Através de seu perfil do Twitter, a Netflixdivulgou a primeira imagem dos bastidores da 2ª temporada de ‘Ragnarok’, cujas gravações começaram recentemente.
Confira:
Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada de ‘Ragnarok’ já estão disponíveis no serviço de streaming.
Confira o trailer:
A trama acontece na pequena cidade fictícia de Edda, no meio do vasto e cativante campo da Noruega, e é um drama moderno sobre a chegada à idade adulta, ambientada numa escola do ensino médio e misturada à mitologia nórdica.
“É um prazer enorme estar envolvido na criação da nova série norueguesa para aNetflix. Acreditamos que os nórdicos têm a sua própria voz quando se trata de contar histórias, e gostaríamos de ajudar a provar isso com esta série, escrita por uma equipe nórdica com roteiristas da Noruega, Suécia e Dinamarca”, disse Adam Price, idealizador da série.
O elenco inclui David Stakston, Jonas Strand Gravli, Theresa Frostad Eggesbø, Herman Tømmeraas e Emma Bones.
Quando achávamos que Alicia Keys não poderia mais nos surpreender com composições originais e rearranjos de sua própria carreira, ela nos prova errado – e é basicamente essa sensação estupenda que fica com ‘HERE, seu sexto e penúltimo álbum de estúdio (até o momento). Demorando nada menos que quatro anos para lançá-lo, a artista comentou em entrevistas promocionais que nunca havia criado músicas de uma forma tão rápida. Talvez o motivo de tamanho fluxo criativo tenha insurgido com os crescentes movimentos em defesa das vidas negras nos Estados Unidos e da luta para celebrar a importância da cultura africana. E, enquanto ela nunca experimentou algo assim, o público também não – o que explica nosso imediato envolvimento com uma jornada majestosa traduzida em dezoito faixas.
‘HERE’ inicia de uma forma familiar: Keys abre essa sinestésica aventura com um interlúdio intitulado “The Beginning”, que coloca o piano em segundo plano pela primeira vez em prol de uma declamação evocativa sobre a história, durante a qual une presente, passado e futuro, fazendo homenagens a uma “Nina Simone no parque, no Harlem, no escuro” e celebrando sua própria persona. A profunda atmosfera é uma reminiscência de seus primeiros anos na indústria, mas é pincelada com uma profundidade desencantada com o mundo e que guiaria todas as outras faixas – como a consecutiva e explosiva “The Gospel”. Aqui, a influência do R&B dá espaço para uma mistura entre rap e soul, arquitetados com a verborragia analítica de uma das muitas personagens que saíram de bairros afro-americanos (como o Bronx e o Brooklyn, por exemplo) e que compartilham de narrativas bastante similares.
A expressão da contracultura poética é arquitetada em contraponto aos clássicos orquestrais, o que explica a necessidade de uma track como essa em um período tão complexo quanto o que Alicia vivia. Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial são claras e bem-vindas. Tais incursões se mantém em “Pawn It All”, um dos ápices do álbum, em que a temática de reconquistar uma vida perdida é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço para as populares transgressões do gospel. Os resgates cinquentistas também aparecem com força, como na poderosa “Kill Your Mama”, mas não restringem o construtivo anacronismo que toma forma no synth-soul de “She Don’t Really Care_1Luv” ou na contemporaneidade de “Work On It”.
Por mais único que o estilo da cantora e compositora seja, considerando principalmente as power ballads em R&B com que nos presenteara anos atrás, ela não tem medo de ousar em consagrar todos os ídolos que já passaram por sua vida – da mesma forma que sempre fizera. A comercial parceria com A$AP Rocky, “Blended Family (What You Do For Love)”, é nada menos que uma breve e mais comedida mesura às vibrantes inflexões dos grupos En Vogue e Salt-N-Pepa – algo que já era de se esperar, considerando o respaldo militante e feminista da lead singer -, com todas as glórias dos anos 1990. As aparições póstumas de James Brown comandam os potentes vocais de “Illusion of Bliss”, cujo título fala acerca de uma pseudo-felicidade que mascara os reais problemas da sociedade. Em “Where Do We Begin Now”, as apaixonantes dissonâncias retomam a artística produção dos anos 1920 do jazz, fazendo alusão ao lendário George Gershwin e a suas rapsódias.
Diferente das breves obviedades de suas obras anteriores, Keys também desconstrói uma engessada estética para trabalhar na diegese e na extradiegese de seu trabalho. A metalinguagem fonográfica é um dos principais artifícios utilizados pela artista, transpondo-a para além dos microcosmos de cada faixa e calcando uma espécie de musical dramático – exemplificado pela fusão entre trilha sonora e diálogos cotidianos sobre os mais variados assuntos que discorre ao lado de seus colegas. De qualquer forma, ela não abandona o que outrora lhe colocou no topo do mundo, como os roucos e crus vocais de “Hallelujah”, que, apesar de perder pontos pela formulaica progressão, vale a pena pela teatral rendição.
O CD não rendeu muitos singles promocionais – e a explicação é extremamente plausível. Alicia não desejava engendrar uma mera diligência mercadológica, e sim investir em uma tese sociológica sobre os problemas e as dificuldades enfrentadas pelos negros desde a época da escravidão até a atualidade, incluindo preconceito, falta de oportunidades e apagamento de cultura. Mais do que isso, ela fala sobre as múltiplas ramificações dos afrodescendentes de forma conspícua e celebratória, numa urgência que marcaria produções futuras de nomes como Beyoncé, Megan Thee Stallion e Cardi B.
De Elaine Brown a Shirley Chisholm, ‘HERE’ é um grande aparato histórico e a magnum opus de Alicia Keys. Ela reconhece sua presença na sociedade contemporânea e, como cita categoricamente logo na primeira canção, se enxerga como a “dramática estética antes da música começar”.
Nota por faixa:
The Beginning (Interlude) – 5/5
The Gospel – 5/5
Pawn It All – 5/5
Elaine Brown (Interlude) – 5/5
Kill Your Mama – 4,5/5
She Don’t Really Care_1Luv – 4,5/5
Elevate (Interlude) – 4/5
Illusion of Bliss – 5/5
Blended Family (What You Do For Love) (feat. A$AP Rocky) – 4,5/5
A CW divulgou a sinopse oficial de “A Brief Reminiscence In-Between Cataclysmic Events”, décimo primeiro episódio da temporada de estreia de ‘Superman & Lois’.
Na trama, “Clark faz uma descoberta desconcertante sobre Morgan Edge”.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
A Epix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘From’, nova série que mistura terror e ficção científica produzida pelos Irmãos Russo (‘Vingadores: Ultimato’).
Além disso, foi revelado que a produção tem estreia agendada para 20 de fevereiro de 2022.
Em uma sombria cidade no centro dos Estados Unidos que prende qualquer um que ouse entrar nela, moradores lutam para sobreviver e encontrar um modo de sair. Mas eles são bombardeados por ameaças da floresta que cerca a cidade – incluindo terríveis criaturas noturnas.
A The CW divulgou a promo oficial de “Phantoms”, nono episódio da 8ª temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “Barry e o Time Flash ficam cada vez mais perto de entender o Fire Meta, mas nem um pouco mais próximos de encontrá-lo. Enquanto isso, Iris, precisando de uma distração, segue uma história até Coast City”.
O capítulo vai ao ar no dia 30 de março.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
O Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Jungle’, novo drama que foca no mundo do rap.
A 1ª temporada tem estreia agendada para o dia 30 de setembro de 2022 na plataforma de streaming.
Confira:
Junior Okoli e Chas Appeti entram como criadores e produtores executivos da série.
‘Jungle’ gira em torno das vidas conectadas de vários estranhos, cada qual enfrentando sua própria luta, vista pelo prisma do rap britânico da música drill, dando uma perspectiva de um mundo normalmente não visto. Frequentemente mal entendido, é um mundo em que uma lei governa tudo: apenas os mais fortes irão sobreviver. À medida que os mundos dos estranhos começam a se desenrolar ao redor deles, todos percebem que cada ação, não importa o quão pequena, tem uma consequência.
A temporada de estreia é composta por seis episódios.
Tinie Tempah, Big Narstie, Unknown T, Jordan McCann, Jaykae, IAMDDB, Double Lz, M24 e outros fazem parte do elenco.
Todd Field (‘Pecados Íntimos’) é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.
Ambientada no universo da música clássica, a trama foca na figura de Lydia Tár, amplamente considerada uma das maiores compositoras/regentes vivas e a primeira maestrina chefe de uma grande orquestra alemã.
A HBO Max divulgou o trailer legendado da 3ª temporada da série de ação ‘Warrior‘.
No novo ciclo, após os conflitos raciais que assolaram Chinatown, Mai Ling (Dianne Doan) usará suas conexões com o governo para consolidar o seu poder, enquanto Ah Sahm (Andrew Koji) e Hop Wei devem encontrar novas maneiras de sobreviver.
Confira:
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de junho.
A trama acompanha um jovem artista marcial que chega na San Francisco pós-Guerra Civil procurando trabalho e acaba se envolvendo em guerras urbanas mais violentas do que as que existiam no seu país natal, a China.
O elenco conta com Olivia Cheng, Jason Tobin, Kieran Bew, Dean Jagger, Tom Weston-Jones, Hoon Lee, Perry Yung, Langley Kirkwood, Miranda Raison, Chen Tang, Chelsea Muirhead, Mark Dacascos e Joe Taslim.
A aclamada cantora e compositora Lana Del Reylançou hoje (04) uma nova versão da clássica canção “Take Me Home, Country Roads”, assinada por Bill Danoff, Taff Nivert e John Denver e lançada em 1971.
A música original alcançou o segundo lugar na Hot 100 e se tornou uma das produções mais populares dos Estados Unidos, tendo vendido nada menos que 1,6 milhão de cópias digitais.
Ouça:
Lembrando que Del Rey concorre às categorias de Álbum do Ano e Melhor Álbum Alternativo no Grammy Awards 2024, pelo aclamado ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’, além de concorrer a Música do Ano e Melhor Performance de Música Alternativa por “A&W”, e Melhor Performance Pop Duo/Grupo por “Candy Necklace”, ao lado de Jon Batiste.
Os vencedores serão anunciados em 04 de fevereiro de 2024.
Relembre a tracklist oficial do álbum:
1. The Grants 2. Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd 3. Sweet 4. AW 5. Judah Smith Interlude 6. Candy Necklace 7. Jon Batiste Interlude 8. Kintsugi 9. Fingertips 10. Paris, Texas 11. Grandfather Please Stand on The Shoulders of My Father While He’s Deep-Sea Fishing 12. Let the Light In feat. Father John Misty 13. Margaret feat. Bleachers 14. Fishtail 15. Peppers feat. Tommy Genesis 16. Taco Truck x VB
Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack Antonoff e Max Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.
A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.
O elenco também conta com Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.
“Ambientado na Cidade do México dos anos 1950, Queer segue William Lee, um expatriado americano na casa dos quarenta e poucos anos, que leva uma vida solitária em meio a uma pequena comunidade americana. No entanto, a chegada à cidade de Eugene Allerton, um jovem estudante, faz com que William finalmente estabeleça uma conexão significativa com alguém”, diz a sinopse.
Lembrando que o romance ‘Queer’, dirigido por Luca Guadagnino e estrelado por Daniel Craig, fez sua estreia no Festival de Veneza, onde foi exibido para a imprensa e recebeu uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 82% de aprovação baseada em 11 análises.
Os críticos elogiaram amplamente o trabalho de Guadagnino e a atuação de Craig, considerando o filme como um dos melhores da carreira de ambos.
“Com este filme, Guadagnino e Craig conseguiram o que David Cronenberg não conseguiu [com Mistérios e Paixões]: humanizar um homem cuja preferência pela companhia dos gatos foi vista como misantropia”, disse Damon Wise do Deadline.
“Craig oferece um vislumbre do DNA carrancudo de Burroughs, mas o truque de sua atuação — que é ousada, engraçada e cheia de vida — está em interpretar o Burroughs mais jovem, antes de ele ter mergulhado no abismo da insanidade cultivada”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“Craig é tão dominante que, às vezes, parece que Gene quase não está à altura dele. Craig é estranhamente magnífico”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.
“Guadagnino busca não só expandir sua percepção como espectador, mas também desmembrar e reorganizar todas as partes de você que captam e sentem emoções ao assistir a um filme”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“Queer é feito para ser espinhoso, reservado e enigmático. Desejar algo mais dele pode ser simplesmente repetir o erro de Lee, buscando algo que nunca poderia ser nosso”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.
“Para uma adaptação de Burroughs, possui toda a provocação, mas carece da intensidade perturbadora que Naked Lunch ainda conserva, quase 35 anos depois”, disse Fionnuala Halligan do Screen International.
“Esse turbilhão complexo de emoções exige muito de Craig, e ele demonstra estar à altura do desafio. É um prazer vê-lo tão descontraído após anos de atuação controlada como 007, e ele entrega, possivelmente, sua melhor performance até agora”, disse Raphael Abraham do Financial Times.
“Com as imagens mais surreais de sua carreira, Queer é como se Luca Guadagnino fundisse a essência dos quatro últimos filmes que dirigiu em uma única obra”, disse Alexander Harrison do Screen Rant.
Nota: a crítica a seguir discorre sobre os dois primeiros episódios da série.
Hollywood sempre esteve no centro dos holofotes do cenário do entretenimento e, por essa razão, suas engrenagens também sempre foram alvo de exploração por inúmeros realizadores – desde o clássico musical ‘Cantando na Chuva’, que discorreu sobre a transição do cinema mudo para o falado, passando pelo incrível vencedor do Oscar ‘O Artista’ e chegando no onírico e apaixonante ‘La La Land’. Agora, Seth Rogen nos convida para revisitar esse cosmos em uma engendrada sátira intitulada ‘O Estúdio’, cujos dois primeiros episódios chegaram recentemente ao catálogo da Apple TV+.
Na trama, acompanhamos Matt Remick (Rogen), um executivo que conquista a posição máxima da Continental Studios e recebe a tarefa de comandar um filme extremamente comercial para salvá-lo da falência e do esquecimento. Entretanto, os ideais do estúdio entram em conflito com o que o próprio Matt defende – o cinema como forma de arte, e não apenas mais uma mercadoria a ser engolida pelo capitalismo. Mas seus discursos não são o suficiente para seus associados, que incluem Sal Seperstein (Ike Barinholtz) e Maya Mason (Kathryn Hahn), que focam apenas nos números. Relutante, Matt aceita dirigir um filme focado no mascote conhecido como Kool-Aid Man, da marca de sucos industrializados Kool-Aid, tornando-se chacota nas redes sociais e procurando alguma brecha para transformar um vazio criativo em algo ao menos aproveitável.
Responsável também pelo roteiro, pela direção e pela produção da série, Rogen está em seu ápice artístico ao comandar com hábeis mãos, ao lado de nomes como Evan Goldberg, Peter Huyck, Alex Gregory e Frida Perez, uma irônica análise autorreferencial que ultrapassa as expectativas e torna a atração a melhor do ano – ao menos até agora. É notável como Rogen utiliza sua extensa experiência no circuito do entretenimento para construir uma narrativa envolvente e recheada de participações especiais que incluem o lendário diretor Martin Scorsese em uma atuação esplendorosa e que deve lhe render uma indicação ao Emmy, Greta Lee, Charlize Theron, Sarah Polley e vários outros.
Para além disso, é notável o trabalho meticuloso que existe para garantir um aproveitamento estético máximo – que varia das clássicas tomadas adornadas com tons dourados para reafirmar não só a esplendorosa Hollywood com seus incontáveis estúdios, mas um proposital panfletarismo que reflete as afeições predatórias dos executivos responsáveis por produções fílmicas e como, no final das contas, o dinheiro fala mais alto que a própria arte. Afinal, a mera ideia de construir uma obra focada na marca Kool-Aid é condenatória, mas dialoga com uma máxima money-grabber que é recorrente e cíclica, confinando até mesmo aqueles que desejam fazer alguma coisa original em um beco sem saída e claustrofóbico.
O estelar elenco domina as telas com fervor aplaudível, com destaque às atuações irretocáveis de Rogen e Hahn (esta ganhando ainda mais espaço em uma variedade considerável de papéis que a torna irreconhecível, principalmente quando comparada com a personalidade ácida de Agatha Harkness na série ‘Agatha Desde Sempre’, da Marvel Studios). E, completando esse time de protagonistas, Catherine O’Hara nos diverte como Patty Leigh, a ex-chefe do estúdio que perdeu o emprego para Matt, seu pupilo – que tenta fazer de tudo para mantê-la perto, nem que ocupe uma vaga emblemática de produtora para guiá-lo em meio a leões famintos por dinheiro.
De fato, o aspecto de maior sucesso é o teor cômico – não por se respaldar em uma familiaridade cansativa, e sim por elevá-lo à enésima potência em uma sarcástica trama autocrítica que se vale de quebras de expectativa muito inteligentes e inesperadas. O segundo episódio, rodado inteiramente em plano-sequência, faz referência à subtrama desenvolvida ao longo da narrativa, em que Polley tenta filmar a cena de encerramento em meio a comentários inconvenientes e à presença irritante de Matt (que só permanece lá para que tanto a diretora quanto a atriz principal, Lee, consigam certas regalias). E, à medida que o capítulo explica o funcionamento por traz dos planos-sequências (ou oners, como são caracterizados), Rogen singra por uma complexa distensão que usa a golden hour como elemento imagético, personagem ativo e sua ambígua posição dentro do estúdio – tanto como responsável por salvá-lo quanto como bode expiatório.
Os dois primeiros episódios de ‘O Estúdio’ são espetaculares do começo ao fim, mantendo-se em um ritmo frenético conforme esquadrinha as hilárias controvérsias das engrenagens que regem Hollywood – seja no embate entre o que é certo e o que é mandatório, seja na tradução fabulosa e inebriante de estandartes dessa maquinaria através de incursões performáticas de tirar o fôlego.
Sem detalhes sobre trama, sabe-se que o projeto já está na ativa na plataforma de streaming e que contará com o vencedor do Oscar Matthew McConaughey e Cole Hauser como protagonistas.
Os atores darão vida a dois irmãos. A Skydance Sportsentra como produtora.
A série marca mais um reencontro de McConaughey e Pizzolatto, após a colaboração de grande sucesso na primeira temporada de ‘True Detective’, da HBO. O ator também é conhecido por seu trabalho em ‘Clube de Compras Dallas’, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator, e na vindoura série ‘O Ônibus Perdido’, da Apple TV+.
Hauser, por sua vez, é mais conhecido por interpretar Rip Wheeler na série de sucesso da Paramount+, ‘Yellowstone’. Hauser e a co-estrela da produção, Kelly Reilly, estão escalados para estrelar um spin-off recentemente confirmado pela plataforma de streaming.
Os vencedores do Grammy Awards 2026 começaram a ser revelados e, durante a pré-cerimônia do evento, Cynthia Erivo e Ariana Grande foram condecoradas com um merecido gramofone dourado.
Erivo e Grande levaram a estatueta de Melhor Performance Pop Duo pela incrível rendição de “Defying Gravity”.
O panteão ‘Star Wars’ continua em expansão e, em breve, seremos convidados de volta aos cinemas para o próximo capítulo da saga espacial, ‘Star Wars: Starfighter’.
Agora, o perfil @MakingStarWars, uma fonte altamente confiável de vazamentos sobre a franquia, divulgou detalhes muito interessantes sobre o que os fãs podem esperar do novo filme.
As informações indicam que o personagem de Ryan Gosling se chama Cade, enquanto o de Flynn Gray será Rone ou Ronin. A química entre eles em cena é descrita como “muito forte”, e o herói vivido por Gosling é comparado a um “protagonista do tipo renegado/estilo Han Solo”.
Cade tem a missão de escoltar uma criança — presumivelmente o personagem de Gray — até um refúgio ou academia Jedi em um planeta chamado Adaria. O local é descrito como “verde e exuberante”, com “inspiração no Leste Asiático”, “cheio de vegetação e fontes”, com “cabanas em estilo tiki” e cenários que apresentam “grandes estruturas mecânicas de suporte, possivelmente trens de pouso”.
O personagem vivido pelo ator Aaron Pierre também está “ligado a esse santuário Jedi em Adaria” e, ao que tudo indica, também é um Jedi, já que seu personagem enfrenta a vilã interpretada porMia Goth em um duelo de sabres de luz – cujo nome ainda não foi revelado.
Quanto à caracterização desses Jedi, trata-se majoritariamente de Padawans vestindo “túnicas bege no estilo Jedi, semelhantes às de Obi-Wan Kenobi e do jovem Anakin no final de ‘A Ameaça Fantasma’“.
Por fim, Eva Mendes interpreta “uma dona de cantina com visual extremamente glamoroso chamada Belle. Ela tem 650 anos, usa calças douradas justas e um espartilho com capa dourada”. Infelizmente, detalhes sobre os antagonistas da trama seguem sob sigilo absoluto.
Embora detalhes da trama ainda sejam mantidos sob sigilo, o filme deve explorar novos horizontes da galáxia, focando em combates aéreos e na nova geração de pilotos estelares.
Durante a première de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, em Los Angeles, Mark Hamill foi questionado por uma jornalista sobre o que tinha a dizer aos fãs.
Em resposta, o intérprete de Luke Skywalker foi direto ao dizer:
“Espero que eles gostem. Se não gostarem, que guardem suas opiniões.”
Mas, é claro que o astro disse a frase em tom bem humorado.
Lembrando que o filmeestreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.
Confira as principais reações:
I’m emotional, overwhelmed, surprised, shocked & stunned. More than anything, I’m happy. Thanks for coming through one more time, Star Wars.#TheRiseOfSkywalker
“Estou emocionado, sobrecarregado, surpreso, chocado e maravilhado. Mais que tudo, estou feliz. Obrigado por conseguir mais uma vez, ‘Star Wars’“.
I am still processing #TheRiseofSkywalker but omggggg I’m so happy and sad at the same time!!!!! JJ Abrams you’re my hero! Thank you so much for this movie. pic.twitter.com/dMmv3k8N6Z
“[O filme] é bom. É grande e cheio de surpresas e, nas palavras de Luke Skywalker, ‘isso não irá do jeito que você pensa'”.
Epic. All of it. #TheRiseofSkywalker is a terrific finale that is just stuffed with so much of everything. Action, adventure — answers!! — humor, heart, love, and grit. I spent the entire second half with tears in my eyes – a wonderful way to end the Skywalker story pic.twitter.com/K2NhHSGWzM
“Épico. Completamente. ‘A Ascensão Skywalker’ é um final chocante e recheado com um pouco de tudo. Ação, aventura – resposta! – humor, coração, amor e suspense. Passei a segunda metade inteira com lágrimas nos olhos – um jeito incrível de terminar a história Skywalker”.
A primeira metade da 5ª temporada de ‘Lucifer‘ já está disponível no catálogo da Netflix, mas os fãs ainda já estão ansiosos por mais episódios.
Pensando nisso, o protagonista Tom Ellis divulgou um trecho do vindouro episódio musical, que trará todo o elenco cantando e dançando ao som de ‘Another One Bites The Dust‘, da banda Queen.
Lembrando que ainda não há previsão e estreia para a 2ª parte da 5ª temporada
Anteriormente, o TVLine divulgou que a 6ª (e última) temporada terá apenas 10 episódios, concluindo sua exibição com um total de 93 episódios.
Vale lembrar que, originalmente, a quinta temporada (que seria o ciclo final a produção) teria 10 episódios, mas teve sua encomenda estendida para 16 episódios e, posteriormente, foi dividida em duas partes.
A produção do último episódio da 5ª temporada de ‘Lucifer‘ será retomada no dia 24 de setembro. As filmagens haviam sido interrompidas em março devido à pandemia de coronavírus.
Além disso, a produção da sexta (e última) temporada da série começará logo após o término das filmagens do quinto ciclo.
Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (TomEllis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
As gravações de ‘Thor: Amor e Trovão‘ já foram encerradas, mas os fãs ainda não estão prontos para se despedir do Deus do Trovão, vivido por Chris Hemsworth desde 2011.
E, durante uma entrevista para o Sydney Morning Herald, o diretor Taika Waititi foi questionado sobre a possibilidade de seguir em frente com a franquia após o 4ª filme.
Em reposta, ele disse que ainda não há planejado e está concentrado em terminar a edição do próximo filme do herói:
“Quem sabe? Não sei se faremos outro depois desse, mas eu definitivamente sinto que colocamos tudo que podíamos [em ‘Thor: Amor e Trovão’]. Cada ideia, cada conceito ridículo, cenas de ação, novos personagens… Eu não poderia estar mais feliz com isso.”
Ele continuou:
“Estamos ocupados trabalhando na pós-produção, que mal começou, então estou bastante concentrado NESTE filme. Quem sabe o que virá depois?”
Para comemorar o fim das gravações da sequência, Chris Hemsworth postou uma foto de bastidores em seu perfil do Instagram, posando ao lado de Waititi.
“Terminamos ‘Thor: Amor e Trovão’ e, além disso, é o dia nacional da não flexão – então achei que essa foto super relaxada era apropriada. O filme será totalmente insano e também pode ser comovente aqui e ali. Muito amor e muitos trovões!”, ele escreveu.
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.
O elenco é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
‘Batman’ ainda nem estreou, mas a Warner Bros já está planejando duas séries derivadas da adaptação, uma girando em torno do Departamento de Polícia de Gotham e a outra focada na ascensão do Pinguim (Collin Farrel) ao poder.
E, durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o diretor Matt Reeves confirmou que as produção vão dar início ao que ele chama de ‘Batverso’.
“O que eu realmente queria com este filme era dar início ao ‘Batverso’. Você não faz uma história e diz ‘Este é o Capítulo 1’ porque você pode não conseguir fazer o Capítulo 2. Então, a história tinha que se sustentar por conta própria. Mas também podemos fazer outras histórias conectadas ao filme sem chamar de sequência, porque a ideia é fazer com que a história em torno de Gotham nunca termine.”
Reeves não deu detalhes sobre a série que vai acompanhar a polícia de Gotham, mas disse que a série Pinguim será “um tipo de história típico dos ‘sonhos americano’, mas em Gotham, quase como a narrativa de ‘Scarface‘… A ascensão desse personagem que todos sabemos que alcançará um status mítico. Ele é subestimado e é como uma bomba-relógio.”
Agora só nos resta aguardar para saber como o filme estrelado por Robert Pattinson vai preparar o palco para ambas as produções.
Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.
Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.
Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.
“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Ao contrário dos quadrinhos, ele não é o governante de Atlântida, mas de Talokan, um reino subaquático inspirado na cultura Maia, uma das civilizações pré-colombianas que habitou a região do México.
Apesar da mudança ser bem-vinda devido à originalidade que deu ao personagem e seu povo, os fãs estão se perguntando por que a Marvel Studios decidiu alterar o nome e as característica do lar de Namor.
“Eu adoro ‘Aquaman‘ e realmente amava a animação ‘Atlantis: O Reino Perdido’, da Disney, que estreou quando eu era bem mais novo. E eu queria fazer algo que podia ficar no panteão cinematográfico ao lado desses filmes. Eu queria fazer algo fiel a essa mitologia, mas ainda assim, algo diferente. Nós estávamos atrás de algo que parecesse verídico e real, e nós pudemos ter um grande mergulho cultural ao explorarmoa a cultura Maia. Isso pareceu fiel ao tema, como se Talokan pertencesse a um mundo tão crível quanto é Wakanda. Mas, ao mesmo tempo, que fosse algo digno dos mitos, algo com o qual as pessoas pudessem sonhar.”
Conversando com a Variety, Huerta também tocou no assunto e deu sua opinião sobre a mudança.
“É importante que as pessoas se sintam representadas no cinema. E essa mudança foi feita com muito respeito pela cultura mesoamericana, especialmente a cultura maia. É a raiz de quase todo mundo na América Latina. Temos raízes indígenas, raízes negras, temos algumas raízes brancas, mas é fantástico estar aqui e representar esse tipo de etnia. Acho que esse filme traz a proposta correta para fazermos isso.”
Questionado se Namor será visto como vilão, o astro argumentou:
“Ele é um cara que protege seu povo, sua cultura, cada coisa significativa em seu reino. Do meu ponto de vista, todos ao redor do mundo podem se identificar com isso. Não sei se ele é um vilão ou é apenas um cara tentando proteger o que ama, custe o que custar.”
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
O Grande Almirante Thrawn fará sua estreia em live-action na série de TV dedicada à Ahsoka Tano (Rosario Dawson), a guerreira jedi que um dia já foi aprendiz de Anakin Skywalker.
Na trama, o vilão é interpretado porLars Mikkelsen, que emprestou sua voz para ele na animação ‘Star Wars: Rebels‘.
Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Mikkelsen contou alguns segredos sobre o Herdeiro do Império, explicando que ele é tão temido porque está sempre sete passos à frente dos adversários.
“Thrawn é brutal até certo ponto, mas não é estúpido. Ele é temido porque utiliza a criatividade ao seu redor, e eu gosto disso. Ele não mata as pessoas apenas por diversão. Ele está sete passos à frente de todos os outros.”
Por fim, ele disse que não poderia estragara surpresa, mas argumentou que o público vai entender por conta própria porque ele o vilão é tão ameaçador.
Lembrando que a série estrei com episódio duplo na Disney+ no dia 23 de agosto.
Relembre o trailer:
Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).
No início da semana, foi divulgado que a 4ª temporada de ‘Emily em Paris’ será dividida em duas partes, com a primeira chegando em 15 de agosto, enquanto a segunda estreia no dia 12 de setembro!
E agora a Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais dos vindouros episódios.
Infelizmente, a série tem enfrentado verdadeira rejeição por parte dos franceses que vivem nas proximidades do local de gravação. Isso se deve ao aumento significativo do turismo na região, impulsionado pelo sucesso da Netflix, o que tem incomodado os residentes.
Segundo o Paris Secret, os locais de gravação de ‘Emily em Paris’, que se tornaram pontos turísticos frequentados pelos fãs da série, foram alvo de pichações com mensagens exigindo o fim da produção, tais como “Emily é uma merda”, “Paris não é seu”, “Emily não é bem-vinda” e “Emily, vá embora”.
FRANCESES REVOLTADOS!
A série ‘Emily em Paris’ tem enfrentado verdadeira rejeição por parte dos moradores franceses, que estão revoltados com aumento significativo do turismo na região, impulsionado pelo sucesso da Netflix.
Vale lembrar que nem todos os roteiros do próximo ciclo foram finalizados ainda e que a narrativa será ambientada em Roma, capital da Itália.
Até lá, as outras temporadas da série estão disponíveis na Netflix.
Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.
Na trama, Lily Collinsvive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.
Em uma retrospectiva especial de 15 anos do Universo Cinematográfico da Marvel, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, compartilhou uma história interessante sobre a conexão precoce entre o diretorRyan Coogler e o universo dos super-heróis.
Durante um vídeo divulgado pelo ComicBook, Feige revelou que Coogler, antes mesmo de dirigir o aclamado filme ‘Pantera Negra’, já tinha uma conexão forte com a Marvel graças a uma experiência que teve durante a noite de abertura de ‘Homem de Ferro‘, em 2008.
Feige contou que estavam no Cinerama Dome apresentando o filme, juntamente com o diretor Jon Favreau, o ator Robert Downey Jr. e outros membros da equipe, para um grande público. Anos depois, Feige descobriu que Coogler estava presente naquela noite memorável.
“Ele [Coogler] me contou a história meses depois que foi contratado, dizendo: ‘Aliás, eu quero te contar uma coisa, eu estava no Cinerama Dome'”, compartilhou Feige. Coogler revelou que viu Feige, Favreau e Downey Jr. passarem por ele enquanto ele estava atrasado, tendo ido pegar pipoca. Coogler acrescentou: “Vocês pareciam confiantes, eu sabia que o filme seria bom, vocês pareciam confiantes”. Feige, no entanto, brincou que não se lembrava de se sentir confiante naquela noite.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O filme ‘A Place of Our Own’ (Um Lugar Nosso, tradução direta) acaba de lançar seu mais novo trailer. O longa é o próximo drama LGBTQ+ da Dark Star Pictures.
Estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Tóquio de 2022 e está programado para chegar aos cinemas selecionados nos EUA em 12 de janeiro de 2024, seguido pelo lançamento digital em 16 de janeiro.
“‘A Place of Our Own’ acompanha Laila e Rashni em sua busca por um novo lar após um despejo injusto, iluminando de forma enganosamente simples a ampla gama de preconceitos que enfrentam”, diz a sinopse. “Determinadas a encontrar um espaço para prosperar, Laila e Rashni dependem uma da outra e de sua própria força interior para resistir ao ódio que as cerca. Conforme os desafios aumentam, as mulheres encontram amigos e apoio em lugares inesperados.”
O filme é dirigido pela Ektara Collective. O drama LGBTQ+ é liderado por Manisha Soni, Muskan, Aakash Jamra, Mahima Singh Thakur e Tanveer Ahmed.
A Netflix divulgou as primeiras imagens de seu novo filme de terror, ‘Identidades em Jogo’, que promete nos deixar na ponta da cadeira a partir do dia 4 de outubro.
Essa festa virou um pesadelo. Quando um amigo chega com um jogo misterioso, os segredos mais profundos, desejos e ranços de todos vêm à tona. O resto é puro caos.
A sinopse oficial já nos dá um gostinho do que esperar: “Essa festa virou um pesadelo. Quando um amigo chega com um jogo misterioso, os segredos mais profundos, desejos e ranços de todos vêm à tona. O resto é puro caos”.
Sob a direção de Greg Jardin, ‘Identidades em Jogo’ se junta à crescente lista de originais de terror da Netflix, que tem conquistado cada vez mais fãs do gênero.
O filme fez sua estreia no Festival de Cinema de Sundance de 2024 e foi adquirido pela Netflix por US$ 17 milhões.
O longa tem Colman Domingo como produtor executivo, ao lado de Ulf Ek e Robert Kapp. Os produtores incluem William Rosenfeld, Kate Andrews, Jason Baum e Raúl Domingo.
‘Thunderbolts*’, o novo filme da Marvel, tem estreia próxima nos cinemas, e as primeiras projeções sugerem que o longa pode seguir a trajetória decadente das bilheterias de lançamentos recentes do estúdio.
Segundo o ComicBook, as estimativas apontam para uma arrecadação entre US$ 63 e 77 milhões nos Estados Unidos durante o fim de semana de estreia de ‘Thunderbolts*’. O valor-alvo atual é de US$ 70 milhões, o que representaria uma abertura relativamente fraca para um filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
Caso essas projeções se concretizem, a bilheteria de estreia de ‘Thunderbolts*’ ficaria abaixo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, lançado em fevereiro, que arrecadou US$ 88,8 milhões em seus três primeiros dias e US$ 100 milhões ao longo do feriado prolongado.
Os US$ 70 milhões projetados também são inferiores às aberturas de outros filmes da Marvel lançados durante a pandemia, como ‘Viúva Negra’ (US$ 80,3 milhões), ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ (US$ 75,3 milhões) e ‘Eternos’ (US$ 71,2 milhões).
“Thunderbolts*” tem lançamento previsto para o dia 02 de maio nos cinemas nacionais.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).
A 3ª temporada de ‘One-Punch Man’ estreia em breve e, para preparar os fãs, um novo teaser foi divulgado. Vale lembrar que esta nova fase chega após uma 2ª temporada que dividiu opiniões, especialmente pela queda na qualidade da animação.
Segundo o Anime Mojo, a 3ª temporada estreia no Japão no dia 5 de outubro de 2025.
O atorJack Quaid, que dá voz ao Homem de Aço na aclamada animação ‘Minhas Aventuras com Superman’, compartilhou recentemente novidades promissoras sobre o futuro da série. Em entrevista ao ComicBook (março de 2026), Quaid atualizou os fãs sobre o estágio da produção, confirmando que o projeto segue em ritmo acelerado.
Embora ainda não haja uma data de estreia definida, Quaid revelou que já retornou ao estúdio para gravar novas cenas.
“Não sei a data exata de retorno. Mas sei que está caminhando. Voltei para gravar mais cenas e mais ADR. Está a caminho, eu prometo! Está acontecendo. Estou muito animado com essa temporada também. Acho que vai ser deliciosa”, afirmou.
Durante a conversa, Quaid também comparou seu trabalho na série da DC com seu papel em ‘The Boys’: “O que adoro tanto em The Boys quanto neste show é que eles mostram os dois lados do universo dos super-heróis. The Boys é o lado sombrio, violento e cruel; já o Superman só quer salvar um cachorrinho”.
Enquanto a 3ª temporada não chega ao HBO Max, as pistas deixadas na San Diego Comic-Con 2025 já elevam as expectativas. A equipe criativa confirmou a introdução de Conner Kent (Superboy), que ostentará seu visual clássico dos anos 90. Além dele, a temporada contará com o Cyborg Superman e o retorno de vilões como Lex Luthor (agora careca) e Deathstroke. Especula-se que a trama possa adaptar elementos do arco clássico “A Morte do Superman”, explorando o destino de Clark Kent de forma precoce.
O sucesso da série garantiu a expansão deste universo animado. O Adult Swim e o Cartoon Network já desenvolvem o spin-off ‘Minhas Aventuras com Lanterna Verde’. A nova jornada será focada em Jessica Cruz, uma estudante do ensino médio que tem sua vida transformada ao ser escolhida por um Anel do Poder. A série explorará as dificuldades de Jessica em lidar com suas responsabilidades e com os inimigos alienígenas remanescentes de uma antiga guerra espacial.
‘Extermínio 3’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle. O longa já encerrou suas filmagens.
Recentemente, em conversa com o IndieWire, o ator Ralph Fiennes revelou que a nova trama acompanhará a história de um jovem garoto que busca desesperadamente por um médico para salvar sua mãe – e confirmou que dois longas-metragens foram rodados (o segundo sob as mãos de Nia DaCosta, de ‘As Marvels’).
“São três filmes, dois dos quais já foram rodados”, ele afirmou. “[Na trama,] a Grã-Bretanha está há 28 anos nessa terrível praga de pessoas infectadas, transformadas em humanos violentos, com poucas comunidades não infectadas. O novo filme é focado em um jovem garoto que deseja encontrar um médico para ajudar sua mãe moribunda”.
O ator também destacou o perigo da jornada do protagonista, que acaba encontrando uma figura intrigante que pode oferecer a ajuda necessária.
“O garoto leva sua mãe através dessa paisagem bonita e desolada, no norte da Inglaterra, enquanto se depara com infectados escondidos nas florestas e colinas ao redor. No entanto, ele encontra um médico excêntrico, porém com boas intenções, que se torna importante na jornada”, completou o ator.
Além de Ralph Fiennes(O Menu), o elenco de ‘Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).
O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.
Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.
Alguns membros do elenco de ‘Thor: Amor e Trovão‘ contaram que diversos planetas e ou mesmo personagens foram cortados da versão final do filme durante sua montagem. Agora, o próprio diretor Taika Waititi confirmou a informação, no entanto trouxe um recado para os fãs que gostam de “versões estendidas”.
“Eu assisto a cortes de diretor com muitos outros cineastas. São uma porcaria. Versões do diretor não são boas. Às vezes, cineastas precisam ser controlados”, disse o cineasta.
Que continuou: “Mesmo se eu fosse chamar alguém para assistir a um corte de 4 horas e meia de algum filme meia, eu sei que ele não é bom durante todas essas 4 horas. A pessoa não precisa nem pausar pra beber um chá”. Será que foi para o Zack Snyder?
“Se fosse pra fazer uma versão do diretor, talvez eu colocasse mais piadas. Mas sempre digo, se uma cena é deletada, é porque não era boa o suficiente para estar no filme”, completa Waititi.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
No filme, um pai tentará competir com o namorado bilionário da filha a atenção da garota. A rivalidade começa durante uma inocente viagem em família a Stanford, na época do Natal, que acaba saindo fora de controle.
Franco deve ficar com o papel do namorado, um empresário do ramo da internet.
John Hamburg (‘Eu Te Amo, Cara’, ‘Quero Ficar com Polly’) vai dirigir o longa a partir do roteiro que ele escreveu com Nicholas Stoller (‘Sex Tape: Perdido na Nuvem’, ‘Muppets 2’) e Ian Helfer (‘A Filha do Meu Melhor Amigo’).
Durante a coletiva de imprensa da Associação de Críticos da TV Norte-Americana, a Fox anunciou oficialmente o reboot da série ‘24 Horas‘.
“Demos sinal verde para o episódio-piloto ambientado no mesmo universo de 24 Horas. Há anos planejávamos fazer uma sequência. Após os eventos da última temporada, Evan Katz e Manny Coto tiveram uma ideia fantástica para uma reinicialização. É muito original. Stephen Hopkins vai dirigir”, revelou a produtora Dana Walden.
O título da nova série será ‘24: Legacy‘, e personagens conhecidos podem fazer participações especiais.
A trama vai girar em torno de um caçador de terroristas de 20 e poucos anos, que trabalhará ao lado de uma agente mais velha e experiente.
Os roteiristas Manny Coto e Evan Katz estão trabalhando no roteiro.
“Gostaríamos muito de ter Kiefer na nova temporada e chegamos a convidá-lo, mas ele disse que não quer mais continuar vivendo o personagem. Foi ele quem nos incentivou a continuar procurando novas formas de trazer a série de volta”, afirmou Gary Newman, presidente do canal Fox.
Howard Gordon, produtor de ’24 Horas’, também cuidará do derivado, inicialmente planejado como uma minissérie.
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