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‘Creed 2’: Sylvester Stallone não vai mais dirigir o filme

Segundo a Variety, Sylvester Stallone não é mais o diretor de ‘Creed 2‘. Em seu lugar, o estúdio contratou o pouco conhecido diretor Steven Caple Jr. (‘The Land’). O motivo da troca não foi revelado, mas a decisão foi amigável.

“O personagem de Adonis Creed reflete a nova geração e acho importante ter um diretor que é parte dela, por isso estou orgulhoso de ter Stephen Caple Jr., esse talento incrível, como diretor. Ele e Michael B. Jordan vão te nocautear”

Stallone continua como roteirista e produtor, além de atuar na produção.

As filmagens começam entre março e junho de 2018, para uma estreia dia 21 de novembro de 2018.

Recentemente, Stallone havia confirmado a participação de Dolph Lundgren como o russo Ivan Drago , bem como a inspiração em ‘Rocky IV‘ que o novo enredo assumiria. Em entrevista ele deixou no ar como seria a atmosfera envolvendo o confronto entre o russo e o filho de Apollo Creed (Carl Weathers).

” Você o terá enfrentando um tipo diferente de oponente, o que, diria eu, é mais feroz, grande russo. Há muito aí.” , concluiu.

Creed‘ foi um dos indicados ao Oscar de melhor ator coadjuvante pela atuação de Stallone em 2016 mas viu o cobiçado prêmio ir para as mãos de Mark Rylance por seu trabalho em  ‘Ponte dos Espiões‘.

 

DC Universe: Confira as datas de estreias das séries do streaming da DC

O DC Universe, plataforma de streaming da DC, ganhou novidades. No painel da New York Comic-Con, foi divulgado o calendário de estreia de suas séries originais.

O lançamento nos EUA acontece dia 12 de Outubro, com a estreia de ‘Titãs‘ – que recebeu ótimas críticas. No Brasil,  ‘Titãs‘ será lançada pela Netflix.

A Patrulha do Destinoserá lançada em Fevereiro de 2019, enquanto ‘Monstro do Pântano’, de James Wan, estreia em Maio de 2019.

Além disso, foram divulgadas as datas das séries animadas  Young Justice: Outsiders‘ (Janeiro de 2019) e Harley Quinn, seriado solo da Arlequina (Outubro de 2019).

 

‘Novos Titãs’: Robin aparece em nova foto da série de TV live-action

 

Rankeamos os Melhores e Piores Filmes da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Ultimato’

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com o lançamento do épico ‘Vingadores: Ultimato‘, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 22 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

 

22. O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

 

21. Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

 

20. Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

 

19. Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

 

18. Capitã Marvel (2019)

A história acompanha Carol Danvers conforme ela se torna uma das heroínas mais poderosas do universo no momento em que a Terra se vê no meio de uma batalha galática entre duas raças alienígenas. Ambientado nos anos 1990, Capitã Marvel é uma aventura completamente nova de um período nunca visitado da história do Universo Cinematográfico da Marvel. Trata-se do primeiro filme de super-heroína da Marvel, impulsionado pelo sucesso estrondoso de ‘Mulher-Maravilha‘, da DC. Porém, uma direção insegura e um roteiro inchado falham em dar personalidade para a personagem, que é vivida de maneira apática pela Oscarizada Brie Larson. É uma pena ver tanto potencial desperdiçado. O filme vale pelas referências e por explicar como se deu início o projeto ‘Os Vingadores‘ nos anos 90… ah sim, e como Nick Fury perdeu seu olho.

 

 

17. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

 

16. Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

 

15. Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

 

14. Thor – Ragnarok (2017)

O tom de ‘Thor – Ragnarok‘ é similar ao da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, deixando de lado o toma mais sério e se transformando em uma sátira dos filmes de super-heróis, revertendo o gênero e divertindo o público. Ou seja: se você não gostou dos dois primeiros ‘Thor’, você vai amar esse filme.

O Deus do Trovão finalmente mostrou a que veio e ganhou uma personalidade própria, provando o timing cômico do ator Chris Hemsworth – em sua melhor atuação até aqui. Sua interação com o Hulk é impagável, e o verdão também ganha bastante destaque como co-protagonista, apesar de vermos pouco o ator Mark Ruffalo.

Porém, o roteiro deixa um pouco a desejar. Apesar das diversas plot twists chocantes (o filme tem várias), faltou o brilhantismo de um roteirista como James Gunn – que conseguiu reverter os clichês do gênero. Outro problema é a falta de seriedade e urgência, já que estamos falando aqui de Ragnarok – a destruição de Asgard. O fim do mundo está acontecendo, mas os personagens sempre tem um tempinho para suas piadinhas de efeito (que nem sempre funcionam). É uma comédia de ação com selo Marvel.

 

13. Homem-Formiga e a Vespa (2018)

É fácil categorizar ‘Homem-Formiga e a Vespa’ como uma comédia familiar no estilo ‘Sessão da Tarde’ dos anos 90. E isso é um mega elogio, visto que eles adicionam na mistura super-heróis e muitos, muitos efeitos especiais de última geração. Sem muitas ligações com os outros filmes do Universo da Marvel (apenas uma grandiosa bem no final), o filme se permite a arriscar como uma comédia de ação e acerta em cheio. Ao contrário das piadinhas forçadíssimas enfiadas em ‘Thor – Ragnarok’, o humor aqui funciona bastante e nos tira diversas gargalhadas durante a projeção, grande parte vindo do divertido Luis (Michael Peña) – que mais uma vez faz uma narração hilária contando parte da história.

A parte negativa fica por conta da vilã e do roteiro inchado. Após um vilão cheio de camadas como Thanos, fica difícil se empolgar com uma vilã genérica cuja motivação é a velha e batida vingança. Eles poderiam ter trabalhado mais no roteiro para evitar esse clichêzão, e ainda de quebra poderiam dar uma enxugada no filme, que parece um pouco mais longo do que ele deveria ser.

 

12. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Em sua essência, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme adolescente de colégio. A decisão sábia do roteiro traz Peter Parker (Tom Holland, o terceiro intérprete do personagem e o mais jovem) de volta aos 14 – 15 anos de idade. E aqui funciona muito bem. Suas desventuras não são tão típicas quanto as de Tobey Maguire – a melhor encarnação do cerne do personagem, com falta de dinheiro, problema com as garotas, tia idosa. O Homem-Aranha de Holland é apadrinhado pelo bilionário (ou seria trilionário?) Tony Stark (Robert Downey Jr.), chega a recusar certas investidas da gracinha Liz (Laura Harrier), por quem nutre paixão, e sua tia, agora nas formas da estonteante Marisa Tomei, bem, curte dançar e uma cervejinha na janta.

A trama, embora simplista, é eficiente. Porém, o filme é uma leve sessão da tarde… Uma versão atual das comédias oitentistas do mestre John Hughes.

 

11. Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

 

10. Doutor Estranho (2016)

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Doutor Estranho‘ é uma viagem frenética e prazerosa para um novo mundo, que conquista com seu elenco estelar e efeitos visuais mirabolantes, se tornando a melhor apresentação de um personagem desde o primeiro ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Para a difícil tarefa de criar um visual frenético e psicodélico, o estúdio chamou o talentoso diretor Scott Derrickson (‘O Exorcismo de Emily Rose’ e ‘A Entidade’), que nos proporciona um show visual de imagens caleidoscópicas que transformam a projeção em uma jornada alucinante – que muitos comparam com uma viagem de ácido. A fotografia de Ben Davis entrega cenas alucinógenas e muito bem orquestradas, que deixam ‘A Origem‘ no chinelo. A evolução nos efeitos visuais também é visível nesse filme, dando profundidade às cenas psicodélicas e frenéticas do “Plano Astral”.

 

9. Guardiões da Galáxia – Vol 2 (2017)

Enquanto Joss Whedon penou para realizar uma sequência melhor que ‘Os Vingadores‘, entregando o mediano ‘Vingadores: Era de Ultron‘, James Gunn conseguiu a proeza de realizar um filme ainda melhor que o original. ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘ é uma viagem de ácido com o visual mais delicioso já criado em um filme da Marvel, sendo ainda mais psicodélico e colorido que ‘Doutor Estranho‘ – usando e abusando do Neon para criar um universo intergalático estonteante. Apesar de ter mais ação e mais efeitos visuais, é uma sequência mais intimista que consegue trabalhar cada personagem individualmente enquanto cria um interação extremamente divertida entre eles. É um filme que foge totalmente da “fórmula Marvel” e apresenta com louvor a família mais disfuncional e absurda do cinema. Uma pequena obra-prima, que merece ser degustada e vislumbrada. O filme mais engraçado e divertido da Marvel Studios.

 

8. Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

 

7. Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

 

6. Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

 

5. Pantera Negra (2018)

Esqueça as piadinhas e o humor sarcástico, ‘Pantera Negra’ é o filme mais sério e mais político já feito pela Marvel. É um filme de arte, de guerra, com moldura de super-herói. Lembra a homenagem que a Marvel fez aos filmes “de espiões dos anos 70” em ‘O Soldado Invernal’? Aqui o estúdio repete a dose e flerta com o cinema de gênero, fazendo um filme épico sobre a arte da guerra. É um ‘Coração Valente’ (1995) com um super-herói negro no lugar de Mel Gibson. Ryan Coogler, de ‘Creed’, entrega uma direção sólida e estilosa que mescla com sucesso as cenas de ação com momentos dramáticos em que seu elenco tem a chance de brilhar.

Pantera Negra’ é o James Bond da Marvel, um filme atual, político e necessário que acerta em cheio ao criar uma trama mirabolante, repleta de reviravoltas e mensagens valiosas em seu subtexto. É o filme mais sério e mais profundo da Marvel, cheio de alma e momentos épicos que deixarão qualquer cinéfilo boquiaberto.

 

4. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Em Guerra Infinita, todos (ou quase todos) os personagens principais (e alguns coadjuvantes) se unem para evitar o fim da vida na Terra como a conhecemos. Do espaço sideral surge a nova e mais magnânima ameaça com a qual os heróis já se depararam. Thanos (Josh Brolin) é um vilão (ou seria anti-herói) trágico, sofrido, que realiza seus atos com pesar e em sua loucura (que muitos aqui na Terra compartilhariam) assume a conclusão de um bem maior. Essa talvez seja a melhor surpresa do longa, a humanização de seu antagonista. O filme reuniu praticamente todo o elenco de todas as franquias da casa, e se tornou a segunda produção mais cara da história de Hollywood, atrás apenas de ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Os únicos pequenos problemas são: a falta de conclusão, deixando um cliffhanger tão gigantesco que por pouco não matou nerds ao redor do mundo de crise de nervos; e algumas óbvias reversões de fatos – o que diminui a importância do impacto inicialmente apresentado aqui, já que sabemos alguns detalhes do futuro que não corroboram a dramaticidade almejada. Seja como for, isso não exime a coragem do filme por suas apostas arriscadas.

 

3. Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

 

2. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

 

1. Vingadores: Ultimato (2019)

Quase empatado com ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘, ‘Vingadores: Ultimato’ é a grande obra-prima da Marvel Studios… A culminação de 22 filmes é bem escrita, dirigida com louvor pelos irmãos Russos e traz um desfecho digno – literalmente! Os personagens estão muito mais aprofundados aqui.

Repleto de surpresas, easter-eggs e referências, o filme é um enorme “fan service” com três horas de duração que vai revisitar todas as nossas memórias sobre esse Universo Compartilhado e expandir tudo que foi construído até agora. E no meio do caminho, eles reservam alguns dramas que deixaram os fãs aos prantos no cinema, chorando alto de soluçar. Prepara o lencinho porque até o mais forte dos cinéfilos derrubará algumas lágrimas.

Épico, audacioso e impecável, ‘Ultimato‘ consegue encerrar com louvor a história dos nossos heróis e abrir portas para um novo ciclo que promete ser ainda mais surpreendente que este. Até aqueles que acompanharam todas as teorias e supostos “vazamentos” vão se surpreender com as surpresas que a trama nos reserva, intercalando os momentos de agonia extrema com o velho e bom humor característico dos filmes da Marvel. É um espetáculo visual, auditivo e uma experiência que agradará em cheio quem é fã, e até quem não é. Imperdível!

 

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WTF? Jovens invocam tubarão possuído no trailer insano de ‘Ouija Shark’

O terror independente Ouija Shark ganhou seu trailer oficial – e o filme parece ser uma das histórias mais bizarras dos últimos anos.

Um grupo de adolescentes invoca um antigo e perigoso tubarão depois de mexer em um tabuleiro de Ouija achado na praia. Um especialista em ocultismo, então, resolve se aventurar no reino do predador para dar um fim a essa invasão de espíritos no nosso mundo.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Brett Kelly, com roteiro assinado por David A. Lloyd.

John MigliorePeter WhittakerZoe TowneRobin HodgeChristina Roman fazem parte do elenco.

Ouija Shark será lançado em 2020.

Roteirista se RECUSOU a contar a origem do Coringa em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’

O ‘Coringa‘ do diretor Todd Phillips foi a primeira adaptação a revelar uma das origens do Palhaço do Crime, mas a ideia quase foi abordada em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (Christopher Nolan).

A informação foi revelada pelo roteirista David S. Goyer durante sua participação na Comic Con at Home.

Ao tocar no assunto, Goyer disse que a ideia de descartar a origem do vilão partiu dele mesmo, porque isso aumentaria a curiosidade e o mistério em torno do personagem.

“Eu me lembro que os produtores insistiram para que eu escrevesse detalhes sobre a origem do Coringa, mas eu não recuei e consegui convencê-los que a ausência de detalhes causaria mais impacto e mistério sobre o Coringa… Até hoje me perguntam qual é a verdade sobre aquelas cicatrizes bizarras, eu também gostaria de saber.”

Mesmo assim, o roteirista disse que o clima nos bastidores ficou pesado após o debate.

“Acho que ‘Batman Begins‘ foi um sucesso exatamente por esse mistério, e eu queria repetir isso na sequência. Mas os produtores não entendiam. Depois da nossa conversa, ficou um clima estranho e recebemos muitas críticas e cobranças desnecessárias. Todos estavam preocupados por causa disso.”

Felizmente, Batman: O Cavaleiro das Trevas é considerado uma das melhores adaptações dos quadrinhos, acumulando 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Lançado em 2008, o longa se tornou um sucesso de crítica e poúblico, arrecadando US$ 1,005 bilhão, a partir de um orçamento de US$ 180 milhões.

 

‘Vozes e Vultos’: Suspense sobrenatural da Netflix com Amanda Seyfried ganha data de estreia

Netflix divulgou a data de estreia do suspense sobrenatural ‘Vozes e Vultos‘ (Things Heard and Seen), estrelado pela Amanda Seyfried.

O filme chega ao catálogo do streaming dia 29 de Abril.

Assista:

A história acompanha um jovem casal que se muda para uma fazenda no interior de Nova York, até que começam a suspeitar que o novo lar é amaldiçoado pelo assassinato de seus antigos proprietários. À medida que os segredos assombrados se revelam, o casamento se transforma num terrível pesadelo.

A trama é baseada no livro ‘All Things Cease to Appear‘ (Todas as Coisas Param de Aparecer), escrito por Elizabeth Brundage.

Confira a primeira imagem oficial:

Robert Pulcini e Shari Springer Berman são responsáveis pela direção.

O elenco ainda conta com James Norton, Natalia Dyer, Rhea SeehornAlex Neustaedter e F. Murray Abraham.

Neo, Trinity e Morpheus em fotos inéditas de ‘Matrix Ressurrections’

Matrix Ressurrections’ teve novas imagens divulgadas, que trazem Neo, Trinity, Morpheus e novos personagens.

Confira, com a sinopse divulgada pela manhã:

“Em um mundo de duas realidades, o cotidiano e o que está por trás dele, Thomas Anderson terá que optar por seguir o coelho branco mais uma vez. A escolha, embora seja uma ilusão, ainda é a única forma de entrar ou sair da Matrix, que está mais forte, mais segura e mais perigosa do que nunca”.

Matrix Ressurrections‘ estreará no Brasil numa quarta-feira, dia 22 de Dezembro de 2021.

Assista:

 

O novo filme contará com o retorno de Keanu Reeves (Neo), Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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CGI RUIM? Atriz rebate críticas e revela que o público vai se divertir muito com ‘Mulher-Hulk’ [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Ginger Gonzaga, que vive a Nikki na vindoura série Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’. A atriz interpreta a melhor amiga da protagonista, e afirmou que os fãs que criticaram o CGI da série devem se divertir quando assistirem.

“Eu sempre brinco que fico impressionada com CGI, porque não sei nem como um CD funciona. Não entendo sobre música digital, computador ou telefones. Não sei como funcionam. Eu sempre fico impressionada. Não fiquei surpresa com as críticas. É normal criticar algo que ainda não vimos. Nenhum de nós havia visto a Mulher-Hulk antes. Todos tínhamos uma ideia em nossa cabeça. É como ver uma adaptação após ler um livro. Na minha cabeça, era diferente. Devia ser de outro jeito. Não culpo ninguém por isso. É irônico, pois a série, através do roteiro visionário da Jessica Gao, aborda como é ser diferente, grande e especial, como um projeto da Marvel. Como ‘Mulher-Hulk’, com os olhos do mundo todo em você, tecendo suas críticas. É como a arte imitando a vida. É meio surreal, mas muito legal que a série tenha esse aspecto visionário de autorrefletir sobre algo que a Jessica Gao deve ter previsto. É muito legal! Eu entendo a reação humana de criticar algo que você ainda não viu. Porém, é diferente quando finalmente vemos. Quando eu fui assistir ‘Avatar’, não sabia do que se tratava. Mas, quando conferi no cinema, eu entendi. Acabei amando aquelas criaturas azuis. Isso é algo natural. Nós ficamos impressionados com o primeiro trailer, que foi assistido por mais de 78 milhões de pessoas.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Mulher-Hulk estreia no dia 18 de agosto.

Cena PICANTE de Tom Holland fazendo s3xo com outro homem VIRALIZA na internet e ator comenta!

Entre Estranhos‘, da Apple TV+, gerou um grande buzz recentemente nas redes sociais devido a uma cena considerada “ousada”, em que Tom Holland é retratado em uma cena de sexo com outro homem, algo que o ator nunca havia interpretado antes em sua carreira.

A cena em questão faz parte do episódio 8, intitulado “Reunion”, que mostra o ator sendo passivo.

Nas redes sociais, a cena viralizou:

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Tom Holland compartilhou sua perspectiva sobre a cena e enfatizou que não a considera “ousada”, mas sim uma parte importante da narrativa que ajuda a contar a história de seu personagem de forma autêntica.

“Não é um marco. Não é algo que eu fique tipo, ‘Oh, uau. Consegui interpretar meu primeiro personagem com uma preferência diferente da que eu tenho.’ É obviamente um pouco mais complexo do que isso. Foi muito importante contar a história de forma autêntica”, afirmou Holland.

O que você achou da cena?

A cada temporada, a atração será focada em histórias envolvendo casos da vida real de pessoas com transtornos mentais.

Holland dá vida a Danny Sullivan, inspirado em Billy Milligan, a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa de Transtorno de Personalidade Múltipla (também conhecido como Transtorno Dissociativo de Identidade).

O cineasta Akiva Goldsman, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme ‘Uma Mente Brilhante‘, fica responsável pelo projeto.

Baseada na biografia ‘The Minds of Billy Milligan‘, de Daniel Keyes, a série é descrita como uma “emocionante antologia”, que irá explorar “as verdadeiras e inspiradoras histórias daqueles que lutaram e aprenderam a conviver com distúrbios mentais”.

O elenco ainda conta com Emmy Rossum (‘Vingança Perfeita’), Christopher Abbott (‘The Sinner’), Sasha Lane (‘Loki’) e Emma Laird (‘O Dono de Kingstown’).

‘MaXXXine’ ganha cartaz nacional e data de estreia no Brasil

A Universal Pictures divulgou um novo cartaz do slasher ‘MaXXXine‘, sequência direta de ‘X – A Marca da Morte‘, destacando a personagem titular, interpretada pela Mia Goth.

O filme será lançado no Brasil em 11 de Julho, uma semana após sua estreia nos EUA.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Confira o trailer legendado:

O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganha trailer DUBLADO e 4 cartazes lindos

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ ganhou seu trailer dublado e quatro cartazes incríveis.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

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“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.

Astro de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela DETALHES sobre o novo filme da Marvel

O longa é dirigido por Matt Shakman.

GOLPE! Produtora DESMENTE chamada de elenco para série brasileira por ‘caça-talentos’

A O2 Filmes veio à público para dizer que é falsa a informação de que está convocando atrizes para uma nova série com direção e roteiro de Matheus Souza.

Matheus Souza é um ator, produtor, diretor e Roteirista brasileiro. Iniciou sua carreira em 2008 com a comédia romântica ‘Apenas o Fim‘, e também fez Tá Escrito, Galeria Futuro e Onde Está Meu Coração.

Segundo a produtora, um perfil no Instagram está recrutando jovens para a série de Matheus Souza, mas alegando que a mesma é produzida pela 02.

Confira:

“Esse projeto não é produzido pela O2 Filmes e o perfil do instagram não representa a O2 Filmes nem sua produção de elenco, e qualquer convocação feita por ele não é reconhecida, autorizada ou vinculada à empresa.

Desconfie se você for abordado pessoalmente, por telefone ou pelas redes sociais por supostas agências ou ‘caça-talentos’ falando em nome
da O2 Filmes sobre esse projeto.

Fica o alerta: nunca forneça fotografias e/ou imagens ou confirme seus dados pessoais ou de seus filhos, parentes e familiares a pessoas estranhas.

A O2 Filmes já está adotando as medidas cabíveis perante as autoridades para identificação e localização dos golpistas.”

Do Pior ao Melhor | Todos os Filmes Cults Românticos de Matheus Souza

 

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Um post compartilhado por O2 Filmes (@o2filmes)

10 Filmes que abordam os OBSTÁCULOS do viver após uma tragédia

Não sabemos o que o destino nos reserva e isso é uma variável incontrolável que precisamos lidar em nossas vidas. Mas o que fazer quando um enorme obstáculo se coloca na nossa frente? Alguns filmes giram em torno de tragédias que personagens encontram no seus caminhos e as reflexões que chegam nessas jornadas geralmente são bem interessantes. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que abordam os obstáculos do viver após uma tragédia:

 

Uma Boa Pessoa

Escrito e dirigido por Zach Braff, em Uma Boa Pessoa acompanhamos as duras pancadas do destino de Allison (Florence Pugh), num primeiro momento uma mulher feliz em todos os campos da vida, num segundo momento, após uma tragédia, precisa encontrar um longo caminho de recomeços.

 

De Tirar o Fôlego

O equilíbrio entre a mente e o corpo nos preenchimentos de lacunas ligadas aos limites. Um dos mais impactantes documentários lançados no universo dos streamings em 2023, De Tirar o Fôlego, indicado à cinco prêmios desde seu lançamento, nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre. Escrito e dirigido pela cineasta irlandesa Laura McGann, esse projeto tem a maestria de uma narrativa que consegue manter o interesse do espectador do início ao fim onde reviravoltas são vistas aos montes nos levando para enormes caminhos de tensão, angústia e reflexões sobre a vida.

 

Segredos do Passado

Na trama, conhecemos Aaron (Eric Bana) um agente federal australiano que após saber da morte do melhor amigo em circunstâncias misteriosas resolve voltar para a cidadezinha onde foi criado, Kiewarra, no interior da Austrália, para ajudar a família do amigo a desvendar o crime. Só que ele não estava preparado para encontrar de frente seu passado e um outro mistério, ocorrido na sua adolescência, a morte de uma jovem, começa a encontrar suas verdades.

 

Hoje Falaremos sobre Aquele Dia

Na trama, que busca um equilíbrio entre a melancolia e as passagens entre o sobreviver ao prosperar, acompanhamos duas histórias de alguma forma interligadas, tendo como ambiente Jacarta, na década de 80 e uma outra situação no final de 2023. Num primeiro momento, depois de uma tragédia que atinge um jovem Humilde, que entrou para a faculdade para cursar engenharia com a ajuda do irmão, surge uma união, primeiro a amizade, depois o amor e a luta para se manter contra pensamentos contrários familiares. Num segundo momento, as reflexões sobre o legado, a educação, lições sobre a vida, sobre relacionamentos (aqui com foco em problemas no casamento), corações em conflitos, tempestades que parecem nunca terem fim.

 

Supernova

Na trama, conhecemos Iwona (Agnieszka Skibicka), uma mulher que já não aguenta mais as terríveis crises familiares provocadas pelo vício em álcool do marido Michal (Marcin Zarzeczny) e resolve fugir de casa, que fica numa comunidade rural, andando estrada a dentro com os dois filhos do casal. Nessa fuga, uma tragédia acontece, fazendo com que a vida desses dois personagens se cruzem com o arrogante Adam (Marcin Hycnar) e do policial Slawek (Marek Braun).

 

Coração de Neon

Na trama, ambientada em Curitiba, conhecemos Laudércio (Paulo Matos) e Fernando (Lucas Estevan Soares), pai e filho que são a sensação do bairro do boqueirão, um dos mais famosos da capital paranaense, por serem os  donos do ‘Boquelove’ um carro de mensagens de amor muito solicitado na região. Ambos tem o sonho de ir para Estados Unidos ganhar a vida por lá. Certo dia, uma tragédia acontece: Laudercio é morto por um sargento da polícia, machista, violento, que pensou que ele era amante da sua esposa Andressa (Ana de Ferro). Após a tragédia, conta com a ajuda do melhor amigo Dinho (Wawa Black), mesmo assim Fernando muda sua forma de enxergar o mundo, transformando sua antiga realidade otimista em um cotidiano com sentimentos conflitantes.

 

Visão de uma Borboleta

Na trama, conhecemos Lilya (Rita Burkovska) uma oficial do batalhão voluntário de Bakhmut, especialista em reconhecimento aéreo, que acaba sendo presa por forças militares à favor da Rússia e passa alguns meses em cativeiro. Após uma negociação, ela é libertada. Aos poucos busca o recomeço da sua vida perto das pessoas que ama, só que ela descobre estar grávida após ser vítima de estupro no período em que estava presa. A partir daí, uma série de situações à levarão de frente para escolhas que vão influenciar todos ao seu redor.

 

Joe Bell

Na trama, conhecemos Joe Bell (Mark Wahlberg), um homem atingido por uma enorme tragédia. Seu filho mais velho Jadin (Reid Miller) cometeu suicídio após uma série de situações constrangedoras que passou provocado pelo preconceito de muitos por ele ser gay. Buscando reunir forças nesse momento tão difícil para qualquer pessoa, ele resolve botar em prática um projeto onde vai caminhar por diversos estados norte-americanos conscientizando a população sobre o bullying.

 

Mar de Dentro

Na trama, conhecemos Manuela (Monica Iozzi), uma mulher independente, dedicada à carreira como diretora de criação de uma empresa, que se aproxima cada vez mais de Beto (Rafael Losso) um colega de trabalho. Certo dia, descobre que está grávida. Entre dúvidas e medos, dá andamento à gravidez sempre com o apoio do pai da criança e tendo poucos amigos, de mais próxima somente sua irmã Tetê (Gilda Nomacce). Mas uma tragédia coloca todas as questões de seu atual momento em grande conflito.

 

A Vida Depois

Na trama conhecemos Vada (Jenna Ortega), uma jovem que possui alguns amigos e tem uma forte relação de carinho e amizade com a irmã mais nova. Certo dia, quando estava na escola, um atirador entra no local levado o terror para os corredores do colégio. Vada consegue se esconder no banheiro, onde acaba encontrando Niles (Niles Fitch) e Mia (Maddie Ziegler). Os três passam por esse trauma tremendo e após o ocorrido buscam um no outro forças para seguir em frente. Com o foco em Vada, vamos vendo todas as consequências desse pós trauma, suas escolhas, descobertas e novas formas de tentar entender o mundo que acaba se tornando bem diferente do que ela achava que era.

Crítica | O Mínimo para Viver – Anorexia é o foco do novo filme da Netflix

Angústia sem Fim

Exibido no Festival de Sundance deste ano (em janeiro), O Mínimo para Viver foi prontamente comprado e distribuído pelo colosso Netflix em sua plataforma, sem passar pelos cinemas comercialmente. O fato não deixa de ser uma iniciativa louvável da empresa, uma vez que tais tipos de filmes, independentes, poucas chances têm de serem vistos, mesmo nas poucas salas exibidoras que ocupam.

Como parte do acervo da plataforma, tais obras menores conquistam uma sobrevida e maior acessibilidade. Escrito e dirigido por Marti Noxon (diretora responsável pela adaptação do livro Objetos Cortantes de Gillian Flynn, autora de Garota Exemplar, na forma de uma série de TV protagonizada por Amy Adams, que estreia ainda este ano), a proposta de O Mínimo para Viver é descortinar a anorexia, doença que faz suas vítimas definharem tanto fisicamente, quanto de forma mental. Uma pessoa anoréxica sempre se vê fora do corpo desejado, no caso acima do peso, causando um distúrbio alimentar sério. O anoréxico conta calorias, cria aversão à comida e muitas vezes vomita ou cospe o alimento para evitar o acréscimo de peso.

Na trama, acompanhamos Ellen (Lily Collins), protagonista que sofre do mal, entrando e saindo de clínicas. Ela bate e volta entre a casa dos pais separados. Sua mãe (Lili Taylor) vive no interior e se tornou lésbica, dividindo a vida com outra mulher. Seu pai, sempre ocupado com o trabalho, deixa nas mãos da esposa, madrasta de Ellen, papel de Carrie Preston, a responsabilidade de lidar com a menina problemática de 20 anos.

O que mais chama atenção em O Mínimo para Viver é a performance dedicada da protagonista Lily Collins. “Meio quilo” por natureza, a pequena atriz, filha do cantor Phil Collins, consegue baixar seu peso ao ponto de causar a mesma aflição que sua personagem nas pessoas ao redor. Fora a composição física, Collins, que nunca se destacou por suas interpretações, tem aqui o ápice de sua carreira, entregando um trabalho emotivo e certeiro.

O que acontece é que a personagem foi escrita propositalmente de forma odiosa. Não é questão de ser doente e não conseguir lutar, mas sim de não aceitar ajuda, sempre fugir quando a situação aperta e ser dona de atitudes na maioria das vezes incorretas, para dizer no mínimo. Ellen constantemente se vitimiza e o faz, como constata a certa altura o médico interpretado por Keanu Reeves – igualmente ótimo – para chocar, num típico ato de rebeldia juvenil.

Quando entra para uma clínica de reabilitação, conhece outros jovens tão problemáticos quanto ela. Neste momento, o longa ganha tintas de Um Estranho no Ninho (1975), mas principalmente Garota, Interrompida (1999), trocando apenas o distúrbio que as comete e interna, e a idade das pacientes.

Obviamente, produções protagonizadas por jovens personagens podem ser voltadas ao público adulto, causando identificação e nostalgia nos mesmos. Não é o caso com O Mínimo para Viver, que se comporta e contenta como obra mirada a uma fatia do público e uma geração. Tudo é moderninho demais. E no quesito vale mencionar o britânico Luke, que desenvolve relacionamento com a personagem de Collins. Alex Sharp, o intérprete, cativa pelo carisma.

Imagine algo como A Culpa é das Estrelas, onde uma doença fatal é tratada de forma branda, ou ao menos tentada, para tirar os pacientes do lugar esperado em uma situação dessas – e o público igualmente. No entanto, O Mínimo para Viver não possui o grande coração do filme citado, e sua pretensão emotiva e existencialista termina dando voltas sem sair do lugar.

Crítica | Voldemort: A Origem do Herdeiro – Filme feito por fãs funciona

Os Fãs em Primeiro Plano

O advento da internet, e seu avanço incontrolável, trouxe inúmeros benefícios à forma como vivemos hoje. E para o mundo do cinema o mesmo aconteceu, claro, não se livrando totalmente de seus efeitos colaterais. Antes, quando os fãs estavam insatisfeitos com algum elemento dentro de uma produção, precisam escrever cartas (muitas vezes ignoradas) para os estúdios – foi o caso com o protesto contra Michael Keaton ser eleito como Batman em 1989. Hoje, os milhões de vozes na internet dificilmente podem ser silenciadas, e para o bem ou para o mal ajudam a moldar produções cinematográficas, num feedback quase em tempo real.

É claro que tal artifício também ajuda a criar cada vez mais crianças mimadas (e adultos também), precisando ter sua vontade satisfeita acima de qualquer coisa – ei, mas não foi sempre assim na lei da oferta e demanda, afinal é “dê ao público/consumidor o que ele quer”. Com o cinema, no entanto, podemos dizer que o buraco é mais embaixo, e sempre coube a diretores (ao menos os bons, vide Hitchcock e Kubrick) desafiar seu público, mostrando algo de difícil acesso e digestão, e o colocando para pensar um pouco fora da caixinha. Bem, todo esse discurso de abertura para dizer que a internet, que deu voz ao público, também o possibilitou criar – pois é, tem gente que prefere pôr a mão na massa e não apenas ficar de mimimi reclamando.

E assim chegamos a este Voldemort: A Origem do Herdeiro, produção independente italiana (sim, você leu certo, italiana!), que nada tem a ver com a franquia oficial de Harry Potter, da Warner e J.K. Rowling. Você certamente já ouviu falar das fanfics, literatura amadora criada por fãs, expandindo o universo de seus personagens preferidos, sem os direitos para serem comercializados. Pois bem, numa dessas obras literárias extraoficiais, foi aonde uma tal de E.L. James se deu muito bem. A moça começou a “carreira” escrevendo histórias “expandidas” de Crepúsculo. Seu próximo passo foi criar seu próprio livro, com Cinquenta Tons de Cinza e suas continuações. Hoje, James é milionária enquanto nós ficamos chupando o dedo. Com a internet, o mesmo começa a ocorrer no cinema.

 

Sem os direitos sobre seus personagens preferidos, muitos cineastas amadores começam a produzir seus filmes de fã, e soltar na internet. Com franquias de horror, como Sexta-feira 13, A Hora do Pesadelo e Halloween, já aconteceu muito. O uruguaio Fede Alvarez conseguiu emprego como diretor no remake de A Morte do Demônio (2013) ao lançar seu curta Panic Attack (2009) no Youtube, e com ele fazer um baita sucesso. Hoje, é um dos jovens cineastas de maior promessa em Hollywood. Outro caso foi o do sul africano Neill Blomkamp, que já era um cineasta de nome, mas conseguiu um acordo (que ainda não se concretizou) com a FOX ao expôr suas artes para uma possível sequência de Alien na internet. Ou seja, a força desta vitrine atualmente é inegável.

Agora, uma das mais ambiciosas estreia no Youtube, se tornando a produção do gênero mais acessada da história do site de vídeos. Lançado ontem, sábado 13 de janeiro, Voldemort: A Origem do Herdeiro pode render em breve fama e sucesso para seu criador, o italiano Gianmaria Pezzato, que escreveu o roteiro, dirigiu e cuidou da edição e efeitos especiais. Bem, e é seguro dizer que o resultado ficou de primeira linha, não devendo nada (ou quase nada) às produções hollywoodianas. Se formos levar em conta se tratar de uma produção “amadora” independente, os efeitos e a edição ficam ainda mais impressionantes.

A trama, que serve como um adendo ao universo de Harry Potter, mostrado em especial nos filmes da franquia original (oito ao total) – sem levarmos em conta os derivados em vigor, de Animais Fantásticos – é focada numa parcela da vida de Tom Riddle, o jovem que viria a se transformar no grande vilão deste universo, Lorde Voldemort. Na realidade, o média-metragem de 50 minutos de duração, não foca muito em como Riddle (aqui interpretado por Stefano Rossi) foi seduzido pelo “lado sombrio”, e já mostra o futuro Lorde das Sombras dono de suas tendências malignas – creio que ele sempre foi assim.

Quando a história começa, Grisha McLaggen (Maddalena Orcali) está tentando invadir uma base de bruxos russos para recuperar um item, o diário de Tom Riddle, artefato que é o grande McGuffin de Harry Potter e a Câmara Secreta (2002), e igualmente se mostra primordial aqui. Capturada, ela passa o filme contando sua história através de flashbacks, sobre seu envolvimento com Riddle e o grupo de quatro colegas, todos descendentes diretos das principais casas de Hogwarts: Sonserina, Corvinal, Lufa-Lufa e Griffinória. Figuras lendárias deste universo, como Dumbledore e Grindelwald (personagem de Johnny Depp nos novos derivados) são mencionados e servem como peças para esta trama, sem de fato darem as caras.

O único momento em que Voldemort: A Origem do Herdeiro deixa a desejar é nos diálogos, que soam estranhos, como se tivessem sido dublados em inglês. Na página do filme no IMDB, encontramos a Itália como país de produção, mas o inglês como a língua falada. Ao assistirmos ao filme, no entanto, podemos notar que algo não bate muito bem, como uma falta de sincronia do som que ouvimos com a boca dos atores – em alguns momentos inclusive é visível que não estão proferindo tais diálogos em inglês (como na cena dos quatro descendentes duelando). Em outros trechos reparamos closes excessivos nos olhos, em situações que deveriam ser dramáticas e mostrar todo o rosto de seus interlocutores. Talvez um artifício para esconder suas bocas, que não estariam entregando o texto exato. Mas estes são detalhes menores dentro de uma produção tão bem trabalhada e bem cuidada.

Voldemort: A Origem do Herdeiro talvez seja exclusivamente recomendado para todos os aficionados e entusiastas do universo de Harry Potter. O que não é o meu caso. Gosto dos filmes, mas não sou um fã. Os analiso unicamente do ponto de vista fílmico, e aí é inegável a sua qualidade. Creio que este é o maior elogio e aval que um filme pode receber, quando consegue conquistar alguém que não é especificamente seu público-alvo, já que os fãs irão comprar qualquer coisa relacionada ao seu objeto de afeto. Mesmo aparentando o episódio piloto de uma série (por seu tempo de duração), Voldemort sobressai e consegue ser melhor do que muita produção profissional, tanto na TV quanto no cinema. Acima de tudo, demonstra a força que os fãs – mesmo os não americanos – possuem e são capazes de realizar. Nada mais posso acrescentar além de parabéns.

‘Missão: Impossível’ | Antes de Tom Cruise, saiba quais atores quase protagonizaram a franquia de sucesso

Este ano, a franquia ‘Missão: Impossível’ chegou ao seu sétimo exemplar nas telonas com ‘Acerto de Contas – Parte 1’. Como o subtítulo já entrega, o novo filme se trata de uma dobradinha com a vindoura ‘Parte 2’, que tem estreia prometida para o dia 28 de junho de 2024, e se encontra atualmente em fase de pós-produção. Se será a despedida da franquia nos cinemas, pelo menos com o astro Tom Cruise, vai depender de seu desempenho nas bilheterias – que é o que realmente dita o destino da maioria das superproduções (afinal estes filmes são feitos para os fãs, e se eles não comparecem…).

Missão: Impossível’ é definitivamente uma das maiores potências do cinema de Hollywood na atualidade. Uma franquia bilionária que só cresce e melhora a cada novo exemplar. Este ano, no entanto, a marca sofreu seu primeiro grande baque desde 2006, com o terceiro ‘MI’. Desta vez, porém, o maior adversário do agente secreto Ethan Hunt não foi um vilão megalomaníaco e sim o fenômeno conhecido como “Barbenheimer”; as estreias dos blockbusters ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’ logo no fim de semana seguinte da estreia do sétimo ‘MI’. Excesso de confiança ou um lançamento mal planejado? Seja como for, com orçamento de US$290 milhões, o filme arrecadou até o momento US$524 milhões mundiais – o valor mais baixo dos últimos quatro exemplares da franquia, e bem abaixo de ‘Top Gun: Maverick’, o fenômeno do ano passado.

Mas você já imaginou como seria a franquia ‘Missão: Impossível’ se fosse estrelada por outro ator ao invés de Tom Cruise? Bem, e não estamos falando no reboot planejado após o quarto filme, que veria Jeremy Renner assumindo as rédeas. Estamos nos referindo à origem de tudo, lá em 1996, quando o primeiro longa ainda ganhava forma, antes de se tornar o rolo compressor que é hoje. Abaixo traremos para você os atores que quase viveram Ethan Hunt nas telonas antes de Tom Cruise. Confira.

George Clooney

George Clooney quase viveu o espião Ethan Hunt no cinema. Ele era a primeira escolha dos produtores da Paramount para estrelar o blockbuster. Na época, Clooney era conhecido somente pelo seriado de hospital ‘E.R. – Plantão Médico’, que era uma febre absoluta, e no qual permaneceu fixo no elenco por cinco temporadas (de 1994 a 1999). Os olheiros de Hollywood sabiam que o ator se tornaria um grande astro e resolviam apostar em seu carisma nas telonas. Clooney, porém, precisou recusar o papel principal em ‘Missão: Impossível’ pois já havia se comprometido com o romance da Fox ‘Um Dia Especial’, no qual atuou ao lado de Michelle Pfeiffer. No ano seguinte, ele vestiria a capa e o capuz do morcego em ‘Batman & Robin’ (1997), mas isso é outra história…

Bruce Willis

Estamos todos na torcida pelo querido astro Bruce Willis, que atualmente está aposentado do cinema por motivos de saúde. Mas voltando 27 anos no passado, encontrávamos Willis no topo do mundo como um dos maiores astros de Hollywood, senão o maior. Acontece que Willis era o astro da franquia ‘Duro de Matar’, mas também mostrava que podia funcionar em papeis mais sérios, como em ‘Pulp Fiction’, de Quentin Tarantino, um dos longas mais elogiados dos anos 90. Com tamanho prestígio, o ator seguiu para sucessos como ‘Duro de Matar: A Vingança’ e ‘Os 12 Macacos’, ambos de 1995. Assim, Willis foi cogitado para viver Ethan Hunt (ainda com cabelo) antes de Tom Cruise. O que você achou da ideia?

John Travolta

John Travolta segue no mesmo barco de Bruce Willis, já que ambos deram uma guinada diferente em suas carreiras após conseguirem papeis de destaque no quintessencial ‘Pulp Fiction’. É seguro dizer que Quentin Tarantino remodelou a carreira de ambos. Antes disso, Travolta encarava fiascos nas telonas, sendo seu único porto seguro a franquia infantil ‘Olha Quem Está Falando’, que chegava ao seu terceiro exemplar em 1993 totalmente sem gás. Após ‘Pulp Fiction’, os bons papeis começaram a voltar para a mesa de Travolta, vide ‘O Nome do Jogo’ (1995), um de seus maiores sucessos dos anos 90. Desta forma, o ator foi cogitado para viver Ethan Hunt. Já pensou? Travolta trabalharia com John Woo, que dirigiu ‘Missão: Impossível 2’, em ‘A Última Ameaça’ e ‘A Outra Face’.

Nicolas Cage

Parece que em Hollywood tudo acaba se cruzando no final. Outro veterano do excelente filme de ação ‘A Outra Face’, o ressurgido Nicolas Cage foi dirigido por John Woo – que por sua vez comandou o segundo ‘MI’ nas telonas, como dito. Porém, um ano antes disso, Cage foi um dos atores cogitados para viver Ethan Hunt em sua primeira incursão nos cinemas. Acontece que o ator teria uma reviravolta em sua trajetória ao levar o Oscar pelo drama ‘Despedida em Las Vegas’ (1995), adentrando o time A de Hollywood de vez. Assim, é claro, todos queriam trabalhar com ele, e as ofertas começaram a surgir. Uma delas foi na adaptação de ‘MI’. O ator não vingou no projeto, mas viraria um astro da ação na mesma época com obras como ‘A Rocha’ (1996), ‘Con Air – A Rota da Fuga’ (1997) e o citado ‘A Outra Face’ (1997).

Ralph Fiennes

Talvez o nome menos chamativo do pacote que quase viveu Ethan Hunt em sua primeira aventura seja o do britânico Ralph Fiennes. Isso porque, apesar de ser provavelmente o melhor intérprete da lista, ao contrário dos demais Fiennes nunca se tornou um astro propriamente dito. E resolveu investir em filmes mais sérios, adultos e dramáticos. O divisor de águas em sua carreira foi o épico dramático de Steven Spielberg, ‘A Lista de Schindler’, pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Oscar como coadjuvante. E foi esse prestígio que ligou o sinal de alerta dos produtores.

Fiennes seguiria para ótimas, mas subestimadas, produções, vide ‘Quiz Show – A Verdade dos Bastidores’ (1994) e ‘Estranhos Prazeres’ (1995), quando foi cogitado para ser Ethan Hunt. Ao invés, partiu para uma segunda indicação ao Oscar, desta vez como protagonista, por ‘O Paciente Inglês’. Curiosamente, Fiennes foi o novo M, o chefe nos filmes do maior espião da sétima arte, 007, na fase de Daniel Craig.

Mel Gibson

Outro que estava no topo do mundo há 27 anos e foi cogitado para o papel do agente secreto Ethan Hunt foi o ex-galã problemático Mel Gibson. Veterano de franquias como ‘Mad Max’ e ‘Máquina Mortífera’, Gibson mostrava em meados dos anos 90 que também era um diretor de mão cheia, realizando uma das mais bem-sucedidas transições para trás das câmeras de um ator. Sua estreia como cineasta foi no drama intimista ‘O Homem sem Face’ (1993), mas logo em seu trabalho seguinte, arrebatou a noite do Oscar para si com ‘Coração Valente’ (1995), épico que mostra a luta da Escócia contra o reinado opressor da Inglaterra. Justamente por esse tremendo hype em torno do astro, ele foi cogitado pela Paramount para ser o rosto de seu novo blockbuster. As negociações não foram adiante, mas Gibson fechou com a Disney para o thriller ‘O Preço de um Resgate’, um dos filmes mais adorados da mesma época.

Jean-Claude Van Damme

Essa talvez seja um pouco mais difícil de acreditar, mas se levarmos em conta que o astro belga Van Damme quase viveu o monstro em ‘O Predador’ (1987), tudo se torna possível. Fora isso, precisamos ter em mente que Van Damme era um dos reis da ação no período, à frente de blockbusters caros de grandes estúdios, como ‘Street Fighter’, ‘TimeCop’ e ‘Morte Súbita’ – aparecendo até mesmo no sitcom que era febre, ‘Friends’. O que podemos dizer é que caso Van Damme tivesse sido contratado, ‘Missão: Impossível’ seria uma franquia muito diferente e talvez nem tivesse dado certo, parando logo no primeiro. Van Damme era um sujeito da ação, mas nunca foi um grande ator, ou sequer um ator. O astro partiria para ‘Risco Máximo’, da Columbia, e para dirigir seu primeiro longa, com ‘Desafio Mortal’.

Outras Curiosidades

Jim Phelps (Jon Voight) é o único personagem mantido da série, mas a forma como foi retratado desagradou muitos fãs.

Antes de terminar a matéria, gostaríamos de incluir mais algumas curiosidades interessantes, mas que não dizem respeito à escalação de Ethan Hunt no filme. Aqui, primeiramente, focaremos em outro personagem, o líder da equipe Jim Phelps. Como é muito sabido, ‘Missão: Impossível’ começou como série nos anos 1960, e depois ganharia um revival nos anos 1980, antes de virar blockbuster no cinema. A proposta inicial, para lá de ousada e drástica de Brian De Palma para o filme, era que a equipe original lá da série fosse inteiramente morta. Os atores clássicos não gostaram nada disso e resolveram ficar de fora, com alguns deles iniciando o trabalho no filme, mas depois desistindo.

A ideia foi simplesmente ultrajante para o elenco original. Assim, os realizadores mantiveram a mesma proposta, porém, com uma equipe inteiramente nova, que “bate as botas” logo na abertura do filme, deixando o público sem entender nada. No entanto, a mudança que mais deixou os fãs desgostosos foi o que fariam com o citado Jim Phelps. No programa, ele era o líder, a face da equipe e sua figura paterna. Na versão cinematográfica, como sabemos, Jim Phelps, papel de Jon Voight, é o grande vilão e o traidor da agência. E a escolha de Voight foi justamente porque os realizadores acreditavam na época que ninguém desconfiaria do ator boa praça como antagonista.

A francesa Emmanuelle Béart viveu Claire, personagem criada para o filme e inspirada em Vesper Lynd de ‘Cassino Royale’.

Mas antes de Voight ser escalado no papel, três grandes nomes foram cogitados. O primeiro foi o do ítalo-americano Al Pacino, que acabara de ganhar um Oscar por ‘Perfume de Mulher’ (1992). Ele seguiria para um dos filmes de ação mais adorados dos anos 90, ‘Fogo Contra Fogo’ (1995) e depois atuaria também em ‘Advogado do Diabo’ (1997). O segundo foi o “garanhão” da época, Michael Douglas. O atual Hank Pym da Marvel, se especializava em thrillers eróticos no início dos anos 90, como ‘Instinto Selvagem’ e ‘Assédio Sexual’. No mesmo ano de ‘MI’ ele estrelaria o subestimado thriller de leões, ‘A Sombra e a Escuridão’. Por fim, o que achamos que mais se encaixaria no papel de Jim Phelps, Robert Redford. Isso porque o ator ficaria conhecido pelo thriller de espionagem ‘Três Dias do Condor’, que o levou a ser contratado pela Marvel em ‘Capitão América 2’. Na época, Redford havia estrelado ‘Proposta Indecente’ e partia para o romance ‘Íntimo e Pessoal’.

Outra curiosidade sobre uma personagem do filme é que a esposa de Jim Phelps, Claire, foi pensada originalmente para Juliette Binoche. Mas terminou nas mãos de outra francesa, Emmanuelle Béart. Fora isso, é dito que a personagem, criada para o filme, teve forte inspiração em Vesper Lynd, forte personagem feminina criada por Ian Fleming no livro de ‘Cassino Royale’, de James Bond. Nessa época, a personagem não havia aparecido ainda nas telonas de forma apropriada (tirando pela comédia escrachada dos anos 60). Mas como sabemos apareceria no filme de 2006, nas formas de outra francesa, Eva Green, na estreia de Daniel Craig no personagem.

‘The Last Man on Earth’: Criador conta o que teria acontecido na 5ª temporada

Depois de quatro temporadas, a FOX decidiu cancelar ‘The Last Man on Earth‘, deixando a série sem um desfecho apropriado, cheio de ganchos que nunca serão resolvidos. Conversando com o Vulture‘s Good Ones podcast, o criador da série, Will Forte, revelou o que aconteceria no quinto ano do programa.

“Aquelas pessoas entraram no bunker quando o vírus começou a se espalhar. Eles tinham algum tipo de médico ou cientista que sabia que ‘em um certo momento, o vírus estará dormente. Será seguro voltar para a superfície’, e eles chegaram a este momento. Então, eles veem um monte de estranhos – nós –, e representamos uma ameaça real para eles, porque eles pensavam que todos estavam mortos.”

“Nós eventualmente nos comunicamos com eles, e o grupo vai se acostumando conosco. Eles parecem assustadores, mas são boas pessoas. Infelizmente, sair da quarentena teria sido um erro, porque nós somos imunes ao vírus, mas ainda somos portadores, o que acabaria matando todo mundo, restando apenas o nosso pequeno grupo novamente.”

Forte diz que este arco teria durado uns cinco episódios, e que não tinha um final definitivo para a trama em mente. “Nós não sabíamos como íamos terminar a série, mas encontraríamos algo que fosse interessante para o público.”

A série foi cancelada devia a baixa audiência, e o fato da FOX cortar praticamente todas as suas comédias para começar novamente na próxima Fall Season.

O Inverno chegou nas imagens do último episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead’

A AMC divulgou as imagens promocionais do último episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O episódio, intitulado The Storm, irá estrear no dia 31 de março.

Na trama do episódio, “Depois de uma perda irreparável, as comunidades devem enfrentar uma nevasca feroz; enquanto um grupo lida com um inimigo interno, outro é forçado a fazer uma decisão de vida e morte.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

‘Um Lindo Dia na Vizinhança’: Filme com Tom Hanks ganha novo trailer LEGENDADO

A Sony Pictures divulgou o novo trailer legendado da cinebiografia ‘Um Lindo Dia na Vizinhança‘ (A Beautiful Day In The Neighborhood), estrelada por Tom Hanks.

Confira:

Dirigido por Marielle Heller, longa é baseado na história real da amizade entre Fred Rogers e o jornalista Tom Junod.

Fred Rogers foi o criador de MisteRogers’ Neighborhood, um programa de Tv infantil muito popular na década de 60. Em 1998, Tom Junod, até então um cínico jornalista, aceitou escrever o perfil de Rogers para a revista Esquire. Durante as entrevistas para a matéria, Junod mudou não só sua visão em relação ao seu entrevistado, como também sua visão de mundo, iniciando uma inspiradora amizade com Rogers.

O longa será lançado nos cinemas nacionais dia 23 de Janeiro de 2020.

Blumhouse lançará 8 filmes ORIGINAIS de terror em outubro na Amazon

A Blumhouse, em parceira com a Amazon Prime, lançará um projeto especial no serviço de streaming em outubro, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.

Em 2020, a produtora irá lançar 4 filmes originais de terror para celebrar o Halloween. Já os últimos quatro longas serão lançados apenas em 2021.

Cada produção apresentará uma visão distinta e perspectiva única em temas comuns que irão girar em torno da família e do amor como forças redentoras ou destrutivas.

Dois filmes serão lançados semanalmente, começando com ‘The Lie‘ e ‘Black Box‘, no dia 6 de outubro, seguidos por ‘Evil Eye‘ e ‘Nocturne‘, em 13 de outubro.

Confira os detalhes dos 4 primeiros filmes do projeto:

  • THE LIE


“Quando sua filha adolescente começa ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

  • BLACK BOX


“Depois de perder sua esposa e sua memória em um acidente de carro, um pai solteiro inicia um tratamento experimental agoniante que o leva a questionar quem ele realmente é.”

Dirigido por Emmanuel Osei-Kuffour Jr., o longa é estrelado por Mamoudou Athie (‘Jurassic World 3’), Phylicia Rashad (‘Creed: Nascido Para Lutar’), Amanda Christine (‘Colônia’) e Troy James (‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro’).

  • EVIL EYE


“Um romance aparentemente perfeito se torna um pesadelo quando uma mãe se torna convencida o que o namorado de sua filha tem uma conexão sombria com seu próprio passado.”

Dirigido pela dupla Elan Dassani e Rajeev Dassani e baseado na obra de Madhuri Shekar, o longa é estrelado por Sarita Choudhury (‘A Dama na Água’), Sunita Mani (‘GLOW’), Omar Maskati (‘Inacreditável’) e Bernard White (‘Silicon Valley’).

  • NOCTURNE


“Pelos corredores de uma prestigiada academia de artes, uma tímida estudante de música começa a ofuscar sua irmã gêmea quando ela descobre um diário que pertencia a um colega de classe recentemente falecido.”

Dirigido por Zu Quirke, o longa é estrelado por Sydney Sweeney (‘Euphoria’), Madison Iseman (‘Annabelle 3’), Jacques Colimon (‘The Society’) e Ivan Shaw (‘Insecure’).

‘Young Rock’: Série sobre a vida de Dwayne Johnson é renovada para a 2ª temporada

A NBC renovou oficialmente a comédia ‘Young Rock‘, baseada na vida do astro Dwayne Johnson, para a 2ª temporada.

“Tem sido muito divertido assistir Dwayne Johnson e Kenan Thompson na NBC todas as semanas e ver as famílias se conectarem com suas histórias interessantes, engraçadas e comoventes,” declarou Lisa Katz, presidente de programação da NBCUniversal. “Estamos entusiasmados em renovar ‘Young Rock’ e ‘Kenan’, e mal podemos esperar para ver mais de Dwayne, Kenan e os elencos incrivelmente talentosos e as equipes por trás de cada uma dessas produções.”

A série foi criada por Jeff ChiangNahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat’).

A trama gira em torno de diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.

Dwayne Johnson estrela a produção. O elenco também conta com Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Ana Tuisila, Adrian Groulx, Bradley Constant e Uli Latukefu.

The Flash

(The Flash)

 

Elenco:

Ezra Miller
Michael Keaton
Temuera Morrison
Ben Affleck
Sasha Calle
Michael Shannon

Direção: Andy Muschietti

Gênero: Ação

Duração: 150 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 15 de Junho de 2023

Sinopse: 

A trama de THE FLASH vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 Crítica: 

‘The Flash’ abraça a “velha guarda” dos filmes de herói e se consagra como uma das melhores entradas da DC (Nota: 8.0)

 Crítica em Vídeo: 

Entrevista Andy Muschietti

The Flash: Cena pós-créditos e final ALTERNATIVO [SPOILERS]

Curiosidades: 

FRACASSOU! ‘Supergirl’ arrecada menos que ‘The Flash’ nas bilheterias

» O blockbuster dirigido por Andy Muschietti custou US$ 220 milhões, de acordo com uma entrevista da CBC com o designer de produção de The Flash, Paul Austerberry. “Este filme é um grande negócio para a Warner Bros.”, disse o designer de produção vencedor do Oscar de A Forma da Água e IT Capítulo Dois de Muschietti .

» O valor é mais alto que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e o ‘Adão Negro‘ estrelado por Dwayne Johnson (ambos supostamente US$ 200 milhões), e logo abaixo do orçamento relatado de ‘Homem de Aço‘ de 2013 (US$ 225 milhões).

» Esse longa NÃO será uma história de origem. Ao invés disso, a trama será uma adaptação do popular arco Flashpoint dos quadrinhos;

» Michael Keaton, que interpretou o Cavaleiro das Trevas em ‘Batman‘ e ‘Batman: O Retorno‘, reprisará o papel nessa adaptação;

» Inicialmente, Ray Fisher iria reprisar seu papel como Cyborg, mas o personagem foi removido do roteiro após as acusações de abuso do ator contra a DC Films;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

‘Invasão Secreta’: Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO da nova série da Marvel

A Marvel divulgou o trailer nacional da série ‘Invasão Secreta‘, que foi exibido exclusivamente no painel da Disney D23.

Confira, dublado e legendado:

Samuel L. Jackson estrela a produção como o implacável Nick Fury. O elenco ainda contará com o retorno da ex-agente da S.H.I.E.L.D. Maria Hill (Cobie Smulders), o agente da CIA Everett Ross (Martin Freeman) e o Máquina de Combate James Rhodes (Don Cheadle).

O grupo embarcará em uma aventura envolvendo os Skrull, os aliens transmorfos introduzidos em ‘Capitã Marvel‘.

Confira a sinopse oficial:

“‘Invasão Secreta’ é uma série recém-anunciada para a Disney+ que traz Samuel L. Jackson como Nick Fury e Ben Mendelsohn como o Skrull Talos – personagens que se conheceram em ‘Capitã Marvel’. A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.”

Lembrando que foi anunciado durante o painel na San Diego Comic-Con, que ‘Invasão Secreta‘ será lançada em 2023, durante a primavera norte-americana (período entre março e maio).

O elenco de ‘Invasão Secreta‘ também contará com Emilia Clarke, Olivia Colman, Kingsley Ben-Adir, Carmen Ejogo, Christopher McDonald e Killian Scott.

A produção deve se inspirar nos quadrinhos de mesmo nome, que mostram Fury (Jackson) e Talos (Mendelsohn), o líder dos Skrulls, durante uma invasão alienígena na Terra.

A primeira temporada contará com seis episódios.

James Wan revela novos detalhes sobre o DERIVADO de ‘Sobrenatural’

Em entrevista ao Screen Rant, James Wan (‘Gritos Mortais’) revelou novos detalhes sobre o vindouro spin-off da franquia ‘Sobrenatural‘, que será intitulado ‘Thread: An Insidious Tale‘.

O cineasta confirmou que o derivado terá conexão com a saga principal através do Além, e indicou que novos spin-offs neste universo podem ser lançados futuramente.

“[O spin-off] ‘Thread’ estará conectado ao Além [de ‘Sobrenatural’] da mesma forma que ‘Invocação do Mal’ se conecta com seus derivados. Eu sempre penso: ‘Olha, os Warrens têm um museu assombrado, então há muitos artefatos que podem gerar suas próprias histórias’.”

Ele completa, “Eu e o [cocriador] Leigh [Whannell] construímos esse lugar chamado Além no universo da franquia ‘Sobrenatural’, e sentimos que há muitas histórias que podem ser contadas sobre ele. Esse derivado é apenas uma das possíveis histórias que esperamos contar.”

Mandy Moore (‘This is Us’) e Kumail Nanjiani (‘Eternos’) irão estrelar o spin-off.

“Na trama, um casal usa um feitiço para voltar no tempo, com o objetivo de evitar a morte de sua filha… mas as consequências se tornam um pesadelo.”

Jeremy Slater, criador de ‘Cavaleiro da Lua‘, será responsável pela direção e roteiro.

Ao lado da Blumhouse e Screen Gems, James Wan também servirá como produtor através da Atomic Monster.

Vale lembrar que o quinto filme da franquia original, intitulado ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de julho.

Dirigido e estrelado por Patrick Wilson, a trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme, e voltará a seguir a família Lambert.

Confira o trailer:

 

Ty Simpkins e Rose Byrne também retornam como Dalton e Renai Lambert, respectivamente.

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

O elenco ainda conta com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

Quentin Tarantino DESISTE de dirigir ‘The Movie Critic’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Quentin Tarantino (‘Os Oito Odiados’) não irá mais dirigir ‘The Movie Critic‘, filme que marcaria o décimo e último de sua carreira.

O projeto estava programado para iniciar suas gravações por apenas um dia em agosto, na Califórnia, para se qualificar para um crédito fiscal de US$ 20.5 milhões. Posteriormente, as filmagens seriam retomadas no início de 2025.

O site afirma que, após a saída do cineasta, a situação mudou completamente, destacando que o projeto sequer chegou a encontrar um estúdio.

Ambientado em 1977, na Califórnia, o longa seria inspirado em um cínico crítico de cinema que o diretor cresceu lendo. No entanto, rumores apontam que o projeto sofreu alterações drásticas e traria Brad Pitt como Cliff Booth, o dublê que o ator interpretou em ‘Era uma Vez em… Hollywood‘.

Anteriormente, havia sido reportado que Tom Cruise (‘Missão: Impossível’) estava em negociações para participar da produção – o que marcaria sua reunião com o astro Brad Pitt 30 anos após ‘Entrevista com o Vampiro‘.

Margot Robbie também estava cotada para ser a protagonista feminina do filme.

Última temporada de ‘Harlem’ ganha trailer e data de estreia no Prime Video; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer da 3ª (e última) temporada de ‘Harlem‘, comédia produzida por Pharrell WilliamsAmy Poehler.

Além disso, foi confirmado que o ciclo final estreará no dia 23 de janeiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Tracy Oliver (‘Viagem das Garotas’).

A trama segue quatro amigas elegantes e ambiciosas no Harlem: uma professora lutando para conseguir mais espaço para sua vida amorosa; uma empreendedora experiente sempre namorando alguém diferente; uma cantora escrachada; e uma estilista romântica desesperada.

Meagan Good, Grace Byers, Shoniqua Shandai e Jerrie Johnson estrelam a produção.

Quatro mulheres estilosas com roupas coloridas, série Harlem

‘Coração de Lutador’ se torna a PIOR estreia da carreira do Dwayne Johnson nos EUA

Apesar de ter sido aclamada pelos críticos, a cinebiografia ‘Coração de Lutador – The Smashing Machine‘ decepcionou em sua estreia nos EUA.

O longa arrecadou apenas US$ 6 milhões em seu primeiro final de semana do país, tornando-se a pior estreia doméstica da carreira do astro Dwayne Johnson.

Crítica | ‘Coração de Lutador’ é mais sobre Dwayne Johnson do que Mark Kerr – e isso não é um problema

De acordo com o Deadline, ninguém esperava uma abertura na média dos blockbusters estrelados previamente pelo ator, mas o resultado ficou muito abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 20 milhões.

Há algumas semanas, analistas até apostaram na possibilidade do longa se tornar a maior abertura da história da A24.

Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a cinebiografia também recebeu uma nota B- do público no CinemaScore.

‘Coração de Lutador’: Dwayne Johnson compartilha preparação para interpretar o icônico Mark Kerr

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme, que é um original da A24, mergulha na trajetória física e emocional de Kerr. No auge da fama e consagrado como um dos maiores nomes do esporte nos anos 1990 e 2000, o atleta enfrentava batalhas pessoais intensas fora do octógono.

Kerr foi duas vezes campeão do Torneio de Pesos Pesados do UFC e vencedor do Campeonato Mundial de Vale Tudo. Ao longo de sua carreira, ele conquistou mais de duas dúzias de títulos de MMA.

O longa é dirigido por Benny Safdie (‘Bom Comportamento’). Emily Blunt (‘Oppenheimer’) co-estrela o filme como Dawn Staples, esposa de Kerr.

O roteiro é assinado por Safdie, em parceria com o próprio Mark Kerr.

‘Moana 3’: Sequência é CONFIRMADA pelo astro Dwayne Johnson

Durante uma coletiva de imprensa para promover o live-action no Brasil (via Almanaque Disney), o astro Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) confirmou que a sequência animada ‘Moana 3‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Jared Bush e Dana Ledoux Miller serão responsáveis pelo roteiro do novo filme.

“Sim, nós estamos conversando sobre ‘Moana 3’. Temos os incríveis Jared Bush e Dana Ledoux Miller trabalhando no roteiro, mas vai demorar um pouco. Vamos tomar nosso tempo, assim como aconteceu com o primeiro filme, a sequência e o live-action. Vamos fazer isso do jeito certo.”

Sucesso nos cinemas, ‘Moana 2‘ arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

O live-action chegará às telonas do Brasil na próxima quinta-feira, no dia 9 de julho.

Relembre o trailer:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

‘Carnival Row’: Orlando Bloom vai protagonizar série sobre serial killer

Orlando Bloom será a grande estrela da próxima série da Amazon, intitulada ‘Carnival Row’.

Escrito originalmente como um filme por Travis Beacham, o roteiro ‘A Killing On Carnival Row’ foi adaptado para o formato de série, que contará com oito episódios em sua primeira temporada.

Ao lado de Beacham, que assume à frente da produção é René Echevarria. A fantasia com atmosfera noir se passa em uma cidade neo-vitoriana chamada Burge. Considerada uma espécie de refúgio para criaturas míticas que fugiram de suas terras natais que ficaram em ruínas após conflitos, as ruas de Burge acabam sendo tomadas pelo terror quando um assassino começa a perseguir estes refugiados.

Orlando Bloom participará de ‘Carnival Row’ como Rycroft Philostrate, o inspetor responsável por investigar a mais recente morte de uma dançarina.

POLÊMICA! Scarlett Johansson rebate críticas por aceitar viver trans no cinema

A escolha de Scarlett Johansson para viver um homens trans em sua nova biografia gerou uma série de controvérsias, tanto dentro e fora de Hollywood.

E em resposta às acusações de que a atriz estaria “roubando a narrativa” de artistas do gênero, um de seus representantes respondeu, revidando o argumento:

“Diga a todos eles que podem se dirigir diretamente a Jeffrey Tambor, Jared Leto e Felicity Huffman“.

A declaração é uma alfinetada àqueles que acharam a atriz incapaz de desempenhar um papel complexo, salientando as aclamadas e premiada atuações de Tambor em ‘Transparent‘, de Leto em ‘Clube de Compra de Dallas‘ e de Huffman em ‘Transamerica‘ – indicada ao Oscar.

 

Na ocasião ao anúncio de ‘Rub & Tug‘, a atriz Jamie Clayton criticou a decisão do estúdio na escolha de Johansson, dizendo que “que atores trans nunca sequer conseguem testes de audição para nada, além de papéis de personagens trans. Este é o real problema. Nós sequer conseguimos entrar na sala. Escale atores que são trans para personagens não trans. Eu te desafio”.

 

 

Trace Lysette, de ‘Transparent‘, também se posicionou:

“Oh o que? Então vocês podes continuar nos interpretando, mas nós não podemos interpretar vocês? Hollywood é tão ferrado…eu não ficaria tão chateada se eu tivesse acesso às mesmas salas que Jennifer Lawrence e Scarlett e à papéis para não trans, mas nós sabemos que esse não é o caso. Que bagunça”.

“E não apenas vocês nos interpretam e roubam nossa narrativa e nossa oportunidade, mas ainda por cima se vangloriam com troféus e honra por ter imitado o que vivemos…que bagunça. Estou de saco cheio”.

 

Johansson dará vida a Dante “Tex” Gill, dono de uma clínica de massagens que serviu como um reduto de prostituição em Pittsburgh, nos anos 70. Gill era um homem transgênero e chegou a ter problemas com a máfia local e acabou ficando preso por sete anos por evasão fiscal.

Além de estrelar, Johansson também produzirá a cinebiografia.

Diretor de ‘Rocketman’ quer dirigir cinebiografia de Madonna

Rocketman‘ chega aos cinemas nesta quinta-feira (30) e a produção, que já conquistou a crítica especializada em sua primeira exibição no Festival de Cannes, tem grandes chances de ter uma caminhada promissora até as premiações do cinema, seguindo os passos de ‘Bohemian Rhapsody‘ em 2018.

E o diretor responsável pelo longa, Dexter Fletcher, já tem planos futuros em mente para um novo projeto dentro do gênero de cinebiografias. Em uma entrevista à revista EW, ele afirmou que gostaria de dirigir um filme baseado na história de Madonna.

Segundo o cineasta, a experiência “soa a um passeio de montanha russa”, afirmando que o conceito seria “extraordinário”.

Disse:

“Eu gostaria de fazer um filme sobre a Madonna! Isso soa como um passeio de montanha russa! Seria extraordinário… Eu não sei o quão feliz ela ficaria com essa ideia…Mas que vida extraordinária essa seria. Se eu fosse pegar outro ícone dessa proporção, seria ela. Ela é espetacular”.

 

 

‘Jurassic World: Dominação’: Protocolo de Segurança será rigoroso no retorno das filmagens

Com Hollywood gradativamente se preparando para retomar a produção de diversos projetos, muitos têm se questionado a respeito do nível de segurança a ser empregado nos sets de filmagens, a fim de conter o contágio de COVID-19.

E em se tratando de ‘Jurassic World‘, a equipe de produção está levando todo o processo de retorno com extrema segurança, segundo a atriz Bryce Dallas Howard.

Em uma entrevista à rádio SiriusXM, a protagonista elogiou as precauções do estúdio em relação ao Protocolo de Segurança determinado para o retorno das gravações, afirmando que a comunicação diária é o que tem deixado todos confiantes para voltarem à ativa:

“Tivemos muita comunicação. Eles estão indo mais alto e além quanto a isso…Nós nuca voltaríamos ao trabalho se não nos sentíssemos seguros e você sabe que estamos levando um dia de cada vez e sou muito grada por ter um emprego”.

Bryce Dallas continuou, revelando o que a faz ter confiança de retornar às gravações no mês de julho nos estúdios de Pinewood, no Reino Unido:

“O que faz isso parecer a coisa certa é o fato de termos uma comunicação diária com todos os atores e membros chave da equipe operacional. Estamos constantemente conversando sobre ‘como faremos isso? Como faremos isso de forma segura? E não estamos fazendo acordos que possam comprometer a saúde e o bem-estar de alguém”.

As filmagens irão retornar no próximo dia 06 de julho.

As informações indicam que medidas de seguranças serão implementadas para garantir a segurança da equipe: membros do elenco precisarão retornar ao Reino Unido e ficar em período de quarentena, além de serem testados antes de saírem dos Estados Unidos.

“Qualquer um com sintomas será isolado imediatamente antes de ser mandado para casa”, a Universal declarou para o site Deadline“Queremos garantir que estamos cumprindo todos os protocolos nacionais para criar um ambiente seguro”.

Segundo as notícias, o custo dessa implementação será de US$5 milhões.

Em seu Instagram oficial, o artista conceitual Ian Joyner postou algumas imagens bastante interessantes que criou para o novo filme, cujas gravações foram adiadas em virtude do novo coronavírus.

As artes revelam dinossauros híbridos que provavelmente serão inclusos na sequência.

Confira:

Segundo o ator Sam Neill, as filmagens serão retomadas em julho.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.” 

 

‘Capitão Phillips’: Cinebiografia com Tom Hanks já está disponível na Netflix

A aclamada cinebiografia indicada ao Oscar, ‘Capitão Phillips‘, já está disponível na Netflix. A produção, estrelada por Tom Hanks, teve a sua estreia nesta terça-feira (15) na grade de programação.

O filme conta a verdadeira história do capitão Richard Phillips e o sequestro do MV Maersk Alabama em 2009 por piratas somalis, o primeiro navio de carga norte-americano a ser sequestrado em duzentos anos.

Confira o trailer:

Barkhad Abdi, Catherine Keener, Chris Mulkey e Max Martini completam o elenco.

Paul Greengrass assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Billy Ray.