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‘Amor e Monstros’: Internautas estão amando a nova comédia pós-apocalíptica com Dylan O’Brien; Confira as reações!

Depois de muitos meses de espera, a comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’ finalmente chegou ao Brasil através da Netflix – e não apenas tornou-se um dos títulos queridinhos da crítica internacional, mas caiu no gosto popular com aceitação estupenda.

No Twitter, os internautas elogiaram a narrativa e rasgaram aplausos para a performance de Dylan O’Brien no papel de Joel Dawson.

Confira:

Crítica | Dylan O’Brien brilha na divertida comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’

Dirigido por Michael Matthews, a história gira em torno de um caçador chamado Clyde (Michael Rooker), que ensina a Joel Dawson (O’Brien) como sobreviver durante um apocalipse monstro – enquanto ele cruza o país procurando sua amada.

O elenco ainda conta com Jessica Henwick (‘Punho de Ferro‘) e Ariana Greenblatt (‘O Primeiro e Único Ivan’).

A dupla Brian Duffield e Matthew Robinson é responsável pelo roteiro.

‘The Many Saints of Newark’: Protagonistas estampam os incríveis cartazes da pré-sequência de ‘Os Sopranos’

Depois do trailer, a Warner Bros. divulgou belíssimos cartazes individuais de ‘The Many Saints of Newark, pré-sequência da aclamada e premiada série Os Sopranos.

Confira:

A estreia nos EUA acontece dia 1º de Outubro.

A trama se passará nos anos 60, mostrando a briga de afro-americanos contra famílias italianas. Apesar de não ter sido confirmado, espera-se que a produção apresente versões mais jovens dos personagens apresentados na série.

No filme, Jon Bernthal (O Justiceiro) estrela como Giovanni Francis “Johnny Boy” Soprano, pai do chefão do crime Tony Soprano (James Gandolfini), originalmente interpretado por Joseph Siravo em seis episódios da série da HBO.

Estrelando como a esposa de Giovanni e mãe de Tony, Livia Soprano, está Vera Farmiga (Invocação do Mal), em um papel originalmente interpretado por Nancy Marchand.

O elenco ainda inclui Alessandro Nivola como Dickie Moltisanti, pai do membro da família DiMeo, Christopher Moltisanti (Michael Imperioli) – na série ‘Os Sopranos‘, Corey Stoll, Billy Magnussen, John Magaro, Leslie Odom Jr., Joey Diaz e Ray Liotta.

Alan Taylor (‘Thor: O Mundo Sombrio‘) dirige.

O criador do seriado, David Chase, roteiriza.

‘All of Us Are Dead’: Série de ZUMBIS já está disponível na Netflix!

A série de zumbis ‘All of Us Are Dead‘ finalmente estreou na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 28 de janeiro, no catálogo da plataforma de streaming.

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer abaixo:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

‘The Bear’: Comédia com astro de ‘Shameless’ ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

FX divulgou recentemente o primeiro teaser oficial de ‘The Bear’, comédia estrelada por Jeremy Allen White (‘Shameless’).

Além disso, foi revelado que a série tem estreia agendada para o dia 23 de junho.

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Na trama, White interpreta um jovem chef que retorna para Chicago para comandar o restaurante da família.

O elenco ainda conta com Ebon Moss-Bachrach (‘NOS4A2’), Ayo Edebiri (‘Dickinson’), Lionel Boyce (‘Hap & Leonard’), Abby Elliott (‘SNL’) e Liza Colón-Zayas (‘In Treatment’); Edwin Gibson e o chef Matty Matheson terão papéis recorrentes.

O episódio piloto foi escrito e dirigido por Christopher Storer (‘Dickinson’), que também servirá como produtor executivo da comédia, ao lado de Hiro Murai (‘Atlanta’) e Nate Matteson (‘Station Eleven’).

Esqueceram de Mim | Relembrando o clássico dos clássicos de Natal

O sonho distorcido de várias crianças é que sua família suma, pelo menos por alguns dias. Não que elas estejam carregadas de maldade, mas assim como qualquer pessoa, lidar com as pressões de ser mais novo dentro de um ambiente essencialmente adulto é complicado, principalmente pela falta de compreensão e pelo fato de poder ser deixado de lado ou tratado como alguém inferior. É óbvio que, ao colocar nessas palavras, pareço estar sendo mais melodramático do que o normal – mas é justamente essa premissa que engata a história principal de Esqueceram de Mim. 

A segunda investida diretorial de Chris Columbus é um dos filmes mais clássicos da época natalina, trazendo Macaulay Culkin no papel de Kevin McCallister, um garoto de oito anos de idade que se vê totalmente deslocado dentro de um ambiente familiar disfuncional e superpovoado. Desde o momento em que somos apresentados a esse núcleo de personagens, percebemos que se há algo de comum entre todos eles é a completa falta de equilíbrio psicológico, o que, analisando com um olhar mais brando, chega a ser cômico e não deixa de funcionar como um espelho de inúmeras famílias do mundo inteiro. Na primeira sequência, o diretor constrói um incrível plano sequência pautado na controvérsia, mostrando cada um dos membros que apinham uns aos outros em uma fluidez cênica memorável e que dialoga com o tamanho da mansão principal ao mesmo tempo em que a transforma em um lugar claustrofóbico e sufocante. 

Ora, não é nenhuma surpresa que, em uma casa com mais de dez pessoas, haja certas desavenças. Mas partindo da perspectiva do protagonista, que querendo ou não é a principal vítima, tudo recai sobre ele. Durante uma discussão em pleno jantar e horas antes da família partir em uma viagem de Natal para Paris, ele acaba entrando em uma briga com o irmão mais velho: nesse momento, Columbus opta por tirar a objetividade de uma câmera horizontal, levando-a em um contra-plongée que se inclina para a subjetividade de Kevin, colocando-o em uma posição de total desaprovação dos outros: todos o olham como se a culpa fosse inteiramente dele. E é a partir daí que o garoto tem uma epifania pessoal e percebe que não faz parte dali. 

Muitas pessoas, ao assistirem a cena envolvendo Kevin e Kate (Catherine O’Hara), sua mãe, sentiram-se em um ambiente muito comum e conhecido: em um distúrbio de rebeldia, o protagonista diz que preferiria morar sozinho e que desejava não vê-los nunca mais, dizendo várias vezes que não sentiria falta. Enquanto isso, Kate sente-se completamente de mãos atadas em um momento de puro choque e espanto, falando que esperava que aquilo não fosse verdade. É claro que entendemos a perspectiva do pequeno rapaz, mas também não podemos deixar de nos imaginar no lugar da mãe, que ouviu aquilo vindo do próprio filho. E enquanto que nas sequências predecessoras o enquadramento prezava pela inferiorização de Kevin perante sua família, esse é o primeiro momento em que o jogo vira e que um adulto está numa “posição abaixo” a de uma criança. 

Não é nenhuma surpresa imaginar o que acontece: levando em conta o título do filme, é meio óbvio pensar que, em uma correria para deixar todo mundo pronto e correr para o aeroporto, alguém poderia ter sido esquecido. E considerando que o garoto estava de castigo em um quarto no sótão, ele literalmente foi deixado para trás após uma série de eventos muito casuais, mas que nesse gênero narrativo funcionam de modo singelo e único. É apenas quando a família já está quase chegando ao destino que Kate, em uma construção muito engraçada e até mesmo tensa, de certa forma, lembra-se de que seu filho foi deixado para trás. “Que tipo de mãe eu sou?”, ela se pergunta, olhando catatônica para um ponto fixo enquanto pensa no que vai fazer. 

Enquanto isso, de volta à casa dos McAllister, Columbus arquiteta um momento completamente desprovido de sons justamente para transparecer a ideia de solidão e de crescente revelação. Enquanto no primeiro ato a gigantesca casa mostrava-se pequena demais para tanta gente, aqui Kevin se encontra em um vasto mundo outrora escondido pela presença de sua família: os planos gerais prezam pela pequenez do protagonista perante uma grandiloquência assustadora. É claro que ele, a priori, não acredita no que está acontecendo, mas logo depois quebra a quarta parede para aproveitar os supostos breves momentos que tem sozinho, transformando algo opressor em sua gloriosa vitória infantil. 

Mas o que seria da história sem os tão aguardados obstáculos? John Hughes, conhecido por suas incríveis investidas adolescentes em comédias românticas, como O Clube dos Cinco’, Gatinhas e Gatões’ e Curtindo A Vida Adoidado’, pega toda sua experiência narrativa e consegue transferi-la sem grandes perdas, mas com mudanças necessárias para o próprio protagonista, em uma jornada do herói não exatamente mítica, mas com doses consideráveis de aventura e amadurecimento. O coming-of-age de Kevin vem após o seu encontro com a dupla de ladrões Harry (Joe Pesci) e Marv (Daniel Sterns), os quais são responsáveis por inúmeros roubos. A partir daí, o garoto vê-se responsável por tomar conta da casa de um perigo real e que, aos olhos de uma criança, fazem apenas parte de uma brincadeira. 

Entretanto, diferente do que se pode pensar, nosso herói é extremamente sagaz. Após encontrar-se com seu arquétipo de guardião – que de forma quase inesperada e compreensiva não emerge na figura de seus pais, mas sim na de seu soturno vizinho Marley (Roberts Blossom) -, percebe que cabe a ele mesmo criar as mais incríveis armadilhas para impedir essa crescente ameaça de se concretizar, pelo menos até alguma coisa conseguir salvá-lo. Ao contrário do que possa se esperar, ele não se mantém na defensiva, mas ataca com todas as forças e toda a criatividade que uma mente infantil pode fornecer, o que o torna ao mesmo tempo maduro o suficiente para ter responsabilidade e se proteger. É estranho e quase melancólico pensar que Kevin teve que ser “abandonado” para encontrar-se dentro de uma personalidade mais adulta, mas esse escopo mais profundo é ofuscado inclusive pela caprichosa trilha sonora composta por John Williams, na qual os componentes natalinos mesclam-se com uma identidade musical aventuresca e envolvente. 

Esqueceram de Mim não é filme memorável por qualquer motivo. Além de toda sua construção extremamente emocionante, a ideia de colocar a narrativa perante um escopo de fim de ano é um dos principais que o transformam num clássico para a família – e cuja profundidade é maior do que se imagina. 

‘Succession’: Vídeo nos leva aos bastidores do 5º episódio da 4ª temporada; Confira!

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional legendado nos levando aos bastidores do 5º episódio.

Assista:

Lembrando que o próximo capítulo, intitulado “Living+”, vai ao ar no dia 30 de abril.

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Crítica em Vídeo | Mike Flanagan acerta novamente com a IMPECÁVEL minissérie ‘A Queda da Casa de Usher’

A Queda da Casa de Usher‘, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chega em breve ao catálogo da Netflix e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.

Confira:

Baseada na obra do mestre Edgar Allan Poe, a produção será lançada no dia 12 de outubro na plataforma de streaming.

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

Kristen Wiig tenta entrar na alta sociedade no clipe INÉDITO de ‘Palm Royale’; Confira!

A Apple TV+ divulgou um clipe inédito de sua nova comédia original, ‘Palm Royale’, estrelada por Kristen WiigLaura Dern.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 20 de março.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Alison JanneyLeslie Bibb, Ricky MartinJosh LucasCarol BurnettBruce Dern, Kaia Gerber e outros também estrelam.

‘Palm Royale’ é uma verdadeira história de Maxine Simmons (Wiig), uma mulher que se esforça para entrar na alta sociedade de Palm Beach. Enquanto Maxine tenta cruzar a linha impermeável entre os que têm e os que não têm, a série faz a mesma pergunta que ainda nos confunde hoje: “quanto de você está disposto a sacrificar para conseguir o que outra pessoa tem?”. Ambientado durante o explosivo ano de 1969, Palm Royale’ é uma prova de que todos os forasteiros lutam por sua chance de realmente pertencer a algum lugar.

Abe Sylvia (‘The Eyes of Tammy Faye’, ‘Dead to Me’) é a criadora e showrunner da série, além de assinar os roteiros, que são baseados no livro de Juliet McDaniel.

Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirige os episódios.

Ismael Cruz Córdova e elenco revelam SEGREDOS da 2ª temporada de ‘Anéis de Poder’ [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ já está disponível no catálogo do Prime Video e, recentemente, tivemos a oportunidade de entrevistar Ismael Cruz Córdova (Arondir), Trystan Gravelle (Pharazôn) e Ben Walker (Gil-galad).

O trio nos contou segredos sobre o novo ciclo e de que forma o arco de seus personagens mudou da temporada de estreia para agora.

Confira:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Como Morrer Sozinha’: Comédia com Natasha Rothwell é CANCELADA após uma temporada

Como Morrer Sozinha (‘How To Die Alone’), comédia criada e estrelada por Natasha Rothwell, foi oficialmente cancelada após uma temporada (via Deadline).

“Estou chocada, de coração partido e, francamente, perplexa que a Onyx decidiu não seguir em frente com uma segunda temporada de Como Morrer Sozinha, Rothwell disse em uma declaração oficial. “Essa é uma realidade difícil de aceitar, porque o show foi um sucesso inegável de crítica, de criatividade e de prêmios”.

A produção está disponível no catálogo do Disney+.

Rothwell também entra como showrunner ao lado de Vera Santamaria.

Mel (Rothwell) é uma funcionária negra e falida do aeroporto JFK que nunca se apaixonou e se esqueceu de como sonhar – até que um encontro acidental com a morte a catapulta em uma jornada para finalmente voar e começar a viver por qualquer meio necessário.

Conrad RicamoraJocko SimsKeiLyn Durrel JonesBashir SalahuddinEllen Cleghorne completam o elenco.

O Diabo Veste Prada | Relembrando a ICÔNICA dramédia estrelada por Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt

O mundo da moda sempre foi alvo de interesse por… Bem, todo mundo. E a sétima arte não estaria de fora disso.

Seja como parte intrínseca da experiência cinematográfica, seja como inspiração para narrativas envolventes, são inúmeros os projetos encabeçados por realizadores que utilizam esse universo fashion como força-motriz de explorações não só sobre os bastidores dessa indústria multibilionária e imortal, mas sobre a experiência humana dentro de uma sociedade movida pelo consumismo e pela necessidade de brilhar em meio ao comum. E é claro que, quando falamos disso, um dos principais títulos que nos vêm à cabeça é o clássico contemporâneo O Diabo Veste Prada.

O longa-metragem, dirigido por David Frankel, alcançou sucesso considerável à época de seu lançamento e, mesmo dezenove anos depois de seu lançamento nos cinemas, continua a encantar gerações e mais gerações de cinéfilos ou apenas daqueles que estão procurando uma boa história. Não é surpresa, pois, que uma antecipada sequência já esteja em desenvolvimento – trazendo boa parte da equipe técnica e artística de volta a mais uma empreitada que promete nos conquistar do começo ao fim. Remando contra as expectativas, a comédia dramática inspirada no romance homônimo de Lauren Weisberger fez um barulho considerável nas bilheterias ao redor do mundo e conquistou duas indicações ao Oscar.

Com um impacto inegável na cultura pop, a trama acompanha Andrea “Andy” Sachs (Anne Hathaway), uma recém-graduada em jornalismo que busca a oportunidade de sua carreira enquanto navega pelas atribulações da vida adulta. Ao ser selecionada para uma entrevista de emprego na revista Runway, comandada pela impiedosa Miranda Priestly (Meryl Streep), ela é arremessada em um mundo ao qual não pertence – povoado por modelos estonteantes e esguias, estilistas célebres e uma luta pelo poder e pelo controle que se esconde em meio a ensaios fotográficos e seleções de estampas. Trabalhando ao lado de Emily Charlton (Emily Blunt), primeira assistente Miranda, e de Nigel Kipling (Stanley Tucci), diretor de arte da revista, ela percebe que precisa mergulhar mais fundo para sobreviver em meio a uma ostensiva selva urbana.

Contando com algumas das cenas mais memoráveis dos anos 2000 no circuito cinematográfico, O Diabo Veste Prada destina-se para qualquer um que deseje se deliciar com uma história leve e muito bem construída, pautada por performances memoráveis e que nos fazem se divertir desde os primeiros minutos de tela. Frankel, aliando-se ao roteiro de Aline Brosh McKenna, transforma um metódico romance em uma sólida dramédia que reafirma sua importância e sua beleza ano após ano, caindo no gosto do público através de memes contínuos e de pequenas prévias que viralizam constantemente nas redes sociais – e, por mais que alguns aleguem que o projeto é superficial demais para ser levado a sério, as sutilezas escondem essas múltiplas camadas que se escondem bem à nossa vista.

O longa não apenas nos mostra os segredos de um dos universos mais capciosos da criação humana, mas revela que a aparente frivolidade da moda é uma proposital fachada que esconde os mais profundos desejos do indivíduo e que se materializa em caríssimos desfiles de haute couture, estilistas sedentos por reconhecimento e fama e profissionais da área que trabalham noite após noite para transformar a impalpabilidade do sonho em uma obra de arte tangível. Mais do que isso, McKenna explora as incursões de Weisberger ao explorar não só as disparidades de gênero no mundo corporativo, como relações de trabalho tóxicas e romantizadas, expandindo a análise para os laços afetivos que Andy desfruta com seu namorado Nate (Adrian Grenier), que não consegue entender sua perspectiva e seu ponto de vista em ter aceitado o trabalho na Runway.

o diabo veste prada 2

Cada elemento do filme funciona, ainda que não em uma completude exata, dentro dos limites autoimpostos para o gênero: a costumeira estética empresarial e institucionalizada é transmutada em uma vibrante e rápida jornada tour-de-force, guiada não apenas pela dinâmica montagem de Mark Livolsi, mas pelo passeio entre ateliês de criação, salas de reunião, provadores e passarelas que expande esse microcosmos a uma exuberante celebração da própria arte. Em adjacência, a metódica e prática trilha sonora de Theodore Shapiro contribui tanto para a contínua atmosfera de deadlines e correrias quanto para os momentos mais melodramáticos e reflexivos.

Mencionar a cereja do bolo parece desnecessário a esse ponto – mas aplaudir as incríveis performances de um dos trios mais icônicos da atualidade nunca é um trabalho cansativo. Enquanto Hathaway eterniza Andrea como uma inesperada heroína de si mesma e um símbolo de crescimento e amadurecimento, Blunt diverte-se ao interpretar a esnobe Emily, cujo arco é delineado com cuidado. E, é claro, Streep reitera seu status como uma das maiores atrizes de todos os tempos ao encarnar Miranda como se tivesse sido escolhida a dedo para o papel.

No final das contas, O Diabo Veste Prada não tem o popular patamar que carrega nos dias de hoje por qualquer motivo – e, enquanto aguardamos ansiosamente a ambiciosa sequência, é sempre uma boa ideia revisitá-lo.

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

‘Casa de Dinamite’: Vídeo explora a trilha sonora do novo thriller político da Netflix; Confira!

Casa de Dinamitethriller político dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow (‘Guerra ao Terror’), chegou há pouco mais de um mês ao catálogo da Netflix – e se tornou um dos filmes mais elogiados da plataforma este ano.

Agora, foi divulgado um vídeo de bastidores inédito explorando a incrível e tétrica trilha sonora assinada por Volker Bertelmann.

Confira:

Noah Oppenheim assina o roteiro.

Na trama…

Um míssil não identificado é disparado contra os Estados Unidos, dando início a uma corrida para encontrar o responsável e decidir o que fazer.

Idris Elba, Rebecca Ferguson, Gabriel Basso, Jared Harris, Tracy Letts, Anthony Ramos, Moses Ingram, Jonah Hauer-King, Greta Lee e Jason Clarke estrelam.

Casa de Dinamite teve sua estreia oficial no Festival de Veneza, onde foi recebido com aclame por parte da crítica e conquistou sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – tornando-o um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Após passagem no Rio de Janeiro, musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega à capital paulista em MAIO

Após passagem pelo Rio de Janeiro, o espetáculo musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega pela primeira vez a São Paulo em 2026, ampliando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como ‘Quase Normal’‘A Cor Púrpura’‘Querido Evan Hansen’. Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

A estreia na capital paulista ocorre no dia 14 de maio, no Teatro Liberdade, aumentando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo. Em ambas as praças, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica, que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo — sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional dessa história real.

No papel-título está Sara Sarres, um dos nomes mais referenciais do teatro musical brasileiro. Dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior, a atriz e cantora protagonizou títulos consagrados como ‘Les Misérables’‘O Fantasma da Ópera’‘West Side Story’‘Cats’‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, seu último trabalho no Brasil antes de se mudar para fora do país. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr.

O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara SarresClaudio Lins no papel do Príncipe Charles, em uma interpretação que explora as contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth, símbolo de poder e tradição; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles, figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais embates afetivos, institucionais e midiáticos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica, enquanto os demais integrantes do elenco — cujos nomes serão revelados em breve — completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa.

Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.

‘The Old Man’: Jeff Bridges será um ex-agente da CIA no drama policial da FX

De acordo com o Deadline, após mais de 50 anos longe da TV, Jeff Bridges está voltando às telinhas em ‘The Old Man‘, drama policial escrito por Jon Steinberg e Robert Levine, co-criadores de ‘Black Sails‘.

Baseada no romance homônimo, escrito por Thomas Perry, a série acompanha Dan Chase (Bridges), um agente da CIA aposentado que agora vive em reclusão, até que um assassino de aluguel o obriga a voltar aos tempos de guerra.

Jeff Bridges é um ator icônico e extraordinário e tê-lo como a estrela desta série é um momento incrível para o FX“, disse Nick Grad, presidente de programação da emissora. “Jon Steinberg e Robert Levine entregaram um roteiro incrível para o piloto e Jeff é perfeito para o papel de Dan Chase. Também estamos felizes por trabalhar com Warren Littlefield, com quem tivemos uma excelente parceria em ‘Fargo‘, juntamente com nossos parceiros da Fox 21.”

A última vez em que Bridges atuou numa produção para a TV foi em Aventura Submarina (Sea Hunt), ao lado de seu pai, Lloyd Bridges, em 1963.

Bridges também será o produtor executivos da série, ao lado de Warren Littlefield, Dan Shotz e David Schiff.

As gravações da série tem previsão de início para o outono nos EUA.

Roteirista de ‘De Volta Para o Futuro’ explica furo na trama após 35 anos

Uma das maiores críticas ao filme ‘De Volta para o Futuro‘ é justamente a viagem no tempo e a relação entre Marty McFly (Michael J. Fox) e seus pais.

Isso porque Marty foi o responsável pela união entre George (Crispin Glover) e Lorraine (Lea Thompson), mas o casal nunca menciona a semelhança entre o jovem que os juntou e seu próprio filho.

Até mesmo o diretor James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘) criticou a história por conta desse ‘furo no roteiro’.

Em seu perfil do Twitter, Gunn foi irônico ao dizer:

“‘De Volta para o Futuro’ parece uma história imperfeita (por que os pais de Marty não se lembram dele?), Mas eu ainda diria que é um filme perfeito, porque há razões que tornam tudo isso aceitável. Ou talvez eu esteja em negação. Quem sabe?”

No entanto, o roteirista Bob Gale conversou com o The Hollywood Reporter e decidiu encerrar a discussão de uma vez por todas, dizendo:

“Lembre-se de que George e Lorraine só conheceram Marty/Calvin por oito dias quando tinham 17 anos e nem o viram durante todos esses oito dias. Então, muitos anos depois, eles poderiam se lembrar daquele garoto interessante que os reuniu no primeiro encontro. Mas é algo engraçado, eu desafio qualquer um a se lembrar perfeitamente de alguém que conheceram por uma semana na época da escola.”

Gale fez questão de deixar claro que George e Lorraine ainda se lembram daquele garoto chamado Calvin Klein, mas argumentou que o tempo corrompe as lembranças:

“Se você não tiver fotografias como referência, fica difícil se lembrar depois de 25 anos, você provavelmente teria apenas uma vaga lembrança.”

Ele continuou:

“Sinto que eles apenas acham curioso e engraçado o fato de seu filho ser parecido com o jovem que eles conheceram e isso não seria um problema. Caso encerrado, doc.”

E aí, a reposta foi o suficiente para você?

Considerada um marco do cinema, a trilogia ‘De Volta para o Futuro‘ (Robert Zemeckis) permanece sendo aclamada por milhões de fãs e críticos especializados.

Ao total, os filmes conseguiram faturar US$ 965,8 milhões nas bilheterias mundiais.

Lembrando que o último filme da franquia foi lançado em 1990 e acumulou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘WandaVision’: Mercúrio de Evan Peters é aparentemente confirmado na série

Já faz um tempo que rumores indicaram que Evan Peters estaria reprisando seu papel como Pietro Maximoff/Mercúrio em ‘WandaVision‘, e parece que sua participação foi mesmo confirmada.

Em seu perfil do Twitter, Rodri Martin, dublador de Peters na versão espanhola dos ‘X-Men‘, confirmou que irá dublar o astro em um episódio da série da Disney+.

O curioso é que ele apagou a publicação depois de perceber que vazou a informação antes da hora.

Na legenda, Martin destaca que esta é a primeira série na qual ele terá privilégio de dublar Peters como Pietro mais uma vez.

Em outras palavras, parece que ‘WandaVision‘ já deve estar plantando as sementes do Multiverso da Loucura antes do previsto.

Confira:

“Mercúrio de Evan Peters em ‘Wandavision‘. O dublador espanhol do astro, Rodri Martin, confirmou que voltou para dar a personagem Pietro Maximoff na série. Após esse erro, ele excluiu seu status no Twitter e no Instagram.”

Lembrando que ‘Wandavision‘ já é a produção mais bem avaliada do MCU, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com essa nova porcentagem, a série conseguiu superar a marca de ‘Pantera Negra‘, que até então contava com a melhor avaliação, com 96% de aprovação.

Das 126 avaliações da crítica especializada presentes no agregador, apenas oito delas foram classificadas como negativas.

Os dois primeiros episódios da produção já estão disponíveis no Disney+.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, Teyonah ParrisKathryn Hahn.

‘Rocky IV’: Trailer da versão do diretor deixa o filme ainda mais ÉPICO; Assista!

No ano passado, Sylvester Stallone anunciou que estava reeditando ‘Rocky IV’ como uma nova versão oficial do diretor.

Desde então, o astro vem atualizando seus seguidores do Instagram com diversas publicações relacionadas ao projeto.

E a MGM aproveitou para divulgar o primeiro trailer oficial, que traz algumas cenas inéditas da sequência e consegue deixar a rivalidade entre Rocky e Drago (Dolph Lundgren) ainda mais ÉPICA!

Assista:

Anteriormente, Stallone publicou uma imagem inédita dos bastidores ao lado de Dolph Lundgren, intérprete de Ivan Drago e anunciou o lançamento para 11 de novembro.

A nova versão terá sua première na cidade de Filadélfia, na Pensilvânia, cidade natal do boxeador mais famoso do universo cinematográfico.

Confira a publicação:

“Eu me deparei com uma foto muito rara que nunca tinha visto antes, apenas me lembrou de um velho pôster de luta de 100 anos atrás. Bem, acabei de ver o trailer do corte do diretor de ‘Rocky IV’. E, na minha humilde opinião, está incrível. Excelente trabalho dos editores! Esta batalha, com as novas filmagens, ficou extraordinária. Estreando na Filadélfia, em 11 de novembro!”

Lançado em 1985, Rocky IV‘ foi escrito, dirigido e estrelado por Stallone.

Na trama, o boxeador soviético Ivan Drago desafia o campeão mundial, mas Apollo Creed (Carl Weathers) decide lutar contra Drago e acaba sendo morto no ringue. Enfurecido com a morte de Creed, Rocky decide lutar contra Drago na União Soviética para vingar a morte do amigo e defender a honra de seu país.

Orçado em US$ 28 milhões, o longa foi um sucesso comercial e conseguiu arrecadar US$ 300 milhões pelo mundo.

No entanto, o filme perdeu força crítica e teve apenas 40% de provação no Rotten Tomatoes. 

Roteirista revela se ‘Obi-Wan Kenobi’ terá 2ª temporada

Quando a série dedicada ao ‘Obi-Wan kenobi‘ estava sendo desenvolvida, a Lucasfilm já havia anunciado o projeto como uma minissérie, com começo, meio e fim.

Mas, há algumas semanas, rumores apontaram que o estúdio estaria planejando uma 2ª temporada devido ao enorme sucesso da atração.

Durante uma entrevista para o Deadline, o roteirista Joby Harold foi questionado sobre o assunto e desmentiu a possibilidade.

“Estou sendo questionado sobre isso constantemente. Mas todos nós [da Lucasfilm] pensamos nisso como uma história fechada. Na minha mente, sempre estive focado nisso como uma espécie de minissérie, então não planejei nada além desses seis episódios.”

A diretora Deborah Chow também já havia dito à Rádio Times que:

“Essa série não explora aventuras semanais como ‘O Mandaloriano’. É uma grande história concebida para ser independente e funciona como um elo entre ‘A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança‘.”

Ela continuou:

“É claro que há mais histórias que você poderia contar. Obviamente, há mais 10 anos antes de chegarmos a ‘Uma Nova Esperança‘ e com um personagem como Obi-Wan Kenobi, acho que apenas vê-lo andar na areia às vezes é interessante. Quem sabe? Mas nunca foi nossa intenção estender por várias temporadas.”

Lembrando que o último episódio da série estreia em 22 de junho, na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

 

‘What If…?’: Revelado o visual de Hela na 2ª temporada; Confira!

Uma página do Instagram divulgou uma merchandising que revela como será o visual de Hela, a deusa da morte, na 2ª temporada da animação ‘What If…?

Desta vez, a personagem vai usar um traje com coloração avermelhada em vez do verde que usou em ‘Thor: Ragnarok‘.

Infelizmente, ainda não há detalhes sobre a trama do episódio em que ela vai aparecer.

Confira a imagem:

Considerando a narrativa criativa da animação, tudo pode acontecer, já que a 1ª temporada trouxe perspectivas completamente diferentes sobre os principais personagens do MCU através de suas versões alternativas do Multiverso…

Ao longo dos episódios, vimos Peggy Carter tomando o soro do Super-Soldado no lugar de Steve Rogers, Killmonger como um dos guarda-costas de Tony Stark, e Hank Pym como um perigoso assassino atrás dos membros dos Vingadores.

E parece que a 2ª temporada vai apresentar tramas ainda mais loucas.

Anteriormente, o produtor Bryan Andrews conversou com o Deadline sobre o que o público pode esperar dos próximos episódios, ao que ele respondeu:

“Obviamente, você pode esperar histórias mais originais e que lentamente se desenvolvem para um terreno mais selvagem. Na 1ª temporada, Kevin queria manter a história um pouco mais próxima do que foi estabelecido nos filmes, com uma coisa ou outra diferente, mas ainda ressoando a trama dos filmes. Isso não acontece com frequência na 2ª temporada.”

Como já foram lançados muitos filmes entre as fases 3 e 4 do MCU, Andrews disse ainda que as possibilidades para brincar com ideias alternativas são infinitas.

“Há muito mais filmes para explorar e coisas para pegar inspiração, então não precisamos ter apenas um pequeno momento. Podemos expandir e as coisas podem ficar um pouco mais malucas. Nós aumentamos o nível de loucura na 2ª temporada e a 3ª promete muito mais. Agora temos personagens com os quais não tivemos a chance de trabalhar antes, e será divertido ver como eles serão apresentados aos favoritos do público. Mal posso esperar para que os fãs assistam.”

Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada, e a Disney+ revelou na San Diego Comic-Con que a 2ª temporada será lançada no ano que vem.

O teaser do próximo ciclo foi exibido no evento e trouxe cenas com o retorno da Capitã Carter e do Steve Rogers com o HYDRA Stomper, além da adição da Valquíria, Korg, Hela, Shang-Chi, Feiticeira Escarlate e vários outros personagens.

Confira o anúncio:

Todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Disney+.

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‘Superman: O Legado’: James Gunn provoca os fãs com a primeira arte conceitual do filme; Confira!

A pré-produção de ‘Superman – O Legado‘ está bem encaminhada, com o diretor James Gunn começando a completar o elenco antes do início oficial das gravações, que serão iniciadas em março do ano que vem.

Em seu perfil do Threads, Gunn decidiu provocar seus seguidores ao compartilhar a primeir ‘arte conceitual’ da adaptação.

Na verdade, trata-se de um rascunho simplório e nada revelador, feito pelo próprio cineasta, que escreveu:

“Spoiler??!! Bem, provavelmente não. Estou constantemente desenhando cenas e storyboards do ‘Superman: O Legado’ em tudo. Aqui está um que acabei de enviar aos meus chefes de departamento para entender o quão certeiro seria o lance que estávamos discutindo.”

Confira:

Como os fãs estão bastante curiosos, muitos deles já estão entrando em contato com Gunn para saberem quando será revelado o novo traje do Homem de Aço, vivido por David Corenswet (‘Pearl’).

Através do Threads, o cineasta foi questionado com a seguinte pergunta:

“Olá James, gostaria de saber onde você está no processo de criação do figurino e da música do Superman.”

Em reposta, Gunn disse que:

“O figurino está quase pronto, mas ainda estamos indo e voltando em alguns elementos. Grande parte da trilha sonora – talvez até a maioria dos temas principais – já foi escrita.”

Confira:

Além de Crenswet, o novo filme do Homem de Aço incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

Já Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.

Lembrando que ‘Superman: O Legado’ tem estreia marcada para julho de 2025.

Disney+ | Os 35 anos de O Ratinho Detetive – A vez em que “Sherlock Holmes” esteve na Disney

Disponível no Disney Plus, animação de 1986 completa 35 anos

Ao longo do século XX a Disney produziu algumas das animações mais importantes de todos os tempos, principalmente na segunda metade do período. Mesmo assim, entre os anos 70 e 80, é curioso o número de produções do estúdio que embora tenham demonstrado sucesso à época de lançamento, hoje mal são lembradas pelo estúdio ou comunidade de fãs. Dentre elas existe um caso em específico de obra esquecida, lançada em 1986.

A produção de As Peripécias do Ratinho Detetive (The Great Mouse Detective) se desenrolou em um momento muito crítico para o departamento de animação da casa do Mickey. Um ano antes eles haviam se arriscado com sua produção mais madura até então, Caldeirão Mágico, pondo nela enormes esforços não só de pessoal mas também financeiros. A ideia era que esse fosse o primeiro capítulo de uma nova franquia baseada nos livros das Crônicas de Prydain.

A aura assustadora do projeto, bem como as menções diretas a morte e assassinato transformaram o filme em um fracasso de público; o alto investimento posto nele acabou por desencadear uma crise interna então sem precedentes, com a regra vigente voltando a ser para apostar em produções mais familiares e tradicionais.

“Caldeirão Mágico” foi uma das apostas mais arriscadas da Disney.

Altamente pressionado o então presidente da Disney, Ron Miller, deu sinal verde para o início de uma nova animação; a princípio ela seria baseada em uma sugestão de Joe Hale, artista veterano da empresa com participações em clássicos como 101 Dálmatas e Bela Adormecida, para adaptar a série de livros Basil of Baker Street de Eve Titus, ainda nos anos 70. Essa é uma reimaginação das histórias escritas por Sir Arthur Conan Doyle e protagonizadas por Sherlock Holmes, porém, nessa versão todos os personagens humanos são substituídos por versões roedoras.

De início a ideia foi rejeitada pelo chefe, pois a concepção do projeto era muito similar a de um outro filme que ainda seria lançado pela Disney em 1977: Bernardo e Bianca. Em ambas as histórias os protagonistas seriam ratos e teriam a função de realizar algum tipo de salvamento; com isso a ideia tinha ido temporariamente para a geladeira até 1985. 

Com o novo contexto ele escolheu a dupla John Musk e Ron Clements para resgatarem a ideia de uma adaptação dos livros de Eve Titus, foi então encomendado que eles elaborassem um rascunho do roteiro e o apresentassem. Porém, um acontecimento extra-estúdio iria lançar uma nova dúvida sobre a ideia. Por volta de 1985 a Paramount lançou O Enigma da Pirâmide, esta sendo uma aventura com a dupla Holmes\Watson ainda na idade juvenil tendo que resolver seu primeiro caso.

Havia a preocupação, por parte da diretoria, que esse novo projeto pudesse ficar muito parecido com “Bernardo e Bianca”.

Mesmo tendo a produção de Steven Spielberg e apresentando um avanço importante no uso da computação gráfica, o filme foi considerado um fracasso pelo estúdio. Dessa forma, internamente a Disney estava muito desconfiada quanto às chances de sucesso de um novo projeto adaptando a marca de Sherlock Holmes vindo tão próximo desse caso de insucesso. Além do mais, Caldeirão Mágico estava já demonstrando problemas nos estágios finais de produção.

A problemática era tão intensa que até mesmo o orçamento de Ratinho Detetive teve que sofrer um corte para sanar os gastos que Caldeirão Mágico, àquela altura atingindo a casa dos US$ 40 milhões em orçamento, estava requisitando. Com isso, a adaptação da obra de Eve Titus precisou operar com “apenas” US$ 10 milhões (mais tarde tendo um leve aumento para 14 milhões).

Atualmente o filme carrega a fama de ser a primeira animação a compor uma cena inteiramente em CGI, mas isso aconteceu, inicialmente, como um tapa buraco. Originalmente o filme tinha previsão de lançamento para 1987, porém a alta cúpula da Disney adiantou a data para 1986. Com pouco tempo e dinheiro, a equipe teve que apelar para o uso da então nova tecnologia para gerar um ambiente inteiro.

Lançado mundialmente em 2 de julho, O Ratinho Detetive foi o sucesso que o departamento de animação do estúdio precisava. Ao final de seu período em cartaz ele gerou um lucro de US$ 50 milhões mundialmente (somando a bilheteria doméstica e estrangeira), bem como conquistando aclamação geral por parte da crítica, esta ressaltando constantemente a fluidez e qualidade geral da animação.

A aventura de Basil foi o sucesso que a Disney precisava.

A película também apresentou para o público um leque inesquecível de personagens carismáticos. Entretanto, é certo que o protagonista Basil (que, assim como sua contraparte nos livros, possui esse nome em homenagem ao melhor ator a ter interpretado Sherlock nos cinemas: Basil Rathbone) e o antagonista Ratagão roubam todas as cenas. Enquanto o primeiro é um arquétipo do herói clássico do estúdio, o segundo tem em seu divertimento com vilanias um carisma que também é comum na maior parte dos vilões do estúdio (além de uma dublagem exemplar de Vincent Price).

De quebra ainda existe uma referência muito interessante para os fãs dos filmes de Sherlock Holmes da década de 40; durante a cena de introdução de Basil e Dawson é perceptível que a morada deles também é na 221b da Baker Street (a casa de Holmes) além de que é possível ouvir o próprio detetive falando em outro cômodo. A voz utilizada nesse momento veio de arquivos sonoros do próprio Basil Rathbone durante uma leitura de A Liga dos Cabeças Vermelhas, escrito por Conan Doyle, gravado pela Caedmon Records em 1966.

Ainda que não tenha envelhecido como uma das obras mais populares do estúdio, O Ratinho Detetive aplica perfeitamente todos os elementos que tornaram a Disney o que ela é. De quebra ainda é um tributo muito agradável para os fãs do famoso detetive, do qual todos os famosos elementos de suas histórias são respeitados ao máximo. Esse sem dúvida é um clássico da Disney que necessita de maior atenção, principalmente pela valorização nos últimos anos da propriedade Sherlock Holmes, e certamente é uma pérola escondida no serviço do Disney Plus.

 

‘Wilderness’: Nova série de SUSPENSE do Prime Video ganha teaser; Confira!

Prime Video divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Wilderness’, nova série de suspense estrelada por Jenna Coleman (‘O Paraíso e a Serpente’) e Oliver Jackson-Cohen (‘O Homem Invisível’).

A produção chega ao catálogo em 15 de setembro.

Confira:

A produção é escrita por Marnie Dickens e baseada no romance de BE Jones. O show acompanha Liv (Coleman) e Will (Jackson-Cohen), um casal britânico que parecem ter uma relação perfeita.

Quando Liv descobre que Will está tendo um caso, ele propõe uma viagem pelos épicos Parques Nacionais da América para dar um novo começo ao relacionamento deles, mas ela só pensa em se vingar.

Yong Kim (‘Lovesong’) assina a direção e produção dos episódios. Elizabeth Kilgarriff e Dickens também estão na produção.

Ashley BensonEric Balfour também estrelam.

Wilderness‘ tem estreia prevista para o outono norte-americano (isto é, entre os meses de setembro e novembro).

‘Coringa: Delírio a Dois’ quebra RECORDES com trailer de sucesso estrondoso!

Coringa: Delírio a Dois’ ainda não estreou nos cinemas, mas a sequência estrelada por Joaquin Phoenix e Lady Gaga já está fazendo história. O primeiro trailer do filme, lançado no último dia 10, se tornou o maior lançamento da Warner Bros. nos últimos anos.

Segundo a Variety, o trailer deCoringa: Delírio a Dois’ somando todas as plataformas conquistou 167 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento. A reportagem ainda afirma que os números do trailer e o engajamento nas redes sociais superaram os do primeiro trailer de ‘Barbie’, tornando-se o maior lançamento da Warner Bros.

Além disso, o trailer se tornou instantaneamente o vídeo mais comentado no YouTube na noite da estreia e conta atualmente com 25,9 milhões de visualizações apenas nessa plataforma.

Durante as primeiras 24 horas, o trailer da sequência deCoringa dominou o X, com 10 termos relacionados ao filme em tendência, incluindo #JokerFolieADeux, Gaga, Harley, Harley Quinn, Joaquin Phoenix, Joker, Joker 2, Joker2, Lady Gaga e Todd Phillips.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

‘Batman vs Superman’: Jesse Eisenberg acredita que interpretar Lex Luthor PREJUDICOU sua carreira

O astro Jesse Eisenberg recentemente relembrou seu trabalho no antigo DCEU, onde interpretou Lex Luthor nos filmes de Zack Snyder, ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ e ‘Liga da Justiça’, e revelou que os longas acabaram prejudicando sua carreira.

“Eu estava nesse filme do ‘Batman’, e o filme foi tão mal recebido, e eu também fui tão mal recebido”, ele compartilhou, segundo o ComicBookMovie. “Nunca falei sobre isso antes e é meio embaraçoso admitir, mas realmente acho que isso prejudicou minha carreira de forma significativa, porque fui mal recebido em algo tão público”.

“Já participei de projetos mal recebidos que nunca chegaram aos cinemas, e na maioria das vezes, ninguém sabe, mas isso foi tão público. Eu não leio críticas ou resenhas, então não sabia o quão mal foi recebido”, completou Eisenberg.

Vale lembrar que o novo DCEU será iniciado com Superman, sob a direção de James Gunn.

O filme tem estreia agendada para o dia 11 de julho de 2025.

Relembre a sinopse:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.

Superman marca o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
david corenswet as superman

‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’: Nova imagem revela Lindsay Lohan com a guitarra; Confira!

O aguardado ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’, sequência do icônico filme da Disney Sexta-Feira Muito Louca, acaba de ganhar uma nova imagem que mostra Lindsay Lohan com a clássica guitarra de sua personagem.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Curtis) e Anna (Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Astro da Disney oferece ajuda a ex-ator da Nickelodeon em situação de rua

O ator Shaun Weiss, eterno Greg Goldberg da franquiaNós Somos os Campeões, se manifestou nas redes sociais revelando que vai ajudar Tylor Chase, ex-estrela da Nickelodeon que viralizou recentemente em um vídeo mostrando sua vida em situação de rua em Riverside, na Califórnia.

Conforme a Variety, conhecido por sua própria jornada pública de superação contra o vício, Weiss usou o Instagram para oferecer suporte direto ao intérprete de Martin Qwerly em ‘Manual de Sobrevivência Escolar do Ned’.

Weiss revelou que já garantiu recursos práticos para tirar Chase das ruas, contando com o apoio de centros de tratamento especializados:

“Recebi muitas mensagens sobre o Tylor. Entrei em contato com alguns amigos e já temos uma vaga para ele em uma clínica de desintoxicação, além de um lugar para tratamento de longo prazo na Eleven 11 Recovery”, explicou Weiss.

O maior desafio agora é a localização exata do ex-ator: “Tudo o que precisamos fazer agora é encontrá-lo. Não estou em Los Angeles, senão eu mesmo iria procurá-lo. Se alguém tiver um contato cara a cara com ele, por favor, me mande uma DM para que possamos ajudá-lo a tempo do Natal”.

Tylor deu vida ao icônico e falante Martin Qwerly durante as três temporadas de Manual de Sobrevivência Escolar do Ned’. Ele também teve participações em Todo Mundo Odeia o Chris e no filmeGood Time Max’.

‘Lotus’: Ex-BBB Alberto Cowboy é escalado para estrelar novo filme ao lado do vencedor do Oscar Cuba Gooding Jr.

O ex-participante do BBB 26, Alberto Cowboy, acaba de dar um salto internacional em sua carreira. Ele foi confirmado no elenco deLotus, o novo filme da artista e produtora chinesa Qymira. O projeto promete chamar a atenção do público por contar com grandes nomes do cinema mundial, incluindo o vencedor do Oscar Cuba Gooding Jr.

Em entrevista à revista Quem, o ex-BBB revelou que o convite para o longa surgiu nos Estados Unidos, durante o LABRFF Orlando (Los Angeles Brazilian Film Festival).

“Participamos do lançamento do primeiro filme dela agora em Orlando e foi lá que ela formalizou o convite. O segundo filme vai se chamar Lotus e será gravado aqui no Brasil”, anunciou Alberto.

Apaixonada pela cultura brasileira, a diretora Qymira escolheu a Bahia e o Rio de Janeiro como cenários principais para as filmagens. Alberto celebrou a oportunidade de dividir o projeto com estrelas de Hollywood:

“Ela ama o Brasil, ama a Bahia, e vamos ter gravações na Bahia e no Rio. Eu sou um dos atores já contratados e, para minha surpresa, tem várias outras pessoas no elenco, até atores consagrados como Cuba Gooding Jr. É uma oportunidade, a gente tem que vir, ficar aqui e gravar”, destacou.

Para ele, o papel é o reflexo do pós-BBB:

“É alegria atrás de alegria. Já falamos sobre isso, já soltamos algumas coisinhas, mas é inacreditável. Quando eu olho, falo: ‘Mentira, não é comigo. Alguém me equilibra, alguém me balança’. Mas é muito legal. As oportunidades que surgiram a gente vai aproveitar, tentando conciliar a vida lá e aqui”, celebra.

Entrevista exclusiva com o cineasta e produtor Kleber Mendonça Filho

O VII Janela Internacional de Cinema do Recife está chegando ao fim e os números não mentem: bem como as edições anteriores, o público aumentou e o evento está tomando maiores proporções. Já podemos dizer que é o principal festival de cinema de Pernambuco e um dos maiores do norte-nordeste. Isso dar-se ao fato de sempre estar inovando, apresentando mostras de novos longas e curtas-metragens nacionais e internacionais, criando oficinas que revelam jovens talentos e ainda exibindo clássicos marcantes do cinema mundial, o que tem levado milhares de pessoas às sessões noturnas do Cinema São Luiz.

O que impressiona é ter em vista que o orçamento do festival ainda é pequeno em relação a outros, como o próprio Cine PE, que inversamente vem tendo, ano após ano, baixas significativas. Mas o sucesso não é por acaso, por trás do Janela existe uma equipe empenhada e apaixonada pelo que faz, comandada pela competente curadoria do jornalista e cineasta Kleber Mendonça Filho e da produtora Emilie Lesclaux.

Para saber um pouco mais sobre crescimento e futuro do festival, o CinePOP entrevistou o próprio Kleber Mendonça, que também falou da cena atual do cinema pernambucano e de seus novos projetos.

Estamos vendo que o Janela Internacional tem crescido a cada edição e ganhado novas dimensões, virando até uma mostra que tem se ramificado com o tempo, tornando-se assim um dos mais importantes festivais de cinema do estado. Como você enxerga esse crescimento?
Eu enxergo o crescimento lento, gradual e constante. Começamos bem pequeno, só que quando você vai fazendo um trabalho, pela constância, ele vai naturalmente crescendo. E até hoje, durante esses sete anos, não demos nenhum passo em falso no sentido de voltar uma casa. Mas o entusiasmo das pessoas é pra mim o mais interessante, um fato é o crescimento de gente vendo a sessão de curtas, que faz com que novos autores apareçam. Ou mesmo os clássicos que considero filmes essenciais, onde colocamos muitos títulos conhecidos, e hoje já podemos passar também títulos não tão conhecidos, o caso de Paris, Texas e Pelos Caminhos do Inferno. Então, o crescimento ele é visível em todas as sessões do festival.

Vocês pretendem ampliar o evento, movendo para alguma outra casa de maior capacidade, como o Teatro Guararapes, por exemplo?
Não, nunca. Não existem nem três Cinema São Luiz no Brasil, temos a sorte de ter um em Recife, então, é impossível cogitar a possibilidade de sairmos daqui. Podemos exibir o festival em outras salas, como já fazemos, mas o São Luiz continua sendo a principal do Janela, pois é uma sala de cinema histórica, linda e possui um clima que você não vai encontrar em lugar nenhum.

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Recentemente vimos a explosão do seu filme, O Som ao Redor, que tomou proporções inimagináveis e fez você sentir um pouco do que é ser um cineasta reconhecido e, além de já ter escrito para grandes jornais, agora o Janela é uma realidade de enorme potencial. Como você encara tudo isso?
Não sei muito bem como responder. Eu amo cinema e aconteceu de eu trabalhar com o troço em várias frentes, como o que faço no Cinema da Fundação, por 15 anos, e ainda não enjoei. Já o Janela surgiu porque eu achava que estava na hora do Recife ter um festival com a cara do que acontece aqui. Um evento que fosse universal, exibindo filmes feitos em pequenas cidades do Brasil ou mesmo em terras distantes como a Rússia, por exemplo. Além disso, eu quero continuar fazendo meus filmes e trabalhando com isso diretamente. Aliás, muita gente até perguntou por que não coloquei meu filme no Janela. Ora, porque é meu filme, no dia que eu precisar programas meus filmes, provavelmente, estarei numa situação bem ruim. (risos)

Realmente, vejo que você se preocupa até em exibir filmes do estado, como fez questão de dizer que os longas exibidos aqui foram selecionados pela qualidade e não por incentivo.
Exatamente. É feio quando você tem que dar um empurrãozinho para as coisas pegaram. É como ter um carro e querer que ele pegue quando der a partida, sem a necessidade de chamar alguém pra empurrar. Nenhum filme passa aqui para ajudar alguém, eles são exibidos porque são relevantes ou importantes – alguns podem até discorda, mas é um retrato do tempo atual, são obras que geram debates e não acabam ao fim da sessão. E essa é ideia do Janela, fazer um recorte que seja honesto com o que está sendo feito no cinema agora.

Kleber Mendonça Filho

Já falando de Cinema Pernambucano, muita gente tem perguntado por que tem aparecido tanta coisa boa no estado, tantos profissionais de alto nível. Queria saber, então, qual é o segredo para esse fato?
Essa pergunta é a mais difícil de responder, mas eu acho que o cinema pernambucano é o fruto de uma série de coisas. O estado parece ter uma base de cultura muito forte. Muita gente que visita ou é daqui entende e enxerga que há alguma coisa no ar. Um exemplo é o Cinema São Luiz, ele conseguiu sobrevier aqui, e não sobreviveu por acidente, sobreviveu por uma junção de coisas. A principal é que ele foi salvo pelo Governo, o caso de Eduardo Campos, e por que ele fez isso? Porque o São Luiz é uma unanimidade em Pernambuco, quem vai lá olha aquilo e diz: isso é incrível. E isso vem de uma compreensão cultural. Logo, os realizadores fazem parte disso. Mas na verdade é difícil explicar porque o cinema tem dado tão certo aqui, posso dizer que temos uma forte base de cultura, e ela gera artistas de cabeças pensantes, que são interessantes e tem algo a dizer.

Finalizando, muitos dos nossos leitores, que acompanham e admiram seu trabalho, querem saber se tem algo novo para ser lançado. Pode nos adiantar?
Claro, estou trabalhando em dois roteiros (de longas-metragens), o Aquários e o Bacurau, eu quero filma-los em 2015, e o grande desafio vai ser equilibrar esses filmes com o próximo Janela. Além disso, acabei de terminar um curta-metragem chamado A Copa do Mundo no Recife, feito por encomenda do Canal SporTV. Vai ser exibido em dezembro e eu já gosto bastante desse filme. Acho que ficou muito bom. É um trabalho de 15 minutos sobre a passagem da Copa do Mundo aqui na cidade. Esse foi o último que fiz e estou trabalhando no roteiro dos próximos.

Mauricio de Sousa ganhará cinebiografia e já tem primeiras imagens reveladas

Mauricio de Sousa, lendário quadrinista brasileiro, ganhará uma cinebiografia. A produção, aliás, já teve as filmagens iniciadas nesta semana.

O longa que ainda está sem título oficial, será protagonizado por Mauro Sousa, filho do quadrinista, e passeia pela vida e obra do criador da ‘Turma da Mônica‘.

Além disso, o filme também teve as primeiras imagens divulgadas, mostrando Mauricio já trabalhando em personagens clássicos como Franjinha e Bidu, e também a infância do quadrinista.

Confira as imagens logo abaixo:

O filme sobre Mauricio de Sousa tem estreia prevista para 2023. Elizabeth Savalla, Thaty Lopes, Natalia Lage e Emílio Orciollo Neto completam o elenco principal.

Todo Mundo em Pânico 5

(Scary Movie 5)

 

Elenco:

Ashley Tisdale, Regina Hall, Anthony Anderson, Kevin Hart, Dan Aykroyd, Hulk Hogan, Mike Tyson.

Direção: Malcolm D. Lee

Gênero: Comédia

Duração: 86 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 28 de Junho de 2013

Página no Facebook: Acessar

Sinopse:

Todo Mundo em Pânico 5‘ se passa no mundo da dança, e tem um arrogante, distante, mandão, e sensual diretor francês chamado Pierre comandando uma grande produção.

Jody, de 20 e poucos anos e mãe de dois filhos, e sua amiga afro-americana Kendra estão competindo pela liderança na produção. A mãe controladora e ex-bailarina de Jody está determinada a conseguir o papel principal para sua filha, garantindo a carreira brilhante que sua gravidez a impediu de ter. Já Heather Daltry, prestigiada e veterana bailarina de 30 e poucos anos, é demitida da produção e enlouquece.

Todo Mundo em Pânico 5 (Scary Movie 5) traz referências satíricas a Cisne Negro, Pânico 4, Atividade Paranormal 3, Premonição 5, Planeta dos Macacos: A Origem, entre outros.

Curiosidades:

» Anna Faris (‘O Ditador’), que interpretou Cindy Campbell em todos os filmes da franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘, revelou que não retorna para o quinto filme. Ao que parece, a atriz sequer foi convidada para o elenco. “Não, acho que não vou fazer. Acho que não sou parte do projeto. Não sei exatamente o que está acontecendo, mas ouvi dizer que está acontecendo”, revelou.

» Ashley Tisdale, que interpreta a patricinha Sharpay em ‘High School Musical‘, foi contratada para protagonizar ‘Todo Mundo em Pânico 5‘ (Scary Movie 5). Ela será Jody.

» Malcolm D. Lee, diretor das comédias pouco conhecidas ‘Com a Cor e a Coragem‘ e ‘O Bom Filho à Casa Torna‘, foi contratado para comandar ‘Todo Mundo em Pânico 5‘ (Scary Movie 5).

» David Zucker, que dirigiu e roteirizou o terceiro e quarto filme da série, não retorna ao cargo. Ele servirá de produtor e co-roteirista, ao lado de Lee.

» O roteiro escrito por Stephen Leff (da série ‘Teacher’s Pet’), John Aboud e Michael Colton (ambos de ‘Um Time de Malucos’) foi descartado.

» O ator Leslie Nielsen, que faleceu aos 84 anos no dia 28 de novembro, estava em negociações para o elenco. O comediante, que havia feito uma hilária participação nos dois últimos filmes da franquia, reprisaria o papel de Presidente dos EUA no quinto ‘Todo Mundo em Pânico‘.

Andrew Garfield diz que não conseguiu salvar a franquia ‘Homem-Aranha’

Em entrevista ao Zaki’s Corner, o ator Andrew Garfield demonstrou ter ressentimentos com a franquia ‘O Espetacular-Homem-Aranha‘ e afirmou que “não conseguiu salvar” os filmes do personagem.

Questionado se ele gostou de ter interpretado o personagem, o astro revelou:

“Não, porque eu nunca fui o Homem-Aranha”.

Segundo ele, viver um personagem tão icônico o deixou confuso.

“O Homem-Aranha é um personagem da ficção. Ele não é real [risos]. Para ser sincero, eu comecei a pensar que eu era o Homem-Aranha, sabe? Meu ego começou a aparecer e comecei a pensar que eu era aquele herói”, afirmou.

O ator ainda disse que demorou para entender seu papel na franquia, e se arrepende de não ter conseguido salvar os filmes.

“Sou um ator. Sou um ser humano. Lutei muito para me igualar a algo que eu mesmo elevei muito. Elevei mais alto do que poderia alcançar, do que poderia conseguir. O bom é que Peter Parker também estava fazendo isso. Ele criou este símbolo que ele nunca poderia ser. Ele nunca foi o suficiente para aquilo. Ele nunca se sentiu bom o suficiente, e eu também nunca me senti bom para o personagem. Nunca senti que eu fosse capaz. E eu não consegui salvar aqueles filmes…”, concluiu.

Recentemente, o ator chegou a ter negociações com a Marvel para continuar na pele do super-herói, mas percebeu que não “faria sentido” continuar na franquia em função dos rumos criativos planejados pelo estúdio para o novo filme do aracnídeo, que voltará ao colegial.

Apesar do ator interpretar um bom Homem-Aranha em dois filmes medianos, a Sony decidiu reiniciar a franquia (de novo) e substituí-lo no papel principal. Ninguém realmente culpa Garfield, mas os produtores ​​sentiram a necessidade de trazer um ator mais jovem: Tom Holland.

Durante uma entrevista, Garfield elogiou a escolha de seu substituto.

“É uma sensação agradável, especialmente porque Tom Holland é um grande ator. Ele estava em O Impossível, e quando assistir achei sua atuação incrivelmente poderosa, sensível. Ele é um jovem simplesmente maravilhoso. E [ele é] um dançarino, então seu corpo é definido. Eu estou realmente animado em ser apenas um fã novamente”, afirmou.

O britânico Tom Holland (‘O Impossível’), 19 anos, foi o escolhido para interpretar Peter Parker e seu alter-ego em ‘Capitão América: Guerra Civil’ e no segundo reboot da franquia do aracnídeo. Marisa Tomei viverá a Tia May.

Durante a Comic-Con, Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’), o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, falou sobre o novo reboot que a franquia ganhará nos cinemas – leia!

O novo reboot do ‘Homem-Aranha‘ será roteirizado por John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein, do remake de ‘Férias Frustradas‘. O novo filme terá uma pegada anos 80, como nos filmes adolescentes dirigidos por John Hughes, responsável pelos clássicos teens ‘Curtindo a Vida Adoidado‘, ‘Gatinhas e Gatões‘, ‘Clube dos Cinco‘, ‘Mulher Nota 1000‘ e ‘A Garota de Rosa-Shocking’  – leia mais.

Stan Lee revela o que pensa do novo ‘Homem-Aranha’ 

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção. O filme solo do ‘Homem-Aranha‘ tem estreia marcada para 28 de julho de 2017.

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Geena Davis diz que não há nada de concreto para ‘Os Fantasmas se Divertem 2’

Em conversa com uma rádio de Nova York, a atriz Geena Davis revelou que sempre lê notícias e rumores com relação à continuação de ‘Os Fantasmas se Divertem‘ (1988).

Ela confirmou que gostaria de retornar como a atrapalhada Barbara Maitland, mas no momento não há nada de concreto. Principalmente, por parte de Tim Burton.

Davis revelou que adoraria ter o elenco todo de volta para uma Parte 2, mas que tudo depende do líder de todo o projeto, Burton.

Recentemente, o ator Michael Keaton disse que a produção está estacionada.

“Para ser sincero, eu não sei nada sobre o filme. Já faz vinte anos que eu falo que gostaria de voltar ao personagem, porque realmente amei aquele filme. Mas ninguém toma uma atitude. Então eu não tenho ideia se ainda vão fazer Beetlejuice 2. Não penso muito sobre isso”, afirmou.

A declaração é suspeita, já que o diretor Tim Burton recentemente afirmou que está trabalhando no projeto e confirmou o retorno de Winona Ryder ao papel de Lydia Deetz (leia aqui).

Em fevereiro deste ano, Keaton já havia garantido seu retorno em ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘.

“Conversei com Tim [Burton] diversas vezes, e também discuti ideias com o roteirista, mas ainda estamos no estágio preliminar. Eu sempre disse que essa seria a única coisa que eu faria novamente, mas é meio que uma exigência que Tim esteja envolvido de alguma maneira. Agora parece que ele está realmente envolvido. Se ele está no filme, será difícil que eu não esteja”, afirmou na época.

 

O roteirista Seth Grahame-Smith (‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros’) atualmente escreve a continuação.

Lançado em 1988, Beetlejuice arrecadou US$ 73,7 milhões nos EUA e ganhou um Oscar de Melhor Maquiagem.

Crítica | Florence: Quem é Essa Mulher?

O que poderia acontecer para um renomado ator recém aposentado sair da beira da piscina, deixar seu drinque de lado e voltar correndo para um set de filmagem? Nada menos do que uma ligação do consagrado diretor Stephen Frears dizendo: “Está afim de trabalhar com a Meryl Streep?”

E, assim, dessa maneira irresistível, Frears trouxe Hugh Grant – com um sorriso de orelha a orelha- para fechar o afiadíssimo elenco de seu mais novo longa, ‘Florence – Quem é essa Mulher?‘ (Florence Foster Jenkins).

Baseado em fatos reais, o filme narra a história de Florence Jenkins (Streep), uma herdeira milionária de Nova York na década de 40, cujo o sonho era se tornar uma célebre cantora de ópera, apesar de ter uma voz horrível.

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Capitaneado pelo talento e carisma indiscutível de Meryl, o longa permeia momentos de comédia e drama na vida da senhorita Jenkins, num tom tragicômico que se encaixa perfeitamente sob a batuta precisa de Frears e seu humor inglês.

Com uma certa familiaridade com de ‘O Discurso do Rei‘, de Tom Hooper – onde um monarca gago não conseguia falar em público – há questão primordial em voga é o que um ser humano é capaz de fazer para tentar superar obstáculos da sua natureza genética para alcançar um sonho. Diferente da gagueira que foi sendo solucionada com aulas levadas muito a sério, a cantoria inaudível de Florence era relevada diante um punhado de dólares no bolso dos que a cercavam, simplesmente para saciar seu tremendo ego.

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Tecnicamente, o filme impressiona. A reconstrução da década de 1940, desde as roupas escandalosas, a decoração elegante, até os automóveis antigos, é brilhante. A direção de fotografia de Danny Cohen (não por acaso o mesmo do “Discurso”) é perfeita. Contudo, os verdadeiros gênios dessa obra são a senhorita Streep – e sua presença magnânima- e Stephen Frears – pois tendo em mãos uma história que poderia ter sido chata, conseguiu transformá-la em algo muito interessante.