Em entrevista ao Deadline, Sam Elliott (‘Nasce uma Estrela’) quebrou o silêncio e se desculpou pelos comentários preconceituosos que fez sobre o aclamado ‘Ataque dos Cães‘.
“Eu disse no podcast WTF que considerava a Jane Campion uma diretora brilhante, e quero me desculpar com todo o elenco incrível de ‘Ataque dos Cães’, especialmente com o Benedict Cumberbatch. Só posso dizer que sinto muito. Eu realmente sinto.”
Ele continua, “Eu não fui bem articulado no que disse. Falei coisas que machucaram as pessoas e eu me senti terrível com isso. A comunidade gay sempre foi incrível comigo em toda a minha carreira. Sinto muito por ter machucado qualquer pessoa pelas palavras que eu usei.”
Elliott havia desabafado em um podcast, chamando a produção de Campion de “um pedaço de merda”, que faz “alusões a homossexualidade”. Ele também comparou os personagens cowboys aos dançarinos de Chippendales que “usam gravatas-borboleta e nada mais”.
Em resposta às declarações, a cineasta Jane Campion detonou o ator pelos seus comentários: “Eu acho que tudo isso é realmente lamentável e triste, porque a declaração se encaixa na tríade da misoginia, xenofobia e homofobia. Eu não gosto disso. Creio que ele foi bem chato quanto ao caso. Além disso, ele não é um cowboy, ele é um ator. Quando Sam Elliott saiu do seu papel, eu o encontrarei no OK Corral no set de Doutor Estranho, e fomos filmar. Veja, o Velho Oeste é um espaço mítico e há muito o que se explorar no gênero”
Vale lembrar que a produção foi indicada a 12 categorias no Oscar 2022, no qual ganhou Melhor Direção.
Com direção de Campion e baseado na obra homônima de Thomas Savage, ‘Ataque dos Cães‘ acompanha os ricos irmãos fazendeiros Phil e George Burbank. Quando George traz a nova esposa, Rose, e o filho dela, Peter, para a fazenda, os dois devem lidar com o comportamento cruel de Phil.
A trajetória dos 50 anos de carreira de Sidney Magal. Os momentos mais significativos da vida do cantor, dançarino, ator e dublador que se tornou um ícone da música popular brasileira. O homem por trás do ídolo, sob o ponto de vista dos próprios participantes da história.
Curiosidades:
» A produção conta a história da vida do cantor Sidney Magal, o cigano latino que ‘sensualizava’ antes mesmo da palavra existir;
Com 86 críticas publicadas até o momento, o terror de possessão demoníaca ‘When Evil Lurks‘ conquistou impressionantes 99% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Segundo o consenso geral, o longa traz um tom intenso, brutal e assustador, além de apresentar um novo ângulo para o subgênero de possessão demoníaca.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Um filme de possessão demoníaca completamente diferente do que já vimos anteriormente. É uma das produções mais ousadas, intensas, viscerais e imprevisíveis do ano.” (Inverse)
“O filme dirigido por Demián Rugna não poupa ninguém das crueldades deste mundo.” (Slant Magazine)
“Demián Rugna aborda a possessão demoníaca de uma forma extremamente sinistra. Ele está interessado em apenas duas coisas: sofrimento e conselhos duvidosos na luta contra satanás.” (Los Angeles Times)
“‘When Evil Lurks’ é inspirador e imerviso, construído visualmente com muito cuidado e, principalmente, é completamente insano.” (Decider)
“Este terror é como uma mistura entre filmes de zumbis e possessão demoníaca, mas resulta em algo completamente inesperado dentro destes dois subgêneros.” (Common Sense Media)
“Para os espectadores que ficaram decepcionados com o reboot de ‘O Exorcista’, pode haver alguma compensação neste conto tematicamente adjacente do diretor argentino Demián Rugna.” (48 Hills)
“O filme dirigido por Demián Rugna foi conscientemente construído para abalar os espectadores e deixá-los sem nada em que se agarrar, a não ser uma miséria palpável.” (In Their Own League)
Confira o trailer:
Demián Rugna (‘Aterrorizados’) é responsável pela direção.
Dois irmãos encontram um cadáver mutilado perto de sua propriedade e se reúnem com os moradores locais para investigarem o incidente. Logo, eles descobrem que os acontecimentos estranhos na região estão sendo causados por um espírito que entrou em um homem que estava à espera dos procedimentos necessários para livrar seu corpo de um demônio purulento…
Uma equipe de fracking liderada por americanos trabalhando nas profundezas da natureza selvagem da Sérvia se encontra em desacordo com os consultores ambientais designados pelo governo. Quando recebem aprovação para perfurar, os trabalhadores descobrem o inimaginável: um monstro parasita adormecido sepultado nas profundezas da rocha congelada. Agora desperto, ele atravessa a instalação de mineração em busca do hospedeiro perfeito.
O elenco conta com Toby Poser, John Adams, Max Portham, Olivera Peruničić, Anders Hove,Aleksandar Trmčić, Petar Arsić, Bruno Veljanovski, Marko Vučković, Joana Knežević e Ivan Đorđević.
O terror será lançado pelo Shudder no dia 23 de agosto.
O próximo ciclo será dividido em duas partes: a primeira será lançada no dia 6 de agosto, enquanto a segunda chegará apenas em 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
Em MISSÃO REFÚGIO, um homem marcado pelo passado que se esconde em uma ilha remota. Tudo muda quando ele salva uma garota de uma violenta tempestade no mar. O resgate logo se transforma em uma fuga perigosa, colocando os dois na mira de inimigos implacáveis. Sob ameaça constante, ele terá que usar todas as suas habilidades para protegê-la a qualquer custo.
Além de anunciar o ator na produção, Johnson comentou sobre a amizade entre os dois e o papel que ele interpretará no drama:
“Nosso @sevenbucksprod está animado para dar as boas-vindas a Vince Vaughn ao nosso elenco #FightingWithMyFamily. Ele amou o roteiro e cravou seus dentes nele para personificar esse personagem. Ele interpretará um homem que eu conheço muito bem e aqueles de vocês que seguem a história da luta livre também sabem. A estrela de luta livre dos anos 80 que desperdiçou seu dinheiro e oportunidades porque não teve a capacidade de segurar sua fama. Uma decisão ruim após outra, mas hoje ele admite suas ações passadas e faz tudo o que pode para retribuir ao ramo de luta livre que ele ama. Vince tem sido um amigo meu há anos e estou empolgado para ver o que ele trará para esse papel. Eu cresci e adoro este mundo selvagem, louco e imprevisível deste esporte. Nosso pequeno projeto de paixão está se formando muito bem”.
Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em
O trabalho mais recente de Vaughn foi em ‘Até o Último Homem’. Futuramente o ator poderá ser visto no thriller dramático ‘Brawl In Cell Block 99’ e no drama ‘The Forgiven’.
‘Fighting With My Family’ está sendo roteirizado por Stephen Merchant, que também será o produtor executivo. A produtora de Johnson vai supervisionar o filme, se unindo a Misher Films, WWE Studios e Film4 para as filmagens. O ator também será produtor executivo junto com Dany Garcia e Hiram Garcia. Michael Luisi e Kevin Misher produzirão também.
Sobre a trama:
“O filme segue a história do ex-gângster e ex lutador Ricky, sua esposa Julia, seus filhos Saraya e Zak que ganham a vida lutando em locais minúsculos ao redor do país. Ricky e Julia querem uma vida melhor para seus filhos e quando os irmãos tem a chance de fazer um teste para ingressar no WWE, parece que o sonho da família está se tornando realidade e todos os seus problemas serão resolvidos. No entanto, Saraya e Zak estão prestes a aprender que se tornar um lutador de WWE exige muito mais do que eles jamais imaginaram”.
Após inúmeras especulações, os rumos da série ‘House of Cards’ foram finalmente definidos.
A Netflix anunciou que as filmagens da sexta e última temporada serão retomadas em no início de 2018.
O novo ciclo terá outra alterações. Ao contrário dos demais anos, este contará com apenas oito episódios. Vale relembrar que Kevin Spacey não retorna para o seu papel, deixando Robin Wright como a única protagonista.
Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles eEric Roth.
A próxima temporada da popular série ‘Supernatural’ ganhou uma nova imagem, que traz Castiel (Misha Collins) machucado, ao lado de Sam Winchester (Jared Padalecki).
Confira:
O showrunner de ‘Supernatural‘, Andrew Dabb, revelou que a 14ª temporada da série terá um episódio inspirado nos clássicos slashers dos anos 80.
“Sam e Dean e todo a equipe se envolveram em uma homenagem aos slashers dos anos 80. Nós teremos algumas cenas bastante sangrentas planejadas para este episódio.”
O episódio em questão será o quarto da próxima temporada, ainda sem título.
Dabb também falou sobre os desafios de desenvolver episódios sem o Dean. Apesar de Jensen Ackles continuar na série, ele estará interpretando o arcanjo Michael.
“A série foi construída sobre dois pilares: Sam e Dean. Nós tiramos alguns pedaços do Sam em alguns momentos, mas nunca de uma forma completa. Ele esteve sem alma e coisas do tipo, mas sempre esteve presente. O Dean demônio só durou um episódio, e passou a maior parte do tempo fora da tela.”
Ele continua, “Um dos pilares do programa não estará presente. E, de algumas formas, torna nosso trabalho muito difícil, porque ele é uma parte essencial da série. Mas isso também é emocionante para o Jensen e para nós ter a oportunidade de desenvolver este novo personagem.”
A 14ª temporada de ‘Supernatural‘ estreará no dia 11 de outubro, na CW.
Irreverência, carisma e improviso sempre foram algumas das mais fortes características de Eddie Murphy. De raciocínio rápido, ele percorre por frases de efeito cômicas como quem se sente à vontade, como quem absorve o mundo ao seu redor e sabe transformá-lo em uma boa piada. Sua percepção caricata do mundo nos presenteou com clássicos modernos como Um Tira da Pesada e Um Príncipe em Nova York. Sua postura unapologetic o consagrou como um dos ícones do humor oitentista.
E mais de 30 anos depois da sua fagulha instantânea de encanto com o público ele está de volta, rompendo com o silêncio de pouco mais de uma década de fracas performances, nos lembrando o porquê nos apaixonamos por ele no auge de sua juventude. Saindo de um hiato em direção à pré-lista de indicados às grandes premiações de 2020, Murphy faz de Meu Nome é Dolemite a redenção de um gênio que jamais deveria ter se afastado de sua primorosa essência.
Dolemite é uma figura caricata por natureza. Extravagante e bocudo, ele é a personificação hiperbólica da comunidade afro-americana. Com suas frases cheias de palavrões, muita vulgaridade em sua linguagem comunicativa e uma completa sensação de grandiosidade, o personagem é também o retrato humorístico de seu próprio povo e de suas histórias familiares. Representando a negritude com um humor que funciona mesmo, o sketch criado por Rudy Ray Moore se tornou maior que a própria vida, sendo imortalizado como a resposta para a falta de representatividade cultural e artística na indústria cinematográfica no auge dos anos 70. E aqui, na obra dirigida porCraig Brewer, esse sentimento de pertencimento social, racial e cultural são resgatados e abordados, a partir de uma trama inspiradora que apresenta um dos mais emblemáticos personagens do gênero Blaxploitation para gerações que sequer estavam vivas à sua época para desfrutar de seu sucesso e crescimento.
Com uma estética colorida e que explora as padronagens, texturas e tecidos mais comuns da moda setentista, Meu Nome é Dolemite é completo em sua totalidade, apresentando um visual cativante desde seu design de produção aos figurinos, que enaltecem a beleza negra em tons fortes e chamativos. Trazendo Murphy como o frontman de toda essa plasticidade, ele caminha com passos ritmados como se sempre estivesse dançando, usa uma bengala estratégica para garantir o seu mojo e traja chapéus performáticos e que acrescentam um vigor diferente à caricatura de seu personagem.
Visivelmente acima do peso, ele nunca esteve tão confortável em sua própria pele, não tem medo de suas curvas acentuadas e ainda consegue extrair um certo charme de sua barriga saliente, se despindo – literalmente – diante do público, como quem está disposto a encarar toda a irreverência de Dolemite. Com uma postura impecável, sua persona valoriza ainda mais toda a estética da produção, fazendo da comédia original daNetflix um espetáculo que compete em nível de igualdade com tantas outras produções apresentadas no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2019.
Recriando algumas das cenas mais inusitadas do primeiro Dolemite, a cinebiografia é categórica e fez seu dever de casa, copiando quadro a quadro as tomadas, estabelecendo os mesmos figurinos usados na produção, à medida que também mostra os bastidores de um longa de baixíssimo orçamento, onde a falta de estrutura e conhecimento técnico imperavam. Com uma mensagem otimista e inspiradora, Meu Nome é Dolemite ainda instiga os sonhadores peculiares, que almejam carreiras suntuosas de tão difíceis de serem alcançadas. Divertido e envolvente, o longa ainda traz uma série de personagens coadjuvantes que ajudam a ditar o humor e o soul da produção, tornando-a uma bela homenagem ao gênero Blaxploitation, conforme também se torna um deleite ao público negro, que ainda peleja em se ver representado nos cinemas.
Bem dirigido, o filme ainda conta com um roteiro pontual, que aborda apenas o início da jornada de sucesso de Dolemite, instigando a audiência mais alheia à sua história a descobrir a fundo sua extensa trajetória cinematográfica, bem como o que fez com que ele se transformasse em um ícone capaz de conquistar públicos das mais diversas raças.
Roteirizado por Scott Alexander e Larry Karaszewiski (autores de outra produção cultuada no mesmo estilo: Ed Wood, de Tim Burton), Meu Nome é Dolemite segue com uma narrativa linear simples, o que de maneira alguma impacta em seu poder narrativo. Trazendo todos de forma instantânea, o longa nos leva pelo ritmo da belíssima atuação de Eddie Murphy – que retoma sua essência humorística com maestria, fazendo suspirar por seu tão aguardado e caricato retorno. Com uma trilha sonora que vai a fundo na funky music dos anos 70, sob uma plasticidade que explora as cores e estilos vivos do período, Meu Nome é Dolemite ainda promete se destacar nas grandes premiações no ano seguinte, com honrarias dignas. E se ainda assim sua indicação ao Oscar não vier, Murphy pelo menos inicia 2020 com uma bela indicação ao Globo de Ouro. Amém?! Amém baby!
Para garantir a segurança de todo o elenco e de sua equipe de apoio, a emissora The CW está realizando uma bateria de testes de Coronavírus nos bastidores da série ‘Superman & Lois‘, antes de iniciar as filmagens da produção.
E a atriz Elizabeth Tulloch compartilhou um rápido vídeo onde ela é submetida a novos testes, para que então possa ingressar no set de gravações.
Confira:
“Representando meu time durante meu primeiro teste de Covid de hoje, para Superman & Lois”.
Recentemente, a CW divulgou um novo teaser do universo compartilhado da DC nas telinhas, agora chamado ‘CWVerse’.
O vídeo recapitula alguns momentos marcantes desde o início da jornada apresentada em ‘Arrow‘ até chegar às mais novas produções da emissora, incluindo ‘Stargirl‘.
Ao final, há um breve teaser de ‘Superman & Lois‘, que estará disponível em janeiro de 2021.
Confira, junto com a sinopse e os cartazes individuais:
“Em ‘Superman & Lois’, anos depois de enfrentarem supervilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem.
Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”
Vale lembrar que a CW já encomendou uma temporada completa da atração.
A trama será bem semelhante à ‘Lois & Clark‘ (1993-1997), e irá acompanhar a rotina do casal enquanto tentam lidar com a pressão e o estresse em dividir suas vidas como jornalistas e guardar o segredo do maior herói da América, o Superman.
O projeto é escrito por Todd Helbing, produtor executivo de ‘The Flash‘, e supervisionado por Greg Berlanti, produtor da DC Universe e da Warner Bros. Television.
O thriller de invasão domiciliar ‘Intrusion‘, estrelado por Logan Marshall-Green (‘Upgrade: Atualização’) e Freida Pinto (‘The Path’), já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (22) na grade de programação.
A trama gira em torno de um casal que se muda para uma cidade pequena e acabam sofrendo uma invasão domiciliar que deixa a esposa traumatizada e desconfiada que todos ao seu redor não sejam o que parecem.
Assista ao trailer:
Adam Salky é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo‘).
Na nova temporada de ‘Ginny e Georgia‘, disponível na Netflix, o prefeito Paul Randolph (Scott Porter) se vê no olho do furacão — literalmente. Envolvido no julgamento por assassinato de sua esposa Georgia Miller (Brianne Howey), o personagem enfrenta o que o ator descreve como uma “temporada de acerto de contas”.
“Tenho repetido essa palavra várias vezes para definir a 3ª temporada: acerto de contas”, disse Porter em entrevista ao Deadline. “Muitos personagens ignoraram coisas que deveriam ter enfrentado, tomaram decisões impensadas, não buscaram ajuda quando precisavam. E agora, tudo isso cobra seu preço”.
No final da segunda temporada, Georgia revela parte de seu passado turbulento a Paul, incluindo o histórico de abusos com o ex-marido Gil. Mas, como Porter ressalta, ela ainda escondeu outras verdades — o que se torna central no novo arco dramático do casal.
“Paul precisa se proteger, tanto na relação quanto politicamente. Se sua parceira continua mentindo para você, em algum momento, é preciso se preservar”, afirmou o ator. “E se sua relação começa a prejudicar sua carreira, você tem que pensar em si”.
Descrito por Georgia como seu “cavaleiro de armadura brilhante”, Paul chega ao ponto de ruptura nesta temporada. Segundo Porter, seu personagem enfrenta um momento decisivo que testará sua integridade pessoal e profissional — e isso inclui até reflexões em uma cena significativa ao lado de Ginny (Antonia Gentry) durante uma corrida.
O ator, também conhecido por seu papel em ‘Friday Night Lights‘ e ‘Hart of Dixie‘, ainda comentou sobre o que pode estar reservado para Paul na já confirmada quarta temporada.
Fora das telas, Porter também se reuniu recentemente com seu grupo vocal VoicePlay para gravar uma versão de Until I Found You, de Stephen Sanchez — canção que embala a entrada de Georgia no casamento na 2ª temporada. O clipe foi lançado hoje no canal oficial do grupo no YouTube.
No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.
No vídeo, Howard revelou que o filme começa após um evento que ameaça a vida de todos os dinossauros e Pratt acrescentou que um dos dinossauros matará muitas pessoas e causará muito caos. Assista a entrevista:
A cinebiografia de Freddie Mercury, ‘Bohemian Rhapsody‘, ganhou seu primeiro pôster. A arte está circulando pela internet após ter sido exibida em um cinema nos EUA. Confira, junto com o teaser anunciando o primeiro para amanhã (15):
Vale lembrar que o título da cinebiografia faz referência a magnífica canção homônima, considerada uma das melhores já feitas na história da música.
Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.
Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.
‘Bohemian Rhapsody’ ainda tem estreia prevista para 02 de Novembro de 2018 nos cinemas americanos.
De 2008 pra cá o Universo Cinematográfico Marvel foi bastante modificado. Iniciado com uma proposta mais pé no chão, sua realidade de hoje envolve uma guerra espacial contra um déspota alienígena roxo. Porém, uma coisa que sempre esteve lá, conectando os mais diversos heróis, são as Joias do Infinito. Seis artefatos mais antigos que o próprio universo, que juntos são capazes de dar o poder sobre tudo ao seu portador.
Mas você sabe quais são e onde estão as Gemas no UCM? Explicaremos tudo sobre elas no post. Confira!
Origem
A primeira vez que o termo “Joia do Infinito” foi usado nos cinemas data de 2013, na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio. Nela, Lady Sif (Jaimie Alexander) e os Três Guerreiros entregam o Éter ao Colecionador (Benicio Del Toro) para que o mesmo guarde a joia em sua coleção.
Em Guardiões da Galáxia (2014), o mesmo Colecionador explica que antes da criação do universo, as Entidades Cósmicas condensaram alguns aspectos fundamentais da futura existência universal em seis singularidades sencientes. Espaço, Mente, Realidade, Poder, Tempo e Alma viraram as tão faladas joias do infinito. Cada uma dá ao seu portador habilidades especiais, quando reunidas, elas proporcionam o controle absoluto.
Peraí, Entidades Cósmicas? O que é isso?
(As Entidades Cósmicas retratadas nas paredes do Cofre de Morag, em Guardiões da Galáxia)
As Entidades Cósmicas são “materializações” de conceitos abstratos responsáveis por reger tudo que existe. Todas são oniscientes e onipresentes. Extremamente poderosas, são imbatíveis e interdependentes. No Universo Cinematográfico Marvel, elas são resumidas a quatro forças fundamentais:
Eternidade: Essa entidade existe em todos os planos, realidades e universos. Representando o Tempo, ela personifica todos os seres existentes no Universo Marvel e sua constante evolução. Seus poderes incluem o controle sobre o tempo, matéria, energia, realidade e magia. Após raptar a Morte, há uma série de acontecimentos que o fazem ser considerado por Thanos o causador de todas as mazelas de sua vida.
Infinito: Entidade retratada quase sempre em conjunto com seu irmão, a Eternidade, ela representa o Espaço. Seus poderes são muito parecidos com os da Eternidade, mas em vez de se relacionar à evolução, seu propósito é expandir a vida no universo.
Entropia: Filho da Eternidade, a Entropia tem objetivos opostos ao de seu pai. Ao personificar a destruição de tudo e todos, ela vai contra a expansão e a evolução. Porém, é fundamental, pois sem a destruição não haveria a possibilidade de novas vidas.
Morte: Acho que esse personagem não necessita de muita explicação. Ela costuma ser representada como um ceifador sinistro, com a capa preta, o rosto de caveira e uma foice. Sua habilidade é retirar a vida de todos os seres existentes, até mesmo os ditos “imortais”. Ela é o interesse amoroso de Thanos e a principal motivação, nos quadrinhos, para o Titã reunir as seis joias. Ela já deu uns pegas no Deadpool, que foi punido por Thanos com a imortalidade para não conseguir ficar perto de sua amada.
O poder das joias é tão extenso que fazem delas intocáveis por seres ordinários. Para tentar contê-las e evitar maiores danos, as gemas foram guardadas em compartimentos especiais e enviadas para diferentes cantos do universo. A primeira a se revelar no UCM foi a do Espaço. As outras foram despertando ao longo do tempo.
Espaço – Azul:
(primeira aparição do Tesseract, em Homem de Ferro 2, nas anotações de Howard Stark)
Aprisionada no Tesseract, a Joia do Espaço foi trazida à Terra por Odin (Anthony Hopkins) em 965. O Cubo ficou guardado em uma igreja de Nuremberg até 1942, quando o líder da HIDRA, o Caveira Vermelha (Hugo Weaving), matou seu guardião e tomou posse do artefato.
Nas mãos do nazista, a Joia do Espaço serviu como fonte de energia para armamentos de ponta. Antes de cair no mar, o Tesseract transportou o Caveira para um lugar desconhecido durante confronto com o Capitão América (Chris Evans). Encontrado por um submarino das Indústrias Stark, a gema passou décadas sob estudo, chegando até a influenciar no reator arc que viria a alimentar a armadura do Homem de Ferro (Robert Downey Jr). No começo dessa década, ele foi novamente utilizado como fonte de energia até ser roubado da SHIELD por Loki (Tom Hiddleston), que o usou para causar muita morte e destruição. Após alguns confrontos com os Vingadores e o Thor (Chris Hemsworth), o Deus da Mentira chegou até a perder a posse da joia, mas ele a roubou – de novo – durante os eventos deThor: Ragnarok (2017).
Habilidades: Abrir portais para acesso imediato a qualquer canto do universo. Também pode ser usado como fonte de energia.
Localização Atual: Nave asgardiana com os sobreviventes do Ragnarok e fugitivos de Sakaar.
(A Joia da Mente no Cetro do Loki e na testa do Visão)
Guardada em uma cápsula, a Joia da Mente está ligada a história dos Vingadores de forma íntima. Ela foi adaptada para energizar um cetro e emprestada por Thanos para que Loki conquistasse a Terra e trouxesse a Joia do Espaço para ele. O Deus da Mentira passou a controlar a mente de pessoas importantes, como o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), auxiliando no plano de dominação mundial.
Depois de Loki ser derrotado pelos Heróis Mais Poderosos da Terra, a SHIELD/ HIDRA tomou posse do cetro e passou a fazer experimentos em pessoas, criando Pietro e Wanda Maximoff (Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, respectivamente). O programa de “aprimoramento” de seres humanos teria continuado a todo vapor, mas os Vingadores invadiram a base e levaram o cetro consigo.
Durante toda aquela confusão envolvendo Ultron (James Spader), o robô homicida constrói um corpo de vibranium, quebra a cápsula e usa a Joia da Mente para dar vida e permitir que sua “consciência” fosse transferida para o novo corpo. Acontece que os Vingadores interrompem seu plano e transferem JARVIS para dentro da estrutura de metal. Assimilando o mordomo computadorizado com a Joia, nasceu o Visão (Paul Bettany). Agora, o herói é a unidade de contenção e guardião da Gema.
Habilidades: Controle e manipulação mental, aprimoramento humano e criação de Inteligência Artificial.
(Jane Foster observa a Joia da Realidade no formato de Éter, em Thor: O Mundo Sombrio)
A Joia da Realidade foi aprisionada em forma de éter. Sem ter um formato sólido, essa contenção foi tomada dos Elfos Negros pelo avô de Thor, Bör, e ficou adormecida desde então. Em 2013, durante a Convergência, a Doutora Jane Foster (Natalie Portman) acaba absorvendo o Éter e pondo sua vida em risco. O Elfo Malekith retira a Joia do corpo dela e começa a trabalhar em seu plano de trazer a Escuridão para todo o universo, colocando sua raça no controle de tudo, como era antes da invasão de Bör.
Thor o derrota e leva o Éter para Asgard. Como o Tesseract estava guardado nos cofres de Odin, Lady Sif e os Três Guerreiros levam a Gema da Realidade para o Colecionador. Afinal, não é sábio ou seguro ter mais de uma Joia do Infinito no mesmo lugar.
Habilidades: Moldar a realidade de acordo com o desejo de seu portador.
Localização Atual: Cofre do Colecionador, em Luganenhum.
(Peter Quill observa o Orbe antes de roubá-lo do Cofre em Morag, em Guardiões da Galáxia)
Apresentada em uma das melhores cenas de abertura da Marvel, a Joia do Poder é guardada em um Orbe metálico, prontamente surrupiado pelo lendário fora da lei, Senhor das Estrelas (Chris Pratt). Sua missão é muito simples, roubar a peça e vendê-la para o Corretor (Christopher Fairbank). Porém, o xandariano desiste do negócio ao saber que Ronan, o Acusador (Lee Pace) está atrás do artefato. Peter é feito de trouxa e o filme se desenrola mostrando o surgimento dos Guardiões.
Em um dado momento, descobrimos que Ronan tinha um trato com Thanos parecido com o de Loki. Depois de conseguir o Orbe, o Acusador quebra seu pacto e toma a gema do Poder para si. Pela primeira vez na história, vemos alguém tocar diretamente numa Joia do Infinito e sobreviver a isso. Ele usa seu martelo como um “adaptador” para a pedra e tenta concluir seu juramento de destruir Xandar.
Os Guardiões conseguem derrotá-lo dividindo o poder da gema entre os quatro e decidem entregá-la para a Tropa Nova.
Habilidades: Destruir qualquer coisa que o portador desejar, até mesmo um planeta, uma lua ou estrela.
Localização Atual: Cofre da Tropa Nova, em Xandar.
(O Doutor Estranho usa o Olho de Agamotto para refazer as páginas de um livro sagrado)
A Joia do Tempo, diferentemente das outras, foi enviada originalmente para a Terra. O Mago Agamotto criou um invólucro em forma de cordão para conseguir utilizar as habilidades da pedra. Protegido por várias gerações de Magos, o amuleto nos foi apresentado em posse da Anciã (Tilda Swinton). Em suas aulas no Kamar-Taj, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) passou a usá-lo sem permissão. Com a morte da Anciã e a ameaça de Dormammu, ele se tornou o novo guardião do Olho de Agamotto.
Em seu grande “teste”, Strange utilizou a Joia para voltar no tempo e prender Dormammu num loop temporal infinito. Com a dominância sobre o vilão, o Doutor Estranho o convence a desistir da Terra e ir embora. Atualmente, ele protege o planeta das ameaças interdimensionais que possam aparecer.
Habilidades: Manipular o tempo de acordo com o desejo do portador.
Localização Atual: Sanctum de Nova York, com o Doutor Estranho.
Aparições: Doutor Estranho (2016) e Thor: Ragnarok (2017).
Joia da Alma – Laranja:
A única Joia que ainda não despertou. Não se sabe onde está aprisionada e nem quem a está guardando. Especula-se que ela esteja na armadura de Heinmdall (Idris Elba), mas algumas artes promocionais dão a indicação de que o Homem de Ferro está envolvido diretamente no arco da Gema da Alma.
Habilidades: Controlar a alma de todos os seres do universo.
Localização Atual: Não se sabe.
Aparições: Não apareceu.
Teoria do T.H.A.N.O.S.
Uma teoria de fãs ganhou força em 2014, quando confirmaram que o Cetro do Loki portava uma Joia do Infinito. Eles repararam que as iniciais dos receptáculos das gemas formavam o nome do Titã Louco. Por muito tempo, essa história foi tratada apenas como teoria. Hoje em dia, ela é levada a sério. Vejam se não faz sentido:
Tesseract – o Cubo Cósmico, de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
*Pelo receptáculo faltante começar com “H” e ser o responsável por proteger a Joia que controla e encontra qualquer alma no universo, os fãs começaram a teorizar que o guardião dela seria Heinmdall, responsável por ver todas as pessoas e criaturas em qualquer lugar. Além disso, seus olhos são da mesma cor da gema da Alma.
Outra teoria afirma que a Joia da Alma está com Hela (Cate Blanchett), a deusa da Morte. Além de seu nome também começar com “H”, é (h)ela quem ceifa as vidas e tira as almas dos corpos das pessoas. Algo que a pedra também é capaz de fazer.
Mudança de Cores
Houve uma mudança de cores na adaptação das Joias do Infinito para os cinemas. Não se sabe ao certo o motivo dessa decisão, mas acredito ter sido para dar certa liberdade semiótica para os diretores – você conseguiria pensar em “Força da Amizade” se os Guardiões da Galáxia fossem encobertos por uma energia vermelha na hora de derrotar o vilão? Outro fator é evitar spoilers na hora da divulgação dos filmes.
Nos filmes, as cores são designadas a essas pedras:
Azul:Espaço
Amarelo:Mente
Vermelho: Realidade
Roxo:Poder
Verde:Tempo
Laranja:Alma
Nos quadrinhos, as cores eram designadas a essas pedras:
Muita gente se pergunta se a Manopla do Infinito sozinha tem algum tipo de poder. Bem, a menos que tirar bolos quentes do forno seja considerado “poder especial”, ela não tem qualquer utilidade sem as joias.
Brincadeiras à parte, ela foi projetada e construída por Thanos, que precisava colher as gemas do infinito e matar metade do universo para conquistar a Morte. Ao ver como era difícil, trabalhoso e perigoso utilizar todas elas ao mesmo tempo, o Titã Louco pensou numa forma de canalizar a energia das joias para um artefato só, deixando seu uso mais prático.
No filme Thor(2011), a Manopla completa aparece na Sala de Tesouros de Odin. Não sabemos se os planos para Thanos conseguir as Joias do Infinito eram diferentes do que são hoje, mas tudo se complicou com a cena pós-créditos de Os Vingadores: A Era de Ultron(2015), que mostra o gigante roxo pegando uma Manopla vazia e chamando a responsabilidade para si.
Na época, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou a dizer que haviam duas Manoplas no UCM. De fato, se você reparar bem, a que Thanos usa na pós-créditos e a da Sala de Tesouros formavam um par. Então os fãs começaram a teorizar loucamente.
Recentemente, os roteiristas de Guerra Infinita disseram que não foram consultados na realização da indigesta cena extra da sequência de Vingadores. Para evitar qualquer acusação de furo de roteiro, eles resolveram isso em Thor: Ragnarok(2017). Em dado momento, a vilã do filme diz que a peça em Asgard é uma cópia fajuta e a destrói.
Há amizades que transcendem uma vida, diz a sinopse do filme ‘Juntos Para Sempre’. Mas a verdade é que é o amor, o verdadeiro amor, que nos faz atravessar todas as dificuldades e nos impulsiona a completar a missão que cada um de nós tem em todas as oportunidades que ganhamos para reencarnar. É disso que se trata ‘Juntos Para Sempre’.
Continuação do sucesso ‘Quatro Vidas de um Cachorro’ (2017), neste novo capítulo, a saga do cãozinho Bailey (novamente com a voz de Josh Gad, na versão original) continua com a família de seu tutor, Ethan (Dennis Quaid, bem carismático já entrando na 3ª idade) e a esposa deste, Hannah (Marg Helgenberger, a famosa investigadora Catherine, deCSI Las Vegas, irreconhecível como uma senhora de sessenta anos). Mas a configuração da família que vive na fazenda mudou, e agora conta com a presença de Glória (Betty Gilpin) e da bebê CJ, neta do casal principal. Quando Bailey parte novamente para o céu dos doguinhos, Ethan lhe pede que, da próxima vez, que ele reencarne e busque proteger sua neta, CJ. Eis aí a nova missão de Bailey, que não poupará esforços para cumprir o que lhe é incubido.
A direção de Gail Macuso consegue manter o mesmo ritmo e fofurice do primeiro filme, que neste segundo capítulo faz o espectador ficar o tempo todo participando da jornada pelo ponto de vista e pela narrativa do animalzinho, que não deixa a peteca cair nem mesmo nos momentos mais difíceis (e estes, novamente, são retratados de forma alegórica, sem carregar o drama mais do que o necessário). Tudo isso é reforçado pelo roteiro escrito a quatro mãos (W. Bruce Cameron, Maya Forbes, Cathryn Michon e Wallace Wolodarsky), que intercala as falas dos humanos encaixando em um timing perfeito com as reflexões de Bailey.
Embora a trama principal seja centrada no catioro, em ‘Juntos Para Sempre’ todos os personagens têm suas jornadas particulares, dificuldades que devem superar para que cada algum atinja o seu próprio final feliz. Para isso, o filme debate questões pertinentes ao mundo dos humano-cachorro, como, por exemplo, mostrar a situação de hiper lotação dos abrigos para animais, que, com tantos bichinhos, às vezes precisa “abrir espaço à força” para que novos bichanos possam sem acolhidos (se é que vocês me entendem).
Para quem curte um filme redondinho, com todos os clichês que existem para aquecer o coração, e para aqueles que curtem filmes com bichinhos fofinhos, ‘Juntos Para Sempre’ é um entretenimento cheio de carinho, para toda a família, que faz você ir para casa correndo abraçar seu catioro.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′ tem sido alvo de diversas incertezas desde a saída de James Gunn da direção. E com seu futuro ainda turvo, muitos fãs temem que a aguardada continuação nem chegue a ser produzida.
Segundo o jornalista de Slash Film, Peter Sciretta, um roteiro já pronto fez alguns sortudos jornalistas chorarem ao concluírem a leitura.
Confira o tweet:
If I had somehow talked to two separate people, who somehow read James Gunn’s Guardians 3 script, and both told me that it made them cry, I probably wouldn’t be able to say any more.
“Se eu tivesse falado com duas pessoas diferentes, que de algum modo leram o roteiro de James Gunn para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e os dois tivessem me dito que o texto os fizeram chorar, não poderia dizer nada mais além disso.”
Para Karen Gillan, intérprete de Nebula, a sequência vai acontecer e ela está entusiasmada em fazer mais um filme para os fãs.
“Nosso diretor não estará mais conosco, mas estamos empolgados por continuar a história de ‘Guardiões da Galáxia‘, entregando ainda mais para os nossos fãs. Essa é a coisa mais importante. Eu não tenho nenhum detalhe sobre quando o filme vai sair, mas já existe um roteiro”.
Em entrevista ao THR, o produtor Joshua Grode confirmou que a adaptação de ‘Duna‘, baseada no livro homônimo escrito por Frank Herbert, deverá ser dividida em duas partes.
“Esse é o plano. Há uma narrativa que é aludida em um dos livros que nós expandimos. Além disso, quando você lê o livro, há um momento lógico para encerrar o filme que ocorre antes do livro terminar.”
Ele continua, “Nosso objetivo é fazer dois filmes, talvez mais.”
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
O canal EMM divulgou recentemente um incrível trailer mash-up em que transforma o longa ‘Thor: Ragnarok’ numa homenagem ao recém-lançado vídeo de ‘Mulher-Maravilha 1984’.
Enquanto isso, Thor retornará para o quarto filme da franquia com ‘Thor: Amor e Trovão’. Natalie Portman reprisa seu papel como Jane Foster e assume a manta do icônico herói, enquanto Taika Waititi volta para comandar o projeto.
O longa tem estreia marcada para 05 de novembro de 2021.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
A Blumhouse é conhecida por algumas das produções mais interessantes dos últimos anos, apostando suas fichas principalmente em obras de terror e de suspense que se mesclam a narrativas sólidas o bastante para nos deixar à beira de um ataque de nervos. Temos, por exemplo, o vencedor do Oscar ‘Corra!’, a adorada sequência direta de ‘Halloween’ e a franquia escrachada ‘A Morte Te Dá Parabéns’. Entre mais acertos do que erros, é inegável dizer que a produtora, supervisionada por Jason Blum, revitalizou enredos considerados datados demais para serem levados a série pelos apreciadores de cinema contemporâneos com reviravoltas inteligentes e de tirar o fôlego. E é claro que, em plena comemoração de Dia das Bruxas, ela não deixaria de nos presentear com peças audiovisuais ousadas – nesse caso, unindo-se numa antologia sem precedentes intitulada ‘Welcome to Blumhouse’.
Aliando-se à Amazon Studios, os quatro filmes episódicos viriam para salvar um mês de outubro entregue ao isolamento social e a uma pandemia derradeira, talvez para nos fazer esquecer de tantos problemas – e, ainda que com seus defeitos, o capítulo inicial ganhou forma como ‘The Lie’, um drama psicológico com toques de suspense estrelado por ninguém menos que Joey King(que não é estranha a obras do gênero, visto que participou de ‘Invocação do Mal’ e ‘Sete Desejos’). A trama é simples o suficiente para não se perder ao longo do caminho, mas convencional demais para ser ousada, limitando-se às fronteiras que se autoimpõe e esbarrando em certas fórmulas monótonas até explodir em um finale chocante. King dá vida à jovem aspirante à bailarina Kayla, que está em viagem com o pai, Jay (Peter Sarsgaard), para uma espécie de retiro artístico. No meio do caminho, os dois cruzam com Brittany (Devery Jacobs), sua melhor amiga – e, depois de um acesso de raiva, Kayla a empurra de uma ponte para um rio.
Não demora muito para que Jay faça o que tem de ser feito: proteger a filha a qualquer custo. Kayla tem apenas quinze anos e, levando em conta as turbulências adolescentes e os desentendimentos, ele tem certeza de que ela não fez aquilo de propósito. A jovem também conta o que aconteceu para a mãe, Rebecca (Mireille Enos), e os pais se jogam de cabeça numa jornada claustrofóbica para impedir que alguém descubra o que aconteceu – e, mais do que tudo, proteger a filha de pessoas que desejam vingança. O problema é que, no final das contas, o filme se volta para qualquer melodrama novelesco de baixo orçamento que é centrado mais na dinâmica familiar do que naquilo que se esconde no exterior, esquecendo-se das forças que ameaçam destruir uma estrutura outrora sólida.
Veena Sud comanda o longa-metragem e tenta trazer alguns elementos de trabalhos anteriores para uma perspectiva interessante do quão longe os pais estão dispostos para protegerem seus filhos. Temos a frieza da paleta de cores de ‘The Killing’ estendendo-se através de um bairro enevoado e uma floresta congelada que são marcados pela sobriedade escassa do azul – e que se transforma num narcótico cosmos de opressão e mentiras; temos a veia criminal investigativa que nos mostra dois lados: Jay e Becca fazendo de tudo para esconder evidências e culpar o pai de Brittany, Sam (Cas Anvar), inventando desculpas de que ele abusava fisicamente da filha e a maltratava, eventualmente colocando a polícia em seu encalço. Quando as coisas esquentam, Sam até mesmo chega a ameaçá-los, culpando-os pelo desaparecimento da filha e encontrando sua ruína em uma sequência arrepiante e muito bem conduzida.
Como se pode ver, as partes funcionam melhor de modo separado do que quando unificadas em uma narrativa de três atos. O começo, o meio e o fim parecem aglutinados forçosamente em um convulsionado panorama regado a lágrimas falsas e a certas atitudes e foreshadowings que não condizem com o que nos é apresentados – nem mesmo King, que sai de uma performance surpreendente em ‘The Act’, parece à vontade até a segunda metade, rendendo-se à canastrice. A única que utiliza de construções mais recuadas e ofegantes é Enos, que centra cada uma das emoções em seus olhos e numa trêmula boca que se recusa ao explícito e opta pela consternação imagética. E, enquanto a história fala sobre um amor incondicional, ela também abre margens para discussões interessantes sobre hipocrisia, cumplicidade e traição que são coesos em sua completude, mas não fogem muito daquilo a que estamos acostumados.
A falta de identidade estética é o deslize de maior voz no filme – e nem as boas intenções de Sud, que também fica responsável pelo roteiro, conseguem salvá-lo de tangenciar a monotonia. Há algo monumental demais tentando se erguer sobre uma base oscilante e que ameaça desmoronar a qualquer momento. Talvez como uma última esperança desolada de entregar algo que fuja das previsibilidades cinematográficas, o twist final vem de forma tão sutil que nos deixa atônitos, desacreditados da mesma forma que os protagonistas quando Brittany entra pela porta de garagem como se nada tivesse acontecido – e como se eles estivessem cientes de que ela e Kayla haviam inventado toda aquela história.
‘The Lie’ se vale muito de sua evocativa resolução para superar a si mesmo, mas não podemos deixar de considerar os múltiplos equívocos que antecedem o finale. Cada aspecto parece preso a limitantes estereótipos que não permitem que a obra alce voo como deveria.
‘Black Is King’ tornou-se um dos filmes mais aclamados do ano passado e continua colhendo frutos de seu sucesso crítico e comercial.
Dirigido por Beyoncé, o longa-metragem conquistou uma indicação ao ADG Awards 2021, destinado ao impecável trabalho pelos designers artísticos Hannah Beachler, Carlos Laszlo, Susan Linss, Miranda Lorenz, Brandon Mendez, Rika Nakanishi e Ethan Tobman.
Confira o anúncio:
Congratulations to Hannah Beachler, Carlos Laszlo, Susan Linss, Miranda Lorenz, Brandon Mendez, Rika Nakanishi and Ethan Tobman on their Art Directors Guild nomination for Variety Special for #BlackIsKing. pic.twitter.com/JFFaGSYAtc
O filme é uma celebração do aniversário de um ano de ‘The Lion King: The Gift’, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de ‘O Rei Leão’ (2019).
Confira a sinopse oficial abaixo:
Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de ‘O Rei Leão’ para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.
O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”, “Mood 4 Eva” e “Brown Skin Girl”.
As informações indicam que Leia terá um grande papel na trama, sendo descrita como “o ímpeto para toda a produção, que leva Obi-Wan [Ewan McGregor] em direção a outra aventura”.
Lembrando que além de McGregor, a série também vai contar com o retorno deHayden Christensen (Anakin Skywalker), e Joel EdgertoneBonnie Piesse como Owen e Beru, tios de Luke Skywalker.
Lembrando que a presidente da Lucasfilm,Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:
“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.
Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.
Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.
Durante o painel da CCXP Worlds 2021, a Warner Bros. anunciou que o aguardado filme ‘Matrix Resurrections’ ganhará um novo trailer oficial amanhã, 06 de dezembro.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de dezembro.
Na trama, Keanu Reeves e Carrie-Ann Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.
Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.
20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Se você já assistiu à 4ª temporada de ‘American Horror Story’, subtitulada ‘Freak Show’, provavelmente deve ter conferido os vídeos promocionais e ouvido uma divertida e diabólica canção chamada “Carousel”. Bom, a faixa, que se tornou bastante conhecida depois de ter sido selecionada para a antologia de Ryan Murphy, foi escrita por Melanie Martinez – que completa 27 anos de vida no dia de hoje, 28 de abril.
Melanie ganhou notoriedade depois de ter participado do reality de competição ‘The Voice’, começando uma carreira recheada de músicas potentes e com múltiplos significados. A cantora e compositora adotou uma persona bastante reconhecível desde o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio oficial, ‘Cry Baby’, com um cabelo bicolor e uma paixão por composições controversas e chocantes.
Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com dez de suas melhores músicas, desde o EP‘Dollhouse’ ao recente ‘After School’.
Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
10. “ORANGE JUICE”
Devo admitir que, quando ‘K-12’ foi lançado, “Orange Juice” passava longe de ser uma das minhas faixas favoritas. Entretanto, com o passar do tempo, a canção mostrou que envelheceu de uma maneira bem interessante, principalmente pelo modo como Melanie articulou uma atmosfera sinestésica a uma narrativa pungente sobre a bulimia – utilizando-se de uma metáfora inesperada para falar sobre bulimia e sobre problemas de autoimagem.
Pouco depois de ‘K-12’, Melanie Martinez voltou com o breve EP‘After School’, que se tornou sua produção mais coesa desde sua recente estreia na indústria fonográfica. Mantendo-se em uma estrutura digna do final dos anos 2010, com as batidas quebradas e uma atmosfera quase onírica, “Brain & Heart” é uma das faixas que resume exatamente o que e quem Melanie representa para a música contemporânea.
‘Cry Baby’, début oficial de Melanie no cenário fonográfico, é considerado por diversos especialistas como a melhor entrada de sua carreira. E, ao longo de uma jornada completamente bizarra sobre os problemas que existem na atualidade, são várias as faixas que despontam e nos chamam a atenção – como é o caso de “Pacify Her”. Aqui, temos a presença enervante do trip-hop, do indie pop e do electro em um enredo arromântico que denuncia relacionamentos de fachada e jogos de submissão e dominação.
A música que, de fato, deu fama mundial a Melanie Martinez não poderia ficar de fora da nossa lista. “Carousel” se tornou um ícone da carreira da performer depois de ‘AHS’, mas não é apenas por esse motivo que ela caiu no gosto do público: através de uma produção singela e profunda, marcada pela repetição, Martinez construiu uma narrativa cíclica inquebrável, descrita pela própria artista como a constante busca por um amor não correspondido, como se ela estivesse presa em um carrossel infinito.
Melanie é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais peculiares do cenário mainstream – e, por essa razão, não é compreendida por todos. “The Bakery”, dessa forma, é a canção que resume a carreira dessa cantora, compositora e diretora única, usando um respaldo trip-hop para falar de sua experiência em uma padaria para juntar dinheiro e investir em sua arte.
Antes de Billie Eilish se consagrar dentro do pop-noir, Martinez já vinha promovendo algumas incursões dentro do subgênero com experimentações divertidas e envolventes – como é o caso da narcótica “Tag, You’re It”. Provavelmente tendo passado longe de seu radar, a faixa merece ser apreciada em sua completude, seja pelo uso demasiado e proposital das distorções vocais, seja pela condução dos instrumentos que culmina em um dos melhores refrãos da década passada.
Electro-indie e pop alternativo bradam suas vozes em “Pity Party”, terceiro single do álbum de estreia oficial de Melanie Martinez. Produzida por CJ Baran, a faixa pega elementos vistos na clássica “It’s My Party”, de Leslie Gore, em uma homenagem modernizada que premeditaria a utilização excessiva dos sintetizadores alguns anos mais tarde. Os versos tratam de forma contraditória as consequências da solidão e do não-pertencimento.
Melanie sempre trouxe narrativas muito analíticas à sua carreira, aproveitando o espaço que tinha para se deslanchar em críticas e mais críticas às imposições sociais que as minorias enfrentam. “Mrs. Potato Head” é um desses exemplos: respaldada no estilo indie que dominava meados da década de 2010, a canção serve como reflexo dos padrões impossíveis a que as mulheres são submetidas, obrigadas, ainda que sem perceberem, a mudarem quem são para agradar opressores insaciáveis.
Martinez não é conhecida exatamente por seu apreço gigantesco por baladas – mas, quando ela se volta para as sutilezas de produções menos frenéticas e exageradas, cria mágica, como é o caso de “Bittersweet Tragedy”. Perdida em meio a músicas mais famosas, a canção faz parte do EP ‘Dollhouse’ e usa e abusa de vocais poderosos, de progressões retumbantes e um sentimento que beira o épico.
Tudo bem, pode ser um tanto quanto inesperado ver esta música em primeiro lugar, mas “Show & Tell” não pode ser descrita de outro jeito além de “obra-prima”. Pertencente ao álbum ‘K-12’, a faixa consegue amalgamar de forma perfeita o minimalismo de uma produção sarcástica e recheada de críticas sociais e visuais exagerados e que apenas alguém como Melanie conseguiria fazer.
Recentemente, Juliette Lewis (‘Yellowjackets’, ‘Ma’) foi escalada para o elenco como Denise, uma das fãs dos Chippendales que ganha a confiança de Nick De Noia (Murray Bartlett), coreógrafo da trupe, e se torna sua fiel consiglière.
A história gira em torno de Banerjee (Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.
Segundo uma nova listagem do Production List, as filmagens do aguardado reboot de ‘Blade’ começam muito em breve.
As informações indicam que as gravações do longa-metragem estão agendadas para iniciarem no dia 01 de maio, em Atlanta, Geórgia, e em Nova Orleans, Los Angeles.
De acordo com o Deadline, o diretor Yann Demangee o novo roteirista, Michael Starrbury (‘Olhos que Condenam’), querem atribuir um tom bem dark ao projeto.
Foi dito que, embora não se compare aos banhos de sangue dos filmes estrelados por Wesley Snipes, a equipe liderada por Feige pretende fazer do reboot algo mais maduro.
O jornalista Borys Kit, do The Hollywood Reporter também disse que a contratação de Starrbury resultaria inevitavelmente em um roteiro totalmente novo.
A história original mostraria a origem do Blade na década de 1920 e teria vários saltos temporais até os dias de hoje, mas o protagonista Mahershala Ali achou o texto “sem vida” e as cenas de ação totalmente “sem graça”.
“Os detalhes estão sendo mantidos em sigilo, mas as fontes dizem que a nova intenção é que ‘Blade‘ tenha um tom sombrio e corajoso, sendo um dos títulos mais ousado da Marvel Studios e talvez siga os passos dos filmes lançados no início dos anos 2000.”, disse Kit (via Comic Book).
Lembrando que a estreia de ‘Blade‘ foi adiada de 03 de novembro de 2023 para 06 de setembro de 2024.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
Mal nos despedimos de 2022, com muitos filmes ainda pendentes em nossas listas para serem assistidos (em especial os do Oscar), e 2023 já chega esquecendo de pisar no freio. Nos cinemas, o ano começa quente com o sucesso do terror M3GAN, da Blumhouse, o filme da boneca-robô assassina e da dancinha tik tok. O filme fez tanto sucesso que já garantiu sua continuação. No mundo de hoje, porém, tão importante quanto as estreias nas salas de cinema, são os lançamentos nas plataformas de streaming – que ano após ano trazem alguns dos filmes mais badalados e que geram grande expectativa. Como de costume também, a plataforma número 1 do mercado, a Netflix, divulga no início do ano a agenda de seus maiores filmes originais a serem distribuídos nos próximos doze meses. E como sempre ocorre todo início de ano também, fazemos nosso trabalho por aqui de comentar todas estas grandes estreias.
Um detalhe curioso é que nunca anteriormente a Netflix adiou tantos filmes prometidos como no ano passado. A Netflix os postergou, agora pretendendo lança-los este ano. Falaremos sobre isso também em seus respectivos itens. Confira abaixo e programa-se.
Começamos a lista justamente com um filme que era anunciado para 2022, mas terminou ficando para o início de 2023. Trata-se da comédia Certas Pessoas, escrita pelo ator duas vezes indicado ao Oscar Jonah Hill. O ator também estrela o longa e tem a chance de contracenar com o lendário Eddie Murphy, grande nome da produção. A ideia é falar sobre o choque cultural entre uma família negra e outra branca judaica, com Hill se relacionando com a filha de Murphy. A estreia é no dia 27 de janeiro.
Comédia romântica estrelada por Reese Witherspoon e Ashton Kutcher, dois especialistas no gênero. No filme, eles vivem melhores amigos de longa data, que tiveram um caso no passado. Agora, o sujeito propõe uma mudança de cenário para ambos, com ele saindo de sua casa em Nova York para ir passar uns dias em Los Angeles cuidando do filho dela, enquanto ela descansa e tira férias na casa dele em Nova York. Só para descobrir que o melhor amigo era crush o tempo todo. A estreia é no dia 10 de fevereiro.
Podemos dizer que a produção que ajudou a transformar Idris Elba num astro de renome internacional foi a elogiadíssima série Luther, que durou cinco temporadas (de 2010 a 2019) e mostrava o ator como um detetive brilhante atrás de assassinos seriais. Agora, a Netflix tira do papel o primeiro filme derivado do programa, com o personagem caçando um perigoso psicopata. O filme tem roteiro do criador do programa Neil Cross, e o elenco conta com Cynthia Erivo (indicada a dois Oscar) e Andy Serkis. A estreia é no dia 10 de março.
Adam Sandler foi o primeiro grande astro de Hollywood a ver potencial na produtora de conteúdo Netflix, assinando um contrato de exclusividade com a empresa, que já dura quase 8 anos. Aqui, Sandler realiza sua primeira continuação de um filme original da plataforma, com a sequência de Mistério no Mediterrâneo (2019) – uma brincadeira cômica com os suspenses de Agatha Christie. O filme o reúne mais uma vez a Jennifer Aniston e estreia no dia 31 de março.
É difícil imaginar que exista um grande nome em Hollywood que se recuse a trabalhar com a Netflix. De fato, muito em breve todos os maiores atores em atividade na indústria terão passado pela empresa. Quem estreia nessa parceria em 2023 é a musa latina Jennifer Lopez, num filme que deveria ter sido lançado em 2022. Na trama, Lopez é uma matadora profissional que abandona a filha, mas precisa se revelar para ela anos depois a fim de protege-la. O thriller de ação dirigido por Niki Caro (Mulan, 2020) estreia em 12 de maio.
Assim como os grandes estúdios clássicos de Hollywood, a Netflix não fica acanhada em tirar do papel continuações de seus maiores sucessos. E o faz atualmente com suas grandes produções, como foi o caso com Enola Holmes 2. Esse ano chegam duas continuações de produções que deram certo na casa, além de Mistério em Paris, esta sequência do filme de ação com Chris “Thor” Hemsworth – que troca o deserto pelo gelo. Escrito e produzido pelos irmãos Russo, o astro retorna no papel do mercenário Tyler Rake. O filme, que foi adiado do ano passado para este, estreia no dia 16 de junho.
Clonaram Tyrone!
Outro que foi adiado do ano passado para este, esta obra tem toda a cara de produção blaxploitation dos anos 1970, e é produzido intencionalmente desta forma, com a imagem granulada e visual retrô da época. O longa é pura homenagem e traz uma trama rocambolesca sobre uma conspiração governamental clonando moradores do gueto. O trio protagonista é vivido por Jamie Foxx, John Boyega e Teyonah Parris. A estreia é no dia 21 de julho.
Enquanto os fãs da Marvel e DC se digladiam, a Netflix une os astros de tais filmes em sua casa. A empresa já escalou nomes quentíssimos como Chris Hemsworth (Thor), Jason Momoa (Aquaman), Henry Cavill (Superman), Chris Evans (Capitão América), Dwayne Johnson (Adão Negro), Mark Ruffalo (Hulk) em suas produções. Agora é a vez da segunda parceria com a Mulher-Maravilha, Gal Gadot – pela primeira vez protagonizando um filme só seu no streaming. Ela segue os passos de Angelina Jolie (num tipo de filme que a musa faria) e vive Rachel Stone, uma super espiã de ação. A estreia é no dia 11 de agosto.
Outro considerado um “menino de ouro” da Netflix é o comediante Kevin Hart. A parceria do humorista com o streaming começou com a dramédia Paternidade (2021), e daí seguiram produções como a minissérie A Mais Pura Verdade (2021) e as superproduções O Homem de Toronto (2022) e De Férias da Família (2022). Agora, Hart protagoniza um filme de ação sério e em grande estilo, que o traz como parte de uma equipe de ladrões internacionais. Na direção, F. Gary Gray (Uma Saída de Mestre e Velozes e Furiosos 8). A estreia é no dia 25 de agosto.
A Netflix não apenas faz parceria e escala grandes nomes de Hollywood para trabalhar em seus projetos, ela também cria seus próprios astros e estrelas e os “solta” no mundo. Este foi o caso com a menina Millie Bobby Brown, revelada pelo sucesso de Stranger Things. Depois de estrelar a franquia Enola Holmes, Brown produz novamente um filme em parceria com a empresa: a aventura medieval de fantasia Damsel, no qual subverte o conceito de donzela em perigo esperando para ser resgatada. A estreia é no dia 13 de outubro.
Querem mais estrelas quentíssimas de Hollywood em produções originais? A Netflix tem. O diretor David Yates (Harry Potter e Animais Fantásticos) une em tela Emily Blunt e Chris Evans para uma história de ascensão e queda de uma mulher buscando uma vida melhor para ela e a filha, fazendo crescer uma empresa com a sua coragem, mas se vendo no meio de uma conspiração criminosa. A estreia é no dia 27 de outubro.
Não é só na frente das telas que a Netflix escala talentos grandiosos. Realizadores de peso já estiveram no comando das produções do streaming. Quando trouxe Martin Scorsese para colaborar em O Irlandês, a empresa “zerou a vida”. Outro que não chega muito atrás é o ótimo David Fincher (Seven, Clube da Luta), que já havia colaborado com a Netflix em Mank (2020). Aqui, ele conta a história de um matador profissional desenvolvendo crise de consciência. No papel principal, Michael Fassbender. A estreia é no dia 10 de novembro.
O grande nome dessa comédia romântica é o da veterana Nicole Kidman, em sua segunda parceria com a Netflix depois de A Festa de Formatura (2020). Aqui, ela e Joey King vivem mãe e filha. Tudo muda na vida da jovem, quando ela descobre que sua mãe está tendo um caso com seu chefe, um homem bem mais jovem que ela, papel de Zac Efron. A estreia é no dia 17 de novembro.
A Netflix também investe pesado em sua própria divisão de longas-metragens em animação. Nesta sua grande aposta para 2023, Adam Sandler cede sua voz para o personagem título, um lagarto de 74 anos, que ao lado de sua amiga tartaruga planeja a fuga de um terrário em uma escola primária da Flórida, onde estão vivendo há décadas. A estreia é no dia 22 de novembro.
Quem aparece em sua primeira parceria com a Netflix é a estrela vencedora do Oscar, Julia Roberts – um dos maiores nomes de Hollywood desde os anos 90. A atriz é o chamariz deste drama enigmático, que tem roteiro e direção de Sam Esmail, amigo de Roberts com quem ela colaborou na série Homecoming – igualmente uma trama misteriosa. Aqui, os mais atentos já começaram a perceber um teor apocalíptico e certas semelhanças com o vindouro Batem à Porta, de M. Night Shyamalan. Mahershala Ali, Ethan Hawke e Kevin Bacon também estão no elenco. A estreia é no dia 8 de dezembro.
A Netflix sempre deixa o melhor para o final. Ou seja, seus maiores lançamentos de cada ano sempre ficam para dezembro – época em que muitos já estão de recesso para as festas de fim de ano e podem curtir na frente da TV despreocupados. Foi assim em 2018 com Bird Box, em 2021 com Não Olhe para Cima, e 2022 com Glass Onion, por exemplo. E em 2023, além de Leave the World Behind, a plataforma trará este blockbuster que foi imaginado pelo visionário Zack Snyder, em nova parceria com o estúdio. A estreia é no dia 22 de dezembro.
Em comemoração ao lançamento de ‘A Primeira Noite de Crime‘, os três primeiros filmes da franquia ‘Uma Noite de Crime‘ ganharam um trailer honesto. O vídeo faz piada com o potencial desperdiçado dos três filmes, e os compara com ‘Corra!‘, só que menos sutil.
Confira:
‘A Primeira Noite de Crime‘ já estreou nos EUA e arrecadou apenas US$ 25 milhões em seu primeiro fim de semana, registrando a pior abertura de toda a franquia nos EUA.
Não há previsão de estreia no Brasil.
O filme contará a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.
Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!
Existe valor para uma grande amizade? Para falar sobre a trivialidade dos sentimentos do ser humano, ninguém melhor que o cineasta, queridinho dos cinéfilos, Wes Anderson (Moonrise Kingdom). Seu mais novo trabalho, O Grande Hotel Budapeste, é uma incrível aventura percorrida através do real valor de uma amizade. Com uma atuação espetacular de Ralph Fiennes (com toda a pinta que vai ser indicado ao próximo Oscar), esse filme vai agradar a grande maioria do público. É uma obra que empolga o espectador, do início ao fim.
Na trama, conhecemos o atual dono do famoso Grande Hotel Budapeste, um homem com um passado sofrido que por meio de flashbacks relembra toda sua história de aventuras inesquecíveis ao lado de seu grande amigo M. Gustave (Ralph Fiennes). Baseado em textos de Stefan Zweig, o roteiro adaptado assinado pelo próprio diretor é o paradoxo quebrado entre o muito bom e o muito bom ainda mais bom.
A trama, dividida em partes (a La Von trier), é recheada de elementos fascinantes. Depois de mais esse belo trabalho, não há mais dúvidas sobre a genialidade e originalidade de Wes Anderson que neste novo projeto, consegue executar com maestria todas suas brilhantes ideias em meio a planos incríveis. O mais impressionante nos trabalhos do diretor é que se você acha que seu modo de filmar é sempre igual, você se agarra aos personagens e fica tudo maravilhoso outra vez.
Forçando um sotaque engraçado, andando de Bobsled, passando um perfume atrás do outro, o carismático M. Gustave rouba a cena graças a interpretação iluminada do sempre ótimo Ralph Fiennes. Inseguro, pobre e depois rico, o mais famoso funcionário do Grande Hotel Budapeste se joga em diálogos deliciosos que conquistam o público rapidamente. Em meio a um grande conjunto de rostos conhecidos pelo grande público (Willem Dafoe, Adrien Brody, Edward Norton, Bill Murray, Tilda Swinton, Jude Law, entre outros), Fiennes é a grande atração.
Com personagens excêntricos, situações inusitadas, uma fantasia disfarçada de ficção e muito bom humor, O Grande Hotel Budapeste é sem dúvidas um dos grandes filmes deste ano. Corram para os cinemas! Bravo!
Estabelecendo paralelos entre o poder da educação contra a violência, o fascinante documentário Hora do Recreio constrói uma narrativa que transita entre o documental e o ficcional, sempre alinhada ao discurso proposto. A partir de depoimentos de estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro, a obra traça de forma impactante reflexões profundas sobre a sociedade brasileira.
Menção Especial do Júri Jovem da Mostra Generation 14 plus na última edição do Festival de Berlim e selecionado para os programas especiais da 30ª edição do Festival É Tudo Verdade, esse novo trabalho da ótima documentarista Lúcia Murat escancara ao mundo verdades. Por meio de relatos reais, temas como a violência contra a mulher, o racismo e a gravidez na adolescência tornam-se pontos de encontro para debates ricos e significativos, conduzidos sob o olhar e fala de uma juventude que conquista cada vez mais voz.
O teatro, a dança, também ganham espaço, ampliando o campo de argumentações. Um dos grandes momentos do projeto é a performance de uma peça baseada no livro Clara dos Anjos, escrita no final da década de 1940 pelo jornalista e escritor brasileiro Lima Barreto. A obra retrata o abuso sofrido por uma jovem negra do subúrbio, tornando-se ponto de partida para reflexões e paralelos com a realidade vivida por moradores das comunidades na atualidade.
Ao longo da projeção, somos testemunhas de uma imersão contínua a retratos dolorosos – e por vezes conflitantes – através de inúmeras formas artísticas, o que valida a cultura como ferramenta importante pra qualquer sociedade. Guiado por importantes mensagens, dividido em atos complementares, as perspectivas futuras se jogam pelas entrelinhas, com o senso crítico cada vez mais afiado de uma juventude atenta e revidando.
Essa realidade de nosso país contada pelo olhar dos jovens que vivem nessas realidades é uma fórmula que traz o choque para encararmos as reflexões que se formam necessárias. Hora do Recreiodeve chegar ao circuito exibidor brasileiro ainda em 2025, uma obra cinematográfica que escancara ao mundo verdades que precisam ser debatidas.
Lembrando que a série já foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
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