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‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: James Gunn revela por que atrizes choraram ao ler o roteiro

A aguardada sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ promete fortes emoções tanto para os fãs, como para o elenco e a atriz Karen Gillan revelou o quão impactada ficou ao ler o roteiro da produção.

E em uma entrevista ao portal Yahoo, ela deu detalhes de como foi a sua experiência, compartilhando ainda que a atriz Pom Klementieff – que dá vida à Mantis -, se emocionou tanto quanto ela.

Nós lemos o roteiro juntas na mesma sala e então nos olhamos e caímos em lágrimas. Os fãs irão aprender muito mais sobre as personagens que já conhecemos, e em um nível mais profundo”. 

E em seu Twitter, o cineasta James Gunn brincou com a fala da atriz, tentando entender o verdadeiro motivo de ambas terem chorado.

Na publicação, ele brincou com a situação, revelando ainda que as duas personagens terão um destaque maior na continuação.

Confira:

“Espero que não seja porque elas pensaram que tinham poucas falas. Até porque, honestamente, seus papéis são bem grandes e ambiciosos”.

Com estreia prevista para maio de 2023, Gunn também revelou recentemente que as filmagens serão realizadas a partir do fim deste ano.

“A trilha sonora já está finalizada. As gravações do filme serão iniciadas no fim do ano”, ele escreveu.

Infelizmente, Gunn revelou há alguns dias que pretende fazer apenas séries de TV após o lançamento do 3º filme da equipe de heróis da Marvel.

Por enquanto, não há como saber se ele falou sério ou se estava brincando, mas ele revelou que pensou sobre a ideia desde que começou a trabalhar na série do ‘Peacemaker‘.

“Estou adorando fazer [a série] do ‘Peacemaker‘. Acho que vou investir meu tempo apenas em séries de TV depois de ‘Guardiões da Galáxia 3‘. É uma possibilidade.”

Em seguida, ele compartilhou no Twitter a notícia replicada pelo The Direct e reforçou:

“Quero dizer, quem sabe! Estou aberto a tudo o que é mais gratificante e narrativo em todas as suas formas!”

‘Wicked: Parte 2’: Trailer da sequência SUPERA e muito o número de visualizações do primeiro

A ansiedade dos fãs de ‘Wicked‘ parece ter se transformado em puro entusiasmo com o lançamento do trailer de ‘Wicked: Parte 2‘, segunda parte da aguardada adaptação musical da Broadway.

Segundo a Universal Pictures para a Variety, o vídeo foi visto 113 milhões de vezes em apenas 24 horas, superando os 75 milhões alcançados pelo primeiro trailer do longa anterior, lançado no ano passado.

Com esse desempenho, ‘Wicked: Parte 2‘ entra para o seleto grupo de trailers mais vistos em um único dia, ultrapassando títulos recentes como a sequência de ‘Beetlejuice‘, ‘Mufasa: O Rei Leão‘ e ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘.

A marca também se aproxima do fenômeno ‘Barbie‘, de Greta Gerwig, embora ainda fique atrás do recordista ‘Deadpool & Wolverine‘, que alcançou impressionantes 365 milhões de views.

O novo trailer, com dois minutos e meio, oferece ao público trechos das canções No Good Deed e For Good, além de momentos impactantes como o casamento de Glinda e Fiyero, a presença ameaçadora dos macacos alados, e a primeira aparição de Dorothy, acompanhada pelo Homem de Lata, Espantalho e o Leão Covarde.

A estreia do trailer foi precedida por sessões especiais do primeiro filme em mais de 100 cinemas da América do Norte, e por um teaser colaborativo nas redes sociais com Cynthia Erivo (Elphaba), Ariana Grande (Glinda), Jonathan Bailey, Michelle Yeoh e Jeff Goldblum. O vídeo de 15 segundos ultrapassou 85 milhões de visualizações no Instagram em menos de 48 horas.

Recentemente, a tão aguardada sequência ganhou um novo teaser com cenas inéditas.

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O diretor Jon M. Chu explicou que o novo filme trará uma participação mais significativa de Dorothy Gale, a icônica protagonista deO Mágico de Oz, obra que inspirou o universo de Wicked.

“Esse ponto de interseção é o lugar onde fomos apresentados a Oz pela primeira vez”, disse Chu à Vanity Fair. “Pisamos com cuidado, mas tentamos fazer mais sentido de como isso afeta nossas garotas e nossos personagens do que talvez o show tenha feito”.

Chu garantiu que a inclusão de Dorothy na adaptação cinematográfica não desviará o foco da história de Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande): “Estamos sendo delicados. Delicados. Delicados”.

Embora o musical original mostre apenas a sombra de Dorothy do outro lado de um pano de fundo, sua presença na história é fundamental para Elphaba, que simula sua morte depois que a protagonista de O Mágico de Oz joga um balde de água na Bruxa Má do Oeste.

“Acho que a essência do que Wicked representa acontece no segundo filme. Para mim, é por isso que essa história existe. É onde nossos sonhos de infância colidem com nossos eus adultos”, acrescentou.

Anteriormente, Chu havia evitado revelar quanto tempo de tela Dorothy terá na sequência, embora tenha confirmado que uma atriz foi escalada para o papel, após reações mistas dos fãs sobre sua aparição nos teasers do primeiro filme.

“Bem, definitivamente escalamos uma atriz para Dorothy. Você a vê em alguns dos nossos teasers”, disse ele em dezembro. “Quanto você verá de Dorothy? Vou deixar o público curioso, não posso confirmar nem negar o quanto ela aparece. Mas posso dizer que acho importante, seja lá quem Dorothy representa para você, tentar respeitar isso ao máximo. Mas O Mágico de Oz e nosso filme se cruzam no segundo filme mais do que nunca? Com certeza, 100%”. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Jon M. Chu retorna à direção.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros também fazem parte do elenco.

‘Shazam!’: Ator de ‘It – A Coisa’ entra para elenco de novo filme da DC

O ator mirim Jack Dylan Grazer, de It: A Coisa, entrou para o elenco de Shazam!’. Ele fará o papel de Freddy, melhor amigo de Billy Batson e o único que sabe sobre a transformação dele no herói Shazam.

‘Liga da Justiça’ pode dar um prejuízo de até US$ 100 milhões, segundo a Forbes

Além disso, o diretor David F. Sandberg desmentiu os boatos de que a DC estaria pensando em cancelar os próximos projetos após a recepção morna de ‘Liga da Justiça‘.

Foi durante uma conversa no Reddit que um usuário postou que possuía conexões dentro da Warner Bros, afirmando que os filmes futuros seriam cancelados e que a empresa irá tirar uma folga de 5 anos dos filmes da DC, voltando depois com filmes solo sem conexões. Eis que, o próprio diretor respondeu o usuário, postando o seguinte:

“Ninguém me falou isso. Posso tirar o dia de amanhã de folga? Realmente quero dormir.”

A resposta bem humorada de Sandberg serve como uma maneira de tranquilizar os fãs e abafar os rumores sem fundamento acerca do futuro da DC nas telonas.

‘Shazam!’: Zachary Levi diz que o filme é um ‘Quero Ser Grande’ com super-poderes

Durante a première de ‘Liga da Justiça‘ ontem (13), os atores Asher Angel e Zachary Levi, que serão o Billy Batson e o Shazam! dos cinemas, respectivamente se encontraram pela primeira vez. Confira a foto:

Leia mais notícias sobre o filme:

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‘Shazam!’: Zachary Levi comenta sobre escalação para viver o protagonista

‘Shazam!’ encontra seu protagonista; SAIBA MAIS!

Shazam!’ chega aos cinemas em Abril de 2019.

‘Siren’: Série de terror com sereias assassinas é renovada para a 2ª temporada

O canal Freeform acaba de anunciar a renovação da série Siren para uma 2.ª temporada. Desde a sua estreia, a série tem registrado altos índices de audiência para o canal.

A trama do terror se passa na cidade de Bristol Cove, uma terra com uma lenda muito peculiar: a crença na existência de sereias habitantes daquele mar. A série gira em torno do regresso de uma destas sereias e da luta pelo domínio marítimo.

Em relação a 1ª temporada, a segunda terá um acréscimo de 6 episódios, contabilizando 16 novos episódios previstos para 2019.

 

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | OS VINGADORES

A quarta franquia do nosso especial é o carro chefe da Marvel. Os azarões de 2012 derrotaram a desconfiança do público e se consolidaram como a maior equipe de super-heróis do cinema. Os Vingadores inovaram e conquistaram o coração de pessoas de todas as idades ao estrelarem um filme capaz de ter cinco protagonistas com destaque e tempo de tela. Além, é claro, de ostentarem alguns dos maiores nomes do cinema pipoca da atualidade.
O segundo capítulo da saga Vingadora foi considerado uma decepção pela crítica, mas tem um grande trunfo: interligar todas as outras. Então, a parte três dessa quadrilogia vai repetir o feito do filme original ao apresentar a maior junção de heróis em um único longa-metragem. E apesar de representarem a nata do Blockbuster do século XXI, nem tudo são flores no feitio dessas aventuras. Confira algumas curiosidades sobre elas!

 

Os Vingadores:

Loki, o irmão de Thor, ganha acesso ao poder ilimitado do cubo cósmico ao roubá-lo de dentro das instalações da S.H.I.E.L.D. Nick Fury, o diretor desta agência internacional que mantém a paz, logo reúne os únicos super-heróis que serão capazes de defender a Terra de ameaças sem precedentes. Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, Thor, Viúva Negra e Gavião Arqueiro formam o time dos sonhos de Fury, mas eles precisam aprender a colocar os egos de lado e agir como um grupo em prol da humanidade.

  • Mais de Três Horas

Joss Whedon já afirmou que o primeiro corte do filme tinha mais de três horas de duração. Para não ficar muito longo, algumas cenas do longa foram removidas, e quem saiu perdendo com isso foram o Capitão América (Chris Evans) e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner).
Grande parte do material envolvendo Steve Rogers acabou entrando nos bônus do Blu-ray. Veríamos nosso Homem Fora de Seu Tempo redescobrir o mundo no século XXI, além de mais um cameo de Stan Lee, que aconselha Steve a pedir o número da garçonete do lugar no qual eles estão almoçando. Isso explica o porquê a moça loira ter tantas cenas na Batalha de Nova York. Tudo indica que ela foi o primeiro beijo do Capitão pós-gelo. Essas gravações excluídas serviram como base para alguns diálogos e cenas de Capitão América: O Soldado Invernal.
Para o Gavião Arqueiro, o filme seria bem mais introdutório. Veríamos brevemente seu passado no circo e como ele chegou até a SHIELD.

  • Barrados no Baile

O desejo inicial de Joss era apresentar a formação original dos Vingadores junto do Capitão América. Para quem não leu a edição número um, o grupo era formado por Homem de Ferro, Thor, Hulk, Homem Formiga e Vespa.
A Marvel descartou logo de cara a presença do Homem Formiga. Para eles, era inadmissível introduzirem um personagem sem tê-lo apresentado em um filme solo anteriormente. Entretanto, a Vespa foi mantida até a penúltima versão do roteiro, quando viram que não faria sentido colocá-la sem seu parceiro. Então, ela foi substituída pela Viúva-Negra (Scarlett Johansson).

  • O Bigode do Capitão

Recentemente, um personagem bastante incomum estampou as manchetes do mundo do cinema. Mais polêmico que muito ator por aí, o bigode de Henry Cavill teve seus 15 minutos de fama e acabou virando símbolo de uma produção desastrosa da concorrência.
Em Os Vingadores, algo parecido (quase) rolou. Depois da estreia mundial estrondosa, Joss chamou o elenco inteiro para rodar uma cena extra. A famigerada pós-créditos da Shawarma.
Todos estavam com o visual próximo ao das gravações, menos Chris Evans, que já estava envolvido em outro filme. Seu visual para O Expresso do Amanhã exigia o cabelo baixo e a barba cheia. Para resolver isso, Chris usou uma peruca loira, uma prótese para esconder a lateral da barba e cobriu el bigodón com as mãos. Aposto que ninguém percebeu.

  • Os Corvos de Odin

Na mitologia nórdica e nos quadrinhos, Odin tem sempre a companhia de dois corvos. Não é só por questão estética, nem para parecer badass. As aves, chamadas Hugin e Munin, representam o Pensamento e a Memória do Asgardiano, respectivamente.

Eles são vistos rapidamente na cena em que Thor (Chris Hemsworth) conduz Loki (Tom Hiddleston) para um lugar isolado, onde ele tentará convencer a irmão a desistir de seu plano maléfico.

Colocar os corvos observando esse diálogo foi um meio barato e inteligente de ter o Pai de Todos presente no filme e ainda criar um dos melhores easter eggs dos últimos tempos.

  • Lou Ferrigno

O fisiculturista Lou Ferrigno é o intérprete mais famoso do Golias Esmeralda. Sua atuação como Hulk na série dos anos 70 marcou uma geração de crianças, jovens e adultos que passaram seu carinho pelo personagem para seus descendentes.
Lou já havia sido homenageado em O Incrível Hulk (2008) ao fazer uma ponta como o porteiro da Universidade de Culver. Em Os Vingadores, ele retorna ao seu papel mais famoso e dubla o verdão. Apesar de todas as expressões faciais e corporais serem do ator Mark Ruffalo, a voz e os grunhidos são de Lou Ferrigno.

Os Vingadores: A Era de Ultron:

Ao tentar proteger o planeta de ameaças, Tony Stark constrói um sistema de inteligência artificial que cuidaria da paz mundial. O projeto acaba dando errado e gera o nascimento do Ultron. Com o destino da Terra em jogo, Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro terão que se unir para mais uma vez salvar a raça humana da extinção.

  • Ultron

Depois da cena pós-créditos do primeiro Vingadores, muito se especulava que o vilão da continuação seria Thanos. Quando anunciaram o subtítulo A Era de Ultron, os fãs ficaram divididos e até mesmo confusos.

Uns gostaram da escolha do robô homicida, outros ficaram decepcionados por terem de aguardar mais tempo para ver Thanos em ação. Sobre a confusão, filmes de quadrinhos costumam adaptar sagas clássicas, não obras recentes. Acontece que “Era de Ultron” era o nome da saga publicada pela Marvel Comics naquele ano. Mas no final das contas, o estúdio não tomou as HQs como base, só usou o mesmo nome.

  • Vilania Infinita

Muita gente diz que o grande problema de Homem Aranha3 é ter três vilões . Então o que dizer de A Era de Ultron que tem seis?

Além de Ultron (James Spader), o filme introduz o Garra Sônica (Andy Serkis), o Barão Von Strucker (Thomas Kretschmann), a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), o Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson) e até mesmo o Hulk, que tem um arco inteiro dedicado a tratá-lo como ameaça.

Até agora, Vingadores 2 é o filme da Marvel com mais vilões em sua trama. Guerra Infinita, a princípio, tem “apenas” cinco.

  • Bruce Lee

Robert Downey Jr. é o Homem de Ferro. É quase impossível separar o personagem do ator, e cá entre nós, ele também não parece estar preocupado em ser visto como Tony Stark.
Isso se deve a uma atitude tomada por Jon Favreau no primeiro filme solo do latinha. Ele deixou Robert improvisar suas falas e utilizou alguns aspectos e situações da vida pessoal de Downey Jr. para compor a personalidade de Tony Stark
Apesar de não ter esse tipo de liberdade com Joss Whedon, Robert influenciou diretamente no visual de Tony. A camisa “exótica” do Bruce Lee DJ, por exemplo, é uma peça do guarda-roupa pessoal do ator, que cedeu para o uso nas filmagens.

  • Mamãe Viúva

Scarlett Johansson gravou A Era de Ultron grávida. Para evitar que a barriguinha aparecesse, a equipe adiantou as cenas em que ela aparecia e fazia algum tipo de esforço físico, além de contar com três dublês para a atriz.

Chris Evans, um dos amigos mais antigos de Scarlett, disse que elas eram tão parecidas com a atriz que ele ficava confuso. Há uma história que ele chegou a conversar com uma delas sem perceber que não era a sua amiga.

A técnica de filmagem utilizada com Scarlett é frequentemente aplicada a Chris. Como ele perde peso muito rápido e usa roupas civis mais apertadas, as cenas dele como Steve Rogers são feitas antes das sequências como Capitão América, que tem o uniforme grosso para disfarçar qualquer diferença de peso.

  • A Indisposição de Joss

O sucesso absoluto de crítica e bilheteria de Os Vingadores garantiu Joss Whedon na cadeira de diretor da sequência. Mais certo que os próprios heróis, Joss chegou para a continuação decidido a exercer também a função de roteirista.

Além do cansaço de trabalhar em dupla jornada, ele esbarrou no indigesto Ike Perlmutter, antigo CEO da Marvel Studios. Ike foi fundamental no processo de tirar a empresa da lama no início dos anos 2000, mas sempre foi um encosto quando o assunto era liberdade criativa nos cinemas. Ele e seus executivos picotaram o filme como bem entenderam. Seu objetivo era deixar A Era de Ultron com uma duração menor e mais vendável para o público infantil.

Ao final da pós-produção, Joss Whedon estava tão chocado e frustrado com o resultado de “sua” obra que decidiu não se envolver mais com filmes de heróis (até surgir a possibilidade de dirigir Liga da Justiça).

Os Vingadores: Guerra Infinita estreia em 26 de abril de 2016

Os 10 Melhores Filmes de Keanu Reeves!

Queridinho da Internet, dono do coração de 10 entre 10 seres humanos na face da Terra, Keanu Charles Reeves parece ter sido redescoberto nos últimos meses, mas a verdade é que ele está há bem uns trinta anos na estrada, interpretando todos os tipos de papéis em filmes de gêneros diferentes. Por iiiiisso, nós, do CinePop, vamos te dar uma forcinha com esse guia dos dez melhores filmes de Keanu Reeves!

Bill e Ted’ (1989)

Nosso bebezinho tá com carinha de quem precisa de colo neste filme, em que interpreta TheodoreTedLogan, um adolescente bem loco que, junto com o melhor amigo, Bill, viaja no tempo. O longa fez tanto sucesso que virou franquia, ganhou duas continuações, versão em desenho animado e vai voltar em breve com mais um capítulo da história!

‘Velocidade Máxima’ (1994)

Filme que trouxe Keanu Reeves para trabalhar com Sandra Bullock pela primeira vez e fez com que a gente torcesse para que eles virassem um casal (sério, apesar de ser um filme de ação, a química entre os dois é palpável). Keanu interpreta Jack Traven, um agente chamado para parar um ônibus em alta velocidade.

‘Caminhando nas Nuvens’ (1995)

Esse é o filme que fez TODO MUNDO se apaixonar por Keanu nos anos 90. Aqui ele é Paul, um vendedor de chocolates que, numa viagem de negócios, conhece Victoria (Aitana Sánchez), dona de um vinhedo. Sério, gente: o filme tem Keanu Reeves, chocolate e vinho, não dá pra ficar melhor que isso!

‘Johnny Mnemonic, O Cyborg do Futuro’ (1995)

Talvez o filme que tenha originado o que mais tarde seria a fibra de Keanu em filmes de ficção científica. A história se passa no futuro distante de 2021 (RISOS!), quando a população mundial sofre de uma doença fatal chamada NAS e Keanu é Johnny, um mensageiro cuja função é levar os dados da cura da doença até Newark.

‘Advogado do Diabo’ (1997)

Kevin Lomax é um advogado incansável que nunca perde uma causa. Um dia, é contratado pela maior firma de advocacia de Nova York e, a partir daí, os casos começam a ficar meio sombrios demais. Sem contar que o longa tem Al Pacino no elenco.

Matrix’ (1999)

Definitivamente, o filme divisor de águas na carreira de Keanu Reeves, lançando-o ao estrelado milionário mundial. No papel de Neo, o filme tem inúmeros efeitos especiais e uma história paranoica que faz o espectador olhar sobre o ombro e desconfiar da realidade em que vive. O longa comemorou 20 anos este ano e ganhou cópias restauradas.

‘Doce Novembro’ (2001)

Quem não se derrete com um romancezinho clichê é porque nunca viu esse filme. Keanu Reeves é Nelson, um publicitário com dificuldade de comprometimento, que acaba conhecendo Sara (Charlize Theron), e os dois combinam de se relacionar apenas por um mês, novembro, mas, ao fim do período, devem se separar.

Constantine’ (2005)

Baseado nos quadrinhos ‘Hellblazer’, nosso queridinho aqui é o solitário Constantine, que tenta garantir seu lugar no paraíso enviando demônios de volta ao inferno. Tudo vai bem até ele conhecer Angela (Rachel Weisz), uma policial que investiga a morte de sua irmã gêmea.

‘A Casa do Lago’ (2006)

Mais de dez anos depois de trabalharem juntos, finalmente vemos Keanu Reeves e Sandra Bullock contracenando no mesmo filme novamente! Só que aqui ela é uma médica solitária que se muda para uma casa no lago, e, de repente, começa a receber bilhetes na sua caixa de correio assinados por um misterioso arquiteto. O filme tem um plot twist inacreditável!

John Wick 3: Parabellum’ (2019)

Na verdade, toda a franquia John Wick é muito fod@! A trilogia – 2014, 2017 e 2019 – tem história para mais alguns filmes. No papel principal, Keanu fica muito boladão quando matam seu cãozinho, e, a partir daí, a jornada do vingador varia entre lutar pela própria sobrevivência e vingar a afronta recebida. Sem contar as inacreditáveis cenas de ação e de luta que parecem um balé aos nossos olhos.

‘Annabelle 3’: James Wan afirma que filme recebe o tom de ‘Invocação do Mal’

As filmagens de ‘Annabelle 3‘ foram encerradas e muitos fãs estão esperando que a qualidade vista no último spin-off da boneca maldita continue presente no novo filme.

Entretanto, parece que os fãs vão receber muito mais do que esperam, pois o diretor da franquia ‘Invocação do Mal’, James Wan, afirmou que o filme funciona mais como um episódio principal da franquia do que como um spin-off:

“Finalmente estamos na casa dos Warren então pela própria circunstância de estarmos na casa, com a presença do casal Warren, com uma história focada na família, certamente funciona mais como um longa ‘Invocação do Mal‘.”

Sendo assim, ‘Annabelle 3‘ servirá como um filme similar aos dois primeiros ‘Invocação do Mal‘.

Confira a sinopse:

Determinadas a impedir Annabelle de causar mais estragos, os demonologistas Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída para a sala de artefatos trancada em sua casa, colocando-a “em segurança” atrás do vidro sagrado e conjurando a santa bênção do padre. Mas uma noite profana de horror espera enquanto Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que todos se voltam para um novo alvo – a filha de 10 anos de Judens, Judy, e suas amigas.

O roteirista Gary Dauberman (filmes ‘A Freira’, ‘IT: A Coisa’, ‘Annabelle’) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1,5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

O novo filme de terror é mais uma vez produzido pelo criador do universo ‘Invocação do Mal‘, James Wan. 

O filme é estrelado por McKenna Grace (da série de TV ‘ The Haunting of Hill House’, ‘Gifted’ e o filme ‘Capitã Marvel’) como Judy; Madison Iseman (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’, ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) como sua babá, Mary Ellen; e Katie Sarife (das séries de TV ‘Youth and Consequences’ e ‘Supernatural’) como a amiga problemática Daniela; com Patrick Wilson (filmes ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’, o próximo filme ‘Aquaman’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’, o próximo filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, da série de TV ‘Bates Motel’) reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren.

Dauberman também escreveu o roteiro a partir de uma história de Wan & Dauberman. Os produtores executivos são Michael Clear e Michelle Morrissey.

O filme está com lançamento marcado para 2 de Julho de 2019, e será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa Warner Bros. Entertainment Company.

Crítica de Álbum | Like a Virgin – Madonna e suas aventuras amorosas

Quando ouvimos o nome Madonna, automaticamente pensamos em um dos maiores nomes da história da música – não apenas por suas rendições atemporais que acompanham gerações até hoje, mas também pela capacidade da performer em chocar o público desde sua consagração em 1983 com seu primeiro álbum de estúdio autointitulado. Porém, sua capacidade de nos envolver com letras e escopos musicais explícitos veio um ano depois com o lançamento de Like a Virgin, seguindo o sucesso sem precedentes do memorável début.

Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.

A primeira track é um irônico mergulho no mundo capitalista, travestido em versos dançantes e uma paixão inenarrável da cantora pela bombshell Marilyn Monroe, buscando referências estéticas de “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” em 1953, provando que não pensaria duas vezes em honrar algumas de suas maiores influências. Não é surpresa que, em união ao videoclipe, “Material Girl” transforme-se em um intrínseco desejo do eu-lírico em conquistar o que sempre almejou; os arranjos sintéticos marcam correlações com o CD predecessor, mas abre um terreno fértil para que Madonna explore um delicioso soubrette, uma afetação que conversa com sua reafirmação de gênero em uma causalidade a priori superficial, porém dotada de um cinismo dançante acompanhado pela mutável bateria. Em comparação à contemporaneidade, a música pode erroneamente transmitir uma sensação datada – refutada pela robótica voz de Frank Simms que acompanha a lead singer.

O soubrette apareceria mais uma vez com Like a Virgin, cuja estruturação híbrida entre os sintetizadores e o teclado é simplesmente divina e reflete o apreço da cantora com os instrumentais em questão. A explicitação, levando em conta a época perscrutada por tabus em que a faixa foi lançada, é sexy e dotada de controvérsias apaixonantes: “como uma virgem, tocada pela primeira vez” é o verso que inicia cada um dos refrãos cada vez com mais potência.

O álbum em si peca por alguns excessos que não são facilmente ignoráveis, a começar pela saturada repetição monofônica de investidas recicladas: temos em “Angel”, por exemplo, uma construção confessional acompanhada pelos arranjos do electro-pop e por uma rendição mais grave da lead, que não perde a oportunidade de fazer declarações e mais declarações para um caso amoroso – mantendo estritas relações contraditórias com “I Know It” e “Physical Attraction”. Entretanto, a belíssima construção lírica e sonora perde força quando comparada com o cíclico e monótono “você é um anjo” (“you’re an angel”), que insurge em primeiro plano mais vezes do que deveria. O mesmo acontece equívoco dá as caras em “Dress You Up”, cujo escopo revitalizante e onírico entrega os holofotes para a explosão de “vou te vestir com meu amor” (“gonna dress you up in my love”). É interessante e trágico ao mesmo tempo como os backing vocals ganham mais expressividade que a artista em si.

As repetições também aparecem em “Over and Over”, mas não causam a mesma sensação extenuante de antes. A dinâmica faixa é nostálgica e atual ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de mensagens de apoio para os ouvintes, pedindo para que, caso a vida lhes derrube, que se levantem e tentem “de novo e de novo”. Tal supressão das infelicidades das múltiplas esferas cotidianas é logo jogada propositalmente no lixo com a chegada de “Love Don’t Live Here Anymore”, uma impecável balada que faz ótimo uso do violino e do violão, criando uma épica espontaneidade e dividindo o centro de nossas atenções entre a atmosfera efusiva e uma entrega extremamente tocante.

“Pretender”, por sua vez, cria em nós uma expectativa quase noir, utilizando as desnecessárias repetições de tracks anteriores a seu favor, colocando-as já no ato de abertura. Todavia, essa troca não é o suficiente para tirar-lhe as construções formulaicas e os convencionalismos que seriam apenas retirados em sua totalidade com “Stay”. Aqui, o premeditável crescendo alterna com fluidas declinações, acompanhadas pela brutalidade contrastante da bateria que antecede as principais viradas. “Shoo-Bee-Doo” retoma as sensações oníricas integrantes de investidas anteriores, recebendo uma interessante romantização cuja confirmação é feita por versos como “eu vejo muita confusão [em seus olhos], e isso está me matando” – uma notável empatia que também se tornaria marca da discografia de Madonna.

Like a Virgin pode não ter o mesmo respiro inovador da obra anterior, mas ainda assim constrói-se em uma jornada repleta de declarações e confissões epistolares que mostram a vulnerabilidade de sua artista ao mesmo tempo que divulgam uma expressividade intimista sem igual.

Nota por faixa:

  • Material Girl – 5/5
  • Angel – 2,5/5
  • Like a Virgin – 4,5/5
  • Over and Over – 4/5
  • Love Don’t Live Here Anymore – 5/5
  • Dress You Up – 3/5
  • Shoo-Bee-Doo – 3,5/5
  • Pretender – 3,5/5
  • Stay – 4/5

‘Matrix 4’: Yahya Abdul-Mateen II deve viver o jovem Morpheus na sequência

Yahya Abdul-Mateen II foi elencado há alguns meses na já vindoura sequência Matrix 4’ e, agora, fontes podem ter revelado quem ele viverá no longa-metragem.

Segundo fontes próximas ao site We Got This Covered, o ator, conhecido por seu papel como Arraia Negra em Aquaman, deve interpretar uma versão mais jovem do icônico Morpheus na narrativa. O personagem foi vivido por Laurence Fishburne nos filmes originais.

O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

Assista a uma cena de ‘The Lie’, novo suspense da Blumhouse estrelado por Joey King

A Amazon Prime divulgou uma nova cena promocional de The Lie, filme realizado em parceria com a Blumhouse e estrelado por Joey King.

O filme já está disponível na plataforma de streaming.

Confira:

“Quando sua filha adolescente aparenta ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

‘Sombra e Ossos’: Jovens enfrentam uma ameaça perigosa no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

A Netflix divulgou hoje (26) o novo teaser oficial de sua ambiciosa série de fantasia, Sombra e Ossos.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira:

Sombra e Ossos é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘The Last of Us’: Série da HBO escala dois novos atores ao elenco

Segundo o Deadline, a HBO escalou dois novos membros ao elenco da ambiciosa adaptação The Last of Us, série baseada na aclamada franquia de games.

As informações indicam que Con O’Neill (‘Chernobyl’) e Murray Bartlett (‘The White Lotus’) foram contratados para a produção. O’Neill dará vida a Bill, conhecido do protagonista Joel pouco antes da pandemia que assolou o planeta e que, agora, é um dos sobreviventes dos subúrbios, armado até os dentes e adepto a construir armadilhar para se proteger. Barlett, por sua vez, será Frank, namorado de Bill que, nos jogos, se enforcou após contrair a doença. Acredita-se que, na adaptação, Frank aparecerá vivo.

Pedro Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) irão estrelar a produção como Joel e Ellie, respectivamente. O elenco ainda contará com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey Pierce.

Kantemir Balagov será responsável pela direção do episódio piloto, com Jasmila Žbanić e Ali Abbasi também confirmados na direção de outros episódios.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.

Por enquanto, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

Neo está de volta no novo trailer INCRÍVEL de ‘Matrix Resurrections’; Assista!

A Warner Bros. acabou de divulgar o novo trailer oficial do aguardado filme Matrix Resurrections’.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de dezembro.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, Keanu Reeves e Carrie-Ann Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

O longa também conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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10 filmes INCRÍVEIS para assistir no Star+!

Nos últimos anos, uma quantidade absurda de plataformas de streamings foram lançadas, seguindo os passos da outrora dominação quase homogênea da Netflix – e um desses serviços é a Disney+ e sua subsidiária, a Star+.

É claro que, com tantos títulos disponíveis, fica difícil se manter atualizado com tantas novidades que saem dia após dia.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez filmes incríveis e extremamente aclamados pela crítica especializada para você conferir no Star+, desde o recente ‘A Favorita’, que deu o Oscar de Melhor AtrizOlivia Colman, ao clássico De Volta para o Futuro, que se tornou um dos filmes mais importantes e conhecidos de todos os tempos.

Confira nossas escolhas abaixo:

TUBARÃO (1975)

Um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

ALIEN: O 8º PASSAGEIRO (1979)

Uma nave espacial, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Ao investigarem o local, um dos tripulantes é atacado por um estranho ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.

DE VOLTA PARA O FUTURO (1985)

Estrelado por Michael J. FoxChristopher LloydLea ThompsonCrispin Glover e Thomas F. Wilson, De Volta para o Futuro gira em torno de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente viaja trinta anos para um passado através de um carro DeLorean transformado em máquina do tempo por seu amigo cientista Doc Brown. Preso no passado, Marty sem querer impede que os pais se conheçam, e, lutando contra o tempo, tenta reuni-los para que seu futuro não esteja perdido.

TITANIC (1997)

Lançado em 1997, o múltiplo vencedor do Oscar Titanic incorpora elementos reais e fictícios para trazer à vida a narrativa do RMS Titanic, um gigantesco transatlântico que colidiu com um iceberg e naufragou, tornando-se um dos maiores desastres humanos de todos os tempos. No centro desse impiedoso enredo, temos o crescente amor que desperta entre Rose DeWitt (Kate Winslet) e Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), dois jovens pertencentes a mundos diferentes e que lutam para ficar juntos em meio a tantas adversidades.

ENCONTROS E DESENCONTROS (2003)

Bob Harris (Bill Murray) é uma estrela de cinema, que está em Tóquio para fazer um comercial de uísque. Charlotte (Scarlett Johansson), por sua vez, está na cidade acompanhando seu marido, um fotógrafo workaholic (Giovanni Ribisi) que a deixa sozinha o tempo todo. Sofrendo com o horário, Bob e Charlotte não conseguem dormir. Eles se encontram, por acaso, no bar de um hotel de luxo, e em pouco tempo tornam-se grandes amigos.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

O GRANDE HOTEL BUDAPESTE (2013)

Em O Grande Hotel Budapeste, no período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.

BIRDMAN OU (A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA) (2014)

Dirigido por Alejandro González Iñárritu, ‘Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)‘ é uma comédia de humor negro que conta a história de um ator (Michael Keaton) – famoso por interpretar um icônico super-herói – enquanto ele faz de tudo para montar uma peça na Broadway. Às vésperas da estreia, ele vai lutar com seu ego e tentar recuperar sua família, sua carreira e ele mesmo.

TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME (2017)

Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.

A FAVORITA (2018)

Na Inglaterra do século XVIII, Sarah Churchill, a Duquesa de Marlborough (Rachel Weisz) exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana (Olivia Colman). Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail (Emma Stone), nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes à oportunidade única.

 

Jennifer Lawrence vive uma veterana de guerra com TEPT nas imagens oficiais de ‘Causeway’

Discussing Film revelou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de Causeway, drama estrelado pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence.

O filme fez sua estreia oficial no Festival de Toronto de 2022 e chegará à plataforma da Apple TV+ no dia 04 de novembro.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Lila Neugebauer. Otessa MoshfeghLuke GoebelElizabeth Sanders assinam o roteiro.

Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.

Linda EmondJayne HoudyshellStephen McKinley HendersonFrederick WellerRussell HarvardNeal Huff e outros também fazem parte do elenco.

‘Cidade Invisível’: Surgem novos perigos no trailer OFICIAL da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Cidade Invisível’, série brasileira que abrange várias lendas do folclore nacional.

Os novos episódios chegam no dia 22 de março à plataforma de streaming.

Confira:

A série é dirigida por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.

Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CoresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘One Piece’: Personagens se reúnem no cartaz INÉDITO do live-action; Confira!

A Netflix divulgou um novo cartaz oficial da série live-action baseada em ‘One Piece‘, aclamado mangá escrito por Eiichiro Oda.

Com estreia marcada para 31 de agosto, a adaptação reconta a história de em Monkey D. Luffy, um jovem que, inspirado por seu ídolo de infância e poderoso pirata Shanks, o Ruivo, sai em uma jornada do mar East Blue para encontrar o famoso tesouro One Piece e proclamar-se o Rei dos Piratas.

Em um esforço para organizar sua própria tripulação, os Piratas do Chapéu de Palha, Luffy salva e faz amizade com um espadachim chamado Roronoa Zoro, que se torna seu braço direito na busca pelo One Piece.

Confira, junto ao trailer:

Vale lembrar que, quando a Netflix divulgou as primeiras cenas da série, os fãs ficaram bem divididos.

Nas redes sociais, muitos reclamaram do CGI e fizeram comparações com o péssimo ‘Dragonball Evolution‘.

Confira as reações:

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Saoirse Ronan revela que QUASE participou de ‘Barbie’

Barbie se tornou um dos filmes mais bem-sucedidos e aclamados de 2023 e, em meados do ano passado, a diretora Greta Gerwig revela que a produção teria uma quantidade considerável de participações especiais que nunca se concretizaram – incluindo a da indicada ao Oscar Saoirse Ronan (‘Adoráveis Mulheres’, ‘Lady Bird’).

Agora, em entrevista à Variety, Ronan trouxe detalhes sobre sua participação descartada, revelando que daria vida a uma das Barbies da casa da Barbie Estranha, interpretada por Kate McKinnon.

“Eu definitivamente seria uma das Barbies Estranhas”, ela contou. “Não sei como lidar com isso. Eu estaria com Kate McKinnon, então seria muito legal. Eu tinha uma cena, mas nunca cheguei a fazê-la e ela nunca apareceu no filme”.

Ronan continua: “nem consigo me lembrar [da cena] agora, mas era estranha. Acho que eu seria a garota estranha que fala consigo mesma e sempre tem um cachorrinho do lado e não falaria com ninguém”.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Confira o cartaz de ‘Pequenas Cartas Obscenas’, comédia SATÍRICA com Olivia Colman e Jessie Buckley

Depois do trailer, a Sony Pictures Brasil divulgou o cartaz oficial de Wicked Little Letters, comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia ColmanJessie Buckley.

O longa chega aos cinemas nacionais em 25 de julho.

Confira:

pequenas cartas obscenas

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

Colin Firth busca JUSTIÇA no trailer de ‘Lockerbie’, nova série do Peacock sobre TRAGÉDIA REAL

O Peacock divulgou o trailer completo da série ‘Lockerbie: A Search For Truth‘, estrelada por Colin Firth (‘Kingsman: Serviço Secreto’), e baseada em eventos reais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 2 de janeiro de 2025.

Em 21 de dezembro de 1988, 259 passageiros e a tripulação de um voo foram mortos quando Pan Am 103 explodiu 38 minutos após a decolagem – causando ainda a morte de 11 residentes com a queda dos destroços.

Após o desastre e a morte de sua filha, o Dr. Jim Swire (Firth) é nomeado porta-voz das famílias das vítimas do Reino Unido, que se uniram para exigir verdade e justiça. Viajando por continentes e divisões políticas, Jim embarca em uma jornada implacável que não apenas coloca em risco sua estabilidade, família e vida, mas também derruba completamente sua confiança no sistema judiciário. À medida que a verdade muda, a visão do mundo de Jim muda para sempre.

O seriado explorará do desastre e suas consequências, fornecendo um relato íntimo de um homem, um marido e um pai que arrisca tudo em memória de sua filha e na busca inabalável pela verdade e justiça.

O elenco ainda conta com Catherine McCormack, Rosanna Adams, Jemma Carlton, Harry Redding, Sam Troughton, Mark Bonner, Ardalan Esmaili e Selwa Jghalef.

‘Amores Materialistas’: Filme com triângulo amoroso de Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal ganha novo trailer; Assista!

Amores Materialistas, novo filme da aclamada diretora Celine Song, um novo trailer oficial.

O filme será lançado no Brasil no dia 31 de julho. Nos EUA, a estreia acontece em 13 de junho.

Confira, junto aos recentes cartazes individuais:

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O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

Dakota JohnsonChris EvansPedro Pascal vivem um triângulo amoroso como os protagonistas.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

Confira o logotipo NACIONAL de ‘Pânico 7’!

Paramount Pictures Brasil divulgou hoje (1) o logotipo nacional de Pânico 7’, próximo capítulo da icônica franquia slasher que chega aos cinemas em 26 de fevereiro de 2026.

Confira:

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.

Panico

‘Os Casos de Harry Hole’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série de MISTÉRIO da Netflix; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da série Os Casos de Harry Hole (‘Jo Nesbø’s Detective Hole’), inspirada nos escritos do aclamado romancista de suspense e mistério Jo Nesbø.

Estrelada por Tobias Santelmann (‘The Last Kingdom’), a produção conta com nove episódios e chega à plataforma de streaming no dia 26 de março.

O material nos leva aos bastidores da atração.

Confira:

Santelmann dará vida ao detetive Harry Hole, estrela da saga literária assinada pelo autor e que já foi interpretado por Michael Fassbender nos cinemas.

O elenco também conta com Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’) como Tom Waaler e a Pia Tjelta (‘Made in Oslo’) como Rakel Fauke.

Os Casos de Harry Hole é um mistério policial de serial killer liderado pelo famoso anti-herói. Por baixo da superfície, é um drama cheio de nuances sobre dois policiais – e supostos colegas – operando em lados opostos da lei. Ao longo da primeira temporada, Harry enfrenta seu adversário de longa data e detetive corrupto Tom Waaler.

A história do ciclo de estreia é inspirada no romance A Estrela do Diabo, lançado em 2003 e que funciona como o quinto volume da saga de Hole.

Oystein Karlsen (‘Sem Saída’) é o criador, enquanto Nesbø assina o roteiro.

Crítica | Sai de Baixo – O Filme não consegue resgatar a graça nem o humor da série

De volta para o Largo do Arouche! ‘Sai de Baixo‘, a série, marcou época quando foi exibida na Rede Globo lá no final da década 90. Gravada num palco, a produção era conhecida por ser um mix de peça de teatro, com comédia de improvisação, contava com um humor bem popular que era apoiado num texto afiado e divertido, e que no final, fez um enorme sucesso durante o tempo que ficou no ar.

E agora em pleno 2019, ‘Sai de Baixo‘ vira filme, nos entrega uma nova (e maluca!) aventura da família mais trambiqueira da TV brasileira. Eles estão de volta com os mesmos problemas de antes, só que agora, adaptados e jogados diretamente para os tempos atuais. E ‘Sai de Baixo – O Filme‘ (2019) nada mais é do que isso, um apelo para a nostalgia, para outros tempos que pareciam ser menos complicados, onde a produção dá espaço, novamente para os absurdos e non-sense que víamos no programa, mas que nos dias de hoje parecem não ter mais local para ser apreciados.

Claro, ‘Sai de Baixo‘ sempre foi um programa bem exagerado, como se fosse um ponto fora da curva na programação classuda da Rede Globo. Poderia ser visto como uma sátira, uma comédia de exageros que apontava o dedo para diversos níveis da sociedade brasileira, mas será que o grande público, que ria das piadas do porteiro Ribamar (Tom Cavalcante, aqui no filme parece estar ligado na tomada), ou de quando Caco Antibes (Miguel Falabella, bem e como se o tempo não tivesse passado), mandava a mulher calar a boca, necessariamente se preocupava com isso?

Exibido aos domingos à noite, a série sempre pareceu usar temas do dia-dia e do cotidiano do brasileiro, que se reunia para assistir ao programa, para contar sua história, e agora na versão em filme, o roteiro de Miguel Falabella não escapa muito disso. Assim, o texto do longa coloca os personagens no mundo real efetivamente, e os faz sair do apartamento do Largo do Arouche para uma aventura de ônibus pelo Brasil. Se antes ‘Sai de Baixo‘ parecia ser a própria definição da sociedade brasileira, agora no filme isso fica muito mais claro. O longa-metragem, aposta novamente em um humor simples, com piadas de fácil entendimento, podendo até ser uma aposta divertida, mesmo que hoje em dia o programa pudesse ser classificado como “politicamente incorreto”. É como se ‘Sai de Baixo – O Filme‘ fosse aquele seu tio que no Natal faz a piada do pavê, sabe? Não cola mais.

A versão de 2019 parece continuar com esse pensamento e vemos que não mudou nada em sua essência. Se participasse do desafio dos 10 anos, veríamos que ‘Sai de Baixo – O Filme‘ apenas deu uma nova roupagem para seus antigos personagens, onde, até mesmo o canguru perneta, parece voltar a pular (mesmo com dificuldades de uma perna só) e cair no mesmo local. Na trama do filme, vemos que ao sair da prisão, Caco Antibes (Falabella) encontra sua família na maior pindaíba, mas mesmo assim, não descem na posição de patrões. Então, vemos o grupo envolvido com escândalos financeiros, roubalheira envolvendo dinheiro público, planos infalíveis, e aqui a trama nos apresenta golpes que envolvem pedras preciosas em malas coloridas. Nada que o brasileiro não esteja cansado de ver nos telejornais.

O filme tem uma veia cômica que apela e muito para piadas visuais e gráficas, e se apoia em momentos não muito bem elaborados ou pensados, como fazer piada quando um personagem come uma manga, ou até mesmo se confunde com uma privada tecnológica cheia de botões.

Sai de Baixo‘ é uma sequência de cenas que beiram o ridículo, com passagens forçadas e feitas apenas para constranger. Não podemos negar, o grande timing cômico de Marisa Orth, como a icônica Madga, que finalmente se empodera (no caso se “empolera”!), quebra o ciclo de abusos verbais, e vira uma das cabeças do golpe para tirar dinheiro do país, ou até mesmo a entrada do ótimo Lúcio Mauro Filho que rouba a cena ao interpretar dois personagens, os irmãos gêmeos e vilões Banqueta e Angelina…

No final, o filme faz uma grande homenagem para sua própria história e aos personagens marcantes que a produção entregou e aqui, juntamente com as histórias polêmicas de bastidores que movimentavam o programa, faz uma produção que deve agradar muita gente, mas não por ser uma grande obra do cinema nacional, mas por garantir risadas fácies e esquecíeis.

 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ teve morte de personagem icônico e quase ninguém percebeu; Confira!

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ encerrou a atual trilogia com a morte de Leia (Carrie Fisher), Ben Solo (Adam Driver), e de alguns outros personagens marcantes da saga, como o alien Nien Nunb.

Introduzido em ‘O Retorno de Jedi‘ (1983) como um habilidoso piloto da Aliança Rebelde, Nunb fez breves aparições nos três filmes da nova trilogia e acabou sendo morto durante a batalha de Exegol.

Nunb pilotava a nave Tantive IV, vista pela primeira vez em ‘Uma Nova Esperança‘ (1977), e não conseguiu escapar dos raios liberados pelo Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), que destruiu grande parte da frota da Resistência.

Sua morte foi confirmada através do Twitter da escritora Rae Carson, que está escrevendo a vindoura novelização do episódio final.

Em resposta a um fã que a questionou sobre as mortes implícitas no filme, Carson foi direta e escreveu:

“Descanse em paz, Nien.”

Confira:

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Stranger Things’: Imagens dos bastidores revelam novos visuais de Nancy e Dustin na 4ª temporada

As gravações da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ já foram retomadas, e o Just Jared aproveitou para divulgar algumas imagens do elenco durante as bastidores.

Entre os astros clicados, estão os intérpretes de Nancy (Natalia Dyer), Dustin (Gaten Matarazzo), e Max (Sadie Sink).

Confira:

Anteriormente, a Netflix divulgou uma imagem para comemorar o reinicio das filmagens:

Antes do retorno, a plataforma de streaming se viu forçada a interromper a produção em 13 de março, quando a pandemia começou a se alastrar pelos Estados Unidos, acarretando em inúmeras vítimas.

Inicialmente, a previsão era de que as gravações entrariam em um hiato de apenas duas semanas. No entanto, com o agravamento do quadro norte-americano, a gigante do streaming se viu obrigada a suspender a produção de seus projetos, por tempo indeterminado.

Recentemente, foi anunciado que os novos episódios terão foco em contar a origem de um dos personagens favoritos da amada série, mas não foi dito qual deles.

Mais detalhes não foram revelados, mas é provável que a nova temporada seja lançada somente no final de 2021.

Até lá, vale lembrar que os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série, pretendem adicionar quatro novos personagens na próxima temporada.

Três deles serão adolescentes com biotipos diferenciados: um atleta, um rockeiro rebelde, e um descolado ao estilo de Jeff Spicoli, do filme ‘Picardias Estudantis.

O outro personagem será um cientista ligado ao projeto russo que tenta descobrir novos portais para o Mundo Invertido. Mas não foi revelado se ele estará do lado das crianças ou se será um novo vilão.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Obi-Wan Kenobi’ deve enfrentar Inquisidores na minissérie da Disney+

De acordo com o Making Star Wars, a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘ mostrará o Mestre Jedi vivido por Ewan McGregor lutando com pelo menos um dos Inquisidores do Império.

Para quem não os conhece, os Inquisidores são caçadores de Cavaleiros Jedi apresentados na animação ‘Star Wars: Rebels‘ e em alguns jogos da franquia, como ‘Star Wars: Jedi – Fallen Order’.

Os vilões eram Jedi refugiados que se renderam ao Império em troca de suas vidas, mas se deixaram levar pelo Lado Sombrio e foram recrutados para caçar seus antigos aliados.

Fontes ligadas à produção disseram ao portal que haverá uma épica batalha de sabre de luz em um dos episódios da minissérie.

No entanto, não se sabe se o duelo vai acontecer em Tatooine, já que foi dito que Kenobi não vai ficar preso somente no planeta desértico.

Vale lembrar que o Kessel Run Transmitions já havia divulgado que a personagem de Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’) será, de fato, uma das Inquisidoras na atração.

Infelizmente, não foi revelado se ela será uma nova personagem ou uma versão live-action de uma Inquisidora da animação ou dos jogos.

Além disso, não há informação se haverá outros Inquisidores ou apenas a personagem de Ingram. 

Apesar de não haver nada confirmado, o Making SW e o Kessel Run Transmitions são fontes bastante confiáveis, já que revelaram diversas informações assertivas sobre o universo de Star Wars antes da confirmação oficial.

Em seu perfil do Instagram, Ingram vem dando diversas dicas sobre sua personagem.

Nos stories da rede social, ela publicou um vídeo dos bastidores em que aparece treinando com um sabre de luz e prova que tem bastante habilidade ao manusear a arma.

O vídeo foi compartilhado por um usuário do Reddit.

Confira:

Moses Ingram treinando com um sabre de luz para a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘.”

Moses Ingram training with a lightsaber for the ‘Obi-Wan Kenobi’ series! from r/StarWarsLeaks

Anteriormente, a atriz já havia provocado seus seguidores dando uma pista sobre seu papel.

Na ocasião, ela publicou uma foto dela mesma e escreveu:

“Eu brinco com sabres de luz.”

Confira a publicação:

Além de Moses, as novidades no elenco são Kumail Nanjiani (‘Os Eternos’), Rupert Friend (‘Homeland’), O’Shea Jackson Jr. (Covil de Ladrões), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos 9’), Simone Kessell (Reckoning) e Benny Safdie (Joias Brutas).

Infelizmente, ainda não há indícios sobre quem eles devem interpretar na atração, mas as atualizações devem ser divulgadas em breve.

Lembrando que além do protagonista Ewan McGregor, a série também vai contar com o retorno de Hayden Christensen (Anakin Skywalker), e Joel Edgerton e Bonnie Piesse como Owen e Beru, tios de Luke Skywalker.

Indira Varma (Game of Thrones) também já havia sido anunciada previamente.

Lembrando que a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.

Dois GRANDES blockbusters inéditos estreiam nos streamings e estão dando o que falar…

Os assinantes da Netflix e da Disney+ foram presenteados hoje com a estreia de dois aguardados títulos: o sci-fi de viagem no tempo ‘O Projeto Adam‘ e a animação ‘Red – Crescer é Uma Fera’.

Em ‘O Projeto Adam‘, acompanhamos um piloto vivido por Ryan Reynolds, que viaja no tempo e se une ao seu eu mais jovem e seu falecido pai para aceitar seu passado enquanto salva o futuro.

Dirigido por Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo Controle’), o longa também conta com Rosario Dawson, Zoë Saldaña e Catherine Keener.

Assista ao trailer:

Já a sinopse de ‘Red – Crescer é Uma Fera‘ diz que:

“Quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem e suas inseguranças sobre essa fase, dividindo-se entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, o que gera mais problemas para a jovem. A trama é uma metáfora para todas as vezes que nos sentimos constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas.”

Assista ao trailer:

Nas redes sociais, ambas as produções vêm recebendo bastante elogios dos usuários, tanto pelo roteiro quanto pela mensagem que transmitem.

Apesar de ser uma aventura sci-fi, ‘O Projeto Adam‘ consegue arrancar lágrimas do público por conta da comovente história de pai e filho protagonizada por Reynolds e Ruffalo.

E ‘Red – Crescer é Uma Fera‘ contagia devido aos momentos descontraídos e das trapalhadas da protagonista Mei, ao mesmo tempo que traz uma profunda reflexão sobre o que é ser humano.

Confira as reações:

‘The Flash’: Artes oficiais revelam traje inédito para o personagem; Confira!

Um usu[ário do Twitter diculgou novas artes promocionais do vindouro ‘The Flash‘, estrelado por Ezra Miller.

E o curioso é que uma das imagens mostra o herói correndo lado de sua versão alternativo, que veste um traje diferente de tudo o que já foi visto em relação ao personagem.

Trata-se do traje mesclado com referências ao Batman, incluindo as pontos na máscara e luvas pretas.

Confira:

Adiado várias vezes e agora programado para junho de 2023, o filme está sendo bastante aguardado por conta da trama envolvendo o multiverso, pela introdução da Supergirl e pelo retorno de Michael Keaton e Ben Affleck como diferentes versões do Batman.

Em entrevista para o IBC, o editor Paul Machliss foi questionado sobre a demora no lançamento, mas garantiu que a espera vai valer a pena devido à tecnologia inovadora aplicada nas filmagens.

“Quando estrear, você vai entender porque a esperar vai valer a pena. Vai ser emocionante. A Warner nos encarregou de fazer o melhor filme que pudéssemos. O que posso dizer é que vamos utilizar uma tecnologia inovadora… Somos o primeiro filme a utilizar uma tecnologia muito, muito nova em termos de obter múltiplas versões do mesmo ator na tela, em vez de usar câmeras bloqueadas.”

Ele continuou:

“O desenvolvimento dessa tecnologia é algo maravilhoso, algo sobre o qual eu adoraria falar agora, mas tenho que deixar para o ano que vem, quando o filme for lançado, aí podemos entrar em detalhes. Mas isso é muito, muito empolgante e estou muito satisfeito em dizer que somos os primeiros a usar esse artifício em um filme dessa escala. Provavelmente, é por isso que demorou tanto para terminarmos. Mas vale a pena esperar, porque está fantástico.”

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

‘The Archies’: Musical teen da Netflix derivado de ‘Riverdale’ ganha cartaz

A Netflix renovou a sua parceria com a Archie Comics para a adaptação de ‘The Archies‘, musical indiano inspirado no universo de Riverdale.

Com estreia prevista para dezembro, a produção dirigida por Zoya Akhtar é ambientada na década de 1960 e é narrada através das lentes da comunidade indiana e explora a amizade, a liberdade, o amor, o desgosto e a rebelião.

Confira o pôster:

A adaptação indiana dos amados quadrinhos trará Dot como Ethel Muggs, Agastya Nanda como o charmoso e talentoso Archie Andrews, Khushi Kapoor assumirá o papel de Betty Cooper, Mihir Ahuja como o sempre faminto Jughead Jones, Veronica Lodge será interpretada por Suhana Khan, o galã Reggie Mantle será retratado por Vedang Raina e Yuvraj Menda interpretará Dilton Doiley.

‘Star Wars: Andor’: Ben Mendelsohn é confirmado na 2ª temporada

Star Wars: Andor‘, que explora as origens do personagem Cassian Andor, introduzido à saga em ‘Rogue One‘, vai ganhar uma 2ª temporada para conectar os eventos da série ao filme original.

E, durante uma entrevista para o The Playlist, um dos diretores da 2ª temporada de Andor, Alonso Ruizpalacios (‘A Cop Movie’) confirmou que Orson Krennic, interpretado por Ben Mendelsohn, estará nos novos episódios.

Para quem não se lembra, Krennic foi um membro do Império e responsável pelo projeto de construção da Estrela da Morte, e que acaba morrendo durante a Batalha de Scarif, planeta atingido pelos raios mortais da arma de destruição em massa.

Além de Mendelsohn, Forest Whitaker também vai retornar como o extremista rebelde Saw Gerrera, que ajudou a formar os primórdios da Aliança Rebelde contra o domínio do Império.

Durante sua participação na Superhero Comic Con (via ScreenRant), o protagonista Diego Luna já havia adiantado que os próximos episódio vão contar com participações especiais de personagens de ‘Rogue One‘.

“Vou dizer o seguinte, estamos nos aproximando dos eventos de ‘Rogue One‘, então haverá personagens [do filme] que você vai reconhecer na série. Haverá algumas coisas legais. Para quem ama ‘Rogue One‘, a 2ª temporada vai ser muito especial. Será fascinante seguir direto para ‘Rogue One‘ depois de assistir a série, porque você vai assistir ao filme de uma perspectiva diferente.”

Ele acrescentou que:

Tony Gilroy é um roteirista fantástico e criou os personagens incríveis que conhecemos na 1º temporada, e a 2ª será muito rica, porque todas essas histórias tem maior importância agora. É uma verdadeira peça de conjunto que se conecta ao filme.”

Anteriormente, os roteiristas dos novos episódios foram revelados pelo Cosmic Marvel.

Entre eles, o produtor e showrunner Tony Gilroy, que escreveu os três primeiros episódios.

Confira a lista:

No início do ano, Stellan Skarsgård, que interpreta o líder revolucionário Luthen Rael na amada série, também trouxe algumas atualizações em entrevista para o GamesRadar.

Questionado sobre a previsão de estreia, o astro disse que:

“Provavelmente, deve chegar no fim deste ano, ou no início de 2025.”

Ele continuou, elevando a expectativa pela trama e sua conexão com ‘Rogue One‘:

“É, definitivamente, nossa última temporada. Termina onde ‘Rogue One’ começa, então contamos uma história até esse ponto. Acho que será muito bom, pois a primeira já foi satisfatória para mim porque é uma espécie de ‘Star Wars’ para adultos. É uma sociedade mais realista e complicada em que vivem e a claustrofobia do regime fascista é muito mais nítida em ‘Andor’. Acho que temos uma boa temporada vindo por aí.”

E aí, você está animado para encerramento da trama?

Relembre o trailer da primeira temporada:

A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Barbie’: Ncuti Gatwa rasga ELOGIOS a Greta Gerwig e elenco

Durante uma entrevista com a RTE, Ncuti Gatwa, o novo Doutor de ‘Doctor Who’, teceu elogios aos membros da produção de ‘Barbie‘, que estreia nos cinemas em 20 de julho.

Gatwa interpreta uma das versões de Ken na produção. O ator expressou sua admiração pela diretora Greta Gerwig, conhecida por seu trabalho aclamado em filmes como ‘Lady Bird‘ e ‘Adoráveis Mulheres‘.

Além disso, o ator ressaltou a amizade e camaradagem presente entre ele e seus colegas de elenco, Margot Robbie e Ryan Gosling, Confira abaixo o que o ator compartilhou:

“Foi incrível trabalhar com Greta, Margot e Ryan. Eles estão no topo da indústria, mas são tão amigáveis e amáveis. Eles não se levam a sério, apesar de levarem o trabalho a sério.”

“Foi 100% de alegria naquele set, todos os dias. Foi muito difícil passar por qualquer tomada sem morrer de rir. Tanta diversão, bobagem e cor-de-rosa. Todas essas coisas são o que ‘Barbie’ é”, completou.

Assista ao trailer:

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.