Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Neve CampbelleIsabel Mayfalaram sobre o filme, suas personagens, o legado da franquia e revelaram seus filmes de terror favoritos.
E ainda mandaram um recado fofo em português para os brasileiros.
Assista a um trecho da entrevista e siga o CinePOP no YouTube:
Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
O olhar para a vingança mesmo após danos irreparáveis. Chegava aos cinemas no ano de 2010 o remake de um filme do final da década de 1970 que usa o chocar, a intensa violência, para mostrar os rompimentos dos valores, do que o ser humano é capaz e o encontro com a imoralidade. Dirigido por Steven R. Monroe, Doce Vingança é uma obra perturbadora, sangrenta, angustiante, que ruma para a mão única de uma vingança. Esse longa-metragem, definitivamente, não é um filme fácil de assistir.
Na trama, conhecemos a romancista Jennifer (Sarah Butler) que aluga um chalé isolado numa cidadezinha para começar a escrever sua nova obra. O que ela não esperava era ser atacada covardemente por um grupo de moradores da região. Após horas sofrendo violência sem parar ela consegue se jogar em um rio e desaparece. Poucos dias depois, a vingança se torna o único objetivo dela.
Ao longo do tempo, muitos filmes de vingança chegaram aos cinemas mas poucos tão violentos e chocantes quanto esse. Esse ponto, a vingança, é o elemento central do conceito do roteiro, atravessa reflexões sobre, algo muito debatido pela filosofia e outras áreas de estudo gerais. Os espectadores se colocam no lugar da vítima, e as perguntas do que você faria logo chegam com força.
Mas até chegarmos a essa análise mais profunda sobre o tema, nos é apresentado na primeira parte do filme o machismo descarado, a falta de remorso, a psicopatia, elementos que rumam para imoralidade e o desrespeito com o próximo. Essas questões psicológicas estão implícitas nas apresentações dos cruéis personagens, algo que se soma a tensão das cenas que se seguem. O descontrole e o egoísmo se juntam à covardia de atos inescrupulosos, imperdoáveis.
Com ensaios que duraram apenas duas semanas, e rodado no estado de Louisiana, o longa-metragem tem cenas angustiantes, algo que deve ter sido um enorme desafio para todo o elenco, principalmente para a intérprete da protagonista, Sarah Butler. A narrativa percorre o olhar para o medo, o desespero de forma bruta, intensa, não há muito respiro para a tensão que toma conta de todos os quase 110 minutos de projeção. Ao assistir ao filme, não fique surpreso se espectadores quererem fechar os olhos em muitas cenas. As sequências causam impacto.
Doce Vingança já tem mais de uma década que foi lançado e ainda gera incômodos quando pensamos sobre a obra. É um projeto complicado até para se rever, pode se gerar gatilhos. Pra quem quiser conferir, o filme está disponível na Prime Video.
O veterano Patrick Stewart pode receber alguns prêmios por sua atuação em Logan como o Professor Xavier. Apesar de ter vivido o mentor dos X-Men em vários filmes, Stewart tem outro personagem icônico em sua carreira. Trata-se do Capitão da Enterprise Jean-Luc Picard, da série de TV Star Trek: A Nova Geração, que inclusive migrou para o cinema em meados da década de 1990, assumindo o posto deixado pela tripulação clássica (Kirk, Spock e cia.).
Recentemente, o ator falou sobre a possibilidade de retornar ao papel no filme que talvez tenha Quentin Tarantino como diretor. Leia abaixo a declaração de Stewart para o Hollywood Reporter, durante o Festival Internacional de Cinema de Dubai, no qual o ator foi receber um prêmio honorário.
“As pessoas sempre me perguntam se eu serei Picard mais uma vez. E eu penso que isso não seria possível, mas existem formas que algo assim pode vir a se realizar. Um dos meus sonhos é trabalhar com Tarantino. Eu admiro tanto seu trabalho, e poder estar em um filme de Tarantino me daria enorme satisfação. Então, se ele for dirigir alguma coisa relacionada a Star Trek e existir a possibilidade do querido e velho Jean-Luc aparecer de novo, e fazer isto para o Sr. Tarantino, eu aceitaria na hora”.
Stewart disse ainda que um Star Trek de Tarantino seria eletrizante. E o ator continuou.
“Uma coisa que caracteriza todos os seus filmes é aquela cena a cena, sempre desafia, sempre exige sua atenção, sempre exige um tipo de resposta muito aberta e generosa ao que ele faz. Eu também adoro o senso de humor dele como cineasta. Então sim, ele seria minha primeira escolha”.
Pois é, galera. Acabamos de descobrir o crush-director do Patrick Stewart. E quem pode culpa-lo. E você, gostaria de ver um Star Trek de Tarantino, com o retorno do amado Capitão Picard? Comente, seja você trekkie ou apenas fã.
Um híbrido entre duas entidades. Não, não estou falando do personagem Venom, uma mistura de homem e parasita alienígena. Mas sim do filme Venom, nascido do universo da Marvel Comics, mas ainda sob os direitos da Sony. O acordo feito com a Disney, detentora de 90% das propriedades da editora de quadrinhos no terreno audiovisual, levou o Homem-Aranha a se aliar com os maiores heróis da casa nas formas de Tom Holland. Uma vontade de todo fã, concretizada rapidamente através das mídias sociais.
Assim, devido a uma simbiose entre Sony, Marvel e Disney, Holland estrelou três filmes no papel do maior herói da editora: Capitão América: Guerra Civil(2016), Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) e Vingadores: Guerra Infinita (2018). Ah sim, a continuação Homem-Aranha: Longe de Casa(2019) já está programada para o ano que vem. A Sony, por outro lado, cheia de planos para os personagens do cânone do herói – derivados é que não iam faltar -, brecou um pouco os projetos e afunilou seus lançamentos. Uma coisa que não mudou, no entanto, foi o filme solo do vilão Venom, que acaba de ganhar as telonas, com estreia nesta quinta-feira.
Nascido como antagonista supremo do Homem-Aranha nos quadrinhos, o inimigo já havia dado as caras no cinema numa quase participação especial no terceiro filme do super-herói em 2007, dirigido por Sam Raimi. Agora, a Sony aposta num filme protagonizado por ele, transformando-o em anti-herói – persona que já assumiu igualmente em sua contraparte de papel.
Com modificações acertadas para se adequar às limitações de roteiro – ao não se poder usar todos os elementos necessários para um filme de origem próprio ao personagem – a trama narra as desventuras do jornalista investigativo Eddie Brock, interpretado porTom Hardy. O ator além de estrelar, produz o longa, e transforma Brock num repórter celebridade, famoso por seu programa que derruba poderosos e não tem papas na língua. Sua maior característica também pode ser traduzida em sua maldição. O início do filme possui um clima soturno, sério e dramático, bem próximo ao tipo de entretenimento adulto – inclusive nos deixando com a impressão de estar assistindo a um suspense.
A primeira cena que abre o longa e se desenrola antes dos créditos é digna de uma produção de terror, por exemplo. Aliás, não sentimos muito a falta de uma censura mais alta, já que o protagonista não desvia de suas marcas mais notórias: sair arrancando cabeças à base de mordidas. Tudo bem que não vemos exatamente os dentes cravando na carne, sangue ou qualquer detalhe dessa visceral decapitação. Mas entendemos o gesto. Ainda assim, são algumas perfurações torácicas, possessões e cenas tensas envolvendo os experimentos da maligna corporação Vida com as criaturas interplanetárias.
Uma vez assumindo a forma do anti-herói, o filme se transforma e abraça certo teor insano, de nonsense e humor. Não poderia ser diferente ao lidarmos com tais elementos de fantasia tão exagerados que levá-los a sério seria o desafio maior. A ideia é brincar com os conceitos de “O Médico e o Monstro”, onde a esquizofrenia do personagem principal se torna uma de suas qualidades mais apreciáveis no roteiro, dando muito pano para manga para debates e conflitos internos – entre Brock e a criatura.
É justamente nas entrelinhas queVenom ganha força. Na relação quase amorosa entre o errático protagonista e seu parasita. Por falar no simbionte, a tal gosma preta e suas ideias ganham um aprofundamento não imaginado. Um desenvolvimento inesperado, que serve para humanizar este ser e mostrar um lado dele que jamais imaginaríamos. Algo muito ausente no cinema de monstro, nos quais as criaturas são basicamente máquinas de matar. Aqui não, Venom tem consciência, mesmo que em grande parte do tempo deseje apenas “almoçar” humanos. A entidade dá até mesmo dicas de romance para Brock, acredite!
Hardy está empenhado e transita bem entre uma carga dramática mais temperada, bom timing cômico e desempenha até mesmo trechos pra lá de amalucados – nos quais ficamos desejando que o filme tivesse investido mais. Afinal, o maior pecado de Venom é não abraçar de vez a loucura a que a ideia se propõe.
Em Hollywood, talvez tão interessantes quanto os filmes que todos nós amamos, sejam os projetos que nunca foram produzidos, mas que chegaram muito perto disso. Nesse quesito, o mais famoso de todos é sem dúvida o filme de ‘Superman’ dos anos 90, que chegou a começar a sua pré-produção, seria dirigido por Tim Burton e estrelado por Nicolas Cage.
Esse longa não-produzido se tornou uma das maiores lendas urbanas de Hollywood. Mas a maior indústria de cinema do mundo possui muitas como essas. E quase tão grande quanto ela foi a versão nunca produzida de ‘Planeta dos Macacos’, estrelada por Arnold Schwarzenegger.
Um novo filme da franquia ‘Planeta dos Macacos’ está confirmado para chegar aos cinemas em 2027. A informação foi revelada por Steve Asbell, chefe do 20th Century Studios, sendo esperado que o longa funcione como uma sequência direta de ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (2024), continuando a nova trilogia. ‘Planeta dos Macacos’ é um grande clássico da aventura e ficção científica, e um verdadeiro marco do cinema entretenimento antes do surgimento dos blockbusters.
Lançado em 1968, o sucesso foi enorme, e o estúdio Fox não perdeu tempo em capitalizar até não poder mais em cima da marca. Nos anos 70, o estúdio tiraria até a última moeda do título, até o público dizer chega. Foram produzidas quatro continuações do filme original, de 1970 a 1973. Em 1974 foi a vez de uma série de TV, e em 1975 um desenho animado.
Nos anos 70, a indústria do entretenimento viveu uma verdadeira “macacomania” graças à franquia ‘Planeta dos Macacos’.
Assim, os macacos descansariam por toda a década de 80, dando espaço para outros títulos atemporais. Com a chegada dos anos 90, a Fox viu a oportunidade de tirar a marca da gaveta e ficou muito perto de produzir um novo filme, que seria estrelado por Arnold Schwarzenegger, com direção de Oliver Stone. O então presidente da 20th Century Fox, Peter Chenin teria inclusive dito que o roteiro para o filme foi um dos melhores que ele já leu. Exagero?
Antes disso, no entanto, a Fox já tentava tirar outras ideias para um novo ‘Planeta dos Macacos’ do papel. Uma delas era o roteiro escrito por Adam Rifkin. Com o título ‘Return to the Planet of the Apes’, o filme seria uma continuação direta do original, ignorando todas as sequências. A trama se passaria na versão do Império Romano dos macacos, em uma aventura medieval de espada e sandália, no clima de ‘Gladiador’. O protagonista seria um descendente do personagem de Charlton Heston do original.
Uma das ideias para o filme se passaria na versão do Império Romano dos macacos.
O projeto não receberia a luz verde. O próximo da lista foi nenhum outro senão Peter Jackson, que bolou a ideia de uma versão da Renascença dos macacos, com o governo totalitário questionando os novos pensamentos. Essa versão veria o retorno de Roddy McDowall como um macaco velho e sábio, e teria um personagem híbrido de humanos e macacos que estaria no centro da trama. O roteiro controverso também não veria a luz do dia.
Finalmente o estúdio chegaria bem perto de tirar um roteiro do papel. Isso aconteceu com a entrada do vencedor do Oscar Oliver Stone. Cineasta responsável por filmes sérios e políticos, como ‘Platoon’, ‘JKF’, ‘Nascido em 4 de Julho’ e ‘Snowden’, Stone também ficou conhecido em seu início de carreira em Hollywood como o roteirista de obras mais pop como ‘Conan – O Bárbaro’ e ‘Scarface’. A ideia do diretor não era uma continuação, mas sim uma reformulação (reboot) da franquia.
E foi nesse período, com Oliver Stone atrelado ao roteiro e direção de um novo ‘Planeta dos Macacos’ que Arnold Schwarzenegger, o maior astro de ação dos anos 90, também embarcou no projeto, e iria estrelar o longa. A trama proposta por Stone, no entanto, seria uma das mais fora da caixinha para um filme da franquia. A ideia de Stone começaria bem similar ao filme ‘Filhos da Esperança’ (2006), com uma cientista (que seria a protagonista feminina) descobrindo uma verdade assustadora sobre a raça humana: ela perderia sua capacidade de se reproduzir. Isso porque todos os bebês nas barrigas de suas mães passariam pelo ciclo completo da vida ainda no ventre, nascendo velhos e mortos.
Entra em cena o personagem de Schwarzenegger, que se chamaria Will Robinson. Ele seria um assistente de laboratório em uma universidade, que é secretamente um gênio. Ele descobre que essa nova condição da raça humana não é uma doença ou um vírus, mas sim algo que foi colocado geneticamente no DNA dos humanos há 100 mil anos, como uma bomba relógio. A única forma de impedir, seria voltando no tempo para a época em que a experiência foi feita. O personagem de Arnold seria na verdade o Dr. Robert Plant, um cientista brilhante, mas caído em desgraça. O cientista descobriu uma forma de voltar no tempo, não com uma máquina, mas usando o próprio DNA humano como um mapa, uma viagem interiorizada, de certa forma similar ao filme ‘Em Algum Lugar do Passado’. Ao testar o conceito, alguns de seus colegas morreram, incluindo sua própria esposa.
No roteiro esquecido, Arnold seria um cientista brilhante que volta no tempo para salvar o futuro da raça humana.
Eventualmente, o protagonista testa o experimento em si mesmo e consegue enfim voltar no tempo para a pré-história – prontamente sendo atacado e capturado por macacos humanoides, junto com versões primitivas de seres humanos (assim como no filme clássico). No local também teríamos reedições da dinâmica do filme clássico, com um macaco vilão que comanda o exército, e macacos cientistas – uma cientista fêmea desenvolve um interesse especial pelo protagonista.
Uma das curiosidades mais interessantes em relação a este projeto é a inclusão de inúmeras referências ao clássico literário absoluto, ‘Senhor dos Anéis’, que na época ainda não havia sido transformado em um filme. Assim, nessa versão de ‘Planeta dos Macacos’ teríamos personagens importantes para a história como o líder dos humanos primitivos e um macaco renegado chamados Aragorn e “Passo Largo” (Strider).
Para evitar que os humanos procriem e continuem dando trabalho, os macacos desenvolvem uma fórmula e resolvem aplicar no DNA deles. A batalha final entre humanos, liderados pelo personagem de Schwarzenegger, e macacos se daria pelo futuro da raça humana – já que esse experimento seria o responsável por desencadear o cataclisma a 100 mil anos no futuro que poderia acabar com a humanidade. Nessa batalha final repleta de ação, o clímax teria Arnold usando um “robô-empilhadeira” muito parecido com o de ‘Aliens – O Resgate’ (1986) para enfrentar os macacos guerreiros, partindo muitos ao meio com as garras da máquina (sim, essa seria uma versão violenta). Assim como a Ripley de Sigourney Weaver, nesse momento o protagonista diria a frase de efeito do clássico: “tire suas mãos dela seu macaco imundo” – ao proteger uma menina humana primitiva.
O filme terminaria com a destruição da cidade dos macacos. Assim como no original, Arnold ficaria preso no passado, porque nunca havia criado uma forma de retornar ao tempo presente. O que ele faz a seguir é recriar uma réplica da cabeça da estátua da liberdade para nunca esquecer de onde veio (mais uma referência ao desfecho do clássico). Nessa versão, os efeitos práticos e a maquiagem dos macacos seriam criados pelo saudoso Stan Winston e sua equipe.
Os efeitos do filme abandonado de ‘Planeta dos Macacos’ seriam criados por Stan Winston.
No fim das contas, depois de muitas mudanças e medição de força entre os realizadores e os produtores da 20th Century Fox, o diretor Oliver Stone viria a desistir do projeto. Isso em grande parte se deu porque os executivos da Fox queriam um filme mais leve, com cenas de humor para apelar a um público mais novo. Dentre as exigências, os executivos queriam incluir uma cena em que os macacos aprendem a jogar baseball com Schwarzenegger. Oliver Stone então deixou a produção, sendo substituído por Phillip Noyce, que eventualmente também deixaria o projeto e partiria para dirigir ‘O Santo’ (1997), com Val Kilmer e Elisabeth Shue.
Perigo para o meio ambiente: Schwarzenegger enfrentaria macacos em ‘Planeta dos Macacos’ nos anos 90.
Arnold Schwarzenegger seria o último a abandonar o barco, mas igualmente deixaria o projeto um tempo depois. Assim, a produção se tornaria o filme que realmente ganhamos em 2001, com Tim Burton no comando. Um filme que exibe um clima mais sombrio e voltado para a ação, sem muito alívio cômico como geralmente estamos acostumados a ver nos filmes de Burton. ‘Planeta dos Macacos’ se tornou uma das maiores promessas de blockbusters em 2001, provavelmente o filme de maior expectativa naquele ano, e uma das produções mais caras.
Mistura de remake e reboot, era planejado que ele revitalizasse a franquia. Porém, mesmo obtendo certo sucesso na época, as críticas não foram as mais positivas, e hoje o longa é considerado um fracasso. Quem viria a conseguir realmente revitalizar a saga dos primatas seria Rupert Wyatt dez anos depois com ‘Planeta dos Macacos – A Origem’. Depois o diretor passaria a bola para Matt Reeves seguir com o segundo e o terceiro filme dessa trilogia (‘O Confronto’ e ‘A Guerra’). Agora, com comando de Wes Ball, teremos mais um filme da franquia em 2027.
Em entrevista ao /Film, o roteirista da adaptação da série clássica ‘Clube do Medo‘, Gary Dauberman (‘It: A Coisa‘), revelou que o filme terá histórias originais.
“Será uma história completamente original que eu desenvolvi, mas haverá o Clube da Meia-Noite e também a fogueira. Ainda será uma história sendo contada.”
Dauberman continua, “Aquela série é muito importante para mim, teve alguns episódios realmente perturbadores e sombrios. Nem todas as histórias contadas terminavam com um final feliz ou alguém aprendendo uma lição que nunca aconteceria novamente. Eu realmente abracei esse aspecto. Acredito que o medo é saudável para as crianças. O filme será assustador, e eu acho que as crianças ficarão assustadas de vez em quando, mas também irão rir. Acredito que tem uma ótima mensagem. Há muito coração, mas ainda é uma história de terror. Isso é ótimo. E acho que terá apelo a uma audiência maior.”
Se você cresceu nos anos 90, provavelmente se lembra da série de terror antológica para adolescentes chamada ‘Clube do Terror’. Sucesso entre o público teen, a série lançada em 1992.
Ainda sem diretor, o filme será produzido por Matt Kaplan.
‘Clube do Terror’ foi desenvolvido e exibido pela Nickelodeon e trazia um grupo de adolescentes em volta de uma fogueira. Em cada episódio um deles era responsável por contar uma história de terror real.
Na trama, “Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.”
A DC divulgou o trailer do sétimo episódio da série animada ‘Harley Quinn‘.
Confira:
Intitulado The Line, o episódio irá ao ar no dia 10 de janeiro.
‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
De acordo com o Variety, a HBO está desenvolvendo uma nova série sobre vampiros, intitulada ‘Thirst‘, que está sendo descrita como um drama sobrenatural de hip hop.
A trama irá acompanhar o brilhante e arrogante Atlanta, um rapper que pensa ter encontrado o seu caminho para o estrelato após se juntar a um grupo de hip hop. Mas ele não tem ideia que eles guardam um segredo terrível: eles são uma família de vampiros com séculos de existência.
A dupla Leah Benavides Rodriguez e Carlito Rodriguez será responsável pelo roteiro.
“A música é uma parte integral das nossas vidas e ‘Thirst’ é a oportunidade perfeita para misturar os gêneros, enquanto exploramos a interseção da fama, cultura e o que significa ser americano,” eles afirmaram em uma declaração. “Estamos ansiosos para trazer essa série à vida e felizes por termos encontrado um lar na HBO.”
Kevin Jordan criou o conceito original do projeto.
“Depois que um misterioso grupo de indivíduos invade a casa de Laura e tenta roubar seu filho de oito anos, David, os dois fogem da cidade em busca de segurança. Logo após o sequestro fracassado, David fica extremamente doente, sofrendo de psicose e convulsões cada vez mais esporádicas. Seguindo seus instintos maternais para salvá-lo, Laura comete atos indescritíveis para mantê-lo vivo, mas, logo, ela deve decidir até onde está disposta a ir para salvar seu filho.”
“Faye (Brewster) tenta substituir seu marido falecido, Evan, com um androide simulador – um SIM. Apesar do SIM Ethan parecer humano, Faye não consegue sentir a mesma conexão que ele sente por ela. SIM Evan tenta conquistar a Faye enquanto foge de um agente do governo (Worthington) que caça SIMs que se tornaram “conscientes” e podem eventualmente ameaçar a humanidade.”
April Mullen é responsável pela direção.
O roteiro foi escrito por Ryan Christopher Churchill.
Eles se juntam ao ator Justin Long (‘Olhos Famintos’), que havia sido previamente confirmado no projeto.
A produção é baseada na icônica saga literária de R.L. Stine.
Confira a sinopse:
“[A série] acompanha um grupo de cinco estudantes do Ensino Médio que desencadeiam forças sobrenaturais sobre sua cidade e devem trabalhar juntos – graças a e apesar de suas amizades, rivalidades e passados uns com os outros – para salvá-la, descobrindo segredos sobre o passado de seus pais no processo”.
Focada basicamente no público infanto-juvenil, a coletânea de 62 livros de ‘Goosebumps‘ reúne diversos contos de terror contendo criaturas aterrorizantes. Em 1995, o título ganhou sua primeira adaptação para a TV, tendo sido exibida até 1998 pela Fox Kids.
A série do Disney+ será comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman serão os roteiristas e produtores executivos.
Em 2015, as histórias ganharam uma versão para os cinemas intitulada ‘Goosebumps: Monstros e Arrepios’, com Jack Black interpretando Stine. O sucesso do longa gerou uma sequência chamada ‘Goosebumps: Halloween Assombrado’, lançada em 2018, que não teve o mesmo sucesso que o original.
Meryl Streep (‘Big Little Lies’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’) e Ashley Park (‘Emily em Paris’) farão parte do elenco da nova temporada.
O desfecho do segundo ano apresentou um salto temporal de um ano. Na aguardada estreia da peça, um novo mistério é desencadeado com uma morte chocante.
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
Sucesso! O primeiro trailer da adaptação ‘É Assim que Acaba‘ (It Ends with Us), baseada no popular romance da Colleen Hoover, ultrapassou a marca das 128 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas desde o seu lançamento.
Atualmente, o trailer já registra mais de 222 milhões de visualizações.
De acordo com o Deadline, a popularidade do vídeo supera os números de outras produções recentes voltadas para o público feminino. Para termos de comparação, o trailer de ‘Wicked‘ registrou 112.9 milhões de visualizações no primeiro dia de seu lançamento.
Já o fenômeno ‘Barbie‘ alcançou 101.6 milhões de views no mesmo período.
O trailer da adaptação estrelada por Blake Lively e Justin Baldoni também superou produções recentes como ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘ (96.2M), ‘As Marvels‘ (90.6M), ‘Meninas Malvadas‘ (79.3M), ‘Rivais‘ (75M) e ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ (61.6M).
‘É Assim que Acaba‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.
Confira o trailer, dublado e legendado:
A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.
Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
A terceira parte da 6ª temporada de ‘Cobra Kai‘ finalmente foi lançada pela Netflix, dando conclusão à narrativa da série.
A produção, no entanto, traz uma pequena surpresa para os fãs da produção em uma cena pós-créditos – que aposta em uma abordagem meta e nostálgica.
*SPOILERS ABAIXO*
A cena pós-créditos mostra os dois criadores da série, Josh Heald eJon Hurwitz, sentados em um restaurante, discutindo sobre sua ideia para um novo seriado que se conectará com outra franquia clássica dos anos 80 – assim como ‘Cobra Kai‘ e ‘Karatê Kid‘.
A ideia em questão gira em torno de um reboot/sequência de ‘De Volta para o Futuro‘. Na cena, Hurwitz explica o conceito: “A série seria ambientada em Hill Valley, em uma versão alternativa de 1985. Nós só precisaríamos dos atores [Thomas F.] Wilson, [Lea] Thompson e [Billy] Zane, e receberíamos o sinal verde.”
Apesar de tudo não passar de uma brincadeira, vocês gostariam de assistir um reboot do clássico estrelado por Michael J. Fox e Christopher Lloyd?
Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.
Vale lembrar que o aclamado cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa’) também está desenvolvendo uma adaptação. Sua versão deve ser estrelada por Willem Dafoe.
Com a tecnologia atual do cinema, principalmente na pós-produção dos filmes, o uso de CGI é cada vez mais frequente. O problema é que nem todos dominam o uso deste recurso e as vezes o resultado não é nada satisfatório. E é sobre esses momentos que o site Bloody Disgusting listou os piores momentos do CGI em filmes de terror. Veja:
‘O Enigma do Horizonte‘ (‘Event Horizon‘, 1997)
Misturando ficção científica com terror, ‘O Enigma do Horizonte‘ é o famoso divisor de águas, adorado por alguns e detestado por outros. Tendo passagens interessante, o filme de 1997 traz elementos flutuantes em cenas de anti-gravidade. Mesmo para a época não é legal ver desenhos animados vagando pela tela em um filme tão sério.
Baseado nas HQs da Marvel Comics, Blade (Wesley Snipes) é uma das melhores adaptações de quadrinhos da década de 1990. O único problema do filme foi ser lançado na época em que o CGI ainda estava em seus estágios iniciais. A cena em questão mostra bastante sangue na tela, mas o resultado final do efeito é similar as terríveis projeções “3D” do Windows 95 e 98 quando acionava o protetor de tela. O pior é que a cena acontece no grande embate final do filme.
Anaconda é um clássico do cinema B e trash dos anos 90, não há quem não tenha assistido e se divertido com o filme. Esbanjando efeitos práticos muito bem produzidos, ‘Anaconda‘ também sofreu com a fase inicial do CGI. Em sua cena final, o filme de Luis Llosa apresenta uma das cenas mais horríveis (esteticamente) já vistas na história do cinema. Relembre:
Pouco depois de ‘Anaconda‘, ‘Do Fundo do Mar‘ chega ao mesmo estilo cinema B. Misturando elementos trahs, com thriller de suspense e doses de ação, o filme estrelado por Samuel L. Jackson consegue ter uma cena ainda pior que a de ‘Anaconda‘, veja o vídeo abaixo. (Se você nunca assistiu a este filme, considere a cena como um grande spoiler).
Baseado na obra ‘The Langoliers‘ de Stephen King, a minissérie foi divida em dois telefilmes com pouco mais de duas horas de duração. O problema da adaptação é a solução encontrada para a criação do monstro na história. Descrito como uma esfera com dentes serrilhados, a criatura tem como resultado final um dos visuais mais feios do cinema.
O Retorno da Múmia traz uma cena bastante bizarra em seus efeitos visuais. O longa de 2001 não fez uma cena feia com o uso de CGI. Ele apenas passou vergonha com uma solução visual tão ridícula. A sorte é que o ocorrido aconteceu apenas no terceiro ato do filme, se fosse antes muitos espectadores teriam abonado a sala do cinema. Reveja a cena:
Sofrendo com os poucos recursos dos anos 90, ‘Spawn‘ tem boas soluções visuais, mas o grande problema é a transformação de Clown (John Leguizamo) no Violator. Na época até poderia ser aceitável, mas hoje, realmente, não é nada legal.
‘O Chamado 2 – O Círculo se Fecha‘ (‘The Ring 2‘, 2005)
‘O Chamado 2‘ está naquela imensa lista de continuações que não deveriam ter acontecido. E como se não bastasse carregar este rótulo, ele conseguiu estar entre os filmes de terror com a pior no uso de CGI. A cena dos alces até começa bem, mas o resultado final é péssimo.
‘Carta Para a Morte‘ (‘The Gravedancers‘, 2005)
Na metade dos anos 2000, o recurso o CGI já tinha tido um grande avanço em sua qualidade visual – se comparado com os ano 90. O fato é que ‘Carta Para a Morte‘ é um bom filme de terror, e até o final estava sendo totalmente correto. Mas devido a má gestão do orçamento disponível para o filme, o CGI utilizado nos minutos finais tem uma queda de qualidade é absurda. Veja o resultado:
‘Tubarão III‘ (‘Jaws 3-D‘, 1983)
Na década de 80 não havia como esperar algo espetacular nos efeitos visuais do cinema. Mas se franquias como ‘Star Wars‘ e ‘Star Trek‘ caprichavam bastante nos efeitos, mesmo com tantas limitações. O terceiro filme da quadrilogia Tubarão, apesar de divertido, peca totalmente ao querer inserir os elementos “3-D” quando o tubarão é explodido por uma granada. A cena deveria assustar, mas acaba sendo extremamente engraçada. Veja esta e mais uma cena bizarra do filme logo abaixo:
Freddy Krueger é um dos personagens mais icônicos da história do cinema. O filme de 2010 tenta recriar a franquia, que teve diversas continuações. Mas o remake de Samuel Bayer consegue ter efeitos muito mal feitos. O clássico de Wes Craven de 1984 é melhor em todos os sentidos, inclusive nos efeitos visuais. Veja a imagem, de 2010, onde Freddy espiona Nancy pela parede:
‘Deixa Ela Entrar‘ (‘Let the Right One In‘, 2008)
O filme sueco de Tomas Alfredson é ótimo, e dois anos depois do seu lançamento ganhou uma versão americana (‘Deixe-me Entrar‘) com Chlöe Grace Moretz. Apesar de ter muita qualidade no roteiro, o filme exagera no CGI, o que é uma pena.
O filme a respeito do clássico personagem de videogame, ‘Sonic‘, vai realmente sair do papel, após um ano desde sua confirmação. No entanto, a produção migrou de estúdio, deixando a Sony rumo a Paramount Pictures.
O time que ficará a frente da produção segue firme, com o cineasta Tim Miller, o mesmo responsável por ‘Deadpool’, envolvido no projeto como produtor, ao lado de Neal H. Moritz. A direção permanece a cargo de Jeff Fowler.
A produção de estreia do icônico Sonic contará com uma narrativa híbrida, que vai mesclar o modelo live action com o uso de animação CGI, aos moldes do que já vimos no clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo.Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.
A primeira Senhora do Tempo, vivida pela inglesa JodieWhittaker, foi uma das personalidades que marcou presença na SanDiegoComic–Con e durante o evento, outra personagem antiga e popular de ‘DoctorWho’ se encontrou com ela, deixando os fãs bem entusiasmados.
AlexKingston, intérpete de River Song, esposa do Doutor vivido por DavidTennant na décima temporada da série, também percorreu pela SDCC e ao lado de Whittaker posou para uma foto, que foi compartilhada pela página oficial da série no Twitter.
O encontro fez sucesso com os fãs, que começaram a pedir um encontro entre as personagens no próximo ciclo
A décima primeira temporada da série chegará, com exclusividade, ao Brasil e América Latina, através da plataforma de streamingCrackle, da Sony Pictures Television Networks. O acordo com a BBC Studios foi anunciado hoje, em Miami.
Agora quem veste o manto do mais lendário Senhor do Tempo é a atriz inglesa Jodie Whittaker (Broadchurch), que passa a ser, na história da série, a primeira mulher a ocupar este papel. O novo showrunner da produção, Chris Chibnall, que já havia trabalhado com a artista em Broadchurch, promete trazer uma nova visão para esta divertida e excitante aventura através do tempo e do espaço.
A data de estreia da nova temporada de Doctor Who, no Crackle, será anunciada em breve.
A atriz Laura Dern está cada vez mais se destacando em ‘Big Little Lies‘ e no terceiro episódio da segunda temporada, sua personagem, Renata, protagonizou outro grande momento, na sala da Diretoria da escola de sua filha.
Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.
Os fãs foram surpreendidos pelo anuncio do cancelamento da série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, após o lançamento de sua quarta parte.
E ao se despedir dos fãs, o showrunner da produção, Roberto Aguirre Sacasa, sugeriu que a 5ª temporada da produção teria um crossover com ‘Riverdale‘.
Por meio de uma publicação feita em sua conta oficial do Twitter, o produtor agradeceu aos fãs de ‘Sabrina’, indicado que a quinta parte seria “incrível”.
E como ilustração do seu argumento, a postagem veio acompanhada de uma arte que trazia os personagens de ‘Riverdale’ e de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘, sob o título “As Bruxas de Riverdale estão chegando”.
Confira:
“Obrigado por todo o seu amor, fãs de Sabrina. A parte quatro é a nossa melhor até agora e a parte cinco, ‘Guerra das Bruxas’, teria sido incrível. A história continua nas páginas dos quadrinhos Caos…”
Thank you for all the love, #sabrinanetflix fans. Part Four is our best yet and Part Five, “Witch War,” would’ve been AMAZING. To be continued in the pages of #CAOS comic book… 💔🔮☠️🍔👨🏻💻 pic.twitter.com/wNvTfxYNfX
Inspirada nos quadrinhos da Archie Comics, a série terá seus últimos oito episódios lançados ainda em 2020.
Nas redes sociais, os fãs publicaram diversas mensagens demonstrando revolta pela decisão, já que a adaptação vinha fazendo sucesso entre o público.
Confira as reações:
to com odio da netflix ter cancelado sabrina até porque não tem sentido nenhum fazer isso velho a audiência é ótima e tem muita história ainda para desenvolver
Netflix você já me encheu a paciência
Mas agora cancelar a porra de sabrina
Pra renovar riverdale,13qrws,fazer a bosta de um filme a barraca do beijo já foi uma puta sacanagen
EU JA TO CANSADA CARALHO PARA DE CANCELAR AS SERIES BOAS DO TEU SITE PORRA
MEUS SINCEROS VAI SE FODER pic.twitter.com/9cESnzvXPV
— Mitchelle😎mundo da doarda😎-UMBRELLA☂️ (@cadelaeilish) July 9, 2020
Sabrina, Samantha!, Anne with an e, Nobody’s looking, séries com grande potencial e msm assim canceladas pela Netflix… um minuto de silêncio… pic.twitter.com/H5HOwGtBZD
Fomos capazes de salvar Lúcifer do cancelamento e podemos salvar Sabrina tbm!. Netflix desgraçada, contrata outro showrunner aí!#SaveChillingAdventuresOfSabrina
Os oito episódios finais da série serão lançados na Netflix ainda em 2020.
Originalmente desenvolvida pelo canal CW como série “companheira” de ‘Riverdale‘, Sabrina acabou se mudando para a Netflix, onde obteve uma ordem de 20 episódios em outubro de 2018.
Uma segunda temporada de 16 episódios foi encomendada posteriormente, sendo que os oito primeiros foram lançados em janeiro.
Nos oito episódios finais, “O clã deve combater cada ameaça aterrorizante, um por um (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), todos levando a… O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas fazem guerra, com a ajuda doThe Fright Club, Nick começa lentamente a voltar ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?”
A aguardada 3ª temporada da série ‘Titãs‘ ganhou um tenso e dramático trailer, divulgado pelo streaming HBO Max.
O vídeo promocional surpreende os fãs ao revelar a sangrenta morte de Jason Todd, além de apresentar a chegada do vilão Capuz Vermelho.
Confira:
A 3ª temporada terá a sua estreia no dia 12 de agosto no catálogo da plataforma.
Confira as mais recentes imagens:
Confira os títulos dos primeiros episódios do novo ciclo.
Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
Episódio 5: Lazarus
Episódio 6: Lady Vic
Episódio 7: 51 Percent [51%]
Episódio 8: Home [Casa]
Episódio 9: Souls [Almas]
Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.
“Haim me disse que fez sexo com Sheen quando eles filmaram ‘A Inocência do Primeiro Amor’. Ele disse que eles fumaram maconha e fizeram sexo anal. Haim disse que depois que aconteceu Sheen o tratou de modo frio e o rejeitou. Quando Corey foi atrás, Charlie não estava mais interessado”.
Na época do ocorrido, Sheen teria 19 anos e Haim 13, o que constitui estupro.
Lembrando que o próprioDominick Brascia também já foi acusado de ter estuprado Corey Haim, em post no Facebook do amigo de Haim, Greg Harrison. Na alegação, Harrison disse que o ator tinha 14 anos quando foi abusado.
De acordo com informações da Variety, Tim Kring, o criador da série ‘Heroes’, está no comando de ‘Treadstone’, nova série do canal USA que deve se localizar no mesmo universo dos filmes da franquia ‘Jason Bourne’.
O projeto deve mostrar outros agentes do mesmo programa que criou Jason Bourne (Matt Damon) sendo “acordados” ao redor do mundo para performar missões perigosas para a CIA.
Através de seu twitter, Guillermo del Tororevelou que a adaptação de ‘Scary Stories to Tell in the Dark‘ será fiel às ilustrações presentes no livro. As assustadoras imagens foram criadas por Stephen Gammell.
Segundo o Collider, a pequenaZoe Colletti (‘Wildlife‘ e ‘Annie‘) será a grande protagonista da produção. Na trama, ela interpretará Stella Michaels, uma garotinha cuja mãe desaparece misteriosamente no Halloween. Na narrativa, ela e seus amigos se envolvem com um espírito perverso, também durante o Dia das Bruxas. Esse fantasma vai usar contos folclóricos assustadores para assombrar os jovens.
Com este novos detalhes do roteiro, fica ainda mais claro que del Toro trará vários contos de Alvin Schwartz para dentro da história.
O CBS Films, junto com del Toro, também confirmaram que as filmagens começam ainda essa semana, em Toronto (Canadá).
O mundo das animações é um dos mais fantástico no meio do cinema, porque consegue transportar crianças e adultos para mundos mágicos da forma mais encantadora possível. Por meio de sua técnica artística refinada, personagens 2D ou 3D ganham as telas e fascinam gerações com suas histórias marcadas por aventuras inesquecíveis, personagens carismáticos e dramas bastante profundos, mascarados por um rótulo de serem produções supostamente feitas para o público infantil.
No entanto, um ponto curioso desse meio animado é que as aventuras costumam ser tão marcantes, que o público se apega mais às tramas ou aos personagens, em vez de se conectarem com os diretores, mais ou menos como acontece nos filmes em live-action. É muito comum que o público geral seja apaixonado por Toy Story, por exemplo, mas não faça a menor ideia de quem foram as mentes por trás da quadrilogia imortal da Pixar. E essa pegada mais “anônima” dos diretores de animações acaba de ganhar um capítulo muito interessante.
Com esta nova tendência dos estúdios fazerem adaptações de animações em filmes live-action, parecia apenas uma questão de tempo para que essa curiosidade acontecesse. E a partir deste sábado (7), com a estreia do novo Como Treinar o Seu Dragão em sessões especiais para o público, o diretor Dean DeBlois vai ver seus ‘dois filhos’ mais proeminentes duelarem pelas salas de cinema do mundo e pelas bilheterias.
Para quem não está por dentro, DeBlois é o diretor da trilogia original animada de Como Treinar o Seu Dragão, e foi escolhido pela Universal Pictures para dirigir a adaptação em live-action da franquia. Apaixonado por esses personagens e esse universo, o diretor afirmou estar tentando trazer uma visão mais humana para Soluço (Mason Thames), Stoico (Gerard Butler) e Astrid (Nico Parker), enquanto aposta na fofura e diversão de umBanguela feito com uma impressionante computação gráfica.
Sob forte expectativa do estúdio, o novo Como Treinar o Seu Dragão já nasce com a responsabilidade de honrar uma das melhores trilogias da história das animações, mantendo o altíssimo nível conquistado por ela na última década, mas também já dá indícios de que será o primeiro capítulo de uma nova saga, que pode ou não seguir os mesmos caminhos da animação, que contou ainda com algumas séries animadas derivadas. Fato é que essa saga é o grande legado de Dean DeBlois para o cinema, mas não é o único.
E é justamente por conta deste outro sucesso atribuído à mente de DeBlois que o mês de junho será tão especial para ele. Para quem não sabe, o primeiro grande trabalho do diretor canadense foi uma animação lançada em 2002 sobre um alienígena destrutivo que caía no Havaí, onde desenvolveria uma grande amizade com uma garotinha esquentada, enquanto se apaixonaria pela cultura local. Pois é, Dean DeBlois estreou na direção justamente com Lilo & Stitch, outra animação que não apenas ganhou uma versão em live-action esse ano, como também ainda segue firme em cartaz pelos cinemas do mundo.
Ao lado do amigo Chris Sanders, escreveu o roteiro e dirigiu o Lilo & Stitch original, sendo o grande trabalho dele até emplacar a trilogia Como Treinar o Seu Dragão. Quis o destino que seus dois grandes legados para o cinema ganhassem versões em live-action ao mesmo tempo e se enfrentassem nas bilheterias na mesma janela de lançamento. Porém, vale destacar que a adaptação da Disney, ao contrário daDreamWorks, optou por trazer um novo diretor para Lilo & Stitch. Comandado por Dean Fleischer Camp, o longa abraçou mais Chris Sanders, que retornou para trabalhar no roteiro e dar voz ao Stitch novamente.
Apesar do não envolvimento de DeBlois no live-action de Lilo & Stitch, essa história não existiria sem seu trabalho brilhantemente feito há mais de 20 anos. Então, será interessante ver essa batalha de legados nas bilheterias. Obviamente, para Dean, é muito mais vantajoso se Como Treinar o Seu Dragão sair “vencedor”, já que uma boa bilheteria praticamente garantiria seu retorno para uma possível sequência. Ao mesmo tempo, Lilo & Stitch segue firme no topo das bilheterias, sem dar sinais de que vá “perder o fôlego”.
De qualquer forma, independentemente dos resultados – o mais provável é que as duas adaptações façam bilheterias extremamente expressivas -, essa “disputa” será muito divertida de acompanhar. E certamente será um capítulo bastante especial na carreira de Dean DeBlois e seus personagens tão queridos.
Dizem que o dinheiro não traz felicidade, mas todos nós, que ficamos no corre todos os dias para pagar os boletos, sabemos que isso não é verdade. Dinheiro traz conforto, paz, estabilidade, possibilidade de planejar as coisas, tirar férias, poder descansar. Infelizmente, não é todo mundo que tem esse privilégio – daí, por exemplo, tantos realities show com premiações milionárias, que faz o povo desejar isso para mudar de vida. E é mais ou menos isso que move o protagonista de ‘Manual Prático da Vingança Lucrativa’, thriller dramático que chega hoje aos cinemas brasileiros.
Mary Redfellow (Nell Williams) era uma jovem rica e sonhadora que, num dos bailes que sua família dava, conheceu um jovem músico, por quem se apaixonou e engravidou. A notícia não foi bem recebida pelo patriarca, Whitelaw (Ed Harris, de ‘O Show de Truman‘), que deu-lhe um ultimato: ou tirava a criança, ou seria expulsa da família. Sem nem titubear, Mary deixou tudo para trás e foi viver sua vida com Beckett (Grady Wilson), seu filho. Com o passar do tempo, Mary contou a verdade a Beckett e lhe fez prometer que, quando morresse, ele ia atrás do que era dele por direito. Anos se passam e Beckett (Glen Powell, de ‘Todos Menos Você‘), agora adulto, reencontra seu antigo amor de infância, Julia (Margaret Qualley, de ‘A Substância‘), que o faz relembrar da promessa feita à mãe.
O roteiro de ‘Manual Prático da Vingança Lucrativa’ propõe um storytelling envolvente para contar a história desse thriller dramático: em vez de apenas mostrar os acontecimentos, o roteiro de John Patton Ford o faz pela voz do protagonista – que se encontra numa situação X e conta toda sua trajetória de vida a uma outra pessoa; dessa forma, ao mesmo tempo conta tudo ao espectador, com direito a interrupções e comentários para autodefesa sobre os episódios enfrentados que os levou à situação em que se encontra.
Para contar essa história, o roteiro não se furta em utilizar subterfúgios conhecidos do público que curte um bom suspense, provocando o protagonista ao seu limite em prol do benefício da herança polpuda. E Beckett vai, portanto, se enrolando e se comprometendo ao ponto de não retorno. Nesse viés, podemos comparar ‘Manual Prático da Vingança Lucrativa’ com clássicos como ‘Snatch – Porcos e Diamantes’, ‘Knives Out’ ou ‘Os Suspeitos’, porém, numa pegada mais pipocão. Mas também por isso, depois de dois ou três elementos “resolvidos” na jornada de Beckett, digamos assim, a história ganha uma barriga, afinal, já sabemos o que irá acontecer (ou, o que é preciso acontecer) para o enredo chegar ao seu ponto de partida.
Glen Powell carrega bem os sentimentos conflitantes e ambiciosos do pobre menino rico do protagonista Beckett, mas quem rouba a cena é a deslumbrante Margaret Qualley, completamente à vontade no papel de uma menina rica mimada e mandona. A química entre eles, provida pela relação de poder e submissão, encanta e embala a história até seu derradeiro fim. Méritos, também, do diretorJohn Patton Ford, que escolheu as luzes certas para sua dupla de atores e bons enquadramentos para extrair o melhor deles em personagens um tanto quanto desprezíveis, embora adoráveis.
Alternativa às listas de premiações e aos pipocões genéricos, ‘Manual Prático da Vingança Lucrativa’ estreia como uma boa opção de entretenimento que traz algo de diferente do padrão, misturando suspense, drama e adrenalina em doses constantes ao longo de uma hora e quarenta e cinco.
O mundo da música é marcado por mudanças, talvez mais claramente que as outras vertentes artísticas como o cinema, a literatura, a televisão, entre outros. É claro que, dependendo da época sobre a qual falamos, precisamos analisar o contexto histórico e socioeconômico que permitiu que tais transições – bruscas ou não – encontrassem espaço para se concretizarem, mas dentro do escopo musical, isso acontece com mais frequência do que realmente deveria. E em 2017, todo o cenário ao qual estávamos acostumados, principalmente aos fãs do mais puro pop contemporâneo, sofreu um baque inesperado com a dissolução do grupo conhecido como Fifth Harmony após a saída não-premeditada de uma de suas lead singers, Camila Cabello.
Entre picuinhas e discussões, Cabello resolveu investir em sua carreira solo e desde então vem fazendo mais sucesso que a girlband que deixara para trás, procurando uma identidade própria que conversasse com suas raízes e até mesmo com as mensagens que gostaria de deixar para a crescente gama de fãs que acompanham seu trabalho desde o princípio. E então a concretização de seus sonhos finalmente tomou forma com o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, intitulado ‘Camila’ – e que não poderia ter um melhor título, visto que essencialmente expressa os desejos românticos mais sexys e envolventes da cantora.
De forma geral, sua re-estreia no cenário artístico já sofria há um tempo uma generalização positiva. A concretização dessas previsões, entretanto, vai além do que se esperava, principalmente se levarmos em conta que os singles promocionais do disco poderia representar a nata das composições – e felizmente fomos apresentados a uma situação muito bem equilibrada entre altos e baixos. Os vocais de Cabello, como sempre, permanecem em uma falha proposital que transita entre o suave contralto mas encontra-se de forma aplaudível no soprano – e também é digno nota dizer que sua tecedura é capaz de tramitar as mais belas baladas de amor em contraposição à ardência de faixar mais dançantes e sensuais.
É até uma surpresa agradável dizer que ‘Camila’ se inicia com “Never Be The Same”. A influência do techno pop, que tornou-se extremamente difundido com a chegada da era digital, se mostra de forma clara principalmente no prelúdio e nas transições; porém, é realmente e versatilidade da voz da artista que rouba o foco, começando em um tom mais grave, encontrando-se de forma momentânea nos falsetes e retornando para um ótimo refrão. Apesar da predominância do sistema modal e de uma familiar e gradativa premissa, essa previsibilidade não consegue ofuscar a envolvência da cantora. E isso não se mantém apenas neste single, alastrando-se também para músicas como “Into It” e “In the Dark”: ainda que não tenham uma evidência tão clara sim, a amálgama entre um tom mais brando e os falsetes se repete de forma satisfatória, mesmo traçando paralelos com cantoras conterrâneas como Ariana Grande e Selena Gomez.
Apesar disso, o álbum perde um pouco de seu brilho com a emergência de “All These Years”. A princípio, a faixa quase épica, que narra a história do retorno de um amor perdido e de que como os sentimentos do eu lírico não mudaram mesmo após vários e vários anos, é deliciosa de ser ouvida. Sua atmosfera inebriante restringe-se aos poucos avanços do arranjo musical, permanecendo fincado ao bucólico violão elétrico com algumas investidas techno. Entretanto, se pegarmos a essência da música, essa história romântica e até mesmo emocionante é varrida para debaixo do tapete: afinal o escopo produzido é muito semelhante a uma faixa tão amena quanto, intitulada “Love Yourself”, de Justin Bieber. A progressão musical segue o mesmo padrão, incluindo as viradas, os crescendos e o desfecho; se não fosse pela dissonância entre Cabello e Bieber – e por alguns maneirismos caprichosos ao final do último ato -, poderíamos estar lidando até mesmo com um caso de cópia ou mimésis estranhamente bem-intencionada.
‘Camila’ volta a atingir seu ápice quando investe fortemente em baladas mais lentas e permeadas pelo piano clássico. Essa fusão à prima vista desordenada de inúmeros instrumentos – de cauda, de corda e até mesmo de percussão – é na verdade a estética identitária do disco, o qual preza pelo melhor do melhor e pela criação de algo que atinja um grande número de pessoas, seja aqueles que se afeiçoem mais a hinos de sofrimento e desapego, do amor incondicional e atemporal ou da sensualidade exacerbada. “Something’s Gotta Give” é um desses espasmos inusitados que explora a capacidade emocional da artista e cria algo tocante, utilizando-se de elementos mais modernos para contar uma narrativa sobre reciprocidade. Essa ambiência logo encontra mais uma vez uma apatia conformista proposital e incrivelmente bem colocada com “Real Friends”, que conversa de certa forma com a música anterior ainda que de forma mais sutil e irônica – e mais pautada no clássico violão.
O ápice do álbum é, sem dúvida alguma, a originalidade com a qual Cabello trata suas raízes. Sabe-se que a cantoria tem descendência cubana e, levando em conta a relevante liberdade que lhe foi concedida para a produção de seu primeiro disco solo, o fato de ter abraçado sua própria história como arco geral é uma jogada muito interessante e que funciona em sua maior parte. “Inside Out” e sua encantadora premeditação parece uma joia bruta quando comparada, por exemplo, com “She Loves Control”, um conto de empoderamento marcado por uma estética ao mesmo tempo nostálgica e modernizada para um ritmo que ainda encanta qualquer um que o ouça.
“Havana”, o principal single do álbum que inclusive tornou-se um sucesso inesperado entre o público e a crítica, é a declaração de amor de Cabello às suas matrizes latinas. A música mais uma vez é configurada com uma roupagem pop dançante e que avança timidamente para vertentes eletrônicas, mas que logo é refreada pela presença das inúmeras características cubanas: nessa arquitetura musical muito bem delineada, temos as extensas variações e heranças da Europa e da América Latina mesclados em uma abordagem eletroacústica entre jazz, rock, mambo, salsa e merengue. Essa diversidade não apenas é muito bem-vinda como também fornece uma prematura identidade para a cantora, que pode explorar seu infinito potencial de vários modos.
Uma estreia memorável e inédita é talvez a principal característica a ser concedida para ‘Camila’. Permitindo que uma jovem e incrível voz como a dessa artista consiga se aventurar por caminhos nunca imaginados, é mais que óbvio que sua saída do grupo que a tornou famosa, mas a endossava em uma reciclagem musical, não poderia ter vindo em hora melhor.
A HBOdivulgou a promo oficial do próximo episódio de ‘Watchmen’, intitulado “Little Fear of Lightning”.
Assista:
Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Mooree Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.
A cinebiografia ‘Capone‘, que conta a história do histórico mafiosoAl Capone, ganhou seu primeiro pôster oficial, estampando Tom Hardy como o protagonista.
Linda viverá a esposa de Capone, Mae, enquanto MacLachlan interpretará seu médico. Já Dillon interpretará o melhor amigo do mafioso, Johnny.
A Bron Studios ainda contratou Katherine Narducci, mais conhecida por ter vivido Charmaine Bucco, em ‘Família Soprano‘.
O foco da história será nos últimos anos de vida do criminoso.
O mais curioso é que a direção será de Josh Trank, que retorna aos cinemas depois do fracasso em ‘Quarteto Fantástico‘ e depois de ter sido demitido da Lucasfilm. Trank comandaria o segundo spin-off de ‘Star Wars‘, que acabou se tornando a terceira produção da fila depois do longa de Han Solo.
Capone morreu aos 48 anos depois de suscetivas crises de demência.
Considerado o maior o gangster dos Estados Unidos, Al Capone montou seu império durante a época da Lei Seca, em que o comércio de bebidas alcoólicas era proibido nos Estados Unidos.
Através de seu Twitter oficial, o Hulu divulgou o logo oficial de ‘M.O.D.O.K.’, sua nova série animada em parceria com a Marvel Television.
Confira:
More than official ⚡. Here are our confirmed panels for #NYCC: Animaniacs, Books of Blood, Helstrom, M.O.D.O.K. and Monsterland. See you soon! pic.twitter.com/RdR6qqN1f6
Recentemente, a plataforma de streaming divulgou o elenco completo da produção e detalhes sobre os personagens.
Confira:
Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.
Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.
Ben Schwartzcomo Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.
Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.
Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.
Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.
Jon Dalycomo Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.
Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.
Leia a sinopse oficial:
O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.
A The CW divulgou a sinopse oficial de “This Is What It Takes”, quinto episódio da 3ª temporada de ‘Legacies’.
Confira:
ENCARANDO A REALIDADE – Depois de um de seus sumir, Alaric sugere para Hope a caixa de terapia, o que a arrasta para um jogo perigoso ambientado em um filme slasher. Enquanto isso, Lizzie tenta passar algum tempo com MG, mas as coisas não saem como o planejado. Josie faz uma grande decisão sobre seu futuro.
O capítulo é dirigido por Brett Matthews, com roteiro assinado por Darren Grant e Jeffrey Hunt.
“This Is What It Takes” será exibido no dia 18 de fevereiro.
Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.
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