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Tubarão assassino ataca no novo clipe do terror ‘Desespero Profundo’; Confira!

O terror de sobrevivência ‘Desespero Profundo‘ (No Way Up) ganhou um novo clipe tenso.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de março.

Em ‘Desespero Profundo‘, Ana (Sophie Mcintosh) embarca em uma viagem de férias com seus amigos, quando o avião em que ela está cai no Oceano Pacífico.

À beira de um precipício submarino e presos em uma bolsa de ar dentro do avião, Ava e os outros sobreviventes precisam correr contra o tempo enquanto enfrentam tubarões sedentos por sangue em uma luta desesperada pela sobrevivência.

Com direção de Claudio Fäh, o elenco de ‘Desespero Profundo‘ conta ainda com nomes como Phyllis Logan, Colm Meaney, Will Attenborough e Jeremias Amoore.

O Homem do Saco

(Bagman)

 

Elenco:

Sam Claflin
Antonia Thomas
Caréll Vincent Rhoden

 

Direção: Colm McCarthy

Gênero: Terror

Duração: 93 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em O HOMEM DO SACO, quando uma ameaça sinistra de sua infância retorna para assombrá-lo, um pai luta desesperadamente contra seu medo interior mais profundo. Só que dessa vez, a luta não é por ele mesmo; é por sua família.

Curiosidades: 

» John Hulme assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

bagman xxlg

Fotos: 

Homem em foco com bastão, iluminação suave.

Homem de pijama em quarto escuro

Mulher recebendo pergaminho de criança ao ar livre.

Cena de suspense com confronto físico intenso.

Casal conversando em ambiente natural.

JUJUTSU KAISEN: Hidden Inventory/Premature Death – The Movie

(JUJUTSU KAISEN: Hidden Inventory/Premature Death – The Movie)

 

Elenco:

Aya Endô
Takehito Koyasu
Anna Nagase

 

Direção: Shouta Goshozono

Gênero: Animação

Duração: 110 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Agosto de 2025

Sinopse: 

Em um retorno ao passado, a trama de JUJUTSU KAISEN: HIDDEN INVENTORY/PREMATURE DEATH – THE MOVIE acompanha Satoru Gojo e Suguru Geto, ainda estudantes do ensino médio, encaram uma missão que coloca à prova suas forças e convicções. O que parecia ser apenas mais uma tarefa acabará por selar o destino de ambos — e mudar para sempre o equilíbrio da sociedade Jujutsu.

Curiosidades: 

» Baseada no mangá homônimo de Gege Akutami, a produção serve como pré-sequência do filme ‘Jujutsu Kaisen 0‘ e da primeira temporada do anime;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘O Diabo Veste Prada 2’ deve arrecadar entre US$ 75-80 milhões em estreia nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, a sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ deve arrecadar em torno de US$ 75-80 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu com sólidos US$ 33 milhões nesta sexta-feira no país (incluindo a pré-estreia).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 180 milhões.

“Impulsionada pela nostalgia, a continuação alcança o público como um relançamento de uma marca de luxo que realmente funciona. O público se entrega ao apelo do legado, tratando a sequência como um reencontro cultural em vez de uma mera tentativa de ganhar dinheiro fácil, com comparações a continuações aguardadas por muito tempo, como ‘Top Gun: Maverick’, elevando as expectativas. Há um forte entusiasmo impulsionado pelo elenco, especialmente em torno de Meryl Streep e Anne Hathaway, onde a jovialidade se torna parte da mitologia da marca, e não uma distração,” declarou o RelishMix, que ainda destaca o forte apelo do projeto nas redes sociais.

O Diabo Veste Prada 2’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘Versace: American Crime Story’ é um “tapa na cara de Trump’, diz Ryan Murphy

The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story‘, a segunda temporada da já consagrada antologia produzida por Ryan Murphy, pretende abordar outros assuntos polêmicos, exatamente como ‘The People Vs. O.J. Simpson’ o fez em 2016.

Segundo o próprio criador da série, o novo ciclo vai tratar temáticas sociais, como a sexualidade e a homofobia nos anos 90, tratando aspectos que fazem parte de uma ferida ainda aberta – principalmente com Donald Trump à frente da Casa Branca.

Diz Murphy:

“Quanto mais eu lia sobre o assunto, mais perplexo eu ficava com o fato do assassino Andrew Cunanan ter sido inocentado nos tribunais. Cheguei à conclusão de que ele só conseguiu se safar do crime por conta da homofobia. Existia uma enorme apatia em torno do crime, as pessoas não se importavam e a impressão que dava é que os gays eram descartáveis em nossa cultura”.

Os assuntos vão também abrir um importante debate, que vai tocar em pontos dolorosos das políticas públicas que Trump pretende implantar, como o fim do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com Ryan Murphy, a série é um posicionamento clínico e um “gelado tapa na cara” de Trump e suas políticas opressoras:

“Eu creio que o timing é perfeito para fazermos uma temporada assim e acho que ela abrirá uma discussão necessária. Uma das razões para eu querer trazer este tema neste ano é porque nós tivemos grandes avanços com Obama. Eu sentia que ele era o presidente que se importava, era o meu presidente. Nós evoluímos tanto nas políticas LGBTs, conferindo direitos e tirando esse nicho da marginalidade e de repente Trump assumiu a presidência e parece que as portas se fecharam e o medo e a opressão voltaram, tentando tirar tudo aquilo pelo qual lutamos tanto por tanto tempo. Então esta temporada é um gelado tapa na cara nas políticas que este governo está querendo implantar. Nós celebramos os gays e a criatividade gay, este é o timing perfeito para falarmos sobre isso”.

 

 

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A segunda temporada ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky MartinDarren Criss e Edgar Ramirez.

O assassino se matou poucos dias depois.

Relembre os principais momentos da 1ª temporada ‘Westworld’ em novo vídeo legendado

A segunda temporada de ‘Westorld‘ estreia neste domingo (22) e a HBO preparou um vídeo para relembrar os momentos cruciais do primeiro ciclo.

Imperdível para quem está com saudade dos personagens e da narrativa envolvente da série. Para quem não acompanhou a temporada, cuidado com os spoilers!

Confira, legendado:

Confira alguns trailers:

O que muita gente não sabe é que as temporadas de Westworld possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolan revelou à EW o nome da segunda:

“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

‘The Batman’: Armie Hammer não estaria em negociações para viver o herói

Embora o portal Revenge of The Fans tenha afirmado que o astro Armie Hammer estaria em negociações finais para interpretar ‘The Batman‘, novas informações revelam justamente o oposto.

Segundo o jornalista do The Wrap, Umberto Gonzalez, no momento não haveriam “nomes visados” e que, de fato, a escolha para o personagem seria – provavelmente – alguém mais jovem que o ator, que atualmente possui 32 anos. Os detalhes  foram compartilhados por meio de seu Twitter.

Até o momento, nenhuma fonte oficial se pronunciou sobre o assunto, portanto, trate tudo como especulações e boatos.

Em um passado recente, o mesmo Revenge of the Fans divulgou uma suposta lista com os atores que a Warner Bros. planeja testar para viver o Homem-Morcego.

Ansel Elgort, Dylan O’Brien, Logan Lerman, Noah Centineo, Jack O’Connell, Kit Harrington, Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Richard Madden, Robert Pattinson e Armie Hammer.

Recentemente, o CinePOP entrevistou os astros Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e Jon Hamm (‘Mad Men’) durante a CinemaCon, em Las Vegas, e eles nos contaram que gostariam de viver o Superman e o Batman, respectivamente.

Assista:

 

Plataforma da Hulu sofre sobrecarga e sai do ar temporariamente

A reclusão social acabou aumentando em muito a procura por serviços de streaming. Com boa parte da população mundial isolada em casa, a alternativa para lidar com a solidão tem sido fazer maratonas de filmes e séries, por meio de plataformas como a Apple TV+, Netflix, Disney+ e Hulu.

E em se tratando da última, presente atualmente apenas na América do Norte, a sobrecarga de usuários simultaneamente acarretou em uma queda do serviço, deixando muitos cinéfilos na mão.

A situação foi compartilhada por vários usuários do Twitter, que relataram que a plataforma teria saído do ar de forma temporária. Vale ressaltar que o serviço já fora retomado regularmente.

Confira os tweets:

“Por favor Hulu, funcione de novo”.

“A Hulu caiu”.

“A Hulu caiu ou foi só comigo? Me dá um tempo, estamos presos em casa”.

“Eu assinei a Hulu Live para assistir duas semanas de esportes e agora tudo caiu”.

“Hulu, porque, porque a Hulu caiu?”

 

Os Filmes e Séries que Estreiam na Netflix em MARÇO de 2021

O mês de março está chegando e a Netflix preparou uma uma nova seleção de estreias para o período em questão.

E os cinéfilos mais nostálgicos podem comemorar, pois a trilogia original de ‘Karatê Kid‘ fará o seu retorno para a grade de programação logo no dia 1º de março.

Além disso, os ansiosos por títulos originais poderão conferir os filmes ‘Bad Trip‘, ‘Dia do Sim‘ e ‘Cabras da Peste, além das novas séries ‘Quem Matou Sara?‘, ‘The One‘ e ‘O Traficante‘.

E para você não perder nenhum lançamento, separamos a agenda completa de estreias que chegam ao longo do próximo mês. Confira e comece a programar suas maratonas!

01/03

Sobrenatural: A Última Chave
Assombrada por memórias antigas, a médium Elise Rainier volta à casa onde cresceu para encarar velhos demônios — e abre a porta para segredos sombrios.

Karatê Kid – A hora da verdade
Perseguido pelos valentões da escola, Daniel LaRusso conhece um mestre das artes marciais e acaba aprendendo muito mais do que defesa pessoal.

Karatê Kid II – A hora da verdade continua
Daniel LaRusso acompanha o Sr. Miyagi em uma viagem a Okinawa, onde o mestre visita o pai agonizante e reencontra um antigo amor.

Karatê Kid III – O Desafio Final
Daniel LaRusso e o Sr. Miyagi têm que se defender de um antigo rival: o sinistro mestre dos Cobra Kai, que eles derrotaram anos antes.

Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop
Com filmagens raras e entrevistas aprofundadas, este documentário lança um novo olhar sobre um dos maiores e mais influentes rappers de todos os tempos.

02/03

A Garota Invisível
Depois de divulgar uma confissão amorosa, Ariana (Sophia Valverde) se torna super popular na escola e até consegue a atenção do crush. Mas a ex dele não curtiu a ideia.

03/03

Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta
Inspirada pelo passado rebelde da mãe e por uma nova amizade, uma tímida adolescente publica um zine anônimo denunciando o sexismo na escola. Com Amy Poehler e Hadley Robinson.

O Falsificador Mórmon
Nesta história, os golpes arriscados de uma mente meticulosa causam uma reviravolta e abalam uma igreja sobre um crime verdadeiro.

04/03

Círculo de Fogo: The Black
Em um país tomado por monstros, dois irmãos procuram os pais e acabam encontrando criaturas desconhecidas, figuras estranhas e aliados inesperados.

05/03

A Sentinela
Transferida para casa depois de uma missão traumatizante, uma soldado francesa usa suas habilidades letais para caçar o homem que feriu sua irmã.

Cidade de Fantasmas
Bem-vindos ao Clube Fantasma! Em suas aventuras por Los Angeles, esta turminha entrevista fantasmas, resolve problemas e aprende um pouco mais sobre a história da cidade.

08/03

Halloween
Há 40 anos, um assassino cometeu uma carnificina na noite de Halloween. Agora ele está novamente à solta, e seu alvo é a única pessoa que conseguiu escapar — e a família dela. Com Jaime Lee Curtis, Nick Castle e Judy Greer.

09/03

A Casa-barco
Os amigos músicos Fynn Kliemann e Olli Schulz encaram dois anos de reforma para tentar recuperar a casa-barco do cantor Gunter Gabriel.

10/03

Quem Casa Quer Casa
Uma organizadora de casamentos e uma corretora de imóveis competem para ganhar o coração e o orçamento desses casais. O que será que vão preferir: uma festa espetacular ou a casa dos sonhos?

O Traficante
Nesta série filmada no estilo documentário, tensões se acirram quando dois cineastas se infiltram em um bairro dominado por gangues para gravar um videoclipe.

Last Chance U: Basquete
A série documental Last Chance U chega às quadras de basquete, onde um técnico de Los Angeles motiva jovens que sonham alcançar todo seu potencial em faculdades de renome.

11/03

Silenciadas
País Basco, 1609. Para adiar sua execução, um grupo de mulheres acusadas de bruxaria se oferece para realizar um Sabbath para o inquisidor.

12/03

The One
Os amores (e as mentiras) saem do controle quando torna-se possível encontrar a pessoa perfeita por meio de um serviço revolucionário baseado na análise do DNA. Série baseada no livro de John Marrs.

Paradise Police: Parte 3
Os policiais nada exemplares de Paradise se envolvem em chantagem, roubo de esperma, intimidação numa confeitaria e outros crimes indescritíveis.

Dia do Sim
Acostumados a sempre dizer “não” para os filhos, um casal – interpretado por Jennifer Garner e Édgar Ramirez – resolve realizar os desejos mais malucos das crianças em um dia de poucas regras e muita diversão em família.

Filhos de Istambul
Nas ruas de Istambul, na Turquia, o angustiado trabalhador de um depósito de lixo reciclável Mehmet acolhe um menino e logo precisa confrontar sua própria infância traumática.

15/03

O Reino Perdido dos Piratas
Esta série documental mostra como os verdadeiros piratas do Caribe roubavam riquezas com violência e formaram uma república surpreendentemente igualitária.

This is Personal: A Marcha das Mulheres
Este documentário mostra a mobilização de milhões de pessoas para a Marcha das Mulheres logo após a posse de Donald Trump em 2017.

16/03

RebellComedy: Straight Outta the Zoo
Os comediantes do RebellComedy sobem ao palco e abordam temas como identidades trocadas, ser “o engraçado da turma” e a anatomia das estrelas-do-mar.

Waffles + Mochi
Protagonizado por Michelle Obama, a produção apresenta dois bonecos curiosos que viajam pelo mundo explorando as maravilhas da comida e das culturas de onde passam, aprendendo sobre ingredientes de todo o planeta.

17/03

Sob Suspeita: O Caso Wesphael
Baseada em um crime real, esta série traz o famoso caso do político belga Bernard Wesphael, acusado de assassinar a esposa em 2013.

Educação Americana: Fraude e Privilégio
Este documentário investiga o responsável por um esquema de suborno que garantia a entrada de herdeiros de famílias ricas e famosas nas melhores faculdades dos Estados Unidos.

18/03

Cabras da Peste
Ao estilo de filmes buddy cop, mas com um toque à brasileira, dois policiais (Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho) totalmente incompatíveis e de regiões diferentes do país são forçados a trabalhar juntos para desmascarar uma quadrilha que atua no Ceará e em São Paulo.

B: The Beginning: Temporada 2
Quando Keith é levado e alguém do passado de Koku ressurge, o assassino B e todos os outros são arrastados para uma conspiração envolvendo a coroa.

19/03

F1: Dirigir para Viver: Temporada 3
Lewis Hamilton, Max Verstappen e outros grandes pilotos buscam a bandeira quadriculada enquanto a COVID-19 vira o mundo de pernas para o ar e encurta a temporada de 2020.

Sky Rojo
Para fugir de um cafetão e seus capangas, três mulheres embarcam em uma jornada alucinante em busca da liberdade. Dos criadores de La Casa de Papel.

Sem Filhos
Ele se apaixonou por uma mulher que odeia crianças. Mas ele tem uma filha de 9 anos que decide fingir que é sua irmã. O que poderia dar errado?

Alien TV: Temporada 2
Os repórteres alienígenas Ixbee, Pixbee e Squee voltam à Terra e aprendem mais sobre estranhos costumes humanos e invenções como trens e a moda.

Família em Concerto
Uma jovem quer ser cantora country e encontra a banda ideal trabalhando como babá em uma família cheia de talentos musicais.

21/03

A Febre do Rato
“Febre do rato”, no Nordeste, se refere a algo fora de controle. É como está Zizo (Irandhir Santos), poeta anarquista que publica o jornal que dá nome ao filme. Com Nanda Costa, Matheus Nachtergaele e Juliano Cazarré.

22/03

Navillera
Um homem de 70 anos que tem um sonho. Um jovem de 23 anos que tem um dom. Os dois se ajudam a enfrentar as dificuldades e encarar os desafios da dança.

Socorro, Virei uma Garota!
O tímido Júlio (Victor Lamoglia) vê uma estrela cadente e deseja ser a pessoa mais popular da escola. No dia seguinte, ele é Júlia (Thati Lopes), a garota mais popular do colégio. Escrito por Paulo Cursino, conta também com Manu Gavassi no elenco.

23/03

Loyiso Gola: Unlearning
O comediante sul-africano Loyiso Gola destila filosofia prática e humor sem filtros falando de temas como raça, identidade e política mundial.

24/03

Quem Matou Sara?
Depois de passar 18 anos na cadeia, Álex busca vingança contra a família Lazcano, que o incriminou no assassinato de sua própria irmã.

Mandou Bem: Temporada
Na quinta temporada os desafios são em duplas: de melhores amigos a irmãos, esses confeiteiros são tudo de ruim.

Seaspiracy: Mar Vermelho
Um cineasta apaixonado pelos oceanos decide documentar os danos que a humanidade causa às espécies marinhas — e descobre uma sinistra conspiração global.

25/03

Na Mesma Onda
Dois jovens se apaixonam em um acampamento de verão e, diante de uma realidade dolorosa, aprendem um com o outro a aproveitar a vida ao máximo.

Viajo porque preciso, volto porque te amo
José Renato (Irandhir Santos) viaja a trabalho pelo sertão brasileiro. No percurso, ele se identifica com a sensação de abandono e isolamento dos lugares por onde passa. Dirigido por Karim Aïnouz e Marcelo Gomes.

Agência Secreta de Controle de Magias
João e Maria, aqueles dos contos de fadas, agora são agentes secretos e precisam usar magia, esperteza e trabalho em equipe para encontrar um rei desaparecido.

DOTA: Dragon’s Blood
Depois de encontrar um dragão e uma princesa com sua própria missão, um Cavaleiro do Dragão se envolve em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

26/03

Os Irregulares de Baker Street
Na Londres do século XIX, um grupo de jovens desajustados trabalha para solucionar crimes sobrenaturais sob o comando do Dr. Watson e seu misterioso parceiro Sherlock Holmes.

A Semana da Minha Vida
Neste musical inspirador, um jovem problemático vai para um acampamento de verão pela primeira vez e acaba encontrando amor, amigos e um propósito.

Bad Trip
Nesta comédia do mesmo produtor de Vovô Sem Vergonha, câmeras escondidas mostram dois amigos que caem na estrada fazendo pegadinhas com pessoas reais.

29/03

Luccas Neto em: Acampamento de Férias 3
Luccas e Gi se separam em uma competição. Meninas e meninos se enfrentam em um show de talentos por uma vaga em uma banda. Quem vai levar a melhor?

31/03

Eu Vi: América Latina
Pessoas reais contam suas próprias histórias de fantasmas nesta série de terror que recria vividamente eventos sobrenaturais e paranormais.

Anjos e demônios
Um simbologista de Harvard (Tom Hanks) tenta impedir um ataque ao Vaticano planejado por uma sociedade secreta que quer se vingar da Igreja.

Pedro Coelho
Nesta combinação de live action e computação gráfica, Pedro Coelho enfrenta um novo e difícil rival na batalha pelos vegetais da horta do fazendeiro!

Crítica | Living: Remake de clássico do Kurosawa é um emocionante lembrete sobre propósito de vida

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

No cenário pós Segunda Guerra Mundial, em meio a uma época de desenvolvimento e reconstrução, Bill Nighy é um retrato contemporâneo talhado no contexto dos anos 50. Um homem modesto que apenas assiste a vida passar diante dos seus olhos, ele é um servidor público que se esconde atrás das pilhas de solicitações que seu gabinete constantemente recebe. Entre entulhos de pedidos de reformas e de construções de parques, ele é praticamente um reflexo da ineficiência do governo brasileiro. Mas ao ser confrontado por sua mortalidade – após o diagnóstico de um câncer terminal -, a urgência do tempo bate à sua porta, o fazendo refletir sobre qual impacto sua vida gerou nos outros.

Living é – literalmente – uma lição de vida sobre a vida em si, que se apropria do clássico do cineasta japonês Akira Kurosawa para trazer uma releitura sobre o tempo e sobre quem somos diante da impossibilidade de retardá-lo, voltá-lo ou sequer pará-lo. Diante da possibilidade iminente da morte, Williams (Nighy) decide finalmente enxergar as pilhas de solicitações que o cercavam, pensando a respeito de como uma pequena grande atitude é capaz de mudar a vida daqueles que o cercam. E como alguém que na sua velhice finalmente descobre o valor da vida, Nighy é a mais plena e apaixonante expressão do que é um ser humano quando encontra o seu propósito.

Com seu semblante e linguagem corporal mudando ao longo de pouco menos de duas horas de filme, contemplamos não apenas o amadurecimento de um homem, mas também a consolidação de uma impecável atuação. Da rigidez de um cara furtivo a um sorriso reluzente de alguém que sente prazer em transformar a realidade ao seu redor, o veterano mostra uma sutil e versátil habilidade em mostrar o que significa estar vivo para alguém que está à beira da morte. O roteiro de Kazuo Ishiguro é o leme que conduz essa jornada, que rapidamente nos absorve ao inevitavelmente nos confrontar a respeito do nosso próprio propósito de vida e o quanto o levamos a sério em nossas rotinas.

Refletindo sobre o presente em um contexto social que emana fragmentos do passado da então recente Segunda Guerra Mundial, o filme de Oliver Hermanus parece mesmo ter saído de uma cápsula do tempo dos anos 50. Lindamente feito com ares de technicolor, o drama traz em toda sua estética técnica os trejeitos de um filme de época. Dos créditos iniciais à sua trilha sonora, Living é um belíssimo sopro de vida do cinema da Era de Ouro, repleto de cenas delicadas e sensíveis sobre o quão precioso é o tempo que nos foi dado nesta vida.

Com um design de figurino que exala a alfaiataria da década de 50 e um final emocionante e reflexivo, o drama convida a audiência a passar pelo mesmo processo de avaliação vivido por Nighy. Abordando também o efeito dominó de uma mudança de caráter, o longa nos motiva a enxergar a beleza da simplicidade de considerar os interesses dos outros. E calcado em princípios bíblicos tão fundamentais, Living é uma experiência cinematográfica completa, que emana um rico ensinamento que dinheiro nenhum pode nos dar: a importância de fazer do hoje um amanhã que seja eternamente lembrado.

Crítica Netflix | Sem Seu Sangue – Romance Adolescente propõe um Terror Lírico

Em seu primeiro longa-metragem, Alice Furtado apresenta uma ousada tentativa de fazer um filme lírico de horror em Sem Seu Sangue, lançado na Netflix no último 20 de novembro. Com passagem pela Quinzaine des Réalisateurs em Cannes 2019, o enredo mistura as sensações do primeiro amor, do luto e do sobrenatural, no entanto, este conjunto desanda em uma abordagem distante, tediosa e longe de causar empatia, surpresa ou espanto. 

O malfadado resultado é graças à inexpressividade de Silvia (Luiza Kosovski) e às diversas sequências centradas em seu rosto vazio ou na sua tatuagem de triângulo nas costas. Como um fetiche, as imagens nos conduzem à parte alguma por longos minutos. Com a frase de abertura “O coração quer o que quer”, narrada pela protagonista, o filme invoca uma embate o qual nunca ocorre, pois a mensagem de luta pelo amor não encontra eco no roteiro. 

De forma rápida, a jovem protagonista narra o seu entusiasmo com o novo colega de classe Arthur (Juan Paiva) e a sua vaga compreensão sobre a vida dele, principalmente, a sua doença: hemofilia. A tragédia anunciada torna-se intolerável para Silvia, o sentimento de luto se reverbera em seu corpo e ela chega a vomitar sangue. Obcecada pela perda do namorado, a menina passa os dias a olhar as fotos do rapaz e masturbar-se. 

Preocupados com a falta de apetite e apatia social da filha, os pais (vividos por Silvia Buarque e Lourenço Mutarelli) decidem viajar para uma casa na praia. Neste ambiente afastado, Silvia decide passar suas noites em uma barraca fora da casa, algo estranho para alguém que padece de saúde. 

Até certo ponto Sem Seu Sangue cria uma atmosfera de mistério, no entanto, o filme não consegue desenvolver-se. Com um roteiro a quatro mãos, de Alice Furtado e Leonardo Levis (O Filho Eterno), a história rodopia entre sonhos e visões de Silva com o falecido namorado. Além disso, seus devaneios misturam-se à imagens de uma mulher a caminhar nua pela praia e a artefatos de origem africana. Ou seja, Sílvia é apática, assim como todos ao seu redor, e o espectador não sabe porque acompanhá-la em sua desinteressante jornada de luto. 

Mesmo com a inclusão de personagens secundários para socializar com a adolescente, o filme não tem diálogos interessantes. O encontro com o irmão de Arthur soa artificial, tanto pela conversa truncada quanto pelo mal desempenho do ator. As conversas servem apenas para explicar o enredo do livro The Magical Island (A Ilha Mágica), de William Seabrook, na casa de praia. A partir da leitura, Sílvia tem um primeiro contato com rituais religiosos, sacrifícios e necromancia. O assunto, de certa forma, chama atenção da garota e, por um acaso, alguém comenta sobre um rapaz que entende dessas coisas na floresta.

Com 100 minutos de imagens, Sem Seu Sangue seria melhor sucedido como um curta-metragem, pois carece de toda uma estrutura de enredo para transportar o espectador ao tema: amor e pós-morte. Da forma que é proposta, a narrativa é finita em 20 minutos. A obsessão romântica da menina habita o implícito, tal como suas crenças e vontades, porque a transmissão dessas sensações são completamente opacas. 

Vale fazer um paralelo com obras jovens de suspense/horror brasileiras que conseguem percorrer todos os pontos da curva narrativa e manter um ritmo envolvente. Por exemplo, o recente A Sombra do Pai (2018), de Gabriela Amaral Almeida. Com símbolos e preces, a diretora paulistana constrói um ambiente opressor de abandono e a fuga para o místico. Assim como Mate-me por Favor (2016), da carioca Anita Rocha da Silveira, nos prende à protagonista Bia (Valentina Herszage) de maneira hipnótica. 

Em contrapartida, a protagonista Luiza Kosovski está longe de seduzir a câmera. Seu semblante monótono é caótico na transmissão de qualquer intenção narrativa. A cena final, a título de exemplo, perde todo o significado ao mostrar o rosto insípido da menina diante da situação presente. 

Embora tenha errado na composição narrativa, Alice Furtado, filha do cineasta Jorge Furtado (Ilha das Flores), tem um olhar apurado pela composição das cenas. Destaca-se a sequência de sexo no meio da floresta entre Silvia e Arthur. Contudo, ela trabalha com um elenco e ideias limitantes. Sem Seu Sangue poderia ser uma história sobre sobrevivência de um trauma amoroso, no entanto, a lentidão de apresentação do argumento de horror é um dos grandes equívoco dos roteiristas e detona a proposição da obra. 

Chandler Riggs revelou que fez teste para ser ‘Homem-Aranha’ e ‘Han Solo’

O ator de The Walking DeadChandler Riggs está se despedindo de seu personagem atualmente na série, mas revelou ao Comic Book que já fez testes para viver alguns personagens famosos do cinema, como o Homem-Aranha e o jovem Han Solo.

“Já fiz testes para Homem-Aranha e Han Solo, é verdade. Adoraria participar de uma franquia grande assim. Seria incrível, principalmente agora que tenho mais tempo. Seria realmente incrível”

Apesar do desejo do ator, os papéis ficaram para Tom Holland e Alden Ehrenreich. Vocês gostariam de ver Riggs como algum herói nos cinemas?

Co-criador de ‘Rick and Morty’ deleta Twitter após vídeo com estupro de boneca

A polêmica envolvendo os tweets do diretor James Gunn abriu portas para novas descobertas nas redes sociais. Como foi o caso do co-criador da animaçãoRick and Morty e produtor por trás de Community, Dan Harmon, que excluiu sua conta no Twitter após o ressurgimento de um vídeo em simula o estupro de uma boneca.

O conteúdo fazia parte de uma paródia de ‘Dexter’, que planejava para a TV em 2009. A polêmica cena traz o personagem de Harmon pulando uma janela e abaixando as calças para esfregar o pênis em uma boneca de bebê deitada no sofá.

Após ser contatado pela imprensa americana, Harmon não quis fazer comentários sobre o vídeo. Vale lembrar que essa é a segunda vez que ele se envolve em polêmica. No início desse ano, o produtor foi acusado de assédio sexual por uma roteirista de Community, posteriormente confirmando a acusação.

A aclamada animação ‘Rick and Morty‘ já iniciou o trabalho de produção da quarta temporada, com o retorno dos roteiristas.

E para celebrar o momento, o perfil oficial da série no Facebook publicou um novo vídeo, com os bastidores da equipe criativa debatendo o episódio final do ciclo 3 e como seria a dinâmica entre os personagens.

Confira:

Rick and Morty‘ é uma série de animação adulta norte-americana de comédia e ficção científica criada por Justin Roiland e Dan Harmon para o bloco de programação noturno Adult Swim, exibido no canal Cartoon Network.

Alan Moore, lendário criador de ‘Watchmen’, se manifesta sobre as eleições do Brasil

Na tarde desta sexta-feira (28), os Vingadores se uniram para fazer um apelo aos brasileiros: votar na eleição presidencial deste domingo (30). Enquanto a maioria manteve a neutralidade, alguns mandaram mensagens indiretas que indicaram a preferência política de cada um, geralmente motivados pela causa ambiental, da qual muitos são ativistas reconhecidos internacionalmente. Essas manifestações fazem parte de uma campanha chamada #NemTodoHeróiUsaCapa. E mobilizaram milhões de fãs nas redes sociais.

Confira os principais Tweets dos Vingadores sobre a eleição brasileira

Pelo lado da DC, quem não poderia deixar de se manifestar era justamente Alan Moore, a lenda das Graphic Novel, criador de alguma das obras mais cultuadas e politizadas da história, como Watchmen e V de Vingança.

Conhecido por seus posicionamentos firmes e incisivos, Moore já havia polemizado há cerca de 20 dias, quando concedeu uma entrevista ao jornal britânico The Guardian, em que disse ter se aposentado dos quadrinhos por achar que a indústria tornou esse tipo de texto em obras infantis e “insuportáveis”.

Ele também relacionou a ascensão da extrema direita e do fascismo na política mundial à infantilização da sociedade ocasionada pela popularização das obras de super-heróis, trazendo uma visão maniqueísta de mundo, o que fortaleceu a polarização e o extremismo político por adultos interpretando obras feitas para crianças como se fossem um manual de vida para o mundo real.

“Centenas de milhares de adultos fazem fila para ver personagens e situações que foram criadas para entreter os meninos de 12 anos – e eram sempre meninos – de 50 anos atrás. Eu realmente não achava que super-heróis fossem coisas para adultos. Acho que isso foi um mal-entendido nascido do que aconteceu na década de 1980 – ao que devo me atribuir uma parte considerável da culpa, embora não intencional – quando coisas como Watchmen apareceram pela primeira vez. […] Eu disse por volta de 2011 que achava que teriam implicações sérias e preocupantes para o futuro se milhões de adultos fizessem fila para ver os filmes do Batman. Porque esse tipo de infantilização – esse desejo por tempos mais simples, realidades mais simples – muitas vezes pode ser um precursor do fascismo”, disse Alan Moore ao jornal.

Reprodução: Kevin Nixon/SFX Magazine/Future via Getty Images

Na tarde desta sexta-feira, enquanto os Vingadores participavam da campanha pelos votos, Alan Moore utilizou seu Facebook para divulgar uma carta de reflexão política, chamando atenção para a importância das eleições brasileiras não apenas para o Brasil, mas para o mundo como um todo.

Na carta, Moore aponta que o mundo está passando por transformações e que as escolhas que tomamos agora influenciarão diretamente no futuro das próximas gerações. Seus filhos e netos. Diferentemente de outras celebridades do mundo dos quadrinhos, o autor britânico não ousou em se posicionar e em uma das raras vezes que demonstrou apoio a uma figura política, Alan Moore deixou claro seu lado nas eleições de domingo. Confira a tradução da carta.

“Querido Brasil,
Estamos rapidamente esgotando as últimas chances de salvar o planeta e seus povos. Nosso mundo está mudando, mais rápido do que nunca, e nos forçando a nos adaptar mais rapidamente se quisermos sobreviver. Dos caçadores e coletores de alimentos à agricultura, da agricultura à indústria, da indústria ao que quer que esteja tomando forma agora – essa nova condição para a qual ainda não temos um nome – a humanidade já viu esse tipo de mudança monumental antes, embora não com tanta frequência. Essas transições não são causadas por forças políticas, mas pelos movimentos de maré imparáveis ​​da história e da tecnologia, que é uma maré da qual podemos aproveitar nossas embarcações ou podemos ser arrastados. O mundo está girando, se transformando necessariamente em um novo lugar, e só podemos girar com ele ou então perderemos a biosfera que nos sustenta para sempre. A maioria das pessoas, acredito, sabe disso em seus corações e sente em seus estômagos.

E, no entanto, nos últimos cinco anos, vimos em todo o mundo um ressurgimento feroz dos ideais políticos e econômicos que nos levaram a essa situação claramente desastrosa. A agressão indisfarçável desse avanço de extrema direita me parece tão forte, e ao mesmo tempo tão desconectada de qualquer realidade, que só pode nascer do desespero; o medo histérico sentido pelos mais impregnados nas estruturas de poder do velho mundo, que sabem que o novo mundo pode, em último caso, não ter lugar para eles. Temendo por sua própria existência, pela existência da visão de mundo da qual se beneficiam, eles encheram o cenário mundial ao longo desta última meia década com personagens de pantomima cada vez mais barulhentos, exagerados e birrentos, para quem nenhum curso de ação é muito corrupto ou desumano. E nenhuma linha de raciocínio tão descaradamente absurda.

Descaradamente monstruosos, estes perseguiram minorias raciais e religiosas, ou seus povos nativos, ou os pobres, ou mulheres, ou pessoas de diferentes sexualidades, ou todas as anteriores. Durante a pandemia ainda em atividade, eles colocam sua postura política e suas doutrinas financeiras diante da segurança de suas populações, presidindo centenas de milhares de mortes potencialmente desnecessárias; centenas de milhares de famílias devastadas, comunidades devastadas. Com suas nações em chamas, inundadas ou secas pela seca, eles insistiram que a mudança climática era uma farsa esquerdista para incomodar a indústria e rotularam os manifestantes ambientais ou sociais de terroristas.

Adotando o estilo circense fascista do italiano Silvio Berlusconi, tivemos a perigosa teatralidade insurrecional de Donald Trump na América do Norte e as ruinosas indignidades de Boris Johnson e seus substitutos no (atualmente) Reino Unido. E, claro, o Brasil teve Jair Bolsonaro.

Embora nós, no hemisfério Norte, obviamente contribuamos muito mais do que nosso quinhão de figuras políticas horríveis para a situação do mundo, não conheço ninguém com um pingo de consciência e compaixão que não esteja chocado com o que Bolsonaro, chegando ao cargo com Trump. Influenciando no que fez ao seu enorme e belo país, juntamente com o que ele continua a fazer ao nosso planeta relativamente pequeno e de alguma forma ainda belo. Assistimos desesperados enquanto, cantando no mesmo hinário de sua inspiração norte-americana, Bolsonaro criticou os povos indígenas do Brasil, seus homossexuais e os direitos de suas mulheres a abortos seguros, alimentando uma fogueira descontrolada de ódio como uma distração para suas agendas sociais e econômicas, enquanto simultaneamente inunda sua cultura com armas. Nós o vimos tentar abrir caminho pela pandemia, cuspindo sua idiotice de antivacinação, e vimos o aumento da área de cemitérios preparados às pressas no Brasil; aquelas grades de escaninhos em solo cinza com flores mortas aqui e ali ou marcadores pintados como um pingo de cor.

Também observamos enquanto ele respondia à perspectiva de novas leis ambientais internacionais simplesmente acelerando sua destruição suicida da floresta tropical, sufocando nossa atmosfera com a selva em chamas, deslocando ou despachando pessoas que viveram nessas regiões por gerações e aparentemente conspirando ou fechando os olhos para o assassinato de jornalistas que investigavam essa brutal limpeza étnica.

Uma respeitada revista científica britânica que eu assino, New Scientist, recentemente descreveu as eleições iminentes no Brasil como um ponto potencialmente crucial sem retorno na batalha de vida ou morte de nossa espécie contra a catástrofe climática que nós mesmos projetamos. Simplificando, Jair Bolsonaro pode continuar, lucrativamente, a agradar os interesses corporativos que o apoiam, ou nossos netos podem comer e respirar. É um ou outro.

Como anarquista, há muitos poucos líderes políticos que eu poderia tolerar completamente, muito menos endossar, mas de tudo o que ouvi ou li sobre ele, Luiz da Silva, Lula, parece ser um desses indivíduos raros. Suas políticas parecem ser justas, humanas e práticas e, pelo que entendi, ele prometeu reverter muitas das decisões mais desastrosas de Bolsonaro. Reparar os danos desses últimos cinco anos certamente não seria fácil ou sem custo, e Lula estaria herdando um cenário político muito desfigurado. No mínimo, porém, desta distância, ele tem pelo menos o olhar de um candidato que reconhece que a humanidade está passando por uma de suas raras transformações sísmicas e percebe que devemos mudar a maneira como vivemos, se quisermos viver.

Ele parece um político comprometido com o futuro, com seu trabalho árduo e suas possibilidades justas e maravilhosas, em vez dos espasmos de morte agitados e destrutivos de um passado insustentável. A próxima eleição do Brasil é, segundo me disseram, equilibrada no fio da navalha e, como discutido acima, o mundo inteiro está apostando nisso. Se você já gostou de algum do meu trabalho, ou sentiu alguma simpatia por suas tendências humanitárias, por favor, saia e vote por um futuro que seja adequado para os seres humanos, por um mundo que seja mais do que a latrina dourada de suas corporações e seus fantoches.

Deixemos as iniquidades dos últimos cinco, ou talvez dos últimos quinhentos anos, para trás.

Com amor e confiança,
Seu amigo,
Alan Moore

Alan Moore se popularizou por seu forte posicionamento político, tanto na esfera pessoal quanto em suas obras. O autor é responsável por alguns dos maiores clássicos dos quadrinhos, como Watchmen, V de Vingança, Batman: A Piada Mortal, Superman: Para o Homem Que Tem Tudo e A Liga Extraordinária.

As eleições presidenciais brasileiras estão causando uma comoção mundial, principalmente pela questão da Amazônia. Diante dos números altíssimos de queimadas e do crescente desmatamento, a comunidade internacional se preocupa com o futuro climático, que tem na floresta da região norte brasileira uma grande esperança.

As eleições ocorrem neste domingo (30) em todo o Brasil.

Crítica | Fim da Estrada – Queen Latifah e Ludacris estrelam Thriller da Netflix à la Jordan Peele

Queen Latifah iniciou sua carreira artística primeiramente cantando rap, no início dos anos 1990. Com seu rostinho simpático, um vozeirão poderoso e uma atitude de mulher forte, a rainha Latifah rapidamente fez seu nome na indústria fonográfica, e não demorou para que convites para participar da indústria cinematográfica surgissem. De lá para cá foram mais de 45 séries e filmes, muitos dos quais no gênero da comédia, que é onde ela alcançou sucesso mundial. Apesar de termos nos acostumado a vê-la sorrindo em filmes mais leves, é no drama que Queen Latifah se supera, como pode ser visto em ‘Fim da Estrada’, seu mais novo filme que chegou recentemente à Netflix.

Brenda (Queen Latifah, de ‘As Férias da Minha Vida’) perdeu o marido recentemente para o câncer. Durante a luta contra a doença, ela gastou todas as economias da família para ajudar o marido, mas, agora, ela não tem mais como manter a casa onde mora e decide se mudar com a família para outro estado. Então, ela empacota tudo e sai numa viagem de carro cruzando os Estados Unidos com sua filha mais velha, Kelly (Mychala Lee), o caçula Cam (Shaun Dixon), e seu irmão e tio das crianças, Reggie (o também cantor Ludacris). Porém, em uma das paradas que fazem, a família testemunha um assassinato no quarto ao lado. Por ser enfermeira, Brenda tenta ajudar a vítima, mas é em vão. Assustados, decidem ir embora, mas antes Reggie pega uma mala de dinheiro da vítima, imaginando que o morto não faria mais uso da grana. O problema é que o verdadeiro dono da mala descobre, e começa a caçá-los para reaver o que é seu.

Tirando a frustração que é o título e a capa do filme darem a entender de que se trata de comédia, passado o choque inicial o espectador descobre que ‘Fim da Estrada’ é um filme muito bom. Numa pegada meio Jordan Peele, o roteiro de Christopher J. Moore e David Loughery começa com o drama da família típico, com crianças resmunguentas e a mãe passando perrengue, para, aos poucos, transformar a história em um thriller de ação com pano de fundo racial que piora ainda mais a situação em que os personagens se encontram. Porque afinal, cruzar os Estados Unidos de carro é fácil, desde que não seja uma pessoa preta adentrando o território dos supremacistas brancos no centro-oeste do país.

Para lidar com uma situação tão delicada, Queen Latifah comprova porque leva o nome de rainha. Sua interpretação comovente leva o espectador ao limite na cena em que ela tem que negociar com dois rapazes que liberem a passagem do seu carro no fim do primeiro arco da trama. A diretora Milicent Shelton consegue criar o clima de tensão necessário no seu elenco para demonstrar ao espectador que o pior terror que enfrentamos são as situações cotidianas criadas pelo próprio ser humano.

Surpreendentemente, ‘Fim da Estrada’ transita entre gêneros de maneira coesa e envolvente. Partindo de uma situação trivial e contando com as boas atuações do elenco e uma trilha sonora ótima, o suspense com ação intriga e prende a atenção, mesmo que se torne repetitivo e um tanto forçado em seu terceiro ato.

Terminou o NAMORO? Temos 10 Dicas de Filmes para você se sentir MELHOR!

O fim de um relacionamento nunca é fácil. E cada pessoa reage de forma diferente. Tem gente que fica na fossa, tem gente que leva de boa, mas precisa de um tempo, e tem gente que logo parte pra outra relação. De qualquer forma, o cinema é sempre um bom amigo para quem está precisando daquele apoio após o término de um namoro.

O CinePOP separou dez filmes perfeitos para quem está saindo de um relacionamento. É claro que tem gente que pode preferir afogar as mágoas num dramão ou assistir à uma ação sem cérebro, mas optamos por focar a atenção (com exceções) em obras leves, divertidas e que passam uma mensagem otimista sobre relacionamentos. Os longas, inclusive, quebram a ideia do que seria um final feliz. O que vale mesmo é a jornada dos personagens.

Confira nossa lista abaixo! E não deixe de dizer nos comentários quais seus filmes favoritos para lidar com o fim de uma relação.

(500) Dias com Ela

(500) Dias com Ela parece aquela comédia romântica tradicional, mas é mais que isso. É um filme que mostra o perigo de se idealizar uma relação e de achar que você pode mudar o outro. Também é um longa sobre a importância de ser honesto com suas intenções logo de cara. Joseph Gordon-Levitt vive um sujeito que aposta todas suas fichas em uma relação com Zooey Deschanel, que desde o início deixa claro que não está em busca do amor de sua vida. Ao final, mesmo diante de uma separação dolorosa, vemos que o importante é seguir em frente. Após o verão, há sempre o outono.

O Diabo Veste Prada

O romance está longe de ser o mais importante em O Diabo Veste Prada, embora a mensagem de evitar o boy que não te apoia esteja mais que presente. Mas a jornada de Andrea (Anne Hathaway) é perfeita para motivar quem está na fossa. É um filme sobre auto descoberta e reafirmação, coisas que muita gente precisa lidar após o fim de um relacionamento. Aqui, a protagonista rompe um ciclo de dependência e abuso profissional, algo facilmente transferível para um namoro. Às vezes, é melhor ficar sozinho(a) e o filme deixa isso bem claro.

O Casamento do Meu Melhor Amigo

Clássico das comédias românticas dos anos 90, O Casamento do Meu Melhor Amigo é mais um filme a falar sobre o perigo de se idealizar uma relação e sobre tratar uma pessoa como posse. Após idas e vindas, acaba sendo um longa sobre como, muitas vezes, é melhor acabar dançando com um amigo em uma festa. A personagem de Julia Roberts acaba construindo, em sua cabeça, uma relação que não existe, apenas pelo medo de ficar sozinha ou de não encontrar um outro alguém. O filme, no entanto, deixa claro que este não é o caminho. E que é melhor ficar sozinha.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O cinema, na maioria das vezes, trata a solidão como algo alienígena, como um problema que o/a protagonista tem que resolver. Mas, como na vida real, nem sempre é ruim ficar sozinho. Então, ao invés de embarcar numa história clichê em que uma mulher só se completa ao encontrar o príncipe encantado, nada melhor que assistir à O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. O drama francês mostra que é possível encontrar a felicidade nas pequenas coisas, sem depender do outro. Uma atuação delicada e emocionante de Audrey Tautou.

Legalmente Loira

Legalmente Loira apresenta o sonho de vingança de toda garota maltratada ou desvalorizada pelo boy lixo. Reese Witherspoon vive Elle Woods, uma jovem que entra para o curso de direito de Harvard para tentar reconquistar o ex-namorado, que a deixou por não ser “séria demais”. A comédia romântica tradicional talvez acabasse com Elle reconquistando o sujeito, mas aqui a personagem passa por uma jornada de redescoberta. E de desenvolvimento de uma autoestima. Algumas vezes, tudo o que você precisa é confiar mais em você. Se a pessoa ao teu lado te deixa pra baixo, melhor seguir em frente.

Ressaca de Amor

Ressaca de Amor… Está aí um título que pode servir para descrever muitos finais de relacionamento. E o filme também pode ajudar aquele coração mais desamparado. A comédia romântica estrelada por Jason Segel, Kristen Bell e Mila Kunis conta a história de um cara que é deixado pela namorada de vários anos. Para superar a separação, ele viaja para o Havaí. Lá, acaba encontrando a ex já com um novo parceiro. Em meio a crise, ele conhece uma nova mulher, mas mais que isso: ele descobre sua autoestima. E ainda passa a ser capaz de uma autocrítica, assumindo parte da responsabilidade pelo fim da primeira relação. Por trás da história está a mensagem que não adianta você amar uma pessoa e se esquecer de cuidar de você.

Sob o Sol da Toscana

Tudo bem que nem todo mundo pode lidar com o fim de uma relação comprando uma chácara na Itália (quem me dera!), mas esta não é a mensagem de Sob o Sol da Toscana. Na trama, Diane Lane vive uma escritora que entra em crise após descobrir a infidelidade do marido. Motivada pelas amigas, acaba aceitando uma viagem para a Itália. Lá, de forma impulsiva, acaba comprando uma propriedade, que terá que reformar com as próprias mãos. É uma jornada de redescoberta e, acima de tudo, uma vitória contra a visão de que é tarde demais para se viver. É belo, divertido e ainda com suas pitadas de romance. Ideal para quem procura seguir em frente.

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças é uma obra muito inteligente e madura sobre relacionamento. Fala sobre a possibilidade de se apagar pessoas de sua memória, algo com que muita gente recém-separada consegue se relacionar. Mas, ao final, mostra que por mais dolorosa que seja a separação e a falta daquela companhia, ainda é melhor ter vivido aquilo. O filme também aborda vários elementos de relacionamentos, como a noção de que um deve completar o outro ou mesmo a dependência que se forma em uma relação. O elenco conta com as ótimas participações de Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst e Mark Ruffalo.

La La Land

O belo musical estrelado por Ryan Gosling e Emma Stone parece a história de amor perfeita. Mas também é um tiro de “nem todo conto de fadas tem o final feliz”. Mas tudo bem! O filme, de certa forma, é uma adaptação da clássica frase “que seja eterno enquanto dure”. La La Land apresenta um romance de cinema, mas com uma conclusão de vida real. Nem sempre os casais terminam juntos, e isso não apaga a bela jornada que viveram. Para os recém-saídos de uma relação, talvez seja duro embarcar em uma história tão romântica, mas também mostra o valor que uma pessoa pode ter na vida da outra, mesmo que não acabem lado a lado.

Garota Exemplar

Fugindo bastante do perfil dos filmes anteriores, nos resta indicar Garota Exemplar para completar a lista. Este vai para aqueles que não querem saber de comédias ou romances. Então, nada melhor que esse belo thriller dirigido por David Fincher. Está aqui uma história que prova que é melhor estar solteiro(a) do que num relacionamento tóxico. Pensa só, você poderia estar com um sujeito que te trai. Ou com uma psicopata que forja a própria morte e coloca a culpa em você. Não há dúvida que, nos dois casos, a solteirice é o melhor caminho a se seguir. Não precisa ficar na bad.

‘Charmed’: 2ª temporada ganha pôster oficial; Confira!

The CW divulgou o novo pôster oficial da 2ª temporada de Charmed.

Confira:

A emissora também revelou alguns detalhes do próximo ciclo. Segundo o site TV Line, a filha do vilão Alastair Caine (Craig Parker) será introduzida nos novos episódios e buscará por vingança. Ela estará acompanhada da “sexualmente fluida bruxa Kat, bem como um instrutor de boxing intitulado Jordan”, que também farão seu début no show.

Ainda não se sabe quem dará vida aos novos personagens.

A atual showrunner do projeto, Carter Covington, disse adeus à equipe e será substituída pelo casal formado por Liz KrugerCraig Shapiro – ambos estão em negociações finais para fornecer ao show uma nova perspectiva criativa.

Segundo o site Deadline, a saída de Covington permitirá que a série se afaste do foco dinâmico que permeou toda a primeira temporada e mergulhe em narrativas mais sobrenaturais. Kruger e Shapiro são conhecidos por seu trabalho em SalvationExtant, essa última em colaboração com a atriz e produtora Halle Berry.

Protagonizada por Melonie DiazSarah Jeffery e MantockCharmed gira em torno de três irmãs que descobrem que são bruxas após a morte da mãe. O show é um reboot da clássica produção transmitida entre 1998 e 2006.

‘Lost Transmissions’: Simon Pegg e Juno Temple no trailer do drama independente

O drama independente ‘Lost Transmissions’, que teve exibição mundial no Festival de Tribeca do ano passado, ganhou um novo trailer oficial.

Confira:

O filme é a estreia diretorial de Katherine O’Brien, que também assina o roteiro.

Hannah, uma tímida compositora, descobre que seu amigo, o respeitado produtor Theo Ross, teve um lapso com seus medicamentos contra esquizofrenia. Hannah, então, junta um grupo de amigos para levá-lo a uma clínica psiquiátrica, perseguindo-o à medida que ele leva suas loucuras para o glamour e a brutalidade de Los Angeles.

Juno TempleSimon Pegg estrelam. Alexandra DaddarioTao OkamotoRosanna ArquetteBria VinaiteJamie HarrisDanny Ramirez completam o elenco.

‘Lost Transmissions’ chega aos cinemas norte-americanos em 13 de março, ainda sem previsão de estreia no Brasil.

‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’: Versão remasterizada em 4K ganha pôsteres incríveis; Confira!

Meses depois do início do surto do novo Coronavírus, a China parece finalmente estar voltando aos eixos e, com a reabertura gradual, o país está tentando se reerguer. Não é surpresa que, em meio a cancelamentos e a uma paralisação global da indústria do entretenimento, os cinemas locais estejam pensando em alternativas para “voltar à normalidade”.

Uma dessas estratégias econômicas vem com a reexibição do clássico Harry Potter e a Pedra Filosofal’, filme dirigido por Chris Columbus e lançado em 2001. A primeira aventura do bruxinho mais famoso de todos os tempos nas telonas será relançado em 4K e, agora, a Warner Bros. divulgou pôsteres exclusivos para promover a versão remasterizada.

O filme chegará novamente aos cinemas no dia 14 de agosto.

Confira:

Durante uma entrevista para a Variety, Daniel Radcliffe, o protagonista da franquia, foi questionado sobre assunto, ao que ele respondeu:

“Não gosto de dizer não às coisas, mas não é algo que eu esteja ansioso para fazer. Sinto que a saga seguiu em frente e está indo bem sem a gente… As filmagens de ‘Animais Fantásticos 3′ estão prestes a começar e estou muito feliz com isso, mas eu gosto da minha vida como ela está agora. Não estou dizendo que nunca mais voltarei a trabalhar em franquias, mas gosto da flexibilidade que tenho com minha carreira agora. Estou satisfeito em fazer filmes que não exigem longos anos de contrato.”

Após o fim da franquia, Radcliffe construiu uma grande carreira no cinema, atuando em filmes como ‘A Mulher de Preto’, ‘Truque de Mestre 2’, e ‘Imperium‘.

Seu último filme, intitulado ‘Escape from Pretoria‘, foi lançado direto em VOD. 

‘RuPaul’s Drag Race’: 13ª temporada ganha data de estreia e teaser OFICIAL; Confira!

RuPaul’s Drag Race’ retorna mais cedo do que o esperado para sua 13ª temporada.

Os novos episódios do reality show múltiplas vezes vencedor do Emmy Award e apresentado por RuPaul Charles tem estreia marcada para o dia 01 de janeiro de 2021.

Além disso, a VH1 divulgou o primeiro teaser oficial da próxima temporada, apresentando as novas competidoras.

Confira:

Michelle VisageCarson KressleyRoss Matthews retornam como jurados.

As novas drag queens são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

‘Eternos’: Kevin Feige elogia estilo de direção de Chloé Zhao: “muito impressionante”

Em uma recente entrevista à Variety, o presidente da Marvel StudiosKevin Feige, rasgou elogios para o estilo de direção de Chloé Zhao, vencedora do Oscar que também está a encargo do vindouro Os Eternos.

Feige comentou que Zheo “estava realmente lutando por locações práticas”, recordando-se de um pedaço das filmagens que ela lhe mostrou e que o deixou bastante impressionado.

“E eu continuava dizendo: ‘isso veio da câmera; não há trabalho de efeitos visuais aqui'”, ele disse. “Porque era um lindo por do sol, com ondas perfeitas e uma neblina vindo da costa em direção a um penhasco – algo muito impressionante”.

Dirigido por Zhao, ‘Eternos‘ chega aos cinemas em 5 de Novembro de 2021.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

‘The Girl Before’: Nova minissérie de suspense da HBO Max ganha primeiras imagens oficiais; Confira!

HBO Max divulgou hoje (21) as primeiras imagens oficiais de The Girl Before, minissérie de suspense estrelada por Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’) e David Oyelowo (‘O Céu da Meia-Noite’).

Confira:

Através de quatro episódios, a trama vai acompanhar a história de Jane (Mbatha-Raw), uma mulher que se apaixona por uma casa minimalista e decide se mudar para lá.

No entanto, ela vai descobrir que o misterioso arquiteto (Oyelowo) tem um comportamento bastante suspeito, assim como seu passado.

Com o passar do tempo, a vida da moça se torna cada vez mais esquisita. Decidida a se livrar da angústia do local, ela descobre que a antiga moradora da casa foi assassinada.

A minissérie é baseada no romance ‘Quem Era Ela‘, publicado por J.P. Delaney, que também é o criador da adaptação.

Em entrevista ao portal, Delaney disse que:

“Há muito tempo eu sonhava em adaptar ‘The Girl Before’, mas eu estava determinado a fazer isso apenas se pudesse encontrar parceiros que mergulhassem de corpo e alma no projeto, e encontrei esses parceiros na BBC e na HBO Max.”

Ele continuou:

“Com o talento de Gugu e David, vamos fazer um thriller psicológico na TV ser ainda mais emocionantes do que um filme. Estou incrivelmente animado para recontar essa história em um meio visual. Também foi muito divertido colaborar nos episódios dois e três com a brilhante roteirista Marissa Lestrad.”

Dirigida por Lisa Brühlmann (Killing Eve), a adaptação ainda permanece sem previsão de estreia.

‘Mayans MC’: 4ª temporada ganha data de estreia oficial!

Ótimas notícias para os fãs de Mayans MC!

FX anunciou que a 4ª temporada da série derivada de Sons of Anarchy finalmente ganhou data de lançamento.

O novo ciclo estreia do dia 19 de abril, com um episódio duplo. O restante dos capítulos será exibido em uma base regular.

Criada por Elgin James e Kurt Sutter, a série é um derivado de ‘Sons of Anarchy‘.

A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

O elenco inclui JD Pardo, Clayton Cardenas, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Richard Cabral, Raoul Max Trujillo e Antonio Jaramillo.

‘A Princesa’: Ação medieval estrelada por Joey King ganha novo teaser LEGENDADO; Confira!

O filme de ação medieval ‘A Princesa‘, estrelado por Joey King (‘A Barraca do Beijo’), chega em breve ao catálogo do Star+ e, para promovê-lo, foi divulgado um novo teaser oficial legendado.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 22 de julho.

Le-Van Kiet (‘Furie’) é responsável pela direção.

Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.

O elenco ainda conta com Dominic Cooper (‘Preacher’), Olga Kurylenko (‘Viúva Negra’) e Veronica Ngo (‘The Old Guard’).

5 ÓTIMOS filmes com Brendan Fraser que você nunca assistiu!

Filho de pais canadenses, uma conselheira de vendas e um funcionário do Escritório de Turismo do Governo, Brendan Fraser nasceu em Indianápolis, Indiana. Sua família se mudava muito durante a infância e adolescência dele. Numa dessas viagens, o desejo em atuar começou a bater mais forte, ele esteve em Londres, na Inglaterra, onde teve a oportunidade de assistir sua primeira peça de teatro na famosa West End (onde tem célebres teatros britânicos).

Correndo atrás dos seus sonhos, no início da década de 90 se formou no Cornish College of the Arts de Seattle, uma faculdade privada que fora inaugurada em 1914. Daí, rumou para Hollywood para tentar papéis em grandes produções. Seu início como ator no cinema começou em 1991 em pequenas participações nos filmes: Filho do Bem, Filho do Mal da cineasta Marina Sargenti, Apostando no Amor dirigido por Nancy Savoca e protagonizado por River Phoenix. Depois de alguns anos seguindo no cinema e em papéis de coadjuvante, conseguiu seu primeiro papel protagonista na comédia infantil da Disney, George – O Rei da Selva. Em 1998, participou de um dos filmes onde teve uma de suas atuações mais elogiadas em toda a carreira, Deuses e Monstros, onde atuou ao lado do grande Ian Mckellen. No ano seguinte, talvez seu papel mais conhecido pelo público, Rick O’Connell, o protagonista da aventura A Múmia.

Assim, Brendan foi construindo sua carreira com papéis coadjuvantes, outros filmes como protagonista, mas não embarcava mais em grandes sucessos. De alguma forma, parecia estar rumando para um quase esquecimento até bem recentemente! Com mais de 70 trabalhos no currículo esse carismático artista, pai de um filho autista, Brendan Fraser é forte concorrente ao Oscar de Melhor Ator na cerimônia do Oscar em 2023 pelo seu elogiadíssimo papel no aguardado longa-metragem A Baleia, de Darren Aronofsky.

 

Abaixo alguns ótimos trabalhos de Brendan Fraser nos cinemas:

 

O Americano Tranquilo

Lançado em 2002, o drama baseado na obra do escritor britânico Graham Greene, ambientado no início da década de 50 no Vietnã, nos mostra a formação de um triângulo amoroso entre um jornalista, um agente da Cia e uma Vietnamita. O filme foi indicado ao Oscar na Categoria de Melhor Ator (Michael Cane).

 

Crash – No Limite

Dirigido pelo cineasta e roteirista canadense Paul Haggis, o vencedor do Oscar de Melhor filme no ano de 2006 nos mostra histórias de alguns moradores de Los Angeles, de variadas origens étnicas que acabam sendo interligados por um acontecimento que gera enormes tensões aos envolvidos.

 

Um Caso de Amor

Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor.

 

Deuses e Monstros

Elogiado filme do cineasta nova iorquino Bill Condon, baseado na obra Father of Frankenstein do escritor norte-americano Christopher Bram, acompanhamos a fase final da vida do britânico James Whale, cineasta homossexual diretor de filmes de horror bastante populares na década de 30 e sua amizade com um jardineiro. O filme ganhou Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.

 

O Último Golpe

Na trama, acompanhamos um jovem rapaz que chega em uma cidade para trabalhar com vendas e acaba indo ser treinado por um vendedor que acaba se apaixonando pela sua noiva. Escrito e dirigido por Michael Caleo, um dos roteiristas de alguns episódios do seriado de sucesso Os Sopranos.

 

Carrie – A Estranha (3)

Carrie – A Super-heroína

O que existia de errado com Carrie –A Estranha, filme de 1976? Para falar a verdade, nada! A onda de refilmagens que assola Hollywood se tornou uma doença, e ela se chama falta de boas e novas ideias. Pensem, o desespero é tão grande que em breve não existirá mais nenhum filme que não tenha sido refeito. Nunca havia pensado de tal forma, de maneira tão contrária a refilmagens até assistir a essa. Filmes mais queridos já haviam sido repaginados antes, então por que será que o remake de Carrie incomoda tanto?

Talvez seja um pouco pela importância de sua história. Carrie original foi o primeiro filme de destaque na carreira do diretor Brian De Palma (Passion), que o alçou de certa forma ao estrelato. Foi também o primeiro romance do escritor Stephen King adaptado para o cinema, e também o primeiro livro de King. O curioso é que sabemos que é difícil uma refilmagem ficar boa, e não ser associado e comparado ao filme original. Raros são os casos. Carrie é um filme que não precisava de refilmagem. Já marcado no consciente popular, o original de 1976 ganhou uma continuação malfadada em 1999, e uma refilmagem feita para a TV em 2002.

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Agora a Sony tenta mais uma vez, trazendo a trama (passada originalmente tanto no livro quanto no filme, na década de 1970) para os dias atuais. Porém, só a modernidade de veículos e apetrechos tecnológicos evoluem, e não os conceitos. E talvez esse seja o seu maior erro. É difícil, por exemplo, pensar que numa época tão informatizada, e que qualquer criança tem acesso as mais altas tecnologias e informações, uma jovem mulher não saberia o que é uma menstruação.

Tudo bem que o mote aqui era vender Carrie para outro público, mais jovem, desses que lotam os cinemas de shopping. E talvez sendo assim a refilmagem tenha atingido seu objetivo e feito um bom trabalho, afinal quanto mais efeitos e barulho melhor para uma geração hiperativa e dispersa. O Carrie original, por outro lado, era mais calmo. E embora usasse jovens em sua trama principal, não era tão indicado para eles, por cenas de nudez e violência. Virou Cult. O novo Carrie capricha na violência (digital), mas nenhuma nudez, afinal a hipocrisia da censura não permite.

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A história todos já conhecem: Ao entrar na vida adulta e ficar menstruada pela primeira vez, Carrie, uma menina solitária e sem amigos, também descobre poderes telecinéticos fortíssimos. A obra original de King servia como uma analogia da entrada na vida adolescente, quando descobrimos grandes mudanças em nossa fisiologia. Ela é criada pela mãe, uma fanática religiosa, que já passou bastante da linha da sanidade. Outro erro do remake é a escolha do elenco. Se no original tínhamos excelentes performances de Sissy Spacek (Histórias Cruzadas) como Carrie, e Piper Laurie (Juventude em Fúria) como sua mãe fanática religiosa, no novo Chloe Grace Moretz (Kick-Ass 2) não convence muito como adolescente reprimida e ao final enfurecida, e a talentosíssima Julianne Moore (Como Não Perder Essa Mulher) também não é ideal para o papel da desequilibrada mãe.

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Não acreditamos nos personagens, que parecem sempre serem interpretados sem pertencerem ao mundo real. O relacionamento de Carrie com o rapaz que decide levá-la ao baile é perfeito no original, e funciona ao ponto de percebermos que existe algo ali, na sinceridade e entrega dos dois. O mesmo não pode ser dito aqui. Mesmo sem ser um filme muito curto, as coisas soam apressadas na refilmagem. Essa história deveria ter evoluído para acompanhar o mundo moderno. Do jeito que está, a solução era ter novamente centrado a trama na década de 1970. Carrie, por ter sido escrito em tal época, não combina muito com os dias atuais.

Quando Carrie começa a dominar seus poderes sobrenaturais, nunca sentimos a ameaça de uma obra que deveria ser de suspense e terror, mas somos logo lembrados de algum filme de super-herói. Afinal, qual jovem hoje não faria tal associação. Quando Carrie levanta voo então, e começa a flutuar é que a coisa descarrila de vez. Não que a sutileza já não tivesse ido embora muitas cenas atrás. Talvez o novo Carrie acerte seu público alvo (embora tenha passado em branco nos Estados Unidos), mas com a existência do original, ou quem sabe até mesmo sem ele, não posso dar o meu aval.

Tim Burton Completa 64 anos | Conheça os MELHORES e PIORES filmes dirigidos pelo icônico cineasta

Um dos fortes ícones do cinema Hollywoodiano dos anos 80 e 90, o diretor Tim Burton completa hoje, dia 25 de agosto, 64 invernos em preto e branco. O cineasta veterano começou sua carreira como técnico em animação para grandes estúdios como a Disney. De gosto exótico, Burton sempre foi apaixonado por filmes antigos em preto e branco, cinema de terror e de monstros, e a técnica de animação em stop-motion. Esse seu gosto particular foi colocado em prática quando ele teve a chance de realizar seus primeiros curtas, logo depois transportando-o para longas metragem de sucesso. Justamente por isso, em seu início de carreira Tim Burton chamaria atenção pelo estilo gótico na arquitetura de seus cenários, direção de arte, figurinos e maquiagem de seus personagens e filmes.

Tudo isso fez dele o candidato perfeito para comandar a superprodução da Warner que adaptou para as telonas os quadrinhos de um dos personagens mais queridos da cultura pop, o sombrio Batman. Bem, podemos dizer que foi Burton e seu estilo visual que trouxeram Batman novamente para as sombras – já que suas iterações na época (quadrinhos, desenhos animados e até mesmo o seriado “Soc, Pow, Bam”) estavam bem coloridas. Burton decidiu voltar às raízes do personagem, num filme de tom monocromático e uma atmosfera extremamente melancólica. Batman (1989) foi um grande sucesso e uma verdadeira febre. Para o segundo filme, Burton recebeu carta branca do estúdio para fazer o que quisesse, logo depois os mesmos executivos decidiram que ele havia ido longe demais com Batman – O Retorno (1992).

Esse estilo inicial de Tim Burton, que fez seu nome, talvez tenha se perdido em seus mais recentes trabalhos – todos muito coloridos e repletos de efeitos especiais de computadores, que tiram um pouco de sua tão badalada identidade visual. Isso andou resultando em obras que o público sequer consegue reconhecer como sendo do diretor. Porém, nem tudo está perdido para Burton, já que ainda este ano ele lançará sua primeira série na Netflix – e uma que tem tudo a ver com o Burton old school: Wednesday, série da Família Addams focada na Wandinha. Mal podemos esperar pelo programa, mas enquanto ele não estreia seguimos daqui homenageando o diretor e apresentando seus melhores e piores filmes (somente os que dirigiu) de acordo com os críticos e o grande público. Confira.

MELHORES

05 | A Noiva Cadáver (2005)

Muita gente pode até confundir e achar que o cultuado O Estranho Mundo de Jack (1993) é um filme dirigido por Tim Burton, já que o nome do cineasta é usado para vender a animação em stop-motion. Mas tanto Jack quanto James e o Pêssego Gigante (1996) são filmes apenas produzidos por Burton, com direção do colaborador Henry Selick. Tudo bem que no filme de 1993 Burton também criou a história e os personagens, mas a primeira animação em longa-metragem dirigida por ele foi mesmo este A Noiva Cadáver. E que estreia com os dois pés direitos. A história é tão impactante que consegue transcender ser “um filme para crianças”, sem a necessidade de algum dia surgir um remake com atores reais.

04 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Primeiro e único musical da carreira de Tim Burton, Sweeney Todd foi o retorno do diretor a um clima mais soturno de seu início de carreira. Baseado num famoso musical dos palcos, a história tem tudo a ver com Burton e parece ter sido criado para o cineasta levar ao cinema realmente. Na trama, Johnny Depp vive um barbeiro de Londres preso injustamente após se ver no caminho de poderosos corruptos. Após cumprir sua pena, ele faz um pacto macabro com uma fabricante de tortas de quem aluga um quarto. Assim, o sujeito começa a usar sua barbearia para fazer justiça sangrenta, enquanto sua cúmplice cozinha tortas inusitadas, que começam a fazer muito sucesso.

03 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

Essa lista é baseada na opinião dos críticos e do grande público. Caso fosse unicamente a opinião deste amigo que vos fala, provavelmente Batman – O Retorno (1992) entraria neste top 5 dos melhores filmes de Tim Burton. Mas como nem eu, nem ninguém do CinePOP, teve dizer na formulação de ambos os top 5, Beetlejuice terminou conquistando a medalha de bronze dos melhores longas do diretor. Nada contra, adoramos o filme. Não sei se necessariamente entraria no meu ranking pessoal. Mas está bem longe também de figurar no ranking dos piores. Aqui, nesse segundo filme de Tim Burton para o cinema, e o primeiro “autoral”, o cineasta resolve investir num conto de fantasmas numa mansão mal-assombrada. Ah sim, trata-se de uma comédia. E também um dos filmes mais queridos dos anos 80. Burton tenta tirar uma continuação do papel há tempos.

02 | Edward Mãos de Tesoura (1990)

Conquistando a medalha de prata está a versão de Tim Burton para o clássico Frankenstein. Assim como o conto mórbido de Mary Shelley, o diretor cria sua própria história sobre um homem nascido de forma artificial, montado por um inventor, que termina sem conseguir ensiná-lo sobre a vida e suas dinâmicas sociais. Edward é um filme extremamente cultuado em parte devido à sua forte veia romântica, que relata um amor proibido entre uma adolescente angelical (Winona Ryder) e um monstro bonzinho e de coração doce (Johnny Depp) com tesouras no lugar das mãos. Esse talvez seja o primeiro filme de Tim Burton a misturar diversas sensações e emoções, sendo de certa forma uma obra mais humana do que suas comédias e filmes de ação que vieram antes.

01 | Ed Wood (1994)

Com a medalha de ouro fica Ed Wood, e nisso o grande público, os críticos e eu concordamos. Talvez se dependesse de mim criar uma lista com os 5 melhores filmes de Tim Burton, eu mudaria algumas posições, deixaria alguns que apareceram aqui de fora, e incluiria alguns outros não mencionados. Porém, numa coisa em que concordamos é sobre a primeira posição do top 5, ele precisa ser de Ed Wood. Não tem jeito, esse é realmente o melhor filme de Tim Burton. Isso porque funciona em variados âmbitos. Primeiro, é o filme mais sério e maduro do cineasta, um que não possui elementos fantásticos e um que as crianças que geralmente gostam de seus filmes não se identificariam tanto. Segundo, não esquece as esquisitices de Burton, mesmo sendo um filme mais adulto, ainda é todo criado em preto e branco, retratando um “mundo bizarro”. E terceiro, funciona como baita homenagem à sétima arte e a paixão por filmes, sendo a biografia do sujeito considerado o pior diretor de todos os tempos. A cara de Burton.

PIORES

05 | Marte Ataca! (1996)

Começamos a lista do fundo do poço de Tim Burton justamente com o filme que ele fez a seguir do que é considerado o melhor filme de sua carreira, o item acima. Aqui irei parafrasear o grande crítico Roger Ebert quando deu seu veredito sobre Marte Ataca! – “Tim Burton fez um filme sobre Ed Wood, e com seu trabalho seguinte parece querer se tornar Ed Wood”. Afinal, o “pior diretor de todos os tempos” ficou famoso por seu filme extraterrestre totalmente B. Tim Burton também fez o seu, mas usando muitos milhões de dólares no orçamento. Muito comparado a uma versão cômica de Independence Day por terem sido lançados no mesmo ano, Marte Ataca! é na verdade baseado numa série de figurinhas da década de 60, daí sua falta de substância. É um prazer culposo cult.

04 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Você pode até dizer que Alice de Tim Burton é um filme mirado para crianças bem pequenas, mas precisamos levar em conta que isso não justifica a falta de qualidade de certos filmes infantis, afinal temos excelentes representantes do gênero – como E.T. (1982), por exemplo. Ou seja, um filme para crianças não significa automaticamente um filme ruim para adultos. E Alice, embora seja um dos maiores sucessos financeiros da filmografia do diretor, simplesmente carece de imaginação, bons personagens (tirando a Rainha Louca de Helena Bonham Carter) e termina parecendo que Burton não teve muito espaço para fazer do filme uma obra sua – talvez a Disney o tenha restringido demais. Se não soubéssemos que esse é um filme seu jamais diríamos. Agora pense como seria bom ver verdadeiramente um Alice no País das Maravilhas pelas mãos do Tim Burton raiz – ou seja um filme estranho e levemente perturbador.

03 | Dumbo (2019)

Exatamente tudo o que foi dito de Alice no País das Maravilhas no item acima pode ser dito deste Dumbo, uma nova versão em live-action de uma famosa animação da mesma Disney. A sensação com estes filmes é que Tim Burton foi extremamente podado, sem poder deixar fluir sua verdadeira essência. Nove anos depois das severas críticas sofridas por Alice, Tim Burton se vê novamente sem autonomia e nesse período não fez nada de verdadeiramente significativo. É como se ele tivesse se tornado apenas um diretor de aluguel, obedecendo aos mandos e desmandos de produtores e executivos do estúdio para que entregasse o filme que eles queriam e não o que Burton queria. O resultado: um filme que qualquer um poderia ter feito, sem qualquer sensação da pegada Burton de outrora. Mais uma vez, teria sido muito bom ver Dumbo receber o tratamento Tim Burton raiz, num filme sombrio, melancólico e para lá de insano com doses perturbadoras – mas ainda com grande coração e encantamento.

02 | Planeta dos Macacos (2001)

Por mais que Marte Ataca! não tenha funcionado da maneira planejada, ainda podemos sentir em cada frame as mãos de Tim Burton e suas esquisitices. Aqui foi onde as coisas começaram a sair dos trilhos na carreira do diretor. Quando Tim Burton foi oficializado como diretor do remake de Planeta dos Macacos para a Fox, os fãs vieram à loucura, imaginando que seria um filme no estilo de seus Batman, Edward Mãos de Tesoura e Ed Wood, ainda mais que seu trabalho anterior havia sido A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999), um conto gótico de terror que tem a cara e a alma de Burton. O que recebemos, no entanto, foi um filme de ação que qualquer um poderia ter dirigido. Logo de cara percebemos que esse não seria muito um Planeta dos Macacos de Tim Burton quando o maquiador Rick Baker disse que só faria o filme se os macacos fossem realistas e não “macacos de Tim Burton”, ou seja, surrealistas. E aí começaram os problemas de falta de identidade…

01 | Sombras da Noite (2012)

 

Três dos quatro itens acima são filmes que não possuem “a cara de Tim Burton”. Os filmes do diretor não são reconhecíveis somente pelo visual (que inclui direção de arte, figurinos e maquiagem), embora esse seja sim um dos grandes componentes. Existe também um clima bem específico com o qual o cineasta gosta de trabalhar. Em sua essência, Burton coloca um teor melancólico em sua narrativa. O que acontece é que esse clima termina casando perfeitamente com o visual proposto. Talvez Burton tenha iluminado seus dias e decidido que a vida agora é bela e diurna. Esse não é verdadeiramente o problema dos itens acima. Afinal, um filme pode “não ter a cara de Tim Burton” e ser bom, como Peixe Grande (um dos melhores de seu repertório). Assim como outros podem ser totalmente a sua cara e não prestarem muito. Esse é o caso com Sombras da Noite, o pior “filme Tim Burton” de Tim Burton. Por anos o astro Johnny Depp visava tirar sua novela preferida das telinhas e leva-la para as telonas. Ao lado de Burton, o que era para ser um rival à altura de A Família Addams ficou devendo muito no que diz respeito a um roteiro mais enxuto e também mais (bem mais) substancial.

‘The Outsider’: Novo livro de Stephen King será adaptado para a TV

Lançado no final do mês passado, o novo livro de Stephen King, ‘The Outsider‘, já tem sua adaptação para a TV sendo desenvolvida.

Segundo o Deadline, “Media Rights Capital comprou os direitos do livro, e tem planos para uma minissérie de 10 episódios. A produtora contratou Richard Price para escrevê-la. Jack Bender e Marty Bowen serão os produtores executivos com a MRC. Bender e Bowen já haviam se juntado em ‘Mr. Mercedes’, e Bender deve dirigir o piloto de ‘The Outsider’. King tem a opção de se juntar ao projeto como produtor executivo.”

Ainda não há uma emissora associada ao projeto.

No livro, o corpo de um garoto de 11 anos é encontrado em um parque de uma pequena cidade nos EUA. Testemunhas e impressões digitais apontam que o culpado é Terry Maitland, uma celebridade da cidade, professor de inglês e pai de duas meninas. Porém, enquanto a investigação continua, detalhes terríveis começam a aparecer.

‘Scream Queens’ pode ganhar NOVA temporada; Saiba mais!

Através de seu Instagram, Ryan Murphy acaba de dar esperanças de um possível revival de ‘Scream Queens‘, jogando a possibilidade de uma nova temporada ou até mesmo um filme.

“Tantas pessoas têm me pedido por um reboot ou continuação de ‘Scream Queens’ (RIP, levada cedo demais). Eu, Emma [Roberts], Billie [Lourd] e Lea [Michele] temos pensado sobre isso, mas eis a questão: deveria ser uma série limitada de seis episódios? Um filme? Quem eu traria de volta? Adoraria saber o que vocês pensam. Há tantas questões…”

A série durou por duas temporadas antes de ser cancelada pela FOX, devido a baixa audiência.

 

‘Outlander’: Claire desafia história no trailer da 5ª temporada; Assista!

O canal Starz divulgou o primeiro trailer da 5ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado no Brasil no dia 16 de fevereiro de 2020, no FOX Premium 1.

Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.

A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.

O elenco inclui Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Duncan Lacroix e Steven Cree.

‘The Culling’: Diretor de ‘Annabelle 2’ vai comandar novo terror da Lionsgate

De acordo com o Deadline, David F. Sandberg (‘Annabelle 2‘ e ‘Quando as Luzes se Apagam‘) vai dirigir o terror ‘The Culling‘, que está sendo desenvolvido pela Lionsgate.

O cineasta focará no projeto assim que terminar com ‘Shazam 2‘.

Na trama, “Um padre em problemas se isola em uma cabana remota no meio da floresta, onde ele tenta confrontar pela última vez o demônio que vem aterrorizando sua família desde que ele era criança”.

O roteiro foi escrito por Stephen Herman.

Sandberg irá produzir o terror ao lado de sua esposa, Lotta Losten.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Space Jam 2’: Pepe Le Pew é cortado da sequência por ‘normalizar cultura do estupro’

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. decidiu cortar o gambá Pepe Le Pew do longa ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ e todas as futuras produções envolvendo o Looney Tunes por “normalizar a cultura do estupro”.

A decisão foi tomada para evitar a apologia ao assédio, já que o personagem é conhecido por ser um ‘galanteador’ que muitas vezes importuna personagens do sexo feminino.

Recentemente, o diretor Malcolm D. Lee havia revelado que o gambá teria uma cena polêmica na sequência.

Na cena, Pepe estaria trabalhando como o bartender de um café e iria tentar se aproveitar da modelo e cantora brasileira Greice Santo tentando beijá-la enquanto ela estava distraída. Por trás das câmeras, a atriz também já sofreu com o abuso sexual e psicológico e dirige a ONG Glam with Greice, que ajuda vítimas de violência doméstica.

Logo após a investida de Pepe, Santo daria um tapa no rosto dele, deixando-o tonto enquanto ele girava em seu banquinho.

Para piorar a situação, Lebron James apareceria no café e perguntaria a Pepe se ele sabe onde está Lola Bunny… E o gambá diria que não faz ideia porque recebeu uma ordem de restrição para ficar afastado de Penelope, a gata e amiga de Bunny.

Acontece que o trecho havia sido filmado quando o projeto era comandado por Terrence Nance, demitido em 2019 por conta de divergências criativas com Lebron.

Por outro lado, a cena foi pensada como uma crítica ao assédio, e LeBron finalizava seu encontro com Pepe dando uma bronca nas atitudes do gambá, dizendo:

“Você sabe que não deveria agarrar outros Tunes sem permissão, não é?”

Em entrevista ao portal, um dos representantes de Greice contou que ela está decepcionada com a decisão de cortarem a cena.

“O papel neste filme era muito importante para Greice. Embora Pepe seja um personagem de desenho animado, Greice sentiu que dar um tapa em um assediador sexual como ele era algo que ela faria. Agora a cena foi cortada, e ela não tem mais o poder de influenciar as novas gerações que assistirão ‘Space Jam 2‘. As jovens garotas e garotos precisam saber que o comportamento de Pepe é inaceitável.”

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Duna’ ultrapassa a marca dos US$ 300 milhões mundialmente

Mantendo uma passagem sólida pelas bilheterias, a adaptação ‘Duna‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 83.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 246.5 milhões.

Ao total, a adaptação já arrecadou US$ 330.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa estreou nos EUA com ótimos US$ 40.1 milhões, o representa a MAIOR estreia da Warner Bros. desde o lançamento híbrido no streaming com a HBO Max no país – ultrapassando a estreia de ‘Godzilla vs. Kong‘ (US$31M).

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Vale lembrar que ‘Duna‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.