete anos, Gru, o supervilão favorito de todo o mundo que virou agente da Liga Antivilões, está de volta para uma nova e ousada era do já clássico caos provocado pelos Minions em Meu Malvado Favorito 4.
Após o fenômeno blockbuster de verão de 2022, Minions 2: A Origem de Gru, a história começa agora um novo capítulo: Gru (Steve Carrell, indicado ao Oscar), Lucy (Kristen Wiig, indicada ao Oscar) e suas filhas – Margô (Miranda Cosgrove), Edith (Dana Gaier) e Agnes (Madison Polan) – dão as boas-vindas a um novo membro da família Gru, Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai.
Além disso, Gru enfrenta novos inimigos. Maxime Le Mal (Will Ferrell, vencedor do Emmy) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara, indicada ao Emmy) são tão malévolos que não deixam alternativa à família Gru senão fugir.
Ambientada em Milão, no ano de 2030, a trama começa oito anos após a queda da Citadel. Desde então, Diana Cavalieri (Matilda De Angelis), uma agente secreta da Citadel, está sozinha, presa atrás das linhas inimigas.
Quando ela finalmente vê uma saída e a chance de desaparecer para sempre, a única maneira de fazer isso é confiar no aliado mais inesperado, Edo Zani (Lorenzo Cervasio), o herdeiro de uma agência inimiga, a Manticore Itália, e filho do chefe da organização, Ettore Zani (Maurizio Lombardi), que está competindo pela liderança contra as outras famílias europeias.
Gina Gardini entra como produtora executiva e showrunner, enquanto Arnaldo Catinari fica responsável pela direção.
A atração também conta com Julia Piaton, Thekla Reuten, Daniele Paoloni, Bernhard Schütz e Filippo Nigro.
O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), acabou de ganhar vários cartazes inéditos e individuais, dando destaque aos personagens principais da trama.
O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.
Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
‘Pecadores’ chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.
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