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Crítica | Pinóquio – Adaptação Russa Traz História Inocente e Muito Efeito Visual em Versão Musical do Clássico

É quase seguro afirmar que todo mundo no mundo inteiro conhece a história do Pinóquio. A clássica história, que já foi adaptada em versão animada pela Disney (cuja versão é uma das mais conhecidas) sobre o menino feito de madeira cujo sonho era se tornar menino de verdade mas que, de tanto mentir, via seu nariz crescer e crescer. Cheia de valores e lições importantes para crianças e adultos, esse enredo vem conquistando os seres humanos há aproximadamente cem anos e agora volta a ganhar o espaço das telonas em uma nova adaptação – dessa vez por uma produtora russa – e que já está disponível nos cinemas brasileiros em versões dubladas.

Papai Karlo (na voz original de Aleksandr Yatsenko) é um homem solitário e infeliz. Sem filhos e viúvo, passa os dias em eterna melancolia. Por isso três baratas falantes que vivem em sua casa decidem fazer algo a respeito, e, mesmo sem conseguirem a aprovação da fada mágica, elas roubam uma chave especial que abre a porta de um cômodo que realiza o sonho de Karlo: o de ter um filho. É assim que um pedaço de madeira encostado na parede ganha vida após Karlo esculpir um menino nele. “Nasce”, assim, Pinóquio, um menino de madeira com sede de conhecimento. Porém, ao conhecer o teatro e ter um gostinho da fama, o jovem Pinóquio decide seguir com o circo, sem nem perceber as reais intenções de Barabas (Fedor Bondarchuk), o dono do estabelecimento.

Misturando live-action com efeitos visuais para os personagens mágicos, a adaptação russa de ‘Pinóquio’ traz em sua história uma mudança radical que é facilmente sentida por quem assiste: partes essenciais da história foram suprimidas e/ou alteradas para dar espaço para as cenas musicais – que são muitas. O resultado é um filme infantil longo, com mais de uma hora e quarenta de duração, com umas dez músicas originais e coreografadas em cena mas que não conta a parte da baleia e que simplesmente optou por trazer um Pinóquio que não mente e nem tem questões com a mentira.

O roteiro escrito a seis mãos, ao contrário, faz tudo acontecer meramente por conta da inocência genuína de Pinóquio: ele é enganado pelos outros, que roubam, mentem, dissimulam, mas para o jovem menino, tudo que acontece é pura diversão ou simplesmente vê o bom em tudo. Sem maldade até mesmo nos vilões da trama, fica difícil até mesmo conectar a reviravolta da história, afinal, mesmo inocente, Pinóquio causa algumas coisas, mas com os vilões não-maus, fica confuso discernir a motivação dos personagens.

Ainda assim, esse novo ‘Pinóquio’ impressiona pela qualidade técnica dos efeitos visuais, o que imprime grande valor de produção. As cenas do menino de madeira, seus movimentos, nos fazem acreditar, e os detalhes são absurdos (como, por exemplo, o efeito da réplica de sombra, quando Pinóquio faz as coisas e, mesmo não sendo ele mesmo um live-action, tem sombra nos objetos e cenários do filme). E, por ser um musical, também impressionam a quantidade de músicas originais para o longa e a coreografia das mesmas – em especial a cena final, típica de filmes musicais, quando parece que a produção encerra e todo mundo canta, dança e se abraça; a quantidade de figurantes (e todos caracterizados) preenche a tela de ponta a ponta.

O novo ‘Pinóquio’ é bom em demasia. Todo mundo é bonzinho, a trama é boazinha, ninguém é mau e todo mundo tem sua redenção. É quase uma cartilha de bons modos, excluindo partes importantes da trama original para rechear a versão com músicas animadas para as crianças, trazendo uma leitura segura, porém sem emoção, do clássico conto de fadas.

Charlize Theron afirma que “em 10 anos, a IA poderá fazer” o trabalho de Timothée Chalamet, mas “não será capaz de substituir” apresentações de balé

A atriz Charlize Theron manifestou-se recentemente sobre as polêmicas afirmações de Timothée Chalamet, que sugeriu em uma entrevista que “ninguém se importa” mais com ópera ou balé. Conforme reportado pela Variety, Theron considerou a declaração do ator “muito irresponsável”.

Questionada sobre as falas de Chalamet sobre o suposto declínio do interesse público pelo balé e pela ópera, Theron foi enfática:

“Ah, meu Deus, espero encontrá-lo um dia. Foi um comentário muito irresponsável sobre uma forma de arte, na verdade, duas formas de arte, que precisamos valorizar constantemente, porque sim, elas enfrentam dificuldades. Mas, em 10 anos, a IA poderá fazer o trabalho de Timothée, mas não será capaz de substituir uma pessoa no palco dançando ao vivo”, afirmou.

Theron, que possui formação em balé clássico, ressaltou o sacrifício físico exigido pela modalidade e como isso moldou sua carreira no cinema:

“E não deveríamos menosprezar outras formas de arte. A dança me ensinou disciplina. Me ensinou estrutura. Me ensinou trabalho duro. Me ensinou a ser forte. É quase abusivo. Houve várias vezes em que tive infecções no sangue por causa de bolhas que nunca cicatrizavam. E você não ganha um dia de folga. Estou literalmente falando de sangrar dentro dos sapatos. E isso é algo que você precisa praticar todos os dias: a mentalidade de que você não desiste, não existe outra opção, você continua”, acrescentou.

Bailarina de ‘Marty Supreme’ rebate falas de Timothée Chalamet sobre balé e ópera: “Existe uma razão para que existam há mais de 400 anos”

Músico tocando guitarra em palco com microfone.
a complete unknown timothée chalamet

O debate teve início durante um evento town hall promovido pela Variety e pela CNN, onde Chalamet conversava com o ator Matthew McConaughey. Na ocasião, o astro demonstrou resistência à ideia de trabalhar em nichos que dependam de um esforço externo para não desaparecerem.

“Eu não quero trabalhar em algo do tipo: ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe”, declarou Chalamet na ocasião.

Ao notar a recepção hostil às suas afirmações, o ator tentou minimizar o impacto com ironia, afirmando que a polêmica teria custado a ele apenas “14 centavos de audiência”.

‘Zico, o Samurai de Quintino’: Lançamento do longa terá promoção especial para flamenguistas

O documentário ‘Zico, o Samurai de Quintino’, que narra a trajetória do icônico atleta Arthur Antunes Coimbra, a eterna estrela do Flamengo, está prestes a chegar às telonas. Para celebrar o lançamento, a distribuidora Downtown Filmes preparou uma ação promocional especial voltada para os fãs do atleta.

De acordo com informações da revista Rolling Stone, o espectador que comparecer à bilheteria dos cinemas vestindo a camisa oficial do Clube de Regatas do Flamengo terá direito ao benefício da meia-entrada.

A promoção será válida exclusivamente durante a primeira semana de exibição do filme.

O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril.

O documentário acompanha a jornada de Zico utilizando imagens raras, registros de arquivo e bastidores inéditos. Além de sua consagração no Brasil, o filme explora momentos menos conhecidos de sua carreira, como os desafios enfrentados ao decidir jogar no Japão, país onde se tornou um pioneiro e construiu um legado que atravessa gerações, desde sua atuação no Sumitomo até o comando da seleção japonesa como técnico.

A narrativa aposta em uma abordagem, combinando depoimentos exclusivos de grandes nomes como: Júnior Maestro e CarpegianiCarlos Alberto Parreira, Ronaldo Fenômeno e o radialista José Carlos Araújo.

O diretor João Wainer destacou que o projeto ensinou lições que vão além do esporte: “Mais do que as conquistas e glórias, venho aprendendo com ele sobre humildade, respeito e gentileza”.

Já o produtor André Wainer ressalta a grandiosidade da obra: “Gostamos de dizer que este é um filme de não ficção, apesar de muitas jogadas do Zico parecerem fora da realidade”.

As filmagens começaram em 2023, ano em que Zico completou 70 anos, e percorreram locais emblemáticos como sua casa em Quintino, ruas do Rio de Janeiro e locações no Japão.

Polícia da Austrália investiga Katy Perry após alegações de Ruby Rose

A cantora Katy Perry está sendo investigada pela polícia de Melbourne, na Austrália, após denúncias de uma suposta agressão sexual ocorrida em 2010. As alegações foram feitas pela atriz Ruby Rose, que utilizou suas redes sociais para relatar o incidente que teria ocorrido há quase duas décadas.

Conforme publicado pela revista People, a investigação foi confirmada por detetives da equipe de crimes sexuais e abuso infantil de Melbourne.

“A polícia foi informada de que o incidente ocorreu em um estabelecimento licenciado no centro financeiro de Melbourne. Como a investigação segue em andamento, seria inadequado comentar mais neste momento”, declarou um porta-voz da Polícia de Victoria.

A manifestação de Rose, segundo reportado pela Variety, ocorreu em resposta a uma publicação do veículo Complex sobre a presença da cantora no festival Coachella. Em tom de desabafo, a atriz expôs a situação publicamente, o que deu início aos procedimentos investigativos.

Katy Perry me assediou sexualmente na boate Spice Market, em Melbourne. Quem se importa com o que ela pensa”, escreveu a atriz.

Ao ser questionada por seguidores sobre os detalhes do ocorrido, Rose descreveu o episódio como uma experiência traumática que, na época, ela optou por mascarar sob uma narrativa de humor.

“Ela não me beijou. Ela me viu ‘descansando’ no colo da minha melhor amiga para evitá-la e se inclinou, puxou a calcinha de lado e esfregou sua vagina nojenta no meu rosto até que meus olhos se abriram e eu vomitei nela. Depois disso eu vomitei nela. Contei a história publicamente, mas transformei em uma ‘história engraçada de bêbada’ porque não sabia como lidar com aquilo, explicou.

“Mais tarde, ela concordou em me ajudar a conseguir meu visto para os EUA. Então eu mantive isso em segredo. Mas eu disse a vocês que ela não era uma boa pessoa”, acrescentou.

Aos 40 anos, a atriz refletiu sobre o impacto psicológico do abuso: “Eu tinha pouco mais de 20 anos. Agora tenho 40. Levei quase duas décadas para falar isso publicamente. Sou grata por ter vivido o suficiente para encontrar minha voz, mas isso mostra o impacto que o trauma e o abuso sexual causam. Obrigada por me ouvirem”.

Rose afirmou ainda que não pretende levar o caso às autoridades judiciais, alegando que o objetivo da denúncia pública é puramente catártico: “Você não precisa que as pessoas acreditem em você, só precisa tirar isso do seu corpo antes que isso te destrua”.

A equipe de Katy Perry, que esteve recentemente no Coachella acompanhada de seu parceiro, Justin Trudeau, reagiu às declarações. Em comunicado oficial enviado à Variety, um representante da cantora classificou as falas de Rose como caluniosas.

“As alegações que estão circulando nas redes sociais por Ruby Rose sobre Katy Perry não são apenas categoricamente falsas, como também são mentiras perigosas e irresponsáveis. A Sra. Rose tem um histórico bem documentado de fazer acusações públicas graves nas redes sociais contra diversas pessoas, alegações que foram repetidamente negadas pelos citados”, diz a nota.

katy perry

Digger

(Digger)

 

Elenco:

Tom CruiseDigger Rockwell
Sandra Hüller
Riz Ahmed
John Goodman
Jesse Plemons
Sophie Wilde
Emma D’Arcy
Burn Gorman

Direção: Alejandro G. Iñárritu

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Outubro de 2026

Sinopse: 

Em DIGGER, um homem extremamente poderoso embarca em uma verdadeira cruzada pessoal para provar que é o salvador da humanidade. No entanto, essa missão ocorre em meio a uma ironia central: o desastre que ameaça destruir tudo foi causado pelo próprio personagem.

Confira a descrição do novo trailer:

“O vídeo promete uma trama complexa, que acompanha o homem mais poderoso do mundo que, após causar uma catástrofe global, inicia uma missão frenética para se redimir e provar que é o salvador da humanidade. Nas cenas exibidas, já vemos Tom Cruise de uma maneira totalmente diferente com uma maquiagem impressionante. Ele está calvo e com sotaque caipira, tratando todos com desprezo – exceto seu gato.”

“Diggy está na cama com seu bichinho de estimação quando recebe uma ligação por chamada de vídeo. Ele é dono de uma empresa de escavação no Alaska que tá com vazamento de gás e pode explodir, mas ele se recusa a fechar. Uma crise catastrófica começa a acontecer, e o Presidente (interpretado por John Goodman) quer que ele conserte a situação. O vídeo, então, corta para diversas cenas grandiosas, incluindo brigas, jatos voando, explosões e a narração do protagonista sobre a pá que vai passada de geração em geração.”

Curiosidades: 

» ‘Digger’: Tom Cruise está ESPETACULAR em novo trailer exibido na Cinema Con; Confira a descrição!

» Além de dirigir, Alejandro G. Iñárritu também assina o roteiro ao lado de Sabina Berman, Alexander Dinelaris e Nicolás Giacobone;

» A história deve explorar temas como ego, responsabilidade, redenção e as consequências de decisões grandiosas, tudo isso embalado por uma abordagem satírica;

» No primeiro pôster divulgado, o filme é apresentado com a descrição “uma comédia de proporções catastróficas”, indicando que a produção deve misturar humor ácido com situações extremas e consequências de grande escala — uma combinação que dialoga com o estilo provocador e ambicioso de Iñárritu. A imagem reforça essa proposta e dá uma amostra do clima irreverente e caótico que o público pode esperar;

» Vale lembrar que, durante a fase de produção, o longa era conhecido provisoriamente pelo título ‘Judy‘. Até o momento, não foi esclarecido o motivo da mudança para ‘Digger‘, o que apenas aumenta a curiosidade em torno do projeto e de seus possíveis significados simbólicos ou narrativos;

Apresentação de Digger no Painel da Warner na CinemaCon:

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Giovanna Antonelli vai interpretar Dominique Scharf na 2ª temporada de ‘Tremembé’

Mulher sorrindo em ambiente ao ar livre
giovanna antonelli beleza fatal (1)

A estrela Giovanna Antonelli, reconhecida por seus papéis em produções comoO Clone eBeleza Fatal, foi confirmada no elenco da segunda temporada de ‘Tremembé’, série de sucesso do Prime Video.

De acordo com informações do portal O Tempo, a atriz interpretará a estelionatária Dominique Scharf, figura conhecida como uma das maiores golpistas do Brasil. Dominique tornou-se notória por aplicar golpes milionários que envolviam manipulação emocional, luxo e promessas de investimentos falsos, circulando durante anos entre empresários e pessoas de alto poder aquisitivo enquanto se apresentava como uma mulher de negócios bem-sucedida.

O histórico criminal da personagem é extenso: em 2003, ela foi condenada a 12 anos de prisão por tentativa de homicídio após um assalto a um vendedor de joias. Devido à grande quantidade de processos e crimes acumulados, o Departamento de Execuções Criminais unificou suas sentenças em 2016, estabelecendo uma pena total de mais de 57 anos.

Após passar 32 anos em regime fechado, Dominique deixou o presídio de Tremembé em 2025, e sua trajetória agora será um dos focos centrais da nova fase da produção.

‘Tremembé’: Marina Ruy Barbosa alfineta Netflix após anúncio de documentário sobre Suzane von Richthofen

As gravações da nova temporada, baseada nas obras do escritor Ullisses Campbell, devem começar em maio, com estreia prevista para o último trimestre deste ano. Uma primeira cena envolvendo o personagem já foi divulgada pela plataforma.

O segundo ano de ‘Tremembé’ promete ampliar o escopo da narrativa ao abordar a vida dos detentos fora do ambiente prisional. A trama continuará acompanhando figuras como Marina Ruy Barbosa, no papel de Suzane von Richthofen, e Carol Dias, como Elize Matsunaga, agora sob a perspectiva da reintegração social e das consequências de seus crimes.

A nova temporada também dará maior destaque à ala masculina da penitenciária, com a introdução de personagens inspirados em casos de grande repercussão, como o empresário Thiago Brennand e o próprio Robinho.

Segundo os roteiristas, a inclusão dessas figuras busca traçar um paralelo sobre desigualdade de tratamento, manutenção de poder e privilégios de indivíduos de alta classe social dentro do sistema carcerário brasileiro.

Inspirada nos livros de Ullisses Campbell, como “Suzane: Assassina e Manipuladora” eElize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, a série mantém seu caráter investigativo. O roteiro é assinado pelo autor em parceria com Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.

A direção-geral segue sob comando de Vera Egito, enquanto o elenco de apoio inclui nomes como Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo e Anselmo Vasconcelos.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

‘Noite da Pizza’: Longa estrelado por Gaten Matarazzo conquista 78% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Noite da Pizza, longa estrelado por Gaten Matarazzo, já está disponível no Disney+. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou 78% de aprovação da crítica especializada, com base em 36 avaliações, além de 66% de aprovação do público.

No geral, os críticos elogiaram a produção, destacando seu humor irreverente e clima divertido, mesmo sendo assumidamente um filme bobo.

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“É rápido, espirituoso e cheio de tiradas inteligentes, embora ainda encontre tempo para várias piadas escatológicas”, disse Calum Marsh do New York Times.

Noite da Pizza é descartável, praticamente por definição, mas pode ter revelado uma dupla cômica que vale a pena reunir novamente”, disse Guy Lodge da Variety.

Noite da Pizza não apenas parece uma homenagem aos filmes que vieram antes dele, aqueles longas que você assistia repetidamente, decorando cada pequena piada, como também representa um sólido novo passo à frente no cânone das comédias de chapados”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tão idiota quanto hilário, e impulsionado pelo ouro cômico de Gaten Matarazzo e Sean Giambrone, este é um filme selvagem, bobo e muito divertido de assistir”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

“Embora seja fácil descartar sua premissa como uma repetição de Harold & Kumar Go to White Castle, Pizza Movie acaba se mostrando muito mais inovador e inspirado em sua narrativa”, disse Grant Hermanns do Screen Rant.

Sean Giambrone está hilariamente adorável e desajeitado no papel. No entanto, no fim das contas, Noite da Pizza sofre pela falta de uma direção firme e disciplinada”, disse M.N. Miller do FandomWire.

Crítica | ‘Noite da Pizza’ – Um teste de paciência que nem Jó aguentaria

Noite da Pizza’ já está disponível no Disney+.

“Um grupo de universitários desce para pegar uma pizza no saguão. Só tem um problema: eles estão chapados com uma droga caseira, e a simples jornada de descer dois lances de escada vira uma missão alucinante e transformadora”, diz a sinopse.

Além de Gaten Matarazzo, o elenco conta com Sean Giambrone, Jack Martin, Peyton Elizabeth Lee, Caleb Hearon e Marcus Scribner.

“Eu inventei tudo sozinho!”, Lee Cronin revela como ele teve a ideia para fazer ‘Maldição da Múmia’ [SET VISIT]

Maldição da Múmia‘ (Lee Cronin’s The Mummy’) já está em exibição nos cinemas e aposta em um terror visceral para assustar a audiência, com uma história nunca antes contada. E essa história veio da mente do diretor Lee Cronin, que antes tinha nos brindado com o assustador ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.

Eu viajei até a Irlanda em Junho de 2025 para visitar o set do filme e ver algumas cenas sendo filmadas, e confesso que foi uma experiência deliciosa. Poder participar dos bastidores de um filme sempre foi um sonho meu.

Entre as filmagens, pudemos conversar com o diretor e roteirista Lee, que nos contou como ele teve a ideia para um novo filme ‘A Múmia‘ diferente de tudo que já tínhamos visto.

“Eu inventei tudo sozinho!”, ele afirma.

Sim, este novo filme não tem ligação alguma com o filme original de 1932, nem com ‘A Múmia‘ (1999), ‘O Retorno da Múmia‘ (2001) e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão‘ (2008). É uma história totalmente nova, vinda da brilhante mente do cineasta.

“Bem, o que eu diria sem entregar muito é que todos conhecemos o conceito de mumificação ou múmias; é algo histórico, é real, faz parte do nosso mundo e da história. E sempre o vemos, especialmente em termos cinematográficos, através de uma lente específica, que é em relação aos Faraós, aos ricos ou às pessoas importantes. Este filme é sobre a mumificação que acontece com uma pessoa “sem importância” na escala geral das coisas e o impacto que isso pode ter. Esse foi o ponto de partida para o filme.”, ele disse.

O diretor contou que o estúdio embarcou na sua ideia após o sucesso de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.: “Como eu convenci o estúdio? Fazendo um filme de sucesso anteriormente!”

A Morte do Demônio: A Ascensão‘ (2023) foi um grande sucesso comercial, tornando-se a maior bilheteria da franquia ‘Evil Dead‘ ao arrecadar mais de US 114 milhões de dólares mundialmente.

“Eles dizem “sim” com muito mais facilidade depois disso, normalmente. Mas, sabe, o risco foi não fazer uma sequência do meu último filme. Isso teria sido muito fácil para mim, e eu disse não, porque queria fazer outra coisa e gosto de arriscar e apostar. O outro fator de risco é que existem filmes brilhantes chamados A Múmia, e eles estão por aí desde os anos 30. Não se trata apenas de Brendan Fraser há 25 anos. Há um risco porque a cultura moderna provavelmente olha para esses filmes de uma forma, talvez o do Tom Cruise não tenha sido tão bem recebido (embora eu tenha gostado). Mas, para mim, o risco foi quebrar o molde do que as pessoas esperam.”, ele continua.

Diretor de ‘Maldição da Múmia’ quer comandar novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo’

Maldição da Múmia‘ inova ao mostrar o que acontece quando a jovem filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a família, ainda devastada, é surpreendida com seu retorno. O que deveria ser um reencontro emocionante, no entanto, rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo.

O elenco conta com Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy, Natalie Grace e Veronica Falcón.

“ATERRORIZANTE” e “REPULSIVO”: Confira as primeiras reações a ‘Maldição da Múmia’, novo filme de de Lee Cronin

A produção é de James Wan, Jason Blum e John Keville, com produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Macdara Kelleher e do próprio Cronin.

Classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore, imagens perturbadoras, linguagem e breve uso de drogas”, o filme chama atenção também pela duração: são 2 horas e 17 minutos, acima da média das produções da Blumhouse e da Atomic Monster, que costumam ficar entre 90 e 120 minutos.

EXCLUSIVO! Visitamos o set de ‘Maldição da Múmia’ na Irlanda e trazemos uma entrevista com o diretor Lee Cronin

Maldição da Múmia’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Crítica | Kacey Musgraves aposta na melancolia country para o single “Middle of Nowhere”

Kacey Musgraves começou sua carreira no começo dos anos 2000 e, em alguns anos, se tornou uma das cantoras de country mais prestigiadas de sua geração. Após ganhar um Grammy Award com seu elogiado álbum début ‘Same Trailer Differente Park’, a artista foi catapultada à fama através de produções cada vez mais maduras, que culminaram no ovacionado Golden Hour, de 2018 – que fez a limpa na maior premiação da música do planeta e rendeu a ela as estatuetas de Melhor Álbum Country e Álbum do Ano.

Após cimentar sua carreira, Musgraves continuou a explorar outras áreas do gênero, que permanece como um dos mais ouvidos e populares dos Estados Unidos. Ao contrário do que muitos imaginavam, a performer teve ótima recepção do público e da crítica com incursões com Star-Crossed, que apareceu nas principais paradas ao redor do planeta, além de ter conquistado mais um Grammy, dessa vez na categoria de Melhor Música Country, por “The Architect”, do elogiado Deeper Well. Agora, Musgraves está de volta com o aguardado ‘Middle of Nowhere’, que será lançado em breve nas principais plataformas de streaming – e um novo single acaba de ser divulgado.

Emprestando seu nome ao título do antecipado compilado de originais, a faixa é precedida pelo lead single “Dry Spell”, que foi elogiado pela atmosfera despojada e ácida que já se tornou assinatura da artista – e que contou com algumas ambiguidades sexuais deliciosas. A nova track rema na direção totalmente oposta e, afastando-se da estrutura jocosa, aposta em uma mistura de texas dancehall, americana e country que comporta-se como a delineação de uma valsa, voltando-se para uma atmosfera mais sutil das conhecidas semi-baladas de Musgraves à medida que ousa em mudanças bruscas de tempo. Menos comercial que sua conterrânea, “Middle of Nowhere” nos leva para uma jornada mais melancólica e reflexiva.

A narrativa é centrada em uma “crise de identidade” que a personagem principal enfrenta, em que ela se vê no meio de lugar nenhum conforme procura pela paz, pela tranquilidade e pelo seu próprio eu que perdeu no meio do caminho – arquitetando uma atmosfera inspirada nas idílicas paisagens do Meio-Oeste dos Estados Unidos como símbolo para esse coming-of-age. O cândido arranjo das notas do violão é familiar e nutre de similaridades com outras incursões da cantora e compositora, além de trazer referências a suas principais influências, como Loretta Lynn e Neil Young – incrementando os instrumentais com a bateria, o piano e até mesmo a gaita.

Mais uma vez, Musgraves, acompanhada dos liricistas e produtores Daniel Tashian e Ian Fitchuk, volta a nos afirmar que sua ideia principal como musicista é achar novas formas de poder dar ao mundo pequenas joias e poemas sonoros conforme se encontra e se reencontra em incontáveis amadurecimentos e uma necessidade quase compulsória de selecionar as palavras e os tons certos para ampliar seu peculiar e único universo.

Lembrando que ‘Middle of Nowhere’ tem lançamento agendado para o dia 1º de maio.

‘Vingadores: Dr. Destino’: Kevin Feige revela como Robert Downey Jr. retornou ao MCU como Doutor Destino

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, comentou recentemente sobre o aguardado épicoVingadores: Dr. Destino, detalhando o processo criativo por trás da escalação de Robert Downey Jr. como o icônico vilão.

“Ele está enraizado no tecido do MCU por razões óbvias, e sempre conversávamos sobre quando, como e se poderia haver um retorno”, disse Feige à Entertainment Weekly.

De acordo com o executivo, a ideia de introduzir Victor Von Doom, o Doutor Destino, ao universo compartilhado começou a tomar forma há cerca de três anos e meio.

“Na época, [Downey] estava a caminho de vencer o Oscar por Oppenheimer, e toda a narrativa era sobre ‘o maior ator do mundo’. Então pensamos: ‘Pode ser isso. Vamos fazer’. É o nosso universo. É um multiverso. Podemos fazer o que quisermos. Ele interpretou o herói mais icônico. Vamos fazê-lo interpretar o vilão mais icônico”, continuou Feige.

Os diretores Anthony e Joe Russo também comentaram sobre a imponente presença do antagonista nesta nova fase.

“Com Destino, o problema chega ao extremo, porque seu poder é imenso e vai muito além. Mas isso também nos liberta criativamente para explorar as complexidades e vulnerabilidades do personagem. Eles podem parecer ter poder físico ilimitado, mas existe algo dentro deles que os torna vulneráveis”, concluiu Anthony Russo.

‘Vingadores: Dr Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Além de Downey Jr. como Victor Von Doom, a produção deve contar com um dos maiores elencos já reunidos:

Robert Downey Jr., Tom Hiddleston, Anthony Mackie, Sebastian Stan, Letitia Wright, Wyatt Russell, Simu Liu, Florence Pugh, Danny Ramirez, Winston Duke, Vanessa Kirby, Ebon Moss-Bachrach, Joseph Quinn, Lewis Pullman, David Harbour, Hannah John-Kamen, Patrick Stewart, Alan Cumming, Ian McKellen, Rebecca Romijn, James Marsden, Kelsey Grammer, Channing Tatum, Paul Rudd, Chris Hemsworth e Pedro Pascal.

Crítica | Vidas Entrelaçadas – Novo filme com Angelina Jolie Entedia e Se Perde no Próprio Desfile

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A indústria da moda é um dos setores mais efervescentes da economia dos países europeus. Não à toa, chama-se indústria. Dentre desfiles exuberantes, tendências lançadas, estratégias inovadoras, ao longo de décadas o eixo norte do planeta vem apontando o que e como o mundo deve se vestir nas próximas temporadas – e isso tudo, claro, sem mencionarmos a fofocagem e tretas que rolam nos bastidores desse setor de profissionais tão seletos. Mas um pouco desse outro lado passa a ser conhecido agora pelo grande público a partir do longa de ficção ‘Vidas Entrelaçadas’ (Couture), que teve exibições prévias durante o Festival do Rio 2025 e estreou nos cinemas nesse final de semana.

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Na trama, as histórias de três mulheres se entrelaçam. Maxine Walker (Angelina Jolie, de ‘Lara Croft: Tomb Raider’ é uma diretora de cinema estadunidense contratada para realizar um filme durante a importante Semana de Moda de Paris. Ela sempre se viu dividida entre seu trabalho, no qual é mundialmente reconhecida, e sua vida particular, como esposa e mãe. O que ninguém sabe é que Maxine aceitara fazer esse trabalho para, em paralelo, investigar clinicamente um câncer detectado na sua mama. Ao mesmo tempo, acompanhamos a jornada de Ada (Anyier Anei, cujo primeiro e único trabalho nos cinemas é este), uma belíssima jovem imigrante recém-chegada à França, que acaba conquistando papel de destaque no desfile, mas tem que encarar o preconceito e a animosidade das outras modelos com quem divide uma casa em Paris. Ainda temos no cenário Angèle (Ella Rumpf, de ‘O Desafio de Marguerite’), maquiadora freelancer que tenta encaixar diversos jobs numa mesma diária, dando conta de tudo para poder se sustentar na capital francesa.

Indo para todos os lados mas sem explicitamente mostrar o objetivo de qualquer ponto de interseção entre as tramas, ‘Vidas Entrelaçadas’ tem por intenção mostrar os bastidores de um dos eventos mais badalados do mundo da moda. Mas o que de fato chega ao espectador é uma entediante rotina de três personagens meio que centrais no show (uma modelo, uma diretora, uma maquiadora) que, pelo olhar do filme, são humanizadas no sentido “gente como a gente”: todas têm problemas pessoais, conflitos internos, têm boletos para pagar, se afastam e familiares e amigos em prol do trabalho, enfrentam desafios para atingir seus objetivos. Igual a todos nós.

É possível que a intenção do roteiro de Alice Winocour (de ‘A Jornada’, e que também dirige o longa) tenha sido a de mostrar a solitude da mulher contemporânea, que corre atrás dos seus sonhos e carrega um peso enorme nas costas. Talvez numa intenção metafórica do título (que, em francês, significa os pontos da costura) seja possível relacionar essa costura com a rotina dessas personagens, que retalham seus dias um após o outro. Porém, sem um objetivo para tanto pano de fundo, fica uma sensação de uma estrutura curtametragista para enfocar o enredo em personagens desinteressantes, cujos dramas pessoais não impactam o espectador.

Com um elenco que ainda conta com Louis Garrel (o queridinho do cinema francês), ‘Vidas Entrelaçadas’ faz um retrato não emocionante de três mulheres que participam da engrenagem da moda parisiense. E, considerando o contexto em que o filme está inserido, faltou brilho.

Vidas Entrelaçadas

(Couture)

 

Elenco:

Angelina Jolie
Ella Rumpf
Louis Garrel

 

Direção: Alice Winocour

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 16 de Abril de 2026

Sinopse: 

Ambientado durante o frenesi da Paris Fashion Week, VIDAS ENTRELAÇADAS segue a vida de três mulheres se cruza em Paris: Maxine, uma cineasta na casa dos quarenta que descobre que tem câncer de mama e é atraída para uma conexão inesperada com um colaborador familiar; Ada , um rosto novo na modelagem, escapando de um futuro predeterminado no Sudão do Sul; e Angèle, uma maquiadora que trabalha nas sombras das passarelas. À medida que seus caminhos se cruzam, o filme revela a resiliência silenciosa sob a superfície da performance pública e homenageia a solidariedade tácita compartilhada entre essas mulheres em profissões, culturas e continentes.

Crítica | Vidas Entrelaçadas – Novo filme com Angelina Jolie Entedia e Se Perde no Próprio Desfile

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Alice Winocour também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Maldição da Múmia

(Lee Cronin’s The Mummy)

 

Elenco:

Jack Reynor
Laia Costa
May Calamawy
Natalie Grace
Veronica Falcón

 

Direção: Lee Cronin

Gênero: Terror

Duração: 137 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 22 milhões

Estreia: 16 de Abril de 2026

Sinopse: 

Logo após A Morte do Demônio: A Ascensão, ressurreição recordista de bilheteria, o roteirista e diretor Lee Cronin volta ao cinema para contar de forma audaciosa e perturbadora uma das histórias de terror mais icônicas de todos os tempos, com Maldição da Múmia. A jovem filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a dilacerada família fica chocada quando ela retorna para casa, e o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo.

Maldição da Múmia é estrelado por Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy, Natalie Grace, e Veronica Falcón. Escrito e dirigido por Cronin, o filme tem produção de James Wan, Jason Blum e John Keville. Os produtores executivos são Michael Clear, Judson Scott, Macdara Kelleher e Lee Cronin.

Crítica: 

Crítica | Lee Cronin joga no seguro com o mediano terror ‘Maldição da Múmia’

Curiosidades: 

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» Do mesmo diretor de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘;

» O remake está sendo desenvolvido pela New Line Cinema, com produção da Atomic Monster e da Blumhouse;

» Além de dirigir, Lee Cronin também assina o roteiro da nova versão;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Rio de Sangue – Giovanna Antonelli Quebra Tudo em Impressionante Filme de Ação

Os filmes de ação mais popularmente conhecidos em geral têm protagonismo masculino, o que contribuiu para que muitas carreiras de artistas desse meio pudessem ser alavancadas, afinal, neste gênero o ator consegue sinalizar para a indústria que topa qualquer parada, que possui habilidades marciais ou que simplesmente consegue conduzir uma trama desse tipo mantendo a irredutibilidade clássica dos protagonistas. Mas tudo isso também pode ser encontrado caso o protagonismo seja feminino, e é exatamente o que vemos em ‘Rio de Sangue’, novo filme de ação com thriller brasileiro que chega aos cinemas essa semana.

Trindade (Giovanna Antonelli, de ‘Beleza Fatal’) é o tipo de policial que não mede perigo nem esforço para botar marmanjo na cadeia. Porém, esse tipo de postura acabou colocando a todos em risco, e, por isso, ela foi obrigada a se afastar de São Paulo e, sem opção, viajou para o Pará, onde vive sua filha, Luiza (Alice Wegmann, de ‘Rensga Hits!’), que trabalha lá como médica voluntária numa ONG. Mas a recepção não é das melhores, afinal, Luiza está indo viajar para uma missão no interior da Amazônia. Resignada, Trindade fica na casa, meio entediada, mas rapidamente seu tédio é interrompido com a notícia de que sua filha e o namorado dela, o ativista Manacá (Rui Ricardo Diaz, de ‘Cinco Tipos de Medo’) foram sequestrados por um grupo de garimpeiros ilegais. Assim, para salvar a filha, Trindade não medirá esforços, mesmo que, para isso, coloque sua própria segurança em risco.

Filmado em São Paulo e majoritariamente em duas cidades do Pará, as locações de ‘Rio de Sangue’ são um deslumbre para aliviar os olhos no panorama de uma história densa. O enredo parte da realidade urbana paulistana para conduzir a narrativa para a imensidão amazônica, onde tudo se amplifica dentro do silêncio midiático de uma região eternamente em disputa e invasão por conta dos garimpeiros ilegais.

As cenas de ação elevam a adrenalina aos níveis dos clássicos filmes de ação dos anos 80. Stallone e Chuck Norris aplaudiriam as cenas de Antonelli como uma Trindade pouco sorrisos e muita pancadaria. Sem receios, a atriz entra na lama, no igarapé e não mede força na hora de trocar uns socos com Felipe Simas. Também as cenas de perseguição empolgam, imprimindo ritmo na narrativa que, aliás, é bem narrada por Mario (Fidelis Baniwa), ora em português, ora em Munduruku.

De uma forma geral o elenco todo está bem, com destaque, claro, aos vilões Antonio Calloni, que faz o chefão do garimpo Polaco, e seu frágil e mimado filho Jadson (Ravel Andrade), que contrasta com o braço direito implacável interpretado por Felipe Simas que disputa a atenção do chefão com o canastrão Wanderson (Vinicius de Oliveira, que tá bem vilãozão).

Enquanto a execução foi bem alinhada, é no roteiro que encontramos algumas vírgulas destoantes, a começar pela questão do garimpo ilegal, que parte como um motivador no enredo para, ao longo do filme, se realocar para um pano de fundo quase indiferente aos acontecimentos. A ação, a violência, os personagens estão ali acontecendo a história, mas faltou abordar a questão do garimpo e seus impactos efetivos nas populações locais e seus reflexos para o urbano.

Rio de Sangue’ é um filme de ação recheado de elementos clássicos dos filmes de gênero e entrega tudo que se espera. Com uma direção ambiciosa de Gustavo Bonafé (de ‘O Doutrinador’), o filme mantém a adrenalina e prende a atenção desde seu início, cumprindo-se como um bom título no quesito dos filmes “tiro-bomba-explosão”, com as vantagens de ser brasileiro, protagonizado por mulheres e trazendo uma história enraizadamente nossa. ‘Rio de Sangue’ é para ser visto em tela grande.

Rio de Sangue

(Rio de Sangue)

 

Elenco:
Giovanna Antonelli
Alice Wegmann
Felipe Simas
Antônio Calloni
Sérgio Menezes
Fidélis Baniwa
Ravel Andrade


Direção:
Gustavo Bonafé

Gênero: Suspense

Duração: 106 min.

Distribuidora: Disney

Estreia: 16 de Abril de 2026

Sinopse: 

A história de RIO DE SANGUE acompanha a policial Patrícia Trindade, que é afastada da corporação após uma operação fracassada e passa a ser jurada de morte pelo alto escalão do narcotráfico. Mesmo assim, ela se vê obrigada a enfrentar o crime organizado em pleno território amazônico para salvar a própria filha, Luiza, uma médica humanitária que é sequestrada por garimpeiros.

Crítica: 

Crítica | Giovanna Antonelli e Alice Wegmann enfrentam garimpeiros impiedosos no sólido suspense de ação ‘Rio de Sangue’

Curiosidades: 

» Giovanna Antonelli descreveu o papel como um dos mais exigentes fisicamente de seus 30 anos de carreira, exigindo um trabalho mais instintivo e menos racional.

» As gravações ocorreram em locais intensos como Santarém e Alter do Chão, no Pará, trazendo autenticidade ao cenário de perseguição na floresta.

» Alice Wegmann revelou que o elenco passou dias cobertos de lama durante as filmagens, destacando o esforço físico.

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Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Pinóquio

(The Golden Key: A New Pinocchio Story)

 

Elenco:

Vitaliya Kornienko
Aleksandr Yatsenko
Fedor Bondarchuk

 

Direção: Igor Voloshin

Gênero: Fantasia

Duração: 102 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 16 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em PINÓQUIO, quando o carpinteiro Gepeto vê uma estrela cadente, ele deseja que o boneco que acabara de terminar, Pinóquio, se torne um menino de verdade. Naquela noite, o desejo de Gepeto se realiza, dando início a uma série de inúmeras aventuras.

Curiosidades: 

Pinóquio toca o TERROR no trailer LEGENDADO de ‘Maldição de Madeira’; Confira!

» O longa é inspirado no conto clássico de Carlo Collodi;

» Aksinya Borisova, Alina Tyazhlova e Andrey Zolotarev assinam o roteiro da nova adaptação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Timidez

(Timidez)

 

Elenco:

Dan Ferreira
Antônio Marcelo
Evana Jeyssan

 

Direção: Thiago Gomes Rosa, Susan Kalik

Gênero: Drama

Duração: 83 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: R$ — milhões

Estreia:

Sinopse: 

Em TIMIDEZ, Jonas divide a casa com Nestor, seu irmão cego, encontrando ao mesmo tempo amparo e prisão. Sob o silêncio de memórias que o adoecem, Jonas alimenta em segredo o afeto pela vizinha Lúcia. Os dois combinam um jantar e Jonas precisa confrontar os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor.

Curiosidades: 

‘Timidez’: Suspense nacional ganha trailer; Confira!

» O longa é baseado aclamado texto teatral baiano “O Cego e o Louco”, de Cláudia Barral, espetáculo de grande relevância que é remontado no Brasil há 25 anos;

» Além de codirigir, Susan Kalik também assina o roteiro da adaptação ao lado de Barral e Marcos Barbosa;

» A produção baiana foi o grande destaque do 16º Festival de Cinema de Triunfo, conquistando seis prêmios e uma menção honrosa do júri popular;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘FernGully’: Amazon anuncia adaptação live-action de clássico longa dos anos 90

Tim Curry, Samantha Mathis, Christian Slater

A Amazon MGM Studios anunciou que o clássico da animação dos anos 90, ‘FernGully: As Aventuras de Zack e Crysta na Floresta Tropical’, ganhará uma adaptação em live-action.

De acordo com informações do portal Deadline, a cineasta Marielle Heller foi escolhida para capitanear o projeto, assumindo as funções de diretora e roteirista. A produção contará com um time de peso, incluindo Stacey Sher (pela Shiny Penny), Susan Ursitti-Sheinberg, Jon Sheinberg e Matt Feige (pela SFO Entertainment), além de Leah Holzer e a própria Heller (pela Defiant by Nature), com Moonli Singha na produção executiva.

Lançada originalmente em 1992, a animação ficou marcada por seu elenco de vozes estelar, que reuniu nomes como Christian Slater, Samantha Mathis e Tim Curry.

Um dos grandes destaques foi a participação de Robin Williams, que na época protagonizou uma curiosa disputa de bastidores: ele deu voz ao morcego Batty Koda no mesmo ano em que imortalizou o Gênio em ‘Aladdin, da Disney. O filme também é lembrado por sua rica trilha sonora, que contou com contribuições de ícones da música como Elton John, Raffi, Sheena Easton, Johnny Clegg e Jimmy Buffett, além do memorável número musical “Batty Rap”, performado por Williams.

“A trama, ambientada em uma exuberante floresta tropical australiana habitada por fadas, narra a história de Crysta, uma fada que acidentalmente encolhe o jovem lenhador Zack ao seu tamanho. Juntos, eles precisam unir forças para proteger o ecossistema da exploração madeireira e combater Hexxus, uma entidade maligna feita de poluição que ameaça destruir toda a vida na floresta”, diz a sinopse.

Com o novo longa, a Amazon busca resgatar essa mensagem ambientalista clássica para uma nova geração de espectadores.

O Advogado de Deus

(O Advogado de Deus)

 

Elenco:

Nicolas Prattes
Lucas Leto
Danilo Mesquita

 

Direção: Wagner de Assis

Gênero: Drama

Duração: 117 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 de Abril de 2026

Sinopse: 

A trama de O ADVOGADO DE DEUS acompanha Daniel, jovem advogado recém-formado de perfil idealista, em conflito com seu pai, o deputado federal Antônio. Ao lado do sócio Rubinho, Daniel assume a defesa de Alberto em uma causa envolvendo disputa patrimonial. O caso, contudo, revela conexões com eventos ocorridos há mais de um século, envolvendo crimes passionais e relações familiares entrelaçadas. Daniel passa a experienciar sonhos recorrentes que indicam a influência de existências pretéritas sobre o presente, especialmente em razão de um triângulo amoroso envolvendo Lídia, por quem Alberto nutre interesse. Maria Júlia Camargo, mãe de Lídia, e o espírito do empresário Antônio Camargo também integram a narrativa. A trama desenvolve-se a partir da necessidade de Daniel conciliar o ordenamento jurídico com princípios de ordem espiritual, processo que o conduz a uma transformação pessoal e à possibilidade de romper ciclos de conflitos oriundos de vidas passadas.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Zíbia Gasparetto;

» Além de dirigir, Wagner de Assis também assina o roteiro da adaptação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Caso 137

(Dossier 137)

 

Elenco:

Léa Drucker
Jonathan Turnbull
Mathilde Roehrich

 

Direção: Dominik Moll

Gênero: Drama

Duração: 115 min.

Distribuidora: Autoral Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em CASO 137, o caso de um rapaz severamente machucado durante um protesto em Paris toma um rumo muito pessoal para Stéphanie, investigadora do departamento de assuntos internos da polícia nacional francesa. O elemento surpresa perturba a agente e transforma o incidente em algo mais importante do que se previa.

Crítica | Dossiê 137 – Drama Morno e Burocrático por Trás da Violência Policial em Paris [Cannes 2025]

Curiosidades: 

» O filme teve sua estreia mundial na competição principal do Festival de Cannes de 2025, onde foi indicado à Palma de Ouro;

» Além de dirigir, Dominik Moll também assina o roteiro de Gilles Marchand;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: