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Angelina Jolie será Maria Callas em filme do diretor de ‘Spencer’

Segundo a Variety, a estrela Angelina Jolie (‘Eternos’) viverá a famosa cantora de ópera Maria Callas em um novo filme de Pablo Larraín, conhecido por dirigir a polêmica cinebiografia da princesa Diana, estrelado por Kristen Stewart, ‘Spencer‘.

A história contará a tumultuada, bela e trágica história de vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970.

“Levo muito a sério a responsabilidade com a vida e o legado de Maria. Darei tudo o que puder para enfrentar o desafio. Pablo Larraín é um diretor que admiro há muito tempo. Ter a chance de contar mais da história de Maria com ele e com um roteiro de Steven Knight é um sonho”, disse Jolie.

Lembrando que Maria Callas foi uma cantora soprano grega, nascida nos Estados Unidos. A artista é considerada uma das mais famosas cantoras de ópera do século XX.

Ainda não há título ou previsão de estreia para esse novo filme de Angelina Jolie.

Robert Downey Jr. revela a origem da ICÔNICA pose em ‘Homem de Ferro’

Em uma entrevista à Vanity Fair, Robert Downey Jr. compartilhou detalhes sobre a construção única da personalidade visual de Tony Stark em ‘Homem de Ferro‘ e como surgiu a icônica pose do personagem.

Para quem não sabe, a icônica pose que o ator faz durante a sequência do teste do Jericho foi improvisada, e criou uma das cenas mais memoráveis do Universo Marvel.

Downey Jr. relembra o momento:

“Sempre que eu estava com Jeff Bridges e, talvez ainda mais com [Gwyneth] Paltrow, sentia uma química de sempre estar trabalhando na versão definitiva de uma cena, fosse ela vagamente roteirizada ou um pouquinho mais planejada”, revelou o ator. “Há uma cena em que ele faz um teste de armas e diz: ‘É melhor ser temido ou respeitado? É demais pedir os dois?’ e John [Favreau] e eu estávamos literalmente escrevendo essa cena linha por linha durante as filmagens.”

Durante esse processo colaborativo e espontâneo, a icônica ideia de Tony Stark usar óculos escuros surgiu, tornando-se uma das características marcantes do personagem. “Daí, eu coloquei óculos escuros porque estava no cartão de recomendações do teste”, explicou Downey.

‘Terrifier 3’ ganha tempo de duração e vai estrear no Fantastic Fest

Terrifier 3‘ ganhou tempo de duração. Enquanto o segundo filme teve incríveis 138 minutos, o primeiro filme tem uns muito mais respeitáveis ​​85 minutos.

Hoje foi revelado que o terceiro filme estreará no festival de cinema de Austin, Fantastic Fest, que acontece de 19 a 26 de setembro de 2024 no Alamo Drafthouse South Lamar em Austin, TX. Esta notícia também vem com uma confirmação do tempo de execução do filme: 128 minutos, o que o torna mais de duas horas, mas dez minutos mais curto do que ‘Terrifier 2‘.

A sequência, que trará o psicótico palhaço Art atacando durante o Natal, ganhou um sangrento teaser trailer oficial.

Confira, junto às imagens:

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David Howard Thornton retornará como o psicótico palhaço Art.

O elenco ainda contará com o retorno de Lauren LaVera (Sienna), Samantha Scaffidi (Victoria Heyes) e Elliot Fullam (Jonathan Shaw), além de introduzir Chris Jericho (Burke) e Daniel Roebuck (Papai Noel) e Tom Savini.

O terror será programado para estrear no dia 11 de outubro.

Damien Leone retorna como diretor e roteirista.

Vale lembrar que, sucesso nos cinemas, o segundo longa arrecadou impressionantes US$ 15 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 250 mil. E, além de ter despertado a curiosidade dos espectadores, a produção também agradou os críticos, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ terá quase 3 HORAS de duração, afirma insider

A duração final de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ é de 2 horas e 51 minutos, segundo o insider Cryptic4KQual.

A informação não foi confirmada pela Paramout Pictures.

Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1‘ (Mission: Impossible – Dead Reckoning Part One) teve 2 horas e 43 minutos.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 22 de maio.

Assista ao trailer:

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

10 ótimos filmes já lançados na Prime Video em 2024

Um dos streamings mais acessados no Brasil, a Prime Video, a cada semana desse ano chega com novas e algumas boas novidades no seu catálogo. Para ajudar você que é assinante desse streaming, segue abaixo uma lista com 10 ótimos filmes já lançados na Prime Video em 2024:

 

Ferrari

Na trama, ambientada em 1957, um período de enormes crises para o todo poderoso do automobilismo Enzo Ferrari (Adam Driver) que vê seus dias se chocarem com conturbadas questões pessoais, envolvendo a amante Lina (Shailene Woodley) e a esposa Laura (Penélope Cruz), e uma necessidade de glória em uma famosa e perigosa competição de carros, com longa distância, chamada Mille Miglia, que parece ser a grande saída para uma estabilidade financeira e pro seu futuro nos negócios. O longo de pouco mais de duas horas de projeção vamos vendo um recorte profundo, intercalando momentos, de uma figura lendária do esporte mundial.

 

Puan

Na trama, conhecemos Marcelo (Marcelo Subiotto), um conceituado professor de filosofia de uma Universidade pública de Buenos Aires que vê uma oportunidade de assumir a chefia do departamento ao qual pertence após o precoce falecimento de seu mentor. Só que a chegada de um outro professor, o super carismático Rafael (Leonardo Sbaraglia), acaba frustrando seus planos ao mesmo tempo que sua vida pessoal e as escolhas que eram certas para toda uma vida começam a ir ladeira abaixo.

 

Anatomia de uma Queda

Na trama, conhecemos Sandra (Sandra Hüller), uma famosa escritora alemã que mora com o marido francês, o também escritor Samuel (Samuel Theis), e o filho Daniel (Milo Machado Graner), de 11 anos, na região dos alpes franceses. Certo dia, Samuel é encontrado morto em uma parte na frente da casa. A polícia logo começa uma investigação e começa a suspeitar que Sandra cometeu o crime, iniciando assim uma jornada de incertezas rumo as verdades em um detalhado julgamento onde o filho do casal, que ficou com deficiência visual após um acidente num passado recente, pode ser uma testemunha chave.

 

Na Terra de Santos e Pecadores

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

 

Heroico

Na trama, conhecemos Luis Nunez (Santiago Sandoval), um jovem que acabou de entrar em uma escola militar no México em busca de uma estabilidade e também do seguro médico militar para ajudar a mãe que luta contra uma avançada diabetes. Logo nos primeiros dias, se depara com abusos e situações constrangedoras de seu oficial direto Eugenio Sierra (Fernando Cuautle) e embarca em uma jornada sem volta com conflitos que se seguem.

 

Nahir – Entre a Paixão e as Grades

Na trama, conhecemos a introspectiva Nahir (Valentina Zenere), uma jovem iniciando a fase adulta que está em um relacionamento repleto de idas e voltas com o jovem Fernando (Simon Hemp). Numa madrugada, após uma discussão, ao pegar sua moto voltando pra casa é assassinado. No dia seguinte Nahir assume o crime. Mas será essa toda a verdade do caso?

 

Tempestade Infinita

Na trama, conhecemos Pam (Naomi Watts) uma enfermeira na casa dos 50 anos com um enorme trauma no passado que vive seus dias sozinha em uma região fria e montanhosa. Ela faz parte da Equipe de Busca e Resgate do Vale de Pemigewasset, que cobre também o Monte Washington, em New Hampshire. Certo dia, mesmo sabendo das condições do tempo, com uma tempestade chegando, resolve ir até as montanhas. Durante o percurso, encontra um jovem perdido, e que parece desnorteado, fora de si. Lutando contra o tempo, Pam precisará usar todas suas habilidades para descer rapidamente a montanha e ajudar o jovem que encontrou.

 

American Fiction

Na trama, conhecemos Monk (Jeffrey Wright), um escritor e professor num presente repleto de conflitos não deixando barato os absurdos culturais que percebe ao seu redor. Após ser afastado pela universidade que leciona, vai passar um tempo na casa de praia da família se aproximando dos irmãos e da mãe em fase inicial de Alzheimer. Um dia, resolve escrever um livro de forma aleatória, longe das complexidades de suas outras obras e acaba vendo o sucesso chegar de forma curiosa e mostrando muitas verdades da sociedade.

 

Blackberry

Na trama, conhecemos Mike (Jay Baruchel) e Doug (Matt Johnson), dois amigos, nerds, que ditam o ritmo em uma micro empresa de tecnologia buscando algum dia alçar voos mais altos no setor de comunicação. Em certo momento, o destino da dupla se cruza com Jim (Glenn Howerton), um experiente homem de negócios que enxerga em um projeto dos amigos um grande potencial. Assim, entre decisões movidas pela emoção, amizades estremecidas e lidando de forma atabalhoada com a iminência da concorrência, no fim dos anos 90, nasceu o primeiro famoso smartphone da história, o Blackberry.

 

Zona de Interesse

Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.

 

 

Crítica | Não Devore Meu Coração – Cauã Reymond segue fazendo boas escolhas no cinema

Um Winding Refn brasileiro

Muito se fala sobre a falta de diversidade dentro de produções nacionais quando o quesito é cinema de gênero. E se ainda engatinhamos em outros tipos de filme, que não o drama social, é bom agradecer e parabenizar os artistas de nosso país que se propõem a abraçar tal causa. Temos, por exemplo, os cineastas paulistanos Juliana Rojas e Marco Dutra, especialistas em terror autoral. Nesse âmago encontra-se também o astro da televisão brasileira Cauã Reymond.

O ator vem se especializando em projetos arriscados, fora do padrão do que é produzido aos montes em nosso cinema. Nestes dois últimos anos, Reymond protagonizou, produziu e empurrou com seu nome obras com tramas relativamente similares, mas com propostas e públicos diferentes. Primeiro, foi Reza a Lenda (2016), vendido como um Mad Max tupiniquim, passado num tempo pós-apocalíptico somado a muitas pitadas de nossas tradições e realidade. No filme, Cauã interpretou Ara, líder de uma gangue de motoqueiros, singrando o sertão futurístico.

No novo Não Devore Meu Coração, Reymond é outra vez um motoqueiro membro de uma gangue, mas a geografia é trocada para o Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. O terceiro longa escrito e dirigido por Felipe Bragança (roteirista de O Céu de Suely, Heleno e Praia do Futuro) também não é uma ficção pós-apocalíptica, mas muito bem parece focar numa outra realidade, num mundo paralelo longe do nosso.

Estranhamente, o novo filme de Bragança é tão peculiar, que remete aos trabalhos do dinamarquês Nicolas Winding Refn (Drive, Apenas Deus Perdoa e Demônio de Neon). É um filme de sensações, onde a estética consegue se sobrepor, sem eliminar completamente diversas interpretações – intrincadas num emaranhado em seu subtexto – a serem concluídas pelo espectador. Assim como Refn, Bragança não entrega um filme de fácil digestão e compreensão, porém, de acesso mais amplo por comparação.

Em duas tramas paralelas, dois irmãos vivendo numa cidade quase desértica e poucas aspirações. Fernando (Reymond), o irmão mais velho, sonha com uma vida melhor, longe do local e culpa a separação dos pais por seu destino. Enquanto não consegue se libertar, ganha a vida como pequeno criminoso, parte de uma gangue de motoqueiros. O estilo dos membros, com figurinos espalhafatosos, codinomes, reuniões em festas, corridas noturnas e rivalidade com uma gangue de paraguaios, tudo banhado pela trilha sonora de arranjos sintéticos, traz uma atmosfera de ficção, no melhor estilo Warriors – Os Selvagens da Noite (1979). E esta é a metade que dialoga diretamente com os filmes do cineasta europeu citado, ou seja, certo surrealismo narrativo.

Já na segunda história, temos uma afetuosa trama de amor jovial e amadurecimento, com Joca (Eduardo Macedo), o irmão mais novo, ganhando os holofotes. O menino se deixa guiar por sua paixão pela sofrida Basano (Adeli Benitez), uma pequena garota paraguaia que encontra barreira não apenas nas limitações geográficas, declarando Joca e sua turma como inimigos jurados. Basano é conhecida como a “garota crocodilo” – a alligator girl do título em inglês que o filme recebeu (para o mercado estrangeiro). Uma menina de espírito livre, de pele tatuada, muito crente em seu destino, na espiritualidade de sua existência e em certo misticismo envolvendo lendas regionais e sua família. A pequena, tira o coração do protagonista metaforicamente, daí o título da obra. Literalmente, Joca terá um curso relâmpago nas frustrações do amor.

Os jovens atores são donos de muito carisma, em especial a menina Benitez, o verdadeiro achado do filme. E Reymond ganha muitos pontos por investir em obras assim, desempenhando outro trabalho sólido como ator.

A mescla das duas subtramas se dá de forma natural e complementar. Não soam deslocadas como se pertencessem a filmes distintos. Existe uma conexão entre os irmãos, e suas aspirações, vontades e lugares dentro da dinâmica familiar. Fora isso, o contrabalançar de teores contidos nessas histórias bem diferentes, chega como temperos doce e salgado na confecção de um saboroso prato cinematográfico. Existem diversas referências implícitas no longa, em especial no que diz respeito a gêneros de cinema. Embora categoricamente não seja recomendado para todos os gostos, aqueles que tem paladar por descobrir novos estilos, outros sabores e olhar cinema de uma perspectiva sempre diferente, irão conseguir apreciar a tentativa ousada, mas muito corajosa e eficaz do diretor. Um dos melhores filmes nacionais do ano.

Os 30 Remakes de Terror Mais Rentáveis de Hollywood

O terror é o gênero mais lucrativo do cinema. Isso porque é barato de fazer (na maioria dos casos) e seu retorno é alto em comparação ao investimento. O fato, no entanto, não se traduz em originalidade sempre e o que vemos muitas vezes pode ser um material reciclado de muitos anos antes. Apesar de sua maioria ser insatisfatória, não existe uma regra ou unanimidade. As refilmagens podem, sim, ser ainda mais elaboradas e criativas que seu material fonte.

Pensando nisso, baseados numa pesquisa realizada pelo IMDB, a bíblia do cinema na rede, resolvemos criar nossa nova lista – com as refilmagens mais bem sucedidas financeiramente de todos os tempos. Prepare-se para anotar no caderninho as que ainda não viu e, é claro, todos os originais (para saber de onde tais ideias foram geradas). Esses são os 30 Remakes de Terror Mais Rentáveis de Hollywood.

E como sempre não esqueça de comentar deixando sua opinião. Vem com a gente.

30 | O Olho do Mal (2008)

Trama: uma mulher (Jessica Alba) recebe transplante de córnea, o qual a possibilita de ver o mundo sobrenatural.

Original: The Eye – A Herança (Hong Kong, 2002)

Bilheteria EUA: US$31,418 milhões.

Nota do Público: 5.4

29 | A Casa de Cera (2005)

Trama: uma turma de colegas de faculdade está a caminho de um jogo de futebol americano, quando terminam com o pneu furado numa cidade fantasma. Logo, eles são forçado a pedir ajuda no único lugar aberto da cidade: o museu de cera local.

Original: Museu de Cera (EUA, 1953)

Bilheteria EUA: US$32,064 milhões.

Nota do Público: 5.3

28 | A Última Casa (2009)

Trama: após sequestrarem e atacarem duas jovens mulheres, uma gangue inadvertidamente se abriga na casa de campo pertencente aos pais de uma das vítimas: uma mãe e um pai que buscam meios violentos de se vingar.

Original: Aniversário Macabro (EUA, 1972)

Bilheteria EUA: US$32,752 milhões.

Nota do Público: 6.6

27 | H2: Halloween 2 (2009)

Trama: Laurie Strode precisa lidar com o retorno mortal de seu irmão Michael para Haddonfield, Illinois; enquanto isso, Michael prepara-se para outra reunião com sua irmã.

Original: Halloween II – O Pesadelo Continua (EUA, 1981)

Bilheteria EUA: US$33,392 milhões.

Nota do Público: 4.9

26 | Carrie, a Estranha (2013)

Trama: uma menina tímida, que sofre bullying no colégio e é superprotegida pela mãe fanática religiosa, liberta sua telecinese causando terror em sua pequena cidade, após ter sido provocada ao limite durante o baile de formatura.

Original: Carrie, a Estranha (EUA, 1976)

Bilheteria EUA: US$35,266 milhões.

Nota do Público: 5.9

25 | A Epidemia (2010)

Trama: os habitantes de uma pequena cidade do Iwoa se descobrem repentinamente contaminados pela insanidade e depois a morte, após uma toxina misteriosa ser liberada junto de seu fornecimento de água.

Original: O Exército do Extermínio (EUA, 1973)

Bilheteria EUA: US$39,123 milhões.

Nota do Público: 6.5

24 | O Grito 2 (2006)

Trama: um espírito misterioso e vingativo marca e persegue qualquer pessoa que se atreva a entrar na casa que reside.

Original: Ju-on 2 – O Grito 2 (Japão, 2003)

Bilheteria EUA: US$39,143 milhões.

Nota do Público: 5.0

23 | A Mosca (1986)

Trama: um cientista brilhante, porém, excêntrico começa a se transformar num híbrido entre homem e mosca após um de seus experimentos sair terrivelmente errado.

Original: A Mosca da Cabeça Branca (EUA, 1958)

Bilheteria EUA: US$40,456 milhões.

Nota do Público: 7.5

22 | A Casa da Colina (1999)

Trama: um rico dono de parque de diversões oferece US$1 milhão para cada pessoa, parte de um grupo, que conseguir passar a noite em uma mansão assombrada dona de um passado horripilante.

Original: A Casa dos Maus Espíritos (EUA, 1959)

Bilheteria EUA: US$40,846 milhões.

Nota do Público: 5.6

21 | Viagem Maldita (2006)

Trama: a viagem de uma família pelas estradas tem uma guinada aterradora quando eles ficam presos numa área de testes atômicos do governo americano e são caçados por um bando de mutantes sanguinários.

Original: Quadrilha de Sádicos (EUA, 1977)

Bilheteria EUA: US$41,778 milhões.

Nota do Público: 6.4

20 | 13 Fantasmas (2001)

Trama: aprisionados em sua nova mansão herdada, por suas paredes que mudam de lugar, uma família encontra entidades poderosas e vingativas que ameaçam aniquilar qualquer um em seu caminho.

Original: 13 Fantasmas (EUA, 1960)

Bilheteria EUA: US$41,867 milhões.

Nota do Público: 5.6

19 | A Morte Convida para Dançar (2008)

Trama: o baile de formatura de Donna era para ser a melhor noite de sua vida, no entanto, um assassino sádico de seu passado tem outros planos para ela e seus amigos.

Original: Baile de Formatura (Canadá, 1980)

Bilheteria EUA: US$43,869 milhões.

Nota do Público: 3.9

18 | Poltergeist – O Fenômeno (2015)

Trama: uma família, cuja casa dos subúrbios americanos é assombrada por forças malignas, precisa se unir para resgatar sua filha mais nova depois que as aparições a mantém presa.

Original: Poltergeist – O Fenômeno (EUA, 1982)

Bilheteria EUA: US$47,425 milhões.

Nota do Público: 4.9

17 | Quando um Estranho Chama (2008)

Trama: durante um trabalho como babá, uma estudante colegial é assediada e cada vez mais ameaçada por alguém que passa trote ao telefone.

Original: Mensageiro da Morte (EUA, 1979)

Bilheteria EUA: US$47,860 milhões.

Nota do Público: 5.1

16 | Dia dos Namorados Macabro (2009)

Trama: Tom volta para sua cidadezinha dez anos depois de um massacre no dia dos namorados, que matou 22 pessoas. Ao invés de boas vindas, Tom se vê como principal suspeito das mortes e tem em sua antiga namorada a única que acredita em sua inocência.

Original: Dia dos Namorados Macabro (Canadá, 1980)

Bilheteria EUA: US$51,545 milhões.

Nota do Público: 5.5

15 | A Morte do Demônio (2013)

Trama: cinco amigos vão para uma remota cabana na floresta, onde descobrem o Livro dos Mortos, inadvertidamente os levando a invocar demônios que vivem nos arredores da mata.

Original: Evil Dead – A Morte do Demônio (EUA, 1981)

Bilheteira EUA: US$54,239 milhões.

Nota do Público: 6.5

14 | A Mulher de Preto (2012)

Trama: um jovem advogado viaja para um vilarejo remoto, onde descobre o vingativo espírito de uma mulher desprezada que está aterrorizando os locais.

Original: A Mulher de Preto (Reino Unido, 1989)

Bilheteria EUA: US$54,333 milhões.

Nota do Público: 6.4

13 | A Profecia (2006)

Trama: um político americano começa a perceber que seu pequeno filho pode ser literalmente o Diabo encarnado.

Original: A Profecia (EUA/Reino Unido, 1976)

Bilheteira EUA: US$54,607 milhões.

Nota do Público: 5.5

12 | Halloween: O Início (2007)

Trama: depois de ficar internado por 17 anos, Michael Myers foge do hospital psiquiátrico e retorna para Haddonfield para encontrar sua irmã mais nova, Laurie.

Original: Halloween – A Noite do Terror (EUA, 1978)

Bilheteria EUA: US$58,272milhões.

Nota do Público: 6.1

11 | Madrugada dos Mortos (2004)

Trama: os sobreviventes de uma epidemia mundial, que está produzindo zumbis agressivos e comedores de carne, se refugiam num mega shopping Center do meio oeste americano.

Original: Despertar dos Mortos (EUA/Itália, 1978)

Bilheteria EUA: US$59,020 milhões.

Nota do Público: 7.3

10 | Mulheres Perfeitas (2004)

Trama: o segredo das esposas da cidade de Stepford está escondido atrás das portas da Associação dos Homens, de como as mulheres se tornam diferentes iguais a robôs imobilizados.

Original: As Esposas de Stepford (EUA, 1975)

Bilheteria EUA: US$59,484 milhões.

Nota do Público: 5.2

09 | O Lobisomem (2010)

Trama: após voltar para o lar ancestral de sua família, um homem americano é mordido e, por consequência, amaldiçoado por um lobisomem.

Original: O Lobisomem (EUA, 1941)

Bilheteria EUA: US$61,979 milhões.

Nota do Público: 5.8

08 | A Hora do Pesadelo (2010)

Trama: o espectro de um molestador de crianças morto, assombra os filhos dos pais que o mataram, perseguindo e matando eles em seus sonhos.

Original: A Hora do Pesadelo (EUA, 1984)

Bilheteria EUA: US$63,075 milhões.

Nota do Público: 5.2

07 | Sexta-Feira 13 (2009)

Trama: o assassino da máscara de hóquei Jason Voorhees espera a chance de usar seu facão afiado em um grupo de jovens estudantes que vieram para a floresta a fim de festejar.

Original: Sexta-Feira 13 (EUA, 1980)

Bilheteria EUA: US$65,002 milhões.

Nota do Público: 5.6

06 | Horror em Amityville (2005)

Trama: recém-casados são aterrorizados por forças demoníacas após se mudar para uma grande casa que foi local de terríveis assassinatos no ano anterior.

Original: Horror em Amityville (EUA, 1979)

Bilheteria EUA: US$65,233 milhões.

Nota do Público: 6.0

05 | O Chamado 2 (2005)

Trama: seis meses após os incidentes envolvendo a fita de vídeo letal, novas pistas provam que existe um novo mal espreitando na escuridão.

Original: Ringu 2 – O Chamado (Japão, 1999)

Bilheteria EUA: US$76,231 milhões.

Nota do Público: 5.4

04 | O Massacre da Serra Elétrica (2003)

Trama: após darem carona a uma traumatizada jovem, cinco amigos se veem caçados por um assassino deformado usando uma motosserra e sua família de assassinos psicopatas.

Original: O Massacre da Serra Elétrica (EUA, 1974)

Bilheteria EUA: US$80,571 milhões.

Nota do Público: 6.2

03 | A Casa Amaldiçoada (1999)

Trama: quando um grupo de pessoas é usado como parte de um estudo sobre o sono em uma mansão, eles podem receber mais do que esperavam quando o médico que conduz a pesquisa lhes conta sobre o passado fantasmagórico da casa.

Original: Desafio do Além (Reino Unido/EUA, 1963)

Bilheteria EUA: US$91,411 milhões.

Nota do Público: 4.9

02 | O Grito (2004)

Trama: uma enfermeira americana vivendo e trabalhando em Tóquio, é exposta a uma misteriosa maldição sobrenatural, que envolve a pessoa numa fúria poderosa antes de tirar sua vida e se espalhar para outra vítima.

Original: Ju-on – O Grito (Japão, 2002)

Bilheteria EUA: US$110,359 milhões.

Nota do Público: 5.9

01 | O Chamado (2002)

Trama: uma jornalista precisa investigar uma misteriosa fita de vídeo que parece causar a morte de qualquer um, na semana seguinte de se ter assistido a ela.

Original: Ringu – O Chamado (1998)

Bilheteria EUA: US$129,128 milhões.

Nota do Público: 7.1

De A Profecia a O Massacre da Serra Elétrica | Os Remakes de Filmes de TERROR que Completam 18 anos

Alguém lembra quando Hollywood parou de apostar em ideias originais para seus filmes? Muitos irão dizer que ainda hoje existem aqueles que preferem investir neste ineditismo. Mas sejamos sinceros, estes desbravadores são a grande minoria. E quando falamos em premissas recicladas, o movimento que mais salta aos olhos são as chamadas refilmagens. Nada contra, o problema foi quando os produtores da maior indústria do cinema resolveram querer “refazer” clássicos que sempre estiveram na mente do público.

Essa “reimaginação” sempre é mais interessante quando se dá em relação a uma produção obscura, ou muito antiga, que não ressoa mais com a audiência atual. Algo como um realizador do porte de Guillermo del Toro vem fazendo. Primeiro, ele homenageou os filmes de monstros clássicos – em especial O Monstro da Lagoa Negra (1954) -, com A Forma da Água (2017), que nem mesmo era uma refilmagem. E esse ano o cineasta dará sua visão ao clássico O Beco das Almas Perdidas, lançado originalmente em 1947. Ou seja, prato cheio para um remake.

Quando pensamos em remake, porém, nenhuma outra década chama tanto atenção quando os anos 2000. Em especial os meados da década.

O fato foi inclusive satirizado com muita esperteza por Pânico 4 (2011), quando um dos personagens cita com fugacidade as “trocentas” refilmagens de terror dos últimos anos para escapar com vida. Quando falamos de terror, a coisa fica ainda mais crítica, pois pouquíssimas obras resistem sem serem refeitas ao público de hoje. Nesta seara chega nossa nova matéria, voltada aos remakes lançados há exatos 18 anos, época de auge para estes projetos receberem sinal verde. Confira abaixo e assista neste dia das bruxas – se tiver coragem.

O Massacre da Serra Elétrica: O Início

Por falar em obras clássicas do terror lançadas em 1974, indiscutivelmente a que mais se destaca é O Massacre da Serra Elétrica, considerado um dos primeiros slashers do cinema. O filme fez sucesso e se tornou cult, porém, era tão visceral e explícito que terminou sendo banido de várias praças de exibição pelo mundo, ao contrário do mais contido e repleto de suspense Halloween, que se tornaria um clássico muito bem sucedido financeiramente. A continuação do Massacre só ocorreria mais de dez anos depois, num filme mais voltado ao humor sombrio. Mais duas continuações, em 1990 e 1994, e a franquia seria colocada no gelo. Isso é, até em 2003 um remake bem sucedido ser lançado, contendo a revelação de Jessica Biel em seu elenco. Aquele filme, no entanto, terminava de uma forma que simplesmente não podia ser continuado – tanto que nada o seguiu em sua linha narrativa até hoje. Assim, a opção dos realizadores foi por uma prequel, que ao invés de continuar, antecedia os fatos mostrados em 2003.

Viagem Maldita

Essa até foi uma pedida melhor do que a refilmagem do clássico atemporal A Profecia. Isso porque Quadrilha de Sádicos (1977), terror no qual este é baseado, embora seja o segundo filme do renomadíssimo Wes Craven, se tornou uma produção cult, desconhecida do grande público. Ou seja, era terror de nicho, assim cabendo aos produtores o repaginarem para a nova geração. E quando digo produtores, o próprio Craven está entre os responsáveis pelo longa. fora isso, um cineasta talentoso na direção: o francês Alexandre Aja. No elenco, um dos chamarizes era a presença de Emilie de Ravin, muito popular na época devido ao seu papel da grávida Claire, no fenômeno Lost (2004-2010).

 

A Profecia

A Profecia (1976), de Richard Donner, completa 47 anos em 2023 e há muito se encontra no panteão dos clássicos do terror sobrenatural. O longa faz parte do que eu gosto de chamar de “tríade” sobre crianças endemoniadas – ao lado de O Bebê de Rosemary (1968) e O Exorcista (1973). A Profecia, porém, foi o primeiro a receber uma refilmagem. No entanto, uma que foi rapidamente varrida para debaixo do tapete. Afinal, você ouve falar nela atualmente? Mas sim, ela existiu e era lançada nos cinemas há 18 anos, protagonizada por Liev Schreiber, Julia Stiles e a mesma Mia Farrow de O Bebê de Rosemary. Um dos problemas aqui foi a escalação do menino Seamus Davey-Fitzpatrick como Damien, que não possui a dualidade entre a fofura e ameaça como no original.

O Sacrifício

Muitos consideram este filme o ponto de virada na carreira do então astro Nicolas Cage. A intenção do ator, porém, era das melhores. E ao lado do então igualmente promissor cineasta Neil LaBute, escavaram o remake do cult O Homem de Palha (1973), clássico do horror britânico sobre seitas rurais – de onde o polêmico Midsommer (2019) tirou muitas de suas inspirações. A proposta da refilmagem era audaciosa e interessante, ao trocar o sexo não apenas da líder da seita (agora uma mulher, Ellen Burstyn), mas também colocar o feminino como foco central da narrativa. Do resultado, infelizmente, as pessoas só lembram da fantasia de urso de Cage e da infame cena das abelhas, com o surto do ator.

 

 

Natal Negro

Antes de Sexta-Feira 13, antes de A Hora do Pesadelo e antes mesmo de Halloween – A Noite do Terror, existiu Black Christmas – Noite do Terror (1974). O filme é considerado por muitos como um dos primeiros do subgênero terror adolescente e contava sobre uma casa de irmandade de jovens mulheres estudantes sendo aterrorizadas por um maníaco que faz ligações obscenas. O sujeito está escondido no sótão de sua casa, sem que nenhuma das moças saibam. E aos poucos, vai pegando uma a uma durante o feriado de natal. Ainda hoje é um clássico cult do gênero. Assim, há 18 anos estreava o remake, muito mais voltado ao clima teen espertinho surgido após Pânico – esse com dez anos de atraso, mas que poderia facilmente ter ocorrido ainda no fim dos anos 90. O atrativo eram os nomes das jovens promissores que vendiam o longa no cartaz, como Mary Elizabeth Winstead, Michelle Trachtenberg, Lacey Chabert e Katie Cassidy. Mas não parou por aí, e em 2019, a Universal e a Blumhouse apostaram num terror feminista que esqueceu de dar medo e apenas martelou sua mensagem óbvia e panfletária.

Pulse

Agora entramos no terreno das refilmagens de produções asiáticas. Kairo (2001) seguia de perto O Chamado e O Grito (as versões originais) pegando a onda de filmes sobrenaturais que fizeram muito sucesso no Japão entre o fim dos anos 90 e início de 2000. O mote é até interessante e usa a internet como porta de entrada de espíritos malignos em nosso plano. Há 18 anos, em 2006, a internet estava mais difundida pelo mundo e era uma realidade de nosso dia a dia. Assim, a versão norte-americana  chegava, com a loirinha Kristen Bell como a protagonista assombrada – outra atriz mais acostumada a comédias.

O Grito 2

O Grito original japonês, ou Ju-On (no idioma do país), é uma produção de 2002, lançada no mesmo ano em que a versão americana de O Chamado fazia muito sucesso nos EUA. Assim, os produtores americanos não perdiam tempo em levar apenas dois anos depois sua própria versão desta história também, com O Grito (2004). Dentre estes produtores estava o renomado Sam Raimi. Estrelado pela eterna Buffy, Sarah Michelle Gellar, o terror obteve um sucesso moderado. Assim, dois anos depois chegava a continuação, há exatos 18 anos. Essa sequência, porém, passava completamente fora de todos os radares – com muitos sequer sabendo de sua existência. Em 2020, os produtores tentaram novamente com uma versão mais séria e dramática da história, igualmente sem sucesso.

 

Quando um Estranho Chama

Terminando a lista de clássicos americanos saídos da década de 1970, When a Stranger Calls foi lançado em 1979, e trazia Carol Kane (que depois ficaria mais ligada à papeis em comédias) como protagonista. Aqui, todo o mote para a trama teve certamente influência do citado Halloween, lançado no ano anterior. Ambos possuem jovens mulheres ainda na fase adolescente trabalhando como babás para famílias, tomando conta de crianças. Uma prática comum nos EUA. Em todos os casos, elas terminam sendo perseguidas por um maníaco. A diferença aqui, e que serve como mote, é que o psicopata deste filme faz ligações para atormentar a jovem vítima, e quando a polícia finalmente rastreia estas ligações, descobre que elas estão sendo feitas de dentro da casa. O remake já incorporava os telefones celulares em sua narrativa e contava como Camilla Belle como protagonista, e Katie Cassidy (novamente) e uma Tessa Thompson ainda menina no elenco.

 

Diretor de ‘A Mosca’ está desenvolvendo nova série de terror

De acordo com Variety, o diretor David Cronenberg (‘A Mosca‘) está desenvolvendo uma nova série de terror.

Durante o Venice Film Festival, o diretor revelou que está desenvolvendo um projeto, mas se recusou a dar mais informações. “Não posso falar sobre isso ainda”, se limitou a dizer.

Sobre a arte de fazer filmes, Cronenberg fez questão de enfatizar que “não está morrendo, apenas evoluindo”.

“As telas de televisão atualmente estão ficando cada vez maiores, e a diferença entre assistir filmes nos cinemas e em casa está ficando cada vez menor. Antigamente, as regras eram que cenas em close-up eram apenas para filmes feitos pela televisão, mas esse não é mais o caso.”

Novas informações sobre o seu projeto secreto devem sair em breve.

‘Godzilla 2’: Trailers internacionais trazem cenas INÉDITAS do filme; Assista!

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou dois novos trailers, com cenas inéditas.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

 

‘Jumanji: Próxima Fase’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos em um mês, a sequência ‘Jumanji: Próxima Fase‘ ultrapassou a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Apesar da produção ter sofrido um pouco com a estreia ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, o longa conseguiu se recuperar nesse final de semana, apresentando um aumento de 33% na arrecadação em relação ao final de semana anterior.

Nos EUA, o longa acumula US$ 164.2 milhões. No mercado internacional, são US$ 296 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 460.2 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ se tornou a MAIOR estreia da Sony Pictures para o mês de dezembro.

O longa teve sua estreia adiada no Brasil para o dia 16 de Janeiro.

Confira as principais críticas:

“Lembra quando Scorsese ridicularizou recentemente os sucessos de bilheteria por não ter conexão com a psique humana real? Ele estava falando sobre esse tipo de filme.” – Times.

“Mais uma vez, este é um filme de uma piada, mas, para o tempo de cena, essa piada ainda tem algumas ramificações, especialmente com astros tão charmosos” – Tribune News Service.

“Não há nada de novo aqui. Parece que eles pegaram piadas de gente velha e desistiram” – rachelreviews.net.

“Mesmo que ‘Próxima Fase’ não alcance um novo recorde, ainda prova que a franquia ainda tem muita vida” – Entertainment Weekly.

“Maior, mas não necessariamente melhor, essa sequela inevitável falha em orientar a franquia estrelada em quaisquer novas direções significativas.” – Cinemalogue.

“Tudo é inegavelmente bobo, mas satisfatório de um modo que só blockbusters conseguem” – Seattle Times.

Jumanji: Próxima Fase é um filme que toda a família vai gostar. É uma aventura animada, hilária e cumpre tudo o que promete, nunca se levando muito sério” – ComicBook.com

A gangue está de volta, mas dessa vez, o jogo mudou. Enquanto retornam a Jumanji para resgatar um dos seus, eles descobrem que nada é o que parece. Os jogadores precisarão desbravar partes desconhecidas e inexploradas, dos desertos áridos às montanhas cheias de neve, tudo para escapar do jogo mais perigoso do mundo.

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

‘Freaky: No Corpo de um Assassino’ e ‘A Morte te Dá Parabéns’ se passam no mesmo universo, afirma o diretor

Após ser questionado por um fã sobre um possível crossover entre ‘Freaky: No Corpo de um Assassino‘ e ‘A Morte de Dá Parabéns‘, o diretor Christopher Landon afirmou que a ideia é possível, revelando que ambos os filmes se passam no mesmo universo.

“[O crossover entre ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’ e ‘A Morte de Dá Parabéns’] não é uma ideia absurda. Esses filmes certamente existem no mesmo universo,” afirmou o diretor.

O thriller é dirigido por Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), que também assina o roteiro ao lado de Michael KennedyJason Blum entra como produtor.

Millie Kessler (Newton) de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.

Dana Drori, Katie Finneran e Alan Ruck completam o elenco.

Freaky: No Corpo de um Assassino estreia em breve nos cinemas.

‘Virgin River’: 3ª temporada ganha data de estreia; Confira o vídeo do anúncio!

A Netflix finalmente revelou quando a 3ª temporada da série romântica ‘Virgin River‘ será lançada.

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 9 de julho.

Confira o vídeo do anúncio:

Vale lembrar que Zibby Allen (‘The Flash’) e Stacey Farber (‘Degrassi: The Next Generation’) entraram para o elenco do terceiro ano.

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘Star Trek: Picard’: A Linha temporal está QUEBRADA em novo teaser da 2ª temporada; Confira!

Paramount+ divulgou um novo teaser da 2ª temporada de ‘Star Trek: Picard‘.

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O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 3 de março.

Anne Wersching, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Bosch’‘Runaways’, fará parte dos novos episódios e dará vida à icônica Rainha Borg, vilã introduzida em 1996 no panteão intergaláctico, mais precisamente no filme Star Trek: Primeiro Contato’. A personagem foi interpretada por Alice Krige.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘Halloween Ends’ arrecada US$ 41.2 milhões em estreia ABAIXO das expectativas nos EUA

Com projeções iniciais em torno de US$ 55 milhões, o terror ‘Halloween Ends‘ decepcionou em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, arrecadando apenas US$ 41.2 milhões – o que representa a menor estreia da nova trilogia.

De acordo com o Deadline, o desempenho da sequência nas telonas foi prejudicado pelo seu lançamento simultâneo no serviço de streaming do Peacock. A Universal Pictures, no entanto, revelou que ‘Halloween Ends‘ quebrou recordes, se tornando a maior estreia da história da plataforma.

Outros fatores que podem ter prejudicado o longa fica por conta da forte retenção do terror ‘Sorria‘, que sofreu uma queda de apenas -33% em seu terceiro final de semana, e a recepção negativa dos críticos e do público ao filme – além de ter alcançado apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota C dos espectadores no CinemaScore.

Apesar disso, o longa está longe de ser um fracasso. Com um orçamento de US$ 30 milhões, ‘Halloween Ends‘ deve se tornar mais um capítulo lucrativo da franquia – apesar do desempenho decepcionante para a prometida conclusão de uma das sagas mais populares do gênero atualmente.

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

Criador da franquia revela planos ORIGINAIS para a sequência ‘Premonição 2’

Em entrevista ao Collider, Jeffrey Reddick, criador da franquia ‘Premonição‘, revelou os seus planos originais para sequência ‘Premonição 2‘.

Originalmente, a continuação contaria com o retorno dos dois protagonistas sobreviventes do primeiro filme, Alex (Devon Sawa) e Clear (Ali Larter) – o que teria mudado significantemente o destino dos personagens.

“Eu queria trazer o Alex e a Clear de volta [em ‘Premonição 2’]. Tivemos alguns problemas no cronograma que impediram o retorno do Devon Sawa, e eu fiquei muito chateado pela forma que os roteiristas o mataram [off-screen] com um tijolo. Essa é a minha única reclamação com ‘Premonição 2’. Se os dois personagens tivessem retornado, eu tinha planejado matar a Clear, mas queria manter o Alex vivo.”

Ele completa, “Essa era a minha visão original, mas o Alex acabou não retornando. E eu fiquei tipo: ‘Se eu soubesse que ele não retornaria, eu não teria matado a Clear’. Eu amo o retorno de personagens do filme original, mas não gosto de matá-los.”

Anteriormente, Reddick havia revelado novos detalhes sobre o vindouro sexto capítulo da saga. Apesar de se manter fiel aos filmes originais, o novo projeto não seguirá mais mesma fórmula já estabelecida pela franquia.

“Esse novo filme trará algo diferente para a franquia. Será uma expansão daquele universo. O roteiro explora melhor a mitologia da saga, o que é muito interessante.”

Vale lembrar que novas informações do aguardado próximo capítulo da franquia ‘Premonição‘ parecem ter sido reveladas! A sequência está listada no ProductionWeekly com o título ‘Final Destination 6: Bloodlines‘ (Premonição 6: Linhagens de Sangue, em tradução literal).

O site ainda divulgou a sinopse do longa, que promete levar a franquia em uma direção muito diferente do que vimos nas iterações anteriores.

Confira:

“Uma jovem chamada Stefani tem um sonho recorrente sobre morrer em um incêndio que ocorreu na década de 1960. No entanto, ela percebe que não é apenas um sonho, mas sim uma premonição do destino que aguarda sua família. Sua avó havia escapado do mesmo destino anos atrás. Agora, a morte está vindo atrás de toda a família da Stefani, e ela deve encontrar uma maneira de detê-la antes que seja tarde demais.”

Anteriormente, rumores apontavam que a trama seguiria um grupo de bombeiros e paramédicos tentando escapar dos planos sinistros da morte.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein serão responsáveis pela direção.

 

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Madame Teia’ arrecada menos do que ‘Morbius’ e se torna a PIOR estreia da Marvel/Sony

Apesar de ter superado as previsões inicias, ‘Madame Teia‘ não conseguiu mudar o seu destino de quebrar recordes negativos para a Marvel/Sony.

O longa estrelado pela Dakota Johnson (‘A Filha Perdida’) arrecadou apenas US$ 25.8 milhões durante o final de semana estendido nos EUA, se tornando a pior abertura no universo cinematográfico do Homem-Aranha.

Para termos de comparação, ‘Morbius‘ havia arrecadado US$ 39 milhões em um final de semana regular (composto por 3 dias), em 2022.

De acordo com o Deadline, o longa arrecadou US$ 3.1 milhões em IMAX. E, somando com outros formatos premium, os números representam 35% da arrecadação total.

Internacionalmente, a produção soma US$ 25.7 milhões – totalizando uma estreia global em torno de US$ 51.5 milhões.

Com orçamento de apenas US$ 80 milhões, este não é um resultado tão desastroso quanto outros fracassos recentes do gênero. No entanto, a performance do longa também está longe de ser considerada um sucesso.

Além de ter sido massacrado pelos críticos – com 13% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme também falhou em agradar o público – recebendo uma nota C+ no CinemaScore e alcançando apenas 54% de aprovação no site.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

‘Acompanhante Perfeita’: Novo terror dos produtores de ‘Noites Brutais’ é ADIADO em três semanas

A Warner Bros. confirmou que o terror sci-fi ‘Acompanhante Perfeita‘ (Companion) teve sua estreia adiada e só chegará aos cinemas três semanas após havia sido originalmente programado.

Inicialmente agendado para o dia 10 de janeiro de 2025, o longa estrelado por Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) e Jack Quaid (‘The Boys’) chegará às telonas apenas em 31 de janeiro de 2025.

Infelizmente, detalhes sobre a trama – que trará uma mistura de elementos de terror e ficção científica – estão sendo mantidos em segredo.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).

Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.

Joe Keery e Liam Neeson enfrentam infecção MORTAL no trailer LEGENDADO de ‘Cold Storage’; Assista!

O terror de ficção científica ‘Cold Storage‘ ganhou trailer legendado.

Estrelado por Joe Keery (‘Stranger Things’), Georgina Campbell (‘Noites Brutais’) e Liam Neeson (‘A Perseguição’), o longa segue dois funcionários lutando para sobreviver a uma epidemia mortal em um antigo armazém militar.

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Teacake e Naomi, dois jovens funcionários de uma empresa de armazenamento construída no local de uma antiga base militar americana, têm seu turno noturno mais agitado de todos os tempos quando um fungo parasita escapa do subsolo mais baixo da base, onde foi selado pelo governo décadas antes. À medida que a temperatura sobe no subsolo, esse microrganismo altamente contagioso, e em rápida mutação, se multiplica e libera seus terrores que controlam o cérebro e destroem o corpo sobre os habitantes da instalação – humanos e não humanos. Com o tempo se esgotando, cabe à dupla, com a ajuda de um agente bioterrorista aposentado, conter a ameaça implacável e impedir a extinção explosiva da própria humanidade.

O elenco também conta com Sosie Bacon, Vanessa Redgrave e Lesley Manvill.

Cold Storage‘ tem direção de Jonny Campbell (Dracula) e roteiro assinado por David Koepp, lendário roteirista de ‘Jurassic Park‘ e autor do livro que inspirou o longa.

A produção é de Gavin Polone (Zumbilândia, Quarto do Pânico).

Sem data de estreia, o longa está programado apenas para 2026.

‘O Drama’ supera US$ 100 milhões e se torna a 4ª MAIOR arrecadação da história da A24

Sucesso! ‘O Drama‘, romance estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, já arrecadou sólidos US$ 115.8 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de quatro vezes o orçamento do longa – que girou em torno de US$ 28 milhões.

Além disso, o longa superou ‘Amores Materialistas‘ (US$107.9M), subindo para o TOP 4 das maiores arrecadações globais da história da A24 – atrás apenas de ‘Marty Supreme‘ (US$180.4M), ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$147.9M) e ‘Guerra Civil‘ (US$127.2M).

Nos EUA, o longa soma US$ 46.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 68.9 milhões.

Crítica | O Drama – Zendaya e Robert Pattinson Estrelam Filme Pesadíssimo Que Vai Fazer Você Refletir…

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 14.4 milhões no território norte-americano. Apesar da competição acirrada com ‘Super Mario Galaxy‘ e ‘Devoradores de Estrelas‘, a produção conseguiu superar a estreia de ‘Amores Materialistas‘ (US$11.3M) e se manteve na média do filme mais recente da Zendaya, ‘Rivais‘ (US$15M).

Com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma nota B do público no CinemaScore.

Crítica com Spoilers | ‘O Drama’ traz Robert Pattinson e Zendaya navegando pelas complexidades da moral

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, apaixonados e em meio aos preparativos finais para o casamento, o casal entra em conflito ao descobrir segredos inesperados. A situação coloca em risco a confiança e o amor entre os dois, trazendo uma nova perspectiva sobre o romantismo. Diante disso, eles passam a questionar se realmente se conhecem e refletem sobre o futuro da relação.

Henry Cavill volta a vestir manto do Superman e celebra aniversário de 79 anos do personagem

É quase óbvio que o retorno do Superman está garantido para ‘Liga da Justiça’. E uma nova foto publicada pelo ator Henry Cavill em sua conta do Instagram só solidifica ainda mais essa premissa.

Na foto, o ator aproveita para compartilhar algumas curiosidades com os fãs de quadrinhos relacionados ao super-herói, que neste mês completa 79 anos.

Confira:

Hi Everyone! I’ve been doing some Super Ruminations because this month is the 79th anniversary of Superman in Action Comics and thought it fitting to pass on this little fact. Who knew eh?? In January 1933, Jerry Siegel wrote a short story titled “The Reign of the Superman”, which was illustrated by his friend Joe Shuster and self-published in a science fiction magazine. It told the story of a bald villain with telepathic powers. Trying to create a character they could sell to newspaper syndicates,Siegel re-conceived the “superman” character as a powerful hero, sent to our world from a more advanced society. He and Shuster developed the idea into a comic strip, which they pitched unsuccessfully. National Publications was looking for a hit to accompany their success with Detective Comics, and did not have time to solicit new material. Because of the tight deadline, editor Vin Sullivan was forced to make it out of inventory and stockpile pages. Sullivan asked former coworker Sheldon Mayer if he could help. Mayer found the rejected Superman comic strips, and Sullivan told Siegel and Shuster that if they could paste them into 13 comic book pages, he would buy them. #SuperRuminations #Superman #ActionComics

Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em


“Oi pessoal! Eu tenho feito algumas super reflexões porque este mês é o 79º aniversário do Superman no Action Comics e pensei que seria apropriado passar adiante este pequeno fato. Quem diria, né? Em janeiro de 1933, Jerry Siegel escreveu um conto intitulado ‘O Reinado do Superman’, que foi ilustrado por seu amigo Joe Shuster e publicado em uma revista de ficção científica. Trazia a história de um vilão mal com poderes telepáticos. Tentando criar um personagem que eles pudessem vender aos sindicatos dos jornais, Siegel re-concebeu o personagem do ‘Superman’ como um poderoso herói, enviado ao nosso mundo por uma sociedade muito mais avançada. Ele e Shuster desenvolveram a ideia em uma tirinha de quadrinhos, que eles distribuíram sem sucesso. A National Publications estava procurando por um hit para acompanhar o sucesso dos quadrinhos Detective Comics e não tiveram tempo para solicitar um material novo. Por conta do prazo curto, o editor Vin Sullivan foi forçado a extrair algo do inventário e das pilhas de páginas. Sullivan pediu ao ex-colega de trabalho Sheldon Mayer se ele poderia ajudar. Mayer encontrou a tirinha de Superman e Sullivan disse a Siegel e Shuster que se eles colassem ela em 13 páginas de quadrinhos, ele as compraria”. #SuperReflexao #Superman #ActionComics”

Crossover de ‘Raio Negro’ e ‘Arrow’ pode acontecer

No universo televisivo da DC, os heróis frequentemente se cruzam em narrativas conjuntas. Série como ‘Supergirl’, ‘Flash’, ‘Arrow’ e ‘Legends of Tomorrow’ já fizeram alguns crossovers, para o deleite dos fãs.

E a nova produção da CW/DC, ‘Raio Negro’, pode ser a próxima a encarar esse cruzamentos de histórias, com a mais antiga do grupo, ‘Arrow’.

Segundo o astro Stephen Amell, a possibilidade é real, considerando o histórico da emissora. Além disso, a alternativa é também um desejo seu.

Disse:

“Todo mundo finge que nós eventualmente não faremos um crossover com ‘Raio Negro’, mas provavelmente isso vai acontecer. Até porque, é assim que as coisas funcionam no nosso mundo. E eu acho que qualquer coisa que possa ser feita para expandir o nosso universo e ampliá-lo será incrível. Então, eu fico feliz de saber que a série tá indo muito bem e espero que ela faça muito sucesso. E espero também um dia ser uma pequena parte dessa conquista, seja como for”.

‘The Devil All The Time’: Netfix vai produzir filme com Chris Evans, Tom Holland e mais

A Netflix reuniu um elenco de peso para o seu mais novo projeto. Intitulado ‘The Devill All The Time‘, o longa será estrelado por Tom Holland, Chris Evans, Robert Pattinson, Mia WasikowskaBill Skarsgård e Eliza Scalen.

A produção será uma adaptação do livro homônimo de Donald Ray Pollock. Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.

A produção fica por conta de Randall Poster, Jake Gyllenhaal e Riva Marker.

 

‘Doutor Estranho’: Arte conceitual revela diferente forma astral descartada pela Disney; Confira!

Uma arte conceitual inédita de ‘Doutor Estranhofoi divulgada, revelando um visual diferente da forma astral do personagem homônimo.

O material foi compartilhado pelo artista da Marvel Studios, Ryan Meinerding, em sua conta oficial do Instagram.

A arte revela uma opção distinta planejada para a forma astral, que acabou sendo descartada pela Marvel Studios.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Here is an unused Dr. Strange astral form version from the Dr. Strange movie.

Uma publicação compartilhada por Ryan Meinerding (@ryan_meinerding_art) em

Lembrando que Sam Raimi está sendo cotado para dirigir a sequência, em virtude da saída de Scott Derrickson da direção.

Para quem não se lembra, Raimi foi o responsável pela primeira adaptação cinematográfica do ‘Homem-Aranha‘, lançada entre 2002 e 2007.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

Lembrando que Jade Bartlett foi escalada para reescrever o roteiro da produção.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 07 de maio de 2021.

Confira a logo:

‘WandaVision’: Série terá novos saltos temporais nos próximos episódios

Os fãs de ‘WandaVision‘ podem esperar muitas reviravoltas até o final da temporada, e segundo o roteirista da produção, Jac schaeffer, outros saltos temporais devem ser introduzidos ao longo dos próximos episódios.

Em uma entrevista ao portal TVLine, ele comentou sobre o assunto, se esquivando de detalhes:

“Eu não posso não falar especificamente da estrutura do enredo, mas nós continuaremos surpreendendo com narrativas lineares e não lineares”.

O 5º episódio, intitulado “Em um Episódio Especial…” já está disponível na plataforma do Disney+.

Confira o mais recente trailer da série:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Power Book IV: Force’: Starzplay divulga a abertura da nova série derivada; Assista!

A vindoura derivada ‘Power Book IV: Force’ estreia no streaming Starzplay neste domingo, 06 de fevereiro.

E para preparar os fãs para o novo lançamento, a emissora Starz divulgou em seu canal oficial do YouTube a abertura completada da série, que ainda traz a música tema “Power, Powder, Respect“, do rapper 50 Cent.

Confira:

Assista ao mais recente comercial:

Assista ao clipe da música tema da série derivada:

Na nova série, Egan quer ampliar sua ambição criminal em um território ainda desconhecido. Mas ele logo descobrirá que o submundo do tráfico de drogas de Chicago reserva suas própria traições, maquinações e violência gráfica.

Confira o trailer:

A produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.

A trama seguirá Tommy enquanto ele “deixa a cidade de Nova York para sempre”.

O elenco conta com Tommy Flanagan, Shane Harper, Lili Simmons, Gabrielle Ryan, Anthony Fleming III, Kris D. Lofton, Isaac Keys e Lucien Cambric.

Crítica | Viva: A Vida é Uma Festa – Animação é cativante, deslumbrante e mexicana

Se imagine como garoto de 12 anos cheio de sonhos, mas com todos os seus anseios negados por causa de uma tradição familiar. Este é o dilema de Miguel (Anthony Gonzalez): ser rejeitado pela família ou seguir sua censurada vocação para música em Viva – A Vida é um Festa (Coco), da Disney\Pixar.

O que chama mais atenção à animação, no entanto, é ser o primeiro filme da Disney totalmente no México e dedicado à cultura mexicana. Desde o início, o filme apresenta diversos elementos do país e seu povo como os mariachis, as telenovelas e a devoção ao Día de los Muertos, o que lembra a animação Festa no Céu (2014), da Fox.

Diferente de seu antecessor, porém, Viva – A Vida é uma festa é apresentado através dos olhos do menino Miguel de forma perspicaz e inocente. Apesar do proibição musical, ele mantém sua paixão em um esconderijo onde toca sua viola quebrada e assiste às apresentações do seu grande ídolo já falecido Ernesto de la Cruz (Benjamin Bratt).

Quando Abuelita (Renee Victor) o descobre com um violão nas mãos, as coisas não acabam muito bem. A explicação para o banimento de qualquer assovio musical na família é dada no início do longa pelo próprio Miguel, em forma de lamento pelo seu destino ter sido prescrito por um infortúnio do passado, mas, mesmo assim, ele mantém um fascínio arrebatador por tocar e cantar.

Na celebração do Día de los muertos, na qual acredita-se que as almas voltam para visitar seus entes queridos e, portanto, milhares de pessoas constroem altares para preservar suas memórias e colocam comida de oferenda, ocorre a suprema mágica do filme. Ao tocar o violão do seu falecido ídolo De la Cruz, Miguel é transportado para uma dimensão vibrante e colorida, conhecida como Land of the Dead (Terra dos Mortos), habitada somente por aqueles que ainda são lembrados no mundo dos vivos.

Neste momento, a beleza visual do filme se torna deslumbrante, mas é o carisma do protagonista e os personagem ao redor que sobressaem com diálogos ágeis e ações divertidas. Lá, ele tem a missão de encontrar o seu ídolo, a maior estrela de todos os tempos – mesmo no mundo dos mortos -, e pedir sua benção para voltar para casa, enquanto foge dos seus finados parentes que querem fazê-lo prometer nunca cantar em vida.

Como em qualquer agradável jornada, Miguel aprende, se diverte e vive o seu sonho de menino, com o auxílio do interesseiro, intrigante e divertido Héctor (Gael García Bernal). As reviravoltas são contagiantes, bem engendradas e dignas das telenovelas.

Além disso, a animação está cheia de baladas que misturam inglês e espanhol, como The World is Mi Familia e Proud Corazón, além da canção principal Remember Me\Recuérdame. Boas músicas, contudo, longe de se comparar com as gostosas e alegres How Far I’ll Go, de Moana (2016), e Let It Go, de Frozen (2013).

Dirigido e escrito por Lee Unkrich, dos adoráveis Toy Story 3 (2010) e Procurando Nemo (2003), Viva – A Vida é uma Festa é uma homenagem belíssima à cultura mexicana e a força dos laços familiares. Assim como Moana e Elza, fala sobre ser corajosas e confiar em si mesmas, Miguel mostra como é importante ser persistente e batalhar para alcançar suas expectativas.

Com participação especial até de Frida Kahlo (Natalia Cordova-Buckley), a obra de Unkrich mostra que não basta ter bons personagens para fazer um filme ser bem sucedido, vide Liga da Justiça (2017). Aqui, o roteiro se destaca e mistura melodrama, desfaçatez e verdades reveladas, típicas das tramas mexicanas, em sua cativante narrativa, que faz os olhos brilharem na escuridão do cinema.

‘O Grinch’, com Benedict Cumberbatch, ganha novo teaser trailer

A animação ‘O Grinch‘, que contará com Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’) como o personagem principal, ganhou um novo teaser durante a abertura das Olimpíadas de Inverno 2018. Confira:

A estreia acontece dia 9 de novembro de 2018.

Após a ótima adaptação aos cinemas estrelada por Jim Carrey e dirigida por Ron Howard em 2000, ‘O Grinch‘ voltará aos cinemas com uma animação dirigida pelo descon hecido Peter Candeland.

A animação seguirá a mesma linha de ‘Horton e o Mundo dos Quem‘ e ‘O Lorax‘, outras adaptações do Dr. Seuss. Vai acompanhar Grinch enquanto tenta bolar um plano para estragar o Natal de todos os habitantes de Quemlândia. Pete Candeland dirige.

"The Imitation Game" New York Premiere

 

Anima Mundi 2018 – Saiba o que vai rolar no maior festival de animação da América Latina

Ele está de volta! Criado em 1993, no Rio de Janeiro, para um público de um pouco mais de 7 mil pessoas, o Anima Mundi foi crescendo e aparecendo, ganhando exibições em outros estados do Brasil, como São Paulo, e não demorou muito para se tornar o maior festival de animação da América Latina, oferecendo experiências para animadores, educadores, produtoras e, claro, animaníacos.

E o mês de julho e agosto de 2018 marca a sua 26ª edição, ainda maior e mais premiado do que nunca, com 405 produções das mais variadas técnicas e temas, vindas de 40 países. Além disso, o festival vai apresentar um panorama do que há de melhor no mundo dentro dos mais diversos gêneros da animação e trará convidados sensacionais, como o brasileiro Carlos Saldanha, diretor deA Era do Gelo eRio.

Na última quinta-feira (12), nosso redator e crítico Thiago Muniz pôde acompanhar uma sessão exclusiva para imprensa de 10 curtas animados, de variados países, que serão destaques da edição desse ano do Festival.

Ficou interessado? É apaixonado por animação? Então confira essa lista com os curtas mais imperdíveis.

Guaxuma:

Abrindo a lista com um brasileiríssimo, que mostra a simplicidade da amizade, utilizando técnicas de stop-motion e mesclando live-action com animação 2D, o curta narra a história de duas amigas que cresceram juntas na praia de Guaxuma, no Nordeste do Brasil, e todas as aventuras e desventuras de um amor que atravessou o tempo.

Por que é imperdível?

Além de ser extremamente bem dirigido, filmado e ter uma fotografia fantástica, o curta é um dos destaques brasileiros do Festival, não fica para trás em nada no quesito qualidade das animações gringas. E leve um lencinho, o tom melancólico e nostálgico vai te fazer chorar.

 

 Fins de Semana (Weekends):

Essa animação americana narra a delicada história de um menino que vive se deslocando entre as casas de seus pais recém-divorciados, vivenciando suas novas rotinas e relacionamentos e utilizando a imaginação para escapar da realidade dura e difícil que é ter que lidar com o afastamento dos pais.

Por que é imperdível?

De uma forma encantadora, momentos surreais e oníricos se misturam com as realidades domésticas de uma família nos anos 80 em Toronto. Sem dúvida um dos filmes mais belos do Festival.

 

Comportamento Animal (Animal Behaviour):

O representante canadense do Festival é um curta hilário, que mostra uma icônica sessão de terapia de grupo orientada por Dr. Clement, um psicoterapeuta canino e seus quatro pacientes: uma gata com compulsão em se lamber, uma Louva-a-deus viciada em redes sociais, uma sanguessuga que não dá certo em relacionamento nenhum e um urso que não tem controle de sua raiva. O resultado, como vocês podem imaginar, beira ao desastre.

Por que é imperdível?

Imagina a reunião de cinco animais diferentes contando sobre como é ser o que são. É muito divertido e merecia uma versão em longa-metragem. #FicaADicaDisney

 

A Mulher Canhão (La Femme Canon):

Esse curta poético é uma coprodução entre Canadá, Suiça e França e mostra a complicada história da jovem Madeleine, uma bala de canhão humana, que faz um espetáculo itinerante com o marido que só pensa nele mesmo. Apesar da loucura de sua profissão, em casa, todos os dias são iguais.

Por que é imperdível?

Com uma pegada mais adulta, a animação explora, de forma interessante, a rotina de um relacionamento desgastado e a perda do amor entre o casal. Tudo isso sem apelar para os clichês do romance, muito pelo contrário, se apegando a originalidade em sua bela narrativa.

 

Felicidade (Happiness):

O diretor inglês Steve Cutts nos presenteia com um dos curtas mais incríveis e profundos do Festival. Sem sombra de dúvidas o melhor desta sessão. A premissa é bem simples: ratos representando humanos em sua incansável busca pela felicidade, passando por cima de tudo e todos para chegar onde deseja, tudo isso ao som de ‘Habanera’, de Bizet.

Por que é imperdível?

Adulto, cruel e poético. Uma tapa na cara de realismo que a sociedade precisa enxergar. Dificilmente irá esquecer desse curta após assistir. Destaque também para a união de animação 2D com 3D, em um dos momentos mais hilários do filme. Esse é para assistir na primeira oportunidade que tiver.

 

Rolê (Ride):

Portugal apresenta um curta que mescla de, forma surpreendente, live-action com animação stop-motion, mostrando a jornada de um motociclista rumo ao futuro.

Por que é imperdível?

O curta é uma homenagem ao icônico design de motos dos anos 1950 e 60, ou seja, amantes de motos e carros não podem deixar de assistir esse.

 

A Origem do Som (The Origin of Sound):

O curta Belga se destaca pela enorme produção. Uma mistura de live-action com atores, stop-motion e animações de diversos formatos, mostra a criativa história de um cientista (representando Deus) que se esqueceu de adicionar som ao mundo, logo, começa a consertar o erro usando sua estranha coleção de desenhos animados macabros e desagradando suas cobaias humanas.

Por que é imperdível?

Violento, sexual e macabro. O curta é voltado para o público adulto e, mesmo causando desconforto pelo seu som exageradamente alto, chama a atenção pela belíssima direção, grande produção e narrativa complexa. Esse é para os fortes. 18+

 

Leve a Coelha (Take Rabbit):

O Reino Unido apresenta esse curta poético e bem-humorado, que narra a história de um senhor que tenta transportar uma raposa, um coelho e um repolho em seu pequeno barco pelo rio.

Por que é imperdível?

Repleto de metáforas e dilemas, a animação diverte com uma narração deliciosa de ser ouvida e ainda nos faz refletir sobre temas como relacionamentos, amor próprio e solidão.

 

(OO)

Este curta da Coreia do Sul, dirigido por OH Seo-ro, narra os eventos que ocorrem nas narinas de uma pessoa quando ela espirra.

Por que é imperdível?

Simples, singelo e muito bem realizado, a animação é realmente curta, tendo um pouco mais de 1 minuto de duração, porém, é divertida e bem desenhada. Até a incrível sensação de desconforto ao ver um espirro é real e honesta.

 

As Cores do Cuco (Coucouleurs):

A Suíça está representada com esse importante curta infantil que mostra uma ilha repleta de pássaros, cada espécie possui uma cor específica, que determina também em que pedaço da ilha devem habitar. Porém, quando surge um pássaro de duas cores, surgem também os problemas para se encaixar no lugar onde ninguém o aceita.

Por que é imperdível?

Voltado para o público infantil, o curta é um prato cheio para se trabalhar diversidade, bullying e compaixão com as crianças. Além do mais, é extremamente fofo!

 

Se animou? Então coloca aí na agenda as datas do Anima Mundi 2018: O evento acontece no Rio de Janeiro de 21 a 29 de julho e, em São Paulo, de 1º a 5 de agosto. Para mais informações, acesse o site oficial neste link.

Há um ano, o MCU ganhava seu novo Capitão América | Relembre ‘Falcão e o Soldado Invernal’

Há exatamente um ano, o episódio final da série Falcão e o Soldado Invernal estreava no Disney+ trazendo Sam Wilson (Anthony Mackie) como o novo Capitão América do MCU. A mudança foi a primeira de peso dessa nova para o núcleo dos Vingadores nos cinemas. Afinal, agora o time terá um novo líder que sequer poderes terá. Mas é interessante reparar como a condução da série pode ser analisada por duas perspectivas. Ah, caso você ainda não tenha percebido, esse texto contém SPOILERS da série. Caso você ainda pretenda assisti-la, recomendamos que só leia a matéria depois de finalizar a produção.

Falando em níveis de continuidade e de acompanhar o MCU como um todo, a Marvel trabalhou essa série como um filler de luxo. Porque um fã que não tenha assistido a Falcão e o Soldado Invernal vai conseguir entender quando o Sam Wilson aparecer nas telonas com seu traje e escudo de Capitão América, já que sua última participação nas telonas foi justamente aceitando o escudo de Steve Rogers (Chris Evans) das mãos idosas do próprio Steve, lá em Vingadores: Ultimato (2019).

Esse momento já dava a entender que ele aceitaria o título e o “cargo”. No entanto, a série aprofunda a questão em um momento no qual a uma guerra racial ocorre sem tanto alarde nos Estados Unidos. Diante de tantos casos de racismo e xenofobia no país, faz muito sentido que a mudança de um símbolo histórico dos EUA ser substituído por um herói negro causaria polêmica.

E nesse ponto, a série tem dois méritos indiscutíveis. O primeiro é mostrar o governo americano enganando Sam Wilson para que ele desista de um escudo que sequer é de propriedade do governo, dando a entender que a arma será preservada em um museu, para logo em seguida dá-la a um soldado branco que jamais teve o aval do próprio Steve Rogers e que escondia crimes de guerra em seu currículo.

O outro mérito foi trazer a trágica e fantástica história de Isaiah Bradley, o Capitão América apagado da história para encobrir os crimes do governo americano, para as telas. Como fã do personagem nos quadrinhos, jamais esperei que a Marvel fosse ter coragem para trazer essa história para o MCU. Não só pelo forte caráter racial dela, mas porque ela afeta diretamente o “American Way of Life” e toda aquela propaganda mascarada pró-América que alguns de seus personagens carregam. E a adaptação foi de uma fidelidade emocionante, adicionando um elemento importante que não constava nas HQs: o rancor. Nos quadrinhos, Isaiah ficou mentalmente debilitado, tendo dificuldade de expressar emoções, deixando toda a tristeza e o rancor pela injustiça para que sua esposa carregasse. Ao efetivamente dar voz a esse personagem, a série trouxe questionamentos pertinentes e canonizou um de seus maiores acertos recentes. E terminar a produção com ele sendo honrado e inserido na história, obrigando o governo a reconhecer seus erros, foi de um impacto enorme.

Além disso, a dualidade entre Bucky (Sebastian Stan) e Sam, que esbanjam carisma juntos em tela, foi importante para o desenvolvimento de ambos os personagens. Maltratado ao longo de sua vida, privado de existir e de ter uma consciência, Bucky se fechou em uma casca que o impediu de entender questões alheias. Bloqueio esse que também o afetava, já que passou a guardar seus tormentos para si, existindo como homem traumatizado e fora de seu tempo, extremamente apegado ao passado.

E ao ver Sam abrindo mão do escudo, do legado de seu melhor amigo, o Soldado Invernal vê sua melhor parte, a única memória positiva que tinha em sua cabeça, sendo entregue para um qualquer. Isso o cega a ponto de não entender as questões raciais que sondavam seu amigo e o faziam relutar em aceitar o legado do Capitão América.

A partir do momento em que ele, com a ajuda de Sam, entende a situação e consegue se resolver com os fantasmas do passado, Bucky percebe que o amigo precisa de apoio e não mais questionamentos, ainda mais tendo que limpar o legado do Capitão América, que sofreu uma mancha inapagável com o assassinato de um apátrida cometido aos olhos do mundo por John Walker (Wyatt Russell). A cena do Sam, em lágrimas, limpando o sangue do escudo após recuperá-lo é muito forte, porque ele entende que se ceder ao que os inimigos querem, coisas piores podem acontecer. É uma escolha dolorida para ele, que aceita carregar o fardo de ser o Capitão América por algo muito maior que ele.

Sam sabe que as coisas serão mais difíceis para ele, que na figura de um homem negro assumindo um símbolo historicamente branco, ele não poderá cometer um errinho sequer, senão vão cair matando em cima, assim como alguns fãs fizeram nas redes sociais ao jogar hate na escolha do personagem para assumir esse manto.

E essa mudança de postura fica nítida no poderoso discurso final que ele faz para os senadores e políticos, que acaba sendo transmitido pela TV para diversos cantos do mundo. Esse momento é fantástico e representa a essência revolucionária do Capitão América, que cansou de enfrentar seu próprio governo nos quadrinhos e até mesmo nos cinemas, mostrando que o certo precisa estar acima de conceitos como fronteiras e países. É um momento típico do herói e feito de forma pacífica, por meio de um discurso de alguém que reconhece sua importância e aproveita para mandar o aviso de que não vai se curvar para as más expectativas que nutrem sobre ele apenas por estar ali com aquela roupa.

“Quer saber? Tem razão. E isso é uma coisa boa. Finalmente temos uma luta em comum agora. Pensem só nisso. Pela primeira vez, todos que estão implorando e digo, literalmente implorando para vocês sentirem como cada dia é difícil. Agora vocês sentem. Como é se sentir desamparado? Se vocês se lembrassem como é se sentir desamparado e se deparar com uma força tão poderosa a ponto de apagar metade do planeta, vocês saberiam que teria exatamente o mesmo impacto. Ninguém disse que é uma decisão fácil, senador. Sou um homem negro usando as estrelas e listras. O que eu não entendo? Sempre que eu levanto essa coisa, eu sei que há milhões de pessoas por aí que vão me odiar por isso. Até agora, exatamente aqui, eu sinto… Os olhares, os julgamentos. E não tem nada que eu possa fazer para mudar. Mas ainda estou aqui, sem super soro, sem cabelo loiro ou olhos azuis. O único poder que eu tenho é acreditar que podemos fazer melhor. Não podemos esperar que as pessoas façam alguma coisa sem que a gente dê algo em troca. Vocês controlam os bancos! Vocês podem até mover fronteiras! Podem derrubar uma floresta com um e-mail, podem alimentar milhões de pessoas com um telefonema. Mas a pergunta é: ‘Quem está com vocês quando tomam essas decisões?’. São as pessoas que vocês vão impactar? Ou são só mais pessoas como vocês? Essa garota morreu tentando impedir vocês, e ninguém parou para se perguntar o porquê. Vocês têm que fazer melhor, senador! Vocês têm que se impor! Porque se não, a próxima Karli vai, e não vão querer ver a versão 2.0… As pessoas acreditavam tanto naquela causa, que a ajudaram a desafiar os governos mais fortes do mundo. E por que acham que isso aconteceu? Vocês aqui têm tanto poder quanto um deus insano ou uma adolescente desorientada. A pergunta que devem se fazer é: ‘Como vamos usá-lo?'”, disse Sam Wilson, o Capitão América.

Desse momento em diante, qualquer um que tivesse o mínimo de dúvida acerca da escolha do homem para expandir o legado do Capitão América se rendeu ao novo líder dos Vingadores, que promete comandar uma equipe ainda mais poderosa do que o time original. Fora isso, mesmo sem os poderes de super força do Steve, o Capitão agora terá asas e o escudo, o que permitirá novos golpes e combos de ataques interessantíssimos. Mas o atrativo mesmo é ver como a personalidade pacificador de Sam vai ditar os rumos da nova versão dos Heróis Mais Poderosos da Terra, já que Steve tinha um perfil confrontador, enquanto Sam procura mais entender o outro lado e resolver as coisas na conversa em vez de iniciar uma guerra a qualquer momento. Ele é mais racional que passional e isso promete uma abordagem muito interessante para o futuro do herói nas telonas.

Falcão e o Soldado Invernal está disponível no Disney+.

Conheça 10 CURIOSIDADES dos 10 Principais Indicados ao Oscar 2022

É chegada a hora da contagem regressiva! Depois de dois anos incertos na indústria cinematográfica, estamos contando os minutos para o Academy Awards 2022, que premiará os melhores filmes, atores e realizadores com uma linda e dourada estatueta do Oscar. Para entrar nesse clima tão excitante, confira aqui uma lista com 10 curiosidades sobre os principais indicados à edição desse ano do prêmio mais cobiçado do mundo do cinema.

10 – Ataque dos Cães (Netflix)

A atriz Kirsten Dunst, que faz a Rose Gordon, deu um duro danado para aprender a tocar a peça de piano que ela toca no filme. Na verdade, a atriz chegou a aprender a tocar duas peças distintas, mas a outra foi cortada na versão final do longa – para a tristeza da atriz. Além disso, na vida real ela é casada com Jesse Plemons, que interpreta seu marido no filme.

9 – No Ritmo do Coração (Prime Video)

Um dos favoritos à principal estatueta da noite, ‘No Ritmo do Coração’ é estrelado por Emilia Jones, mas antes ela já vinha fazendo sucesso em outra plataforma de streaming, a Netflix, onde também estrela a série teen ‘Locke and Key’. Para o filme a atriz passou nove meses aprendendo a Língua Estadunidense de Sinais, que, para quem não sabe, é bem diferente da Língua Brasileira de Sinais.

8 – ‘Drive My Car’ (cinemas / MUBI)

O representante japonês da grande noite é inspirado em um conto homônimo do escritor nipônico Haruki Murakami, que já foi finalista do Prêmio Nobel de Literatura em 2016 – que é o Oscar para os livros. Além disso, o diretor Ryûsuke Hamaguchi confessou que para realizar o longa também se inspirou em outros dois contos do autor: ‘Scheherazade’ e ‘Kino’.

7 – ‘Licorice Pizza’ (cinemas)

Estrelado por Alana Haim (no papel de Alana Kane), no filme quem interpreta o pai da personagem é Moti Haim, pai de Alana na vida real. Segundo o diretor Paul Thomas Anderson, todas as falas de Moti foram improvisadas, e a cena em que Alana volta para casa e o pai grita “Que porra é essa?!” foi a primeira cena dele gravada.

6 – ‘Amor, Sublime Amor’ (DisneyPlus)

A essas alturas você provavelmente sabe que ‘Amor Sublime Amor’ é uma regravação do original de 1961. O que você não sabe é que a cena em que a canção ‘Maria’ é cantada foi gravada com Ansel Elgort cantando ao vivo no set, a pedido do próprio. Também as canções ‘One Hand, One Heart’ e ‘A Boy Like That/ I Have a Love’ foram cantadas ao vivo no set pelos atores, enquanto todas as demais foram gravadas com playback.

5 – ‘Belfast’ (cinema)

Gravado totalmente em preto e branco, o longa dirigido por Kenneth Branagh (que também está dirigindo e atuando nos filmes da Agatha Christie, como o em cartaz ‘Morte no Nilo’) é baseado em eventos passados em sua própria infância. Nascido em Belfast, na Irlanda do Norte, o ator e diretor vivenciou de perto os primeiros conflitos separatistas da ilha.

4 – ‘King Richard: Criando Campeãs’ (HBO Max)

Se você assistiu ao filme, então sabe que o longa trata a história de vida de Venus e Serena Williams, multipremiadas tenistas estadunidenses que fizeram o mundo do tênis se render à duas atletas negras. Na verdade, o longa conta a história do treinador delas, Richard Williams (Will Smith). Mas a atriz Saniyya Sidney, que é canhota e interpretou Venus Williams (que é destra), teve que aprender a jogar tênis com a mão direita – o que, obviamente, tornou tudo ainda mais difícil para a artista.

3 – ‘Duna’ (HBO Max)

Outra regravação de um clássico literário homônimo que já anteriormente fora adaptado tanto do formato fílmico quanto no formato serial. O compositor Hans Zimmer, que é super fã da história, teve que declinar o convite para trabalhar com seu parceiro Christopher Nolan no filme ‘Tenet’ para poder aceitar este projeto. Pela mesma razão, o diretor Denis Villeneuve declinou o convite para trabalhar em ‘Sem Tempo Para Morrer’ para poder se dedicar ao projeto.

2 – ‘A Tragédia de Macbeth’ (Apple Tv+)

Você sabe que o longa que traz Denzel Washington brilhando em sua 10ª indicação ao Oscar é baseado no livro do dramaturgo William Shakespeare. O que você não sabe é que o filme foi todo gravado em um soundstage – um palco sonoro, construído para que a acústica exerça papel na peça encenada – e totalmente gravado internamente. Não há uma única cena exterior.

1 – ‘Não Olhe Para Cima’ (Netflix)

O asteroide que Chicxulub que Kate (Jennifer Lawrence) menciona no longa de fato colidiu com a Terra 66 milhões de anos atrás, no local onde hoje fica o México. Seu tamanho estimado era de 10 quilômetros de extensão e resultou na morte de 75% de todas as formas vivas do planeta, incluindo os dinossauros. O asteroide deixou uma cratera de 750 quilômetros de diâmetro e 20 quilômetros de profundidade.

 

‘De Pernas pro Ar 3’: Alice fica bêbada em novo clipe; Assista!

A comédia ‘De Pernas pro Ar 3‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

O longa dirigido por Julia Rezende mostra a personagem Alice Segretto vivendo um dilema comum à maioria das mulheres modernas: dividir-se entra a família e o trabalho. O sucesso da rede de lojas Sexy Delícia a leva a um tour pelo mundo e, em meio a tantas idas e vindas, a workaholic percebe que não tem conseguido acompanhar sua família, que também cresceu. Além de João (Bruno Garcia) e Paulinho (Eduardo Mello), os Segretto agora têm mais uma presença marcante: a pequena Clarinha (Duda Batista), de apenas 6 anos, que fica sob os cuidados da fiel Rosa (Cristina Pereira).

Impetuosa, Alice toma uma decisão inusitada. Decide se aposentar e entregar o comando dos negócios para sua mãe, Marion (Denise Weinberg). Mas quando surge uma competidora com potencial para roubar a cena, a vida de Alice fica mais uma vez de pernas pro ar. É a jovem Leona (Samya Pascotto) que vai provocar em Alice a vontade incontrolável de voltar ao mercado de produtos eróticos e retomar seu lugar.

A comédia será lançada nos cinemas no dia 11 de abril.

‘Carnival Row’: Produtores já têm planos para futuras temporadas

A nova série da AmazonCarnival Row, estreou há pouquíssimo tempo na plataforma de streaming – mas isso não impediu os produtores executivos Travis BeachamMarc Guggenheim de já planejarem mais tramas para futuras temporadas.

Em entrevista ao site Collider, o duo foi questionado sobre ideias para o próximo ciclo. A resposta foi interessante, mas cautelosa.

“Já conversamos bastante sobre para onde a segunda temporada iria e, logo depois, discutimos sobre a terceira e a quarta temporadas”, revelou Guggenheim. “[A conversa] nos deus oportunidades para discriminar essas pequenas sementes que, eventualmente, podem gerar frutos”.

Beacham acrescentou que “temos uma longa lista de coisas que queremos ver em temporadas futuras”, enquanto Guggenheim comentou que, para isso acontecer, “as pessoas devem assistir [a série]”.

Criada por René Echevarria e Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

Uma série que se passa em um mundo de fantasia Vitoriana repleto de criaturas mitológicas imigrantes, cujas terras exóticas foram invadidas por impérios dos homens. Proibida de viver, amar e voar com liberdade, essa crescente população luta para coexistir com os seres humanos. Mas mesmo na escuridão, a esperança sobrevive quando o detetive humano Rycroft Philostrate (Bloom) e a fada refugiada Vignette Stonemoss (Delevingne) reacedem uma relação amorosa perigosa, apesar de uma sociedade cada vez mais intolerante. Vignette guarda um segredo que põe em perigo o mundo de Philo durante o caso dele mais importante: uma série de assassinatos horrendos que ameaça a complicada paz da cidade.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

Carnival Row‘ já está renovada para a 2ª temporada!