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Do YouTube para as Telonas: Como uma geração de criadores digitais está LOTANDO os cinemas

Durante os últimos anos, Hollywood apostou que apenas super-heróis, remakes e franquias bilionárias seriam capazes de atrair grandes multidões aos cinemas. Mas 2026 está provando que uma nova força surgiu na indústria: os criadores de conteúdo da internet.

Nos últimos meses, filmes comandados por youtubers e animadores independentes vêm conquistando resultados impressionantes nas bilheterias americanas, mostrando que uma audiência construída online pode ser tão poderosa quanto qualquer grande marca de Hollywood.

O maior exemplo é ‘Backrooms – Um Não-Lugar‘, fenômeno da A24 dirigido por Kane Parsons. O cineasta, que ficou famoso no YouTube graças à série viral baseada na creepypasta dos “espaços liminares”, transformou um projeto nascido na internet em um dos maiores sucessos cinematográficos do ano.

O filme estreou com impressionantes US$ 81,4 milhões nos Estados Unidos e US$ 118 milhões mundialmente, quebrando diversos recordes da A24 e se tornando uma das maiores estreias de terror da década. O resultado foi tão expressivo que fez de Kane Parsons, aos 20 anos, o diretor mais jovem da história a comandar o filme número 1 das bilheterias mundiais.

O mais impressionante é que o longa custou cerca de US$ 10 milhões para ser produzido. Ou seja, recuperou várias vezes seu orçamento logo nos primeiros dias em cartaz.

Mas Parsons não está sozinho nessa revolução.

Outro fenômeno recente foi ‘Obsessão‘, dirigido pelo youtuber Curry Barker. Produzido com orçamento inferior a US$ 1 milhão, o terror surpreendeu analistas ao ultrapassar a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias americanas, tornando-se um dos filmes mais lucrativos dos últimos anos em relação ao seu custo de produção.

E o movimento não se limita ao terror.

Neste fim de semana, uma animação criada originalmente para a internet também chamou a atenção da indústria. ‘The Amazing Digital Circus‘, conclusão da série criada pelo estúdio independente Glitch Productions, conquistou um desempenho surpreendente nos cinemas americanos. O filme arrecadou cerca de US$ 6,8 milhões apenas na noite de estreia e chegou a superar ‘Backrooms – Um Não-Lugar‘ em determinados momentos das bilheterias diárias, algo considerado impensável para uma produção nascida no YouTube.

A animação é baseada em uma das maiores séries independentes da internet dos últimos anos, acumulando centenas de milhões de visualizações e uma enorme base de fãs espalhada pelo mundo. Seu sucesso demonstra que o público jovem está disposto a sair de casa e comprar ingressos quando sente uma conexão genuína com a propriedade intelectual.

O fenômeno é tão forte que muitos analistas enxergam uma mudança estrutural na indústria. Enquanto grandes franquias tradicionais enfrentam dificuldades para manter o mesmo nível de interesse do passado, produções originais como ‘Backrooms – Um Não-Lugar‘, ‘Obsessão‘ e ‘The Amazing Digital Circus‘ estão atraindo justamente o público mais difícil de conquistar atualmente: a Geração Z.

OBSESSÃO: Curry Barker e elenco falam sobre o aterrorizante terror do momento

O segredo parece estar na comunidade. Diferentemente dos estúdios tradicionais, criadores como Kane Parsons, Curry Barker e os responsáveis pela Glitch Productions passaram anos construindo uma relação direta com seus espectadores. Quando lançam um filme, já existe uma legião de fãs pronta para apoiar o projeto.

Hollywood começa a perceber que os próximos grandes cineastas talvez não estejam saindo das escolas de cinema tradicionais, mas sim de canais do YouTube, servidores de Discord e comunidades online. O que antes era visto como entretenimento amador agora movimenta centenas de milhões de dólares e disputa espaço com algumas das maiores marcas do planeta.

E se o desempenho de ‘Backrooms – Um Não-Lugar‘ continuar no ritmo atual, o filme deverá ultrapassar a marca de US$ 200 milhões mundialmente, tornando-se a maior bilheteria da história da A24 e consolidando de vez a chegada da geração de criadores digitais ao topo de Hollywood.

Crítica | ‘Backrooms: Um Não-Lugar’ une terror, suspense e sci-fi em uma INQUIETANTE jornada interdimensional 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Octavia Spencer descobre que Hannah Waddingham é assassina profissional no trailer de série de comédia e ação do Prime Video

Prime Video divulgou o trailer DUBLADO de Ride Or Die, nova série de aventura e ação estrelada pela vencedora do Emmy Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e pela vencedora do Oscar Octavia Spencer (‘Estrelas Além do Tempo’).

Além disso, foi revelado que a atração chega à plataforma de streaming no dia 15 de julho.

Confira:

A série foi criada por Tessa Coates.

Ride Or Die acompanha as melhores amigas Debbie Claybourne (Spencer) e Judith Burton (Waddingham), que pensavam saber tudo uma sobre a outra, exceto pelo fato de Judith ser uma assassina internacional. Quando uma figura misteriosa surge do passado de Judith e um plano para matá-la dá terrivelmente errado, o mundo de ambas vira de cabeça para baixo e elas são forçadas a fugir juntas. É uma corrida contra o tempo e uma viagem pela Europa, com policiais, assassinas altamente treinadas e criminosos muito perigosos em seu encalço.

Bill Nighy, Ed Skrein, Sylvia Hoeks, Calam Lynch, Savannah Steyn, Jamie Parker e Jacky Ido também estrelam.

Coates entra como produtora executiva ao lado do showrunner Matt Miller e do diretor Peyton Reed.

‘Gladiador 3’ vai acontecer após bilheteria morna do 2º filme? Ridley Scott responde!

Ridley Scott afirmou que está trabalhando no terceiro filme da franquia ‘Gladiador‘, mesmo após a bilheteria morna do segundo filme.

Gladiador 2‘ arrecadou US$ 462 milhões com orçamento de US$ 300 milhões, não conseguindo se pagar nas bilheterias e dando prejuízo para a Paramount Pictures.

Mesmo assim, o diretor confirmou que começou a escrever o roteiro da sequência, revelando inclusive que já tem oito páginas para o novo longa. Em entrevista à Total Film, Scott deu uma dica sobre o que esperar da próxima trama:

“Eu já tenho oito páginas. Eu já tenho o começo de uma pegada muito boa. Se houver um Gladiador 3, acho que nunca voltaríamos à arena. Mas eu tive que voltar à arena…”

Na mesma entrevista, o diretor comentou sobre o legado do filme original e revelou que a ideia inicial enfrentou resistência antes de chegar aos cinemas, com dúvidas sobre um possível sucesso.

“O primeiro filme realmente tocou a imaginação de uma maneira que eu não esperava. Porque quando ouviram que Ridley estava fazendo um épico romano – um filme de espada, lança e sandália – houve muita risadinha. Porque até aquela data, eles sempre tinham sido muito, você sabe, filmes à moda antiga de Hollywood. E eu sabia o que fazer. E a partir disso, eu, de uma forma engraçada, modernizei os filmes épicos romanos. Depois disso, você sabe, surgiram muitos outros caras em saias de couro e coisas do tipo”, contou Ridley Scott.

Agora, o diretor parece motivado para continuar expandindo a franquia. 

A sequência GLADIADOR 2 segue o sobrinho do Imperador Commodus, Lucius Verus (Paul Mescal), o ex-herdeiro do Império. Ele é filho de Lucilla (Connie Nielsen) e foi interpretado por Spencer Treat Clark no primeiro filme. Há aproximadamente 15 anos, Lucius vive “no deserto”, sem nenhuma ligação com sua mãe, que pensa que ele pode estar morto.

Revoltado com o sistema e com as injustiças, Lucius é influenciado pela morte do seu ídolo, Maximus (Crowe), e decide se tornar um Gladiador. Ele é treinado pelo personagem de Denzel Washington, um ex-comerciante de escravos que se tornou rico e que guarda rancor dos imperadores.

Crítica | Mesmo não chegando aos pés do original, ‘Gladiador II’ é um espetáculo artístico de ponta (Nota: 7.0) 

Legendado

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Marlon Wayans se irrita com críticas a ‘Todo Mundo em Pânico 6’: “Não fazemos filmes para os críticos”

Marlon Wayans se irritou com as críticas a ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ e publicou em suas redes sociais uma imagem com as pontuações de seus filmes no Rotten Tomatoes e a diferença entre a nota dos críticos e do público.

Com 86 reviews publicadas até o momento, a sequência recebeu 27% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Em contraste, recebeu 70% de aprovação dos críticos.

“Não fazemos filmes para os críticos, fazemos filmes para as pessoas que querem rir e se divertir. As Branquelas tem 15% no Rotten Tomatoes e foi um trabalho incrível. Todos esses filmes são clássicos.”, ele afirmou.

Embora a franquia nunca tenha agradado os críticos, o público parece ansioso para o novo capítulo da saga. O sexto filme deve travar uma batalha épica com o terror ‘Backrooms‘ pelo topo das bilheterias norte-americanas, com projeções indicando uma abertura em torno de US$ 45-50 milhões.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Os cineastas desperdiçam suas referências – ‘M3GAN’, ‘Corra!’, ‘Candyman’ e ‘A Substância’ – ao apenas introduzir cenas desses filmes sem fazer nada para realmente satirizá-los.” (Associated Press)

“Esse tipo de paródia escrachada e pastelão precisa de um fluxo constante de momentos hilários, mas o novo ‘Todo Mundo em Pânico’ mal consegue gerar um fiozinho deles.” (The Hollywood Reporter)

“‘Todo Mundo em Pânico 6’ arranca suas maiores gargalhadas quando se afasta da fórmula baseada em referências e encontra humor em outras fontes.” (The Film Verdict)

“A insistência obstinada do filme em afirmar que nada em ‘Todo Mundo em Pânico’ precisa mudar e que é a nova geração que está errada faz com que suas piadas profanas e controversas pareçam conservadoras.” (TheWrap)

“Os cartazes — paródias inspiradas em filmes de terror recentes — são mais divertidos que o próprio filme. Talvez as mentes criativas por trás da publicidade devam entrar na sala dos roteiristas da próxima vez.” (Empire Magazine)

“O filme está repleto de referências ao gênero de paródia, mas isso o torna mais cansativo do que empolgante. É uma festa satírica desproporcional que se tornou tão metalinguística que chega a ser decepcionante.” (Variety)

“Uma mistura familiar, tão dispersa como sempre, e feita sob medida para agradar aos adolescentes que não se cansam de piadas sobre sexo, raça e filmes que já viram.” (The Daily Beast)

“O filme traz as mesmas piadas sobre sexo e drogas do longa original, embora apresentem uma abordagem um pouco mais adulta em relação às mudanças culturais em sexo, gênero e orientação sexual.” (Queer Horror Movies)

Todo Mundo em Pânico 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Fórmula 1 | Filmes e séries com o GP de Mônaco para você ASSISTIR nos streamings

No mundo esportivo, existem algumas combinações tão icônicas que acabam virando sinônimos de suas respectivas modalidades, tipo jogar com o Brasil no Maracanã, assistir o Grand Slam de Tênis de Wimbledon ou participar do Tour de France do ciclismo. Na Fórmula 1, o Grande Prêmio de Mônaco carrega esse prestígio.

Palco de corridas inesquecíveis, o circuito de rua acontece sob os olhares da realeza do principado, trazendo uma carga de elegância e status para a etapa. A prova é tão mítica que foi escolhida, neste ano, para exibições da transmissão ao vivo em cinemas ao redor do mundo, incluindo no Brasil. Com início às 10h deste domingo (7), o GP de Mônaco promete uma disputa intensa pelo pódio em uma das temporadas mais diferentes dos últimos anos.

Divulgação/ F1

Pensando nisso, o CinePOP selecionou algumas produções para o público assistir antes ou depois da prova para ter um gostinho de Mônaco. Confira!

Senna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão

É impossível falar do GP de Mônaco sem falar do brasileiro Ayrton Senna. Não só porque ele é o maior vencedor da etapa até os dias de hoje, mas também porque esse Grand Prix foi palco de alguns dos episódios mais importantes de sua carreira antes da fase vitoriosa que o consagrou para muitos como o maior piloto da história. Neste documentário espetacular, o público consegue ver um pouco mais sobre a relação de Ayrton com o circuito, além de acompanhar câmeras onboard do próprio durante as provas, dando uma imersão espetacular sobre a corrida.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Senna

A dramatização semibiográfica de Ayrton Senna traz capítulos importantes sobre a carreira do piloto em Mônaco. Além de recriar cenas de corridas e polêmicas de bastidores, a série da Netflix dá um panorama das festas que acontecem fora das pistas, trazendo um momento de um suposto caso do piloto brasileiro com uma moça da realeza local. É interessante ver como a produção aborda essa relação entre o principado europeu e o ‘garoto de ouro’ do Brasil que acabaria ganhando o apelido de ‘Rei de Mônaco’ por suas vitórias incríveis por lá.

Onde assistir: Netflix.

Grand Prix 

Lançado em 1966, Grand Prix tem algumas das cenas mais incríveis dos filmes sobre corrida. Usando tecnologias revolucionárias para a época e apostando em cenas reais de corridas, o longa conseguiu proporcionar uma experiência imersiva sobre a Fórmula 1 e foi premiado com três Oscar (Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Efeitos Sonoros). A trama acompanha Pete Aaron, um piloto da Jordan que sofre um acidente assustador no GP de Mônaco logo na sequência de abertura e tenta se recuperar ao longo da trama. É um filme tenso, emocionante e que consegue retratar com maestria os risco da pista.

Onde assistir: disponível para aluguel no Amazon Prime Video.

Carros 2

Carros 2 é um dos capítulos mais polêmicos da franquia, porque tem uma trama paralela do Mate espião que consegue quebrar todas as sequências espetaculares de corridas do Grand Prix Mundial. Nessa aventura para a molecada, Relâmpago McQueen aceita participar de uma corrida pela sustentabilidade que leva carros de diferentes modalidades para correrem um torneio em três circuitos que misturam elementos das principais categorias do automobilismo para ver quem é melhor. A segunda etapa acontece em ‘Porto Corsa’, a versão “carrificada” de Mônaco, que recria com perfeição as pistas estreitas e curvas fechadas do circuito, além de dar uma dimensão da grandiosidade desta etapa ao brincar com os públicos e convidados que comparecem ao evento.

Onde assistir: Disney+.

Homem de Ferro 2

Por fim, Homem de Ferro 2 não está na lista de “melhores filmes do MCU” de ninguém, é unanimidade que tem uma das sequências de ação mais espetaculares de todas as adaptações da Marvel para os cinemas, que é justamente o atentado em Mônaco. Na trama, Tony Stark (Robert Downey Jr.) está morrendo envenenado por conta do Paládio presente no reator nuclear que afasta os estilhaços de seu coração. Aceitando que a morte está se aproximando, o herói decide fazer coisas que nunca fez antes. Em um momento sensacional, ele vai até Mônaco e diz que vai pilotar o carro de sua escuderia, causando revolta no piloto e trazendo surpresa para toda a alta sociedade que está reunida para assistir a prova. O problema é que o Chicote Negro (Mickey Rourke) aparece nas ruas, invade e prova e revela sua tecnologia mortal ao mundo, atacando os carros de corrida e protagonizando uma luta épica contra o Homem de Ferro.

Onde assistir: Disney+.

Live-action de ‘Mestres do Universo’ arrecada US$ 54.3 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Mestres do Universo‘ arrecadou US$ 54.3 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 29.3 milhões, sendo desbancado pela comédia ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ (US$55M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 25 milhões através de 86 territórios.

Crítica | ‘Mestres do Universo’ é um dos MELHORES live-actions já feitos…

Com orçamento em torno de US$ 200 milhões (sem incluir os gastos com materiais promocionais), o longa terá que manter uma ótima estabilidade nas telonas para justificar seu considerável custo de produção.

Com 66% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a recepção do novo filme tem sido melhor do que o live-action de 1987, estrelado pelo astro Dolph Lundgren.

‘Mestres do Universo’ abre ATRÁS de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ nas bilheterias nacionais

Mestres do Universo‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

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Na trama, após 15 anos separados, o herói é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Mendes) e Duncan / Mentor (Idris Elba).

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O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

10 curiosidades de ‘Matrix Resurrections’, o capítulo mais polêmico da saga

Lançado em 2021, Matrix Resurrections só não foi mais polêmico porque os cinemas não estavam completamente abertos ainda. Trazendo uma nova visão sobre a saga, o quarto capítulo foi interpretado praticamente como uma paródia da própria franquia, o que causou revolta em muitos fãs.

Pensando em toda a repercussão controversa que o filme teve em seu lançamento, o CinePOP separou 10 curiosidades dos bastidores que você talvez não conheça. Confira!

São Francisco x Cinema

As filmagens do longa aconteceram em São Francisco para o desespero dos moradores da cidade. Pois é. As gravações fizeram muito barulho e destruíram alguns postes e lâmpadas das ruas, o que irritou profundamente quem morava na área. Esse incômodo custou à produção uma “taxa” de 420 mil dólares para poder filmar na cidade.

Atraso

As filmagens em São Francisco terminaram no comecinho de 2020. De lá, eles partiram para Berlim, na Alemanha, onde teriam um cronograma muito ajustado de gravações. Porém, assim que chegaram, a pandemia de Covid-19 praticamente fechou o mundo, causando uma série de atrasos nas filmagens.

Processo de perda

As mortes de um casal em um intervalo de menos de dois meses foi o que definiu os principais rumos deste filme. Isso porque as irmãs Wachowski perderam pai e mãe e esse foi o principal motivo para fazer com que a diretora Lana Wachowski voltasse para a franquia para contar uma história de amor entre Neo e Trinity. Por outro lado, a perda dos pais deu a certeza a Lilly Wachowski de que ela não queria revisitar o passado nesse momento de dor.

Reaproveitado

Os maquinários da Nova Matrix foram reaproveitados de designs descartados de Matrix Reloaded e Matrix Revolutions. A inspiração dessas ferramentas futuristas foi justamente os computadores do passado para dar esse visual retrofuturista.

Em ritmo de escrita

Para esse filme, Lana Wachowski adotou um processo criativo diferenciado. Ela levou os compositores para a sala de roteiristas, aonde os dois times puderam conversar para ter uma ideia de como aquelas cenas sugeridas poderiam soar. Nada foi filmado sem que a trilha fosse composta anteriormente.

Conflito de agenda

Icônico vilão da trilogia original, o ator Hugo Weaving foi procurado para retornar ao papel do Agente Smith. Hugo expressou seu desejo em regressar à franquia, mas não conseguiu ajustar sua agenda de filmagens com a do longa e acabou não participando do projeto com novas cenas. Sua participação é feita apenas por imagens de arquivo.

Não procuraram

Um dos personagens favoritos dos fãs retornou à franquia em uma nova roupagem, o que causou certa frustração no ator que o interpretou na versão original. Pois é, a produção não entrou em contato com o Laurence Fishburne para que ele reprisasse o papel de Morpheus. A situação ficou ainda mais cruel depois que o próprio ator disse ter ligado para o time e se oferecido para regressar ao papel e ter recebido uma negativa da equipe.

Controle

Diferentemente dos outros filmes da franquia, que foram pensados para usar o mínimo de iluminação natural possível, Lana Wachowski usou um pouco menos de estúdio neste longa, aceitando um pouco mais da iluminação natural. Ainda assim, ela ficou no controle dos câmeras o tempo inteiro, deixando que houvesse pouquíssimo improviso ou liberdade criativa deles. Ela também “marcou em cima” dos atores, para que eles estivessem sempre prontos.

Fracasso total

O filme foi um fracasso assustador. Com custo estimado em 190 milhões de dólares, sem contar a verba de publicidade, o longa foi caríssimo e sequer se pagou. Matrix Resurrections teve arrecadação total estimada em cerca de $157,4 milhões de dólares. Foi um prejuízo terrível.

Enterrou o formato

O fracasso de bilheteria de Matrix Resurrections foi a última pá de cal de um formato de lançamento que tomou conta da pandemia: os lançamentos simultâneos de filmes nos cinemas e no HBO Max. Depois desse filme, e com o avanço da vacinação pelo mundo, a Warner votou a lançar seus projetos diretamente nos cinemas.

Matrix Resurrections está disponível no HBO Max.

 

‘Cabo do Medo’ | Conheça o clássico da literatura que inspirou a nova série de thriller psicológico da Apple TV

As cores vibrantes de um verão perfeito logo se dissipam quando o passado de Sam Bowden volta para assombrá-lo nas redondezas da pequena comunidade de Essex. Veterano de guerra e agora um advogado que caminha hábil e rigorosamente ao fio da lei, ele se vê diante de um dilema moral ao se deparar com Max Cady, um dia seu subordinado no exército, agora seu algoz em busca de vingança.

Condenado por estupro enquanto servia na Austrália, seu crime foi testemunhado por Bowden, o que ajudou a garantir a Cady uma juventude consumida entre as grades da prisão. Mas sua pena perpétua, agora revogada, abriu rachaduras ainda maiores em sua mente, fragmentando mais aquilo que logo descobriremos ser um psicopata do mais alto nível de perversidade.

Cabo do Medo chega às livrarias em 1957 como um clássico instantâneo da literatura de suspense. Mesmo ancorado em um contexto sociocultural pós-Segunda Guerra Mundial, navega pelas décadas com um primor inescrutável. Com uma escrita elegante, requintada, regada por expressões de época antiquadas demais para a era contemporânea, a obra de John D. MacDonald apresenta ao mundo o poder de um bom thriller quando ele não se rende às obviedades narrativas.

Consagrado mundialmente como uma referência no gênero que facilmente venceu o teste do tempo, o livro encanta leitores até hoje não apenas por seu vilão, o visceral Max Cady. Suas reflexões inevitáveis sobre moral, ética e a ineficiência do sistema judiciário diante de uma ameaça mortal são os alicerces que até hoje sustentam diversos renomados e contemporâneos escritores de thrillers criminais. A construção de seus personagens, até mesmo os menores, inspira roteiros do mesmo segmento.

Das páginas para os cinemas

E é o brilhantismo da escrita de MacDonald que levou Cabo do Medo para os cinemas em duas ocasiões distintas. A primeira, lançada em 1962, é mais “próxima de casa”. Dirigido por J. Lee Thompson, o longa faz uma releitura da obra explorando as camadas de perversidade de Max Cady, já apresentadas originalmente no livro.

Mas foi em 1992 que Cabo do Medo ganhou sua adaptação mais popular, tornando-se mais um capítulo da frutífera parceria dos amigos Martin Scorsese e Robert De Niro. Ali, a fúria, a sagacidade e a onipresença tão vivaz de Cady nas páginas ganham as feições de um dos maiores atores de seu (e do nosso) tempo.

De Niro reproduz nas telas aquilo que muitas vezes é apenas dito sobre Cady. Seu rastro de destruição — que no livro sempre fala mais alto que sua própria presença física — ganha forma em uma das performances mais marcantes do cinema. Essa onipresença de Cady, que opera no subsolo, nas entranhas de uma família sem que ela sequer perceba, é aqui transformada em um manifesto constante de ódio e destruição. E essa mesma abordagem volta em 2026 com Javier Bardem, sob o comando de Nick Antosca.

Um vilão histórico com qualidade Apple TV

Sob as lentes de um novo mundo, o livro de 1957 de MacDonald colide com a velocidade de um mundo de cores e contornos novos na nova iteração. Enquanto no original Carol Bowden era uma dona de casa com força de uma leoa, que decreta um basta na obsessão de Cady, a Anna Bowden da série ‘Cabo do Medo’ é uma advogada com princípios, que luta contra o encarceramento em massa e resgata homens inocentes de penas equivocadas. Diferentes, mas impressionantemente muito semelhantes, ambas as versões da personagem são aquelas que conduzem a trama para o cerne de toda a questão: como eliminar Max Cady e sua perversão dos átrios de sua família?

Se espalhando como uma doença sem cura, sua presença dizima a paz, envenenando cada membro dos Bowden com suas toxinas sufocantes. E ao longo de 10 episódios, tudo aquilo que é tão subjetivo e profundo na escrita de MacDonald ganha uma nova roupagem, analisando a obsessão humana em uma era conflituosa, onde religião, traumas de infância e novos cenários sociais se confundem e se misturam, formando um novelo de lã quase indecifrável.

E com o tratamento da Apple TV, a nova série faz de sua releitura uma homenagem ao gênero — tão beneficiado pela obra de MacDonald — à medida que faz reverência ao legado emblemático que ‘Cabo do Medo’ construiu nos cinemas em décadas tão distintas.

Mantendo a essência do material fonte, a série vai além nos conflitos morais de Sam Bowden, pincelando sobre sua inabilidade perante a violência e sua tergiversação em encarar a realidade dos fatos assombrosos que o cercam. Uma visão atual que faz bom uso da tecnologia para a construção das artimanhas de seu vilão, a nova releitura de ‘Cabo do Medo’ é uma autêntica surpresa cujas raízes permanecem regadas em seus escritos originais, ainda que suas extensões cresçam para muito além, de forma exageradamente ambiciosa e até um tanto verborrágica.

E mesmo não sendo impecável e preciso como o livro dos anos 50, a nova série, que traz Steven Spielberg e Martin Scorsese como produtores executivos, é poderosa. Demora para ganhar força, mas quando o faz, arrebata o público tal como se espera de uma adaptação.

Provando que “Cabo do Medo” continua sendo um dos grandes suspenses literários da história, a minissérie de Antosca honra o material de John D. MacDonald à medida que o expande para uma nova era de ansiedades e angústias. Ao equilibrar a herança clássica com as complexidades do mundo moderno, a produção reafirma que o medo mais profundo nem sempre é aquele que vem do desconhecido, mas o que bate à nossa porta cobrando dívidas que o tempo jamais foi capaz de apagar. No fim, Max Cady é mais do que um vilão; é o lembrete persistente de que o passado, quando negligenciado, sempre encontra uma forma de se tornar o nosso pior presente.

Cabo do Medo’ está em exibição na Apple TV com novos episódios lançados sempre às sextas-feiras.

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Criador do ‘Homem-Aranha Noir’ critica falta de coragem política em nova série: “Parker era um comunista radical”

O roteirista David Hine, uma das mentes por trás da aclamada HQ Homem-Aranha Noir’, veio a público desabafar sobre a nova série em live-action do herói. Conforme o ComicBookMovie, o autor revelou sentimentos mistos sobre a adaptação, elogiando o visual, mas criticando a perda do forte teor político da obra original.

De início, Hine se mostrou impressionado com a atmosfera e a estética criada para a produção televisiva:

“Estou impressionado com a consistência do mundo que eles construíram. Na verdade, é mais ‘noir’ do que nossos quadrinhos, embora mantenha muito das suas raízes pulp. A versão em preto e branco é visualmente deslumbrante, e todos os envolvidos parecem estar se divertindo muito e completamente engajados com o projeto”, afirmou.

No entanto, o criador confessou que precisou mudar sua perspectiva para não se frustrar com os rumos da história na TV:

“Vou apreciá-la pelo que ela é. Ela não tira nada da natureza séria e autêntica dos nossos quadrinhos. Se trouxer mais atenção para nossas histórias, isso não pode ser algo ruim. Se eu olhasse para ela como uma adaptação direta dos quadrinhos que fiz com Sapolsky, Di Giandomenico e os demais na Marvel, eu ficaria decepcionado”, acrescentou.

A grande insatisfação de David Hine gira em torno do tom ideológico da série. Nos quadrinhos originais da Marvel, a realidade da Grande Depressão americana dos anos 1930 era retratada de forma crua, sem filtros e com forte teor histórico:

“Nossa versão era explicitamente política. Citávamos nomes. Fazíamos referências aos Amigos da Nova Alemanha e à ascensão do nazismo real nos Estados Unidos. Tudo o que mencionávamos era baseado em fatos históricos, exceto pelos elementos obviamente fantásticos do gênero pulp”, explicou.

Segundo o roteirista, a produção optou por suavizar o posicionamento dos protagonistas para agradar a um público mais amplo:

“Nosso Peter Parker era um comunista radical, assim como Tia May e Tio Ben. A política da série é uma esquerda moderada. A Tia May dos quadrinhos teria sido extremamente crítica. Eu teria ficado muito feliz se eles tivessem adotado uma posição política mais corajosa”, destacou.

Apesar do descontentamento com o roteiro, o autor não poupou elogios ao trabalho técnico e ao elenco da série, destacando os atores Karen Rodriguez, Brendan Gleeson e Li Jun Li. O grande destaque de sua fala foi para a estrela do show, Nicolas Cage, que dá vida ao protagonista Ben Reilly:

“A maneira como ele deixa o lado aracnídeo de seus poderes tomar conta do personagem é excelente”, concluiu.

Homem-Aranha: Noir’ está disponível no HBO Max.

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

‘Scooby-Doo’: Série ganha primeiro teaser trailer revelando o visual do Scooby

A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘Scooby-Doo: A Origem‘ revelando o visual do Scooby.

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Na nova versão…

“Durante o último verão no acampamento, os velhos amigos Salsicha e Daphne se envolvem em um mistério assustador envolvendo um filhote de Dogue Alemão perdido e solitário, que pode ter testemunhado um assassinato sobrenatural. Ao lado da pragmática e científica Velma e do estranho, porém irresistível, novato Freddy, eles partem para desvendar o caso que os está arrastando para um pesadelo arrepiante, que ameaça expor todos os seus segredos.”

O elenco inclui:

Mckenna Grace como Daphne
Tanner Hagen como Salsicha
Abby Ryder Fortson como Velma
Maxwell Jenkins como Fred

A estrela Mckenna Grace comentou recentemente sobre o desafio de dar vida a Daphne Blake.

“Estou muito animada! Eu amo a Daphne. Já me fantasiei dela em vários Halloweens e sou obcecada pela personagem; ela é minha favorita. Estou extremamente feliz e agora vou reassistir a todos os filmes e séries de Scooby-Doo para me preparar”, afirmou.

Sarah Michelle Gellar celebra escalação de Mckenna Grace como Daphne no live-action de ‘Scooby-Doo’

Esta não será a primeira vez que Mckenna Grace assume o papel: ela deu voz à versão jovem de Daphne na animaçãoScoob!’ (2020). Ela também participaria da sequênciaScoob! Holiday Haunt’, que acabou cancelada pela Warner Bros. Discovery.

Olivia Rodrigo confirma dueto com Robert Smith, do The Cure, para novo álbum de estúdio

A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo e o icônico musicista Robert Smith, da banda The Cure, farão um dueto completo no próximo álbum de estúdio da cantora, que será lançado em menos de uma semana.

A revelação aconteceu quando Rodrigo convidou Smith para participar do dueto no festival Primavera Sound, durante a estreia ao vivo da música “What’s Wrong With Me”.

“É muito especial para mim por vários motivos, principalmente porque é a primeira música em que participo de um dueto”, disse Rodrigo ao apresentar a nova canção ao público, sem revelar imediatamente quem participou ou se a pessoa estava presente.

Vale lembrar que The Cure foi uma das homenagens que Rodrigo fez no lead single do vindouro compilado, “drop dead”, com menção à clássica canção “Just Like Heaven”.

Contando com treze faixas, incluindo os singles “drop dead”the cure, o álbum é intitulado you seem pretty sad for a girl so in love e tem lançamento agendado para o dia 12 de junho.

Confira a tracklist completa:

GIRL SO IN LOVE
1. drop dead
2. stupid song
3. honey bee
4. maggots for brains
5. u + me = <3
6. my way
7. purple

YOU SEEM PRETTY SAD
8. the cure
9. begged
10. what’s wrong with me
11. less
12. expectations
13. cigarette smoke

Olivia Rodrigo anuncia turnê do álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

Assista ao clipe oficial de “I Knew It, I Knew You”, música de Taylor Swift para ‘Toy Story 5’

Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, conta com uma já elogiada canção inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção ganhou um videoclipe anteriormente disponibilizado apenas no Spotify e, agora, lançado no canal do YouTube oficial da performer.

Crítica | Taylor Swift volta às raízes do country com a apaixonante sutileza de “I Knew It, I Knew You”

Confira:

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho, com estreia oficial agendada para 18 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

John Lithgow quebra recorde HISTÓRICO com vitória no Tony Awards 2026

John Lithgow é um dos atores mais aclamados de todos os tempos e, ao longo de sua carreira, encarnou diversos personagens que lhe renderam destaque no cinema e na televisão, incluindo o ex-primeiro-ministro da Inglaterra Winston Churchill em ‘The Crown’ e o Cardeal Joseph Tremblay no aclamado thriller religioso ‘Conclave’.

Agora, Lithgow reiterou sua versatilidade ao fazer história da 79ª edição do Tony Awards.

Ao levar para casa o prêmio de Melhor Ator em Peça por Giant, o ator se tornou o homem mais velho a conquistar uma estatueta por atuação em categoria competitiva, aos 80 anos de idade.

O recorde anterior pertencia a Roy Dotrice, aos 77 anos, que saiu vitorioso na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Peça por ‘A Moon for the Misbegotten’ em 2000, seguido de perto por dois veteranos dos palcos. O falecido Dick Latessa ganhou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Musical por ‘Hairspray’ em 2003, aos 73 anos, enquanto André De Shields alcançou o mesmo feito em 2019 por ‘Hadestown. De Shields, que completou oitenta anos em 2026, foi novamente indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Musical por sua atuação como o Velho Deutoronômio na remontagem de Cats: The Jellicle Ball’, mas perdeu para Ali Louis Bourzgui por ‘The Lost Boys’.

Em Giant, um drama sobre o antissemitismo do escritor Roald Dahl, Lithgow também estabeleceu o maior intervalo entre vitórias no Tony de atuação competitiva na história da premiação, com 53 anos. Sua primeira vitória veio em 1973, como ator coadjuvante em uma peça em ‘The Changing Room’ – e esse intervalo supera o recorde anterior, que pertencia a Angela Lansbury (43 anos).

Vale lembrar que o próximo projeto de Lithgow é a vindoura série em live-action de ‘Harry Potter’, em que dará vida ao famoso diretor de Hogwarts, Alvo Dumbledore.

‘Schmigadoon!’ conquista QUATRO estatuetas do Tony Awards 2026, incluindo Melhor Musical

A série ‘Schmigadoon!’, que foi cancelada pelo Apple TV em janeiro do ano passado, ganhou um aclamado musical que estreou na Broadway que se tornou um sucesso de público e de crítica – e que foi um dos grandes vencedores do Tony Awards 2026.

A produção levou para casa nada menos que quatro estatuetasMelhor MusicalMelhor Livro de MusicalMelhor Trilha Sonora para MusicalMelhor Orquestração.

Vale lembrar que a temporada da atração foi estendida em nada menos que 17 semanas na Broadway, do dia 6 de setembro de 2026 para 3 de janeiro de 2027 (via Deadline).

Lorne Michaels (‘Saturday Night Live’) assumiu o cargo de produtor ao lado da No Guarantees Productions.

A trama é a mesma da série original e acompanha Josh e Melissa, um casal lutando contra seus problemas e tendo se entender, que descobrem uma cidade mágica onde todos cantam e seguem períodos específicos de musicais clássicos.

Cinco Paul (‘Meu Malvado Favorito’) assina o livro do musical e fica responsável pela trilha sonora.

Lembrando que as duas temporadas de ‘Schmigadoon!’ estão disponíveis na plataforma de streaming.

Tony Awards 2026 | ‘Schmigadoon!’, John Lithgow e MAIS na lista de vencedores da premiação!

Os vencedores da 79ª edição do Tony Awards, considerado o Oscar do teatro, foram revelados neste último dia 7 de junho.

A cerimônia aconteceu no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 7 de junho. A transmissão aconteceu simultaneamente na CBS e na Paramount+.

A vencedora do Grammy Pink foi a anfitriã.

Confira os ganhadores abaixo:

MELHOR PEÇA
“The Balusters”, David Lindsay-Abaire
“Giant”, Mark Rosenblatt
“Liberation”, Bess Wohl (VENCEDORA)
“Little Bear Ridge Road”, Samuel D. Hunter

MELHOR MUSICAL
“The Lost Boys”
“Schmigadoon!” (VENCEDOR)
“Titanique”
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
“Becky Shaw”, Gina Gionfriddo
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Arthur Miller (VENCEDORA)
“Every Brilliant Thing”, Duncan Macmillan e Jonny Donahoe
“Fallen Angels”, Noël Coward
“Oedipus”, Robert Icke

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
“Cats: The Jellicle Ball”
“Ragtime” (VENCEDOR)
“Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR ATOR EM PEÇA
Will Harrison, “Punch”
Nathan Lane, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
John Lithgow, “Giant” (VENCEDOR)
Daniel Radcliffe, “Every Brilliant Thing”
Mark Strong, “Oedipus”

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Rose Byrne, “Fallen Angels”
Carrie Coon, “Bug”
Susannah Flood, “Liberation”
Lesley Manville, “Oedipus” (VENCEDORA)
Kelli O’Hara, “Fallen Angels”

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Nicholas Christopher, “Chess”
Luke Evans, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Joshua Henry, “Ragtime” (VENCEDOR)
Sam Tutty, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brandon Uranowitz, “Ragtime”

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Sara Chase, “Schmigadoon!”
Stephanie Hsu, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Caissie Levy, “Ragtime” (VENCEDORA)
Marla Mindelle, “Titaníque”
Christiani Pitts, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Christopher Abbott, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
Danny Burstein, “Marjorie Prime”
Brandon J. Dirden, “Waiting for Godot”
Alden Ehrenreich, “Becky Shaw” (VENCEDOR)
Ruben Santiago-Hudson, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Richard Thomas, “The Balusters”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Betsy Aidem, “Liberation”
Marylouise Burke, “The Balusters”
Aya Cash, “Giant”
Laurie Metcalf, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDORA)
June Squibb, “Marjorie Prime”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Ali Louis Bourzgui, “The Lost Boys” (VENCEDOR)
André De Shields, “Cats: The Jellicle Ball”
Bryce Pinkham, “Chess”
Ben Levi Ross, “Ragtime”
Layton Williams, “Titaníque”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Shoshana Bean, “The Lost Boys” (VENCEDORA)
Hannah Cruz, “Chess”
Rachel Dratch, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Ana Gasteyer, “Schmigadoon!”
Nichelle Lewis, “Ragtime”

MELHOR LIVRO DE MUSICAL
“The Lost Boys”, David Hornsby and Chris Hoch
“Schmigadoon!”, Cinco Paul (VENCEDOR)
“Titanique”, Marla Mindelle, Constantine Rousouli, Tye Blue
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne and Kit Buchan

MELHOR TRILHA SONORA (MÚSICA E/OU LETRA) PARA TEATRO
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Caroline Shaw
“August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”, Steve Bargonetti
“The Lost Boys”, The Rescues
“Schmigadoon!”, Cinco Paul (VENCEDOR)
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne e Kit Buchan

MELHOR DESIGN CÊNICO EM PEÇA
Hildegard Bechtler, “Oedipus”
Takeshi Kata, “Bug”
Chloe Lamford, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDORA)
David Korins, “Dog Day Afternoon”
David Rockwell, “Fallen Angels”

MELHOR DESIGN CÊNICO EM MUSICAL
dots, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Soutra Gilmour, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Rachel Hauck, “Cats: The Jellicle Ball”
Dane Laffrey, “The Lost Boys” (VENCEDOR)
Scott Pask, “Schmigadoon!”

MELHOR FIGURINO EM PEÇA
Brenda Abbandandolo, “Dog Day Afternoon”
Qween Jean, “Liberation”
Jeff Mahshie, “Fallen Angels” (VENCEDOR)
Emilio Sosa, “The Balusters”
Paul Tazewell, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”

MELHOR FIGURINO EM MUSICAL
Linda Cho, “Ragtime”
Linda Cho, “Schmigadoon!”
Qween Jean, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORA)
Ryan Park, “The Lost Boys”
David I. Reynoso, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR DESIGN DE LUZ EM PEÇA
Isabella Byrd, “Dog Day Afternoon”
Natasha Chivers, “Oedipus”
Stacey Derosier, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Heather Gilbert, “Bug”
Heather Gilbert, “The Fear of 13”
Jack Knowles, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE LUZ EM MUSICAL
Kevin Adams, “Chess”
Jane Cox, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Donald Holder, “Schmigadoon!”
Adam Honoré, “Cats: The Jellicle Ball”
Adam Honoré e Donald Holder (Design de Luz) e 59 Studio (Design de Projeção), “Ragtime”
Jen Schriever e Michael Arden, “The Lost Boys” (VENCEDORES)

MELHOR DESIGN DE SOM EM PEÇA
Justin Ellington, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Tom Gibbons, “Oedipus”
Lee Kinney, “The Fear of 13”
Josh Schmidt, “Bug”
Mikaal Sulaiman, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE SOM EM MUSICAL
Kai Harada, “Cats: The Jellicle Ball”
Kai Harada, “Ragtime” (VENCEDOR)
Adam Fisher, “The Lost Boys”
Brian Ronan, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Walter Trarbach, “Schmigadoon!”

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA
Nicholas Hytner, “Giant”
Robert Icke, “Oedipus”
Kenny Leon, “The Balusters”
Joe Mantello, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)
Whitney White, “Liberation”

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Michael Arden, “The Lost Boys”
Lear deBessonet, “Ragtime”
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Tim Jackson, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Zhailon Levingston e Bill Rauch, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORES)

MELHOR COREOGRAFIA
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Ellenore Scott, “Ragtime”
Ani Taj, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Omari Wiles e Arturo Lyons, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORES)
Lauren Yalango-Grant e Christopher Cree Grant, “The Lost Boys”

MELHOR ORQUESTRAÇÃO
Doug Besterman e Mike Morris, “Schmigadoon!” (VENCEDORES)
Ethan Popp, Kyler England, Adrianne “AG” Gonzalez e Gabriel Mann, “The Lost Boys”
Lux Pyramid, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brian Usifer, “Chess”
Andrew Lloyd Webber, David Wilson, Trevor Holder e Doug Schadt, “Cats: The Jellicle Ball”

Conheça a nova ROM-COM com Jennifer Lopez e Brett Goldstein que chegou ao streaming!

Paixão de Escritório (‘Office Romance’), nova comédia romântica estrelada pela atriz e cantora Jennifer Lopez (‘As Golpistas’) e Brett Goldstein (‘Ted Lasso’), já está disponível no streaming.

O longa-metragem chegou ao catálogo da Netflix no último dia 5 de junho, trazendo Ol Parker (‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’) na direção.

Goldstein assina o roteiro ao lado de Joe Kelly.

Na trama…

Os viciados em trabalho Jackie Cruz (Lopez) — uma CEO perfeccionista, cujos funcionários têm medo até de respirar perto dela — e Daniel Blanchflower (Goldstein) — o ambicioso novo advogado da empresa — se apaixonam perdidamente um pelo outro e, apesar da química insaciável, tentam manter o relacionamento o mais profissional possível. Mas os olhares intensos na sala de reuniões logo se transformam em aventuras picantes em uma ilha paradisíaca — e Jackie corre o risco de perder a empresa.

Betty GilpinEdward James OlmosBradley WhitfordAmy Sedaris, Tony Hale, Rick HoffmanJodie Whittaker e outros integram o elenco.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Taylor Swift volta às raízes do country com a apaixonante sutileza de “I Knew It, I Knew You”

Taylor Swift é uma das artistas mais populares não apenas da atualidade, mas de todos os tempos – e seu status como zeitgeist cultural pode ser explicado de diversas maneiras. Seja em seu apelo comercial único que a faz quebrar os próprios recordes lançamento a lançamento, seja em seu sucesso absoluto em diversos gêneros musicais (desde o country até o folk), Swift tem uma capacidade inabalável de sempre ressoar, nos mais diversos âmbitos, com seu público e até mesmo com aqueles que irão descobri-la pela primeira vez.

Porém, uma das características que mais nos chama a atenção em sua gloriosa carreira no cenário fonográfico é a composição – e sabemos que a criatividade e a paixão líricas de Swift é uma dádiva inestimável que a sagra uma das maiores compositoras do século XXI. E, enquanto suas divertidas e cativantes metáforas aparecem em suas múltiplas incursões pop, é inegável dizer que sua genialidade e sua vulnerabilidade transparecem com mais fervor e honestidade quando ela se volta para gêneros mais introspectivos e reflexivos – como o country de ‘Fearless’ e ‘Speak Now’, ou o folk e o americana de ‘Folklore’ e ‘Evermore’.

Depois de ter mergulhado no synth-pop e do soft rock com ‘The Life of a Showgirl’, Swift resolveu regressar às próprias raízes ao oferecer uma música inédita para a trilha sonora do aguardado Toy Story 5’, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de junho. Assinando os versos de um delicioso country-pop que apenas Taylor poderia nos entregar, o single conhecido como “I Knew It, I Knew You” é uma adição perfeita para o icônico universo da Disney/Pixar, principalmente ao ser destinada para a adorada vaqueira Jessie, encarnada por Joan Cusack na versão original.

Jessie nos foi introduzida em Toy Story 2’ e carrega consigo uma trágica história em que foi abandonada pela sua primeira dona, Emily, antes de cruzar caminho com Woody, Buzz e os outros brinquedos, encontrando uma nova família. Agora pertencendo à jovem Bonnie, Jessie torna-se o centro das nossas atenções ao assumir as rédeas da narrativa em uma jornada ao passado – algo que Swift consegue traduzir com esmero e com paixão fervorosas através de breves três minutos de sua mais pura essência. Iniciando-se com as saudosistas notas da gaita, a estrutura da faixa dá espaço ao violão e à bateria que não só dialogam com a personalidade de Jessie, mas trazem uma jovem Taylor de volta à vida em uma emocionante e despojada reflexão.

Seja com seus sutis, seja com a pungente e apaixonante narrativa que explora um amor que atravessa os obstáculos do tempo, provavelmente referindo-se aos laços entre Jessie e Emily, Swift está em uma zona criativa que conhece com os olhos fechados e que, trazendo homenagens ao icônico Randy Newman, emerge como uma das melhores entradas musicais do ano e uma adição mais que bem-vinda ao universo Toy Story.

Lembrando que “I Knew It, I Knew You” está disponível nas plataformas de streaming.

Crítica | Madonna acerta mais uma vez com a efervescência do house e do nu-disco de “Love Sensation”

É quase inexplicável explicar a sensação de viver na mesma época em que a eterna rainha do pop Madonna continua na ativa: caminhando para seu aguardado décimo quinto álbum de estúdio com um vigor inestimável retomando suas raízes no disco e no electro-dance para um novo capítulo que já se tornou um dos lançamentos mais aguardados de 2026.

Intitulado Confessions II, o compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 3 de julho, mas vem recebendo forte promoção por parte da cantora, compositora e produtora. O primeiro gostinho do aguardado álbum veio com “I Feel So Free”, um deep-house que resgatou a sonoridade do primeiro capítulo dessa inesperada duologia, o aclamado Confessions on a Dance Floor, em uma união testamentária entre presente e passado. Pouco depois, Madonna nos presenteou com uma colaboração com uma das vozes mais expressivas da nova geração da música, Sabrina Carpenter, unindo forças para o lead single oficial “Bring Me Love”, que se apoiou nas conhecidas batidas do club house.

À medida que nos aproximamos do lançamento do disco, as expectativas crescem – e, em parceria com a plataforma Grindr, aproveitou sua apresentação na Times Square, em Nova York, para divulgar mais uma faixa do compilado. “Love Sensation”, como é conhecida a terceira faixa promocional de Confessions II, é mais uma entrada bem-vinda e nostálgica ao que pode se tornar um dos projetos mais aclamados da rainha do pop, trazendo uma sonoridade novamente escapista que mistura todos os conhecidos elementos do house e do nu-disco para nos convidar às pistas de dança em uma interminável jornada de libertação e de felicidade.

Já ficou muito claro que a ideia de Madonna é construir uma ambientação totalmente movida pelo prazer – algo que fez em 2005 com o álbum original e que resgata para uma jornada que se afasta do denso conceitualismo de ‘Madame X’ e que finca os dentes num expressivo e vibrante hedonismo. Com “Love Sensation”, a artista eleva essa ideia à enésima potência ao mergulhar de cabeça no four-on-the-floor do Chicago house e na clássica efervescência do diva-house, prestando homenagens a Loleatta Holloway com o mote “love sensation, good vibration”, Donna Summer e Giorgio Moroder, construindo uma ponte entre aqueles que pavimentaram o cenário da música eletrônica e como a década de 80 e de 90 segue viva nos dias atuais.

A canção é uma celebração da vida e do amor da melhor maneira possível, e de forma que apenas Madonna poderia encabeçar. Mais uma vez, a performer se alia a Stuart Price na composição e na produção do single promocional, mostrando que a duradoura parceria entre os dois nomes ainda tem muito a nos contar.

Lembrando que “Love Sensation” está disponível nas plataformas de streaming.

‘Obsessão’ supera ‘Pânico 7’ e se torna o MAIOR filme de terror do ano

Sucesso! O aclamado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 220 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de ter se tornado a maior arrecadação global da história da Focus Features, o longa de também desbancou ‘Pânico 7‘ (US$207.9M), tornando-se a maior bilheteria do gênero em 2026.

Fenômeno nas telonas, o filme de Curry Barker sofreu uma queda de apenas -6% em seu quarto final de semana no território norte-americano, acrescentando incríveis US$ 25.6 milhões. O terror já soma impressionantes US$ 152.1 milhões no país.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 72.6 milhões através de 57 territórios.

Os números representam quase 300 vezes o valor do seu orçamento – que girou em torno de US$ 750 mil –, consolidando a produção como um dos filmes mais lucrativos da história do cinema, ao lado de ‘A Bruxa de Blair‘ e ‘Atividade Paranormal‘.

Anteriormente, o diretor Curry Barker já havia compartilhado seus planos para uma possível sequência: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Além de ter alcançado 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Cinebiografia do Michael Jackson já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente

Sucesso! A cinebiografia ‘MICHAEL‘ já arrecadou quase US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de representar a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$1B) –, o longa também se tornou a maior arrecadação global da história da Lionsgate, superando sucessos como ‘Crepúsculo‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Nos EUA, o longa soma US$ 354.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 543.6 milhões através de 83 territórios – totalizando uma arrecadação global de US$ 897.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$68.1M), França (US$54.5M), Alemanha (US$34.3M), Brasil (US$32.2M) e México (US$30.7M).

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.