A Max divulgou a data de estreia da 7ª temporada da animação ‘Três Espiãs Demais‘.
A nova temporada tem 26 episódios de cerca 22 minutos cada, e conta com a direção de Stephane Berry, que comandou cinco das seis temporadas anteriores.
Os episódios chegam no catálogo no dia 16 de setembro.
Com 156 episódios e seis temporadas, lançadas entre 2001 e 2013, a animação gira em torno das adolescentes Alex, Clover e Sam, que precisam dividir suas vidas comuns de adolescentes com a vida de agentes secretas da WOOHP (World Organization of Human Protection; Organização Mundial de Proteção Humana, em português).
A Warner Bros. e a emissora francesa Guilli já encomendaram a 8ª temporada.
Foi dito que, após a estreia na França, no último dia 12, o retorno da animação foi um grande sucesso nos bastidores, e os criadores estão animados com o futuro da produção.
A notícia vem como uma baita surpresa para os fãs, já que a animação ainda não estreou ao redor do mundo, além da França, onde é desenvolvida.
‘A Odisseia’, adaptação do épico poema grego de Homero que será dirigida por Christopher Nolan (‘Oppenheimer’), já tem data de estreia para chegar nos cinemas nacionais.
O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.
Confira a sinopse oficial:
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estãoAnne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.
“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize Theron, Robert Pattinson, Jon Bernthal, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Bill Irwin, Samantha Morton, Zendaya e outros.
Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.
O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.
As dúvidas já dentro da incerteza pelos caminhos tumultuados do acreditar. Buscando refletir sobre diversos temas tendo como sua força motriz a fé, o seriado brasileiro Santo Maldito, de forma muito inteligente, propõe ao espectador um passeio investigativo canalizado pelos abstratos passos de um vazio existencial com forte ligação ao imprevisível, ao acaso, jogando seus holofotes para um professor de cursinho, declarado ateu, que ganha uma chance de sair da sua bolha de lassidão mas antes tendo que passar por um túnel de constantes questionamentos. Criado pela dupla Rubens Marinelli e Ricardo Tiezzi, com um elenco que merece muitos aplausos, Santo Maldito, disponível na Star Plus é um dos grandes seriados brasileiros lançados na ‘era do streamings’.
Na trama, conhecemos Reinaldo (Felipe Camargo), um estudioso professor e escritor de meia idade que bate no peito defendendo seu ateísmo para todos desde sempre. Ele vive com sua esposa, a doutoranda Maria Clara (Ana Flavia Cavalcanti) e sua filha adolescente Gabriela (Bárbara Luz) em uma casa de classe média de uma grande cidade brasileira. Certo dia, sua esposa acaba sendo atingida por uma bala perdida e entra em coma praticamente irreversível. Desesperado, e não aguentando mais aquela situação ele vai tomar uma drástica atitude quando milagrosamente sua esposa desperta. Durante essa situação chocante, ele é filmado por um enfermeiro bastante religioso e o vídeo viraliza chamando a atenção do pastor Samuel (Augusto Madeira), o líder de uma pequena igreja, que vai lhe fazer uma inusitada proposta.
Será que o desespero do caos nos fazer acreditar em qualquer coisa? Ao longo dos oito episódios (um melhor que o outro), o surpreendente roteiro desse projeto passeia pelas tumultuadas incertezas do acreditar sem deixar de nos apresentar um completo raio-x de seu intrigante protagonista, um homem com orgulho de seu ceticismo que se vê totalmente perdido e com a necessidade de se descontruir entrando em ebulição quando se vê em conflito com suas antigas certezas.
Ajudando a contar essa intrigante trama, ótimos coadjuvantes brilham e aos poucos vamos descobrindo que na verdade estamos rumando para um enorme duelo entre dois homens, um anti-herói com atitudes moralmente questionáveis e um enigmático homem de fé que pode estar escondendo outras facetas, assim somos levados a explicações bem profundas sobre suas maneiras de enxergarem o mundo através de seus traumas. Todo o elenco está fantástico, mas temos que destacar Felipe CamargoeAugusto Madeira, que nos proporcionam cenas com forte oposição de ideias que geram reflexões por todos os cantos.
A violência também ganha espaço de reflexões por aqui, na verdade é até mesmo um elo intercessor dos eventos que rumam para o mais exposto ponto de tensão de qualquer narrativa. As atitudes de controle de quem comanda a região de onde fica a igreja de Samuel, o porquê Samuel é um cadeirante, a ação sofrida por Maria Clara. A fé e a violência acabam se encontrando em muitos momentos.
Santo Malditoé uma enorme, insinuante e surpreendente estrada de um improvável santo, maldito no sentido de estar condenado a enfrentar seus conflitos através de seu estado de espírito amargurado. Um projeto que pode fazer você também se questionar sobre aquela famosa frase: ‘Só uma coisa que sabemos: é que não sabemos nada’.
Comédia é difícil. A frase é proferida por todos que a tentam. Sucesso é relativo, o que é engraçado para mim pode não ser para você, e vice versa. Inatividade Paranormal 2 faz uso de três elementos dentro do humor: a escatologia, o humor nonsense ou besteirol e a sátira. Pertence ao subgênero dos filmes-paródia, produções que usam com mote a imitação de forma cômica de outras obras de sucesso. No caso desta série, filmes de terror recentes. Existem casos de filmes bem sucedidos dentro dos três elementos de humor usados aqui.
O que acontece é que nesses casos, os filmes acrescentam mais do que apenas estes elementos de humor. Possuem certo desenvolvimento de personagens, uma trama coerente e o mínimo interesse em ser algo mais do que apenas um amontoado de esquetes editados ao longo de 1 hora e 30 minutos com um fio quase invisível que crie sua conexão. Repito que não existe nada errado com obras que utilizem deste tipo de humor, a não ser que sejam só isso. Por anos associamos produções deste nível ao subgênero dos filmes-paródia e nos tornamos repelidos por eles.
Mas o problema não é o subgênero e sim o que tem sido feito em seu nome. Desde Todo Mundo em Pânico, quando os Wayans entraram no jogo, a coisa começou a se tornar mais ácida, as piadas ficaram de baixo calão e o mau gosto começou a imperar. Coisa que não existia antes, se formos pensar em Corra que a Polícia Vem aí, Apertem os Cintos… e Top Gang. O filme dos Wayans fez sucesso e desde então todos acharam que esta era a fórmula a ser seguida, enterrando de vez o subgênero.
É de se espantar, no entanto, que tais filmes tenham voltado e justamente pelas mãos de um Wayans. O comediante Marlon Wayans escreve e protagoniza a série que pega o gancho deixado por Todo Mundo em Pânico, para continuar satirizando os recentes filmes de terror. O sucesso relativo do primeiro Inatividade Paranormal gerou esta sequência, que tira sarro (ou tenta) de Invocação do Mal, A Entidade e obviamente, Atividade Paranormal. Além de tudo isso, o gênero do terror é por si só obscuro e voltado a um tipo específico de público. O que acaba tirando ainda mais a abrangência destas sátiras.
Na trama, Malcolm (Wayans) se muda para outra casa ao lado de uma nova esposa e seus filhos. Mas não consegue se livrar das assombrações que o perseguem. Por incrível que pareça, o filme até começa bem, com um desempenho mais contido do protagonista. Pensei comigo mesmo, “não é possível”. E realmente não era. Logo depois, Wayans e o filme recaem em seu baixo nível costumeiro, com cenas excedidas em que o protagonista faz sexo (quase explícito), de todas as formas possíveis, com uma boneca. Ver Wayans em tais cenas, realizando tais expressões faciais, é quase a experiência de assistir a um filme pornô no cinema. E garanto que não foi para isso que vocês pagaram o ingresso.
Não poderíamos deixar de ter cenas de uso de fumo entorpecente, num filme com Wayans também. Essa virou a marca registrada do ator, que muito provavelmente é adepto do hábito na vida real. O mínimo esboço de sorriso ocorre pelo reconhecimento dos filmes apresentados e uma ou outra tirada um pouco mais esperta. Quem dera pudessem se esforçar e fazer um filme inteiro com elas. Mas Wayans não respeita a inteligência do público e faz filmes para quem se contenta com pouco. Justamente por isso, não se contentem com pouco. Não deixem que o comediante enriqueça com seu dinheiro, oferecendo quase nada em troca. Procurem preencher seu precioso tempo com filmes melhores.
Fazer um filme é um processo demorado, exaustivo e que muitas vezes não sai da maneira planejada. Para o público, sentar confortavelmente na poltrona do cinema ou em sua casa e simplesmente dizer que gostou ou não gostou é a parte fácil. Muitos sequer param para pensar no trabalho de centenas, às vezes milhares, de pessoas envolvidas com a produção. A verdade é que existe uma grande lacuna desde a concepção de um filme até seu produto final lançado nas telonas (ou telinhas); e quase nunca o que se imaginou num primeiro momento é o que de fato se concretiza. É claro que muitas vezes a realização supera todas as expectativas, mas o ponto é que o filme terminado na maioria das vezes é um animal totalmente diferente de seu esboço.
Toda produção possui as famosas três fases: a pré-produção, as filmagens e a pós-produção. Só aí já podemos ter mudanças significativas de uma fase para outra. Na primeira, uma ideia vira história e é escrita no papel na forma de um roteiro. Muitas vezes esse roteiro é alterado drasticamente para se encaixar às filmagens, na concretização. Depois, na pós-produção, ou a finalização do projeto, novas mudanças podem ocorrer com o produto final. Em resumo, um filme, por melhor que ele seja, nunca é exatamente o que o idealizador pensou antes de tudo começar a ganhar forma.
Pensando nisso, em nossa nova matéria nostálgica, irei abordar algumas produções dos anos 80 que possuem uma ligação maior em sua concepção do que qualquer um poderia imaginar. Confira abaixo.
Mais uma vez os fãs podem estar coçando a cabeça e se perguntando o que um veículo de ação de Arnold Schwarzenegger tem em comum com um de Bruce Willis a não ser serem filmes de ação e terem no título (ao menos no Brasil) a palavra Matar. Bem, acontece que Comando para Matar (Commando, 1985), um dos primeiros filmes de ação de Arnold, que se tornou um verdadeiro ícone para os que cresceram na época e o assistiam sem parar na Globo, fez sucesso e uma sequência era planejada. O problema é que o astro queria alçar novos voos, como enfrentar um alienígena num filme de guerra (O Predador) e mostrar que também poderia fazer graça em comédias (Irmãos Gêmeos). Assim a sequência de Comando para Matar, sem seu protagonista, seria descartada.
O curioso disso tudo é perceber que a tal continuação traria o personagem de Arnold preso em um prédio de Los Angeles com terroristas, precisando se esgueirar entre dutos de ventilação e corredores abandonados para salvar o dia. Ou seja, o roteiro de Duro de Matar (Die Hard, 1988). Sim, o filme que revelou ao mundoBruce Willis como herói de ação inicialmente seria uma sequência de Comando para Matar. A verdade é que Duro de Matar é baseado no livro Nothing Lasts Forever, do autor Roderick Thorp. Tal livro, por sua vez, serve de continuação para outro do mesmo escritor. Intitulado A Lei é para Todos(The Detective, 1968), foi levado às telas num longa protagonizado por Frank Sinatra. Quando os produtores começaram a tirar a continuação do papel 20 anos depois, primeiro precisaram oferece-la para Sinatra protagonizar. Mas o ator e cantor se achava velho a esta altura para desempenhar os feitos do protagonista. Assim, o roteiro foi pensado para adequar o capítulo seguinte de Comando para Matar, e depois sendo eternizado como um dos melhores filmes e franquias de ação do cinema, Duro de Matar.
O queUm Tira da Pesada (1984), filme de ação e comédia que transformou o humorista Eddie Murphy em astro, e Cobra (1986) – afetuosamente conhecido como “Stallone Cobra” no Brasil -, um dos filmes mais subestimados da carreira do herói de ação Sylvester Stallone, possuem em comum, você pode se perguntar. Bem, à primeira vista ambos são filmes policiais que se passam em Los Angeles, na Califórnia. E ambos são protagonizados por figuras icônicas dos anos 80. Enquanto Murphy se tornou um astro com o filme de 1984, Stallone já era um, tendo a esta altura quatro filmes de Rocky e dois de Rambo (incluindo os fenômenos Rocky IV e Rambo 2 – A Missão).
O que nem todos podem saber, no entanto, é que Um Tira da Pesada foi pensado originalmente para ter Sylvester Stallone como protagonista. E aí que entra o elemento citado no início do texto, de que a ideia original sofre inúmeras modificações até o produto final. É claro que o filme que teria Stallone seria mais sério, e quando o ator desistiu, o roteiro sofreu mudanças para acomodar Murphy, acrescentando muitas piadas e o estilo do humorista. Nem precisa ser dito que deu muito certo. Porém, ao sair do projeto da Paramount, Stallone levou com ele algumas ideias do que deveria ser o filme, e as colocou em Cobra. O núcleo da trama, ao invés de centrar no choque cultural de um policial vindo de Detroit com as modas de Beverly Hills enquanto caça o assassino de um amigo, agora mostrava um policial caçando uma quadrilha de psicopatas sádicos parte de uma seita, que estão atrás de uma modelo. E neste duelo, Um Tira da Pesada levou a melhor, pois fez mais sucesso de bilheteria e crítica, gerando mais duas continuações – e mais uma está a caminho.
Todos que foram meninos durante a década de 1980 jamais esquecerão o fenômeno que foi o desenho animado He-Man e os Mestres do Universo. Estreando em 1983, a série na TV durou até 1985, mas ficaria eternizada em 130 episódios que reprisavam em looping durante o período, e gerava todo tipo de merchandising para a garotada, desde bonecos, fantasias, lancheiras, até roupa de cama. Foi um fenômeno que os produtores não nos deixam esquecer, vira e mexe tirando do forno alguma nova produção com o tema. Até mesmo longas para o cinema em forma de animação o personagem teve, mas o que todo garoto da época queria mesmo ver era o filme em live-action com o ídolo, seus aliados e seus vilões. E de fato este desejo se concretizou, com o lançamento de Mestres do Universo, em 1987.
Acontece que o motivo de todos daquela geração não lembrarem com bons olhos de seu tão sonhado filme do He-Man foi que por trás da produção, jogando um balde de água fria nos fãs, estava a picareta Cannon Films, o estúdio mais “171” de Hollywood. Os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus até tinham boa intenção, o problema é que viviam querendo dar o passo maior que a perna, e se comprometer com superproduções que não possuíam o orçamento para bancar. E pensar que eles quase foram os responsáveis pelo primeiro filme do Homem-Aranha no cinema. Pior para He-Man e Superman, cujo quarto e desastroso longa a Cannon produziu. Mestres do Universo, com Dolph Lundgren, desagradou 10 entre 10 crianças da época por divergir muito de sua fonte – manobra usada para contornar a falta de grana para criar o mundo do herói (a solução foi traze-lo para a Terra).
Mestres do Universo(1987) foi fiasco de crítica e público, mas a Cannon, que não dava ponto sem nó e adorava fazer “dois por um”, já estava engatilhando a sequência a ser comandada pelo mesmo sujeito a cargo de levar o Homem-Aranha para as telonas, o diretor Albert Pyun. O cineasta já estava preparado para comandar o surfista Laird Hamilton desta vez como He-Man (substituindo Lundgren), quando a Cannon desistiu de ambos os filmes do Homem-Aranha e Mestres do Universo 2, devido ao resultado pobre do original. Como a pré-produção já estava a toda, com figurinos, cenários e outros elementos prontos para o filme ser rodado, a Cannon achou por bem reaproveita-los em outra produção. Assim nascia Cyborg – O Dragão do Futuro (1989), comJean-Claude Van Damme, o novo menino de ouro da Cannon após o sucesso de O Grande Dragão Branco(1988). Ou seja, Cyborgnada mais é do que o filme que a Cannon juntou com as sobras de He-Man 2.
Essa é relativamente fácil de se deduzir. Por falar nos astros de ação dos anos 80, o rei do gênero chega agora à lista. Arnold Schwarzenegger fez uma das migrações mais satisfatórias do terreno dos esportes para às telonas da história do cinema. E seu primeiro papel de destaque como protagonista foi em 1982, com a adaptação dos quadrinhos de Robert E. Howard, Conan – O Bárbaro, longa que está completando 40 anos de lançamento em 2022. O filme fez sucesso suficiente e Arnold logo conseguia a vaga em O Exterminador do Futuro (1984), que viria a se tornar seu papel e franquia mais marcantes. No mesmo ano, no entanto, o musculoso austríaco dava vida novamente a Conan em sua primeira continuação, Conan – O Destruidor, produção que ouviu os fãs e se aproximou mais do material fonte, com clima de HQs.
Os filmes deConan foram uma co-produção entre a Universal Pictures e o produtor Dino De Laurentiis, que satisfeito com o resultado dos longas, tratou de comprar os direitos de outra criação do quadrinista Howard, a guerreira Red Sonja. A ideia do mega produtor era juntar Conan e Sonja num terceiro filme, que seria uma história de origem da amazona com a participação do bárbaro. De fato, a equipe conseguiu até mesmo a participação de Schwarzenegger para reprisar o papel. O problema foi que os direitos do personagem não foram liberados pela Universal e assim a solução foi mudar o nome do herói para Kalidor – embora todos saibam quem ele deveria ser. Os fãs, inclusive, bolaram uma teoria de que Kalidor seria um pseudônimo criado pelo próprio Conan para usar como disfarce. Para o papel de Sonja, Sigourney Weaver foi cogitada, mas a personagem terminou nas mãos da então modelo Brigitte Nielsen(que teve um caso com Arnold durante a produção, mas depois casou com Stallone), em seu primeiro papel no cinema. Ah sim, ela também seria a vilã de Um Tira da Pesada 2(1987), provando que no fundo tudo está realmente interligado.
Se o contrato for fechado, Riley interpretará a esposa de Bloodshot, e Hernandez será Tibbs, um membro de um time de cientistas responsáveis pela tecnologia do protagonista.
Eiza Gonzalez (‘Em Ritmo de Fuga‘),Michael Sheen (‘Anjos da Noite‘) e Sam Heughan(‘Outlander‘) já foram confirmados.
Um relatório do site The Hashtag Show divulgou os primeiros detalhes da trama:
“Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos”
Além disso, o longa começará a ser gravado em breve na República Tcheca.
Essa será a segunda vez que o ator participa de uma adaptação dos quadrinhos, anteriormente fez Groot, em ‘Guardiões da Galáxia’. Novas informações devem sair em breve.
Um grupo de fãs criou uma arte mostrando como ficaria o visual do ator no papel do protagonista. Veja:
A HQ, criada por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don PerlineBob Layton, acompanha a história de Angelo Mortalli, um matador de aluguel que trabalhava para a máfia e que acaba sendo jurado jurado de morte e incriminado por um assassinato.
O longa é escrito e dirigido por Jordan Peele, que ganhou o Oscar por ‘Corra!‘.
Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”
Dirigida por Dean Israelite, a minissérie é baseada na série de terror antológica lançada em 1992.
Assim como na trama original, um grupo de crianças se reúne em volta de uma fogueira para contar histórias sombrias, enquanto suas vidas começam a correr perigo.
Em entrevista ao ComicBook, Ron Perlman, que interpretou o Hellboy nos longas dirigidos por Guillermo del Toro, revelou ter recusado participar do reboot.
“O reboot é algo que eu tive a oportunidade de participar, mas decidi que a única versão que me interessava era a do Guillermo [del Toro], então eu me afastei do projeto. Eu realmente dei as costas para o reboot e não ouvi muito sobre ele. Eu os desejei boa sorte, mas não era o meu destino [participar daquele filme].”
O reboot de ‘Hellboy‘, estrelado por David Harbour, foi um fracasso comercial e arrecadou apenas US$ 44,6 milhões pelo mundo, valor que não cobriu os custos de produção (US$ 50 milhões) – sem contar o orçamento gasto com marketing.
Recentemente, Harbour foi questionado sobre o que deu errado com o filme e culpou os fãs de Guillermo Del Toro, diretor dos filmes originais.
“Acho que o filme já estava destinado ao fracasso, porque os fãs de Guillermo del Toro e Ron Perlman [intérprete do Hellboy] não queriam que fizéssemos um remake. Por algum motivo, criticaram a ideia desde o anúncio. Na internet, todos diziam para não brincarmos com a imagem do personagem e do trabalho de del Toro. Foi um filme muito divertido e eu adorei, mas acho que não podemos enfrentar um público rancoroso.”
Obviamente, o astro confirmou que a Lionsgate não está planejando fazer uma continuação.
“Eu não acho que há interesse para uma sequência. Muitas pessoas me procuram para dizer que realmente adoraram o novo filme e ficaram felizes em rever o personagem nas telonas, mas eu sei que na cultura como um todo o filme não foi bem recebido”.
Apesar de tudo, Harbour recebeu elogios por sua versão do personagem, mas o longa foi massacrado e recebeu apenas 17% de aprovação no Rotten Tomatoes.
De acordo com o Deadline, Jaz Sinclair (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) entrou para o elenco da série derivada de ‘The Boys‘, que ainda não teve título divulgado.
A atriz interpretará Marie, porém, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.
Lizze Broadway (‘Here and Now’) também se juntou ao elenco.
A trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.
A série vai misturar o tema universitário com ‘Jogos Vorazes‘, trazendo a sátira e atrevimento da série principal.
Craig Rosenberg será o showrunner e escreverá o roteiro do piloto.
A FOX divulgou o novo trailer da série de comédia ‘Pivoting‘.
Confira:
A produção irá estrear oficialmente no dia 9 de janeiro.
Liz Astrof (‘2 Broke Girls‘) é responsável pela série.
A trama seguirá três mulheres após a morte de uma amiga de infância. Enfrentando a realidade do quanto a vida é curta, elas fazem tentativas desesperadas para encontrar a felicidade, com decisões impulsivas e arriscadas, provando que nunca é tarde demais para estragar sua vida.
Maggie Q (‘Nikita’), Ginnifer Goodwin (‘Once Upon a Time’) e Eliza Coupe (‘Future Man’) estrelam a produção.
Sofrendo de bloqueio criativo, Kbeto é um escritor que vive atrás de inspiração para escrever seu segundo romance e dar continuidade a uma interrompida carreira literária. Ao encontrar um diário perdido, fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrever o manuscrito para vendê-lo como se fosse seu. O que ele não esperava é que não demoraria muito para o verdadeiro autor da história aparecer e o que parecia ser a solução da sua vida se tornar um problema ainda maior.
Curiosidades:
» O roteiro foi assinado por Reinaldo Moraes, de ‘Estrangeiros em Casa‘;
Durante o painel no CinemaCon 2023, a Sony Pictures divulgou o primeiro trailer da comédia romântica ‘Anyone but You‘, estrelada por Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’).
As filmagens do longa, que seguirá um casal improvável que não se suporta – mas que continua se envolvendo sexualmente –, foram finalizadas hoje.
Confira a descrição:
Com uma pegada atrevida, divertida e cheio de nudez parcial, o primeiro trailer do filme traz os dois protagonistas sendo românticos e cruéis um com o outro – como uma cena em que o personagem do Glen Powell empurra acidentalmente a personagem da Sydney Sweeney de um barco, após o casal tentar recriar um momento icônico do filme ‘Titanic‘.
O vídeo também traz uma cena divertida, porém dolorosa, com a Sweeney acertando um soco nas genitais de Powell.
Próximo: o mais recent casal de Hollywood, Sydney Sweeney e Glen Powell, apresentam #EveryoneButYou, uma comédia romântica filmada na Austrália, com cenas quentíssimas entre Sydney e Glen! Rolou até uma olhada mais íntima na saída de palco dos dois. pic.twitter.com/ASZAqdY8KO
Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.
Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado deJonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.
No programa, 100 participantes com ótimo preparo físico encaram provas extremas para tentar ganhar um prêmio em dinheiro e conquistar o almejado primeiro lugar.
Dirigido por Ryan Kruger, o longa é uma reimaginação do clássico homônimo de 1987.
A trama segue um grupo de moradores de rua desajustados que lutam pela sobrevivência quando descobrem uma conspiração para exterminar todos os moradores de rua da cidade.
Através do seu Instagram, o showrunner Brad Caleb Kane confirmou que a série ‘Crystal Lake‘ está sendo filmada na mesma cidade em que o longa de 1980 foi gravado.
Dirigido por Sean Cunningham, o filme clássico foi filmado na cidade de Blairstown, New Jersey, e o seriado marcará o primeiro retorno às locações originais desde então – nenhuma das sequências compartilharam a mesma ambientação.
Callum Vinson (‘Chucky’) dará vida ao Jason Voorhees, enquanto Linda Cardellini (‘Scooby-Doo’) viverá sua mãe, Pamela Voorhees.
A narrativa acompanhará a juventude de Jason e, principalmente, a trajetória emocional de sua mãe. Na nova versão, Pamela é retratada como uma ex-cantora que abandonou a carreira para cuidar de seu filho com necessidades especiais. Sua vida toma um rumo sombrio após a aparente morte do garoto no lago.
O elenco ainda contará com Nick Cordileone como Ralph — possivelmente uma nova versão do “Louco Ralph”, conhecido por alertar sobre a maldição do acampamento nos dois primeiros filmes; Joy Suprano como Rita, Danielle Kotch como Claudette; e Phoenix Parnevik como Barry. Os dois últimos remetem diretamente aos primeiros conselheiros assassinados por Pamela na trama original.
William Catlett (‘A Thousand and One’), Cameron Scoggins (‘Nashville’), Devin Kessler (‘Godfather of Harlem’) e a novata Gwendolyn Sundstrom completam o elenco.
Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.
Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.
O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.
De acordo com o Variety, Jaime Lorente (‘La Casa de Papel’) será o protagonista do terror sobrenatural ‘A Casa dos Monstros‘.
Na trama…
“Goio retorna à casa da família para cuidar de seu pai doente por uma noite. O que começa como um simples reencontro logo se transforma em um pesadelo: segredos de família, ressentimentos antigos e traumas enterrados ressurgem, e a presença do irmão, que nunca conseguiu ir embora, transforma cada cômodo em um labirinto de terror e segredos.”
A jovem atriz Isabela Moner teve um teste de elenco bem incomum para participar de ‘Transformers – O Último Cavaleiro’.
Durante uma entrevista exclusiva ao site Cinema Blend ela revelou que em seu primeiro encontro com Michael Bay, ela teve que fazer algo inusitado, atuando frente a frente a um prédio, como se ele fosse um Transformer.
Diz ela:
“Michael Bay me fez ir até o estacionamento do estúdio, encarar um prédio e começar a gritar em direção a ele como se eu estivesse falando com um Transformer. E ele gravou tudo, como se fosse uma espécie de curta-metragem, foi assim que eu consegui o papel! Foi assim também que eu o conheci. Nosso primeiro dia e eu já estava fazendo coisas malucas, sem sentido. E sim, foi ótimo e acabou ditando o ritmo do resto dessa aventura”.
A estreia de ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘ acontece em 20 de Julho no Brasil.
‘Transformers 5‘ mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas. Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.
Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Monerviverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.
Desafiar as fronteiras espaciais foi a marca dos anos 60. Com a então União Soviética avançando em ritmo acelerado, os Estados Unidos se viu incentivado a superar o país nos desbravamentos do desconhecido. O investimento na NASA e em todo o seu trabalho levou ao primeiro passo na lua, na dobra final da década, lá em 1969. E como parte desse contexto histórico, a televisão refletia os esforços em uma leva de séries sci-fi com temática extraterrestre. Aterrissar em outros planetas, descobrir vida além da Terra e a dinâmica entre raças distintas foram as temáticas de Terra de Gigantes,Viagem ao Fundo do Mar, Star Treke Perdidos no Espaço. Esta última ganha novo fôlego, em uma era onde a Terra volta a ser o grande foco das principais discussões mundiais. Em um planeta que parece anunciar a sua futura extinção, o remake do clássico deIrwin Allen nunca foi tão pontual e preciso.
O investimento da Netflix na produção de séries de TV é inerente. A cada nova produção, novas barreiras são rompidas. E em se tratando de espaço, não há espaço algum para amadorismo. Em um universo criativo onde galáxias se aproximam do realismo palpável e a gravidade é desafiada em obras surpreendentes como Interestelare, por que não, Gravidade, brincar de desbravar outras atmosferas exige um certo profissionalismo. A plataforma de streaming entende que compactar essa infinidade espacial exige cuidado e faz em seu remake de Perdidos no Espaço um primor aos olhos. Esteticamente fascinante, a releitura do clássico de 65 ganha novas cores, formas e ainda mais corpo, com o auxílio da tecnologia ultra avançada no tratamento dos efeitos especiais e visuais.
A narrativa se espelha em sua origem, mas com uma nova motivação – tão plausível como a inicial. Com o nosso planeta em decadência, mergulhado nos efeitos permanentes e mortais do aquecimento global, não há mais solução para a Terra. A resposta se encontra em Alpha Centauri, a versão ideal para a perpetuidade da vida humana. Chegar a essa terra prometida é um desafio, condecorado apenas aos mais ilustres terráqueos. E neste contexto social onde o mundo é distinguido pela expertise, caráter e personalidade alheia, os Robinson renascem com todos os seus pares e um elemento cativante, impresso na diversidade. Ao contrário da trama nativa, alguns papéis são adaptados para compreender os personagens mais particulares, com raízes negras e latinas.
As mulheres se destacam, não apenas por reconfigurar alguns dos papéis, mas por sua perspicácia no contexto narrativo. Com Molly Parker como a matriarca, reprisamos o mesmo viés emponderado da personagem Jackie Sharp, de House of Cards. Destemida e decidida, ela dá vida a uma inteligente cientista, que transborda o mesmo grau de sabedoria em sua filhas. Esta, mesma didática, se repete na formação de todos os protagonistas, que são construídos em camadas. Nos primeiros cinco episódios, já é possível perceber o grau de profundidade que cada um deles possui. Arranhando apenas a superfície de figuras tão distintas, este início de Perdidos no Espaço é um prelúdio para uma série de desdobramentos que cada arco trará. Muito mais que núcleos narrativos, a produção se apresenta como aquela que vai transpor algumas barreiras não rompidas pela original.
A complexidade na conceitualização e consolidação de seus protagonistas é um dos elementos chave que encorpa a trama. A partir do potencial, caráter e habilidade de cada um, a trama se desabrocha ainda mais. Partindo das motivações pessoais, o enredo se entrega aos olhos do espectador, em uma sucessão eletrizante de eventos. Com um episódio de abertura de impacto, temos pouco mais de uma hora em uma extasiante jornada, que acelera os batimentos cardíacos e anuncia a chegada de uma nova produção que não apenas pretende reinventar sua predecessora, como hipnotizar o público familiar. Bem desenvolvida por Matt Sazama e Burk Sharpless, ela propositalmente abrange um leque de audiência extensivo, que alcança todos os apaixonados pela ficção científica, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos.
Ainda pode ser um pouco cedo para consagrar Perdidos no Espaço como uma das grandes séries do catálogo original da Netflix, mas seu potencial é evidente. Transformando o teor cômico do clássico sessentista em um drama permeado por temáticas bem sérias, a releitura mantém algumas referências nostálgicas, para aqueles que cresceram ao som da música tema da série de Irwin Allen. Ao mesmo tempo, ela atrai esta nova audiência, que delira com efeitos especiais mirabolantes nas telonas do cinema. E com John Williams dando um novo toque na canção de abertura, a produção caminha rumo a uma longa jornada, sem medo de sair da sua zona de conforto, com assuntos mais densos. A experiência sinestésica é real. Se ela continua até o fim da temporada? É aguardar para ver.
As principais séries do Arrowverse devem encerrar suas respectivas temporadas mais cedo, em virtude da pandemia do coronavírus.
Com a Warner Bros. interrompendo as filmagens das produções, a fim de preservar a saúde de suas equipes, as gravações dos episódios finais de algumas séries ficaram comprometidas.
Segundo o portal TVLine, a 1ª temporada de ‘Batwoman’, 6ª temporada de ‘Flash’ e a 5ª temporada de ‘Supergirl’ correm o risco de serem finalizadas sem seus tradicionais season finales.
De acordo com a publicação, enquanto ‘Supergirl‘ já gravou 21 de seus 22 capítulos, ‘Flash‘ ficou com dois episódios em a ver, que ainda precisavam ser gravados. Isso deve implicar diretamente na narrativa, que eventualmente ficaria incompleta, caso o quadro global atual se estenda.
O caso mais crônico é da temporada inaugural de ‘Batwoman‘. De seus 22 episódios, 19 já foram gravados, o que deve comprometer ainda mais no andamento da trama.
Já a série ‘Legends of Tomorrow‘ não enfrentará problemas, pois todos os episódios de sua atual temporada já haviam sido filmados.
Um das estreias mais aguardadas do primeiro semestre de 2021, ‘Um Príncipe em Nova York 2‘ promete surpreender os fãs do clássico, com novas e fortes personagens femininas, que trarão um novo vigor para a trama.
E uma delas é interpretada por Bella Murphy, que entra em um confronto direto contra o personagem do veterano Wesley Snipes – rendendo ate mesmo em pancadaria. A atriz e filha do comediante Eddie Murphy revelou como foi a oportunidade de poder bater no intérprete do herói Blade em cena.
Durante a coletiva de imprensa que teve a presença do CinePOP, Murphy ainda comentou como foi desempenhar toda a cena de luta fisicamente:
“Isso foi incrível. Lembro que quando estávamos fazendo aquela cena, eu realmente pude desempenhar todos os movimentos de luta. E eu estava nervosa, porque não queria bater na cabeça do Wesley Snipes, não seria uma boa impressão. Então eu estava muito nervosa, mas no final acabou dando tudo certo! E foi muito legal interpretar uma personagem como ela, pois eu me senti muito empoderada”.
Bella Murphy foi ainda mais além e ponderou sobre como a sequência se comunica bem com o contexto atual, sendo de fato um longa que destaca as protagonistas femininas:
“Sinto que a história mostra como as mulheres podem fazer tudo que os homens fazem e até mesmo ainda melhor. Então isso foi muito legal”.
Para a atriz Vanessa Bell Calloway, intérprete da personagem Imani Izzi, o público perceberá nitidamente uma mudança positiva na narrativa, com as mulheres recebendo o devido destaque em tela.
Ao longo da coletiva, ela ponderou sobre isso, à medida em que também revelou alguns detalhes relacionados ao arco de sua personagem, compartilhando como ela se encontra na nova trama, mais de 30 anos depois:
“Bem, direi apenas que este é um filme em que vocês verão o empoderamento das mulheres e principalmente das mais jovens. Quando à minha personagem, acho que ela ainda teve alguns problemas ao longo dos anos e seu irmão, que é vivido pelo Wesley Snipes, veio em sua defesa aqui na sequência. Ela ainda tem algumas dificuldades, mas no final do longa você vê que ela provavelmente as superou. Mas seu crescimento e desenvolvimento foram um pouco estagnados em comparação a alguns dos outros personagens, porque ela foi pega em um túnel do tempo, pois ainda se sentia injustiçada. E em certo ponto isso é verdade”.
Confira os cartazes individuais:
O filme será lançado no dia 05 de março de 2021 na plataforma de streaming.
Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.
“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”
Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon StudiosEddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon StudiosKiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon Studios
Entre o fim da juventude e o início da vida adulta existe um limbo onde dúvidas, inconstâncias, questionamentos e incoerências superabundam. E entre a energia frenética dos 20 poucos anos e a melancolia natural que acompanha a chegada dos 30, existe A Pior Pessoa do Mundo, a surpreendente e inesperada comédia romântica norueguesa de Joachim Trier – que subverte o gênero com um toque dramático cirúrgico sobre as crises existenciais da vida, que nós já deveríamos ter resolvido há muitos anos atrás.
Julie (Renata Reinsve) não é a heroína que você espera no gênero. Inconstante e sempre confusa, ela navega por seus relacionamentos como alguém que não sabe o que esperar de seus parceiros, muito menos de si mesma. Quase coadjuvante de sua história, ela é a culminação de suas próprias decisões ruins. E ao longo de quatro anos, Trier e o roteirista Eskil Vogt nos levam pelas turbulentas águas de sua vida. Navegando sem propósito e fruto de decisões tomadas sempre ao acaso, a protagonista é aqui uma antagonista em sua própria trajetória.
E suas escolhas a tornam difícil de digerir para a audiência, o que de antemão parece problemático. Como telespectadores que possuem a visão macro, observamos A Pior Pessoa do Mundo como sendo a definição completa do seu título homônimo. E como alguém que tenta nos convencer a todo tempo a seguir adiante com a trama, Trier entrega essa comédia romântica inicialmente desconfortável, que gradativamente conquista os nossos corações, nos fazendo enxergar em Julie um pouco de nós.
Aqui, ela enfrenta a crise dos 30 sem precisar assim denominá-la. E conforme Renata Reinsve se desabrocha em tela como essa desagradável, mas compreensível protagonista, percebemos também que a pressão constante de sermos os heróis e heroínas é sim um tanto pesada. Infelizmente, não é sempre que temos tudo resolvido e é tal indecisão constante que faz de Julie alguém com quem – gradativamente – conseguimos nos afeiçoar. E ao lado dela, Aksel (Anders Danielsen Lie) e Eivind (Herbert Nordrum) são o outro lado da moeda, como dois homens que por amarem Julie se tornam também efeitos colaterais de suas atitudes.
Lindamente dirigido e com uma das cenas mais memoráveis da história recente do cinema, A Pior Pessoa do Mundoconsegue recriar algumas sensações íntimas que todos nós um dia sentimos ao se apaixonar por alguém. Muito mais do que aparenta ser, a comédia dramática é uma melancólica jornada de autodescoberta, que explora as incertezas da vida, à medida que nos surpreende com suas doces reflexões sobre a preciosidade do tempo. Existencial e divertido, A Pior Pessoa do Mundo encerra a Trilogia Oslo de Joachim Trier como uma carta sobre amor, perda e sobre o quão difícil é aceitar a pior pessoa que talvez você venha a conhecer: você mesmo.
Com uma sinopse sobre um vírus transmitido por meio do beijo a assolar os jovens de uma cidade do interior do Brasil, a série Boca a Boca chegou nesta sexta-feira, dia 17 de julho, à Netflixe já chama atenção do público pelo seu ponto de conexão – antes distópico – com o panorama mundial sob o receio de uma doença sem cura a se espalhar pelos cinco continentes.
Para saber um pouco mais sobre este universo metafórico, o criador e diretor geral da série Emir Filho concedeu uma entrevista exclusiva para o CinePOP horas depois da estreia da obra na plataforma de streaming. Neste agradável bate-papo, o cineasta nos conta sobre suas provocações criativas, seus projetos para o futuro e, principalmente, suas expectativas sobre a recepção do público nesta narrativa de descobertas sexuais e amadurecimento, temas dos quais ele é apaixonado por discutir em suas obras.
Com 14 anos de carreira no audiovisual, Esmir Filho tornou-se conhecido pela repercussão na internet dos seus premiados curtas Tapa na Pantera (2006), Alguma Coisa Assim (2006) e Saliva (2007). Em 2010, lançou seu primeiro longa Os Famosos e os Duendes da Morte, já o segundo Alguma Coisa Assim (2018) foi uma adaptação do curta homônimo, e o terceiro Verlust chegará em breve aos cinemas, com Marina Lima e Andréa Beltrão.
Confira abaixo uma parte do nosso bate-papo com Esmir Filho e veja a entrevista completa e original no nosso canal no YouTube.
CinePOP:A pergunta mais óbvia neste momento é sobre a comparação da epidemia de Boca a Boca com a pandemia da Covid-19 no mundo real. Como está sendo a relação desses temas na divulgação da série?
Esmir Filho:A gente começou a construir a série há dois anos. A nossa vontade era falar de descobertas, desejos, experimentações, sobre o mundo jovem de hoje que é povoado por telas. (..) Quando a gente criou este surto epidêmico que passa pelo beijo era uma síndrome fantasiosa, mas ela funcionava como um antagonista na jornada dos jovens. Então, essa doença é um símbolo de luta. A epidemia é apenas um ponto de partida, a série lança um olhar sobre como as relações pessoais ficam depois dessa crise.
Como a Covid-19 é algo que estamos vivendo agora, ela está muito latente, mas o comportamento social é muito parecido [com as epidemias anteriores]. Existe um quadro de pânico, um quadro de desconfiança, discriminação, preconceito, alguns corpos que são privilegiados frente a outros por conta do embate de classes. Então, a gente discute tudo isso na série porque isso é um quadro sintomático da sociedade, da comunidade. Não é à toa que, agora, vamos fazer relações diretas, porque estamos vivendo isso hoje, só que a gente escreveu antes com base no nosso comportamento social. A gente lança luz [na questão] de até quando vamos nos comportar desta maneira?
CinePOP: Queria saber a sua opinião sobre outro discurso que está na série e também em voga no Brasil. Dizem que somos um país do liberalismo econômico, mas do conservadorismo de hábitos.
Esmir Filho:Eu sou a favor do corpo. De a gente respeitar o nosso desejo interno e o desejo do outro. Eu sou favor do diálogo. Todo mundo precisa se escutar e ir junto. (…) A série é uma ode ao corpo, no sentido de um grito de liberdade frente um conservadorismo que quer calar os nossos corpos. O nosso corpo é o que a gente tem, gente. (…) Não temos que calar isso, temos que aprender a conviver. A série é uma mensagem contra a intolerância. Neste sentido, sou a favor do corpo e do respeito mútuo.
CinePOP: Após terminar Boca a Boca, ficou muito forte na minha cabeça a imagem do rosa e do azul e a junção dessas cores. Queria saber de onde veio essa referência e essa percepção estética.
Esmir Filho:Eu já tinha estudado isso no Saliva, que era um mundo cor-de-rosa e a utilização do papel celofane tal como as máscaras. Já a coisa do rosa e azul também ficou muito forte esse lugar de meninas [vestem] rosa e meninos [vestem] azul, mas isso não tem nada a ver. A gente “bebeu” um pouco no pensamento [de] ‘vamos misturar essas cores, o azul e o rosa, [porque] são lindas’ e elas se mistura o tempo todo. Não existe uma dualidade rosa e azul e sim uma fusão entre elas, que se transforma em roxo. Esse encontro é sobre isso. Tudo é narrativa. Eu consigo contar uma história não apenas através do roteiro, mas através das cores, da luz, da fotografia, da arte, claro, dos atores, da montagem. (…) O meu trabalho é fazer uma mixagem das cabeças [de toda uma equipe] para gente poder contar essa história.
Não existe uma dualidade rosa e azul e sim uma fusão entre elas, que se transforma em roxo.
CinePOP:Eu conseguir ver um pouco de cada um dos seus filmes anteriores na série Boca a Boca. Esta foi uma intenção do seu projeto?
Esmir Filho:Você acabou de ver [a série] e é uma das primeiras pessoas que já tinha visto todas as minhas obras para fazer essa relação. Isso é muito especial, porque dentro do cinema eu tenho experimentado muitas coisas. Acho que os meus temas centrais são: juventude, sexualidade, internet, descoberta, relacionamento humano íntimo, os quais em vim desenvolvendo em cada um.
Os Famosos e os Duendes da Morte é um filme sobre a internet como uma janela para o mundo, quando estávamos descobrindo isso, antes das redes sociais, não existia Facebook [no Brasil] ainda. Era um internet retrô, de MSN, Flickr e Fotolog. Ele foi lançado em 2010 e foi muito bonito trabalhar esta visão poética da internet. A gente usou aquela frase: “Estar perto não é físico” e agora faz todo o sentido.
Voltando pouquinho tem o curta Saliva, que fala dessa excitação e temor do primeiro beijo. O que é o primeiro beijo? É a primeira vez que eu troco fluídos com alguém? O que são fluídos? Eu tenho que beber o outro? Beber a saliva do outro? O que é isso? E isso acontece quando a gente é muito jovem, entre oito e nove anos.
Por último, Alguma Coisa Assim é uma amizade, que não é bem uma amizade, entre um menino e uma menina, ou é uma amizade colorida ou um amor encontrado, só que não tem nome. São as dores e as delícias de viver um relacionamento sem nome. É tão livre que desperta questões, pois não tem espelho social, então [surge a pergunta] “o que eu faço com isso? Como funciona esta relação?”. Tudo isso vem sendo retratado [nas minhas obras] e desemboca nesta série.
CinePOP:O Brasil ainda não tem o hábito de fazer filmes voltados para os adolescentes sobre amadurecimento como os norte-americanos, o gênero chamados coming-of-age. Você se enxerga como precursor deste movimento no país?
Esmir Filho:É difícil falar de uma representação de mim mesmo, mas o que eu lembro é quando saiu o curta Alguma Coisa Assim (2006), porque o curta virou um longa 10 anos depois. Quando eu vi isso lá atrás, não existia muito curtas adolescente, sabe? O cinema não falava muito sobre adolescência. [Na época], eu recebi mensagens muito positivas e isso me instigou, porque eu gosto muito dessa fase.
A adolescência vem quando você chora pela primeira vez sozinho no seu quarto, ou seja, você não chora para outro, você chora para você mesmo e você vira um adolescente. Eu adoro trabalhar com as descobertas de sentimentos. Por exemplo, a primeira vez é tão mágica, intensa, dolorida, em todos os aspectos. Eu sou muito motivado por este tema e vou continuar falando sobre ele.
A adolescência vem quando você chora pela primeira vez sozinho no seu quarto.
CinePOP: Como é o lançamento na Netflix de chegar em centenas de países de uma só vez, mesmo já tendo um reconhecido mundo afora em festivais. Qual é o impacto desta diferença de ter uma obra que pode torna-se mais conhecida do que o Tapa Na Pantera, com mais 8 milhões de views somente no YouTube?
Esmir Filho:São 190 países, chegou hoje, agora, lançado esta manhã, então, estou ainda entendo o que é isso. (…) Para te dar uma ideia do agora, eu já acordei hoje bombardeado de mensagens e a maioria são de pessoas que eu não conheço, inclusive, que já maratonaram a série. Como assim as pessoas acordam oito horas da manhã, toma café e maratona uma série? Eu fiquei chocado de como é diferente este lugar. O “estreia amanhã” do cinema, você espera, existe um boca a boca – para fazer um trocadilho – até chegar a todo mundo. Este boca a boca do Boca a Boca foi instantâneo. Eu estou recebendo mensagens muito bacanas de pessoas que estão sacando a reflexão e refletindo junto.
CinePOP: Vi sites falando já sobre o que pode acontecer numa possível segunda temporada. Como estão os planos?
Esmir Filho:Eu vou ler esses textos e reunir ideias (risos). Existem vários elementos com os quais é possível fazer muitas relações [para o futuro]. Algumas coisas já ganharam nome, por exemplo, “assintomático”, a gente não usou a palavra “assintomático”, mas existe ali. O que eu quero dizer é que faço relações com o que estamos vivendo agora e entendo [a percepção das pessoas]. Pelo o que eu sei, o que o funciona na Netflix, é quanto mais gente ver, mais chance de ter uma segunda temporada, porque vontade pra gente não falta. A primeira temporada, ela é cheia de mistérios que levam para um possível desenvolvimento de outras temporadas, então quem quiser ir anotando… um deles é quem é o povo da floresta?
CinePOP: Para finalizar nosso bate-papo, quais dos seriados disponíveis na Netflix, você acredita que mostraria o Boca a Boca como recomendação? Ou seja, quais teriam uma relação direta com a série?
Esmir Filho: Quem viu Sex Education vai gostar da série. Só que Sex Education vai mais para o lado do humor, já o Boca a Bocaé mais um suspense com fortes emoções. Elas têm coisas muito relacionadas a sexualidade, descoberta, adolescência. Eu gosto muito de Sex Education, principalmente a segunda temporada. E Dark também. Eu acredito que as duas têm atmosferas de tensão entre os adolescente. Dark lança uma discussão sobre a metáfora do tempo, do mundo, e a gente também lança uma metáfora sobre o crescer e o adolescer por meio de uma alegoria. Eu acredito, portanto, que essas duas séries são bons exemplos.
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.
Após diversos rumores, um novo relatório do The Hashtag Show confirma que Robert De Niro está mesmo no longa-metragem de origem do Coringa. Ele interpretará um apresentador de TV chamado Murray Franklin, que não existe nas histórias em quadrinhos.
O filme de origem do vilão estrelando Joaquin Phoenix, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.
O THR revelou que a atriz Zazie Beetz, de ‘Deadpool 2’, está em negociações para entrar para o elenco. Ela deverá viver uma mãe solteira que acaba se interessando pelo homem que virá a se tornar o Palhaço do Crime.
O longa terá novidades divulgadas durante o painel da Warner Bros na San Diego Comic-Con, porém, antes mesmo disso, de acordo com uma listagem da Production Weekly, o filme será chamado simplesmente de ‘Joker’ (‘Coringa’), como na HQ de Brian Azzarello e Lee Bermejo.
Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher(‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e ‘Cães de Guerra’.
Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).
O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Apesar de já estarmos oficialmente na primavera desde a quinta-feira (22), o clima pelo Brasil ainda está meio diferente do que se espera da temporada de renascimento das flores. Enquanto algumas regiões estão explodindo de calor, outras seguem naquela friaca incômoda do inverno, bem diferente do clima ameno que marca a atual estação. Mas, enquanto o bom tempo não vem, que tal assistir um filme que se passa ou tenha a mesma sensação boa da primavera? Confira!
Apostando no humor sem noção das sitcoms americanas, Bee Movie não fez lá muito sucesso em seu lançamento, mas a história da jovem abelha cansada da vida monótona na colmeia, que escapa de lá e acaba se apaixonando por uma mulher humana, apenas para descobrir que as pessoas consomem o mel que eles tanto batalham para produzir, abrindo um processo inédito de abelhas contra a humanidade, logo caiu nas graças da internet, que transformou o longa animado em um grande meme.
No início do século XX, uma jovem morava com seus pais na Índia, mas precisava implorar para conseguir um tiquinho de atenção. Porém, quando seus pais são assassinados por uma manada de elefantes, a menina é mandada para viver com seu tio rico na Inglaterra. Tentando se adaptar à nova casa, a garota logo percebe que seguirá sem conseguir a atenção que tanto quis desde sempre. Então, ao descobrir um jardim secreto abandonado, ela decide restaurá-lo junto ao primo doente e o filho de uma funcionária da mansão, criando assim uma amizade cheia de flores, diversão e descobrimentos.
Na simpática Ilha da Formiga, o formigueiro aproveita o bom tempo para juntar comida não só para o grupo, mas também para pagar a taxa dos gafanhotos, que atuam como um bando de miliciano na região. Porém, após causar uma confusão no depósito, o jovem e inventivo Flik, tenta se desculpar viajando para fora da ilha, onde vai buscar insetos guerreiros para descerem a porrada nos gafanhotos e acabar com a cobrança das taxas. O problema é que ele nunca viu guerreiros na vida e leva uma trupe de circo como a última esperança das formiguinhas.
Lançado sob forte polêmica há quase dez anos, Spring Breakers construiu sua publicidade acerca das duas atrizes ex-Disney protagonizando um filme teoricamente sobre sacanagem jovem na primavera. No entanto, a trama caminha para um rumo bem mais complexo do que apenas isso ao abordar a situação de uma juventude transviada por meio de muita personalidade da direção e da vontade de desenvolver suas personagens, não apenas mostrá-las seminuas em tela como algum tipo de fetiche. A trama acompanha quatro amigas que querem curtir o Spring Break, as famosas férias da primavera que levam os adolescentes para as praias, onde vão beber, se bronzear e curtir a vida. Só que as amigas não têm um centavo furado no bolso, então decidem cometer um roubo para bancar a viagem. O problema é que cada uma tem uma limitação de até onde acha “ok” de ir, colocando o grupo em uma trama de muito risco e falta de noção.
Perto do leito de morte, Ed Bloom ganha de presente a visita do filho, que carrega consigo uma grande frustração de achar que o próprio pai é um grande mentiroso. Por isso, ele se afasta. E como Ed é famoso por ser um grande contador de histórias de causos que ele supostamente viveu durante a juventude, essas “mentiras” são importantes para quem ele é. Porém, diante da possibilidade de perder o pai, o filho volta atrás de sua decisão de viver afastado e tenta se reaproximar dele em seus últimos dias. Assim, o filho mergulha em uma jornada pela vida do pai por meio de suas histórias e revive alguns de seus contos favoritos, sejam eles verdade ou não.
Todos nós, fãs de ‘Game of Thrones’, nos sentimos órfãos após o fim da nossa série favorita, ainda mais depois daquele final que foi entregue, né? Bom, nossas ânsias finalmente serão atendidas a partir de hoje, com a estreia da série ‘A Casa do Dragão’, que chega com episódios novíssimos na plataforma da HBO Max todo domingo. E como sabemos que vocês vão querer saber tudo sobre a mais nova produção oriunda do universo de George Martin, separamos aqui 10 curiosidades de ‘House of the Dragon’ para vocês.
10 – De um príncipe a outro
Um dos principais personagens da trama é Daemon Targaryen, interpretado pelo Matt Smith. Matt, por sua vez, se tornou ator depois de 2003 – antes ele era jogador de futebol, porém, após um ferimento nas costas ele não pode mais jogar e passou a atuar. Antes de dar vida ao Príncipe Daemon TargaryenMatt Smith já foi outra realeza anteriormente: o Príncipe Philip, marido daRainha Elizabeth, na série ‘The Crown’.
Quando ‘GOT’ estreou, o autor George Martin comentou que queria ter visto sua cabeça espetada em uma lança em alguma cena da primeira temporada, porém, devido às limitações de orçamento, não foi possível fazê-lo naquela época. Dessa vez Ryan J. Condal, showrunner de ‘House of the Dragon’, prometeu que George terá seu desejo atendido. Vamos ficar de olho nas cabeças!
8 – Trono de Ferro
Os fãs mais ferrenhos (com o perdão do trocadilho) poderão reparar que o Trono de Ferro nessa nova série é uma remodelagem daquele utilizado em ‘Game of Thrones’, sendo apenas um pouco mais largo e mais assimétrico, aproximando-se mais de como é descrito nos livros.
7 – Vecna
‘A Casa do Dragão’ não foi a primeira história pensada para ser um spin-off do universo de GOT. Em 2018 houve conversas sobre uma série intitulada ‘Bloodmoon’, e incluía no elenco ninguém menos do que Jamie Campbell Bower, o Vecna de ‘Stranger Things’. Porém, a falta de entusiasmo de George R. R. Martin em se envolver no projeto acabou por engavetá-lo.
6 – Mais spin-offs
Desfeito o bloqueio serial, a HBO já está planejando novos derivados para o seu maior sucesso ficcional. Há planos que envolvem as aventuras de Jon Snow após o fim de ‘Game of Thrones’, além de três séries animadas, uma adaptação chamada ‘The Dunk and Egg’, baseada numa série de contos do George Martin, e uma série que acompanharia a guerreira Nymeria. Tomara!
5 – Baseado em fatos reais!
Durante a San Diego Comic ConGeorge Martin contou como ‘House of the Dragon’ é inspirada em uma guerra civil ocorrida no século XII, em um período da história inglesa chamada ‘The Anarchy’, quando o rei Henrique I da Inglaterra obrigou todos os cavaleiros jurarem fidelidade à sua única filha viva e sucessora, Matilda, mas, quando o rei morreu os cavaleiros esqueceram o juramento e teve início um período de disputas.
4 – Aprovado
Enquanto nós, meros mortais, veremos os episódios semanais na HBO Max, George Martin já viu nove dos dez episódios da primeira temporada de ‘House of the Dragon’… e aprovou o que viu!
3 – Atenção aos nascimentos
Enquanto em ‘GoT’ os casamentos eram sinais de que algo ruim estava para acontecer, em ‘House of the Dragon’ deveremos ficar atentos aos nascimentos dos bebês. Xi….
2 – População de dragões
Para a primeira temporada foram usados nada mais do que 17 modelos de dragões, e eles foram uma das primeiras coisas a serem produzidas na série.
1 – Perucas
Todo mundo sabe que a família Targaryen é dotada de longos cabelos louríssimos né? O que significa que todo o elenco que você estiver vendo na TV teve que usar peruca nas gravações… e não, não é tão legal de usar quanto parece – pelo menos é o que pensa Matt Smith, que, durante a SDCC22 comentou que se tivesse o poder de mudar algo, permitiria que os personagens pudessem pintar seus cabelos.
Seis anos após lançar o cultuado e multipremiado Tatuagem, o diretor Hilton Lacerda chega aos cinemas com o aguardado Fim de Festa. O longa é um dos destaques da programação da Première Brasil, mostra competitiva nacional do Festival do Rio 2019. Abaixo, você confere em primeira mão no CinePOP o cartaz oficial da produção. A arte destaca o grande elenco do filme e traz elementos do carnaval.
Estrelado por Irandhir Santos, Suzy Lopes, Gustavo Patriota e Hermila Guedes, o filme conta a história de um policial que antecipa a volta de suas férias para investigar o assassinato de uma jovem turista francesa durante o carnaval do Recife.
Fim de Festatem lançamento previsto para os cinemas brasileiros no primeiro semestre de 2020, sob distribuição da Imovision. Quem estiver no Festival do Rio, no entanto, poderá conferir o longa em primeira mão nos dias 15, 16 e 17 de dezembro.
‘Minha Mãe é Uma Peça 3’ tem estreia marcada para o dia 26 de dezembro e a história trará o casamento entre Juliano e Thiago. Entretanto, por decisão de Paulo Gustavo (intérprete da protagonista Dona Hermínia), o filme não mostrará os personagens se beijando.
Em entrevista ao UOL, o ator Rodrigo Pandolfo, que dá vida a Juliano, comentou que “[Gustavo] não sentiu a necessidade de colocar o beijo e expor publicamente”.
“Eu entendo, de certa forma”, ele acrescentou. “A gente não precisa esfregar nenhuma opinião pessoal na cara do público. Já estamos mostrando um casamento gay. Mais do que isso não precisa”.
A decisão gerou bastante polêmica dentro e fora da comunidade LGBTQ+, com alguns fãs comentando que não entende “como funciona a cabeça desses gays que acha que o próprio amor deles é algo ‘que não pode ser visto e nem normalizado”.
Parte do público também comentou que irá boicotar o longa-metragem, acrescentando mensagens como “não conte comigo para essa bilheteria, amado!”.
Vale lembrar que a diretora Susana Garcia(‘Minha Vida em Marte‘) substitui André Pellenz, que comandou os dois primeiros filmes.
‘Minha Mãe é Uma Peça 3‘ mostrará a Dona Hermínia tendo que organizar o casamento do filho enquanto lida com o fato de que Marcelina está grávida… e muito diferente.
Entretanto, é inegável dizer que, ao longo de dez temporadas, atores e atrizes de grande calibre foram convidados para aparições breves (e algumas um pouco mais demoradas) como coadjuvante memoráveis e hilários que pincelaram a vida dos nossos protagonistas com mais comédia – e um pouco mais de drama.
Por isso – e em celebração ao recém-anunciado revival do show -, o CinePOP separou uma breve lista com as 12 celebridades mais icônicas que deram as caras na produção (excluindo aqueles que se tornaram recorrentes, como Paul Rudd e Maggie Wheeler).
Confira abaixo as nossas escolhas e conte qual é a sua favorita:
Joey consegue outra chance de estrelar uma novela na sétima temporada da série – mas não sem a ajuda da icônica Susan Sarandon. Afinal, sua personagem, a “malévola” Cecilia Monroe, será cortada da narrativa em breve (ainda que não saiba disso) e reencarnada pelo retorno glorioso de Joey às telinhas. E, apesar de um começo conturbado entre eles, os dois acabam passando uma noite juntos e se despedem de modo bastante dramático, cada qual trilhando seu próprio caminho.
03×24: The One with the Ultimate Fighting Champion
Billy Crystal e Robin Williams fizeram uma breve, mas inesquecível aparição durante um episódio da terceira temporada, no qual irrompem no Central Perk de maneira barulhenta, interrompendo uma conversa entre os seis amigos e pedindo a eles que deem espaço no sofá.
Como fica claro, o personagem de Williams suspeita que sua mulher está dormindo com outra pessoa. Não demora muito até que a verdade venha à tona: Crystal é o amante.
Reese Witherspoon já tem um Oscar e um Emmy, mas nos anos 2000 ela participou de ‘Friends’ como Jill Greene, irmã mais nova de Rachel. Apesar de aparecer em apenas dois episódios, ela causou bastante ao falhar em amadurecer, se envolver com Ross, irritar a primogênita da família e enganar todo mundo antes de dizer adeus a todos e voltar para sua vida recheada de privilégios.
George Clooney e Noah Wyle fizeram uma memorável aparição na 1ª temporada do show – e o mais engraçado é que interpretaram dois médicos (mesma profissão que tiveram no drama ‘ER’). A dupla acabou convidando Monica e Rachel para sair, mas não tinham ideia de que Rachel estava usando o nome da amiga para usufruir de seu seguro de saúde – culminando em um encontro bastante desconfortável.
Jennifer Coolidge é conhecida por inúmeros papéis cômicos ao longo de sua carreira – e sua participação em ‘Friends’ não poderia ser diferente. Na décima temporada, a atriz se rendeu a um falso sotaque britânico na pele de Amanda, uma socialite egocêntrica que Monica e Phoebe tentaram “eliminar” de suas vidas, percebendo que a tarefa era mais difícil que pensavam.
Julia Roberts é uma das atrizes mais conhecidas da indústria do entretenimento e, em 1995, foi convidada para um episódio da 2ª temporada do show. Roberts interpretou uma ex-colega de sala de Chandler que ainda sente rancor pelo rapaz por tê-la feita passar por uma humilhação na frente de todos – esperando pacientemente por seu momento de vingança e deixá-lo completamente nu no banheiro de um restaurante.
O stripper quase aposentado Roy “Goodbody” foi uma das breves adições mais hilárias das dez temporadas de ‘Friends’, não podendo ser interpretado por ninguém menos que o carrancudo e impecável Danny DeVito. O ator deu vida ao performer de 50 anos de idade que foi erroneamente chamado para alegrar a despedida de solteira de Phoebe, mas teve uma recepção fria por parte da personagem, magoando-o e fazendo-o chorar.
Na sétima temporada, Rachel cruza caminho com sua antiga colega de sororidade, Melissa Warburton. Ela revela que ambas se beijaram numa festa da faculdade, mas Phoebe não acredita nela; ao saírem para jantar, Melissa também nega que aquilo tenha acontecido e, frustrada, Rachel a beija mais uma vez – arrancando uma declaração memorável e hilária da personagem de Winona Ryder, que revela que sempre esteve apaixonada pela amiga.
Na oitava temporada, Brad Pittinterpretou um antigo amigo de Ross, Will Colbert, que carrega consigo um rancor inexplicável por Rachel, encarando-a até hoje como sua grande inimiga. Seu ódio é tão grande que ele admitiu, em plena comemoração ao Dia de Ação de Graças, que espalhou o rumor de que ela era hermafrodita para a escola inteira (e uma curiosidade: Pitt e Aniston estavam casados na época desse episódio).
Bruce Willis sem sombra de dúvida foi uma das celebridades convidadas mais icônicas de todo o panteão ‘Friends’. Aparecendo por três capítulos, Willis deu vida a Paul Stevens, pai de Elizabeth, uma jovem estudante que estava saindo com Ross. Eventualmente, o amedrontador homem se envolve com Rachel e nos arranca risadas ao desenterrar traumas de sua infância – o que lhe rendeu uma estatueta do Emmy por sua aplaudível performance.
A Warner Bros. divulgou um novo cartaz IMAX do vindouro longa-metragem ‘Tenet’.
Confira:
Segundo a assessoria do estúdio, a previsão é que a estreia do filme aconteça em território nacional no dia 10 de setembro.
O estúdio está preocupado com o avanço da pandemia de coronavírus pelo mundo, já que a maioria das salas de cinemas seguem fechadas.
A Warner planeja lançar a produção dia 26 de agosto em países que já contiveram o pico do coronavírus, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido.
No Brasil, assim como nos Estados Unidos, os números de contaminação continuam subindo.
Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.
O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).
“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.
A produção irá estrear no dia 17 de dezembro, naCBS ALL Access.
A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).
A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.
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