De acordo com o THR, Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Monstro‘, série antológica da Netflix baseada em crimes reais.
Charlie Hunnam
O ator interpretará Ed Gein, figura infame que inspirou o clássico ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.
Conhecido como “O Açougueiro de Plainfield”, ele foi um ladrão de túmulos e assassino, que transformava ossos e pele humana em decoração e móveis.
Um Filme Minecraft: Ao Quadrado é a sequência da adaptação live-action para a telona de Minecraft, o videogame mais vendido de todos os tempos.
O título faz referência ao conceito matemático de “ao quadrado”, indicando que a nova aventura promete ser ainda maior e mais grandiosa do que o primeiro filme. Além disso, a escolha do nome também remete ao universo de Minecraft, famoso por seus blocos e formas quadradas.
Lembrando que ‘Um Filme Minecraft’ fez história nos cinemas ao arrecadar impressionantes US$ 951 milhões mundialmente, aproximando-se da marca de 1 bilhão de dólares e quebrando diversos recordes de bilheteria para adaptações de jogos eletrônicos.
» Confira todos os recordes que o primeiro filme quebrou nas bilheterias.
RECORDES NOS EUA:
Maior abertura do ano (superando ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘; US$88.8M).
Maior estreia da história para um filme baseado em um jogo (superando ‘Super Mario Bros‘; US$146.3M).
Maior abertura de uma coprodução entre a Legendary e a Warner Bros, atrás apenas de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (US$160.8M).
Segunda maior estreia de um coprodução da Legendary, atrás apenas de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ (US$209M).
Maior estreia em um final de semana regular desde ‘Deadpool e Wolverine’ (US$211.4M).
Maior abertura doméstica da carreira do Jack Black, superando ‘Super Mario Bros‘.
Maior abertura doméstica da carreira do Jason Momoa como protagonista. Ele participou de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$166M), mas não integrou o elenco principal.
Maior estreia regular da Warner Bros em abril, superando ‘Fúria de Titãs’ (US$61.2M).
Maior arrecadação da história da Warner Bros em um dia de sábado com US$60M, superando ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$50.6M).
Maior arrecadação da história da Warner Bros em um dia de domingo com US$46.3M, superando o live-action de ‘Barbie’ (US$43.7M).
Terceira maior estreia da história do mês de abril, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato’ (US$357.1M) e ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$257.7M).
Terceira maior abertura da história da Warner Bros, atrás apenas de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2’ (US$169M) e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$166M).
Maior estreia da história de abril para um filme de classificação livre, superando ‘Super Mario Bros’ (US$146.4M).
Quarta maior estreia da história para um filme de classificação livre, atrás apenas de ‘O Rei Leão’ (US$191.7M), ‘Os Incríveis 2’ (US$182.6M) e ‘A Bela e a Fera’ (US$146.4M).
Maior estreia da carreira do diretor Jared Hess, superando ‘Nacho Libre: Tudo pela Crianças’ (US$28.3M).
Maior estreia da carreira de Danielle Brooks, superando ‘Angry Birds – O Filme’ (US$38.1M).
Maior estreia da carreira de Jennifer Coolidge, superando ‘American Pie 2’ (US$45.1M).
RECORDES INTERNACIONAIS:
Segunda maior abertura para uma adaptação de jogo e da carreira de Jack Black, ambas atrás de ‘Super Mario Bros’ (US$233.1M).
Adaptação de jogo que alcançou o topo das bilheterias em 38 países, incluindo Brasil, Espanha, Reino Unido, Itália e Austrália.
Maior abertura internacional da Warner Bros desde ‘Barbie’ (US$194.3M).
Na América Latina: Maior abertura de 2025 e maior estreia live-action da carreira do Jack Black. Segunda maior estreia para uma adaptação de jogo, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
Na Europa: Maior abertura de 2025, segunda maior estreia para uma adaptação de jogo (apenas -6% atrás de ‘Super Mario Bros’), maior estreia da carreira do Jason Momoa e a segunda maior estreia da carreira do Jack Black.
Maior abertura da história da Polônia.
Maior abertura da história da Warner Bros na Bulgária, Croácia, República Tcheca, Finlândia, Hungria, Islândia, Letônia, Lituânia, Moldávia, Noruega, Polônia, Romênia, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia e Ucrânia.
RECORDES GLOBAIS:
Maior abertura para uma coprodução entre a Warner Bros e a Legendary.
Segunda maior abertura para uma coprodução da Legendary, atrás apenas de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ (US$525.5M).
Maior arrecadação global em uma sexta-feira desde ‘Deadpool e Wolverine’ (US$444M), em julho de 2024.
Sétima maior abertura global da história da Warner Bros.
» Jogo de mundo aberto criado por Markus “Notch” Persson em 2009, que permite a construção de cenários por meios de blocos, ‘Minecraft‘ tem mais de 100 milhões de usuários cadastrados;
Para permanecer vivo, um mito precisa ser contado. Esse é o direcionamento de A Lenda de Candyman, retomada triunfante do slasher tardioO Mistério de Candyman, lançado em 1992, produção que estabelece várias conexões com o seu ponto de partida e desconsidera os equivocados Candyman 2: A Vingança e Candyman 3: Dia dos Mortos. A nova empreitada estabelece diálogos com a produção dirigida porBernard Rose e atualiza o mito, retomado agora por um viés ainda mais explícito com as celeumas sociais contemporâneas: a gentrificação e o racismo estrutural, desdobrado na costumeira coerção policial cotidiana. dentre outros temas, num filme que pode ser decepcionante para aqueles que buscam um slasher quintessencial, intensamente violento e com uma trilha de corpos numerosa. esmo que as oportunidades para debate sejam mais significativas que o disposto no passado. Focada no estilo e com muitos momentos reflexivos, a cineasta Nia DaCosta gerencia uma equipe focada no esmero estético de seu filme, com alguns momentos autenticamente associados ao estilo slasher, isto é, mortes sangrentas e gritos de pânico, mas a proposta por aqui é ser mais imersivo, carregando na intensidade psicológica.
Produzido em parceria com Jordan Peele, também autor do texto, ao lado de Win Rosenfeld, a equipe de A Lenda de Candyman faz boas assertivas escolhas dramáticas nesta nova incursão, adaptando a história para uma era complexa, cheia de tabus e com o racismo ainda a minar a perspectiva de muitas vidas negras. Como sabemos, Candyman, interpretado por Tony Todd, aqui, numa aparição breve, mas emocionante, é o espírito de Daniel Robitaille, um homem afro-americano assassinado por ter engravidado uma mulher branca. Com a vida ceifada violentamente, uma de suas mãos foi substituída por um gancho, enquanto o seu corpo, besuntado com mel, atraiu as abelhas que terminaram o trabalho sanguinário de homens brancos que jamais aceitariam, na ocasião, um relacionamento interracial. Diante do exposto, contemplamos a jornada de um “vilão” que noutro momento já foi uma vítima. E, num processo de reparação e ajustes históricos, tem a sua história contada numa perspectiva negra, afinal, na versão de 1992, a acadêmica loira e branca interpretada por Virginia Madsen é a porta-voz de sua tragédia.
A proposta, desta vez, é outra. Na lenda, aquele que ousar chamar o nome de Candyman cinco vezes diante do espelho pode atraí-lo e encontrar a morte dolorosa e sanguinária. O mito, tal como a teoria literária nos reforça, precisa ser recontado para evitar cair no esquecimento. E foi o que aconteceu em 1992 e agora retorna em 2021. Na trama, os projetos habitacionais do bairro Cabrini Green mudaram de forma. O espaço, antes destinado aos moradores humildes da região, agora é o ambiente domiciliar de pessoas pertencentes a um nível econômico mais elevado. O destino dos que ali habitavam, anteriormente, não importa para os favorecidos desta lógica capitalista rotineira. Neste local, há uma lenda urbana sobre um assassino sobrenatural que possui um gancho no lugar de uma das mãos, invocado por aqueles que ousam repetir o seu nome cinco vezes no espelho. O filme explica de maneira assertiva essa história ao espectador, por meio de um habilidoso teatro de sombras, nos permitindo compreender o que aconteceu no passado, para melhor adentrar nas propostas reflexivas do presente que retrata a vida de Anthony McCay (Yahya Abdul-Mateen II), um artista que mora com a sua namorada, Brianna Cartwright (Teyonah Parris), num condomínio de luxo.
Anthony começa a atravessar um inesperado bloqueio, enquanto a sua namorada, uma galerista que também enfrenta tensões profissionais, leva o trabalho segurando as pontas para não despencar. As coisas mudam logo na abertura da narrativa. Numa determinada noite, o casal recebe a visita de Troy (Nathan Stewart Jarret), irmão de Brianna, interessado em apresentar o namorado para o casal. Ele resgatará essa história macabra que destaca o racismo numa versão, traduzida na contemporaneidade por outras formas de lidar com os corpos negros massacrados pelo racismo. Com seu fazer artístico estagnado, Anthony se deixa levar pela atmosfera sombria e pela natureza aterrorizante do mito de Candyman, envolvendo-se c descobrindo elos de sua própria vida com a trajetória do mito. Ao trazer elementos desse universo para o seu trabalho, sem saber que neste processo, abriu portais desafiadores, caminhos que não garantem mais a possibilidade de retorno.
Em seu tom de terror social, A Lenda de Candyman também é um filme sobre a gentrificação cada vez mais rotineira e descaradamente violenta em nossa sociedade. E não é coisa apenas dos Estados Unidos não, basta lembrar de incêndios criminosos por aqui, aparentemente conectados com a especulação imobiliária tão ansiada pela elite despreocupada com as vidas que envolvem projetos do tipo. O termo é utilizado para explicar o processo de modificação do espaço urbano, geralmente as áreas periféricas, remodeladas para atender aos interesses imobiliários que transformam esses espaços em centros comerciais ou redutos domésticos para as classes mais favorecidas, na maioria das vezes, desconsiderando os habitantes que geralmente não tem mais opções para essa espécie de diáspora urbana massacrante. Além disso, esta é uma produção também assertiva na abordagem da exploração do corpo e da arte dos afro-americanos, num filme que ganhou novos significados pós George Floyd e intensificação do movimento black lives matter.
Ademais, tendo John Guleserian na direção de fotografia, a narrativa investe em planos e enquadramentos sofisticados, milimetricamente calculados para construir pinturas autênticas em movimento, num projeto de esmero que atravessa um crescente de qualidade visual de sua abertura ao desfecho. Para funcionar tão bem, a condução musical de Robert Aiki Aubrey Lowe se apresenta assertiva e é possível perceber alguns ecos da trilha sonora de Philip Glass para a produção de 1992. Outro ponto de destaque é o design de produção, assinado por Cara Brower, também focado nas peculiaridades do universo de Candyman e dos protagonistas da história, setor importante para a imersão do espectador no contexto narrativo oferecido para a nossa entrada. Em linhas gerais, em A Lenda de Candyman, temos a junção de aspectos estéticos bem-sucedidos, em prol da qualidade audiovisual do filme que traz um desfecho emocionante, construído para fazer suar frio na plateia. Um retorno mais que digno, intenso, cuidadosamente estruturado por realizadores em seus respectivos (e devidos) lugares de fala.
Por dentro de emoções sobre as verdades doloridas de um presente incerto, o filme O Que Tiver que Ser, abraça o labirinto angustiante da melancolia mostrando versões de um sufocar que encontram as reconexões através do mais forte dos sentimentos. Escrito, dirigido e protagonizado pela artista sueca Josephine Bornebusch, essa produção europeia, lançada sem grande divulgação pela Netflix, é um grande achado que logo chegou ao Top 3 da plataforma. Um recorte maduro sobre relacionamentos.
Na trama conhecemos o casal Stella (Josephine Bornebusch) e Gustav (Pål Sverre Hagen) que estão em um relacionamento de anos, já em ruínas. Ela uma mulher amargurada pelo rumo do seu casamento com uma notícia que esconde da família, ele um psicólogo que deixou faz tempo de ser presente como pai e marido. Juntos embarcam em uma viagem para acompanhar a filha adolescente Anna (Sigrid Johnson) numa competição de pole dance. Durante esse tempo, aprenderão mais uns sobre os outros e dilemas aparecerão, principalmente por conta do segredo que Stella esconde de todos.
Comovente e destrinchando seu discurso de forma profunda, o roteiro estabiliza no seu recorte sobre esse relacionamento em crise abrindo um leque de camadas que chegam forte na emoção. A narrativa busca complementos nas imagens e movimentos para enfatizar os fortes e conflituosos sentimentos que surgem a cada nova descoberta. Percebemos um olhar profundo para o contraste entre o controle e o descontrole, elementos frequentes nessa gangorra de situações. Os diálogos, alguns bem intensos, provocam as reflexões através do desencontro e de conflitos por todos os lados.
Quais as lições que aprendemos em meio ao caos? Essa é uma pergunta que chega com força, principalmente para quem consegue se aproximar bastante do que é visto. Relacionamentos não são fáceis, isso é uma questão que sempre gera boas considerações. Em O Que Tiver que Ser, as respostas chegam por meio de desconstruções, do baixar a guarda para o diálogo, no cair da ficha sobre prioridades da vida. Um dos méritos da produção é ampliar esse novo renascer para os relacionamentos através de todos os personagens que compõem essa família.
Fugindo do radar das comédias populares, uma seara de novas produções nacionais tem apostado nas biografias, sejam elas de figuras da música ou não, como material fonte de suas obras. E o melhor é que o público tem respondido, deixando o saldo muito positivo.
O mais recente tópico usado como mote é a vida do lendário Allan Kardec, fundador da doutrina espírita, que chega aos cinemas do país nesta quinta-feira na forma de uma superprodução brasileira. E sim, Kardec, o filme, tem todos os atributos de um longa fictício imponente: fotografia, direção de arte, figurinos e locações, todos cuidadíssimos (filmado parcialmente em Paris), além do uso de efeitos visuais eficientes.
O que chama atenção logo de cara no drama é a recriação de época. Somos transportados para a França de 1800, de forma indefectível. Kardecrelata um período histórico, refletindo costumes sociais de uma época, que se tornam por si só uma experiência atrativa para os estudiosos e entusiastas do tema, independente de crenças e religiões.
Obviamente, Kardecé impulsionando como ‘filme religioso’, um filão cada vez mais pulsante ao redor do mundo. E aqui temos como figura central a imagem de um homem responsável pela fé e espiritualidade de milhões de pessoas pelo planeta. E quem sabe através de outros planetas e planos. Allan Kardec, independente de qualquer outro fator, é uma personalidade icônica, e retratá-lo da forma correta era imprescindível.
Baseado no livro de Marcel Souto Maior, quem comanda o espetáculo é o cineasta Wagner de Assis, acostumado a lidar com personalidades maiores que a vida, sejam elas rainhas do entretenimento como Xuxa Meneghel (a quem dirigiu em alguns filmes) ou espíritos em uma jornada transcendental para o outro lado. Mas sim, como afirmou o próprio diretor, o segredo está em humanizar tais figuras, as descendo do pedestal e apresentando todas as suas falhas, inseguranças e frustrações.
Vivido por Leonardo Medeiros, León Rivail é um professor colegial, que pede demissão ao não concordar com a obrigação do catolicismo como matéria curricular e a interferência de padres como autoridades num tradicional colégio francês. E daí são traçados fortes paralelos atuais com pautas ainda muito discutidas por aqui, como a escola laica, por exemplo. Cético, o protagonista desdenha da ‘febre’ do momento: invocações espíritas por toda a cidade, resultando nas infames mesas giratórias voadoras.
Até que o fenômeno literalmente o atinge na cabeça e o contato com pessoas próximas faz o homem erudito aos poucos, através de suas intensas pesquisas, se tornar uma sumidade no campo espiritual. Mas a trajetória será turbulenta e a provação ocorre já de início. O roteiro do multifuncionalL.G. Bayão (um dos grandes nomes na indústria nacional, tendo escrito textos tão distintos quanto os de Ponte Aérea, Shaolin do Sertão, Motorrad e O Doutrinador) é a liga certa, ao construir a jornada do questionador que se vê dono das respostas; o homem comum que encara a fúria do povo de peito aberto, rebatendo ‘fake news’ do século retrasado.
Além de Medeiros, o elenco principal conta com a presença de peso de Sandra Corveloni, atriz honrada com o prêmio em Cannes (por Linha de Passe, 2008), trazendo relevância para o papel da ‘mulher’, a esposa do protagonista. Muitos momentos chave no longa surgem da interação da dupla. No entanto, causa certo estranhamento a opção por performances quase teatrais, com diálogos coreografados e fisicalidade demasiadamente ensaiadas. Detalhes que não diminuem o resultado, planejado de forma minuciosa pela equipe.
Kardectem o coração e a alma no lugar certo, e garante com honestidade um discurso altruísta e amoroso, muito necessário – cada vez mais – atualmente. A venda fácil é logo deixada para trás em nome de seus muitos predicados, certos de assimilar o grande público de forma geral, para além de seu alvo (os já ‘convertidos’). A energia é tão positiva que nem mesmo a falta de inovação ou frescor ao tratar o material (bem conservador e antiquado em sua narrativa) se mostram empecilho para o misto de entretenimento e mensagem edificante.
‘A Hora do Vampiro’ é o mais recente lançamento de terror da plataforma Max, da Warner Bros. Os mais escolados sabem muito bem se tratar da mais recente adaptação do livro ‘Salem’s Lot’, do mestre do gênero,Stephen King. E bem, apesar de o remake não ser o completo desastre de trem que vinha sendo anunciado, também não é um filme que guardaremos como memorável. Isso em parte se deve pelo sucesso da minissérie ‘Missa da Meia-Noite’ (2021), uma adaptação muito mais eficiente da obra de King. Mas vamos com calma.
Como dito, ‘A Hora do Vampiro’ é a nova versão de um conto clássico do mestre Stephen King. De fato, ‘Salem’s Lot’ foi o segundo livro da carreira de King, lançado em 1975. O primeiro foi ‘Carrie – A Estranha’, em 1974. Seguindo esta ordem, ‘Carrie’ também foi o primeiro a ganhar uma versão para os cinemas. E ‘Salem’s Lot’ foi o segundo. Antes mesmo da obra-prima ‘O Iluminado’, a história de vampiros de King ganhou uma versão em audiovisual, meio desconhecida do grande público ainda hoje. E o motivo para isso é que a história se tornou não um filme nos cinemas, mas sim uma minissérie em dois episódios que passou na TV norte-americana, na rede CBS em horário nobre.
‘Os Vampiros de Salem’ foi a segunda adaptação de uma obra de Stephen King para o audiovisual.
Apesar de ser concebida e realizada bem no estilo do que era a TV antigamente, a obra foi dirigida por Tobe Hooper, então saído do fenômeno cultural ‘O Massacre da Serra Elétrica’ (1974). Com o título ‘Os Vampiros de Salem’ (no Brasil), a minissérie foi ao ar em 1979. É claro que depois, na era das videolocadoras, a produção foi comercializada como uma fita dupla, assim como muitas das obras de King, como ‘It – Uma Obra-Prima do Medo’ e ‘Tommyknockers’.
Na década de 1980, ‘Salem’s Lot’ finalmente chegaria aos cinemas, embora muitos sequer lembrem. Acontece que foi na forma de uma produção sem-vergonha do saudoso picareta Larry Cohen. A obra nada tinha a ver com o texto de Stephen King, e se tratava de uma continuação da minissérie da década anterior. Apesar da baixíssima qualidade, o longa foi um lançamento da Warner, e também seria a única vez que a criação de King (de uma forma ou de outra) foi lançada nos cinemas.
Poucos devem saber ou lembrar, mas ‘Os Vampiros de Salem’ teve uma continuação para os cinemas em 1987.
Em 2004, mais uma minissérie usando o texto de King como base chegava às telinhas. Desta vez no canal a cabo TNT. Novamente em dois episódios, quem protagonizada a história aqui era Rob Lowe, mas a produção ainda contou com nomes de peso como Donald Sutherland, Rutger Hauer, James Cromwell e Andre Braugher.
Na trama de ‘Salem’s Lot’, o escritor Ben Mears retorna à sua cidadezinha no coração dos EUA, no Maine (onde se passam a maioria das histórias de Stephen King). O local em questão é a fictícia Jerusalem’s Lot, e o título é a sua abreviação. Aliás, esse é mais um protagonista de Stephen King que é um escritor. Uma vez no local, Mears começa a notar que a cidade não está exatamente como era antes, e situações misteriosas começam a ocorrer, coincidindo com a sua chegada.
Rob Lowe foi o protagonista da versão da TNT para a obra de King há 20 anos, em 2004.
O novo morador do local é o suspeito Straker, dono de uma loja de antiguidades, que fez moradia na antiga mansão Marsten. Esse é o título, aliás, da segunda minissérie (da TNT) aqui no Brasil (‘A Mansão Marsten’). O local por si só tinha fama de amaldiçoado, e agora a sua fama irá corresponder. Ao mesmo tempo em que investiga os acontecimentos suspeitos, Mears se envolve com Susan e conhece o menino Mark, que terminará a história como seu “sidekick”. E sim, essa é uma história de vampiros, que até tem inspiração no clássico Drácula, de Bram Stoker. Straker, por exemplo, é o equivalente de Renfield, preparando a chegada de seu mestre. Aqui o vampirão é Kurt Barlow, um ser monstruoso, cujo visual tem clara inspiração em ‘Nosferatu’.
A nova versão do conto, intitulado por aqui ‘A Hora do Vampiro’, é mais uma que infelizmente não conseguiu ver seu lançamento nas salas de cinema. Ou seja, de quatro obras com o título, apenas uma, a mais picareta e que não era oficialmente uma adaptação do conto de King, foi a que estreou nas telonas. ‘A Hora do Vampiro’ tem produção de outro mestre, James Wan, e direção de seu apadrinhado Gary Dauberman, responsável pelo comando de ‘Annabelle 3’.
Anunciado desde 2019, ‘A Hora do Vampiro’ gerava grande expectativa por parte dos fãs, em especial pois seria a primeira vez que o conto de King iria para as telonas em grande estilo. Seria a primeira oportunidade dos fãs assistirem à sua querida história na tela grande, feita da maneira certa. Enquanto ainda estava sendo filmado, eis que surge na surdina uma grande pedra no sapato de ‘A Hora do Vampiro’, trazida pela rival Netflix.
Corta para 2018, um ano antes da produção de ‘A Hora do Vampiro’ começar. Esse foi o ano do lançamento de ‘A Maldição da Residência Hill’, grande sucesso da Netflix na forma de uma minissérie em 10 episódios, que parou e surpreendeu positivamente os fãs de terror e a cultura pop de forma geral. Escrito, dirigido e produzido porMike Flanagan, a obra é uma adaptação moderna do clássico livro de Shirley Jackson ‘The Haunting of Hill House’. A qualidade da minissérie foi assombrosa, e muito comentada na época.
Dois anos depois,Mike Flanagan se uniu de novo à Netflix, desta vez para adaptar ‘A Volta do Parafuso’, de Henry James, na forma de outra minissérie, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’, em 2020. Mas o autor não parou por aí, e logo no ano seguinte buscava um novo projeto para a parceria. ‘Missa da Meia-Noite’ recuperou o prestígio absoluto de sua primeira minissérie, e se tornou a primeira obra original do realizador. Bem, original em partes, porque o que Flanagan fez foi pegar bastante inspiração justamente em ‘Salem’s Lot’.
‘Missa da Meia-Noite’ é uma reimaginação não declarada (ou talvez sim) da obra de vampiros de Stephen King. Vejam esta história: Riley Finn retorna à sua velha cidadezinha, localizada em uma ilha, em uma região pesqueira e humilde dos EUA. No local, ele encontra uma antiga paixão, nas formas de Erin. O sujeito começa a perceber situações bem estranhas, em especial no diz respeito ao novo padre do local, o Padre Paul (o rouba-cenas Hamish Linklater). Sem querer estragar para os que não assistiram, essa também é uma história de vampiros, e pela sinopse podemos perceber que guarda inúmeras similaridades com o conto de King.
De fato, o próprio Stephen King não poupou elogios ao resultado da minissérie após seu lançamento. E foi uma via de mão dupla, pois Mike Flanagan tampouco escondeu sua inspiração no famoso conto do escritor. ‘Missa da Meia-Noite’ é a melhor adaptação do livro de King porque, primeiro, não se declara como tal. Segundo, traz um tema batido e o moderniza para os dias de hoje, inserindo muitas das questões sociais pertinentes, como fanatismo e cegueira religiosa, má interpretação da bíblia, preconceito racial contra imigrantes, e por aí vai. Fora isso, toma muitas liberdades criativas com o material, já que não é declaradamente uma refilmagem, e cria inúmeras reviravoltas inesperadas, incluindo o destino de alguns dos personagens principais.
‘Missa da Meia-Noite’ se tornou sensação e todo mundo estava falando sobre ela. Seu lançamento foi em 2021, mas ela ecoou por 2022 também. Sendo assim, essa era justamente a época que ‘A Hora do Vampiro’ estava para sair. O longa foi adiado para o ano de 2023 e novamente para 2024. Por um longo tempo o projeto ficou escondido, e chegou a ser arquivado. Na época especulava-se que seu destino seria igual ao de produções como ‘Batgirl’ e ‘Coyote vs. Acme’, dois filmes prontos que a Warner simplesmente colocou em seu cofre e coletou o dinheiro do seguro. ‘A Hora do Vampiro’ parecia se encaminhar para o mesmo.
‘A Hora do Vampiro’ era planejado para o cinema, mas ficou no streaming. Antes o filme havia sido engavetado.
Eis que nos 45 do segundo tempo, a Warner anuncia o filme para o halloween de 2024, mas não nas salas de cinema como havia sido planejado, e sim para uma estreia direto na Max. Embora jamais tenha sido divulgado, e provavelmente nunca será, ‘Missa da Meia-Noite’ pode ter tido efeito na estreia de ‘A Hora do Vampiro’, já que ambas as obras trazem tramas muito similares. Entre mortos e feridos, ambos se deram bem. ‘Missa da Meia-Noite’ se tornou fenômeno em sua época de lançamento, mesmo que hoje, três anos depois não seja mais tão falada quanto deveria. E ‘A Hora do Vampiro’ também não fez feio, já que conquistou o primeiro lugar do top 10 da Max. O longa ainda se mantém no ranking hoje, em terceira posição.
Dirigido por Assaf Bernstein, o filme será lançado em VOD no dia 12 de outubro.
A trama gira em torno de Maria, uma estudante alienada cuja vida vira de cabeça para baixo quando ela troca de lugar com seu reflexo sinistro no espelho.
A primeira temporada irá estrear na plataforma no dia 30 de agosto.
“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”
Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel(Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.
Em um Bairro de Nova York é a adaptação da peça homônima. O longa acompanha alguns dias de uma comunidade latina na periferia de Nova York. A partir do protagonista Usnavi (Anthony Ramos), dono de uma mercearia, a história retrata um grupo em busca de seus sonhos.
A 1ª temporada da comédia musical ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist‘ (Zoey’s Extraordinary Playlist) estreou na Globoplay! Todos os episódios do primeiro ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.
Na série, Zoey sofre um acidente e acaba sendo capaz de ouvir os pensamentos das pessoas através de números musicais.
Confira o trailer:
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.
A sequência ‘Uma Noite de Crime 5 – A Fronteira‘ (The Forever Purge) ganhou novas imagens oficiais.
Confira:
Leven Rambin as Harper Tucker in The Forever Purge, directed by Everardo Valerio Gout.
O novo filme se passará APÓS a abolição do expurgo e seguirá um grupo de purgadores mascarados do Texas que se recusa a desistir da luta.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.
Vale lembrar que o filme recebeu classificação Rated-R (para maiores de 18 anos) por “violência extrema, cenas sangrentas e linguagem chula”.
James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.
A trama se passará após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e será focada em Adela (Reguera) e Juan (Huerta), que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.
A continuação será produzida por Brad Pitt através da Plan B Entertainment.
Alegadamente, as filmagens estão programadas para o verão norte-americano. Infelizmente, a Warner Bros. ainda não confirmou o projeto.
Anteriormente, o roteirista Seth Grahame-Smith (‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros’) havia comentado sobre o projeto.
“É engraçado, quando eu me encontrei com Tim [Burton] para conversar sobre a sequência há uns cinco anos, concordamos que há milhões de formas de dar errado, e apenas uma quatro ou cinco de dar certo. É algo tão complexo, que até me sinto aliviado de não ter concluído nada.”
Ele continuou:
“Se acontecer algum dia, ótimo. Se não, tudo bem… Michael KeatoneTim Burton continuam tão relevantes como há 30 anos, mas você precisa que ambos estejam animados com a sequência para fazer funcionar. Eu não posso fazer isso sozinho. Quem sabe outra pessoa possa.”
Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.
Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).
Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.
A nova série irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).
Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.
Em uma pacata cidade montanhosa, Cindy tem seus pais assassinados e seu Natal roubado por uma figura verde sedenta de sangue em um traje vermelho de Papai Noel – uma espécie de Grinch, da lenda natalina da literatura. Mas quando a voraz criatura que odeia o Natal começa a aterrorizar a cidade e ameaça arruinar o feriado, ela encontra um novo propósito – prender e matar o monstro.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Steven LaMorte também assina o roteiro ao lado da Flip Kobler e Finn Kobler;
» David Howard Thornton, que interpretará a versão assassina do Grinch neste filme, também deu vida a outro antagonista icônico do gênero: o Palhaço Art, da franquia ‘Terrifier‘;
Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2025.
Vale lembrar que a 2ª temporada da produção está sendo exibida atualmente. O próximo episódio, intitulado Most Eligible Superman, irá ao ar no dia 15 de junho.
No novo capítulo, Kara Zor-El tenta “enfrentar” um ônibus quando chega à Terra, mas é salva por um pedestre antes da colisão, deixando claro que ela ainda precisa se habituar ao novo planeta.
Confira a prévia:
Tune into #Toonami on Saturday, June 15th at midnight to catch the next brand new episode of My Adventures with Superman Season 2, “Most Eligible Superman”! pic.twitter.com/YPNB5K6hLo
Vale lembrar que os novos episódios darão mais destaque ao Lex Luthor, um dos vilões mais icônicos do Homem de Aço, e irão introduzir a Supergirl.
Segundo o ComicBook, “Na nova temporada, os três melhores amigos enfrentam uma série de novas ameaças. Inimigos poderosos surgirão do passado alienígena de Clark, Amanda Waller mirará no Superman, Lois lidará com o futuro e Jimmy Olsen gastará uma quantia inacreditável de dinheiro. Krypton está chegando para nossos jovens heróis, e sua chegada testará sua força, lealdade e amor como nunca antes”
Além de Jack Quaid, no papel do herói, o elenco de dublagem conta com Alice Lee (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) como Lois Lane.
A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam.
Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.
Em menos de um mês, a sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 370 milhões nas bilheterias mundiais.
Após permanecer no topo das bilheterias norte-americanas por três finais de semanas consecutivos, o longa da Marvel foi desbancado pela estreia de ‘Mickey 17‘ (US$19.1M) – caindo para a segunda colocação.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 176.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 194.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 370.7 milhões.
O TOPO 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$21.2M), México (US$14.5M), China (US$14.3M), França (US$12.8M) e Coreia (US$11.2M).
De acordo com o Deadline, o filme teve uma excelente retenção no Brasil e na Espanha, caindo apenas -25% e -28% em comparação ao final de semana anterior, respectivamente.
Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e vai precisar arrecadar em torno de US$ 425 milhões para se pagar.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
O Hulu renovou oficialmente a série de comédia ‘Chad Powers: O Quarterback‘ para a 2ª temporada.
Anteriormente, o astro Glen Powell (‘Todos Menos Você’) havia comentado sobre o que podemos esperar do segundo ciclo: “Se formos renovados para uma nova temporada, eu certamente estarei no Texas Longhorns. Meu personagem estará jogando lá na segunda temporada.”
Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.
Apesar de ter conquistado a maior parte do público, a produção dividiu a opinião dos críticos – conquistando apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Em 2011,Gareth Evans dirigiu a sensação do cinema indonésio ‘Operação Invasão‘ (Serbuan maut), que ganhou continuação em 2014 e tem seu terceiro filme confirmado.
A XYZ Film, que produz as gravações, lançou um vídeo em que Grillo e Carnahan anunciam a refilmagem do longa – a produtora também foi a responsável pelo filme de 2011.
A história acompanha uma equipe de elite, que acaba presa em um prédio durante uma operação. Cercados pela gangue do traficante mais famoso da cidade, o grupo precisa enfrentar a missão mais difícil de suas carreiras para sair do local com vida.
O diretor do filme original, Gareth Evans,vai produzir o longa. O roteiro ainda não teve nenhum nome confirmado, mas é provável que ficará por conta do próprio Joe Carnahan.
Até o momento, não foram anunciadas as datas de filmagens e de lançamento do filme.
A CW já liberou a novas imagens do episódio 4×6 ‘The Flash’, que traz Hartley Sawyer trajando o uniforme do Homem Elástico lado a lado com Barry Allen.
A sequência ‘Rambo 5‘ parece ter encontrado seu diretor. Segundo rumores compartilhados pelo portal GWW,Adrian Grunberg é quem vai assumir a direção do longa.
Grunberg é mais conhecido por ter dirigido o filme de ação ‘Plano de Fuga‘, estrelado por Mel Gibson e lançado em 2012 nos cinemas.
Além disso, a continuação estrelada por Sly Stallone parece ter ganhado um título. Segundo o ScreenRant, a produção se chamará ‘Rambo: Las Blood‘. No entanto, é importante ressaltar que a informação não fora confirmada e se trata apenas de um rumor especulativo.
Em Cannes, foi divulgada a primeira arte da aguardada sequência ‘Rambo 5‘.
Confira:
Sylvester Stallone ainda cotado como autor do roteiro, que gira em torno do sequestro de uma das filhas de um amigo de Rambo.
Segundo o Deadline, “Rambo tem trabalhado em um rancho nos últimos anos e acaba cruzando a fronteira entre os Estados Unidos e o México, ficando frente a frente com o chefão de um dos cartéis mais violentos do país”.
Os fãs da aclamada série ‘Orphan Black‘ vão poder retornar à narrativa, com a chegada de ‘Orphan Black: The Next Chapter‘, uma série sequência feita em audiobook.
O novo projeto continua a trama original, se passando oito anos após os eventos da série da BBC, quando a bióloga Cosima e suas sestras, Sarah Manning e Alison Hendrix, são forçadas a abrir mão de suas vidas tão protegidas para impedir um desastre global.
Trazendo Tatiana Maslany à frente do projeto como a narradora, a série em audiobook visa explorar novos formatos de mídia, que façam o uso da criatividade e imaginação da audiência.
E segundo a atriz e protagonista da produção, os fãs podem esperar muitas novidades na sequência. Em entrevista à revista EW ela disse:
“Teremos muitos novos personagens, incluindo novos clones e pessoas em suas vidas, além de outros que novamente estão tentando controlá-los e manipulá-los. Então, haverá uma nova leva de personagens”.
O primeiro episódio de ‘Orphan Black: The Next Chapter‘ será lançado vida a Serial Box, em 12 de setembro. Cada semana um novo capítulo será disponibilizado.
Após o quinto episódio, a série em audiobook entrará em um hiato de meio de temporada, retomando sua narrativa em outubro.
‘Orphan Black’ estreou em 2013 e contou a história de Sarah Manning, uma “rebelde sem causa” que, numa noite, presenciou o suicídio de uma mulher de negócios ao pular em frente ao trem – uma mulher que se parecia muito com ela mesma. Sendo uma golpista muito habilidosa, ela vê uma oportunidade de assumir a identidade dela até perceber que mudar de vida seria muito perigoso – incluindo experimentos com clones que explicam sua semelhança com Beth e outras seis personagens.
A série foi protagonizada por Tatiana Maslany, que ganhou grande aclame por sua múltipla atuação, levando para casa uma estatueta do Primetime Emmy Award de Melhor Atriz em Drama em 2016.
O longa teve sua estreia na grade de programação nesta sexta-feira (21).
Na trama, Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.
Confira as imagens do filme, junto ao trailer legendado:
‘O Culpado’ (‘The Guilty’), remake do thriller de ação dinamarquês dirigido por Gustav Möllere lançado em 2018 no Festival de Sundance, ganhou várias imagens oficiais.
A história é focada em um operador da polícia em um call center que recebe uma ligação de uma mulher sequestrada e logo é arrastado para um mundo de puro caos.
No vídeo promocional, um grupo de bilionários se vê preso em uma enorme conspiração que os coloca como vilões mundiais, em virtude do uso indiscriminado da IA.
A produção, estrelada por Steve Carell, estreia em 31 de maio, às 20h, no canal HBO. O longa também será lançado simultaneamente no streaming MAX.
Confira:
Segundo a sinopse oficial, ‘Mountainhead‘ se passa “no contexto de uma crise internacional contínua” e segue um grupo de amigos bilionários.
A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.
O suspense parece ter acabado sobre o tema principal da segunda temporada de ’13 Reasons Why’: assédio sexual.
Em entrevista para o THR, o showrunnerBrian Yorkey revelou que Hannah (Katherine Langford) ainda terá grande presença na série, mas a 2ª temporada irá focar em dramas de outros personagens, como o da Jessica (Alisha Boe) após ter sido estuprada.
“Certa vez li que alguém acreditava que sua história tinha chegado ao fim, pois ela tinha contado tudo para seu pai. Mas essa é a razão para termos mais episódios. Tudo está apenas começando. Vamos acompanhar como alguém passa de vítima para se tornar sobrevivente de assédio sexual”
Além disso, Yorkey ainda contou que surgirá um novo mistério que Clay (Dylan Minnette) terá que desvendar.
Enquanto isso, a Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada. Junto com o vídeo veio também a data de estreia: 18 de maio. Assista:
Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?
O remake do clássico ‘Amor, Sublime Amor‘, deSteven Spielberg, contará com o atorAnsel Elgort (‘Em Ritmo de Fuga’) como protagonista. A informação foi confirmada pela Variety.
O ator viverá o personagem de Tony, que foi interpretado por Richard Beymer no filme original de 1961.
As filmagens devem iniciar no início da segunda metade de 2019.
Segundo o portal Discussing Film, o musical começará suas filmagens em julho. Embora não haja confirmação oficial, a data faria sentido, considerando que a produção de ‘Indiana Jones 5‘ foi adiada, com especulações que apontam que as gravações serão iniciadas apenas em 2020.
‘Amor, Sublime Amor’ foi lançado em 1961 e a trama se passa no lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, onde ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa. O longa foi indicado a 11 Oscars e levou 10, incluindo de melhor filme.
O cinema nacional tem ganhado cada vez mais destaque ao apresentar produções que fogem dos dois estilos que, durante anos, foram os que mais tiveram espaço por aqui: as comédias clichês e os enredos com crítica social sobre morro versus asfalto. O que acontece é que, atualmente, diretores e roteiristas brasileiros têm se enveredado por caminhos mais arriscados, criando longas que atendem a todos os gostos e que também são aclamados em outros países – como é o caso de Que Horas Ela Volta?(2015) e Aquarius (2016). Tudo bem que nem todas as produções precisam seguir essa linha do cinema de gênero ou devem, necessariamente, ter uma mensagem forte a ser transmitida; no entanto, não dá para não se decepcionar quando um novo filme não cumpre muito bem nem sua simples proposta de entreter – como acontece no recente OGalã, dirigido por Francisco Ramalho Jr. .
Na trama, Thiago Fragoso interpreta Júlio – um ator fracassado e não muito talentoso que vive atrás de chances para crescer na profissão. Ele até chega perto de realizar seu sonho quando é escalado para atuar em uma novela; mas, como seu personagem morre logo na segunda semana do folhetim, a fama não chega nem perto de ser alcançada. Por outro lado, seu meio irmão Beto (Luiz Henrique Nogueira) é um famoso roteirista de novelas que está escrevendo uma nova obra para o horário nobre – por isso, mesmo sem ter tanto contato com ele, Julio o pede abrigo e uma indicação para ser o galã do enredo depois que é despejado do apartamento em que morava pela falta de pagamento do aluguel. Em troca, fica a promessa de ajudá-lo a ser menos recluso para que finalmente possa conquistar Raquel (Christine Fernandes), a vizinha dos seus sonhos.
No meio disso tudo, o personagem de Fiuk, Raul, aparece como o antagonista. Diferentemente de Julio, ele é famoso, atua bem e mal precisa de testes para ser escalado para um papel – o que faz com que apareça como uma verdadeira ameaça quando decide procurar o diretor para revelar seu interesse em ser o galã do novo roteiro de Beto. Para quem ainda acompanha novelas e sabe sobre as críticas constantes que o cantor/ator filho de Fábio Jr. recebeu depois de atuar de maneira mecânica em A Força do Querer (2017), soa até irônico vê-lo como um personagem que é aclamado em sua profissão e uma ameaça real para qualquer outro ator que queira concorrer com ele.
Já a atuação propositalmente caricata e forçada de Thiago Fragoso – que não parece ter objetivo nenhum ao longo do filme – causa estranheza, já que o ator sempre entregou uma performance convincente nas novelas. É somente em um dos momentos com seu par romântico Adriana (ChristianaUbach) e na hora de fazer o teste final para o papel de galã – duas partes mais dramáticas – que ele aparece do jeito que conhecemos. Mas, no decorrer do longa, tanto a expressão corporal quanto os trejeitos e o tom de voz só nos fazem sentir vergonha alheia do personagem. Ainda que seja a intenção do filme mostrar um artista canastrão e seguro de si, o tom definitivamente não funciona e não faz o público sentir empatia pela trajetória de Julio.
O mesmo acontece com os relacionamentos do enredo: tudo segue rápido demais, sem uma construção que nos leve a acreditar naquele amor e torcer por ele. A paixão de Beto – que tem TOC – pela psiquiatra Raquel, por exemplo, poderia render vários momentos inusitados na história; mas, além de ter sido correspondida de maneira inesperada, veio acompanhada de situações óbvias e que pouco acrescentaram à trama. O casal protagonista, por sua vez, tem um ou dois momentos tocantes, mas não suficientes para que nos importemos com eles e muito menos com seu happy ending.
Até mesmo a comédia, que seria o foco do filme, deixa a desejar com seus diálogos e recursos extremamente clichês – como quedas para gerar riso e frases como “eu morri e estou no céu?” ao aparecer uma mulher bonita. Você provavelmente já viu/ouviu isso umas 534323 vezes em produções por aí, não é? Então. Além disso, O Galã também tenta, mas não consegue deixar nenhuma lição para o público absorver – já que o protagonista não passa por nenhum processo de desenvolvimento/amadurecimento no decorrer da história. E quem de fato passa, como é o caso do personagem de Luiz Henrique Nogueira, o faz como em um passe de mágica.
Curiosamente, seguindo a máxima de “deixar o melhor para o final”, o momento mais engraçado e a melhor sacada do longa só aparece no pós-créditos. Mas, ainda que dê para dar uma boa risada com a piada em questão, o filme já nos perdeu há muito tempo por não conseguir cumprir bem o seu papel durante os 80 minutos de duração. Assim, no fim de tudo, só fica a pergunta: tem galã para escolher, mas cadê a graça?
Durante essa semana, muita expectativa foi atraída pelo fato de Hugh Jackman ter prometido realizar um grande anúncio. Não demorou nem mesmo um mísero segundo para que os fãs já começassem a sonhar com o ator revelando que voltaria encarnar o anti-herói Wolverine mais uma vez.
Entretanto, seu “grande anúncio” foi revelado e não tem nada a ver com os X-Men ou a Marvel. De acordo com a Variety, Jackman pretende entrar em turnê com seu show de um homem só visitando diversas cidades americanas.
O ator também cantará ao menos duas das músicas do adorado filme ‘O Rei do Show‘. Ainda não há informação da tracklist dos shows que o ator oferecerá, mas há certeza de ter ao menos uma canção de cada musical que ele já protagonizou.
De certa forma, é um anúncio importante para a carreira do ator, se dedicando mais aos palcos com presença pessoal. Só resta sonhar que um dia Jackman retorne às garras de adamantium de seu consagrado personagem.
A Fox anunciou hoje, 13, que a sexta temporada da aclamada série ‘Empire’ será sua última.
“Estamos transformando a última temporada em um evento televisivo”, disse o CEO da emissora, Charlie Collier, em uma declaração oficial. “Um dos grandes benefícios em anunciar uma temporada final é que poderemos fazer o final que os fãs estão aguardando”.
Criada por Lee Daniels e Danny Strong, a série inicialmente foi desenvolvida como um longa-metragem.
Na trama, Lucious Lyon é um rapper que saiu das ruas e prosperou na música. Dono da gravadora Empire, ele construiu um império no meio musical. Em paralelo a isso, Cookie, sua afiada ex-esposa, retorna depois de passar 17 anos na prisão disposta a recuperar tudo que perdeu.
Apesar de tentar segurar a data original de estreia de ‘Tenet’, Christopher Nolan pode ter se rendido ao adiamento completo dos lançamentos da indústria cinematográfica hollywoodiana.
Ainda que nenhum comunicado oficial do diretor ou da Warner Bros. tenha sido divulgado, o dia 17 de julho foi removido das redes sociais do longa-metragem, podendo indicar que a nova data será anunciada com o trailer a ser exibido hoje (21), às 21h.
Confira:
The official Twitter page for ‘Tenet’ has removed any mention of its July 17 release date 👀
Apesar disso, os executivos da Warner Bros. estão pensando em adiar devido às paralisações causadas pela pandemia do Coronavírus.
Segundo o Deadline, o estúdio exige que pelo menos 80% dos cinemas do mundo estejam abertos para que ‘Tenet‘ possa ser lançado em 17 de julho. Internamente, esse requisito inclui Los Angeles, São Francisco e Nova York, que podem representar 25% do fim de semana de estreia de um filme nas bilheterias.
‘Tenet‘, que custou US$ 200 milhões, exige que 3.500 salas de cinema nos EUA estejam abertas e mais de 30.000 telas em todo o mundo, segundo a fonte. Se a maioria dos cinemas não mostra sinais positivos de reabertura na primeira semana de junho, ‘Tenet‘ será adiado para 14 de agosto, forçando ‘Mulher-Maravilha 1984‘ a ser lançado em dezembro.
Segundo o CEO da IMAX, Richard Gelfond, Nolan está lutando para manter a data de estreia para julho de 2020, na expectativa de que os cinemas voltem a funcionar em breve. É importante salientar que, ‘Tenet’ é um dos poucos filmes que não haviam sido adiados pela Warner Bros. até o momento.
Durante uma reunião trimestral sobre faturamento, o presidente da IMAX revelou:
“Eu sei que o Chris quer muito lançar seu filme nos cinemas, mas isso depende de uma série de coisas, incluindo as regulamentações dos cinemas, o vírus e todos os demais aspectos relacionados. Alguns cineastas estão muito ansiosos para estrear seus longas, mas não conheço ninguém que esteja lutando mais que o Chris Nolan para garantir que os cinemas sejam abertos, para que ele possa lançar sua produção em julho, conforme já estava previamente agendado”.
As últimas semanas têm sido bastante enérgicas para a indústria musical – e, sete dias depois de Alicia Keys fazer seu tão aguardado comeback, chegou a vez de outros nomes voltarem a fisgar nossa atenção com canções incríveis e álbuns bastante chamativos.
De fato, os highlights dessa semana se destinam a Melanie Martinez, que fez seu retorno pouco mais de um ano com seu último CD. O EP‘After School’ não apenas veio acompanhada de sete novas faixas, mas o primeiro single, “The Bakery”, cujo videoclipe já está disponível no YouTube. Kylie Minogue também lançou a segunda faixa promocional de ‘Disco’, “Magic”, voltando para os anos 1970 com uma vibrante e dançante atmosfera. E Vin Diesel (sim, o Dominic Toretto de ‘Velozes e Furiosos’) fez sua estreia no mundo da música com “Feel Like I Do”.
Melanie havia anunciado a sequência do álbum visual ‘K-12’ há poucos dias – e os rumores se concretizaram com o lançamento surpresa de “The Bakery”, primeiro single da nova era. Acompanhado de um videoclipe totalmente bizarro e on point quando pensamos na estética da artista, a iteração é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores do ano.
Depois de lançar a oscilante “Say Something”, a princesa do pop australiana resolveu investir em “Magic” – e superou todas as nossas expectativas ao voltar para a pista de dança com uma narrativa romântica movida pelo disco. A canção, também um dos pontos altos de 2020, teve o clipe oficial lançado pouco depois, trazendo Kylie mais linda do que nunca.
Vin Diesel não é apenas um astro dos filmes de ação, como é um amante da música – e realizou seu sonho de lançar um single no último dia 25 de setembro, “Feel Like I Do”. Colaborando com o famoso DJ Kygo, Diesel emprestou seus vocais para um electro-pop oitentista, fazendo uso de sintetizadores e de teclados elétricos.
Lana Del Rey pode ter nos deixado órfãos desde o lançamento do bombástico e aclamado ‘Norman Fucking Rockwell’ – e, enquanto ela não lança seu novo álbum, ao menos se reuniu com Matt Meeson para a deliciosa rendição country-pop “Hallucionogenics”, cujo ponto alto é a provocante química que compartilham desde os primeiros versos.
Os titãs da música latina Jennifer Lopez e Maluma se reuniram nos últimos dias para entregar aos fãs não apenas um, mas doissingles recheados de sensualidade e visuais incríveis, “Pa Ti” e “Lonely”. Apostando em uma semi-balada reggaeton, a dupla mostra seus melhores movimentos em um romance quente e sexy que se transforma em um pesadelo sem precedentes.
Já fazia dois anos desde que Carrie Underwood não nos agraciava com sua belíssima voz – e, poucos meses antes das celebrações natalinas, ela retornou com sua própria releitura de nada menos que 12 clássicos de fim de ano, desde Beethoven até Taylor Swift (sim, é isso mesmo que você leu).
“The Bakery” não foi a única surpresa de Melanie nesta última semana – ela também aproveitou o hype para divulgar o EP‘After School’. Ao longo de sete faixas, a cantora e compositora retorna com suas pesadas letras e suas pungentes críticas sociais no que apenas podemos chamar da investida mais coesa de sua carreira.
‘CHIP CHROME & THE MONO-TONES’, The Neighbourhood
Poucos anos depois de lançar seu último álbum de estúdio, a banda de rockThe Neighbourhood voltou com o compilado de originais ‘Chip Chrome & The Mono-Tones’, que já está se tornando um favorito da crítica em 2020. O CD é precedido pelos singles“Cherry Flavoured” e “Lost in Translation”, além de ser formado por nove outras faixas.
Com recepção bastante positiva por parte da crítica internacional, ‘Tickets to My Downfall’ representou um grande afastamento de Machine Gun Kelly de suas incursões anteriores no rap, mergulhando, dessa vez, na poderosa sonoridade do pop-punk. O álbum é acompanhado pelos singles“Bloody Valentine” e “Concert for Aliens”.
Sufjan Stevens é um prolífico e interessante nome da indústria fonográfica contemporânea – e, meses depois de ter lançado ‘Aporia’, ele retornou com um compilado de quinze canções originais intitulado ‘The Ascension’. Caindo no gosto da crítica, o CD mistura elementos do electro-pop, da música ambiente e até mesmo do pop industrial – e promovido pelos singles“America”, “Video Game” e “Sugar”.
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