Exibido no Festival de Veneza e Toronto em 2023, com sua primeira exibição em solo brasileiro no Festival do Rio, o novo trabalho do excelente cineasta Richard Linklater usa, sem abusar, de um humor ácido, inteligente, para contar a trajetória de um enigmático protagonista, um matador de mentirinha em meio período, enxergando os paralelos que se cruzam entre a psicologia e a filosofia. Um brilhante projeto que promete muitos risos de plateias por onde for exibido.
Na trama, conhecemos Gary Johnson (Glen Powell), um professor de uma universidade norte-americana, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.
Baseada parcialmente na vida de um real professor Gary Johnson, que trabalhou com a polícia por um tempo, Hit Manconsegue uma sintonia empolgante com o espectador que se delicia com uma explosiva narrativa nos levando para uma jornada engraçada, beirando ao inacreditável, direto para conflitos repletos de variáveis onde as inverdades te levam ao confronto com o mundo real e as constatações da verdade. O certo e o errado, entre outros sentidos antagônicos, se tornam elementos importantes dentro das estradas seguidas por um personagem que busca acima de tudo se entender.
O raio-x do protagonista é algo detalhadamente profundo. Como se passasse uma linha no seu cotidiano, de um lado um pacato e tímido professor, do outro um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Ele parece gostar de interpretar os outros, essa fantasia repleta de disfarces completa imagens com desenhos já criados. Os três complementos da personalidade o Id, o Ego e o Superego, ou melhor dizendo a libido, o impulso e a moral se embaralham direto para um clímax pulsante.
A verdade e suas diferentes perspectivas embaladas em mentiras se tornam combustível ao lado de ótimos diálogos e atuações fantásticas. Já adquirido pela Netflix, o filme deve ter estreia confirmada muito em breve. Um dos melhores filmes do Festival do Rio 2023.
Estreou na última quinta-feira, dia 30 de março, a comédia dramática nacionalA Glória e a Graça, protagonizada pela estrela Carolina Ferraz. O CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o elenco do filme, a protagonista Carolina Ferraz e a vencedora do prêmio de melhor atriz no prestigiado Festival de Cannes (2008, por Linha de Passe), Sandra Corveloni, e o diretor da obra Flávio R. Tambellini (Malu de Bicileta).
Na trama do filme, Ferraz interpreta uma trans que precisa se reconciliar com a irmã (Corveloni), já que esta acaba de se descobrir doente terminal, e quem sabe adotar os dois filhos adolescentes dela. A coletiva de imprensa, seguida da entrevista ocorreu no hotel Mercure, em Botafogo e contou ainda com a atriz trans Carol Marra (também presente no longa) e com o roteirista Mikael de Albuquerque. Assista abaixo:
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Resgate 2‘, que traz Chris Hemsworth de volta como o mercenário Tyler Rake. Este é um dos filmes mais caros já produzidos pelo streaming esse ano, e criamos uma lista com o que esperar até o fim do ano. A gigante do streaming preparou vários blockbuster para 2023.
Assim como os grandes estúdios clássicos de Hollywood, a Netflix não fica acanhada em tirar do papel continuações de seus maiores sucessos. E o faz atualmente com suas grandes produções, como foi o caso com Enola Holmes 2. Esse ano chegam duas continuações de produções que deram certo na casa, além de Mistério em Paris, esta sequência do filme de ação com Chris “Thor” Hemsworth – que troca o deserto pelo gelo. Escrito e produzido pelos irmãos Russo, o astro retorna no papel do mercenário Tyler Rake. Depois de sobreviver aos acontecimentos do primeiro filme, o mercenário Tyler Rake embarca em mais uma missão mortal: invadir uma prisão impenetrável para resgatar a família de um gângster georgiano impiedoso. O filme estreia no dia 16 de junho.
Clonaram Tyrone!
Outro que foi adiado do ano passado para este, esta obra tem toda a cara de produção blaxploitation dos anos 1970, e é produzido intencionalmente desta forma, com a imagem granulada e visual retrô da época. O longa é pura homenagem e traz uma trama rocambolesca sobre uma conspiração governamental clonando moradores do gueto. O trio protagonista é vivido por Jamie Foxx, John Boyega e Teyonah Parris. A estreia é no dia 21 de julho.
Agente Stone
Enquanto os fãs da Marvel e DC se digladiam, a Netflix une os astros de tais filmes em sua casa. A empresa já escalou nomes quentíssimos como Chris Hemsworth (Thor), Jason Momoa (Aquaman), Henry Cavill (Superman), Chris Evans (Capitão América), Dwayne Johnson (Adão Negro), Mark Ruffalo (Hulk) em suas produções. Agora é a vez da segunda parceria com a Mulher-Maravilha, Gal Gadot – pela primeira vez protagonizando um filme só seu no streaming. Ela segue os passos de Angelina Jolie (num tipo de filme que a musa faria) e vive Rachel Stone, uma super espiã de ação. A estreia é no dia 11 de agosto.
Outro considerado um “menino de ouro” da Netflix é o comediante Kevin Hart. A parceria do humorista com o streaming começou com a dramédia Paternidade (2021), e daí seguiram produções como a minissérie A Mais Pura Verdade (2021) e as superproduções O Homem de Toronto (2022) e De Férias da Família (2022). Agora, Hart protagoniza um filme de ação sério e em grande estilo, que o traz como parte de uma equipe de ladrões internacionais. Na direção, F. Gary Gray (Uma Saída de Mestre e Velozes e Furiosos 8). A estreia é no dia 25 de agosto.
A Netflix não apenas faz parceria e escala grandes nomes de Hollywood para trabalhar em seus projetos, ela também cria seus próprios astros e estrelas e os “solta” no mundo. Este foi o caso com a menina Millie Bobby Brown, revelada pelo sucesso de Stranger Things. Depois de estrelar a franquia Enola Holmes, Brown produz novamente um filme em parceria com a empresa: a aventura medieval de fantasia Damsel, no qual subverte o conceito de donzela em perigo esperando para ser resgatada. A estreia é no dia 13 de outubro.
Querem mais estrelas quentíssimas de Hollywood em produções originais? A Netflix tem. O diretor David Yates (Harry Potter e Animais Fantásticos) une em tela Emily Blunt e Chris Evans para uma história de ascensão e queda de uma mulher buscando uma vida melhor para ela e a filha, fazendo crescer uma empresa com a sua coragem, mas se vendo no meio de uma conspiração criminosa. A estreia é no dia 27 de outubro.
Não é só na frente das telas que a Netflix escala talentos grandiosos. Realizadores de peso já estiveram no comando das produções do streaming. Quando trouxe Martin Scorsese para colaborar em O Irlandês, a empresa “zerou a vida”. Outro que não chega muito atrás é o ótimo David Fincher (Seven, Clube da Luta), que já havia colaborado com a Netflix em Mank (2020). Aqui, ele conta a história de um matador profissional desenvolvendo crise de consciência. No papel principal, Michael Fassbender. A estreia é no dia 10 de novembro.
O grande nome dessa comédia romântica é o da veterana Nicole Kidman, em sua segunda parceria com a Netflix depois de A Festa de Formatura (2020). Aqui, ela e Joey King vivem mãe e filha. Tudo muda na vida da jovem, quando ela descobre que sua mãe está tendo um caso com seu chefe, um homem bem mais jovem que ela, papel de Zac Efron. A estreia é no dia 17 de novembro.
A Netflix também investe pesado em sua própria divisão de longas-metragens em animação. Nesta sua grande aposta para 2023, Adam Sandler cede sua voz para o personagem título, um lagarto de 74 anos, que ao lado de sua amiga tartaruga planeja a fuga de um terrário em uma escola primária da Flórida, onde estão vivendo há décadas. A estreia é no dia 22 de novembro.
Quem aparece em sua primeira parceria com a Netflix é a estrela vencedora do Oscar, Julia Roberts – um dos maiores nomes de Hollywood desde os anos 90. A atriz é o chamariz deste drama enigmático, que tem roteiro e direção de Sam Esmail, amigo de Roberts com quem ela colaborou na série Homecoming – igualmente uma trama misteriosa. Aqui, os mais atentos já começaram a perceber um teor apocalíptico e certas semelhanças com o vindouro Batem à Porta, de M. Night Shyamalan. Mahershala Ali, Ethan Hawke e Kevin Bacon também estão no elenco. A estreia é no dia 8 de dezembro.
A Netflix sempre deixa o melhor para o final. Ou seja, seus maiores lançamentos de cada ano sempre ficam para dezembro – época em que muitos já estão de recesso para as festas de fim de ano e podem curtir na frente da TV despreocupados. Foi assim em 2018 com Bird Box, em 2021 com Não Olhe para Cima, e 2022 com Glass Onion, por exemplo. E em 2023, além de Leave the World Behind, a plataforma trará este blockbuster que foi imaginado pelo visionário Zack Snyder, em nova parceria com o estúdio. A estreia é no dia 22 de dezembro.
Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.
La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações. Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor. Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes. Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças. Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona.
O crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ (Crisis on Infinite Earths) ganhou uma nova imagem, destacando o filho do Superman com a Lois Lane. O bebê será chamado Jonathan Kent, em homenagem ao avô.
Confira:
Recentemente, foi reportado que a CW está desenvolvendo uma série focada no Superman e na Lois Lane, que irá explorar as dificuldades de serem pais enquanto um deles é uma das jornalistas mais famosas do mundo e o outro é o maior super-herói do planeta.
Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o rapper Hungria Hip Hop para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.
Confira:
O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.
Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.
Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.
Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.
Confira:
here are some shows you maybe didn’t know are on Netflix:
Skins
Being Mary Jane
The West Wing
Shameless
Once Upon A Time
Kim’s Convenience
The 4400
Forensic Files
Dexter
That 70s Show Gotham
Greenleaf
Charmed
Weeds
Sherlock
NCIS
Lost Girl
The Bachelor
The 100
Scandal
Recentemente, a Netflixdivulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.
Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra ‘Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia’começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.
Confira o trailer:
Confira a sinopse oficial:
Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.
A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.
“Nós mandamos nosso amor e agradecimento aos fãs da série ao redor do mundo pelo apoio que vocês nos mostraram desde a estreia,” declarou o criador Kenny Ortega. “Nós descobrimos essa semana que a Netflix não nos renovou para uma segunda temporada. Apesar de estarmos tristes, seguiremos em frente com orgulho pelo o que conquistamos como uma equipe e uma família que construíamos ao criar essa série.”
Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.
O fenômeno indiano ‘RRR: Revolta, Rebelião, Revolução‘, que arrecadou impressionantes US$ 99.7 milhões nas bilheterias mundiais, já está disponível no catálogo da Netflix.
Na trama, um guerreiro corajoso em uma missão perigosa encontra um policial durão que serve ao exército britânico nesta saga épica ambientada na Índia pré-independência.
O suspense japonês ‘Lumberjack the Monster‘, que promete um confronto intenso entre um psicopata e um serial killer mascarado, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Dirigido por Takashi Miike (‘Audição’), o longa é baseado no livro homônimo Kaibutsu no Kikori, de Mayusuke Kurai.
Akira Ninomiya é um advogado implacável que não hesita em eliminar qualquer um que esteja em seu caminho. Uma noite, ele é brutalmente atacado por um assaltante desconhecido usando uma máscara de monstro. Embora tenha sobrevivido milagrosamente ao ataque, Ninomiya fica obcecado em encontrar o atacante e se vingar. Enquanto isso, uma série de assassinatos horríveis ocorre onde as vítimas são encontradas com seus cérebros removidos de seus corpos.
O elenco conta com Kazuya Kamenashi, Nanao, Riho Yoshioka, Shota Sometani eShido Nakamura.
O longa será lançado nos cinemas japoneses no dia 1º de dezembro. No Brasil, segue sem previsão.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.
César Rodrigues (‘Minha Mãe É uma Peça 2’) é responsável pela direção.
O casal Graça e Moacir mora na favela com alguns de seus muitos filhos. Ao ganhar uma indenização inesperada, ela decide torrar o dinheiro levando toda a família, com exceção do marido, para um feriadão em Araruama. Enquanto se mete em confusões, lembra dos tempos de solteirice e reencontra uma antiga paixão, Graça vai ter que lidar com o descaso da filha mais velha e testar seu amor por Moacir. No fim, a família mostra que, apesar de tudo, está mais unida do que nunca.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Sonic 3‘ dominou as bilheterias norte-americanas, arrecadando US$ 62 milhões em seu primeiro final de semana.
O longa conseguiu desbancar a estreia da pré-sequência ‘Mufasa: O Rei Leão‘ (US$35M), alcançando o topo das bilheterias.
Apesar dos especialistas terem indicado a possibilidade de ‘Sonic 3‘ registrar a maior abertura doméstica da franquia, o novo capítulo falhou em ultrapassar a estreia de ‘Sonic 2‘ (US$72.1M).
O site afirma que o filme deve um desempenho abaixo do esperando no sábado (21), sendo diretamente afetado pela proximidade do Natal.
Apesar disso, o terceiro filme conseguiu ultrapassar a estreia do primeiro filme (US$58M) no país.
Além de ter conquistado 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova sequência também parece ter agradado o público, recebendo uma nota A dos espectadores no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de dezembro.
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.
Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.
Em AS AVENTURAS DE TADEO E A LÂMPADA MÁGICA, Tadeo, sua namorada Sara e seus amigos Múmia, Jeff e Belzoni embarcam em uma aventura depois que ele acidentalmente desencadeia um feitiço antigo.
Curiosidades:
» O longa faz parte da franquia animada iniciada por ‘As Aventuras de Tadeo‘, de 2012;
» A produção é dirigida por Enrique Gato, diretor vencedor de cinco prêmios Goya.
O filme ‘Highwaymen’, que já chegou a ser pautado para ir para as telonas com Robert Redford e Paul Newman, terá uma nova chance pelas mãos da Netflix. A plataforma de streaming está tentando resgatar o projeto, que atualmente tem seus direitos sob o comando da Universal Studios.
Para trazer à vida a cinebiografia, a empresa já estaria de olho em Kevin Costner e Woody Harrelson para estrelarem a produção. Segundo o site Deadline, os atores estariam em negociações iniciais, mas nada concreto havia sido firmado.
A trama acompanha a história real dos policiais Frank Hamer e Manny Gault, os responsáveis pela captura de uma das duplas de bandidos mais famosas, Bonnie Parker e Clyde Barrow. Os veteranos já aposentados fizeram seu retorno para a força policial a pedido dos donos de bancos. Para caçar os ladrões, eles lideraram um núcleo de investigação especial.
Mesmo com o filme ainda de posse da Universal, o Deadline pontuou que a Netflix já conta com John Lee Hancock na direção. Além disso, o cineasta já teria re-escrito o roteiro, a partir do material de John Fusco.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um novo vídeo, que mostra todo o legado dos 10 anos do Marvel Cinematic Universe até a chegada do mais novo filme.
Confira:
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
O vencedor do Oscar, Tom Hanks, vai interpretar o aclamado apresentador de TV, Mr Rogers, na cinebiografia ‘A Beautiful Day In The Neighbourhood‘, que mudou de nome pela segunda vez.
O longa, que anteriormente se chamava ‘You Are My Friend‘, ganhou mais uma nova imagem, que traz Hanks caracterizado como Rogers.
‘Mulher-Maravilha 1984‘ ganhou uma nova imagem, que traz a vilã Mulher-Leopardo em destaque, ao lado de Maxwell Lord.
Confira:
Até o momento, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ está agendado para estrear nos cinemas em 4 de junho.
Roven e Jenkins gostariam que a estreia fosse adiada para agosto, já que o plano é que o filme seja exibido nos cinemas.
Por enquanto, encare tudo como um rumor.
Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.
Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução deKristen Wiig como a Mulher-Leopardo.
A aguardada sequência ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ ganhou uma nova adição em seu elenco, com a chegada a atriz Rachel Zegler.
Novata em Hollywood, ela fará a sua estreia nas telonas com o vindouro do remake de ‘Amor, Sublime Amor‘.
A novidade foi anunciada por ela mesmo, por meio de sua conta oficial do Twitter. No entanto, ainda não se tem detalhes referentes à sua personagem na sequência. O pouco que se sabe é que ela terá um “papel chave”, conforme compartilhado em sua publicação.
Uma publicação partilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) a
Em entrevista à Backstory Magazine, Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.
“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.
O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.
Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .
Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.
“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Os traumas de infância e os dilemas das relações interpessoais ganham um ar divertidamente pitoresco em Made for Love. Sob uma ótica ultra tecnológica, os criadores Alissa Nutting, Dean Bakopoulos, Patrick Somerville e Christina Lee entregam uma distopia inusitada, que usa a evolução digital para criar um debate intenso e estranhamente cômico sobre como lidamos uns com os outros e com sentimentos que não conseguimos controlar, como o próprio amor. E Billy Magnussen e Cristin Milioti retornam ainda mais ásperos na segunda temporada desta que talvez seja uma das séries mais originais da atualidade.
O que torna Made for Love tão fascinante é seu afinco em transformar a tecnologia em uma metáfora da nossa necessidade doentia de querer curar (ou pelo menos maquiar) os nossos traumas e dilemas mais íntimos a partir dela. Aqui, o Byron Gogol (Magnussen) está em busca da fórmula do amor: um chip que una dois parceiros para eternidade, sincronizando seus pensamentos, anseios e desejos – evitando qualquer “emboscada” que os segredos íntimos de cada indivíduo possam gerar dentro de um relacionamento amoroso.
E enquanto divaga sobre a obsessiva necessidade de controle das relações afetivas, Made for Love nos leva a uma jornada incrivelmente cativante pelos dissabores de ser humano em plena era digital. Em uma cultura onde o parecer atrai mais likes e publicidade do que o ser, a trama expande suas discussões psicológicas para o âmbito pessoal, nos levando a refletir sobre como – em escala infinitamente menor – somos um pouquinho como o próprio sociopata e revolucionário geek. A fim de controlar nossa própria narrativa, criamos uma especial de miragem nas redes sociais, para mostrarmos como gostaríamos de ser percebidos pelas pessoas que nos acompanham. De forma simples e objetiva, muitas vezes somos pegos na mentira de vender uma vida impecável e sem defeitos, em busca da aprovação de gente que a gente talvez nem goste tanto assim.
E logo em seus dois primeiros episódios, a segunda temporada de Made for Lovejá se mostra ainda mais afiada. Expandindo nosso conhecimento sobre o “Eixo” – a realidade virtual criada por Gogol (pegou a referência ao Google?!) onde ele se afasta do mundo real e é capaz de viver uma vida inteira apenas a partir de hologramas e realidades aumentadas -, a série mostra novas camadas em seus dois protagonistas. Aqui, aquela linha de moralidade e controle obsessivo – que sempre os separou tão bem na temporada um – se torna cada vez mais tênue.
Essa nova temporada nos lembra logo de cara que embora a síndrome do abandono tenha tornando o magnata da tecnologia um perigoso lunático por controle, o carisma inebriante de Magnussen divide nossos pensamentos e nos torna ainda mais curiosos para compreender sua bizarra e subversiva visão de mundo. E como os primeiros capítulos sutilmente sugerem, talvez não sejamos os únicos a querer ir ainda mais além dentro desse estranho e apaixonante universo.
E à medida em que reforça a peculiaridade do seu humor ácido, trazendo novos personagens, Made for Love se consolida como aquela série que pouco se preocupa em passar uma mensagem, mas que está muito mais interessada em divagar sobre a estranha sociedade que nasceu da tecnologia avançada. E mesmo não sendo “tão Black Mirror”, a original HBO Max tem o suficiente pra nos impressionar em meio a momentos cômicos subversivos demais para não serem desfrutados.
Os debates na internet são intensos seja por conta da pandemia da Covid-19, seja sobre as queimadas em nossas florestas e reservas naturais. Será, entretanto, que ponderamos sobre os meios pelos quais realizamos essas ações? Qual foi a última vez que você questionou suas atividades na redes sociais? Aliás, você sabe quanto tempo passou conectado ao seu celular ou computador na última semana? Essas são algumas das questões motivadas pelo documentarista Jeff Orlowski em O Dilema das Redes (The Social Dilemma), lançado pela Netflix em setembro.
Se o assunto já chama atenção, o documentário impressiona pelas ótimas imagens e a construção de uma simulação do cotidiano familiar para alimentar os discursos dos diversos profissionais das redes sociais, pesquisadores e cientistas sobre o nosso relacionamento com essas mídias. Encabeçado por Tristan Harris, ex-designer da Google Inbox, a obra é objetiva e original por trazer as próprias cabeças por trás do sistema para depor sobre a transformação de uma ferramenta útil para uma máquina de manipulação.
Além da Google, estão presentes os representantes do Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, entre outros aplicativos e navegadores dispostos a analisar como o seu trabalho começou de uma maneira, mas tomou outras formas a partir da monetização das redes. Até mesmo o primeiro investidor do Facebook, Roger McNamee, mostra-se preocupado com o encaminhamento das informações manuseadas pelas redes. Se por um lado, o discurso sobre o armazenamento de dados circula pela internet, por outro, como esses dados são manipulados e usados contra nós ainda é um tema ignorado pela maioria.
Para expandir a nossa reflexão, Jeff Orlowski personifica o usuário, por meio do adolescente Ben (Skyler Gisondo) e sua família, assim como a Inteligência Artificial (Vincent Kartheiser, da série Mad Men). Com depoimentos compreensíveis dos criadores dessas ferramentas, é possível visualizar exatamente como eles mesmos tentam de todas as formas afastar-se da tóxica atmosfera das redes sociais. Os próprios não permitem nenhum tempo de tela aos filhos, eles desativam notificações de redes e limitam o seu tempo com a internet, mesmo em relação ao trabalho.
Com dados sobre o crescimento vertiginoso dos casos de suicídio e automutilação das adolescentes norte-americanas a partir de 2010, O Dilema das Redesaponta consequências reais desse novo vício, comparando-os à injeção de drogas e também o maior número de operações cirúrgicas e depressão entre jovens. O protagonista Ben é como um estudo de caso sobre como a inteligência artificial opera em relação ao indivíduo para mantê-lo conectado a maior parte do tempo possível.
Por essas e outras razões, a vida parece ter mais cor nas telas dos smartphones, já que uma inteligência utiliza todas as informações de buscas do Google, por exemplo, para criar um ambiente ideal para cada indivíduo. Ou seja, o match no Tinder não é por acaso, as notícias que lemos não são as mesmas que os nossos pais e as buscas de suas pesquisas também diferem de acordo com a sua localidade.
Saber os detalhes da engrenagem vai nos afastar desses aplicativos? Não é essa questão, ao menos não para todos. Em contrapartida, o cientista social Jaron Lanier escreveu o livro Dez Argumentos Para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais (2018) e defende o resoluto distanciamento desses aplicativos. Outros cientistas, como Anna Lembke, do departamento médico dedicado a vícios da Universidade de Stanford, acreditam que como qualquer outra substância as redes causam uma dependência cerebral, mas é possível olhar com otimismo para a resolução de uma “cura” em breve.
Cineasta dos belíssimos documentários Chasing Ice (2012) e Chasing Coral (2017), Jeff Orlowski não quer apenas apontar problemas, ele indaga por soluções, prismar e previsões para as nossas relações como esses aplicativos. Um deles de forma expositiva é a consciência sobre o modus operandi.Tristan Harris pondera como a ferramenta deixou de considerar utensílio no momento em que a comparação de podemos usá-la quando precisamos não cabe mais, já que existe uma intensidade de uso desnecessário e comprometedor à saúde pessoal.
Dentro dessa perspectiva, ainda como funcionário da Google em 2013, Harris distribui entre os colegas um manifesto intitulado “A Call to Minimize Distraction & Respect Users’ Attention” (em tradução livre, Um Chamado para Minimizar Distrações e Respeitar a Atenção dos Usuários). O documento sugeria as grandes Google, Apple e Facebooka assumir a responsabilidade de não induzir que os seres humanos passassem os seus dias enterrados nos smartphones. De lá para cá nada mudou, no entanto, Harris passou a comandar um centro de tecnologia humana.
Seus estudos agora estão concentrados na manipulação da mente humana por meio da tecnologia. O processo este que afeta as eleições democráticas, os exemplos das Filipinas, Estados Unidos e Brasil aparecem no documentário. Em outras palavras, passar o dia nas redes sociais não é mais uma questão de entretenimento. Um aprofundamento sobre esta questão é abordada nos documentários Privacidade Hackeada(2019), da Netflix, e After Truth: Disinformation and the Cost of Fake News (2020), da HBO.
Com uma linha de narrativa envolvente e responsavelmente alarmante, O Dilema das Redes provoca uma reflexão interna da nossa conexão como indivíduo, cidadão e funcionário com as redes sociais. Na jornada de Ben, a manipulação exercida pela inteligência artificial brinca com suas fraquezas e sentimentos. Quantas vezes o seu humor mudou por conta de algo visto nas redes sociais? Durante os créditos, os entrevistados dão conselhos para lidar com as redes; preste atenção e, quem sabe, ponha-as em prática.
O novo filme do diretor Pavel Khvaleev, a ficção científica ‘Involution’, ganhou um intrigante trailer mostrando o planeta regredindo a evolução. Assista:
A misteriosa trama se passa em um futuro distante, onde a Terra está fora de controle, após ter sido afetada por um mecanismo cruel e desumano que recua a teoria de evolução de Darwin.
O elenco conta com Dennis Hurley, Ryan Masson, Alyona Konstantinova, Karsten Mielke, Adam Giannone e Merlin Leonhardt.
‘Involution’ ainda não possui data de estreia no Brasil. Confira o pôster:
Além disso, a atriz Frances McDormand foi confirmada no elenco e viverá Deus. Assista a prévia:
Recentemente, foi divulgado a primeira imagem de Jon Hamm (Baby Driver) na nova adaptação da obra ‘Belas Maldições’, de Neil Gaiman, para a TV. A imagem mostra o visual do Arcanjo Gabriel, o mensageiro primário de Deus. Confira:
A série será ambientada nos dias que antecedem o apocalipse na Terra, enquanto a raça humana se prepara o julgamento final, acompanhando a procura do anjo Aziraphale e do demônio Crowley pelo anticristo.
Sabe aquele amigo que está sempre atrasado nas tendências e chega empolgada falando de coisas lançadas há um tempão como se fossem novidade? Se esse amigo fosse um filme, ele seria “O Meme do Mal”. Inspirado na lenda da Momo, que viralizou na internet em 2019, quando metade da população brasileira sequer sabia o significado da palavra “pandemia”, o longa chegou nesta segunda (10) ao Star+. Além da sensação incômoda de que esse projeto saiu mais atrasado que imposto de jogador de futebol, ele sofre com um problema complicadíssimo de total ausência de qualidade.
Viralizada em 2019, essa imagem da Momo assusta mais que qualquer coisa tentada nesse filme.
E há casos de filmes que são propositalmente ruins, chegando ao ponto de conseguirem extrair alguma coisa interessante dessa ruindade. Mas “O Meme do Mal” é só ruim mesmo. A única coisa que se extrai dele é arrependimento por ter se prestado ao papel de assistir essa tristeza. É literalmente triste, porque você vê que o péssimo elenco está tentando, está se levando a sério. Eles estão dando o melhor que podem, mas esse melhor faz o Tommy Wiseau parecer o Leonardo DiCaprio.
De verdade, se você sonha em ser ator um dia, mas não se acha capaz, esse filme é um grande incentivador para que você ouse seguir seu sonho. Porque se os membros desse elenco podem se dizer atores, então você também pode.
Isso aqui é uma cara de medo. Ou quase.
A “trama” acompanha uma família e o clássico embate geracional dos pais, antiquados e que não entendem nada de tecnologia, e os filhos que não pensam em nada além da internet. A premissa poderia até ser interessante, mas o filme opta por criar um conflito entre os pais porque a filha mais velha decide largar o atletismo para virar uma youtuber de ASMR (aquela galera que grava vídeo sussurrando), e porque o irmão mais novo passa o dia inteiro procurando coisas bizarras na internet. Em uma dessas “navegadas na web”, eles acabam sendo amaldiçoados por algo terrível: uma corrente virtual.
Em meio a tentativas de piada com o TikTok e referências à Momo e à Baleia Azul (pode admitir, você nem lembrava que isso rolou), o longa traz uma série de jovens da cidade participando da tal corrente. O problema é que eles logo começaram a aparecer mutilados ou flagrados se cortando. Os pais, obviamente, acreditam que é culpa da internet e “dessa geração toda errada aí que só quer saber de ZapZap”. E há alguma exploração ou mistério do motivo dos pais se recusarem a acreditar que há algo de errado na situação? Não. Eles só aceitam que a geração tá errada e vida que segue.
O que eles não esperavam é que o tal desafio não era uma tentativa desesperada dos jovens de chamar atenção, mas sim uma maldição real de uma criatura demoníaca chamada “Grimcutty”, que numa tradução livre seria algo como “Sinistro”. Aí, o filme gasta mais de uma hora do “Sinistro” aparecendo aleatoriamente, só que sem a capacidade de criar qualquer clima de tensão. Até mesmo os jumpscares são ruins. Nos longas mais fraquinhos e feitos para arrecadar uma grana, existem aqueles sustos tão óbvios e clichés que até arrancam um sustinho com uma criatura feia aparecendo do nada na tela e um som alto aleatório, mas a direção desse filme é tão ruim que nem mesmo isso é capaz de fazer. É um projeto ausente de medo, é ausente de tensão. É uma alongado de chatice sem sentido. É tão ruim que nem dá pra dizer que foi um longa pensado em arrecadar um dinheirinho, porque tudo nesse projeto é sem lógica. Sério, qual o sentido em fazer um filme sem orçamento e sem o gancho de ser “a corrente do mal” do momento?
Sim, é um filme sem sentido. E olha que o terror consegue trazer situações nonsense para a esfera do aceitável, contanto que sejam construídas de forma a esboçar alguma reação no público. Poxa, a franquia doChucky tá aí há 40 anos, arrancando gritos de medo e gargalhadas de humor politicamente incorreto com um boneco vodu desbocado e sedento por sangue, sabe? Não é como se o público fosse muito exigente. Mas a franquia do Brinquedo Assassino sabe o que os fãs querem e trabalha por isso. São referência no que se propõe. “O Meme do Mal” é uma série de falhas completamente sem rumo em um longa que mais parece um projeto fracassado de um adolescente que está cursando cinema contra sua vontade.
E há outro ponto completamente desperdiçado aqui, que costuma até mesmo salvar alguns filmes ruins de terror: o design da ameaça. E por se basear na Momo, que tem um visual bizarríssimo, a missão da produção não era difícil. Era só criar algo que remetesse ao pânico que ela causou em crianças e adultos há três anos, quando alguém ainda se importava com ela. Parecia algo óbvio a se fazer, não? Pois é, a produção não pensou assim e trouxe esse bonecão de borracha que se move com a naturalidade de um idoso alcoolizado numa manhã de terça.
Tudo no tal Grimcutty é ruim. Ele não parece ameaçador, não tem porte de vilão e suas perseguições fazem aqueles gráficos antigos de PlayStation 1 parecerem um filme do James Cameron. Tudo nesse filme remete a um desleixo terrível de quem não sabia o que estava fazendo. É tudo tão ruim que sequer chega a parecer que a direção está debochando do público, porque fica nítido que nem para isso o diretor e roteirista John Ross estava disposto. É um longa feito com tanta má vontade que te faz questionar sequer se os supostos profissionais envolvidos nele estavam recebendo pelo trabalho, ou se estavam ali apenas pra cumprir algum favor pra um cunhado.
E assim, eu acredito que a existência desse filme é uma forma de punição para todo mundo que decide deliberadamente tirar 1h40 de sua vida para assistir a um longa chamado “O Meme do Mal”. Você sabe que nada de bom vai vir de uma coisa com esse nome, então por que assisti-lo? Tá aí um mistério mais interessante do que o proposto pela trama. É um filme tão ruim quanto o nome sugere. E por mais otimista que você seja, é realmente necessário contar com uma boa vontade sobrenatural para não terminar a “experiência” completamente revoltado com os rumos que você está tomando na vida ao ter achado que seria uma boa ideia dar play num filme com esse nome.
Nem a pandemia foi capaz de arrefecer o fenômeno ‘After’. Lançado primeiramente como livro e de maneira gratuita na plataforma de leitura Wattpad, lá angariou milhões de leitores ao redor do mundo. E leitores barulhentos, que, desde o lançamento da história da escritora novaiorquinaAnna Todd, começou a fazer uma campanha voluntária para que a saga de Tessa e Hardin ganhasse adaptação cinematográfica. E ganhou. Primeiro, em 2019, com o primeiro filme ‘After’, que chegou a estrear nos cinemas, e, dois anos depois, em 2021, com a continuação ‘After – Depois do Desencontro’, cuja estreia foi diretamente na plataforma da Prime Video, depois de muitas incertezas por conta da pandemia. Porém, nem a obrigatoriedade de ficar em casa desanimou as fãs do casal, que assistiu ao filme com o mesmo entusiasmo e exigiu a continuação da franquia nas redes – e agora são novamente contempladas com o longa ‘After – Depois da Promessa’, que chega aos cinemas de todo o país a partir de hoje.
Não tem sido fácil para Hardin (Hero Fiennes Tiffin) lidar com a verdade de que nunca foi filho daquele a quem passou a vida inteira chamando de pai. Saber que não tinha nenhuma obrigação de amar ao cara abusivo que batia em sua mãe e nele mesmo durante sua infância desencadeou uma série de demônios dentro da já perturbada cabeça do rapaz, e Hardin uma vez mais sucumbe à bebida para tentar esquecer dos problemas da sua vida. Só que Tessa (Josephine Langford) está sempre por ali, ajudando-o a se reerguer, catando seus cacos enquanto Hardin só pensa em se autodestruir. Entretanto, o jeito explosivo do rapaz e as constantes idas e vindas estão cansando cada vez mais à moça, que começa a se questionar se esse é o tipo de vida que quer ter ou se deve buscar novos rumos para seu próprio destino.
Iniciado com um breve resumo do que rolou no filme anterior, ‘After – Depois da Promessa’ foca muito mais nos dramas do personagem Hardin do que na protagonista, e isso se reflete na percepção geral do longa. O roteiro de Sharon Soboil dedica todo o primeiro arco e boa parte do segundo nos conflitos pessoais de Hardin, colocando Tessa como uma espectadora do que acontece ao rapaz. Mesmo quando a história finalmente volta para ela, ainda assim o enredo de ‘After – Depois da Promessa’ continua centrado em como Hardin atravessa sua jornada pessoal para se tornar um rapaz melhor, conquistando uma fama não planejada que também ajuda a colocar a protagonista em segundo plano. Se por um lado para o todo da saga é importante vermos como esse bad boy vai se desfazendo de seus traumas para se tornar o príncipe que o público espera, por outro é incômodo observar como Tessa se torna secundária em sua própria história; fica aí o alerta para as meninas que se envolvem com rapazes violentos, pois a temática é muito superficialmente abordada na trama.
‘After – Depois da Promessa’ é bem dirigido, mais do que nos anteriores. A diretora Castille Landon soube aproveitar os cenários e a iluminação para dar o tom certo de sombra e luz aos protagonistas polarizados, tirando melhor proveito dos atores que, à essa altura, já ganharam maior robustez em suas atuações e entregam uma interpretação melhor do que nos filmes anteriores. Assim, ‘After – Depois da Promessa’ entrega o que as fãs esperam e deixa um bom gancho para a continuação da franquia.
Começou nesta segunda-feira, 09 de dezembro, a 21ª edição do Festival do Rio, um dos mais tradicionais eventos cinematográficos do calendário nacional. O evento tem seu pontapé inicial após estar ameaçado de cancelamento pela falta de apoio, o que gerou uma campanha de financiamento coletivo com mais de 2 mil colaboradores.
A programação reúne cerca de 200 filmes, entre nacionais e estrangeiros, de diversos gêneros e formatos. Diante de tanta opção, o CinePOP tratou de facilitar um pouco a vida dos cinéfilos e selecionou 10 dos longas imperdíveis do festival.
Vem ver a nossa lista!
ADORÁVEIS MULHERES
Aguardado novo filme da diretora Greta Gerwig (Lady Bird: A Hora de Voar), Adoráveis Mulheres é uma das apostas para o Oscar 2020. O longa é uma adaptação do clássico livro “Mulherzinhas”, de Louisa May Alcott, e tem como principal destaque o grande elenco com as presenças deSaoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh, Meryl Streep, Laura Dern, Timothée Chalamet e Louis Garrel. Indicado em duas categorias no Globo de Ouro: Melhor Atriz Drama (Ronan) e Melhor Trilha Sonora Original.
Após o impactante terror A Bruxa, o diretor Robert Eggers chega com seu mais novo trabalho: O Farol. Após exibição na Mostra de São Paulo, o longa estrelado por Robert Pattinson e Willem Dafoe passará no Rio de Janeiro. A história de dois guardas de farol em uma ilha remota de New England é produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira e conquistou o prêmio de Melhor Filme da FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2019. O filme está bem contato para o Oscar 2020 e recebeu cinco indicações para o Independent Spirit Awards. Leia a nossa crítica do filme.
O ESCÂNDALO
Nicole Kidman, Margot Robbie e Charlize Theron. Só esse trio de protagonistas já é motivo mais do que suficiente para ver O Escândalo, um dos filmes bem cotados para o Oscar 2020. Dirigido por Jay Roach (Trumbo – Lista Negra), o longa conta a história real dos casos de assédio envolvendo o todo-poderoso da Fox News Roger Ailes, vivido por John Lithgow. O elenco conta ainda com as presenças de Allison Janney, Alice Eve, Jennifer Morrison e D’Arcy Carden. A produção recebeu duas indicações ao Globo de Ouro: Melhor Atriz Drama (Theron) e Melhor Atriz Coadjuvante (Robbie).
Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e premiado como Melhor Roteiro na mostra competitiva do Festival de Cannes,Retrato de Uma Jovem em Chamas é outro destaque do evento. Dirigido por Céline Sciamma, o longa acompanha uma jovem pintora na França do século XVIII. Ela recebe a missão de pintar em segredo um retrato de uma mulher prestes a se casar. As duas acabam desenvolvendo uma relação cada vez mais próxima, que as levam a questionar suas possibilidades e o que o mundo espera de cada uma delas. Um belo trabalho das atrizes Noémie Merlant e Adèle Haenel.
OS MISERÁVEIS
Apesar do reconhecimento internacional, Retrato de Uma Jovem em Chamasnão tem chances de ser indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional de 2020. E o motivo é justamente Os Miseráveis, escolhido como representante da França para a premiação. Vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes (dividido com Bacurau), o longa, apesar do nome, não é mais uma adaptação do clássico de Victor Hugo, embora o título esteja diretamente relacionado ao mesmo. A trama se passa nos subúrbios de Paris, justamente na região em que acontece o romance. Aqui, membros do Esquadrão Anti-Crime se veem diante de uma disputa de gangues e de mobilizações sociais pela cidade.
O Caso Richard Jewell é o mais novo trabalho do cultuado diretor Clint Eastwood, e é uma das apostas para o Oscar 2020. O filme conta a história real de um segurança que impede um atentado durante as Olimpíadas de Atlanta, em 1996. Após se tornar um herói, ele passa a suspeito principal do crime, mas sempre jura sua inocência. O elenco conta com Paul Walter Hauser, Sam Rockwell, Kathy Bates, Jon Hamm e Olivia Wilde. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Bates).
Mais novo filme do diretor Taika Waititi (Thor: Ragnarok), Jojo Robbit também é aposta certa na temporada de premiações do ano. Vencedor do Festival de Toronto 2019, o longa se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha a história de um jovem garoto nacionalista que descobre que sua mãe está abrigando uma garota judia em seu sótão. Em meio a tudo isso, o menino ainda tem que lidar com seu amigo imaginário, Adolf Hitler. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme – Comédia/Musical e Melhor Ator – Comédia/Musical (Roman Griffin Davis). O elenco conta ainda com Scarlett Johansson e Sam Rockwell.
Um dos filmes brasileiros mais premiados do ano.A Febre acaba de sair do Festival de Brasília com os troféus de Melhor Filme, Melhor Direção (Maya Da-Rin) e Melhor Ator (Regis Myrupu). Antes disso, já havia levado prêmios em Locarno, Biarritz, Pingyao e Chicago. A trama acompanha Justino (Myrupu), um indígena de meia idade que trabalha como segurança no porto de Manaus. Adaptado há anos na vida urbana, ele começa a sentir cada vez mais falta de sua aldeia. Enquanto lida com a perda recente da esposa e com o fato dos dois filhos terem crescido e seguido caminhos próprios, ele descobre uma febre constante.
O diretor Terrence Malicknão é para todo mundo. Muita gente considera seus filmes lentos e com problemas de ritmo. No entanto, é inegável que seu cinema produziu preciosidades como Cinzas no Paraíso, Além da Linha Vermelha e A Árvore da Vida. Se você acha chato tudo que ele faz, talvezUma Vida Ocultanão seja uma boa escolha. Agora, se você se envolve com o estilo e com o conteúdo da autor, aqui está uma boa oportunidade de conferir seu mais novo projeto. Matthias Schoenaerts, Michael Nyqvist, August Diehl e Bruno Ganz formam o elenco principal.
Outra aposta do cinema nacional no Festival do Rio é Fim de Festa, mais novo trabalho do diretor Hilton Lacerda, o primeiro desde o incrível Tatuagem. Todo passado durante um carnaval no Recife, o longa acompanha um policial que antecipa o fim de suas férias para investigar o assassinato de uma jovem turista francesa na cidade. Durante a investigação do caso, o policial acaba se deparando com semelhanças com sua própria história. O elenco conta comIrandhir Santos, Suzy Lopes, Gustavo Patriota e Hermila Guedes.
A sequência também traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).
Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.
A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.
A produção foi criada por Nick Mohammed, que também assina o roteiro.
A trama envolve um agente da NSA (Schwimmer) que se une com um analista de computadores para formar uma nova unidade de investigação de crimes cibernéticos na agência de defesa do Reino Unido.
Durante a cerimônia de premiação do MTV Movie & TV Awards 2020, a icônica Jamie Lee Curtis recebeu um prêmio honorário da Maior Scream Queen de Todos os Tempos por seus múltiplos papéis na franquia ‘Halloween’ e nos terrores ‘A Bruma Assassina’ e em ‘A Morte Convida para Dançar’.
“Para mim, a melhor parceria e o único motivo de estar aqui hoje é minha colaboração com Michael [Myers], então gostaria de trazê-lo aqui. Não fique assustado, eles te amam. Todo mundo – meu amigo, Michael Myers, meu amigo e, às vezes, meu inimigo. Não se preocupem, nós dois fizemos testes para COVID-19 e ele esltá usando uma máscara – a melhor de todos os tempos”, ela disse.
Vale lembrar que Curtis irá reprisar seu papel como Laurie Strode na aguardada sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua’.
Assista ao novo teaser:
Devido à pandemia do COVID-19, vários filmes foram adiados por tempo indeterminado ou jogados para o próximo ano – incluindo ‘Halloween Kills’ e ‘Halloween Ends’, que tiveram suas datas de lançamento trocadas em nada menos que um ano (para 2021 e 2022, respectivamente).
Entretanto, em uma recente entrevista à Forbes, o produtor Jason Blum confirmou aos fãs que o próximo capítulo da franquia chegará na próxima temporada de Dia das Bruxas – não importa o que acontecer.
“Não”, Blum respondeu, quando questionado se ‘Halloween Kills – O Terror Continua’ seria adiado para 2022. “‘Halloween Kills’ vai sair em outubro do ano que vem, custe o que custar, com vacina ou sem vacina. Ele vai sair”.
Os fãs da saga ficaram devastados quando as continuações do reboot foram adiadas. De qualquer forma, um primeiro teaser foi lançado e, recentemente, o icônico realizador John Carpenter revelou em entrevista ao Fantasia Film Festival que a próxima iteração da franquia será um slasher “quintessencial”.
“É um slasher quintessencial. É tão intenso… Meu Deus… Até me atordoa de quão incrível é. [O diretor] David [Gordon Green] fez um trabalho fantástico. Mal posso esperar para vocês assistirem”.
Em entrevista à Total Film, Green comentou um pouco sobre o que podemos aguardar da continuação, indicando que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.
“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.
Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada e chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.
Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.
“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.
O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.
Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).
A Sony Picturesdivulgou através do Twitter um novo cartaz oficial de ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’, cuja estreia foi adiada mais uma vez para o dia 18 de junho.
Confira, junto ao trailer:
Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.
Depois que Bea e Thomas se casam e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.
Ewan McGregor fez bonito na última cerimônia do Emmy Awards e foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator em Minissérie por seu incrível trabalho na produção ‘Halston’, criada por Ryan Murphy.
A série foi criada por Ryan Murphy (‘Pose’, ‘Ratched’).
A obra gira em torno do icônico designer de moda Roy Halston Frowick, desde sua ascensão como um dos maiores nomes da indústria iconográfica até sua queda.
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