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‘Ficção Americana’, indicado a 5 Oscars, ganha data de estreia no Amazon Prime Video

Uma das maiores surpresas do Oscar desse ano foram as cinco indicações a ‘Ficção Americana‘ (American Fiction), incluindo melhor ator para Jeffrey Wright (‘Angels in America’) e Melhor Filme.

Até então sem novidades no Brasil, o filme teve sua página adicionada no Amazon Prime Video e estreia no streaming no dia 27 de Fevereiro.

Confira:

O filme, baseado no romance ‘Erasure’, de Percival Everett, é escrito e dirigido por Cord Jefferson em sua estreia oficial.

A carreira de escritor de Thelonious “Monk” Ellison estagnou porque seu trabalho não é considerado “negro o suficiente”. Monk, escritor e professor de inglês, trabalha em um romance satírico sob seu pseudônimo, com o objetivo de expor as hipocrisias do mundo editorial. O sucesso imediato do livro o força a ficar mais profundamente enredado na sua identidade assumida e desafia as suas visões de mundo arraigadas.

Tracee Ellis RossIssa RaeSterling K. Brown completam o elenco.

Entidade MALIGNA espreita no trailer de ‘Presence’, terror que fez os espectadores abandonarem o cinema

O terror ‘Presence‘, que estreou oficialmente no festival Sundance 2024 e fez diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”, ganhou trailer legendado.

A produção acompanha uma história sobrenatural através da perspectiva da entidade maligna.

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Stephen Rodrick, repórter da Variety que acompanhou a sessão, afirmou que “eu não posso aguentar esse nível de estresse tão tarde na noite” após deixar precocemente a sessão, enquanto outros cinéfilos também se mostraram extremamente abalados com a experiência.

O próprio elenco do filme ficou afetado com a exibição. A atriz Lucy Liu afirmou: “Estou devastada. Meu corpo está reagindo como se eu não estivesse no filme.”

Apesar de parecer um típico filme de casa mal-assombrada, o grande diferencial da produção foi ter sido filmada sob a perspectiva da entidade que assombra o local, colocando o público à espreita da família ao lado do fantasma.

Na trama…

Após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.

O filme brinca com as convenções do terror de uma casa mal-assombrada a partir da perspectiva do fantasma situado em uma casa recentemente reformada, com novos habitantes se mudando para lá – uma família, liderada por Lucy Liu e Chris Sullivan.

Como as famílias costumam fazer neste gênero, elas chegam com excesso de bagagem, tensões que esperam que se dissipem em um novo lar, um novo começo após um período de mal-estar.

A jornalista Rafa Gomes estava na exibição e traz a crítica direto do Festival de Sundance:

https://cinepop.com.br/critica-presence-steven-soderbergh-brilha-na-direcao-em-intimidador-drama-sobrenatural-467048/

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Lucy Liu, Julia Fox e Chris Sullivan.

O roteiro foi assinado por David Koepp (‘Anjos e Demônios’).

O terror será programado para estrear no dia 17 de janeiro de 2025.

 

‘Anaconda’ aparece em novo vídeo do filme de comédia divulgado por Daniela Melchior

‘Anaconda’, filme estrelado por Jack Black, Steve Zahn, Paul Rudd e Selton Mello, ganhou um novo vídeo dos bastidores.

A atriz Daniela Melchior publicou um vídeo que mostra um dia de filmagem da produção, e a cobrona apareceu.

A trama acompanha dois melhores amigos que viajam para a floresta tropical com o objetivo de refilmar seu longa favorito, Anaconda. No entanto, o que começa como uma aventura divertida se transforma em pesadelo quando eles se deparam com uma anaconda gigante de verdade.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo ‘Anaconda’ acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Além dele, também foram confirmados Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye no elenco que já conta com Jack Black e Paul Rudd.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

10 Ótimos documentários brasileiros

No último sábado, dia 7 de agosto foi comemorado o Dia Nacional do Documentário Brasileiro, esse gênero cinematográfico que ganha cada vez mais força e adeptos com a chegada dos streamings nos últimos anos trazendo uma enorme seleção de qualidade para listas de cinéfilos e cinéfilas pelo Brasil, além de Festivais brasileiros maravilhosos voltados para documentários como o É Tudo Verdade.

Fugindo um pouco da obviedade de grandes clássicos do universo dos documentários brasileiros, como a filmografia maravilhosa do inesquecível Eduardo Coutinho, resolvemos criar uma lista com 10 documentários brasileiros feitos nos últimos anos que de alguma forma ganharam certo destaque, alguns até mesmo no circuito independente de exibição.

 

Paraíso

As canções, as almas e os corações que sempre se deixam emocionar. Após quatro décadas fora do Brasil, o cineasta Sérgio Tréfaut resolve buscar por suas memórias primárias até onde lembra de estar no seu país através de um grupo de pessoas, em sua grande maioria na feliz idade, que se reúnem nos jardins de um ponto turístico carioca para uma seresta semanal. No karaokê popular da alegria instaurado, que acontece faz muito tempo, ouvimos grandes clássicos de diversas gerações, de Alceu e Elba até Wando, De Lupicínio Rodrigues à Moska, Caetano. Entre outros. Filmado nos jardins do palácio do catete, pouco antes da pandemia, o filme apresenta um reflexivo desfecho que se conecta com o momento atual do mundo, particularmente do Brasil e alguns desses frequentadores.

Em menos de 90 minutos, o documentário busca resgatar memórias dos personagens que aparecem mas também do cineasta. A solidão acaba sendo uma testemunha ocular desse ‘Paraíso’ que remete ao título, aparece quando estão sozinhos, ou em memórias nos depoimentos, mesmo isso sendo feito sem muita profundidade, entre uma canção e outra a mensagem chega em nossos corações. O bom humor e a descontração navegam no contraponto da constatação do estar sozinho.

 

A História de um Silva

A música como sentido para a sociedade. Hino de uma cidade, hino da periferia, um subtexto que é compatível com a realidade que enfrentava. Dirigido por Marcelo Gularte, A História de um Silva é a história de um brasileiro, trabalhador, grande herói de sua mãe e família, que possui grande paixão pelo futebol, inclusive quase foi atleta profissional que tocava a MPB dos anos dourados nos barzinhos pela cidade até que descobriu um gênero musical que estava dando os primeiros passos. MC Bob Rum, cria da Comunidade João XXIII em Santa Cruz Foi Office Boy, trabalhou muito tempo na Telerj, de Recepcionista, viu sua vida mudar do dia para a noite quando seu destino cruzou com os primórdios do Funk.

Os lados bons e ruins da fama acabaram deixando exatamente nos extremos esses momentos em sua vida. Se encaminhou para o alcoolismo, para as drogas em seguida, quando sua carreira de alguma forma estagnou ou até mesmo declinou. Mas ele, com a ajuda da forte família, conseguiu dar a volta por cima, se formando em administração inclusive e compondo música que foi até tema de novela. A História de um Silva é um recorte de mais um batalhador brasileiro que conseguiu vencer de maneira honesta com sua arte.

 

Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star

A vida é uma vela acesa, morreu, apagou. Como resgatar as memórias de um artista tão profundo em sua arte? Cantor, ator, pintor, se dedicava as artes como poucos, Edy Star foi quase uma lenda entre as décadas de 60 e 80, sempre muito à frente de seu tempo. Dirigido por Fernando Morais, Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star conta a incrível trajetória do Pós tropicalista e grande contador de história Edy Star, inclusive, a amizade com Caetano Veloso desde Santo Amaro, Zeca Baleiro com gravações atuais no estúdio, com o maluco beleza Raul Seixas desde o álbum Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, até mesmo com Gilberto Gil onde ganhou uma música e foi co-compositor da canção Procissão. Edy marcou época dentro do universo das performances, em shows undergrounds que ganhavam sucesso pelo boca a boca saindo da Praça Mauá até os milionários da zona sul.

Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star é divertido e surpreendente, conhecemos essa figuraça, que cantava muito e levava multidões a seus shows mas que para o grande público nunca foi conhecido. Mas após assistirmos a esse, agora sabemos! Antes dos Dzi Croquettes, Ney Matogrosso, Secos e Molhados, existia Edy Star.

 

O Sal da Terra

Cada um molda sua forma de ver o mundo de acordo com tudo que já viveu. O documentário que abriu o Festival do RJ do ano de 2014, é uma junção entre cinema e fotografia, algo único para todos os amantes de qualquer arte. O Sal da Terra, título maravilhoso diga-se de passagem, conta a história de um brasileiro com um olhar único sobre o mundo que estudou e vive. Dirigido por Juliano Salgado (filho do protagonista) e pelo genial cineasta Wim Wenders, o documentário ganhou milhares de fãs mundo à fora e definitivamente trouxe à luz o nome do espetacular ser humano que é Sebastião Salgado.

O Sal da Terra tudo mais é que a história do mundo por um brasileiro que conheceu o mundo. Cada depoimento tem um clima de emoção que transporta para as cadeiras dos sortudos que puderem conferir esse trabalho no cinema. Emocionante também é a narração e depoimento de Wim Wenders, que muitas vezes se rende em falas emocionadas ao grande protagonista desse seu novo filme. Na conclusão, podemos cravar com toda nossa emoção que viver é descobrir pessoas, afinal: as pessoas são o sal da terra! Bravo!

 

O Astronauta Tupy

Cada ser tem sonhos à sua maneira. Um ser solo que esbarra com os coletivos. Cronista do seu tempo. Tijucano. Observador da cidade que nasceu, suas belezas e as diversas questões que assolam seu Rio principalmente a polarização das ideias que nesses tempos presente comandam o modo de pensar da maioria dos cariocas. Dirigido por Pedro Bronz, o documentário O Astronauta Tupy conta de maneira leve e agradável, através de arte de Pedro Luís, suas escolhas, momentos, seu mosaico de ritmos, através de relatos do mesmo, amigos, vídeos de gravações e de depoimentos de outras épocas. Do Humaitá à Lapa, Da Zona Norte à Zona Sul, somos testemunhas em poucos mais de 90 minutos de como esse músico alimenta seu coração louco como uma máquina de escrever.

Amigos de longa data lembram de momentos, canções de um passado que é mantido vivo pela arte. As parcerias com Fernanda Abreu, Ney Matogrosso e até mesmo o tremendão Erasmo Carlos, outro tijucano musical, geram ótimos duetos acústicos modelados em fragmentos de canções atemporais na sua voz ou/e na voz dos outros, tendo o Rio de Janeiro como paisagem.

 

Cássia

Os discos jogados num quarto repleto de quadros e violões, ah… e aquele allstar azul ao lado do de cano alto. Como um furacão de emoções, dramas e muita verdade, emociona a todos esse espetacular documentário, Cássia. Dirigido pelo excelente diretor Paulo Henrique Fontenelle, que a cada novo projeto vem brindando os cinéfilos com trabalhos fabulosos (como foi em Dossiê Jango), tentamos decifrar os segredos e a timidez de uma artista que marcou seu nome na história não só pela música mas nas conquistas importantes que conquistou, também quando se foi. O filme é pura emoção e bate aquela vontade de bater palmas de pé quando já emocionados vemos as letrinhas dos créditos subirem.

De Nirvana à Piaf. De Buarque ao blues. Um alcance vocal único. Um ícone da música brasileira. Música é uma coisa bela que toca lá dentro. E não temos dúvidas de que Cássia cumpriu seu objetivo, tocou profundamente e se tornou inesquecível em nossos corações.

 

Rumo

O que é a palavra dentro da canção? No início da década de 80, a ditadura emergia e as produções musicais em SP, origem do grupo que vamos conhecer ou redescobrir nesse documentário, se encontravam nos porões do teatro Lira Paulistana. Com Músicas declamadas, Poesias sociais, reflexivas, sobre a vida e momentos de muitas estradas, o grupo Rumo começava a surgir. Por meio de depoimentos dos integrantes, as histórias, as ideias, o início, vamos conhecendo melhor esses sonhadores, quase teóricos, da música brasileira. Interessante documentário dirigido pela dupla de cineastas Flavio Frederico e Mariana Pamplona.

O início do grupo é bem explicado, com divertidos depoimentos de seus integrantes, quase todos vivos até hoje. De peculiar, um exemplo são os debates sobre as canções, após inesquecíveis shows na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), no início da carreira. De vez em quando buscavam simetrias em canções de outros, como em uma música de Noel Rosa inclusive. Esse documentário é quase um grande aulão sobre o cenário da música brasileira em décadas passadas e mais profundamente de maneira simples e explicativa navegamos pelos fundamentos da linguagem da música popular, até da arte teatral, aliada a um humor que fazia um elo com os sambas dos anos 30.

 

Raul – O Início, o Fim e o Meio

Em uma época onde o rock era a música que afirmava um poder fictício aos jovens, surgia no cenário mundial aquele que virou uma lenda, Raul Seixas. Dirigido pelo competente Wálter Carvalho, Raul: O Começo, o Fim, o Meio, é um documentário divertido e emocionante que narra a trajetória do eterno maluco beleza da música popular brasileira.

Nesse ótimo documentário fazemos uma viagem na vida profissional e pessoal de Raul. A influência de Elvis Presley, o primeiro grupo (Raulzito e seus Panteras), o disco da virada na carreira (o álbum que tem o clássico “Sociedade Alternativa”), os muitos relacionamentos e depoimentos emocionados preenchem parte das lacunas deixadas pelo ídolo de uma multidão.

 

Todas as Melodias

Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí…selecionado para a Mostra de Tiradentes 2021, o documentário Todas as Melodias traça um pequeno recorte sobre a vida e algumas das canções de um dos maiores poetas musicais brasileiro, Luiz Melodia. Com roteiro e direção assinado pelo cineasta Marco Abujamra, o projeto, em apenas 90 minutos de projeção, consegue passar muitas emoções, algumas curiosidades e muitas certezas do talento desse artista criado no morro do Estácio que infelizmente faleceu no ano de 2017.

Todas as Melodias é para os fãs e também para quem gosta de um bom e objetivo documentário para aprender mais sobre um alguém tão especial. Quando o amor ‘tá quase mudo’, sua voz nunca deixou de mostrar estar viva.

 

Currais

O silêncio apaga tudo. Um homem, sua Kombi e suas buscas por respostas da história de seu avô, a reconstrução da memória de uma região, por quem ainda se lembra dessa época terrível, fatos que parte da elite se esforça em ocultar. As margens de uma estrada de ferro e no alto do sertão morriam centenas de pessoas nos chamados campos de concentração (os currais do governo), lugares criados no início da década de 30, sob conhecimento do governo federal, onde flagelados da seca eram tratados com indiferença e discriminação pela elite que já morava na cidade de Fortaleza. Escrito e dirigido pela dupla de cineastas David Aguiar e Sabina Colares, modelado em uma mistura entre documentário e ficção, Currais apresenta relatos impactantes, impressionantes, surpreendentes, além de fotos antigas mostrando o que as palavras dizem ao longo dos cerca de 90 minutos de projeção.

Depois que você assiste a esse documentário, é muito difícil de tirá-lo da memória. Pensar que uma cidade se ergueu sob suor e sangue é assustador. Nosso país é enorme. Tantas histórias…e muitas delas desoladoras, tristes. Como um ser humano pode fazer isso com outro ser humano? Um capitalismo desenfreado, um elitismo esnobe e arrogante, entendemos o reflexo dessas atitudes até os tempos atuais se formos comparar com a questão social das favelas, pessoas que vivem à margem de uma sociedade privilegiada. O filme abre espaço também para mostrar a religião ganhando contornos culturais através dos devotos das almas da barragem. Um documentário/ficção arrebatador que diz muito sobre a história de nosso país.

10 séries viciantes que você defende como se fossem da família

Existem aquelas séries que moram em nossos corações – e que defendemos, não importa o que falem. Alguns desses projetos levamos conosco durante grande parte da vida, com memórias que voltam de vez em quando e nos lembram momentos das nossas histórias. Pensando em algumas obras capazes de causar esse impacto em quem assiste, segue abaixo uma lista de séries viciantes que você defende como se fossem da família:

 

Cavaleiros do Zodíaco

Criada por Masami Kurumada, como um mangá que logo fez sucesso, Cavaleiros do Zodiaco não demorou muito e já virou um anime que até hoje é lembrado por várias gerações. Na história cheia de capítulos impactantes, conhecemos a saga de alguns cavaleiros que precisam defender a reencarnação da Deusa Atena.

 

Lost (Disney Plus)

Um dos grandes fenômenos da televisão, Lost, entre os anos de 2004 e 2010, ganhou nossa curiosidade com 121 episódios intrigantes que nos surpreendia frequentemente com enormes revelações. Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que sobrevivem a queda do avião que estavam e vão parar em uma ilha misteriosa.

 

The Closer

Uma das grandes séries de sucesso do início dos anos 2000 conhecemos a detetive Brenda Johnson (brilhantemente interpretada por Kyra Sedgwick), treinada pela CIA, especialista em interrogatórios, que vai para Los Angeles para comandar uma unidade de homicídios e precisa diariamente mostrar seu valor.

 

Nip/Tuck

Lançada em 2003 e com impactantes seis temporadas, em Nip/Tuck, somos apresentados aos conflitos de dois cirurgiões plásticos que atendem em Miami. Criado por Ryan Murphy.

 

Jericho

Lançada quase 20 anos atrás, e até hoje sem o reconhecimento que merece, Jericho nos mostra o isolamento de uma cidade sem saberem o que acontece no resto do mundo, culminando em confrontos e fortes dramas entre os personagens.

 

One Tree Hill (Prime Video)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar, focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam, One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos. Criada por Mark Schwahn e protagonizado pelos atores: Chad Michael Murray, Sophia Bush, James Lafferty e Hilarie Burton.

 

Gilmore Girls (Netflix)

Os dramas e conflitos de uma mãe e uma filha que vivem em uma cidadezinha dos Estados Unidos contornam a essência de Gilmore Girls. Protagonizado por Lauren Graham e Alexis Bledel o seriado estreou no ano de 2000 e teve sete temporada.

 

Prison Break (Disney Plus)

A fuga da prisão mais conhecida do universo das séries – talvez a primeira temporada mais impactante da história quando pensamos em séries de ação e aventura. Na trama, conhecemos um engenheiro de sucesso que possui apenas um plano de vida: tirar o irmão, que foi condenado à morte, de uma prisão de segurança máxima. Para tal, ele tatua a planta da prisão em seu corpo. Imperdível! Criada por Paul T. Scheuring.

 

24 Horas (Prime Video)

Uma das maiores séries de ação e espionagem da história do universo do entretenimento, 24 Horas conta a história de Jack Bauer (Kiefer Sutherland), imbatível agente da unidade antiterrorista, que em 24 horas do seu dia precisa encontrar soluções para dezenas de situações que chegam em seu caminho.

 

Dawson’s Creek (Sony One)

Lançado cerca de 24 anos atrás, com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico) Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.

 

Halloween para o dia das Bruxas! Relembre TODOS os filmes da icônica franquia de terror

Hoje é dia 31 de outubro. O famoso dia das bruxas. Ou Halloween. E nesta data, ele está de volta! 2021 marcou o retorno de um dos maiores vilões da história do cinema, o maníaco da máscara branca de William Shatner, Michael Myers. Quem gosta do gênero conhece bem Halloween – A Noite do Terror (1978), clássico do mestre John Carpenter, e as inúmeras continuações que esta obra-prima deu origem. Muito influente, pode ser dito que Halloween e Myers iniciaram o que temos até hoje dentro do subgênero slasher, no qual um psicopata mascarado massacra adolescentes com objetos cortantes. Os produtores de Sexta-Feira 13 (1980), por exemplo, não escondem de ninguém até hoje em entrevistas que o filme foi criado para pegar carona no sucesso da obra de Carpenter.

Atualmente, as homenagens seguem para este lendário terror, e filmes como Corrente do Mal (It Follows, 2014), de David Robert Mitchell, se mostram fortes discípulos do clima, estética e, em especial, trilha sonora do que foi orquestrado por Carpenter. Depois de um retorno triunfal (ao menos em questão de bilheterias) em 2018 com a sequência/ reboot Halloween, este ano os fãs foram novamente brindados com um exemplar da franquia, com Halloween Kills: O Terror Continua, novamente contando com um grande estúdio (Universal), de uma produtora do momento (Blumhouse) por trás. Antes de Halloween (2018), houve um hiato de 9 anos na franquia e 15 anos sem termos um filme destes nos cinemas.

Como forma de celebrar esta emblemática e clássica franquia, que é sinônimo do gênero terror e que completa 43 anos em 2021 – ou seja, mais velha que a maioria de vocês, nossos queridos leitores, e do que todos nós aqui no CinePOP também – criamos esta nova lista com os 11 filmes da franquia para que você fique por dentro de toda a saga de Michael e da família Myers. Vem com a gente.

PS. Muitos destes filmes estão presentes em plataformas de streaming, como a Amazon e a Netflix, portanto procure e garanta sua diversão.

Halloween – A Noite do Terror (1978)

Tudo começou aqui. Numa fatídica noite de Halloween, o dia das bruxas, uma criança mata a irmã mais velha. Levando em conta que o filme tem 40 anos, isto não é um spoiler atualmente. Mas o lance é que não vemos quem comete o crime em um primeiro momento, já que a cena é gravada em primeira pessoa, com a câmera servindo de olhos para o algoz. Mais um sinal da maestria de John Carpenter, em um de seus primeiros filmes. De fato, Halloween foi por muitos anos o filme independente mais rentável da história do cinema. Até o lançamento de A Bruxa de Blair (1999).

O menino era Michael Myers, que é internado em um sanatório até os 21 anos, tratado por um médico que diz não ver nada em seus olhos negros a não ser o puro mal. Em uma noite próxima a um novo Halloween, o maníaco escapa e volta para seu velho bairro, agora usando um macacão de mecânico e uma máscara branca. Em seu caminho, jovens indefesas trabalhando como babás em um bairro tranquilo. Entre elas, Laurie Strode, papel de uma Jamie Lee Curtis de vinte aninhos. Seu médico, o Doutor Loomis (o veterano Donald Pleasence) decide ir atrás do paciente com seu calibre 38, mas pode ser tarde demais.

A graça e qualidade de Halloween está em criar o suspense. Está no que não mostra, muito mais do que mostra. É a preparação. É o que espreita nas sombras. É o perfeito uso das dimensões do escuro. No uso de lugares inofensivos para representar o perigo, como um pacato bairro, uma casa de subúrbio, o quarto de uma criança ou um simples armário. Todos se transformam nos locais mais assustadores que podemos imaginar nas mãos de John Carpenter. Ah, e o que falar da fabulosa trilha sonora, composta pelo próprio diretor, que se tornou inesquecível e inconfundível.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981)

Como dito, Halloween se tornava o filme independente mais lucrativo da história. Então, com a concorrência alta, todos queriam lucrar uma fatia deste bolo. O terror era um gênero fácil de fazer e que se caso atingisse o sucesso, poderia se mostrar muito rentável para seus criadores. Assim, não demorou muito para que uma continuação da Noite do Terror fosse planejada. E nela, quase todos os envolvidos originais retornariam.

John Carpenter e Debra Hill, os criadores do original, retornavam no roteiro e produção. Mas Carpenter abria espaço para Rick Rosenthal assumir a direção. O lendário produtor Dino De Laurentiis também entrava na festa, adentrando na produção da franquia aqui neste segundo. Os protagonistas Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence igualmente retornavam para mais um round.

A história segue imediatamente após o desfecho do original, continuando a mesma noite – embora fora do filme tenha se passado três anos. Após ser baleado, Michael Myers some nas sombras, somente para continuar circundando a vizinhança. Ao saber que Laurie foi levada para o hospital, ele parte para terminar o serviço começado há algumas horas. Em seu encalço está novamente o Dr. Loomis. A palavra de ordem agora era mais e maior. Nada de sutileza. Para adentrar de vez o terreno dos slasher, em sua segunda investida, com mais dinheiro, o psicopata deixa mais corpos pelo chão, as mortes são mais violentas e ele se torna ainda mais invencível. Seu final igualmente é apoteótico.

Halloween III – A Noite das Bruxas (1982)

Com o psicopata finalmente dado como morto ao final do segundo filme, a ideia dos produtores John Carpenter, Debra Hill, Moustapha Akkad e Dino De Laurentiis agora era por uma subversão do que havia sido apresentado. Michael Myers foi muito bem utilizado nos primeiros filmes, mas agora a ideia era por uma reformulação e nova utilidade para o título Halloween. A ideia dos envolvidos era a de uma antologia – muito comum atualmente em séries de TV – na qual a cada novo capítulo, uma nova história com temática do dia das bruxas seria contada.

A primeira (e que se mostraria a única) nova trama foi escrita e dirigida por Tommy Lee Wallace, em parceria com Carpenter (que não foi creditado). A opção foi por um conto envolvendo uma empresa maligna fabricante de máscaras de Halloween para crianças. O plano bizarro e macabro da companhia era fazer com que todas as crianças que usassem a fantasia na data, fossem mortas quando um comercial de seu fabricante desse a deixa. Nada faz muito sentido e o filme não deu certo. O fracasso da terceira parte impediu que a ideia de novas histórias fosse introduzida.

Hoje, grande parte da graça do filme está mesmo em sua aura cult. Halloween III se tornou um destes filmes que possuem uma legião de fãs, apreciadores de seu enorme valor de prazer culposo e momentos pra lá de nonsense. Aqui temos, por exemplo, robôs que se passam por humanos, dentre os elementos desta farofa típica da década de 1980. Justamente por isso, o terceiro longa da franquia é o mais ambicioso e único, além de ser, obviamente, o que mais difere e destoa de todo o resto.

Halloween 4 – O Retorno de Michael Myers (1988)

Autoexplicativo em seu subtítulo, o quarto filme da franquia viu seu menino de ouro precisar voltar às pressas depois que a nova abordagem naufragou. Os fãs queriam era ver o psicopata na máscara branca, isso ficou claro. Halloween foi criado como filme slasher, e mudar seu subgênero para um tipo mais alucinado envolvendo ficção científica e fantasia deixou os espectadores a ver navios. Assim, tudo estava bem de novo na série, com a volta do querido assassino.

Era aqui também que John Carpenter, Debra Hill e Dino De Laurentiis diziam adeus. Os três estiveram ao longo desta jornada, mas quando sua ideia anterior não funcionou, eles não quiseram saber de voltar para um quarto filme de Myers. Só Akkad permaneceu. Bem, ele e o veterano Donald Pleasence na pele do médico Dr. Loomis. Jamie Lee Curtis igualmente se manteve bem longe, desde o desfecho do segundo filme. O grande problema aqui foi que já haviam se passado seis anos desde o último Halloween e sete desde que Myers havia dado as caras. Neste meio tempo, além do personagem ter ficado adormecido para o público, o filme em si chegava tarde, deixando passar o bonde dos slasher quase por completo, tentando pegá-lo de forma atrasada já no fim da década.

Para termos uma ideia, Sexta-Feira 13 lançava um filme a cada ano durante os anos 1980, e A Hora do Pesadelo idem desde 1984. Halloween ficava adormecido num hiato, assim como seu vilão. Na trama, como num passe de mágica, o assassino acorda de seu coma para mais um round de matança. Na falta de vítimas para serem perseguidas, os roteiristas decidem criar uma filha para Laurie (papel de Danielle Harris) e explicar a saída de Curtis da franquia, matando sua personagem num acidente de carro no intervalo dos filmes.

Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers (1989)

Continuação direta do quarto filme, gravado de forma contínua e lançado logo no ano seguinte, Halloween 5 seguiu exatamente os passos do anterior. Akkad voltava na produção e Pleasence marcava presença mais uma vez na pele do médico implacável na busca pelo maníaco. A menina Danielle Harris, sobrinha do psicopata no filme e heroína da vez após a saída de Curtis, também estava presente.

Se a intenção era transformar Halloween em um puro produto de entretenimento slasher planejado pelos produtores ao trazerem Michael Myers de volta para a franquia, podemos dizer que foi exatamente o que conseguiram. Halloween 4 e 5 são produções extremamente genéricas, sem qualquer originalidade ou sequer um décimo do brilhantismo do primeiro filme. Como forma de homenagem para a estrela da franquia, a personagem de Harris recebeu o nome Jamie.

Halloween 6 – A Última Vingança (1995)

Apesar de um desfecho enigmático, que deixou a porta não apenas aberta, mas escancarada, para uma sequência, ela só viria de fato seis anos depois. Isso que é falta de planejamento. Por mais que os dois episódios anteriores tenham sido extremamente rotineiros e sem fôlego algum, ao menos não foram obras inacabadas, como viria a se mostrar este sexto longa da franquia.

Primeiro filme protagonizado por Paul ‘Homem-Fomiga’ Rudd, Halloween 6 trouxe o ator na pele do herói que desbanca o psicopata imortal. Infelizmente, o filme guarda a última performance do veterano Donald Pleasence, que faleceu durante as filmagens sem conseguir completar sua participação. É notória a fragilidade do ator durante suas cenas. O fato se tornou um problema, já que a produção precisou ser reescrita e refilmada para se adequar à ausência do Dr. Loomis em trechos essenciais. Durante anos como parte de uma lenda urbana no submundo, uma edição do diretor foi lançada, mais de acordo com que o cineasta Joe Chappelle havia planejado.

Halloween H20 (1998)

Halloween surgiu como obra influente para todo um gênero e seus subgêneros. Depois de uma boa ideia que não vingou, no terceiro filme, viu as vindouras produções de sua franquia caírem no lugar comum de produções B repetitivas e perderem qualquer prestígio anteriormente adquirido. Era hora de voltar aos holofotes e nada melhor para isso do que aproveitar o recém-renovado sopro que os filmes de terror slasher ganhavam no fim da década de 1990, gerado por Pânico (1996).

Com produção de Moustapha Akkad e dos irmãos Weinstein (gulp!), Halloween H20 chegava, como diz o título, vinte anos depois do original, esquecendo todas as continuações depois do segundo episódio. É claro que nenhum retorno em grande estilo para a franquia estaria completo sem sua musa original, assim, Jamie Lee Curtis voltava a dar o ar de sua graça no combate definitivo com maníaco mascarado. Uma grande homenagem, Halloween H20 não conseguiu escapar, no entanto, do sentimento da época – provido, dizem as más línguas, pelas pinceladas de Kevin Williamson no roteiro (não creditada).

Assim, certo humor autoconsciente era adicionado, com personagens espertinhos e outros tipos de tiradas. E funcionou. H20 se mostrou extremamente bem sucedido em sua proposta, um retorno digno a todos os envolvidos e um final perfeito para o vilão. Bom, ao menos pensava-se. Como o dinheiro sempre fala mais alto…

Halloween Ressurreição (2002)

Era para Halloween H20 ter colocado um ponto final na franquia. Mas o filme foi elogiado e deu lucro, logo os produtores queriam mais. Porém, como continuar um desfecho perfeito, de uma obra que funcionou como pura homenagem e celebração. Bem, estragando tudo novamente! E se H20 era fruto de sua era mais metalinguística e recheada de humor, Ressurreição, quatro anos depois, foi fruto da sua. A opção aqui foi inserir a moda do momento, os Reality Shows, em sua trama.

Desta forma, saída de uma “ideia brilhante”, Michael Myers, involuntariamente, se torna astro de seu próprio programa, quando competidores tentam sobreviver a uma noite em sua antiga casa. O único ponto positivo aqui é a volta para Haddonfield, cidadezinha original, e a protagonista Bianca Kajlich, que já demonstrava carisma no início de carreira. De resto, são vergonhosas as participações de Tyra Banks e Busta Rhymes, além de uma explicação pra lá de estapafúrdia sobre o que de fato ocorreu no desfecho de H20. Ah, nem me faça falar da participação de Curtis aqui…

O diretor Rick Rosenthal, do segundo filme, é quem assume as rédeas deste que é considerado um dos piores (senão o pior) filmes da franquia.

Halloween: O Início (2007)

O resultado bem menos que satisfatório de Ressurreição, mesmo com uma porta escancarada para uma sequência, fez os produtores desistirem de continuar a história a partir dali. Ainda mais se formos pensar no sucesso de H20. O caminho a seguir, cinco anos depois, foi por um remake do original. Mais uma vez, Halloween se tornava produto de seu meio e nesta época as refilmagens de clássicas obras de terror estavam em voga.

O escolhido para tal faça, no entanto, foi nada menos do que equivocado. O açougueiro Rob Zombie ganhou carta branca do estúdio para fazer Halloween à sua maneira. Então, o “cineasta” escreveu e dirigiu uma espécie de reimaginação, repetindo grande parte do original lá de 1978, acrescentando apenas mais violência, baixo calão e um prelúdio tão ruim e dispensável que termina se tornando o calcanhar de Aquiles do longa. Basicamente, Zombie resolve explicar o motivo de Michael Myers ser como é, sendo que a falta de uma explicação sempre foi mais assustador. Será que ninguém ensinou isso a ele?

H2: Halloween 2 (2009)

Como tudo que é ruim ainda pode piorar, Zombie voltaria para a sequência do remake – esta foi uma das poucas refilmagens de uma obra clássica que teve continuação. Este Halloween 2, no entanto, não é uma reedição do Halloween II de 1981. O diretor até brinca com tal premissa, levando Laurie (interpretada pela atriz Scout Taylor-Compton) rapidamente para um hospital, somente para depois frisar que o filme não irá seguir por este caminho.

Dentre as novas bizarrices de Zombie, a pretensão de fazer de Halloween uma obra de arte, inserindo imagens abstratas, como um cavalo branco e a mãe de Michael como uma espécie de anjo (vivida pela esposa do cineasta, Sheri Moon Zombie). Fora isso, este é o filme mais violento da franquia, uma violência pesada e realista. E também o mais desagradável e sombrio. Malcolm McDowell reprisa o papel de Sam Loomis (imortalizado por Donald Pleasence), transformando o personagem num salafrário. No elenco, dois veteranos de filmes do gênero, Brad Douriff, a voz do boneco Chucky, é o Xerife, e Danielle Harris, que viveu Jamie nos filmes dos anos 1980, é Annie, amiga de Laurie.

Fora tudo isso, Zombie resolve que seu gigante Michael Myers (Tyler Mane) não usará a icônica máscara aqui, deixando o vilão caracterizado como um mendigo barbudo psicótico. O assassino chega inclusive a falar pela primeira vez na história da franquia. Isso que é bagunçar o coreto.

Halloween (2018)

Chegamos ao recente exemplar da franquia, que se propôs a iniciar uma nova trilogia para  Halloween, Michael Myers e Laurie Strode. Quase dez anos depois da investida malfadada de Rob Zombie pelo universo do assassino mascarado, esta produção prometia colocar o nome da marca tão importante para o terror nos holofotes outra vez. E de fato conseguiu!

Produzida pela Blumhouse, de Jason Blum, e bancado pela Universal (primeira vez que um filme da franquia tem lançamento de um grande estúdio), este filme, intitulado simplesmente Halloween, foi escrito por Danny McBride e dirigido por David Gordon Green. Se os nomes causam estranheza, o motivo se justifica por estarem mais acostumados a realizar comédias – apesar disso não trouxeram qualquer bom humor à proposta – ainda muito banhada num teor sombrio. Além disso, o lendário John Carpenter retornou a um filme da franquia na produção e trilha sonora. A ideia aqui foi esquecer todas as continuações e seguir do primeiro, se passando 40 anos depois.

Último episódio de ‘Scandal’ termina em alta na audiência

A última temporada de ‘Scandal‘ chegou ao fim, e a série terminou em alta. O último episódio registrou 1.3 na demo, 45% acima do que foi registrado no episódio anterior.

A 7ª temporada de ‘Scandal‘ marcou uma média de 1.14 na demo, e um total de 4.8 milhões de espectadores.

Recentemente, a criadora da série, Shonda Rhimes, falou sobre a possibilidade de um spin-off.

“É o fim. Senti que estávamos chegando ao final porque nós contamos todas as histórias que queríamos. Contamos toda a história de Olivia Pope. Então, eu não acho que temos mais histórias, porque já contamos todas que queríamos.”

Sobre o desfecho, Rhimes disse: “A história teve uma conclusão, e os espectadores poderão imaginar o que acontecerá com alguns dos personagens.”

‘A Última Gargalhada’: Nova comédia da Netflix ganha trailer hilário; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova comédia, ‘A Última Gargalhada‘ (The Last Laugh).

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 11 de janeiro.

Agente de talentos aposentado, Al Hart se reencontra com o seu primeiro cliente, Buddy Green – um humorista que deixou o show business 50 anos atrás. Ele o convence a fugir da casa de repouso, e os dois caem na estrada para uma turnê de comédia por todo o país.

Chevy Chase, Andie MacDowell, Kate Micucci, Richard Dreyfuss e Ritchie Montgomery estrelam.

Em tom de despedida, Tom Holland fala sobre o fim do acordo entre a Sony e a Marvel

Durante a D23, o ator Tom Holland falou sobre a primeira vez sobre o fim do acordo entre a Sony Pictures e a Marvel sobre a franquia do ‘Homem Aranha‘. Visivelmente afetado, suas palavras tiveram tom de despedida.

“Tem sido uma semana doida, mas eu quero que vocês saibam que eu agradeço do fundo do meu coração e eu amo vocês 3000.”

Apesar da desavença entre os estúdios, há muitas especulações sobre um possível novo acordo, mas nada concreto foi divulgado. Será que o amigão da vizinhança retornará para o MCU?

Vale lembrar que o conflito inicial se deu após a Marvel pedir 50% do lucro dos filmes do aracnídeo e controle de outros personagens, como o Venom e a Gata Negra. Antes, o estúdio recebia apenas 5% de comissão das bilheterias.

A Sony publicou uma carta afirmando estar “desapontada” pelo fato de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, não estar mais envolvido na produção do próximo capítulo do ‘Homem-Aranha’.

Confira:

“Muitas das notícias de hoje sobre o Homem-Aranha descaracterizaram as recentes discussões sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Nós estamos desapontados, mas respeitamos a decisão da Disney de não querer que ele continue como o produtor líder do nosso próximo live-action do Homem-Aranha. Nós esperamos que isso mude no futuro, mas entendemos que muitas das responsabilidades que a Disney o deu – incluindo todas as novas propriedades adquiridas pela Marvel – não permitem que ele tenha tempo o bastante para trabalhar em um projeto que o estúdio não detém os direitos. Kevin é incrível e somos gratos por sua ajuda e orientação e apreciamos o caminho que ele nos ajudou a traçar, no qual continuaremos”.

De qualquer forma, resta torcer para que a Sony dê continuidade as aventuras do Cabeça de Teia agora que o personagem finalmente se encontrou nas telonas.

Assista nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Midsommar’: Vídeo INCRÍVEL recria final do terror no jogo ‘Animal Crossing’

Usando o popular jogo ‘Animal Crossing: New Horizons‘, um fã recriou o final do terror ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite‘ e o resultado ficou INCRÍVEL.

Confira:

‘Charmed’: Trailer da 3ª temporada questiona quem irá sobreviver a nova ameaça; Confira!

A CW divulgou o novo trailer da 3ª temporada de ‘Charmed‘, que recapitula os eventos dos ciclos anteriores e questiona: “Quem irá conseguir sobreviver?”.

Confira:

A nova temporada irá estrear hoje (24), nos EUA.

No final da segunda temporada, as garotas “encantadas” e o mundo mágico se encontram em certo perigo, pois Julian afirmou à tia Vivienne que ele traria Macy (Madeleine Mantock) custe o que custar. Enquanto isso, o novo romance de Harry (Rupert Evans) e Macy está correndo risco, depois que Harry pediu a Maggie (Sarah Jeffery) para usar seu novo poder para mudar seus sentimentos por sua irmã. Com o relacionamento de Mel (Melonie Diaz) com Ruby em um impasse, será que Mel algum dia encontrará o amor verdadeiro? E a destruição da irmandade é inevitável ou as Encantadas conquistarão o Conquistador? As respostas a essas perguntas irão se desdobrar na terceira temporada e traçar uma jornada totalmente nova para essas mulheres, à medida em que Maggie busca suas ambições profissionais, enquanto Macy retorna às suas raízes científicas e o ativismo de Mel é reacendido.

Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.

O elenco conta com Melonie Diaz, Madeleine Mantock, Sarah Jeffery e Rupert Evans.

‘Emily em Paris’: 2ª temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A Netflix finalmente anunciou quando a 2ª temporada de ‘Emily em Paris‘ será lançada.

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 22 de dezembro.

Confira o teaser:

Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 209 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Ashley Park as Mindy in episode 210 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, William Abadie as Antoine Lambert, Ashley Park as Mindy in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie, Samuel Arnold as Julien, Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas’ na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra’), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘Raised by Wolves’ é CANCELADA pela HBO Max após 2 temporadas

Apesar de não ter sido anunciado oficialmente, o ator Abubakar Salim revelou que a HBO Max cancelou a série ‘Raised by Wolves‘, criada pelo lendário realizador Ridley Scott, depois de apenas duas temporadas.

Segundo o ator, o cancelamento ainda não foi anunciado porque há uma chance da produção ganhar um novo lar. É por isso que ele pede aos fãs da série para usarem a #RenewRaisedByWolves, com a esperança que isso ajude no salvamento do projeto.

“[O cancelamento] não é uma surpresa, especialmente após as notícias sobre a fusão que está acontecendo na Warner. Muitas séries não estão tendo chance de finalizarem suas histórias. Infelizmente, ‘Raised by Wolves’ é uma delas. Nada foi confirmado publicamente, e há uma razão para isso. Uma razão importante. Há esperança. Somos uma produção única: nós temos toda a nossa narrativa planejada, uma equipe de peso atrás de nós e uma excelente recepção do público e da crítica. E, além de tudo isso, uma base de fãs forte internacionalmente que pode não ser ignorada. O cancelamento não foi anunciado porque ainda há chance da história ser finalizada em um novo lar. Essa é a parte que vocês entram. Não há dúvidas que estamos em uma época em que as vozes dos fãs podem fazer a diferença. Vamos tentar. Vamos dar o nosso melhor. #RenewRaisedByWolves”

Criada por Scott (‘Blade Runner’ e ‘Alien’), a série futurista acompanha dois androides que têm como tarefa criar crianças humanas em um planeta misterioso. Enquanto a colônia de humanos se divide por causa de diferenças religiosas, os androides descobrem que controlar a crença dos humanos é um trabalho complicado.

O elenco da produção inclui Travis FimmelAmanda Collin, Abubakar Salim, Winta McGrath, Niamh Algar, Felix Jamieson, Ethan Hazzard, Jordan Loughran, Aasiya Shah e Ivy Wong.

Dançando no Silêncio

(Houria)

 

Elenco:

Lyna Khoudri
Francis Nijim
Rachida Brakni

 

Direção: Mounia Meddour

Gênero: Drama

Duração: 104 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 04 de Maio de 2023

Sinopse: 

Uma jovem apaixonada por balé passa por um trauma, conhece outras mulheres que passaram por situações semelhantes e encontra uma forma criativa de perseguir sua paixão.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Mounia Meddour também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Um Pesadelo Americano’: Documentário de crime real expõe a verdade sobre caso CHOCANTE; Confira o trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do documentário ‘Um Pesadelo Americano‘.

A produção, que narra um crime real que aconteceu em 2015, conta a história de um casal que foi acusado de forjar uma invasão à própria residência e um sequestro após o reaparecimento da vítima.

Confira o trailer:

A produção será lançada na plataforma no dia 17 de janeiro.

Em março de 2015, Denise Huskins e seu namorado, Aaron Quinn, foram acordados no meio da noite por invasores armados. Os intrusos, que alegadamente estavam usando toucas por cima do rosto, amarraram o jovem casal e o colocou no armário.

Lá dentro, eles foram drogados e vendados. Eles descobriram que os invasores faziam parte de uma grande organização, um grupo bem treinado que coleta débitos financeiros. O plano dos intrusos era sequestrar Denise e devolvê-la após o pagamento do resgate. Ela foi levada para um lugar desconhecido, onde foi drogada e estuprada duas vezes pelo seu abdutor.

Denise foi libertada dois dias depois, em 25 de março, perto da casa de sua mãe.

Apesar dos relatos do casal, a polícia não acreditou na história – e chegou a declarar em uma coletiva de imprensa que o caso não fazia sentido. O caso passou a ser conhecido – erroneamente – como o sequestro ‘Garota Exemplar‘, em referência ao filme estrelado por Rosamund Pike e Ben Affleck.

Bernadette Higgins e Felicity Morris são responsáveis pela direção.

Aldis Hodge investiga assassinatos no trailer de ‘Detetive Alex Cross’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga de romances ‘Alex Cross‘, de James Patterson.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro.

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Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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‘O Mal que Nos Habita 2’ vem aí…

Em entrevista ao Gelantina, o diretor e roteirista Demián Rugna confirmou que está desenvolvendo uma sequência para o aclamado terror de possessão demoníaca ‘O Mal que Nos Habita‘ (When Evil Lurks).

“O roteiro da sequência já está quase pronto. Agora só estamos esperando pelo financiamento. Ainda temos que fazer algumas modificações no roteiro para torná-lo perfeito, mas o estúdio já deu sinal verde,” declarou o cineasta.

Sucesso entre os críticos, o terror conquistou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama, dois irmãos encontram um cadáver mutilado perto de sua propriedade e se reúnem com os moradores locais para investigarem o incidente. Logo, eles descobrem que os acontecimentos estranhos na região estão sendo causados por um espírito que entrou em um homem que estava à espera dos procedimentos necessários para livrar seu corpo de um demônio purulento…

Crítica | O Mal que Nos Habita – Terror sobre possessão demoníaca é ARREBATADOR e vai te perturbar

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence na 1ª imagem de ‘What Happens at Night’, novo filme de Martin Scorsese

O aguardado suspense ‘What Happens at Night‘ (O que Acontece à Noite, em tradução livre), próximo filme do aclamado cineasta Martin Scorsese (‘Assassinos da Lua das Flores’), teve sua primeira imagem oficial divulgada.

A foto destaca os astros Leonardo DiCaprio (‘O Regresso’) e Jennifer Lawrence (‘O Lado Bom da Vida’).

Na trama…

“Um casal americano viaja para uma pequena cidade europeia coberta de neve para adotar um bebê. Eles se hospedam em um hotel cavernoso e praticamente deserto, onde encontram um elenco enigmático de personagens, incluindo uma cantora extravagante, um empresário depravado e um curandeiro carismático. Nada é o que parece neste mundo estranho e congelado. À medida que o casal luta para reivindicar seu bebê, menos eles parecem saber sobre si mesmos e sobre a vida que construíram juntos.”

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Jared Harris (‘Chernobyl’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’) e Patricia Clarkson (‘Objetos Cortantes’).

Apple Original Films irá financiar e coproduzir o projeto ao lado do Studiocanal.

Patrick Marber assina o roteiro, que é baseado no romance homônimo de 2023 assinado por Peter Cameron.

As filmagens estão acontecendo atualmente, na República Tcheca.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Baywatch’: Dwayne Johnson revela porque comédia foi produzida para maiores de idade

A migração da série ‘Baywatch’ para os cinemas sofreu algumas alterações significativas, sendo uma delas a abordagem da trama.

Classificado como um filme R-rated, a versão feita para as telona redefiniu alguns papéis e trouxe uma nova perspectiva sobre um clássico da televisão.

E durante uma coletiva de imprensa em Miami (Flórida), Dwayne Johnson comentou sobre os novos rumos que ‘Baywatch’ está tomando e sobre a escolha em seguir por um viés voltado para o público adulto.

Segundo ele:

“Haviam conversas para fazer um ‘Baywatch’ com classificação PG-13. No início, quando a Paramount me procurou para fazer o filme – isso foi há cerca de quatro anos e meio ou cinco – nós tivemos esse debate sobre PG-13 ou R-rated. Agora é um passo ousado se você vai para o caminho do R-rated, principalmente no verão, quando você quer o maior número de compradores possível. Mas nós também sentimos que uma versão mais legal será para maiores”.

Dwayne também comentou sobre algumas mudanças feitas no roteiro, principalmente em relação à produção original. De acordo com ele, o objetivo era pegar modelos que funcionaram no passado e invertê-los.

“Vamos fazer um filme para maiores, vamos pegar o personagem que era nosso vilão e que foi escrito para um homem e vamos transformá-lo em um papel para uma mulher e vamos trazer Priyanka Chopra. E também a ideia de que eu poderia fazer um filme que seria R-rated e que nós poderíamos nos apoiar nisso, é o meu senso de humor! Um humor sujo e atrevido. Então ter a possibilidade de fazer isso é ótimo. Ter a chance de ir de ‘Moana’ para ‘Baywatch’ é fantástico”.

Baywatch‘ estreia em 15 de junho no Brasil.

Baywatch‘ foi uma série televisiva norte-americana sobre salva-vidas de Los Angeles que patrulham as mais lotadas praias de Los Angeles, Califórnia. A série durou de 1989 até 1999.

Segundo o Livro Guinness de Recordes Mundiais, ‘Baywatch‘ foi o seriado de TV mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países no ano de 1996.

‘Capitã Marvel’: Lashana Lynch substitui DeWanda Wise

Após a inesperada saída de DeWanda Wise de ‘Capitã Marvel‘, uma nova substituta já foi escolhida.

Segundo o site The Hollywood Reporter, Lashana Lynch assumirá o misterioso papel. A atriz é mais conhecida por ter estrelado a série de época da ABC, ‘Still Star-Crossed‘.

A produção não teve muito sucesso, sendo cancelada depois de apenas sete episódios.

 

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, DeWanda Wise e Ben Mendelsohn. O roteiro fica por conta de Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider: A Origem’) e a direção é da dupla Anna Boden e Ryan Fleck.

O lançamento é previsto para 28 de Fevereiro de 2019 no Brasil.

‘Bohemian Rhapsody’: Blu-ray terá show completo do Live Aid

A versão em Blu-ray da biografia ‘Bohemian Rhapsody‘ vai trazer uma série de conteúdos inéditos. E entre eles, os fãs poderão conferir a performance completa do show Live Aid feita para o filme. A informação foi compartilhada pela 20th Century Fox.

O show presente na cinebiografia traz uma boa parte de toda a apresentação, mas segundo a descrição oficial, o material extra trará 22 minutos de performance, incluindo as canções “Crazy Little Thing Called Love” e “We Will Rock You”.

As versões Blu-ray e 4K Ultra HD ainda trarão outros materiais, como “Rami Malek: Becoming Freddie”, “The Look and Sound of Queen” e “Recreating Live Aid”.

 

Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

‘O Esquadrão Suicida’: James Gunn comemora o fim das filmagens; Confira a imagem!

As filmagens de ‘O Esquadrão Suicida‘ finalmente se encerraram e para comemorar o marco, o cineasta James Gunn compartilhou uma imagem direto dos bastidores, trazendo toda a equipe de produção e até mesmo parte do elenco, como a atriz Margot Robbie – intérprete da Arlequina.

Confira:

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida’ terá o retorno de Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

‘Selena’: Após anúncio da data de estreia, parte 2 da minissérie da Netflix ganha suas primeiras imagens

Após ganhar data de estreia, a segunda parte da minissérie ‘Selena‘, da Netflix, teve suas primeiras imagens oficiais divulgadas pela gigante do streaming.

Confira:

SELENA THE SERIES
Gabriel Chavarria (“A.B. Quintanilla”); Noemi Gonzalez (“Suzette Quintanilla”); Christian Serratos (“Selena Quintanilla”); Ricardo Chavira (“Abraham Quintanilla”); Seidy Lopez (“Marcella Quintanilla”)
CR: Sara Khalid/NETFLIX
SELENA THE SERIES
Ricardo Chavira (“Abraham Quintanilla”)
CR: Sara Khalid/NETFLIX
SELENA THE SERIES
Christian Serratos (“Selena Quintanilla”)
CR: Sara Khalid/NETFLIX
SELENA THE SERIES
Christian Serratos (“Selena Quintanilla”)
CR: Sara Khalid/NETFLIX
SELENA THE SERIES
Hunter Reese Pena (‘Ricky Vela”); Noemi Gonzalez (“Suzette Quintanilla”); Julio Macias (“Pete Astudillo”); Christian Serratos (“Selena Quintanilla”); Carlos Alfredo Jr. (“Joe Ojeda”); Gabriel Chavarria (“A.B. Quintanilla”)
CR: Sara Khalid/NETFLIX

Os novos episódios serão lançados no dia 14 de maio.

Os vindouros capítulos concluirão a história da rainha da música texana, explorando a sua vida a partir da ascensão estelar da sua carreira, culminando em sua trágica e precoce morte, aos 23 anos de idade, em 1995. A artista foi brutalmente assassinada pela presidente do seu próprio fã clube.

Na série, Christian Serratos vive a emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.

Assista ao trailer:

A produção foi criada por Moises Zamora, com consultora de Don Todd (‘This Is Us’).

A obra será dividida em duas partes e trará Serratos (‘The Walking Dead’) no papel titular. Gabriel ChavarriaRicardo ChaviraNoemí GonzalezSeidy López completam o elenco.

Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com ‘Entre a Mi Mundo’. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.

Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.

‘Temporada de Verão’: Série com Giovanna Lancellotti estreia na Netflix

A nova série brasileira ‘Temporada de Verão‘ já está disponível na Netflix. A produção, estrelada por Giovanna Lancellotti, teve a sua estreia nesta sexta-feira (21) na grade de programação.

A trama acompanha a época mais quente e divertida do ano: O verão. A série se passa no badalado Hotel Maresia – localizado na paradisíaca Ilha das Conchas. É nele que Catarina, Yasmin, Diego, Miguel, Helena, Conrado e Marília vão se conhecer e viver o verão mais inesquecível de suas vidas.

Assista ao trailer:

Giovanna Lancellotti, Gabz, Jorge López, André Luiz Frambach, Giovanna Rispoli, Maicon Rodrigues e Cynthia Senek estrelam a produção.

Isabel Valiante e Caroline Fioratti assinam a direção de ‘Temporada de Verão‘.

Doctor Who | 11ª Temporada – Primeiras Impressões

The Thirteenth has arrived

Em novembro faz 55 anos que o primeiro episódio da emblemática série britânica criada por Sydney Newman, Doctor Who, foi ao ar. E pela primeira vez, após 12 Doutores, o público verá uma mulher interpretando o tão famoso personagem. O anúncio, apesar das reações negativas, provocou bastante positividade por parte dos fãs, especialmente, se pensarmos na era em que vivemos atualmente onde mais mulheres assumem papeis de destaque.

Jodie Whittaker é quem veste o manto agora e apesar de já ter sido apresentada no finalzinho do episódio “Twice Upon a Time”, onde o décimo Segundo Doutor (Peter Capaldi) se regenera, é na season premiere da décima primeira temporada que o fãs conhecerão um pouco mais sobre a mesma.

“The Woman Who Fell to Earth”, escrito por Chris Chibnall (Torchwood), atual showrunner e produtor executivo da série, insere novamente o telespectador no universo de Doctor Who, além de apresentar os novos personagens que farão parte desta atual jornada. Com um roteiro estável, mantendo as qualidades que fazem esta produção ser tão querida pelos fãs e bem vista pela crítica, o capítulo segue coeso durante toda sua uma hora e seis minutos. Os diálogos não perdem o tom cômico misturado a um pouco de drama dentro da narrativa para causar mais efeito.

Os personagens dão match com facilidade e a química é, em momento algum, questionável. É como se todos ali já tivessem trabalhado juntos em outros episódios e não fosse este somente o primeiro. Whittaker assume, e muito bem – diga-se de passagem – o manto de Doctor e proporciona as melhores cenas de todo o episódio. Se vocês estão com dúvidas, posso garantir que enxergarão de longe o tão querido personagem agora vivido pela atriz. Tenha certeza que o carisma que faz deles tão únicos e amáveis está presente na mesma.

Outros que merecem ser mencionados é Tosin Cole como Ryan Sinclair, Mandip Gill que interpreta Yasmin Khan, Sharon D. Clarke que dá vida a Grace O’Brien e Bradley Walsh que faz Graham O’Brien. O quarteto funciona perfeitamente, cada um apresentando suas próprias peculiaridades, além de se encaixarem rapidamente com a protagonista, dando mais gás à season premiere e fazendo-a ainda melhor do que já vinha prometendo ser. O antagonista não é tão marcante, contudo, é compreensível que sua presença sirva mais como um gancho para apresentar a nova Doutora.

No quesito de direção, “The Woman Who Fell to Earth” faz um trabalho espetacular e exibe cenários lindíssimos nas locações diárias. Sem contar que os planos cinematográficos harmonizam com a narrativa mostrada. Os efeitos mantém o nível de qualidade da temporada anterior e a arte consegue estar de acordo com o pedido pelo roteiro. Inclusive, espere por momentos interessantíssimos envolvendo objetos.

No geral, a season premiere da décima primeira temporada de Doctor Who tem um ritmo tão dinâmico que é impossível se sentir entediado, não querer ver cada vez mais de todos ali mostrados e acompanhar suas desventuras no espaço-tempo. A sensação que fica é a de que você terminou seu livro favorito somente para mergulhar em uma continuação que tem todos os elementos para ser tão boa quanto a anterior.

Pode entrar, Décima Terceira Doutora!

‘Midnighters’: Suspense do diretor de ‘The Walking Dead’ ganha primeiro trailer

A IFC Midnight divulgou o primeiro trailer do suspense ‘Midnighters’, do diretor Julius Ramsay, conhecido pela direção e montagem de episódios da série ‘The Walking Dead’. Assista:

A trama acompanha um casal com problemas no relacionamento que passam por um teste decisivo depois de encobrir um crime terrível, que os envolvem em uma teia de reviravoltas e perigos na véspera do ano novo.

O elenco conta com Alex Essoe, Perla Haney-Jardine, Dylan McTee, Andrew RothenbergJoseph Lee Anderson e Ward Horton.

‘Midnighters’ será lançado On Demand em 02 de março de 2018. Ainda não há data de estreia para o Brasil.

Uau! ‘Os Incríveis 2’ se torna a maior bilheteria de uma animação da história dos EUA

‘Os Incríveis 2’ chegou aos cinemas e bateu recorde de público. De acordo com dados publicados pelo TheWrap, o filme conseguirá arrecadar aproximadamente US$ 31 milhões nesse fim de semana nos EUA, fazendo com que ultrapasse US$ 500 milhões e se torne assim a maior bilheteria da história para uma animação no país.

Já no Brasil, levou 1,6 milhão de pessoas aos cinemas, a maior média de público para a estreia de uma animação, somando R$ 25 milhões arrecadados, o longa também ficou na liderança isolada do fim de semana.

De acordo com dados atualizados do Box Office Mojo, o longa também ultrapassou a bilheteria mundial do primeiro filme.

A elogiada sequência já soma mais de US$ 646 milhões, enquanto a produção original fez US$ 633 milhões em 2004.

As 25 Animações mais RENTÁVEIS da história – incluindo OS INCRÍVEIS 2

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Crítica ‘Gavião Arqueiro’ | Series Finale encerra trama com novos personagens

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos seis episódios de Gavião Arqueiro, não leia esta matéria para não receber spoilers.

O episódio final de Gavião Arqueiro chegou ao Disney+ para encerrar o ciclo de Clint Barton (Jeremy Renner) e estabelecer um novo futuro para alguns personagens que devem marcar presença nas próximas produções mais urbanas do MCU, seja nas telinhas ou nas telonas.

O principal deles é o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), que ganhou um visual saído diretamente dos quadrinhos, indicando que além do Demolidor (Charlie Cox), ele estará também no caminho da Eco (Alaqua Cox) e do Homem-Aranha (Tom Holland).

Isso porque, além do visual dele ter saído de uma saga na qual ele enfrenta o Cabeça de Teia, que agora está morando em Nova York, seu final sendo baleado à queima-roupa pela Eco saiu diretamente dos quadrinhos do Demolidor. Na história, ele não morre, mas fica cego, trazendo uma nova perspectiva para o vilão.

Além disso, a revelação acerca do Rolex perdido trouxe uma antiga e clássica personagem dos quadrinhos do Gavião Arqueiro para o MCU: a Harpia. Isso fica implícito quando Clint chama sua esposa, Laura (Linda Cardellini), a dona do relógio, de Agente 19. Nas HQs, esse é o codinome da Harpia, parceira de ação do Gavião Arqueiro. Ou seja, ela já atuou nesse universo e provavelmente não veremos a atriz com o icônico traje branco, mas vale a referência.

Há um momento também em que Clint ensina Kate Bishop (Hailee Steinfeld) a fazer as flechas especiais, usando tecnologia Stark e Pym. Mais tarde, quando a garota encolhe uma van, Clint diz que precisará falar com o Scott (Paul Rudd) sobre isso, sugerindo a interação do Gavião com o Homem-Formiga fora das telas.

Por fim, o ciclo de Yelena Belova (Florence Pugh) de caça a Clint Barton acabou, já que ela entendeu o que aconteceu entre ele e a irmã, proporcionando agora que ela desenvolva sua amizade com Kate Bishop sem nenhum impedimento em outras produções futuras. Inclusive, a série termina indicando que Kate herdou o título de Gavião Arqueiro, já que Clint agora deve dar um tempo e curtir sua família na aposentadoria. De qualquer forma, a nova amizade de uma Viúva Negra com um Gavião Arqueiro tem tudo para ser um dos pontos altos da Marvel daqui pra frente.

A série Gavião Arqueiro está completinha no Disney+.

Crítica | Encounter – Riz Ahmed pode ser indicado ao Oscar por ANGUSTIANTE ficção-científica da Prime Video

Uma experiência muito intensa pode levar a um trauma ainda maior, que, por sua vez, pode se prolongar para o resto da vida e se transformar em fobias mais agressivas, a ponto de paralisar a pessoa ou restringi-la do convívio social. Esse quadro pode ser associado a pessoas que passam por situações extremas, como sobreviver ou lutar numa guerra ou mesmo ser vítima de um brutal episódio de violência. As consequências podem ser devastadoras, irreversíveis, e conseguir em mais episódios de trauma e violência, tal como pode ser visto em ‘Encounter’, novo drama de ficção científica lançado pela Prime Video.

Malik (Riz Ahmed) é um condecorado fuzileiro da Marinha que, após ter combatido na guerra, voltou para os Estados Unidos e vive sob a supervisão psicológica da agente Hattie (Octavia Spencer), única pessoa em quem confia. Quando Malik começa a perceber que há um surto epidemiológico na população, que está se infectando com uma espécie de parasita trazido por alienígenas que corrói tudo por dentro e cujos sinais aparecem na pupila dos olhos, ele sai em uma desvairada missão de resgate de seus dois filhos, que vivem com sua ex-esposa. Só que o que era para ser uma viagem de carro disfarçada de férias em família acaba se transformando em uma terrível perseguição e luta pela própria vida.

Em quase uma hora e cinquenta de duração, ‘Encounter’ traz um tom angustiante que a paranoia obsessiva cria na mente de um indivíduo e se transforma em dramática dissolução. Não é exatamente um filmão – na real, o ritmo arrastado, as sequentes cenas no vazio com poucos diálogos com as crianças e o número reduzido de personagens e de obstáculos fazem com que o espectador se impaciente um pouco na poltrona, pois o enredo demora a evoluir. Mas, novamente, o filme não trata daquilo que está evidente na trama, mas sim do que não é dito: a enormíssima indústria do trauma que vem sendo cultivada nos Estados Unidos nas últimas décadas, como consequência das milhares de pessoas enviadas às guerras fabricadas por aquele país. E seus resultados internos, como podemos ver quase diariamente nos noticiários.

Para construir esse ápice paranoico, o filme de Michael Pearce confia sua história essencialmente na interpretação de seu protagonista, e Riz Ahmed não decepciona. Sua atuação é extremamente angustiante, convincente de uma ameaça real ainda que nós mesmos não consigamos vê-la. Tal como em ‘O Som do Metal’, Riz entrega tudo de si para dar vida a um pai cujas sombras do passado ameaçam a convivência natural em família. Octavia Spencer, por sua vez, aparece completamente apagada, como quem está sem vontade de estar ali; para quem brilhou em ‘A Vida e a História de Madam C.J. Walker’, esperava-se bem mais entrega da atriz.

Encounter’ é uma grande aposta ao Oscar. Não tem uma história cativante, é verdade, mas vale pela (novamente) incrível atuação de Riz Ahmed, que pode receber por este filme sua segunda indicação ao Oscar de Melhor Ator. Em época de início de corrida pela estatueta de ouro, ‘Encounter’ pode ser uma boa aposta para quem já quer começar a assistir aos possíveis candidatos ao prêmio em 2022.

‘Star Wars: Episódio IX’: Oscar Isaac revela que C3PO terá função importante no filme

Durante uma recente entrevista no programa do Jimmy Fallon, Oscar Isaac falou sobre como C-3PO terá um papel extremamente importante na história de Star Wars: Episódio IX’, funcionando como uma despedida a altura do trabalho de Anthony Daniels que interpreta o dróide há mais de quarenta anos:

“Foi um marco. E o que é particularmente especial é que o dia em que eu terminei esses três filmes gigantes, uma parte enorme da minha vida, foi tipo, ‘Beleza, o Oscar acabou’, então eu fiz um discurso. E então foi tipo, ‘E também é o último dia de Anthony Daniels no set!’. Tirou toda a atenção. Ele está lá desde o começo. Originalmente George Lucas viu toda a saga como uma história sobre C-3PO e R2-D2- esses droides que testemunham tudo isso.”

“Ele estava super emocionado com isso, pendurar a chuteira dourada. E ele ficou dizendo como essa foi a maior diversão que ele teve. Ele teve muitas coisas divertidas para fazer no Episódio IX. Nós pudemos trabalhar bem mais próximos e foi incrível ver essa parte da História tão de perto.”

Dirigido por J.J. Abrams, Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

O filme estreia no dia 20 de dezembro de 2019.

Crítica de Álbum | Taylor Swift se reinventa mais uma vez com ‘Lover’

Dois anos depois que Taylor Swift lançou ‘Reputation’, a princesa do country-pop voltou a explorar relacionamentos conturbados com a estreia de ‘Lover’, seu sétimo álbum de estúdio. E, logo de cara, a própria estética fonográfica onírica da produção nos arremessa de volta para 2014, mais precisamente para o auge de sua carreira (‘1989’) com uma deliciosa e contraditória aventura através de um tema que ela certamente conhece muito bem: o romance. Felizmente, ainda que a artista acabe se rendendo às mesmas narrativas de sempre, é inegável dizer que Taylor carrega consigo uma habilidade incrível para compor letras memoráveis e que, à prima vista, divirjam entre si.

Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).

Como se não bastassem as ótimas baladas – como a empática “Soon You’ll Get Better”, carregada pelas notas envolventes e familiares de um melódico violão, ou a declamatória e teatral “Daylight” -, Taylor não abre mão de suas já conhecidas críticas bastante ácidas, preferindo a sutileza condescendente a brutos ataques. Não é à toa que o álbum abra com a minimalista e controversa “I Forgot That You Existed”, que mistura o melhor dos toques contemporâneos com um envolvente pop clássico enquanto diz com todas as palavras que “não é amor, não é ódio, é indiferença”.

Do mesmo jeito, ela se exila em meio à comunidade LGBT+ em um sonoro e divertido protesto intitulado “You Need to Calm Down”, que nutre de certas semelhanças com “Royals” (principalmente a superposição das várias camadas no início do refrão), mas sem perder sua identidade. Aqui, Swift preza pela palavra cantada e alcança a mensagem que desejava passar desde o princípio (isso sem comentar a presença ilustre de nomes como Billy Porter, Ellen DeGeneres e Ryan Reynolds no videoclipe oficial).

Entretanto, a lead singer não se isenta de alguns brutos deslizes que, eventualmente, são ofuscados pela beleza da obra em sua completude. Por exemplo, temos a colaboração entre ela e Brandon Uries em “ME!”, faixa que sem sombra de dúvida não corresponde à capacidade criativa da artista. Na verdade, esta é a track mais solta de toda a obra, visto que é infantil demais e reflete uma personalidade linear que nada mais é que uma cópia malfeita de “Next to Me”, de Emili Sandé. Do mesmo modo, “It’s Nice To Have a Friend” é uma competente delineação, mas sofre por dois motivos: estar localizado em um esquecível lugar dentro do compilado de músicas e ser extensão de outras entregas muito melhor arquitetadas.

Nossa surpresa também ganha palanque quando as canções mais animadas e dançantes cedem espaço para as ballads. De um lado, temos o solilóquio “The Archer” que busca elementos tanto do synth-pop quanto do gospel-pop (a entrada dos vocais em coro é soberba em diversos níveis), mesmo que falhe em buscar uma explosão catártica, não sonora, em lyrics bem pensadas cujas metáforas são ricas em uma melancólica tristeza amorosa, respaldadas pela atmosfera dark; de outro lado, “Lover” talvez insurja como a track  mais emotiva do CD, principalmente pelo fato de usar o saudosismo musical a seu favor. Nesta segunda faixa, a faixa em mid-tempo é movida pelos acordes do violão e pela bateria demarcada, mas, diferente de sua conterrânea, não deixa que a linearidade fale mais alto: a expressividade é canalizada pela profunda e dramática atuação de Taylor, expandindo-se para dois bridges que poderiam ser editados sem fazer muita diferença ao poder desse espetáculo.

Elementos de ‘Reputation’ também não são descartados por completo: em “Cruel Summer”, os sintetizadores e as distorções vocais que contemplam o pano de fundo harmonizam com a levada que tangencia a perfeição fonográfica de Swift. Nem mesmo a mudança brusca entre os dois atos principais é o suficiente para tirar as glórias da faixa – e é estranho e animador ao mesmo perceber como a canção dialoga em progressão pura com “Out of the Woods” (uma das melhores investidas de sua carreira). Esses mesmos elementos voltam a dar as caras em “The Man”, aproveitando o momento para recuar o peso do synth-pop e se valer de algo prático, apesar de convencional.

 A ambiência mais obscura e quase tétrica volta com a deliciosa “Miss Americana & the Heartbreak Prince”, um interessante contos de fadas desconstruído que, apesar da presença exorbitante de estilos musicais, tem uma consistência considerável que utiliza até mesmo as propositais notas dissonantes para abrir espaço a uma épica aventura. Já sua sucessora, “Paper Rings”, afasta-se do que já vimos e mergulha em uma jornada de volta ao passado com um rock-pop-country dinâmico refletido pela enérgica performance da cantora – e, ainda que não esteja no mesmo nível que as outras, a música em questão suprimi seus claros deslizes ao nos convidar para redescobrir um hit quase roubado da década passada.

‘Lover’ é o álbum que todos esperávamos. Ao mesmo tempo que retorna para suas raízes, Taylor Swift não deixa de se reinventar e acrescentar uma bela obra fonográfica para sua carreira e, talvez, essa seja sua produção mais dramática e mais pessoal de todas.

Nota por faixa:

  • I Forgot That You Existed – 4/5
  • Cruel Summer – 5/5
  • Lover – 4,5/5
  • The Man – 3/5
  • The Archer – 3,5/5
  • I Think He Knows – 2/5
  • Miss Americana & the Heartbreak Prince – 4/5
  • Paper Rings – 4/5
  • Cornelia Street – 3,5/5
  • Death By a Thousand Cuts – 4,5/5
  • London Boy – 3/5
  • Soon You’ll Get Better (feat. Dixie Chicks) – 4/5
  • False God – 4/5
  • You Need to Calm Down – 4/5
  • Afterglow – 4,5/5
  • ME! (feat. Brandon Uries) – 2/5
  • It’s Nice to Have a Friend – 3/5
  • Daylight – 4/5

‘The Walking Dead’: Daryl aparece no novo teaser da décima temporada; Confira!

A AMC divulgou um novo teaser dos próximos episódios de ‘The Walking Dead‘, mostrando Daryl (Norman Reedus).

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de fevereiro.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Adão Negro’: Noah Centineo entra para o elenco do filme!

Segundo o The Hollywood ReporterNoah Centineo, galã das rom-coms adolescentes ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’‘O Date Perfeito’, foi elencado na vindoura adaptação de ‘Adão Negro’.

Centineo dará vida o Esmaga-Átomo, um personagem que consegue controlar sua estrutura molecular e pode manipular o próprio tamanho e a própria força. Smasher já apareceu nas telinhas antes, em um dos episódios da série ‘The Flash’.

O ator se junta ao previamente anunciado Dwayne Johnson, que vai interpretar o personagem titular.

Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’) comanda o projeto. Ainda não se sabe quando as filmagens irão começar, visto que o projeto sofreu adiamentos em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, sabe-se que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão DC.

‘Adão Negro’ tem estreia marcada para o dia 22 de dezembro de 2021.