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‘Top Gun: Maverick’ ultrapassa US$ 1.1 bilhão nas bilheterias mundiais

Top Gun: Maverick‘ continua dominando as bilheterias mundiais! O longa ultrapassou US$ 1.1 bilhão mundialmente – aumentando ainda mais sua vantagem como a maior bilheteria do ano.

Vale lembrar que essa é a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.

Nos EUA, o longa arrecadou sólidos US$ 564 milhões. No mercado internacional, foram US$ 544.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes $1,108.5 bilhão mundialmente.

Assista a nossa crítica:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

Roteiro de ‘Thunderbolts’ terá que ser completamente reescrito [RUMOR]

Em entrevista ao podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider revelou detalhes sobre os bastidores da adaptação de ‘Thunderbolts‘, próximo projeto da Marvel Studios.

Recentemente, foi reportado que Lee Sung Jin havia sido contratado para atualizar o roteiro do longa, originalmente escrito por Eric Pearson (‘Viúva Negra’), mas Sneider afirma o enredo do filme terá que ser completamente reescrito.

“Eu ouvi que [a Marvel] descartou o roteiro original. O enredo [de Pearson] tinha um problema parecido com ‘Esquadrão Suicida’, de David Ayer; era muito focado nos personagens de ‘Viúva Negra’ que irão retornar em ‘Thunderbolts’. Não havia tanto destaque para os outros personagens da equipe. A história dava muito espaço para os personagens que nós já conhecemos,” revelou o insider.

Anteriormente, Lee Sung Jin (‘Treta’) comentou sobre ter a chance de atualizar a história: [O diretor] Jake [Schreier] perguntou se eu queria participar do projeto. Eu provavelmente deveria ter tirado uma pausa, mas há vários temas e coisas legais sobre o filme. É realmente uma honra fazer parte de algo da Marvel, mas é muito diferente. Primeiro: não é o meu projeto, é do Jake. É um escopo enorme – e o tipo de escrita é muito diferente. Ao mesmo tempo, o processo é similar. Ainda falo com Jake todos os dias. Acho que, quando você encontra o grupo de pessoas que ama e confia e que são tão talentosas, você faz o possível para continuar trabalhando com elas”.

Lembrando que, segundo o The Cosmic Circus, as gravações do filme começam no dia 12 de junho, aproximadamente um ano antes de sua estreia, em julho de 2024.

E uma das novidades acerca do filme é a escalação do astro Steven Yeun, o Glenn de ‘The Walking Dead‘, para o filme. Em entrevista para a Empire Magazine, o ator comentou um pouco sobre por que resolveu aceitar entrar para o MCU:

“Não sei se estava explicitamente na minha lista de desejos”, disse Yeun. “Foi mais a história, trabalhar com Jake Schreier novamente, e quais eram suas intenções. As intenções do personagem específico que eles queriam que eu interpretasse eram muito claras, e foi isso que me atraiu para o filme.”

Seu papel, ainda não revelado, não é apenas para este filme, mas também será significativo em futuros filmes do Universo Cinematográfico da Marvel.

Anteriormente, o ComicBook.com divulgou que Ayo Edebiri, conhecida por seu trabalho como Sydney Adamu na série ‘O Urso’, foi escalada para o elenco do longa.

Detalhes sobre seu papel também não foram revelados. A atriz também é conhecida por suas performance sem ‘Big Mouth’‘Dickinson’.

Yeun e Edebiri se juntam aos previamente confirmados Wyatt Russell como John Walker/Agente Americano, Hannah John-Kamen como Ava Starr/Fantasma, Harbour como o Guardião Vermelho, Olga Kurylenko como a Treinadora, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal e Pugh como Yelena Belova/Viúva Negra.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Linda Hamilton enfrentará alienígenas MORTAIS no sci-fi de ação ‘Osiris’; Confira a 1ª imagem!

O sci-fi de ação ‘Osiris‘, estrelado pela lendária Linda Hamilton (‘O Exterminador do Futuro’), ganhou a primeira imagem oficial.

Confira:

Na trama, uma equipe de Forças Especiais está no meio de uma operação quando é subitamente abduzida por uma nave misteriosa. Quando acordam neste ambiente desconhecido, eles logo descobrem que estão sendo caçados brutalmente por uma impiedosa raça alienígena.

O elenco ainda conta com Max Martini (‘Círculo de Fogo’), Brianna Hildebrand (‘Deadpool’) e LaMonica Garrett (‘Operação: Lioness’).

William Kaufman (‘Busca Explosiva 4’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Paul Reichelt.

Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.

‘Pinguim’ está em perigo na prévia do PENÚLTIMO episódio da série; Confira!

O Max divulgou a prévia do sétimo (e penúltimo) episódio de ‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘, estrelada por Colin Farrell.

Intitulado Top Hat, o capítulo vai ao ar no dia 3 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Novas aventuras no divertido trailer da ÚLTIMA temporada de ‘Solar Opposites’; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo da 6ª (e última) temporada da série animaada ‘Solar Opposites‘.

Além disso, foi confirmado que o ciclo final estreará no dia 13 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A temporada final contará com o comportamento caótico habitual de Korvo, Terry, Jesse e Yumyulack, “enquanto o capítulo final de um drama épico se desenrola para as pessoas encolhidas que eles aprisionaram em sua Muralha.”

Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan são os criadores da atração.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Dan Stevens, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

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Rebecca Ferguson retorna no teaser da 3ª temporada de ‘Silo’; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Silo‘, série distópica estrelada por Rebecca Ferguson.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo estreará no dia 3 de julho.

Confira, com as imagens oficiais:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.

A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.

Também estrelam Common (‘Esquadrão Suicida’), Harriet Walter (‘Ted Lasso’), Chinaza Uche (‘Dickinson’), Avi Nash (‘The Walking Dead’), David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’) e Rashida Jones (‘On the Rocks’).

Graham Yost (‘Justified’) é responsável pela adaptação.

Cinebiografia do criador do ‘Ursinho Pooh’ ganha belíssimo trailer

A cinebiografia do criador do icônico personagem ursinho Pooh, ‘Goodbye Christopher Robin’, ganhou seu primeiro  e emocional trailer:

Confira:

A produção, que não possui vínculo nenhum com a versão live action que será estrelada por Ewan McGregor, conta a história de A.A. Milne e sua conturbada vida familiar, principalmente pelo relacionamento difícil com seu filho, Christopher Robin.

Dirigido por Simon Curtis, o filme foi escrito por Frank Cottrell Boyce. Os protagonistas são Domhnall Gleeson, que será o artista A.A. Milne, Margot Robbie, que interpreta a esposa, Daphne Milne, e Will Tilston, que viverá o personagem homônimo, Christopher Robin.

O elenco também conta com Kelly Macdonald (Olive) e Phoebe Waller-Bridge (Mary Brown).

Ainda sem data definida, ‘Goodbye Christopher Robin’ chega aos cinemas no segundo semestre de 2017.

 

 

Rebel Terminator ganha colecionável incrível; Confira!

A empresa Sideshow Collectibles divulgou o seu mais novo colecionável, que faz parte da franquia de ‘O Exterminador do Futuro‘.

A figura de ação é intitulada Rebel Terminator e traz detalhes precisos.

Confira:

‘O Exterminador do Futuro’: Relembre os 4 filmes da franquia em 10 minutos 

Schwarzenegger conta que passou dificuldades antes de ‘O Exterminador do Futuro’ 

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

POLÊMICA! ‘The Marvelous Mrs. Maisel’: Fãs criticam protagonista por ser uma péssima mãe na TV

A aclamada comédia da Amazon, ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, pode ser um sucesso absoluto com o Rotten Tomatoes, o público e nas premiações, mas os fãs não pouparam a protagonista da produção, Midge Maisel, de duras críticas.

Por meio do Twitter, os usuários reclamaram que a personagem é uma péssima mãe e não se importa com seus filhos, gerando uma polêmica que acabou envolvendo até mesmo a intérprete da protagonista, Rachel Brosnahan. Muitos ainda falaram que ela perdera pontos por seu comportamento desligado com as crianças, se tornando uma figura menos agradável nas telas.

Respondendo aos comentários, a atriz defendeu a personagem, admitindo que ela não é a mãe do ano, mas que passaria tempo com seus filhos, só que isso não seria registrado por não ser o foco da produção.

Confira:


@KGRitch
“Eu concordo e entendo o que a série/roteiristas estão tentando fazer, mas  isso não muda o fato de que, como audiência, nós não conseguimos sentar e dizer para a TV ‘ame-a, mas ela é uma péssima mãe”.

@RachelBros

“Totalmente. Eu não sei se iria tão longe ao ponto de péssima, no entanto, ela certamente não está ganhando como ‘mãe do ano’. Mas isso também não muda o fato de que essa não foi uma das principais críticas a Don Draper ou Walter White, que eram semelhantemente ambiciosos focados em si”.

 

@andreapiccatto
“Além disso, Midge deve estar passando tempo com seus filhos ‘fora das câmeras’ e nós apenas não estamos lá para testemunhar. Porque isso seria mortalmente chato”.

@RachelBros

“Ela definitivamente está passando tempo com eles. Mas sua vida como mãe não é o foco principal da nossa história”.

 

A produção de Amy Sherman-Palladino, mesma criadora de ‘Gilmore Girls‘, tem sido elogiada por sua abordagem vanguardista, em meio a um cenário e uma década onde as mulheres eram tratadas apenas como donas de casa e tinham um certo estereótipo de perfeição a suprir.

Em ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, a personagem homônima, vivida por Rachel Brosnahan, é uma esposa e dona de casa dos anos 50, que descobre um amor e talento inveterado pela comédia stand-up. Contrariando tudo e todos, ela decide encarar o desafio, com divertidas apresentações em um pub em Nova York.

Ashley Tisdale dança hit de ‘High School Musical’ para animar os fãs em quarentena

A quarentena imposta ao redor do mundo, em virtude da pandemia do Coronavírus, tem transformado a rotina das pessoas, impedindo-nas de realizarem suas atividades corriqueiras.

E para animar seus fãs mais abatidos ou desencorajados, a atriz Ashley Tisdale recriou a coreografia da clássica canção ‘We Are in This Together’ (Estamos Todos Juntos Nessa), do musical em que estrela, ‘High School Musical‘.

A canção é bem apropriada para o momento e traz uma mensagem de encorajamento e companheirismo em um período tão delicado como esse.

Confira:

‘Riverdale’: Archie e Betty em clima de romance no novo teaser da 5ª temporada; Assista!

As coisas estão esquentando entre Archie e Betty e no 6º episódio da 5ª temporada de ‘Riverdale, intitulado “Chapter Eighty-Two: Back to School”, o romance ficará ainda mais caliente, como mostra o novo teaser da série.

Em meio a tudo isso, um novo mistério começa a rondar a cidade de Riverdale, instigando ainda mais Jughead, conforme destaca a promo.

Confira:

O capítulo em questão também ganhou sua sinopse oficial:

“BULLDOG PRIDE – Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) se preparam para seu o primeiro dia como os mais novos professores da Riverdale High. Veronica apresenta seu marido Chad ( Chris Mason) para o grupo, depois que ele aparece inesperadamente em Riverdale. Depois de perceber que estão sem recursos, Archie e Toni (Vanessa Morgan) pedem ajuda a Cheryl (Madelaine Petsch) para reiniciar os times de futebol e a torcida organizada. Por fim, Betty, Kevin (Casey Cott) e Alice (Mädchen Amick) seguem uma pista ao saber que Polly (Tiera Skovbye) pode estar em apuros.

Gabriel Correa assumiu a direção do episódio, a partir de um roteiro escrito por Ariana Jackson.

Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Charles Melton , Drew Ray Tanner e Erinn Westbrook também estrelam o episódio.

Steve Adelson assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Grassi.

Vale lembrar que a emissora The CW renovou oficialmente a série ‘Riverdale‘ para a 6ª temporada.

O quinto ciclo tem registrado uma média de 0.14 na demo, e um total de 573 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de quase 40% na audiência.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Coyote vs Acme’: John Cena vai estrelar live-action dos Looney Tunes produzido por James Gunn

O astro John Cena vai deixar o manto do anti-herói Peacemaker de lado para encarar uma nova aventura familiar com a Warner Bros.

O ator vai estrelar a comédia ‘Coyote vs Acme‘, um híbrido de live-action e animação em CG focado no clássico personagem dos Looney Tunes, Wile E. Coyote.

Dave Green assume a direção do projeto, que ainda conta com James Gunn e Chris DeFaria entre os produtores.

Samy Burch assinou o último rascunho do roteiro, que será baseado no artigo de humor da revista New Yorker, intitulado “Coyote v. Acme”. O material foi escrito por Ian Frazier e publicado em 1990.

O longa contará a história de um advogado sem sorte que assume Wile E. como cliente em seu processo contra a Acme por seus produtos defeituosos. No entanto, ele logo descobrirá que seu antigo chefe é o advogado de defesa da empresa processada.

Na trama, Cena dará vida ao ex-chefe.

As filmagens de ‘Coyote vs Acme‘ devem começar no final de março na cidade do Novo México.

Crítica Sintonia – 1ª temporada | Um Retrato da periferia de SP embalado por tiros, louvores e Funk

Das quebradas de São Paulo para o mundo, o produtor musical Konrad Dantas (mais conhecido como KondZilla), em parceria com o roteirista Felipe Braga (Marighella), arquitetou um dos mais eficientes recortes do cotidiano brasileiro dos últimos anos. Com personagens carismáticos e uma linguagem factível, Sintonia é o primeiro seriado nacional na Netflix a apresentar uma realidade particular dentro de um país multicultural e articular-se bem com o público jovem. 

Embalado pelo estratosférico sucesso do canal no Youtube com mais de 50 milhões de inscritos, isto é, o maior canal da rede no Brasil, KondZilla decidiu alçar voos mais altos e contar as histórias de suas vivências na periferia paulistana para um público mais abrangente que os seus seguidores na internet. Longe de ser apenas um seriado sobre funk, Sintonia é focado nas escolhas, desafios e amizade entre os protagonistas Nando (Christian Malheiros), Doni (João Pedro Carvalho) e Rita (Bruna Mascarenhas). 

Dividida pela perspectiva desses amigos, a narrativa percorre os caminhos dos jovens nascidos na favela, balanceando seus desejos, ambições e, acima de tudo, a sua lealdade. Os primeiros minutos apresentam Nando conciliando o cuidado com a sua família e o seu trabalho de gerente de negócios do crime. Neste caso, ele exerce a supervisão do empacotamento de droga e distribuição na favela. Ainda um iniciante na função, Nando busca uma posição mais importante no esquema do tráfico. 

Em contrapartida, seu melhor amigo Donizete mora em uma bonita casa na comunidade e é filho do dono do mercado local, Seu Chico (Vanderlei Bernardino). Diferente dos anseios do pai, entretanto, Doni sonha tornar-se um funkeiro e ouvir suas composições nas rádios. No primeiro episódio, sua música “Passeio de Nave” cai no gosto de uns produtores e ele é chamado para conversar durante um baile. Mesmo para que não curte o ritmo, as músicas do seriado são chiclete, principalmente o primeiro hit do MC Doni “Te Amo Sem Compromisso”, tornando a trajetória do personagem ainda mais envolvente. 

Ao mesmo tempo que os meninos estão batalhando para realizar os seus desejos, Rita trabalha para bancar sua precoce independência. Para isso, ela sai de casa com uma sacola cheia de mercadorias, desde produtos para cabelos até capinha para celular, a fim de vender nas ruas. Apresentada como dona se si, Rita vacila ao convidar a amiga Cacau (Danielle Olímpia) para “trampar” com ela e a menina acaba enrascada com a polícia. 

Por volta dos seus 17 e 18 anos, a cada episódio os meninos descobrem mais sobre si mesmos e as suas expectativas na vida, de acordo com as casualidades de seus passados e presentes. O que mais reflete positivo no seriado é a sua autenticidade, partindo do linguajar totalmente local, por vezes nem tão claro para os brasileiros de outras regiões. Aliás, outro ponto efetivo é a construção do roteiro voltando à realidade local, por exemplo, em nenhum momento faculdade é um desejo ou opção.

Apesar dos pais de Doni incentivarem os estudos do menino e, até mesmo, proporcionarem uma escola particular, o exemplo de admiração de Doni está nos palcos do bailão e a sua motivação de carreira segue esta meta. Já Nando, é um pai de família disposto a tudo para assegurar dignidade dentro de seu universo de poder. Para Rita a ponte entre a fé motivadora e o dinheiro se apresenta de forma cristalina e aguça a sua predisposição às vendas, enxergando a palavra de Deus como uma caminho de riquezas possíveis. 

Por outro lado, algumas atuações chegam a derrapar, assim como a conclusão e dissolução de alguns conflitos. Os momentos mais tensos do seriado sobram todos para o ator Christian Malheiros, que segura a onda, mas Nando é mais complexo do que o ator consegue expressar em cena. O seriado apresenta somente um ponta do engenhoso mundo do tráfico nas favelas, Nando cresce no movimento a passo de gigantes, tanto que é difícil entender a proporção das hierarquias desenhadas. 

Se a agilidade da narrativa pode ser um aspecto efetivo no envolvimento com espectador, em compensação ela peca na cadência da verosimilhança. Em outras palavras, em apenas seis episódios, os três amigos encaram bastantes obstáculos, descobertas e vitórias, no entanto, eles continuam sorrindo e motivados para encarar mais uma noite de música e dança no bailão. Com as premissas de igreja, tráfico e funk a serem desenvolvidos por cada um deles, Sintonia, com certeza, merece uma segunda temporada, ainda mais com personagens empáticos e coadjuvantes ainda com muito a contribuir. 

Pouco semelhante aos seriados da rede Globo, Antônia (2006) e Cidade dos Homens (2002-2005), Sintonia não é apenas sobre ambição ou música, mas sobre sonhos vindos de onde não era permitido sonhar. Se Cidade de Deus (2002) fez milhões de pessoas olharem para a realidade das favelas de forma mais interessada, talvez Sintonia tenha a sua tarefa de contar as histórias das vidas em São Paulo desta época. Com uma direção e roteiro mais ousados, Sintonia pode tornar-se mais impactante para esta geração, no entanto, já é entretenimento, representatividade e quebra de preconceitos.

Nada é tão bonito quanto esse pôster chinês de ‘Pantera Negra’; Vem ver!

A Marvel Studios divulgou um belíssimo pôster chinês de Pantera Negra, destacando o herói vivido por Chadwick Boseman, que foi coroado em 2017 como “O Ator Americano Mais Popular da China”. Confira:

Pantera Negra também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.

Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.

Em terceiro lugar vem ‘Os Vingadores‘ e ‘Thor Ragnarok‘, empatados com 92%.

Considerado o melhor filme da Marvel até o momento, ‘Pantera Negra’ foi elogiado por seu vilão excepcional, com motivações reais e emocionais, e pelas incríveis cenas de ação. Eletrizante, a produção também é dita como a que possui o maior viés político, quebrando o molde da MCU e inaugurando um nova fase para o universo compartilhado.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘O Corvo’: Reboot é retirado de vez do calendário de estreias da Sony

Infelizmente, o reboot de ‘O Corvo‘ parece estar cada vez mais longe de acontecer. Recentemente, tanto o diretor Corin Hardy, quanto o ator Jason Momoa, que interpretaria o personagem título, anunciaram a saída do projeto.

Agora, de acordo com o Exhibitor Relations, o novo filme foi retirado de vez do calendário de lançamentos da Sony.

“Outro projeto que é engavetado. O reboot da Sony de ‘O Corvo’ entrou para as sombras e foi retirado do calendário de lançamentos”

Em seu twitter, no entanto, Hardy publicou uma foto com Momoa maquiado como o icônico personagem. Mostrando-nos o que poderia ter sido.

Confira:

Segundo o Deadline, o afastamento de ambos se deu por “conflitos criativos e financeiros” com o produtor Samuel Hadida.

Sony Pictures havia agendado a estreia para 11 de outubro de 2019, mas o projeto deve ser cancelado.

O Corvo‘ é baseado na história em quadrinhos criada por James O´Barr na década de 1980, e foi levado aos cinemas pela primeira vez em 1994.

 

Crítica ‘Eu Sou Groot’ | Série de curtas traz o Baby Groot mais fofo do que nunca

Lançado em 2017, o filme Guardiões da Galáxia Vol.2 foi um sucesso de crítica e público que ajudou a consolidar não só os Guardiões na cena da Cultura Pop, mas também o diretor James Gunn como um nome que merecia ser olhado pelo mercado com mais atenção. Além disso, a sequência apresentou ao mundo um personagem que se tornou fenômeno não só entre as crianças, mas entre o público em geral: o Baby Groot.

Após fazer o sacrifício supremo para salvar seus amigos, a árvore humanoide Groot (Vin Diesel) terminou Guardiões da Galáxia (2014) sendo plantado em um vasinho e “renascendo” como uma mudinha. Na época, houve um debate se aquela mudinha cresceria novamente como o Groot ou se seria uma nova versão. Nas redes sociais, James Gunn confirmou que aquele Groot gigante e gentil havia morrido, e que esse Baby Groot seria uma nova planta.

E isso foi visto no filme 2, que mostrou o bebê com uma personalidade muito explosiva e irresponsável, tal qual… um bebê. E isso funcionou muito bem com o público, que adorou a ideia e ficou doido para ver mais das travessuras do pimpolho espacial. Só que o filme termina com um salto temporal de 2014 para 2018, permitindo que ele aparecesse como adolescente em Vingadores: Guerra Infinita (2018).

Mas é claro que a Disney não ia perder a chance de explorar as molecagens do Grootinho nesse intervalo. Por isso, surgiu Eu Sou Groot, uma série de cinco curtas focada exclusivamente na rotina do Bebê Groot nessa fase infantil. Ao longo dos episódios, os curtas abordam temas tipicamente comuns aos bebês, como os primeiros passos, o primeiro banho e, claro, as artes que ele aprontou.

Mas, como estamos falando do Groot, seu jeitão baderneiro irresponsável também aparece na série, com direito a momentos em que ele é realmente um moleque maldoso, que se empolga com as coisas, mas não liga para as consequências.

É uma série bastante divertida por conta dessa dinâmica mais caótica de ter um bebê explorando mundos do tamanho de seu jardim e se divertindo sem preocupações. No entanto, por se tratar de um bebê, por mais curtinhos que sejam os episódios, há alguns mais bobinhos que o outro, deixando claro que a série tem destino ao público infantil.

Além de trazer mais das traquinagens do Bebê Groot, a série traz novos visuais dele, que certamente serão transformados em brinquedinhos especiais e itens exclusivos que vão render caminhões de dinheiro para a Disney. E o mais divertido disso tudo é que o bebê Groot segue interpretado pelo Vin Diesel.

[Alerta de Spoilers]

Por fim, mas não menos importante, o último episódio traz uma possível mudança no personagem que talvez influencie em suas próximas aparições no Disney+ e nos cinemas. Se você ainda não assistiu a série, talvez seja melhor não ler o próximo parágrafo.

No episódio em que Groot está fazendo sua “obra de arte”, ele transita pela nave destruindo tudo. No entanto, o destaque mesmo desse episódio é seu desenho. O bebê Groot desenhou a cena em que o Groot se sacrificou para salvar os Guardiões em 2014. Como o James Gunn disse que ele seria um novo Groot, ele não deveria ter lembranças de sua “vida passada”. Então, ao trazer o Bebê Groot retratando sua prévia morte, a série abre um precedente para que o novo Groot adulto se lembre de outras memórias futuramente.

[Fim do Spoiler]

Enfim, a série é bem divertida e deve agradar principalmente ao público infantil. Talvez seu grande defeito seja justamente a duração dos episódios. Se eles fossem um pouco mais longos, a série seria adorada por diversos tipos de público.

Crítica | A Ilha – Nicolas Cage volta INTENSO em Suspense da Netflix

Nicolas Cage é aquele docinho da festa que uns amam, outros odeiam. Com uma carreira recheada de sucessos e fracassos, é difícil definir exatamente em qual categoria ele se enquadra. Fato é, entretanto, que o ator hollywoodiano está de volta e com tudo, estrelando um longa atrás do outro seja nos cinemas, seja nos streamings, trazendo ao público tanto novos trabalhos quanto alguns não tão recentes assim, como o filme ‘A Ilha’, de 2019, mas que recém chegou à plataforma da Netflix e, desde então, não sai do Top 10 mais assistidos pelos usuários.

Buddy (Luke Benward, de ‘Dumplin’) está precisando de grana. Jovem, com uma esposa que não trabalha e uma filha recém-nascida, ele precisa prover o sustento da casa, e está buscando qualquer tipo de serviço. Quando um colega o indica para consertar a cerca de um cliente, Buddy não pensa duas vezes, afinal, isso significaria dinheiro vivo na mão e, quem sabe, garantiria uma noite de sexo com sua esposa, que anda insatisfeita com a própria vida. Porém, um furacão está a caminho da cidade, e Buddy não consegue acabar o conserto a tempo, ficando, assim, preso na casa do casal Fancy (KaDee Strickland) e Walter (Nicolas Cage). O problema é que, embora cheios da grana, esse casal esconde segredos muito sombrios…

Gravado em Grand Isle, Louisiana, ao sul dos EUA (aliás, este é o nome original do filme), o título de ‘A Ilha’ não faz o menor sentido em português, uma vez que em nenhum momento deixa parecer que a trama se passa em alguma parte de um arquipélago. Além desse problema básico de marketing, o roteiro de Rich Ronat com Iver William Jallah é por muitas vezes confuso, especialmente no início e no fim. É como se os dois tivessem tido uma grande ideia (vamos botar um sujeito comum preso na casa de um casal psicopata cheio de armas) e não soubessem muito bem como desenvolvê-la, arrumando um início fraco para justificar as atitudes do protagonista (como a informação gratuita de que a esposa não sente vontade de fazer sexo com ele há seis meses tão somente para autorizar que Buddy tenha relações sexuais com outra pessoa mais pra frente na história), e um final ainda mais confuso, com um personagem que se diz ex-marinheiro mas que no fim aparece com um uniforme que não é nem da Marinha, nem do Exército, nem de lugar algum.

Mas se tirarmos de lado a motivação e a resolução, o meio de ‘A Ilha’, que é o suspense propriamente dito, é um bocado envolvente, e faz a gente meio que esquecer o que levou o protagonista até lá e querer descobrir o que rola naquela mansão de horrores. Stephen S. Campanelli dirige um filme que entrega certo nível de tensão, mas que se cerca de tantos elementos aleatórios, que acaba confundindo a gente. Curiosamente, o diretor alega que algumas cenas foram, inclusive, gravas com iPhone!

Entre excessos e faltas, ‘A Ilha’ é um suspense dramático irregular que vale por um Nicolas Cage canastrão e psicótico, que agradará tanto aos fãs quanto aos haters, entregando uma atuação que nos faz lembrar dos clássicos papéis de sua carreira.

Crítica | A Odisseia dos Tontos – Ricardo Darín é o destaque em boa comédia dramática argentina

Poucos países fazem comédias dramáticas como a Argentina. E muitas delas, ou pelo menos as melhores, são protagonizadas por Ricardo Darín. Há uma certa melancolia no cinema do país hermano que funciona muito bem, conseguindo emocionar e divertir ao mesmo tempo. Foi assim em obras magistrais como O Filho da Noiva e Clube da Lua, e agora acontece o mesmo com A Odisseia dos Tontos.

A trama gira em torno de uma pequena cidade no interior da Argentina. Quase falida, a cidade decide apostar num novo negócio, capitaneado Fermín (Darín), um ex-jogador de futebol que é ídolo local. Acontece que a aposta financeira acontece ao mesmo tempo em que uma crise no mercado coloca o país em uma recessão, com uma grande desvalorização do peso. Mesmo com a população da cidade entendendo que foi algo maior, Fermín se culpa por colocar todos naquela situação. Ao mesmo tempo, ele descobre que teve muita gente ganhando dinheiro com a crise. É aí que a população local, formada por um grupo de “tontos”, decide se unir para retomar o que lhes cabia de direito.

Dirigido por Sebastián Borensztein (Um Conto Chinês), o filme tem momentos bem tocantes, mostrando bem o drama dos personagens e o impacto da crise no país, mas também diverte ao abraçar a loucura de seguir uma história de vingança/golpe. Em uma narrativa relativamente simples, o cineasta possui o mérito de comandar uma série de personagens humildes e atrapalhados, mas muito humanos. Tal humanidade gera uma aproximação fundamental por parte do público. 

Ainda que não levante bandeiras, salvo uma piada anarquista aqui e acolá, A Odisseia dos Tontos também funciona como uma espécie de válvula de escape em que o oprimido se revolta contra o opressor, em que o cidadão comum, sempre prejudicado, encontra seu momento do “não mais”.

Além de Ricardo Darín, o elenco conta com as ótimas presenças de Luis Brandoni, Chino Darín (filho do protagonista), Rita Cortese e Daniel Aráoz. Temos ainda Andrés Parra como uma espécie de antagonista, numa atuação que talvez seja a menos interessante do longa, caindo quase sempre no estereótipo do vilão exagerado.

Representante da Argentina na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional em 2020, La Odisea de los Giles (no original) é mais uma obra recente a centrar sua atenção em “heróis perdedores”. De certa forma, conversa muito com o público latino-americano, incluindo o brasileiro. É uma produção que diverte e emociona. E isso já é o bastante para torná-la algo especial.

Filme visto durante a cobertura da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

‘See’: Série da Apple com Jason Momoa ganha trailer épico

Apple divulgou recentemente o primeiro trailer oficial de sua nova produção épica, See.

Confira:

Francis Lawrence comanda a produção, com roteiro assinado por Steven Knight.

Em um futuro distante, um vírus dizimon a raça humana. Aqueles que sobreviveram se tornaram cegos.

Jason Momoa estrela como Baba Voss, pai de gêmeos que nasceram séculos depois com a mítica habilidade de enxergar – e que devem proteger sua tribo de uma rainha desesperada que acredita em bruxaria e quer destruí-los.

Alfre WoodardHera HilmarSylvia Hoeks completam o elenco.

See tem estreia marcada para o dia 01 de novembro, na Apple TV+.

‘Infinite’: Filme com Mark Whalberg ganha logo oficial e nova imagem; Confira!

O site IGN divulgou o logo oficial e uma nova imagem da nova ficção Infinite, ficção adaptada do romance ‘The Reincarnations Papers’, de D. Eric Maikranz.

Confira:

Mark Wahlberg, Dylan O’Brien, Chiwetel Ejiofor, Sophie CooksonRupert Friend estrelam.

A trama acompanha Evan Michaels (Wahlberg), um homem assombrado por lembranças de suas vidas passadas.

Quando se depara com uma sociedade secreta formada por indivíduos que possuem recordação total de suas vidas passadas, Michaels descobre que eles são responsáveis por mudanças drásticas de períodos históricos.

O longa é dirigido por Antoine Fuqua, e ainda não tem previsão de estreia.

‘The Bay of Silence’: Passado sombrio de uma família no trailer oficial do thriller

Vertical Entertainment divulgou o trailer oficial do thriller criminal ‘The Bay of Silence’.

Confira:

O filme foi dirigido por Paula van der Oest, com roteiro assinado por Caroline Goodall.

Will acredita que sua esposa, Rosalind, é inocente do assassinato de seu filho, apenas para descobrir que a verdade devastadora por trás de seu passado a liga com outro crime não solucionado.

Claes Bang (‘Dracula’) e Olga Kurylenko (‘007: Quantum of Solace’) estrelam a produção.

‘The Bay of Silence’ estreia em cinemas selecionados e em VOD em 14 de agosto.

‘The Crown’: Netflix não pretende colocar aviso de “obra de ficção” na série

A 4ª temporada de ‘The Crown‘ já foi eleita a melhor de toda a série para muitos membros da imprensa especializada, mas a Família Real britânica parece não ter gostado de certos retratos do Príncipe Charles e de seu tóxico relacionamento com a adorada Princesa Diana.

Depois de receber um pedido do governo do Reino Unido para que um aviso de “obra de ficção” fosse colocado antes dos episódios, a Netflix foi bastante categórica ao dizer que não tem planos de fazer isso.

“Sempre apresentamos The Crown como um drama – e temos confiança de que nossos usuários entendam que é uma obra de ficção livremente inspirada em eventos históricos. Como resultado, temos não planos – e não vemos necessidade – de colocar tal alerta”, um porta-voz da plataforma de streaming disse em declaração oficial.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Artigo | Chloé Zhao, Kathryn Bigelow e o problemático histórico do Oscar e do cinema

A temporada de premiações de 2021 chegou ao fim no último dia 25 de abril com o anúncio de vencedores do Oscar, trazendo diversas surpresas, principalmente no tocante às categorias mais principais, e certas vitórias que não chocaram ninguém, por assim dizer.

Talvez o principal destaque da noite tenha ficado para Chloé Zhao, realizadora chinesa que fez história 93 edições depois do início oficial dos Academy Awards ao levar para casa os seguintes prêmios: Melhor Direção e Melhor Filme pelo poético Nomadland. A vitória de Zhao serviu para pintar um novo retrato de um júri condenado através do movimento #OscarSoWhite, que denunciava a falta de representatividade de negros, indígenas, asiáticos e tantos mais para compor a banca dos votantes – motivo pelo qual a maior parte dos filmes tenha saído vitorioso nas mãos de homens brancos e heterossexuais.

A vitória de Zhao levantou questões não apenas sobre machismo, mas também sobre o racismo enfrentado por realizadores que nunca sequer tiveram uma chance de competir entre os “favoritinhos” do cenário mainstream. Zhao tornou-se, em quase cem anos de edição do Oscar, a segunda mulher a levar a estatueta de Melhor Direção para casa – e a primeira de cor a conquistar tal feito (o que já havia sido premeditado por suas dúzias de condecorações recebidas anteriormente, como o Globo de Ouro, o BAFTA e o Critics’ Choice). Mas o que isso realmente significa?

Coloquemos os fatos na mesa: antes dela, apenas Kathryn Bigelow havia sido agraciada com o prêmio em questão em virtude de seu belíssimo trabalho no drama Guerra ao Terror. Apresentada pela lendária Barbra Streisand, Bigelow tornou-se a primeira diretora a ser reconhecida e, diferente do que muitos imaginavam, as coisas não seriam muito diferentes alguns anos para a frente. Além da dupla, apenas outras cinco mulheres disputaram na categoria: Emerald Fennell (Bela Vingança, 2020); Greta Gerwig (Lady Bird, 2017, sendo esnobada pelo impecável remake de Adoráveis Mulheres); Sofia Coppola (Encontros e Desencontros, 2003, também esquecida pelo recente On the Rocks); Jane Campion (O Piano, 1993); e Lina Wertmüller (‘Pasqualino Sete Belezas’, 1976). Sim, é isso mesmo: apenas sete das centenas de realizadores eram mulheres – e isso sem comentar alguns poderosos nomes que foram esquecidos em virtude de um preconceito bastante explícito.

Segundo recentes estudos do Women in TV & Film, uma organização que observa a presença feminina no cenário do entretenimento, as mulheres tiveram aparição recorde nos 100 filmes mais bem-sucedidos do ano passado – mas a porcentagem pode não ser tão alta quanto imaginamos: 21% (contra 20% em relação a 2019). Estreitando mais a análise, as mulheres compuseram 16% das diretoras no mesmo corpus de estudo (contra 12% em 2019 e 4% em 2018), refletindo um merecido, ainda que lento crescimento em dois anos seguidos.

A encargo de uma comparação ainda mais drástica, as mulheres representaram apenas 23% da empregabilidade por trás das câmeras (dessa forma, excluindo-se as atrizes) nos 250 filmes mais bem-sucedidos de 2020, contra 77% de homens que foram chamados para montar, escrever ou até mesmo dirigir longas-metragens. Em 1998, apenas alguns anos atrás, a porcentagem era relativamente semelhante: 17% para as mulheres e 83% para os homens – mostrando que, mesmo com diversos protestos e uma necessidade ímpar de transformação artística, o cenário vai se alterando a passos curtos.

Na mesma cerimônia, mulheres de cor tiveram uma participação incrível, como foi o caso de Yuh-Jung Youn, a favorita da Academia para a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Tendo participado do aclamado drama Minari, de Lee Isaac Chung, ela se tornou a primeira atriz sul-coreana a conquistar o feito, seguindo os passos das recentes e múltiplas vitórias de Bong Joon-ho com Parasita (o primeiro de língua não-inglesa a conquistar a estatueta de Melhor Filme). Youn também fez história no BAFTA, em que agradeceu aos votantes britânicos em terem reconhecido uma performer estrangeira para aceitar a honraria. H.E.R., por sua vez, tornou-se apenas a segunda artista feminina negra a levar o Oscar de Melhor Canção Original pela irretocável rendição de “Fight for You”, do filme Judas e o Messias Negro.

Nesse tocante, a presença feminina negra é outra questão a ser discutida e, apesar das boas notícias da edição de 2021, o cenário ainda está longe de ser ideal: em 2015, a Academia passou por uma das suas maiores controvérsias, precisamente no tocante à cinebiografia Selma (2014). O longa-metragem, comandado por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’, A 13ª Emenda), foi um dos únicos (senão o único) a ser indicado apenas para Melhor Filme e outra categoria que não integra as seções principais da premiação, Melhor Canção, vencendo nesta última. Em uma entrevista ao Screen Daily no ano passado, o astro David Oyelowo, que viveu Martin Luther King Jr. na produção, comentou que os protestos em virtude do movimento #BlackLivesMatter impactaram na votação dos membros do Oscar – na verdade, em toda a jornada de premiações.

À época, Oyelowo comentou que “[o lançamento de] Selmacoincidira com o assassinato de Eric Garner. Essa foi a última vez que estávamos no lugar do ‘eu não consigo respirar’. Me lembro de que, na estreia [do filme], estávamos usando camisetas com [a frase] em protesto. Membros da Academia levaram isso para o estúdio e para nossos produtores, dizendo: ‘Como eles ousaram fazer isso? Por que eles estão mexendo nessa m***a’ e ‘Nós não vamos votar nesse filme porque não acreditamos que é lugar deles fazer isso’”.

Quando a escandalosa notícia ganhou o mundo, a própria DuVernay fez questão de compartilhá-la em sua página oficial do Twitter com os breves dizeres: “história real”, chamando atenção para o constante boicote que a comunidade feminina negra – afinal, John Legend e Common ganharam o prêmio de Melhor Canção Original por “Glory” em 2015. Das únicas diretoras indicadas ao Oscar, apenas Zhao quebrou a onda de “supremacia branca” que dominava os nomeados; nenhuma negra foi indicada na categoria até hoje, mais de nove décadas desde a primeira cerimônia. Regina King, ovacionada no Festival de Veneza pelo incrível Uma Noite em Miami, foi completamente esquecida pela Academia, apesar do filme ter sido indicado em outras seções.

Segundo informações da UCLA (Diversity Report de 2020), 1,5 em cada dez diretores eram pessoas de cor, representando 15,1% dos contratados por grandes estúdios contra 84,9% de realizadores brancos. De 146 produções cinematográficas observadas, apenas duas foram mulheres negras dos oito filmes que trouxeram diretores negros; duas foram mulheres asiáticas dos cinco analisados; e uma representou a comunidade latina dentre os quatro analisados. No tocante aos roteiristas, o número é ainda menor: apenas 13,9% dos contratados pelas companhias mainstream eram pessoas de cor (com nenhuma presença feminina analisada entre os negros, latinos e asiáticos).

Dentre os números, é quase óbvio imaginar que poucos desses caíram no radar da Academia, cuja preferência reside essencialmente na zona de conforto que não irá “atacar” uma sociedade de extremo conservadorismo e movido pelo patriarcado artístico.

O Oscar, bem como o cinema em si, ainda tem muito a melhorar no quesito representatividade – algo que fica evidenciado com os múltiplos dados apresentados em cima. A verdade é que, em 93 anos de existência, o cenário do entretenimento sempre esbarrou na mesma problemática e histórica tecla, diminuindo ou apagando a existência de mulheres e deixando que os homens tivessem a palavra final, numa cíclica insistência do #OscarSoWhite e do #OscarSoMale.

‘Homem-Aranha 3’: YouTuber mostra como pode ter forjado a imagem de Andrew Garfield; Assista ao vídeo!

Depois de ter desmentido sua participação no aguardado Homem-Aranha: Sem Volta para CasaAndrew Garfield comentou que ele foi alvo de uma intrincada montagem em um suposto material vazado de bastidores – e, agora, um novo vídeo viralizou na internet para deixar a pulga atrás da orelha.

Na última terça-feira, 14 de setembro, o youtube Alex Cerrato compartilhou um vídeo em seu canal assumindo que havia feito a montagem de Garfield no filme. Ele até mesmo mostrou que, através do programa Photoshop, é bem fácil criar uma imagem falsa – ora, Cerrato até mesmo comentou que ele era o autor do deepfake.

Apesar de vários fãs insistirem que a imagem não era uma manipulação e que Garfield apareceria no longa-metragem, Cerrato disse que fez o vídeo “ontem, durante meu horário de almoço. Claro que isso jamais enganaria alguém que entende de efeitos visuais, mas enganou o público médio”.

Confira o vídeo em questão:

Até o momento, o elenco conta confirmado traz Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

OI? Tom Holland pensou que Mark Wahlberg queria ter relações sexuais com ele nos bastidores de ‘Uncharted’

Uncharted – Fora do Mapa’ chega em breve aos cinemas brasileiros e traz ninguém menos que Tom HollandMark Wahlberg como os protagonistas Nathan Drake e Victor ‘Sully’ Sullivan às telonas.

Enquanto não conseguimos assistir ao longa-metragem, algumas anedotas de bastidores continuam vindo à tona – e a mais recente delas é simplesmente hilária.

Em uma recente entrevista ao Access Hollywood, Holland comentou sobre como interpretou errado uma gentileza que Wahlberg fez a ele (no caso, de oferecer ao jovem uma carona de volta para o hotel em que estava hospedado e uma pistola de massagem depois de visitá-lo). Holland, então, disse que, por um momento, acreditou que Wahlberg tinha segundas intenções ao se comportar daquela maneira – ou seja, que queria ter relações sexuais com ele.

O mais engraçado de tudo é que, mesmo pensando nisso, Holland aceitou a carona e o presente dado por seu colega de cena.

“Essencialmente, Mark Wahlberg foi gentil o suficiente em me dar uma pistola de massagem depois de eu sair da casa dele em Los Angeles, e ele me deu uma carona de volta para o meu hotel.”, ele contou. “Na época, eu fiquei confuso sobre qual tipo de pistola de massagem era, já que eu nunca tinha visto uma antes. E eu acreditei que era do tipo para autossatisfação e achei que Mark Wahlberg estava me levando de volta para minha casa por outras razões além de ser um cavalheiro… Eu não conhecia você, é Hollywood, quem sabe o que vai acontecer?”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Revival da clássica animação ‘Animaniacs’ já está disponível na HBO Max!

Animaniacs, revival da clássica série animada dos anos 1990, já está disponível na HBO Max Brasil.

As duas temporadas da produção foram lançadas hoje, 29 de junho, na plataforma de streaming.

Yakko e Wakko, os irmãos Warner, e Dot, a irmã Warner, inseparáveis e irritáveis, se divertem muito causando estragos e caos na vida de todos que encontram.

Relembre o trailer:

Steven Spielberg’s Animaniacs foi uma série de desenhos animados distribuída pela Warner Bros., produzida pela Amblin Entertainment e inspirada no filme Uma Cilada para Roger Rabbit.

A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dos Looney Tunes.

Ouça a trilha sonora OFICIAL de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out, sequência do aclamado ‘Entre Facas e Segredos‘, chega à Netflix em 23 de dezembro de 2022 e, agora, foi divulgada a trilha sonora oficial do longa.

As músicas foram compostas por Nathan Johnson e estão disponíveis nas principais plataformas de streaming.

Ouça uma prévia abaixo:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Hijack’: Idris Elba é destaque nas primeiras imagens da nova série de suspense da Apple TV+

Apple TV+ divulgou as primeiras imagens oficiais de Hijack, série de suspense estrelada por Idris Elba (‘Luther’, ‘A Fera’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Confira:

Contada em tempo real, a produção terá sete episódios.

A trama segue a jornada de um avião sequestrado em seu caminho para Londres, em um voo de sete horas, enquanto as autoridades em terra lutam por respostas. Elba interpreta Sam Nelson, “um talentoso negociador que precisa dar o melhor de si e usar toda a sua astúcia para tentar salvar a vida dos passageiros”.

George Kay (‘Lupin’) é responsável pela série.

Elba e Kay também servirão como produtores executivos ao lado do diretor Jim Field Smith (‘Criminal’), Jamie Laurenson, Hakan Kousetta e Kris Thykier.

Archie PanjabiChristine AdamsMax BeesleyEve MylesNeil MaskellJasper BrittonHarry MichellAimee KellyMohamed Elsandel e Ben Miles completam o elenco.

Crítica | Xuxa Meneghel está de volta aos cinemas com a adaptação de ‘Uma Fada Veio Me Visitar’

Xuxa Meneghel é um dos maiores ícones do cenário do entretenimento brasileiro e, ao longo de sua carreira, ela encontrou sucesso como atriz, apresentadora e cantora. Agora, catorze anos após seu último trabalho nos cinemas com ‘Xuxa e o Mistério de Feiurinha’ (se desconsiderarmos sua participação especial em ‘Porta dos Fundos: Contrato Vitalício’), ela faz seu retorno às telonas com Uma Fada Veio Me Visitar, baseado no livro infanto-juvenil homônimo de Thalita Rebouças. E, seguindo os passos de tantas outras produções que estrelou, o longa-metragem não tem qualquer propósito de existência e falha em causar qualquer sensação positiva no público.

Na trama, Xuxa interpreta Tatu, uma fada júnior que, após trinta e cinco anos de dormência em virtude de uma punição de suas superiores, retorna à ativa para ajudar a jovem Luna (Antonia “Tomtom” Périssé, filha mais nova de Heloísa Périssé), que enfrenta diversas crises adolescentes, a superar os obstáculos e a auxiliar a própria Tatu a cumprir sua missão e, com sorte, não voltar a seu “castigo”. Aqui, Luna deve fazer amizade com uma mean girl de sua escola, visto que elas estão predestinadas a um sólido laço de companheirismo e união – ainda que, a princípio, se odeiem. E, mesmo com as mais puras intenções, a produção escorrega em todos as camadas e entrega apenas uma narrativa esquecível movida a atuações risíveis e uma triste falta de cautela estética.

O filme segue um padrão muito conhecido das inúmeras incursões do gênero, em que as fórmulas explodem em uma amálgama de clichês cansativos e premeditáveis que tornam a experiência cinematográfica uma frustração do começo ao fim. Périssé, encarnando a protagonista, parece desconfortável e se apoia em amadorismos performáticos e tiques repetitivos que nos afastam de qualquer chance de entender suas dores e acompanhar um arco quase ilusório; Xuxa, por sua vez, mostra que consegue se divertir – principalmente através de um roteiro que preza por imortalizá-la através de referências fragmentadas e testamentárias ad nauseam, pincelando diálogos catastróficos com menções musicais e “homenagens” a outras celebridades do cenário fonográfico (como Cindy Lauper, Madonna e Boy George). E, apesar de soltarmos algumas risadas nos exauríveis cem minutos de duração, percebemos que, ao sairmos da sala, esse ímpeto era só um modo de lidar com a enorme vergonha alheia que nos é apresentada.

Um dos aspectos que menos funcionam na obra é a noção de tempo e espaço: de um lado, temos um enredo ambientado nos dias atuais, mas que faz alusões anacrônicas a outras décadas e que quebram a verossimilhança de forma brutal (ora, até mesmo as gírias e a escolha das músicas estão fora de lugar, retirando o longa de uma cronologia e colocando-a espalhada em uma atemporalidade sem sentido); de outro, a construção do espaço cênico é inexplicável, desde o arranjo do quarto de Luna ao apreço pela estética hollywoodiana que, dentro do escopo ajustado à cidade do Rio de Janeiro, é incoerente. Nem mesmo a insípida fotografia consegue se esquivar dos convencionalismos, utilizando uma paleta de cores bastante familiar e enquadramentos novelescos que não trazem nada de novo ao front.

A direção é assinada por Vivi Jundi, que trabalhou como diretora geral da ótima ‘De Volta aos 15’, série da Netflix estrelada por Maísa. Todavia, suas inspiradas inflexões imagéticas são varridas para debaixo de um tapete em prol de uma fusão monótona do campo-contracampo com a mais pura obviedade – e sequências que nos levam aos excessos dos anos 1990 que, de fato, não funcionam mais. É claro que há uma parcela destinada ao embate intergeracional dos múltiplos personagens, mas esse subtexto vai de lugar nenhum a nenhum lugar e é esquecido por completo à medida que os núcleos narrativos se dissolvem e o título se transforma num “show da Xuxa” às avessas. O roteiro, cortesia de Rebouças, também não ajuda muito: não há conflito aparente que nos instigue ou um bom desenvolvimento dos personagens; pelo contrário, a unidimensionalidade criativa urra das telonas e mergulha em estereótipos que, muito tempo atrás, teriam um objetivo claro. Até traços da personalidade de Luna são mencionados em ocasionalidade e sem papel atuante no discorrer da história.

Nem mesmo elementos mais concisos têm vez aqui: o figurino foi pensado de última hora e arrancado das araras de um brechó em decadência, sem preocupação palpável com a direção de arte ou com os humores dos personagens; a trilha sonora se apoia nos caprichos triviais do mickey-mousing, em que cada movimento e cada expressão é acompanhada de uma nota caricata; e o elenco coadjuvante se dispõe de exageros teatrais – no pior sentido do termo -, além de não ter a mínima centelha de química.

Uma Fada Veio Me Visitar é tão desconexo de si mesmo que tem pouquíssimas chances de agradar qualquer pessoa – ainda mais a nova geração, que não conseguirá acompanhar as referências à carreira de Xuxa e a certas investidas que fogem do conhecimento contemporâneo. E, no final das contas, o aguardado retorno de uma das maiores figuras da cultura pop aos cinemas é algo que, infelizmente, não deveria ter acontecido. Pelo menos não desse jeito.

‘A Mãe da Noiva’: Comédia romântica com Miranda Cosgrove ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘A Mãe da Noiva’, comédia romântica estrelada por Miranda Cosgrove (‘iCarly’).

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Na trama, uma mãe extremosa viaja para um resort numa ilha tropical para o casamento da filha e descobre que o pai do noivo é o ex-namorado que não vê há décadas.

Confira:

Ao lado de Cosgrove, o elenco estelar inclui Benjamin Bratt (‘Miss Simpatia’), Rachael Harris (‘Diário de um Banana’), Sean Teale (‘Quem É Erin Carter?’), Chad Michael Murray (‘A Nova Cinderela’) e Wilson Cruz (‘Star Trek: Discovery’).

A direção está nas mãos de Mark Waters, renomado por seu trabalho em ‘Meninas Malvadas’ e ‘Ele é Demais’.

Mother of the Bride está marcado para estrear no dia 09 de maio, exclusivamente na Netflix.

‘A Casa Mórbida’: TERROR estrelado por Ariana DeBose ganha trailer e data de estreia no Prime Video; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial de A Casa Mórbida, terror da Blumhouse estrelado pela vencedora do Oscar Ariana DeBose (‘Amor, Sublime Amor’).

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no próximo dia 03 de outubro.

Confira:

O filme é dirigido e escrito por Bridget Savage ColeDanielle Krudy.

Uma chef abre seu primeiro restaurante onde ela luta contra o caos na cozinha, um investidor duvidoso, esmagando dúvidas e o espírito poderoso do antigo proprietário da propriedade, que ameaça sabotá-la a cada passo.

Barbie FerreiraArian MoayedMarton CsokasAmara Karan completam o elenco.

‘Friendship’: COMÉDIA com Tim Robinson e Paul Rudd ganha cartaz oficial; Confira!

A24 divulgou o cartaz oficial de Friendship, nova comédia estrelada por Tim RobinsonPaul Rudd.

O filme fez sua estreia oficial no Festival de Toronto 2024, conquistando 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, e chega aos cinemas norte-americanos em maio.

Confira, junto ao trailer:

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O filme é escrito e dirigido por Andrew DeYoung.

 

Na trama, o pai suburbano Craig (Robinson) se apaixona fortemente por seu carismático novo vizinho (Rudd), enquanto as tentativas de Craig de fazer um amigo adulto ameaçam arruinar a vida de ambos.

Kate MaraJack Dylan GrazerJosh SegarraBilly Bryk e outros completam o elenco.

‘Festa da Salsicha: Comilândia’: 2ª temporada da animação ganha trailer INSANO e data de estreia!

O Prime Video divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Festa da Salsicha: Comilândia‘ (Sausage Party: Foodtopia), série animada derivada da infame animação adulta lançada em 2016.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 13 de agosto.

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A série foi criada por Seth RogenEvan GoldbergKyle HunterAriel Shaffir.

Depois de enfrentar a raça humana após os eventos do filme original, Frank e seus amigos estabelecem um refúgio seguro chamado “Comilândia”. Assim que uma grande inundação que destrói sua terra prometida, eles não têm escolha a não ser se unir aos humanos para garantir a sobrevivência de sua raça.

Rogen, Kristen WiigMichael CeraDavid KrumholtzEdward NortonWill ForteNatasha RothwellSam RichardsonYassir Lester e outros fazem parte do elenco de voz.