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BAFTA 2023 | Kerry Condon leva o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Os Banshees de Inisherin’

‘Os Banshees de Inisherin’, tragicomédia estrelado por Colin FarrellBrendan Gleeson, fez bonito durante a cerimônia de vencedores do BAFTA 2023.

Durante o evento, Kerry Condon conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por sua aclamada performance. Além disso, o diretor e roteirista Martin McDonagh levou a estatueta de Melhor Roteiro Original, enquanto Barry Keoghan conquistou a condecoração de Melhor Ator Coadjuvante.

A produção também concorre em outras categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor DireçãoMelhor Ator.

Martin McDonagh fica responsável pela direção e pelo roteiro.

Ambientado em uma remota ilha na costa oeste da Irlanda, The Banshees of Inisherin gira em torno dos amigos de longa data Pádraic (Farrell) e Colm (Gleeson), que se veem em um impasse quando Colm inesperadamente coloca um fim na amizade. Um embasbacado Pádraic, auxiliado pela irmã e por um jovem morador da ilha, luta para reparar o relacionamento, recusando-se a aceitar não como resposta. Mas os esforços repetitivos de Pádraic apenas reforçam a decisão do amigo e, quando Colm dá um ultimato desesperado, os eventos escalam exponencialmente, com consequências chocantes.

‘O Famoso Alfaiate’ está de volta no novo trailer da 2ª temporada; Confira!

Netflix divulgou o novo trailer oficial da 2ª temporada da série turca ‘O Famoso Alfaiate’ (‘Terzi’).

O próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 28 de julho.

Confira:

Lembrando que uma terceira iteração já foi confirmada.

Peyami é um alfaiate famoso. Quando seu avô morre, ele vem para Istambul junto com seu pai, Mustafa, que está mentalmente doente e tem uma inteligência infantil. Para Peyami, até a existência de seu pai foi uma vergonha para ele. A série conta a história de sua vida difícil onde ele se apaixona por sua cliente, uma futura noiva, cujo vestido ele é contratado para costurar.

A série foi escrita por Rana MamatlıoğluBekir Baran SıtkıCem Karci fica responsável pela direção.

Cagatay UlusoyŞifanur GülSalih BademciOlgun ŞimşekEce SükanEvrim AlasyaEngin SenkanBerrak Tüzünataç e outros estrelam.

SAG Awards 2024 | ‘O Urso’ conquista QUATRO indicações à premiação!

A aclamada série O Urso, estrelada por Jeremy Allan White, continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos indicados ao SAG Awards 2024, a produção conquistou quatro indicações, incluindo Melhor Elenco em Série de ComédiaMelhor Ator em Série de Comédia para WhiteEbon Moss-Bachrach, e Melhor Atriz em Série de Comédia para Ayo Edebiri.

Os vencedores serão anunciados em 24 de fevereiro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

https://twitter.com/StarPlusBR/status/1724886419796086948?t=XP2LtkIgH6xP7gITqY9itA&s=19

 

Lembrando que, no Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco também conta com Ebon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘O Silêncio da Vingança’: Thriller com Joel Kinnaman estreia no Prime Video!

O thriller ‘O Silêncio da Vingança‘ (Silent Night), estrelado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’), já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem dirigido por John Woo chegou à plataforma de streaming hoje, 21 de junho.

Escrito por Robert Archer Lynn, ‘Silent Night‘ acompanha a corajosa busca de vingança de um pai atormentado (Kinnaman) que testemunha a morte de seu filho quando é pego no fogo cruzado de uma gangue na véspera de Natal. Enquanto se recupera de um ferimento que lhe custou a voz, o personagem de Kinnaman faz da vingança a missão de sua vida e embarca em um regime de treinamento punitivo para vingar a morte de seu filho.

Relembre o trailer:

John Woo (‘A Outra Face’) é responsável pela direção. O longa marca o retorno do cineasta a Hollywood após 20 anos, desde que dirigiu ‘O Pagamento’, suspense estrelado por Ben Affleck e Aaron Eckhart em 2003.

Além de Kinnaman, o elenco conta com Scott Mescudi, Harold Torres e Catalina Sandino Moreno.

A produção fica a cargo da Thunder Road Films, responsável pela franquia ‘John Wick‘.

Chappell Roan conquista DUAS indicações ao Billboard Music Awards 2024

A cantora e compositora Chappell Roan, que ascendeu a uma fama meteórica em 2024, conquistou duas indicações à próxima cerimônia do Billboard Music Awards.

Roan concorre às categorias de Artista RevelaçãoMelhor Artista Feminina.

Os vencedores serão revelados em 12 de dezembro.

Roan alcançou fama mundial com os hits “Good Luck, Babe”“Hot To Go”, que viralizaram nas redes sociais e entraram para as paradas mundiais.

Vale lembrar que a performer é uma das favoritas para levar o Grammy de Artista Revelação para casa.

Roan começou suas investidas no cenário fonográfico em 2014, mas não foi até 2024 que seu álbum The Rise and Fall of a Midwest Princess (lançado um ano antes) se tornou um sucesso crítico e comercial, angariando fãs ao redor do mundo e a colocando no centro dos holofotes.

‘Bad Thoughts’: Série de comédia que mistura ‘Black Mirror’ e ‘Além da Imaginação’ ganha teaser INÉDITO; Assista!

Netflix divulgou o novo teaser oficial de Bad Thoughts, série estrelada pelo comediante Tom Segura.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 13 de maio.

Confira:

A comédia foi criada, dirigida e produzida por Segura e conta com seis episódios, sendo descrita como uma mistura entre ‘Black Mirror’‘The Twilight Zone’.

Nesta sombria e distorcida, Tom Segura dá vida às suas reflexões sem filtros em um mundo cinematográfico onde nada é o que parece.

Rami HachacheJeremy Konner entram como diretores ao lado de Segura. Konner também assina o roteiro dos episódios.

Tom Holland revela que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será um RENASCIMENTO para o herói

Homem-Aranha: Um Novo Dia’, novo capítulo da franquia estrelada por Tom Holland, já é um dos filmes mais aguardados da próxima leva de lançamentos da Marvel Studios – e parece que a produção irá apresentar uma narrativa diferente dos outros filmes do Cabeça de Teia.

Em entrevista à revista Complex, Holland contou que o ambicioso longa-metragem será um novo começo para o herói e explicou por que o filme não parece uma continuação direta dos anteriores.

“Parece mesmo que não estamos fazendo o quarto filme. Estamos fazendo o primeiro filme do próximo capítulo. É um renascimento”, explicou Holland. “É algo completamente novo”.

As novidades vêm acompanhadas, como já imaginávamos, de um traje inédito – que não conta mais com a tecnologia das Indústrias Stark. Considerando que Peter Parker deixou de ser o protegido de Tony Stark após ser apagado da memória de todos, Holland confirmou que o uniforme traz homenagens aos usados por Tobey MaguireAndrew Garfield em suas respectivas franquias.

“Estou muito feliz que as pessoas estejam gostando da homenagem ao traje do Tobey e do Andrew”, disse ele. “Acho que o terceiro filme foi muito sobre prestar homenagem a esses caras. Gosto muito da ideia de que ele está tentando ser como seus irmãos mais velhos, que ele admira, e vê pequenos detalhes nos trajes deles que ele acha muito legais. Agora ele está fazendo o seu próprio traje e não faz parte dessa equipe maior”.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Imagem de bastidores pode ter confirmado retorno de [SPOILER]

Tom Holland fala sobre futuro após ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Actor Awards 2026 | Confira a lista completa de vencedores!

Foram revelados hoje (1) os vencedores do Actor Awards 2026, um dos principais termômetros para o Oscar e uma das premiações mais cobiçadas do ano – que, até o ano passado, era conhecido como Screen Actor Guild Awards.

Harrison Ford recebeu o Prêmio SAG-AFTRA de Conjunto da Obra, a maior honraria do sindicato, que reconhece a carreira e as realizações humanitárias, durante a cerimônia.

‘Pecadores’ levou para casa a principal estatueta da noite, a de Melhor Elenco em Filme, enquanto Michael B. Jordan foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator em FilmeAmy MadiganJessie BuckleySean Penn também saíram vitoriosos do evento.

Nas categorias televisivas, ‘The Pitt’ saiu vitorioso na categoria de Melhor Elenco em Série de Drama, enquanto ‘O Estúdio’ foi condecorado com o prêmio de Melhor Elenco em Série de Comédia. A saudosa e eterna Catherine O’Hara, recebendo uma ovação em pé do público, conquistou o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia.

Conifra a lista completa de vencedores:

MELHOR ELENCO EM FILME
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores (VENCEDOR)

MELHOR ATOR EM FILME
Timothée Chalament, Marty Supreme
Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke, Blue Moon
Michael B. Jordan, Pecadores (VENCEDOR)
Jesse Plemons, Bugonia

MELHOR ATRIZ EM FILME
Jessie Buckley, Hamnet (VENCEDORA)

Rose Byrne, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Kate Hudson, Song Sung Blue
Chase Infiniti, Uma Batalha Após a Outra
Emma Stone, Bugonia

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM FILME
Miles Caton, Pecadores
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Paul Mescal, Hamnet
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM FILME
Odessa A’Zion, Marty Supreme
Ariana Grande, Wicked: Parte II
Amy Madigan, A Hora do Mal (VENCEDORA)
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Abbott Elementary
O Urso
Hacks
Only Murders in the Building
O Estúdio (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Kathryn Hahn, O Estúdio
Catherine O’Hara, O Estúdio (VENCEDORA)
Jenna Ortega, Wandinha
Jean Smart, Hacks
Kristen Wiig, Palm Royale

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Ike Barinholtz, O Estúdio
Adam Brody, Ninguém Quer
Ted Danson, Um Espião Infiltrado
Seth Rogen, O Estúdio (VENCEDOR)
Martin ShortOnly Murders in the Building

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE DRAMA
A Diplomata
Landman
The Pitt (VENCEDOR)
Ruptura
The White Lotus

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Sterling K. Brown, Paradise
Billy Crudup, The Morning Show
Walton Goggins, The White Lotus
Gary Oldman, Slow Horses
Noah Wyle, The Pitt (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Britt Lower, Ruptura
Parker Posey, The White Lotus
Keri Russell, A Diplomata (VENCEDORA)
Rhea Seehorn, Pluribus
Aimee Lou Wood, The White Lotus

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TELEVISÃO
Claire Danes, O Monstro em Mim
Erin Doherty, Adolescência
Sarah Snook, All Her Fault
Christine Tremarco, Adolescência
Michelle Williams, Morrendo por Sexo (VENCEDORA)

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TELEVISÃO
Jason Bateman, Black Rabbit
Owen Cooper, Adolescência (VENCEDOR)
Stephen Graham, Adolescência
Charlie Hunnam, Monstro: A História de Ed Gein
Matthew Rhys, O Monstro em Mim

MELHOR ELENCO DE DUBLÊS EM FILME
F1
Frankenstein
Missão: Impossível – O Acerto Final (VENCEDOR)
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

MELHOR ELENCO DE DUBLÊS EM SÉRIE
Andor
Landman
The Last of Us (VENCEDOR)
Round 6
Stranger Things

Crítica | Hugh Jackman EXPLODE em cena na inconstante narrativa de ‘A Morte de Robin Hood’

Desde sua concepção, fábulas e contos de fada emergem como uma grande fonte de inspiração e criatividade para as mais diferentes histórias, sejam elas voltadas para os clássicos conceitos de fantasia, sejam elas apoiando-se nas mensagens subliminares e nas metáforas que acompanham os personagens. Não é surpresa que tais histórias também tenham ganhado diversas adaptações para os cinemas, muitas delas oferecendo uma perspectiva mais sombria e ousada, como é o caso de ‘A Companhia dos Lobos’, que reimagina ‘Chapeuzinho Vermelho’ através de uma base psicológica e surreal; ‘João e Maria – Caçadores de Bruxas’, que traz versões mais velhas dos irmãos que se tornaram presas de uma bruxa canibal; e ‘Floresta Negra’, que oferece uma versão bem sombria de ‘Branca de Neve’.

Agora, o diretor Michael Sarnoski, que ganhou aclame por seu incrível trabalho no thriller ‘Pig’, nos oferece uma incursão diferente da clássica lenda de ‘Robin Hood’, o bom ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres. Intitulado ‘A Morte de Robin Hood’ e inspirando-se não apenas no icônico personagem, mas na popular balada do século XVII de mesmo nome, o cineasta desmistifica a construção monolítica do bandoleiro honesto e se apoia no inegável talento de Hugh Jackman para nos envolver durante longas duas horas – ainda que o filme demore a achar um ritmo sólido.

A trama nos leva para a Inglaterra da Baixa Idade Média, em 1247, colocando em cena a figura envelhecida e atormentada pelo passado de Robin Hood (Jackman), que constantemente desmente as histórias de bonança que se criaram sobre ele – à medida que lida com um passado marcado pelo sangue de seus inimigos e pelas juras de morte de seus descendentes. Desiludido pelo controverso e indesculpável legado que deixou, ele é forçado a enfrentar fantasmas que insistem em assombrá-lo com o retorno de Little John (Bill Skarsgard), seu leal companheiro de longa data. John pede ajuda a Robin para enfrentar a família a que pertence sua fazenda – dando início a mais um banho de sangue que quase termina na morte do ladrão.

John, tendo perdido a fazenda em um ciclo interminável de vingança e conseguindo resgatar apenas a filha, Little Margaret (Faith Delaney), consegue impedir que Robin seja trucidado por um de seus inimigos e o deixa à orla de uma praia, num priorado supervisionado pela Irmã Brigid (Jodie Comer), que imediatamente toma conta de seus ferimentos e afirma que a ilha serve como um recomeço para aqueles que se arrependem do que fizeram – não importando o que houve no passado, e sim no que existe no presente. A princípio lutando contra a ideia de uma segunda chance, visto as barbaridades que cometeu, Robin logo encontra uma centelha de esperança que vem acompanhada de uma melancolia crescente em que o monstro que outrora pintou sobre si mesmo não pode ser vencido tão facilmente.

Sarnoski constrói uma epopeia novelesca que estende-se por mais de duas horas, como mencionado no começo do texto – e talvez esse seja um dos principais problemas do projeto. Várias sequências de reflexão panfletária poderiam ser reduzidas sem alterar o peso dramático do mea culpa do protagonista, enxugando as longas tomadas da sombria paisagem da Irlanda do Norte, onde ocorreram as gravações, para um enfoque ainda mais conciso sobre os personagens – que, como descobrimos na virada do segundo para o terceiro ato, parecem interligados por um destino derradeiro.

De qualquer forma, é inegável o espetáculo visual que o realizador constrói, aliando-se ao trabalho de Pat Scola na fotografia que, de certa maneira, consegue emular as conhecidas sutilezas dos filmes de Robert Eggers – em uma atmosfera obviamente menos sobrenatural. A trilha sonora, cortesia do compositor Jim Ghedi, ajuda a reafirmar a densa ambientação da história, mas em alguns momentos torna-se redundante demais para trazer algo de novo ao replicar o sentimento que os atores trazem às telonas em vez de endossá-lo.

O destaque, como podemos imaginar, destina-se ao irretocável trabalho do elenco. Jackman apresenta uma versão diferente da que estamos acostumados a ver de Robin Hood – e que já foi interpretado por diversos atores, incluindo Taron Egerton e Russell Crowe. O astro, conhecido por sua incrível versatilidade, toma as rédeas de um anti-herói exausto da própria existência e que, mesmo assim, sente-se atrelado a ela para deixar nem que seja uma centelha de bondade. Vendo-se numa bifurcação complexa, Robin é acompanhado de Skarsgard metamorfoseando-se em Little John e em um lembrete de que o passado é inescapável; e da graciosa e ao mesmo tempo imponente presença de Comer como a prioresa Sigrid, que tece um fio de esperança no bandoleiro.

‘A Morte de Robin Hood’ pode não ser um dos melhores filmes do ano, mas certamente é um dos mais ousados e merece reconhecimento por não se valer das costumeiras incursões de fantasia sombria a que estamos acostumados – entregando aos espectadores uma interessante remodelação da lenda de Robin Hood com o coração no lugar certo.

CCXP foi marcada por vazamento de conteúdos exclusivos da Warner e Amazon Prime

Todo ano, a CCXP traz diversos conteúdos exclusivos para o público do evento, como trailers, cartazes, entrevistas, e bate-papos com atores e diretores.

No entanto, pela primeira vez na história da CCXP, ocorreram vazamentos de materiais exclusivos exibidos no evento.

Vazaram online os teasers de futuras produções da Warner Bros, como ‘Godzilla vs Kong‘ e ‘Tenet‘ (dirigido por Christopher Nolan e estrelado por Robert Pattinson).

O vazamento parece ter irritado a Warner Bros, já que o conteúdo vazado ainda não começou a ser divulgado oficialmente.

Além disso, foi vazado o primeiro trailer da segunda temporada de ‘The Boys‘, da Amazon Prime.

Depois da falha, Érico Borgo, um dos responsáveis pela convenção, se manifestou durante painel no auditório Cinemark e pediu à produção para identificar o culpado pela confusão na tentativa de expulsá-lo do evento – além de pedir para todos os presentes vaiaram a pessoa responsável pelo vazamento.

Ainda não se sabe muito sobre ‘Tenet‘, mas o estúdio já havia lançado um breve teaser do filme antes da exibição de ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’, e algumas teorias já estão circulando na internet.

De acordo com o Comic Book, o teaser de sugere um elemento de viagem no tempo, com o astro John David Washington (‘Infiltrado na Klan’) sendo capturado em algum tipo de loop. A legenda revela que a “hora chegou para um novo protagonista e uma nova missão”.

Muitos fãs estão fazendo comparações e conexões entre os filmes de Nolan, imaginando que a tecnologia dos sonhos de ‘A Origem‘ evoluiu para lidar com viagens no tempo.

A principal teoria diz que ‘Tenet‘ poderia revelar que a tecnologia de ‘A Origem‘ se transformou em algo ainda mais perigoso, permitindo que as missões de espionagem ultrapassem o reino dos sonhos, invadindo as linhas temporais. O que serviria como uma sequência para o filme de 2010.

É claro que ainda não há um vínculo concreto entre os dois filmes, mas o visual surreal do teaser de ‘Tenet‘ é muito semelhante ao trabalho de Nolan em ‘A Origem‘.

A reposta será revelada em 17 de julho de 2020, quando ‘Tenet‘ chega aos cinemas..

Confira o cartaz:

Além de John David Washington, Robert Pattinson e Michael Caine, que já trabalhou em vários filmes de Nolan, incluindo os três filmes do ‘Cavaleiro das Trevas’, o elenco é composto por Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clemence Poesy e Elizabeth Debicki.

A trilha sonora de ‘Tenet’ fica sob o comando do compositor Ludwig Goransson.

Em 2018, Goransson compôs as trilhas de ‘Pantera Negra’, ‘Venom’, ’Creed II’ e ‘Desejo de Matar’, além de produzir a premiada faixa ‘This Is America’, de Childish Gambino. Atualmente, Goransson está montando a trilha sonora da aguardada série ‘The Mandalorian’, da Disney +.

‘Duna’: Imagens inéditas revelam o vasto exército Harkonnen e Timothée Chalamet nos bastidores

A revista Empire divulgou novas imagens de ‘Duna‘, a vindoura adaptação dirigida por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘) e estrelada por Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’).

Numa das imagens, é revelado o vasto exército Harkonnen, formado por soldados rivais da Casa Atreides.

As outras mostram Chalamet e Villeneuve nos bastidores, e Josh Brolin e Sharon Duncan-Brewster caracterizados como Gurney Halleck e Liet Kynes, respectivamente.

Confira:

Lembrando que o longa permanece com previsão de estreia para 18 de dezembro de 2020.

O longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Além de Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) no papel principal, o elenco conta com Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

‘Friends’: Courteney Cox surpreende os fãs e recria clássico look de Monica Geller; Confira!

O especial ‘Friends: A Reunião‘ já chegou ao catálogo da HBO Max trazendo muitas memórias nostálgicas e novos momentos marcantes para os fãs da aclamada série.

Pensando nisso, Courteney Cox, intérprete de Monica Geller, surpreendeu seus seguidores do Instagram ao recriar um look da amada personagem.

Em um divertido vídeo de antes e depois, ela escreveu:

“Parece que foi ontem… #tbt #friendsreunion.”

Confira:

Lembrando que Friends: A Reunião‘ será exibido no Brasil em 29 de junho.

Infelizmente, parece o episódio não agradou a todos. Com 22 críticas publicadas, o especial conquistou apenas 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, dividindo a opinião dos críticos.

Separamos os principais trechos das críticas:

“Assim como todo reencontro, o especial é divertido, interessante e aquece o coração – apesar de ser meloso demais em alguns momentos –, mas era exatamente assim que ‘Friends’ era, então parece certo.” (Vulture)

“Toda parte desse especial que não só apenas os seis conversando tem dificuldade em justificar sua existência.” (Rolling Stone)

“O especial é melhor quando sai do caminho do elenco e nos mostra o que sempre nos atraiu a eles, e uns aos outros.” (New York Times)

“Isso é o mais perto de uma ‘reunião’ roteirizada de ‘Friends’ que nós teremos, e é fascinante ver como é fácil para eles assumirem novamente esses papéis, 17 anos depois.” (CNN)

“Essa reunião é uma celebração cheia de auto-engrandecimento de uma série antiga, mas ainda amada.” (AV Club)

“Estranhamente, apesar de tudo, e de sua semelhança com a invenção de um álbum do DJ Khaled, o resultado final desse especial é desleixado.” (Deadline)

“‘Friends: A Reunião’ é o melhor reencontro de elenco de todos os tempos.” (Decider)

Vale lembrar que ‘Friends: A Reunião‘ será lançado no dia 27 de Maio nos EUA. No Brasil, a exibição acontece em junho.

Confira as novas imagens promocionais:

Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornaram para o reencontro.

O especial ainda trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Zoe Saldaña é obrigada a excluir post sobre a sequência; Entenda!

Há alguns dias, Zoe Saldaña publicou um vídeo no Instagram caracterizada como a personagem Gamora, enquanto bebia mate e lia o roteiro de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

No entanto, a estrela foi obrigada a excluir o vídeo a pedido da Marvel, já que os seguidores da estrela poderiam desvendar detalhes das páginas do roteiro através de sua publicação.

Na manhã de ontem, Saldaña republicou o vídeo, mas desta vez cobrindo as páginas do roteiro para evitar levar outro puxão de orelha.

Na legenda, ela levou tudo na brincadeira, escrevendo:

“Tive que excluir o outro vídeo por conta da segurança da Marvel. Agora que eu cobri o que não querem que vocês vejam, vamos só focar no mate!”

Confira:

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Zoe Saldana (@zoesaldana)

Apesar de alguns fãs comentarem que foi uma medida exagerada, vale lembrar que a Marvel Studios sofreu com significativos vazamentos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Por conta disso, é compreensível que o estúdio queira preservar qualquer informação que possa ser vazada, de forma proposital ou não.

Anteriormente, Saldaña comemorou o retorno ao set de gravações da sequência, mostrando parte da sua transformação para reviver a heroína.

Confira:

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia apenas em 05 de maio de 2023.

Por enquanto, ainda não se sabe nada oficial sobre a trama.

Em uma entrevista ao portal Yahoo, a atriz Karen Gillan, que reprisa seu papel como Nebulosa, revelou o quão impactada ficou ao ler o roteiro da produção.

Gillan deu detalhes de como foi a sua experiência, compartilhando ainda que a atriz Pom Klementieff – que dá vida à Mantis -, se emocionou tanto quanto ela.

Nós lemos o roteiro juntas na mesma sala e então nos olhamos e caímos em lágrimas. Os fãs irão aprender muito mais sobre as personagens que já conhecemos, e em um nível mais profundo”. 

‘Manifest’: Primeira parte da ÚLTIMA soluciona o grande mistério da série

O texto abaixo contém SPOILERS!

A primeira parte da 4ª temporada de ‘Manifest‘ já está disponível na Netflix, finalmente trazendo a resolução do que causou o desaparecimento do voo 828 ao longo de cinco anos.

Desde a estreia da série estrelada por Josh Dallas e Melissa Roxburgh, surgiram diversas teorias tentando solucionar o caso.

Agora sabemos que a resposta estava em Cal Stone (Ty Doran), peça chave da trama. O filho de Ben (Dallas) e Grace (Athena Karkanis) começou a reviver a lembrança de estar no avião com o Capitão Daly (Frank Deal) e Fiona (Francesca Faridany).

Desde então, Cal percebeu o que realmente ocorreu: todos estavam dentro de uma consciência divina, o que explica voz na cabeça dos personagens que desapareceram junto com o voo. Olive (Luna Blaise) é outra personagem que também entendeu essa situação.

Mesmo com a explicação do principal mistério da trama, ainda não foram revelados os detalhes por trás dos acontecimentos em torno dos cinco anos e meio em que eles estavam dentro da essência dessa consciência divina.

Como o público se lembra, os destroços do avião acabaram desaparecendo ao fim da 3ª temporada, e ainda não houve respostas sobre isso.

Além disso, os passageiros não sabem o que aconteceu com Al-Zuras, nem como impedir o iminente apocalipse, mas é possível que as lacunas sejam todas fechadas na próxima leva de episódios, que chegam à Netflix somente em 2023.

E aí, você já assistiu a primeira parte da 4ª temporada?

Anteriormente, o criador da série, Jeff Rake, conversou com a EW  e deu alguns detalhes sobre a última temporada.

“O final da história não irá mudar. As pessoas que estão seguindo nossa jornada desde o cancelamento sabem que eu tinha esperanças que pudéssemos, pelo menos, fazer um filme de duas horas [para encerrar a trama]. Teria sido estressante e não seria o ideal, mas eu iria arrumar um jeito de fazer dar certo.”

Ele completa, “Ao ficarmos imaginando como encerraríamos a trama com o desfecho que havíamos planejado em, basicamente, dois episódios, receber uma encomenda de 20 episódios para a temporada final é tranquilizante. Nós havíamos conversado sobre fazer mais três temporadas, então vamos ter que fazer alguns ajustes nos próximos episódios. A boa notícia é que eu estou confiante que 20 episódios são o suficiente para que eu possa contar a história que eu sempre imaginei.”

A série é inspirada no desaparecimento do voo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

‘Star Wars: The Acolyte’ ganha suposta previsão de estreia; Confira!

Star Wars: The Acolyte é uma das séries mais aguardadas pelos fãs da saga criada por George Lucas e será ambientada numa época em que os Jedi estão no auge de seu poder.

Rumores já haviam apontado que a atração chegará à Disney+ em 2024.

E, de acordo com o Bespin Bulletin, a plataforma de streaming agendou a estreia para o segundo trimestre do ano que vem, entre abril e junho.

Apesar de não haver data específica, o portal aponta que a série esteja disponível em maio de 2024.

Por enquanto, a Disney+ e a Lucasfilm não se pronunciaram sobre a informação, então considere como rumor.

Em entrevista para o podcast Dagobah Dispatch, a showrunner Leslye Headland afirmou que a trama permite que muito mais usuários da Força sejam apresentados, contendo o maior número de Jedi que o público já viu.

“Eu diria que The Acolyte se destaca porque é a história mais antiga na linha do tempo de ‘Star Wars‘ em live-action. Estamos no final da Alta República, bem antes das prequelas de George Lucas. Então, estamos olhando para um período em que os Jedi estão no auge de seu poder, estamos olhando para um período onde há paz em toda a galáxia, e foi muito desafiador e interessante fazer um projeto de ‘Star Wars‘ no qual a guerra não é um dos pontos de destaque.”

Ela continuou:

“No entanto, nos perguntamos: ‘Bem, sobre o que a série deveria ser se não for sobre o conflito galáctico?’ E eu acho que o que torna essa série diferente e interessante é que é da perspectiva dos vilões. Essas são pessoas que estão usando a Força à sua maneira, mergulhando no Lado Sombrio.”

Por fim, ela disse que a série vai bater um recorde sobre a quantidade de Jedi que estarão presentes na tela.

“Temos mais Jedi do que os fãs já viram em qualquer outra produção de ‘Star Wars‘. Mas, ao mesmo tempo, acho que você também vai ver mais personagens moralmente ambíguos do que em outros filmes e séries. E acho que posso dizer isso com bastante confiança: não acho que você verá algo parecido com o que estamos fazendo.”

Com sua trama mantida totalmente sob sigilo, a única informação oficial que foi divulgada é que a série vai se passar séculos antes de Star Wars: A Ameaça Fantasma’ e vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que destacam a caracterização dos atores Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman:

A sinopse oficial da série diz que:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda o derivado ‘Ahsoka‘.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner. A série estreia ainda esse ano no Disney+.

Misturando drama e ficção, novo k-drama da Netflix promete conquistar os assinantes; Confira!

Intitulado ‘Uma Família Inusitada‘, o mais novo k-drama adicionado ao catálogo da Netflix promete garantir boas horas de entretenimento para os fãs do gênero e para os fãs de produções mais fantasiosas.

Escrita por Joo Hwa Mi (‘Chefe Introvertido’) e dirigida por Jo Hyun Taek (‘Quem é Você?’), a trama gira em torno dos Bok, uma família dotada de superpoderes únicos, mas seus membros começam a perder as habilidades diante dos problemas do mundo moderno… Até que uma mulher misteriosa aparece para mudar tudo.

Desde o nascimento, cada membro da família aprende a desenvolver seu dom, desde viagens no tempo, previsões do futuro e até mesmo a capacidade de voar.

No entanto, quando são confrontados pelos obstáculos do cotidiano, acabam desacreditando de si mesmos, perdendo a conexão com o mundo sobrenatural que lhe dá seus poderes, levando o público a uma jornada de auto-descoberta e por uma busca de propósitos enquanto tentam recuperar seus dons.

Por conta da sensibilidade do roteiro, a atração vem recebendo diversos elogios, principalmente por usar a ficção para tratar de temas de grande importância na atualidade, como bullying, o vício em smartphones, bulimia e até insônia, despertando um debate profundo sobre a modernidade e seus dilemas.

Confira o trailer:

 

‘Karate Kid’: Jackie Chan negocia para RETORNAR em novo filme

Segundo informações divulgadas pelo DiscussingFilm, o ator Jackie Chan está atualmente em negociações para reprisar seu papel no próximo filme da icônica franquia ‘Karate Kid‘.

O relatório exclusivo revela que Chan voltará a interpretar o personagem Sr. Han, que os fãs conheceram pela última vez há treze anos, no longa-metragem que também contou com a participação de Jaden Smith.

A direção do aguardado projeto será confiada a Jonathan Entwistle, reconhecido pelos sucessos das aclamadas séries ‘The End of the F***ing World‘ e ‘I Am Not Okay with This‘, ambas produzidas pela Netflix.

De acordo com a Sony, o novo filme, previsto para 2024, vai marcar “o retorno da franquia original”.

Até o momento, não há muitos detalhes sobre o projeto, o que está deixando os fãs um pouco confusos, já que a continuidade da franquia está sendo retratada na série ‘Cobra Kai’, e que não tem ligação nenhuma com o remake de 2010 estrelado por Jackie Chan.

Em entrevista ao podcast 20 Questions, do Deadline, Ralph Macchio afirmou que não tem informações precisas sobre o projeto e que seu foco atual é a conclusão da última temporada de ‘Cobra Kai‘, série derivada da franquia.

“Eu sei que está em planejamento. Em planejamento nem sempre significa que estará nos cinemas, então não sei em que nível isso está e qual história exata está sendo pensada”, disse Macchio. “Para mim, agora, trata-se de terminar ‘Cobra Kai’ e torná-la a melhor última temporada de todas.”

Por enquanto, ainda não há maiores informações sobre o filme além da previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘ já está em exibição na Netflix.

Relembre o trailer:

No novo ciclo, “depois do resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império Cobra Kai e fazer o estilo de caratê ‘sem compaixão’ dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado”.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Cobra Kai se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Série de COMÉDIA da Apple TV+ é renovada para a 2ª temporada

O Apple TV+ anunciou a renovação da série de comédiaPlatonic, estrelada pelos astros Rose Byrne e Seth Rogen. A série tornou-se um dos grandes sucessos da plataforma.

O anúncio foi divulgado pelo The Hollywood Reporter. Platonic é co-criada por Nick Stoller e Francesca Delbanco, que adiantou sobre a segunda temporada: “Spoiler: Will e Sylvia também não vão ficar juntos desta vez.”

Matt Cherniss, chefe de programação da Apple TV+, complementou: “Desde os primeiros episódios de ‘Platonic’ estrearem no Apple TV+, o público global tem sido encantado pela amizade hilária, extremamente divertida e fácil de se identificar que Rose e Seth trouxeram à vida através de suas performances carismáticas.”

Confira a sinopse oficial de Platonic: “Nesta série do diretor de ‘Neighbors’, um par platônico de ex-melhores amigos se reconecta após um longo afastamento enquanto se aproximam da meia-idade (Seth Rogen e Rose Byrne). A amizade da dupla se torna mais envolvente – e desestabiliza suas vidas de maneira hilariante.”

Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rogen já havia mencionado suas esperanças por uma segunda temporada de Platonic: Fico muito nervoso com a recepção. Não conto os ovos antes de chocarem. Já dirigi na sexta-feira à noite da estreia dos meus filmes e os cinemas estavam vazios. Eu queria ter certeza de que todos estavam felizes com o resultado. Estava preocupado se meus padrões para o que estávamos fazendo eram muito altos, mas quando vi que podíamos alcançá-los, pensei: ‘Deveríamos continuar’.”

Platonicestá disponível no Apple TV+.

Assista ao trailer:

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

Confira o pôster e as imagens promocionais:

‘Coringa 3’: Todd Phillips descarta a ideia de um terceiro filme! “Dissemos o que queríamos dizer”

A expectativa para a estreia de Coringa: Delírio a Dois’ é imensa, com fãs ansiosos para ver a parceria de Joaquin Phoenix e Lady Gaga nas telonas. No entanto, quem aguardava uma trilogia pode acabar se desapontando.

Em entrevista à Variety, o diretor Todd Phillips revelou que não tem planos para um terceiro filme da franquia.

“Foi divertido brincar nesse tipo de areia movediça por dois filmes, mas acho que dissemos o que queríamos dizer nesse mundo”, afirma.

Apesar de descartar uma sequência direta, Phillips não esconde o desejo de trabalhar novamente com Joaquin Phoenix:

“Eu adoraria continuar trabalhando com Joaquin, mas em uma comédia, porque ele pode ser tão solto e engraçado. E acho que as pessoas realmente querem comédias agora. O trailer de ‘Coringa: Delírio a Dois’ meio que resume as coisas quando diz: ‘O que o mundo precisa agora é amor.’ Mas eu iria além: também poderíamos usar uma boa risada”, concluiu.

A Warner Bros. Pictures Brasil divulgou o novo trailer dublado de ‘Coringa: Delírio a Dois‘, estrelado pelos vencedores do Oscar Joaquin Phoenix e Lady Gaga.

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Coringa: Delírio a Dois’ fará sua estreia na 81º edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 07 de setembro.

O diretor artístico do festival, Alberto Barbera, foi questionado em entrevista para o Deadline sobre o que o público pode esperar da sequência.

Em resposta, ele disse que:

“É uma continuação da história, mas o filme é completamente diferente do primeiro. Se você espera o mesmo em termos de violência ou insanidade, ficará surpreso. Quando vi o filme em Los Angeles, no início de fevereiro, éramos quatro ou cinco na sala de exibição, incluindo o roteirista Scott Silver, e ficamos surpresos, nossas bocas estavam abertas no final da exibição.”

Ele continuou, argumentando o seguinte:

“É um musical distópico, ou uma espécie de musical. Acho que é um dos filmes mais ousados, corajosos e criativos do cinema americano recente. E acho que isso realmente consagra Todd Phillips como um dos diretores mais criativos do cenário atual.”

O filme tem estreia marcada para o dia 03 de outubro nos cinemas nacionais.

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

‘Superman’: Confira os novos itens colecionáveis dos heróis e o anel do Lanterna Verde!

Superman, que marca o início do novo Universo DC (DCU) de James Gunn, em breve chegará às telonas. Agora, diversos itens de merchandising do filme foram divulgados, revelando o visual do Lanterna Verde Guy Gardner.

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Superman’ será lançado em 10 julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Babygirl’: Harris Dickinson denuncia comentários “profundamente inapropriados” de fãs mulheres

O ator Harris Dickinson revelou os desconfortos que enfrentou durante a turnê de divulgação de seu novo suspense erótico da A24, denunciando diversos comentários “profundamente inadequados” que recebeu de fãs mulheres.

“Acho que isso se tornou aceitável quando é direcionado a atores homens, o que é estranho, esse é o problema”, disse Dickinson, conforme o Deadline. “Acho que virou algo comum, principalmente com atores jovens. E agora, em conversas como esta, muitas mulheres me dizem coisas profundamente inadequadas”.

O ator relembrou ter ouvido comentários “completamente inaceitáveis”, algo com que teve grande dificuldade de lidar.

Vídeo de bastidores explora a trilha sonora do suspense erótico ‘Babygirl’; Confira!

Dickinson destacou a expectativa de que ele relevasse as situações por ser um homem: “Esperam que você apenas ria da situação, e acho que foi por isso que tive dificuldade com essa experiência”.

O ator também rebateu a ideia de que o conteúdo do filme justifica os assédios: “As pessoas podem argumentar: ‘Ah, mas você fez um filme que sabia que teria um conteúdo erótico’. E eu respondo: ‘sim, mas o filme que fizemos e a abordagem que a Halina [Reijn, diretora] propôs, para mim, eram algo muito mais singular. Não era algo reducionista, na minha visão'”.

Ele concluiu, expressando frustração com a forma como o público consumiu a obra: “Acho que você não consegue controlar a forma como o público vai perceber o filme, nem como as pessoas vão falar sobre ele e criar uma narrativa em cima disso. É algo estranho, e sinto que estou constantemente tentando me afastar disso, de alguma forma”.

Entrevista | Nicole Kidman em BABYGIRL: “Quero mais filmes com papéis incríveis para mulheres”

Crítica | Nicole Kidman nos arrebata com uma performance MEMORÁVEL no thriller erótico ‘Babygirl’

Na trama, uma executiva bem-sucedida coloca sua família e carreira em risco  ao se envolver com seu estagiário bem mais jovem. No thriller erótico de Halina Reijn, Romy (Kidman) é uma executiva que conquistou seu posto como CEO com muita dedicação. O mesmo se aplica a sua família e o casamento com Jacob (Antonio Banderas).

Além de dirigir, Reijn assina o roteiro do longa.

O elenco ainda conta com Sophie Wilde, Gaite Jansen, Izabel Mar e Esther McGregor.

Babygirl rendeu a Kidman o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza deste ano.

Pôster do filme Babygirl com Nicole Kidman.

Sindicato dos Atores se manifesta sobre uso de IA para “ressuscitar” Val Kilmer em novo longa

O sindicato dos atores dos EUA, o SAG-AFTRA, emitiu um comunicado oficial após o anúncio de que o astro Val Kilmer (falecido em 2025) será trazido de volta às telas por meio de Inteligência Artificial. O ator interpretará o Padre Fintan no drama históricoAs Deep as the Grave’.

Nas redes sociais, o sindicato reforçou a importância da ética e da legalidade no uso dessa tecnologia:

“O acordo coletivo aplicável da SAG-AFTRA, assim como a legislação estadual, exige o consentimento do espólio para o uso de uma réplica digital de um artista falecido em uma produção cinematográfica. Entendemos, com base em reportagens sobre a réplica digital com IA de Val Kilmer para o próximo filme As Deep as the Grave, que o consentimento da família foi obtido.

Levamos essas obrigações muito a sério e continuaremos a garantir o cumprimento rigoroso tanto dos requisitos contratuais quanto dos padrões legais. Qualquer uso de réplicas digitais deve ser transparente, devidamente autorizado e totalmente alinhado com os direitos dos artistas e de seus espólios”, diz o comunicado.

Cinco anos antes de seu falecimento, o astro deTop Gun e Fogo Contra Fogo já havia sido escalado para o papel do Padre Fintan, um espiritualista nativo-americano e padre católico. No entanto, sua batalha contra um câncer de garganta o deixou debilitado demais para comparecer ao set na época.

O diretor e roteirista Coerte Voorhees revelou à Variety que o personagem foi moldado especificamente para Kilmer, unindo elementos de sua herança e amor pelo sudoeste americano. “Ele estava passando por momentos difíceis e não conseguia participar, mas era o ator que eu queria para esse papel”, afirmou o cineasta.

A decisão de utilizar IA não foi tomada de forma isolada. Voorhees contou com o apoio e a consultoria dos filhos do ator, Mercedes e Jack Kilmer.

“A família dizia o quanto o Val achava essa história importante e queria ter seu nome associado a ela. Esse apoio me deu confiança para seguir em frente”, explicou Voorhees. “Embora alguns considerem controverso, era o desejo do Val”.

Causa da MORTE de Val Kilmer é REVELADA

O filme utiliza um programa de IA de última geração para recriar o ator em “boa parte” do corte final. O projeto mescla imagens de arquivo da juventude de Kilmer com registros de seus anos finais, permitindo mostrar o personagem em diferentes estágios da vida.

Um detalhe único é a sonoridade: o áudio utiliza a voz real de Kilmer, marcada pelos procedimentos médicos na traqueia. Como o personagem no filme sofre de tuberculose, a condição física real enfrentada pelo ator criou uma “ponte” de autenticidade para o papel.

Anteriormente intitulado Canyon of the Dead, As Deep as the Grave narra a história real dos arqueólogos Ann e Earl Morris em suas escavações no Cânion de Chelly, no Arizona, traçando a história da tribo Navajo.

O elenco conta com Abigail Lawrie e Tom Felton nos papéis principais, acompanhados por Wes Studi e Abigail Breslin.

‘Game of Thrones’: Por que Daenerys consegue comandar três dragões?

Uma grande diferença entre Daenerys e outros Targaryens de ‘A Casa do Dragão está em como ela consegue controlar três dragões ao mesmo tempo.

Em A Casa do Dragão’, cada cavaleiro tem vínculo com apenas uma fera, enquanto em Game of Thrones, Daenerys comanda Drogon, Viserion e Rhaegal.

Apesar de ser surpreendente, a capacidade que Daenerys possui para comandar as feras tem explicações lógicas que validam o fato de a personagem ser conhecida como a “Mãe dos Dragões”.

Diferente dos Targaryens da série prequel, Daenerys trouxe seus dragões ao mundo por meio de magia, quando eclodiu os ovos petrificados, o que criou automaticamente um vínculo muito forte entre a mulher e as feras.

Enquanto os outros Targaryens recebiam seus ovos para eclosão natural, Daenerys foi a responsável direta por reviver a espécie e, por isso, criou uma conexão especial com os três.

Dragão soltando fogo ao lado de mulher loira.
daenerys

Além disso, Daenerys cuidou de seus dragões pessoalmente, criando um laço próximo com eles, o que não ocorre emA Casa do Dragão’, onde os dragões são cuidados por uma ordem especializada.

No entanto, apesar de tudo, nem mesmo Daenerys tem controle total sobre seus dragões, como visto quando Drogon começa a caçar por conta própria e até mesmo mata uma criança.

Mesmo sendo a Mãe dos Dragões, Daenerys enfrenta desafios para controlar as feras, o que reforça o fato de ela ser especial, já que seus ancestrais tinham dificuldades para conter apenas uma fera sob seu domínio.

Vale lembrar que todas as temporadas deGame of Thrones, assim como as duas já lançadas de ‘A Casa do Dragão‘, estão disponíveis na Max.

Will Smith compara festival de Ozzy com modalidade curling e diz que é “coisa de branco”

Para quem não sabe, Jada Pinkett Smith, além de atriz, tinha uma banda de Metal no início dos anos 2000 chamada Wicked Wisdom, esta que até chegou a participar de uma edição do Ozzfest.

De acordo com Will Smith, que detalhou o caso em seu livro de memórias, o convite para o grupo tocar no evento de Ozzy Osbourne partiu da companheira do roqueiro, Sharon Osbourne. Onde na Metal Hammer, Will, que também já se envolveu com a música, mas seguiu pelo caminho do Rap/Hip Hop, descreveu o festival como “hilário para porra” e o comparou com o curling, esporte popular nas Olimpíadas de Inverno.

“Ozzfest… o encontro de todas as vertentes do Metal. Thrash, industrial, hardcore punk, deathcore, metalcore, post-hardcore, alternativo, death, gótico e nu. Sharon [Osbourne, organizadora do festival] viu a banda de Jada e uma parte dela entendeu. As duas ficaram amigas e Sharon colocou a Wicked Wisdom no Ozzfest no verão de 2005. Ozzfest é o evento menos afro-americano [que já vi] tirando aquela coisa com uma vassoura e um taco de hockey gigante com disco que eles têm nas Olimpíadas…”, falou o astro.

A banda liderada por Jada era, realmente, a única a ter algum artista negro em posição de relevância na escalação daquele ano. Ainda hoje o gênero dispõe de poucos musicos negros.

Nova versão de ‘Gossip Girl’ é CANCELADA pela HBO Max após duas temporadas

Segundo a Variety, a HBO Max anunciou o cancelamento da nova versão de ‘Gossip Girl‘.

“É com o coração pesado que tenho que anunciar que GOSSIP GIRL não continuará na HBO Max”, escreveu o produtor executivo Joshua Safran em seu Instagram.

“Os produtores executivos e eu seremos eternamente gratos ao canal e ao estúdio por sua fé e apoio; aos roteiristas por seus cérebros desvirtuosos e habilidosos; ao elenco superstar por ser o maior dos colaboradores e amigos; e à equipe pelo trabalho árduo, dedicação e amor ao projeto. Este foi honestamente o melhor set em que já trabalhei, em todos os sentidos. No momento, estamos procurando outra casa, mas neste clima, isso pode ser uma batalha difícil e, se for o fim, pelo menos saímos no mais alto dos pontos altos. Obrigado a todos por assistir, e espero que vocês assistam ao final na próxima quinta-feira para ver como tudo se encaixa”, lamentou Safran.

Os episódios do segundo ano estão em exibição e o fim de temporada, que chega à plataforma no dia 26 de janeiro, irá simbolizar o último episódio da série.

Vale destacar que a 2ª temporada do revival foi aprovada ainda em setembro de 2021, semanas após a estreia oficial da série, com o anúncio de que a exibição dos primeiros episódios trouxeram recordes de audiência para a plataforma.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada pelo próprio Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco também conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

Garotas

(Bande des Filles)

 Bande de filles
(2014) on IMDb

 

Elenco: Karidja Touré, Assa Sylla, Lindsay Karamoh

Direção: Céline Sciamma

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 30 de Abril de 2015

Sinopse: 

Marieme é uma menina de 16 anos que vive cercada de proibições: a censura do bairro, a lei dos meninos, os impasses da escola. Entretanto, as coisas parecem mudar quando ela encontra com três meninas que resolveram lutar por sua própria liberdade, o que faz com que ela mude o seu jeito de vestir, seu comportamento e saia da escola.

Curiosidades: 

» Rodado na França.

» Indicado ao prêmio Queer Palm no Festival de Cannes 2014.

 

Trailer:

Cartazes:

garotas-poster

Fotos:

 

Qual foi o primeiro filme que você viu nos Cinemas?

Muitos de nós jornalistas especializados em sétima arte, somos no fundo de nossas almas, eternos cinéfilos. A paixão pelo cinema veio de várias formas, quase sempre avassaladora, transformando nosso caminho para sempre.

Somente nós cinéfilos compreendemos como é satisfatório estar em uma sala de cinema (alguns nos seus lugares preferidos) e assistir a um bom filme (de preferência).

Quando paramos para contar quantos filmes já vimos, percebemos que a paixão às vezes pode ser um tanto quanto obsessiva. Raciocinando em cima disso, pensemos, existe o número 1! O primeiro filme visto em uma sala de cinema!

Quem vos escreve foi ao cinema quando tinha 6 anos, pela primeira vez. Viu um filme que muitos gostam, outros nem tanto: “Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões“.

A aventura fora estrelada por Kevin Costner e contou com a ajuda de um elenco renomado: Morgan Freeman, Alan Rickman, Sean Connery, Christian Slater, Mary Elizabeth Mastrantonio, Hugh Laurie (sim, o “House” fez esse filme). Mais velho fui informado o quanto de curiosidade rolou por trás daquela produção. A mais curiosa: Sean Connery ganhou 250 mil dólares por dois dias de filmagens nesse longa. Após encerrar o trabalho, o veterano artista doou a quantia que recebeu para instituições de caridade. Um cavalheiro, não?!

Aquela jovem criança, que foi ao cinema pela primeira vez, saiu da sala pasmo, maravilhado e olhando para todos os lados, andares. Sim, havia dois andares. Era um cinema chamado América que ficava no coração da Praça Saenz Peña no bairro da tijuca, no Rio de Janeiro (cinema que hoje virou uma igreja, a fé que eu tinha nesse cinema se converteu, ou alguém lá de cima entendeu tudo errado).

De lá pra cá, muitos filmes se passaram e a paixão daquela criança pelo cinema só cresce.

Bem, essa foi a minha curta história! E a sua?

Qual o primeiro filme que você viu nos cinemas?

 

Comente abaixo:

10 Filmes sobre histórias reais de luta e perseverança!

Pegar como exemplo um personagem de um filme e refletir sobre sua caminhada e os paralelos com sua própria jornada pode ser algo que gera enorme aprendizados. Pensando nisso, separamos abaixo algumas dicas de filmes que podem se tirar lições diversas:

 

Hurricane – O Furacão

Baseado em dois livros sobre essa história real, o filme nos mostra um boxeador chamado Rubin “The Hurricane” Carter que fora injustamente acusado de homicídio e condenado à prisão perpétua. O longa-metragem é dirigido por Norman Jewison, e tem Denzel Washington no papel principal. Denzel recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Berlim, o globo de ouro e uma indicação ao Oscar pelo papel.

 

Eternamente Jovem

Na trama conhecemos um piloto que lá na década de 1930 resolve fazer parte de um experimento – ficar congelado por um determinado período – para lidar com a dor que o atinge após a sua namorada entrar em grave estado de saúde. Só que situações acontecem e ele acaba só acordando muitas décadas depois buscando assim se entender nesse novo mundo que o aguarda.

 

Mãos Talentosas: A História de Ben Carson

Disponível no catálogo da Netflix e baseado em fatos reais, em Mãos Talentosas: A História de Ben Carson conhecemos a história de um jovem pobre que após muito estudo e disciplina vira um dos maiores neurocirurgiões do planeta e também uma figura importante em um hospital (considerado um dos maiores do mundo) localizado em Baltimore, Maryland chamado Johns Hopkins. Vemos nesse emocionante filme a famosa cirurgia do Doutor Carson, uma separação de gêmeos siameses unidos pela parte posterior da cabeça.

 

O Último dos Moicanos

Dirigido pelo cineasta Michael Mann e protagonizado por Daniel Day-Lewis, em O Último dos Moicanos, ambientado no século XVIII, no período conflituoso da América colonial, conhecemos a história de um homem criado por índios que vai faz de tudo para defender o que acredita. Baseado no livro homônimo de James Fenimore Cooper.

 

Whiplash – Em Busca da Perfeição

O músico Andrew (Miles Teller) é um jovem talentoso que estuda na escola de música mais prestigiada dos Estados Unidos. O protagonista é um prodígio da bateria e não pensa em outra coisa a não ser estudar e aperfeiçoar todos seus movimentos. Certo dia, durante uma seleção surpresa para a principal banda de Jazz da escola em que estuda, Andrew é recrutado pelo temido professor Fletcher (J.K. Simmons) e assim começa uma trajetória de dor, sofrimento, dedicação, esforço e amor pela música.

 

Sangue pela Glória

Na trama, conhecemos o pugilista Vinny Pazienza (Miles Teller), um esportista adorado pelos fãs que vem em constante ascensão na carreira. Dias depois de mais uma grande vitória na carreira, pega uma carona em um carro luxuoso que acaba sofrendo um grave acidente numa estrada norte americana. Ficando entre a vida e a morte durante grande tempo, quando acorda do coma induzido descobre que será muito difícil conseguir andar e praticamente nulas as chances de voltar a praticar o esporte que tanto ama. Contando com a ajuda de seu treinador Kevin Rooney (Aaron Eckhart), que treinara anos mais cedo o inesquecível Mike Tyson, Vinny resolve arriscar sua própria saúde e aos poucos volta a treinar em grande nível tendo a incrível chance de conquistar mais um título mundial.

 

Chevalier: A Verdadeira História Nunca Contada

Na trama, conhecemos Joseph Bologne (Kelvin Harrison Jr.), nascido em Guadalupe, lugar que fica nas ilhas ao sul do mar do Caribe que pertence à França, filho de uma escrava e um senhor de terras que desde pequeno mostra sua vocação para música. Ele, sempre muito confiante e driblando o preconceito de muitos ao seu redor, consegue entrar na prestigiada Academia La Boessière onde desenvolve inúmeras habilidades virando um genial esgrimista, um gênio do violino. Os anos se passam e Joseph consegue grande destaque na alta sociedade francesa e em um determinado ponto, com um olhar crítico para tudo que acontece em uma Paris empolvorosa, escolhe seu lado na luta pelos direitos humanos.

 

De Tirar o Fôlego

O equilíbrio entre a mente e o corpo nos preenchimentos de lacunas ligadas aos limites. Um dos mais impactantes documentários lançados no universo dos streamings em 2023, De Tirar o Fôlego, indicado à cinco prêmios desde seu lançamento, nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre. Escrito e dirigido pela cineasta irlandesa Laura McGann, esse projeto tem a maestria de uma narrativa que consegue manter o interesse do espectador do início ao fim onde reviravoltas são vistas aos montes nos levando para enormes caminhos de tensão, angústia e reflexões sobre a vida.

 

O Homem que viu o Infinito

Na trama, conhecemos o humilde matemático indiano Srinivasa Ramanujan (Dev Patel) que mora em um lugar bem pobre em uma Índia fragilizada e carente por ajuda. Ramanujan é matemático e seu sonho é conseguir publicar alguma de suas teorias que ele acredita que podem dar uma luz à diversos conceitos que muitos diziam impossível. Assim, contando com a ajuda de pessoas que gostam dele, consegue que uma de suas cartas chegue até o grande Professor de Matemática Pura da Universidade de Cambridge, Godfrey Harold Hardy (Jeremy Irons) que logo o chama para Universidade (ouvindo os sábios conselhos do amigo e também brilhante matemático John Edensor Littlewood, interpretado pelo ótimo Toby Jones) e juntos começam a trabalhar em diversas teorias que vão de análise progressões de números primos até teorias que futuramente ajudariam a esclarecer os mistérios dos buracos negros.

 

Radioactive

Na trama, conhecemos Marie Skłodowska (Rosamund Pike), uma jovem cientista polonesa que vive na França pois onde encontra um berço para seus estudos. Sofrendo de preconceito por ser mulher e ter um gênio complicado de lidar, Marie acaba conhecendo o também cientista Pierre Curie (Sam Riley) por quem logo se apaixona e passa a dividir teorias sobre seu trabalho, chegando a descoberta das infinidades da radioatividade. A partir disso, muita coisa acontece e impacta não só sua vida pessoal mas a maneira com que vão usar todo esse conhecimento sobre radioatividade jogado às conclusões do mundo.

Os 40 Anos de ‘Sexta-Feira 13’ | O Maior Slasher do Cinema

Uma das franquias mais duradouras do cinema completa 40 anos em 2020. Lançado no dia 9 de maio de 1980 nos cinemas americanos (chegando ao Brasil em dezembro do mesmo ano), Sexta-Feira 13, um filme de história simples e direta, rendeu nada menos do que nove sequências, uma série de TV, um derivado e uma refilmagem. É claro, sem contar as inúmeras peças de marketing e produtos, como álbuns de figurinhas, camisas, bonecos, etc. .

Muito se falou numa continuação para o remake, a ideia, no entanto, não saiu do papel. Agora o plano é por um novo reboot – que possivelmente trará o jogador de basquete LeBron James à frente do projeto como produtor -, apesar de aparentemente estagnado, sem muitas novidades concretas. Uma nova série explorando o tema começou a ser filmada também, porém, prontamente cancelada antes de seu lançamento. Ou seja, a famosa data de azar no título parece ter pego a franquia.

O que importa na verdade, para todos os fãs e aficionados, é o aniversário da saga, que este ano se torna quarentona. E tudo começou aqui, com o primeiro Sexta-Feira 13. Como forma de homenagear este que se tornou o maior slasher de todos os tempos no cinema, o CinePOP traz esta nova matéria com muitas informações, comentários e diversas curiosidades interessantes que talvez muitos não saibam. Portanto, apaguem as luzes, olhem o calendário e vamos conhecer.

O Criador

O grande nome por trás da franquia é Sean S. Cunningham, o diretor e produtor que começou tudo. Cunningham tinha 39 anos quando lançou Sexta-Feira 13 nos cinemas, e já trabalhava como produtor e cineasta – na maioria, filmes de baixo orçamento que não ganharam muita notoriedade. Seu projeto mais famoso até então era Aniversário Macabro (1972), thriller intenso que virou cult, dirigido por Wes Craven (outro lendário nome do gênero), no qual trabalhou como produtor.

O desespero para conseguir sustentar a esposa e o filho tirou de Cunningham seu lado mais marqueteiro, e o sujeito só queria realizar um filme de sucesso. Esse era seu principal objetivo: pensar em um projeto unicamente por seu lado financeiro. Para isso, a primeira ideia do cineasta foi o título. Sexta-Feira 13 é impactante o suficiente. E isso era tudo o que ele tinha realmente quando criou um grande anúncio nas páginas de uma famosa revista da indústria na época, no qual mostrava a arte do título em terceira dimensão quebrando a tela de vidro – algo semelhante ao que é visto no trailer do filme. Foi assim que o cineasta ofereceu seu “filme” aos estúdios. Apesar disso, o título original pensado pelo roteirista era “A Long Night at Camp Blood” – algo como “Uma Longa Noite no Acampamento Sangrento”.

Provocados pelo título intrigante, alguns estúdios fizeram ofertas como num leilão e a Paramount acabou levando a melhor. Tudo o que a empresa estava comprando, no entanto, era um título. Com um orçamento de US$550 mil, o próximo passo era desenvolver a história.

A Ideia

Para o roteiro, Cunningham alistou o usual colaborador Victor Miller. E se o primeiro é o responsável por Sexta-Feira 13 existir, Miller é o responsável por tudo que vemos em tela. É dele a história sobre um grupo de jovens tentando reformar e reabrir um antigo acampamento de verão, mas sendo impedidos por uma presença misteriosa, que os mata um a um. Miller é muito claro (até hoje em entrevistas) sobre o pedido de seu produtor e diretor: imitar HalloweenA Noite do Terror (1978) – que havia se tornado um sucesso de bilheteria anos antes.

Miller, que não era fã de terror, foi então realizar sua pesquisa sobre filmes do gênero, em especial Halloween. A primeira coisa que notou era que precisava de uma tragédia prévia. Em Halloween, o filme abre com o menino Michael Myers matando sua irmã mais velha a facadas – depois, pulamos para o tempo presente. No roteiro de Miller, dois assassinatos ocorrem em 1958 e o acampamento Crystal Lake é fechado. Depois, ficamos sabendo que antes disso um menino chamado Jason havia se afogado no local, devido à negligência dos monitores que deveriam cuidar dele. Para quem conhece a trama, tal fato é toda a motivação do assassino.

Levando em conta que o filme tem nada menos que 40 anos, a esta altura todos devem saber seu segredo. Caso não queiram levar um spoiler, parem de ler, corram para assistir a este novo clássico e continuem este texto depois. Estão avisados.

Uma das sacadas do roteiro de Miller é usar o artifício do “whodunnit”. Isto é, todos os assassinatos são cometidos em primeira pessoa e nunca vemos o rosto do vilão – apenas vislumbres de seus pés e mãos. O filme faz questão de esconder a identidade do psicopata até seu desfecho. No entanto, o culpado não é nenhum personagem que tenha sido apresentado previamente. O assassino aqui é uma mulher – coisa rara em obras do gênero – e não apenas isso, mas é a típica e acolhedora mamãe americana, a Sra. Voorhees. A ideia de Miller era subverter o conceito da agradável mãe de família, que faz tortas de maçã e cuida do marido e dos filhos, a transformando numa psicopata sanguinária e feroz. Ela havia trabalhado no local como cozinheira, e Jason, o menino afogado, era seu filho. Agora, ela retorna para se vingar de todos que pensam em reabrir o local.

O Elenco

Para os personagens que seriam eliminados um a um, Cunningham buscava um elenco jovem e bonito. Esses eram os únicos requisitos. Nas palavras do próprio, eles precisavam parecer figurantes num comercial de Pepsi. No entanto, grande parte destes jovens eram atores de musicais da Broadway, com conhecimento do palco, mas em seu primeiro trabalho no cinema. Dentre os jovens, Kevin Bacon viria a se tornar o rosto mais conhecido – e o único que atualmente evita falar sobre sua participação no terror slasher.

Curiosamente, na época não era o nome de Kevin Bacon o planejado para chamar atenção no elenco dos jovens. Seguindo novamente de perto os planos de Halloween, que trouxe como protagonista Jamie Lee Curtis (filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh), os produtores de Sexta-Feira 13 escalaram Harry Crosby (filho do lendário Bing Crosby) para sua estreia no cinema, no papel do protagonista masculino Bill. A ideia era atrair o público com este chamariz. Ao contrário da protagonista de Halloween, no entanto, a carreira do filho de Crosby não decolou.

A verdadeira protagonista do filme, porém, é Alice, papel de Adrianne King. Ela é a chamada “final girl”, a heroína que sempre sobrevive ao final em todo filme de terror slasher, derrotando o vilão. Curiosamente, ela não é impulsionada desta forma durante a projeção, ganhando protagonismo meio sem querer, ao seguir vivendo enquanto seus amigos são eliminados. Ganhamos, inclusive, uma brincadeira no estilo de Psicose (1960), clássico irretocável de Hitchcock, onde o filme tenta nos vender uma falsa protagonista, que se torna a primeira vítima – aqui a caronista Annie (Robbi Morgan), a nova cozinheira que nunca chega ao acampamento.

O verdadeiro nome de peso em Sexta-Feira 13 na época, entretanto, era o da atriz Betsy Palmer, que interpreta a vilã Sra. Voorhees. Palmer, falecida em 2015 aos 88 anos, era uma atriz estabelecida da década de 1950, que havia parado de atuar. Entrando no ostracismo e precisando do dinheiro, ela aceitaria o papel mesmo tendo achado o roteiro uma boa m*rda, palavras da própria. Mal sabia ela que esta viria a se tornar sua personagem mais famosa e a que a deixaria imortalizada para sempre. Palmer tentou dar o máximo de credibilidade ao papel, atuando de forma contida e séria (dentro do possível), evitando exageros megalomaníacos – mesmo que possamos perceber claramente sua loucura no desfecho. Betsy Palmer recebeu US$1 mil por dia, e trabalhou apenas dez dias na produção.

Maquiagem e Trilha Sonora

Apesar de algumas surpresas em sua trama e alguns diferenciais (como ter uma assassina mulher, uma senhora em busca de vingança pela morte do filho), o roteiro de Sexta-Feira 13 não é um primor, por assim dizer. Então, o longa foi vendido através de alguns outros possíveis atrativos. Um deles foi a sua maquiagem e efeitos visuais – os melhores da época no gênero. Para tanto, a produção foi atrás de Tom Savini, que havia criado tais elementos para Despertar dos Mortos, de George Romero, dois anos antes, e impressionado a equipe deste filme. E grande parte do sucesso de Sexta-Feira 13 se deve aos impressionantes efeitos sangrentos que Savini trouxe para a produção. São flechas atravessando pescoços, machadadas na cara, decapitações e todo tipo de cortes, perfurações e machucados – que chocaram e entretiveram a plateia da época, assim como um trem fantasma de parque de diversão. Ou uma montanha russa, repleta de sustos e adrenalina.

Foi inclusive devido à maquiagem de Savini que ganhamos o maior vilão que esta franquia veria: Jason. Como dito acima, a assassina aqui é a Sra. Voorhees, a mãe de Jason – o próprio aparece apenas em flashback se afogando enquanto sua mãe conta sobre sua morte acidental. Originalmente, Jason não estaria no primeiro filme, e em partes não está.

Acontece que os realizadores perceberam que precisavam de um final apoteótico, e seguiram à risca “copiando” de sucessos recentes da época. O escolhido como “inspiração” para terminar o longa foi Carrie – A Estranha (1976), que utiliza um jump scare final de uma mão saindo do túmulo – uma sequência de sonho. Em Sexta-Feira 13, foi criada a cena final em que o menino Jason pula do lago e leva Alice para o fundo. Ela acorda no hospital, mostrando que era apenas um sonho, assim como no filme citado de Brian De Palma. Para que o susto ficasse ainda mais impactante, Savini desenvolveu a maquiagem deformada para o rosto de Jason, além do lodo e das plantas, por ter ficado todo este tempo dentro do lago. Daí nascia o conceito do grande vilão dos slasher.

Quanto à música, a famosa trilha de Sexta-Feira 13, o responsável foi o compositor Harry Manfredini. Sua ideia foi usar a nervosa música apenas nos ataques do assassino. E para isso, tirou dos delírios da Sra. Voorhees a amálgama de sílabas das palavras por ela proferidas durante o filme para criar a icônica “tchi tchi tchi tcha tcha tcha”. Na verdade, ecos de sintetizadores que ressoam o “ki ki ki” da palavra kill (matar) e “ma ma ma” de mommy (mamãe). Ou seja, trechos do diálogo “mate ela mamãe”, que a vilã, no melhor estilo Norman Bates e sua mãe, profere a si mesma.

Recepção e Legado

Sexta-Feira 13 estreou e se tornou um verdadeiro sucesso de bilheteria. Com um orçamento de US$550 mil, o terror rendeu US$40 milhões somente nos EUA. O filme virou uma febre e viveu para se tornar o mais famoso dentro do subgênero slasher – podemos até mesmo afirmar que foi o responsável por impulsioná-lo ao mainstream, e criar tendência. De repente, todo mundo queria uma fatia deste sucesso, e diversas produções no estilo eram criadas, pelos mais variados estúdios e produtoras. Até mesmo Halloween, o filme imitado, se viu correndo atrás dos louros de seu imitador – os produtores obrigaram John Carpenter a confeccionar uma sequência para surfar no sucesso de Sexta-Feira 13.

Mostrando que crítica e público nem sempre respondem a um filme da mesma forma, Sexta-Feira 13 foi massacrado pela imprensa especializada. As principais acusações eram a violência excessiva e a violência direcionada à mulher. Acusado de misoginia, o filme foi usado como exemplo no programa especial dos críticos Gene Siskel e Roger Ebert (os primeiros e mais famosos “críticos em vídeo” do mundo) sobre a violência contra jovens mulheres neste tipo de filme. Siskel foi além, chegando ao ponto de divulgar o endereço de Betsy Palmer no jornal em que escrevia (um veículo importante de Chicago), incentivando os fãs decepcionados da atriz a lhe escreverem cartas criticando sua escolha de projeto. Felizmente para Palmer, o crítico divulgou o endereço errado.

Sexta-Feira 13 é violento, assustador e sangrento. Seu único objetivo era o sucesso financeiro e isto foi atingido por seu criador Sean S. Cunningham. Mas nem mesmo ele, o roteirista Victor Miller, ou qualquer envolvido poderia prever o sucesso meteórico do filme junto aos fãs de terror e dos jovens. Para termos uma ideia, as críticas conservadoras de gente como Gene Siskel citado acima, apenas serviram para catapultar ainda mais as vendas de ingresso. É a famosa estratégia publicitária do falem mal, mas falem de mim. Seu rendimento foi tão satisfatório que a Paramount tratou de dar sinal verde instantâneo para a sequência, lançada logo no ano seguinte. E assim novas continuações foram lançadas durante praticamente todos os anos da década de 1980 – com um total de oito filmes lançados até 1989.

Ninguém imaginaria a proporção que a coisa tomaria e a dimensão desta propriedade, adorada até hoje. Cunningham construiu um mini império e os envolvidos continuam famosos e adorados. Mesmo com uma ideia simples, talvez datada hoje, mas bem executada, Sexta-Feira 13 é um pré-requisito e uma obra indispensável para todos que se dizem fãs do gênero terror no cinema.

CLÁSSICO faz sucesso na Netflix – Sigourney Weaver e Holly Hunter caçam um serial killer no thriller que faz 30 anos

Nos anos 1990, Hollywood viveu uma verdadeira febre de thrillers psicológicos com assassinos em série: ‘O Silêncio dos Inocentes, ‘Seven, ‘O Colecionador de Ossos… e no meio desse panteão sangrento surgiu uma joia tensa e elegante chamada ‘Copycat – A Vida Imita a Morte, lançada em 1995, cheia de suspense, paranoia e… enciclopédias sobre crimes reais. O filme completa 30 anos de seu lançamento e está fazendo sucesso atualmente na Netflix.

A ideia para o filme partiu do roteirista Ann Biderman, que viria a criar anos depois a aclamada série ‘Ray Donovan. O conceito era intrigante: um assassino começa a cometer crimes inspirados em outros famosos serial killers da história, como Jack, o Estripador, e Ted Bundy. Um caso para especialistas, com certeza — e foi justamente isso que tornou o projeto tão atraente para os estúdios na época.

Mas havia um diferencial aqui: o centro da trama seria ocupado por duas mulheres. Nada de detetive homem durão fumando no canto. A protagonista era uma psicóloga criminal reclusa e agorafóbica, e sua aliada, uma detetive durona e sem papas na língua. Bingo! Um thriller policial que quebrava o molde e colocava duas atrizes de peso para sustentar a tensão.

Com o roteiro em mãos, a produção caiu no colo da Regency Enterprises, com distribuição da Warner Bros., em plena fase de ouro do gênero suspense. Quem assumiu a direção foi Jon Amiel, um cineasta britânico que já tinha no currículo o elogiado ‘Sommersby: O Retorno de um Estranho (com Jodie Foster e Richard Gere).

Amiel queria que o filme tivesse uma abordagem mais cerebral do que sanguinolenta. Em vez de cenas gratuitas de violência, o diretor preferiu focar na psicologia dos personagens e em como o medo pode paralisar, tanto literal quanto emocionalmente. A atmosfera do longa é sufocante, densa, mas com um visual elegante — quase como uma versão noir high-tech dos anos 90.

O diretor também se preocupou em criar um vilão que fosse mais do que apenas um psicopata: alguém que acreditava ter um propósito, ainda que distorcido. O resultado é um jogo de gato e rato tenso, onde a única constante é o medo.

A estrela do filme é ninguém menos que Sigourney Weaver, num dos papeis mais complexos de sua carreira. Ela interpreta a Dra. Helen Hudson, uma renomada psicóloga criminal que, após ser atacada por um ex-paciente, desenvolve um quadro severo de agorafobia e passa a viver trancada em seu apartamento, cercada por tecnologia, livros e ansiedade.

Do outro lado da história, temos a excelente Holly Hunter, no papel da detetive M.J. Monahan — uma policial durona, sarcástica e altamente competente. A dinâmica entre as duas atrizes é o coração do filme: Helen é o cérebro, M.J. é a ação. Ambas são feridas, mas determinadas.

O vilão é interpretado por William McNamara, que entrega um desempenho perturbador como o jovem Peter Foley, um assassino com fascínio por serial killers clássicos. E não dá pra esquecer do sempre eficiente Dermot Mulroney, como o parceiro de M.J., e do inquietante Harry Connick Jr., que interpreta Daryll Lee Cullum, o maníaco preso que já tentou matar Helen e ainda assombra sua mente com telefonemas e citações assustadoras.

A história de ‘Copycat gira em torno da Dra. Helen Hudson, que após sobreviver ao ataque de um serial killer, decide nunca mais sair de casa. Sua vida se resume a janelas fechadas, encontros virtuais e palestras online — lembrando que isso era 1995, muito antes do Zoom virar moda.

Mas sua reclusão é abalada quando um novo assassino começa a atacar vítimas seguindo padrões de famosos serial killers da história. Os crimes são meticulosamente copiados: as poses, os métodos, até os locais. A polícia percebe que não está lidando com um assassino comum, e M.J. recorre à única especialista capaz de identificar o padrão — Helen.

Juntas, Helen e M.J. tentam decifrar a identidade do assassino, num jogo de tempo e mente. O problema é que o assassino também está observando Helen, e sabe exatamente como fazê-la quebrar. O suspense cresce em ritmo acelerado, culminando num terceiro ato cheio de tensão, tiroteios e uma das melhores reviravoltas do gênero.

Lançado no final de outubro de 1995, ‘Copycat foi bem recebido pela crítica, embora tenha sido um pouco ofuscado por outros thrillers da década. A direção segura de Amiel e o roteiro bem estruturado foram elogiados, mas o que realmente conquistou os críticos foram as atuações centrais.

Sigourney Weaver foi amplamente aclamada por sua interpretação vulnerável, mas afiada, de uma mulher traumatizada tentando superar seus medos. Holly Hunter, por sua vez, brilhou com uma personagem carismática, firme e completamente diferente de seus papeis anteriores.

A crítica também destacou o roteiro inteligente e a abordagem mais contida da violência, com suspense mais psicológico do que explícito. Alguns críticos compararam o filme com ‘O Silêncio dos Inocentes, apontando que, embora não tivesse o mesmo impacto cultural, ‘Copycat era mais realista em sua abordagem do medo e da obsessão.

Copycat‘ estreou no fim de semana do dia 27 de outubro de 1995. Nessa época, outro filme de serial killer dominava as bilheterias: ‘Seven‘, de David Fincher, lançado no final de setembro, o longa permaneceu em primeiro lugar das bilheterias por quatro finais de semana. Quando ‘Copycat‘ estreou, ‘Seven‘ já havia caído para sexta posição, e o topo da bilheteria era dominado pela comédia ‘O Nome do Jogo‘, com John Travolta e Gene Hackman, que também permaneceu bastante tempo como número 1 – por três semanas.

Copycat‘ estreou em quarta posição do ranking, com US$5.1 milhões. Como dito, o primeiro lugar pertencia a ‘O Nome do Jogo‘, mas outras duas estreias foram melhores que a do thriller. Em segunda posição, o drama sobrenatural ‘Energia Pura‘, com Jeff Goldblum. Pouco mencionado hoje em dia, na época o longa fez certo sucesso, e abriu com US$7.1 milhões. Em terceira posição, o “terror” de Eddie Murphy, ‘Um Vampiro no Brooklyn‘, que abriu com US$7 milhões.

Com um orçamento estimado em US$ 20 milhões, ‘Copycat teve um desempenho razoável nas bilheteiras: faturou cerca de US$32 milhões nos Estados Unidos, e um total global de mais de US$60 milhões. Não foi um blockbuster, mas também não foi um fracasso — foi o típico “thriller de respeito”, que encontrou seu público aos poucos.

O filme se destacou especialmente no mercado de home video e nas locadoras, onde virou presença constante nas prateleiras de suspense. Muita gente descobriu o longa por acaso em VHS ou DVD, o que ajudou a construir seu status de cult ao longo dos anos.

Além disso, o timing atual ajudou: com o crescimento do interesse por true crime e serial killers, ‘Copycat ganhou um novo fôlego ao ser constantemente citado em listas do tipo “thrillers esquecidos que valem a pena”.

Em 2025, três décadas depois de sua estreia, ‘Copycat – A Vida Imita a Morte se mantém como um dos thrillers mais subestimados dos anos 1990. Em tempos de podcasts sobre crimes reais, séries como ‘Mindhunter‘, documentários da Netflix sobre serial killers e até comédias como ‘Only Murders in the Building‘, o filme parece até mais relevante hoje do que em sua época.

A dinâmica entre Sigourney Weaver e Holly Hunter envelheceu como vinho, e o enredo que gira em torno do medo, do trauma e da obsessão permanece assustadoramente atual. O filme também é celebrado por ser um dos poucos thrillers do gênero com duas protagonistas femininas fortes — sem precisar sexualizar ou forçar estereótipos.

Reassistido hoje, ‘Copycat é uma aula de suspense elegante: silencioso, calculado, cheio de tensão e sem perder o apelo pop. Seu vilão não é só assustador — ele é plausível. E isso é o que torna o filme ainda mais eficaz.

Copycat pode não ter ganhado o Oscar ou virado uma franquia milionária, mas deixou sua marca como um dos thrillers mais inteligentes e bem construídos da década de 90. E cá entre nós: poucos filmes conseguem fazer você olhar por cima do ombro depois de desligar a TV.

‘Tidelands’: Série australiana da Netflix sobre sereias ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de sua primeira série australiana, intitulada ‘Tidelands‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada no dia 14 de dezembro.

Na trama, “Um corpo aparece na costa de uma pequena cidade pesqueira, que é habitada por criaturas metade sereias e metade humanas, conhecidas como Tidelanders.”

O elenco inclui Charlotte Best, Dustin Clare, Mattias Inwood, Aaron Jakubenko, Finn Little, Madeleine Madden, Bill Sentelle, Elsa Pataky e o brasileiro Marco Pigossi.

‘O Homem Invisível’: Aldis Hodge entra para o elenco do remake da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Aldis Hodge (‘Do que os Homens Gostam‘) entrou para o elenco do remake de ‘O Homem Invisível‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Detalhes sobre o seu papel, no entanto, ainda não foram revelados.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão terá baixo orçamento e está sendo descrita como “assustadora”.

A trama vai seguir Cecilia (Moss), que recebe a notícia sobre o suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em dúvida quando ela começa a suspeitar que seu ex não está realmente morto.

Por enquanto, apenas Elisabeth Moss e Storm Reid estão confirmadas no elenco.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março de 2020.

Antes do Dark Universe da Universal Pictures entrar em colapso, Johnny Depp iria protagonizar o remake, mas se afastou do projeto devido as mudanças criativas.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Um Lugar Silencioso 2’: Família luta pela sobrevivência em novo cartaz IMAX

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ ganhou um novo cartaz IMAX.

Confira:

Segundo projeções iniciais (via Variety), a sequênci promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

O novo capítulo deve abrir com US$ 60 milhões apenas em seu primeiro final de semana. Caso mantenha o entusiasmo do público, é possível que o número cresça exponencialmente.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.